Posts Tagged ‘Anne Hathaway’

A prova de que o look “saindo de boy e deitando com todas” realmente não funciona para todo mundo. Pelo menos não sempre…

Fevereiro 27, 2014

Anne

Não é mesmo, Anne Hathaway? Mas também, com terno amarelo sorvete de baunilha, fica realmente difícil de sustentar qualquer coisa. Se pelo menos tivesse uma cobertura ou uma cereja para deixar tudo mais interessante, neam?

#NAOTABOMNAO e não conseguiu chegar nem perto do look “deitando com todas mesmo de menino” de Angelina de outro dia… #TOMBOU

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

madonna

E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

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Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

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Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

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E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

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Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

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O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

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Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

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Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

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Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

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Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

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Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

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Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

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Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

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Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

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Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

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Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

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Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

Uma

Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

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Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

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Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

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Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

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E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

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Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

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E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

gemeas

OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

gemeas más copy

… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

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Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

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E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

KS

Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

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Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

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Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

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Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

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Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

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Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

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E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

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Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

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Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

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ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

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Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

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E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

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Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

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O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

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OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

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… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

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Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

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De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

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Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

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A lista bem boa e equilibrada dos vencedores do Oscar 2013

Fevereiro 25, 2013

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Sim, ontem ficamos acordados até tarde (smacks especiais para todos do Twitter), vestindo os nossos melhores PJ’s e tudo isso é claro que para acompanhar o Oscar 2013, uma premiação que chegou confirmando as  expectativas de que em 2013, parece que estamos mesmo retomando os rumos das grandes e memoráveis premiações novamente. Amém!

Primeiro foi o Golden Globes, com a impagável dupla Poehler + Fey que foi tipo a realização do nossa premiação perfeita dos sonhos, elas que estiveram sensacionais durante toda a premiação e nos fizeram nem sentir muito bem o tempo passar naquela noite. Sério, daquele jeito, a premiação poderia ter durado 7 dias e 7 noites, que todos nós resistiríamos bravamente.

Para o Oscar 2013 tivemos o Seth McFarlane como hostess da noite, algo que já me dizia que viria coisa bem boa pela frente (eu AMO e sempre AMEI o Seth, desde quando ele era outro homem e não tinha todo aquele nível de magia bem humorada – mas o bom humor ele sempre teve – Höy! Gosto tanto dele que me lembro muito bem da sua participação como ator em um dos episódios de Gilmore Girls, além de AMAR Family Guy, é claro). O meu medo era que o seu tipo de humor não fosse muito bem compreendido por uma maioria… (o que de fato pode até ter acontecido, mas não em grandes proporções)

Mas nada disso aconteceu e McFarlane esteve unfirah e afiadíssimo também (tanto quanto as meninas no GG) e ele não fez feio, falando de tudo e de todos com aquele tipo de humor mais ácido que ele tem e que mesmo assim conseguiu arrancar boas gargalhadas da platéia ali presente. A primeira piada, já trazendo à tona o assunto da não indicação do Ben Affleck ao prêmio de melhor direção desse ano foi simplesmente sensacional e quase tão debochado quanto o próprio texto de “Argo” em relação a Hollywood e suas façanhas do tipo.

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Sem contar que esse ano, tivemos uma premiação mais pop, com apresentações de tirar o fôlego e que todos gostariam de ouvir. Adele, Shirley Bassey, Barbra (♥), todas aparecendo divando, maravileeeandras e com vozes arrebatadoras, mas isso não foi quase nada se comparado aos momentos musicais que aconteceram durante a premiação, com  a Catherine Zeta-Jones deitando todas e ainda segurando perfeitamente o seu número em “Chicago” (Renée se ainda tivesse alguma expressão facial, teria demonstrado que ficou abaixo do limbo nessa hora) de forma lindíssima e isso dez anos depois, além de uma Jennifer Hudson demônia, soltando uma voz que mais parecia um tornado passando dentro daquele teatro, deixando todos completamente sem ar (e foi lindíssimo mesmo!) e para encerrar, um dos números mais emocionantes da noite, com cara de musical de verdade, com o elenco de “Les Mis” inteiro reunido e cantando suas músicas e deixando todo mundo que ousou falar de suas performances musicais no longa com a cara literalmente no chão. Juro, tudo foi perfeito, de chorar.

E a cerimônia além de ter sido muito mais bacana do que qualquer outra dos últimos tempos (leia-se qualquer outra cerimônia do Oscar) ainda nos trouxe uma lista bem boa equilibrada com os vencedores do ano (e a grande maioria deles nós AMAMOS!), confirmando quase todas as nossas impressões a respeito dos seus indicados (isso principalmente depois de ter visto parte deles no cinema, pelo menos):

 

Filme

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Indomável sonhadora

O lado bom da vida

A hora mais escura

Lincoln

Os miseráveis

As aventuras de Pi

Amor

Django livre

Argo

 

Depois de ter ignorado completamente o Ben Affleck na indicação pelo seu trabalho como diretor esse ano (e ele ter vencido na categoria em quase todos os demais prêmios), eles estavam mesmo devendo esse prêmio para ele. E não só por isso (nem por ter pego por tanto tempo no seu pé, porque em alguns momentos  reconhecemos que Ben fez por merecer), mas porque “Argo” realmente é um filme excelente, do começo ao fim, com uma história contada da forma certa e pelas pessoas certas e já estava na hora de Hollywood superar certas birras, ainda mais quando se depara com um trabalho tão bacana. Sem contar que é um filme que brinca como ninguém com Hollywood, debochando da sua cara, fazendo piada da suas falhas. Realmente um trabalho muito bom, ainda mais considerando esse ano onde tivemos excelentes performances, histórias deliciosas, mas nenhum filme chegou a ser grandioso demais, do tio épico e arrebatador, daqueles que acabam levando tudo sem dar chance para os demais, por isso achei bem justo. E o seu discurso, apesar de esbaforido, foi ótimo, falando inclusive de tudo que ele teve que engolir por tanto tempo #BenAffleckRises

ps: aqui, a nossa review sobre “Argo”

 

Diretor

Michael Haneke, “Amor”

Benh Zeitlin, “Indomável sonhadora”

Ang Lee , “As aventuras de Pi”

Steven Spielberg, “Lincoln”

David O. Russell, “O lado bom da vida”

 

Ang Lee parecia o azarão da lista, mas acabou levando. Apesar de não ter visto o seu filme ainda (e esse sim estar amargamente arrependido de não ter ido ver em 3D), acho um trabalho de imagens sensacional, do tipo que mais parece um sonho. Apesar de tudo, a minha torcida nessa hora era mesmo para o Haneke, que com uma história bem simples, conseguiu emocionar o mundo com o seu “Amour”. Mas nada nesse mundo vai conseguir pagar a cara de Coca Zero do Spielberg ao perceber que o seu épico da vez não foi tão épico assim… (embora tenha interpretações épicas sim!)

 

Ator

Denzel Washington, “Voo”

Hugh Jackman, “Os miseráveis”

Daniel Day-Lewis, “Lincoln”

Bradley Cooper, “O lado bom da vida”

Joaquin Phoenix, “O mestre”

 

Esse prêmio seria quase impossível de alguém tirar das mão do Daniel Day-Lewis, que ainda me apareceu mais maravileeeandro do que nunca para recebê-lo, das mãos da Meryl (♥), com quem ele aproveitou para fazer piadas sobre uma inversão de papéis, trazendo um humor super bacana para o seu discurso, além de uma declaração de amor linda para a sua esposa. Daniel Day-Lindo! Mesmo assim, temos que reconhecer que o Hugh Jackman também foi grandioso esse ano e merecia pelo menos um pedacinho desse prêmio pelo seu Jean Valjean. Aliás, o que foi aquela apresentação com o elenco de “Les Mis”? De arrepiar a alma e fazer ter vontade de sair cantando feito uma pessoa desequilibrada na rua segurando uma baguete, caso não tenha achado uma bandeira da França, rs

 

Atriz

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Naomi Watts, “O impossível”

Jessica Chastain, “A hora mais escura”

Jennifer Lawrence, “O lado bom da vida”

Emmanuelle Riva, “Amor”

Quvenzhané Wallis, “Indomável sonhadora”

 

OK, nessa hora, eu confesso que o meu coração estava completamente dividido. Estava torcendo para a Emmanuelle Riva, confesso, ela que estava de aniversário ontem e teria sido um acontecimento caso o prêmio fosse parar em suas mãos. Fiquei com pena dela, imas isso só durou até a J-Law subir ao palco, com seu Dior (meio assim, mas isso é assunto para depois) e se estabacar no meio do caminho. CATAPLOFT! (enérgias negátivas + afobação) Juro, sabe toda aquela vontade que a gente teve de ajudar o casal de “Amour” durante todo o filme? Tive exatamente a mesma sensação depois daquele tombo ela e a minha vontade era a de ir até lá ajudar a Katniss (fiquei impressionado como nenhum do meninos levantou imediatamente para ajudá-la. Shame on you! – apesar do Dujardin ter dado aquela forcinha depois. Aliás, Höy!). E sim, apesar da nossa torcida por uma história melhor (e que exigia muito mais de uma atriz), Jennifer Lawrence vem fazendo por merecer e por isso, também ficamos extremamente felizes com o seu momento e por aqui, nada de imagens da sua queda, porque não somos desse tipo de gente (até somos, mas só com quem não gostamos muito ou quando a piada rende mais do que qualquer outra coisa. Go Katniss! Go Katniss!

ps: aqui, a nossa review sobre “O Lado Bom da Vida”

 

Ator coadjuvante

Alan Arkin, “Argo”

Christoph Waltz, “Django livre”

Philip Seymour-Hoffman, “O mestre”

Robert De Niro, “O lado bom da vida”

Tommy Lee Jones, “Lincoln”

 

Waltz roubou “Django” para ele, quase que naturalmente e não teve para mais ninguém. E que belo ator, não? Aliás, ele, a passagem do DiCaprio (mais do que o seu personagem) e o humor especial do Tarantino, são as melhores coisas do filme. Sem contar a trilha. Sensacional!

ps: aqui, nossa review sobre “Django Livre”

 

Atriz coadjuvante

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Amy Adams, “O mestre”

Anne Hathaway, “Os miseráveis”

Helen Hunt, “The sessions”

Jacki Weaver, “O lado bom da vida”

Sally Field, “Lincoln”

 

Outro prêmio que parecia ser impossível que fosse acabar em outras mãos. Anne realmente fez algo muito especial em “Les Mis”, segurando muito bem a força do seu papel e nos emocionou com toda a fragilidade da sua personagem, mesmo aparecendo apenas nos primeiros 40 minutos do filme. Maravileeeandra!

ps: aqui, nossa review sobre “Les Mis”

 

Roteiro original

Michael Haneke, “Amor”

Quentin Tarantino, “Django livre”

John Gatins, “Voo”

Wes Anderson e Roman Coppola, “Moonrise Kingdom”

Mark Boal, “A hora mais escura”

 

Tarantino merece todos os prêmios do mundo só por ser essa figura que manda a orquestra ficar quieta que ele ainda tem o que falar. Em “Django” eu não consegui encontrar o seu melhor, apesar do seu fundamento estar todo ali e ainda assim, acho que faltaram algumas coisas. O que também não significa que seja uma filme ruim, apenas não o melhor deles. 

 

Roteiro adaptado

Lucy Alibar e Benh Zeitlin, “Indomável sonhadora”

David Magee, “As aventuras de Pi”

Chris Terrio, “Argo”

Tony Kushner, “Lincoln”

David O. Russell, “O lado bom da vida”

 

Nada mais do que justo sendo “Argo” um filme basicamente sobre um roteiro “adaptado” àquela situação, rs

 

Filme estrangeiro

“Amor” (Áustria)

“Kon-tiki” (Noruega)

“O amante da rainha” (Dinamarca)

“No” (Chile)

“War witch” (Canadá)

 

Alguma surpresa? Um filme estrangeiro com força o suficiente para chegar a concorrer entre os grandes filmes do ano merecia pelo menos esse carinho. Justo. 

ps: aqui, a nossa review sobre “Amour”

 

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Animação

“Detona Ralph”

“Frankenweenie”

“ParaNorman”

“Piratas pirados!”

“Valente”

 

Gosto muito de “Valente”, apesar de não ser dos meus preferidos da Pixar. E foi o prêmio ruivo da noite, então…

 

Curta-metragem de animação

“Adam and dog”

“Fresh guacamole”

“Head over heels”

“Maggie Simpson in ‘The Longest Daycare'”

“Paperman”

 

Alguém sabe me dizer se “Paperman” tem alguma relação com “Signs” (que eu AMO já tem alguns anos). Acho tudo muito dentro do mesmo fundamento, apesar das diferenças…

 

Edição

“As aventuras de Pi”

“Argo”

“A hora mais escura”

“O lado bom da vida”

“Lincoln”

 

E o filme tem mesmo um edição bem boa!

 

Fotografia

“007 – Operação Skyfall”

“Anna Karenina”

“As aventuras de Pi”

“Django livre”

“Lincoln”

 

E foi mesmo o filme das grandes paisagens/imagens do ano. Merecido. 

 

Efeitos visuais

“Branca de Neve e o caçador”

“O hobbit: Uma jornada inesperada”

“As aventuras de Pi”

“Prometheus”

“Os Vingadores”

 

Sério, alguma surpresa?

 

Figurino

“Branca de Neve e o caçador”

“Espelho, espelho meu”

“Anna Karenina”

“Lincoln”

“Os miseráveis”

 

Desde o trailer (que dizem que engana bem em termos de qualidade do longa), conseguimos perceber a qualidade e grandeza do figurino do filme. 

 

Maquiagem e cabelo

“Hitchcock”

“Os miseráveis”

“O hobbit: Uma jornada inesperada”

 

Tirando toda e qualquer peruca que o Hugh Jackman tenha usado no longa (todas horrorendas), acho que o prêmio já valia só pela caracterização do Sacha Baron Cohen, que está sensacional e ou aquelas mulheres das ruas. 

 

Canção original

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“Before my time”, de “Chasing ice” – J. Ralph (música e letra)

“Everybody needs a best friend”, de “Ted” – Walter Murphy (música) e Seth MacFarlane (letra)

“Pi’s lullaby”, de “As aventuras de Pi” – Mychael Danna (música) e Bombay Jayashri (letra)

“Skyfall”, de “007 – Operação Skyfall” – Adele (música e letra)

“Suddenly”, de “Os miseráveis” – Claude-Michel Schönberg (música), Herbert Kretzmer (letra) e Alain Boublil (letra)

 

“Skyfall” deve muito disso para a sua interpretação, apesar de ser uma música linda também

 

Trilha sonora original

Dario Marianelli (“Anna Karenina”)

Alexandre Desplat (“Argo”)

Mychael Danna (“As aventuras de Pi”)

John Williams (“Lincoln”)

Thomas Newman (“007 – Operação Skyfall”)

 

Mixagem de som

“007 – Operação Skyfall”

“As aventuras de Pi”

“Os miseráveis”

“Argo”

“Lincoln”

 

Edição de som

“Argo”

“As aventuras de Pi”

“A hora mais escura”

“007 – Operação Skyfall”

“Django livre”

 

Empate. Deveriam usar esse recurso em categorias mais disputadas também, como essa ano foram as de atriz e ator, por exemplo…

 

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Design de produção

“Anna Karenina”

“As aventuras de Pi”

“Lincoln”

“O hobbit: Uma jornada inesperada”

“Os miseráveis”

 

Melhor curta-metragem

“Asad”

“Buzkashi boys”

“Curfew”

“Death of a shadow (doos van een schaduw)”

“Henry”

 

Documentário em longa-metragem

“5 broken cameras”

“The gatekeepers”

“Searching for Sugar Man”

“How to survive a plague”

“The invisible war”

 

Documentário em curta-metragem

“Kings point”

“Mondays at Racine”

“Inocente”

“Open heart”

“Redemption”

 

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I do declare: só aceito me vestir de hominho se for igual a Anne Hathaway

Fevereiro 22, 2013

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Exatamente igual, caso contrário não tem conversa. Sou capaz até de sorrir caso alguém me confunda com a Ellen DeGereres ou qualquer um dos meninos do One Direction nesse caso, rs

Maravileeeandra! (as duas, Hathaway e a DeGeneres)

 

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Les Mis

Fevereiro 18, 2013

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Um musical que realmente leva a sério o formato “musical”. E a propósito, imaginem esse texto inteiro cantado a partir de agora.

Grandioso, com cara de filme feito para ganhar prêmios, atuações preciosas e músicas que tem uma força fora do comum. Assim chegou “Les Misérables” aos cinemas, merecidamente com ares de grande produção, o filme da famosa história de Victor Hugo parece mais um presente para quem gosta do gênero. Mas tem que gostar mesmo, porque nesse musical eles se levam a sério e retomam uma tradição que hoje em dia permanecia apenas no teatro, onde encontramos um filme musical praticamente inteiro musicado, cantado quase que por completo, com apenas algumas frases ou poucas palavras simplesmente faladas. Algo que pode ter causado certa estranheza para alguns (além do fato de se tratar de um grande drama e não comédia, como estamos mais acostumados a ver recentemente nesse formato), ainda mais contando com a longa duração do filme do diretor Tom Hooper (que já havia nos emocionado no passado recente com “The King’s Speech”), que tem mais de duas horas e meia e esse tempo a mais pode ter surtido um efeito negativo para a experiência de algumas pessoas de sua audiência.

A história, conhecida de alguns, ganha uma roupagem interessante investindo nesse fundamento do musical antigo, de raiz, como se colaborasse dando um peso maior ainda para tamanho drama que o próprio texto por si só já carrega muito bem, sem precisar de qualquer tipo de ajuda, mas que nesse caso veio bem a calhar.

E ver a revolução francesa acontecer daquela forma, quase poética, mesmo sem romantizar demais os meios (apesar de existir um romance dentro desse cenário, o único dentro dessa história e que aparece em apenas parte dela) chega a ser também como mais um presente que o filme nos entrega. Homens com uma coragem difícil de se encontrar hoje em dia, saindo as ruas em busca de um ideal político que acabou se tornando uma questão de sobrevivência, enfrentando uma batalha visivelmente injusta e em grande desvantagem em relação a quem estava no poder naquela ocasião, mulheres unindo forças para colaborar a seu modo, em um tempo onde elas ainda não estavam acostumadas a serem ouvidas. Nada mais do que aquela velha história (tão velha que já anda saudosa, porque com tanta coisa séria acontecendo e pouca gente se manifestando contra de forma significativa, já estamos com saudade desse tipo de postura) do povo cansado de injustiças se unindo por um bem em comum. O bacana é que o longa passa por diferentes fases da revolução francesa ao longo dos anos, dos motivos que a despertaram até a batalha final, novamente, seguindo aquela linguagem quase poética já mencionada, mas não sem ilustrar a realidade covarde que encontramos facilmente em qualquer guerra.

Nele encontramos Hugh Jackman praticamente irreconhecível em seu começo, a não ser pela demonstração de sua força, essa que nós sabemos que ele tem de sobra naquele corpo que o mesmo construiu ao longo dos tempos. Alguns podem estranhar encontrar o ator daquela forma, apesar do seu Jean Valjean ser um grande herói para a história, papel que já estamos acostumados em vê-lo em cena, só que não dessa forma, com tamanha intensidade. Aqui ele está diferente, muito mais dramático do que em qualquer outro papel da sua vida. Sério também. Apesar da surpresa de encontrá-lo nesse cenário, não é de hoje que o ator vem se dedicando ao teatro, especificamente na Broadway e não tem muito tempo, essa sua dedicação e trabalho chegou inclusive a ser reconhecido em um Tony, onde ele foi homenageado em reconhecimento a tudo isso. Sem contar que esse homem deve ter no mínimo um fraco para personagens com costeletas exageradamente largas e compridas, rs. (sorry, não pude deixar de reparar nesse padrão, Hugh)

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Por isso, é bem bacana ver um homem como Hugh enfrentando um desafio dramático como esse e muito bem por sinal, carregando com toda a sua força um personagem que provavelmente vai ser o ponto de transição da sua carreira daqui para frente. Seu primeiro solo no filme tem uma força absurda, assustadora até e de forma totalmente surpreendente e acontece quando seu personagem estava prestes a ser um homem livre mas acaba condenado injustamente por uma vida inteira por um “motivo banal” e com isso, se encontrando sem emprego, com fome e no total desespero, ele de repente se vê em um sério dilema entre a fé e a oportunidade, um momento realmente forte e lindo de se ver, mesmo para quem não seja muito apegado a questões de fé ou qualquer coisa do tipo. Aliás, seu personagem, tantas vezes acolhido pela própria igreja, não usa isso como um recurso para estimular qualquer tipo de prática ou devoção (Amém!) e a mensagem da história, apesar da presença da igreja em diversas ocasiões, acaba sendo muito mais a de que vale a pena optar pelo caminho certo da vida, do que qualquer outra coisa. Um tipo de questionamento que acabamos fazendo vez ou outra na vida, independente da crença de cada um. Nesse caso, o lado da devoção acaba sendo aplicado a própria vida do personagem e a forma como ele passa a se dedicar a vivê-la após encarar de frente toda essa questão.

O filme é praticamente dividido em três grandes atos e nesse primeiro, passamos boa parte dele conhecendo a história dos personagens principais ou motivadores dela, como o próprio Jean Valjean (como é sonoro dizer esse nome caprichando no accent francês, não?), o temido Javert, interpretado muito bem pelo ator Russell Crowe (com um certo nível exagerado de implicância à suas habilidades vocais por parte da crítica) e Fantine, personagem que também não poderia ter caído em mãos melhores. (em pensar que a Scarlett Johansson chegou a fazer o teste para o papel e graças ao espírito de romancista de Victor Hugo não conseguiu, e a Anne Hathaway teve que praticamente implorar ao tentar convencer os produtores e diretor que apesar da pouca idade, ela poderia interpretar aquela mãe da forma tão especial como acabou fazendo)

Não é de hoje que nós amamos a Anne Hathaway e acreditamos no que ela é capaz de fazer, mas realmente, a sua Fantine em “Les Mis” tem uma força fora do comum. Boa parte dela creditada ao personagem e sua trajetória de sofrimento, que é bem pesada e praticamente impossível de se ignorar ou não se emocionar. Mas os seus momentos, que ocupam apenas os primeiros 40 minutos do filme, até uma breve aparição quase afetiva no final, são mais do que especiais. Uma mulher perseguida por outras mulheres, por pura inveja, que por uma ironia do destino acaba se vendo sem outra saída a não ser começar a se vender ao poucos (aos poucos mesmo, aos pedaços) para conseguir sustentar a distância a filha, Cosette, a qual ela teve que deixar sob os cuidados de um casal. Ironicamente novamente, exatamente na hora em que Fantine se vê sem nenhuma outra opção, a personagem acaba sendo acolhida por outras mulheres, dessa vez por compaixão, por enxergarem nela quem elas já foram um dia.

A sequência onde Fantine atende seu primeiro cliente é sensacional e quando ela canta a line “Don’t they know they’re making love to one already dead?”, um das minhas preferidas em todo o filme, é realmente de arrepiar a alma. Com os olhos cheios de lágrimas e um plano fechado que depende totalmente do que ela consegue nos transmitir no olhar e alguma linguagem corporal do pouco do seu corpo que está a mostra em cena naquele momento, Anne toma para ela a música de maior força do musical que todos nós conhecemos bem. Acho praticamente impossível conter as lágrimas nesse momento e as minhas já estavam descendo desde a cena anterior. Obviamente sabemos que essa é uma das melhores letras que conhecemos feitas para um musical, uma música que tem a força de uma vida e tornou-se bem popular recentemente, devido a outro momento daqueles que não acontecem por acaso na vida de ninguém e que também acabou deixando o mundo inteiro bastante emocionado. Mas Anne conseguiu o impossível e fez tudo diferente, muito bem amparada na carga dramática da história da sua personagem e é possível perceber o tamanho da sua entrega naquele momento a quilômetros de distância, mesmo que você esteja do outro lado da barricada da revolução. Gosto muito do momento onde ela entrega uma nota maior estendida e parece não acreditar no que acabou de sair de dentro dela mesmo, tapando a boca logo na sequência, de forma super emocionada. Uma performance que se trouxer o Oscar para suas mãos esse ano (e ela vem ganhando todos os prêmios por isso até agora), não será nada mais do que merecido e já estou pronto para aplaudir de pé, apesar de ter uma Sally Field como sua concorrente nessa mesma primeira fila de mulheres talentosíssimas. (te amo também, Sally!)

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Mas sejamos justos ao reconhecer que ela não foi a única que cantou lindamente e encarou aquele close quase sufocante, porque boa parte dos atores principais também tiveram seus momentos. Hugh Jackman foi um deles, como eu já mencionei anteriormente ao falar sobre o seu excelente primeiro solo, uma performance que se repete ao longo do filme em pelo menos mais um momento extremamente dramático e também com uma força fora do comum. Ainda mais sabendo da história por trás da produção, onde os atores fizeram questão de gravar suas músicas em cena, ao contrário do que é feito normalmente nesse tipo de filme, onde eles acabam adicionando as músicas em versões de estúdio gravadas separadamente. Só acho uma pena que esse ano, indicado por esse papel brilhante, Jackman tenha que encarar um Daniel Day-Lewis (praticamente uma covardia concorrer com ele em qualquer coisa na vida) vivendo a história de um dos maiores e mais importantes presidentes da America antiga. Realmente uma pena e seu eu pudesse dividir cada um desses prêmios que ambos os filmes estiveram ou ainda estão disputando, eu declararia empate em todos eles nesse caso.

Da despedida da Fantine do longa, que também nos traz a confissão de Jean Valjean assumindo a sua identidade de volta para não ver um homem comum ser condenado a escravidão, algo que ele conheceu muito bem e de perto, evitando uma grande injustiça na vida de mais uma pessoa, temos o que podemos considerar como segundo ato do musical, com a busca daquele homem ao tentar consertar o seu maior erro do passado, que por uma questão de tempo e novamente, das ironias do destino que vivemos a todo momento, ele acabou cometendo com a própria Fantine, quando ela acabou sendo despedida de uma de suas empresas, quando Valjean já havia se tornado prefeito e um homem de respeito naquele lugar. Uma dívida para a vida, que ele acaba assumindo em busca da filha de Fantine, Cosette, que se encontra com o tal casal, que ficou por conta da impagável dupla Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter (até os nomes deles tem química, para vocês sentirem o quanto ficou especial essa dupla), que trazem de forma primorosa um alívio cômico para a trama. A performance dos dois é divertidíssima (que na verdade, nada mais são do que um casal de golpistas e que não cuidaram muito bem da pequena Cosette. E ele errando o nome dela para tentar convencer que sempre foi um bom pai, foi muito bom) e serve para dar uma aliviada em toda carga dramática que o filme nos obriga carregar até esse ponto da história. Aliás, essa é uma música para se puxar em um bar, por favor! Sim, esse é um dos meus sonhos musicais que ainda pretendo realizar na vida. Alguém me acompanha na letra? (acho que vou até imprimir a letra em umas folhas e começar a carregar comigo na bolsa, só por precaução, rs)

As crianças no filme também estão bem especiais, da pequena Cosette (Isabelle Allen) até o grandioso apesar de bem pequeno, Gavroche (Daniel Huttlestone), ambos atores que cantam lindamente e entregam performances ótimas durante o longa. Gavroche que inclusive acaba ganhando um destaque ainda maior do que a própria Cosette quando criança, vivendo bons momentos de comédia, mas ganhando o seu momento dramático de cortar o coração em 34454545545 pedaços no final. E enquanto ganhamos esse respiro, a grande perseguição que motiva o filme continua, com Javert ainda a procura de Jean Valjean, que agora, passa a fugir na companhia da própria Cosette, a quem ele prometeu cuidar como filha para o resto da vida.

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E assim ele faz, que é quando chegamos ao terceiro ato dessa história, com o despertar do amor da Cosette, agora começando a sua vida adulta (nessa fase, interpretada pela Amanda Seyfried, que poderia ter escolhido um outro tom para cantar suas músicas, fato) e ainda vivendo como um fantasma ao lado do pai (que continua perambulando por aí sem poder assumir quem é por ser um fugitivo da justiça tirana de Javert) por Marius, um jovem revolucionário do tipo bem nascido mas que não aceita muito bem viver a sua realidade com um mundo inteiro passando fome do outro lado da sua janela, com o qual ela acaba vivendo uma história de amor a primeira vista, que é quando encontramos Jean Valjean começando a planejar o futuro da filha, uma vez que ele sabe e consegue sentir que não vai poder estar ao seu lado para o resto da vida. Não no mesmo lugar, como uma pessoa comum e não eternamente, que é o que todos nós sabemos. Tudo bem que a história de amor dos dois, apesar da poesia e do sonho de se viver um amor a primeira vista, acaba parecendo “forçada” demais, já que eles não tiveram o menor contato a não ser um breve olhar trocado na cidade e em meio a uma grande confusão. Mas tudo bem, vamos acreditar na inocência de outros tempos e além disso, apesar de parecer pouco “crível” devido a uma questão de tempo e pela intensidade que eles demonstram no filme (questão que inclusive eles mesmos chegam a levantar), quem nunca se apaixonou apenas por um primeiro olhar? Agora, se a relação teve futuro ou não depois, isso já é outra história.

Mas em meio a tudo isso, ganhamos outra personagem que é uma das minhas preferidas dessa história, Éponine (Samantha Barks), filha do próprio casal que cuidou da pequena Cosette por tanto tempo no passado. Ela que vive um amor não correspondido por Marcus (interpretado dignamente pelo ator que devemos ficar de olho, Eddie Redmayne), que ao vê-lo apaixonado por Cosette do meio do nada, ao contrário de se tornar uma pessoa amarga, vingativa ou qualquer coisa do tipo, acaba entendendo através de uma performance ótima por sinal (muito melhor do que qualquer uma das duas ou três musicas da onipresente da sétima arte, Amanda Seyfried), que a sua maior prova de amor naquele momento seria colaborar para que Marcus tivesse a chance de viver ao lado de quem ele sonhava, entendendo que embora aquele amor não fosse para ela, isso não significava que ela não poderia vivê-lo de outra forma. E nesse momento, ela começa um história de amor com ela mesmo, algo importantíssimo para o crescimento pessoal de todo mundo. Outro ponto importante a se mencionar é que mesmo sem um final “feliz” como a gente gostaria, ela conseguiu fazer o grande amor da sua vida enxergar a dimensão da sua grandeza. Uma personagem sensacional!

Nesse último ato, começamos a observar de perto a questão de revolução francesa, a convite do pequeno Gavroche, que acabou se tornando um dos maiores heróis dessa história, ele que obriga a aristocracia e os ricos da época a encarar os miseráveis famintos nas ruas de Paris e encara um exército armado com a maior graça e desenvoltura em meio a um bando de marmanjos (quando não liderando o seu próprio exército de pequenos).  Revolução que é levada a sério, com uma ilustração bem bacana dos seus ideais e performances excelentes como aquela com os jovens revolucionários cantando durante o cortejo funeral que passava pela cidade. Outro momento para se arrepiar, que se repete de forma poética (agora no melhor sentido da palavra) e ainda mais grandiosa durante o encerramento do longa, com essa musica que é outra das mais grandiosas e representativas do musical. Entre eles, quem acaba se destacando nessa hora é o ator Aaron Tvevit, na pele do corajoso Enjolras, que tem umas das melhores vozes masculinas do elenco.

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E toda a questão de revolução é tratada lindamente, inclusive o conflito final da barricada de móveis e quinquilharias do povo da cidade, onde eles visivelmente estavam em desvantagem, mas seguraram firmes e fortes até o final. Deles todos que morrem como heróis naquele momento (um encerramento lindo por sinal em termos de fotografia, cores e cenários) o único sobrevivente acaba sendo o próprio Marcus, que é carregado pelos esgotos de Paris pelo próprio Jean Valjean, que estava a todo custo tentando salvar aquele que ele acreditava ser (com motivos, devido a todo o seu discurso) o homem da vida da sua filha e alguém com quem ela tivesse a chance de viver uma vida comum, sem precisar continuar fugindo o tempo todo.

Jean Valjean que antes de tudo isso teve a sua grande chance de se vingar de Javert, seu inimigo por praticamente toda a vida, mas que optou por libertá-lo, mesmo quando ele não tinha a menor chance, o que acabou gerando um conflito interno no próprio Javert, que não conseguia entender como um homem tão perseguido e maltratado pela vida como Jean Valjean (e por boa parte dela, através da sua própria tirania), poderia ser tão nobre e capaz da atitude que Javert enquanto pessoa, jamais conseguiria entender, embora tenha feito a coisa certa quando encontrou pela última vez o motivo de toda essa perseguição na sua vida, que estava visivelmente em desvantagem, literalmente na merda (la mérde) e que nem por isso ele conseguiu se aproveitar da situação e acabar de vez com aquela história de gato e rato que se arrastava por anos.

Como conclusão para essa história maravilhosa, tivemos a merecida despedida entre pai e filha, com Jean Valjean já bastante debilitado, perto do seu fim, reencontrando a filha de quem ele tentou fugir para que ela pudesse viver a sua vida como ela gostaria, entregando a sua verdadeira história para a Cosette pela primeira vez, em outro momento impossível de não se emocionar, com o personagem finalmente encontrando a sua linha final. E aquela cena dele fazendo a transição, com a Fantine cantando ao fundo e na sequência com o coro de todas as vitimas da revolução em meio àquela barricada agora gigantesca, com uma força muito maior e mais representativa, foi realmente um final sensacional para esse grande longa.

Em termos de filme e direção, eu não gosto muito da forma como o diretor optou por nos mostrar essa história, onde se comparado ao seu último trabalho, é possível perceber que ele abdicou de uma identidade bacana que aprendemos a reconhecer e admirar do seus passado cinematográfico, para seguir uma linha mais comercial e até mesmo esperada para esse tipo de história. Apesar do clima intimista e bem especial das performances dos solos (algo que ele manteve de “The King’s Speech”, com aquela câmera fechada na cara dos atores) e das cenas grandiosas, feitas especialmente para encher os olhos, acho que o filme apesar ser bem especial, ficou devendo um pouco na questão da vontade de tentar nos passar um novo olhar. Aquelas cenas de transições de um cenário para o outro, clássicas do cinema por exemplo, eu acho totalmente desnecessárias e meio assim para o cinema moderno (close na cruz no alto da construção, ou imagens que vão do micro ao macro e vice versa). Algo que não chega a prejudicá-lo ao ser considerado como um bom filme, sem exageros, mas também não chega a colocá-lo em um lugar de maior destaque. Não por isso, apesar do esforço de todas as suas performances.

Vive la France!

 

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O red carpet indeed do BAFTA 2013

Fevereiro 15, 2013

Helen Mirren

Talvez o red carpet do BAFTA 2013 só tenha sido bom mesmo porque pouca gente apareceu (mas todos representando muito bem alguém de prestígio na fila do fish ‘n’ chips indeed do lado de lá), portanto, a possibilidade de erros era bem menor. Mesmo assim, uma premiação que tem a Rainha herself aparecendo de cabelo rosa, merece ser comentada.

Por isso já vamos começar com ela, a Hellen Mirren, que não poderia estar mais leve, solta e ou maravileeeandra na fila das Rainhas Disney indeed (se bem que a gente sabe que ingleses tendem a só conseguirem papéis de vilões nos filmes da Disney e ou em qualquer produção americana. Fato, preconceito & magoa de caboclo deles). Praticamente uma adolly de 13 anos se sentindo mocinha adulta moderna na festa de debutante da amiga mais velha de 15.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

Combo magia ligada por um Alias antigo

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E tem para todos os gostos, da magia de príncipe indeed do Bradley Cooper de bow tie, que eu não canso de dizer que as espertas estavam de olho desde Alias antigo ( I ♥ Will e por isso a conexão com o Ben) até a magia grisalha precoce que nós AMAMOS do Ben Afleck e sua gravata skinny, que não poderia estar vivendo um melhor momento. Höy!²

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E não poderia mesmo e no BAFTA 2013 ele também levou seus prêmios para casa, de melhor filme e melhor diretor, justiça que o Oscar de logo mais não poderá fazer, já que eles resolveram ignorá-lo como diretor. Suck it!

#BENAFFLECKRISES

 

O que estaria acontecendo com os vestidos de ultimamente, hein?

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Como esse Burberry preto escuro (rs) da Anne Hathaway, por exemplo, que apesar de quase simples, era lindo, mas diz que teve um leve probleminha na costura no final da noite.

Vamos tomar mais cuidado com esse tipo de detalhe importantíssimo produção? Porque só nessa temporada, esse já é o segundo probleminha envolvendo costuras & afins (todo mundo lembra do probleminha recente da J-Law, não?) e todos nós sabemos ou pelo menos temos alguma ideia de quanto custa uma dessas belezinhas, hein?

Tenham mais cuidado. Força na agulha & linha!

#CONTROEDEQUALIDADENELAS

 

Aliás, gostaríamos muito de saber também o que está acontecendo com a Marion Cottillard e a Dior, viu?

Marion

Quer dizer, com a Dior a gente bem sabe e quem viu o último desfile do Oscar de la Renta em NY, que teve o Galliano como praticamente apenas um assistente da marca, sabe do que nós estamos falando. Mas tudo bem…

Agora, o que estaria acontecendo com a Marion Cotillard desde o seu péssimo final em “The Dark Knight Rises”, hein? Será que ela ficou com trauma ou alguém a está obrigando a usar um look pior que o outro ultimamente como castigo pelo que ela fez no final do filme da morcegona? (acho que nunca vou conseguir esquecer aquilo) Seria a assessoria da Dior, fã incondicional do homem morcego? (Para pensar… rs)

Reaja, Marion!. Afinal, você é francesa e só por isso você já está na vantagem. PÁ!

E sim Marion, nós fizemos essa mesma cara quando você apareceu assim no red carpet. #CREDINCRUZ

ps: aliás, aproveitando o momento, i do declare que a partir de agora, essa é a nossa cara oficial de #CREDINCRUZ por aqui, dito com voz de Chico Bento sempre, é claro. 

 

A hora mais azul quase escuro

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Maravileeeandra a Jessica Chastain nesse azul Roland Mouret, não?

E olha que ela era outra que não andava fazendo boas escolhas para o red carpet… lembra quando ela apareceu calva no Golden Globes? (#CREDINCRUZ)

You go girl!

 

Três dedos acima e teria ficado perfeito, J-Law

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Muito colo a mostra dá sempre aquela impressão que o vestido está escorregando, com ou sem bustão e mesmo que ele não esteja escorregando. Fato.

Como esse Dior da J-Law, que estaria perfeito se estivesse 3 dedos acima.

E lembrem-se, sustentação é sempre importante, mas tomem cuidado para:

A) não ficar com o peito ameaçando o seu queixo ou sendo confundido com as maças do seu rosto a noite toda

B) não ficar com cara de mulher interpretando homem no truque em peças de teatro do passado, como em “Shakespeare In Love”, rs (que olhando daqui parece ser o que aconteceu nesse caso)

 

#TEMCOMONAOAMAR o Daniel Day -Lewis acompanhado da sobrinha?

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Não, não tem. (♥)

Aliás, um recado para o George Clooney:

Quer ser visto sempre ao lado de mulheres mais novas só que de forma mais interessante?

Comece a levar a família, que você vai do issue do clichê da crise de 1/2 idade para o foufo em um tapa só. WOO.

 

Em um mundo com homens realmente educados, Sally Field jamais estaria segurando a sua própria umbrella…

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Shame on you boys. Shame on you!

E sim, ela não só poderia segurar a sua própria umbrella, como assim fez lindamente, só que a diferença aqui é que ela não precisava e algum dos meninos presentes deveria ter feito essa gentileza para Nora Walker, que inclusive já foi uma noviça voadora.

Exijo explicações de Affleck, Day-Lewis, só Lewis, porque o Clooney a gente imagina que estivesse de olho em qualquer par de pernas longas com menos de 22, mas dos outros todos exigimos explicações. Aguardando…

Eu teria segurado a sua umbrella dramaticamente, deixando até uma single tear escorrer e passando pelo menos 5 minutos ali, eu até já poderia acreditar que estava voando com o sobrenome Walker enquanto ligava para fofocar com os meus outros irmãos, viu Sally Field? (♥)

 

Começando a suspeitar que essa é a temporada da escova para os meninos, hein?

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Primeiro foi o JT, que me apareceu escovado e penteado e agora até o Brody? (mais penteado do que escovado, fato. Penteado com uma escova, pronto. rs)

Estou achando que é tandancé…

Aliás, Brody AKA Damian Lewis que é sempre uma visão. Höy!

 

Saindo à magia mágica ruiva

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Para encerrar, nos despedimos do BAFTA 2013 muito bem acompanhados com ele, Michael Fassbender na neve (sério, cenário perfeito Fassy. Cenário perfeito!), que aparentemente esteve em tudo quanto é after party da premiação e nós gostamos de sair bem acompanhados de qualquer lugar indeed.

Fassy, sempre uma visão. Höy! (nos meus sonhos recorrentes dessa última semana, nos cumprimentamos assim: Ele – Essy!, Eu – Fassy! com respeito. Trocamos olhares mas nada aconteceu. Ainda… humpf! – a não ser o dia em que ele apareceu em uma versão ruiva extremamente saturada que me fez despertar gargalhando de tanto rir. Sério.)

 

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Confirmou! A lista dos vencedores da nossa premiação dos sonhos, o Golden Globes Awards 2013

Janeiro 14, 2013

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Premiação agora também conhecida como o dia em que a Tina Fey e a Amy Poehler dominaram a TV com o melhor do humor atualmente. Sério, não teve para mais ninguém, Liz Lemon e Leslie Knope estiveram naquele palco e não deixaram por menos. Elas dominaram tudo. TU-DO!  Portanto, todos ajeitando os decotes e ou as gravatas borboletas (segunda opção destinada especialmente para a Diane Keaton e a Ellen DeGeneres, dando aquela checada para ver se a fenda está no poder e direcionada para o ponto focal certo e de pé: CLAP CLAP CLAP! (em caixa alta, que é para fazer mais barulho)

Sério, fui dormir tão feliz, extremamente orgulhoso e por motivos dos mais variados e diferentes possíveis na noite de ontem, depois do Golden Globes, que consegui esquecer até toda e qualquer injustiça que tenha acontecido durante a premiação e é possível que eu tenha desenvolvido o meu próprio ovário + útero durante o meu sono da realização dessa noite. Sério, eu não estou brincando.

Piadas afiadíssimas que funcionaram perfeitamente dentro da intimidade de anos que uma tem com a outra e elas nunca estiveram tão naturais e ao mesmo tempo tão dentro dos seus próprios personagens em toda a história de suas vidas. Foi como um grande SNL antigo, sem a parte chata onde todo mundo tem que aparecer um pouquinho, rs. Só aquele discurso de abertura, merece ser visto 137 vezes em looping, onde é possível continuar rindo e muito, mesmo depois da 137 vez.

Sério, tem como se segurar na piadinha envolvendo a Kathryn Bigelow e o seu ex derrotado em um Oscar anterior por ela mesma, o James Camarão Azul? Não, não tem e se eu estivesse presente, teria rolado da mesa de Homeland até a do Tarantino, três vezes. (by the way Tina, dividimos o mesmo sentimento a respeito do assunto pesadelos sexuais + Tarantino)

Aliás, vale a pena usar esse momento para fazer uma pausa e avaliar a diferença entre tipos de humor que podem dizer muito a respeito de muita coisa. Reparem no discurso de abertura, na audiência, quem realmente estava se divertindo entre os convidados presentes naquelas mesas todas enquanto Tina e Amy entregavam o seu melhor em um verdadeiro bombardeio de bom humor inteligente sem ser pedante e ou exagerado e tão pouco apelativo. Basta um pouquinho de atenção para perceber que esses eram os mais inteligentes, bem humorados ou que nós gostamos mais desde sempre, fato. Robert Pattinson por exemplo, por quem nós nunca nos importamos muito, nesse momento, apareceu ao fundo, apático, se colocando de free drinks, naquela preguiça de sempre, sem prestar muita atenção em coisa alguma. Agora, reparem no vídeo abaixo, nesse outro momento que muita gente gostou durante a premiação (tisc tisc), com a dupla Wiig + Ferrell tentando, mas ficando para trás no quesito “nosso tipo de humor”. (AMO a Wiig, mas acho que ela merecia uma dupla melhor e talvez daqui uns anos, ela possa fazer um trio com certas duas aí. Eu diria que até que Fey e Poehler são as formandos do ano, enquanto Wiig ainda está na 7ª série, avançada, mas ainda na 7ª, da mesma escola pelo menos). E a cara do Tommy Lee Jones para esse momento pode provar essa teoria, rs.

E dizem que ambos da segunda dupla podem ser os apresentadores do Golden Globes no próximo ano. Começamos a rezar ou já deixamos o DVR programado na opção “corta o Will Ferrell”?

Enfim, fora isso tudo que não foi pouco, tivemos momentos excelentes, como o discurso inspiradíssimo da Jodie Foster, a homenageada da noite, que nunca esteve tão confortável e ou tão maravileeeandra, do alto dos seus 50 anos. Sério, that’s a woman! E a família ruiva dela toda presente? AMO/me passa esse contato Jodie, porque daqui uns anos, terei essa necessidade necessária. (se bem que, com meu novo ovário+útero em desenvolvimento, talvez u só precise mesmo é do contato do Fassbender… rs)

E como se tudo isso já não tivesse sido o suficiente, tivemos boas surpresas na lista de vencedores do Golden Globes 2013, que resolveu fugir bastante do óbvio e talvez nunca tenha provocado tanto o Oscar como fez dessa vez? Duvida? (para lembrar a lista completa de indicados com nossos comentários de sempre, veja aqui)

 

Filme – Drama: “Argo”

A surpresa da noite. Com grandes nomes na disputa, ficava difícil apostar em “Argo” do Ben Affleck, mesmo que ele tivesse feito por merecer. Mas não podemos nem dizer que esse foi o seu tapa na cara da sociedade das premiações americanas, porque esse não foi o seu único prêmio da noite e só faltou ganhar um para levar para o Samuel, porque temos certeza que seus dois prêmios terão donas ou protetoras mais do que especiais: Violet e Seraphina. (♥)

 

Atriz – Drama: Jessica Chastain – “A Hora Mais Escura”

Essa não foi uma grande surpresa e surpresos mesmo nós ficamos com a sua escolha para encarar essa noite de glória. Mas sobre isso falaremos depois… 

 

Ator – Drama: Daniel Day-Lewis – “Lincoln”

Só faltou os indicados levantarem a placa “Eu já sabia”. É, todo mundo já sabia e mesmo sem ter assistido ao filme é impossível não arriscar que deve ter sido muito merecido. (avaliando o que vimos com nossos próprios olhos dos teasers, trailes, imagens e comentários sobre, claro)

 

Filme – Comédia ou musical: “Os Miseráveis”

Feito exatamente para isso, Les Mis é o tipo de filme figurinha fácil nesse tipo de premiação. O que não tira o seu mérito, apesar de nos deixar com preguiça, um pouco, confesso… (mas super quero ver/chorar/cantar junto com todos eles, especialmente o Anne Hathaway)

 

Atriz – Comédia ou musical: Jennifer Lawrence – “O Lado Bom da Vida”

Yei! J-LAW! Super merecido. Ela que encara qualquer tipo de desafio com bastante dignidade e unfirah. Só acho um saco todo mundo ter que ficar esclarecendo que ela ganhou por esse filme e não pode “Hunger Games”, que segundo a Tina Fey, foi a dieta mágica que a fez entrar dentro daquele vestido, rs 

 

Ator – Comédia ou musical: Hugh Jackman – “Os Miseráveis”

Entendam, gosto de filmes épicos, feito para premiações, apesar de ter um pouco de preguiça. Mas ver o Hugh Jackman de outra forma, como não estamos acostumados a ver, também é muito bacana e por isso, merecido também. 

 

Animação: “Valente”

Apesar da represente da vez da magia ruiva não ter sido o meu preferido (mesmo pq, os dois que eu vi dentro da categoria não eram), é inegável que “Brave” com seus avanços, levou a animação para um outro nível. 

 

Filme estrangeiro: “Amor”

Todo mundo falando de “Amor”. Quero ver. Todo mundo quer ver. Onde será que vamos conseguir ver? Tem em VHS? Paolo?

 

Atriz coadjuvante: Anne Hathaway – “Os Miseráveis”

Oh Anne, como nós torcemos por você. Seu vestido não era dos melhores, nem o seu discurso foi, mas mesmo assim, a sua cara na platéia morrendo de rir de tudo e ou totalmente sem graça com a piadinha da Tina Fey sobre sua parceria como apresentadora do Oscar, foi algo sensacional. Valeu só por isso e pela Amy Poehler cantando “I Dreamed A Dream Da Da Ri Da”, rs

 

Ator Coadjuvante: Christoph Walts – “Django Livre”

Walts rouba a cena. Walts amedronta. Walts diverte. Walts é reconhecido a cada novo trabalho. Talvez Walts seja a nova Meryl Streep. Anotem…

 

Direção: Ben Affleck – “Argo”

POW! Esse sim, foi o tapa na cara de mão fechada e com anel caro de formatura na vida ou gangue na cara da sociedade dos votantes do Oscar. Não ganhou a sua indicação lá, mas por aqui, não só foi indicado como levou os dois prêmios do cinema mais importantes da noite. Suck it! Ps: talvez esteja passando da hora do Ben começar a acreditar que ele faz muito melhor uma coisa do que a outra, embora a sua carinha linda ficando escondida seja quase que um crime contra a sociedade da magia. Mas pense nisso, Ben, nos contentamos em vê-lo indo levar as meninas no colégio. Mas não se entregue aos donuts e comidas dos sets. 

 

Roteiro: Quentin Tarantino – “Django Livre”

AMO/queria conhecer o Tarantino para convencê-lo a dirigir o capítulo mais dramático e aterrorizante da história da minha vida. Aceitaria também ser o moço do cafezinho em qualquer um de seus filmes, de hoje e de ontem  caso a gente consiga aquele DeLorean ou aquela TARDIS emprestado. Não cobro cachê, mas não reclame caso objetos cênicos sumam misteriosamente do seu acervo, mas nada muito grande, no máximo uma “Pussy Wagon” e certa mala preta onde eu pretendo carregar certa peruca preta, um uniforme amarelo completo e um bastão. E sim, eu vivo de referências…

 

Trilha sonora: Mychael Danna – “As Aventuras de Pi”

Dizem que o filme é mais bonito do que qualquer outra coisa. Sabe diretor que se empolga com uma nova linguagem ou uma nova possibilidade de tecnologia? Essa é a minha sensação…

 

Canção original: “Skyfall” – “007 – Operação Skyfall

Impagável o ‘high five” da Adele para o 007 himself quando anunciado o seu prêmio. Foi quase melhor do que o 1/2 sorriso e o olho de cobra da cara de alface da Taylor Swift fazendo um giro completo de 360º de trás para frente, que segurou as lágrimas, mas talvez toda aquele líquido contido dentro dela tenha encontrado uma outra saída ao sul da mesma, de tanto ódio concentrado em um corpinho tão pequenininho e ao que tudo indica, sambado. Se solta Taylor, deixa o mundo conhecer quem você realmente é! Sua lista nós já bem conhecemos…

 

Série – drama: “Homeland”

OK, Homeland é tudo isso mesmo quando não é tudo isso, mas ela não foi a melhor série do ano. Teve seus momentos, mas nem de longe foi como foi no passado. Não, não foi. Sorry, mas aqui eu enxerguei uma injustiça. 

 

Atriz – série de drama: Claire Danes – “Homeland”

Se a série não mereceu ganhar como melhor drama, o mesmo nós não podemos dizer da Claire Danes, nunca, porque ela sempre faz por merecer. Sempre!

 

Ator – série de drama: Damian Lewis – “Homeland”

O mesmo vale para o Brody. E suas subidas no palco sempre valem um plus a mais para a divulgação do culto & adoração da magia ruiva. Höy!

 

Série – comédia ou musical: “Girls”

Há quem não ache Girls uma série engraçada, mas a assistindo pela segunda vez antes da premiere da nova temporada (que também foi ontem), eu posso garantir que quase nada na TV atualmente tem um humor tão bacana como Girls, por isso o prêmio foi mais do que merecido. Mas é outro tipo de humor, em um outro tipo de série, que nós ficamos mais do que felizes que tenha sido reconhecida. Clap Clap Clap!

 

Atriz – série de comédia ou musical: Lena Dunham – “Girls”

Meu grito mais alto da noite. AHHHHH! Lena Dunham com a sua estranheza (para alguns) e estando completamente fora de qualquer padrão (também para alguns, porque pra gente, ela é uma das mulheres mais interessantes a quem fomos apresentados recentemente. Höy!), ela representa um pouco de cada um de nós nessa fase da vida que não é nada do que nos foi prometido. Além disso, ela é ótima, inteligente, divertida, debochada e me faria um nerd feliz caso fosse a primeira celebridade a me responde no twitter. Sério, eu ficaria insuportável! Mais do que nunca. Tina, Amy, vocês já ganharam o melhor prêmio da noite como as donas da brincadeira toda, então, está declarado um empate de três das mulheres mais engraçadas ever. Me liguem, vamos fazer uma festa do pijama e depois sair para um brunch e falar bem e mal dos meninos. 

 

Ator – série de comédia ou musical: Don Cheadle – “House of Lies”

Barulho de grilos. Série que ninguém vê e  que achamos que já estava cancelada. A minha recomendação é que as próximas premiações incluam os prêmios de “dramédias”, “pedantes” e “séries que ninguém vê ou ouve falar” em suas próximas edições. Acho que seria mais justo. Gratô. 

 

Minissérie ou filme para a TV: “Game Change”

Todos amam. Ainda não vi pela temática. Mas vou ver, um dia… Quando é o próximo feriado prolongado mesmo?

 

Atriz – Minissérie ou filme para a TV: Juliane Moore – “Game Change”

E lá estava ela novamente, linda e ruiva. Höy!

 

Ator – Minissérie ou filme para a TV: Kevin Costner – “Hatfields & McCoys”

Kevin deveria ter cantado, porque, ô discursinho chato, hein? Mas ele é o Ben Affleck da sua geração, portanto, mais um tapa na cara. PÁ!

 

Atriz coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Maggie Smith – “Downton Abbey”

Maggie Smith merece todo e qualquer prêmio em forma de um feitiço. Até hoje, sonho com o dia em que ela chegará de surpresa em uma apresentação qualquer, aparatando herself live para todo o mundo #MUSERECLUSE

 

Ator coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Ed Harris – “Game Change”

Sempre digno.

 

E esses foram os resultados da nossa premiação dos sonhos. Será que algum canal de TV poderia comprar a ideia de deixar um estúdio live, 24 horas por dia, com um microfone aberto para a Tina Fey e a Amy Poehler falarem o que elas quiserem, como quiserem, quando quiserem? Seria a glória da TV. A volta dos anos dourados! Imaginem? Aliás, desde já, deixo o convite do meu casamento futuro e por enquanto imaginário, para as duas. Quero ambas fazendo discursos sensacionais de como nos conhecemos através da TV. Lena Dunham, você e todas as ghols estão convidadas também. E quem quiser ir, pode tentar uma carona no caminhão da Jodie Foster, que também já disse que vai.

ps: imaginem a fila de candidatos a novos BFFs na porta da casa da Amy Poehler e da Tina Fey, nesse exato momento. Se a gente ao menos soubesse onde será realizado esse casting… rs

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The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

Fassy Gosling

Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

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Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

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Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

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Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

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É, Anne Hathaway, a gente pode até sentir no seu olhar que você pelo menos tentou…embora não tenha sido o suficiente

Dezembro 11, 2012

Anne

SIM, Anne bem que tentou segurar esse look horrorendo e porque não dizer ortopédico, mas apesar da atitude de principalmente tentar se auto convencer que não errou feio na escolha do outfit do dia, temos certeza que quando você voltou para o hotel, bateu aquele arrependimento ainda dentro do  elevador e ao chegar no quarto, ainda meio trêmula, você pegou imediatamente o telefone, uma garrafa de um destilado qualquer de boa qualidade+ uma taça de Martini para causar aquele efeito dramático e ligou pessoalmente para o Tom Ford, dizendo com voz de choro enquanto escorria aquela single tear batizada com delineador e muita máscara de cílios preta: WHY TOM FORD? WHY?

Mas tudo bem Anne Hathaway, entendemos que todo mundo dia tem o seu dia de toda errada, por isso a perdoamos, mesmo porque você tem crédito com a gente.

E ainda não desconsideramos completamente a hipótese disso ter sido foto rezada em sinal de retaliação pela própria Kristen Stewart, que você pessoalmente humilhou um dia desses…

#NAOTABOMNAO e se eu não tivesse visto na passarela, poderia jurar que ela quebrou a perna.

 

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CHUPA Kristen Stewart!

Dezembro 4, 2012

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Olha só quem conseguiu usar aquele vestido bem difícil da Marchesa na The Hollywood Reporter (que fez uma entrevista ótima com todas as atrizes, como eles costuma fazer sempre nessa época “pré pré Oscar”), famoso por aqui pelo desastre provocado pela Kristen Stewart quando a atriz resolveu usá-lo na premiere de “Snow White and the Huntsman” tempos atrás…

SIM, Anne Hathaway! PÁ! (#HUMILHAÇÃOHUMILHANTE)

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E Anne não só encarou esse pavor, como segurou lindamente (como sempre! Te amo Anne. Me interpreta?) e ainda deitou todas, literalmente.

Com isso, a lição que aprendemos hoje aqui no Guilt é a seguinte:

 

Não adianta nada ter condição para carregar nomes se você ainda não sabe como sustentá-los

 

kristen Humilhada

Resumindo, Anne deitou com Kristen e agora podemos dizer que literalmente, rs. PÁ!

#CHUPAKRISTENSTEWART

 

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