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Aaron Paul e a sua barba ruíva

Fevereiro 6, 2012

Höy. Parece que agora que o Aaron Paul ficou noivo (sim, ele está noivo) e estamos chegando a reta final de Breaking Bad, ele acabou ganhando uma dose extra de magia, hein?

ps: mesmo estando com sapinho, rs

SAG Awards 2012 – Prontos para mais um red carpet preguiça?

Janeiro 30, 2012

Que temporada é essa minha gente? Um prêmio atrás do outro.

É tanto red carpet, que a gente acaba ficando até meio assim de comentar. Mas vamos lá, força amigués, porque esse está de doer os olhos.

Que a Santa Chanel do bom gosto nos ilumine nessa hora e nos dê paciência. Amém!

Olha, não sabia que já estava a venda o bobble head da Angelina Jolie. Euquero! (rs)

Eu já disse que a Angelina Jolie tem que viver uma bruxa da Disney, porque a cara pronta para isso ela já tem, não?

Agora, o que essa imagem acabou nos revelando mesmo é que além do talento natural para ser um bruxa evil da Disney, ela também tem vocação para encarar um Sci-Fi, fazendo papel de alienígena. WOO!

Vai me dizer que vc nunca assistiu nenhum filme com um alien cabeçudo e com os bracinhos fininhos assim?

Falando no universo Disney, o que acontece com essas meninas que tem complexo de princesa de contos de fadas hein Kaley Cuoco?

Penny, Penny, Penny (sorry, mas eu também tenho toque, rs)

E as gêmeas Glenn Close e Meryl Streep, hein? Tipo Ruth e Raquel, rs

Nesse caso, Meryl levou a pior, porque eu sempre acho que ela usa tecido demais e quase sempre imprime que esta usando a mesma roupa em cores diferentes. Sabe aquela canga de seda que vc pode amarrar de 1001 formas e que toda hora no verão, tem um cara fazendo a demonstração em programas preguiça da Tv? Então…

Já a Gleen Cruella Patty Hewes Close levou a melhor com o seu look de sogra pure evil que não aprova a união do seu filho único e faz questão de ficar de cara amarrada durante toda a cerimônia.

Agora eu sinto muito em dizer, mas a Emma Stone e a Michelle Williams me decepcionaram na noite de ontém, hein? Fom forom fom fom.

Emma foi de Alexander  McQueen, o que sempre é um ponto a favor para qualquer um, só que eu repensaria o vestido, mas manteria a clutch com orgulho.

E a Michelle não segurou esse Valentino neam?

Talvez porque ele não seja dos melhores e eu detesto esse tipo de barra na saia.

Vamos falar de fendas?

Então, eu não gosto de fendas e quem acompanha o Guilt já sabe disso.

Acho sempre meio preguiça e quase sempre acaba imprimindo uma vulgaridade desnecessária, ainda mais se for assim super profunda, como essa fenda da  Lea Michele, que se fosse ainda mais profundo, cruzaria os países baixos e chegaria facilmente até a testa, onde acabaria sendo confundida com a cicatriz do Harry Potter.

O mesmo vale para a Emily Blunt, que foi com uma fenda um pouco mais comportada, mas que não precisava disso. Ainda mais ela, que já foi secretária/assistente do Diabo, já foi rainha e de quebra, ainda carrega um tipo de acessório dos mais invejáveis ever.

Acessório esse que é o John Krasinski, é claro. E vcs viram?

Nessa imagem que a fenda do vestido nem aparece, ele parece ser bem mais bonito do que ele realmente é.

John Krasinski = Jim = Perfect Match = HÖY! (fórmula do boy magia, que é bom decorar para o vestibular da vida, rs. Ps: mas existem variações dessa fórmula, rs)

Já que falamos do Jim, temos um recado para a sua mulher, a Pam: Abre o olho, que aquela sua substituta anda bem de olho no seu boy magia em The Office,  hein? Estamos de olho…

Na verdade, alguém poderia dizer para a Jenna Fisher que essa cabelinho cacheado de época não dá, hein?

E a Jessica Chastain, hein?

Tão linda, tão ruiva, tão talentosa e tão preguiçosa, não?

Custava se esforçar mais?

Tudo bem que esse azul do vestido dela é delicioso neam? Mas só isso não é o suficiente.

Zzzz

Se a Kristen Wiig tivesse amigos sinceros, certamente um deles teria avisado que não se deve usar frente única com colar do tipo coleira neam?

Querida Dianna Agron, eu ainda não consegui me decidir se eu tenho mais preguiça do seu vestido ou da sua personagem em Glee.

Zzzz

Agora vamos falar de volumes?

Dessa vez, diferente do que sempre acontece,  o volume saiu dos quadris ou das saias do tipo sereia e subiu para o peito.

Não sei porque, mas eu acho que a Natalie Portman não esta mais na sua melhor fase.

Acho a cor triste, acho que não combinou com ela e não acho poder. Eu evitaria.

Mas pode ficar pior, como no caso desse volumão do vestido da Sofia Vergara. Ai minha família! (quote, rs)

Porque neam?

Já pensou se um passarinho pousar ali, achando que é uma daquelas fontes em formato de concha?

Ou pior, já pensou se alguém confunde com depósito de bateria ou de pilha velha?

Eu vejo uma humilhação desnecessária, por isso também evitaria.

Agora, por incrível que pareça, eu achei que de todos esses volumes no peito, o que funcionou melhor, surpreendentemente foi o da Amber Riley, que eu achei bem bom, sem preguiça nenhuma.

Gosto de quem se arrisca bem e achei que ficou um volume interessante no conjunto todo.

Só eu acho que a  Rose Byrne ficou careca?

Desde que ela decidiu se tornar uma fashionista, eu tenho uma preguiça dobrada dela, apesar de continuar amando Damages e sonhar com o dia em que Patty Hewes vai dançar o Futterwacken no túmulo da Ellen, embora elas não sejam inimigas na série (não exatamente…)

Anna Wintour já pensa em processar e a Edna Moda diz que não aceita a cópia barata e irá tomar as devidas providências.

E foi só a gente elogiar a Tilda, para ela se render a preguiça do nude que não é muito bem um nude preguiça.

Achei que faltou vida, faltou poder. Humpf!

Agora, uma que se redimiu direitinho depois do seu look desastre no Golden Globes, essa foi a Kelly Osbourne, hein?

Apareceu linda, mesmo combinando a cor do vestido com a cor do cabelo.

Ouvi vários fashionistas dizendo que amaram a cor do cabelo pavoroso dela, mas desculpa, pra mim, continua imprimindo cabelo de Barbie velha. Fato.

E eu disse velha e não antiga, o que é uma grande diferença.

Aproveitando a leva de looks mais claros, achei que a Viola Davis estava sensacional com esse branco e dourado hein?

Look de ricah premiada da noite. Clap Clap Clap!

E a Kyra Sedgwick que me apareceu bonita na premiação?

Conta pra gente onde vende esse suco gummy da juventude que vc andou tomando hein Kyra?

Porque todas sabem que essa não é a sua verdadeira cara. (rs)

Agora chegou a hora da cor da noite: o preto.

Quem esteve maravileeeandra no red carpet do SAG Awards 2012, escolheu um pretinho nada básico para chamar de seu.

Como a Jayma Mays, a Ashlee Simpson e a lindíssima Amber Heard, que escolheram três modelos bem diferentes e bem dos sensacionais.

E agora que estamos chegando ao final, vamos ver os três (na verdade 4) melhores looks da noite.

 

3 – Shailene Woodley

Maravileeeandra com essa estampa floral e esse vermelho que salta desse fundo azul do vestido.

By L’Wren Scott

 

2 – Emilia Clarke

Tá pensando que ser mulher de Karl Drogo é coisa pouca?

Não é não viu? E a Emilia Clarke, o peitinho mais bem pago do momento em  Game Of Thrones foi com esses Chanel bicolor sensacional!

Maravileeeandra!

 

1- Tina Fey (+ Jane Krakowski)

E quem diria que a Tina Fey seria o nosso primeiro lugar, hein? Aposto que ela está aos prantos lá no Rockefeller Center.

Na verdade, esse primeiro lugar vale mais como um incentivo, para dizer que ela anda no caminho certo com esse seu Versace vintage e poder.

E também  amamos a dobradinha de 30 Rock! (embora o Antonio Berardi da Jane Krakowski, seja melgor do que o da Tina)

E esse foi o SAG Awards 2012. Mas eu não poderia encerrar esse post sem dedicar todo o amor do Guilt para:

Betty White, que ainda levou o prêmio de melhor atriz em comédia. MUSE! Clap Clap Clap!

E também para a dobradinha Bryan Cranston e Aaron Paul , que é sempre sensacional, não?

Estou achando que o Aaron está mais gordinho e mais bonitinho do que nunca e que o Bryan Cranston é tipo outra pessoa com cabelo e sem a caracterização do Mr White, hein?

Sabe talento? Então…2 ótimos exemplos.

Aaron Paul, sempre um foufo!

Janeiro 26, 2012

Não?

E ele ainda estava de barba ruiva em Sundance. #TEMCOMONAOAMAR?

Höy!

(♥)

Dá para alguém me mandar ir cobrir Sundance no ano que vem?

Janeiro 25, 2012

Pq todo mundo que a gente adora esteve por lá não? Höy!

ps: e como são ótimas essas imagens do elenco, hein?

The Modern Guilt Awards 2011, a premiação mais aguardada do ano!

Dezembro 31, 2011

Nada é mais tradicional no universo das premiações do que o nosso The Modern Guilt Awards, na-da.

Esse ano em sua 3ª edição, a melhor premiação de todos os tempos vai contar com a apresentação do Ricky Gervais, porque o seu humor é o que mais se aproxima ao humor cretino e ácido do Guilt, por isso, nada melhor do que ele para ser o nosso hostess, não?

E como o The Modern Guilt Awards é uma premiação pouco democrática, recheada de favoritismos, coisas que nós sempre levamos pelo lado pessoal, além de ser completamente parcial,  preparem-se, porque esse ano nós estamos UNFIRAH!

Então prepare o seu tux (meninos e meninas), segure o seu cosmo e vamos mostrar de uma vez por todas para o Oscar, o Tonny, o Emmy, o Grammy e o Golden Globe, como é que se faz uma premiação sensacional.

 

Höy do ano> Ryan Gosling, o boy magia do momento

Já vamos abrir a premiação com o que importa, não é mesmo? Höy!

Depois de dois anos consecutivos da categoria seguir para o nosso representante máximo da magia sueca, chegou a hora de aceitar que temos um novo boy magia e 2011 foi o ano dele: Ryan Gosling. Höy!

O ator figurou inúmeros posts no Guilt durante esse ano, seja com suas caretas foufas e a pose que já ganhou oficialmente o seu nome, seja dando um beijeeenho invejável no diretor do seu filme em Cannes, apartando brigas em plena NY, figurando lindamente ao lado do seu George, ou no que realmente importa, que são as suas atuações deliciosas, como em “Drive”, “Blue Valentine” ou na surpreendente comédia romântica “Crazy, Stupid, Love” e até mesmo no filme que eu assisti tardiamente, “The Notebook”. Ryan conseguiu tomar o posto de boy magia do ano para ele mesmo, provando que é muito mais do que um simples “HÖY” em caixa alta e bold.  Realmente, não teve quem não se rendeu a magia do Ryan Gosling em 2011.

Mesmo tendo nos decepcionado de um certo tempo para cá com suas escolhas meio assim no amor, não tem como negar que foi dele o maior feitiço do Guilt no ano de 2011 e que ele foi quem nos deu mais motivos para gritar Höy durante esse ano todo.

Portanto, vamos lá leitores, todos juntos no 3…1, 2, 3 : Höy!

 

Maravileeeandra do ano> Michelle Williams

O cabelo curto bem curto mais lindo do ano. Sem contar que em 2011, ela usou os melhores looks de red carpet e realmente deixou a concorrência morrendo de inveja com todo o seu fundamento.

Maravileeeandra!

 

Maravileeeandro do ano> Rick Genest

E o zombie boy foi outro que roubou a cena surpreendentemente, fugindo completamente de qualquer esterótipo de beleza e provando que mesmo assim, sem ser nada óbvio, o seu fundamento é sim um dos mais lindos do momento.

Maravileeeandro!

 

Listen Up do ano> Adele, 21

A gente leva um pé na bunda e vai para o shopping gastar o que não deve no cartão de crédito, se joga na buatchy com as amigas ou escreve um post magoado no próprio blog cheio de mensagens subliminares (não que eu faça isso, tisc tisc). No entanto, quando a Adele passa pela mesma situação que é sempre meio assim para todo mundo, ela faz um álbum sensacional como o seu “21”, bem mais maduro do que o seu “19″, muito mais profundo e super magoado, que a gente cansou de ouvir durante 2011, faixa por faixa. Músicas que tocaram em tudo quanto é lugar, fizeram parte das nossas mixtapes do ano, tocaram nas nossas séries preferidas e até cometeram o crime inafiançável de colocar uma das melhores faixas do “21” em uma novela de horário nobre, algo que eu considero imperdoável!

E eu bem acho que parabenizar a Adele pelo seu álbum sensacional é algo que todo mundo já fez apenas ouvindo e amando o seu trabalho, mas o que a gente precisa mesmo fazer agora é agradecer o canalha responsável por toda a mágoa da nossa muse, que se não fosse ele e suas canalhices, talvez nós não tivéssemos tantas músicas deliciosas para nos acompanhar em 2011. Por isso: Thnk U Asshole!

Como o prêmio de álbum do ano é dela sem a menor dúvida, nada melhor do que aproveitar esse momento para o primeiro musical do nosso The Modern Guilt Awards 2011, com a minha versão preferida de “Someone Like You” direto da casa da própria Adele, de quem a gente adoraria se tornar íntimo de Oliveira, a ponto de tomarmos chá das cinco juntos nessa sala, dividindo todas as nossas desilusões no amor, que não são poucas, hein? rs

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Homeland

Tudo bem que eu decidi declarar empate nessa categoria, ou mais ou menos isso.

Realmente a Season 4 de Breaking Bad foi bem sensacional, com toda a série até agora. Continuo achando que o Aaron Paul reinou durante essa Season 4 com o seu Jess que todos nós amamos e não consigo entender como seu trabalho dessa vez não foi reconhecido em nenhuma premiação de séries de tv. E conseguir o feito de aparecer mais que o Bryan Cranston em uma série como Breaking Bad, não é para qualquer um.  Sem contar que a temporada ainda terminou de forma explosiva, literalmente e agora só nos resta esperar pela última temporada de uma das melhores séries de todos os tempos, que encerra definitivamente suas atividades em 2012.

Até que, perto do fim do ano me chega a novata Homeland roubando completamente a cena, com uma Claire Danes enlouquecida, bipolar, competente  e totalmente sem limites, na pele de uma agente da CIA, contracenando com um inimigo terrorirsta tão bem construído, que vc chega ao final da temporada torcendo para ambos os lados, sem ter o menor peso na consciência. Uma temporada tensa, no melhor estilo Breaking Bad de sempre, cheia de surpresas e reviravoltas, além de um final para deixar qualquer um com o coração saltando pela boca de tão tenso que foi.

Por isso a Season 4 de Breaking Bad fica com o prêmio de série dramática do ano, mas Homeland vem no empate quase técnico, como a melhor série dramática porém estreante do ano de 2011.

ps: vale dizer também que Grey’s Anatomy, do alto da suas Season e com altos e baixos por todo esse caminho, recuperou totalemte o fôlego e tem feito uma temporada digna e que merece ser lembrada porque está realmente muito boa. E esse ano ainda tivemos Game Of Thrones, uma série grandiosa, corajosa e também deliciosa.

 

Euri do ano> Parks And Recreation

A série que começou com o status talvez injusto de “o novo The Office” (embora seja dos mesmos criadores/produtores) vem provando que é realmente uma das melhores comédias no ar atualmente, sem a menor dúvida.

Atualmente em sua Season 4, que ainda não está encerrada, Parks And Recreation vem conseguindo fazer uma constante de episódios sensacionais, sempre muito engraçados e ainda com um toque a mais de foufurice.

Sem contar que aquela cidade de Pawnee é recheada de figuras divertidíssimas e todos os personagens, por menores que sejam, tem os seus momentos pra lá de especiais, com piadas fora do comum.

E a Amy Poehler é a minha comediante do momento, enlouquecida, boba e apaixonante na pele da sua Leslie Knope, por quem eu torço que um dia chegue a posição de Presidente dos EUA!

Fora isso, tivemos uma Season 3 praticamente colada com a atual Season 4, outra temporada tão sensacional quanto essa e por isso, acho que nenhuma outra série me fez rir em tantos episódios praticamente seguidos entre uma temporada e outra como Parks And Recreation.

ps: mesmo tendo escolhido P&R como melhor comédia, vale dizer que Community continua ótima, Modern Family voltou a boa forma e tem feito uma temporada igualmente excelente e Raising Hope continua que é pura foufurice. 

 

Relação de amor do ano> I ♥ Doctor Who

Esse ano eu resolvi fazer algo de diferente…brincadeira, eu resolvi mesmo é deixar a preguiça de lado e fazer uma maratona em uma das séries que eu sempre tive vontade de assistir, mas que sempre acabava deixando para depois.

E essa série era “Doctor Who”, que eu comecei a assistir a partir da Season 5, até o final da Season 6 (que encerrou esse ano) e descobri a minha paixão do momento, em uma espécie de relação de amor a primeira vista.

Sério, nunca fiquei tão apaixonado por uma série como fiquei por Doctor Who e o seu 11° Doctor, interpretado pelo ator Matt Smith (AMO, Höy!), na pele to doutor mais foufo de todos os tempos, a bordo da sua TARDIS, a máquina do tempo mais sensacional ever e na companhia do casal magia dos Ponds, personagens por quem eu também sou completamente apaixonado.

E a nossa relação de amor é tão grande, que eu morro de ciúmes do Doutor, fico todo arrepiado com a música de abertura (que é o toque do meu celular) e acho a série apaixonante, em todos os sentidos. O tipo de série que eu tento viciar todo mundo que eu gosto, fato.

AMO tanto Doctor Who, que já estou até me preparando psicologicamente (com um ano de antecedência pelo menos) para a despedida do 11º Doutor, que por mim, ficaria no seu posto para sempre.

Talvez eu goste tanto do Matt Smith como o Doctor Who porque foi com ele que eu conheci a série. Mas só sei que para mim, ele será para sempre o meu Doctor Who. (só meu, rs)

ps: e gravatas borboletas são muito cool! (piada interna)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de The Walking Dead, humpf…

Todo mundo esperou muito por essa nova temporada de The Walking Dead, mesmo depois daquele final meio assim da temporada anterior, que já poderia ser um sinal do que viria por ai…

Até que a Season 2 começou, lenta, arrastada e foi ficando cada vez mais devagar…

Quase nada de importante aconteceu, ou personagens acabaram se tornando insignificantes ou pouco importantes e eles ainda insistem em fazer episódios com poucos ou nenhum zombie. Humpf!

Assim não dá, não?

Detalhe…a Andrea, a personagem mais odiosa de toda a série, continua viva. Vi-va! Dá para acreditar? (rs)

Mesmo salvando tentando salvar (e quase conseguindo, porque aquele final foi bem bom) essa primeira metade da Season 2 nos últimos 5 minutos, The Walking Dead ainda precisa melhorar e muito, ou muita gente vai acabar abandonando a série, porque está ficando cada vez mais puxado.

 

<Pausa para o comercial>

Que nesse caso é melhor do que o vídeo de “The Edge Of Glory” da própria Lady Gaga, sem a menor dúvida.

Voltando à premiação…(rs)

 

Popcorn do Ano> Não consegui me decidir apenas por um nome. Sorry!

Esse ano eu acabei assistindo tanta coisa boa, que eu não consegui chegar a nenhuma conclusão quanto ao melhor do ano. Mesmo assim fiquei com bastante orgulho de mim mesmo, que perdi pouco tempo com coisas tolas durante 2011 e acabei fazendo ótimas escolhas no cinema.

Por isso, separei 3 filmes, que foram os que mais me deixaram emocionado (por motivos diferentes) em 2011:

 

Tree Of Life

Porque eu amei a narrativa de “Tree Of Life”, a forma como a história nos foi contada e aquele banho de imagens sensacionais e inspiradoras das quais a gente não vai se esquecer tão cedo, mesmo achando que o longa poderia ser mais curto. Um filme extremamente sensível, que me deixou com os olhos cheios, em todos os sentidos.

 

Midnight In Paris

Porque uma viagem aos anos 20, guiada pelo Woody Allen e em meio a figurões das artes e da literatura antiga, não é para qualquer um. Sem contar que “Midnight In Paris” é um filme leve, divertido e sensacional, em todos os sentidos e que mesmo assim ainda vai te fazer pensar, o que é sempre bom.

 

Submarine

Porque eu achei “Submarine” um dos filmes mais deliciosos que eu assisti durante esse ano, mesmo com o IMDB dizendo que o longa é de 2010, humpf!

Uma história foufa sobre o primeiro amor de um garoto, com trilha do Alex Turner do Arctic Monkeys e um perfume de Amélie Poulain. E qualquer semelhança entre o meu personagem na vida real e o Oliver Tate é mera coincidência, rs.

E vamos aproveitar o assunto, para mais um momento musical da nossa premiação, agora com um clipe direto do filme “Submarine”, com “It’s Hard To Get Around The Wind”, que faz parte da trilha do filme.

ps: mas esse ano, ainda tivemos delícias deliciosas como “Beginners”, “Like Crazy”, “Melancolia”, “Drive”, nos despedimos do Harry Potter, além de “Last Night”, que eu também AMEI e “Blue Valentine”, que também é do ano passado, mas nós só vimos esse ano, humpf!. Isso sem contar as nossas deliciosas voltas de bicicleta ao lado do Cyril ultimamente e o fato de fecharmos o ano muito bem acompanhados do delicioso novo filme do Almodóvar.

 

Foufurices do ano> Kingston + Zuma +Violet + Seraphina +Archie + Abel

Sempre eles não? E esse ano, tivemos duas novas aquisições de foufurices, com a entrada do Archie e do Abel para essa turma dos nossos querideeenhos.

Todos eles estão crescendo e todos estão ficando cada vez mais foufos.

E enquanto eles vão crescendo, nós vamos torcendo para que quando chegar a nossa hora, que os nossos babys sejam tão foufos quanto todos eles juntos.

 

Da série de casais que nós amamos do ano> Kate Moss & Jamie Hince

Não bastava eles serem o casal magia que são, mas eles ainda tinham que fazer o casamento mais recheado de fundamento dos últimos anos, neam?

Confesso que mesmo sendo o casamento dos sonhos de qualquer um, eu fiquei muito mais feliz pela Kate do que com inveja (mesmo da boa), rs.

Tipo covardia!

O que nos traz a mais um dos momentos musicais da nossa premiação, com o The Kills e a sua deliciosa “Baby Says”

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano>  Velorbis, as bicicletas dinamarquesas poder + tudo da Rodarte

Porque não teve nada que eu mais desejasse durante esse ano do que uma bicicleta dinamarquesa dessas do tipo poder e na cor cyan (que eu também aceitaria em vermelho, só para constar para os representantes da marca no Brasil, rs). Humpf!

Outro desejo de consumo que me atormentou o ano todo foi essa coleção sensacional para meninos da Rodarte. Totalmente Maravileeeandra!

 

Capa do ano> Harry Potter para a Entertainment Weekly

E não teve melhor capa nesse ano de 2011 do que a capa foufa da Entertainment Weekly com o Daniel Radcliffe no começo de tudo.

(Suck it Vogue!)

 

<Pausa para mais um comercial>

Que dessa vez te desafia hein Kyle Minogue? Vc acha mesmo que sabe dançar? (tisc tisc…sou ótimo no Kinect…tisc tisc)

Só sei que depois desse vídeo, toda vez que eu vou na Starbucks e faço o meu pedido,  eu dou o meu nome como Kylie Minogue, ou Princesa Beyoncé, e se algum dia vcs ouvirem eles chamando por um desses dois nomes, saibam que eu estarei por perto, rs.

 

Catwalk do ano> o desfile da Louis Vuitton que deixou todo mundo emocionado

Simples, clean e maravileeeaandro!

 

Eu sou ricah do ano> A moda e o seu bom humor

Porque não tem nada mais cafona do que marca sem humor que continua apostando na postura esnobe, em um momento que todas sabem que todo mundo esta quebrado, não é mesmo?

Reforçando esse conceito, esse ano tivemos a Lanvin, com o Alber Elbaz ensaiando uma coreô bem animada em uma das campanhas da marca poder

Uma Marion Cotillard enlouquecida pelas bolsas da Dior

E a Donatella provando que além de tudo ela é muito bem humorada, mas na casa dela manda ela hein? rs

 

Uncategorized do ano> R.I.P Amy Winehouse

Sabe aqueles momentos que vc se encontra sem palavras.

Um dia triste, mas não como outro qualquer…

E agora vamos a mais uma apresentação do nosso The Modern Guilt Awards 2011, onde dessa vez ficamos com a Lana Del Rey e a a sua “Video Games”, outra das nossas músicas preferidas durante esse ano de 2011.

 

Prontofalei do ano> Easy A+

Que foi o dia em que eu me tornei um jovem pós-graduado e mostrei um pouco do meu own fundamento para vcs (como se eu já não fizesse isso todo dia neam? rs), o que não deve ser interessante para muita gente, mas importa pra mim, rs.

 

Post com o título mais cretino e que eu mais AMEI desse ano> Grifinoria, Corvinal, Sonserina ou Lufa-Lufa

Juro que as vezes eu fico com vergonha de mim mesmo, rs. (mas logo passa e eu morro de rir)

 

Xoxo do ano> A propaganda nova da Coca-Cola

Porque a propaganda pode ser linda, mas todo mundo sabe de onde veio esse fundamento.

E agora mais uma apresentação, de outro hit aqui no Guilt em 2011, que foi “Call It What You Want It” do Foster The People, que todas amam!

 

Trucão do ano> Vem para o mundo Adam Levine!

Porque o que a gente não é capaz de aguentar nessa vida por uma chance na capa da Vogue ou para tentar descobrir o segredo de Victoria, hein?

 

Toda cagada do ano> Katy Perry no VMA 2011

Porque falar da Riwanna já ficou até chato e com a Vanessa Hudgens ninguém se importa e só por isso, o prêmio de toda cagada desse ano de 2011 vai para a Katy Perry.

E não teve quem não tenha ficado constrangido por ela dutante o VMA 2011, onde a nossa Katy resolveu fazer a Lady Gaga (quando nem a Lady Gaga fez questão de fazer a Lady Gaga) apostando em várias trocas de figurino de gosto completamente duvidoso e sem personalidade alguma.

Ainda falando desse ano, ela foi ficando cada vez mais pavorosa, com cabelos exóticos e outfits medonhos.

E o prêmio de toda cagada do ano também vai para a Katy Perry com todo o merecimento do mundo, porque além de tudo ela ainda carrega por ai o acessório mais horroroso dos últimos tempos, que é esse aqui ó:

BOO! 

Tem acessório mais pavoroso do que um boy magia negra?

E como última apresentação nessa 3º edição do The Modern Guilt Awards, para a nossa despedida, ficamos com o pai e a filha mais adorável de 2011, cantando um dos nossos mantras durante esse ano que foi “Home” do Edward Sharp And The Magnetic Zeros.

E assim (para quem resistiu bravamente e não dormiu no meio da nossa premiação, algo que eu não admitiria e expulsaria gentilmente da minha festa jogando um cosmo na cara, rs), depois desse nosso flashback pelo ano de 2011, terminamos mais um The Modern Guilt Awards. Mas fica, que em 2012 tem mais! Smacks!!!

ps: e obrigado a todos os leitores do Guilt pela companhia em 2011 hein? AMEI!

Cara boa de bom dia!

Dezembro 5, 2011

Não sei, senti que essa cara do Aaron Paul era uma cara boa de bom dia para hoje.

Por isso, bom dia! rs

Jesse e Walter fechando a firma no final da Season 4 de Breaking Bad

Outubro 12, 2011

Acompanhamos esses dois por 1, 2, 3, 4 temporadas até agora e estamos caminhando para a conclusão da série, que acontecerá na Season 5, que será o fim da linha para Jesse e Walter e até agora podemos afirmar sem medo de errar que o que vimos foi realmente uma das melhores séries de TV de todos os tempos. Quase perfeita, muito bem amarrada e com uma história que te faz grudar no sofá de tanta tensão e ansiedade.

Sem contar que a série continua sendo muito bem feita, com uma edição bacana e uma fotografia sensacional, de quem gosta de se arriscar e tentar algo novo, como várias sequências bem modernas ao longo dessa e de todas as suas temporadas. Bom saber que eles além de fazer uma série beirando a perfeição, ainda se preocupam com esse tipo de detalhe, que poderia até não fazer falta para algo no nível de Breaking Bad, mas que está ali, colaborando para a coisa toda ficar ainda melhor. Cool!

E isso me deixa tranquilo para afirmar que eu confio que Breaking Bad terá um final digno, seja ele qual ele for.

Começamos essa Season 4 com um episódio de um silêncio desesperador, com Jesse e Walter enfrentando a fúria de Gus, além dos fantasmas dos seus atos de desespero de um passado próximo.

Jesse esteve excelente por toda a temporada e com isso, acompanhamos uma evolução importante do seu personagem, que já não é mais aquele garoto viciado do passado, ou pelo menos, não é mais apenas isso. Jesse começou a temporada em estado de choque por ter assassinado o outro químico que ameaçava a necessidade da existência do Walter e passou boa parte dela tentando lidar com esse fantasma, que estava visivelmente o atormentando.

Festas intermináveis em sua casa, com gente colocada e espalhada pelos quatro cantos, chuva de dinheiro e música alta o tempo todo, tudo isso para que ele não tivesse que se enfrentar sozinho e ter que conviver com o seu próprio silêncio. Mas Jesse conseguiu se recuperar, mesmo tendo que brincar dos dois lados da história, para tentar se dar bem e não colocar mais ninguém em risco.

E quando foi necessário ele mostrou que é capaz de qualquer coisa, de forma eficiente até, virando logo o garoto de ouro das pedras azuis cristalinas. (e eu acho que ele merece mais um prêmio por sua brilhante atuação nessa Season 4)

Já o Mr White, passou grande parte da temporada apenas tentando sobreviver após a falta de interesse e confiança do Gus em seus serviços. Coitado.

Claro que tudo isso até chegou a subir à sua cabeça em um certo ponto, quando ele chegou a jogar na cara da sua ex esposa o quanto ele ganha por ano fazendo o que faz. Sim, Walter não é mais o mesmo professor com câncer, duro e desesperado do passado, tentando sobreviver fabricando aquilo que todos desejam e que pode deixa-lo rico rapidamente, tudo isso em seu trailer no meio do deserto e vestindo suas cuecas encardidas.

O negócio cresceu e agora ele é a cabeça de um laboratório profissional do crime, trabalhando em um negócio de gente grande, o que acabou chamando atenção de outras cabeças grandes interessadas nesses lucros, como o Cartel mexicano e a partir disso, tudo ficou ainda mais complicado do que ter que enfrentar apenas a fúria do Gus, o poderoso homem do frango frito, rs.

Aliás, tirando todo o espanhol precário do Gus lidando com os mexicanos do Cartel, foi legal poder ver um pouco do seu passado e conhecer como ele acabou se tornando quem ele é hoje. E nessa, ainda ganhamos a participação do “Tio”, que já havia participado no passado, em uma das cenas mais tensas da série (lembro dele com aquele sino até hoje…) e que voltou para essa Season 4 com um propósito importante que nós só descobrimos no final. E que final!

E é claro que Gus investiria no Jesse. O garoto é mais novo, não tem ligação com ninguém, ou seja, não tem quase nada a perder, pode até ser um viciado, mas consegue se controlar quando necessário e além de tudo se transformou em um excelente aprendiz no laboratório, a ponto de se igualar ao seu mestre, logo, porque insistir no Walter, um homem instável, com família, filhos e um cunhado da polícia, hein?

Outro ponto positivo na série foi a atuação do Hank, o cunhado ex chefe da DEA. Foi ótimo também acompanhar a passagem dele pela barra de estar incapacitado no momento, dependendo da mulher para resolver das situações mais básicas, até as mais complicadas do dia a dia e visivelmente em depressão, cuidando da sua coleção de pedras. Mas tudo o que seria necessário para tirar Hank dessa seria um propósito e quando ele ganhou de presente o caderno de anotações do tal químico morto, encontrado na cena do crime, ele não teve dúvidas e voltou a ser o policial investigativo badass que a gente tanto gosta.

E ele vem chegando cada vez mais perto de descobrir toda a estrutura por trás do tráfico de metanfetamina da região. E eu não vejo outro caminho para isso, a não ser ele enfim descobrindo que Walter, seu cunhado aparentemente inofensivo, é a cabeça por trás daquele laboratório de faturamento milionário e que foi o responsável também por deixa-lo em sua atual condição física. Mas se de um lado Walter foi indiretamente o responsável por sua quase morte, ele também é o homem que vem pagando as contas para o seu tratamento, que não são poucas, então, resta saber como Hank vai lidar com essa situação caso ele consiga de fato chegar a resposta desse enigma. (acho mesmo que ele merece ser o responsável por essa descoberta…)

Ainda falando da família do Walter, Skyler finalmente teve um papel importante dentro dessa história e deixou de ser apenas a esposa chata que acha que esta sendo traida. Foi ótimo como eles amarraram a história do trabalho antigo dela, com o seu caso com o chefe sonegador de impostos, que levou a sua personagem a outro patamar, onde agora ela também está completamente envolvida com toda a história de Walter no tráfico e precisa dar um jeito de fazer com que essa história não venha a tona e eles todos acabem presos.

Seu papel como parceira do marido foi fundamental para o desenrolar da temporada, com ela tendo que se virar de todas as formas para que a história do dinheiro que a sua família vem ganhando ultimamente continue apoiada na mentira de que esse dinheiro veio parar no porão da família por meio do vício fake do Walter em jogos.

Agora, chegando no final da temporada, tivemos um dos momentos mais tensos da série. Jesse suspeitando do Walter pelo envenenamento do garoto e ambos tendo que superar as diferenças e discórdias para resolver de vez suas questões com o Gus. Estava na cara que não havia outra saída a não ser encerrar com a vida do Gus, que é daquele tipo de vilão silencioso, que se cerca por todos os lados para garantir a sua segurança. Mas como todo mundo nunca está 100% seguro, Walter e Jesse encontraram uma falha no sistema de segurança do vilão e essa seria a única chance de ambos manterem suas vidas, por isso não poderiam haver falhas.

Sinceramente, eu quase não acreditei quando o “Tio” explodiu o quarto do asilo com o Gus dentro (e ninguém percebeu aquela bomba caseira amarrada na cara de pau naquela cadeira de rodas, neam?) e do nada, em meio aos destroços do quarto, me sai o Gus, aparentemente normal e com o mesmo semblante frio e metódico de sempre, o que me fez pensar “Dafuck! Esse cara é indestrutível?”. Isso se não fosse pelo detalhe do outro lado do seu corpo de perfil que nós vimos logo na sequência, totalmente destruído pela bomba, trazendo um clima dos zombies de Walking Dead para Breaking Bad, brincando inclusive com o título do episódio (4×13 Face Off). Cool!

E mesmo eliminando de vez o vilão da jogada, Walter ainda precisava libertar o Jesse, que se encontrava cumprindo suas horas de trabalho no laboratório, vigiado por seguranças. Nesse momento, chegou a hora do Mr White se comprometer ainda mais com o mundo do crime, se tornando novamente um assassino, tudo isso para tentar manter a sua vida e a do seu jovem aprendiz. Jesse começou a quarta temporada tentando se recuperar da morte pela qual ele foi responsável para salvar a pele do Mr White e de novo, em uma situação limite bem semelhante, tivemos Walter White tendo que fazer o mesmo no final dessa temporada, dessa vez para garantir a segurança de Jesse.

Terminamos essa sensacional temporada com uma espécie de fechamento da firma, com os dois destruindo o laboratório disfarçado de lavanderia e um Walter super seguro de si, falando para Skyler ao telefone que ele venceu.

Mas será que venceu mesmo?

O detalhe da cena final foi primoroso, com a imagem da tal planta que teria envenenado o garoto protegido por Jesse, no quintal da família do Walter. Novamente, tivemos Walter jogando com a própria vida do Jesse, por algo que ele considera um bem maior. Dessa vez não tivemos um óbito, porque o garoto acabou se recuperando (e temos certeza que esse era o plano de Walter desde o começo) mas vale a pena lembrar que no passado, Walter que poderia ter evitado a morte da namorada do Jesse, não tomou essa atitude, preferindo deixar a moça engasgar com o próprio vômito causado por uma overdose, novamente em nome de um “bem maior”.

Mesmo sabendo que Walter tinha poucas alternativas dentro dessa situação onde ele se encontra mergulhado cada vez mais, fica claro que ele também é capaz de tudo para livrar a sua cara e a das pessoas que o cerca. Basicamente, o que difere ele do instinto também assassino do Jesse é o poder raciocínio e a inteligência que Walter tem de sobra para calcular com antecedência todas as suas atitudes de desespero, mesmo que para isso ele tenha pouco tempo. Mas fico imaginando o que aconteceria se algum dia o Jesse vir a descobrir tudo o que Walter foi capaz de fazer, manipulando a sua própria vida por tantas vezes. Tenho certeza que se eles já ensaiaram uma quebra nessa relação durante essa temporada, com esse tipo de descoberta por meio do Jesse, esse seria definitivamente o ponto final dessa amizade/sociedade dos dois.

E com um aperto de mão “sincero”, Jesse e Walter encerraram as atividades no laboratório profissional do crime, mas vamos ver até quando essa paz toda vai permanecer, porque Jesse foi filmado no México por centenas de pessoas do Cartel, enquanto cozinhava a fórmula cristalina de Walter, ou seja, por lá, todos sabem quem ele é. E vale lembrar também que no laborátorio eles estavam sendo filmados a todo tempo e o Gus costumava observar tudo do seu computador no fast food e qualquer pessoa pode ter acesso a isso, não? Só nos resta saber quem é que vai vingar a morte de Gus, ou quem terá interesse em assumir o seu nicho de mercado.

Agora, depois de tudo isso, alguém tem alguma dúvida que essa Season 5, que será a temporada de despedidade de Breaking Bad, será do tipo super imperdível? (R: Não!)

Saúde!

Setembro 21, 2011

Jesse sendo mandado de vez para o México; (tenso)

Jesse tendo que mostrar quem é que manda naquele “laboratório”; (sensacional!)

Jesse sendo filmado por talvez centenas de traficantes do cartel, com todo mundo de olho na sua fórmula do cristal azul; (tenso tenso tenso)

Jesse recebendo a notícia de que teria que ficar no México para cozinhar para eles; (me-do)

Gus revisitando um cenário trágico do seu passado; (triste)

Gus envenenando todo o cartel, inclusive ele mesmo?; (Howcoolisthat? Mas eu senti que era isso que iria acontecer…)

Jesse tendo que se virar para não morrer; (triste, mas corajoso)

As biscates todas fugindo de salto e biquini, enquanto carregavam o que podiam da casa do traficante morto; (euri)

Skyler encarando o ex chefe que não aprende nunca, nem com $600.000 a mais na sua conta; (pilantrão!)

E como se tudo isso não fosse suficiente, ainda tivemos o Walter lidando com toda a sua culpa pela briga com o Jesse e ainda revelando uma fragilidade e alguns daddy issues para o seu próprio filho, que ele chega a confundir com o próprio Jesse em um certo ponto. Howcoolisthat?

Sério, tinha como ficar melhor?

Eu até poderia propor um brinde ao episódio dessa semana de Breaking Bad (4×10 Salud) que não foi nada menos do que sensacional, mas depois do seu desfecho, achei que poderia parecer de gosto duvidoso.

Salud!

ps: alguém tem alguma dúvida de que o Jesse foi o ator principal dessa temporada? Emmy e Golden Globe nele NOW! 

Gosto de gente que se joga

Setembro 8, 2011

Aaron Paul no show do Steve Aoki, foufo mil!

By The Cobrasnake.

E a propósito, não bastava estar no elenco de uma das séries mais sensacionais ever, mas além de tudo ele ainda tinha que ser do tipo legal? Höy!

ps: e o que foi tenso o episódio do finde de Breaking Bad, hein? (4×08 Hermanos)

Aaron Paul trabalhando no figurino de Breaking Bad?

Agosto 31, 2011

Quem assistiu ao episódio dessa semana (4×07 Problem Dog) pode até não ter reparado, mas eu fiquei de olho e bem reparei que o Jesse estava vestindo uma t-shirt que já é até um clássico (para quem visita o Cobrasnake) do Steve Aoki.

Foufo não? Achei tipo amigão, rs


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