Posts Tagged ‘Bill Cunningham’

Take My Picture (use my clothes, read my blog, buy my magazine)

Março 14, 2013

“Take My Picture” é um documentário da revista russa Garage que chega para discutir a questão dos “peacocks”, uma espécie fashionista que tem se proliferado bastante durante as semanas de moda em todo mundo.

Uma discussão sem fim entre jornalistas e blogueiros de moda, sobre algo que a essa altura já se tornou uma verdadeira grande e nova indústria, sobretudo por tratar-se de uma nova forma de trabalho ainda em fase de entendimento, com a internet gerando bons frutos para alguns (poucos) e é claro que irritando bastante outros (muitos).

O curta tem a narração do Tim Blanks, que é editor do Style.com, que aproveita para dizer qual a sua opinião em relação a esse novo velho fenômeno (apesar de que, não é de hoje que encontramos gente animada se montando com vontade durante toda e qualquer semana de moda, inclusive a nossa). Ele que faz uma ótima analise do porque que figuras da moda acabaram ganhando atenção durante a década de 90, algo que certamente deu início ao que podemos constatar na prática atualmente (com lindas imagens da Cindy Crawford, Naomi Campbell, Linda Evangelista e aquela que todos nós gostaríamos de ser, Kate Moss, novinhas de tudo) , mas que ao mesmo tempo não parece ver com bons olhos o trabalho dos fotógrafos e blogueiros de street style de agora, que não é de hoje quem vem chamando a atenção no mundo inteiro, cobrindo as principais semanas de moda e nos trazendo um pouco do olhar de cada um sobre essa indústria (que é o que eu acho mais bacana disso tudo, olhares diferentes sobre uma mesma coisa). Algo que eles enquanto editores, produtores e jornalistas, antigamente precisavam de pelo menos o tempo de suas publicações chegarem as bancas para ganhar alguma atenção. Hoje tudo é muito rápido e praticamente só depende da velocidade da sua conexão e ou dedicação e certamente, esse também acaba sendo um dos grandes motivos dessa birra dentro desse cenário, devido ao fato de que alguns veículos como as grandes revistas de moda ainda precisam de tempo para serem entregues e no final das contas, a novidade acabar não parecendo mais tão nova assim.

Amparado no recente discurso da Suzy Menkes em relação a essa multidão de peacocks e cercado de outros nomes de peso de dentro dessa indústria de milhões, todos eles acabam concordando de certa forma que existe um número excessivo de gente interessada nesse assunto e parecem não estar conseguindo lidar muito bem com esse fato (a moda sempre sonhou em ser popular, mas sabe que quando isso acontece, acaba se tornando o seu maior pesadelo, quando não um passo para o fim certo de uma tendência qualquer, por exemplo), embora consigam destacar seus favoritos no meio da multidão, com o lendário Bill Cunningham, The Sartorialist ou o Tommy Ton, todos eles com uma identidade muito própria, apesar dos trabalhos semelhantes e todos sensacionais, diga-se de passagem. Agora eles reclamas inclusive dos espaços públicos ocupados pelos interessados no assunto, tanto por aqueles que querem ser vistos, quanto por aqueles que só querem emprestar o seu olhar.

Mas fato é que não é de hoje que a indústria editorial da moda vem se incomodando com os barulhos das ruas e isso começou a acontecer desde quando as tendências mostradas durante as semanas de moda, passaram todas a seguir o caminho inverso do qual eles estavam acostumados até então. Antigamente, a moda vista nas passarelas dos grandes desfiles acabava refletindo diretamente no comportamento das ruas, influenciando completamente a forma de se vestir de toda uma geração. Os recursos eram outros e o seu poder de alcance também. Hoje em dia, isso ainda acontece dessa forma, só que em um volume bem menor e como tudo é muito mais possível e acessível para todos atualmente, seja de uma forma ou de outra, muitas vezes esse caminho agora acaba acontecendo na contramão da antiga fórmula, onde muito do que podemos observar nas passarelas de agora acabou visivelmente sofrendo uma forte influência desse street style mais intuitivo, de gente que gosta de se expressar e encontra no vestuário a sua maior força de expressão, conscientes ou inconscientes. Sem contar que esses blogs de street style acabaram se tornando a cara da referência estética dos novos tempos não tão novos assim. (hoje tudo anda tão rápido que o velho pode ter apenas pouco mais de cinco minutos)

Sem contar que essa indústria também andou mexendo no bolso de todo mundo e isso ninguém gosta e já era de se esperar alguma cara feia a respeito. Disputar um espaço que achava-se exclusivo (alguns ainda se importam com exclusividade pelos motivos errados), ser generoso com o colega ao lado carregando uma máquina muitas vezes bem mais profissional que a sua, que é quem vive disso, também nunca foi o forte da maioria dessas pessoas, com ou sem egos inflados. Tão pouco conseguir admitir que atualmente, a maioria das coisas que observamos nas ruas, nas escolhas da vida real dos fashionistas, acabaram se tornando muito mais interessantes do que a mesmice que temos encontrado ultimamente durante as semanas de moda de qualquer lugar do mundo. Não é de hoje também que reclamamos que falta emoção nas passarelas e podemos dizer que pelo menos um mínimo friozinho na barriga, nós andamos sentindo frequentemente quando observamos pessoas muitas vezes “normais” se arriscando em produções que todos nós nos inspiramos no dia a dia, propositalmente ou não.

Também não parece justo reforçar o traço daqueles que por si só já parecem uma bela caricatura, como as editoras de moda que se renderam as tentações que elas mesmos nos vendem aos baldes em cada edição de suas revistas. E isso todas elas fazem, inclusive as mais discretas, carrancudas e pouco sorridentes. As modelos por exemplo, sempre foram vistas como cabides dentro desse mercado (algo que eu sempre achei horrível), mas todo mundo sabe também que até hoje, só conseguiram se destacar aquelas que se recusaram a ser apenas mais um cabide e nos ofereceram algo mais além da beleza, seja um jeito novo de andar, um estilo próprio que acabasse chamando a atençao e ou uma personalidade forte e mais marcante, algo que muitas vezes acabava sendo ofuscado ou escondido por trás de uma couture. E ainda quando tratava-se de uma couture que valesse mesmo a pena, até que tudo bem, mas não é o que estamos vendo atualmente na prática em red carpets, com tudo despencando e revelando imperfeições grotescas, que em outras épocas não seriam permitidas jamais. Então, porque não deixar e conseguir encontrar o humor carregado exatamente por essas editoras de moda provando do próprio veneno, exibindo suas penas cada vez mais coloridas e volumosas em meio a uma multidão de outros pavões?

Na primeira fila pode até não ter espaço para todo mundo, mas do lado de fora dos grandes desfiles, nas ruas, são bem vindos os tubinhos pretos super discretos e padronizados de sempre (apesar de não causarem mais nenhuma reação), até as formas mais exóticas com as cores mais indescritíveis, desejáveis ou apenas cômicas da temporada.

Por esse motivo, acho que o título do curta poderia ser modificado para algo mais próximo do título desses post, afinal, tudo faz parte da mesma indústria e todos querem a mesma coisa. Sobreviver.

#IWANNASEEYOURPEACOCK

 

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A simplicidade apaixonante de Bill Cunningham e a sua NY

Março 2, 2012

Apaixonante, um documentário para assistir com os olhos cheios de lágrimas. (pelo menos funcionou assim pra mim)

O mundo da moda sempre foi conhecido pela sua excentricidade, egos inflados, muito glamour e um certo sonho impossível, distante da realidade da maioria das pessoas. Até que nos deparamos com uma figura como Bill Cunningham, um homem que é exatamente o oposto de tudo isso, mas que com o seu olhar único e o seu grande interesse dentro desse universo, acabou ganhando a moda aos seus pés com suas imagens lindas que sempre serviram de inspiração para o mundo.

Bill é um homem solitário, que vive da sua paixão. Com sua 29ª bicicleta (as outras 28 segundo ele foram todas roubadas, rs) e uma disposição assustadora para um homem de mais de 80 anos de idade, ele mantém o seu emprego no The New York Times, fotografando o estilo da moda de rua e publicando religiosamente aos domingos, a sua coluna de moda, a “On The Street”. Coluna essa que agora tem formato de áudio no site do jornal e pode se tornar um hábito delicioso para os domingos de todas que não estão lá a partir de agora, seguindo esse link aqui. (não precisam nem agradecer…tisc tisc)

Pouco se sabia da vida do icônico fotógrafo até então e esse documentário, embora muito respeitoso ao seu próprio espaço, traz um pouco mais da vida encantadora dessa figura tão importante para o mundo da moda.

Com depoimentos de figuras importantes como Iris Apfel (outro ícone que eu AMO – ♥ – e que se auto-intitula como a adolescente mais velha do mudo, #TEMCOMONAOAMAR?), Anna Piaggi (♥), Anna Wintour, Annette De la Renta, Tom Wolfe, Kim Hastreiter e Editta Sherman (♥), entre muitos outros, acabamos descobrindo um pouco mais da mitologia desse grande personagem que é o Bill Cunningham. Adorado no mundo da moda, Bill tem o seu espaço garantido pelo respeito a sua profissão, que ele trata lindamente até hoje, mantendo-se distante de toda a afetação e egos cada vez mais inflados desse e de qualquer outro meio de pessoas de sucesso.

Lindo ver uma figura como a Anna Wintour por exemplo, a mulher mais poderosa da indústria da moda do nosso tempo, fazendo questão de parar (com direito a 1/2 sorriso) apenas para as lentes de Bill na movimentada entrada de um evento qualquer da semana de moda de NY. Um sinal claro de respeito e admiração à um trabalhador que poderia ser um dos maiores exemplos dentro desse universo tão competitivo e muitas vezes até cruel.

Chega a ser de uma simplicidade absurda o modo como o fotógrafo ainda se comporta nos dias de hoje, recusando-se a comer ou beber em qualquer uma das festas que ela vá cobrir para o Times, seja elas de moda ou da alta sociedade em NY (que é a sua segunda coluna no jornal, a também famosa “Evening Hous”), mesmo circulando muito bem entre os dois meios, sendo sempre super querido por onde passa. Ou a forma simplista com que ele chega em Paris no desfile da Chanel por exemplo, quase que sendo totalmente ignorado por uma fashionista new generation preguiça que administrava as entradas naquela ocasião, salvo por alguém mais bem informado que diz: por favor, ele é a pessoa mais importante na Terra. (rs)

E a forma como o artista ainda trabalha, mantendo o seu fundamento antigo de sempre, tomando um cuidado enorme com todas as etapas do seu trabalho, para que ele consiga manter a sua identidade, é mais do que inspiradora, ainda mais se vc considerar a velocidade dos dias de hoje. Da revelação, até a diagramação de suas páginas para o The New York Times, Cunningham enlouquece qualquer diretor de arte que resolva cruzar o seu caminho, buscando um perfeccionismo dentro do seu trabalho, que é de uma coerência absurda com a sua imaginação e fundamento, que muitas vezes só faz sentido para ele. Simplesmente inspirador! Não preciso nem dizer o quanto eu me projetei aos 80 anos, assistindo a esse senhor exercendo o seu trabalho com tamanha dignidade e maestria, não é mesmo? (I wish!)

Sem a menor vaidade, Bill abre as portas do seu estúdio/apartamento, recheado de gavetões do tipo arquivo, onde ele faz questão de guardar toda a sua linda história, resultado de muito trabalho. Naquele pequeno espaço, ainda estão todas as suas publicações ao longo do tempo  e o seu trabalho para importantes revistas, como a Details antiga, revista para qual ele emprestou o seu olhar único por muitos anos, ganhando merecidamente cada vez mais espaço para experimentar a sua arte.

Aliás, achei sensacional a história dele não se deixar vender junto com a revista para a Condé Nast no passado, se recusando a sequer aceitar o seu cheque de pagamento. #TEMCOMONAOAMAR? Bill tem uma relação bacana com o dinheiro e opiniões fortes e extremamente sinceras a respeito de não deixar-se ser corrompido por ele. De novo eu repito, um grande exemplo de homem.

Um apartamento simples, sem o menor conforto e isso fica ainda mais claro quando nos deparamos com a sua cama, feita no improviso com o que poderia ser uma porta antiga, apoiada em cima de caixa e revistas provavelmente ainda mais antigas. Sem cozinha, sala, ou qualquer outro ambiente, considerados por ele mesmo como “apenas mais uma lugar para se limpar”, até mesmo o banheiro fica no corredor do prédio, para se ter uma noção do modo em que vivia essa amável figura. (vivia, porque ao final do documentário, temos Bill ganhando o seu novo e mais do que merecido espaço, com uma vista maravileeeandra para o Central Park, algo que ele chega a considerar “ridículo”, rs)

Isso porque Bill Cunningham, encabeça a lista dos artistas antigos que resistiram bravamente pelo direito de permanecer no Carnegie Hall, prédio histórico da cidade de NY, que abrigou inúmeros estúdios importantes de artistas famosos de outras épocas. E não é de hoje que esses artistas travam uma briga séria com a prefeitura de NY, que tem outros planos “comerciais” para o prédio, como o de transforma-lo em mais um prédio corporativo de aglomerados de empresas preguiças que surgem a cada 5 minutos no mercado, sejam elas quais forem. (Zzzz)

No Carnegie Hall, ganhamos ainda a companhia de Editta Sherman, amiga de longa data de Bill, que é uma das poucas que permanece com o seu negócio ainda no prédio. Uma mulher sensacional, super bem humorada e cheia de histórias ao lado de grandes atores do cinema, ou até mesmo de Andy Warhol, de quem ela fez uma foto sensacional que faz plano de fundo para a sua aparição no documentário. Editta ainda faz um lindo desfile de moda com os chapéus antigos da coleção de Cunningham, deixando o amigo completamente envergonhado diante das câmeras. (outra com quem eu mais do que me identifiquei, neam? Maravileeeandra!)

E Bill circula por toda NY como se aquelas ruas fossem o quintal da sua casa, ignorando completamente o caos do trânsito da cidade, por exemplo (mesmo já tendo sofrido alguns atropelamentos). Vai a lavanderia, a loja de fotografia, aos eventos durante o dia ou a noite, tudo isso acompanhado da sua inseparável bicicleta, que ele não dispensa por nada nesse mundo. Talvez venha daí toda essa sua disposição para permanecer por tanto tempo dentro do universo da moda com tamanha força. Claro que isso, aliado a  paixão pela sua profissão, que ele deixa bem claro ao longo do documentário dirigido por Richard Press.

O fotógrafo tem um olhar único, primoroso até, sempre atento a pequenos detalhes, ou padrões que possam identificar alguma tendência da moda de rua que ninguém havia percebido ainda. Seu olhar chega a ser tão especial, que ele é reconhecido até mesmo pela Anna Wintour durante o documentário, que chega a dizer que muitas vezes, nem ela e nem todo o seu time consegue enxergar as maravilhas que só mesmo o Bill Cunningham consegue perceber através de suas lentes, mesmo estando todos eles na mesma sala de desfile. Um reconhecimento mais do que especial.

Mas Bill deixa bem claro que esse seu olhar só tem interesse para algo novo ou realmente especial e que ele morre de preguiça da indústria das celebridades e os seus vestidos de graça. O que ele prefere mesmo é gente comum com fundamento e autenticidade. Achei sensacional por exemplo, quando ele declara que os seus dias preferidos em NY são quando o tempo está meio assim, com chuva ou neve e as pessoas tem que passar por situações desastrosas para enfrentar o dia, revelando uma sequência de imagens impagáveis de pessoas com os pés atolados em neve ou pulando poças de chuva. O que revela que apesar da idade, Bill continua mantendo-se como uma criança arteira, achando graça dessas situações comuns do dia a dia de cada um de nós e talvez esse seja outro dos seus segredos de vida. (anotado)

Amo a sinceridade do próprio, quando ele revela que na maioria das vezes, nem consegue retratar exatamente o que ele gostaria durante os desfiles por exemplo, onde ele faz questão de não ficar juntos com os demais fotógrafos, para não ter uma imagem estática do que é a moda para ele. Ou a simplicidade dele seguir para Paris com o seu “poncho” improvisado com plástico e fita adesiva, que ele exibe com orgulho.

E não tem como não se emocionar com aquele senhor de cabeça branca, que revela que compra as suas famosas jaquetas azuis a preço de banana, sendo reconhecido em Paris por sua importância para o mundo da moda, ganhando uma homenagem linda, que ele retribui falando algumas palavras em francês, até ser tomado pela emoção (que também me levou as lágrimas). Clap Clap Clap! E o que a gente faz com a vontade de abraçá-lo, hein?

Sério, quando eu digo que assisti ao documentário inteiro com os olhos cheios de lágrimas eu não estou brincando e passei boa parte dele com a mão no coração também, sem o menor exagero.

Desde que eu comecei a me interessar mais por moda e passei a ficar de olho no assunto, esse personagem sempre me chamou a atenção. Sempre fui um grande interessado pela moda de rua, pelo comportamento das pessoas comuns e foi dentro dessa curiosidade que eu me deparei com o lindo e importante trabalho do Bill Cunningham. Até me senti um pouco ignorante por não conhecer muito da sua história, a ponto de não ter a menor ideia até assistir ao documentário, de que ele chegou a criar chapéus antes de se transformar no profissional que ele é hoje. Certamente, um homem que serviu de escola para todos esses nomes de hoje que também fotografam lindamente a moda de rua, como o Sartorialist, o Face Hunter e o Jack & Jill, de quem eu empresto o fundamento (sempre com muito respeito e admiração) quase todos os dias aqui no Guilt, com o nosso já tradicional Look 4 Today.

O documentário termina lindamente, com uma festa organizada pelos colegas de trabalho do Bill no Times, com todos vestido com o mesmo casaco azul que é a marca do fotógrafo e enormes máscaras com o seu sorriso inconfundível. E ver aquele senhor trabalhando com o que ama e extremamente feliz e disposto a encarar mais um ano da sua vida com tamanha força, chega a ser uma lição para todos nós, que ainda estamos engatinhando lentamente nesse meio e de vez em quando, como qualquer ser humano, nos sentimos meio assim…

Perto desse fim, em um determinado momento Bill é questionado sobre a sua vida amorosa e a sua relação com a igreja, que ele diz frequentar todos os domingos, por necessidade e também para ouvir as músicas (sério, #TEMCOMONAOAMAR). Sem se sentir constrangido e mesmo timidamente, Bill responde a pergunta que não quer calar com maestria, em uma das declarações mais honestas e sinceras, vinda diretamente de um homem de uma geração muito diferente  e bem mais difícil e complicada do que a nossa. (♥²)

Só vou ter que discordar com quando o fotógrafo revela nunca ter vivido uma relação de amor, por não sentir que isso é verdade. Apesar de ter ficado bem claro qual o tipo de amor que ele estava sendo questionado naquele momento, acho sim que o Bill Cunningham viveu e vive até hoje uma grande relação de amor e a sua parceira de muito tempo é a moda, uma amante muitas vezes cruel, mas que para a nossa sorte, tratou esse artista muito bem. (♥)

Um filme para vc assistir toda vez que pensar em desistir e morrer de vergonha de sequer pensar nesse hipótese.

No dia 23 de Abril desse ano, Bill Cunningham receberá um prêmio em NY por toda a sua dedicação ao mundo da moda, onde ele deverá receber o prêmio  Carnegie Hall Media of Excellence, em um evento de gala e beneficente no Waldorf Astoria.  O prêmio deverá lembrar os seus quase 50 anos dedicados a profissão, tendo como chairs Annette e Oscar de La Renta, além da atriz Sarah Jessica Parker. Certamente, mais uma data em que todas irão se vestir especialmente para o Bill. Aliás, alguém que estiver por lá nessa ocasião, poderia fazer o favor de abraçá-lo por todos nós? Obrigado!

ps: motoristas desavisados de NY, todo o cuidado desse mundo quando um senhor de camisa azul e cabeça branca estiver por perto com sua bicicleta ou câmera fotográfica. Please! (fico com o coração na mão com ele correndo feito louco no meio dos carros e táxis amarelos, rs)

Bill ♥ Cunningham

Setembro 15, 2011

MUSO antigo de sempre. AMO AMO AMO! (e sempre me emociono com esse trailer, mas ainda não assisti ao documentário, humpf!)

By The Cobrasnake

Look 4 Today

Fevereiro 17, 2011

Pq depois do trailer do seu documentário, o look 4 today não poderia ser diferente. Foufo mil!


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