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Why did you become you?/ Become you?

Junho 21, 2012

Pronto, mais uma motivo para eu finalmente ter a minha banda fora do Rock Band (rs): ter o Harry Potter no meu video. Howcool&magicisthat?

Não sei vcs, mas eu tenho um amor de irmão com esse menino…

I ♥ Daniel Radcliffe

ps: e a música do Slow Club é bem bem boa tmbm

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Os vencedores do Oscar 2012

Fevereiro 27, 2012

Uma premiação cheia de nostalgia, a começar pela decoração, que por si só, já entregava quem provavelmente seriam os grandes vencedores da noite. Filmes que tratavam de assuntos antigos, de forma antiga, em preto e branco, mudo, em pleno 2012.

Uma das poucas premiações que foram bem justas, mesmo com alguns dos meus favoritos não levando nada para casa. Humpf!

Então, vamos conferir?

Filme

“Cavalo de guerra”

“O artista” (vencedor)

“O homem que mudou o jogo”

“Os descendentes”

“A árvore da vida”

“Meia-noite em Paris”

“História cruzadas”

“A invenção de Hugo Cabret”

“Tão forte e tão perto”

 

Mais do que mercerido. “The Artist”, com toda a sua simplicidade e coragem, se tornou um filme grandioso, muito maior do que qualquer efeito especial de última geração ou um som qualquer do tipo bem sensacional, além de ser uma ótima reflexão sobre os caminhos do cinema de hoje. Adoraria ter visto o Woody Allen ganhar também porque eu simplesmente AMO esse seu trabalho (que já esta em pré-venda por aqui), mas acho que estamos mais do que bem representados com o vencedor da noite. Clap Clap Clap!

 

Diretor

Michel Hazanavicius – “O artista”  (vencedor)

Alexander Payne – “Os descendentes”

Martin Scorsese – “A invenção de Hugo Cabret”

Woody Allen – “Meia-noite em Paris”

Terrence Malick – “A árvore da vida”

 

Melhor filme, melhor diretor. Uma dobradinha que quase sempre faz muito sentido. Nesse caso então, acabou sendo nada mais do que justo. 

 

Ator

Demián Bichir – “A better life”

George Clooney – “Os descendentes”

Jean Dujardin – “O artista”  (vencedor)

Gary Oldman – “O espião que sabia demais”

Brad Pitt – “O homem que mudou o jogo”

 

Dujardin realizou o sonho de qualquer ator no cinema de hoje que algum dia se interessou pelos grandes trabalhos do nosso passado.  E realizou muito bem, além de ser um homem francês maravileeeandro (Höy!), sapateando na nossa cara lindamente no final do seu filme, e como bem lembrou a Natalie Portman em seu discurso, escolheu uma forma e tanto para se apresentar à america antiga. Clap Clap Clap!

 

Atriz

Glenn Close – “Albert Nobbs”

Viola Davis – “Histórias cruzadas”

Rooney Mara – “Os homens que não amavam as mulheres”

Meryl Streep – “A dama de ferro”  (vencedor)

Michelle Williams – “Sete dias com Marilyn”

 

Ahhh… Meryl Streep. A senhora aceita interpretar a minha mãe quando finalmente sair o filme sobre a minha vida? rs. Meryl foi de Lanvin dourado, indicando que só a sua presença naquela platéia já era o maior prêmio da noite. E a gente sabe que esse não foi o seu último, porque talento não tem limite. Go Meryl! (e o discurso de introdução feito pelo Colin Firth foi excelente, um dos melhores da noite)

 

Ator coadjuvante

Kenneth Branagh – “Sete dias com Marilyn”

Jonah Hill – “O homem que mudou o jogo”

Nick Nolte – “Warrior”

Max Von Sydow – “Tão forte e tão perto”

Christopher Plummer – “Toda forma de amor”  (vencedor)

 

Fiquei tão feliz com esse prêmio? Me apaixonei por “Beginners” e ainda mais pelo seu personagem, que é algo além do adorável no filme. E já está em pré-venda o DVD por aqui hein? Ou seja, não tem desculpa para não ver…

 

Atriz coadjuvante

Octavia Spencer – “Histórias cruzadas”  (vencedor)

Bérénice Bejo – “O artista”

Jessica Chastain – “Histórias cruzadas”

Janet McTeer – “Albert Nobbs”

Melissa McCarthy – “Missão madrinha de casamento”

 

Essa todo mundo sabia que iria levar. Mas depois de assistir “The Artist”, eu mais do que acho que a Bérenice Bejo deveria ter levado essa hein? Que mulher maravileeandra! Agora, falando bem sério, o cúmulo seria mesmo se a Melissa McCarthy tivesse levado esse prêmio. Sério, não engoli essa indicação até agora, mesmo AMANDO a sua Sookie antiga em Gilmore Girls

 

Melhor filme em língua estrangeira

“Bullhead” – Bélgica

“Footnote” – Israel

“In Darkness” – Polônia

“Monsieur Lazhar” – Canadá

“A separação” – Irã  (vencedor)

 

Dizem que “A Separação” é ótimo e eu já pedi para o Paolo providenciar…

 

Melhor animação

“A Cat in Paris”

“Chico & Rita”

“Kung fu panda 2”

“Gato de botas”

“Rango”  (vencedor)

 

Não assisti “Rango” até hoje, vcs acreditam? Estou perdendo muito? Muito mesmo? 

 

Documentário (longa-metragem)

“Hell and Back Again”

“If a Tree Falls: A Story of the Earth Liberation Front”

“Paradise Lost 3: Purgatory”

“Pina”

“Undefeated”  (vencedor)

 

Roteiro adaptado

“Os descendentes”  (vencedor)

“A invenção de Hugo Cabret”

“Tudo pelo poder”

“O homem que mudou o jogo”

“O espião que sabia demais”

 

Um roteiro realmente muito bom. Talvez, seja até o que o filme tem de melhor, além da parceria do Geroge Clooney e as suas filhas no longa.

 

Roteiro original

“O artista”

“Missão madrinha de casamento”

“Margin Call”

“Meia-noite em Paris”  (Woody Allen – vencedor)

“A separação”

 

Seria praticamente impossível ou até mesmo um crime tirar esse prêmio das mãos do nosso Woody Allen. Tem roteiro mais original do que o de “Midnight in Paris”

 

Fotografia

“O artista”

“Os homens que não amavam as mulheres”

“A invenção de Hugo Cabret” (Robert Richardson – vencedor)

“A árvore da vida”

“Cavalo de guerra”

 

Não assisti “Hugo” ainda, mas já adianto que será a minha missão do momento. Mas do que eu relamente vi, acho a fotografia de “The Tree Of Life” uma das coisas mais maravileeeandras dos últimos tempos, quem sabe até das que eu já vi em toda a minha vida cinematográfica. 

 

Direção de arte

“O artista”

“Harry Potter”

“A invenção de Hugo Cabret”  (vencedor)

“Meia-noite em Paris

“Cavalo de guerra”

 

Dizem que o filme é realmente muito bem cuidado, então tudo bem. 

 

Figurino

“Anonymous”

“O artista”  (vencedor)

“A invenção de Hugo Cabret”

“Jane Eyre”

“W.E.”

 

Apesar de concordar que o figurino de “The Artist” é maravileeeandro, acho que o “W.E” da Madonna estava merecendo bastante esse prêmio também, hein? 

 

Maquiagem

“Albert Nobbs”

“Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 2”

“A dama de ferro”  (vencedor)

 

Realmente deve ser muito mais difícil deixar a Meryl Streep com cara de alguém que realmente existiu, do que criar um monstro qualquer de 7 cabeças, rs. 

 

Edição

“O artista”

“Os descendentes”

“Os homens que não amavam as mulheres”  (vencedor)

“A invenção de Hugo Cabret”

“O homem que mudou o jogo”

 

Desde quando os concorrentes foram anunciados, eu achei que faltou “The Tree Of Life” nessa lista. Humpf!

 

Edição de som

“Drive”

“Os homens que não amavam as mulheres”

“A invenção de Hugo Cabret”  (vencedor)

“Transformers: o lado oculto da lua”

“Cavalo de guerra”

 

Mixagem de som

“Os homens que não amavam as mulheres”

“A invenção de Hugo Cabret”  (vencedor)

“O homem que mudou o jogo”

“Transformers: o lado oculto da lua”

“Cavalo de guerra”

 

Efeitos visuais

“Harry Potter e as relíquias da morte – Parte 2”

“A invenção de Hugo Cabret”  (vencedor)

“Gigantes de aço”

“Planeta do macacos”

“Transformers: o lado oculto da lua”

 

Parece mesmo que o filme é bem bacana nesse sentido e dizem ainda que a história é excelente. O que anda me deixando ainda mais curioso a respeito…

 

Trilha sonora original

“As aventura de Tintim” – John Williams

“O artista” – (Ludovic Bource – vencedor)

“A invenção de Hugo Cabret” – Howard Shore

“O espião que sabia demais” – Alberto Iglesias

“Cavalo de guerra” – John Williams

 

Realmente, a trilha sonora de “The Artist” além de ter uma importância fundamental para o filme, é mais do que sensacional. Super justo.

 

Canção original

“Man or Muppet”, de “Os Muppets”, música e letra de Bret McKenzie (vencedor)

“Real in Rio”, de “Rio”, música de Sergio Mendes e Carlinhos Brown, letra de Siedah Garrett

 

Suck it, Carlinhos Brown! SUCK IT! Pior é que eu acabei lendo em algum lugar que alguns artistas da Bahia comentavam e comemoravam o “vice” dele no Oscar. Mas gente? Se tratavam-se de apenas dois concorrentes, além de poder ser considerado vice, ele também pode ser considerado como o último da lista ou o grande perdedor,  não? Quer dizer que só depende dos olhos de quem vê? Axé para todos. 

 

Curta-metragem

“Pentecost”

“Raju”

“The Shore”  (vencedor)

“Time Freak”

“Tuba Atlantic”

 

Documentário (curta-metragem)

“The Barber of Birmingham: Foot Soldier of the Civil Rights Movement”

“God Is the Bigger Elvis”

“Incident in New Baghdad”

“Saving Face”  (vencedor)

“The Tsunami and the Cherry Blossom”

 

A história desse documentário pelo menos me pareceu linda. Mas talvez eu não tenha coragem de assisti-lo, sou fraco para essas coisas. 

 

Curta-metragem de animação

“Dimanche”

“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”  (vencedor)

“La Luna”

“A Morning Stroll”

“Wild Life”

 

Mais do que merecido. Um dos curtas de animação mais maravileeeandros ever!

 

E essa foi a lista dos vencedores do Oscar 2012? Mas e vcs, queridos leitores? Ficaram felizes ou pelo menos satisfeitos com os resultados?

The Modern Guilt Awards 2011, a premiação mais aguardada do ano!

Dezembro 31, 2011

Nada é mais tradicional no universo das premiações do que o nosso The Modern Guilt Awards, na-da.

Esse ano em sua 3ª edição, a melhor premiação de todos os tempos vai contar com a apresentação do Ricky Gervais, porque o seu humor é o que mais se aproxima ao humor cretino e ácido do Guilt, por isso, nada melhor do que ele para ser o nosso hostess, não?

E como o The Modern Guilt Awards é uma premiação pouco democrática, recheada de favoritismos, coisas que nós sempre levamos pelo lado pessoal, além de ser completamente parcial,  preparem-se, porque esse ano nós estamos UNFIRAH!

Então prepare o seu tux (meninos e meninas), segure o seu cosmo e vamos mostrar de uma vez por todas para o Oscar, o Tonny, o Emmy, o Grammy e o Golden Globe, como é que se faz uma premiação sensacional.

 

Höy do ano> Ryan Gosling, o boy magia do momento

Já vamos abrir a premiação com o que importa, não é mesmo? Höy!

Depois de dois anos consecutivos da categoria seguir para o nosso representante máximo da magia sueca, chegou a hora de aceitar que temos um novo boy magia e 2011 foi o ano dele: Ryan Gosling. Höy!

O ator figurou inúmeros posts no Guilt durante esse ano, seja com suas caretas foufas e a pose que já ganhou oficialmente o seu nome, seja dando um beijeeenho invejável no diretor do seu filme em Cannes, apartando brigas em plena NY, figurando lindamente ao lado do seu George, ou no que realmente importa, que são as suas atuações deliciosas, como em “Drive”, “Blue Valentine” ou na surpreendente comédia romântica “Crazy, Stupid, Love” e até mesmo no filme que eu assisti tardiamente, “The Notebook”. Ryan conseguiu tomar o posto de boy magia do ano para ele mesmo, provando que é muito mais do que um simples “HÖY” em caixa alta e bold.  Realmente, não teve quem não se rendeu a magia do Ryan Gosling em 2011.

Mesmo tendo nos decepcionado de um certo tempo para cá com suas escolhas meio assim no amor, não tem como negar que foi dele o maior feitiço do Guilt no ano de 2011 e que ele foi quem nos deu mais motivos para gritar Höy durante esse ano todo.

Portanto, vamos lá leitores, todos juntos no 3…1, 2, 3 : Höy!

 

Maravileeeandra do ano> Michelle Williams

O cabelo curto bem curto mais lindo do ano. Sem contar que em 2011, ela usou os melhores looks de red carpet e realmente deixou a concorrência morrendo de inveja com todo o seu fundamento.

Maravileeeandra!

 

Maravileeeandro do ano> Rick Genest

E o zombie boy foi outro que roubou a cena surpreendentemente, fugindo completamente de qualquer esterótipo de beleza e provando que mesmo assim, sem ser nada óbvio, o seu fundamento é sim um dos mais lindos do momento.

Maravileeeandro!

 

Listen Up do ano> Adele, 21

A gente leva um pé na bunda e vai para o shopping gastar o que não deve no cartão de crédito, se joga na buatchy com as amigas ou escreve um post magoado no próprio blog cheio de mensagens subliminares (não que eu faça isso, tisc tisc). No entanto, quando a Adele passa pela mesma situação que é sempre meio assim para todo mundo, ela faz um álbum sensacional como o seu “21”, bem mais maduro do que o seu “19″, muito mais profundo e super magoado, que a gente cansou de ouvir durante 2011, faixa por faixa. Músicas que tocaram em tudo quanto é lugar, fizeram parte das nossas mixtapes do ano, tocaram nas nossas séries preferidas e até cometeram o crime inafiançável de colocar uma das melhores faixas do “21” em uma novela de horário nobre, algo que eu considero imperdoável!

E eu bem acho que parabenizar a Adele pelo seu álbum sensacional é algo que todo mundo já fez apenas ouvindo e amando o seu trabalho, mas o que a gente precisa mesmo fazer agora é agradecer o canalha responsável por toda a mágoa da nossa muse, que se não fosse ele e suas canalhices, talvez nós não tivéssemos tantas músicas deliciosas para nos acompanhar em 2011. Por isso: Thnk U Asshole!

Como o prêmio de álbum do ano é dela sem a menor dúvida, nada melhor do que aproveitar esse momento para o primeiro musical do nosso The Modern Guilt Awards 2011, com a minha versão preferida de “Someone Like You” direto da casa da própria Adele, de quem a gente adoraria se tornar íntimo de Oliveira, a ponto de tomarmos chá das cinco juntos nessa sala, dividindo todas as nossas desilusões no amor, que não são poucas, hein? rs

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Homeland

Tudo bem que eu decidi declarar empate nessa categoria, ou mais ou menos isso.

Realmente a Season 4 de Breaking Bad foi bem sensacional, com toda a série até agora. Continuo achando que o Aaron Paul reinou durante essa Season 4 com o seu Jess que todos nós amamos e não consigo entender como seu trabalho dessa vez não foi reconhecido em nenhuma premiação de séries de tv. E conseguir o feito de aparecer mais que o Bryan Cranston em uma série como Breaking Bad, não é para qualquer um.  Sem contar que a temporada ainda terminou de forma explosiva, literalmente e agora só nos resta esperar pela última temporada de uma das melhores séries de todos os tempos, que encerra definitivamente suas atividades em 2012.

Até que, perto do fim do ano me chega a novata Homeland roubando completamente a cena, com uma Claire Danes enlouquecida, bipolar, competente  e totalmente sem limites, na pele de uma agente da CIA, contracenando com um inimigo terrorirsta tão bem construído, que vc chega ao final da temporada torcendo para ambos os lados, sem ter o menor peso na consciência. Uma temporada tensa, no melhor estilo Breaking Bad de sempre, cheia de surpresas e reviravoltas, além de um final para deixar qualquer um com o coração saltando pela boca de tão tenso que foi.

Por isso a Season 4 de Breaking Bad fica com o prêmio de série dramática do ano, mas Homeland vem no empate quase técnico, como a melhor série dramática porém estreante do ano de 2011.

ps: vale dizer também que Grey’s Anatomy, do alto da suas Season e com altos e baixos por todo esse caminho, recuperou totalemte o fôlego e tem feito uma temporada digna e que merece ser lembrada porque está realmente muito boa. E esse ano ainda tivemos Game Of Thrones, uma série grandiosa, corajosa e também deliciosa.

 

Euri do ano> Parks And Recreation

A série que começou com o status talvez injusto de “o novo The Office” (embora seja dos mesmos criadores/produtores) vem provando que é realmente uma das melhores comédias no ar atualmente, sem a menor dúvida.

Atualmente em sua Season 4, que ainda não está encerrada, Parks And Recreation vem conseguindo fazer uma constante de episódios sensacionais, sempre muito engraçados e ainda com um toque a mais de foufurice.

Sem contar que aquela cidade de Pawnee é recheada de figuras divertidíssimas e todos os personagens, por menores que sejam, tem os seus momentos pra lá de especiais, com piadas fora do comum.

E a Amy Poehler é a minha comediante do momento, enlouquecida, boba e apaixonante na pele da sua Leslie Knope, por quem eu torço que um dia chegue a posição de Presidente dos EUA!

Fora isso, tivemos uma Season 3 praticamente colada com a atual Season 4, outra temporada tão sensacional quanto essa e por isso, acho que nenhuma outra série me fez rir em tantos episódios praticamente seguidos entre uma temporada e outra como Parks And Recreation.

ps: mesmo tendo escolhido P&R como melhor comédia, vale dizer que Community continua ótima, Modern Family voltou a boa forma e tem feito uma temporada igualmente excelente e Raising Hope continua que é pura foufurice. 

 

Relação de amor do ano> I ♥ Doctor Who

Esse ano eu resolvi fazer algo de diferente…brincadeira, eu resolvi mesmo é deixar a preguiça de lado e fazer uma maratona em uma das séries que eu sempre tive vontade de assistir, mas que sempre acabava deixando para depois.

E essa série era “Doctor Who”, que eu comecei a assistir a partir da Season 5, até o final da Season 6 (que encerrou esse ano) e descobri a minha paixão do momento, em uma espécie de relação de amor a primeira vista.

Sério, nunca fiquei tão apaixonado por uma série como fiquei por Doctor Who e o seu 11° Doctor, interpretado pelo ator Matt Smith (AMO, Höy!), na pele to doutor mais foufo de todos os tempos, a bordo da sua TARDIS, a máquina do tempo mais sensacional ever e na companhia do casal magia dos Ponds, personagens por quem eu também sou completamente apaixonado.

E a nossa relação de amor é tão grande, que eu morro de ciúmes do Doutor, fico todo arrepiado com a música de abertura (que é o toque do meu celular) e acho a série apaixonante, em todos os sentidos. O tipo de série que eu tento viciar todo mundo que eu gosto, fato.

AMO tanto Doctor Who, que já estou até me preparando psicologicamente (com um ano de antecedência pelo menos) para a despedida do 11º Doutor, que por mim, ficaria no seu posto para sempre.

Talvez eu goste tanto do Matt Smith como o Doctor Who porque foi com ele que eu conheci a série. Mas só sei que para mim, ele será para sempre o meu Doctor Who. (só meu, rs)

ps: e gravatas borboletas são muito cool! (piada interna)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de The Walking Dead, humpf…

Todo mundo esperou muito por essa nova temporada de The Walking Dead, mesmo depois daquele final meio assim da temporada anterior, que já poderia ser um sinal do que viria por ai…

Até que a Season 2 começou, lenta, arrastada e foi ficando cada vez mais devagar…

Quase nada de importante aconteceu, ou personagens acabaram se tornando insignificantes ou pouco importantes e eles ainda insistem em fazer episódios com poucos ou nenhum zombie. Humpf!

Assim não dá, não?

Detalhe…a Andrea, a personagem mais odiosa de toda a série, continua viva. Vi-va! Dá para acreditar? (rs)

Mesmo salvando tentando salvar (e quase conseguindo, porque aquele final foi bem bom) essa primeira metade da Season 2 nos últimos 5 minutos, The Walking Dead ainda precisa melhorar e muito, ou muita gente vai acabar abandonando a série, porque está ficando cada vez mais puxado.

 

<Pausa para o comercial>

Que nesse caso é melhor do que o vídeo de “The Edge Of Glory” da própria Lady Gaga, sem a menor dúvida.

Voltando à premiação…(rs)

 

Popcorn do Ano> Não consegui me decidir apenas por um nome. Sorry!

Esse ano eu acabei assistindo tanta coisa boa, que eu não consegui chegar a nenhuma conclusão quanto ao melhor do ano. Mesmo assim fiquei com bastante orgulho de mim mesmo, que perdi pouco tempo com coisas tolas durante 2011 e acabei fazendo ótimas escolhas no cinema.

Por isso, separei 3 filmes, que foram os que mais me deixaram emocionado (por motivos diferentes) em 2011:

 

Tree Of Life

Porque eu amei a narrativa de “Tree Of Life”, a forma como a história nos foi contada e aquele banho de imagens sensacionais e inspiradoras das quais a gente não vai se esquecer tão cedo, mesmo achando que o longa poderia ser mais curto. Um filme extremamente sensível, que me deixou com os olhos cheios, em todos os sentidos.

 

Midnight In Paris

Porque uma viagem aos anos 20, guiada pelo Woody Allen e em meio a figurões das artes e da literatura antiga, não é para qualquer um. Sem contar que “Midnight In Paris” é um filme leve, divertido e sensacional, em todos os sentidos e que mesmo assim ainda vai te fazer pensar, o que é sempre bom.

 

Submarine

Porque eu achei “Submarine” um dos filmes mais deliciosos que eu assisti durante esse ano, mesmo com o IMDB dizendo que o longa é de 2010, humpf!

Uma história foufa sobre o primeiro amor de um garoto, com trilha do Alex Turner do Arctic Monkeys e um perfume de Amélie Poulain. E qualquer semelhança entre o meu personagem na vida real e o Oliver Tate é mera coincidência, rs.

E vamos aproveitar o assunto, para mais um momento musical da nossa premiação, agora com um clipe direto do filme “Submarine”, com “It’s Hard To Get Around The Wind”, que faz parte da trilha do filme.

ps: mas esse ano, ainda tivemos delícias deliciosas como “Beginners”, “Like Crazy”, “Melancolia”, “Drive”, nos despedimos do Harry Potter, além de “Last Night”, que eu também AMEI e “Blue Valentine”, que também é do ano passado, mas nós só vimos esse ano, humpf!. Isso sem contar as nossas deliciosas voltas de bicicleta ao lado do Cyril ultimamente e o fato de fecharmos o ano muito bem acompanhados do delicioso novo filme do Almodóvar.

 

Foufurices do ano> Kingston + Zuma +Violet + Seraphina +Archie + Abel

Sempre eles não? E esse ano, tivemos duas novas aquisições de foufurices, com a entrada do Archie e do Abel para essa turma dos nossos querideeenhos.

Todos eles estão crescendo e todos estão ficando cada vez mais foufos.

E enquanto eles vão crescendo, nós vamos torcendo para que quando chegar a nossa hora, que os nossos babys sejam tão foufos quanto todos eles juntos.

 

Da série de casais que nós amamos do ano> Kate Moss & Jamie Hince

Não bastava eles serem o casal magia que são, mas eles ainda tinham que fazer o casamento mais recheado de fundamento dos últimos anos, neam?

Confesso que mesmo sendo o casamento dos sonhos de qualquer um, eu fiquei muito mais feliz pela Kate do que com inveja (mesmo da boa), rs.

Tipo covardia!

O que nos traz a mais um dos momentos musicais da nossa premiação, com o The Kills e a sua deliciosa “Baby Says”

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano>  Velorbis, as bicicletas dinamarquesas poder + tudo da Rodarte

Porque não teve nada que eu mais desejasse durante esse ano do que uma bicicleta dinamarquesa dessas do tipo poder e na cor cyan (que eu também aceitaria em vermelho, só para constar para os representantes da marca no Brasil, rs). Humpf!

Outro desejo de consumo que me atormentou o ano todo foi essa coleção sensacional para meninos da Rodarte. Totalmente Maravileeeandra!

 

Capa do ano> Harry Potter para a Entertainment Weekly

E não teve melhor capa nesse ano de 2011 do que a capa foufa da Entertainment Weekly com o Daniel Radcliffe no começo de tudo.

(Suck it Vogue!)

 

<Pausa para mais um comercial>

Que dessa vez te desafia hein Kyle Minogue? Vc acha mesmo que sabe dançar? (tisc tisc…sou ótimo no Kinect…tisc tisc)

Só sei que depois desse vídeo, toda vez que eu vou na Starbucks e faço o meu pedido,  eu dou o meu nome como Kylie Minogue, ou Princesa Beyoncé, e se algum dia vcs ouvirem eles chamando por um desses dois nomes, saibam que eu estarei por perto, rs.

 

Catwalk do ano> o desfile da Louis Vuitton que deixou todo mundo emocionado

Simples, clean e maravileeeaandro!

 

Eu sou ricah do ano> A moda e o seu bom humor

Porque não tem nada mais cafona do que marca sem humor que continua apostando na postura esnobe, em um momento que todas sabem que todo mundo esta quebrado, não é mesmo?

Reforçando esse conceito, esse ano tivemos a Lanvin, com o Alber Elbaz ensaiando uma coreô bem animada em uma das campanhas da marca poder

Uma Marion Cotillard enlouquecida pelas bolsas da Dior

E a Donatella provando que além de tudo ela é muito bem humorada, mas na casa dela manda ela hein? rs

 

Uncategorized do ano> R.I.P Amy Winehouse

Sabe aqueles momentos que vc se encontra sem palavras.

Um dia triste, mas não como outro qualquer…

E agora vamos a mais uma apresentação do nosso The Modern Guilt Awards 2011, onde dessa vez ficamos com a Lana Del Rey e a a sua “Video Games”, outra das nossas músicas preferidas durante esse ano de 2011.

 

Prontofalei do ano> Easy A+

Que foi o dia em que eu me tornei um jovem pós-graduado e mostrei um pouco do meu own fundamento para vcs (como se eu já não fizesse isso todo dia neam? rs), o que não deve ser interessante para muita gente, mas importa pra mim, rs.

 

Post com o título mais cretino e que eu mais AMEI desse ano> Grifinoria, Corvinal, Sonserina ou Lufa-Lufa

Juro que as vezes eu fico com vergonha de mim mesmo, rs. (mas logo passa e eu morro de rir)

 

Xoxo do ano> A propaganda nova da Coca-Cola

Porque a propaganda pode ser linda, mas todo mundo sabe de onde veio esse fundamento.

E agora mais uma apresentação, de outro hit aqui no Guilt em 2011, que foi “Call It What You Want It” do Foster The People, que todas amam!

 

Trucão do ano> Vem para o mundo Adam Levine!

Porque o que a gente não é capaz de aguentar nessa vida por uma chance na capa da Vogue ou para tentar descobrir o segredo de Victoria, hein?

 

Toda cagada do ano> Katy Perry no VMA 2011

Porque falar da Riwanna já ficou até chato e com a Vanessa Hudgens ninguém se importa e só por isso, o prêmio de toda cagada desse ano de 2011 vai para a Katy Perry.

E não teve quem não tenha ficado constrangido por ela dutante o VMA 2011, onde a nossa Katy resolveu fazer a Lady Gaga (quando nem a Lady Gaga fez questão de fazer a Lady Gaga) apostando em várias trocas de figurino de gosto completamente duvidoso e sem personalidade alguma.

Ainda falando desse ano, ela foi ficando cada vez mais pavorosa, com cabelos exóticos e outfits medonhos.

E o prêmio de toda cagada do ano também vai para a Katy Perry com todo o merecimento do mundo, porque além de tudo ela ainda carrega por ai o acessório mais horroroso dos últimos tempos, que é esse aqui ó:

BOO! 

Tem acessório mais pavoroso do que um boy magia negra?

E como última apresentação nessa 3º edição do The Modern Guilt Awards, para a nossa despedida, ficamos com o pai e a filha mais adorável de 2011, cantando um dos nossos mantras durante esse ano que foi “Home” do Edward Sharp And The Magnetic Zeros.

E assim (para quem resistiu bravamente e não dormiu no meio da nossa premiação, algo que eu não admitiria e expulsaria gentilmente da minha festa jogando um cosmo na cara, rs), depois desse nosso flashback pelo ano de 2011, terminamos mais um The Modern Guilt Awards. Mas fica, que em 2012 tem mais! Smacks!!!

ps: e obrigado a todos os leitores do Guilt pela companhia em 2011 hein? AMEI!

Amor para principiantes

Dezembro 19, 2011

Seja aos 38 ou aos 75, todo mundo merece uma chance de tentar ser feliz, não? Basta estar disposto a correr esse risco.

“Begginers” é uma daquelas dramédias deliciosas, com interpretações primorosas e que com certeza vai te deixar com os olhos cheios de lágrimas, sem fazer muito esforço para isso, o que é sempre uma delícia.

O filme é contado a partir das memórias do personagem principal, Oliver Fields (Ewan McGregor) e as suas lembranças dos últimos anos que ele passou ao lado do seu pai, Hal Fields (Christopher Plummer), e como essa relação familiar acabou interferindo no seu presente, no modo como ele vive atualmente e encara a sua realidade.

Dessa memória recente, além do fato do seu pai estar doente de um câncer em estágio 4, Oliver ainda teve que encarar o seu pai saindo do armário, após a morte de sua mãe, revelando da forma mais sincera, simples e direta do mundo, que ele é e sempre foi gay. O que em outros tempos seria um grande choque, ou poderia até se transformar em uma dramalhão (e a gente tenta fingir que hoje em dia não é mais assim, só que na verdade ainda é em muitos casos), no filme é encarado como um fato, sem grandes dramas, desesperos ou culpas. Na verdade, sem cobrança nenhuma, apenas compreensão.

Mas essa não é a temática do filme, fikfik. “Beginners” fala de amor, um tipo de amor para principiantes, sem distinções ou grandes discussões sobre a sexualidade de cada um. Uma grande prova de que amor é amor.

Oliver é um homem de 38 anos, triste, sozinho, um jovem designer que trabalha fazendo arte para encartes de álbuns (talvez ele fosse um designer gráfico até…o que na verdade é uma das profissões do diretor do filme, Mike Mills, de quem eu desconfio que são todos aqueles desenhos maravileeeandros sobre a “história da tristeza”) e que prefere evitar o contato com outras pessoas, com medo de decepcioná-las por não se considerar muito interessante (auto sabotagem), ou de acabar perdendo essas mesmas pessoas do dia para a noite, como já havia acontecido com toda a sua família. (pai e mãe pelo menos)

E todo esse estado de solidão e tristeza do personagem vai sendo justificado nas suas lembranças do passado (que no filme quase que se confundem com o presente), na relação fria e monótona que ele vivenciava dentro de sua casa, com pais presos em um casamento infeliz, de aparências, sem ter a coragem de dar um passo a frente e se libertar do que não esta sendo o suficiente para ambos. A medida que o filme vai se passando, ele vai percebendo em pequenos detalhes, em pequenas sutilezas, o quanto os seus pais nunca foram felizes juntos e muito provavelmente isso acaba refletindo na forma como ele vive as suas relações hoje em dia, sempre mantendo distância de tudo e de todos, completamente frio.

Mas com a saída do seu pai do armário, Oliver começa a perceber que nunca é tarde para começar a ser feliz. Seu pai, Hal, aproveitou a sua liberação tardia dessa mentira (e o fato dele se encontrar em um estado avançado de uma doença terrível) para fazer de tudo e se jogar. O senhor de cabelos brancos e peito cabeludo (segundo seu anúncio nos classificados, rs) acaba entrando para todos os clubes gays possíveis da sua vizinhança, virando um militante da causa, todo engajado e super divertido, sempre com a casa cheia de amigos e festas animadas, completamente diferente do perfil do seu filho. Uma das cenas mais deliciosa do filme acontece quando Hal liga para Oliver depois de encarar a sua primeira noite em uma buatchy gay, do alto dos seus mais de 70 anos, contando sobre a sua experiência libertadora, super animado e perguntando para o filho que tipo de música era aquela que os jovens ouviam naquela época.

Hal decidiu ser livre ao se assumir, completamente ciente de que ele tinha pouco tempo (o que durou apenas 4, porém intensos anos de liberdade) para vivenciar tudo aquilo que ele não viveu quando deveria e estava preso em um casamento infeliz. Para isso ele não mede esforços, faz anúncios a procura de um parceiro, até que ele arruma um namorado para chamar de seu, Andy, que também é super divertido. E super consciente da sua situação, se relacionando com um parceiro bem mais novo, ele faz um discurso excelente sobre a monogamia a essa altura da sua vida para o seu filho, que é outro dos momentos excelentes do longa.

Bacana também é que o filme não discute o preconceito, embora tenha algumas cenas históricas dos tempos de repressão antiga e discursos do Harvey Milk, mas tudo é encarado com muita naturalidade, como deveria ser para todo mundo desde sempre, mas ainda mais nos dias de hoje. E mais bacana ainda é o conflito de gerações que acaba inevitavelmente aparecendo em um momento ou outro, como por exemplo, quando o pai fica muito surpreso com o fato do filho hétero saber que o arco-íris é o simbolo da comunidade gay, rs. (aliás, lindo como eles relacionam as cores com sentimentos nesse momento, mesmo tendo sido assumidamente inventado, rs)

Oliver por sua vez, enquanto ainda sofre do luto de ter perdido o pai recentemente e ter ganhado de brinde o cachorro dele (Arthur) para cuidar e lhe fazer companhia em sua vida solitária, começa também a perceber que nem tudo está perdido e que se ele não foi feliz até agora, ainda não é tarde para tentar. Ainda mais tendo um ótimo exemplo a ser seguido como o de seu pai.

E essa tentativa de felicidade  surge quando ele conhece Anna (Mélanie Laurent, que a gente lembra pela sua deliciosa e vingativa Shosanna de “Inglourious Basterds”), uma jovem atriz que ele acaba conhecendo em uma festa a fantasia (que ele vai obrigado) e que a partir disso, os dois começam a se relacionar.

Ela tem o mesmo perfil do seu personagem, silenciosa, triste, acostumada com uma vida corrida de atriz, viajando de um lado para o outro, vivendo em hotéis. Praticamente o par perfeito para Oliver. E o relacionamento dos dois é recheado de encontros super foufos, como corridas de patins pelos corredores do hotel, sempre acompanhados do cachorro Arthur, que ele vive tentando deixar em casa, mas que a sua consciência acaba impedindo toda vez que ele tenta deixá-lo sozinho em casa e acaba sofrendo demais com o choro do pobre do Arthur se sentindo um cachorro sozinho e abandonado em casa. Super foufo.

Ambos acabam construindo um relacionamento que tem tudo para dar certo, se completando, confidenciando coisas que a gente não conta para todo mundo e até se sentindo imaturo e idiota por fazer coisas que vc não faria normalmente, só para impressionar quem vc tem segundas intenções. Quem nunca? (eu por ex,  já reparei que eu começo a falar mais alto quando estou interessado em alguém e esse alguém está perto de mim…humpf!)

Tudo funciona muito bem para o casal, até que eles resolvem morar juntos e a falta de habilidade dos dois em se relacionar acaba dificultando demais as coisas e assim,  Oliver acaba desistindo da relação, só que fácil demais, até ele se dar conta no final do filme que possivelmente aquela pode ser a mulher da sua vida, mas isso ele só vai descobrir tentando, que é exatamente como termina o filme, nessa tentativa de felicidade que sempre vale a pena, tendo ou não um final feliz.

Mas entre todo esse desenrolar da história, vamos ganhando nas memórias de Oliver toda a carga dramática do longa, como ele lembrando dos últimos momentos ao lado do seu pai, enfrentando a doença, outras vezes se divertindo, até o dia do adeus (que é maravileeeandro!). Cenas lindas, super bem editadas e que acabam funcionando muito bem como recordações daquela história que nos está sendo contada.

E essas lembranças vão se misturando lindamente com o presente, mostrando que, querendo ou não, o nosso passado, a nossa bagagem, uma hora ou outra vai acabar refletindo no nosso presente e consequentemente no nosso futuro.

E o personagem do Ewan McGregor (que por sinal está excelente no longa, como sempre. Höy!) tem uma forma muito particular de relacionar os fatos com a sua memória e ele vai utilizando de imagens soltas para contar um fato, ou relacioná-lo com um ano do passado por exemplo, numa espécie de apresentação de  slides, ou melhor, uma apresentação de Power Point, rs. Algo muito mais simples, (muito) mas semelhante com a ideia de “Tree Of Life” porém, com uma execução bem mais pobreeenha. Nessa hora, eu achei que faltou um pouco mais de empenho da direção de arte, que poderia ter usado fotografias com as imagens dos objetos que ele usa para relacionar com a sua memória, ou de uma outra forma qualquer, sem aquele fundo preto preguiça.

Apesar do filme falar de relações de amor, o que mais acaba chamando atenção realmente é a relação linda de amor entre pai e  filho e como eles se aproximaram nesses últimos quatro anos, após a liberação e a descoberta da doença do pai. Chorei como uma criança, quando o pai pediu desculpas para o seu filho, por nunca ter deixado ele segurar a sua mão quando criança, algo que o garoto vivia pedindo, mas que ele sentia vergonha de fazer em público. O que prova que nada como o tempo para nos mostrar o quanto a gente já foi idiota nessa vida, por motivos mais idiotas ainda, neam? Sorte de quem consegue perceber.

Como o filme é pautado em sutilezas e pequenos gestos que acabam marcando as nossas vidas, não teve momento mais especial em “Beginners” do que quando Oliver esta contando em forma das tais apresentações de imagem que eu já disse,  sobre o fato dele ter doado todas as coisas do seu pai quando ele morreu, mas ter ficado apenas com objetos importantes para ele, com o suéter roxo, que segundo a sua memória (falha e ele assume isso logo no começo do filme) era a roupa que ele estava usando quando assumiu ser gay para ele, momento do qual ele teve muito orgulho do pai pela coragem, por não ter desistido, nem no final da sua vida de tentar ser feliz. Howcuteisthat?

Um filme delicioso, que fala do amor para principiantes de uma forma bem simples, para quem quiser se emocionar com sutilezas.

L.A.dy Dior

Dezembro 15, 2011

Curta delicioso da Lady Dior handbag, com ninguém menos do que a Marion Cottilard fazendo graça como uma estrela de Hollywood infeliz em seu dia de fúria.

E o que é essa última imagem do ponto alto da loucura que encerra o video? Höy!

Agora, se vc estiver se perguntando se existe estrela de Hollywood infeliz, a resposta é SIM! (e eu assisti um filme ótimo ontém, que toca um pouco no assunto. “Beginners”, do qual eu falo para vcs outro dia, porque hoje está puxado!)

By John Cameron Mitchell

 

ps: e a sylist perguntando se ela tem que falar em “Klingon” para que as coisas aconteçam por ali? iDie!


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