Posts Tagged ‘Aaron Johnson’

13 fundamentos que descobrimos e ou confirmamos durante a Comic Con 2013

Julho 31, 2013

1 – O Tom Hiddleston além de magia confirmada, é muito mais legal do que a gente imaginava 

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E ele ter ido de Loki e sustentado o personagem até o fim durante o painel do novo Thor na Comic Con 2013 foi sensacional. Höy!

 

2 – Confirmou. O Andrew Garfield só pode ser um foufo mesmo #PLIM

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E não é de hoje que a gente vem falando aqui no Guilt que boy para ser magia de verdade tem que ser bem humorado. Deu sorte, Emma Stone. Mantenha.

 

3 – Tem alguém mais bem acompanhado de Aarons  na vida do que o Senhor Bryan Cranston?

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Não, não tem. Será que ele tem alguma superstição envolvendo o nome, TOC ou seria ação do destino mesmo?

E desde quando o Aaron Johnson ficou desse tamanho todo, hein? (Höy!)

 

4 – Confirmou! O Rodrigo Santoro virou um bobble head

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E sim, essa perda nacional foi sentida, mas isso só durou até a gente bater o olho para a direita e dar de cara com o australiano da magia também confirmada do Sullivan Stapleton, que nem estava no seu melhor angulo, mas ainda assim, Höy!

Já viram Strike Back? Recomendo como soft porn, rs (mentira e recomendo não só por isso, rs, porque a série até que é bem boa, apesar de não ser do meu tipo preferido)

 

5 – Confirmou! Fox Mulder e Dana Scully ainda se odeiam, mas se amam

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E que delícia reencontrar com esses dois de amigos, não?

Mas temos que admitir que o tempo foi bem generoso com ela e ele conseguiu se manter até que dignamente (hoje, estou no mode bondade). Höy!

ps: nunca toquem a música de abertura de The X-Files perto de mim. Obrigado. (#MEDO&PAVOR)

 

6 –  E quem é que consegue olhar para o Lee Pace e não imaginá-lo automaticamente em sua cozinha, fazendo tortas com variedades de recheios e muito bem recheadas, huh?

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Ninguém ou alguém com muito autocontrole e ou interesses diversos variados e bem diferentes dos nossos, porque do contrário, não há quem não imagine exatamente isso toda vez. Sério. Höy!

E essa carinha faz até a gente esquecer que ele fez “Marmaduke” (uma torta daquelas e a gente promete que esquece para sempre essa parte do seu CV, Lee). #CREDINCRUZ

Lee Pace que estará em uma nova série do AMC, oitentista (confirmou!), sobre nerds (mas não esse tipo de nerds que você pode estar pensando), conspirações e computadores chamada  Halt & Catch Fire. Veremos…

 

7 –  Sério, alguém conhece a receita dessa dieta do Chris Pratt?

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Além da fome que é certa, alguém sabe o que mais é preciso enfrentar para emagrecer o peso do seu gêmeo siames? Porque a vida com opções de massas, doces, frituras e chocolates está difícil para todo mundo.

Mas não é de hoje que o Chris Pratt é magia e ele só redescobriu o seu feitiço depois de perder o seu dobro ao quadrado. Höy!

 

8 – Estamos achando que a fraqueza do novo Superman não é mais a Kriptonita e sim a coxinha

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Porque o nível de coxismo de seus outfits está ficando pesado para qualquer tipo de herói, não?

Por isso recomendamos um novo stylist com urgência!

 

9 –  Da série casais na Comic Con que nós amamos:

Madden

Richard Madden e Jenna-Louise Coleman, que já eram lindos separados e juntos então, eles completam aquela visão. (♥)

 

10 – Magneto²

michael-fassbender

E que encontro sensacional esse da dupla de Magnetos com o Ian McKellen e o Michael Fassbender, não?

Agora, imaginem o seguinte com a imagem a seguir:

fassy

 

Esses dois brações ruivos (agora enormes, não?) do Fassy te abraçando nessas madrugas gélidas de ultimamente de editor que chega do trabalho em casa as 4h00 da manhã. (#DESABAFANDO)

Sem mais. (pensei em fazer uma piada a respeito do tamanho do Peter Dinklage em uma outra imagem – que também estará no novo X-Men – e um dos membros da anatomia do Fassy que fomos apresentados não tem muito tempo, mas não achei de bom tom)

 

11 – Ainda, o nosso Doutor (♥ + ♥)

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Olho para o Matt Smith, mesmo sem a cabeleira invejável e agora com orelhas de Elfo evidentes (ainda vou conversar sobre esse assunto com o Ryan Gosling…) e sinto os meus dois corações acelerar na mesma hora. #PLIM

E para quem não sabe, esse aí ao lado dele é o Craig Ferguson, o dono do melhor Talk Show da noite (e o mais tarde deles, o The Late Late Show), o único para quem eu aceito perder o título de super fã de Doctor Who. O ÚNICO.

Sem contar que não tem como não invejar esse momento da imagem a seguir, ai ai…

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#TEMCOMONAOAMAR?

 

12 – Say my name, bitches!

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Uma das coisas mais legais de qualquer Comic Con e da vida = O Bryan Cranston e Breaking Bad. Fato. (e esse deve ter sido o último painel da série, humpf!)

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A segunda coisa mais legal também é o Bryan Cranston, só que ao lado do Aaron Paul e com a sua própria cabeça na mesa. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E se você ainda tiver alguma dúvida sobre o fato do Aaron Paul ser um dos caras mais legais de Hollywood, assista a esse vídeo abaixo com ele descendo da sua própria casa para conversar com fãs fazendo turismo no seu bairro.

Sério, eu já separava mais um Emmy para ele só por isso. (♥)

#QUERIDÃO

13 – Clap Clap Clap!

amy pond

Não, você não está com qualquer tipo de problema de visão e sim, essa é a nossa Amy Pond, que não pensou duas vezes e raspou seus lindos cabelos ruivos pelo seu papel em “Guardians Of The Galaxy”.

Foi um susto? Foi. (ainda mais quando ela apareceu de peruca e só depois revelou o seu novo visual)

Invejamos cada fio ruivo daqueles que devem ter ficado no chão no dia desse crime? Invejamos.

Mas atriz é atriz e a Karen Gillan que a gente já AMAVA, só subiu no nosso conceito depois disso. Clap Clap Clap!

E a propósito…

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… com o acessório certo (nesse caso, o acessório sendo claramente o Lee Pace), não tem careca certa que não tenha jeito.

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Kick-Ass 2, o trailer

Março 14, 2013

Bem bom esse primeiro trailer de “Kick-Ass 2”, não? (AMO o primeiro. AMO!)

Por lá, estreia no dia 16 de agosto, mas por aqui, só em 13 de setembro mesmo. Humpf!

Ansiosos para sair quebrando tudo?

 

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Parece que o Jim Carrey não vai ser o único personagem novo em Kick-Ass…

Setembro 24, 2012

… e ao que tudo indica, o Aaron Johnson parece ter levado um certo colega (vamos economizar no diminutivo/aumentativo porque não somos de julgar ninguém no Canada, pq sabemos que lá faz frio, tisc tisc) para o set de filmagens de “Kick-Ass 2” junto com ele e nós não estamos falando do moço em vermelho ao seu lado… rs

Mas e agora? Como lidar com essa cameo? Apagar a participação especial no Videoshop na edição? Rezar para fazer frio daqui para frente? Ou rezar para não ninguém ficar mais animado que o bastão do personagem ao lado? (Doctor Gravity, interpretado pelo ator Donald Faison)

Seria essa uma nova tandancé em spandex para o mundo dos super-heróis? Será que finalmente descobriremos quem “intimida” mais?

 

ps: sorry Aaron, vc já foi Lennon, é um dos meus heróis preferidos do momento com o seu Kick-Ass (AMO a Hit-Girl), mas não consegui resistir a piadinha infame. Desculpa qualquer coisa…

ps2: e sim, o Jim Carrey estará na sequência do filme como Colonel Stars

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Anna Karerina, o trailer

Junho 22, 2012

Jude Law + Keira Knightley + Aaron Johnson + Russia antiga em um filme baseado na obra de Leo Tolstoy.

Ansioso mil!

 

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Que vontade de sair dançando com o Aaron Johnson ao som do R.E.M, hein?

Junho 29, 2011

Video delicioso não? E o que é esse single? Maravileeeandro!

AMO coreôs soltas, AMO! E agora amo mais ainda o Aaron Johnson, que é bem performático, não?

Boy magia que canta (“Nowhere Boy”), dança e representa (“Kick-Ass”), Höy!

Vou até evitar de colocar essa no iPod, pq eu sei que eu não vou conseguir me conter e vou acabar emprestando a minha interpretação pessoal para a música, rs

E vcs sabem que como o nosso país não é nada civilizado, então melhor evitar de não chegar vivo na próxima esquina, humpf!

Nowhere Boy – John Lennon antes de ser tornar John Lennon

Abril 1, 2011

Adorável! Acho que não tem adjetivo melhor para definir “Nowhere Boy”, filme que nos trás um jovem John Lennon, ainda prestes a se tornar a lenda do rock que todos nós conhecemos.

E uma afirmação já podemos fazer logo de cara: o cara foi mesmo uma pessoa sensacional, antes, durante e depois, fatão! Além disso, que carisma não?

O filme é de 2009 (e é tmbm uma divida que eu tinha comigo mesmo como fã dos Beatles, quase imperdoável por não ter assistido antes) da diretora Sam Taylor Wood, que por sinal é a mulher do protagonista, o jovem ator Aaron Jonhson, que todos nós conhecemos e passamos a amar depois do sensacional “Kick-Ass”.

Aaron vive o jovem John Lennon de forma espantosa, tanto quanto a semelhança entre os dois em algumas fotografias do filme, até pela doçura e carisma que Lennon sempre passou com os olhos, por trás dos seus óculos arredondados e que Aaron consegue transmitir com naturalidade. Até a voz ele conseguiu deixar bem próxima a de Lennon, trabalho de um jovem realmente talentoso viu?

Uma interpretação sensível, sem exageros, de um ícone da música, algo difícil de se ver e até mesmo de se esperar de um ator tão jovem. Clap Clap Clap Aaron Johnson!

Como já era de se esperar, John sempre foi uma alma inquieta, curiosa e um rebelde por natureza. Sua busca no filme é por respostas quanto a sua origem e a história da sua verdadeira família, até então desconhecida por ele.

Vivendo em uma casa cercado de uma educação rígida por meio de um casal de tios que criaramo o garoto e muita música clássica, Lennon sempre demonstrou ser uma pessoa sem limites, curioso, louca para experimentar.

E é quando ele conhece a sua verdadeira mãe, Julia, que a sua paixão pelo rock & roll começa a surgir.

Lennon queria ser Elvis, e quem não queria?

E essa transição do Lennon antigo, para o que conhecemos pouco do seu início de carreira é maravileeeandra. Seu interesse pela música, sua ousadia, sua inquietude e rebeldia para nossa sorte, o transformaram no Lennon que todos nós conhecemos. Cool!

Mesmo sem saber o verdadeiro porque do seu abandono, a sua relação com sua mãe começa sem grandes dramas, apenas como dois desconhecidos com muito em comum, começando a se conhecerem melhor em meio a um banho de cultura musical. Aliás, sem fazer nenhum julgamento de caráter do personagem, que delícia de mãe não? Amiga, companheira, permissiva, as vezes até demais. Isso me fez pensar que talvez essa falta de maturidade por parte de sua versdeira mãe, em uma dose menor, poderia vir a ser a fórmula para ser o pai perfeito. Hmm…mas isso dura pouco, logo aparecem os defeitos e o drama começa a surgir.

Por outro lado, toda a rigidez de sua educação em casa nunca impediu Lennon de se tornar aquilo que ele realmente era e certamente esse modelo mais limitado e rígido de família tmbm deve ter colaborado para o resultado final do homem que John Lennon se tornou. Hmm mmm…

Então, quem sabe um equilíbrio entre esses dois modelos não nos leve a perfeição? Para refletir…

Mimi, a tia que cuidou do menino por grande parte da sua vida, embora fosse bem menos entusiasmada com o rítimo da juventude, não deixou que o talento do jovem músico fosse desperdiçado, apostando em seu talento musical, mesmo fugindo completamente de suas preferências pessoais.

E no filme é uma delícia poder ver o nascimento do Beatles, aos poucos, começando em uma convocação do próprio Lennon no banheiro do colégio. Outro ponto marcante da sua personalidade que fica evidente nesse monento, que é a liderança.

Paul chega depois, timidadente e pedindo um chá. Um garoto franzino, pequeno, com uma flor na lapela e um talento de um gigante. Bonito também ver o início dessa amizade, coisa que muita gente poderia nunca ter imaginado.

O figurino do filme é super possível, mesmo se passando nos anos 50. Topetes lá no alto ala Elvis, jeans com a barra dobrada, camisa xadrez, alfaiataria, algo bem possível para os dias de hoje, 60 anos depois. E a trilha? Passei o filme todo ensaiando coreôs com direto a muita batida nos pés e ombros que eu não consegui controlar, rs. E a trilha é sensacional tmbm e eu já garanti a minha, fikdik

É claro que a vida de todo rockstar, ídolo ou heroí sempre acaba sendo marcado por uma tragédia. E com a morte de sua mãe, Lennon se torna um clichê, mas do tipo que todos nós respeitamos e não torcemos o nariz. Da sua morte, talvez como uma forma de tentar reparar o abandono no passado, vem a chance dos garotos de gravarem suas primeiras músicas, com o dinheiro que Julia vinha economizando para o filho, ela que talvez tenha sido a sua maior fã naquele início de carreira e certamente foi quem fez despertar o talento de Lennon para o rock.

No final, Lennon retribui o carinho que recebeu de Mimi por toda sua vida, mesmo com ela não sendo uma pessoa fácil e do tipo que demonstrava seus sentimentos, com um simples telefonema por semana, para contar as novidades para aquela que foi sua mãe e tmbm sua guardiã por todos esses anos .E isso se repetiu por toda a sua vida (e depois dessa informação eu desabei, confesso).

Embora tenha uma carga dramática considerável, “Nowhere Boy” é um filme leve, dirigido lindamente e que nos dá a chance de conhecer um pouco mais da vida de um dos nossos maiores  ídolos.

E se isso é possível, a partir do filme eu passei a amar ainda mais os Beatles e a história desse homem sensacional que foi o John Lennon.

Vale combo grande de pipoca + refrigerante + barra de chocolate, até mesmo para vc, que por algum problema de saúde mental, não for assim tão fã dos Beatles (será que existe alguém? rs)

ps: Dear John Lennon, depois de ver o filme eu queria ainda mais te dar um abraço, ou te levar uma flor no Central Park, como não posso, vou passar o resto da noite ouvindo suas músicas em loop. Sinta-se abraçado seu lindo!

O filme é do Kick-Ass, mas quem quebra tudo mesmo é a Hit-Girl

Julho 19, 2010

Uma grande violência divertida. Imaginem se pessoas comuns, sem nenhum poder especial e poucos recursos ($$$)  resolvessem virar super-heróis…hein?

É extamente isso que acontece em “Kick-Ass”, filme do diretor Mattew Vaughn (que trabalhou com produtor em “Snatch” e será o novo diretor do “X-Men First Class”), sobre um jovem nerd, viciado em histórias em quadrinhos e cultura pop, que um dia resolve se transformar em super herói, sem ter muita noção do que isso pode significar e mudar completamente a sua vida…

O mais legal de todo o filme (além das cenas de luta é claro) é que eles tiram o sarro o tempo todo dos mitos que conhecemos sobre os super-heróis mais famosos. Referências mil ao Superman, X-Men, Fantastic 4, Batman, Spider Man, são feitas o tempo todo, sempre com uma sacada inteligente ou apenas tirando o sarro puro e simplesmente desses estereótipos de heróis. Até o medo de morrer antes do final de Lost aparece como piada no filme, rolei!

Embora o longa esteja dentro de um universo jovem, muitas vezes até “infantil” pelo grande apelo que essa temática tem com esse público, “Kick-Ass” é um filme adulto, para gente grande, que mistura essa linguagem tão popular que é o mundo dos quadrinhos, com a realidade do mundo em que vivemos atualmente. E esse é o charme do filme. Well done!

Porque as histórias todas de super-heróis que conhecenos são sempre absurdas demais ou impossíveis, mas no filme a realidade se faz presente quase sempre, em momentos como quando ele, o jovem Dave Lizewski faz a sua primeira empreitada como Kick-Ass e acaba se dando mal, sendo esfaqueado e atropelado por um carro quase que ao mesmo tempo, tendo que ficar meses internado para a sua recuperação.

Por mais ficção que tudo isso seja e tenha sido retratado anteriormente nos próprios quadrinhos da série, achei bem bacana esse lado mais pé no chão de se construir um herói, algo que até então nós não tinhamos visto  ainda no cinema, fato.

Outra questão que é muito bem abordada no filme é a violência, que todos nós sabemos que faz parte do nosso dia a dia (humpf!). Em muitas vezes até presenciamos um cena de violência e não fazemos nada, com medo da reação que isso pode causar em nossas vidas. Acho que isso prova que uma vida de herói é para poucos, fato.

E é bem legal tmbm quando o Kick-Ass finalmente se torna um herói e começa a combater o crime, onde ele vai se metendo em assuntos de gente grande, provocando a ira de assassinos e traficantes de verdade, que acabam querendo a sua cabeça em uma bandeja de prata. (euri com a referência)

Outro ponto positivo do filme foi a forma com que o novo herói se tornou popular, utilizando as redes sociais como sua maior arma para a divulgação do seu “trabalho”. Quantas vezes nesses últimos 4 anos (pelo menos) nós vimos alguém virar uma celebridade instantânea do dia para a noite na internet? Pois bem, é exatamente assim que a carreira de sucesso do nosso herói começa.

Mas outros dois personagens me chamaram (e muito) a atenção nesse filme: Nicolas Cage como Big Daddy (em uma roupa parecida com a do Batman, euri)  e a sua filha no filme Hit-Girl (que é a mais fodona de todas ever!). E quando Kick-Ass os encontra pela primeira vez, ele percebe que não esta sozinho nessa e que ainda precisa aprender e muito o que de fato é ser um herói.

Juntos, pai e filha vivem em um mundo quase que paralelo, em um constante treinamento em busca de uma vingança pessoal para eles. Alé disso, eles vivem em um lugar com paredes repletas de armas das mais variadas e potentes. Completamente sur-ta-dos!

E divertidíssimos tmbm! O treinamento dos dois é sensacional, assim como a vocação para o assunto. Uma bela dupla!

As cenas de luta de Kick-Ass são sensacionais tmbm, com efeitos de luz e câmera bem incríveis, algo bem moderno. As minhas preferidas são as da Hit-Girl é claro (que é quem mais luta no filme) e sem contar que não é todo dia que temos uma garota de 11 anos lutando contra o crime e sedenta por sangue  neam? (ainda bem, ufa!)

É dela na minha opinião o papel de heroina do filme. E é dela tmbm o papel mais polêmico da trama, onde um doce menina dá lugar a uma assassima, mesmo que isso seja em nome da justiça. Sangue para todo lado, espadas, facas, muita munição e pontaria fazem parte do dia a dia dessa menina que é sem dúvidas um prodígio no mundo dos super-heróis (sorry Robin!)

O filme é repleto de violência do mais alto nível, muito sangue, gente sendo assassinada de forma fria e cruel, no mercy! É pesado  sim, ainda mais para a temática que insiste em idealizar os heróis como alguém quase perfeito. Em “Kick-Ass” a coisa é diferente e como estamos falando de pessoas de verdade, quando eles se dão mal, é pra valer e o herói termina a cena com os olhos roxos, com a cara coberta de sangue e ferimentos por todo o corpo.

A cena em que a menina invade a casa do inimigo é sensacional! Um combo “Fight Club” + “Snatch” + “Kill Bill”, certamente fontes de pesquisa e até mesmo referência para a construção do filme.

Que o Tarantino tenha visto esse filme e decida fazer logo o “Kill Bill Vol.3”, com a vingança da menina ainda bem jovem e precoce, fikdik

Mas o prórpio Kick-Ass tmbm é só carisma, seja quando ele é um simples nerd ao lado dos seus amigos inseparáveis, ou até mesmo quando ele coloca o seu uniforme verde e amarelo e sai pelas ruas em busca da justiça. E como jovem nerd metido a herói (#Peter Parker feelings), sua vida amorosa começa como um desastre, com a sua amada achando que ele é gay (euri). Mas logo ele se declara para ela e conta toda a verdade (e leva uma surra tmbm), e ai, os hormônios da adolescência entram em ação e Höy!

O vilão do filme fica por conta do Frank D’Amico, traficante barra pesada e milionário e seu filho Chris D’Amico, que no meio da história vira a sua própria tentativa de herói (ou vilão) na pele do Red Mist.

Só achei que ” Kick-Ass” me pareceu meio corrido para os seus poucos  110 min de filme e achei mesmo que ficou corrido para tanto assunto que eu ainda gostaria de ver no filme. Mesmo assim, as resoluções finais foram satisfatórias e o anúncio de uma sequência do filme para 2012 só me deixa ainda mais ansioso para ver o que esses jovens nerds metidos a super herói ainda vão aprontar.

Outra coisa que me deixou aliviado assistindo Kick-Ass, é que como o diretor do filme será o novo diretor do próximo X-Men, eu sinto cheiro de coisa boa por ai hein? Finalmente, pq aquele último filme foi de doer neam?

The Greatest e as diferentes formas de se encarar o luto

Junho 11, 2010

Uma rápida história de amor entre o casal Rose & Bennett que termina em tragédia. Assim começa a história de “The Gretatest”, um jovem casal que se apaixona e em pouco tempo depois dos primeiros encontros, um acidente trágico acaba interrompendo de forma inesperada essa história de amor que tinha tudo para acontecer.

Mas esse não é o foco do filme. Essa relação de amor e tragédia que fica por conta do casal protagonista é apenas plano de fundo para essa história que trata do luto em si e das diferentes formas de lidar com essa situação, que em algum ponto de nossas vidas torna-se inevitável.

O foco maior do filme é dessa difícil tarefa de enfrentar uma grande perda. O filho mais velho Bennett, que se apaixona pela primeira vez em sua vida e que pouco tempo depois disso acaba morto em um trágico acidente de trânsito ao lado de sua namorada, que sobrevive. Uma família devastada e entristecida com essa grande perda, acaba se encontrando com um desafio maior do que esperavam com a morte do filho: sua namorada, sobrevivente do acidente do qual levou a vida do seu filho, se encontra  na porta de sua casa, sem ter para onde ir e grávida. Dramático

A partir disso essa família tem que aprender a enfrentar essa situação. O pai parece ser o mais sensato a princípio, a mãe recusa a se relacionar com uma desconhecida que diz ser o amor da vida do seu filho morto e um outro filho, mais novo, problemático e viciado.

Atuações impecáveis de Susan Sarandon e Pierce Brosnan que ganha (ele) com esse papel a chance de se tornar um atorzão. Já fiquei surpreso com ele em Mamma Mia, fatão. Só eu não sabia que ele cantava?

Anyway, aqui em “The Greatest” (que tem o título da minha música preferida da Cat Power)  o assunto é outro, drama, luto. E ele consegue emocionar do começo ao fim, com o silêncio dentro do carro da cena inicial, seguindo do funeral do seu filho. De cortar o coração a cena quando ele se desespera com o seu outro filho dando um simples mergulho na praia, ou quando ele finalmente se permite chorar a morte do seu filho. Chorei com ele.

Susan Sarandon nos emociona sempre neam? Para ela no filme sobra o papel de revoltada com a morte do filho, a mãe inconformada e a beira do desespero, tentando entender de qualquer forma o que foi que aconteceu com o seu filho em seus últinos minutos de vida. Quando ela finalmente consegue conversar com o outro motorista envolvido no acidente e que ficou por muito tempo em coma após o ocorrido, vc entende o que realmente é ser atriz sabe? Uma mãe desesperada, sofrendo a morte do seu filho, frente a frente com alguém que viu tudo o que aconteceu com ele minutos antes de sua morte, contando com detalhes mórbidos o que exatamente aconteceu naquela noite, minuto a minuto antes da morte de Bennett. Fiquei um pouco surpreso com a franqueza desse dialogo e emocionado tmbm.

Cada integrante da família tem o seu próprio jeito de encarar o fato da morte de Bennett. E não trata-se de uma família perfeita não: o pai teve um caso recente, do qual a mulher descobriu e tenta perdoa-lo. Ela, por sua vez é meio neurótica, controladora. O filho que tem problemas com drogas é obrigado a fazer testes de urina a cada duas semanas para que seus pais tenham certeza de que ele esta limpo. Típica família americana atualmente, fatão!

Até o filho, o ator Johnny Simmons se mostrou um ótimo ator com a sua interpretação de jovem rebelde. Já tinha gostado dele em Jennifer’s Body e agora fiquei surpreso com o seu talento para papéis mais dramáticos.

Carey Mulligan faz o papel da então namorada de Bennett. Grávida, com uma mãe problemática e em rehab, ela se vê em uma situação estranha ao ter que procurar a família do seu namorado para abriga-la. Para ela o momento agora é de tentar conhecer melhor o pai de sua filha (sim é uma garota) e para isso ela vai buscar na família dele o conforto que precisa para preencher as lacunas do seu “diário de gravidez”.

Como a história de amor dos dois é tão repentina, vc até consegue entender o trauma após o acidente, mas fica meio vago o tamanho desse sentimento que eles diziam sentir um pelo outro. Com o tempo, durante o filme, vamos percebendo que essa história de amor era antiga, quase que platônica por ambos, que com tanta timidez não tinham coragem de conversar um com o outro, até que um deles resolve finalmente dar o primeiro passo. Bem foufo!

Mas o maior defeito do filme é o tempo que ele dura. É muito rápido e nem é tão dramático assim quanto ao trailler, que esse sim eu achei que vende muito melhor a história, que no final das contas nem é tudo isso.

Vale a pena ver para se emocionar e para entender um pouco mais desse sentimento horrível que é o luto e que funciona de forma tão diferentes para cada um de nós. (tears)


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