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Não, eu não assisto apenas filmes “cults”

Janeiro 21, 2011

Primeiro que eu acho a palavra “cult” tão antiga…

Anyway, para provar para vcs que eu também faço escolhas duvidosas quando não estou afim de pensar muito, sintam o drama de outras coisas que eu também vejo, mas que não me orgulho nem um pouco e talvez nem devesse contar para ninguém, rs:

 

The Switch (que por aqui, ganhou o título sem vergonha de “Coincidências no Amor”, Zzzz)


Jennifer Aniston parece estar mesmo se especializando em comédias românticas, não? Preguiça…

Já o Jason Bateman eu acho um disperdício nesse tipo de papel, prontofalei. Mas alguém tem que sustentar as crianças neam? rs

“The Switch” é um filme bobinho sobre uma mulher de 40, bem sucedida no trabalho e com a vida amorosa bem atrasada, que resolve engravidar por ela mesmo (fikdik Jen…). Do outro lado, o atual melhor amigo que esconde uma paixão mal resolvida do passado, que não concorda com a idéia da produção independente da melhor amiga e acaba “por acidente” se envolvendo na questão.

O melhor do filme é o garoto Sebastian (Thomas Robinson),  resultado dessa experiência independente, que é sensacional e poderia facilmente ser meu filho. Colecionador de porta retratos com as fotos originais de quando eles são vendidos (euri), com  várias manias esquisitas e preocupado com questões ambientais…howcuteisthat? Tudo isso do alto dos seus 5 ou 6 anos, tsá? Foufo mil!

No elenco, ainda temos o Patrick Wilson (Höy) e a Juliett Lewis (que eu não sei muito bem o porque aceitaram esses papéis…$$$catching!)

É claro que como toda comédia romântica, ela reune uma serie de clichês que todos nós já estamos mais do que acostumados a ver por ai. Mas tudo bem também porque comédia romântica com grandes astros de Hollywood é sempre a mesma coisa e isso não é novidade para ninguém.

Para assistir naquela noite que vc chega cansado do trabalho e não esta afim de pensar muito ou nem um pouco…

 

Dinner for Schmucks (esse ganhou o título mais fiel de “Jantar para Idiotas”)


Primeiro de tudo eu gostaria de dizer uma coisa para o Steve Carell: vc é melhor do que isso!

E o mesmo vale para o Paul Rudd.

“Dinner for Schmucks” começa com uma abertura linda, com ratos foufos trabalhados na taxidermia, em cenários sensacionais e o som dos Beatles. Lembra o Stuart Little até…

O que até engana, mas depois o filme escorrega o tempo todo em piadas com pouca graça e muita comédia corporal. Pelo menos o humor do Steve Carell não é careteiro, o que eu já acho um alívio.

O fundamento é um grupo de engravatados bunda mole que gosta de se reunir de vez em quando para dar risada daqueles que eles mesmo consideram como “looosers” e o pior de tudo é que eles fazem isso na cara deles. Mas é claro que sem ter a coragem de assumir isso e usando o tal jantar como disfarce. Ou seja, um bullying gratuito (como toda forma de bullying) e tolo.

Não sei o que anda acontecendo com os grandes nomes da comédia atualmente, mas tenho um palpite que eles topam esses tipos de papéis para garantir uma conta um pouco mais gorda. Porque a verdade tem que ser dita de que público para esse tipo de filme existe, fatão!

Lucy Punch é a mais engraçada do filme, na pele de uma stalker enlouqueida (Darla), mas aparece pouco…

Recomendo para quem estiver de procurando um novo corte de cabelo, ficar bem de olho no fundamento da atriz Stephanie Szostak (Julie) e esquecer  todo o resto. (rs)

 

Going The Distance (com o título mais óbvio possível por aqui de “Amor a Distância”)


“Going The Distance” traz a Drew Barrymore acreditando na sua atual relação, rs (sorry Drew)

Essa comédia romântica é ainda mais recheada de clichês, como ele arrependido de última hora, correndo no aeroporto para impedir que a sua amada faça a viagem. Zzzz

O pior de tudo é que o filme tem o elenco mais promissor do que os outros dois, onde além da Drew, temos o Charlie Day (o meu preferido do momento) e o Jason Sudeikis como coadjuvantes. Ambos, vivendo papéis que eles já viveram anteriormente e talvez por isso não ocorra nenhuma surpressa em suas atuações. Além da impagável Christina Applelgate no papel da irmã maluca por limpeza da personagem da Drew. Mesmo com todo esse elenco de novos comediantes, o filme não decola, prontofalei.

Gostei um pouco mais da honestidade com que o filme retrata um relação a distância, inclusive financeiramente falando. Excelente mesmo e inspiradora é a animação que rola durante os créditos iniciais do filme hein?  Cool!

Mas faltou um pouco dessa honestidade quando eles colocaram a Drew Barrymore vinvendo uma estagiária de 30 anos (e isso eu até que achei legal, falando um pouco da crise que anda rolando por lá) que ganha pouco, trabalha também como garçonete para ganhar um extra e que mesmo assim veste roupas carérrimas, que me pareceram ser do próprio acervo pessoal da Drew. Sério, nenhuma estagiária de 30 anos teria dinheiro o suficiente para comprar um Balmain, ou um Lanvin…não mesmo.

Para mim, ficou evidente que para o figurino, Drew usou as suas próprias roupas ou pelo menos os seus próprios recursos para consegui-las (Alô, assessoria? Estava precisando de umas coiseeenhas…).

Vale a pena dizer que a trilha nesse caso é bem boa, o que prova que Drew gosta mesmo de música.

Recomendo esse  como laboratório para todo mundo que quer ser uma namorada (o) mais legal e menos pé no saco, para se espelhar na Erin (Drew), que é a mais cool das cools (rd),  fikdik.

 

E esses três exemplos acima eu uso para provar que nem só de boas escolhas vive o homem (que nesse caso sou eu mesmo, rs). De vez em quando um blogueiro cult (lá vem a palavra flopada de novo) precisa de um respiro, nem que seja para falar mal depois, rs


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