Posts Tagged ‘Anna Paquin’

Poppy + Charlie

Julho 2, 2013

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E #TEMCOMONAOAMAR os gêmeos Poppy e Charlie da Anna Paquin com o Stephen Moyer?

Não, não tem. (♥)

 

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Falando em gêmeos, queremos conhecer os da Anna Paquin!

Novembro 29, 2012

(os que nós ainda não conhecemos, diga-se de passagem por que neam, em True Blood eles sempre foram bem presentes, rs)

Dizem que é um menino e uma menina, mas ainda não sabemos nem os nomes (pelo menos eu não vi em lugar nenhum) e tão pouco com quem eles se parecem. Humpf!

Libera aê Paquin/Moyer! (só em True Blood eles já liberaram tanta coisa…)

 

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A temporada em que True Blood encontrou sua “True Death” (pelo menos para mim)

Agosto 31, 2012

Sim, esse post é uma despedida. Mas diferente do que se espera do assunto, essa não é uma despedida triste, sofrida ou qualquer coisa do tipo. Essa é a minha caminhada voluntária rumo ao sol, minha aceitação de que já vi de tudo o que me interessava dentro da série e que chegou o momento de finalmente aceitar que esse é o fim de True Blood, pelo menos para mim e antes que tudo piore ainda mais. (PUFF = Essy virando glíter neon furta cor e desaparecendo em forma de raio de sabre de luz ao nascer do sol, rs)

Tudo tem um limite e eu acabo de encontrar o meu dentro do universo de True Blood e ele foi exatamente essa Season 5, do começo ao fim, uma temporada que definitivamente encerrou de vez a minha história com a série. Não consigo mais. Sério. Nada me interessa mais na série. NA-DA (…). E tão pouco eu consigo me importar com ela. Ok, mentira, o nível de magia ainda me interessa e muito na série sim e talvez vá sempre interessar (sejamos sinceros, vai? Höy!). Mas nada sobrevive para sempre apenas de uma bela paisagem e é preciso algo mais para continuarmos interessados na história que nos está sendo contada, que é exatamente quando até mesmo a paisagem por si só acaba perdendo totalmente a sua graça e vai ficando batida, cansada e com menos apelo. Sem contar que magia por magia, nós ainda podemos encontrar boa parte daquela “vista mágica” circulando avulsa por aí, então… (rs)

True Blood já foi uma série muito bacana, lá no passado, onde eu mesmo fui um dos seus maiores entusiastas, sempre escrevendo uma coisa aqui ou ali sobre a série (na época, nem a minha own mãe lia minhas reviews, humpf… #MAGOADECABOCLOANTIGO). Mas não é de hoje que ela vem decaindo, apesar dos números da sua atual audiência indicarem totalmente o contrário. Alguns consideram essa queda a partir da Season 3, que eu até gosto e revi recentemente (só não tive coragem de comprar a Season 4 porque vou me sentir na obrigação de ter que ver novamente e ai já viu neam?) portanto, prefiro estender um pouco mais esse prezo de validade que no meu caso, começou a expirar e cheirar como coisa estragada durante a Season 4, que já havia sido bem arrastada, deixando para ficar realmente boa apenas nos cinco minutos finais do seu último episódio, o que eu já naquela época considerei uma grande sacanagem.

Até que chegamos a Season 5, com uma série de promessas em relação a história, inúmeros nomes na lista de bons atores para o cargo dos novos personagens que entrariam para a trama , a aguardada volta de Russell (que estava com um cabeção gigante durante essa nova temporada por conta da sua perda de peso e daquela escova forte com pontas para dentro que eu bem reparei, viu? rs) e a despedida de Alan Ball no comando de True Blood. Cheguei até a considerar que essa tinha tudo para ser uma boa temporada (boa, porque para uma “ótima” eu já andava meio descrente), ainda mais tratando-se de uma despedida do seu “maker”. Mas não foi o que aconteceu…infelizmente.

Primeiro, eu já creditaria todo e qualquer problema dessa temporada pela nova chance de uma única personagem da qual ninguém sentiria falta se sumisse de vez do mapa: Tara. Ah, Tara sua ______________ (preencha o espaço ao lado com o seu xingamento preferido). Alguém me diz o que é que essa mulher ainda está fazendo viva até hoje na série? (Argh!)

Quer dizer, agora ela não está mais viva. BOOM! Mas não do jeito que a gente torcia para que acontecesse, com seus miolos espalhados na cozinha da Sookie e um funeral com direito a lápide em formato de ovo, em homenagem ao seu grande amor do passado, onde estaria escrito “Tara Tonhão, não morre nunca não” (sorry, esse é o máximo de rima que eu consigo fazer hoje, rs). Mas não, Tara ganhou uma sobrevida e agora como vampira, olha só que bacana? ZzZZZ

Reclamou, fez seu mimimi da revolta de sempre, ficou nervosinha rodopiando feito o diabo da Tasmânia (sem contar que ninguém explicou o porque da sua cabeça não ficar com um buraco para sempre, neam? Se a Jessica que era virgem antes da transformação tem o plot do “virgin again”, pq o contrário não aconteceu com a Tara, ou porque que a sua cabeça não ficou em um looping eterno, abrindo e fechando para sempre, já que ela se feriu antes da sua transformação hein? rs) e de quebra, ainda acabou ganhando a Pam para chamar de sua nessa reta final, pode? E logo a Pam, que sempre foi uma das melhores personagens da série? Sacanagem. Ainda mais agora que conhecemos um pouco do passado da personagem, de como ela conheceu o Eric e tudo mais. Realmente, Pam não precisava dessa conquista na sua lista. Mas não precisava mesmo. Aliás, ninguém precisava, nem o Ovo. (e o que foi aquela performance de pedreira da Tara na pole dance? EW!)

E essa visita ao passado da Pam foi uma das poucas coisas boas dessa temporada sofrida e aleatória de True Blood, onde é sempre bom descobrir um pouco mais dos personagens que ainda nos interessam por algum motivo, seja ele qual for. Mas para variar, eles preferiram seguir caminhos duvidosos e durante essa Season 5, a dupla Eric e Pam (que é sempre ótima e que ainda consegue nos emocionar sempre que necessário) acabou sendo novamente separada, dessa vez por um tempo ainda maior devido ao grande plot da temporada, que só de lembrar chega a me dar um sono quase incontrolável, que eu prefiro evitar ou não consigo terminar essa review. (bocejos)

Dessa vez eles resolveram falar de religião e dos perigos do fanatismo religioso, que foi o grande plot da temporada, colocando em questão duas vertentes do próprio Team Fangs: uma que defendia a política da boa vizinhança entre vampiros e humanos e a outra mais “antigo testamento” (rs) essa, completamente intolerante em relação a diversidade de especies, se é que assim podemos dizer. Mas tudo muito chato, tanto no plot da turma que só dizia “sanguinistas”, palavra cafonérrima que eles faziam questão de repetir pelo menos umas 10 vezes no começo da temporada, só para tentar gravar em nossas cabeças uma coisa que não tinha a menor força (ou importância) para ser gravada naturalmente, quanto no plot da tal Lilith, a garota do Fantástico só que naqueles dias, com patrocínio exclusivo dos tapetes Tabacow (EW EW EW!), que não merecem comentários com muitos detalhes, porque foram plots totalmente meio assim. Sabe quando um assunto não interessa ou pelo menos não consegue te prender à proposta de história de uma temporada? Então…

E é  bem difícil continuar assistindo uma série onde vc não consegue se importar com suas novas propostas, que tirando a mitologia dos próprios vampiros e a Fellowship of the Sun do passado, foram todas extremamente chatas e exageradérrimas para falar bem a verdade, ou pelo menos “decepcionantes”, além de aos poucos a gente ir perdendo todo e qualquer interesse nos personagens que chegamos a gostar um dia, que foram perdendo cada vez mais o seu próprio espaço. E foi exatamente isso que acabou acontecendo durante essa temporada em True Blood, onde o que tinha alguma importância ou relevância, acabou perdendo espaço para histórias novas pouco ou nada interessantes, além de uma série de personagens novos que poderiam ser definidos como “gente certa para encontrar a morte” até o final da temporada. E confirmou, boa parte deles todos morreram. R.I.P. Tanto que boa parte dessas novas histórias foram resolvidas por volta do episódio 9, faltando três inéditos ainda para encerrar a temporada. E se tudo já estava praticamente resolvido, sobrava o que mesmo para eles explorarem nessa reta final? Pouca coisa…

Apesar de me interessar muito mais pela história dos vampiros do que qualquer outro plot sobrenatural da trama (que a essa altura está praticamente descontrolada) eu até acho OK que existam outras criaturas dentro da mitologia da série, que até poderiam contribuir para alguma coisa no final das contas, mas que para isso precisavam ter no mínimo uma boa história para ser contada. E isso também não é exatamente o que tem acontecido em True Blood desde muito tempo com todos esses personagens…

Os lobos por exemplo, serviram para que mesmo durante essa temporada (só essa?)? Apenas para servir de Pet Shop para os caprichos do Russell e nada mais. Ah sim, tem sempre aquela cena especial do Alcide, que nessa temporada esteve exibindo um pouco mais de seus músculos incluindo closes de seu derrièrre, pagando bundinha e rosnando como se não houvesse amanhã. Mas tirando a magia, qual a sua função dentro da série mesmo? (R: ser manipulado lindamente pelo Eric, claro!)

Além dos vampiros e toda a sua hierarquia, já tivemos shapeshifters (nunca gostei do Sam, só para constar e preferia o seu irmão mau caráter…), o Boi-Bumbá (Maryann nunca me enganou), pai panteras (pior elenco já escalado para a série EVA), fadas safadas (pior cenário já construído na série EVA), bruxas (preguiça define), demônios mexicanos (que nos trouxe Jesus, OK, mas levou a dignidade do Lafayette para bem longe), fantasmas (agora com participação da mammis e do papa Stackhouse. ZzZZZ) e de quase tudo já havia aparecido em True Blood, mas ainda faltava uma coisa. E o que seria ela? O monstro de fumaça, claro. Vindo diretamente da promoção da ABC, que não deveria saber mais o que fazer com o efeito e repassou para a HBO naquele precinho camarada de emissoras amigas. Sério. E o Noel (sorry Scott Foley, mas vc é e sempre será o Noel pra mim – ♥) envolvido nessa trama boba com o Terry Bellefleur (Florisbella, aqui no Brasil, rs), perdendo a chance de ser aproveitado em cenas de muito mais ação com um, dois, ou trezentos e vinte cinco vampiros sugando todo o seu corpo nu de ex veterano da faculdade de design em NY. Outra sacanagem… (talvez tenha sido a minha maior frustração durante toda essa temporada. Humpf!)

Tirando tudo isso que nunca foi muito relevante mesmo e a gente sabe, ainda sobraram as histórias dos personagens principais da história, que assim como toda essa temporada, não poderiam ser mais preguiçosas.

Sookie acabou descobrindo um pouco mais do seu passado, onde ela finalmente descobriu a verdade sobre a morte dos seus pais, ou pelo menos parte dela. Um plot que só nos trouxe um nome (Warlow) e nada mais e que por incrível que pareça, foi totalmente ignorado nessa reta final e só apareceu como lembrança para quem assistiu ao bônus do último episódio, com a cena do Jason cercado de vampiras no elevador. Sookie ainda descobriu que o seu “dom” (de ser chata) pode acabar e tentou se livrar dele a todo custo cuspindo raios como se não houvesse amanhã em Bon Temps. Boring. Nessa ela ainda visitou o refúgio das fadas, que era como uma espécie de “Mouling Rouge” em uma versão mais pobrinha & humilde, onde ela ficou de frente com o “oráculo”, que se dizia a mais importante de todas as fadas, mas que morreu em segundos ao encontrar com o Russell, que por sua vez também morreu logo em seguida, deixando o reverendo Newlin, a melhor aquisição de todos os tempos em True Blood (ainda mais agora que ele é um vampiro gay e tem uma crush impagável pelo Jason), viúvo precocemente chorando lágrimas de sangue ao som de “Teenage Dreams”.

Jason continuou sendo o alívio cômico da série e apesar de ser dele (e da Pam) as lines mais divertidas hoje em True Blood (gosto das do Eric também, mas aí é um outro tipo de humor), já estamos meio que cansados dessa sua aura estúpida, apesar da america garantir o seu direito de ser estúpido o quanto vc quiser. Mas convenhamos que ter esse nível de estupidez com aquele silhueta toda ajuda, vai? Höy!

Eric, o motivo sueco que ainda nos prendia em frente a TV durante os mais de 50 minutos de cada episódio da série, foi o único personagem que permaneceu “intacto” diante de tudo o que ele já foi um dia na série. Northman é um dos poucos que continua o mesmo de sempre (apesar da sua fase Dummy Eric da temporada anterior) e dessa vez ainda ganhou uma relevância como herói da temporada (se bem que eu odiei a desconfiança dele para cima da Pam no começo dessa Season 5, uma desconfiança completamente infundada…), sendo ele quem parecia ser o único capaz de enxergar a realidade escondida em toda a bizarrice que estava acontecendo na série naquele momento, deixando para o Bill o posto de vilão megabitch coberto de sangue de Lilith da vez.

Sim, perdemos o Bill e agora não tem mais volta. Já era. WOO! Não, ele não morreu. Fuén. Infelizmente, não, mas quase isso. Primeiro ele virou uma poça de sangue gosmento ressurgiu da sua menarca e agora tem presas enormes, apesar de não nos ter revelado o que a gente mais queria conferir (Lilith mostrava o tapetão a todo momento, mas o Bill fez miguelinha de peru. Inaceitável!) se também acompanhava o tamanho de seus novos brinquedinhos (rs). Um personagem que já havia perdido totalmente o seu espaço para o nível de magia do Eric desde que ele apareceu pela primeira vez sentado no seu trono dentro do Fangtasia (morro de saudades do Eric lá, para falar bem a verdade), além do xerife da região sempre ter sido muito mais cool do que o ex vampiro boa praça que nem era tão boa praça assim. Bill agora é do lado negro da força, ou melhor, do lado vermelho da força , se rendendo aos poderes de Lilith (sério, ZzZZZ), virando um fanático religioso e nesse momento eu nem imagino uma ligação qualquer que ele ainda possa ter com a Sookie, que sequer chegou a sofrer muito pela ausência do ex na sua vidinha pacata durante toda essa temporada. (Sookie certamente foi poupada por conta da gravidez da Anna Paquin, algo que deve ter inclusive acelerado as gravações dessa temporada)

Isso para dizer o mínimo de coisas bisonhas que aconteceram durante toda essa temporada. E é claro que alguém vai me dizer “Mas Essy, não é de hoje que True Blood vem sendo levada dessa forma, neam?” e eu respondo, que realmente, não é de hoje que a gente vem aguentando tudo isso em troca de pouca coisa realmente interessante. Mas antes a série ainda tinha um texto super bacana e apesar de muitas das propostas deles também terem terminado de uma forma não muito bacana, antes eu não cheguei a sofrer tanto para acompanhar a série como aconteceu durante toda essa temporada (e isso já havia começado na Season 4). Chegamos a um ponto onde nada mais me importa em Bon Temps e True Blood se encontra cínica demais, onde até mesmo os próprios personagens que um dia foram tão bacanas, agora se encontram totalmente rendidos as bizarrices que acontecem naquele lugar o tempo todo. Vide a cena do parto da fada dentro do Merlotte’s, para citar apenas um excelente e claro exemplo do quão baixo e cínico eles conseguiram ficar.

E True Blood não era isso. Ou pelo menos, nunca foi apenas isso. Aí eu vejo a HBO elogiando a audiência da série e declarando estar satisfeita com seus resultados, dizendo que não pensa em um cancelamento tão cedo (nem para GOT) porque aqueles personagens ainda podem render boas histórias, mesmo com a saída do Alan Ball do seu time. Sério, que eles realmente acreditam nisso ou nem assistem a própria série que produzem?

Pra mim, boa parte do que poderia ser interessante em True Blood já foi aproveitado e o que ainda não aconteceu mas poderia acontecer, eu não tenho a menor paciência ou interesse de esperar mais para que aconteça. Cansei. Sinceramente acho que a série se perdeu por completo e hoje eu não vejo mais recuperação para algo que um dia já foi realmente bem bacana. Lembra da Season 1? E a Season 2? Pois é, faz tempo que True Blood não consegue fazer mais nada parecido com o que já vimos no seu passado e por isso fica cada vez mais difícil continuar acompanhando uma série que não consegue mais entregar uma história interessante o suficiente para que a gente continue tendo pelo menos vontade de acompanhá-la. Isso, mesmo com a vantagem dela se passar na Summer Season, onde não temos muitas opções na TV.

Juntando tudo isso e deixando muita coisa ruim de lado que eu nem fiz questão de mencionar por pura preguiça, ignorando até mesmo a Jessica, o Hoyt e o próprio Lafayette, declaro que True Blood realmente encontrou a sua True Death para mim nessa Season 5. Não vejo mais o porque voltar. Não tenho mais vontade, não tenho o interesse e tenho certeza que só sentirei falta da paisagem mágica. Por isso caminho em direção ao sol, abandonando de vez essa minha vida na escuridão de uma série que merecia ter um futuro bem melhor do que o que já é possível ver com clareza que não está sendo bom nem no seu presente.

R.I.P True Blood

ps: prefiro também ficar com a imagem do Eric sendo o meu vampiro preferido EVER, antes que alguém resolva estragá-lo também. Eric Northman = Höy! (e isso para toda a eternidade viking sueca)

ps2: quem continuar tendo paciência de acompanhar a série, pode vir aqui e me atualizar, ok? E se tiver alguma cena animada que eu realmente precise assistir, deixem um recado, rs

 

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Skarsgard + Paquin + Moyer para a Emmy Magazine

Junho 6, 2012

Alexander = Höy!

Anna = tenha uma boa hora (rs)

Stephen = lembra quando o Bill apareceu pela primeira vez em True Blood, maravileeeandro e sentado no Merlotte’s? Nem parece que é a mesma magia… (além do personagem ter se tornado um chato bocozão) mas continuamos ficando balançados quando ele resolve glamourizar, fato.

Lembrando que domingo tem True Blood novo (Season 5) na HBO de lá e daqui também. Yei!

By Emmy Magazine

Agora falta bem pouco hein?

Junho 4, 2012

Skarsgard (Höy!), Paquin e Moyer para a premiere de True Blood, que chega no próximo domingo (lá e aqui, Yei!) para a sua Season 5.

#FALTAPOUCO

Gravidíssima, maravileeeandra e super foufa

Maio 7, 2012

Anna Paquin, que está maravileeeandra ainda no começo da sua gravidez, não?

Aliás, acho que Sookie deveria adotar o cabelo curly para a próxima temporada de True Blood

Falando na série, estava assistindo o box da Season 3 com comentários (sim, eu faço esse tipo de coisa) e me deparei com a declaração mais sincera possível da Anna Paquin, que disse que quando recebeu o script descrevendo as primeiras cenas da Sookie no universo das fadas (quando o Bill pegou ela dentro do caminhão e NHOC!), ela teve a impressão de estar indo gravar um comercial de Tampax. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Regabofe dos Obamas

Maio 2, 2012

Sim, no finde tivemos aquele famoso “jantar com o presidente” (2012 White House Correspondents’ Association Dinner), onde vários artistas e celebridades são convidados para um regabofe daqueles (AMO essa palavra e esperava ansiosamente para usá-la)

Digamos que esse ano, a lista não estava assim no seu mais alto nível de prestígio, mas os Obamas garantiram pelo menos o elenco dos seus seriados preferidos, fato. (quero saber quem é que assiste True Blood, hein presidente?)

Não chegou a ser um show de horrores, como a maioria dos red carpets, mas ficou na cara que ninguém fez muita questão se esforçar para sentar à mesa da casa do presidente…

Charlize Theron foi uma das poucas maravileeeandras da festa (apesar das imagens não favorecerem muito), nesse seu vestido inteiro rendado no truque.

Só não gostei muito do cabelo, achei preguiça…

Kate Hudson até que nos surpreendeu e foi com esse vestido todo no fundamento do brilho.

Achei phino, gostei da cor… mas vamos falar do que não tem como não reparar?

Esse penteado não foi feito para vc Kate…sorry!

E com tanta coisa que elas aplicam na cara, fora o investimento no estica & puxa que todos nós sabemos que ela já fez, Kate nunca pensou em consertar esses dois grandes problemas? Hein?

Elizabeth Banks também estava linda com o seu vestido tipo preplum, na versão tímida do fundamento do momento.

Vamos dizer que o elenco de Modern Family (que deve ser um dos seriados preferido dos Obamas, porque esteve em peso no jantar), não estava assim muito inspirado…

Primeiro a Claire (que eu não sei porque a America ainda acha essa mulher tão engraçada, ainda mais com a Sofia ao seu lado), que se estivesse com mais preguiça do que isso, teria ido de pijama. E o maxilar travado no sorriso tenso? Sei…

E segundo a Gloria que na pressa, pegou um vestido emprestado da Haley neam?

Achei juvenil demais… (apesar dela ser xóvem ainda)

O único que representou muito bem a família moderna no jantar desse ano foi ele, Phil (♥), que desde já, tenta uma vaga no nosso curso da escola de lenhadores nerds.

Na verdade, eu bem acho que quem foi de curto, acabou sendo prejudicada…

Exceto pela Eva Longoria, que apesar de ter escolhido um modelão curto, investiu no poder de um tecido de rica, o que de certa forma acabou compensando.

E quem liga para o vestido da Ginnifer Goodwin… (que eu até gosto, mas não gosto muito)

… quando ela me chega no evento com um carregador de guarda-chuva do tipo encantado?

Josh Dallas = Höy!

As duas grávidas da noite apostaram no sempre bom pretinho básico, que nem sempre é regra e abaixo vcs vão entender o porque…

Reese Witherspoon, que me pareceu ter sido uma das poucas que se esforçou um pouco mais, pensando no combo todo e a Anna Paquin, que estava mais básica, mas ainda assim maravileeeandra, ambas de preto.

Não disse que a máxima do pretino básico não é regra?

No caso de LiLo, faltou poder neam? Que ticidinho mais meio assim era esse? 47º aluguel?

E essa barra super marcada?

Só espero que ela não tenha comido nenhuma sobremesa com açucar de confeiteiro, porque vcs sabem que o povo fala neam? NHÁ!

Claire Danes (que foi outra das escolhidas diretamente da listinha do Tivo dos Obamas) foi uma das que não estava em um bom dia…

O que é isso Carrie? Não se entregue assim tão fácil, nem mesmo pela desilusão com uma magia ruiva … Stay Strong! (mas todas nós entendemos essa barra)

Já a Dakota Fanning também  estava maravileeeandra com esse longo todo bordado de ricah!

Daniel Radcliffe, Darren Chris, Ryan Kwanten, que foram os boys magia da vez que também compareceram ao evento. (dá próxima vez Michelle, exija um “Ryan Gosling” na own sua lista)

Odeio convidado que não se manca e não respeita o plus 1 do convite, insistindo em carregar gente a mais em tudo quanto é festa. Como a Rosario Dawnson, que insistiu em levar os gêmeos para a festa. WOO!

Muito decote para a sobriedade de um regabofe com o presidente, não?

Alguém precisa ensinar a Zooey Deschanel qual é o tamanho certo do seu vestido. E nem adianta fazer carinha de foufa, que #NAOTABOMNAO

Moyer/Paquin

Abril 19, 2012

Confirmou, Sookie está grávida de Bill, ou seja, vamos ter o primeiro baby vamprio fada do mundo. BOOM! (rs)

Quer dizer, Anna Paquin revelou que está esperando um filho do Stephen Moyer. Howcuteisthat?

True Blood Season 4 – Precisava deixar para ficar boa nos últimos 5 minutos da temporada?

Setembro 13, 2011

Temporada difícil de engolir essa hein? Salva pelos últimos 5 minutos, que deixaram boas promessas para o começo de uma próxima temporada.

Mas antes disso, a verdade tem que ser dita e essa Season 4 de True Blood foi bem difícil hein?

Histórias pouco interessantes, personagens perdidos vagando entre todos os núcleos e muito personagem secundário ocupando um espaço desnecessário (como as panteras que simplesmente sumiram, de tão importantes que foram), apenas para preencher o tempo dos quase 50 minutos de cada episódio. E tudo isso para que mesmo? Para uma temporada meio assim que poderia ser resumida em pouco mais de 3 episódios talvez…

E dessa vez eu sinto em dizer, mas eles perderam a mão e perderam feio.

Começamos com um primeiro episódio muito, mas muito chato. Tivemos a história das fadas naquele cenário podre, digno de filme antigo e ruim da Sessão da Tarde. E tudo isso teve alguma importância para a trama da série? Zero

Não, não teve e até a Claudine, a fadinha camarada da Sookie acabou morrendo em um momento qualquer por falta de relevância para a série e tudo isso nas mãos do silly Eric.

Aliás, o silly Eric foi um dos pontos altos da temporada, já que não tínhamos muita coisa para nos animar. Foufo, mas no quesito magia, todas preferem o dark Eric, aquele que te leva para o porão e…bom, melhor deixar pra lá. Höy!

A história todas das bruxas foi bem fraca também e nada que não pudesse ser resumido na metade da temporada. Eu pelo menos, jurei que essa história teria um final lá pelo episódio 6 ou 7 e que ai teríamos algo novo para lidar até o final da temporada, quem sabe a volta de igreja, que em algum momento até foi prometido em spoilers. Mas não foi assim, infelizmente e eles preferiram arrastar essa história bem meia boca até o final da temporada, humpf!

Marnie até que foi uma bruxa ok, mesmo com o seu histórico de ex tia do Harry Potter e o conflito interno que deve ter rolado de que em um outro papel, ela não era assim muito a favor de bruxaria, ainda mais do lado negro da força, rs. Mas a questão é que todo aquele drama carregado na história do espírirto da bruxa Antonia Gavilán de Logroño (nome retirado direto de uma novela mexicana bem caliente) não tinha muita conexão com a história central de True Blood, que são os vampiros e por isso também ficou bem chata e cansativa.

Eu sei, eu sei que ela carregava o trauma de ter sido estuprada pelos padres vampiros, mas o que eu quero dizer é que teria funcionado melhor se um dos padres estupradores fosse um personagem relevante na série, um vampiro importante, ou quem sabe ligado de alguma forma com um dos personagens principais. Mas também não foi isso o que aconteceu e desse jeito eu me pegava perguntando a todo tempo: quem se importa com a história dessa mulher? Boring…

Eu diria até que mais do que qualquer outra coisa, a história principal dessa temporada (as bruxas) não colou e foi bem desinteressante. Uma pena, porque eu gostava da idéia…

Agora vamos falar de quem importa, mas nos irrita: Sookie e Bill

Até achei que a Sookie ficou mais legal durante essa temporada, mas isso durou apenas por alguns momentos aleatórios do seu personagem, que me pareceu mais perdido do que o Andy colocado de V. (outro chatôncio)

Mas ela continua uma chata sem tamanho, que só não perde o seu posto para a Tara por ainda restar alguma importância no seu papel e também por ninguém bater a Tara no quesito “putamalainsuportável”. E nesse episódio final, acabei notando algo em relação a Sookie e a sua magia com os homens, que eu acho importante, por isso vou dividir a minha teoria com vcs.

Sookie realmente só tem essa influência toda sobre os boys magia da série por conta do seu sangue mágico, porque não venha me dizer que ela tem outros atributos que justifiquem isso, porque eu sei que ela não tem. E a prova disso foi dada através do Sam Merlotte (quem diria que ele ainda teria alguma importância), que sempre foi apaixonado por ela de verdade e isso apareceu claramente durante as primeiras temporadas da série, mas que com o tempo, acabou percebendo que não valeria a pena e pulou fora, sabiamente. O que prova a minha teoria de que se não fosse o sangue mágico que corre em suas veias saltadas e o seu cheiro magia, todo e qualquer vampiro daquela cidade e talvez do mundo inteiro, conseguiria entender sem fazer muito esforço, que ela não é uma mulher assim tão irresistível. Em todos os sentidos, fikdik.

Já o Bill, se tornou o maior cretino de todos. Canastrão, eles até hoje tentam dar esse ar meio dúbio para ele, tentando forçar que a gente acredite que “agora sim ele é do mal”, pura bobagem. Bill é um vampiro coxinha e todo mundo sabe disso. Matou a Rainha, agora matou a política chefona da liga…e cadê um CSI dos vampiros para investigar essas mortes todas hein? Sem contar que, para quem sempre defendeu o bem e as fadas, ele anda bastante violento, não?

Queremos Bill na prisão na próxima temporada, trancado em OZ e virando noiva vampira na cadeia. Embora eu adore ver ele coberto de sangue e ache também que quem corre o risco de ir parar na cadeia depois desse season finale é a Sookie.

Fico até com pena do Stephen Moyer como ator, que a essa altura já perdeu (e eu acredito que não tenha mais volta) o posto de personagem principal na série. Que puxa!

Sem contar que nada foi mais chato no episódio final do que o pé na bunda duplo que a Sookie aproveitou para dar nos seus dois vampiros magia e ao mesmo tempo. Aposto que ela só fez isso, porque já tinha um possível trelelê engatado com o Alcide. Bitch! Mas ainda bem que a cena foi salva pelo lado canalha do Eric, que nunca nos decepciona e sempre solta um olhar de vilão canastrão canalha, rs, a não ser quando ele briga com a Pam por conta da bagina mágica e isso todas desaprovam. Espero que a Pam volte com sangue nos olhos para vingar o seu maker.

E True Blood é do Eric desde que ele apareceu sentado no trono na Season 1 e todo mundo sentiu isso naquele momento. Puro mérito do Alexander Skarsgard, que embora tenha uma magia impossível de se ignorar (Höy!), já provou também a essa altura que é um ator capaz de encarar as diversas camadas de um personagem. Mesmo com sua fase silly, ele continuou ótimo e de suas  mãos e presas aconteceram as mortes mais legais da temporada. O que foi ele tomando sangue direto do coração como se fosse um suco Kapo, na maior naturalidade, hein? E o que foi a cena da sequência final, com ele cortando várias cabeças de uma só vez em questão de segundos? Höy!

Por isso eu encabeço a campanha: King Eric!

Realmente a temporada inteira foi tão chata, que eu não senti nem muita vontade de comentar. Um dos piores episódios até agora foi aquele com todos eles correndo perdidos no meio da floresta, aguardando a lua cheia. Sério, precisava gastar um episódio inteiro com aquilo? Sinto que esses roteiristas estavam com preguiça…

E essa preguiça também me contagiou e foi quando eu percebi que a temporada estava bem meio assim. Sabe quando passa tolamente aquele ansiedade de assistir o episódio novo da semana, que vc acaba deixando para depois, bem depois e depois de tudo que vc tem para assistir na semana? Então, pra mim, do sexto episódio em diante foi assim, perdi completamente a esperança. PÁ!

Para se ter uma idéia de quanta peguiça rolou durante essa temporada toda, podemos afirmar que aconteceu mais coisas na cabeça do Lafayette, literalmente, com os seus vários novos penteados a cada episódio, do que em qualquer outro momento dessa Season 4. Talvez eles tenham pensado que já que eles pagaram toda a equipe para trabalhar por uma temporada inteira, vamos pelo menos aproveitar os serviços e fazer a cabeleireira caprichar no tererê neam? Euri

Também tenho que ser justo comigo mesmo e dizer que o Sam esteve ótimo enquanto o seu irmão incorporado no seu próprio corpo. Achei bem bom, mas foi só e talvez eu não tenha prestado atenção em mais nada que ele tenha dito durante todo o resto da Season 4. Zzzz

Preciso dizer também que o Lafayette não precisava dessa função de assassino do próprio namorado hein? É, não precisava…

E o Alcide, hein? Qual a sua importância? Qual a sua relevância, além da magia? E que a verdade seja dita: que lobinho corno mais carente é esse?

Difícil de acreditar, porque um homem daquele tamanho e com aquela magia, jamais seria tão tolo assim. Será que ele nunca se olhou no espelho? Ou a questão não é a magia e sim a varinha? Hein? Fikadúvida…

Vou dizer também que eu torci o nariz para a relação Jason vs Jessica e boa parte disso por conta do meu amor pelo Hoyt (que teve o seu momento merecido de vendetta nesse final, mas que com isso parece que a história acabou para ele, não?). Mas quer saber? Perdeu Hoyt. Tenho que admitir que a Jessica e o Jason são perfeitos juntos, super bem resolvidos e até mesmo parecidos, por incrível que pareça e vai demorar muito pra gente esquecer qualquer cena com esses dois juntos. Höy!

E que covardia a Jessica me aparecer maravileeeandra e ruiva, montade de chapeuzinho vermelho no episódio final hein? Holly Mother F**ker! HÖY!

Jessica provou que é a vampira com mais potencial por ali hein? Vampira pau na mesa (sorry, não resisti). Senti que naquele momento de total honestidade entre ela e o Jason, nunca mais o cd da Taylor Swift ou o livro de Twilight vai fazer algum sentido para ela, que já não é mais a mesma garota tola do passado. You go girl!

True Blood se perdeu tanto durante essa temporada, que até a cena entre Sookie e o fantasma da sua avó não conseguiu me emocionar. E eu rolei de rir com a line do Eric na sequência. #TEMCOMONAOAMAR?

A proposito, já que esta evidente que eles estão bem magoados com a história do sucesso atual dos zombies, morrendo de ciumes na verdade, eles perderam a chance de ouro de introduzir esses personagens naquele momentos dos mortos se levantando do cemitério, hein? To-los, eu teria aproveitado o momento perfeito, nem que fosse para fazer piada…

E um Halloween vinha sendo prometido para essa temporada, mas eu estava esperando algo mais, ainda mais porque o climão de dia das bruxas seria perfeito na série. Eu sei que as histórias precisavam de um fim, eu sei que tudo que foi contado até agora precisava fazer algum sentido (oi), mas custava fazer direito? Até as séries de comédia fazem episódios de Halloween bem mais interessantes. Basta assistir um reprise qualquer de Friends por exemplo, fikdik.

Eu poderia dizer que foi uma temporada inteira perdida (e na verdade eu já disse), se não fossem os últimos 5 minutos, que chegaram a me animar de novo, só que certamente tarde demais.

Bill e Eric se rebelando e matando todo mundo, o vampirão que é a cara do Ronaldo Esper que finalmente parece que fugiu do cimento, o reverendo que agora também é vampiro chegando na casa do Jason e Sookie virando uma assassina, tudo isso nos últimos 5 minutos de uma season finale é muita sacanagem. Eu trocaria fácil tudo o que vimos até agora por esses cinco minutos finais e se vc ainda não assistiu a temporada, recomendo que faça algo do tipo, que vc não vai perder nada.

E nada vai me tirar a satisfação de ter visto a Tara tomando aquele tiro na cabeça, mesmo que não tenha ficado assim tão claro (fiquei confuso com aquela pirueta, rs). Acho que deve ter sido algo semelhante a final de copa do mundo (para quem se importa) pra mim, mesmo sabendo do risco enorme de ser apenas um truque dramático e bem sem vergonha de season finale. Mas só a ideia da possibilidade da sua morte já me anima…

Mas como em True Blood tudo pode acontecer, se aquele tiro tiver sido de raspão e aquela mulher movimentar um fio de cabelo nos braços da Sookie assim que a próxima temporada começar, eu juro pelo Eric derretido em um pote de geleia nórdico que vou eu mesmo para Bon Temps terminar esse serviço.

Aproveito para iniciar uma campanha para que eles não ressuscitem o personagem. Que ela descanse em paz na terra dos pés juntos para sempre e não volte nem como fantasma. Amém!

Para finalizar, vamos engolir essa mágoa de piadas recorrentes sobre o sucesso atual dos zombies pelo mundo e tentar fazer uma próxima temporada mais decente, hein True Blood? Porque esta ficando difícil…

Fica o meu pedido Allan Ball.

ps: e o Scott Foley que apareceu no final, mas só disse oi, foi ali e nem apareceu de novo, hein? Sacanagem…Höy!

ps2: antes que eu me esqueça, a pergunta que não quer calar da temporada é: o Bill estava ou não de peruca durante toda essa Season 4, hein?

Scream 4 – Sabe aquelas quase duas horas que vc nunca mais vai conseguir recuperar na sua vida?

Julho 13, 2011

Eu senti vergonha, muita vergonha e foi só. Sabe aquelas duas horas da sua vida que vc nunca mais vai conseguir recuperar? Pois bem, essa foi a minha experiência assistindo “Scream 4”.

Não me entendam mal, pq dos filmes do gênero, Scream sempre foi uma das minhas franquias prefreridas. Não sou muito fã de filmes de terror e já disse isso por aqui várias vezes. Talvez pelo fato de que eu costumo me assustar com muita facilidade, mas sempre gostei do climão de suspense dessa trilogia até aqui.

Pois bem, eu disse até aqui, pq com o quarto longa da série eles conseguiram transformar um filme de terror em uma verdadeira piada. Mas calma que ainda fica pior, porque a piada nem mesmo é engraçada.

Digo isso pq não da para ignorar o fato de que vivemos em outros tempos e eles até tentam forçar esse hype no filme mostrando os jovens preguiça do elenco todos conectados e munidos dos seus gadgets a todo tempo, mas parece que esse é o máximo de avanço no quesito técnologia ou perícia criminal que eles conseguiram atingir. Nunca assistiram CSI? É, parece que não…

Mesmo porque hoje em dia, qualquer periferia do Brasil tem monitoramento por câmeras, será que naquele bairro do suburbio rico da america antiga eles nunca ouviram falar em câmeras de segurança?

Sidney volta para a sua cidade para o lançamento do seu livro com a história da sua superação. Zzzz. No momento em que ela chega na cidade, várias mortes começam a acontecer, todas baseadas no seu passado e mesmo assim, eles deixam apenas dois guardas estagiários na porta da sua casa? Dafuck?

E aquela line do policial sobreo Bruce Willis no momento do seu suspiro final? Achei vergonhosa…

E pior, com o risco iminente de um maluco entrar com uma faca mega afiada a qualquer momento na sua casa e sair rasgando tudo que ele encontrar vivo pela frente, Sidney ainda assim encontra tempo para arrumar o “senhor dos ventos” da varanda da casa da irmã, tudo isso na maior tranquilidade. Dá para acreditar?

Sidney merecia morrer, uma morte tola e elaborada do tipo “Premonição”, só para ela aprender que com maluco a gente não brinca…e nem com a sorte!

Falando em “Premonição”, eles tentaram também fazer algumas homenagens mencionando pelo menos o nome de vários clássicos do terror, algo que também ficou meio sem sentido e acabou não funcionando muito bem e eu espero que com isso eles tenham no mínimo despertado um bad karma dos mestres do terror que devem estar se revirando nas catacumbas do inferno.

E depois, nunca nessa vida que uma menina de estatura mediana e magra, teria toda aquela força contra qualquer um, nem contendo o maior instinto assassino pure evil do mundo dentro dela. Sem contar que ela e seu parceiro no crime me pareceram bem menores do que o assassino com cara de fantasma, não? É tudo uma questão de proporção, ou ela perseguia suas vítimas de salto. Se esse for o caso, acabou de ganhar um ponto no quesito freak style, rs.

Apostei o tempo todo no ex namorado, que estava sendo construído para isso mesmo no decorrer da história, sempre em atitudes suspeitas, até a sútil interpretação (NOT) de um dos  vilões (membro da família Culkin), que deixou a sala nervoso por não ter pego a Claire de Heroes, com cara de quem voltaria com uma serra elétrica na mão. Nesse momento ele não se aguentou e acabou se entregando…

Aliás, uma morte que eu comemorei foi essa da Claire de Heroes hein? Se em Heroes ela nos irritava com o seu poder da cura, em “Scream 4” não teve jeito…Chabuya! (sempre passa um filme pavoroso com ela na tv, onde ela vive uma cheerleader, pasmem, rs, que faz dancinhas repetindo a line vergonhosa: Chabuya! Euri). Me senti vingado por ter comprado o box da primeira temporada da série e amargar esse desgosto até hoje na minha estante, rs

Mas o que sempre mais me irritou mesmo em Scream foi o personagem caga regra, aquele que fica ditando os padrões a serem obedecidos e as regras a serem seguidas, explicando o filme o tempo todo. Tem coisa mais chata? Sempre torcia pela sua morte a partir do momento que ele apresentava a sua primeira explicação, sempre!

Até agora eu não entendi se o filme é mesmo um thriller ou se tratava de uma comédia. Se a proposta foi fazer um filme de terror, vcs só conseguiram assustar um pouco, porque toda situação era pervisível demais e com os 3 filmes anteriores, todo mundo já sabia o que estaria para acontecer assim que a trilha do filme ficava mais emocionada ou sombria. No caso de terem apostado em uma linha cômica, foi vergonhoso e as piadas não funcionaram. Na hora em que o menino disse para o assassino que ele não podeia ser morto porque ela era gay e por isso fugia à regra, esse foi o fim pra mim. Dafuck?

Melhor parte do filme sem dúvida foi a sequência com a Anna Paquin e a Veronica Mars. Se vc passar dessa cena que é logo no começo, já pode até desistir do resto que não vale a pena.

Recomendo a primeira trilogia e quando vc chegar na prateleira do quarto filme, pode fingir que não viu ou que nem sabia da existência do quarto filme…


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