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The Modern Guilt Awards 2013, o quinto ano do melhor prêmio de todos os prêmios

Janeiro 1, 2014

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E para quem achou que  esse ano não teríamos o já tão aguardado The Modern Guilt Awards, eis que surgimos não tão tradicionalmente assim e dessa vez no primeiro dia do ano, com mais uma edição do prêmio mais descaradamente roubado para quem a gente gosta de verdade. É isso mesmo, aqui trabalhamos com máfia, nos aceitem.

Novamente recheado de muito favoritismo favorito, opiniões super pessoais e uma disputa sempre muito acirrada e de vez em quando roubada descaradamente (categorias como Höy do ano são sempre uma pancadaria de magia na minha cabeça. Tenho até sonhos com essas batalhas, os quais, desde já eu agradeço a minha own imaginação, rs) e para essa quinta edição da nossa tradicional e aguardadíssima premiação, contamos novamente com a dupla Poehler Fey como apresentadoras oficiais (imaginárias, claro), elas que a gente gostaria que apresentassem todos os prêmios do universo, inclusive o bingo de fim de ano na casa da avó ou até mesmo as reuniões de condomínio. (mas imagem também o Seth MacFarlane fazendo alguns comentários entre um intervalo e outro em nossa premiação. Inclusive, imaginem 2 Seths, tipo os dois velhinhos que aparecem sempre nos Muppets, Statler e Waldorf)

Portanto, segurem a barra desse vestido branco assinado porém manchado com qualquer coisa que nós preferimos não revelar para evitar o constrangimento, parem de reclamar das barcas de oferenda sempre nada ecológicas e tão pouco biodegradáveis apenas por um instante (mas apenas por um instante, porque neam?), segurem na mão do boy magia mais próximo (nem que seja aquele poster do Dione Depp antigo pendurado dentro do armário) e se preparem, porque já vamos começar e vamos começar com os Muppets, é claro, porque tudo nessa vida deveria  começar com os Muppets. TU-DO!

 

Höy do ano> Justin Timberlake

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Esse ano, o Aaron Taylor-Johnson apareceu gigantão e nós AMAMOS, o Alexander Skarsgard apareceu mais sueco do que nunca, mesmo tendo feito essa aparição timidamente com a desculpa do “frio”, que nós preferimos acreditar do que aceitar qualquer tipo de “miúdos” como desculpa, o Peter Pacey desfilou sua magia por Sã Paula e nem sequer me esbarrou (#MÁGOAETERNADEQUEMNUNCAVAISEPERDOAR), tivemos shirtless aguardadíssimos e de surpresa do Chris Martin e do John Krasinski pelos quais seremos gratos por um bom tempo (até sair o próximo), redescobrimos o Theroux, o boy magia da Jennifer Aniston, tivemos também a redenção da magia do Waldau em GOT, o encontro da magia entre o Armie Hammer (que segurou um terno vermelho como poucos!) e o Dione Depp, o Michael Fassbender andou meio sumido, apesar de ter aparecido diabólico no trailer de “12 Years A Slave” e mesmo sendo o vilão pavoroso da vez, conseguiu nos despertar certos interesses ruivos recorrentes e o Ryan Gosling (que dizem que terminou de vez com a Pure Evil) resolveu se enfiar em um buraco obscuro qualquer (esperamos que não esse que estamos pensando) e até que andou meio que sumido também, não? Ahhh… e m 2013, descobrimos também a magia do Tom Hiddleston, que é ruivo, canta, dança, representa e enfeitiça. Höy!

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Mas a verdade precisa ser dita e quem realmente resolveu reaparecer em 2013 para roubar nossos corações foi uma #CRUSH antiga, dos nossos tempos de adolly que atende no falsete pelo nome de: Justin Timberlake. (#PANTSDOWN)

JT reapareceu e cantando, algo que a gente já estava morrendo de saudades e ainda chegou relaxado (com o picumã mais copiado de 2013), barbudo (barbas foram realmente muito importantes para a magia desse ano. E que continue assim em nome de todos os lenhadores do mundo!), cantando em falsete e requebrando aquele quadril como nenhum outro membro de qualquer boy band desse mundo, incluindo os Beatles, rs.  E ele não veio para brincadeira, porque lançou um dos álbuns mais comentados do ano em duas partes (de uma delas pelo menos nós falamos por aqui, e a outra preferimos evitar o constrangimento, if you know what i mean), foi em tudo quanto é programa de TV e fez algumas participações impagáveis, além de ter voltado no SNL como convidado especial e apresentação da noite no seu próprio programa. Howcooloisthat? (uma dos melhores momentos de 2013 foi ele anunciando ele mesmo no SNL) Até uma premiação da MTV em 2013 ele conseguiu nos fazer assistir até o fim (com interesse, apenas até a sua apresentação, claro), com a promessa (cumprida) de reaparecer ao lado dos seus ex parceiros de NSYNC, onde ficou bem claro o porque continuamos apaixonados apenas por ele de todos os outros em 2013. No dia seguinte, só se falava disso nas rodinhas dos bebedouros de todas as empresas com pelo menos 1/2 funcionário gay e ou 2 mulheres de bom gosto, rs.  Sem contar que ele ainda andou dando uma passadinha pelo Brasil, para um único e injusto show (injusto porque foi só um e eu não fui, claro), para nosso total desespero.

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Por todos esses motivos e pelo conjunto da obra da magia mágica atual e principalmente pela evolução do look jeans com jeans (nunca vamos esquecer aquele look horrorendo Justin. Nem de você, Britney) e cabelo de miojo platinado em 180 volumes, apesar de ter casado com aquela lá que escolheu um vestido rosa de debutante para o momento mais importante da história de inveja dos boys no falsete alheios (outro detalhe que jamais esqueceremos de sua mitologia, JT) é para o Justin Timberlake que gritamos com voz fina de adolly (porque nessa hora, o passado sempre volta e volta com força!) o nosso Höy mais sonoro do ano: HÖY!

Pergunta honesta de 2013: quantas vezes fomos pegos no Metrô cantando “Mirrors” fazendo biquinho e ou firulas de diva com as mãos, sonhando com um dueté ao lado do Mr JT? Eu, nunca. (mentira/todo dia)

 

Hecatombe da magia> David Beckham x 6

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Bem que eu gostaria de dar esse prêmio para o abraço que a gente adoraria dividir entre o Dione Depp e o Marcus Mumford e ou esse encontro entre o Bradley Cooper e o De Niro, mas fica difícil alguém conseguir superar o David Beckham multiplicado por 6 como o nosso Hecatombe da magia do ano de 2013.

É, realmente fica muito difícil. Höy!

 

Maravilinda do ano> Beyoncé

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Lembra quando a Beyoncé apareceu com seu real hair curto bem curto? Foi um drama!

Aí ela não passou muito tempo com aquela tragédia capilar e já foi logo tratando de arrumar perucas novas, porque é rica, claro e continuou criando lindamente sua Ivy Azul, passou pelo Brasil e dançou até funk e de quebra, perto de encerrar o ano, lançou um álbum na surdina, com 14 faixas de 17 vídeos (sensacional, do qual precisamos conversar a respeito), sem ninguém sequer achar que ela estava trabalhando em um projeto novo. Ou seja, tem como o prêmio de Maravilinda do ano não ser de uma mulher dourada como a Beyoncé?

Isso e o fato de que como em toda boa premiação que se preze, nós amamos valorizar uma mulher que se entrega ao personagem dessa forma, a ponto de raspar a cabeça e quase acabar com toda sua magia, rs

E no novo álbum, encontramos delícias como essa “Drunk In Love”, que ela canta ao lado do seu boy magia (não julguem…), Jay Z. (e eu AMO essa aqui também ó #AMAMOSESSETIPODECAFONICE)

 

Listen Up do ano: The National  – Trouble Will Find Me

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Durante boa parte desse ano, na minha nova aventura profissional, “Trouble Will Find Me” foi o meu mantra. Tinha até medo quando chegava nessa parte da música, porque vai que neam? (“Sea Of Love”).

Depois me apaixonei e “This Is The Last Time” e “My Girl” viraram as minhas preferidas (e eles ainda cantaram ambas em The Mindy Project, em um plot de casamento gay, ou seja, confirmou! Mindy deveria ser minha nova melhor amiga, só para constar e justificar todos os meus tweets e retweets para ela, rs). É, sou desse tipo de gente que sonhava em encontrar com o outro no elevador no momento exato em que uma dessas duas faixas estivessem tocando no meu iPod, algo que um dia até aconteceu, ainda não como eu esperava e não no elevador, mas tudo bem também. Humpf!

Voltando, antes disso estive viciado em “Don’t Swallow The Cap” e “Sea Of Love”. Mas a verdade é que o álbum é inteiro sensacional e certamente, o melhor de 2013. (pelo menos foi o que eu mais ouvi esse ano inteiro e continuo ouvindo)

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Por favor, alguém traga a banda esse ano para o Brasil e não esperem o Trouble Will Find Me fazer aniversário de 2 anos para isso, como sempre. Humpf!

(♥)

 

Popcorn do ano: Before Midnight

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Esse ano fui bem menos ao cinema por falta de tempo, mas se teve um filme que eu não poderia ter perdido por nada nesse mundo em 2013, esse foi “Before Midnight” e para ele, consegui escapar em um fim de tarde, dos mais importantes desse ano até então. (juro, cheguei de um ponto ao outro da cidade em 5, 4, 3, 2, 1!)

O terceiro encontro de Jesse e Celine, alguns dizem que o último deles, a conclusão dessa que é uma das minhas histórias de amor preferidas no cinema. O filme além de muito especial por tudo que já comentamos por aqui, aconteceu para mim em um momento também muito especial, que eu achei lindo que assim ficasse marcado na minha memória e história. (♥)

Por esse motivo e por todas as senhoras sexagenárias que me acompanharam naquela tarde deliciosa ao lado de Jesse e Celine (precisamos marcar aquele café, hein garotas?) e essa história de amor real e inspiradora (só acredito nesse tipo de amor, não adianta), nada foi mais especial no cinema em 2013 do que “Before Midnight”. NA-DA!

ps: assistam também os outros dois. E assistam também “2 Days In Paris”, da Julie Delpy. Sério, assistam e me digam se ela não sou eu?

 

Coffee and Tv do ano> Breaking Bad

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Sem a menor dúvida, Breaking Bad foi a série do ano. Com um encerramento fora do comum de tão bom, a história de WW encontrou o seu ponto final com um dos melhores e mais satisfatórios episódios finais da história da TV.

Impossível não se emocionar e ou achar que o Bryan Cranston acompanhado do Aaron Paul mereçam todo e qualquer prêmio por suas atuações deliciosas a frente desses dois personagens. O mesmo vale para toda a série, que conseguiu durar 5 temporadas (com a última delas sendo arrastada por mais um ano, um costume covarde do AMC. Repito: COVARDE!) mantendo o mesmo nível de excelência do começo ao fim. Que delícia de série. DELÍCIA!

Clap Clap Clap, de pé!

 

Guilty Pleasure  + Euri do ano:  The Mindy Project

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Sério, de tudo o que eu vi esse ano na TV, além da triste decadência de Parks And Recreation, Rasing Hope se encontrar presa na fórmula “Burtinia”, esquecendo de criar a própria Hope e Modern Family se mantendo como uma comédia corretíssima porém continuando a se repetir, The Mindy Project foi o que mais me divertiu com prazer durante a sua atual Season 2 (que nem acabou ainda, mas já estou apaixonadíssimo). Assumo.

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Além de inúmeras participações, como a do próprio The National, nosso listen up do ano, a série só tem melhorado e conseguido construir os melhores e mais adoráveis personagens masculinos da TV atual. E a própria Mindy continua ótima, representando exatamente o tipo de gente maluca que nós conhecemos bem quando simplesmente olhamos no espelho e ou apontamos o dedo para nós mesmos. (falando por mim e certamente para alguns de vocês que conseguem acompanhar minha mente confusa)

Como se todos os motivos acima já não fossem o suficiente para que The Mindy Project se tornasse o nosso Guilty Pleasure do ano, ela ainda é do tipo de série que nos entrega esse tipo de presente aqui ó:

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

(R: não, não tem. ♥ #PLIM)

 

Especial mais especial do ano: The Day Of The Doctor

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Porque uma série comemorar 50 anos realmente não é para qualquer uma e a experiência de ter dividido uma data tão especial no cinema, em 3D e em real time com a terra da rainha, foi algo realmente muito especial.

E mais especial do que isso só mesmo a interação de todos os whovians presentes no cinema naquele dia, algo que acabou sendo uma grata surpresa. Eu diria até que emocionante, de verdade.

Esperamos ter mais motivos para encontrar com o Doutor no cinema daqui para frente. (e sim, eu já assisti o especial de Natal desse ano, aquele com a despedida do Matt Smith e para isso eu confesso que precisarei de mais tempo para dividir com vocês esse momento particularmente difícil para mim)

 

Maratona do coração do ano> My Mad Fat Diary

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Esse ano eu realmente não consegui encontrar tempo para grandes maratonas. Ainda me devo assistir Merlin, Luther e até as novas Orange Is The New Black, House of Cards (essas primeiras todas disponíveis no Netflix, meu novo melhor amigo) e Masters of Sex, eu ainda não consegui dar conta de assistir. Mas estão todas na fila de resoluções para 2014. Vamos acreditar, que vai dar certo!

Mas consegui tempo para uma maratona rapidinha de My Mad Fat Diary, uma comédia inglesa sobre uma garota bem acima do peso vivendo nos anos 90, daquelas do tipo que você não pode deixar de assistir (ainda mais sendo tão curtinha como todas as inglesas. Espero que essa constante não se repita quando o assunto for “os ingleses”, rs. Sorry, não consegui resistir…), tendo você sido ou não alguém no grunge dos 90’s (até hoje tenho o Kurt Cobain como referência de magia adolly, não adianta). Da trilha antiga que vai te trazer lembranças à mitologia de uma história dura, porém extremamente foufa e muito bem humorada, tudo é muito especial na série inglesa, mas talvez o seu forte mesmo seja sua personagem principal, que é absolutamente deliciosa!

 

Larguei e não volto mais do ano> Várias

Por falta de tempo, coragem e ou por me amar demais para continuar me torturando com torturas torturantes, em 2013 eu abandonei:

JESSICA CAPSHAW, SARA RAMIREZ

Greysa, porque eu não consigo me importar com mais nenhuma daquelas pessoas (e os plots todos também não estavam ajudando em nada) e tenho quase certeza de que quem eu ainda gosto, provavelmente vai continuar bem e ou acabará morto em um acidente idiota qualquer, então… nem ligo mais.

E sério que alguém consegue suportar esse casal?

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Once Upon A Time, que ficou infantil demais, bobinha demais, chatinha demais. É, já deu, por isso nem vi nada da Season 3. Sem culpa, apesar de sentir falta da magia do Charming e ou do Gancho de vez em quando, que eu mato saudade olhando para os meus adesivos do GetGlue, que foi outra coisa que eu abandonei esse ano, uma vez que agora eles disseram que não vão mais enviar os stickers para as nossas casas. Sacanagem!

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Awkward talvez eu ainda retome um dia que eu não queira pensar muito e ou estiver passando na TV, mas fato é que a Jenna andou ficando insuportável do tipo que você passa a torcer para perder todos os boys, a família e o emprego na TV também.

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Outra que andou em perigo em minha watchlist foi The Walking Dead, que beirou o insuportável ao longo dessa primeira metade da Season 4. Se não melhorar e muito durante a sua segunda parte, eu não volto mais e está decidido! Mas tem que melhorar muito mesmo.

Pausa para mais um musical, dessa vez com o HAIM, as irmãs que a gente gostaria que fossem as nossas irmãs nem que fosse apenas para herdar a cabeleira (e as roupas), com “Falling”.

 

Foufurice do ano> Flynn Bloom

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Apesar do Tom Hardy ter se esforçado bastante ao lado desse cachorrinho super foufo para tirar aquela imagem de vilão do seu Bane…

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… e até mesmo tenha pedido o reforço de um little Bane para tal tentativa desesperada…

Miranda Kerr Flynn

… novamente, nada foi mais foufo e adorável esse ano do que continuar acompanhando o Flynn Bloom e seus passeios ao lado da família, que foram muitos e um mais foufo do que o outro…

Orlando Bloom

… e pra mim, a imagem acima resume tudo o que poderia ter acontecido de mais foufo no mundo durante o ano de 2013. Isso e o BatKid, claro.

 

Da série casais que nós mais amamos em 2013> Peter Pacey + Diane Kruger

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Sorry, mas sou super tendencioso quando o assunto são esses dois por aqui.

(♥)

 

Aproveitando o momento, acho que podemos fazer uma pausa para ouvir o The National cantando “My Girl”, não?

 

A ruiva mais ruiva que deitou com toda e qualquer ruiva do ano> A filha da Julianne Moore

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Sério, quem é que depois dessa imagem não correu para um santo qualquer e pediu uma filha com exatamente esse tom de ruivo? QUEM?

Porque se nossas chances com o Fassbender, o Hiddleston e ou o Prince Harry não fizerem efeito, o negócio é mesmo apelar para um santo qualquer.

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano: Funko + Lego

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Porque a minha vontade é de trabalhar a troco das duas coisas. Sério, vou incluir essa opção no meu próximo contrato…

 

Vício do ano> Dumb Ways To Die

Eu sei que o jogo não é nenhuma novidade, mas é super foufo, tem esse vídeo delicioso e é altamente viciante. ALTAMENTE!

Acreditem ou não, ainda nem tenho todas as criaturas, mas já estou bem perto de.

 

Eu sou ricah do ano> Gwen Stefani vs Katy Perry

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Porque é sempre bom ver alguém com quase nada de esforço deixando alguém que visivelmente tem se esforçado muito tanto para tentar se manter tanto quando do lado errado da coisa com a cara no chão, como aconteceu no dia desse encontro entre a Gwen Stefani e a Katy Perry, que quase sumiu diante de tanta magia entre a década de 90/2000 e até hoje.

VRÁAA!

#OFUSCADA

 

Capa do ano: Alexander Skarsgard para a sueca Man Of The World Issue 3

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Porque se suas partes ao sul não ficaram em chamas após bater o olho nessa imagem, você certamente se encontra com sérios problemas (ou talvez apenas pertença a um outro target, porque nem todo mundo é perfeito, não é memo? rs)

Höy!

 

Catwalk do ano> Romeo Beckham para a Burberry

Esse ano, o mundo da moda andou meio assim, a ponto da gente não conseguir lembrar de muita coisa bacana além da dança das cadeiras de sempre. Humpf!

Mas o que rolou mesmo de bacana esse ano (e que nos fez sentirmos mais velhos, fato) foi o Romeo Beckham estreando lindamente na Burberry ao som de Tom Odell.

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E mais tarde, ainda tivemos a Harper conseguindo o fato de roubar um sorriso do Diabo herself. #TEMCOMONAOAMAR?

ps: tivemos também esse documentário aqui, que é bem bacana e pode te fazer pensar sobre o assunto…

 

Post do ♥> A minha culpa moderna

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Esse ano, conversamos menos por aqui, principalmente nesse segundo semestre, eu reconheço.

Em um momento de dúvida e completamente dividido entre a falta de tempo e a falta que eu sei que tudo isso aqui iria me fazer, incluindo conversar com vocês nos comentários, resolvi ser honesto e fazer esse post fazendo uma mea culpa moderna.

O resultado? Um monte de carinho que eu recebi de alguns de vocês e por isso, novamente: THNKS (♥)

 

Trucão do ano> o namoro não namoro mas namoro da Smiley Cyrus e o Liam Hemsworth

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Juntos, separados, juntos novamente. Antes de usar biquini cavado e se esfregar em ursos de pelúcia e bonecas pavorosas, Smiley bem que insistiu em tentar salvar o seu NOIVADO, circulando uma vez a cada 3 meses ao lado do seu até então NOIVO para a sociedade, ele que sempre fez questão de aparecer sorridente e ou muito feliz de estar cumprindo esse possível contrato ao seu lado.

E nesse caso, a leitura corporal (dele) sempre nos deixou fortes indícios de que essa relação estava muito bem… perto de acabar.

Sério que alguém acreditou?

 

Toda cagada do ano: Smiley Cyrus

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Acho que não precisamos nem falar muita coisa porque só essas poucas imagens acima reunidas são todas auto explicativas a ponto do nosso silêncio e preguiça se tornarem nossa maior arma nesse momento. ZzZZZ

Mas enfim, Miley conseguiu aparecer, feia, mas conseguiu.

#NAOTABOMNAO

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E essa foi mais uma edição do melhor prêmio de todos os tempos, o The Modern Guilt Awards. E para você que não dormiu até aqui, voltamos oficialmente a partir de 06/01. Smacks!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

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Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012

Dezembro 27, 2012

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Estava eu triste comigo mesmo, fazendo um balanço sobre tudo o que eu assisti durante essa ano que passou, achando que não tinha me dedicado o suficiente a minha vida televisiva (talvez fosse apenas o efeito do hiatus falando mais alto nesse atual momento), quando resolvi fazer a matemática das maratonas que acabei encarando em 2012 e não é que eu fiquei até surpreso com o resultado?

De um total de 8 séries, apenas apenas 2 já estavam completas (para não dizer canceladas) e as outras 6 foram acrescentadas a minha agenda de sempre, todas excelentes e muito bem vindas por sinal. Desse total, 3 delas são americanas, 4 inglesas (meu atual fraco) e 1 delas canadense. Fazendo um cálculo básico na minha calculadora científica da Hello Kitty, foram 21 temporadas, somando um total de 226 episódios. Ou seja, na verdade, somando esse número a tudo que eu já assisto normalmente (e vocês sabem que não é pouca coisa), na verdade, eu realmente não tenho muito do que me envergonhar em relação ao meu desempenho em frente a TV durante o ano de 2012. (na verdade, talvez eu tenha que me envergonhar pelo total de horas gastas apenas nessa tarefa, rs #SHAMEONME)

Para encerrar o ano, resolvi fazer uma lista reunindo todas as maratonas sensacionais que nós dividimos aqui no Guilt durante esse ano de 2012 , aproveitando esse período de marasmo na TV que é sempre essa época de hiatus, na esperança de quem sabe assim acabar influenciando mais alguém a assistir a pelo menos uma dessas séries que merecem e muito serem vistas por todos. Isso pensando em quem eu não consegui convencer ainda… porque em todas elas, eu já trabalhei bastante nesse plot, rs

 

Doctor Who

DOCTOR WHO

A essa altura, já não é mais segredo para ninguém o meu amor por Doctor Who. Apesar da ter começado a assistir a série através da sua Season 5, a primeira com o 11th Doctor e na companhia dos Ponds, me apaixonei tanto por esse personagem e por toda a sua mitologia, que prometi para mim mesmo que eu precisava conhecer mais dessa história fantasiosa e tão especial.

Assim, me aventurei em uma maratona deliciosa nas quatro temporadas anteriores dessa nova fase da série (a partir de 2005), onde acabei conhecendo e também me apegando bastante aos outros dois doutores que ajudaram a criar a mitologia desse personagem que sem a menor dúvida é o que justifica toda a grandeza da série, que está prestes a completar 50 anos agora em 2013. SIM, eu disse 50 anos!

Realmente não é a toa que Doctor Who vem conquistando cada vez mais fãs pelo mundo todo com suas histórias, que tem um universo riquíssimo a ser explorado, onde essa jornada passa a ser uma verdadeira delícia deliciosa, seja lá qual for a sua idade.

E foi bem importante fazer essa volta ao passado recente da série, para conhecer e aprender um pouco mais sobre o personagem, além de compreender melhor algumas situações nas quais o Doutor se encontra até mesmo hoje em dia, no alto da atual Season 7, por exemplo. Algo que eu recomendo para todo mundo que for fã da série atual. Sem contar a experiência de conhecer e se despedir das companions todas ao longo desses últimos anos, além de vivenciar como é difícil nos despedir de um doutor, quando chega o momento da sua regeneração. Ambos momentos importantíssimos para a série, além de lindos e bastante especiais, é claro.

Apesar de já ter dito por várias vezes que o 11th Doctor é o meu Doutor, também é impossível enfrentar essa maratona na série antiga e não acabar se envolvendo e se apegando completamente aos outros dois Doutores dessa nova fase, aprendendo a gostar de cada um deles por motivos diferentes, conhecer e se apaixonar pelas diferenças de cada um e esse tipo de relação eu mais uma vez atribuo a grandeza desse personagem, que é realmente muito especial. Sem exageros.

Doctor Who passou a ser exibida em 2012 pela TV Cultura aqui no Brasil, que ao longo desse ano já exibiu pelo menos duas vezes cada um de seus episódios até a Season 6. Esse ano também foi lançado por aqui o box da primeira temporada da série, com o 9th Doctor e segundo a Log On Editora, os demais serão lançados em breve.

Season 1

Season 2

Season 3

Season 4

 

 

Sherlock

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Assistir a Sherlock chega a ser uma covardia com qualquer um dos demais que tenham se aventurado dentro do já tão explorado e conhecido universo de Sherlock Holmes. E por mais que atualmente tenhamos alguns bons representantes (e bem diferentes) para o mesmo personagem, é difícil não conseguir reconhecer logo de cara que sem muita dúvida, o Sherlock Holmes interpretado pelo excelente ator Benedict Cumberbatch é muito melhor do que qualquer um dos outros. A partir da série, acabei decidindo então que esse é o meu Sherlock Holmes e não aceito outro. Pelo menos não com tanto amor, rs. (♥ – Sorry Downey Jr, Lee Miller)

Muitas pessoas torcem ao nariz para a duração de cada um dos episódios da série, com cerca de 1h30 cada, mas ao deixar esse detalhe de lado e se atentar a excepcional forma que eles escolheram para nos contar suas histórias nessa série de TV,  é bem fácil perceber que realmente esse tempo a mais para cada episódio acaba fazendo toda a diferença, de tão excelente que a Sherlock consegue ser e sem fazer com que eles pareçam arrastados demais ou qualquer coisa do tipo. Tudo dentro desses muitos minutos acaba se fazendo necessário. Tudo.

Personagens queridos, muito bem “recriados”, uma parceria espetacular entre os atores Benedict Cumberbatch e o Martin Freeman, Sherlock é sem dúvidas um dos melhores produtos da TV atual, em todo e qualquer sentido. Uma série muito bem construída, muitíssimo bem cuidada por todos os lados, cheia de referências visuais e um estilo que já se transformou em uma identidade própria (e quem copiar vai ficar com cara de cópia, não tem jeito) e que com certeza vai te deixar de queixo caído de tão boa que essa versão inglesa consegue ser. Sem contar, a especialíssima participação de um dos melhores vilões da história, Moriarty, que não deixou nada a dever para o nível do seu pior inimigo. Sério, outro dos melhores personagens da TV atual, sem a menor dúvida.

Até agora, foram exibidas duas temporadas com apenas 3 episódios cada e uma terceira já confirmada, está sendo aguardada apenas para o final de 2013, começo de 2014, devido a agenda dos dois atores principais (Humpf). Uma pena ter que esperar tanto para ter algo novo da série, mas para quem se animar, os DVDs das duas temporadas de Sherlock já se encontram disponíveis por aqui, também pela Log On Editora. Um ótimo investimento indeed.

Season 1

Season 2

 

 

Being Erica

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Assistimos um monte de séries na TV o tempo todo e isso já faz parte da nossa rotina desde sempre. Algumas duram muito, outras pouco, mas somente algumas acabam ficando com a gente para sempre, seja por uma memória afetiva ou por qualquer outro detalhe, mas geralmente, quando isso acontece, é porque elas foram realmente especiais.

E esse é o caso de Being Erica, uma surpresa deliciosa que eu tive durante esse ano de 2012, quando decidi encarar uma maratona dentro dessa série canadense que eu sempre acabava deixando para depois, por um motivo ou outro. Talvez estivesse esperando inconscientemente pelo momento certo…

Being Erica é mesmo muito especial porque além da jornada pessoal da personagem ser uma delícia deliciosa, ela é um convite para terapia ao lado da própria Erica. E detalhe, essa não é um terapia chata ou comum, algo que deixa a série ainda mais especial. Ao lado do Doctor Tom, o terapeuta dos sonhos de qualquer um  (quem eu espero encontrar até hoje, toda vez que abro uma porta qualquer. Sério. , vamos abrindo portas e mais portas juntamente com a personagem e todas elas acabam nos levando para momentos importantes da vida da Erica e que são todos momentos muito fáceis de se relacionar com a nossa própria vida, independente das nossas diferenças.

Sério, nunca uma série havia se relacionado tanto com a minha vida (e meio que serve para todo mundo) e apesar de soar extremamente clichê  o que eu tenho a dizer sobre ela, eu realmente acabei fazendo terapia durante essas quatro deliciosas e mais do que especiais temporadas da série. Também não me lembro de ter ficado tão emocionado com um series finale por todos os motivos possíveis e imagináveis. Chorei, chorei, chorei e saí renovado. WOO!

O tipo de série para se levar para a vida e recomendar para quem a gente gosta de verdade (♥). Talvez eu a reveja pelo menos uma vez por ano, para sempre! (aquele que acha que nunca será liberado da terapia)

São quatro temporadas curtas, com uma média de 12 episódios cada, que você deve assistir acompanhado da sua caixa de Kleenex, porque é difícil conter as lágrimas. Por aqui, dizem que a série será exibida pelo recém chegado canal da BBC HD…

Season 1

Season 2

Season 3

Season 4

 

 

Downton Abbey

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Todo mundo sempre falou muito bem de Downton Abbey, algo que naturalmente acabava me deixando bastante curioso a respeito da série inglesa. Confesso que histórias de época nunca foram o meu forte na TV, mas Downton Abbey acabou mudando completamente a minha visão com a sua história, que é sim antiga e apaixonante.

E tudo isso sem precisar ir muito fundo em nada, apenas aproveitando uma época distante que não vivemos e nos trazendo o dia a dia da família Crawley em Downton e a rotina de seus empregados. Apesar do tema parecer ser simples, as histórias são todas muito especiais, cheias de acontecimentos, reviravoltas e acaba acontecendo de tudo naqueles muitos cômodos daquela casa grandiosa, além dos acontecimentos históricos da época que acabam se fundindo com a história em determinados momentos. E o elenco também acaba fazendo toda a diferença para a qualidade da série, que chega a ser absurda.

Desde que a conheci, em pouco tempo a série conseguiu se transformar no meu novo novelão, daqueles onde a gente consegue encontrar de tudo um pouco do que mais gostamos. E apesar de se tratar de um drama daqueles, Downton Abbey é também uma série bem leve, sobre coisas simples como eu já disse anteriormente e recheada com momentos de pura doçura, uma inocência de outros tempos e muito daquele humor típico inglês que nós gostamos tanto.

Atualmente com três temporadas já exibidas na terra da rainha e com os DVDs recém lançados por aqui das duas primeiras temporadas, foi anunciado recentemente que a série será exibida pelo GNT a partir de Abril de 2013 e na sequência das Seasons 1 e 2.

Ainda falta falarmos da recém encerrada Season 3 aqui no Guilt (estava esperando o especial de Natal para poder fazer uma review completa da temporada), eu sei, mas logo resolveremos esse problema indeed…

Season 1

Season 2

 

 

The It Crowd

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Como nem só de dramas e Sci-Fi se vive o homem moderno e cheio de culpa (rs), estava faltando uma comédia para começar a alegrar os meus dias durante a maratona de 2012. E foi na comédia nerd The It Crowd que eu encontrei a minha diversão garantida ao lado desses três personagens adoráveis, presos em um porão no departamento de TI da Reynholm Industries.

A série tem aquele típico humor inglês que nós adoramos, esse bem escrachado e bem politicamente incorreto em vários momentos. Sem contar todas as situações do cotidiano daquela equipe de TI, que apesar de bem simples e comum, são recheadas de piadinhas nerds e momentos de puro pastelão.

Uma típica comédia do absurdo inglesa, que é uma pena que tenha sido cancelada tão cedo. Humpf!

São quatro temporadas com apenas 6 episódios cada uma delas, do tipo que você consegue assistir sem ter que fazer muito esforço e de quebra, ainda acaba se divertindo e muito.

Já tentou desligar e ligar de novo? (♥)

ps: se alguém souber em que porão dos bastidores da TV inglesa que se encontram os toys todos utilizados no cenário da série, por favor entre em contato para que possamos planejar esse roubo do século nerd, rs.

Seasons 1,2,3,4

 

 

Awkward

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Awkward é um tapa na cara bem dado e usando o anel do humor para quem achava que uma série produzida pela MTV não poderia ser realmente boa. Tapa na cara que eu mesmo acabei tomando, quando vivia torcendo o nariz para a série mas, devido a muita insistência e comentários positivos por todos os lados, acabei dando uma chance para a mesma e isso para a minha sorte, claro, porque Awkward é realmente muito boa.

Primeiro que a série tem cara de filme da década de 80, se passa em um high school bem pé no chão, com cara de possível e tem personagens sensacionais, aproveitando muito bem essa onda do humor do “perdedor” que todo mundo sabe que ironicamente ou não, é quem mais vem se dando bem atualmente. Suck it!

Apesar de ter achado a primeira temporada bem mais especial do que a segunda, Awkward continua sim sendo uma ótima opção para que estiver a procura de uma nova “dramédia”. Ainda inédita no Brasil, a série é da MTV já recebeu a encomenda de uma terceira temporada, essa com o dobro de episódios que estavam sendo exibidos normalmente.

“Sorry, but i’m not sorry. You’re welcome” (queixo para frente + cara de megabitch)

Seasons 1 e 2

 

 

Happy Endings

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Outra série americana que eu havia decidido ignorar por pura implicância boba, até que um belo dia resolvi dar uma chance e acabei me vendo completamente apaixonado por quase todos os seus personagens e com raiva imensa de mim mesmo por não ter assistido essa comédia sensacional antes. Damn you Essy!

Seis amigos que vivem na mesma cidade e que acabam dividindo uma série de eventos do dia a dia que garantem a nossa diversão a cada novo episódio. Onde é que nós já vimos isso mesmo antes, hein?

E antes mesmo de você pensar em dizer Friends, saibam que eles mesmo já fizeram essa piada e ela não poderia ter sido mais descarada ou especial. Uma típica sitcom americana, mas muito bem escrita e editada, cheia de referência as séries do mesmo gênero e com personagens divertidíssimos e completamente apaixonantes. Amauzing!

Exceto pela filha do Jack Bauer, que continua a mesma insuportável e que não consegue ter a menor graça, até hoje. Ahhh se aquele puma antigo estivesse com um pouquinho mais de fome e ou sorte…(24)

Atualmente em suas Season 3 (que anda meio irregular, confesso…), Happy Endings pode ser uma boa pedida para você que está a procura de novos amigos, rs.

Seasons 1 e 2

 

 

The Newsroom

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O drama que estava faltando na nossa TV. Apesar de ser uma série nova, lançada esse ano, acabei deixando para assistir a primeira temporada da estreante The Newsroom quando ela já havia se encerrado e por isso a considerei como uma maratona juntamente com as demais.

A série que marcava a volta do texto sempre excelente do Aaron Sorkin a TV, mas que já chegava dividindo opiniões. Alguns odiaram. Outros morreram de amor. Apesar de um piloto excelente, a série deu sim algumas deslizadas ao longo da temporada, principalmente na questão da construção da vida pessoal dos personagens e até mesmo de suas histórias. Demorou para deslanchar no começo, mas assim que eles descobriram o caminho certo a ser percorrido, meio que como uma fórmula, ganhamos uma sequência de episódios sensacionais, do tipo para se aplaudir de pé. Como esquecer aquele momento “Fix You” de um dos episódios mais especiais dessa primeira temporada, por exemplo?

Apesar da série ser sobre o núcleo de jornalismo de um programa de TV, deixando de lado a parte mais ideológica da coisa, que na prática, nós todos entendemos e já aprendemos que na vida real não é bem assim que as coisas funcionam, ainda assim, The Newsroom acaba servindo de inspiração para todos que sonham em se tornar grandes profissionais, seja lá qual for a sua área de atuação. E também, apesar de se tratar de um drama, a série tem seus momentos de pura comédia (alguns bem divertidinhos, outros nem tanto), assim como seus momentos que são só amor. (alguns funcionam melhor, outros nem tanto assim)

Já renovada para uma Season 2, a série é da HBO.

Season 1

 

E essas foram as nossas deliciosas maratonas do ano de 2012. Quem diria que a gente daria conta de assistir tantas séries e no meio de tudo isso, encontrar tanta coisa boa, hein?

Estou bem feliz com as minhas escolhas para 2012. E que venha o próximo ano!

 

ps: em 2013, começo a assistir a já encerrada Merlin (que eu pretendo começar logo) e finalmente decidi assistir Queer As Folk como eu deveria ter feito adequadamente no passado. Não prometo nenhuma review. Mentira, prometo sim. E por enquanto, para o próximo ano é isso… sugestões?

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You’re Welcome!

Outubro 8, 2012

Que é o que nós apostamos 15 bonecas Barbies Limited Edition que a Suri estava dizendo para sua nova amiguinha, com tom de megabitch da Sadie de Awkward.

Mas OK, pelo menos ela está investindo na companhia de novas crianças e ainda acreditamos na sua recuperação…

#YOUREWELCOME

 

ps: mas se alguém acabar ganhando peso na adolescência, já temos um personagem certo! rs

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Awkward. (BOOM)

Outubro 5, 2012

Sabe aquela série que você acaba parando um dia para assistir de tanto ver todo mundo falar aqui ou ali? Assim foi Awkward para mim, uma série adolescente da MTV, que um dia eu parei para assistir a um episódio para poder tirar minhas próprias conclusões e em pouco tempo depois me vi completamente apegado e louco para assistir aos próximos episódios todos. E não, eu não estou ficando maluco e isso realmente aconteceu comigo, em uma série adolescente da MTV, que dê algum tempo para cá tem apostado em produções do tipo (The Hard Times of RJ Berger, Teen Wolfe dessa vez acertou em cheio!

E a série é completíssima em todos os sentidos, tem um produção super bacana (que até pode parecer bem simples), piadas ótimas, situações divertidíssimas que todos nós a essa altura de nossas vidas nos lembramos com certa saudade, adolescentes com cara de adolescentes em um high school com cara de high school, sem ninguém circulando pelos corredores de Louboutin salto 37 e bolsa Chanel de corrente (e tem um especial da série que fala sobre o figurino de todos eles, que é ótimo por sinal), em um clima meio que de filmes da Sessão da Tarde antiga, como os clássicos de John Hughes (de onde apostamos que saiu muita da inspiração para a série) e como se isso tudo não fosse o suficiente, temos em Awkward diversos personagens sensacionais, do tipo que é bem difícil não passar a gostar ou se apegar logo de cara.

Claro que dentro dessa proposta, os plots todos da série são os mais clichês possíveis dentro do gênero que conhecemos bem, mas tudo de uma forma bem bacana e praticamente revisitada e atualizada, o que eu acho um detalhe bem importante de se mencionar. Mais ou menos como se o que a gente sempre gostou nos clássicos do passado que dividem essa mesma proposta, tivessem todos recebido um upgrade bem coerente e excelente para os dias de hoje. (a série me lembrou bastante “Easy A” por exemplo, que eu acho que segue essa mesma linha)

Como personagem principal temos Jenna Hamilton (Ashley Rickards), a clássica nerd pouco popular do colégio, filha de pais jovens que engravidaram ainda na adolescência e são capazes de tudo para que a filha não acabe passando pela mesma situação. Tudo no sentido da informação, de ficarem batendo nessa tecla sempre que necessário (as vezes de forna bem inconveniente, como nossos pais, rs). Tendo poucos amigos (amigas na verdade, e todas ótimas!) e uma vida social que se resume a escola e o seu blog, que a princípio ela mantém como um diário e de forma particular, Jenna se sente invisível no meio da multidão. Claro que como toda garota, ela também tem seus desejos e vontades e mesmo sendo extremamente tímida, Jenna mantém uma espécie de relação platônica com o boy magia da escola, aquele que ela acha inalcançável por ele ser extremamente popular, algo bem diferente da sua realidade (#CLASSICO). Isso até que o inimaginável acontece e ambos acabam dividindo uma pegação daquelas que resulta em sua primeira experiência e logo depois, ele passa a tratá-la de forma indiferente, apesar de não ser exatamente um tremendo de um cretino com ela, como era de se esperar de um garoto que se comporta dessa forma. #TYPICAL.

Mas aqui já encontramos um primeiro ponto que eu acho sensacional em Awkward e por isso acho importante destacar, que é a falta de fantasia ou tratamento especial que as situações todas na série acabam ganhando, o que imprime para a série um cento nível de honestidade que todos nós agradecemos. Tudo parece muito real, como na primeira vez entre o casal por exemplo, que de especial não tem nada e acontece num quartinho qualquer do acampamento de verão, em meio a umas tralhas, sem ritmo, sem ser muito perfeito para ninguém e principalmente, em um curto espaço de tempo. Ahhh a inexperiência, rs.

Apesar disso acontecer logo no começo do episódio e a gente até já poder imaginar qual o caminho da série a partir disso, nos pegamos surpresos com uma certa carta que Jenna acaba recebendo quando já está de volta em sua casa, carta essa que contém duras críticas ao seu modo de vida atual, indo fundo na ferida da garota e mexendo com a sua cabeça, meio que a provocando e dizendo que se ela acha que sua vida estava um porcaria, a culpa disso tudo era dela mesmo, que não fazia nada para mudar essa situação. Claro que após o “presente” ela fica abalada, mas não tanto assim a ponto de justificar o que acaba acontecendo com ela logo em seguida. Um acidente doméstico no banheiro onde o cenário acaba sendo propício para uma diferente interpretação da realidade e com a história da carta + a atual postura de infelicidade da garota, seus pais ao encontrá-la estatelada no chão e diante daquela situação, acabam acreditando que a garota tentou o suicídio. BOOM.

A partir disso, Jenna passa a ver sua vida mudar, se tornando a garota mais popular do colégio (talvez da região), mas não da forma que ela gostaria que tivesse acontecido e sim pela notícia da sua tentativa de “suicídio” que acaba se espalhando naquela velocidade assustadora do dias de hoje que também conhecemos bem, onde além de tudo, ela passa a usar um gesso gigantesco e nada discreto por conta do ocorrido, o que também facilita e muito a sua identificação dentro do colégio como a garota suicida. Sério, #TEMCOMONAOAMAR esse plot? (e eu AMO esse tom de ironia da série, da vida ser tão injusta na maioria das vezes, sabe? É bom crescer já tendo consciência disso tudo, rs)

E diferente do que se imagina para uma garota com o seu histórico e diante daquela situação embaraçosa do seu presente, Jenna passa a tentar tirar algum proveito daquela situação toda já que agora ela havia sido exposta de tal forma para todo o mundo, tentando mostrar para todos que passaram a enxergá-la depois disso, que ela não era a garota estranha que tentou tirar a própria vida por não ser a mais popular da escola, que é quando passamos a ganhar as mais variadas situações dentro daquele pequeno inferno chamado high school, repleto de personagens que sabem muito bem como dificultar a vida de uma underdog como ela.

A Season 1 da série acaba girando praticamente toda em torno dela tentando melhorar a sua reputação sendo ela mesma e deixando que mais pessoas a conhecessem e talvez passassem a gostar dela, uma vez que agora todo mundo sabia quem ela era, só que por meio da história errada, algo que ela tentava mudar e em meio a isso tudo, ainda temos o boy magia com quem ela ficou no acampamento, Matty McKibben (Beau Mirchoff, Höy!), que passa a evitá-la de certa forma na escola, mas que ao mesmo tempo também começa a dar uns sinais indecifráveis, que a deixam totalmente confusa em relação as suas verdadeiras intenções. Meninos, humpf!

Matty é o boy magia do high school, aquele que todas as garotas gostariam de desfilar de mãos dadas por todos os cantos do colégio. Apesar de extremamente popular, cheio de amigos e uma vida social super agitada, Matty não é exatamente apenas aquele estereótipo do atleta bonitão da escola meio insensível e ele também é dotado de um lado adorkable, que vai nos conquistando aos poucos, a medida em que passamos a conhecê-lo um pouco melhor e entendemos que na verdade, ele é apenas um menino e meninos e meninas realmente pensam de forma diferente. (já imaginaram como isso é ainda mais difícil para uma relação gay? Pensem nisso…)

O que é claramente um outro ponto forte da série, onde os clichês nunca são tão óbvios assim e isso eu acho bem bacana em Awkward. Seguindo um modelo antigo de comportamento, sempre achei bem estranho quando a menina mais bacana do colégio, aquela nerd inteligente que ninguém dava muito valor, sempre acabava se encantando pelo cara errado, o atleta meio douchebag da turma e nunca se interessava por um dos nerds do clube de matemática, por exemplo. Tudo bem que do quesito magia nós entendemos, mas sabemos também (agora, talvez não naquela época) que somente esse tipo de feitiço não sustenta nenhuma relação, por isso nunca entendi muito bem como uma garota tão bacana (como essas personagens sempre acabam parecendo ser), acabaria apaixonada por um cara com quem ela não teria muita coisa para dividir na prática, além de uma boa pegação (algo que também não é garantido e só experimentando para ver, rs). Por isso acho bacana que na série, um personagem como o Matty, que bem poderia preencher essa vaga super óbvia de boy magia negra, não tenha muito disso e também seja um cara com outros pontos a seu favor e que na verdade também tem suas esquisitices como todo mundo. (e #TEMCOMONAOAMAR a mania dele de cheirar o sovaco quando nervoso? rs)

E se de um lado a gente tem um cara como o Matty, do tipo que apesar de não ser muito fácil de se compreender, também é um cara super bacana e que sabe enfeitiçar como ninguém, do outro lado, ganhamos um outro personagem para disputar as atenções da Jenna, formando aquele clássico triângulo amoroso de sempre. E ele é o Jake (Brett Davern). Ahh Jake (♥). Lindo, loiro, com cara de bom moço (meio com cara de muito novinho…), sempre por perto para ajudar, inteligente, gentil, também atleta e que ainda por cima, acaba descobrindo que está meio que interessado na Jenna, que ele passa a achar mais interessante com o tempo e meio que fica todo apaixonado quando ambos dividem um primeiro beijo, roubado por ele. A partir disso, ganhamos uma divisão em nossos corações, onde é impossível não passar a torcer para um dos times ou se encontrar completamente confuso e dividido como eu passei durante boa parte da primeira temporada: Team Matty vs Team Jake. E detalhe, é claro que para complicar mais ainda toda essa história, ambos seriam melhores amigos. Claro. (#CLASSICO)

Enquanto Jenna vai tentando resolver sua vida, tentando conquistar o boy magia que ela sempre quis e de quebra ainda acaba ganhando um novo concorrente para o posto como o Jake, que além de tudo parece gostar dela e a trata muito melhor do que o Matty, a personagem conta com a ajuda das suas melhores amigas ever para tentar resolver todas essas questões: Tamara e Ming, ambas adoráveis! Ming (Jessica Lu) é uma espécie de Lane de Gilmore Girls e com aquela mãe no seu pé e as suas aventuras dentro da colônia asiática (AMO o plot dela com o namorado da chefe da mafia, rs), não tem como não acabar fazendo essa comparação.

Já Tamara (Jillian Rose Reed) é um maluca, eufórica, sempre tentando se tornar mais popular no colégio. Assim ela acaba roubando a cena com todo o seu fundamento e ideias para ajudar a amiga a sair daquela situação e com isso, é uma das minhas personagens preferidas da série (♥). AMO os plots dela inventando as novas lines da temporada e morri de rir com ela fingindo ser amigona de todo mundo na festa da piscina na casa da namorada do Jake, garantindo fotos ao lado de todo mundo só para tentar melhorar a sua popularidade. E ela ainda também tem um boy magia para chamar de seu, ou melhor, nesse caso, totalmente magia negra, Ricky Schwartz (Matthew Fahey), que acaba sempre sendo um total escroto com ela e Tamara bem sabe disso, mas que de certa forma ele acaba sendo como o seu vício, o seu crack, algo que ela parece não conseguir viver sem.

Como nenhuma mocinha sobrevive sem ter uma inimiga, para o papel ganhamos Sadie (Molly Tarlov), a megabitch da escola. You’re Welcome (queixo para frente, seguido de uma bitchface, rs). E ela também apesar de ser uma personagem de atitudes super clichés no seu posto de vilã, acaba fugindo desse estereotipo por não ser exatamente a mais bonita da turma, não ter um corpo perfeito e ter suas inseguranças em relação a sua imagem. O que não a impede em nada de apostar na sua megabitchness em relação a todas que resolvem cruzar o seu caminho e a personagem realmente não costuma poupar ninguém, inclusive os adultos ao seu redor. Como ajudante de suas maldades, Sadie conta com Lissa (Greer Grammer), a loirinha burrinha e religiosa da turma (que também não é só isso) que começa a série no papel da namorada do Jake, mas que depois de algum tempo, acaba virando sua ex.

Mas a minha personagem preferida dentro de toda a série, fica por conta mesmo da diretora do colégio, Valerie (Desi Lydic) que é uma maluca adorável, que nós todos temos certeza que também pertenceu ao time dos losers no passado. Ela que tem uma função meio que de tutora da Jenna dentro dessa nova fase de sua vida e dentro de toda a sua carência afetiva, acaba tratando a garota como se ambas fossem BFF, quase como se elas fossem da mesma idade, rs. Uma personagem que é praticamente impossível de não se apaixonar.

Apesar de todos esses plots típicos da adolescência, ainda mais para uma garota que não se encaixa muito bem dentro dos padrões de uma maioria (que me parece ter medo de se tornar minoria, por isso continua mantendo esse tipo de postura), Jenna ainda tem que lidar com seus pais, que também não facilitam muito a sua vida. Quer dizer, para ser justo, seu pai Kevin (Mike Faiola), além de boy magia, Höy, é sempre um foufo com ela e parece ter uma sensibilidade a mais com os assuntos da filha, mesmo quando ele no alto da sua sabedoria de pai, acaba dando de presente para a filha uma caixa fechada e gigantesca de camisinhas por exemplo. Quem acaba sendo o seu maior problema dentro de casa é  sua mãe, Lacey (Nikki Deloach) que foi a garota mais popular do colégio e devido a sua gravidez na adolescência, acabou tendo esse ciclo da sua vida interrompido, onde com o nascimento da sua filha, ela acabou transferindo todas as suas frustrações e se projetando na própria, que para seu desespero, em nada se parece com a adolescente que ela mesmo foi no passado e não divide os mesmos gostos que a mãe.

Outro ponto super a favor da série é que todo episódio tem um equilíbrio perfeito entre o drama, a comédia e a foufurice e mesmo quando as resoluções não são favoráveis as nossas vontades, é impossível não terminar de assistir qualquer um deles sem desejar um abraço. Uma sensação que eu confesso ter sido muito mais presente na primeira temporada do que na segunda, que na minha opinião foi muito mais completa e mais bacana em todos os sentidos, apesar da Season 2 recém encerrada, também ter tido seus momentos importantes.

E como eu já disse, apesar de todos os clichés que Awkward possa carregar, sempre acabamos nos surpreendendo em relação as resoluções da série (ou com alguma característica ou momento dos personagens) e o grande plot que encerrou a primeira temporada, muito mais importante do que descobrir com quem Jenna escolheria ficar entre Matty e Jake, foi a descoberta da autora da tal carta que a fez repensar suas atitudes na vida, que viria a ser sua própria mãe. BOOM.

Algo que levou a série a ter uma mudança importante e significativa na sua dinâmica para a Season 2, onde tivemos esse mommy issue atrapalhando os caminhos da Jenna e de sua família como um todo, onde o próprio pai dela acabou saindo de casa após descobrir que a autora da tal carta para a filha havia sido a própria mulher. #DRAMADRAMATICO (lembrando que no passado, eles acharam que a tal carta a levou a tentar o suicídio, então…)

Uma situação que foi muito bem explorada por sinal, porque não tinha como uma revelação como essa não acabar afetando a dinâmica daquela família. Nessa história toda, quem foi prejudicado foi o próprio pai, que acabou ficando mais de lado para o desenvolvimento do drama da mãe, o que foi bacana também (além de ter um momento de redenção da personagem dos mais foufos possíveis para aquele momento) e além da introdução do seu ex namorado na história, que fazia um paralelo com o atual momento da filha, a personagem ainda acabou ganhando a Valerie como dupla em sua fase “solteira” e essa é sempre um ganho em cena.

Apesar do drama da possível separação dos pais em casa, Jenna acabou mesmo foi presa dentro do seu triângulo amoroso durante toda a Season 2, mesmo com ela já tendo escolhido o Jake como namorado ao final da temporada anterior, o que o Matty não aceitou muito bem (Typical) e por isso, passou a infernizar a vida do casal, se fazendo onipresente, o que acabou rendendo cenas ótimas de puro constrangimento entre os três. Detalhe que até então, Jake nem suspeitava do passado que Jenna já havia dividido com o Matty durante toda a Season 1, quando ele ainda não a assumia como namorada diante de todos, mas mantinha a pegação acontecendo sempre que batia aquela vontade, algo que ela se sujeitou a aceitar a princípio, mas logo depois percebeu que aquele não era o seu ideal de relacionamento, ainda mais com um menino que ela realmente gostava.

E agora chegava a hora do Jake mostrar que ele não era um cara tão legal assim ou tão perfeito como parecia, com ele todo preocupado sobre o fato dela já ter tido outras experiências anteriores e ele não ser o primeiro. Sério que os meninos ainda se preocupam com isso, Jake? Tudo bem que tem a questão da idade e tudo na série é coerente ao tipo de pensamento que se tem quando se é jovem daquele jeito, mas não deixa de ser uma bobagem e o discurso da mãe da Jenna dizendo que toda primeira vez que você faz sexo com alguém ser sempre uma primeira vez,  independente da bagagem de cada um e que não deixa de contar como uma primeira experiência, não poderia ter sido mais adequado. (na época, até falei isso primeiro no Twitter e quando ela falou na série mais o menos o que eu disse, isso  no episódio seguinte, é claro que eu disse: confirmou! #IHEARYOUSIS)

Confesso que nessa hora, eu já não tinha mais dúvidas de que a Jenna deveria mesmo era ter escolhido o Matty, que apesar de tudo, sempre foi um foufo com ela, com suas amigas (o episódio onde ele fica sendo explorado no quarto da Jenna pela Ming e pela Tamara, sendo o namorado mais perfeito e adorkable do mundo é de uma foufurice absurda e foi quando o Matty me conquistou de vez!) e essa impressão de que ele seria mesmo a escolha perfeita para ela só foi crescendo no nosso conceito de boy magia perfeito, enquanto Jake acabou ficando preso nesse caretismo tolo que não combinava muito com a Jenna e o que ela parecia desejar para a sua vida. Sabe bom moço demais? Então… (além disso, desde o começo eu gostei mas não gostei tanto assim do Jake – comparando as magias, claro, porque sempre achei ele um foufo também – algo que depois eu descobri que só poderia ser porque ela me lembrava muito o Michel Teló e aí já não dava mais para encarar)

E realmente eu fiquei pouco satisfeito com as resoluções dessa Season 2, apesar de novamente repetir que todas elas foram bastante coerentes ao atual momento dos personagens, que enquanto adolescentes, ainda não estavam na fase de suas vidas onde fariam as escolhas mais certas para cada um deles. Por exemplo, não gosto muito do fato de na season finale, a Jenna ter desistido de ir para a Europa, só para poder ficar com o Matty durante o verão, que acabou sendo a sua escolha no final das contas. Acho que esse tipo de atitude não combina muito com a mitologia e a atitude da personagem, mas de novo, entendemos que ela é uma menina com pouco mais de 16 anos e sabemos que agora é a hora de errar em sua vida. (não que depois os erros não continuem acontecendo, rs)

Mas foi bem bacana ver a personagem transitando em um novo território durante essa Season 2 também, passando do papel de total desconhecida e esquisita da turma para a garota popular do colégio, que todos passaram a seguir através do seu blog e passaram a se interessar por suas opiniões sobre tudo. Aliás, gostei muito daquele episódio onde ela imaginou o que teria acontecido caso tivesse agido diferente no passado, ainda na sua primeira vez com o Matty durante o acampamento de verão e gostei mais ainda quando em um dos cenários propostos pela personagem, ela acabou colocando o Matty e o Jake como um casal gay. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Mesmo com uma temporada que também reuniu momentos importantes para a série, volto a dizer que eu não achei essa Season 2 tão boa quanto a primeira, o que é possível de se perceber até mesmo pela season finale, que foi muito mais fraca do que a da primeira temporada e teve um menor impacto como final (minha maior surpresa nessa hora foi a Tamara ter ficado com o Jake, algo que uma das minhas leitoras bem havia me alertado no Twitter que ela enxergava como possibilidade, o que se confirmou na finale). Mas esse é um detalhe que não chega a prejudicar a trajetória da série até aqui, que realmente tem sido muito boa e merece qualquer elogio que você tenha ouvido a seu respeito. Awkward é mesmo uma releitura de clássicos que nós amamos, com uma linguagem mais atual e ainda assim bastante honesta, do tipo que apesar dos seus diversos clichés, ainda consegue nos surpreender de uma forma bem bacana.

Uma excelente surpresa vinda diretamente da MTV americana (pasmem), que já renovou a série para a sua Season 3, dessa vez maior e com 24 episódios encomendados (atualmente a série contava com apenas 12 episódios por temporada), o que é um boa notícia, mas não deixa de ser preocupante. Que eles não se percam dentro de uma temporada maior, porque isso uma série tão bacana como Awkward não merece.

 

ps: AMEI/quase morri de tanto rir com o plot do stalker e acho que estava mais do que na hora da Jenna arrumar um amigo gay, mesmo com a Tamara preenchendo muito bem essa lacuna em sua vida, rs

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