Posts Tagged ‘Allison Williams’

O red carpet do Golden Globes 2014, festa também conhecida como Tina Poehler e Amy Fey recebem…

Janeiro 16, 2014

tina-fey-amy-poehler

Porque festa boa mesmo tem que ter um red carpet daqueles e o 2014 Golden Globe Awards até que rendeu alguma coisa no quesito “não vista isso nunca mais em qualquer uma de suas vidas”. Vamos ver?

Começando pela dupla que da próxima vez a gente espera que seja um trio (com a inclusão de uma vez por todas da Julia Louis-Dreyfus nesse clã, porque durante a premiação, ela bem fez por merecer, não? Estou rindo até agora com ela sentada na parte dos convidados do cinema e depois voltando as raízes com um hot dog na parte da TV, rs), que cá entre nós e que elas não nos ouçam, não são assim nada geniais quanto são para a comédia na hora de suas escolhas para red carpets. É, AMAMOS vocês meninas, mas não são…

Ainda assim, com acreditamos nessa amizade (a delas e a nossa imaginária com elas) e pela piada sobre “Gravity” envolvendo o George Clooney e a sua dificuldade em permanecer muito tempo ao lado de uma mulher da sua idade (sério, nessa hora senti as duas do meu lado, porque bem já falamos sobre esse mesmo plot por aqui por diversas vezes, acabando de vez com a esperança de nossas mães), só por isso perdoamos qualquer deslize em estampa floral meio assim, volumes desnecessários em tecidos de rica e ou decotes geométricos exóticos que podem te deixar com o peito no formato de hexágono. E evocando os espíritos de Friends antigos, não vamos falar mais nada sobre o assunto, até a próxima premiação, claro.

SandrinhazZZZ

Sandra Bullock, o que deu em você?

Recortou os 3 vestidos que usou em 3 quinceañeras diferentes que comemorou ao longo da vida, fez um origami de qualquer coisa e foi achando que estava preparada para passar batido e ou tombar com todas?

#NAOTABOMNAO e todo o resto, make + picumã, foi aquela preguiça preguiçosa

Assim, não tem Miss Simpatia certa…

Reese Whiterspoon

Gostaria de lembrar a Reese Whiterspoon que ainda há esperança na vida e não tem porque desistir tão cedo…

E uma mulher só deve se vestir assim quando estiver indo para a feira e não para uma premiação. E que nessa feira você não tenha grandes esperanças em relação aos cafuçus das barracas todas na hora da xepa, porque desse jeito, não dá.

#NAOTABOMNAO

zoe-saldana-

Bem fez a Zoe Saldana, que colocou um vestido de quituteira e há quem diga que ela montou uma barraquinha de doces na porta da premiação, porque apesar dos pratos cheios durante a festa, todo mundo sabe que a comida do Golden Globes é pavorosa! (já a bebida… #TODASCOLOCADASDURANTEOSINTERVALOS)

Sério, combo alcinha “Gabriela” + um bordado totalmente meio assim e que de longe imprime flores velhas de cemitério + essa transparência exótica na barra, é claro que #NAOTABOMNAO e jamais, eu digo JAMAIS, ficaria bom estando desse jeito.

Olivia Wilde

Olivia Wilde está linda gravidíssima (do Jason, e estamos precisando ver a cara de um filho do Sudeikis faz tempo, só para comparar algumas coisinhas com “o mês de janeiro”… #ENIGMA), mas poderia ter se esforçado mais e não ter repetido um modelo com o mesmo fundamento da Angelina Jolie anos atrás, não é mesmo?

Preguiça…

Amy Adams

Amy Adams passou pelo pesadelo de todas: tombar com a Meryl Streep (esse primeiro ponto já seria uma parte bem pesada do próprio pesadelo) e ter que subir no palco para receber o seu prêmio vestida assim, super simplesinha.

Não que o modelo seja de todo ruim, mas ainda assim, é pelo menos preguiçoso e não diz nada a ninguém a não ser um gripo bem alto “por um mundo com mais Meryls e menos Amys, por favor!)

allison-williams-

Das nossas Girls, a única que conseguiu nos representar adequadamente foi a Marnie, com esse PB e essa cara linda de garota equilibrada e muito bem realizado no alto dos seus 20 e poucos que quem assiste a série sabe que é mentira neam? E estou amando a Marnie Perde Tudo na nova temporada de Girls, só para constar.

Lena Dunham

Já a Lena Dunham… essa tentou ir de Bela nesse amarelo de rica, mas com todo esse volume na saia, acabou imprimindo um octopus com elefantíase.

Kaley Cuoco

Kaley Cuoco foi com um vestido que ela deve ter pedido para alguém pintar a mão só para combinar com o tapete, não é mesmo?

E Kaley Cuoco tem ou não tem cara de quem combina tudo? #TEM!

#NAOTABOMNAO, se confundiu com o cenário e se camuflou.

Julia Roberts

Sorry Julia Roberts, mas não consigo respeitar uma secretária padrão que não se dá o trabalho de tirar pelo menos a camisa quando chega o final do expediente e é hora de encarar a festa da firma.

Sorry, mas não consigo.

Tatiana Maslany

Das preguiçosas da noite, tivemos a Tatiana Maslany, que parece não ter se esforçado nada para ir ao Golden Globes desse ano e me apareceu com essa cara de qualquer uma de suas clones de Orphan Black ainda desconhecidas, só faltando bocejar…

Emilia Clarke

… e o mesmo vale para a motther of dragons, Khaleesi, que apesar dessa cara de linda que não precisa de nada a não ser 3 apertadinhas na bochecha para ficar mais corada como diriam nossas avós antigas, poderia ter se esforçado um pouco mais e ou levado um de seus dragões para tombar e talvez até chamuscar algumas…

#EUNAOPERDERIAACHANCENUNCA

uma-thurman-

Antes de qualquer tipo de indelicadeza: alguém saberia dizer se Uma está grávida?

Porque se estiver, tudo bem. Agora, se não estiver, acho que o seu modelo Atelier Versace não foi a sua melhor escolha no jogo da vida para a noite da premiação, não é mesmo?

#CREDINCRUX

drew-barrymore-will-kopelman-

Falando em grávidas, descobrimos um dia desses que a nossa Drew Barrymore estava grávida e ela já está nesse estado todo avançado? Tá para quando essa criança, minha gente? (plantão Charlie’s Angels até o final desse post, talvez?)

O vestido não é dos melhores, mas sabe como é neam? Mãe sempre carrega os trabalhos das aulas de arte dos filhos com orgulho, rs

E Will Kopelman, sempre uma visão. Höy!

Kerry Washington

Ainda dentro do mesmo plot das de barriga, alguém que se importe também poderia dizer para a Kerry Washington que não é porque ela está grávida que já está na hora de se entregar e desistir de tudo, não é mesmo?

Jessica Chastain

Jessica Chastain é linda, talentosa, ruiva, mas alguém que se importe também precisa dizer para ela que esse picumã todo puxado para trás a envelheceu pelo menos 20 anos nos últimos 20 minutos…

#NAOTABOMNAO

amber-heard-

O mesmo vale para a petulância dessa Amber Heard, que só porque está pegando o Dionne Depp, acha que pode fazer esse topete de velha guarda de Higienópolis. Tá pensando que é quem no casting do Tim Burton?

#NAOTABOMNAO

Agora, vamos parar de falar só delas, porque esse blog já foi mais comprometido com a magia mágica e precisamos continuar  fazendo jus as nossas tradições da magia à sedução. (beijo Sandrinha!)

Aaron Eckhart

Aaron Eckhart, qualquer dia, qualquer hora, em qualquer lugar, com ou sem a sua caracterização em “Erin Brockovich”. (de preferência com, porque esse é o seu melhor Aron)

Höy!

Aaron Paul

Só pelo carisma, alguém deveria escalar o Aaron Paul para o novo Star Wars. Eu acho. (juro que não tiro essa ideia da cabeça)

Sem contar que pouca coisa é tão legal nesse mundo quanto o Aaron falando o seu famoso “Yeah Bitch”, do qual eu já adianto que sentiremos falta daqui para frente em toda e qualquer premiação de TV.

bradley-cooper-

O Bradley Cooper tem ou não tem cara de moço que a mãe aprovaria facilmente para trazer em casa no almoço em família, huh?

E comprovando essa teoria, olha só quem ele (e aparentemente o Leo também) levou no after da premiação…

Moms

#MOMS

Imagino as prima tudo caindo da mesa em 3, 2, 1. Höy!

ps: não vou nem dizer o que eu costumo levar nos afters, meninos… 

Liev Schrieber

E o Liev Schreiber, tem ou não tem cara de que… cara de que… cara de que faz o mesmo que o seu atual personagem em Ray Donovan, huh?

Höy! Em pensar que ele já foi o ambíguo apatralhado em “Pânico”…

johnny-depp-

Essa imagem permanecerá aqui apenas para que Dione Depp se arrependa amargamente desse look e aprenda de uma vez por toda que não vale tudo pela arte. Mas não vale mesmo!

Mas ainda assim, #RESPECT

Agora muito cuidado, porque as imagens a seguir são altamente mágicas e podem causar os sentimentos mais variados possíveis e todos relacionados com a magia…

michael-fassbender-

Todas as outras barbas ruivas que me desculpem, mas essa barba, essa barba deveria ser declarada como patrimônio histórico da magia mágica ruiva para sempre. Höy!

Ainda mais vindo assim no combo Fassbender, que a gente sabe que entre muitas coisas, é também diversão garantida em diversas outras áreas. #MEMORIES (imaginem Barbra cantando essa hashtag)

michael-fassbender

E apesar do Bradley Cooper ter cara de moço que a mãe só de bater o olho aprovaria no almoço em família, quem é que não iria preferir chegar com todo esse fundamento da magia à sedução ruiva em casa?

Hein? Me digam?

michael-fassbender-

Mas a vida é injusta como bem sabemos e sempre outra biscate menos preparada é quem ganha a chance de receber um olhar dissolve roupa intíma como esses do Fassbender, coisa que nunca acontece com a gente, que somos biscates de um outro tipo. Humpf!

#TEODEIOJONAHHILL

#NUNCAMEOLHEASSIMSENÃOESTIVERPREPARADOFASSY

Bacon

OK, confesso. O Guilt só aceita uma imagem da Kyra Sedgwick se ela vier acompanhada do Kevin Bacon. Só assim.

E uma pessoa que tem Bacon no nome, há de ter o seu valor para sempre, não é mesmo?

Julie Delpy

E o nosso orgulho de encontrar a Julie Delpy em uma red carpet, concorrendo ao prêmio e ainda divando nesse nível francês da simplicidade em vermelho?

#ESTRELINHADOURADACOMSOTAQUEFRANCES

heidi-klum-

Heidi Klum precisa parar de esforçar tanto e precisa também aprender a dizer não para alguns convites de festa, não é mesmo?

Será que ela vai pelos brindes? Porque  é o que algumas de nós fariam (dedos apontados para a minha cara nesse instante)

E ela precisa também devolver o vestido e o penteado da Goldie Hawn antiga. Gratô!

Emma

Emma, sabemos que você mexe com bruxaria, portanto, preferimos não comentar muito esse modelo pavoroso e ou a postura toda errada no momento da foto.

#PEACE

#CORPOFECHADO

#SEUEXPELIARMUSBATEEVOLTA

Já essa outra Emma… bem que poderia ter se esforçado mais e usado algo mais “Oscar” do que “premiação da MTV”, não é mesmo?

Rashida Jones

As meninas de Parks And Recreation também não estiveram muito bem no Golden Globes desse ano…

A Rashida Jones por exemplo (que só de mencionar o seu nome já nos traz um misto de raiva e sono), escolheu esse modelo com bordados  de conqueiros entre Malibu e Miami que não se justificam por nada nesse mundo, nem se eles tivessem sido feitos em ouro e diamantes. Nem se fossem coqueiros de verdade.

#NAOTABOMNAO

Aubrey Plaza

E a Aubrey Plaza também nos surpreendeu investindo no combo Barbie que a propósito, não combina nada com ela, mas nem por isso foi o grande fracasso da sua escolha da noite, que ficou mesmo por conta do modelo (além da cor) em si, todo horrorendo em #CREDINCRUX (3x).

hayden-panettiere-

As vezes, olho para a Hayden Panettiere e chego até a desejar secretamente uma nova temporada de Heroes, só para termos a chance de vê-la morrendo das formas mais variadas e cruéis possíveis. Desculpa, mas é verdade.

#NAOTABOMNUNCA

Paula Patton

Para quem não sabe, essa é a Miss Robin Thicke, a senhora Paula Patton, aquela que teve que fazer cara de que não se importava quando viu a Smiley dançando graciosamente direcionada a região central e sul do seu marido no ano passado, como se eles todos não tivessem combinado tudo antes. Sei…

Digamos que se o seu vestido tivesse sido feito em uma confeitaria, esse confeiteiro seria no mínimo epilético, porque neam?

#NAOTABOMNAO

Jennifer Lawrence

POR FAVOR, PAREM DE PRODUZIR QUALQUER COISA NOVA ENQUANTO NÃO RECUPERAREM O FUNDAMENTO ANTIGO, DIOR!

Obrigatô!

ps: esse cabelo é o cabelo da vida para 10 entre 10 atrizes que tiverem o rosto certo. Anotem + adotem, se tiverem o rosto certo, claro. 

ps2: agora já tenho uma opinião super formada a respeito da J-Law, acho que ela deve ser toda boba mesmo e desejo ser seu melhor amigo de infância em 3, 2, 1.

Taylor Swif

Agora vamos lá… faz tempo que insistimos por aqui dizendo que dentro da Taylor Swift, apesar do pouco espaço, deve morar alguém bem diferente do que ela “tenta parecer ser”, como bem andamos percebendo desde muito tempo…

E mais uma prova disso é que para a festa, diante das câmeras e tudo mais, Taylor escolheu o modelo comportado acima, que não nos diz nada, para o bem e para o mal. Mas quando chegou a hora da festa…

Taylor

… Taylor Swift também conhecida como Cara de Alface e ou Zagueirão da Seleção da Alemanha, colocou sua prisioneira para fora nesse modelo que de longe parece crochê e que de perto, acreditamos que deve ser de qualquer coisa tão feia quanto…

#NAOTABOMNAO

ps: reparem que do olhar a sobrancelha, até a atitude é outra…

Cara de Alface

E na hora de se jogar na pixxxta ela fez o que? A biscate, claro. Todas fazemos.

#GENTEDAGENTE

Lupita Nyong'o

Lupita Nyong’o em cores e fundamento certamente, a mais maravilinda da noite.

Tombou com todas na simplicidade, pelo sorriso e no carisma também.

#QUEROSERLUPITANESSEVERÃO

Cate Blanchett

Cate Blanchett também foi uma das mais maravilindas da festa, embora tenha optado por um look de renda, do qual já estamos um tanto quanto cansados a essa altura, é verdade.

Mas olhem esse rosto perfeito e me digam antes de qualquer tipo de grito histérico e ou cara feia de inveja: é maravilinda ou não é?

(e sim, eu havia me esquecido de Cate Blanchett e só percebi depois dos comments, rs)

Laura Carmichael

Mas a grande surpresa da noite entre as mais bem vestidas do 2014 Golden Globe Awards foi mesmo a ex irmã apenas feia e amarga de Downton Abbey, a atualmente (sim, vamos falar da Season 4 da série em breve) adorável Lady Edith (Laura Carmichael) que tombou com todas na simplicidade e em todo o fundamento do seu bicolor maravilindo.

E para encerrar esse post lá no alto, ficamos com a melhor imagem do Golden Globes desse ano, ela que não aconteceu na premiação, mas foi praticamente o dia em que a Terra parou por conta da magia mágica on a dance floor…

Confessions On A Dance Floor

Duvido que qualquer outra pista no mundo consiga bater o hecatombe que certamente deve ter rolado do encontro do Benedict Cumberbatch com o Michael Fassbender on a dance floor. Sério, #TEMCOMONAOAMAR duplamente e ou não se sentir representado na inveja e vontade de puxar uma amizade, por aquele cara a esquerda de quem vê?

E o pior é que temos tantas perguntas para esse momento, do tipo:

O que estava tocando?

Quem tocou a bunda no chão primeiro? (sabemos que se a dúvida fosse sobre outra coisa, Fassy teria certas vantagens)

Tinha um olho no drink do Sherlock? (essa só entendeu quem tem assistido o sensacional atual retorno de Sherlock)

Qual dos dois você pegaria primeiro?

Cumberbatch viria de Khan ou Sherlock?

Gravata ou borboleta?

ps: nunca estive em uma pista com tanta testosterona e magia resumida entre apenas duas pessoas. Sério, NUNCA!

Golden Globe Awards

E dessa forma, terminamos esse longo post sobre o Golden Globes , com o nível lá nas alturas da magia mágica, claro (bons sonhos). Höy!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

E não é que a MTV conseguiu trazer de volta a vida o VMeitA?

Agosto 31, 2013

mystique

Eis que esse corpo já estava pra lá de frio faz tempo e todo mundo que gosta de música boa (e tem mais de 20 anos) sabe disso, mas não é que a MTV conseguiu trazer de volta o VMeitA para a boca de Matilde?

Sim, só se falava sobre isso nas últimas semanas e não porque a gente estava esperando uma mega apresentação qualquer dos tempos de Britney de maiô e segunda pele cravada de brilhante fajuto e carnavalesco, não porque a Madonna poderia aparecer e tascar um beijo de língua dessa vez com muita esperança em uma Beyoncé ou na Kyle (Minogue, para quem não conseguiu acompanhar a referência teen antiga), ou quem sabe pelo menos tentar roubar um beijinho de esquimó na Björk (#NUNCASERÁS) e sim porque eles estavam prometendo uma reunião noventista que deixou todo mundo preparado para rodar a underwear no alto e tudo isso apenas por um nome: NSYNC. #PLIM + #CRAZYEYES + #UNDERWEARUP

Logo, o que aconteceu foi que todo mundo resolveu dar mais uma chance para o prêmio da MTV que já não é mais o mesmo tem pelo menos uns 37 anos (mentira, mas a minha calculadora da Hello Kitty está longe, então…) e sim por conta dessa reunion que não era uma simples reunion qualquer e sim o reencontro do JUSTIN TIMBERLAKE com aqueles outros quatro com menos sorte na vida.

Mas como nada vem de graça, para acompanhar o que talvez tenha sido o melhor show do VMA em muito tempo, algo também conhecido como Workshop para os menos talentosos presentes na premiação desse ano, tivemos que sobreviver ao velho e bom teste de tortura de sempre, aguentando miados, coreôs desencontradas e artistas que não reconhecemos o primeiro e ou o segundo nome. Então sejam fortes, aproveitem que esse post é rico em imagem & ação e não em som e vejam se vocês conseguirão resistir a esse teste de sobrevivência até o final. Dirrr…rrrty Pop!

katy-perry-wears-roar-g

E já vamos começar por baixo com essa baixaria baixa, falando de Katya Pérrola. Meow! Ou melhor, agora Roar, porque ela diz que já envelheceu no miado.

Katya foi para a briga, mas ninguém levou muito a sério porque neam? Todo mundo sabe que só com os gatos que ela estrangula durante suas performances ao vivo é que ela tem alguma vantagem na vida. Isso e no vestiário da escola, quando rola aquela comparação dos gêmeos, o equivalente a olhada de rabo de olho para os menino,s.

#NAOTABOMNAO

katy-perry

Depois Katya fez a adolescente para tentar se enturmar, de sainha plissada e sorriso metálico e tudo, mas novamente não conseguiu convencer ninguém porque sabemos que ela está na vida e está na batalha tem pelo menos umas três décadas ou quase isso e a pose se era para impor respeito e ou dar medo, só conseguiu imprimir alguém que não estava conseguindo segurar algo incontrolável dentro dela. Sabe aerolitos? Isso ou Katya anda fazendo bico como atriz especializada em cenas grotescas de filmes que poderiam ser menos nojentos e que todo mundo sabe sobre o que estamos falando, mas poucos gostam de admitir, rs.

#EW

#CONTINUANAOESTANDOBOMNAO

2013 MTV Video

Mas o pior mesmo foi Katya desafiando a Liga da Justiça da referência pop e ousando se fazer de Rocky Balboa em uma apresentação pavorosa que só recomendamos que seja vista no mude por motivos de segurança e ou amor próprio.

Sério? Alguém ficou convencido de que com a Lady Gaga abrindo o VMA 2013, Katya conseguiu sair como a grande vencedora da batalha noite? (R: #MASNEMPORUMCACETE)

E o apresentador da MTV dizia que ela prometia se jogar da ponte do Brooklyn em sua performancé, mas recebemos informações seguras de insiders do Brooklyn e da Associação Mundial das Pontes que quem estava querendo se jogar mesmo era a própria ponte do Brooklyn, por tamanho constrangimento ao seus pés, que se existissem, certeza que teriam chutado a moça direto para a Califórnia. #MEOW

Por sorte e sem fazer nenhuma apologia a violência, tivemos esse senhor a esquerda de quem vê tentando fazer justiça no olhar de pura indignação, ou seja, pelo menos fomos representados.

tumblr_ms45qzK8ei1qh9nffo1_500

Já a Lady Gaga… essa entrou com o que I Do Declare ser o nosso #CREAZYEYES oficial!

E a gente é obrigado a reconhecer toda vez que mesmo já estando um pouco cansado de todo o fundamento emprestado da Lady Gaga (emprestado porque não é exatamente novo, mas de certa forma ela sempre soube transformá-lo em algo bacana e porque não “renovado”, vai?), ela é o que de melhor apareceu nesse universo pop e isso ninguém pode negar. FATO. Canta, dança, representa e se apresenta sempre da melhor forma possível e o seu show de abertura no VMeitA 2013 foi uma prova disso.

O que foram aquelas trocas todas no palco? E as perucas que mesmo tortas não saiam do lugar no bate cabelo?

Sério, mandem uma Katy Perry, uma Rihanna ou uma Ke$ha ensaiarem tudo aquilo e me digam se elas conseguem fazer pelo menos 50% sincronizado igual. (R: não conseguem)

lady-gaga-wears-seashell-b

Sem contar que toda e qualquer pessoa com coragem o suficiente para se vestir de sereia em público e encarar um fio dental no meio da multidão merece todo o nosso respeito e os nossos aplausos. Clap Clap Clap!

ps: olhando de longe assim bem rápido e sem saber direito quem são, em um fim de noite escuro, dava ou não dava para pegar pelo menos uns 3 desses One Directions? Do mais feminino ao mais durinho e sendo bem sincero, claro que dava. Höy! (e de preferência, não precisa nem cantar. Gratô!)

rihanna

E no VMA 2013 ainda tivemos a Rihanna, que não se esforçou muito na hora de escolher seu outfit e achamos que talvez esse seja o melhor caminho para suas escolhas…

#PENSEMENOSRIHANNA

jared-leto-mtv-

Tivemos também o Jared Leto provando que está em dia no casting para propaganda de shampoo e há quem diga que com a roupinha de sereia certa, ele poderia ter passado batido no fundo do mar ao lado da Lady Gaga…

#DIVOUNOPANTENE

allison-williams

E a Allisson Williams jogando na cara do universo o quanto ela é bonita. Sério gente, o que é essa Ghol? O que são essas pernas no red carpet? O que deu de errado com a nossa forma quando fomos feitos?

Perguntas que aguardam respostas do senhor todo poderoso, Cher…

#QUEREMOSSERAALISSOM

selena-gomez-

E alguém que se importa bem que poderia ter dado um toque na Selenita dizendo que ela não tem cara de quem sustenta esse Versace.

Ficou velha, ficou lavada e ficou claro que ela emprestou o modelo. #DEVOLVEULAVADOASECONASEGUNDA

2013 MTV Video

Outra que obviamente errou o modelo foi a Rita Ora, que sem um logo ao fundo para ajudar e ou uma platéia tão xovem ao lado, a gente jamais diria que ela estava pronta para não fazer nada no VMA 2013 e sim em um outra premiação mais arrumadinha qualquer. E foi sem o Calvin (bi-a-tch) e sem a Delevingne, hein?

taylor-swift-harry-

Algo que valeu também para a Taylor Swift, que estava animadíssima durante a premiação, por isso desconfiamos que ela havia abusado do Todynho e ou do suco de beterraba + cenoura + laranja no backstage. Desconfiamos…

Chegamos até a simpatizar com a moça, que fez a vingativa e esclareceu que o seu single vencedor de um prêmio preguiça qualquer da noite era sim referente a um dos One Directions, mesmo correndo o risco dele ter dado o troco quando subiu ao palco logo depois, dizendo um “CHUPA INDEED” bem sonoro, citando nome por nome dos outros todos da lista da Taylor, algo que tomaria pelo menos metade do tempo da premiação e ele ainda correria o risco de ser retirado do palco com aquela vinheta constrangedora que eles tocam no Oscar quando alguém menos relevante fala mais do que “Obrigatô”, mas logo em seguida voltamos com toda nossa ira para o lado de Taylor cara de alface Swift, que estava animada demais para o lado do nosso JT. Bi-a-tch.

vma-winners-1

Por sorte, ele parece não ter dado muita confiança e ou ela estava com bafo. Apostamos que ela estava com bafo, porque porre de suco de beterraba com laranja e cenoura, sempre deixa bafo. Não que a gente frequente esse tipo de drink…

2013 MTV Video

Até que chegamos o um dos momentos mais constrangedores da história de toda e qualquer premiação: Miley Cyrus

Primeiro que qualquer pessoa que me aparece em um red carpet com uma roupinha completamente meio assim para não dizer pobre, feita a base de muita bijoux barata, cola quente e mau gosto, já deixa pelo menos a dica de que algo de muito ruim estava prestes a acontecer…

miley-cyrus-we-cant

…. isso até ela subir no palco e provar que o que já estava bem ruim poderia ficar ainda pior, insistindo no look Cynthia dos Anjinhos (que só a Gwen antiga conseguia sustentar no final dos 90’s), com uma intro longamente constrangedora (sério, foram quantos minutos dela se debatendo em ursos e se achando a inovadoramente inovadora?), mostrando a língua a cada 2 segundos e meio e começar a dança do Vaginil, que na verdade, há quem desconfie que não passava de uma ação publicitária para um novo higienizador para a região down sul feminina.

Com uma bundinha mais sofrida do que a de um frango atropelado, Smiley passou alguns minutos roçando em ursos, enfiando a cara entre bundas gigantescas e mostrando que o seu físico de lagartixa é o que não devemos copiar para o próximo verão. Parecia até que o Gollum havia se transformado em uma estrela pop totalmente decadente. Sério. O que foi aquilo? Faltou ou não faltou alguém que se importe para dar 3 tapas na cara dela, jogar um roupão na suas costas e dizer “vamos sair já daqui”, hein?

robin-thicke-give-it-

Depois disso ela saltou como um grilo albino para um duéte com ninguém menos do que o Robin Thicke, que ninguém conhecia muito até então, mas que sonha em ser o Timberlake, só que nunca serás, apesar de ter certa magia reconhecida e de ter feito esse cover sensacional aqui ó, e entre várias passadas de mão fake (que se ela fosse mulher mesmo como diz ser agora, teria A) metido a própria mão mesmo, como a dele na foto com a tal estudante que andou circulando por aí… ou B) investido em uma mão do Mickey, só para fazer a ex funcionária amarga com a empresa antiga) e um twerk que imprimiu aquela amiga com sérios issues relacionado a uma boa father figure, que dá vexame em festa de debutante porque resolve fazer a sensual com os tios mais velhos e não com a caravana da acne, que estaria mais para o seu target, sabe? Então… #CREDINCRUZ

robin-thicke

Um horrrrrrrrroar, com todos os “Rs” possíveis! Claro que foi tudo combinado, ensaiado e estavam todos de acordo com os movimentos (por isso não concordo com quem pensa que eles desrespeitaram alguém, a não ser nós mesmos e o bom gosto), mas tudo foi tão meio assim, tão fora do propósito e com um conceito tão equivocado, que o que era para ser “provocativo”, acabou nos provocando apenas náuseas e vergonha pela falta de talento dela, que não conseguiu nos passar qualquer outra coisa a não ser um grito de DESESPERO ecoando do seu microfone. Sem contar que a performance acabou deixando o Robin ainda em stand by no limbo dos ainda não tão conhecidos. Sorry, Robin, mas é verdade.

miley-cyrus

Previsões: menos de um ano para ela ir para a fake rehab por seu vício em sálvia e aparentemente, Vaginil. Menos de seis meses para durar esse casamento (se acontecer) com o Liam e ela começar a sair com garotas só por divulgação. Menos de dois anos para ela virar uma cantora country hippie gospel e colocar toda a culpa no coisa ruim. Menos de 3 anos para ninguém lembrar do seu nome sem fazer algum esforço. Menos de 10 anos para ela estar fazendo participações em cidades pequenas de países menos desenvolvidos vestida de Hannah Montana. E isso não é uma praga.

justin-timberlake-p

Até que chegamos ao prêmio prometido da noite, a homenagem a carreira do Justin e a possibilidade de uma reunion do NSYNC, que foi o que nos manteve acordados durante o VMA 2013 (isso e a companhia no Twitter, que é sempre uma delícia em noite de premiação. THNKS!) e eu diria até que se para uma performance daquelas do JT fosse necessário passar por uma Katya, uma Smiley promovendo o Vaginil, uma Taylor Swift colocada de suco de cenoura com laranja e beterraba e qualquer um dos One Directions de novo, que assim seja, porque por aquela performance, a gente aguentaria tudo isso mais uma vez. Sério. Höy!

justin-vma201343383

E o JT #DIVOU com seus pouco mais de 15 minutos inesquecíveis de uma performance que mais parecia uma workshop para toda aquela gente menos qualificada se apresentando ou não na mesma apresentação. E teve ele sendo maravileeeandro e ou foufo agradecendo a avó, fazendo coreôs animadas como poucos conseguem e é meta de 24 a cada 24 de nós que todo mundo bem sabe, teve ele cantando no falsete como um boy magia que se preze deve cantar no falsete, teve ele passando no público e levando mãozadas (eu vi e invejei) e teve ele se reunindo com 4 amigos antigos que me fizeram embarcar para 1900 e qualquer coisa de novo. Pensei até em fazer um permanente, mas achei que não daria tempo e  no desespero da comoção, quase fiz um miojo e joguei na cabeça, só para fazer uma homenagem.

2013 MTV VMA

Sério, imaginem uma pessoa rodopiando no quarto quando reconheceu “Gone” ao fundo, tentando acompanhar (e conseguindo, diga-se de passagem, tisc tisc, #SUCKIT) todas as coreôs, pulando na cama e gritando feito um adolly all over again?

Pena a participação do NSYNC ter durado míseros 2 minutos, humpf… mas já foi o suficiente para fazer todas rodarem a underwear no alto, não foi? (rodando a minha tudo de novo só de lembrar)

61f0a88903ee4aae_tumblr_ms4952MHdY1qh9nffo1_500

E  quem diria que entre todos os NSYNCs, logo o Lance seria aquele que já não conseguiria mais acompanhar os passos todos? (R: todas apostavam que o erro seria dos mais gordinhos da direita de quem vê e quebraram a cara)

E quem notou que pelo menos dois deles passaram um pretinho básico na careca antes de passar na TV? (R: JC + Chris)

E quem diria que o JC pegaria o mic no final e arriscaria uma firula semi constrangedora e totalmente desnecessária? (R: todo mundo)

E quem diria que entre todos eles, o JT realmente é quem conseguiu se manter divamente até hoje, tirando o fato dele já ter casado com alguém de vestido rosa bebê? (R: TODO O UNIVERSO)]

E quem esperava que ele arriscasse um selinho em pelo menos um deles para dar o troco antigo que ele engoliu seco na performance da Madonna antiga com a Britney? (R: seria um sonho, mas sonho mesmo seria se ele beijasse um Backstreet Boy. Sério!)

justin-timberlake-p

(♥) #PLIM

Ou seja, se para ganhar um presente como esse fomos submetidos a qualquer tipo de tortura com os demais convidados presentes no VMeitA 2013, não podemos nem reclamar vai?

Clap Clap Clap!

E agora só nos resta ter que lidar com a depressão de não ir no Rock In Rio para ver o nosso JT ao vivo… (não gosto nem de lembrar). Alguém me leva? Juro que me comporto… (cruzando os dedos)

#VEMPARASPVEMPROESSYVEMPRAVIDAJT

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

madonna

E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

gisele-bundchen-tom-brady-met-ball-2013

Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

gisele-bundchen

Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

anne-hathaway-bleach-blonde-hair-at-met-ball-2013

E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

beyonce-met-ball-2013-red-carpet

Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

carey-mulligan-red-carpet-met-ball

O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

chloe-sevigny-met-ball-2013

Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

christina-ricci-met-carpet-03

Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

jennifer-lawrence-met-ball-2013

Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

marion-cotillard-met-ball-2013-red-carpet

Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

john-krasinski-emily-blunt-met-ball-2013-red-carpet

Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

claire-danes-hugh-dancy-met-ball-2013

Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

emilia-clarke-met-ball-2013

Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

julianne-moore-met-ball-2013-

Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

maggie-gyllenhaal-met-ball

Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

anna-wintour-met-ball-2013-with-bee-shaffer

Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

ginnifer-goodwin-met-ball-2013

jessica-pare-met-ball-2013

Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

Uma

Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

renee-zellweger-met-ball-2013

Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

kirsten-dunst-met-ball-2013

Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

chung-rubik-rocha-met-ball

Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

kerry-washington-met-ball

E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

miranda-kerr-met-ball-2013

Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

emma-watson-met-ball-2013

E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

gemeas

OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

gemeas más copy

… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

gwen-stefani-gavin-rossdale--met-ball-2013

Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

aubrey-plaza-red-carpet-met-ball

E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

KS

Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

diane-kruger-joshua-jackson-met-ball-2013

Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

mindy-kaling-met-ball-2013

Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

lena-dunham-allison-williams-met-ball-2013

Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

zooey-deschanel-=-met-ball-

Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

nina-dobrev-met-ball-2013

Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

kate-beckinsale-met-ball-2013

E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

taylor-swift-met-ball-2013

Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

cameron-diaz-met-ball-2013

Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

marc-jacobs-sofia-coppola-met-ball-2013

ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

sarah-jessica-parker-met-ball-2013

Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

nicholas-hoult-met-ball-2013

E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

nicholas-hoult-met

Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

rooney-mara-met-ball-2013-red-carpet-03

rooney-mara-met-ball-2013-red-carpet-05

O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

miley-cyrus-met-ball-2013

OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

miley-cyrus-met-ball-2013 14

… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

nicole-richie-met-ball-2013

Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

nicole-richie-met-ball-2013-r

De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

madonna-short--met-ball-2013-red

Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

What a girl wants? (Girls – Season 2)

Abril 5, 2013

girls-season-2-poster (1)

(para começar ouvindo essa faixa aqui, a qual responde a questão acima)

Uma garota sempre quer muitas coisas. Na verdade, todo mundo sempre quer muitas coisas. Mas o que fazer quando conseguimos atingir o nosso objetivo? E quando você descobre que o seu objeto de desejo não é mais tão desejável assim? Ou pior, continua sento altamente desejável mais uma vez que você o alcança, tudo muda e você não sabe muito bem como lidar com aquela nova situação?

Mais ou menos dessa forma, reencontramos com as nossas garotas preferidas do momento, elas que continuavam as mesmas, tentando sobreviver às incertezas de uma idade que se aproxima cada vez mais do futuro e mesmo assim, nós continuamos ainda não tendo muita certeza sobre o que vai ser dele (ou de qualquer outra coisa) e enquanto isso, vamos aproveitando um pouco mais para experimentar e tentar coisas novas enquanto ainda há tempo de não se sentir tão ridículo (algo que inclusive é importante manter, rs). NY também continuava a mesma de sempre, oferecendo o cenário perfeito para uma história como essa, cheia de possibilidades para se explorar e ao mesmo tempo engolindo sonhos na velocidade impiedosa de qualquer cidade grande, que parece nunca ter tempo a perder com ninguém. Mas Girls parecia diferente. Alguma coisa na série estava bem diferente do que já conhecemos da mesma, de sua adorável Season 1 até que recente, pela qual nos apaixonamos facilmente e nos viciamos quase que instantaneamente. Mas se os personagens e o cenário dessa história continuavam os mesmos, o que estaria tão diferente nessa Season 2 de Girls?

E essa diferença estava principalmente nas realizações de cada uma delas, que conseguiram alcançar parte do que parecia importante para cada uma durante a primeira temporada e agora chegava a hora de aprender a lidar com essas novas situações. Uma precisava conseguir um trabalho e se sustentar sozinha com a própria arte. Done (✓). A outra precisava colocar os pé nos chão e provar para ela mesmo que seria possível estabelecer uma relação com endereço fixo, pelo menos uma vez na vida. Done (✓). Havia também aquela que estava desesperada por um namorado, alguém para finalmente poder dividir seus momentos e quem sabe equilibrar a sua ansiedade e ao mesmo tempo, havia aquela outra que precisava se libertar do namorado que ela não conseguia mais aguentar porque estava sempre presente. Done (✓) e Done (✓). Claro que a vida dessas meninas não se resume apenas nisso, como a de ninguém se resume (e se isso está acontecendo com você, pode ter certeza que tem algo errado com a sua vida) e elas também tinham outros desejos além do óbvio. Alguns escondidos, algo que só fomos descobrir agora, quando passamos a conviver um pouco mais com todas elas e fomos nos tornando mais íntimos e outros estavam escancarados o tempo todo na personalidade de cada uma das personagens.

E agora que finalmente alcançaram parte dos seus sonhos, as meninas de Girls realmente pareciam não saber muito bem como lidar com toda aquela situação e essa sensação é tão honesta. Querer alguma coisa é natural para todo mundo, desejar muito algo que parece distante, quase inalcançável, todo mundo deseja. Mas as vezes fantasiamos tanto essa conquista que esquecemos da prática, de que na hora em que acontece, tudo pode ser bem diferente do que na teoria dos nossos sonhos. Sabe quando você encontra aquele artista ou pessoa que admira por algum motivo qualquer e que sempre quis estar perto e quando isso finalmente acontece, você não sabe nem o que dizer e a acaba reagindo de uma forma inesperada e provavelmente se arrependendo e ou se envergonhando disso logo depois? Então… acho que esse exemplo bobo serve bem para ilustrar o atual momento dessas garotas.

Girls recap It's Back

Talvez por esse motivo, essa Season 2 de Girls tenha sido tão recheada de momentos pouco eufóricos e muito mais profundos do que durante a anterior, apesar de se tratar de uma temporada de realizações para todas elas. A sensação foi a de que conseguimos atingir o nosso objetivo, tínhamos motivos para estarmos mais felizes do que nunca, mas não ficamos. E porque? Por isso também essa temporada pode ser considerada como uma temporada “experimental”, porque além de novas situações, experimentamos também novos sentimentos em relação àqueles personagens, que em tão pouco tempo se tornaram tão queridos, mesmo não sendo os mais engraçados da TV, ou os mais bonitos, algo que ainda parece ser relevante para alguns (o que eu acho e sempre achei uma grande bobagem, além de soar como um “preconceito velado” quase que escancarado). Dessa forma, acho que podemos dizer que a primeira temporada de Girls foi a nossa “fase inicial de namoro”, onde nos apaixonamos completamente e finalmente conseguimos conquistar o nosso alvo e essa Season 2 seria algo mais como aquela fase pós-começo de namoro, quando a realidade começa a ficar mais evidente e chega a hora de conhecer o outro mais a fundo, conviver com seus medos, falhas, defeitos e aceitar que ninguém é feito apenas de qualidades. Algo difícil para os dois lados, o de aceitar tudo isso e encarar que nem tudo é tão perfeito assim e também o de ter coragem de deixar transparecer toda essa verdade que muitas vezes preferimos deixar escondida, principalmente no começo de qualquer relacionamento.

Apesar das diferenças no tom da série, não podemos negar que esse equilíbrio entre o drama e a comédia sempre foi o seu grande atrativo, fazendo parte da sua mitologia desde o princípio. Girls pode não ser a série mais engraçada (embora tenha ganhado alguns prêmios por isso e todos merecidos por sinal), aquela que vai te fazer rolar no chão de tanto rir (algo cada vez mais raro hoje em dia), pode não ser também aquela série que vai te dar um banho de referências da cultura pop por segundos a cada novo episódio, mas mesmo assim, a série consegue ter seus momentos de pura diversão e isso explorando perfeitamente o cotidiano, o comum, o possível de acontecer na vida de todo mundo que um dia já se encontrou em alguma situação semelhante (o que é bem provável para uma maioria). Como não achar graça por exemplo, da Hannah demonstrando toda a sua teimosia em uma cena simples de higiene pessoal, com ela indo longe demais com o uso do cotonete e por consequência indo parar no médico por conta daquela situação embaraçosa, sozinha, sem ninguém para cuidar dela? (sabe quando ela quebra alguma coisa de vidro e não tem pai ou mãe para consertar o ocorrido? Um ótimo exemplo de um dos primeiros momentos onde você se dá conta de que realmente está sozinho) E a forma completamente cínica com que o médico conversava com a personagem? E toda a teimosia aparecendo novamente no final, com a personagem persistindo no erro, ilustrando perfeitamente o atual momento da sua vida? #TEMCOMONAOAMAR e ou achar graça? Sério?

Essa é a graça de Girls. Rir dos próprios problemas sem ignorá-los ou transformá-los em comédia pastelão (apesar de também se arriscar e com sucesso dentro desse universo, vide a Hannah cortando o próprio cabelo, inspiradíssima no curto da Carey Mulligan. Quem nunca?), mostrando que a gente pode até ter vontade de gargalhar depois, mas na hora, nada é tão divertido assim quanto pode até parecer. Há também quem reclame das cenas de nudez, dos excessos que a série comete dentro desse universo mais animador e muitas vezes constrangedor, mostrando os personagens em momentos bem realistas e altamente íntimos, com detalhes que normalmente a gente esconde quando resolvemos contar algo semelhante, mesmo para as nossas amigas mais intimas. Algo que a essa altura também parece tão irrelevante, porque quem ainda não entendeu que Girls é uma série da HBO, um canal a cabo que tem muito mais liberdade para mostrar o que quiser e ou ainda não se acostumou que Girls é uma série que “faz xixi de porta aberta” (sorry, não consegui encontrar uma definição politicamente correta mais adequada), hein? Realmente, não é possível entender o que uma pessoa que ainda não entendeu ou se acostumou com tudo isso continua fazendo enquanto sua audiência.

Mas agora precisamos falar de cada uma delas individualmente, elas que embora estivessem envolvidas em situações completamente diferentes, estavam todas enfrentando um momento bem parecido na questão de estarem experimentando algo novo, seja um novo sentimento, um novo amor, ou até mesmo uma droga nova. Novos sentimentos, novas possibilidades, cada uma dentro do seu próprio fundamento, tentando ou involuntariamente aprendendo algo novo. E esse é outro detalhe bacana de Girls, que consegue encontrar naturalmente essa ligação entre personagens tão diferentes, inclusive os meninos, dos quais nós falaremos depois, claro.

girls-season-2-episode-3-bad-friend

De todas elas, Marnie (Allison Williams) foi quem mais surpreendeu de forma positiva durante essa temporada. A garota certinha, controlada e controladora acabou soltando os freios pelo menos uma vez e viu a sua vida despencar em uma velocidade assustadora, que ela mesmo quase que não conseguiu controlar. Com Booth Jonathan (Jorma Taccone), Marnie nos entregou um dos seus melhores momentos dentro da série, com ela finalmente perdendo totalmente o controle, se deixando levar e se entregando para alguém tão controlador e distante quanto ela estava acostumada a ser, se colocando exatamente no lugar do seu ex, Charlie (Christopher Abbott). Nesse simples detalhe, estava explicada toda a química que sempre existiu entre os dois personagens. Simples assim (e o detalhe da profundidade do Booth também foi bem importante para a história). Além disso, Marnie perdeu de vez o namorado, porque fez essa escolha durante a temporada anterior, se arrependeu logo em seguida, mas teve que amargar encontrá-lo constantemente com sua nova namorada. Tem situação mais constrangedora? Tem sim, mas certamente essa é um bom exemplo de uma delas. Outro momento importante para a personagem foi quando a sua relação de amizade com a Hannah foi confrontada de forma dura até, com ela tendo que ouvir que nunca foi uma amiga tão boa quanto imaginava ser. E isso nós sabemos que é verdade, embora ambas tenham suas falhas e complete perfeitamente a outra. E talvez essa tenha sido a grande descoberta da personagem durante essa temporada, a de que ela não era tão perfeita como imaginava ser. Aí descobrimos que Marnie não era apenas aquela cold bitch que nasceu para ser uma executiva em Wall Street mas estava se aventurando em galerias de arte em NY só porque achava “cool”, Marnie tinha sonhos, o sonho de ter uma vida incerta como artista, revelando só agora o seu desejo secreto de se tornar uma cantora. E que momento lindo foi aquela sua apresentação na empresa do boy magia agora rico por conta inclusive da relação complicadíssima dos dois? (não entendi até agora o porque que os hipsters da empresa torceram tanto o nariz naquele momento. Quer dizer, até entendi, mas não achei justo, porque a apresentação foi ótima!) E esse momento só não foi mais lindo do que a declaração de amor super sincera entre ela e o Charlie no final da temporada, com ambos sendo completamente honestos em relação aos seus sentimentos, nos entregando uma declaração de amor das mais lindas da TV. Pena que tudo isso talvez tenha sido prejudicado com a recente notícia de que por um desentendimento do ator com a Lena Dunham e os rumos de sua série, ele não estará mais no elenco da Season 3 de Girls, que começa a ser gravada em breve e está prevista para 2014. E isso logo agora (e só agora) que o seu personagem havia ficado mais legal. Humpf!

GIRLS-season2-episode9

Shoshanna (Zosia Mamet) também estava se sentindo uma garota realizada agora que não era mais a última virgem de NY e de quebra, havia descolado um boy magia para chamar de seu. Mas o seu maior sonho acabou se tornando um verdadeiro pesadelo, com a realidade da convivência e a rotina de uma vida a dois se transformando em algo muito maior ao que ela poderia suportar na atual fase da sua vida eufórica e cheia de sonhos. Para a sua personagem, sobrou o plot das grandes diferenças, com a Shoshanna sendo a euforia da juventude e o Ray (Alex Karpovsky) sendo o representante da amargura de alguém que teve os sonhos roubados pela própria idade a mais que ele carregava. E uma rotina que acabou acontecendo sem ela perceber, com o Ray ficando em sua casa sem pedir ou avisar, por se encontrar sem ter para onde ir. Se não fosse o detalhe de que ambos estavam apaixonados um pelo outro, algo que descobrimos ao mesmo tempo em que ela percebeu que ele havia ficado porque não tinha mais para onde ir, tudo seria uma grande sacanagem. Mas não foi (felizmente) e só assim percebemos que algo importante estava acontecendo entre aqueles dois. Algo realmente importante, só que na hora errada, com a Shoshanna querendo tudo e o Ray já se encontrando em um estágio da vida onde já não existe mais a fantasia de que tudo ainda é possível. Percebendo o atual rumo da relação, Shoshanna acabou se aventurando com outro e obviamente não conseguiu lidar muito bem com o peso da culpa após esse plot da infidelidade. Mas na verdade, apesar da imaturidade da personagem, ao contrário do que se poderia imaginar, ela não pareceu estar arrependida do que fez e sim “do porque fez”, algo que acabou pesando ainda mais, levando o casal ao final da relação. Apesar disso, a sensação que fica é a de que o Ray vai tentar ser aquele homem que a Shoshanna gostaria que ele fosse e que talvez ele mesmo também gostaria e só não achava que ainda seria possível. Veremos… (e #TEMCOMONAOAMAR ela saindo depois do break-up e ficando com um cara exatamente com o estereotipo que o agora ex descreveu anteriormente? Repito: quem nunca?)

Girls-Season-2-Episode-7-Video-Games

Agora, quem não tinha certeza de que o casamento da Jessa (Jemima Kirke) não duraria quase nada, que atire o primeiro bem casado congelado desde a cerimônia? Estava na cara que aquela relação, embora até que adorável (muito disso por conta do Chris O’Dowd, que é sempre ótimo. Höy!), não duraria nada. Jessa sempre teve um espirito livre demais para se apegar a alguém daquele tipo e a visão dela para os motivos que levaram o marido a se interessar por ela não poderiam ser mais claros. Óbvio que ele a enxergava como uma aventura, como se tudo que ele quis ser na vida e não conseguiu, pudesse pelo menos ser absorvido por osmose através convivência. Na verdade, ele parecia estar apenas interessado em alguém que tivesse melhores histórias para contar. Divorciada, em crise por ter que encarar a derrota de ainda não ter conseguido realizar a tarefa de se estabelecer em algum lugar, Jessa esteve visivelmente decepcionada com a própria falha, para nossa surpresa até, porque ela nunca nos pareceu ser esse tipo de pessoa. E o que a princípio poderia soar como um exagero para a mitologia da personagem, mais tarde descobrimos que vinha do exemplo que ela mesmo teve em casa, quando conhecemos o seu pai e descobrimos que Jessa, apesar de condenar o comportamento do próprio pai, nada mais fazia do que repetir o mesmo tipo de comportamento em sua própria vida. Um momento excelente, diga-se de passagem, com uma profundidade importante para a série e para o personagem, com ela se encontrando desolada ao perceber que o pai mais uma vez a havia abandonado (lindíssima aquela cena dela sentada no balanço com o pai). E como a personagem ainda não tinha maturidade o suficiente para lidar com a situação aprendendo alguma coisa com tudo aquilo (poucos adquirem esse tipo de maturidade tão cedo na vida), ela fez exatamente o mesmo que seu pai e abandonou a Hannah deixando apenas um bilhete, dizendo que foi ali comprar bagels fresquinhos e que voltava logo mais.

o-GIRLS-SEASON-2-EPISODE-4-570

Mas de todas elas, não tem como não reconhecer que quem mais “experimentou” em todos os sentidos foi mesmo a Hannah (a bola é minha e eu faço o que eu quiser, rs). Ela que até tentou emplacar um novo relacionamento, mas acabou não sendo muito bem sucedida, ainda mais tendo o Adam para cuidar, devido aos acontecimentos do final da temporada anterior e uma boa parcela de culpa da sua parte sobrando como consequência de tudo aquilo. Apesar de sozinha, Hannah parecia estar muito bem resolvida quanto a isso, se dedicando mais ao seu lado profissional, encontrando a possibilidade de escrever o seu primeiro livro. OK, um eBook, mas ainda assim, já era o seu primeiro passo literário e que além de tudo iria lhe render alguma coisa financeiramente. Mas sob pressão, Hannah acabou travando e não conseguindo realizar tudo aquilo que ela havia se comprometido a fazer e como efeito colateral dessa pressão toda, acabamos descobrindo um outro lado da personagem, que exatamente por esse motivo voltou a sofrer de um trauma antigo, trazendo a tona o seu nível de TOC avançado, que descobrimos que já havia sido tratado durante a sua adolescência, mas que dessa vez voltava para desestabilizar a coitada, em repetitivas sequências de ciclos de oito. Não sei se por sofrer de algo muito parecido (é, confesso, mas os meus vão até 10. Suck it Hannah Horvath), acabei me identificando completamente com esse plot da personagem e apesar de entender e dividir um pouco do mesmo problema (para se ter uma ideia, quando criança, eu gostava de ir ao supermercado com a minha mãe só para organizar o seu carrinho de compras. Sério, essa era a minha diversão, isso ou quando ela me “deixava” organizar a dispensa, rs), acabei achando divertidíssimas todas aquelas cenas com os surtos obsessivos compulsivos da personagem (o primeiro deles me fez dar gargalhadas compulsivas sem precisar do meu ciclo de 10 e ainda tem gente que acha que Girls não é uma grande comédia. O capeta está de olho, viu?) e nessa hora, não teve também como não achar deliciosa a relação que ela mantém com seus pais, com a mãe sendo extremamente rigorosa com ela sempre, forçando a filha a crescer a todo custo e o pai morrendo de preocupação e culpa ao perceber que a filha não estava nada bem e para ele não custava muito ajudar. (aliás, pelo pouco que conhecemos dos seus pais eu já acho que a Hannah tem muito dos dois)

girls-season-2-episode-3-bad-friend-lena-dunham

Dividindo o apartamento com o Elijah (Andrew Rannells) durante essa temporada, Hannah acabou ganhando uma dinâmica nova e adorável quando em casa, dividindo muito mais semelhanças com o antigo ex agora melhor amigo gay, do que todo o tempo em que ela passou morando com a Marnie, que  vamos combinar que mais parecia sua mãe do que amiga. Fato. E os dois viveram momentos ótimos juntos e obviamente que o melhor deles foi aquele “experimento” sugerido pelo novo chefe, para que Hannah encontrasse algum material mais interessante para escrever sobre. Uma sequência sensacional, ilustrando de forma bem real os absurdos e excessos que podemos cometer quando não estamos no nosso estado normal e aquela discussão entre os dois onde o Elijah voltou para o armário e contou que semi transou com a Marnie foi sensacional e a reação da Hannah não poderia ter sido melhor e ou mais honesta. Quem não se sentiria exatamente da mesma forma, apesar das circunstâncias e levando em consideração todo o histórico dos envolvidos, que atire o primeiro poster do George Michael, do Ricky Martin ou do Lance Bass, dependendo da sua geração. NOW! Aliás, acho que vale dizer que apesar de repetir algo bem próximo do que ele já vive adoravelmente em The New Normal (outra série que todo mundo deveria assistir), o ator Andrew Rannells foi uma excelente aquisição para a série e a boa notícia é que ele já assinou com a HBO e está garantido para retornar durante a já confirmada faz tempo Season 3. (Yei!)

Agora, o ponto alto dessa temporada foi um episódio que a princípio poderia parecer super aleatório (2×05 “One Man’s Trash”), mas que na verdade foi praticamente um desabafo da própria Lena Dunham, que nitidamente estava usando sua voz através do personagem para desabafar um pouco do que ela mesmo sentia naquele momento a respeito de todas as expectativas em torno do seu nome, que recentemente acabou se tornando algo gigantesco, com todo o destaque e reconhecimento (repito, merecido) que Girls andou recebendo da mídia e em quase todas as premiações. Episódio esse que contou com a magia mágica do Patrick Wilson (Höy!), vivendo o sonho do futuro da Hannah (e de boa parte de todos nós. Aquela casa dele então é exatamente a minha casa dos sonhos em NY e que eu sempre construo no The Sims e isso desde o The Sims 1. Sério), encontrando o homem perfeito na casa perfeita e que a fez enxergar que tudo que ela mais queria na vida na verdade era exatamente o que todo mundo quer: ser feliz e ter uma família, uma casa com a geladeira e os armários forrados com as coisas certas (rs). E forma com que a personagem chegou a essa conclusão, se sentindo desolada por ser tão comum, foi de uma honestidade absurda, algo importante para aquela situação (me lembro de sentir algo muito parecido quando cheguei a mesma conclusão de que na verdade, eu nem era tão diferente assim…). Sem contar que o episódio foi maravilhoso do começo ao fim, quase que como se ele tivesse sido inteiro inspirado nos filmes do Woody Allen, por exemplo. Aliás, acho que ele poderia ser exatamente um dos filmes do Woody Allen. (até a trilha que encerrou o episódio lembrava o seu fundamento)

enhanced-buzz-11634-1360780577-1

Episódio esse que ainda trouxe uma história excelente de bastidores, com várias pessoas usando o Twitter para fazer críticas no mínimo absurdas, sobretudo preconceituosas, dizendo que jamais uma menina como a Hannah (considerando seus próprios padrões de beleza) conseguiria despertar o interesse de um cara nível Patrick Wilson de magia. Um comentário preconceituoso e imbecil que não poderia ter ganhado uma resposta melhor no formato de um tapa na cara com direito a solitário de diamantes caros, com a própria esposa do Patrick Wilson se manifestando a favor da personagem e respondendo uma dessas pessoas cretinas no Twitter, dizendo que não só isso era possível, como ela que é casada com o ator, também era uma mulher que não se encaixava perfeitamente em um padrão de beleza que quem é inteligente sabe que não precisa ser regra para todo mundo. PÁ! E essa é uma crítica que vem sendo feita de forma cruel e pouco inteligente em relação a personagem na série e para essas pessoas eu só tenho a dizer que nada foi mais sexy durante essa Season 2 de Girls do que o corpo nu da Lena Dunham em meio àqueles lençóis de 180 fios egípcios na cama do personagem do Patrick Wilson, cheia de curvas e encarando lindamente uma cena de nudez, mostrando que a sorte e a beleza existe para todo mundo, basta você estar confortável com o que tem para oferecer e pronto, a mágica acontece. E a propósito, nada é mais feio do que o pensamento de que apenas corpos esculpidos em mármore a base de suplementos alimentares e outras substâncias, dietas da depressão ou gente com os dentes extremamente clareados, são as únicas pessoas que devem ocupar um espaço na TV. NA-DA. (irônico é procurar a imagem de quem diz esse tipo de bobagem e se dar conta de que em sua grande maioria, eles também não fazem parte desse padrão)

Bacana também foi ver que mesmo com a Hannah e o Adam (Adam Driver) já não sendo mais um casal, isso não acabou prejudicando o personagem dele, que durante a primeira temporada chegou com ar de sociopata, mas que perto do final acabou roubando os nossos corações todos com o seu nível adorável de foufurice. Confesso que esse era o meu grande medo em relação a essa dinâmica específica, uma vez que seria cedo demais para a Hannah se estabelecer com alguém definitivamente (considerando a sua idade e o atual momento da sua vida, seria até injusto), sem antes explorar novas possibilidades e também não seria nada justo com o Adam, se ele acabasse sendo descartado como se não fosse uma peça importante para o cenário mint (já disse que elas não são cor de rosa) dessas garotas. Aproveitando o seu personagem, ganhamos outro grande momento da temporada, com um episódio focado na perspectiva dos garotos, como se pelo menos uma vez, a visão mais importante e ou em evidência fosse apenas a deles. E foi ótimo ver o Adam e o Ray dividindo alguns momentos sozinhos, encontrando uma conexão quase que instantânea entre eles e a propósito, com uma química bem bacana também (mais até do que a do Ray ao lado do Charlie…), algo que deveria até ser mais explorado. Inclusive, esse foi um ótimo recurso que a série usou para demonstrar como pensam diferentes os meninos e as meninas, com eles resolvendo tudo de forma mais fácil, sendo apenas honestos e diretos ao ponto, sem rodeios, brigando quando achavam que tinham que brigar e se resolvendo até que facilmente e elas no final (Marnie + Hannah) optando por esconder a verdade em falsos sentimentos, não querendo dar o braço a torcer para a outra e fingindo estar tudo bem, quando todo mundo conseguia ver que não estava tudo bem. Só acho que esse episódio tinha tudo para ser mais corajoso e poderia ter ganhado uma tipografia na abertura bem de menino e ter sido inteiro focado neles, com elas apenas como figurantes ou nem aparecendo, algo que eu acho que seria bem bacana para a série. Pense nisso, Lena.

bal-girls-season-2-finale-shot-20130318

E é impossível falar de Girls sem fazer um parágrafo inteiro para o Adam, que é um dos grandes personagens da série (Adam + Ray + Elijah + Charlie, nessa ordem para os boys). Ele que assim como elas, esteve experimentando novas possibilidades, que no seu caso poderiam ser resumidas ao momento em que ele se deu conta de que estava realmente apaixonado pela Hannah, que diferente do que aconteceu com a Marnie e o Charlie (onde ela descobriu o que queria depois de perder, naquele comportamento típico que conhecemos bem), Adam acabou ficando arrasado quando percebeu que talvez ele não representasse o mesmo que a Hannah representava para ele naquele momento da sua vida. Entre alguns momentos ótimos e alguns até assustadores que ambos dividiram durante a temporada, um dos meus preferidos foi aquele desabafo super honesto do Adam na reunião do AA, entregando o seu coração com o mesmo tom de honestidade que nós sempre encontramos em Girls, demonstrando uma vulnerabilidade que nós não imaginávamos encontrar em alguém como ele. Talvez nem a Hannah nunca tenha imaginado, visto ou conhecido esse Adam e espero que ele finalmente consiga apresentá-lo para ela.

Encerrando a temporada, tivemos todas as histórias encontrando suas resoluções e até para a Jessa, que esteve ausente nessa reta final, acabou sobrando um recado na caixa postal bem do malcriado porém super merecido da própria Hannah, no momento do ápice do seu surto, ao se encontrar prestes a ser processada por não conseguir entregar o seu livro conforme combinado e entrando em total desespero ao se dar conta disso. Um momento tragicômico para a série, que novamente foi o caminho escolhido para encerrar essa temporada experimental e muito mais profunda de Girls. Para quem aprendeu a gostar daqueles personagens, foi praticamente impossível não se emocionar com todos os acontecimentos do encerramento dessa temporada, especialmente com a declaração da Marnie para o Charlie mencionada anteriormente (e só por isso vamos conseguir lamentar a saída do Charlie da série) e principalmente com a Hannah ligando para o Adam em um momento de total desespero,  com uma cara de maluca adorável e seu cabelo picotado na tesoura sem ponta (rs) e ele não pensando duas vezes ao decidir sair correndo por NY, sem camisa, claro (e eu bem besta vibrando com o detalhe aqui em casa, de PJ e comendo sorvete, que é como normalmente eu assisto Girls e só não faço máscara de pepino porque dificultaria a experiência de assistir a série), pronto para resgatar aquela que ele descobriu que amava. Apesar do clima de comédia romântica onde já era possível prever o que estaria para acontecer, confesso que me encontrei chorando e sorrindo ao mesmo tempo, ridiculamente como vocês podem imaginar, gritando “Awww… ele correu atrás dela!”. Sim, eu fiz isso, não me envergonho e inclusive contei para a Lena Dunham no Twitter. Sério, procuram o meu histórico por lá. (rs)

a3b3df2c972b11e2979f22000a1f8ae3_7

(Sorry Lena, mas tive que roubar essa imagem do seu Instagram…)

Um final até que bastante otimista para uma temporada bem mais profunda do que foi toda a Season 1. E essa profundidade pode até ter causado certo estranhamento para boa parte das pessoas que acompanham Girls, mas é como eu disse anteriormente, talvez essa temporada tenha sido realmente um teste para a nossa relação com a série, onde tivemos a chance de conhecer mais daquelas garotas e descobrimos um pouco mais dos seus defeitos, deixando o lado mais cool da história um tanto quanto de lado e mostrando que elas também ainda não estão preparadas para encarar suas derrotas, tanto quanto não estão preparadas para encarar suas realizações.

E se esse foi realmente um teste, posso dizer que apesar dos seus defeitos, continuo em um relacionamento sério e AMANDO cada vez mais Girls.

(e terminar dançando ao som da faixa acima)

ps: um sonho – trocar de camiseta com a Lena Dunham na pixxxta. Apenas. #IDONTCAREILOVEIT

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Girls – A vez das garotas que nós não estamos acostumados a ver toda hora na TV

Junho 22, 2012

Para começar a ler ouvindo essa faixa aqui ♪

Séries que se passam no período do High School/Faculdade, onde todos os personagens ainda estão lidando com os sonhos de se tornarem quem eles desejam ser um dia, existem aos montes e todos nós já passamos por algumas delas a essa altura de nossas vidas televisivas. Séries que falam da vida  adulta, quando os personagens estão prestes a solidificarem suas histórias, com tudo em andamento, encaminhados e prontos para uma grande conclusão para cada um deles, seja no trabalho ou na vida pessoal, também estamos cheios de bons exemplos na TV ao longo desses anos todos e guardamos com orgulho a memória afetiva das nossas preferidas desses do gênero.

Mas uma série que falasse tão abertamente de um período que é um grande ponto de interrogação para todo mundo, que é exatamente quando você sai da faculdade e ainda se encontra em um ponto de transição entre a ex criança e o jovem adulto, disso a gente ainda estava carente de ver na TV (que até já pode ter existido antes, mas não é tão comum) e é exatamente sobre esse período que Girls aproveita para situar a sua história. Um período onde não somos mais crianças, não somos mais adolescentes, mas ainda não somos exatamente adultos, não por completo e ainda nos sentimos perdidos em meio aos nossos vinte e poucos anos, quando já nos encontramos formados e não temos mais a certeza de nada e tão pouco fazemos ideia de onde isso tudo vai dar. Now what? É a pergunta que não quer calar para todo mundo que enfrenta esse período…

E como representantes dessa geração de incertezas, menos euforia e cada vez mais responsabilidades, temos essas quatro novas garotas do momento, cada uma com a sua personalidade e identidade muito bem definida, onde todas se encontram exatamente nessa fase de ainda estar no meio do caminho (certo ou errado) para se tornar aquilo que cada uma delas realmente gostaria de ser lá na frente.

Apesar do título, Girls não é uma série cor de rosa do tipo “menininha” ou cheia de mimimis intermináveis como se espera (preconceituosamente até) de um estereótipo que estamos acostumados a ver a todo instante na TV. Eu diria que essas garotas estão mais para um mint (que é a cor do momento e todos nós já sabemos disso, rs) embora todo esse universo “feminino” esteja super presente na série também, mas de uma forma bem menos óbvia, parece mesmo é que elas chegaram na intenção de dar uma balançada naquela mesmice de sempre, mostrando que se é para facilitar o mundo com estereótipos e rótulos, existem vários outros que ainda não estavam sendo representados na TV e agora seria a chance desses outros tipos finalmente aparecerem.

Entre elas temos Marnie (Allison Williams), a certinha quase adulta e ridiculamente linda do grupo. Sabe aquela sua amiga com os pés enfiados demais no chão, que as vezes sofre da síndrome de se achar a representante oficial dos seus pais quando eles não estão por perto? Então, essa é Marnie. Super responsável, com um emprego bacana que garante ela estar com suas contas todas em dia, embora ela mantenha um grande débito em seu coração. Apesar de ser a mais centrada de todas elas, do alto de toda essa postura responsável e corretinha, foi possível observar que Marnie ainda está longe de se realizar quando o assunto é o amor, quando vimos ela totalmente insatisfeita e sem nenhuma certeza sobre a sua atual relação com o namorado (foufo até), o qual ela nem consegue tratar muito bem e parece não suportar em diversos momentos, sem saber ao certo se gosta ou não dele. Até que ela se vê sem ele e para piorar, acaba dando de cara com a imagem do seu ex com outra, que aparentemente o está fazendo mais feliz do que quando ao seu lado, o que mesmo que a gente não goste muito de admitir, é sempre como a sensação de um soco na boca do estômago, para não dizer outra coisa. (ou um torcidão nos peitos, no caso das meninas, rs – não se esqueçam que eu sou um menino e por isso diria a outra coisa, rs)

Ainda no lado puritana da turma, temos Shoshanna (Zosia Mamet) como a representante de um espécie cada vez mais rara nos dias de hoje, sendo ela provavelmente a última virgem de NY. Mas ao contrário de outros exemplos de personagens que nós já vimos seguir esse mesmo padrão,  seja usando o seu anel da castidade ou se escondendo atrás de uma pureza forçada ou apoiada no discurso de uma religião qualquer, Shoshanna não vê a hora de se libertar desse estigma. O que ela não quer é resolver esse probleminha com qualquer um, apenas para se libertar do peso de ser a última virgem de NY, o que de certa forma, não deixa de ser bem bacana por parte da personagem, que mostra que apesar de seguir certos princípios, não é preciso ser ridiculamente radical quanto a um assunto tão natural para todo mundo. Tudo tem sua hora e ela só não tinha encontrado a sua ainda. Mas é claro que ela é a inocente da turma, a mais romântica e sentimental de todas elas e através de um ótimo momento da personagem em meio a uma festa sensacional, descobrimos que o crack é o ecstasy da nova geração.

Representando o sonho de ser livre, temos Jessa (Jemima Kirke), que logo de cara, conquistou o meu coração com seu figurino e personalidade fundamento e permaneceu empatada com a Hannah até o final da temporada como minhas personagens preferidas da série (eu seria um bom mix das duas). Com ares de new hipster (sim, já temos os new hipsters), Jessa tenta preservar a sua alma livre, de não querer se apegar a qualquer coisa no mundo e com isso vai adiando o momento em que ela precisa parar para se permitir ser quem ela ainda não se encontra pronta para ser e tem consciência disso, como bem foi dito em um dos melhores diálogos da temporada, entre ela e a sua ex patroa, discutindo o interesse do marido dela para cima da até então funcionária. Para ela, tudo é possível desde que se esteja com vontade e até um plot de aborto acabou sobrando para a sua personagem logo de cara, algo que eles conseguiram resolver de forma super bacana e extremamente realista, algo que chegou a incomodar muita gente. Mas quem nunca teve pelo menos uma amiga que já se encontrou nessa mesma situação, que atire agora a primeira pílula do dia seguinte… (não ouço o barulho de nada caindo no chão)

E como grande representante desse grupo das novas garotas e sendo dela a voz por trás da série, temos Hannah (Lena Dunham), que se fosse mais sensacional, seria insuportável. Hannah é uma espécie de heroina para a nossa geração, sendo ela uma  garota inteligente, distante dos padrões de beleza que estamos acostumados a ver a todo momento por todos os lados e mesmo assim ela é muito confortável com tudo isso, encarando super bem por exemplo, cenas de nudez que não são assim tão fáceis para ninguém, além dela vir com o bônus do humor que a faz ser capaz de rir dos próprios defeitos e assim garantir o tom exato de comédia para a série. Para ela sobra a tarefa de provar que é possível se virar sem a ajuda dos nossos pais, mas é claro que para isso, nada acontece muito fácil e para conseguir ser aquilo que ela sonha em ser um dia, o caminho parece ser longo e cheio de obstáculos, sem fantasiar ou enfeitar demais essa trajetória, o que também não o faz perder a graça ou a diversão. E tudo isso sem o  menor esforço para tentar nos enganar, mostrando o quanto é difícil para quase todo mundo conseguir alcançar o sucesso nas mais diferentes áreas de nossas vidas, o que faz ser ainda mais impossível não torcer por sua personagem dentro da série.

Aliás, muito bacana a forma como o plot dos seus pais forçarem de certa forma ela a “crescer”, o que a princípio pode até aparecer meio injusto, acabou funcionando muito bem dentro da história da personagem e temos que reconhecer que não deixa de ser um método eficaz, apesar de achar que nem tudo precisar ser tão radical assim. Bacana também é que apesar dessa forçação de barra por parte deles, existe um grande respeito dentro daquela relação familiar e não há espaço para grandes mágoas, não por esse motivo.

Desde o começo da série, tivemos Hannah frequentando um certo apartamento meio assim, onde ela se encontrava com Adam (Adam Driver), o boy magia aparentemente também meio assim,  que ela se recusava a apresentar para suas amigas por enxergar exatamente todos os seus defeitos, desde o modo como ele a tratava, até a forma como ele realmente parecia ser enquanto pessoa dentro daquele cenário. E esses defeitos todos foram ficando bem claros enquanto ambos dividiam alguns momentos dentro daqueles poucos metros quadrados, nos chamando a atenção desde o começo dessa história,  fazendo com que a gente acabasse se perguntando (apesar de enxergar alguma magia, entre outros detalhes, rs) o porque dela ainda estar do lado de um cara como o Adam?

E a resposta veio em meio ao episódio com o melhor título da temporada “Weirdos Need Girlfriends Too” onde descobrimos  um lado do Adam que até então a gente desconhecia, onde bastou colocar o personagem fora do seu ambiente natural para que ele nos revelasse suas outras camadas, essas muito mais interessantes do que o que já havíamos visto. Que foi o que fez o personagem saltar do posto de boy magia semi negra para o namorado dos sonhos de todo mundo. Quem não queria um Adam para chamar de seu que delete agora a primeira pasta de fotos do Ryan Gosling de suas HDs… Viu? E tudo isso de uma forma muito honesta, sem grandes transformações e mantendo todo o seu fundamento de antes, apenas revelando um lado desconhecido do Adam para todos nós, inclusive para a própria Hannah, que visivelmente surpresa ao conhecer essa nova versão do Adam, não conseguiu esconder a sua felicidade dentro daquele táxi, quando ela finalmente conseguiu o objetivo de conseguir ganhar o status de namordada dele. (e o que foi esse momento dos dois super “E.T” na bicicleta e na sequência aquele tombo? Eu ri sem parar!)

Sonho esse que acabou logo na sequência, com o pesadelo da convivência transformando a versão foufa do Adam que acabamos de conhecer, em um garoto que não sabe muito bem como se comportar dentro de um universo mint, como o dessas garotas, fazendo com que a sua presença fosse notada a todo instante. Agora me fala, qual outra série foi capaz de colocar o namorado com uma cara de psicopata de dar medo, fazendo xixi na namorada durante um momento a dois no chuveiro, com a maior naturalidade desse mundo, provocando uma reação também muito honesta, que com certeza muitos de nós (muitos, pq já que estamos sendo naturais e honestos, a gente sabe que tem público para uma golden shower…ew!) reagiríamos da mesma forma que a Hannah naquele momento, hein? Mas mesmo se tornando um pesadelo super presente na vida da Hannah, ocupando todos os espaços possíveis desse que antes era apenas um confortável vazio, Adam continuou sendo um foufo, onde o seu lado totalmente meio assim acabou sendo compensado por tamanha foufurice que ele foi revelando aos poucos enquanto namorado, como quando ele resolveu fazer aquele muro de lambe-lambes coberto com a palavra “Sorry” que nem era exatamente para ela. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? Nesse momento, Adam não só ganhou o coração da Hannah, como de brinde levou os de todos nós, com certeza.

E vale a pena reconhecer que Girls não fala só bem desse universo de meninas, como consegue transformar os seus meninos em grandes personagens, mesmo não sendo eles o foco da história. Gosto muito da forma com que a série conseguiu transmitir de forma bastante simples até, o quanto esses dois universos tem em dificuldade de se comunicar e entender cada um de seus lados. Tudo é muito desconfortável para o outro e vice versa, como vimos na cena dos meninos explorando com a maior curiosidade desse mundo o apartamento delas, agindo quase como crianças . Talvez seja por isso que  as meninas são tão fascinadas por seus amigos gays ao longo da vida e os meninos se saiam tão bem com suas amigas lésbicas também, que de certa forma, são os representantes do sexo oposto que mais conseguem se aproximar de suas realidades (com limitações, claro) e que circulam muito bem dentro desses universos. Por isso dizemos que o novo gay  é o hétero do futuro. Anotem. (rs)

O mais bacana dentro da proposta de Girls é que todos os personagens são super fáceis de indentificar, independente do seu sexo. Quem nunca se comportou como uma Shoshanna (isso ficou engraçado), tendo que encarar o drama da primeira vez? Ou se viu no lugar da Marnie, presa em uma relação meio assim e sem ter a certeza de querer ficar ou querer realmente sair? Ou quem nunca sonhou ou já teve os seus momentos bem Jessa, em nome da liberdade? E eu gostaria muito de saber quem é que nunca se apaixonou por um Adam da vida, assim como a Hannah? Não valendo mentir nessa hora, posso até dizer sem medo que muitos de nós já nos comportamos até como todos os meninos da série, basta parar para pensar um pouquinho no passado…

Mas entendam que Girls, apesar de ser encarada como “comédia” e ter os seus momentos de pura diversão (quase não me aguentei quando as colegas de um dos trabalhos da Hannah resolveram dar um tapa na sua sobrancelha, rs), é mais uma das séries que acabaram sendo classificadas de forma errada. Imaginem que logo de cara a nova série da HBO já ganhou status do novo Sex And The City, o que elas conseguiram provar já logo no piloto, o quanto todos que chegaram a considerar essa semelhança estavam totalmente equivocados, que a não ser pela quantidade de personagens principais e NY como fundo para essa história, elas nada tinham para se comparar com SATC. Nada a não ser a falta de freios, talvez? Girls tem mais aquela cara de dramédia e o perfil meio loser e mais próximo da realidade que a gente tanto tem gostado atualmente, com um texto sem freios ou grandes pudores, onde elas conseguem tratar todo e qualquer assunto com a maior naturalidade desse mundo, como se a gente estivesse em uma conversa com nossas próprias amigas, uma linguagem que nesse caso sim, teria algo parecido com o que também acontecia na série antiga de sucesso da HBO. Sem contar todo o charme da cidade de NY e aquelas 4 meninas lindíssimas e nada óbvias (inclusive na beleza de cada uma delas), cada uma com características tão pessoais e tão diferentes, capazes de deixar todos nós completamente apaixonados por todas elas, pelos motivos mais variados possíveis. Höy!

Muita gente chegou a achar a série apelativa, exagerada em alguns momentos, algo que eu discordo completamente. Sinceramente, apesar de alguns momentos bem “desconfortáveis”, toda aquela verdade, muitas vezes confundida com apelação, fez parte da proposta da série e seria absolutamente impossível contar essa mesma história deixando de lado essas situações mais exageradas ou até mesmo ridículas em algumas circunstâncias, que muitas vezes a gente também passa ou já passou na vida, mas tem vergonha de admitir em público assim abertamente. E vale a pena lembrar que Girls é uma série da HBO, um canal pago da TV de lá, onde esse detalhe permite que a série vá um pouco mais além do que é aceitável e comum na TV aberta, por exemplo.

Em meio a essa primeira temporada primorosa, eu acho bem difícil não se identificar com cada uma daquelas situações, onde mesmo que você não tenha vivido algumas delas, certamente deve conhecer alguém que já passou por algo semelhante. E acho bacana que tudo isso tenha sido escolhido para ser mostrado dentro desse período de nossas vidas onde tudo ainda está dando bem errado, em uma fase ainda muito indefinida das nossas histórias onde a nossa única certeza é um grande ponto de interrogação em neon piscando em direção ao nosso futuro e que como eu disse anteriormente, não costuma ser retratado na TV ou no cinema a todo momento e tão pouco com essa carga de honestidade emprestada de uma série como Girls. Muito bem feito meninas, a minha alma feminina agradece. Clap Clap Clap!

Imagino que todas aquelas garotas estão vivendo um período que ninguém imagina que vai ser tão difícil, principalmente no passado, quando somos questionados sobre como imaginamos que seriam  nossas vidas cinco anos a frente e que quando chegamos exatamente a essa ponto delas, no presente, tudo é muito diferente e menos fantasioso de como já foi um dia em nossa imaginação. Os sonhos já não são os mesmos e a euforia da nossa pouca idade já não faz mais tanto parte do nosso dia a dia como antigamente.

E uma temporada sensacional com foi essa Season 1 de Girls, precisava mesmo de um season finale do tipo bem bom, mesmo que os nossos lugares já estivessem todos garantidos para a Season 2 da série (confirmada quase que desde a sua estreia), que é claro que nós não vamos perder por nada nesse mundo. Nele tivemos o casamento surpresa da Jessa (que mais uma vez contou com a participação do excelente Chris O’Dowd, que eu acho ótimo & maravileeeandro. Höy!), que pelo primeiro encontro dos dois, naquele outro momento ótimo da temporada onde rolou o beijo entre a Jessa e uma versão mais permissiva da Marnie, eu até cheguei a achar que talvez eles já tivessem dividido um passado juntos, pela tensão sexual que eu cheguei a sentir no ar entre os dois personagens naquele primeiro momento, mas que parece que foi só uma impressão minha mesmo.

Um casamento ótimo e maravileeeandro, que ainda contou com a Soshanna magoadíssima por ter ido ao casamento da prima vestida de branco (todas elas estavam lindíssimas por sinal), ela que ao final do episódio, ainda acabou resolvendo aquele seu pequeno problema chamado virgindade, onde também tivemos a Marnie fazendo o que nossas amigas (tá, a gente também em algum lugar do passado, admitindo com bastante vergonha esse plot) já fizeram um dia, que é encher a cara e se encantar com o primeiro que aparecer pela frente, só para ter a sensação de estar seguindo em frente, quando na verdade você acabou de ter dado 25 passos para trás, além de ter enfiado o pé em um ressaca brava e sofrível de se sair na manhã seguinte. Aposto também que no dia seguinte, ela mudou o seu estado no Facebook para “Muito feliz! 😉 ” que é o que todas com esse perfil fazem, eu eu sempre morro de rir quando me deparo com frases como essas em redes sociais, que a gente sabe que quer dizer exatamente o contrário e para alguém em específico.

Episódio que ainda contou com o grande momento da noite, com a Hannah finalmente descobrindo uma sensibilidade ainda mais profunda no Adam, que ela deixou magoadíssimo por não levar a sério o fato dele estar realmente apaixonado por ela, algo que Hannah não consegue acreditar com tanta facilidade. Ele que teve ótimas lines ao lado da personagem, dizendo as coisas mais francas e diretas na cara da Hannah, quase sempre com uma certa dose de foufurice no ar, principalmente a partir de quando eles passaram a namorar. Mas  nada foi mais sincero do que aquelas lines dele aos berros perto do final do episódio, do lado de fora da festa, falando sobre a auto-sabotagem da própria. Sério, sabe quando você consegue se ver exatamente na outra pessoa? Então nesse momento eu poderia me chamar Hannah Horvath, rs. Me senti até naquele “walk of shame” ao lado dela, dividindo aquele pedaço de bolo de casamento na manhã seguinte. Quem nunca? (AMO bolos de festa e bem casados na manhã seguinte, Yummy!)

Isso sem contar o excelente momento com o Adam não deixando de propósito ela entrar na ambulância com ele, depois daquele pequeno acidente que poderia ter sido o maior clichê desse mundo (fiquei tão aflito naquela hora), mas que mais uma vez fomos surpreendido com o tipo de humor delicioso da própria Lenna Dunham, que interpreta e escreve lindamente essa série, que com apenas 10 episódios em sua primeira temporada, conseguiu nos deixar completamente apaixonados por essas quatro novas garotas do momento e que representam muito bem esse perfíl que não estamos acostumados a ver toda hora na TV e que para a nossa sorte, ganhamos quatro novas representantes de primeira.

O tipo de série que você acaba de ver e se sente muito bem representado (seja você a boy or a girl) e fica com vontade de abrir aquele potão de sorvete caro de doce de leite, ligar paras as amigas, pedir para elas trazerem os cupcakes com tops variados daquela confeitaria bacana e passar a noite fazendo trança uma na outra, colocando pepino em volta dos olhos e falando sem a menor vergonha desse mundo o quanto todos nós conseguimos ser ridículos, principalmente quando o assunto somos nós mesmos e a nossa própria vida.

O difícil vai ser ficar sem essas meninas agora até a próxima temporada, que nós esperamos que seja um pouco maior hein HBO? Vamos liberar a verba que essas meninas merecem, vai? Humpf! (embora temporadas curtas estejam na moda atualmente…)

Uma série bem especial para toda uma nova geração de quase adultos, independente do seu sexo e que pode parecer não ter sido feita para qualquer um, mas que pare entendê-la e passar a se apaixonar, basta encarar tudo da forma mais natural possível.

Começamos ouvindo a outra faixa e temos que terminar ouvindo essa essa aqui ♪

 

ps: dizem que a Season 2 de Girls está prevista para Janeiro de 2013. Yei!

ps2: post dedicado para todos os leitores do Guilt, meninos e meninas que eu chamo secretamente de Guilters e que merecem assistir a essa delícia de série (♥)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt


%d bloggers like this: