Posts Tagged ‘Bill Murray’

Só eu acho imperdoável que não tenha sido a “Conga” da Gretchen?

Fevereiro 12, 2014

Dujardin

The Monuments Men

Diz que todo esse elenco acima, encorajados pelo George Clooney (o vídeo prova que foi o Dujardin), acabou dançando a conga na coletiva do “The Monuments Men” e a gente que perdeu esse momento (que o vídeo prova que foi meio constrangedor…) fica aqui, nesse calor, achando imperdoável que não tenha sido a “Conga” da Gretchen… humpf!

ps: e que elenco, não?

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Bill Murray para a GQ de janeiro

Dezembro 21, 2012

bill murray GQ

Capa sensacional essa da GQ de janeiro, vai? (ainda mais com esse detalhe no bolso, rs)

I ♥ Bill Murray

 

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E quem não adoraria fugir com a Suzy Bishop e o Sam Shakusky para Moonrise Kingdom?

Novembro 16, 2012

Fugimos. Mas não se preocupem, estamos em ótima companhia e em um dos cenários mais lindos do cinema! Voltamos logo. Ou não.

Eu definitivamente poderia viver em um filme do diretor Wes Anderson. Facilmente. No meio daquelas cores todas de outono (esse com um pouco mais de cara de verão antigo, eu sei), cercado daqueles personagens que são as melhores caricaturas deles mesmos e que ainda assim conseguem nos transmitir a profundidade necessária para deixar suas histórias ainda mais especiais. Sem contar toda aquela organização dos vários objetos em cena da sua linda fotografia alinhadíssima (assinada por Robert D. Yeoman), metódica, nada minimalista, onde é possível perceber que nada que faz parte daquele cenário está ali por acaso. Para quem tem TOC assim como eu, essa chega a ser uma visão muito próxima de um mundo perfeito. (rs)

E o novo longa do diretor reúne exatamente tudo isso que nós sempre observamos e adoramos em seu repertório, onde é possível reconhecer o universo do mesmo já pelos primeiros quadros do filme, quando observamos uma casa cheia de cômodos espaçosos, com diversos objetos em todos os cantos, personagens circulando com naturalidade em cena, mesmo quando não são o foco dela, tudo ao mesmo tempo, enquanto vamos observando traços claros da identidade do cineasta, que a essa altura já estão mais do que reforçados na nossa memória, no meu caso, totalmente afetiva. Eu arriscaria dizer que talvez com seu novo filme, Wes Anderson tenha conseguido reunir o seu melhor, dentro de um universo extremamente criativo e cheio de estilo próprio, que ele consegue criar como ninguém e nós agradecemos pela visão artística deliciosa, sempre.

“Moonrise Kingdom” nos traz uma linda história de amor pré-adolescente, das mais bonitinhas possíveis. E bonitinha no sentido mais carinhoso da palavra, que isso fique bem claro. Nele temos Sam Shakusky (Jared Gilman), um jovem escoteiro órfão que vive em abrigos sofrendo bullying em meio as demais crianças, provavelmente devido a toda a  sua “excentricidade”, digamos assim. No acampamento de verão ele não é considerado como um dos mais dedicados e também encontra certa dificuldade em se enturmar com os outros meninos, que por sua vez, também não fazem muita questão de facilitar a sua vida por identificarem o garoto como o estranho da turma. Com seus óculos largos de armação preta, o botão da mãe que ele fez questão de costurar no próprio uniforme de escoteiro, sem se importar com o fato dele não ser muito masculino para fazer parte do seu uniforme, que a propósito, ele carrega como ninguém, Sam parece forçado a viver em um universo bastante particular e solitário, até que um dia ele acaba cruzando com ela, uma menina vestida de corvo na peça da igreja local pela qual ele se apaixona completamente e totalmente a primeira vista.

Ela é Suzy Bishop (Kara Hayward, que me lembrou muito a Emma Watson em alguns momentos, assim como a Lana Del Rey -mais uma Bishop…#Fringe), filha de pais advogados que não vivem um relação muito feliz (nem fiel por parte da mãe) em uma casa gigantesca e linda, aquela que observamos no começo do filme e que ela ainda divide com seu gato e seus três irmãos menores, em um cenário onde ela acha que não se encaixa muito bem. Suzy tem uma alma mais sombria, triste até, algo que ela descobre  ser um problema até mesmo para os seus pais, ao encontrar um livro sobre como lidar com crianças problemáticas ou algo do tipo escondido em sua própria casa. Apaixonada pelos seus livros, que ela pega na biblioteca da escola mas nunca devolve de propósito, mesmo sem precisar, a personagem ainda é dona de um temperamento explosivo, principalmente quando se sente ameaçada (ou confrontada) e vive carregando seu binóculo por onde vai, para observar tudo bem de perto, algo que Sam considera como o seu poder especial.

Impossível não encontrar algumas semelhanças entre a personagem e a nossa querida Margot, de “The Royal Tenenbaums”, ainda mais com aquela caracterização toda, com olhos super delineados (nesse caso mais claros, porque ela é bem mais jovem) e um look super 60’s, além de uma personalidade que lembra um pouco a da antiga personagem do diretor em alguns momentos. Mas essa semelhanças ficam apenas para uma primeira impressão, onde apesar de conseguir observar que muito provavelmente o Wes Anderson tenha um tipo certo para esse tipo de personagem em seus trabalhos, ambas conseguem ser bem distintas uma da outra também.

Do primeiro encontro dessas duas figuras adoráveis durante a tal peça da igreja com o tema da “Arca de Noé”, que aconteceu um ano antes do ponto onde a história começa a nos ser contada (onde todas as crianças estão com fantasias lindas e super foufas de animais), surge a relação de amor que eles começam a desenvolver um pelo outro, já que a identificação foi mútua e imediata. A princípio eles vão se correspondendo a distância apenas por cartas (sim, cartas, porque estamos no anos de 1964/1965), até que finalmente planejam uma grande fuga para viver essa história de amor sozinhos enquanto exploram o mundo ao seu redor. E o bacana é ver a certeza que ambos tem de que realmente foram feitos um para o outro, algo que em pouco tempo, nós mesmos passamos a acreditar que seja de fato verdade.

Claro que o sumiço de duas crianças acaba movimentando toda a ilha, que é um lugar super pequeno e nem sequer tem nenhuma rua pavimentada, por exemplo (muito especial também a forma como eles escolheram para apresentar suas locações, outro detalhe adorável!).  Os pais de Suzy vão a loucura ao perceber que a filha que eles já consideravam problemática sumiu, ainda mais depois de descobrir que ela se correspondia com Sam, achando inclusive desenhos de aquarela feitos pelo garoto (lindos por sinal e que aparecem em detalhe nos créditos finais), revelando assim um de seus hobbies e o que acaba realmente preocupando a família é que além das árvores e postes telefônicos que parecem ser o seu forte na aquarela, ele também arrisca alguns nus artísticos bem ousados, ainda mais para a época (rs). Sério, #TEMCOMONAOAMAR a alma velha desse garoto?

Sam, que estava em um acampamento de verão antes de sumir, acaba sendo procurado pela turma de escoteiros liderada por um único adulto, Scout Master Ward, interpretado pelo ator Edward Norton (♥), que muitas vezes é muito menos responsável e bem mais infantil do que os próprios personagens principais do filme, que tem apenas 12 anos de idade, algo que acaba emprestando uma graça a mais para a história. Ele que se sente meio que fracassado ao ter que reportar para a policia local (Capitão Sharp, interpretado pelo ator Bruce Willis) que  ele perdeu um de seus escoteiros e para tentar resolver a situação, ele mesmo acaba liderando uma equipe de busca com os demais meninos do acampamento, para tentar localizar o paradeiro do seu khaki desaparecido. Uma busca que ele espera que seja pacífica, mas pelas armas carregadas pelos meninos (um deles carrega um porrete gigante de madeira,cheio de pregos… #DramaDramático), parece que a coisa não vai ser bem assim… (rs)

Tudo acaba ganhando um peso ainda maior quando em uma conversa com os pais de Sam por telefone, Master W. e o capitão Sharp acabam descobrindo que o garoto na verdade era órfão e seus verdadeiros pais haviam morrido em um acidente no passado, algo que não constava na sua ficha de inscrição dos escoteiros e a atual família que o havia adotado recentemente, não estava mais disposta a cuidar do garoto depois de tudo o que ele já havia aprontado e dizem isso assim, desse jeito, com uma simplicidade escrota. Além disso, com essa nova rejeição, eles acabam descobrindo também através da gélida assistente social interpretada pela atriz Tilda Swinton, que Sam vai acabar indo parar em uma espécie de reformatório, devido as suas várias tentativas de adoção que não deram muito certo ao longo do tempo.

Embora esse elenco com nomes de peso pesadíssimo, ainda mais contando com os pais da própria Suzy, interpretados pelo sempre excelente e figura recorrente nos filmes do Wes Anderson, Bill Murray (♥) e a atriz Frances McDormand, todos eles tem papéis menores, porém fundamentais para o desenrolar da trama, enquanto buscam incansavelmente pela dupla de fugitivos. E os adultos nos filmes são todos infelizes, solitários, algo que fica bem claro que é exatamente do que Sam e Suzy tentam fugir enquanto ainda é tempo.

E enquanto todos eles se empenham a seu modo para procurar pelos meninos desaparecidos, o que nos rende momentos ótimos, como quando os escoteiros acabam achando o casal antes de todo mundo e a Suzy acaba colocando todo mundo para correr com sua tesoura (ela que para a aventura, carrega algumas coisas que ela acha essencial, como seus livros preferidos, o toca discos do irmão, seu gato e a tesoura, por exemplo. Espera só até você ver a minha bolsa, Suzy! rs) , algo que acaba inclusive ocasionando a morte de Snoopy (R.I.P… sim, eles tem coragem de matar o Snoopy. Mas atenção para esse “eles”…), o mascote do acampamento, o ponto alto do longa fica mesmo por conta da história de amor entre os dois personagens principais, que não poderia ser mais foufa, em todos os sentidos.

Primeiro que ambos tem uma maturidade absurda em alguns momentos, ainda mais se você pensar que eles tem apenas 12 anos, mas além disso, a doçura da relação dos dois e a inocência que conseguimos sentir através dela também é algo bastante especial para o longa, ainda mais porque em meio aos diálogos e situações todas em que eles se encontram enquanto estão fugindo, ganhamos um misto excelente de comédia e drama que é outro dos pontos fortes do filme. Em meio a aquela brincadeira que está sendo para os dois acampar nas redondezas (embora nessa hora o Sam leve tudo bem a sério e tenha se mostrado um escoteiro muito melhor do que todo mundo pensava que ele era, inclusive sendo finalmente reconhecido por isso mais adiante na história), encontramos também uma parte bem séria escondida nas conversas dos dois, principalmente quando os personagens dividem um pouco mais de suas bagagens, apesar da pouca idade. Momentos realmente bem especiais e que ganham um toque ainda mais especial com o enquadramento intimista do diretor para os personagens durante essas cenas. (o roteiro também é do Wes, em parceria com Roman Coppola)

A minha conversa preferida entre os dois por exemplo, foi quando Suzy disse que todos os seus personagens preferidos em seus livros eram órfãos (e ela é meio que fã de Sci-Fi) e que ela achava que esse detalhe os deixava ainda mais interessantes enquanto pessoas e que para a sua surpresa, ela acabou recebendo do Sam a resposta de que embora ele estivesse amando a personagem naquele exato momento, ela não sabia o que estava falando. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Na verdade, tudo na relação dos dois acaba sendo bem especial, além de lindo, como as cenas de transição, enquanto os dois procuram o lugar ideal para acampar, antes de encontrar aquela paisagem maravileeeandra da qual ambos se apropriam para viver o amor que eles sentem um pelo outro. E também quando tomamos conhecimento de um pouco do histórico do casal, da época em que ambos apenas se correspondiam a distância, com uma narrativa super foufa e cenas divertidíssimas. Tudo isso preenchido com cenários lindos de serem vistos, diálogos super sinceros e deliciosos e atuações também bastante especiais por parte desses dois jovens atores novatos em meio a tantos figurões (se bem que eles permanecem por um bom tempo sozinhos ou apenas acompanhados das demais crianças). AMEI a cena da dancinha deles no meio da ilha, antes de trocar o primeiro beijo, em uma espécie de ritual para se soltar um pouco mais e criar alguma intimidade um com outro. (♥)

A única tristeza em “Moonrise Kingdom” é que esses momentos que os dois dividem suas experiências sozinhos não chega a durar muito, ou pelo menos não chega a durar o quanto a gente gostaria, porque eu poderia ficar assistindo aqueles dois no meio da floresta por horas, rs. Logo eles são descobertos e a partir disso, a situação fica ainda mais incontrolável quando os pais da Suzy resolvem proibí-la de encontrar o garoto novamente e Sam possivelmente acabaria sendo mandado para um reformatório.

A partir disso, os demais escoteiros acabam comprando a história corajosa de amor dos dois, que acabam se tornando seus novos ídolos e planejam um plano mirabolante para que ambos possam sim viver juntos como desejam. O problema é que uma tempestade devastadora se aproxima da ilha e eles não fazem a menor ideia do perigo que estão correndo vagando naquele naquele lugar durante esse período (praticamente um diluvio). Nessa hora, ganhamos a participação do queridíssimo Jason Schwartzman (♥) na pele do primo Ben,  personagem que é da família de um dos outros khakis e é ele quem acaba colaborando para que o plano de todos eles tenha mais chances de dar certo, além de desempenhar um papel fundamental na união do casal.

E não tem como falar de um filme do Wes Anderson sem mencionar a qualidade estética tão característica do seu repertório, que é realmente algo que chama a atenção de todo mundo em cada um de seus trabalhos, que são sempre carregados de um estilo quase inconfundível nesse aspecto, como obras de arte com uma assinatura difícil de se confundir. Muitas cores, especialmente o amarelo, texturas das mais variadas possíveis. AMO a colcha dos pais da Suzy, cada uma delas com uma estampa diferente, ou quando o personagem do Edward Norton se encontra em sua cabana, com dois tipos diferentes de estampa em xadrez, além de outras padronagens compondo o cenário ao fundo, assim como os vários objetos vintages em cena, um mais lindo do que o outro e todos absurdamente desejáveis. As capas dos livros da Suzy também foram especialmente desenvolvidas para o projeto e aparecem em destaque durante os créditos finais, dando importância para cada um de seus criadores. (adoraria ter feito uma delas. Humpf!)

Outro ponto forte do filme é a trilha sonora, que tem seus momentos, mais o melhor deles, além da cena da dança de frente para o mar ao som da francesa Françoise Hardy (que está na nossa mixtape do finde, claro), temos aqueles discos de vinil que começamos o longa com os irmãos da Suzy escutando na sala de casa, ao som de “The Young Person’s Guide To The Orchestra” (de Leonard Bernstein), que tem uma narrativa explicando e identificando cada instrumento da música que compõe a orquestra ao fundo, algo bem sensacional, além de extremamente educativo, inclusive para um jovem adulto como eu.  Ao final, temos uma outra versão seguindo o mesmo fundamento tocando durante os créditos, essa de Alexandre Desplat (responsável pela trilha sonora do longa) e com a voz do Sam identificando a entrada de cada um dos instrumentos, o que também é bem bacana e revela mais um cuidado dentro desse universo todo tão particular, que acaba deixando o filme com cara de projeto perfeito e dos sonhos. (alias, o filme é todo construído a base de detalhes)

O desfecho da história apesar de não reservar muitas surpresas (e nessa hora ganhamos uma cena até que bem “Fantastic Mr Fox”, não?), acaba nos revelando algo bem especial que só descobrimos ao final do filme, em mais uma aquarela do Sam para a Suzy, que foi um detalhe que preencheu totalmente o meu coração para a despedida dessa história sensacional, que eu não vejo a hora de revisitar em DVD, que certamente fará companhia ao lado dos mus outros filmes do diretor. (estou completamente apaixonado pelo piano vermelho presente na sequência final. Estou numa fase incontrolável de móveis vermelhos…)

Eu diria que “Moonrise Kingdom” é um filme extremamente carinhoso sobre o amor, doce, do tipo para assistir comendo coisas gostosas ao lado de quem a gente gosta sinceramente. Amigos, família, namorados, filhos. Done (✓)

Clap Clap Clap Wes Anderson. Digamos que esse é o seu trabalho onde eu adoraria ter passado a minha infância. (por culpa do cinema, eu sempre quis ter uma casa em um farol em uma ilha qualquer, então…). Passaria a juventude como mochileiro em “The Darjeeling Limited” (e o Schwartzman pode ser meu irmão), a vida adulta ao lado da minha família em “The Royal Tenenbaums” e se algum dia o meu sonho de virar um cartoon finalmente se realizar (apesar de nesse caso não se tratar exatamente de um cartoon, eu sei), eu gostaria de viver em “Fantastic Mr. Fox”. (nesse caso, o George Clooney poderia ser meu pai e assim, finalmente eu teria feito alguma coisa para deixar a  minha mãe feliz, rs)

ps: bem foufo esse kit promocional do filme com todos esses mimos, não? Adoraria ter ganhado um. Humpf! Assim como adoraria ter ido a uma festa de Halloween desse ano vestido de Sam, como o Darren Criss que nós bem mostramos aqui no Guilt e que segundo uma de nossas leitoras fundamento (Tnhks D.!), foi a fantasia preferidas dos hipsters e casais apaixonados para esse ano. Foufos mil!

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Parando tudo em Cannes 2012

Maio 18, 2012

Parando tudo no 65th Annual Cannes Film Festival, temos a Diane Kruger com seu vestido maravileeeandro nesse tecido fluído com cor de sonho!

Höy!

E a cara de confiança do tipo “eu sei que eu deitei todas nesse red carpet meobem”, hein? PÁ!

Ela que não basta ser linda, mas ainda tinha que me aparecer ao lado do nosso Peter Pacey, só para deitar com geral. Höy! (e dizem que tem post sobre a Season 4 de Fringe saindo ainda hoje aqui no Guilt…)

Mas nesse caso eu não gostei muito do modelo não…Sorry!

Temos também o sempre sensacional Ewan McGregor, que continua envelhecendo tão dignamente, que nem se percebe que o tempo passou por ele. Ai ai!

Höy!

Ou a Marion Cotillard, que dizer que ela estava maravileeeandra é quase como repetir sempre a mesma coisa.

Mas que estava maravileeeandra, isso estava! Höy!

E o Bill Murray, que pegou tudo que ele tinha em zadrez em casa, e investiu forte no xadrezismo no red carpet.

Achei exótico, achei ousado e achei que no final das contas, até que deu certo.

Muito bem acompanhado nessas férias

Dezembro 30, 2011

Bill Murray e suas flores partidas, dividindo a minha lata de leite condensado com a Mary & Max, quebrando tudo com o Kick-Ass, continuando odianto o título em português de “A Single Man” do Tom Ford, com a Jualianne Moore e o Colin Firth mais maravileeeandros do que nunca e terminando na companhia do combo magia de ontem, hoje e sempre: Dione Depp, Xude Law, Colin Farrell, Andrew Garfield e aquele que a gente sempre vai sentir saudades (humpf).

Agora me fala se eu estive ou não muito bem acompanhado nesses curtos dias de férias, hein?

Porque eu sou um garoto prevenido, que não sai de casa sem levar o seu agasalho (e alguma diversão, rs)

 

ps: claro que eu já assisti todos eles antes e tem até review de alguns deles aqui no Guilt sabia? 

Mary and Max

Kick-Ass

A Single Man

The Imaginarium of Doctor Parnassus

Fiquei ainda mais apaixonado pelo diretor Wes Anderson e o seu delicioso e fantástico Mr Fox

Maio 31, 2011

No finde acabei assistindo novamente a sempre deliciosa animação “Fantastic Mr Fox”, filme que eu mais do que recomendo para todos e do qual eu já falei por aqui…Se é que alguém não viu ainda, neam? rs

E eu fiquei ainda mais apaixonado por todo aquele universo maravileeeandro quando me deparei com os extras do DVD, com toda a riqueza de detalhes, com aquele trabalho minuncioso da produção do filme e principalmente o respeito do diretor em relação a versão original do livro, inclusive recriando de forma quase que inacreditável, algumas das ilustrações da primeira edição do livro para filme. Clap Clap Clap!

Trabalho de gente paciente e muito, mas muito criativa.

Agora, o que mais me impressionou foi a técnica de dublagem que o diretor usou para fazer o filme, algo nada convencional. Foram todos da equipe + atores (atores tipo o George Clooney e o Bill Murray, Höy) para uma fazenda, tudo isso para recriar o clima do filme, onde eles interpretavam todas as cenas do filme de forma literal para fazer a dublagem. Howcoolisthat?

Por exemplo, na cena em que o Mr Fox observa as fazendas vizinhas pela janela da sua árvore, Clooney que emprestou sua voz para o personagem, fazia o mesmo, usando a casa da própria fazenda como cenário.

E por ai vai, como na cena em que os personagens brigam no escritório, Bill Fucking Murray e George Clooney se atracavam dentro de um escritório da própria fazenda. Até os sons mais esquisitos, como as raposas comendo, ou cavando, eram reproduzidos pelos próprios atores, que comiam como animais  ou cavavam a terra, para reproduzir exatamente a emoção ou a sensação da cena. Um trabalho primoroso, que me deixou de cara e morrendo de vontade de trabalhar com gente talentosa nesse nível.

E o filme que já era maravilhoso para mim, acabou subindo ainda mais no meu conceito, se é que isso é possível. Well Done!

Ghostbusters!

Novembro 11, 2010

Não sou muito fã desse tipo de toy, mas aceitaria o Bill Murray de coração (rs). Euquero!

O fantástico, fabuloso, incrível Mr. Fox

Fevereiro 25, 2010

Tão lindo que me fez rolar de rir. Fazia tempo que eu queria asssistir ao novo trabalho do diretor Wes Anderson que é um dos mais criativos diretores da sua geração e que foi o responsável pelo maravilhoso filme The Royal Tenenbaums que eu gostaria muito de ter o DVD mas parece que ele nunca chegou a ser comercializado por aqui (se alguém quiser ter a minha eterna gratidão é só me conseguir esse DVD original pra mim) enfim, estou falando do filme “Fantastic Mr. Fox”, mas eu  sempre acabava deixando para depois. Mas hoje coloquei meu PJ, garanti os meus doces como companhia e finalmente me joguei e consegui assistir ao filme que eu queria ver tanto desde a mostra de cinema do ano passado. Em meio a esse calor todo que vem fazendo por esse dias, nada melhor do que uma animação diverteeeda para passar o tempo neam?

Conhecendo o trabalho do diretor eu já sabia que deveria esperar um bom filme, mesmo porque eu já havia visto críticas muito boas a respeito da animação. O que eu não esperava era que o filme chegasse a superar qualquer uma das minhas expectativas de diversão para essa noite. E não deu outra, me diverti pencas com o Mr. Fox e seus amigos, fatão!

O filme é baseado no livro que depois de assisti-lo eu fiquei sabendo que é do mesmo autor deCharlie And The Chocolate Factory (que é outro dos meus favoritos) e conta a história do Mr Fox, uma raposa especializada em roubo de galinhas, que se vê tendo que abandonar a sua carreira promissora de ladrão para se dedicar a sua nova função: a de se tornar um pai de família.

E assim ao lado de Felicity (sua esposa raposa) Mr Fox abandona a sua carreira de furtos nas fazendas da vizinhança e passa a trabalhar escrevendo para um jornal. Tudo isso para cumprir o seu papel de pai de família e cuidar do pequeno Ash (seu filho).

Mas Mr. Fox não gosta da sua vida como esta, se acha pobre por morar em um buraco e assim planeja uma mudança em planeja uma mudança em sua vida,  família essa que ápós a mudança acaba crescendo com a chegada do sobrinho Kristofferson, um jovem centrado com vários talentos naturais e logo, Mr Fox se muda com toda a família para uma árvore enorme, com vista para 3 grandes fazendas.

É claro que em pouco tempo Fox, cansado do seu trabalho no jornal e com saudades de sua vida bandida e tendo 3 fazendas  a sua vista todos os dias, se vê tentado e passa a roubar dessas fazendas, por pura diversão.

O que ele não esperava seria a reação dos 3 donos das respectivas fazendas, que unem suas forças e passam a caçar a raposa, que acaba perdendo o seu rabo e tendo que cavar intensamente no subterrâneo junto de toda a sua família para tentar sobreviver. E essa brincadeira de caça passa a tomar conta do filme, com cenas hilárias entre a luta dos demais animais da região em busca da sobrevivência em meio a perseguição dos vilões fazendeiros.

E a  técnica de animação é impressionante nesse filme viu? Os pêlos, texturas e movimentos dos personagens são tão reais que vc passa a acreditar que eles podem ser de verdade (rs). E para quebrar esse clima, algumas cenas de comédia pastelão com movimentos clássicos de animações mais antigas entram em cena e nos trazem de volta para o mundo do Mr. Fox. Imagino que deve ter dado muito trabalho na criação de todos os bonecos, movimentação e pequenos cenários para o filme, mas o resultado deu um ar de simplicicidade para a história, que acaba fazendo com que a detalhada técnica pareça até ingênua para quem esta assistindo. Excelente trabalho!

Os cenários são fabulosos, ricos em detalhes e bem próximos da realidade. Agora imagina só reproduzir tudo isso em miniatura hein? Imagina só o trabalho que isso não deve ter dado? Dramático! Eu diria que a excelência do filme esta nos detalhes que são muitos, que vão desde as roupas dos personagens até as centenas de objetos presentes em cena. Um absurdo uso de criatividade + técnica com uma visão diferente do que estamos acostumandos nos não menos excelentes filmes Disney/Pixar. Uma simplicidade disfarçada eu diria e o resultado é absurdo.

Os personagens são profundos, os diálogos são adultos e os problemas tem cara de comtemporâneos, cara de problemas normais das famílias modernas. As piadas tem um humor simples mas menos direto, mais subjetivo. Gostei da complexidade dos personagens, mesmo os secundários que são apresentados em Latin para a audiência pelo próprio Mr Fox. E as cenas de quando eles estão brigando ou comendo são hilárias e nos faz lembrar de que no final das contas eles são mesmo selvagens.

As reações tmbm são dramáticas e as lágrimas nos olhos chegam emocionar. Digo isso por mim, que achei bem foufo quando Felicity tomada por sua raiva em uma D.R com Fox, acaba arranhando o seu rosto. Foufo mil.

O filho Ash é um personagem excelente a parte, complexado, rude e que esconde, algo que fica “escondido sutilmente” durante o filme. LOVE quando os seus pais vão se referir ao menino como sendo “diferente” dos demais e para isso eles usam uma expressão especial e balançam as patas na altura da cabeça. Euri! E rolei de novo no final do filme com ele com a boca suja de suco fazendo as vezes de batom, deixando uma leve sugestão do seu futuro incerto sendo “diferente”.

George Clooney anda me conquistando ainda mais esse ano viu? Primeiro eu vi “Up In The Air” onde ele ahazou e ganhou indicações em prêmios mil e agora ele dah a voz ao Mr Fox e nos deixa completamente apaixonados pela raposa de rabo removível. LOVE Mr Fox LOVE!

Acho que talvez “Fantastic Mr Fox” seja prejudicado nas premiações pela popularidade absurdamente maior dos seus concorrentes nas categorias animação, mas eu digo que é um dos meus filmes preferidos do gênero e que certamente ganhará um espaço especial na minha coleçán em breve.

O filme ainda conta com vozes emprestadas de Meryl Streep (Felicity), Jason Schwartzman (Ash), Bill Murray (Badger), Eric Chace Anderson (Kristofferson), Owen Wilson (Coach Skip), Willem Dafoe (Rat) e George Clooney Hoy é claro (Mr Fox).

A soundtrack do filme é bem báfu e eu pedi para o Paolo Torrento fazer a phina para mim, mas parece que ele esta tendo alguma dificuldade em encontrar viu? Alguém?

 

Mais do que recomendo, eu exijo que vcs assistam! rs

ps: E imaginem a quantidade de toys que não devem existir por ai hein? Searching now…

Maravileeeandro, agora eu quero todos os personagens, comofaz?

Regra nº 0 – Assistir Zombieland

Outubro 21, 2009

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Todo mundo que me conhece sabe que esse não é o meu gênero preferido, nem de longe porque é claro que eu me assusto fácil e com qualquer coisa, mas desde que começaram a surgir as primeiras informações e imagens do filme que eu fiquei animadeeenho para assistir o filme dos zombies.

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E acabei de assisti-lo, e eu preciso dizer para todos vcs leitores do Guilt que o filme dos zombies é uma das coisas mais divertidas dos últimos tempos ever, prontofalei!

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Sério, esse é um filme que ninguém deveria perder. Sem compromisso nenhum e feito para divertir mesmo sabe? História fácil de ser entendida, sem muita enrolação, rápido e com uma direção bem da moderna.

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Woody Harrelson está bem do engraçado fazendo o seu já conhecido sotaque sulista, meio cowboy machão sabe? Mas esta incrível mesmo assim.

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Agora a maior surpresa do filme (além da little miss sunshine toda descolada e crescideeenha) foi o ator Jesse Eisenberg que narra a história explicando as regras para se sobreviver no mundo dominado por zombies. E o cara é bem engraçado, fikdik.

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Geek, foufo, todo virgem e meio bobo sabe? Aquele papel que todos nós já vimos em algum filme da sessão da tarde, mas que o jovem ator conseguiu explorar bem em seu personagem mesmo assim. E eu acho que ele é o novo Michael Cera, assim como 12 é o novo 20. Euri! Smacks Abigâ!

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Filmeeenho simples, que nem te faz morrer de medo tanto, mas vale para garantir boas risadas com o roteiro e a direção que é bem moderneeenha. Adorei a tipografia (geek mil eu neam?). Detalhe, as cenas do começo do filme são incríveis de maravileeeandras.

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And, sem contar muitos spoillers, o filme ainda conta com uma impagável participação de Bill Murray no papel dele mesmo versão zombie. E preparem-se para muitas referências a Ghostbusters e uma pequena porém invejável performance do sempre incrível e clássico: Os Caça Fantasmas. Chorei lágrimas de diamantes de inveja!

Guilt Denúncia: Bill Murray é meu pai, fatoam!

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ps: eu como sou um cidadão do mundo já assisti ao filme graças a minha ansiedade e fácil locomoção all around the world alôka, mas se vc estiver no Brasil, fom forom fom fom, vai ter que esperar até 04/12! Sorry! Thnks Paul!


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