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The Voice Season 4, blind auditions

Abril 15, 2013

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Prometi para mim mesmo que esse era um dos monstros que eu ainda não estaria pronto para criar aqui na mitologia do Guilt, mas cá estou eu, prestes a iniciar um novo feito.

Sim, além de tudo que eu assisto de séries de TV (que todo mundo sabe que não são poucas), eu também assisto realitys, que é um assunto novo aqui no Guilt, mas que eu resolvi comentar dessa vez (ou pelo menos tentar, não me pressionem). Dente eles, o meu preferido desses de competição é disparado o The Voice (US), que até pode ser uma competição como os outros mas que não tem aquele clima de jurados “mean girls” arrogantes, tentando humilhar os competidores ou gente com pouco talento que só quer aparecer na TV, nem que para isso tenha que se sujeitar a ser material para a arte do insulto (que alguns fazem porcamente) desses mesmos jurados. Mas vamos comentar tudo sobre a Season 4 do The Voice de forma bem leve, com pouco serviço e apenas soltando o que a gente pensa enquanto assiste a essa delícia semanalmente. (ainda mais agora que andam dizendo que realmente não vai ter mais The Glee Project. Humpf!)

E começamos essa nova temporada do The Voice com grandes novidades, com a Shakira e o Usher ocupando os respectivos lugares da Christina Aguilera e do Cee Lo (de quem eu morro de saudades), que deixaram o programa por essa temporada (disseram que seria apenas por essa temporada, mas eu não sei não viu? A Aguilera nem em turnê está…) para se dedicarem a outros projetos. Assim, ambos os novatos chegaram calmamente e aos poucos foram deixando aparecer a que vieram, sendo recebidos obviamente como meros calouros pelos já veteranos Blake e Adam, minha verdadeiras #CRUSHES dentro do programa desde sempre EVA and EVA.

Adam continua sendo o meu “abraçador” preferido, sempre com seus jeans super apertados (nos revelando coisas nessa temporada, vide o momento em que ele subiu “entusiasmado” em sua cadeira para aplaudir umas das candidatas de pé), tees podrinhas e cheias de buracos que segundo seu oponente na vida (Blake) custam mais de $600, seus longos braços tatuados e a voz de menino adolescente  resultado da mutação com um gato do Instituto X, ainda enfrentando a barra da adolescência e suas variações de voz (falando com voz fininha no final dessa line). Blake também, um forte concorrente na posição de “grande abraçador”, com sotaque de personagem de Bon Temps em True Blood e seus três metros e meio de altura, sempre pronto para fazer um comentário divertidíssimo a respeito de qualquer coisa, ou imitar de forma porca e ridícula o cabelo de um participante qualquer (qualquer não porque esse era bem do magia, Josiah Hawley. Höy!), além de de vez em quando deixar transparecer nitidamente que a sua rivalidade com o Adam nada mais é do que uma história de amor ainda não correspondido da forma como ambos gostariam (ele tentando beijar o Adam um dia desses foi ótimo e uma prova disso, rs).

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Até a temporada anterior eu AMAVA os dois igualmente, mas agora tenho que reconhecer que o Adam vem ganhando uns pontos negativos nessa disputa devido aos seus comentários para cima da Shakira, sempre dando aquela carteirada de que ele é americano e ela não (só eu acho que ele “pinky swear” amizade eterma para a Aguilera?). Uma bobagem que não está pegando nada bem para ele mesmo e se isso fosse realmente importante para a mitologia de um programa como o The Voice no mundo todo, o Will AM/PM não estaria como coach do The Voice UK ou o Joel Madden (que vai ajudar a Shakira nessa próxima fase do progama) também não estaria fazendo o The Voice Australia. Shame on you, Adummy, #SHAMEONYOU

Shakira chegou com vontade, embora muitas vezes pareça que ela não domina a língua perfeitamente para conseguir encontrar o discurso certo na hora de tentar conquistar os membros para o seu time. Nunca fui fã da sua voz (que eu na verdade detesto), mas sempre a achei uma querida e com o seu bom humor e simpatia, ela acabou se destacando bastante nessa primeira fase do The Voice. Apesar disso, fica nítido que em algumas horas ela se desespera, atravessando o que os demais jurados estão falando ou fica prestando uma atenção absurda em como eles se comportam, quase como se ela estivesse fazendo um estágio dentro do programa. Não sei não, mas não acredito que ela saia vencedora dessa temporada, ainda mais com o seu time que parece ser o mais fraco da vez, mas se tivesse tempo de ficar por mais uma temporada , talvez tivesse a chance de aprender mais com esse seu “estágio” e se tornasse uma vencedora no futuro. E só eu acho que o The Voice de vez em quando é bem tendencioso ou foi apenas coincidência que nessa temporada toda a comunidade latina resolveu aparecer no programa? (saíram os super diferentes que apareciam no programa basicamente para agradar o Cee Lo – e todos nós) Até um brasileiro resolveu aparecer e Shaks até se arriscou no português para se comunicar com o candidato, algo que o Adam reconheceu como umas das coisas mais sexys ever e pediu mais. Ou seja, se algum dia cruzarmos com ele em um beco escuro, nem precisamos gastar todo aquele inglês que dominamos no truque, rs.

Já o Usher, esse praticamente sumiu durante as blind auditions, passando totalmente ou quase despercebido (sério, em um dos episódios, ele nem parecia estar lá). Sempre com um discurso do tipo “político chato”, o músico sempre acaba falando o óbvio e tem os discursos mais preguiçosos e lames da temporada. E olha que eu nunca tive a menor antipatia por ele, hein? Seu time também não está dos melhores e para ele sobrou o que seria facilmente um time escolhido pela Aguilera por exemplo, que sempre teve o time mais magia, mais parecido com o que ela gosta de fazer ou cantar, mas nem sempre reunindo os mais talentosos da competição. Apesar disso, já deu para perceber que ele se aproximou bastante do Blake e as batalhas de dança entre os dois a essa altura já devem ter se tornado épicas. E só eu AMEI quando estavam o Usher e a Shakira conversando sozinhos sobre o fato de serem os novatos no programa (naquelas cenas que eles gravam de vez em quando) e o Blake se aproximou, se achando o mais experiente da turma, tentando intimidar os novos competidores e ao ouvir que o plano deles era vencer o Adam, se vendeu automaticamente para o lado dos newbies? Mas algo sempre me disse que o Usher ainda estava escondendo alguma coisa, algo que ficou bem claro durante o sneak peek da próxima etapa da competição.

Apesar de tudo isso, é bem fácil reconhecer que essa temporada está sendo mais fraca do que a anterior e isso não por conta das trocas de coaches ou qualquer coisa do tipo, porque eles bem que já conseguiram se acertar rapidamente, encontrando uma boa química juntos e sim porque até agora, poucos talentos chegaram a roubar completamente as nossas atenções durante essa Season 4. Me lembro do Terry McDermott, da Melanie Martinez, do Brian Keith ou da própria Cassadee Pope (vencedora da Season 3 do #TEAMBLAKE) durante suas audições da temporada anterior e sinto saudade daquela sensação ao ouvir suas vozes pela primeira vez. Nesse caso, tivemos apenas um ou outro que realmente chegou a empolgar, mas nada no nível de nenhum dos participantes mencionados. (fiquei pensando se eu não teria sentido isso apenas porque a Season 3 terminou tem praticamente apenas 4 meses e a memória ainda está bem recente…)

E alguns bons personagens para essa temporada acabaram inclusive sendo dispensados injustamente durante as audições, onde pelo menos uns quatro deles poderiam facilmente estar em qualquer um dos times (aquele candidato que o Carson era fã de longa data então… Carson que diga-se de passagem, está impossível na torcida com as famílias, rs). De qualquer forma, quem sabe eles não acabam nos surpreendendo nessa próxima fase dos battle rounds, como também aconteceu com o Nicholas David ou a Amanda Brown também durante a Season 3. Veremos…

Então, até agora, ficamos com os times divididos da seguinte forma: Blake tem meia dúzia de artistas country (amei a contry girl super cool de cabelo para o alto, tocando com apenas uma das mãos, Grace Askew), duas ou três wannabe Taylor Swift e algumas boas surpresas em outros estilos (Caroline Glaser, Jacqui Sandell) , que eu acho que ele deveria apostar cada vez mais ao invés de cair novamente nas armadilhas do seu próprio nicho (algo que ele até conseguiu fugir bem durante a temporada anterior e acabou levando). Usher tem um time bem parecido com ele, pop + R&B e bem jovem, mas mesmo assim com pouca força pelo menos a princípio, apesar de ter também algumas mais “indie” ou mais surpreendentes (Jess Kellner, Michelle Chamuel, Ryan Innes e a melhor de todas e última candidata a se apresentar, Jessica Childress) que também me pareceram bem boas.

Shaks ficou com o time aparentemente mais fraco, mas nele encontramos pelos menos dus grandes armas que podem acabar surpreendendo (Luke Edgemon é uma delas. Höy!) . Aquela mulher que cantava como a Janis (Shawna P.) era sensacional e tem tudo para ir adiante. Por último, o time do Adam me pareceu ser o mais forte dessa temporada, com opções bem variadas e as melhores vozes (Judith Hill, Sasha Allen, Midas Whale, Patrick Dodd, Sarah Simmons). Sem contar que ele conseguindo roubar um dos melhores artistas country da temporada para o seu time (Warren Stone) foi uma verdadeira realização pessoal para a sua eterna disputa de sempre com o Blake. Algo que eu acabei achando curioso foi que durante a Season 3, ao ouvir de uma das candidatas que “era melhor que eles realmente ganhassem a competição” de forma tranquila até, Adam fez a megabitch e achou que a pobre coitada foi arrogante naquele momento, lembrando o fato por pelo menos duas vezes durante o programa até a eliminação da mesma e agora, durante a atual Season 4, ao conseguir um candidato country que o Blake não quis e ao ouvir do mesmo algo do tipo “vamos arregaçar com ele” (para ser leve devido ao horário, rs), Adam covardemente não levou o comentário adiante, embora o tenha respondido ao pé do ouvido. Sei…

Encerrando as blind autitions dessa Season 4, ganhamos um sneak peek da próxima fase do The Voice, onde começam as batalhas de duplas escolhidas por cada um de seus coaches, sendo que eles ainda poderão roubar candidatos não escolhidos por seus mentores e nesse aperitivo, já deu para perceber que  o Usher acabou colocando o que talvez ele estivesse escondendo para forma (e talvez não tenha sido exatamente isso que vocês estão pensando, rs), repreendendo candidato que apareceu rindo durante os ensaios, dizendo que aquilo não era brincadeira e tudo mais, despertando a rivalidade entre outros candidatos do seu próprio time e agindo como se estivesse na guerra, literalmente e no exército (preguiça….). What a bitch. O que acadou dando a impressão que ele tem tudo para ser o vilão do programa. Vamos ver então até onde toda aquela sua politicagem consegue chegar…

E é isso, agora é oficial e comentaremos o The Voice por aqui também (algo que eu também faço sempre no Twitter enquanto assisto aos episódios, para desespero da maioria dos meus seguidores, claro, rs) e voltamos aqui para comentar cada uma das fases dessa Season 4 do The Voice assim que encerradas, combinado? (It’s a date)

#TEAMESSY

 

ps: e vamos parar de implicar com a Christina Milian que só aparece de vez em quando no The Voice e mesmo assim a gente acaba torcendo o nariz (mais por ansiedade do que por qualquer outra coisa), que as entrevistas dela para o site do programa são todas ótimas. Sério. 

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The Voice Season 4, o preview

Março 19, 2013

Preview da Season 4 de The Voice, que estreia na America antiga na próxima segunda, 25/03 e que dessa vez tem no seu elenco de coaches a Shakira (que eu detesto a voz mas acho uma querida) e o Usher, eles que nessa temporada estão substituindo a Christina Aguilera e o Cee Lo.

No preview é possível perceber o clima que deve tomar conta do programa durante a nova temporada, com os veteranos jogando na cara dos novatos toda a vantagem que ambos carregam por estarem no programa desde o início (Adam já ganhou uma vez e o Blake já ganhou duas), assim como é possível perceber que o Adam e o Blake acabaram juntando forças durante essa Season 4 (eles que sempre foram “inimigos que se amam” na verdade, rs), assim como os novatos. E #TEMCOMONAOAMAR quando o Blake (que eu AMO) diz que ele está perdido, por não conseguir entender nada do que a Shakira diz e só eu percebi certa hostilidade entre ele e o Usher?

Veremos…

Quem me acompanha no Twitter sabe o quanto eu AMO o The Voice US e o quanto eu me empolgo comentando cada episódio, mas isso só acontece por lá, porque o programa é bem longo, são muitos episódios e acontecimentos e assim eu não consigo fazer uma review da temporada por aqui. Mas no Twitter eu comento tudo. #HELLYEAH

Ansiosos? Eu já estou com o meu botão preparadíssimo. (sem pensamentos esquisitos nesse momento, por favor)

#TEAMBLAKE

#TEAMADAM

 

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Por favor Adam, não nos decepcione. Não nos decepcione!

Fevereiro 18, 2013

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E acrescente pelo menos um palmo e 1/2 de distância entre essas duas mãos. Por favor!

Isso porque sempre mantemos altas expectativas em relação as nossas #CRUSHS e não podemos ir dormir decepcionados… (rs)

#PROPAGANDANEGATIVANÃONEAMADAM?

 

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Bem difícil esse Grammy 2013, hein?

Fevereiro 14, 2013

GRAMMY

Não que o Grammy 2013 tenha sido difícil no sentido da competição em si, porque para essa a gente quase não consegue mais nem torcer e ou se importar. Sabe VMA/VMB? Então. Ainda mais quando em uma premiação longa como essa (onde 3 horas e 1/2 a menos faria toda a diferença… ZzZZZ), entre um show ou outro excelente (The Lumineers – que tem um vocalista magia daqueles -, Fun, Mumford & Sons e o Ed Sheeran cantando com o Elton John himself!), temos que encarar uma Taylor Cara de Alface Swift animadíssima na platéia e aparecendo toda hora, jurando que ela é muito da mesma turma do Mumford & Sons. Não Taylor, você não é e nesse caso, o capeta estava vendo e ouvindo, viu?

Mas queremos dizer mesmo é em termos de red carpet, que quase não rendeu nada porque quem passou por lá ou não nos causou a menor reação porque não se esforçou o suficiente e ou não era ninguém na fila da jukebox no restaurante daquela rede de época. Mas enfim, esse foi o nosso Grammy 2013:

 

E não é que a Rihanna acertou, acertou/errou e errou feio e de forma imperdoável com ela mesmo, exatamente nessa mesma ordem?

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Pasmem, Rihanna apareceu linda de vermelho em um red carpet. E esse é ou não é um sinal claro e evidente de que o apocalipse só pode estar perto? (fechando as portas e janelas, separando o meu arco e flecha para matar os zombies todos e já sentindo cheiro de carne podre de longe, porque sou mais esperto do que os desavisado de The Walking Dead, claro. E sempre tivesse essa dúvida sobre a questão do olfato na série…)

E acertou porque ela resolveu se vestir de mulher maravileeeandra e rosto & corpo para isso nós bem sabemos que ela tem. Foi de mulher, mas pena que mulher de malandro e esse tipo de situação nós não conseguimos celebrar, apesar de acreditar que cada um tem o direito de amar quem quiser e ninguém tem nada com isso.

Mas aí ela acertou/errou na sequência…

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… acertou no look, mas errou com essa postura de constipada de sempre de quase todas as suas apresentações, onde ninguém consegue ter certeza se ela estava segurando um mic ou um vib, daqueles que encontramos naquelas lojinhas especiais e agora também com as vendedoras de tupperware sexy. (sério, conheço pelo menos 3 que vendem de um tudo)

Sem contar a música, chatinha… Zzzz

E para finalizar, ela errou e errou feio e de forma imperdoável com ela mesmo…

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… porque nós sabemos que tentando acertar, ela só pode ter se vestido de linda para o seu homem e estando ele evidentemente na categoria magia negra derruba tudo covardemente, nós não conseguimos perdoar nem ele, nem ela pela companhia. Sorry.

Foi linda, foi de mulher, mas esqueceu a dignidade em casa. Uma pena em vermelho. Humpf…

#FAÇAAMORNAODÊCOIÓ

 

Xennifer, continuamos conseguindo quase ver a sua Xei-Low e não estamos gostando ou desejando essa visão

Xei-Low

Por isso, cubra-se. Sabemos que você gosta de decotão, fendão, mas fendão maiô fica um pouco demais. Sabe 2 much virilha? Então… (graças a Nossa Senhora do Veet, a depilação estava em dia. Ufa, imagina dar de cara com a Selena dela? #CREDINCRUZ)

Xeniffer e Xei-Low com accent de língua presa, em homenagem ao seu namorado. Significa?

 

Hey, Beyoncé? Tem certeza que você foi convidada para a mesma festa que a sua irmã?

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Beyoncé

Porque a Solange deitou a irmandade no brilho da diva que sabe que tem o poder e por isso não precisa apelar tanto assim, não?

Beyoncé parecia que estava indo na reunião escolar da filha e nós sabemos que ela não tem idade ainda para isso, enquanto a Solange, essa sim foi para a festa na intenção de deitar com todas. Tá na cara, no cabelo e no vestido que foi.

AMAMOS tudo, do cabelão incontrolável controlado até o vestido, que estava lindo e ficou melhor ainda em contraste com esse sapato. (apesar de que, teríamos investido em um make mais poder nesse caso)

Placar final desse clássico: Irmã Rica 0 x 10 Irmã com menos condições

 

Outra da turma da Beyoncé que não estava para brincadeira: Kelly Rowland

Kelly Rowland

Esse vestido da Kelly Rowland, integrante da santíssima trindade do Destiny’s Child tinha tudo para dar errado, mas não deu.

Muitos recortes, muita transparência. Mas sabe quando uma coisa parece ter sido feita na medida para você?

Nesse caso, Kelly conseguiu o quase impossível e aposto que deitou pelo menos umas 20 com esse corpo 0% de gordura trans. PÁ na cara delas todas!

 

Sorry Florrancé, mas os dog days voltaram para você nesse vestido

Florence

O meu amor por Florrancé e sua voz de fada me obriga a dizer que ela teria o que seria necessário para segurar esse modelón exótico como quase ninguém em qualquer plano astral, mas…

O problema maior nesse caso foi a forma dela e do vestido, que entraram em uma briga feia da cintura para baixo, como podemos bem observar na imagem.

Mas continuamos te amando Florrancé e queremos você cantando no nosso casamento, acompanhada de harpas e tudo mais. Tá pensando que é só você, Blake Lively, que colaborou para esse hype? (rs)

ps: se servir de consolo e ou inspiração para o novo álbum, AMAMOS ruivas em verde. 

 

Falando em exotic…

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Juro que eu não consigo não gostar da dupla Gotye + Kimbra, apesar do look inteiro dela, do cabeção a todo o resto em tulê & bordado. Porque deles não temos nada do que não gostar. Aliás, call me, Gotye!

Me julguem.

 

Ter consciência do próprio corpo faz toda a diferença, não é mesmo Adele?

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E como faz! A ponto da Adele apostar em um estampado, amplo onde pode ser amplo e mesmo assim maravileeeandro e dentro do seu próprio fundamento de sempre.

#SÓORGULHO

 

Maravileeeandra Chung

Alexa Chung

Sim, rebatizamos a Alexa, que é outra que é sempre uma visão de orgulho. Höy! (alguém me diz se ela ainda namora o Alex Turner?)

Na minha imaginação, ela é a minha soulmate fashionista preferida e nós ainda apresentamos o It’s On MTV juntos, live from NY, rs.

Maravileeeandra, sempre!

 

Taylor Swift desfilou no carnaval brasileiro na Unidos do Império da Cara de Alface e ninguém deu nem uma notinha? Poxa vida hein, imprensa brasileira?

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Nunca sentimos tanta vergonha da Taylor Swift como sentimos durante a sua apresentação semi carnavalesca de gosto totalmente duvidoso para uma referência tão bacana no Grammy 2013.

Pior que isso, só o seu comportamento patético durante toda a premiação… (sabe gente que quer chamar a atenção mas não pertence a escola do quebra tudo da Courteney Love? Então…)

Foi tudo ruim, horrorendo e ou constrangedor, exceto por esse momento pelo qual seremos gratos eternamente ao Ryan Seacrest:

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THNKS forever, Ryan!

#HAHA

 

Não pense duas vezes, Lena Dunham: Puxe! Puxe! Puxe! Puxe!

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Quem mais tem certeza que a Lena Dunham estava tentada em nome de todas as Ghols a puxar esse cabelo da Taylor Swift, só para confirmar se é peruca mesmo e também se ela é capaz de alguma reação mais animada do que plantar um pé de alface pela manhã na fazenda do Nhô Lau, enquanto aplaude o nascer do sol?

Ou foi isso, ou ela estava assustada com o tamanho da Taylor e pensou em pedir os contatos na Tailândia para a moça, já que a gente tem sempre uma amiga enfrentando essa barra da mutação indo diretamente para lá e a Taylor parece ter resolvido muito bem essa questão na sua vida. (há suspeitas que ela já foi um homem, identificado por nossas fontes altamente confiáveis como Alfacio Pinto. Suspeitas essas que nós mesmos levantamos, claro. Divulguem!)

Se bem que, se ela tivesse resolvido bem mesmo esse probleminha na sua vida, os boys não estavam tudo correndo antes & depois do quarto mês de namoro. WOO!

 

PS: mesmo sem ter puxado, #TEMCOMONAOAMAR a Lena Dunham?

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Ainda mais quando ela abraça o namorado do Fun parecendo que finalmente encontrou o Snoopy himself pessoalmente?

Não, não tem. (♥)

ps: querida Lena, o quinto episódio dessa Season 2 de Girls foi bom em um nível Woody Allen. Assisti 3 vezes de tanto que eu AMEI/me identifiquei totalmente. Quanta honestidade, não? You go girl! #TAPTAPTAP

 

OMFG o que fizeram com a cara do Sting?

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Inexplicável. Inexplicável.

E nem pense em pedir esse contato Adam. Deixe as linhas de expressões na sua testa aí mesmo e coloque uma camiseta de vez em quando nas revistas afinal, segundo o Blake (The Voice), você anda pagando $600 por cada uma delas, mesmo estando elas todas cheias de buracos. Te amo e ainda estamos de bem.

 

Mumford and Sons, Cousins, Uncles, Godparents and Grandfathers

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A gente já sabia que eles mereciam ganhar tudo. TU-DO!

E sim, gostamos de todas as gerações dessa família, por isso a sugestão de mudança para um nome mais apropriado, rs

 

Agora cala a boca, que o JT chegou. CATAPLOFT

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Gente e quem é que precisa de qualquer outro Justin a não ser o Timberlake nessa vida?

(Resposta para o enigma: NINGUÉM!)

E ele veio lindo, bicolor, fez a Beyoncé e a Ellen (sim, a Ellen!)  gritar seu nome e ainda nos entregou essa apresentação que fez todas sonhar em ser aquele lencinho que passou por todo o seu corpo…

Juro que no primeiro acorde dessa música depois da introdução e quando ele fala a minha line preferida, meu quadril fica incontrolável e atinge a velocidade da luz. Sério.

Agora, ter que aturar o seu date agora para a vida, com aquela cara de Coca Zero (gostosinha quando não tem outra opção, mas nunca vai ser uma Coca de verdade e sempre lamentamos no final, sabe?) foi realmente um teste de resistência daqueles.

E JT, cá entre só nos dois aqui, de topetes escovados, eu de suit, você só de tie (Höy!), sabe quando você vê de longe uma pessoa ocupando um espaço que pertence perfeitamente a ela?

Então, esse palco foi feito na medida para você, seu maravileeeandro. AMO!

Assim encerramos (atrasado eu sei) o  assunto Grammy 2013, que nós só conseguimos resistir até o final porque pelo menos por aqui teve JT rebolativo, escovado, no falsete e maravileeeandro como sempre. Höy!

 

ps: já podemos começar a trabalhar a campanha de terno e gravata do “vem fazer o seu falsete escovado featuring todo o seu quadril rebolativo aqui no Brasil, JT? Já podemos?

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American Horror Story: Asylum – Freak, chic porém agora em uma versão bastante melhorada

Fevereiro 8, 2013

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De tanto todo mundo comentar em relação as melhoras da segunda temporada de American Horror Story quando comparada com a primeira, que foi uma total decepção, principalmente falando sobre todas as suas resoluções, me senti tentado a pelo menos dar uma conferida para ver se essa melhora era realmente tão notável assim, a ponto de conseguir me fazer ter pelo menos vontade de assistir a nova temporada.

No cenário atual, agora chamado “Asylum”, logo de cara já era possível perceber maiores possibilidades para a trama em meio àquele ambiente de loucura. Freiras impiedosas, serial killer travestido de bom moço, as vezes de papai noel (rs), exorcismos medonhos, o médico nazista totalmente sem limites e ou escrúpulos, criaturas bisonhas rondando pelos corredores pouco iluminados daquele lugar, alienígenas e abduções executadas muito bem. Realmente, a proposta dessa vez parecia ser bem diferente em relação a preguiça da primeira temporada, principalmente a parte onde eles acabaram praticamente culpando um só personagem para justificar quase tudo de ruim que acontecia naquela casa medonha. Em um cenário tão repleto de possibilidades distintas como o de agora, repetir o erro do passado me parecia impossível, ou bem difícil de acontecer e por isso, resolvi dar uma segunda chance à segunda temporada da série.

Se o que precisa melhorar encontrou o seu caminho para o melhor e isso já era possível de se notar facilmente, o que já estava bem bacana havia sido mantido, com a série permanecendo muito bem editada, com cara de terror moderno (sem grandes inovações mais reconstruindo clássicos do gênero), cenários extremamente bem cuidados, com uma beleza fácil de ser reconhecida em tamanha estranheza. A começar pelas imagens promocionais da série, que já anunciavam que esse fundamento, repetido da Season 1, havia sido mantido e esse tipo de detalhe e cuidado nós sempre achamos bem bacana e pelo menos isso nunca pareceu ser um issue dentro dessa história.

O elenco da vez também foi outro acerto do nosso querido e perturbado (porque ele deve sim ser bem perturbado e talvez por isso nós o amamos ainda mais, rs) uncle Ryan Murphy, boa parte dele também encontrado na Season 1, os melhores deles pelo menos (e quem aguentaria ver a Connie Britton totalmente cluelles novamente, heim? , que permaneceram para ajudar a contar essa nova história.

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Lindo ver uma mulher como a Jessica Lange deixando todo mundo de boca aberta, encarando lindamente uma lingerie vermelha por baixo dos seus trajes religiosos, em uma das cenas mais sensacionais em termo de magia e sedução da temporada e tudo isso por culpa do seu talento, que praticamente sobrou durante essa temporada. Agora vivendo a Sister Jude, novamente uma mulher ambígua e com mais chances de ser uma das vilãs da vez do que qualquer outra coisa, ela novamente roubou a cena sendo totalmente impiedosa com os pacientes que se encontravam sob seus cuidados, mantendo um amor proibido pelo Monsignor Timothy Howard (Joseph Fiennes, que estava em um papel super pequeno e eu já até estava aguardando que ele fosse divulgado como um dos principais para a próxima temporada, algo que não aconteceu ainda e talvez não aconteça), isso até o jogo virar e ela se encontrar como uma das pacientes da próprio hospício, onde ela foi perdendo o controle aos poucos até se tornar apenas mais um deles. E diga-se de passagem, essa foi uma excelente transição. Clap Clap Clap!

Zachary Quinto também esteve ótimo como Bloody Face, o serial killer da vez que se travestia de doutor bom moço, tentando ajudar os pacientes da clínica. Um papel que nós já vimos ele fazer muito bem, por isso nenhuma surpresa, exceto pelos excessos de estranhezas que o próprio personagem carregava, cheio de mommy issues e um vício que nós preferimos não comentar para não deixar ninguém com enjoo. Sua parceira em cena por grande parte da temporada foi a atriz Sarah Paulson, dessa vez em um papel bem maior do que a sua participação durante a Season 1, vivendo uma jornalista lésbica (Lana Winters) que em busca da história da sua vida, acabou se encontrando como uma das pacientes daquele lugar pavoroso, sendo torturada a todo tempo e tendo a chance de conhecer de perto a cabeça do personagem que havia a atraído àquele lugar, que vinha a ser exatamente o Bloody Face do Zachary Quinto. (e os dois são super amigos na vida real, além de gays assumidos e ativistas bacanas do tipo não pedantes como o modelo antigo e preguiça que não devemos seguir, nova geração!)

Saindo um pouco do lado maluco da coisa e partindo para uma questão mais sobrenatural, encontramos o Evan Peters, dessa vez bancando o bom moço antigo na pele de Kit Walker, casado com uma mulher negra em uma época em que as pessoas não estavam preparadas para esse tipo de situação. Resumindo, uma época ainda mais estúpida do que a que vivemos, obviamente, porque esse tipo de crime/ódio jamais deveria ter sido tolerado e ou existido. Enfim. Nesse cenário, tivemos a proposta da abdução, executada muito bem por sinal, mas que ao mesmo tempo acabou ficando meio que de lado durante a temporada, mesmo que a sua história tenha ganhado começo, meio e fim. Achei que nessa hora, faltou um pouquinho de coragem para abordar mais sobre o tema, que ao mesmo tempo, se tivesse ganhado mais atenção dentro da proposta da vez da série, teria acabado destoando completamente de todo o resto e por isso, no final das contas acabou aparecendo na medida exata.

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Ainda do lado sobrenatural da vez, tivemos ótimos momentos começando com um exorcismo daqueles, com direito a muita blasfêmia e aquela voz de #CREDINCRUZ que nós bem conhecemos do gênero. Dentro desse plot, ganhamos outro grande personagem para essa Season 2 de American Horror Story, com a Sister Mary Eunice (Lily Rabe, também em um papel muito maior do que o da temporada anterior e a cara do Benedict Cumberbatch de peruca loira. Sério) ganhando um habitante novo para o seu corpinho até então livre de pecados, ninguém menos do que o diabo himself. WOO. Sério, essa mulher esteve literalmente diabólica durante essa temporada e por isso acabou sendo um dos grandes destaques da mesma. Como esquecer aquela cena ótima dela cantando “You Don’t Own Me” olhando diretamente para o crucifixo pendurado na parede do seu quarto? Excelente!

Outra que esteve diabolicamente sensacional durante essa segunda temporada, foi a Frances Conroy, dessa vez bancando o anjo da morte, em cenas quase poéticas, além de também terem sido todas executadas dignamente em termos de efeitos, com a grandiosidade de suas asas pretas e uma caracterização sensacional, do figurino dramático ao make seguindo a mesma linha. E fazendo participações especiais, tivemos o Adam Levine, que até que esteve OK dentro do seu papel (melhot que no SNL, por exemplo…) e a Chloë Sevigny, em uma participação quase afetiva, sem grande destaque. (na verdade, essa segunda foi quase um desperdício)

Apesar de todos esses pontos altos da temporada, preciso dizer que embora tenha gostado muito mais dessa nova temporada do que da anterior, a qual me fez inclusive prometer não ver mais a série (e eu não sou bom com promessas, portanto), a sensação que fica ainda é a de que o Ryan Murphy sabe muito bem criar um ambiente tentador, que atraí a nossa atenção e consegue nos prender facilmente dentro do seu cenário, mas ainda não aprendeu muito bem como finalizar suas histórias, encerrando algumas delas de forma bem simples, quase que de forma desleixada até. Mas digamos que pelo menos dessa vez, eles pelo menos conseguiram acertar mais e apesar de ter achado que algumas criaturas e personagens bacanas dentro daquele ambiente foram deixados de lado para encerrar a história que mais interessava e ou era mais importante, podemos dizer que pelo menos uns 80% da história da vez foi encerrado de forma bem bacana e com uma variedade muito maior de culpados do que aquela preguiça toda da temporada anterior.

Cenas ótimas como o médico nazista se dispondo a ser cremado vivo ao lado da sua freira amada, assim como o surto da Sister Jude ao som de “The Name Game” que trouxe um pouquinho do lado Glee do uncle Ryan para esse cenário completamente diferente ao que encontramos no McKinley High (apesar de que, bem que poderiam mandar pelo menos a Rachel para lá, hein? Sugestão a ser considerada…), foram apenas alguns dos excelentes momentos da temporada, até chegarmos a sua resolução, com um episódio final ainda mais especial do que tudo que já havíamos visto até aqui.

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Lana Banana se tornando uma jornalista de sucesso e extremamente arrogante, completamente vendida, aproveitando o momento para vendar o livro da sua história para o mundo, uma história que ela mesmo havia vivido porém havia também dado aquele incrementada para deixar tudo ainda mais interessante para o seu lado, é claro, tendo que encarar o filho (interpretado pelo Dylan McDermott, sem a parte da magia antiga mas em um papel menor, do tipo que ele consegue dar conta) fruto de um estupro do grande serial killer da vez, ele que seguia os passos do pai e segundo ela mesmo, havia herdado o pior de ambas as partes. Apesar desse ter sido o grande finale de American Horror Story: Asylum, devo confessar que pelo menos essa parte eu acabei achando bem previsível e tinha certeza que aconteceria, para dar a chance da personagem principal encerrar aquele ciclo da sua vida, que precisava encontrar um fim. O que não chegou a tirar o mérito do seu encerramento, que foi muito bem executado, mas que acabou desviando as atenções para o final da outa grande personagem dessa temporada, a Sister Jude.

Esse sim, acabou me deixando bem mais surpreso, ainda mais encontrando o Kit como seu acolhedor, resgatando aquela mulher que no passado não havia sido nada bacana com ele ou com seus amigos, mas passando por cima de toda essa mágoa e trazendo a Sister Jude para perto da sua família, tentando recuperar uma mente que acabou se perdendo dentro daquele ambiente horrroso e que teve a sua situação piorada quando a igreja resolveu vender a clínica para o estado e nesse momento, as coisas acabaram se perdendo por completamente. Um final bem bacana para uma personagem excelente, que acabou tendo a sua chance de também se redimir em relação a suas maldades do passado e de quebra nos deixou com a sensação de que o Kit havia sido abduzido com um propósito e talvez os seus filhos tenham seguido esse mesmo caminho ainda tão misterioso.

E com essa grande mistura de temas e personagens, American Horror Story: Asylum acabou conseguindo atingir o que parecia impossível, abrindo os horizontes para novas e numerosas possibilidades e nos entregando uma temporada que em nada nos lembrava o que não havia sido tão bom durante a Season 1. A partir disso, comecei a imaginar os possíveis cenários para uma próxima temporada, onde já não me parecia mais pertinente um cenário reduzido, focado em um ambiente com menores possibilidades, como o da sofrível Season 1. Desde o começo, cheguei a pensar em uma prisão, ou em um campo de concentração ou de guerra para os cenários da já confirmada Season 3. Ryan MUrphy disse que um detalhe perto do fim da temporada foi uma de suas pistas para  o cenário que encontraremos durante a Season 3 e ao que tudo indica, a chegada das novas pacientes ao hospício, vestidas como prisioneiras e com a Frances Conroy chegando deliciosamente possuída e toda banhada no diesel para caminhões naquele local, para total desespero da Sister Jude, com quem ela “dividiria” o quarto naquele momento, talvez tenha sido a deixa para o que encontraremos no próximo ano da série.

Por esse motivo, nada me tira da cabeça que devemos caminhar dentro do cenário de uma prisão durante a próxima temporada, algo que apesar de ser uma saída semelhante em termos de possibilidades e quantidade de personagens bem parecido com o que encontramos no cenário atual, seguindo essa fórmula muito mais bacana da Season 2 do que qualquer coisa a respeito da  temporada anterior, temos tudo para ganhar uma Season 3 excelente de American Horror Story: Prison Break versão Girlie. E para você que se animar em assistir a série a partir de agora, esqueça a Season 1 (i wish), fingindo que ela nunca existiu e se aventure a partir dessa Season 2 que vale muito mais a pena.

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Olha só quem veio de carona para a próxima temporada do The Voice

Dezembro 20, 2012

Primeiro, quem não gostaria de ganhar essa carona? (Höy!)

E qualquer pessoa que discorde, é porque não assiste The Voice (a versão que interessa), porque não tem como não se apaixonar por esses dois, Adam + Blake que vivem assumidamente um bromance. (♥)

Segundo que, mesmo achando a Shaks totalmente meio assim e não ter a menor paciência para a sua voz, quem não gostaria de cantar junto com eles nesse carro

 

I really need you tonight/ Forever’s gonna start tonight /Forever’s gonna start tonight/Once upon a time I was falling in love/ But now I’m only falling apart/ Nothing I can do/ A total eclipse of the heart

 

(cantando ao berros e dramaticamente, claro!)

Terceiro que é visível que o Carson se esforça, mas eles não deixam ele pertencer ao clube, rs

E quarto, vocês gostaram da final da Season 3? (talvez venha uma post por aí. Talvez… outro dia, quem sabe?)

Ansiosos para a próxima temporada?

#CANTWAIT

 

ps: dizem que a X-Tina e o Cee-Lo voltam depois dessa pausa de uma temporada (eles que não ganharam nenhuma das temporadas até agora). Veremos…

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Dear Adam Levine, vamos fazer as pazes? Me leva para dar uma volta no seu carro fundamento também? Please?

Novembro 5, 2012

Vou ter que revelar que agora que eu estou acompanhado adequadamente a Season 3 de The Voice (leia-se adequadamente como loucamente, assistindo todos os eps 2 vezes, revendo todas as performances, comentando tudo no twitter. Nesse nível) eu estou completamente apaixonado pelo Adam Levine de novo. Completamente. (e pelo Blake = ♥. Por favor, não me julguem)

Sério, Adam dá os melhores abraços do programa. OS MELHORES! E eu nem me importo se eles são de verdade ou não, porque eu acredito e só isso já basta. Vivo das ilusões que eu quiser escolher para a minha vida e ninguém tem nada com isso! (não falei que era nesse nível? rs)

Por esse motivo, nossa relação voltou a funcionar e por isso eu decidi ignorar toda e qualquer “namorada” supermodel  da Victoria’s Secret com quem ele insiste em circular por aí (porque nós sabemos que a sua outra metade é mesmo o Blake e não tem para mais ninguém. Melhor bromance da TV EVA!) e vou me dedicar única e exclusivamente para minha #CRUSH do momento. Sorry haters, mas estou apaixonado de novo. Suck it!

E mesmo não sendo do tipo Maria Gasolina e nem entender nada de carros, a não ser da cor e se eu gosto ou não gosto, adoraria ser levado nesse carro fundamento antigo do Adam. E quem não adoraria? O cara tem um carro igual ao do Snoopy (que tinha um vermelho parecido com esse), ou seja, #TEMCOMONAOAMAR?

Te amo de novo Adam (Höy!). Me abraça? Vamos fazer um tattoo juntos de BFF? Me treina? Deixa eu sentar entre você, a Mary J. Blige e o cara do piano? Prometo que eu canto bem baixinho… (promessa que eu já aviso que talvez eu não consiga cumprir…)

 

ps: Blake, não fiquei com ciúmes porque eu faria exatamente o mesmo com você e o Michael Buble, e com sotaque de Bon Temps. Cee Lo eu também te AMO e até hoje não acredito que aquela menina escrota do My Super Sweety 16 era sua filha e X-Tina, eu respeito você, mas não aprovo muito as suas escolhas. 

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XL-Tina fazendo valer o XL

Setembro 18, 2012

Minha Nossa Senhora da Porpeta ao Sugo, isso tudo é XL-Tina ou ela veio em grupo?

OK. Cada um com seu peso, mas o problema é que conhecendo o antes, ficamos imaginando o que não precisou para ela ficar desse jeito, hein?

Mas é rica, tá lançando um novo CD (até que enfim), está no The Voice trocando olhares de irmandade BFF com o Adam Levine, que nós sabemos bem que a trança de espinha de peixe das irmãs deve rolar solto naquele camarim, onde eu acho também a cada novo episódio que um dos dois peitos dela vai escapar a qualquer momento, mas isso só até daqui a pouco, onde ela saí e entra a Shakira no seu lugar (EW!) e no lugar do Cee Lo entra o Usher, mas dizem que os dois (XL + Cee-lo) voltam para a Season 5.

Só sei que ela foi bem esperta e tacou logo uma camada generosa de pó branco na cara e isso com certeza foi uma estratégia para desviar as atenções da cintura para baixo. (talvez a cara tenha sido uma homenagem ao nosso eterno trapalhão Zacarias, rs) Mesmo assim, precisamos dizer que #NAOTABOMNAO

 

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Sinais claros de que o relacionamento do Adam Levine com a Behati Prinsloo está ficando bem sério

Setembro 13, 2012

Porque nós já aprendemos que alguns sinais indicam claramente o status atual da nossa relação e por isso, vamos aproveitar todo esse conhecimento para analisar a atual situação do novo relacionamento de Adam Levine:

 

1) Ir ao mercado de casal requer alguma intimidade e significa que ele ou ela veio para passar mais dias (ou mais tempo), algo que nós já aprendemos por aqui no passado. E se vc já é capaz de entregar toda a verdade, carregando pencas de porcarias que engordam para o carrinho (vejo 3 potes de sorvete, é isso mesmo? #CASACOMIGOADAM?), significa que o boy magia já está praticamente conquistado e não vai mais se assustar com seus hábitos alimentares à la Gilmore Girls.  E viva o Doritos!

2) Ela já deixa ele a ver mais naturalmente, sem tantos artifícios, com o seu natural hair (o que para algumas é um tabu maior do que algumas preferências na hora da batalha de dois ou mais, isso só depende da sua animação ou do desprendimento do casal, rs) e com a cara (de sono) praticamente lavada. Sinal de relação estável, que é quando vc passa a entregar de vez o seu verdadeiro eu e não precisa mais acordar disfarçadamente antes dele para ir ao banheiro e dar aquele truque antes do despertar de divona que no começo a gente finge que é sempre assim

3) Mas sério do ainda, é o Adam Levine deixando a namorar conhecer de perto o seu natural (CURLY) hair, o que a gente nem imaginava que existia em outro comprimento do que o de sempre, principalmente sem todo aquele brilho dos “products” que compõem aquele topetinho controlado & preguiça de sempre. Sinal claro e evidente que Adam já relaxou e está levando mais a sério a sua companheira ou deixou de se importar, o que talvez possa indicar que está na hora de uma visita ao Dr Tom, porque a coisa pode ser mais séria do que a gente imagina. (para quem não assistiu Being Erica, primeiro shame on you, porque todos deveriam ter assistido e segundo que Dr Tom é o terapeuta dos sonhos de toda e qualquer pessoa EVA)

Ou seja, com esses três fortes indícios acima, podemos dizer que a atual relação de Adam está séria e pela quantidade e qualidade da comida que ambos carregam, podemos assegurar que as próximas horas desse encontro foram bem felizes, rs

 

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Tenho uma certa teoria sobre o porque de “alguns” deles sempre escolherem certo tipo de modelas como gholfriends

Agosto 13, 2012

E essa teoria é a seguinte:

 

Elas são sempre meio desavisadas, não se importam e também são as últimas a perceber qualquer coisa de diferente.

 

Por isso eles sempre acham que dá certo e acabam investindo nesse tipo de “relação ideal” para a vida, que é feita de escolhas e nós escolhemos acreditar ou não. PÁ!

 

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