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O último dia dos Ponds (♥+♥)

Outubro 3, 2012

Se vc já se emocionou no finde com a despedida dos Ponds em Doctor Who, espere até vc assistir a esse vídeo super especial, que entre outras coisas, nos mostra como foi o último dia de Karen Gillan e Arthur Darvill no set de Doctor Who.

Primeiro que tudo já começa da forma mais emocional possível, com ambos gravando pela última vez dentro da TARDIS, encontrando com o Matt que após fazer graça, pede para que ambos não o abandonem. Cute.

Na sequência ganhamos uma série de declarações de como os atores se conheceram pela primeira vez, com o Arthur revelando que Karen estava de salto no primeiro encontro dos dois e parecia ser mais alta do que ele, o que ele achou que seria um pesadelo. Howsweetisthat?

Karen também faz uma declaração linda, dizendo que os primeiros dias de gravações vivendo a Amy Pond foram uma loucura, porque eles (os 3) estavam assumindo algo que era uma instituição britânica  e ela não tinha a menor ideia do que deveria fazer a respeito e só desejava fazer o seu melhor. Sim, Karen, vc fez. (♥)

Até que chegamos a parte das gravações do episódio final, com um momento lindo dos bastidores da cena de despedida da Amy, com todos visivelmente emocionados durante aquele momento. Mas muito mais lindo do que isso, foi ela ter se comprometido a estar com o Matt durante a gravação da cena que encerrou o episódio, com ele lendo o epílogo escrito por Amy na última página do livro, que foi descobrimos que Karen esteve do seu lado naquele momento (off camera), lendo bem baixinho a carta para ninguém acabar ouvindo, porque tinha muita gente acompanhando a gravação no Central Park e tudo precisava ser mantido em segredo, e terminando com aquele beijinho super foufo que ele deu nela ao final da cena, com ambos chorando de emoção. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Sem contar a fraude que nos foi revelada pelo próprio Steve Moffat, que nos contou que na verdade, a última cena deles enquanto personagens aconteceu ao final do episódio “The Power Of Three”, com aquele momento que já virou um clássico, com os três de frente com a TARDIS, prontos para viajar juntos novamente. O que não poderia ter sido mais sensível por parte de todos os envolvidos em terem pesando em deixar esse momento para ser marcado como o último dos Ponds dentro da série. (AMO o Matt revelando que os Ponds dividiram uma lágrima dentro da TARDIS, mas que ele não, ele não é desse tipo. Sei…rs)

Fora isso tem todo aquele clima delicioso dos bastidores da série (dos saudosos Confidencials!), onde podemos observar que aqueles três realmente se deram muito bem dentro e fora das câmeras, algo que era possível de se sentir assistindo a qualquer um dos episódios. AMO quando a Amy diz que se despedir dos dois era como se despedir de dois irmãos irritantes. De novo, #TEMCOMONAOAMAR? (e não tem como negar que o hairstyle do próprio Doutor acabou afetando até mesmo o Rory ao longo desses anos, não? rs)

Um vídeo especialíssimo para qualquer fã da série. Eu que achei que já tinha me emocionado (também conhecido como chorado feito criança) na despedida dos Ponds da série (7×05 The Angels Take Manhattan), que eu já assisti por cinco vezes até agora, sério, acabei ganhando mais um bom motivo para disputar a vaga de acionista na fábrica de Klennex, rs.

 

ps: esperamos ver ambos (Karen e Arthur) muito ainda na TV e no cinema. Geronimo!

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The Angels Take Manhattan (Goodbye Ponds!)

Outubro 1, 2012

Sábado, 17h00

Me desconectei  de todas as fontes que pudessem me trazer qualquer tipo de spoiler sobre a despedida dos Ponds em Doctor Who e passei a torcer para que ninguém que cruzasse o meu caminho durante as horas seguintes, acabasse me trazendo qualquer tipo de notícia antecipada…

Domingo, 14h00

Ainda sem ter assistido o episódio de despedida (embora estivesse extremamente ansioso para), finalmente fiz minha encomenda do mesmo, mas sem pressa, apesar da euforia e ansiedade e fiquei aguardando pelo melhor momento ideal para assistí-lo, uma vez que considerava esse como um momento bastante especial no meu own vício de séries de TV e principalmente dentro da mitologia de Doctor Who

20h05

Finalmente a hora havia chegado. Play…

20h10

Disse o meu primeiro “Confirmou” após uma certa aparição dentro do próprio episódio (sobre um spoiler que eu não consegui evitar)

20h17

Como não gosto nada de cemitérios, comecei a sentir uma certa energia negativa vindo na direção daquela história… um sinal que não me  parecia ser nada bom (glupt)

20h18

Meu segundo “Confirmou” da noite, esse que confirmava que a minha sensação parecia estar certa em relação ao andamento da história…

20h27

Tive um primeiro momento de alegria, com Melody aparecendo aparentemente intacta depois de um certo plot. Yei!

20h28

Alegria que durou apenas 1 minuto porque novamente, nada parecia estar bem como cheguei a imaginar no minuto anterior e a partir disso, meu coração já estava praticamente saltando pela boca de tanta ansiedade…

20h32

Chorei, pela segunda vez. Não mencionei que já havia chorado anteriormente? SIM, algo que também aconteceu às 20h28

20h36

Depois de um grito animadíssimo de “Go Amy”, comecei a vomitar arco-íris e corações saiam dos meus olhos como se não houvesse amanhã. Ahhh, e havia alguma esperança de novo…Yei!

20h38

Vertigo… (não posso com o mix altura + falta de segurança. Não tenho problema com altura, desde que tenha segurança, rs)

20h40

Gritei mais alto que o próprio Doutor (apesar de já ter visto a cena no promo)

20h41

Me auto abracei, voltei a ver corações ao meu redor, mas o cenário ao fundo me fazia sentir que algo ainda poderia não acabar tão bem assim daqui para o final e faltavam menos de 8 minutos para acabar…

20h42

Meu coração ficou pequeno, bem pequeno e quase desapareceu…

20h43

Comecei a perder o controle e chorar feito criança, mesmo sendo um homem adulto. Não, esse não poderia ser o final dos Ponds… #TENSO

20h44

No “maltrapilho”, eu já não conseguia mais enxergar as legendas e estava completamente rendido ao momento (tears²)

20h44 e alguns segundos depois,

tentei abraçar o Doutor… mas não consegui, humpf!

20h46

meu coração estava acelarado como se estivesse correndo naquela ponte do Central Park de mãos dadas com o Doutor em busca da última página (que eu tinha certeza que teria alguma importância desde o começo)

20h47 e mais alguns segundos,

encontramos o epílogo, que eu só pude ouvir, porque enxergar a essa altura e com os olhos cheios de lágrimas como eu estava, já era uma tarefa praticamente impossível 

20h48

não haviam mais palavras para mim naquele momento… (depois de chegar ao fim, voltei novamente para 20h42, para ver tudo de novo e ter certeza de que eu não havia perdido nada e mais tarde, antes de dormir, assisti tudo de novo)

Fiz questão de descrever a minha experiência assistindo a despedida dos Ponds em Doctor Who, porque eu não conseguia imaginar uma outra forma (ou qualquer forma) para começar esse post. Essa que é uma despedida e a gente sabe que despedidas são sempre dolorosas, mesmo quando elas são para algo bom ou positivo para todos os envolvidos. Depois disso tudo fui tomar banho, ainda extremamente triste com o final dos Ponds, muito embora ele não tenha sido exatamente tão “triste” assim. Mas foi triste, beeem triste… (#COERENCIAWHO). É, foi legitimamente triste. (barulho do meu coração se despedaçando e virando poeira cósmica)

The Anglels Take Manhathan (7×05), o momento que todos nós enquanto fãs da série e principalmente dos Ponds temíamos que chegasse, mas que finalmente havia chegado e agora não adiantava mais tentar fugir. Piscar então, nem pensar!

Vamos combinar que toda aquela introdução do episódio acabou sendo um tanto quanto desnecessária, embora tenha nos situado sobre o que enfrentaríamos dentro dele (mas durou 5 minutos. Precisava? Sério?). Talvez esse seja o meu lado Team Pond falando mais alto, reclamando que em um momento de despedida como esse, a nossa vontade era a de permanecer ao lado dos Ponds o máximo possível, mas entendo que tenha sido a fórmula que Moffat encontrou para nos situar dentro da sua proposta de história para Manhattan e esse final anunciado que a gente sabia que agora havia chegado a hora e não havia mais escapatória. O fim estava próximo e o clima não era dos melhores…

E lá estavam eles, talvez as criaturas mais pavorosas e medonhas da mitologia da série (eu pelo menos morro de medo), os Weeping Angels, por todos os lados em NY, inclusive assumindo como forma o que que certamente é um dos maiores símbolos da cidade e dos americanos, a Estátua da Liberdade, embora esse fato não tenha sido exatamente uma surpresa para mim, porque esse spoiler eu não consegui evitar ao longo desse tempo todo. (ainda bem que ela acabou fazendo mais figuração do que qualquer outra coisa). NY, uma cidade que não poderia ter sido um cenário melhor para a história dos vilões da vez, que assim como a grande maioria dos grandes centros urbanos, é uma cidade repleta de estátuas por todos os lados, por isso, nem pensem em piscar quando forem visitar qualquer uma delas.

Embora algumas coisas tenham ficado pendentes no meio do caminho (como o porque da perseguição a princípio apenas do próprio Rory, sendo que o Central Park sempre foi muito frequentado, mas OK, ele pode ter sido a pessoa errada na hora errada e naquele momento estava sozinho…), a história envolvendo os anjos e aquela espécie de hotel/prédio que se sustentava através da energia vital de suas vítimas foi bem bacana, apesar de ter sido bastante simples até, assim como também foi bem bacana a utilização dos pequenos anjos dessa vez, além da própria Estátua da Liberdade com seus dentes afiadíssimos no alto daquele prédio. Cool!

Tão bacana quanto a história toda envolvendo os Weeping Angels, foi a introdução dos Ponds em meio a isso tudo, por um livro vindo diretamente do futuro e escrito pela própria filha do casal, que finalmente nos dava o ar da sua graça nessa nova temporada. Aliás, foi bem divertido ver o Doutor todo vaidoso diante do seu reflexo, se preparando para o encontro com sua esposa, a Professora (para ele, rs) River Song. E nada mais do que justo que River estivesse presente na despedida dos próprios pais. (embora eu tenha achado que faltou um pouco de emoção por parte dela para aquele momento final…)

Apesar disso tudo e até mesmo da simplicidade da história (que a princípio parecia ser muito mais complicada do que acabou realmente sendo), o episódio brincou com os nossos sentimentos de forma cruel, nos dando falsas esperanças de que tudo acabaria bem no final e aniquilando todas elas logo em seguida, sem dó e nem piedade. Quem não vibrou com o Doutor quando viu a River solta do Weeping Angel que a segurava naquela sala e logo depois recebeu um soco no estômago e três bofetadas através daquele grito de dor dela ao ter o Doutor a puxando pelo braço, que não teve outro jeito e ela teve mesmo que quebrar para se libertar da tal criatura, contrariando o que ele achava que havia acontecido, para sua total decepção? (e foi lindo ele usando a energia da regeneração para curá-la depois disso. Lindo!- mas que eu acho também que é mais um sinal de que o 11th Doctor não vai muito longe… GLUPT!)

O mesmo aconteceu depois, quando juntamente com todos eles, encontramos Rory dentro daquele cenário, onde fomos surpreendidos novamente com mais uma pista de que essa história não poderia acabar bem, uma vez que no mesmo local, encontramos também uma versão do próprio Rory envelhecido, ficando feliz por finalmente ter encontrado a sua Amy Pond de volta, após todos aqueles anos que a sua atual aparência denunciava. E mais uma vez Moffat brincou com a nossa esperança (ele que dessa vez escreveu o episódio de despedida himself) e nos fez acreditar em um paradoxo, algo que pudesse garantir um final feliz para aqueles dois personagens por quem nós torcemos tanto ao longo desses anos todos.

Um momento bem bacana também, foi quando para que tudo isso tivesse pelo menos uma chance de ter o final feliz que merecia, Rory e Amy tiveram que se sacrificar em uma atitude suicida que parecia ser a única resolução possível para toda aquela situação, o que eles não teriam conseguido fazer de outra forma senão juntos. Esse que foi um outro momento lindo do episódio e que mais uma vez colocava a vida dos dois em risco, sem a gente ter muita certeza do que estaria por vir daqui para frente com ambos saltando juntos do alto daquela prédio em Manhattan.

Foi quando descobrimos logo na sequência que o plano suicida havia dado certo sim, com Amy e Rory acordando naquele cemitério em NY, um cenário que não combinava exatamente como um final feliz e onde nós já havíamos visto ainda no começo do episódio, uma lápide com o nome de Rory Williams escrito nela. E essa alegria realmente acabou durando bem pouco novamente, quando Rory finalmente se deu conta da tal lápide com seu nome e foi surpreendido por um dos sobreviventes dos Weeping Angels (malditos! Meus novos maiores inimigos!), que o fez desaparecer diante dos nossos olhos de uma vez por todas e pior, diante da sua Amy.

Naquele momento, eu já havia perdido qualquer esperança sobre um possível final feliz para os dois e as minhas suspeitas quanto ao destino de ambos só se confirmavam, embora o próprio Doutor tenha prometido no episódio anterior para o pai do Rory que nunca deixaria nada acontecer com eles, não com os Ponds. (o que eu até cheguei a alertar que poderia ser um sinal de que esse final poderia não ser tão feliz quanto a gente gostaria)

E foi quando fomos surpreendidos com a atitude da Amy (mais ou menos surpreendidos, porque naquele momento, Amy foi mais Amy Pond do que nunca!), que não pode se ver longe do seu agora marido e grande amor da sua vida, onde ela finalmente entendeu que estava mesmo na hora de se despedir do Doutor, sendo que aquela poderia ser a sua única chance de voltar a viver ao lado do grande amor da sua vida e quem sabe assim ainda ter alguma chance de envelhecer ao lado dele. E isso tudo em questão de poucos minutos. PUFF! E assim, Amy Pond se despediu do seu Doutor maltrapilho, desviando o olhar do tal Weeping Angel e se despedindo do Doutor de uma vez por todas, o deixando naquele lugar apenas na companhia da River, totalmente desesperado por ter perdido a sua Amelia e não ter cumprido com a sua promessa, onde logo em seguida, descobrimos com a imagem da lápide do Rory, que ambos ainda tiveram uns bons anos de vida juntos, tendo ela morrido aos 87 anos, cinco a mais do que o grande amor da sua vida. Um final feliz triste demais para qualquer Whovian ou qualquer pessoa que seja dona de um coração que funcione pelo menos um pouquinho, não?

Uma despedida que não poderia ter sido mais dolorosa para todos nós, fãs dos Ponds, que nos trouxe esse conflito de emoções com falsas esperanças, mas que por outro lado também acabou nos garantindo um futuro feliz para o que o casal sempre desejou viver juntos, onde embora agora não tenhamos mais ambos para acompanhar o Doutor daqui por diante a bordo de sua TARDIS no tempo atual, a história dos dois acabou continuando ainda por muitos anos, como se a gente só tivesse ganhado uma visita ao futuro que sempre desejamos para o casal, só que esse futuro já faz parte do nosso passado e já se encontra com sua história encerrada. Triste. Feliz. Triste inconsolável. Nessa ordem. (♥ ♥)

Com esse momento, acabei vivenciando uma nova experiência dentro da série, onde pela primeira vez eu estava me despedindo de uma companion com quem eu tinha me envolvido desde o começo de sua história. Durante a minha maratona dentro da série, eu já havia vivenciado a despedida de outras três companions (Rose + Martha + Donna), mas de uma forma totalmente diferente da minha relação com Amy Pond. Comecei a assistir Doctor Who a partir da sua Season 5 (que já havia até sido exibida) e por isso, Amy Pond acabou sendo a minha primeira companion, o que por si só, já era um bom motivo para torná-la tão especial para mim. (além dela ser a mais legal e badass de todas, claro. Ela e a Donna, que fica em segundo lugar e todo mundo sabe que eu sou Team Red, portanto, lidem com isso, rs)

Foi através da sua história que eu comecei a conhecer e me apaixonar perdidamente pela série, a partir daquela rachadura em seu quarto, com Amy ainda criança e extremamente adorkable, em seu primeiro encontro com o Doutor (que também foi o meu primeiro encontro com o mesmo e foi amor a primeira vista). Assim como ele mesmo disse no episódio anterior, Amy também foi a primeira que esse rosto aqui (Essy) conheceu dentro da série, assim como foi para ele e depois de ter acompanhado a sua mitologia desde 2005 (Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5 e Season 6), eu não poderia dizer algo diferente a não ser afirmar categoricamente que a sua história enquanto companion foi a mais especial de todas. Sorry todas as outras, mas é verdade. (por isso até resolvi fazer essas reviews de cada um dos cinco episódios que marcaram a sua despedida… Asylum Of the Daleks, Dinosaurs on a Spaceship, A Town Called MercyThe Power Of Three e agora o The Angels Take Manhattan)

E Amy foi a mais especial de todas elas porque pela primeira vez na série (falando apenas de 2005 até então, que é o que eu conheço), acompanhamos a evolução da vida de uma companion também fora da TARDIS. Conhecemos Amelia criança, voltamos anos depois já encontrando a mesma adulta e completamente fã do Doutor, descobrimos que ela era noiva e conhecemos o noivo que ela deixou para depois, Rory, só para conhecer o universo a bordo da TARDIS (e quem não teria feito o mesmo? Mesmo com o casamento pronto para dia seguinte…). Nos apaixonamos por ele, assistimos a história de amor dos dois crescer, vimos ele desaparecer uma outra vez e ficamos desesperados, tempos depois encontramos com ele como o último centurião, que ficou protegendo e  esperando por 2000 anos o amor da sua vida, a sua Amy. Apóis isso, assistimos o casamento dos dois, em um dos momentos mais sensacionais dentro da série, acompanhamos pouco da sua gravidez, fato, mas conhecemos a sua filha, Melody Pond (outro momento lindo da série), que a gente até já conhecia e que acabou sendo sequestrada dos próprios pais praticamente no mesmo momento em que eles a conheceram. #DRAMA

Depois disso tivemos Amy virando sogra do Doutor (algo que eu adoraria que tivesse sido mais explorado dentro da série), algum tempo depois encontramos ela  sofrendo para manter a relação de amor com o homem de sua vida, uma vez que ela havia descoberto não poder ter mais filhos e por esse motivo, estava prestes a assinar o divórcio com o Rory e após toda essa sua trajetória que até pode ser considerada como atípica dentro da série, finalmente tivemos os dois se acertando e decidindo ficar juntos para sempre, porque a essa altura, já não existia mais Amy sem o seu Rory Pond (rs). Só faltava agora descobrir se poderia existir os Ponds sem o próprio Doutor, que era o que vinha atormentando o casal ultimamente. Ou seja, em nenhuma outra das histórias encontramos uma trajetória tão completa para uma companion e por isso, apesar de ter ficado inconsolável com a sua despedida e a forma como tudo aconteceu (que foi sim, bem cruel!), consigo aceitar que esse tenha sido o fim da nossa adorável Amelia Pond. E foi lindo ter a participação da little Amy ao final do episódio, em uma história que realmente havia encerrado todas as suas etapas e que com esse capítulo final, acabou ganhando um prelúdio bem mais feliz.

Durante as férias da série, ainda naqueles especiais sobre Doctor Who que foram exibidos pela BBC America, naquele que contava um pouco mais sobre as mulheres de Doctor Who (The Women Of Doctor Who), alguém usou a melhor definição para Amy Pond, dizendo que ela nada mais era uma groupie do Doutor, uma fã mesmo, um pouco como todos nós, que colecionava coisas sobre o seu ídolo (no caso, brinquedos e desenhos que ela mesmo havia feito como lembrança daquele homem misterioso que surgiu em sua caixa azul no meio do seu quintal e que havia prometido voltar em cinco minutos), o que não poderia ser uma definição mais precisa e perfeita para a personagem, que sempre foi isso mesmo, uma grande fã do seu Doutor maltrapilho.

E dessa forma maravileeeandra, porém absolutamente triste (ainda estou inconsolável, sério), nos despedimos dos Ponds, em um episódio que esvaziou os nossos corações e onde os Weeping Angels não só tomaram NY, como tomaram também a nossa Amy Pond. Mas como em Doctor Who nada é tão definitivo assim, quem sabe um dia ainda ganhamos uma visita a esse casal envelhecendo juntos no passado? Quem sabe eles não conseguiram ter um filho e iremos conhecer ele mais para o futuro da série? (isso já é a minha imaginação indo adiante. Aproveite as free ideas, Moffat e me pague com produtos licenciados, além de uma visita ao set de gravações e uma volta na TARDIS, de verdade!)

Agora, o pior de tudo isso é saber também que esse foi o penúltimo episódio da Season 7 de Doctor Who desse ano, onde só poderemos ver como o Doutor estará lidando com a perda dos Ponds no especial de Natal de logo mais (e pelo curto teaser acima, parece que ele não está nada bem), que também marcará a entrada de Oswin Oswald como a sua nova companion. E é isso, agora só nos resta engolir esse choro e nos recompor. (DETESTAVA quando minha mãe dizia isso para mim quando criança, rs)

Goodbye Ponds! (♥ ♥)

 

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Dinosaurs on a Spaceship

Setembro 12, 2012

Outro excelente episódio da Season 7 de Doctor Who e mais um a menos para a despedida dos Ponds. (glupt)

E em Dinosaurs on a Spaceship (7×02), já foi possível perceber que a dinâmica da série realmente mudou e que o Doutor já suspeita que a hora de se despedir definitivamente dos Ponds se aproxima. Apesar de já sabermos quando isso deverá acontecer, ainda não sabemos como e nem porque, mas ao ser questionado pela própria Amy se ele já estava se esquecendo dela e do Rory e o porque de agora suas visitas terem um período de tempo muito maior (dessa vez foram dez meses sem aparecer), com um beijo dos mais carinhosos possíveis (Awnnn!), o Doutor tentou acalmar Amy Pond dizendo que estava tudo certo, que nada estava acontecendo e que ele ficaria ao seu lado “sempre”, mas ao final do episódio, percebemos pela cara que ele fez dentro da TARDIS ao fundo do casal, que ele sabe de algo que nós ainda não sabemos em relação aos Ponds…

Falando neles, nesse episódio além da Rainha Neffertiti (Neffy para os íntimos. E por “íntimos” leia-se o próprio Doutor, pelo qual ela estava super interessada, rs) e Riddell fazendo as vezes de Indiana Jones, ganhamos também a participação de mais um membro da família Pond… bem, não foi exatamente isso, mas ganhamos a participação do pai do Rory, Brian, que sem querer acabou embarcando a bordo da TARDIS para uma missão no espaço, ganhando do próprio Doutor o apelido de Brian Pond. Bacana foi que com a introdução do personagem, rapidamente foi possível observar que sua relação com o Rory tem alguns issues, como a constante desaprovação do pai com o filho e o fato de talvez ele considerará-lo um tanto quando “inferior” ou até mesmo covarde. Mas tudo muito leve, divertido e com soluções bem foufas para os problemas entre os dois, que foram resolvidos durante o próprio episódio com a descoberta de que apesar das diferenças, eles eram bem parecidos, provando que na família do Rory tudo é uma questão sobre o que carregar nos bolsos, rs.

Outra coisa que é possível de se perceber assistindo a nova temporada é o quanto tudo vem se tornando cada vez mais grandioso e muito bem produzido. Cenários sensacionais, paisagens excelentes, efeitos visuais muito bem realizados (coisa que nem sempre foi um mérito da série) e tudo isso para colocar dinossauros dentro de uma nave espacial, dominada por dois robôs (sensacionais e que viviam algo como um bromance) e uma espécie de pirata espacial. Uma história sensacional, diga-se de passagem, apesar de bastante corrida e mais uma seguindo essa nova linha de roteiro que eles disseram ter planejado para essa nova temporada, com histórias muito mais independentes do que as anteriores.

E se gravatas borboletas são cool, quão cool é ter o Doutor, Rory e o sogro de Amy Pond montados em um Triceratops, que eles passaram boa parte do episódio tratando como uma cachorro? Sério, #TEMCOMONAOAMAR? E dentro da história ainda tivemos uma breve participação dos Silurians, os quais eram os donos da tal nave que na verdade era uma “arca” e que foram jogados no espaço por Solomon, o vilão com ares de pirata interesseiro da vez que acabou se apoderando do que pertencia aos Silurians. Um triste fim para a espécie, não? (talvez esse não tenha sido o fim deles ainda…). Outro ponto interessante do episódio foi o fato do Doutor ter deixado o vilão da vez encontrar o seu destino, já que ele estava mesmo na mira de misseis enquanto a nave roubada se aproximava da Terra e acabou encontrando o seu fim ali mesmo, explodindo no espaço.

Algo que não é muito comum em Doctor Who, porque normalmente o Doutor é contra esse tipo de solução, mas das duas uma: ou dessa vez ele simplesmente deixou o destino tomar o seu rumo sem tentar bancar o herói com quem demonstrou que não merecia por mais de uma vez, ou ele já estava tempo demais longe de sua companion, o que nós já percebemos e sabemos que é algo que o torna um homem diferente quando sozinho em sua TARDIS.

Outro ponto a se destacar é o humor na série, que vem ficando cada vez mais sensacional e nesse episódio sobraram bons momentos para todos eles. Amy na dinâmica com a Rainha Neffertiti, declarando-se a Rainha do Rory, se arrependendo do que disse logo em seguida e ainda tendo que aguentar um homem de outro tempo bancando o machista no pé das duas (Riddell, que foi interpretado pelo ator Rupert Graves, que faz o Lestrade em Sherlock). O Doutor por sua vez continuou o mesmo de sempre, atirando para todos os lados, comemorando o fato de agora ter sua própria gangue (rs) e fazendo piada inclusive sobre a semelhança entre Rory e seu pai. Mas o grande destaque pelo lado cômico do episódio realmente ficou com  o Rory, que esteve sensacional como alívio cômico não só nesse episódio, como também no anterior e como fã do personagem, fico feliz que ele esteja sendo melhor aproveitado até.

E #TEMCOMONAOAMAR o momento de euforia do Doutor em relação a uma ideia brilhante do Rory, que ele acabou retribuindo com um beijão daqueles, se arrependendo logo em seguida e bancando a passiva agressiva dando tapas na cara do personagem ao perceber que a ideia não havia sido tão brilhante assim para tanto? rs

Sem contar aquele final lindíssimo, com o pai do Rory pedindo para o Doutor fazer o que qualquer mortal gostaria de fazer a bordo da TARDIS: observar a Terra do espaço, tomando chá e comendo sanduíches (no meu caso, quero chocolate e cookies, rs). Howcoolisthat?

Assim chegamos ao final dessa triste contagem até a despedida dos Ponds, com Brian mandando até um post card do Rio de Janeiro para o casal. #TEMCOMONAOAMAR? Mas mesmo tendo gostado bastante do episódio, não tem como não esquecer que agora faltam apenas mais três para a despedida? (glupt de novo)

E no próximo sábado: Space Cowboys!

Geronimo! (dessa vez saindo montado em um Triceratops, rs)

 

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Asylum Of The Daleks

Setembro 5, 2012

Excelente retorno esse com primeiro episódio da Season 7 de Doctor Who, não?

Um episódio completíssimo, com tudo que nós sempre AMAMOS na série (7×01 Asylum Of The Daleks). Com cara de épico, o episódio já começou com o Doutor sendo capturado em meio a uma emboscada planejada pelos próprios Daleks, seus maiores inimigos que de quebra, ainda capturaram os Ponds, eles que para a nossa total surpresa, não estavam vivendo mais sua melhor fase enquanto casal, a ponto de estarem encarando o divórcio. E essa foi apenas a primeira surpresa do episódio de estreia.

A segunda ficou por conta dos próprios Daleks que dessa vez, ao contrário do que esperávamos, estavam precisando da ajuda do Doutor para assim continuar com o próprio Asylum, que era para onde eles mandavam todos os Daleks que deram defeito ao longo o tempo. Mas bacana mesmo foram as explicações carregadas na vilanice, com os próprios assumindo descaradamente que não suportariam simplesmente “extinguir” tanto ódio conforme a sugestão do próprio Doutor, o que eles até reconheceram ser um dos fatores que eles acham que justifica o fato deles nunca terem conseguido finalizar de vez o seu “Predador”, apelido carinhoso que nós descobrimos ser como eles o chamam “internamente”, rs. Isso e o fato do Doutor ser muito melhor do que qualquer um deles, claro. Suckers! (quase morri quando ao final do episódio, o Doutor saiu de sua TARDIS gritando “Suckers” para os próprios Daleks. #TEMCOMONAOAMAR)

Mas a terceira e maior surpresa ainda estava por vir, com a primeira aparição daquela que a gente sabe que virá a ser a nova companion do Doutor, assim que nos despedirmos dos Ponds daqui mais quatro episódios (glupt). Seu nome é Oswin Oswald (tipo trava língua e eu ainda acho que ela deve ser rebatizada como “Carmen”) ou “Souffle Girl” que foi como o Doutor já a apelidou. Ela que embarcou na expedição “Alaska”, que não deu muito certo e que por isso acabou ficando presa e sozinha por mais de um ano. Sim, um ano. E se Amy Pond esperou por 14 anos, o que seria esperar apenas por 1 ano, não é verdade? (rs)

Oswin é linda e já tem aquele ar de companion destemida e desbocada, do tipo que a gente AMA. Sua dinâmica com o Doutor, apesar deles terem se falado apenas a distância por boa parte do episódio, já foi bem excelente e ficou bem claro que ele já ficou todo encantado com a genialidade da garota, que passou um ano inteiro enfrentando os Daleks sozinha e fazendo suflês (Dr que como boa parte dos homens, parece que foi conquistado pelo estômago, rs). Mas onde é que ela arrumava o leite para fazer seus suflês? …

Uma pergunta que o Doutor chegou a fazer por duas vezes durante o episódio e que seria a chave para a grande surpresa do episódio. Oswin na verdade, havia sido “transformada” em um Dalek e foi assim que o Doutor a viu pela primeira vez, acorrentada e no formato do seu maior inimigo de todos os tempos. Bem bacana vai? (apesar do próprio poster liberado pela BBC1 já entregar bastante o que estaria para acontecer no episódio)

E com essa primeira aparição da nova companion e de tal forma, minha cabeça quase explodiu de tantos pensamentos sobre como poderia ser a história desses dois enquanto dupla. Nesse caso, cheguei a conclusão que embora eu não seja nada fã da tensão sexual Doctor vs Companion dentro da série (já cansei de dizer isso), acho até que nesse caso seria o melhor caminho para a construção da história desses dois. Primeiro que o Doutor já está muito tempo sozinho (considerando a Rose como seu último “amor” ou pelo menos “interesse”, vai…) e segundo que seria sensacional tê-lo em conflito encontrando-se apaixonado por um Dalek. Imaginem?

Mas por enquanto ainda não sabemos como vai ser o futuro da história da Souffle Girl e do seu Chin Man (apelido que ela deu para ele poro conta do seu queixão, rs). E apesar desse ter sido apenas o primeiro encontro dos dois e a gente não ter muita ideia de como isso será resolvido daqui para frente, Oswin acabou dando um presente inesquecível para o Doutor, que foi apagá-lo da memória dos Daleks (ela é meio hacker), que não se lembram mais quem ele é ao final do episódio. Cool Cool Cool. Doctor Whom? (rs)

E como se o episódio não tivesse sido excelente o suficiente, com cenas lindas da Amy delirando com Daleks como pessoas e uma bailarina ruiva criança super foufa dançando lindamente ao som de uma trilha sonora encantadora, além do Doutor passando por um corredor cercado dos Daleks que já o enfrentaram ao longo do tempo, ainda tivemos um ótimo desfecho para o divórcio dos Ponds, em uma cena linda e super emocionada, com o Rory jogando na cara dela que ele sempre foi quem amou mais dentro da relação dos dois (em um plot de perigo que envolvia o amor e que não poderia ter sido mais foufo) e Amy Pond ficando extremamente ofendida e explicando o porque dela ter aberto mão da história dos dois daquela forma.

Na verdade, Amy estava magoada porque devido as circunstâncias do passado, ela não pode mais ter filhos e sabendo o quanto o Rory gostaria de ser pai (e ele já não é? rs), ela não achava justo prendê-lo naquela relação. E toda essa resolução do plot dos dois se deu por meio da interferência do Doutor, claro, que percebeu que algo estava errado entre o casal logo no começo do episódio e em um determinado momento do mesmo chegou até a questionar o que ele poderia fazer para melhorar aquela situação.

E quem foi que disse que o Doutor não pode resolver todos os problemas com a mesma facilidade que ele arruma sua bow tie? (chorei uma single tear igual a Amy no momento dessa cena, que foi muito especial! Aliás, Amy que já consegue interpretar o Doutor como ninguém, não?)

Com um episódio sensacional como esse, começamos da melhor forma possível a sétima temporada de uma das nossas séries mais queridas do momento. Clap Clap Clap!

E no próximo sábado teremos dinossauros dentro de uma nave espacial. Howcoolisthat? (e tem também a Rainha Nefertiti. Cool!)

Sei que eu não costumo fazer reviews por episódio durante as temporadas de quase nenhuma série, mas como Amy Pond é e sempre vai ser a minha companion (sorry, mas ele foi a minha primeira, então…), acho justo que ela ganhe o seu arco de pelo menos cinco reviews aqui no Guilt até o momento da sua despedida, rs

Geronimo!

 

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Week WHO?

Agosto 27, 2012

Como a Season 7 de Doctor Who tem a sua premiere no próximo sábado (7×01 Asylum of the Daleks) e a partir de hoje nós vamos poder saber um pouco mais sobre o que aconteceu na vida dos Ponds entre as seasons 6 e 7 com a webserie Pond Life (a parte 1 até já saiu, com 1 min, tipo os “Tardisodes” antigos. Humpf!) nada mais justo do que a gente fazer uma maratona dentro da nossa própria maratona recente da série de 2005 até agora, aqui no Guilt, não?

Portanto, durante toda essa semana e até o próximo sábado (dia da premiere da Season 7), vamos republicar todas as nossas reviews sobre as seis temporadas da série inglesa (que eu AMO), sendo que teremos uma delas por dia, para que a gente possa relembrar tudo o que já vimos da série nova até agora.

Sendo assim, está declarada a nossa Doctor Who Week (♥)

E lembrem-se:

 

Bow ties are cool!

 

ps: e o que foi o Doutor fazendo backing vocal no Ponds Life? Não sei quanto a vcs, mas toda vez que eu vejo o Doutor (ainda mais depois de tanto tempo longe), sinto vontade de abraçá-lo como se não houvesse amanhã. Bem sério. (♥)

 

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Doctor Who Season 7, o trailer novo + premiere

Agosto 22, 2012

Mais um promo da Season 7 de Doctor Who, que agora já tem data de estreia: 01/09

Ou seja, falta bem pouco. YEI!

Season 7 que retorna com cinco episódios que segundo o Moffat, serão todos épicos, que são justamente os últimos na companhia dos Ponds (glupt). Mas não quero nem pensar nisso porque ainda não estou preparado para esse momento que eu nem consigo imaginar como é que eu vou reagir… (consigo sim, assim como o Tom Hardy ó)

Já posso colocar a minha bow tie para esse encontro certo no dia 01/09?

Ansiedade Who?

 

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E a nova companion de Doctor Who é: Jenna-Louise Coleman

Março 21, 2012

 

 

Conforme já adiantamos para vocês, a nova temporada de Doctor Who (Season 7) que começa em setembro, irá marcar a triste despedida dos Ponds (Amy + Rory)  do elenco da série, o que é claro que não será fácil para ninguém. Humpf!

E hoje foi anunciado o nome de sua substitua como companion do Doutor para a nova temporada, a jovem atriz Jenna-Louise Coleman.

Pouco se sabe sobre o seu personagem, além do fato dela ser a nova companion da vez e a única informação que o Steven Moffat liberou é que o encontro entre o Doutor e a sua nova companheira de viagem dessa vez não será nada simples e segundo o próprio, a entrada da personagem será parte de um dos maiores mistérios que o Doutor já viveu. E o que fazemos com toda a nossa curiosidade agora mesmo, hein?

Enfim, o que nós sabemos de novo sobre a Season 7 é que ela terá 14 episódios, onde os seis primeiros serão exibidos ainda em 2012 e o sexto deles será o especial de Natal desse ano, que será o episódio que marcará a entrada de Jenna-Louise Coleman na série. Agora a notícia triste é que o quinto episódio dessa temporada será o momento para a grande despedida de Amy e Rory, algo que eu nem gosto de imaginar. Detalhe que nesse episódio de despedida, eles encontrarão os Weeping Angels (criaturas das quais eu morro de medo, morro!). Ou seja, muito provavelmente, não só os anjos chorões irão derramar suas lágrimas nesse episódio…#TENSO!

Falta muito para começar a brincadeira?

Agenda Who?

Março 17, 2012

Anotem todos em seus moleskines azul TARDIS: segunda feira 19/03 Doctor Who começa a ser exibida na Tv Cultura (um canal que sempre nos encheu de orgulho, não?), diariamente às 20h20 (de segunda a sexta) e com isso ninguém tem mais desculpas para não assistir a série, hein?

O canal importou todas as temporadas produzidas dessa nova safra da série inglesa (Season 1 à Season 6), 6 especiais de uma hora de duração e uma animação. Ou seja, TU-DO! YEI!

Lembrando que como eu disse anteriormente, Doctor Who  será exibida dublada, com opção de audio original na tecla SAP, para quem preferir um sotaque inglês indeed, assim como eu. E os episódio exibidos estarão disponíveis também em streaming no site do canal para quem não conseguir assistir na TV por uma drama qualquer. Ou seja, sem desculpas mesmo hein?

Tipo imperdível! (sério, quero ver todo mundo assistindo!)

E quer melhor companhia para a hora do jantar?

Allons-y!

Vamos sair todos de personagens de Doctor Who?

Novembro 23, 2011

Eu sou o Doutor.! (falei primeiro)

Mas aceito ser a Amy Pond tmbm, rs.

Aliás, que vontade de ficar de máscara do Doctor Who hoje o dia inteiro hein?

Ahhh se eu estivesse na Londres antiga, onde cada uma custa apenas £2,99, certamente eu estaria usando uma dessas NOW!

Euquero!

Doctor Who voltando das férias com a melhor line ever

Agosto 31, 2011

 

Eu estava indo para um bar mitzvah cigano gay para deficientes, quando de repente eu pensei:

Deus, o terceiro Reich é meio que um lixo. Acho que eu vou matar o Führer…

Quem esta comigo?

 

Tudo bem que essa não foi uma frase do Doutor e sim da nossa querida River Song, mas foi uma das melhores lines ever em Doctor Who, em um dos momentos mais bem humorados da série até agora. Rolei!

Doctor Who realizando o sonho de todas injustiçadas e tudo isso na própria Alemanha antiga. Howcoolisthat?

E que episódio hein?

Para se ter uma idéia, além da promessa de matar o Hitler e tê-lo colocado dentro do armário, literalmente (rs), nós ainda tivemos um climão a la Star Trek (que foi ótimo e funcionou bem como homenagem), participações especiais de velhas conhecidas (Rose, Martha e a fucking Donna!) e a pequena Amelia Pond de volta, conhecemos tmbm a Mels, uma antiga amiga do casal Amy e Rory e ainda tivemos um momento flashback foufurices com a infância/adolescência/juventude de todos eles.

E podemos ver como Amy e Rory sempre estiveram ligados na vida um do outro, até Amelia Pond enfim ter descoberto que o Rory não era gay como ela pensava, e sim um garoto foufo e tímido, completamente apaixonado por ela desde sempre. Howcoolisthat?

Como se tudo isso para um único episódio (além de uma inesperada regeneração…)  já não fosse o bastante, ainda tivemos o Doutor sendo envenenado e quase morrendo e recebemos a confirmação da data de sua morte, assim como executora do crime. Tenso não?

O episódio tmbm marcou o “primeiro encontro” entre River e o Doutor (nessa linha de tempo maluca da série neam?). Foufo mil e terminou com ela ganhando de presente o seu “diário TARDIS” do próprio. Howcuteisthat?

Queria muito ter um diário igual aquele…

Delícia de episódio, delícia de série, delícia de volta, delícia de Doutor!

Ansioso mil para o segunda metade da temporada.

ps: “Ok, more guilt!”(palavras do próprio Doutor! Será que ela é meu leitor? rs)


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