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Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

madonna

E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

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Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

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Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

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E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

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Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

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O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

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Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

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Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

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Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

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Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

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Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

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Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

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Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

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Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

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Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

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Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

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Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

Uma

Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

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Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

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Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

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Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

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E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

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Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

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E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

gemeas

OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

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… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

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Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

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E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

KS

Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

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Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

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Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

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Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

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Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

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Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

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E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

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Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

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Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

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ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

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Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

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E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

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Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

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O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

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OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

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… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

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Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

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De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

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Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

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Les Mis

Fevereiro 18, 2013

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Um musical que realmente leva a sério o formato “musical”. E a propósito, imaginem esse texto inteiro cantado a partir de agora.

Grandioso, com cara de filme feito para ganhar prêmios, atuações preciosas e músicas que tem uma força fora do comum. Assim chegou “Les Misérables” aos cinemas, merecidamente com ares de grande produção, o filme da famosa história de Victor Hugo parece mais um presente para quem gosta do gênero. Mas tem que gostar mesmo, porque nesse musical eles se levam a sério e retomam uma tradição que hoje em dia permanecia apenas no teatro, onde encontramos um filme musical praticamente inteiro musicado, cantado quase que por completo, com apenas algumas frases ou poucas palavras simplesmente faladas. Algo que pode ter causado certa estranheza para alguns (além do fato de se tratar de um grande drama e não comédia, como estamos mais acostumados a ver recentemente nesse formato), ainda mais contando com a longa duração do filme do diretor Tom Hooper (que já havia nos emocionado no passado recente com “The King’s Speech”), que tem mais de duas horas e meia e esse tempo a mais pode ter surtido um efeito negativo para a experiência de algumas pessoas de sua audiência.

A história, conhecida de alguns, ganha uma roupagem interessante investindo nesse fundamento do musical antigo, de raiz, como se colaborasse dando um peso maior ainda para tamanho drama que o próprio texto por si só já carrega muito bem, sem precisar de qualquer tipo de ajuda, mas que nesse caso veio bem a calhar.

E ver a revolução francesa acontecer daquela forma, quase poética, mesmo sem romantizar demais os meios (apesar de existir um romance dentro desse cenário, o único dentro dessa história e que aparece em apenas parte dela) chega a ser também como mais um presente que o filme nos entrega. Homens com uma coragem difícil de se encontrar hoje em dia, saindo as ruas em busca de um ideal político que acabou se tornando uma questão de sobrevivência, enfrentando uma batalha visivelmente injusta e em grande desvantagem em relação a quem estava no poder naquela ocasião, mulheres unindo forças para colaborar a seu modo, em um tempo onde elas ainda não estavam acostumadas a serem ouvidas. Nada mais do que aquela velha história (tão velha que já anda saudosa, porque com tanta coisa séria acontecendo e pouca gente se manifestando contra de forma significativa, já estamos com saudade desse tipo de postura) do povo cansado de injustiças se unindo por um bem em comum. O bacana é que o longa passa por diferentes fases da revolução francesa ao longo dos anos, dos motivos que a despertaram até a batalha final, novamente, seguindo aquela linguagem quase poética já mencionada, mas não sem ilustrar a realidade covarde que encontramos facilmente em qualquer guerra.

Nele encontramos Hugh Jackman praticamente irreconhecível em seu começo, a não ser pela demonstração de sua força, essa que nós sabemos que ele tem de sobra naquele corpo que o mesmo construiu ao longo dos tempos. Alguns podem estranhar encontrar o ator daquela forma, apesar do seu Jean Valjean ser um grande herói para a história, papel que já estamos acostumados em vê-lo em cena, só que não dessa forma, com tamanha intensidade. Aqui ele está diferente, muito mais dramático do que em qualquer outro papel da sua vida. Sério também. Apesar da surpresa de encontrá-lo nesse cenário, não é de hoje que o ator vem se dedicando ao teatro, especificamente na Broadway e não tem muito tempo, essa sua dedicação e trabalho chegou inclusive a ser reconhecido em um Tony, onde ele foi homenageado em reconhecimento a tudo isso. Sem contar que esse homem deve ter no mínimo um fraco para personagens com costeletas exageradamente largas e compridas, rs. (sorry, não pude deixar de reparar nesse padrão, Hugh)

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Por isso, é bem bacana ver um homem como Hugh enfrentando um desafio dramático como esse e muito bem por sinal, carregando com toda a sua força um personagem que provavelmente vai ser o ponto de transição da sua carreira daqui para frente. Seu primeiro solo no filme tem uma força absurda, assustadora até e de forma totalmente surpreendente e acontece quando seu personagem estava prestes a ser um homem livre mas acaba condenado injustamente por uma vida inteira por um “motivo banal” e com isso, se encontrando sem emprego, com fome e no total desespero, ele de repente se vê em um sério dilema entre a fé e a oportunidade, um momento realmente forte e lindo de se ver, mesmo para quem não seja muito apegado a questões de fé ou qualquer coisa do tipo. Aliás, seu personagem, tantas vezes acolhido pela própria igreja, não usa isso como um recurso para estimular qualquer tipo de prática ou devoção (Amém!) e a mensagem da história, apesar da presença da igreja em diversas ocasiões, acaba sendo muito mais a de que vale a pena optar pelo caminho certo da vida, do que qualquer outra coisa. Um tipo de questionamento que acabamos fazendo vez ou outra na vida, independente da crença de cada um. Nesse caso, o lado da devoção acaba sendo aplicado a própria vida do personagem e a forma como ele passa a se dedicar a vivê-la após encarar de frente toda essa questão.

O filme é praticamente dividido em três grandes atos e nesse primeiro, passamos boa parte dele conhecendo a história dos personagens principais ou motivadores dela, como o próprio Jean Valjean (como é sonoro dizer esse nome caprichando no accent francês, não?), o temido Javert, interpretado muito bem pelo ator Russell Crowe (com um certo nível exagerado de implicância à suas habilidades vocais por parte da crítica) e Fantine, personagem que também não poderia ter caído em mãos melhores. (em pensar que a Scarlett Johansson chegou a fazer o teste para o papel e graças ao espírito de romancista de Victor Hugo não conseguiu, e a Anne Hathaway teve que praticamente implorar ao tentar convencer os produtores e diretor que apesar da pouca idade, ela poderia interpretar aquela mãe da forma tão especial como acabou fazendo)

Não é de hoje que nós amamos a Anne Hathaway e acreditamos no que ela é capaz de fazer, mas realmente, a sua Fantine em “Les Mis” tem uma força fora do comum. Boa parte dela creditada ao personagem e sua trajetória de sofrimento, que é bem pesada e praticamente impossível de se ignorar ou não se emocionar. Mas os seus momentos, que ocupam apenas os primeiros 40 minutos do filme, até uma breve aparição quase afetiva no final, são mais do que especiais. Uma mulher perseguida por outras mulheres, por pura inveja, que por uma ironia do destino acaba se vendo sem outra saída a não ser começar a se vender ao poucos (aos poucos mesmo, aos pedaços) para conseguir sustentar a distância a filha, Cosette, a qual ela teve que deixar sob os cuidados de um casal. Ironicamente novamente, exatamente na hora em que Fantine se vê sem nenhuma outra opção, a personagem acaba sendo acolhida por outras mulheres, dessa vez por compaixão, por enxergarem nela quem elas já foram um dia.

A sequência onde Fantine atende seu primeiro cliente é sensacional e quando ela canta a line “Don’t they know they’re making love to one already dead?”, um das minhas preferidas em todo o filme, é realmente de arrepiar a alma. Com os olhos cheios de lágrimas e um plano fechado que depende totalmente do que ela consegue nos transmitir no olhar e alguma linguagem corporal do pouco do seu corpo que está a mostra em cena naquele momento, Anne toma para ela a música de maior força do musical que todos nós conhecemos bem. Acho praticamente impossível conter as lágrimas nesse momento e as minhas já estavam descendo desde a cena anterior. Obviamente sabemos que essa é uma das melhores letras que conhecemos feitas para um musical, uma música que tem a força de uma vida e tornou-se bem popular recentemente, devido a outro momento daqueles que não acontecem por acaso na vida de ninguém e que também acabou deixando o mundo inteiro bastante emocionado. Mas Anne conseguiu o impossível e fez tudo diferente, muito bem amparada na carga dramática da história da sua personagem e é possível perceber o tamanho da sua entrega naquele momento a quilômetros de distância, mesmo que você esteja do outro lado da barricada da revolução. Gosto muito do momento onde ela entrega uma nota maior estendida e parece não acreditar no que acabou de sair de dentro dela mesmo, tapando a boca logo na sequência, de forma super emocionada. Uma performance que se trouxer o Oscar para suas mãos esse ano (e ela vem ganhando todos os prêmios por isso até agora), não será nada mais do que merecido e já estou pronto para aplaudir de pé, apesar de ter uma Sally Field como sua concorrente nessa mesma primeira fila de mulheres talentosíssimas. (te amo também, Sally!)

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Mas sejamos justos ao reconhecer que ela não foi a única que cantou lindamente e encarou aquele close quase sufocante, porque boa parte dos atores principais também tiveram seus momentos. Hugh Jackman foi um deles, como eu já mencionei anteriormente ao falar sobre o seu excelente primeiro solo, uma performance que se repete ao longo do filme em pelo menos mais um momento extremamente dramático e também com uma força fora do comum. Ainda mais sabendo da história por trás da produção, onde os atores fizeram questão de gravar suas músicas em cena, ao contrário do que é feito normalmente nesse tipo de filme, onde eles acabam adicionando as músicas em versões de estúdio gravadas separadamente. Só acho uma pena que esse ano, indicado por esse papel brilhante, Jackman tenha que encarar um Daniel Day-Lewis (praticamente uma covardia concorrer com ele em qualquer coisa na vida) vivendo a história de um dos maiores e mais importantes presidentes da America antiga. Realmente uma pena e seu eu pudesse dividir cada um desses prêmios que ambos os filmes estiveram ou ainda estão disputando, eu declararia empate em todos eles nesse caso.

Da despedida da Fantine do longa, que também nos traz a confissão de Jean Valjean assumindo a sua identidade de volta para não ver um homem comum ser condenado a escravidão, algo que ele conheceu muito bem e de perto, evitando uma grande injustiça na vida de mais uma pessoa, temos o que podemos considerar como segundo ato do musical, com a busca daquele homem ao tentar consertar o seu maior erro do passado, que por uma questão de tempo e novamente, das ironias do destino que vivemos a todo momento, ele acabou cometendo com a própria Fantine, quando ela acabou sendo despedida de uma de suas empresas, quando Valjean já havia se tornado prefeito e um homem de respeito naquele lugar. Uma dívida para a vida, que ele acaba assumindo em busca da filha de Fantine, Cosette, que se encontra com o tal casal, que ficou por conta da impagável dupla Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter (até os nomes deles tem química, para vocês sentirem o quanto ficou especial essa dupla), que trazem de forma primorosa um alívio cômico para a trama. A performance dos dois é divertidíssima (que na verdade, nada mais são do que um casal de golpistas e que não cuidaram muito bem da pequena Cosette. E ele errando o nome dela para tentar convencer que sempre foi um bom pai, foi muito bom) e serve para dar uma aliviada em toda carga dramática que o filme nos obriga carregar até esse ponto da história. Aliás, essa é uma música para se puxar em um bar, por favor! Sim, esse é um dos meus sonhos musicais que ainda pretendo realizar na vida. Alguém me acompanha na letra? (acho que vou até imprimir a letra em umas folhas e começar a carregar comigo na bolsa, só por precaução, rs)

As crianças no filme também estão bem especiais, da pequena Cosette (Isabelle Allen) até o grandioso apesar de bem pequeno, Gavroche (Daniel Huttlestone), ambos atores que cantam lindamente e entregam performances ótimas durante o longa. Gavroche que inclusive acaba ganhando um destaque ainda maior do que a própria Cosette quando criança, vivendo bons momentos de comédia, mas ganhando o seu momento dramático de cortar o coração em 34454545545 pedaços no final. E enquanto ganhamos esse respiro, a grande perseguição que motiva o filme continua, com Javert ainda a procura de Jean Valjean, que agora, passa a fugir na companhia da própria Cosette, a quem ele prometeu cuidar como filha para o resto da vida.

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E assim ele faz, que é quando chegamos ao terceiro ato dessa história, com o despertar do amor da Cosette, agora começando a sua vida adulta (nessa fase, interpretada pela Amanda Seyfried, que poderia ter escolhido um outro tom para cantar suas músicas, fato) e ainda vivendo como um fantasma ao lado do pai (que continua perambulando por aí sem poder assumir quem é por ser um fugitivo da justiça tirana de Javert) por Marius, um jovem revolucionário do tipo bem nascido mas que não aceita muito bem viver a sua realidade com um mundo inteiro passando fome do outro lado da sua janela, com o qual ela acaba vivendo uma história de amor a primeira vista, que é quando encontramos Jean Valjean começando a planejar o futuro da filha, uma vez que ele sabe e consegue sentir que não vai poder estar ao seu lado para o resto da vida. Não no mesmo lugar, como uma pessoa comum e não eternamente, que é o que todos nós sabemos. Tudo bem que a história de amor dos dois, apesar da poesia e do sonho de se viver um amor a primeira vista, acaba parecendo “forçada” demais, já que eles não tiveram o menor contato a não ser um breve olhar trocado na cidade e em meio a uma grande confusão. Mas tudo bem, vamos acreditar na inocência de outros tempos e além disso, apesar de parecer pouco “crível” devido a uma questão de tempo e pela intensidade que eles demonstram no filme (questão que inclusive eles mesmos chegam a levantar), quem nunca se apaixonou apenas por um primeiro olhar? Agora, se a relação teve futuro ou não depois, isso já é outra história.

Mas em meio a tudo isso, ganhamos outra personagem que é uma das minhas preferidas dessa história, Éponine (Samantha Barks), filha do próprio casal que cuidou da pequena Cosette por tanto tempo no passado. Ela que vive um amor não correspondido por Marcus (interpretado dignamente pelo ator que devemos ficar de olho, Eddie Redmayne), que ao vê-lo apaixonado por Cosette do meio do nada, ao contrário de se tornar uma pessoa amarga, vingativa ou qualquer coisa do tipo, acaba entendendo através de uma performance ótima por sinal (muito melhor do que qualquer uma das duas ou três musicas da onipresente da sétima arte, Amanda Seyfried), que a sua maior prova de amor naquele momento seria colaborar para que Marcus tivesse a chance de viver ao lado de quem ele sonhava, entendendo que embora aquele amor não fosse para ela, isso não significava que ela não poderia vivê-lo de outra forma. E nesse momento, ela começa um história de amor com ela mesmo, algo importantíssimo para o crescimento pessoal de todo mundo. Outro ponto importante a se mencionar é que mesmo sem um final “feliz” como a gente gostaria, ela conseguiu fazer o grande amor da sua vida enxergar a dimensão da sua grandeza. Uma personagem sensacional!

Nesse último ato, começamos a observar de perto a questão de revolução francesa, a convite do pequeno Gavroche, que acabou se tornando um dos maiores heróis dessa história, ele que obriga a aristocracia e os ricos da época a encarar os miseráveis famintos nas ruas de Paris e encara um exército armado com a maior graça e desenvoltura em meio a um bando de marmanjos (quando não liderando o seu próprio exército de pequenos).  Revolução que é levada a sério, com uma ilustração bem bacana dos seus ideais e performances excelentes como aquela com os jovens revolucionários cantando durante o cortejo funeral que passava pela cidade. Outro momento para se arrepiar, que se repete de forma poética (agora no melhor sentido da palavra) e ainda mais grandiosa durante o encerramento do longa, com essa musica que é outra das mais grandiosas e representativas do musical. Entre eles, quem acaba se destacando nessa hora é o ator Aaron Tvevit, na pele do corajoso Enjolras, que tem umas das melhores vozes masculinas do elenco.

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E toda a questão de revolução é tratada lindamente, inclusive o conflito final da barricada de móveis e quinquilharias do povo da cidade, onde eles visivelmente estavam em desvantagem, mas seguraram firmes e fortes até o final. Deles todos que morrem como heróis naquele momento (um encerramento lindo por sinal em termos de fotografia, cores e cenários) o único sobrevivente acaba sendo o próprio Marcus, que é carregado pelos esgotos de Paris pelo próprio Jean Valjean, que estava a todo custo tentando salvar aquele que ele acreditava ser (com motivos, devido a todo o seu discurso) o homem da vida da sua filha e alguém com quem ela tivesse a chance de viver uma vida comum, sem precisar continuar fugindo o tempo todo.

Jean Valjean que antes de tudo isso teve a sua grande chance de se vingar de Javert, seu inimigo por praticamente toda a vida, mas que optou por libertá-lo, mesmo quando ele não tinha a menor chance, o que acabou gerando um conflito interno no próprio Javert, que não conseguia entender como um homem tão perseguido e maltratado pela vida como Jean Valjean (e por boa parte dela, através da sua própria tirania), poderia ser tão nobre e capaz da atitude que Javert enquanto pessoa, jamais conseguiria entender, embora tenha feito a coisa certa quando encontrou pela última vez o motivo de toda essa perseguição na sua vida, que estava visivelmente em desvantagem, literalmente na merda (la mérde) e que nem por isso ele conseguiu se aproveitar da situação e acabar de vez com aquela história de gato e rato que se arrastava por anos.

Como conclusão para essa história maravilhosa, tivemos a merecida despedida entre pai e filha, com Jean Valjean já bastante debilitado, perto do seu fim, reencontrando a filha de quem ele tentou fugir para que ela pudesse viver a sua vida como ela gostaria, entregando a sua verdadeira história para a Cosette pela primeira vez, em outro momento impossível de não se emocionar, com o personagem finalmente encontrando a sua linha final. E aquela cena dele fazendo a transição, com a Fantine cantando ao fundo e na sequência com o coro de todas as vitimas da revolução em meio àquela barricada agora gigantesca, com uma força muito maior e mais representativa, foi realmente um final sensacional para esse grande longa.

Em termos de filme e direção, eu não gosto muito da forma como o diretor optou por nos mostrar essa história, onde se comparado ao seu último trabalho, é possível perceber que ele abdicou de uma identidade bacana que aprendemos a reconhecer e admirar do seus passado cinematográfico, para seguir uma linha mais comercial e até mesmo esperada para esse tipo de história. Apesar do clima intimista e bem especial das performances dos solos (algo que ele manteve de “The King’s Speech”, com aquela câmera fechada na cara dos atores) e das cenas grandiosas, feitas especialmente para encher os olhos, acho que o filme apesar ser bem especial, ficou devendo um pouco na questão da vontade de tentar nos passar um novo olhar. Aquelas cenas de transições de um cenário para o outro, clássicas do cinema por exemplo, eu acho totalmente desnecessárias e meio assim para o cinema moderno (close na cruz no alto da construção, ou imagens que vão do micro ao macro e vice versa). Algo que não chega a prejudicá-lo ao ser considerado como um bom filme, sem exageros, mas também não chega a colocá-lo em um lugar de maior destaque. Não por isso, apesar do esforço de todas as suas performances.

Vive la France!

 

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