Posts Tagged ‘Alec Baldwin’

Alguém arrisca um abraço de urso no Baldwin?

Agosto 21, 2013

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Mesmo com essa cara?

Duvido… e olha que fica difícil resistir com tantas coisas foufas ao seu redor e ou qualquer lembrança de 30 Rock agora já antigo.

Mas não adianta fazer cara de poucos amigos…

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… quando no fundo mesmo, todo mundo sabe que você é uma flor, Donaghy. (rs)

#TRUCULENTOWHO

 

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JT, apenas

Março 12, 2013

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Esse mês, não tinha ninguém melhor para ser o nosso header aqui no Guilt, a não ser ele mesmo, JT. Höy!

Primeiro, espero que a essa altura todo mundo já tenha assistido a sua 5ª vez no SNL (onde agora ele faz parte do exclusivíssimo Five Timers Club), que foi sensacionalmente tão boa, que eu já assisti duas vezes. Sério.

Teve reprise da sua dupla antiga com o Andy Samberg (sempre bem boa), seu desafio musical vestido de tofu (sério, imaginem essa performance de forma adorável e me respondam se #TEMCOMONAOAMAR?), um Caligula tentando tratar seu vício em sexo e bebidas, o porn star Ricky V.I.Penis vindo diretamente dos 70’s para uma propaganda de champagne (que só não foi melhor do que o comercial do programa para “Nuva Bling”, mas a NBC tem problemas com o Youtube e os links deles tem problemas com o WordPress, então…), até seus dois momentos musicais ao som de “Suit & Tie” (onde ele estava impossível na coreô e foi acompanhado pelo Jay-Z!) e “Mirrors” e em todos esses momentos, Justin esteve mais uma vez excelente. Detalhe, ele abriu o programa fazendo uma excelente performance de Elton John (que ele já encarou lindamente de forma séria no passado) cantando no funeral do Hugo Chávez.

Sem contar que a sua nova participação no SNL ainda contou com nomes como Tom Hanks, Steve Martin, Alec Baldwin, Chevy Chase, Dan Aykroyd e o Paul Simon.

Além disso, ontem, o próprio acabou liberando o seu novo álbum “The 20/20 Experience” para audição no iTunes, uma semana antes do seu lançamento oficial que acontece no próximo dia 19, onde é possível ouvir as dez faixas do seu novo álbum (das quais falaremos mais em breve). Completando essa fase de divulgação, JT estará durante toda essa semana no Late Night With Jimmy Fallon apresentando seu novo trabalho.

Como seu tudo isso já não fosse o suficiente para nos deixar eufóricos com essa volta do Mr Timberlake (que nós estamos esperando faz tempo!), ele ainda esteve no mês passado no The Jonathan Ross Show, nessa entrevista sensacional, onde ele fala da fase em que sua mãe teve a guarda do Ryan Gosling por um tempo quando crianças e ambos trabalhavam juntos e o quanto eles se divertieram, assim como acaba acontecendo uma rodada de tequila (a sua tequila, porque ele tem uma tequila, gente! #TEQUILA!) enquanto ele e o Jonathan se arriscam em alguns buracos de golfe temáticos e batizados com músicas do próprio.

Sério, vou até repetir: #TEMCOMONAOMAR indeed?

Não, não tem. (♥)

Mas não é só isso. Como disse no começo do texto, mudamos ontem o header do Guilt para que o JT fosse a nossa companhia no mês março e no final da noite, recebemos a informação de que ele foi confirmado no Rock In Rio desse ano. CATAPLOFT! (levantando rapidamente para bater a poeira do meu terno e gravata após o susto para continuar escrevendo o post)

E SIM, acreditamos que isso seja uma ação direta do universo conspirando a nosso favor. Confirmou, trouxemos o JT! (rs. Mas agora sério, será que ele poderia estender sua visita e passar por SP para me ver? Hein?)

(♥)

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A temporada final de 30 Rock – Blerg!

Fevereiro 15, 2013

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Primeiro de tudo, foi lindo poder ver uma série como 30 Rock chegando a sua sétima temporada. E chegando bem, com apenas um deslise aqui ou ali (significando uma temporada ou outra mais fraca do que as demais, mas ainda assim bem boa), mas encontrando rapidamente a boa forma de seus primórdios e chegando a sua reta final da melhor forma possível, embora obrigada a amargar uma última temporada reduzida (me recuso a dizer que foi melhor que nada, mas foi). Tina Fey afiadíssima como sempre, Alec Baldwin em seu melhor papel na vida. Até o elenco mais canastrão ou caricata da série esteve muito bem durante todos esses anos até o final da série e até mesmo os coadjuvantes mais coadjuvantes tiveram a sua vez no series finale, nem que seja apenas por um simples detalhe, como o boné do Frank onde dessa vez estava escrito “Period”, nada mais apropriado para uma conclusão encerrando o plot dos seus easter eggs escondidos nesse tipo de detalhe simples, mas que muitas vezes acabou funcionando como uma das melhores piadas do episódio para quem é mais atento a esse tipo de detalhe, por exemplo.

Apesar de não ser nada fácil aceitar que algo que gostamos tanto finalmente tenha encontrado o seu fim, acho que nesse caso não podemos nem lamentar, porque 30 Rock foi uma experiência totalmente atípica na TV, uma verdadeira exceção a regra. Em pensar que a NBC continuou apostando na série até então, mesmo com a sua baixa audiência desde sempre, podemos perceber que realmente ela foi uma exceção. Baixa para alguns, seletiva para outros, mas fato é que a série conseguiu um feito que poucas outras que seguem uma linha semelhante (Community, Parks & Rec…) terão a chance de conseguir um dia a chegar pelo menos perto do que a série alcançou. Ainda mais agora, em tempos de mudanças, quando encontramos um canal como a NBC, que sempre foi o dono das ótimas e memoráveis comédias da TV, algumas bem inovadoras e que acabaram fazendo escola (como a avalanche de single-camera como fundamento que andou se multiplicando nos últimos anos), canal que agora se encontra visivelmente enfrentando uma crise de identidade preocupante, tentando popularizar o humor, entregando novos projetos cada vez mais mastigados ou fáceis de serem digeridos e tudo isso em busca de uma maior audiência, grandes números, coisa que 30 Rock e algumas de suas colegas nunca ou nem sempre tiveram. Mas, mesmo com 30 Rock quase nunca figurando entre as séries mais vistas, eles sempre foram lembrados em quase todas as premiações de TV, o que de certa forma, sempre acabou trazendo um certo prestígio para a série e além disso ajudou muito a colocar o nome da Tina Fey entre os maiores comediantes do momento. E nesse caso, não estamos nem separando por gênero, que fique bem claro. Te amo, Tina Fey. Quer ser minha mentora na vida?

E não pensem que essa crise passaria batido na série, porque Tina Fey estava lá, pronta para criticar a própria emissora que sempre lhe deu a maior liberdade para tratar sobre qualquer assunto, inclusive apontar o dedo e mostrar os atuais defeitos da própria empresa onde ela trabalhava. E tudo isso com muito bom humor, mesmo quando optando pelo escracho, sem precisar atacar com armas pesadas demais para mostrar o seu ponto de vista, mesmo quando ela fazia críticas duras a todas essas mudanças do seu canal ou sobre um outro assunto qualquer. E não é nem uma questão de humor com classe não e está mais para um humor inteligente mesmo, do tipo que sabe rir da própria desgraça como ninguém e por isso talvez saiba fazer piada com os demais como ninguém também.

Começamos inclusive essa temporada de despedida falando sobre o atual problema do canal e toda a sua crise de identidade e talvez esse tenha sido um dos assuntos mais recorrentes dessa temporada final, propositalmente é claro. A minha crítica preferida nisso tudo foi entregue no episódio com o macaco como centro das atenções, uma crítica explicita a nova série já cancelada pelo canal e que até então era uma aposta certa (a total lame Animal Practice) do mesmo. Ainda nesse episódio, eles aproveitaram para se defender da ideia preconceituosa e sexista que ainda ecoa por aí de vez em quando, uma ideia estúpida que diz que  “mulheres não podem ser engraçadas”, algo que nesse caso, temos sete temporadas que nos provam totalmente o contrário e um recente Golden Globes comandado pela dupla Fey + Poehler que foi a melhor premiação dos últimos tempos. Inclusive, tenho certeza que ao final desse episódio, a Amy Poehler herself ligou para a Tina Fey só para dizer um “You Go Girl/Girl Power”, enquanto ambas planejavam o brunch do próximo sábado (apesar de não estarmos mais nos 90’s, rs) na companhia da Mindy Kaling e da Lena Dunham, é claro. (sério, esse seria o meu novo Sex And The City preferido ever e ou sonho de date perfeito para qualquer sábado entre a manhã e a tarde com as amigas. E se quiserem um quinto elemento daqueles, me liguem, ghols! Eu e NY estamos super disponíveis para abraçar esse projeto… rs)

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Como estávamos assistindo uma temporada de despedida, nada mais justo que alguns personagens e plots recorrentes de todas essas temporadas acabassem aparecendo para se despedir (até o Jonathan voltou! Ele que eles mesmo fizeram questão de fazer piada quando o ator saiu da série para fazer Whitney, outra grande bobagem da TV que continua rendendo mas que logo ele foi descartado do elenco), assim como algumas resoluções que ainda precisavam acontecer para os personagens principais da série, que ainda tinham alguns assuntos importantes para encerrar. Deles todos, foi excelente rever o Will Arnett fugindo daquele pesadelo que é a sua série atual (Up All Night, mais uma aposta super furada desde a sua estreia pela NBC, que acaba de perder a Christina Applegate do elenco principal e dizem que para manter a série com um novo formato de sitcom, que a propósito, é a nova aposta do canal, eles estão considerando até contratar a Lisa Kudrow de Friends antigo como sua substituta. Sério. DaFuck NBC? ), ele que acabou voltando como o grande nemesis do Jack (ele e sempre ótima Chloë Moretz), também vivendo um dos seus melhores papéis na TV, ainda mais quando comparado ao seu atual emprego (um deles, porque em Arrested Development, nós estamos esperando confiantes e ansiosamente que ele volte unfirah!). Mas nada foi mais especial do que a despedida da Colleen, mãe do Jack, que acabou fazendo a passagem em um dos melhores episódios da série, com um funeral recheado de acontecimentos dos mais absurdos possíveis.

Entre todas as resoluções da temporada, encontramos o Jack atingindo o sonho do cargo máximo dentro da emissora, depois achando que nada daquilo fazia sentido na sua vida depois de preencher o gráfico em formato de pizza de tudo aquilo que ele ainda precisava realizar para ser um homem completo e feliz (e os itens do mesmo eram todos sensacionais. O que foi ele cantando super enturmado e naturalmente no coral da igreja?), não se sentindo digno de comandar um canal de TV, ele que também parece ter sofrido um pouco daquela crise de identidade que já mencionamos anteriormente. Mas isso não a ponto de prejudicar o personagem, pelo contrário até. E quem não desconfiava que no final das contas, ele acabaria passando o seu posto para o Kenneth que desde sempre, entre eles todos, foi quem mais soube sobre o assunto? Claro que o papel caberia perfeitamente para o personagem, que foi do zelador a presidência durante essa temporada, mas não sem antes cometer alguns errinhos típicos de principiantes no poder, além de no final, a gente ter ganhado a confirmação de que sua idade realmente tratava-se de algo desconhecido e que merecia ter sido estudado. (do passado ao futuro, Kenneth esteve everywhere. EVERYWHERE!)

Jack Donaghy que esteve sensacional durante essas sete temporadas da série (olhando no relógio para ver se já não passou das seis para que eu vista o meu tux, porque afinal, eu também não sou nenhum fazendeiro, rs) e que com certeza foi o responsável pela retomada na carreira do Alec Baldwin, que estava mais do que decadente devido a suas escolhas, mas que dessa vez, conseguiu sair do limbo e nós esperamos que para nunca mais voltar. (Eu, aproveitando para fazer referência ao meu vício do momento, o game Limbo. Joguem, se viciem e depois venham dividir suas impressões comigo no GDA, gamers descaradamente anônimos). Jack descobrindo que a mãe era lésbica e as justificativas para tal foram alguns dos melhores momentos dessa reta final. O que foram todos aqueles objetos não identificados totalmente identificáveis (rs) na prateleira do quarto da mãe e sua outra metade? Ri por três gerações naquele momento. Sério.

Até que chegamos as resoluções dela, a nossa queridíssima Liz Lemon (♥) e todas elas foram mais do que especiais. Do seu casamento no melhor estilo “Star Wars”, até a chegada do seu casal de filhos adotivos, que eram exatamente como miniaturas foufas da Jenna + Tracy (claramente o seu karma e que com essa experiência de sete temporadas todos nós sabemos muito bem que ela conseguiria dar conta e que faria um excelente trabalho com aquelas crianças em sua vida e não temos a menor dúvida disso. You girl mom!), não teve como não amar cada uma delas, por um motivo ou por outro e todos eles ligados a mitologia da série e da personagem. Verdade é que durante todos esses anos, nós torcemos por aquela mulher, que poderia não ser exatamente como muita gente imagina como o perfil ideal para se alcançar o sucesso (nos colocando automaticamente fora desse grupo, porque se não somos como ela, queremos alguém parecido, logo estamos fora dessa categoria tola) mas que nem por isso não esteve no caminho certo em busca de deixar a sua vida como ela gostaria, sem romantizar demais as coisas ou estabelecer um ideal difícil demais de se alcançar.

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E Liz Lemon conseguiu, com uma lista até que invejável de ex namorados para alguém considerada como uma loser (Sudeikis, Hamm, Damon, um dos ex prisioneiros de OZ – esse menos invejável – e por último, o prince Charming em pessoa, mas não o de OUAT, rs) e que já estava até se acostumando com a ideia de ficar sozinha para o resto da sua vida (batendo três vezes de medo e pavor, não que eu tenha medo, que sei que poderia muito bem me virar sozinho, mas também não quero isso pra mim. Knoc Knoc Knoc), com uma boa parcela de ajuda de crédito para o seu mentor durante toda essa jornada (Donaghy), encontramos a personagem no final da temporada exatamente onde ela gostaria de estar, em um cenário feliz só que bem pé no chão, apesar de extremamente bem sucedido e com uma trajetória invejável em termos de programas de TV. Mesmo para os fictícios, rs.

Liz é exatamente um modelo da personagem possível, aquela que poderia muito bem ser eu ou você. Sem contar que é importante ter de vez em quando, só para variar um pouquinho, alguém como modelo de sucesso fugindo totalmente de qualquer um dos padrões pré estabelecidos e mesmo assim, conseguindo chegar lá sem se perder no caminho (e quando eu digo me perder, eu não estou querendo dizer errar e sim ir perdendo a identidade e ou fundamento durante o percurso). E como eu disse, sem romantizar o caminho difícil que é alcançar qualquer coisa que você queira muito na vida (que raramente vai acontecer facilmente), mostrando os obstáculos e as dificuldades encontradas nele e tudo isso com bom humor, aprendendo a rir da própria desgraça, mas ao mesmo tempo se levando a sério, só não a sério demais para não perder a graça. Confesso que em todas essas resoluções para a personagem, acabei derramando pelo menos uma lágrima, que saía junto com aquele 1/2 sorriso, por vê-la conseguindo atingir todos os seus objetivos. Querendo ou não, nos sentimos um pouquinho projetados e realizados pela própria personagem, achando que pelo menos estamos no caminho certo.

E o series finale da série, apesar de extremamente simples (mas dá para entender o overrated devido a tudo que ele representou para os fãs da série), foi também um grande presente para todos os fãs que acompanharam a série ao longo desses anos todos, recheado de referências a sua mitologia e revisitas deliciosas, quase como se ele fosse montando a base de piadas internas que apenas quem assistiu tudo de 30 Rock seria capaz de entender. Tracy, Jenna, Pete, Kenneth, Jack, Liz e até o Lutz, todos encontraram o seu destino, alguns inclusive no futuro e ao som de “The Rural Juror”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Ai a gente lembra que 30 Rock chegou a TV na mesma época de Studio 60, que trazia uma história com assuntos semelhantes, embora tratados de uma outra forma pelo Aaron Sorkin (que inclusive já participou de 30 Rock), série que não conseguiu durar mais do que uma temporada, mesmo sendo excelente (aliás, recomendo que todos vejam Studio 60, que tem o Matthew Perry no seu único bom papel depois de Friends). Mas 30 Rock conseguiu seguir em frente, mesmo não sendo das séries de comédia mais fáceis se assistir para alguns, com o humor mas óbvio para uma maioria, que conseguiu manter suas referências sem exagerar na dose ou se tornar pedante demais, recheada de auto crítica e dedos apontados para a própria cara, além de alguns sempre apontando para a cara dos outros também, é claro. Uma série que teve excelentes participações ao longo dos anos (só nessa última temporada, tivemos o Bryan Cranston completamente maluco e o Steve Buscemi de crossdresser, só para vocês terem uma ideia)  e todo mundo que é legal esteve por lá (menos a Mindy, a Amy Poehler, Lena Dunham ou eu, rs) e quem não é muito legal também (Kim Kardashian, Kellan Lutz interpretando de forma vergonhosa o sobrinho do próprio Lutz) e fez os melhores episódios ao vivo da TV de todos os tempos, duas vezes para cada um deles, com piadas diferentes para a costa leste e oeste, para que todos tivessem a mesma experiência e a gente pudesse comprovar o quanto eles são bons, mesmo duas vezes seguidas.

30 Rock - Liz

Assim nos despedimos de uma das melhores séries de comédia de todos os tempos, algo que talvez seja apenas o pontapé inicial para o fim de uma era na TV. Mas já estamos preparados para ver a Tina Fey em qualquer lugar, ler todos os seus livros e esperar o seu “Mean Moms” (para quem não sabe, o roteiro de “Mean Girls” é da Tina Fey), que eu aposto que ela planeja fazer depois daquele plot com as mães megabitches online criticando absurdos da postura uma da outra. Quem sabe?

De qualquer forma, foi ótimo poder comprovar que existem outros ótimos exemplos de sucesso dentro da TV e a Liz Lemon certamente está entre eles, que são poucos, mas que quando aparecem, acabam nos representando e muito bem. Série para fazer questão de se ter, rever e guardar em uma prateleira especial para sempre.

Obrigado Tina Fey. NERDS!

 

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Porque nós ♥ o Alec Baldwin?

Julho 3, 2012

Porque ele não só tem o melhor papel em uma das melhores comédias da década (estou revendo 30 Rock em DVD e quase morri de novo com o episódio de Natal onde ele “acidentalmente” tenta matar a mãe por duas vezes, e espera oito minutos para chamar a ambulância, rs), como representa uma magia antiga quase extinta (Höy!), se casou nesse finde, tem surtos ao telefone com a filha, tem a língua super afiada e é cheio de opiniões sobre tudo, briga com paparazzi quando acha que deve e de quebra ainda aceita fazer capas como essa aqui para Vanity Fair de agosto ao lado da Anne V (ex Adam Levine), que ainda vem com esse recheio sensacional, com o irmão Baldwin que a gente sempre gostou mais (fato e sorry para os demais) usando scarpin branco poder, tsá?

#TEMCOMONAOAMAR?

 

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A penúltima temporada de 30 Rock

Junho 5, 2012

Quando do alto de sua sexta temporada, 30 Rock consegue provar que ainda é capaz de fazer uma temporada excelente, nós só podemos mesmo é ter certeza de que não vai ser nada fácil nos despedirmos (em breve) de uma das melhores comédias da década da TV.

30 Rock não só é uma das melhores comédias no ar atualmente, como fez escola e hoje em dia é cada vez mais comum assistirmos séries que abusam da referência da cultura pop e todas elas sem a menor dúvida, devem muito a criação da Tina Fey.

E essa Season 6, apesar dos baixos índices de audiência, foi uma grande temporada, em todos os sentidos. O elenco esteve mais afiado do que nunca, as piadas todas também estiveram ótimas, a ponto de nos fazer lembrar dos bons tempos da série, que como qualquer outra, também acabou passando pelo seu período obscuro. E tudo isso ainda mantendo o seu fundamento, onde todas as referências por minuto estiveram ali, a nossa disposição.

Começamos a temporada tendo a Jenna como a celebridade da vez, aproveitando os seus minutos de fama devido ao sucesso do seu programa de calouros para criança, onde ela aproveitava para ser uma total megabitch e assim arrebatar o coração da sociedade americana. Desde sempre, eu AMO essa alma de atention wore declarada da Jenna e AMO exatamente por isso, por ser algo assumido desde o príncipio.

Ela que não mediu esforços para permanecer no posto da queridinha da america da vez e até com uma espécie de membro de boy band para crianças, ela acabou namorando. Mas todo mundo sabe que o seu coração pertence mesmo ao Paul, o namorado crossdresser da Jenna, que a ama tanto a ponto de se vestir exatamente como ela, o que para uma celebridade desesperada por atenção, só pode mesmo ser o seu parceiro ideal para a vida. E ao som de “Zou Bisou Bisou”, Paul apareceu no episódio ao vivo da temporada em um momento que quase me fez cair da cadeira de tanto que eu dei risada, ainda mais porque o episódio contou com a participação do próprio Don Draper (Jon Hamm), de onde esse fundamento musical foi explorado.

E episódio ao vivo de 30 Rock é sempre sensacional mesmo, com pencas de participações, com milhares de referência e talvez as melhores piadas da temporada, que eles guardam na manga esperando a reação ao vivo de todo um país. Sempre fico imaginando o nervosismo dos atores naquele momento, tão vulneráveis ao erro e me pergunto o quanto eles não devem ensaiar tudo aquilo para fazer com que o episódio acabe dando muito certo, como sempre acaba acontecendo. Um nervosismo que a gente enquanto audiência pouco consegue perceber, exceto quando eles dão uma erradinha aqui e ali. E ter o Paul McCartney fazendo uma participação na sua série, ou a Amy Poehler interpretando o flashback da personagem principal, realmente não deve ser para qualquer uma.

Com o detalhe de que eles fazem sempre questão de fazer duas apresentações, para as costas Leste e Oeste, para que assim todo o país possa aproveitar a mesma experiência. Howcoolisthat? Confesso que eu até achei esse episódio mais fraco do que o da temporada anterior e credito isso ao abuso da referência de programas antigos que não fazem muito parte da nossa cultura. Mas mesmo assim, não tem como dizer que não foi um episódio excelente. Clap Clap Clap!

Seja ao vivo ou gravado, quem sempre consegue roubar a cena é mesmo o impagável Alec Baldwin no papel da sua vida. Ele que continua na tarefa árdua de mentor da Liz Lemon, tentando melhorar a sua opção de boy magia da vez, que como sempre, não é das melhores disponíveis no mercado (exceto pela magia do ator James Marsden. Höy!) e que durante essa Season 6 ainda teve tempo para viver um “romance” com a sogra, enquanto aguardava o resgate da sua mulher acontecer.

E Jack Donaghy é mesmo o melhor personagem de 30 Rock, o que justifica e muito, toda e qualquer indicação que o Alec Baldwin tenha recebido por esse papel, onde com uma simples cara de desdém, ele consegue entregar exatamente o tom da piada. E #TEMCOMONAOAMAR o plot onde o ator teve a participação do seu irmão, William Baldwin, interpretando o próprio em um filme para a televisão sobre o sequestro de sua mulher? Ou ele tendo como arqui-inimiga da vez uma adolescente de 16 anos, interpretada a altura pela atriz Chloe Moretz? Ou a sua participação sempre fundamental no reality show da mulher do Tracy?

Preciso até reconhecer nesse momento, que o reality “Queen Of Jordan”poderia virar um spin-off, que eu pelo menos, assistiria com orgulho. E nesse mesmo episódio, além de ganharmos um Jack Donaghy enlouquecido para encobrir o seu “romance” com a sogra, bancando uma série de mentiras absurdas por conta da sua língua solta, dessa vez ainda ganhamos a participação especial de uma criança com talento para megabitch, que foi uma das melhores piadas dessa temporada. Sério, o que foi aquela mágoa da menina pela Liz ter falado que ela tinha as “pernas gordinhas que davam vontade de morder”? Ro-lei. E #TEMCOMONAOAMAR o D’Fwan? Ainda mais com ele aproveitando a mentira do Jack para ganhar o seu tão sonhado selinho.

Nessa temporada ainda tivemos o Kenneth sendo promovido para uma espécie de “censura” da NBC e logo depois sendo demitido, lutando até agora para recuperar a sua vaga antiga. Vaga essa ocupada pela vilã da vez, que escondia uma certa obsessão pela Liz, mas que no final das contas, ainda não ficou extamente claro o porque de todo o seu plano de megabitch dentro da história. Talvez ela seja apenas maluca mesmo…

Já o Tracy…esse continua tão caricata (como sempre) que eu prefiro continuar ignorando. Mas adorei que o acontecimento sobre as piadas homofóbicas dele não foi esquecido e até um episódio sobre o “direito de ser idiota” nós acabamos ganhando durante essa temporada.

Eu nem acho a Tina Fey uma atriz excelente, mas adoro a voz que ela empresta para a série, que é realmente o seu ponto mais forte a ser destacado. AMO o discurso pela luta dos seus direitos, pela opção de viver a vida a seu modo, tudo escondido “descaradamente” no texto de 30 Rock, onde basta prestar um pouco mais de atenção para encontrar suas verdadeiras críticas. Ainda mais porque quase sempre, ela acaba mostrando que para sustentar determinadas posições na vida ou até mesmo os seus ideais, suas personagem acaba se dando mal, ou passando por alguma situação constrangedora, deixando bem claro que ter personalidade não é tão simples assim.

Ainda em busca da sua realização pessoal, Liz tem um novo boy magia para chamar de seu, Criss, ele que não tem a vida tão bem resolvida quanto a dela, mas que pelo menos também não chega a ser um folgado com alguns dos seus ex namorados (falando neles, a visita do Dennis durante essa temporada no Saint Patrick’s Day também foi sensacional, hein?). Relação que ela tentou manter em segredo, mas que depois foi descoberta pelo Jack, para seu total desespero. Um namoro que continua em andamento, onde ambos já estão decididos a criar uma planta juntos. E por planta, leia-se um primeiro filho. Awnnn!

Obviamente que a temporada foi muito maior do que qualquer resumo que eu venha fazer por aqui e a sensação que fica é a que 30 Rock conseguiu recuperar a boa forma do passado e essa detalhe com certeza só vai colaborar para que seja ainda mais difícil nos despedirmos da série, que volta no Fall Season para a sua sétima e última temporada, que além de tudo será reduzida pela metade. Espero que essa covardia com 30 Rock em sua reta final tenha afetado o orgulho pessoalmente da Tina Fey e que ela volte para finalizar essa história da melhor forma possível.

E é claro que todos nós estaremos lá, para nos despedirmo de 30 Rock como a série merece. Clap Clap Clap!

Diz que 30 Rock está bem perto do fim…

Abril 17, 2012

Sim, é o que andou dizendo o Alec Baldwin em seu Twitter, onde o ator garantiu que a Season 7, deverá mesmo ser a última temporada de 30 Rock. Ele que puxou o assunto devido a sua insatisfação com a NBC, que ainda não se manifestou a respeito de suas declarações magoadas (AMO o Alec magoado, ou vcs já se esqueceram dos recados dele na caixa postal da filha no passado?).

Do outro lado, a própria Tina Fey andou declarando recentemente que já consegue enxergar o final de 30 Rock no horizonte, o que de certa forma reforça as declarações do seu colega de trabalho de que a próxima poderá mesmo ser a última temporada da série, que entre as comédias hoje no ar, disputa com toda a sua força o primeiro lugar entre todas elas.

E logo agora, que do alto da sua Season 6, eles andaram recuperando totalmente o fôlego e a série voltou a sua boa forma de antes. Humpf!

Lembrando que dia 26/04, teremos mais um episódio ao vivo da série, que se repetir o feito do último deles, já podemos esperar algo sensacional! Yei!

E qual será o segredo da Liz Lemon, hein?

Dezembro 15, 2011

30 Rock volta em 12/01 para sua aguardadíssima  Season 6 e parece que alguém vai estar guardando um segredo, hein?

Não sei, mas como a Tina Fey teve bebê recentemente, acho que talvez a Liz apareça grávida durante essa temporada…não sei, é apenas uma ideia do que eu senti no promo.

Ansioso mil!

Abraço que todo mundo gostaria de dar

Dezembro 6, 2011

Nela pelo conjunto da obra e nele por ser o adorável Jack  Donachy em 30 Rock, que a propósito, volta quando mesmo? (volta dia 12/01/12, Yei!)

Estamos com saudades hein Tina Fey?

Encontro Alias

Setembro 14, 2011

Bradley Cooper (Höy) e o uncle Saul (Ron Rifkin), matando a saudade do tempo antigo do elenco de Alias no U.S. Open.

Mas parece que a partida não estava tão animada asim…

… porque eu tenho quase certeza que o Bradley Cooper estava tirando uma cochilo nesse momento hein? Zzzz

Diz ae Bradley, como se fala cochilo em francês? Höy!

ps: não vou dizer que rolou um crossover com 30 Rock, porque eu não vi nenhuma interação entre eles, mas vale dizer que essa ai ao lado do Alec Baldwin é a sua namorada atual, que acreditem, se chama Hilaria. Euri

John Krasinski como a gente nunca imaginou

Agosto 11, 2011

E o que é esse caretismo todo? Höy!

#TEMOCOMONAOAMAR?

Agora eu tenho novidades sobre a volta de The Office. Diz que o casal Jim and Pam vão voltar para a nova temporada da série grávidos do segundo filho do casal. Howcuteisthat?

Ansioso mil pelo caretismo do Jim!


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