Posts Tagged ‘AMO’

Whispers in the dark/ Steal a kiss and you’ll break a heart/ Pick up your clothes and curl your toes/ Learn your lesson, lead me home

Março 11, 2013

“Whispers In The Dark” vídeo novo do excelente e premiado “Babel” do Mumford & Sons, que traz a banda dividida em quatro quadros, com todos eles atrasados a caminho do show.

Para ver pelo menos quatro vezes para reparar nos detalhes de cada um dos quadros. Hell yah!

Obviamente que a essa altura eu já me projetei voltando para casa hoje sentado na garupa do Marcus berrando para toda a cidade grande  “While we are young! While we are young! While we are young!” (♪) até ficar completamente sem voz e jamais vou conseguir perdoar qualquer um dos Mumfords por não ter me escolhido para interpretar um figurinista no terceiro quadro. JAMAIS! (logo eu que interpreto um figurinista como ninguém? E SIM, tirando o sonho de sentar na garupa do Marcus, esse foi o meu quadro preferido dos quatro, por todo o excelente tom de humor que ele nos trouxe)

Desculpa qualquer coisa Carey Mulligan, mas agora é tarde e já nos projetamos agarrados naquela cinturinha. Höy!

 

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Obrigado pelo presente de dia dos namorados, JT (♥)

Fevereiro 14, 2013

E não é que saiu o vídeo de “Suit & Tie”, logo hoje, em pleno Valentine’s Day? #TEMCOMONAOAMAR e ou aceitar como presente especial do JT?

Não só saiu, como ele chegou com a direção mais do que especial do David Fincher e um JT dando tudo de si na pixxxta, entregando uma coreô deliciosamente deliciosa, todo em P&B e maravileeeandro as hell. Höy! (começando a ensaiar a coreô em five,6,7,8. PÁ!)

Pega de volta o que é seu por direito, JT! (gritando no falsete enquanto tento controlar o meu quadril e não trançar as pernas com meu bicolor)

#SEMPREUMAVISAOREBOLATIVAENOFALSETE

 

ps: sério, não vou conseguir dormir hoje enquanto eu não me sentir pertencendo a essa vídeo e aquela apresentação do Beck goes Bowie de mais cedo. Simplesmente não vou conseguir!

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Porque nunca é uma Bradley Cooper na fila do açougue vegetariano?

Janeiro 16, 2013

Cooper

Aposto que é o que todas estão se perguntando exatamente isso agora…depois de dar aquele suspiro profundo, claro.

Höy!

 

ps: apesar que eu prefiro ele com menos cabelo e mais loiro. Pensando bem, pela concorrência na fila do açougue vegetariano, onde todo mundo anda aceitando qualquer tipo de promoção da maminha ao chuchu, prefiro ele como uma possibilidade certa. PÁ! (rs)

ps2: e temos a versão baguete francesa também, que é sempre uma audição!

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Ele disse que está pronto para voltar e nós, prontos para CATAPLOFT!

Janeiro 11, 2013

Notícia do dia de ontem que quase me tirou o sono!

SIM! Justin Te Quero Rebolando No Falsete Para Todo O Sempre Timberlake disse que está pronto para voltar nesse vídeo acima e em seu site oficial, existe uma contagem que termina no domingo que ao que tudo indica, será quando finalmente vamos ganhar um single novo dele. OK, no três: 1, 2, 3 e CATAPLOFT! (poeira de glíter subindo e cobrindo toda a superfície terrestre)

Sério, me abraça forte gente, tipo segurança tirando fã desesperada que sobre no palco, porque que eu estou recebendo o espirito de todas as boybands já existentes desde a pré história e meu quadril não está conseguindo se controlar assim como desde então eu estou falando tudo no lip sync enquanto coreografo todas as minhas idas até o bebedouro, rezando para aparecer alguém para fazer um beatbox para me acompanhar nesse momento de glória & performance.

E é o não é o apocalipse do bem chegando?

Bowie lançando CD novo (✓). JT prometendo trazer o sexy back back (✓). E a Beyoncé que também disse ontem que as Destiny’s Child vão gravar um single novo para ser lançado em uma coletânea qualquer (✓). Ou seja, já podemos declarar que esse começo de 2013 está sendo o melhor começo de 2013 de todos os 2013 até hoje. (♥)

 

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Dear Adam Levine, vamos fazer as pazes? Me leva para dar uma volta no seu carro fundamento também? Please?

Novembro 5, 2012

Vou ter que revelar que agora que eu estou acompanhado adequadamente a Season 3 de The Voice (leia-se adequadamente como loucamente, assistindo todos os eps 2 vezes, revendo todas as performances, comentando tudo no twitter. Nesse nível) eu estou completamente apaixonado pelo Adam Levine de novo. Completamente. (e pelo Blake = ♥. Por favor, não me julguem)

Sério, Adam dá os melhores abraços do programa. OS MELHORES! E eu nem me importo se eles são de verdade ou não, porque eu acredito e só isso já basta. Vivo das ilusões que eu quiser escolher para a minha vida e ninguém tem nada com isso! (não falei que era nesse nível? rs)

Por esse motivo, nossa relação voltou a funcionar e por isso eu decidi ignorar toda e qualquer “namorada” supermodel  da Victoria’s Secret com quem ele insiste em circular por aí (porque nós sabemos que a sua outra metade é mesmo o Blake e não tem para mais ninguém. Melhor bromance da TV EVA!) e vou me dedicar única e exclusivamente para minha #CRUSH do momento. Sorry haters, mas estou apaixonado de novo. Suck it!

E mesmo não sendo do tipo Maria Gasolina e nem entender nada de carros, a não ser da cor e se eu gosto ou não gosto, adoraria ser levado nesse carro fundamento antigo do Adam. E quem não adoraria? O cara tem um carro igual ao do Snoopy (que tinha um vermelho parecido com esse), ou seja, #TEMCOMONAOAMAR?

Te amo de novo Adam (Höy!). Me abraça? Vamos fazer um tattoo juntos de BFF? Me treina? Deixa eu sentar entre você, a Mary J. Blige e o cara do piano? Prometo que eu canto bem baixinho… (promessa que eu já aviso que talvez eu não consiga cumprir…)

 

ps: Blake, não fiquei com ciúmes porque eu faria exatamente o mesmo com você e o Michael Buble, e com sotaque de Bon Temps. Cee Lo eu também te AMO e até hoje não acredito que aquela menina escrota do My Super Sweety 16 era sua filha e X-Tina, eu respeito você, mas não aprovo muito as suas escolhas. 

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Aquele com todos os culpados até agora

Julho 21, 2012

Aquele do até hoje eu não acredito que era ele. Aquele com a magia do interior que nós perdemos para uma angel, humpf! Aquele com o banho da magia sueca (Höy!). Aquele com o me want cookie. Aquele ki-kinda busy. Aquele da chefona de todas elas. Aquele do sou nerd sim e daí? Aquele do primeiro ano. Aquele com gosto por sangue. Aquele do banheirón. Aquele que é só amor! Aquele do indesejável #1. Aquele do dia ensolarado. Aquele do perfect match (Höy!). Aquele do novo eu. Aquele da invasão dos zombies. Aquele da malcriação antiga. Aquele da mentora ruiva do lado de lá. Aquele do retorno da magia sueca (Höy!). Aquele com a 11ª hora do melhor doutor de todos os tempos. Aquele do Zachy. Aquele do strawberry blonde que nós AMAMOS. Aquele que todos gritam em uma só voz: Höy! Aquele do Hardy. Aquele da foufurice foufa em um lugar qualquer. Aquele do sorriso do boy magia antigo. Aquele da magia com sotaque francês. Aquele do nosso novo príncipe. Aquele dos dois universos que demorou para aparecer. Aquele que representa melhor do que ninguém o verdadeiro significado da magia ruiva. Aquele do presunto antigo (rs). E aquele com aquela que a gente AMA faz tempo.

Nossos culpados preferidos até agora.

(♥)

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Emma Stone, vc por aqui?

Fevereiro 10, 2012

Gente, e não é que ela esteve no Rio essa semana promovendo o seu novo filme “The Amazing Spider-Man”?

Maravileeeandra!

Fica até o Carnaval Emma! FICA!

ps: vc fica, vem aqui para casa, a gente ignora toda essa folia preguiça, faz hidratação profunda na pele, vc me conta como é a sua vida ruiva, como foi trablhar com o Ryan Gosling (e eu te ensino a dizer Höy!), a gente faz maratona de Sherlock (programação real do meu Carnaval desse ano) e se vc me passsar alguns contatos de lá que muito me interessam, em troca, eu deixo até vc fazer um post no meu blog, o que eu não ofereço para qualquer um. Convinte irrecusável, vai? (rs) Be my, be my ginger BFF?

Eu super respeito quem viaja e carrega o próprio travesseiro, mas…

Novembro 17, 2011

Precisava usar capa de seda javanesa com estampa de oncinha, hein Zachary?

ps: Zachy ligou aqui no Guilt e respondeu que sim, precisava ser de seda javanesa, porque não dá aquelas marcas na cara quando a gente acorda 18 horas depois daquele sono profundo, fikdik. Mas concordou que a estampa estava mesmo puxado e agradeceu pelo fikdik mandando um par de capas igualzinho pra mim, rs.

E a pergunta que nunca deve ser respondida é: Doctor Who?

Outubro 3, 2011

Se ao final da Season 5, que foi uma espécie de introdução pra mim sobre Doctor Who, eu já fiz um post bem animado declarando todo o meu amor pela série, agora posso afirmar com toda honestidade desse mundo que esse amor só cresceu durante a atual Season 6, que terminou ontém pela BBC de lá, a ponto de me obrigar a dizer que Doctor Who é mesmo a minha série preferida da atualidade. Sorry para todas as demais…

Sabe aquela série que vc aguarda ansiosamente pelo novo episódio da semana, que te faz ter prazer em sentar na sua cadeira todo Domingo (a série passa no Sábado por lá e o Paolo traz no Domingo) para se deliciar por pelo menos 40 minutos do seu dia? Quase como que uma viagem a bordo da TARDIS pelo espaço a cada semana, sabe?  Então, assim é Doctor Who para mim.

Não sou daqueles mais aficionados que vão a fundo na mitologia da série, que buscam teorias novas e antigas sobre os personagens, que procuram por spoilers sobre o que está por vir, mesmo que eles acabem chegando até mim de um jeito ou de outro (algo que eu adoraria evitar, tisc tisc). Assisto porque gosto da diversão que a série me proporciona com todo aquele universo fantasioso e sensacional que só eles conseguem fazer dignamente, mesmo quando o orçamento esta pequeno e eles precisam reduzir os gastos e assim também os custos com cenários ou efeitos e tudo acaba ficando com cara de feito a mão pelas crianças inglesas, rs. E pra mim, mesmo que Doctor Who trate de viagens no tempo, algumas vezes até complexas e um tanto quanto confusas (sei que eu já disse que não era tão complicado assim, o que também não é regra, rs), fico contente com as explicações que eu enconntro em cada episódio e só isso já basta, pelo menos para mim.

Mas também, não tem como não se apaixonar por uma série que começa a sua sexta temporada com a morte do seu personagem principal, o próprio Doutor, logo de cara neam? É, não tem…(♥)

Sim, começamos a Season 6 com o Doutor finalmente conquistando a america antiga (uma brincadeira com o atual sucesso da série na BBC America), em uma paisagem sensacional e dessa vez, usando um chapéu Stetson, típico dos cowboys americanos. Só que  naquela paisagem sensacional do lago Silêncio em Utah, tivemos logo no primeiro episódio a grande surpresa da temporada: a morte do Doutor pelas mãos de um astronauta misterioso saído diretamente do fundo do mar. PÁ!

Sapateando uma música country típica americana na nossa cara, começamos um novo ano de Doctor Who anunciando que o dia da sua morte chegaria, mas como na série tudo é possível devido as viagens no tempo, depois voltamos para momentos antes desse triste fim já anunciado (e visto),  mas que ficou para o final da temporada devido ao seu potencial. Mesmo sabendo que só aconteceria depois ou que talvez aquilo nem acontecesse de fato, foi bem triste encarar o corpo do Doutor sendo lançado ao mar naquele funeral hein? Triste mil (glupt)

Embora essa situação tenha sido apresentada logo de cara no começo da temporada (algo no mínimo corajoso), o adiamento desse momento foi necessário para a continuidade da série e o fantasma da morte do Doutor foi o grande plot dessa temporada, ou melhor, pelo menos da segunda metade dela, algo que ficou rondando no ar e nos atormentando até a chegada desse dia pavoroso que quem é fã da série certamente não gosta nem de imaginar.

Com um vilão como o Silêncio (que eu morro de medo), capaz de apagar a sua memória segundos depois de ser visto, ganhamos uma dinâmica mais dramática para um vilão que parecia até ser impossível de se vencer, e aqueles rabiscos no corpo deles todos para tentar se lembrar de presença do inimigo trouxe uma carga damática excelente para a série, além de casuar um efeito lindo de se ver no vídeo. Lindo e assustador ao mesmo tempo. Um dos meus episódios preferidos da temporada.

Outro momento maravileeeandro dessa Season 6 foi a TARDIS ganhando vida. Hello Sexy!

Muito divertida a interação entre ela e o Doutor, que tinha certeza de que ela seria mulher (mesmo ficando bem tímido quando questionado sobre o assunto pela Amy, rs), criando uma relação deliciosa e bem típica de marido e mulher. Euri. Um dos pontos altos de foufurice da temporada, com certeza!

E a despedida entre os dois também foi muito foufa, trazendo todo o lado sentimental do Doutor a tona em um dos momentos mais lindos da série para o 11º Doutor até agora. Ela realizando o sonho de finalmente ver o rosto do seu amado Doutor, mas tendo que se despedir logo em seguida para continuar cumprindo a sua função de ser a máquina do tempo mais sensacional de todos os tempos! (sim, eu chorei…)

Além disso, ficou bem claro nesse episódio quem é que esta no seu comando, não?

Depois disso partimos para um outro momento muito importante da temporada: a gravidez de Amy Pond. E a suspeita de desde o começo da temporada sobre a possível gravidez da Amy  se confirmou com o nascimento da Melody Pond, sua filha com Rory, o último Centurião. Confesso que nesse momento eu comecei a suspeitar da sua verdadeira identidade, isso mesmo antes de ter lido qualquer spoiler sobre o assunto. Hmm mmm, não sei não hein?

Com esse segundo grande plot da temporada, podemos dizer que essa Season 6 de Doctor Who foi mesmo uma temporada dedicada a emoção e com um forte apelo sentimental para todos os personagens. Primeiro com o anúncio da morte do Doutor e segundo com a gravidez e sequestro da Amy Pond e depois o de sua filha. DRA-MA. (falando assim, pode até parecer um dramalhão mexicano barato, mas está longe disso, acreditem!)

E o que o Doutor fez quando a sua companheira estava em perigo e grávida? Jogou na cara da sociedade toda e qualquer ajuda que ele tenha feito por esse universo, exigindo que esse seria um bom momento para retribuir a ajuda que ele um dia deu para cada uma daquelas criaturas. Sencacional! E nada mais do que justo em um momento como esses, com Amy Pond correndo um grande perigo.

O resgate de Amy foi dramático e não poderia ser diferente. E com ele, ainda tivemos a revelação da pergunta que estava na cabeça de todo mundo sobre uma das personagens mais legais da série: afinal, quem é River Song?

E foi exatamente nesse exato momento da história que recebemos a resposta, com a própria River do futuro revelando que na verdade, ela é a Melody Pond, filha da Amy e do Rory (que a essa altura já havia sido sequestrada). PÁ! Howcutewasthat?

Sinceramente, outro dos momentos mais lindos da série até agora, com uma cena super bem cuidada, cheia de simbologia e que ainda de quebra teve o próprio berço que um dia foi do Doutor como objeto de cena. Aliás, presente mais do que de coração esse dele para a filha de Amelia Pond, hein?

E a missão para a segunda parte da temporada também foi anunciada a partir desse momento e ela seria o resgate da Melody, ou melhor, de River Song. Pelo menos achamos que seria isso…

Como as linhas temporais do Doutor e da River são opostas, eu sei que fica um pouco difícil de entender o que de fato está acontecendo (ainda mais para quem esta lendo esse meu texto meio assim, rs), ou a ordem em que os fatos estão realmente acontecendo. Mas no final, como sempre, tudo é muito bem feito e amarrado, as linhas do tempo acabaram se encontrando para a conclusão dessa temporada, deixando tudo bem menos confuso. Cool!

Confesso que essa segunda parte da temporada foi um tanto quanto mais morna em relação ao drama todo da primeira temporada. Tirando a confirmação da morte do Doutor, que ganhou data e hora para acontecer, além do cenário que nós já conhecíamos do primeiro episódio, tivemos uma série de momentos menos importantes nesse caminho até o fim e isso não temos como negar. Não que eles sejam ruins, ou tenham sido tolos, chatos, ou qualquer coisa do tipo. Valeu como diversão, mas parecia que eles estavam tentando adiar o que realmente importava, sabe? (ainda mais para alguém ansioso como eu)

Talvez o encontro do Doutor com a River atual na Alemanha antiga nos tempos de Hitler, logo na volta da série para a segunda metade da Season 6, tenha sido solucionado de forma rápida demais, , deixando tempo de sobra durante todo o resto da temporada para outros assuntos, que tinham uma menor ligação (ou nenhuma) com o evento final da temporada, que como a gente já sabia, seria a morte do Doutor.

Há quem tenha reclamado também que a promessa do Doutor de seguir para matar o Hitler não tenha sido cumprida. Mas é só parar para pensar um pouquinho para chegar a conclusão de que trancar o pure evil dentro do armário, foi de uma simbologia bem mais eficiente do que qualquer tiro no meio da testa. Ro-lei com esse momento, assim como com o desconforto de todos eles de frente com o próprio durante o primeiro encontro deles todos.

Tivemos também alguns fatores importantes nesse reencontro do Doutor e da River Song na Alemanha. O primeiro é que ela já usou todas as suas regenerações e aquela (a atual que conhecemos) seria a sua última, ou seja, essa sua atual forma é também a sua última. E depois descobrimos que ela seria de fato a assassina do Doutor, aquela vestida com a roupa de astronauta e que saia direto das profundezas do Lago do Silencio para atirar no Doutor e causar a sua morte. Além de todos esses detalhes dramáticos, pudemos também  ver o momento exato em que ele a presenteou com o seu diário de bordo, foufo mil.

Mas o que faria River Song, uma mulher visivelmente apaixonada pelo Doutor, se tornar a sua assassina? Hmm mmm

É claro que tudo isso foi explicado depois no episódio final e tinha relação com o seu sequestro ainda quando bebê e o fato dela ter sido criada com o propósito de  matar o Doutor, uma vez que ela é apenas parte humana e parte Time Lady. Uma boa justificativa como saída para esse enigma.

Perto do fim tivemos ainda um Doutor perturbado, se sentindo culpado por colocar todos a sua volta em perigo sempre, com complexo de Deus e se despedindo de vez do casal Rory e Amy, para o que ele acreditava ser um bem maior para todos. Outro momento pra lá de triste foi a despedida do Doutor e da Amy, em Londres, totalmente inesperada,  deixando a sua companheira em casa e se despedindo de vez (e não é que a casa deles tinha uma porta da cor Azul TARDIS? Cool!), em um momento de partir o coração de todos os fãs da série. (glupt glupt)

Ainda bem que pelo menos essa “despedida” da garota que esperou por ele (esperou tanto que até lançou um perfume, rs) nos trouxe de volta um dos personagens mais queridos da Season 5, o adorável Craig, que agora além de estar casado com o seu grande amor, também é pai, tsá? Foufo mil!

Durante essa temporada ainda tivemos uma séries de episódios sensacionais envolvendo piratas (que poderia ter sido melhor), doppelgangers (que eu achei meio assim, mas que pelo menos tinha um propósito), presidentes antigos, garotinhos assustados e seus bonecos medonhos (um dos episódios que preencheu o espaço vago na série…) e até um episódio onde o Doutor acaba sem querer brincando de casal gay na Londres atual (esse com a volta do Craig).

Tudo isso para nos levar ao final da temporada. April 22, 2011, 5h02 PM, o dia da comentada morte do Doutor.

Ele bem que tentou escapar, mas não teve jeito e chegou a hora de encarar o seu fim. É claro que todo mundo sabia que aquele de fato não seria o seu fim, afinal a série tem que continuar, mas ficamos todos curiosos para saber como ele faria para sair daquela situação bem complexa, como ficamos sempre.

E é claro que ele conseguiu sair daquilo tudo de forma brilhante, mas não sem antes se comprometer. River também tinha de fato a missão de matar o Doutor, mas quando chegou o momento de executá-la, o seu amor por ele falou mais alto e ela não conseguiu seguir adiante. Mas como já havia sido anunciado que esse seria um ponto fixo do universo, do tipo que não pode ser mudado, o que aconteceria se o Doutor não chegasse a morrer?

A resposta para essa questão é: tudo aconteceria e ao mesmo tempo.

O tempo ficaria completamente descontrolado, parado na verdade e todos os fatos da história aconteceriam ao mesmo tempo e foi o que pudemos ver nessa deliciosa season finale, com direito a dinossauros que tentam roubar comida das crianças no parque, carros flutuando amarrados em balões e trens que circulam direto de Londres até as pirâmides (euri). Um estética fantasiosa, no mínimo surreal e maravileeeandra ao mesmo tempo! Clap Clap Clap!

Como o Doutor esta sempre passos a frente da humanidade, é claro que ele conseguiu driblar a morte e evitar o seu fim com um fator inesperado, algo que eu não vou comentar com detalhes por aqui.

Mas sensacional mesmo foi a River contando que emitiu sinais pedindo por ajuda para o Doutor em todas as épocas do tempo, no passado, no futuro e que todos estavam dispostos a ajudá-lo naquele momento, devido a toda ajuda que ele já proporcionou para o universo por todo esse tempo. Ou seja, ninguém acredita ou aceita um mundo sem o Doutor. Que coisa mais linda, não? Fiquei bem emocionado nesse momento, de novo…(rs)

Tudo bem que a cena até seria mais emocionante se tivesse mais elementos, como pelo menos o som dessas pessoas, ou algo parecido com o episódio da Pandorica, por exemplo. Mas mesmo sendo apenas narrada pela River Song, foi meio que a sensação de vc estar lendo um livro e se ver imaginando dentro daquele cenário lindo. Outro dos momentos mais emocionantes dessa season finale, certamente.

Mas o que fazer para resolver essa questão de uma vez? E a resposta estava anunciada no título desse episódio final da temporada (6×13 The Wedding Of River Song), com o casamento entre o Doutor e a River, que ocasionou o encontro das linhas temporais dos dois e assim, a volta do tempo normal para o universo, com todo mundo cumprindo a sua missão, inclusive a dela de matar o Doutor (no truque é claro). Coisa linda!

Aliás, o casamento dos dois também nos levou a resposta para a pena que a River cumpre na prisão no futuro, algo que todos nós sempre desconfiamos. Ela sempre disse que estava presa porque tinha assassinado um bom homem e sempre esteve na cara quem seria esse tal bom homem. O que explicou também as suas escapadas da cadeia na calada da noite, na companhia do Doutor, rs, que ela já havia comentado em episódios anteriores para nos causar inveja, claro. E eu só fico imaginando as possibilidades de piadas para a próxima temporada, com a Amy Pond agora sendo sogra do Doutor. Howcoolisthat?

Óbvio que ele não fez isso tudo sozinho e para a conclusão do seu plano o Doutor teve a ajuda de muita gente, inclusive do casal Amy e Rory, que não poderiam ficar de fora nessa estapa final. Rory que sempre esteve se arriscando para cuidar dela e a Amy que teve a sua vingança mais do que merecida com a mulher que sequestrou a sua filha. Algo que certamente, todos nós teríamos feito o mesmo.

O final não poderia ter sido melhor, com a revelação da tal primeira pergunta de todos os tempos, aquela que nunca deve ser respondida: Doctor Who?

E assim terminamos a Season 6 de Doctor Who e já ficamos morrendo de saudades do nosso doutor preferido e as nossas viagens semanais pelo tempo e espaço a bordo da TARDIS. Mas o 11th Doctor volta para a Season 7 (Yei!), mas que antes disso volta também para o tradicional episódio especial de Natal, que eu não perco por nada nesse mundo e vc deveria fazer o mesmo, porque são sempre maravileeeandros!

Mas aquele final, com o discurso do cabeça azul dizendo coisas sobre “A Queda do Décimo Primeiro”, me deixou tenso e deixou também algumas pistas escondidas sobre o que esperar para o futuro hein?

Já vou adiantando com lágrimas nos olhos e com o coração partido em 11 zilhões de pedaços que vou ficar inconsolável com a regeneração para o novo Doutor, seja lá quando isso acontecer. Ainda não estou pronto para dizer adeus para o Matt Smitth, que esteve excelente na pele do melhor Doutor de todos os tempos, também durante toda essa Season 6. Que esse dia não chegue nunca e que ele renove por mais uns 10 anos, rs.

Vou aproveitar o momento também para fazer a minha lição de casa revendo as temporadas anteriores completas, até a volta da Season 7. Prometo.

 

Geronimo!

 

ps: e na história da Amy + Rory e o Doutor eu encontrei semelhanças fortes com o que esta acontecendo em Fringe ultimamente hein? Amy já teve que apelar para o seu coração quando Rory teve a sua existência apagada do universo (algo parecido com o que aconteceu com o Peter) e o mesmo ela teve que fazer para se lembrar do Doutor, depois do segundo Big Bang e garantir a sua existência. Ou seja, depois do discurso da própria Olivia no episódio dessa semana (4×02 One Night In October), nada me surpreende se esse também for o caminho adotado em Fringe para a volta do Peter, hein? Hmm mmm…sinto um cheiro de influência inglesa na série hein?

O que veremos nos próximos episódio da Season 6 de Doctor Who, hein?

Julho 25, 2011

Eita! 27 de Agosto, compromisso certo na minha agenda eletrônica Casio, rs

Talvez eu vista até uma bow tie para a ocasião…

E na semana passada, viciei mais um em Docto Who, ou seja, confirmou!

O meu plano de fazer o mundo parar aos sábados para assistir Doctor Who continua unfirah! Muah haha!

Let’s Kill Hitler!

Ansioso mil…


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