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A temporada do aguardado acerto de contas em The Walking Dead

Abril 4, 2013

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Sim, The Walking Dead estava em dívida com a gente já tem algum tempo. Uma dívida que até deixamos passar depois da Season 1, levando muito em consideração o fato da série ser uma grata novidade, diferente de tudo o que havia na TV naquele momento (além da temática, será que é mesmo tão diferente assim? Pensem nisso…), fingindo ignorar alguns detalhes meio assim que não gostamos muito e deixando passar uma série de dúvidas que pairavam no ar em relação a sua mitologia. E se essa dívida já existia desde então, durante a Season 2 podemos dizer que ela pelo menos triplicou, porque tudo o que já não estava bom na série continuou aparecendo e ficando cada vez mais evidente, além do ritmo da sua caminhada não ser dos mais animadores. Mas tudo bem, decidimos que mesmo assim permaneceríamos enquanto sua audiência, certamente por pelo menos mais uma temporada, só para ter certeza de que realmente não estávamos caminhando para lugar nenhum e se apenas isso seria o suficiente daqui por diante.

E foi exatamente quando decidimos ser mais leves com The Walking Dead, que a série realmente ganhou um ritmo muito mais interessante e intenso e apesar de qualquer controvérsia, é notável que isso só aconteceu a partir dessa Season 3. Apesar de boa parte do seu fundamento ter permanecido o mesmo, inclusive as falhas que sempre nos incomodaram profundamente, ganhamos uma agilidade em sua história que antes praticamente nunca existiu, ainda mais se considerarmos toda a Season 2, que foi notoriamente sofrível. Ganhamos novos personagens, alguns muito mais interessantes do que pelo menos 75% dos sobreviventes na série até agora, que aos poucos foram tomando o espaço e em pouco tempo se tornaram grandes personagens ou pelo menos suas histórias nos pareciam ser bem mais interessantes.

Nesse novo grupo encontramos Michonne (Danai Gurira), sempre um tom acima no mau humor, amarga, desconfiando de tudo e de todos sempre, na maioria das vezes com razão, mas ainda assim de forma bem exagerada, totalmente over e fazendo bico. Apesar disso, perdoamos porque a personagem tinha dois mascotes sensacionais (que foram descartados cedo demais até) e matava zombies com uma classe assustadora, quase que como um verdadeiro samurai. Do Lado Negro da Força encontramos ele, o odioso Governador (David Morrissey), um tirano disfarçado de bom moço, quase como um neo político pós apocalipse, prometendo cuidar de todos, mas escondendo muito bem todo o custo dessa proteção. Ele que além de tudo chegou com o plus de ser magia, algo que sentimos falta em TWD, confessamos, embora qualquer espécie de clima mais animado dentro da série acabe sempre soando como algo meio nojento, devido a todas as circunstâncias e questões de higiene pessoal para quem for mais exigente. Mas no caso dele não, porque o personagem tinha aquele ar de mistério que nós sempre compramos, além de ter casa, cama com lençóis limpos, um pouco de conforto e alguns drinks para oferecer a troco de cabeças colecionáveis dentro do seu aquário gigantesco de zombies. E já disse que além disso tudo isso, ele ainda tinha uma filha zombie, em quem se não fosse tão descontrolada e ou faminta, a gente tem certeza que ele até arriscaria fazer tranças? Pois bem, ele tinha. (R.I.P²)

Além dos novos personagens, ganhamos também um novo cenário para essa nova fase de The Walking Dead, com a descoberta da prisão pelos sobreviventes, que encontraram naquele cenário de pesadelos para muitos, o abrigo ideal para a atual situação em que se encontravam. E a primeira parte dessa nova temporada (da qual nós já falamos anteriormente por aqui) foi exatamente uma introdução a todas essas novidades que encontramos na série. Com o detalhe de que os personagens antigos agora estavam amadurecidos, visivelmente mais preparados para a realidade que enfrentavam, nada dispostos a arriscar o pouco que conseguiram acumular nesse até que curto período de tempo, como se tivessem aprendido a lição da cartilha da sobrevivência que foram forçados a devorar caso quisessem ter alguma chance de continuarem vivos.

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Todas essas novidades acabaram dividindo a Season 3 em dois grandes blocos, o primeiro com a introdução de tudo o que havia de novo nos cenários da série e seus personagens, até que chegou o momento do confronto entre o novo e o que já existia dentro desse universo de corpos andantes em decomposição, que foi quando ganhamos o segundo bloco da temporada, com a guerra declarada entre os dois lados dessa história. Uma guerra motivada pela vingança (sempre ela), de um Governador totalmente sem limites e agora querendo justiça em nome da morte da filha, que havia morrido pela segunda vez, uma vez que já como zombie, ela acabou não conseguindo passar ilesa pela espada afiada da Michonne, a qual ele exigiu a cabeça por conta disso tudo (ela que de quebra ainda lhe arrancou um olho #CREDINCRUZ) e chegou até a ser o plot de resolução da temporada, colocando Rick (Andrew Lincoln) e os demais sobreviventes novamente diante daquele dilema de sempre, entre continuar tentando ser o Xerife da cidade, ou esquecer tudo o que aprenderam anteriormente enquanto pessoas e abraçar a ideia de que nesse mundo novo, princípios e outros detalhes importantes no caráter de qualquer um agora pouco importavam.

Estivemos presos nessa batalha entre os dois lados da história durante toda essa segunda metade da temporada, algo que não tem como não reconhecer que foi muito mais interessante do que toda a primeira metade da Season 2 por exemplo, onde ficamos girando em torno do próprio rabo a procura de Sophia e ela esteve o tempo todo bem mais perto do que todo mundo imaginava, algo que apesar de ter sido um dos grandes momentos para a história da série, acabou sendo também bastante custoso e exaustivo. Mas é preciso reconhecer também que a série do AMC continua presa naquele ciclo da “constante inconstante” que acaba sempre dando aquela desanimada (agora mais de leve), onde temos sempre um episódio excelente seguido de um completamente meio assim, onde quase nada acontece ou o que realmente importa só aparece no final. Durante essa Season 3 então, essa “constante inconstante” foi cada vez mais nítida e a cada semana em que recebíamos um episódio bem bom, recebíamos junto a certeza de que a sequência não seria tão animadora.

E mesmo tendo falado do lado positivo da nova temporada até aqui, não podemos esquecer do que não foi tão bacana assim, afinal, estamos tratando da dívida que a série ainda tinha pendente com a gente e precisamos lembrar de tudo. Incoerências, conveniências, dúvidas honestas que sempre tivemos a respeito desse universo (como por exemplo, se os zombies são atraídos pelo barulho, como apenas os que estão distantes do carro em movimento parecem notar a aproximação do mesmo e os que estão mais perto do tal carro não correm em direção ao veículo em movimento?), tudo isso nós até conseguimos deixar passar quando optamos por passar a assistir The Walking Dead de forma mais leve e cínica até, mas o que nós nunca perdoamos foi a presença de personagens odiosos por quem nunca ou pouco nos importamos e que desejamos a morte desde muito tempo dentro da série. Isso nós não perdoamos nunca e boa parte dessa dívida estava acumulada nesse detalhe de algumas cabeças.

Nesse time dos insuportáveis infelizmente ainda vivos, encontramos pelo menos 4 nomes sobrevivendo a troco da nossa paciência: Lori, T-Dog, Merle e Andrea. Todos odiáveis por motivos distintos, mas igualmente odiáveis. Dessa lista nos despedimos sem nenhuma saudade do T-Dog (IronE Singleton), que nada fez na série desde sempre a não ser figuração, além das suas quatro falas até a sua morte, isso contando com o seu suspiro final e a Lori (Sarah Wayne Callies), de quem nos despedimos com gosto, até compramos coroa de flores e mandamos entregar na casa da atriz (adoraria ter feito isso na verdade), de tão odiosa e detestável que sempre foi, algo que beirou o insuportável principalmente em sua fase gravidíssima. Tudo bem que a sua despedida nos trouxe outro grande momento para série, com o Carl (Chandler Riggs) se despedindo de vez da sua infância e fazendo o que ele precisava fazer naquele momento, em um ritual de passagem absolutamente cruel para qualquer um, mas de extrema importância e profundidade para a trama e para tudo que o personagem ainda irá se tornar. Mas de qualquer forma vibramos e só não ficamos mais felizes porque Lori continuou aparecendo em espírito, em um plot que o Rick que já não é dos mais amados (fato), também não precisava acumular para a sua história já tão pouco interessante e a essa altura também já bastante custosa. É, não precisava. (mas vou confessar que Rick me irritou muito menos durante essa temporada. Fato)

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Mas ainda restava o acerto de contas para o Merle e a Andrea, que precisava acontecer. Turn! Turn! Turn! (gritavam os mais animados de suas casas seguindo o coro que eu mesmo comecei da minha). Merle (Michael Rooker) talvez tenha sido o maior arrependimento daqueles sobreviventes até hoje, não pelo acontecido no passado, mas sim por não ter sido preso pela língua naquele terraço ainda durante a Season 1. Sério, se não fosse a sua língua incontrolável, talvez ele nem irritasse tanto. Sem contar que o Daryl (Norman Reedus), que sempre foi um dos personagens mais amados da série e que passou a ganhar um destaque merecidíssimo durante essa temporada, não precisava carregar um irmão como aquele nas costas. É, não precisava e essa tortura do insulto até que durou demais, com o Merle encontrando o seu fim bem perto do encerramento da temporada, mas não sem antes ter encontrado também a sua remissão, tomando a decisão certa no final das contas e colaborando para o sucesso do grupo do qual ele nunca conseguiu pertencer. Acho até que ele durou mais do que merecia apenas para agradar os fãs xiitas da série, que por algum motivo desconhecido de quem tem coração (rs) sempre adoraram o personagem, mas ainda assim essa sua sobrevida acabou valendo a pena por conta do momento em que o Daryl desmoronou feito uma criança, exatamente como o irmão caçula que sempre foi, diante do irmão mais velho agora em sua versão zombie. (fiquei morrendo de pena dele e com vontade de colocá-lo no colo naquele momento, embora não tenha conseguido não rir com o seu choro, Norman Reedus. Desde já ofereço as minhas sinceras desculpas e condolências. Sorry!)

A propósito, já que estamos falando nele, eu gostaria de propor aqui no Guilt nesse momento uma campanha para arrumar alguém para fazer o Daryl, pelo amor de Cher ainda não transformada em Transformers zombie. Só não aceitamos que a sua parceira nessa questão seja a Carol, algo que seria um verdadeiro castigo para o personagem e não a recompensa que a gente gostaria de dar para o mesmo apenas por ter sido desde sempre um dos personagens por quem nós mais torcemos dentro da série. E se até o Glenn (Steven Yeun) conseguiu se dar bem já tem duas temporadas, porque não o Daryl? (e alguém mais acha que a nova personagem, sobrevivente do lado de lá, encontrada dentro do caminhão, poderia ser a sua nova parceira no crime do arco e flecha, dessa vez usando mais a flecha do que o arco?)Aliás, preciso dizer que eu quase morri de nojo de todas as cenas envolvendo o Glenn e a irmã que deveria fazer dupla caipira com a outra irmã cantora dos olhos arregalados e sair em turnê por toda Nashville por tempo indeterminado. Não sei se pela circunstância, ou por não conseguir comprar a história de amor dos dois (que realmente pouco me interessa), achei um total desperdício toda e qualquer cena envolvendo ambos em uma meia luz e zombies voyers ao fundo. Sério, EW!

Isso sem contar aquele mimimi interminável do Glenn revoltado pelo que aconteceu com a sua amada, que nada mais teve que suportar a não ser mostrar um peitinho (de forma cruel, sim, entendemos, mas ainda assim… precisava tanto? Um discurso sexista demais até…) e ouvir os gritos do namorado na sala ao lado, enquanto ele, o namorado na sala ao lado, estava com o olho parecendo um pogobol de tanto apanhar e de quebra ainda teve que encarar um zombie faminto, mesmo estando desarmado e amarrado a uma cadeira, todo quebrado e sozinho em um quarto semi escuro. Sério, eu teria terminado essa discussão em 2 segundos, reconhecendo que ele sofreu muito mais do que ela e ponto. #MOVEON. Agora, mais constrangedora do que qualquer cena do casal se pegando em guaritas, só mesmo aquela irmã (que ninguém sabe dizer como se chama a não ser se olhar no IMDB e até isso temos preguiça de fazer quando o assunto é ela, mesmo estando com a página aberta na janela ao lado e tudo mais, rs) que não consegue se decidir se lança seus olhares languidos para o Carl (que ela bem fez no começo, vai?) ou para o Rick (só eu notei o climão em um dos primeiros surtos do Rick depois do nascimento da bebê?) e enquanto isso tem sempre tempo para uma canção a beira da fogueira. Sério, rezo para que um dragão de Game Of  Thrones resolva fazer uma cameo na série do canal vizinho toda vez que isso acontece e que ele esteja com tosse nesse dia, que é para chamuscar geral. (rs)

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Até que chegamos a ela, aquela a quem preferimos nos referir como “megabitch sortuda que pegou os dois boys magia da série oferecendo trabalhos manuais para um e um bafo morno pela manhã para o outro”, a detestável desde sempre, Andrea (Laurie Holden). #CREDINCRUZ (x3). Sério, de todos os personagens de The Walking Dead até hoje, sempre a odiei. Sempre. Por mim, Andrea tinha morrido ainda durante a Season 1, quando nos foi apresentada. Teria caído em um buraco ACME ou recebido uma bigorna na cabeça, não importa (desde que fosse algo dentro dessas duas opções, rs), mas pelo menos teria morrido. Mas ela resistiu e chegou a Season 2, ainda mais detestável, aprendeu a usar armas na velocidade da luz (todos eles na verdade aprenderam), aprendeu também a usar as mãos para outras coisas, pegou o Shane e sobreviveu mais uma vez, apesar de ter sido esquecida pela turma durante a viagem de férias de todos para qualquer lugar Far Far Away From Hell, o que nos faz ter certeza de que se fosse realmente querida pelo grupo, jamais teria sido deixada para trás. Andrea penou e nós sorrimos com o seu sofrimento pós abandono, mas logo a personagem encontrou Michonne e nada consegue nos convencer de que ela não experimentou como aprendemos em Glee recentemente (e todo filme americano) que sempre fazem as garotas da faculdade com as coleguinhas mais próximas, apesar de ambas terem cara de que teriam idade o suficiente para já ter frequentado a faculdade da vida por pelo menos cinco vezes, rs.

Depois disso Andrea traiu a nova amiga (e olhando para aquela cara de quem nunca prestou desde a Season 1 eu pergunto: quem não diria que isso aconteceria?), preferindo ficar com o novo macho alpha da vila a troco de míseros 14 meses de aluguel (sorry, mas não resisti), ao invés de seguir ao lado da amiga com potencial para amante, talvez formando uma dupla de banquinho e violão especializada em MPB ou R&B, porque nada também me tira da cabeça que Michonne não é a Lauryn Hill disfarçada, tentando não precisar declarar falência novamente. W H A T A B I T C H. Trocando de lugar de abandonada por abandonadora, Andrea fez a rehab da terapia do amor e passou a servir o seu homem como ninguém, oferecendo aquele cafuné gostoso pós coito, isso tudo a troco de casa, comida e roupa mal lavada por ela mesmo (como sempre estão encardidos todos eles e até mesmo os que moravam bem, não?), além de um drink ou outro de vez em quando. Isso até o seu homem ficar caolho, porque nada também nos tira da cabeça de que ela só se arrependeu de ficar com o novo boy magia surtado da cidade, somente depois desse pequeno probleminha e se não fosse por isso, talvez Andrea já estivesse até sendo nomeada como a prefeita da vila. Depois disso ficou arrependida, percebendo que trocou dreads corajosos e reconfortantes por um peito cabeludo totalmente sem limites, pronto para acabar com qualquer pessoa que cruzasse o seu caminho ou tentasse pular o muro sem autorização prévia.

Nesse momento, apesar de todo o tom de humor utilizado nos parágrafos acima para descrever a trajetória da odiosa personagem e que como parte de uma realização pessoal eu estava esperando ansiosamente para usar todas as minhas piadas reservadas ao longo da minha história com TWD desde então, Andrea acabou ganhando também uma espécie de redenção, com a personagem tendo a chance de avisar os antigos amigos em relação as verdadeiras intenções do Governador com o grupo, além de ter tido também a chance de acabar com a vida daquele homem por quem apesar de tudo, ela nunca conseguiu convencer que estava tão arrependida assim. (e ela sempre teve uma queda pelo Lado Negro da Força. Fato)

Isso até ganhar seu tratamento VIP com requintes de crueldade em uma caçada impiedosa e deliciosa para quem sempre torceu contra a personagem (digitando com o queixo e com todos os dedos dos pés e das mãos apontados para a minha cara nesse momento), com o Governador himself na sua cola, brincando de esconde esconde da morte, sendo aterrorizada aos poucos, fazendo delirar quem sempre usou a hashtag #MORRAANDREAMORRA (e sim, esse encerramento na verdade se tornou um acerto de contas bem pessoal da minha parte com a personagem, confesso). Algo que ela até tentou com todas as suas forças escapar, mas que não foi o suficiente para combater o temido Governador que de quebra, ganhou a chance de estrear sua salinha da tortura com a ex, antes da chegada da sua convidada especial, Michonne, a qual ele já havia negociado anteriormente com o Rick e acreditava estar a caminho. (quase o convencendo, diga-se de passagem e nada foi mais cruel do que ele falando na cara do Rick que além de ser um bundão – o que a gente também sempre achou- ele ainda criava um filho que provavelmente nem era dele #INYOURFACE)

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Até esse ponto, apesar de reconhecer que a forma com que a Andrea vinha sendo tratada dentro da série, se pararmos para pensar bem no assunto, até agora havia até que sido bastante animadora e porque não dizer recompensadora para quem nunca gostou da personagem, confesso que fiquei com medo de que no momento final, ela acabasse sendo pintada como a nova heroína da série, algo que inclusive eles já haviam tentado emplacar durante essa temporada. Mas para a minha grata surpresa, o destino reservado para Andrea havia sido ainda mais cruel, com a personagem presa a uma cadeira da tortura, ensanguentada, tendo poucos minutos para tentar escapar antes que uma recente vitima do governador (personagem ótimo por sinal) e que havia se recusado a matá-la e por isso acabou encontrando o seu trágico destino, se transformasse e acabasse a matando de qualquer forma. Howcruelisthat? E como se não fosse o suficiente, esse ainda não foi o destino final da personagem, que acabou acontecendo logo em seguida, após ter sido mordida e que para se despedir sem que se transformasse  ainda precisou se suicidar. Sério, poderia haver um final mais perfeito para uma personagem tão insuportável? AMEI e aplaudi lentamente, de pé, como repito nesse exato momento. (aplausos de 15 minutos em pé, volte depois para terminar de ler a review)

Notaram que pouco falamos do personagem principal da série até agora, não? E apesar de continuar sendo o grande herói de TWD, estando naturalmente presente em boa parte da recém encerrada temporada, foi importante deixar um pouco mais de lado a história do Rick no atual momento da série, para que outras e novas histórias ganhassem a chance de se desenvolver. Com todo o drama da Lori, sua relação com a filha recém nascida, as mudanças no comportamento do Carl que o assustam e ao mesmo tempo o deixam orgulhoso do filho, para o  Rick sobrou um respiro ao longo dessa temporada, muito embora em The Walking Dead, parar simplesmente para dar uma respirada possa ser uma ação de alto risco para qualquer um.

Tirando a metáfora dele tendo visões com a mulher morta, todo o trauma que levou a sua morte e suas consequências, um dos grandes momentos do personagem acabou acontecendo em um episódio com cara de filler, onde em uma missão aleatória, pai e filho acompanhados da Michonne, voltaram a antiga vizinhança da família Grimes, em uma visita que nos trouxe de volta um personagem praticamente esquecido durante a Season 1, a primeira pessoa que na verdade ajudou o Rick a sobreviver depois de ter despertado do coma. Tudo bem que esse momento trouxe algumas questões, como qual a verdadeira distância do ponto onde eles se encontravam naquele atual momento até o ponto de partida do Rick no começo da série por exemplo, porque já observamos aquelas pessoas caminhando demais em várias direções diferentes e mesmo assim, Rick conseguiu voltar a antiga vizinhança com certa facilidade e rapidamente até, mas talvez essa seja mais uma licença poética utilizada como recurso para contar sua história, o que também não significa que nós e ou o capeta, não estamos todos de olho…

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Uma revisita ao passado bastante importante para o personagem, para que ele se desse conta do homem que é hoje e do que ele escapou de ter se tornado quando encontrou as pessoas que seguiram adiante na sua companhia, algo que não foi possível para o antigo amigo. Sem contar que esse momento ainda acabou sendo também de grande importância para a aceitação de uma vez por todas da Michonne pelo grupo (que eles rejeitaram muito sem motivos também), principalmente por parte dos membros da família Grimes.

Ao final da temporada encontramos aquele grupo de pessoas pela primeira vez se encontrando como os grandes vitoriosos em meio a um universo onde já não há mais muito espaço para esperança. Pela primeira vez tivemos um final de temporada em The Walking Dead onde encontramos aquele grupo de pessoas seguindo adiante como os grandes sobreviventes da vez, ganhando de quebra alguns novos membros para a turma. Mas o governador continua a solta, completamente fora de si e certamente essa vitória não vai deve sair barato e essa conta deverá aparecer mais tarde na série.

Ou seja, com um avanço importante na história da série, um novo ritmo, novos personagens e principalmente com a morte de alguns pesos mortos dentro da série que ninguém aguentava mais, é possível que The Walking Dead tenha entregue a sua melhor temporada como um todo. Apesar das falhas continuarem existindo e a season finale não ter sido perfeita (aquela cena com o Governador matando aquelas 20 pessoas, uma a uma e ninguém enfiando um tiro na cabeça dele por exemplo, foi quase surreal, além de ter sido uma saída fácil demais para o personagem), The Walking Dead conseguiu sim com essa Season 3 quitar uma dívida antiga que a série matinha com a gente.

Podemos dizer que agora estamos quites e o que vier daqui para frente pode vir a ser lucro ou começar a contar como uma nova dívida. Veremos…

 

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The Walking Dead voltando a nos animar com a interminável caminhada dos mortos ou quase mortos vivos

Dezembro 14, 2012

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É fato que desde o final da Season 2 eu já estava bem desanimado com The Walking Dead. Um desânimo que na verdade já vinha de antes, por vários fatores, desde a falta de coerência em diversos aspectos da série, até a falta de interesse por grande maioria dos seus personagens e até mesmo em sua história, que além de caminhar a passos muito lentos (naquele ritmo já conhecido das séries do AMC), não nos levava a lugar algum. Apesar disso, não consegui descartar a série assim tão facilmente da minha lista, uma vez que apesar de mediana, ela ainda continuava me distraindo. Mesmo assim, decidi que essa Season 3 seria uma temporada decisiva para garantir a minha permanência enquanto audiência da série e para que isso acontecesse, algo precisava mudar com urgência.

Enquanto isso, decidi também pegar mais leve em relação as minhas dúvidas e críticas sobre vários detalhes da série, coisas que apesar da ficção, eu nunca consegui deixar passar ou silenciar por completo o meu lado questionador e curioso sobre a série e o assunto. Achei melhor seguir os conselhos de uma maioria que continuava se entretendo com a série e tentar pelo menos continuar me divertindo com a caminhada semanal dos mortos vivos na minha TV, algo que por si só sempre foi um dos maiores atrativos da mesma. Eu só não achava muito justo que esse fosse o único motivo que continuasse me prendendo enquanto audiência e por isso, apesar da decisão de agora tentar assistir a The Walking Dead de uma forma mais leve e relevando toda a sua falta de coerência e defeitos, mantive em mente que outros fatores precisavam sim aparecer na série de uma vez por todas para que eu pelo menos continuasse interessado nela. Uma coisa precisava compensar a outra.

Para minha surpresa, esses fatores apareceram já logo de cara, com a passagem de tempo que percebemos logo no começo dessa primeira metade da Season 3 com o salto no temido inverno que eles estavam prometendo (e morrendo de medo, mas que foi descartado logo de cara. Culpa da procissão de zombies de GOT? Talvez hein? rs), inclusive feito de uma forma meio assim, mas que no final das contas acabou colaborando para que a série encontrasse o seu atual ritmo, esse muito melhor ao que nós já estávamos nos acostumando a não gostar muito.

Algo que não engrenou assim logo de cara, apesar de um dinamismo muito maior e perceptível até mesmo na premiere , mas que em pouco tempo foi ganhando ritmo e forma, se aproximando da atual realidade da série, essa muito mais interessante do que quase tudo que nós já passamos durantes as outras duas temporadas. Aos poucos, fomos percebendo que aquelas pessoas já não eram mais as mesmas (e não poderiam ser mesmo e nesse ponto, eu acho bem importante que tenha havido esse salto no tempo) e que definitivamente o tempo havia deixado sua marca em cada uma delas. Todos estavam amadurecidos, mais preparados para a atual realidade de suas vidas e de longe, já não eram mais os mesmos de antes. No começo, cheguei a considerar essa passagem de tempo como uma alternativa fácil demais para tentar levar a série adiante, mas aos poucos fui percebendo que tudo isso acabou sendo mais do que necessário para os rumos atuais da série. Se a minha reclamação durantes as temporadas anteriores foi a de que para continuar, The Walking Dead não poderia permanecer na mesma, parecia que o que estava me incomodando tanto no passado, dessa vez estava finalmente ganhando algumas correções importantes. (e todos dizem o que? #ATÉQUENFIM)

Apesar da ocupação do grupo da tão falada prisão ter sido bem bacana e cheia de ação e tensão (além de profissionalismo, rs), assim como a descoberta de outros sobreviventes por lá, os presos mais burros da face da Terra (sério, criminosos de quinta), a história começou a ficar realmente interessante a partir do terceiro episódio desse começo de temporada, quando para a nossa surpresa, Rick e companhia sequer apareceram e chegava a vez de conhecermos uma nova possibilidade para The Walking Dead, algo que talvez tenha sido até um teste para o que estaria por vir como um possível futuro da série.

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Isso aconteceu no episódio que serviu como introdução para a chegada do aguardadíssimo Governador e a “cidade zombie free” comandada por ele (3×03 Walk with Me). Um lugar dos sonhos em meio ao apocalipse de zombies, mas que ao mesmo tempo parecia ser uma oferta grande demais dentro de um mundo enfrentando um caos como aquele. Nesse cenário, fomos apresentados a uma nova realidade, novos personagens e com exceção da Andrea, que teve a “sorte” (e mais um pouco de sobrevida. Bi-a-tch) de parar naquele lugar graças a companhia da Michonne, não tivemos a participação de mais ninguém do elenco da série que nós já estávamos familiarizados, a não ser um personagem antigo, Merle (que continua sendo o mesmo detestável e em pouco tempo já se tornou o mais novo insuportável do elenco), que dessa vez voltava com sua prótese adaptada, na promessa de assombrar os demais sobreviventes e ex companheiros de caminhada do passado.

Um episódio que foi mais do que sensacional e acabou levando a série para um outro nível, encontrando talvez o que ela estava precisando faz tempo: uma renovação. O Governador é sem dúvida um grande personagem para a série (dizem que na HQ também, ou seja, confirmou!) e isso é possível de se perceber já com a sua chegada, apesar do nível de magia acabar nos distraindo em alguns momentos sobre o que realmente interessa. Um homem misterioso, que faz questão de parecer distante e que acabamos descobrindo que escondia alguns detalhes medonhos revelados aos poucos em seus hábitos e manias enquanto era reconhecido com autoridade máxima naquele local. Aquários repletos de cabeças de pessoas mortas, filha zombie guardada dentro do armário, ataque ao acampamento do exército na maior crueldade, esses foram apenas alguns dos plots que nos foram revelados em pouco tempo sobre o novo personagem e que já reúne muito mais história do que boa parte do elenco fixo da série desde a Season 1, por exemplo.

Analisando friamente, quando se pega uma série que já tem duas temporada em andamento e se tem a ousadia de colocar um episódio praticamente inteiro sem rostos conhecidos (sim, isso já aconteceu anteriormente em Lost e eu só não consigo lembrar exatamente se da mesma forma, sem a participação dos demais personagens…) e no meio dessa nova proposta você acaba nem sentindo falta de nenhum deles, fica nítido que realmente há algo errado com os personagens restantes da série, que se fossem exterminados a qualquer momento, a essa altura já não fariam a menor falta. Sério, quem se importaria com a morte de uma Carol (que já parece uma morta viva e agora resolveu fazer a sexy cougar do apocalipse, rs), ou de um Hershel (agora quase pela metade, o que na correria, atrasaria e muito todo o grupo, fato e não preconceito…)e qualquer uma de suas filhas a essa altura? (a mais nova inclusive com olhares esperançosos para cima do Carl, um menino que até outro dia tinha o que, 12 anos? Ew! #ILLEGAL) Rick a gente ainda deixa passar, só porque ele deu uma melhorada bem considerável e também importante desde o começo da nova temporada e talvez dentro da cadeia ele tenha recuperado suas bolas que estavam perdidas faz tempo. Talvez o comportamento do Carl, o novo macho alpha do grupo o tenha inspirado… (mas sério, eles estão ou não estão nas mãos daquele menino? Ele que aparentemente é o mais competente e com os nervos no lugar do que todos eles juntos)

Mas o mais importante disso tudo, ainda falando desse terceiro episódio, nem foi a ausência dos personagens já conhecidos da série e sim a presença de muito mais história em um único episódio de The Walking Dead, que não costuma se prender a esse tipo de detalhe (algo que na verdade, eu sempre senti falta na série). Nele tivemos uma trama bacana com a apresentação do novo cenário e das novas histórias que ele carregava e quase não tivemos cenas com a matança costumeira que sempre nos deixou grudados de frente com a TV a espera de zombies partidos ao meio ou com a cabeça indo pelos ares, mesmo quando o episódio não era lá essas coisas (e foram vários…). O que prova que a série tem sim o necessário para desenvolver uma história bacana quando eles sentem vontade e esse me pareceu o momento exato para que essa tal vontade viesse a tona.

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Outro momento importantíssimo dessa primeira parte da nova temporada foi a despedida de uma das personagens mais odiosas de todos os tempos dentro da série: Lori. E apesar de toda a sua trajetória não ter sido das melhores, ainda mais julgando o caráter duvidoso da personagem, sua passagem para o além foi bastante emocionante, não por qualquer tipo de apego a própria, que na verdade, ninguém suportava mais já fazia tempo, inclusive o próprio marido e ninguém se importaria se ela acabasse sofrendo horrores e sim pela situação em si, com a mãe abrindo mão da própria vida, sendo “obrigada” a fazer um parto de última hora, uma cesária a sangue frio, na presença do filho, encarando um procedimento do qual ela já sabia que não sairia viva. (e conseguiu segurar bem a dor naquela hora, não?)

É óbvio que esse momento foi inteiro construído para deixar a audiência comovida e talvez tenha até sido a tentativa de redenção da própria Lori, mas o que foi bastante emocionante nessa hora foi a reação do Carl assumindo uma postura que não se espera de uma criança, principalmente diante de uma situação como aquela, diante da própria mãe fazendo as vezes de vítima da vez. Nesse momento, achei importantíssimo aquele flashback do celeiro (um momento lindo, por sinal), com a conversa entre pai e filho, com o Rick explicando para o filho que aquela era a sua vida agora e que infelizmente estava na hora de crescer para sobreviver. Um momento importantíssimo, que nos fez lembrar o porque de tudo aquilo, ainda mais se tratando de uma criança (sorry Carl, mas para mim você é uma criança, embora a filha do Hershel de 17 anos pareça estar confusa em relação a isso. EW de novo!) e também foi bem importante para a série o momento em que ele assumiu o controle da situação, colocando de vez um ponto final na história da própria mãe. (que diga-se de passagem, em tempos de caos, não poderia nem ser considerada como a mãe do ano e eu AMEI quando Carl colocou ela em seu lugar em um determinando momento dessa temporada, quando ele saiu sozinho por dentro da prisão, trouxe um monte de coisas úteis para todo o grupo e a mãe adultera/manipuladora/preguiçosa/carente/prenha de outro/rainha do mimimi/megabitch mesmo sem ter sentido falta do menino, achou que poderia reclamar sobre o fato dele ter saído sem avisar. Sério, já foi tarde, Lori!)

Outro que ganhou o seu momento durante essa passagem foi o próprio Rick e mesmo não sendo muito ou nada fã do personagem que deveria ser o herói da série (que pra mim sempre foi o Daryl e agora passou a ser também o próprio Carl) foi bem emocionante aquela cena onde ele descobriu o que havia acontecido com a mãe do seu filho, certamente, outro ponto alto da mitologia de The Walking Dead.

Agora, só eu achei que mesmo com a despedida que a gente tanto desejou, Lori se foi mas como toda boa megabitch, deixou um problemão para o Rick? Pensem naquela correria de sempre, só que agora carregando um bebê recém nascido? Lori, dificultando até depois de morta. Que megabitch, não? Nesse caso, considerando a nova situação e o novo bebê, eu só consigo pensar em duas alternativas para a série: uma nova passagem de tempo (algo que se acabar se tornando recorrente, vai acabar soando como uma resolução fácil demais para tudo), dando tempo para o bebê crescer um pouco ou o grupo acabar se estabelecendo em algum lugar, que bem poderia/deveria ser a cidade do Governador. Veremos…

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Tirando todos esses pontos positivos para pelo menos essa metade da Season 3, é claro que eu não consegui ficar completamente satisfeito com a série, apesar de reconhecer que agora pelo menos, eles estão percorrendo caminhos muito melhores. Eu até gostaria conseguir deixar passar batido alguns detalhes, mas esse sou eu e infelizmente eu não consigo, por isso vou ter que falar. Ainda me incomoda muito o fato dos zombies não terem uma velocidade definida, assim como o seu nível de capacidade intelectual. Alguns correm muito, outros andam como uma tartaruga, muitos não tem a menor coordenação motora, outros atiram coisas e tiram objetos do lugar, como aquele lutador de MMA preso na sala de tortura com o Glenn. Isso tudo ainda me deixa meio assim com a série, mas OK, eu já entendi que tudo isso pode passar como um mero detalhe, desde que pelo menos a história da série esteja boa e que ela me distraía de certas perguntas que sempre vão surgir na minha cabeça, não tem jeito.

Assim como o Governador, outra personagem que acabou gerando todo um falatório desde que apareceu na série pela primeira vez ao final da temporada anterior foi a Michonne (Machonne, Bichonne, como preferir), que todo mundo dizia ser sensacional. E ela realmente é, carregava seus zombies escravos, lutava como ninguém com sua espada… mas vamos combinar que ela acabou se livrando cedo e fácil demais dos seus dois animais de estimação, não? Realmente, me pareceu cedo demais para essa despedida, ainda mais porque ela ainda não contou quem eram (e conhecendo sua história da HQ eu consideraria esse como um detalhe importante) e como ela descobriu o que fazer com os dois para que ambos trabalhassem a seu favor.

E vamos combinar que apesar de ter uma função durante essa metade da Season 3, Michonne bem esteve pelo menos uns trinta e três tons acima no quesito interpretação suspeita, não? Sempre amarga, com a cara amarrada demais, sem fazer a menor questão de disfarçar que estava achando tudo muito suspeito, sempre segurando a badass face. Não sei não, achei tudo um pouco demais (ainda mais porque não conhecemos nada da sua história dentro da série para entender o porque dela ser tão assim, diferente das HQs) e por vários momentos acabei tendo dúvidas se aquela cara toda amarrada não seria porque Michonne teria guardado uma espada em algum lugar que a incomodava profundamente… Sorria Michonne. Perder uma Andrea não quer dizer nada. Aliás, quer dizer sim, quer dizer que você não perdeu nada, só ganhou. WOO! Supere essa separação garota. Seja mais você e seus dreads. Cante alguma música da Lauryn Hill. Reaja! (PÁ! Três tapas na sua cara)

Mas embora esses detalhes todos que poderiam ser mais bem cuidados para que a série ganhasse mais coerência, digamos que realmente foi notável que The Walking Dead com essa metade da sua Season 3 acabou caminhando finalmente para uma melhora bastante considerável, algo que acabou deixando todo mundo mais animado com os atuais rumos da série. O último episódio desse ano então foi uma prova que estava faltando de que definitivamente eles resolveram mudar os rumos da série para algo melhor e foi tudo tão tenso e tão cheio de acontecimentos realmente importantes para o decorrer da série daqui para frente, que chega a ser uma covardia a gente agora ter que esperar até Fevereiro para a segunda metade da nova temporada que voltou tão melhorada assim. (muito diferente do que eles fizeram no final da Fall Season da segunda temporada, com um único momento importante, que foi a saída da Sophia de dentro do celeiro, nos cinco minutos finais da temporada)

Por esse motivo e pelo menos por enquanto, posso considerar que boa parte das minhas reclamações sobre The Walking Dead foram ouvidas e resolvidas durante essa primeira metade da temporada. Se eles vão optar por continuar seguindo esse caminho nós ainda não sabemos, mas que realmente parece que é a pela primeira vez em três temporadas que eles estão seguindo o caminho mais acertado para garantir um futuro pelo menos interessante de novo para a série, isso parece.

#KeepWalkingWalkers

 

ps: perguntas honestas sobre #TWD- Se ao final da temporada anterior eles já estavam ao lado da prisão, porque demorou tanto tempo para tomá-la?  Porque de todos eles, o cabelo da Carol é o único que não cresce? Alguém que se ame e se respeite o suficiente vai sentir falta do T-Dog? (R.I.P)

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