Posts Tagged ‘Anton Yelchin’

Into Darkness

Julho 5, 2013

Star-Trek-Into-Darkness_510x756

Talvez no momento, não exista ninguém mais invejado por outros nerds do que o J.J. Abrams. OK, eles podem até ter outros interesses hoje em dia (eles = falando por mim mesmo até), mas ver um bom representante a frente de duas franquias desejadas por boa parte de todos nós por décadas como as de Star Trek e Star Wars, lá no fundo nos deixa com aquele gostinho bem especial de realização. É, pelo menos um de nós chegou lá, bem pertinho de tudo aquilo. Tudo bem também que na TV, além de excelentes trabalhos como Felicity (minha série teen do coração), Alias, os primórdios de Lost (desconsiderando pelo menos as duas últimas temporadas) e o seu nome ter figurado também no meio da produção da excelente Fringe (muito embora ele pouco ainda tivesse relacionado com a série), o J.J. Abrams também esteve envolvido em alguns projetos que provavelmente não o deixaram muito orgulhoso, mas como voltamos feliz do cinema com a sua sequência de “Star Trek”, resolvemos poupá-lo de certas vergonha por hoje, por isso não vamos nem mencioná-los… (tisc tisc, What About Brian, Six Degrees, Almost Human e porque não incluir Revolution nessa lista… tisc tisc)

E voltamos mesmo, com um sorriso bem largo, eu diria até que gigantesco, do tamanho que “Star Trek Into Darkness” fez por merecer, porque nós realmente ganhamos uma sequência admirável, além de animadora e praticamente megalomaníaca. Um filme que tem tudo para agradar a todos, inclusive aqueles que não se sentem familiarizados com o universo Trekie, porque a sequência realmente impressiona e anima com suas inúmeras e espetaculares cenas de ação e ritmo super acelerado, do tipo que te deixa grudado na tela sem precisar fazer muito esforço.

No passado, o que eu mais gostei do primeiro “Star Trek” dessa nova leva, foi a forma como o diretor resolveu encarar a produção, que aparentemente era bem menor do que a atual (apesar de também ter sido uma grande produção), utilizando recursos simples para nos entregar imagens finais impressionantes, como truques de câmera que bem poderiam ser considerados meio bobos e até o simples detalhe de refletir uma lanterna nas lentes da produção para causar aquele efeito de luz que cortam as cenas, algo já tão característicos da nova franquia e que funcionou como o toque especial do diretor para a sua sequência de filmes dentro desse universo. Detalhes que apareceram no DVD do primeiro longa e para os mais interessados (ou apenas curiosos), vale super a pena porque chega a ser quase como uma “workshop” de cinema.

Mas dessa vez, parece que essa simplicidade foi meio que deixada de lado (não posso afirmar porque nesse caso, ainda não vi o making of por motivos óbvios) para dar lugar a magnitude impressionante da grandeza do novo longa. Tudo parece gigantesco, estelar, do começo ao fim, desde aquele cenário em vermelho do começo do filme (que tem uma plástica sensacional, diga-se de passagem) de tirar o fôelgo, até as sequências no espaço ou na dobra, que ganhou um rastro sensacional e isso porque eu nem assisti a versão em 3D, que eu imagino que tenha deixado tudo ainda melhor (apesar de achar que esses lançamentos em 3D tem sido um grande truque dessa industria). Detalhe que por muita sorte, acabei assistindo ao longa poucos dias após a sua estreia por aqui, em uma sessão com apenas 6 pessoas, cada uma sentada em um canto da sala de cinema, ou seja, praticamente um sonho!

Star-Trek-Into-Darkness-Spock-Poster

Da tal sequência inicial no cenário vermelho até seus minutos finais, o novo Star Trek manteve um ritmo fora do comum e bastante importante para um filme de ação, começando com uma sequência eufórica em meio a um cenário deslumbrante, enquanto a gente ainda tentava assimilar o que eles estavam começando a nos contar dessa vez, até a sua sequência final, que apesar de menos eufórica e com ar de missão cumprida, típico de missões heroicas, não deixou de ser grandiosa nem por um minuto.

Já começamos a nova história com os personagens principais enfrentando um dilema moral, com Kirk burlando o protocolo para salvar a cabeça de orelhas pontudas do Spock de sua missão suicida no coração de um vulcão em erupção. Spock que naquele momento, de forma bem prática, já havia até aceitado a morte, para desespero de todos os seus colegas a bordo, incluindo a Uhura, com a qual ele mantinha uma relação desde então. É claro que como todo bom herói, o risco assumido do Kirk acabou valendo a pena e naquele momento encontramos pela primeira vez a Enterprise surgindo diretamente do fundo do mar. Mas é claro que tamanho esforço e descumprimento das regras não passariam facilmente pelo Spock, mesmo com ele sendo o motivador de toda aquela situação e a partir disso, ganhamos um dos plots centrais da nova trama, com a eterna briga entre Kirk e Spock, que basicamente sempre se dividiu entre o coração e a razão. Algo que acabou causando a perda da Enterprise por parte do Kirk, que foi retirado da sua posição justamente por conta de um relatório feito pelo próprio Spock, relatando em detalhes tudo o que realmente aconteceu durante a tal missão que só para deixar bem claro, foi o que salvou a sua pele de vulcaniano. E apesar do sentimento de perda ter durado bem pouco, é sempre difícil ver o capitão Kirk tendo que se despedir da sua amada Enterprise.

E esses personagens principais continuam sendo carregados muito bem pelos não tão novatos assim mas ainda novatos, Chris Pine e Zachary Quinto, a quem ambos os personagens parecem pertencer naturalmente nessa nova fase da franquia. Pine que trouxe uma personalidade mais jovem para o capitão Kirk, além do humor que a sua interpretação acabou trazendo também para o personagem e o Quinto interpretando um dos personagens mais icônicos da cultura pop a seu modo, trazendo muito da sua identidade para os limites do universo do próprio Spock e tê-lo em cena dividindo o espaço com o Leonard Nimoy é sempre muito especial e é claro que nessa sequência o ator que deu vida lindamente ao personagem no passado também não poderia faltar. (aliás, AMO essa conexão direta do Spock com ele mesmo no futuro)

Star-Trek-Into-Darkness-crew

Vale dizer também que a química entre os dois é bem bacana e isso nós já percebemos desde o filme anterior. E o mesmo vale para os coadjuvantes que pouco apareceram no filme, mas que são todos excelentes, como o carrancudo Sulu (John Cho), o Bones (Karl Urban), que sempre acaba em alguma enrascada ao lado do melhor amigo Kirk, o Chekov (Anton Yelchin) e seu sotaque delicioso ou a relação de amor do Scotty (Simon Pegg) com a nave. Sem contar que é sempre uma delícia encontrar novamente com a Megan de Felicity (Amanda Foreman), amiga antiga do J.J. Abrams (que só pode ser muito fã dos Beatie Boys, não?) e que assim como no filme anterior, acabou fazendo uma pequena participação com integrante da tripulação a bordo da USS Enterprise.

Até que nos deparamos com o plot central maior de toda a questão levantada pelo longa, com a introdução do vilão da vez, Khan (que todos já suspeitavam, embora eles tenham tentado manter a sua identidade em segredo por muito tempo), vivido pelo sempre excelente Benedict Cumberbatch, que finalmente parece ter sido descoberto por Hollywood (agora só falta o Andrew Scott). Cumberbatch que chega com sua voz poderosa e postura de vilão invencível, dando o sangue nas sequências de luta (as mais simples visivelmente feitas por ele mesmo) e construindo ao longo do filme a história do seu vilão ambíguo.

Um personagem absolutamente dúbio, que apesar de ter sido nos mostrado como terrorista logo de cara e ter tirado a vida de alguém importante para o próprio Kirk (R.I.P Pike), tinha lá seus motivos para planejar tudo aquilo, mesmo com a gente não acreditando muito que essa seria a melhor forma de vencer qualquer batalha e ou vingar o seu povo (que é o que nós sempre pensamos em cenários semelhantes). Em campo, Khan além de tudo parecia ser um vilão genial, sempre a dois ou três passos a frente de seus adversários e nessa hora eu senti que a interpretação do Cumberbatch poderia até ter sido prejudicada por conta das semelhanças com o seu outro grande personagem conhecido da maioria em Sherlock, onde em determinados momentos, como naquela cena em que ele está na prisão a bordo da nave, fica impossível não associar aqueles closes no personagem em meio aos seus diálogos com o que ele faz com maestria na série inglesa. Uma semelhança boba, mas que no meu caso, como fã dos dois produtos, não conseguiu passar sem ser notada e que de qualquer forma, não acabou prejudicando o longa graças ao talento inegável do próprio Cumberbatch. (só eu procuro motivos para dizer “Cumberbatch” toda hora depois que eu digo pelo menos uma vez? rs)

star-trek-into-darkness

Apesar disso, é sempre muito bom ver um ator como o Bennedict Cumberbatch em ação e apesar do pouco volume dos seus diálogos no longa, é possível notar de longe o quanto ele é um ator absolutamente preparado para carregar um grande personagem com o vilão do filme. E essa batalha entre os dois lados da força, estando ambos em questionamento quase que o tempo todo, acaba se tornando o plot central do novo filme, nos deixando com uma leve impressão de quem realmente estaria falando a verdade naquele momento, mas preparando o terreno para nos surpreender com a ideia de que na verdade, ambos os lados tinham a sua culpa ou razão nessa guerra.

Outro ponto a se destacar na sequência foi a relação Uhura e Spock, que a princípio parecia ter tudo para não acabar muito bem, dependendo é claro que úncia e exclusivamente dos caminhos escolhidos para que a história do casal nos fosse apresentada daqui por diante, já que o interesse entre os dois já havia sido despertado durante o filme anterior. Em meio a uma excelente DR em pleno campo de batalha e em uma nave bem menor, sem ter para onde fugir, encontramos uma excelente dinâmica entre o improvável casal, intermediada é claro que pelo Capitão Kirk, que sempre vai ser a outra parte dessa relação conturbada. Nesse momento inclusive, ganhamos uma sensacional excursão pela mente do próprio Spock, que em uma cena simples e linda, conseguiu nos ilustrar exatamente como é que funciona a sua cabeça, por mais impossível que isso possa parecer na teoria, nos revelando que na verdade, na maioria do tempo ele tem sim sentimentos, só que consegue deixá-los na reserva por motivos que nem ele consegue explicar, mas que estão todos lá, prontos para serem vivenciados a qualquer momento.

Além da super produção de blockbuster astronômico, “Star Trek Into Darkness” além de ser uma produção linda de ser vista no cinema, com detalhes sensacionais por todos os lados, que vão desde o figurino (e quem prestou atenção pode perceber que foram vários) em campo dos integrantes da Enterprise, até os detalhes da gigantesca nave, o filme impressiona mesmo pela grandeza e volume de suas cenas de ação, que são muitas e nós praticamente não temos muito tempo para respirar entre ter que resolver esse ou aquele assunto. Para quem gosta do gênero, esse é um dos melhores filmes de ação dos últimos tempos, do tipo que pelo menos segue uma lógica (e pensando como o Spock, não poderia ser de outra forma, rs) para a sequência dos fatos e não entrega para a sua audiência apenas sequências aleatórias de tirar o fôlego de qualquer um que tenha exagerado no refrigerante XL e na pipoca com manteiga e muito sal.

StarTrekIntoDarknessGALERIA9

Apesar do material de divulgação do filme e até mesmo o seu título nos passar uma ideia de que estávamos prestes a encontrar um produto muito parecido com “The Dark Knight Rises” (antes de reclamar, lembrem-se do poster do personagem do Bennedict em meio ao caos que foi um dos primeiros a sair do novo longa e respire fundo…), o que encontramos no longa não foi um total clima de destruição como no filme que encerrou a excelente trilogia do homem morcego, apesar dele existir em um determinado momento, novamente trazendo aquela questão do terrorismo como o grande vilão da atualidade. Por isso é preciso dizer que a proposta de sequência do diretor foge bastante dessa semelhança que achamos que encontraríamos e o seu produto final acaba se assemelhando muito a um episódio da série clássica até, reservada as devidas proporções e considerando os brinquedinhos e injeções de capital que esses meninos ganharam para brincar dessa vez.

O drama maior do filme acaba ficando reservado para o final, com a inversão dos papeis de Kirk e Spock que encontramos naquele primeiro probleminha do começo do filme, elevando o personagem do Kirk ao posto do grande herói da vez, muito embora tenha sobrado até um corpo a corpo para o Spock nessa hora também, algo que foi capaz inclusive de fazer a sua franja balançar (sim, eu ri alto no cinema nessa hora), mas que acabou deixando o sobrevivente do planeta Vulcano um tanto quanto na posição de vulnerável da vez, onde em um momento raro ganhamos a chance de observar o personagem demonstrando seus verdadeiros sentimentos. Mas vamos combinar que aquela resolução final acabou não sendo tão impactante assim porque já era possível imaginar o que aconteceria naquela sequencia…

Com pouco mais de duas horas, o filme tem o tempo exato para nos entregar uma história deliciosa, um reencontro que não vamos nos cansar tão cedo com alguns dos nossos personagens mais queridos da vida, ainda mais com essa visão tão bacana do J.J. Adams, que a frente dessa franquia (e esperamos que ele repita o feito com o novo Star Wars) tem nos representado e muito bem, por isso esperamos encontrar mais dessa história em breve no cinema.

Live Long And Prosper \\//

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Encontrinho Alpha Dog

Abril 19, 2012

Emile & Anton, dois foufos já até que antigos. Höy!

AMEI esse encontrinho “Alpha Dog” hein?

Anton Yelchin, vc pode nos fazer dois favores?

Fevereiro 16, 2012

Aproveita o seu lugar na primeira fila da NYFW, olha para a direita, com cuidado para não se assustar e diga para a sua amiga modelo/atriz Isabel Lucas, que ela ainda está precisando de um sopro de vida. (e que chupelsco é esse?)

Depois, vire para a esquerda e nos consiga o contato desse lenhador magia com fundamento do tipo Tom Hardy ao seu lado.

Obrigatô!

I want you, I need you, I love you, I miss you…Like Crazy

Novembro 30, 2011

Quando vc sente saudades como um louco.

“Like Crazy” é um daqueles filmes de amor que vai te deixar com um nó na garganta e os olhos cheios de lágrimas em vários momentos, mesmo sem apelar em nenhum momento ou exagerar no drama, o que de cara a gente já agradece. Do tipo que vai fazer vc balançar a cabeça para o lado e dizer “Awnnnn” em diversos momentos invejáveis dessa história de amor foufa. Um filme que certamente vai fazer vc torcer como nunca por uma final feliz para esse casal e que além de tudo, vai deixar o final praticamente aberto, sem uma resolução clara, para que essa história tenha o final que vc quiser escolher que ela tenha. Howcoolisthat?

O filme conta uma história de amor do casal Jacob (Anton Yelchin) e Anna (Felicity Jones), dois jovens que se encontraram ainda na época da faculdade, ele sonhando em ser um designer de móveis e ela uma jornalista. E a partir desse encontro, eles começam a escrever essa história de amor que é daquelas que para vc assistir, é melhor até já garantir a caixa de Kleenex na mesinha do lado do sofá, só por precaução. (o que não é uma propaganda, mas poderia ser. $$$Catching!)

A história de amor entre os dois é linda e ao longo do filme podemos observar todo o seu percurso. Do começo animado como todo novo casal, experimentando coisas juntos, empolgados com a nova relação, descobrindo aos poucos a intimidade um do outro, querendo ficar grudados sem fazer nada o tempo todo, o que todo mundo faz no começo de qualquer relação do tipo boa, rs. Tudo isso de forma bem real e natural, sem grandes diálogos ou declarações de amor pedantes, sem forçar a barra, apenas uma sutileza de gestos e olhares encantadores entre os atores que fazem do filme algo ainda mais especial, além de imprimir um olhar moderno para as novas histórias de amor. Isso graças ao olhar simples e delicado do diretor Drake Doremus para o longa.

E com isso vamos ganhando cenas deliciosas do casal em momentos de intimidade, tudo de forma muito sútil, silenciosa, quase inocente até. E vai ficando cada vez mais claro pela personalidade dos dois que eles foram mesmo feitos para ficar juntos. Um dos meus momentos preferidos é a sequência com os dois dormindo na cama (algo que nós já vimos em propagandas até…), em diversos momentos diferentes, sempre demonstrando um carinho enorme um com o outro.

Jacob tem aquele ar de menino tímido, que se não fosse ela ter tomado a iniciativa de investir na relação, ele talvez nunca tivesse essa coragem. Anton Yelchin faz um ótimo trabalho interpretando o bom moço, completamente tímido e desconfortável, mas que olha para câmera com doçura, fazendo vc se apaixonar cada vez mais pelo seu personagem.

Já Anna é quase uma personagem poética. Criativa, ousada, filha de pais liberais e de origem inglesa (e a mãe dela é interpretada pela atriz Alex Kingston, a River Song de Doctor Who, o que foi um plus especial para o meu coração, rs). Ela embora seja mais animada do que ele, tem também um lado tímido e a mesma doçura ingênua no olhar. Ambos acabam se revelando ser quase a mesma pessoa até, com gostos e interesses muito parecidos. E a atriz Felicity Jones rouba a cena com os seus olhares melancólicos de saudade e a voz que quase não sai em uma conversa ao celular,  por ela estar sofrendo com a atual situação de distanciamento do casal ao longo do filme. Uma delícia de interpretação, sutil, delicada e absolutamente na medida. Clap Clap Clap!

O casal além de funcionar super bem, ainda conta com uma injeção de foufurices na história, como quando ele presenteia ela com a sua primeira peça produzida e baseada no seu design, uma cadeira de madeira, linda e fundamento, onde esta gravado “Like Crazy”, presente que se torna mais do que especial para ela. Jacob também presenteia ela com a pulseira da “paciência”, quando eles precisam ficar separados por um tempo, coisa de menino sensível que devemos preservar caso a gente consiga encontrar algum exemplar dessa espécie rara algum dia (fikdik, rs). Outro momento que também serve de exemplo desse nível de foufurices, é quando ela faz aquele diário/scrapbook no formato de um Moleskine  maravileeeandro, recheado de momentos compartilhados do casal. Uma idéia que eu estou pensando em recriar, nem que seja para mim mesmo. Porque não? (humpf…)

E o drama todo do fillme começa exatamente quando eles tem que encarar a realidade de que ela é uma estrangeira no país, com visto próximo de expirar assim que ela venha a se formar, o que acabaria dificultando e muito a relação do casal.

E quando esse dia finalmente chega e ela já esta de malas prontas para voltar para a Londres antiga, em uma atitude impensada e impulsiva, eles acabam resolvendo ficar juntos por mais um tempo, e assim ela passa a viver ilegalmente no pais, mesmo que apenas por um período curto de tempo e que naquele momento não parecia ser nada demais.

Uma atitude impensada e impulsiva daquele momento, algo que eles jamais imaginariam que implicaria em um drama no futuro, com ela tendo o seu visto negado para permanecer no país e assim, ter que voltar definitivamente para Londes e ficar longe do seu amor. Dra-ma.

A partir disso ganhamos a carga dramática do filme, onde ambos passam a tentar driblar a saudade de ter que viver separados (o que é sempre horrível e bem fácil de se imaginar naquele situação, porque sejamos sinceros: quem nunca ficou longe de quem ama ou já amou?) e vão tentando manter a relação a distância, ele na Califórnia,  onde sua vida esta começando a se estabelecer pós diploma com o seu negócio próprio como designer e ela em Londres, correndo atrás dos seus objetivos. Até que tudo vai ficando cada vez mais difícil e a relação acabe esfriando naturalmente.

Apesar de ambos tentarem seguir com suas vidas, se dedicando mais ao trabalho e ficando cada vez mais longe um do outro (de propósito ou involuntáriamente), fica evidente que ambos estão apenas tentando se enganar em relação a aquilo que eles realmente sentem um pelo outro. Até que em uma noite onde a saudade aperta mais do que Anna consegue aguentar, ela acaba o convencendo a fazer uma viagem a terra da rainha, em uma tentativa quase desesperada de estender um pouco mais aquela relação que pareceu ser tão perfeita um dia.

Mas não dura muito a boa fase de matar a saudade entre os dois e logo começam a surgir as dúvidas, inseguranças e os questinonamentos que todo mundo faz quando não deveria fazer. Como quando ambos começam a querer saber o que cada um fez quando esteve longe um do outro, com quem cada um andou se relacionando durante esse período todo, algo que a gente sempre tem a curiosidade de saber, mas que quase nunca estamos preparados para ouvir a verdade sobre a bagagem que cada um carrega. Uma conversa sempre à se evitar, por mais bem resolvida que as pessoas pareçam ser, fikdik.

E essa é a primeira vez que eles resolvem seguir com suas vidas aceitando que talvez esse não seja o modelo ideal de relação que ambos imaginaram se encontrar e com isso vão começando a se relacionar com outras pessoas, em uma tentativa de superar esse relacionamento que acabou se tornando complicado demais para continuar.

Mas sabe quando sempre parece estar faltando algo, mesmo que vc esteja seguindo com a sua vida, conseguindo conquistar os seus objetivos, mas ainda falta alguma coisa? Alguma ponta dessa história que vc deixou pendente, sem resolução, o que te faz ter a sensação de estar caminhando e não conseguir sair do lugar? Essa é a posição em que ambos se encontram a todo momento no filme quando não estão juntos, o que indica claramente que eles ainda precisam resolver esse issue.

O que acaba sendo cruel com os “novos” elementos dessa relação, que nunca serão o suficiente para eles, as vezes até sem saber do seu verdadeiro papel de total coadjuvante nessa história. O que não era bem o caso da  Sam (Jennifer Lawrence) “assistente” do Jacob no filme, mas que eu cheguei até a ficar com pena dela por duas vezes, coitada (apesar de ser Team Jacobanna desde o começo). Porque ser chutada duas vezes e ainda pelo mesmo cara e perdê-lo para a mesma pessoa, também por duas vezes, acaba sendo puxado demais para qualquer um.

O filme acaba girando entre essa história de amor geograficamente impossível por culpa da burocracia como resultado de um ato impensado no passado, quando o presente parecia ser bem mais importante do que pensar adiante, no futuro. Algo que todo mundo faz quando é jovem, que é quando a gente tem tempo e precisa passar por isso para aprender alguma coisa. (infelizmente, humpf!). Mas isso acontece não de forma massante, e mesmo que o casal volta e meia se encontre na mesma situação, acompanhar essa trajetória é realmente uma delícia.

Em um última tentativa de finalmente ficar juntos, eles acabam optando pela resolução mais simples, que seria o casamento dos dois, que acaba acontecendo em Londres, como alternativa para driblar essa burocracia toda que ambos vem enfrentando só para conseguir permanecer juntos no mesmo lugar. O que óbviamente acaba mais uma vez dando errado e passa a ser o último suspiro para esse relacionamento desabar de vez.

E essa felicidade que nunca chega é o ponto forte do filme, algo que acaba fazendo com que vc torça para que aqueles dois possam ficar juntos, porque mesmo com as dificuldades todas que eles vem enfrentando por alguns anos, eles já provaram que devem sim ter esse final feliz. Toda aquela saudade que rola entre os dois também é impossível de não se identificar, o que nos deixa mais próximos dos personagens e a história também bem mais próxima da realidade.

A relação entre os dois é linda e estando juntos ou não, eles parecem estar ligados o tempo todo. Uma relação construída nos pequenos detalhes, que acabam se tornando coisas maiores ao longo que a história é contada.

Como por exemplo quando ela acaba quebrando sem querer a pulseira que ganhou de presente dele ( a “pulseira da paciência” que eu disse antes), isso enquanto esta na cama com a sua nova tentativa de amor, ou quando ela ganha uma nova cadeira do seu novo namorado, que apesar de maravileeeandra (e maravileeeandro), não é a cadeira certa, porque aquela não é a sua cadeira. Humpf!

Caminhando para o final do filme temos finalmente a resolução do problema do visto, em um momento que ambos provavelmente nem estavam mais esperando, mas que acaba acontecendo de surpresa, como quase tudo na vida. Nessa hora, novamente eles enxergam a tão sonhada possibilidade de finalmente ficar juntos no mesmo lugar para viver essa história de amor tão burocrática.

Mas como o tempo já passou, as coisas inevitavelmente encontram-se diferentes do que já foram um dia e até o gosto de antes já não é mais o mesmo. E aquela cena final do banho, com o casal no chuveiro, finalmente juntos, serviu para lavar a alma daqueles personagens, para tirar o peso desses problemas e obstáculos todos que eles enfrentaram para ficar juntos e nada melhor do que relembrar o momento em que provavelmente um se apaxionou pelo outro, para tentar reencontrar novamente um significado para aquilo tudo. Uma pausa necessária, um respiro quase que de alívio, apesar de pouco dramático.

O filme pode não ter um final óbvio ou pelo menos claro, o que deve deixar algumas pessoas irritadas, e fica para vc a responsabilidade de dar um final para a história desses dois, como se a vida deles continuasse a partir daquele ponto onde a história acabou para a gente, mas não necessariamente para eles. Howcoolisthat?

No meu caso, para a minha interpretação do filme, mesmo que as coisas não pareçam ser como no passado naquele momento de reflexão entre os dois no chuveiro (algo inevitável e totalmente compreensível), ou com esse encontro visivelmente desconfortável depois de tanto tempo separados e com tanta bagagem acumulada durante todo esse percurso, a minha proposta é a de um final feliz, porque afinal, eles sempre pareceram ter sido feitos para ficar juntos. Resta saber qual foi ou será a interpretação de vcs…

Me contem depois, hein?

Para comprar quando sair o DVD e colocar na prateleira dos filmes cool sobre o amor, entre “Blue Valentine” e “Last Night”.

Os boys magia do ano na festa da GQ

Novembro 22, 2011

Quer dizer, alguns deles, já que o Ryan Gosling, o Bradley Cooper ou o Alexander Skarsgard não estiveram por lá. Humpf!

E boy magia que é boy magia tem que enfeitiçar em close, algo que eu acho injusto com os homens em dia de festa ou premiação, que tem sempre que aparecer de cara limpa, sem nenhum brilho de jóia (que sempre rouba as atenções), ainda tem todos que usar quase que a mesma roupa e mesmo assim ainda tem que enfeitiçar. Ufa!

E vc mulher que acha que o universo feminino é concorrido, mesmo com todos recursos disponíveis a favor (tisc tisc, ou contra, tisc tisc) de vcs (make + jóia + aplique + modelón) o que dizer do homens, que para provar que são bonitos tem que ser realmente bonitos, hein?

Mas certeza que vc que leu esse parágrafo vai esquecer tudo o que eu disse com a minha teoria depois da sequência de imagens a seguir…

Mesmo assim, vamos ver quem acabou levando o prêmio de boy magia da noite na tradicional festa da revista GQ (Men Of The Year), que aconteceu no Chateau Marmont no finde.

 

Milo Ventimiglia

O que teria acontecido com o Peter Petrelli? (se bem que eu prefiro lembrar dele dos tempos do Jess em Gilmore Girls)

Como o tempo passou, não?

O nível de magia não continua assim dos mais altos, temos marcas de expressão, o que eu acho importante pq mostra que a pessoa tem história e ela não acabou nas mãos de um cirurgião qualquer, mas eu não sei se foi o terno, a barba, o bronzeado, ou o que foi que acabou me passando uma latinidade excessiva.

Precisa reparar isso…

Höy!

 

Ryan Kwanten

Ryan é daquele tipo que o clima quente do sul da america antiga favorece por ser ideal para um shirtless, pq assim de terno ninguém dá muita coisa.

Mas ele vem com sotaque australiano (bem diferente do seu sotaque de redneck americano) e isso já é um plus, porque todas amam um sotaque.

Fora que chegando nele, vc pode ficar mais próximo do Alexander Skarsgard, e quem sabe assim descobrir coisas do tipo: vcs se trocam juntos no camarim? Hein? Hein? Hein?

Sempre pense na magia como um investimento (rs)

Höy!

 

Joe Manganiello

Todas uivam. Auuuuuuuu!

Joe é aquele tipo de boy magia para se chamar em dia de mudança, ou quando vc esta pensando em redecorar e precisa de alguém com músculos para tirar a mobília de lugar.

Será que além de tudo ele é prendado e sabe arrumar o chuveiro? O encanamento?

E quem se importa?

Höy!

 

Michael Fassbender

Chegando alguém para representar a magia ruiva.  Yei!

Michael Fassbender além de ter esse nome ótimo de fala e o fato óbvio de ser um ruivo magia, é também um super bom ator, talentoso e de quebra ainda se tornou o nosso X-Men preferido ever!

#TEMCOMONAOAMAR?

Höy!

 

Armie Hammer

Boy magia com cara de bom moço. Não é a toa que ele também é o novo Prince Charming.

E é dele também o posto de par romântico do Leonardo  DiCaprio em seu novo filme.

Höy!

 

Eli Roth

Diretor, ator, amigo do Tarantino e boy magia nas horas vagas. O que significa no mínimo que ele tem uma mente perturbada e disso todas gostam.

Ou vc não se lembra da força do seu bastão em “Inglourious Basterds”?

Representante da magia dos bears, que a propósito, tem público.

Höy!

 

Kellan Lutz

Representante do que a gente considera como magia negra.

Dentes clareados demais, bronzeamento artificial demais, corpo bombado demais. Tudo é demais, menos o talento como ator, humpf!

Melhor evitar, sempre!

Yöh!

 

Justin Timberlake

Justin envelheceu e foi a maior surpresa para todas e desde então ele é o nosso queridinho.

E apesar dele estar pagando bundas no cinema, o que é sempre relevante em alguns casos, nós ainda aguardamos por um novo cd hein JT?

Höy!

 

Anton Yelchin

Anthon tem cara daquele primo foufo que todo mundo tem, sabe?

AMO ele com sotaque russo em “Star Trek” e estou bem querendo assistir o seu novo filme “Like Crazy”, que dizem que é ótimo.

Que a magia esteja com vc Anthon!

Höy!

 

Chris Pine

Pq ele é o nosso Capitão Kirk e tem essa cara. Precisa justificar mais?

Tá, tmbm porque ele é amigo do nosso Zachary Quinto, o novo Spock, que também esteve na festa, mas não ganhou um close (ou eu deixei passar, my bad,  mas nós o amamos mesmo assim!)

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Aaron Paul

Ele pode não ser o mais alto, o mais forte ou aquele que tem o melhor feitiço, e uma coisa que ele também não é “óbvio demais” e por isso é do Aaron Paul o prêmio de boy magia da noite da festa da GQ. HÖY!

E o prêmio vai para ele porque além de talentoso e fazer parte do elenco de uma das melhores séries ever, ele ainda consegue sair assim maravileeeandramente natural na foto e isso ganhou os nossos corações. (♥)

Höy!

Estamos torcendo para que o Jesse saia vivo da temporada final de Breaking Bad. Go Pinkman!

New York I love you, I really do!

Fevereiro 2, 2010

Finde calminho, tempo meio feio…dia de filme tranquilo neam? E a minha escolha para me jogar na cama  enrolado no meu cobertor antialérgico (euri) foi New York I Love You”.

O filme segue a linha dos padrões de “Paris je’t aime” e dizem que futuramente teremos a versão “Rio Eu Te Amo“, porém eu vou ter que confessar que o filme sobre a cidade luz é bem mais encantador, fato.

Mas é NY neam? A cidade mais amada da sétima arte. Eu tenho uma relação com NY que eu credito ao cinema e seriados, como quase todo mundo. Mas eu sinto que talvez seja alguma coisa de outras vidas, sei lá. É um lugar que me emociona, gosto da arquitetura, das cores da cidade e principalmente do seu estilo. NY é uma cidade como poucas, com um estilo tão próprio que é quase impossível de ser confundida.

O filme que para quem ainda não sabe, trata-se de uma reunião de curtas e mostra justamente o que não é óbvio na cidade. Como se fosse o olhar de um próprio cidadão de NY para contar aquela história, o que acaba deixando o filme muito mais digno e pessoal.

As minhas histórias preferidas foram 3. Mas essa com o Orlando Bloom e a Christina Ricci eu achei bem foufa. Delicada, sutíl e com um pouco de humor do tipo que eu gosto. Não esperava ela bater à porta dele, mas adorei o climão de suspense que ela manteve até o final, achei ricah a idéia.

A minha segunda história preferida foi a com o “prom” típica americana, com aquela estética bem cafona dos clássicos filmes sobre o assusnto da Sessão da Tarde. Eu confesso que euri muito. O humor foi bem maldito, talvez um pouco além para alguns, mas eu achei muito engraçado e nem imaginei o desenrolar da história. E  2 filmes com o Anton Yelchin no finde hein? Confirmou! Acho ele um forte concorrente para ser o novo Spider Man e já disse isso para vcs.

Diverteeedo mil. Mas tem histórias mais dramáticas tmbm. Talvez eu que estava me sentindo mais leve nesse dia, tenha me interessado mais pelas histórias foufas, mas no final das contas são todas bem interessantes. LOVE a história com a Natalie Portman por exemplo, um diálogo super franco de diferentes culturas. A cena do quarto de hotel tmbm é bem báfu.

O filme carrega um pouco no esteriotipo, mas para esse tipo de proposta eu acho válido. Afinal, o fundamento é mostrar a cara da cidade neam? E a cara da cidade vai da prostituta que ganha a vida na esquina, ao motorista de taxi from India, o cara que vem cheio de conversa fiada para ganhar alguém, o casal acelerado e suas DRs públicas, ou os artistas que são sempre tão presentes na cidade.

As cenas são belas, mas eu senti um pouco de falta de direção de arte nos intervalos de um curta para o outro. Acho que essas cenas de intervalo poderiam ter outro tipo de tratamento talvez, não sei…só achei que poderia ser diferente.

E a minha terceira e última história preferida foi a com o casal de senhores tentando viver de sua forma em uma cidade que tem o ritimo completamente acelerado para eles. Eu gosto de gente velha, fato. Tenho uma alma um pouco velho embora o meu espiríto seja jovem, de um garoteeenho de 13 anos, mas talvez por isso eu me ideintifique e tenha um careeenho todo especial por gente mais velha e querida. Gosto de ouvir suas histórias, de prestar atenção no que eles tem a dizer, acho bens. E nesse caso a história de amor entre os dois é bem foufa.

E com uma projeção bem báfu utilizando a própria arquitetura da cidade como tela de fundo, o filme é encerrado com o desfecho de uma das histórias do curta inclusive, a de uma cineasta que esta filmando o cotidiano da cidade de NY. Foufo mil! Me fez querer ainda mais ir pra lá! E talvez quando estiver por lá, quem sabe eu não faça o meu próprio curta hein?

E eu só consigo pensar nesse video aqui depois de ter visto o filme?

Guilt wishlist – Meus nomes preferidos para ser o novo Spider Man

Janeiro 20, 2010

Eu promteti e disse que faria uma lista não é mesmo? Pois aqui esta , coloquei nela algumas apostas, na verdade mais desejos mesmo de quem eu gostaria de ver na pele do Spidey!

Já contei para vcs que o Spider é o meu herói preferido? É sim, LOVE Spider Man, LOVE!  E isso não é coisa da franquia milhonária não viu? Vem desde criança, quando eu tinha uma umbrella inseparável (ainda mais para uma criança que mora em SP, com esse tempo tão incerto)  com um Spider Man enorme estampado nela. LOVE! Era minha companheira para me levar até a escola todos os dias, me lembro de andar pelas ruas andando olhando para cima, só para ver a estampa dele, que era enorme e ocupava uns 60 % da umbrella. Era incrível mesmo, me deu até saudades agora (snif).

Por isso tenho um relaçán pessoal com o filme e gosto de defende-lo e sendo assim, listei os atores que eu acho que teriam alguma chance de fazer um bom trabalho na pele do meu herói preferido. Levei em consideração alguns ítens como a idade do personagem, características físicas e pessoais, sempre achei que o Spider Man não poderia ser alguém com muito apelo sexy, nem bad boy demais, tem que ter um olhar foufo, um sorriso foufo, praticamente um geek neam? rs

E vc fãs (daqueles que leêm todos os quadreeenhos) podem até não concordar comigo, mas nem confi, a lista é minha, eu que fiz e coloco quem eu bem quiser nela. Aquele bem amargo neam? Brinks

A minha wishlist tem 15 concorrentes e eu sinceramente espero que pelo menos 1 deles leve o papel de Spider Man.

1º Adan Brody

Adan Brody foi o responsável pelo inesquecível e adorável Seth Cohen em The O.C, que na série era um geek viciado em histórias em quadrinhos. Só isso já poderia garantir a ele o papel não é mesmo? Mas além disso, ele é um ótimo ator (embora não tenha feito nada de importante depois do final da série) e tem  todas as características que eu considero importantes para interpretar o meu herói. Dizem que ele seria o Flash, mas como não existe uma produção do filme  até o momento, acharia bem digno se ele fosse o escolhido.

2º Nicholas Hoult

Quem assistiu as Sesons 1 e 2 de Skins sabe que o Nicholas Hoult é mesmo incrível. Ele conseguiu fazer em apenas 2 temporadas (de poucos eps como é característico em Skins) todo mundo odiar e amar ele ao mesmo tempo. Tudo bem que ele parece bem mais noveeenho, mas é um bom ator tmbm e recentemente  fez “A Single Man“, o filme do Tom Ford e como eu sei que o grande responsável pela Gucci é uó e controla tudo em suas produções, é claro que ele não perderia tempo com um ator meia boca. Também acho que seria uma ótima escolha.

3º Joseph Gordon Lewitt

Joseph Gordon Lewitt seria uma boa escolha para o ser o novo Spider Man tmbm hein? Ele que me encantou completamente em “500 Days Of Summer” e havia sido escolhido para ser o herói na montagem da Brodaway. Com certeza faria um excelente papel na pele do personagem, fato. Seria uma boa opção pq ele não tem os mesmos traços do Tobey…o que talvez seja uma linha a ser seguida pelos produtores de elenco do próximo filme, fikdik. Minha maior aposta eu diria!

4º Anton Yelchin

Anton Yelchin talvez seja um dos menos conhecidos por aqui e mesmo assim é um dos maiores concorrentes para o papel, na minha opinião é claro. “Alpha Dog”, “Terminator 4”, “Star Trek”, “Charlie Bartlett”, foram apenas alguns dos filmes no qual Anton participou. E ele sempre é muito elogiado pela crítica, além de ter bem um tipo do Spider neam? Eu acharia digno se ele for o escolhido!

5º Andrew Garfield

Andrew Garfield nem é muito conhecido ainda, mas pra mim ele quase que roubou a cena no quesito foufurices com o seu personagem Anton em “The Imaginarium of Doctor Parnassus”. Eu realmente não o conhecia antes disso, mas acho que isso pode até contribuir para que ele seja o escolhido, já que Andrew uni o fato de ser pouco conhecido e ter talento para segurar o papel. Fora esse sobrenome foufo milneam?

6º Daniel Radcliffe

Não tem como não pensar nele quando o assunto é jovem ator possível novo Spider Man, fato. Daniel Radcliff é amaaaado pelo  mundo inteiro e talvez a sua tamanha notoriedade como Harry Potter não deixe que ele faça o papel. Uma pena, pq acho tmbm que ele seria uma escolha incrível. Mas como ainda faltam 2 filmes da série de “Harry Potter” para estreiar no mundo todo, acho que talvez os estúdios prefiram procurar um pouco mais antes de tomar qualquer decisão.

7º Elijah Wood

E porque não o Frodo? Se Harry Potter seria um pouco demais para o papel, talvez o Elijah Wood seja a melhor opção hein? Não tem como negar a semelhança entre ele e Tobey Maguire neam? Bom ator, caracterísitcas fisícas okayam…eu acho que seria uma boa pedida…mesmo ele sendo um anão neam? rs

8º Robert Pattinson

Esse aqui é o nome da vez e só por ter escrito seu nome aqui no blog eu já ouço gritos de uma fã desesperada a quarteirões de distância, rs. É claro que o nome Robert Pattinson surgiu na lista como um dos mais possíveis substitutos para o papel, mas eu não sei não hein? Com a franquia de “Twilight” rendendo pencas e com uma série de filmes ainda para serem rodados eu acho pouco provável que ele seja o escolhido. Mas caso role eu até que acharia digno, mesmo odiando o filme bocó dos vampiros.

9º Zachary Quinto

Tah, agora um pouco das minhas viagens, os próximos da lista eu acho bem pouco provável que peguem o papel, mas eu vou colocar aqui mesmo assim pq acho digno. Ué, e porque não o Zachary Quinto? Puberdade demais? rs. Acharia bem digno ele ganhar o papel pq eu acho que ele é um ótimo ator, fato. Mas será que ele ficaria muito metido sendo o Spock em “Star Trek” e o Spider Man ao mesmo tempo? Não sei não, eu ficaria, rs

10º Chris Pine

E se o Spock pode entrar na lista o Capitão Kirk tmbm pode não é mesmo? Eu fiquei apaixonado por ele na pele do Capitão Kirk em “Star Trek”, que além de tudo me fez rir mil no filme. Só acho ele um pouco grandão demais para o papel, talvez não role. E tmbm tem cara de mais velho embora não seja…não sei, acho que ele tmm não pega não. Quem sabe o Capitão América, hein Chris Pine?

11º Josh Hartnett

Josh Hartnett pode até ter mais de 30 já, mas vai ficar para sempre com essa careeenha de 15 anos e perdido na vida, Höy! Acho ele bem incrível e em muito tempo eu não tenho visto nada sobre o trabalho dele que me chame atenção, talvez seja a hora de uma nova chance hein Josh? Bora pro casting?

12º Jim Sturgess

Hey Jude! Awwwwwnnnnn. LOVE Jim Sturgess, LOVE! Jim é incrível e me fez chorar em “Across The Universe” (tah, eu choro com tudo mesmo neam?). Mas ele é grandão tmbm…e um foufo, Talvez seja uma ótima opção para fugir dos esteriótipo “Tobey” de ser…mas não acho que ele pega o papel tmbm não. Bem que eu gostaria, mas, esses produtores são sempre tão caretas!

13º Justin Bartha

Awwwwwnnn…outro foufo vai? Tudo bem que ele não tem feito nada de muito importante e seu papel em “The Hangover” foi uó neam? Mas quem sabe essa é a sua chance Justin Bartha? Bora pro casting?

14º Michael Cera

Eu acho ele digno e sou apaixonado pelo seu trabalho, afinal ele participou de uma das séries mais legais de todos os tempos ever, Arrested Development. E “Juno” diz alguma coisa para vcs? Foufo mil vai? Eu acharia bem digno se ele fosse o escolhido é claro, mas não acho que vai rolar viu Michael Cera? Blame seu físico de gafanhoto! Euri

15º Essy (euri)

Mas é claro que eu, Essy, não poderia jamais ficar de fora dessa lista neam? Todo gateeenho (euri), superparecido com o Tobey Maguire (quando eu assisti o 3 filme, uma criança bem disse isso na saída do filme, fatão e eu tenho testemunhas) , ótimo ator (euri), descolado, moderno e versátil (eurieurieuri). Canto, danço, represento e ainda faço o figurino e o design do filme. Melhor opção dos 15 eu diria…fatão! E eu acho que vou bem para o casting hein? Será que eu pego? Quero ver todos os meus leitores na torcida hein? Alôka! Meosonho usar aquele collant! rs

E essa é a minha humilde wishlist para o novo Spider Man, espero que Hollywood seja mesmo antenada e seja leitora aqui do Guilt hein? Fikdik! (e que levem em consideração que eu seria perfeito para o papel hein?)


%d bloggers like this: