Posts Tagged ‘Blake Lively’

Não é porque casou quase agora que já pode relaxar, viu Blake Lively?

Setembro 21, 2012

E bastou a Serena casar para ela já se enfiar em uma uggly boots daquelas bem pavorosas e naquela calça de moletom que ninguém deveria usar nunca em público.

Tá pesando que a vida já está ganha só porque casou com uma super-herói, Serena?

Não cuida desse anel verde não para vc ver onde é que ele vai parar…

#NAOTABOMNAO

 

ps: e dizem que ela está grávida, o que ela nega, claro. #MEIAMANHATTANTENSAPORSERENA

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Para deixar todo mundo mais feliz…

Julho 10, 2012

Sim, ela é a garota da capa

Sim, ela namora o garoto da capa

Sim, ela usa maiô com estampa de poá do tipo bem comportado em dia de encontro de férias na casa da família dele

E sim, ela tem celulite. E quem não tem, não é verdade?

E vc que está se garantindo mais ou menos, está pegando quem mesmo?

Achei humano, Blake. Clap Clap Clap!

ps: e aquele Höy de sempre para o Ryan Reynolds, que poderia ter nos mostrado o fundamento em detalhe dessa tattoo na coxa, hein?

#DEFÉRIASTODOMUNDOÉMAISHUMANO

 

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Blake Lively maravileeeandra e com cara de muse antiga na premiere de Savages

Junho 28, 2012

Deitou todas nesse Zuhair Murad couture, não? Höy!

Maravileeenadra!

 

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HICK, o trailer

Maio 3, 2012

O novo filme sobre sexo, drogas e rock n’ roll.

Fiquei até interessado, mas ainda acho difícil encarar a Chloe Moretz como uma jovem adulta…

Confirmou de novo

Outubro 24, 2011

É, não tratava-se apenas uma booty call… rs

Conta pra gente Blake, a lanterna era mesmo verde? (sorry, não resisti a piada infame hein Serena?)

XoXo

ps: mas com esse figurino e a iluminação da foto no truque, fiquei com a impressão de que eles estavam indo acampar, rs

Não disse que significava superação?

Outubro 21, 2011

Primeiro nós observamos a Blake Lively meio derrubada, em um dia de compras daqueles que a gente aproveita para fazer quando termina um relacionamento meio assim…

Depois observamos indícios de uma superação ao término de namoro com o Leo, com ela maravileeeandra e o seu cabelo poder para a vida (sim, mantenha para sempre), maravileeeandra circulando por NY e comprando uma abóbora para o Halloween de logo mais, com a pele boa e um sinal claro e vísivel de superação. Hmm mmm…

(pausa para uma observação para a vida: e todo mundo sabe que piriguetchy feliz é piriguetchy bem _ _ _ _ _ _ )

E agora finalmente chegou a vez da conclusão dessa história de superação, com a Blake Lively deixando o apartamento do Ryan Reynolds, no finde. Significa?

Será que ele esta ensinando o juramento dos lanternas para ela? Ou não havia tempo para se perder nessa hora? (rs)

Eu bem já suspeitava de alguma coisa. Me lembro de ter visto uma entrevista dela na época do lançamento do “Green Lantern”, onde a Blake dizia que adorava sabotar o Ryan no set (tudo isso rindo bem tola, imprimindo uma adolly de 13 anos), levando “cupcakes” para o trailer dele no estúdio, e ainda fez piadinha dizendo que ele não teria um six pack, e sim uns 36 packs. Sei. E sim eu disse “cupcakes” e por “cupcakes” vc pode entender o que quiser, rs.

#CHUPALEONARDO

#CHUPASCARLETT

O melhor cabelo ever da Blake Lively

Outubro 19, 2011

Quando vc consegue imprimir divona, mesmo carregando uma abóbora (sem carinha foufa ainda), é porque vc esta bem, não? Höy!

Melhor cabelo dela ever, mantenha!

E sabe o que isso significa? Superação!

You go girl!

E o que é que a gente faz quando termina um relacionamento meio assim?

Outubro 7, 2011

COMPRAS! (em caixa alta e bold, porque o negócio é sério).

E vc ainda recebe aquela ligação cara de pau da administradora do cartão de crédito, querendo saber se vc foi assaltada, se esta tudo bem, rs.

Agora me fala se não dá vontade de ser super sincera nessa hora e dizer: “Não, não tá tudo bem não. Me roubaram a magia moço, A MAGIA (agora em caixa alta pq vc já vai estar exaltada). Mas vai ficar tudo melhor depois que eu me cobrir de peças novas, por isso não me perturbem…”

E volta a ficar tudo bem, até o dia em que chega a fatura do cartão. DRA-MÃO!

ps: sim, a Blake e o Leo terminaram…

Green Lantern vs Captain America

Setembro 23, 2011

Depois dos trailers de ambos os filmes terem me decepcionado bastante, prometi para mim mesmo que talvez fosse melhor esperar e deixar para ver os dois longas depois…

Como eu costumo não cumprir as promessas que eu faço para mim mesmo e como todo bom nerd e pessoa que sofre com toda a sua curiosidade, é claro que eu acabei me traindo e assistindo os dois filmes, rs.

Resolvi então encarar como una competição, quem levaria a melhor? O dono do anel verde ou o homem do escudo?

 

Green Lantern

Poderia ter sido lançado como game e já estava bom. E  na batalha entre os dois novos filmes dos heróis do momento, o “Green Lantern” acabou levando a pior. (Fom forom fom fom)

Talver tenha sido prejudicado pelo seu próprio universo, muito mais fantasioso do que o do seu concorrente e assim, cheio de excessos de recursos visuais por todos os lados.

Mas sabe quando eles pesam a mão no conceito de efeitos visuais? Então…

Achei tudo exagerado demais e isso me incomodou desde quando foi lançado o trailer do filme. Movimentos artificiais demais para um herói que não parecia de verdade em boa parte do longa. Eu sei que esses recursos são necessários para um filme de ação, ainda mais como nesse caso, tratando-se de um super-herói, mas sempre fiquei decepcionado com essa falta de cuidado e exagero por parte do conceito de direção de arte. Sabe quando vc consegue perceber de longe que o herói não é real e sim um efeito de computador poder? Então, mas poder mesmo seria se esses efeitos passassem quase despercebido, ou fossem pelo menos bem disfarçados, fikdik…

Não vou entrar no mérito da questão quadrinhos vs filme, que apesar de nerd, eu não sou tão conhecedor assim do herói ou dos seus quadrinhos (e tmbm pq eu acho esse tipo de discussão muito chata e o mesmo vale para livro vs filme… sorry). Mas acho que a história foi prejudicada, analisando apenas pelo lado da sétima arte.

Seria muito mais interessante ter gastado mais tempo com a jornada do Green Lantern dentro daquele universo desconhecido, quando ele passa a conhecer o fundamento dos próprios lanternas, algo que poderia ter rendido muito mais. Talvez pelos altos custos, talvez por pura preguiça, mas eu senti que ele decidiu entrar e sair do clube do anel verde com muita facilidade, sem ter muito tempo para ser treinado e assim, assumir a sua função de herói.

Também considero que Hollywood já esta perdendo a hora de reconsiderar o perfil de atores de filmes de ação ou heróis. Não basta ter corpão, não basta ter magia (Höy!), tem que convencer e nessa hora, tanto o Ryan Reynolds quanto o Chris Evans na pele do Capitão América ficaram devendo e muito. Eu diria até que depois do Robert Downey Jr encarar de forma brilhante o seu Iron Man, esse conceito de que basta ser bonitinho e ficar bem dentro de um spandex ficou cada vez mais fraco, revelando o quanto uma boa atuação é importante sempre, ainda mais como falamos de algo com a dimensão do cinema. Algo até que não deveria restar a menor dúvida…

Outro fato que me irrita muito no Green Lantern enquanto herói é o seu poder. O anel podendo se transformar em qualquer arma ou ferramenta que ele precisar pode até parecer muito cool para alguns, mas eu acho bem preguiça. Eu que sou o homem aranha (sim, prazer!) e tenho que ficar saltando pela cidade dentro do meu spandex bicolor (euri), se tivesse o poder do Lanterna, ficaria sentadinho fazendo as unhas e hidratando o cabelo enquanto o meu anel mágico (ui) resolvia tudo por mim. Nesse caso, eu acho que para ser um bom Lanterna, vc só precisa de uma imaginação fértil e um pensamento rápido para resolver todo e qualquer problema da humanidade. Nesse caso, eu acho que me daria super bem no cargo e como é o próprio anel que escolhe o seu dono, fikdik para um próximo representante (alguém com o meu perfil e não eu mesmo, porque não posso acumular funções de herói, rs)

Tanto que com esse tipo poder, ficou bem ridículo quando ele usou uma pista de Hot Wheels mágica para resolver a questão de salvar a sua amada, ainda mais que no começo do filme, temos aquele close bem cretino para vender brinquedo de uma dessas pistas no quarto da criança e assim ainda aproveitando para revelar que talvez aquele objeto de cena em destaque tenha alguma importância para a trama do filme. Super lame…Zzzz

E a Blake Lively como Carol Ferris, hein? Preguiça vai? Não me convenceu em nenhum momento, sorry Serena, xoxo para vc (tenho que dizer que ela sempre faz uma boquinha irritante de quem esta segurando alguma coisa dentro dela mesmo e que sempre me dá uma aflição enorme, porque eu sinto que ela sofre de prisão de ventre, rs).

O saldo final do filme não é positivo, apesar do fato do herói ter uma jóia como a sua maior arma e isso já ser um fator importante a seu favor para todos nós neam? Euri (bling)

Vc tem a sensação de que esta jogando um game durante todo o filme e talvez essa experiência seja até muito mais interessante do que o próprio filme, porque dentro desse universo dos games, nós até aceitamos esses recursos tecnológicos com maior facilidade.

 

Captain America – The First Avenger

Poderia ter sido bem melhor, sim poderia. Já vou dizendo logo de cara, que entre o Ryan e o Chris, eu prefiro o Ryan e não me perguntem o porque. (Höy! E olha que ele tem aquela cara enorme e mesmo assim ainda tem uma mini boca hein? rs)

Sabia que eu achei uma experiência bem melhor? Sim, tenho que confessar que eu gostei mais dessa segunda opção e nesse caso da batalha entre heróis, o Capitão America se deu bem melhor.

Talvez pelo climão antigo, que já é um ponto alto a seu favor, mas a história ficou bem mais interessante com esse detalhe, pelo menos a princípio e eu senti que a construção do herói foi mais bem resolvida nesse caso também, apesar da nova onde de “criatividade comum” que anda rondando Hollywood onde todo mundo resolveu também querer matar o Hitler. Algo que depois do trabalho primoroso e delicioso do Tarantino em “Inglourious Basterds” eu acho até vergonhoso que alguém tente fazer melhor. Eu pelo menos já me sinto realizado e bem vingando com a versão do Tarantino e acho que basta, já deu.

Desde o começo, acompanhamos um pouco da trajetória do Steve Rogers até o momento em que de fato ele se transforma no Capitão America e isso foi bem bacana. Tudo com muito mais calma do que em “Green Lantern” por exemplo, com muito mais detalhes, onde vc vai ganhando aos poucos a simpatia pelo personagem, entendendo melhor por onde ele passou para se encontrar naquele momento da sua vida e assim, vamos conhecendo muito melhor a sua história.

Nesse caso, apesar dos efeitos visuais também serem utilizados como recurso (e não tem muito como fugir disso em filmes de heróis), da para perceber que rolou um cuidado maior com a direção de arte e isso é notável logo de cara, quando toda a magia do Chris Evans se encontra resumida em um corpo frágil do Steve Rogers no começo de tudo. Nessa hora, eu só acho que deveriam ter aplicado um truque naquela voz toda, que parecia demais para aquele rapaz frágil, soando como se o personagem estivesse sendo dublado. (não me lembro desse detalhe nos quadrinhos, então…)

Também não seria possível abusar dos efeitos nesse caso, porque o filme se passa em uma outra época, nos 40’s e é preciso manter alguma dignidade para tentar parecer real, não é mesmo?

Aliás, o clima antigo dos anos 40 é delicioso no filme, desde os figurinos com fundamento militar e um estilo pin up comportada para as mulheres,  até as ruas movimentadas do Brooklyn antigo.

Figurino esse que eu tenho que dizer que achei uma ótima resolução no caso do outfit do próprio Capitão America. A cor certa, o tecido mais pesado e nada de spandex (apesar de que…rs). Um herói retrô eu diria, que mesmo caricata quando o governo se aproveita da sua imagem para promover a guerra, conseguiu manter uma certa dignidade para o personagem, mantendo-se fiel ao período em que a história estava sendo contada. Excelente!

Outro ponto a favor do filme foi o elenco. Pencas de participações de atores consagrados do cinema e uma Peggy Carter (Hayley Atwell) muito mais convincente do que a Carol Ferris da Serena (euri) e ainda de quebra, um vilão bem mais interessante de ser visto, o Red Skull, vivido pelo Hugo Weaving, o eterno agente Smith/Priscilla (euri).

Aqui, além do vilão ser mais interessante do que o Hector Hammond do Peter Sarsgaard que é um ótimo ator, diga-se de passagem e que não teve muito tempo ou profundidade para evoluir em “Green Lantern”, o Red Skull acabou tendo um destaque maior para a construção e evolução do seu personagem de vilão, que ficou muito mais envolvido com a história apesar do seu desfecho ter acontecido até que de forma fácil demais para alguém que tinha os poderes semelhantes ao seu adversário.

Mas talvez eles tenham usado um pouco de tempo demais construindo a imagem do Capitão America no filme e tenham deixado um pouco em segundo plano demais as cenas de ação, que estão presentes no filme, mas que nos são apresentadas sempre meio assim. Se tivessem acelerado um pouco mais o processo de transformação (que durou 1h20 minutos no longa), talvez tivesse sobrado mais tempo para uma batalha mais intensa e com mais níveis de dificuldade para o herói, inclusive para a batalha com o seu maior inimigo até então. Senti mesmo a falta de uma grande luta, ou um confronto que tivesse começo, meio e fim, humpf!

É claro que como em todo filmes, a gente adora apontar as falhas neam? Nesse caso, eu gostaria de comentar dois momentos envolvendo a maior arma do Capitão America, que é o seu escudo (além da sua bondade, Zzzz). Como é que nenhum inimigo viu aquele escudo antigo nada discreto que contrastava claramente com todo o cenário, quando ele foi sozinho tentar salvar os soldados americanos e procurar o seu amigo Bucky? Hein? E como é que depois, naquela perseguição no meio da floresta e de moto, todo mundo só atirava no escudo (dessa vez o novo e definitivo) e ninguém pensava em mirar nas pernas ou no pneu da moto, por exemplo? Recursos da ficção que eu não consigo entender…

Um recurso que funcionou melhor nesse caso também foi o humor. As piadas funcionaram melhor e o sarcasmo dos diálogos foi melhor aproveitado. Até ganhamos uma nova expressão para o antigo “estão se pegando” que agora é “estão fazendo fondue”, rs. Fondue for Two (Glee Feelings)

E esse recurso de humor vale a pena ser creditado ao próprio Chris Evans, que já provou desde o “Fantastic 4” que ele consegue ser um cara engraçado, mesmo que continue sendo bem canastrão enquanto ator. E talvez falte isso para o Ryan Reynolds, se decidir se ele consegue olhar para o seu passado de comédias escrotas e tirar alguma coisa de bom disso, ou encarar de vez essa nova fase de “atorzão”, mas que para isso ele ainda vai precisar se eforçar e muito (sorry). Nesse caso, acho o Chris Evans melhor resolvido.

O filme realmente peca pelo final, que tem uma resolução até que simples demais com aquele salto no tempo de 70 anos e que coloca o Capitão America pisando na Times Square de hoje. Mas eles precisavam de algum jeito encontrar um link para colocar um herói do passado no atual presente e tudo isso por culpa do “The Avengers”, que eu espero que valha bem a pena e confesso também que esse detalhe sempre foi algo que me preocupou: como colocar heróis de diferentes contextos e épocas em um mesmo tempo e lugar? Bem, acho que ano que vem a gente finalmente descobre.

Ainda assim, vale muito mais a pena assistir ao homem do escudo poder, do que optar por aquele com a jóia mais brilhante, mesmo que seja mais atrativo, mas acreditem, não se enganem, porque aquilo não é esmeralda. Humpf!

Para alegrar o dia de todas…

Setembro 5, 2011

BOO!

Tá pensando que é só vc que tem aquele dia meio assim?

#NAOTABOMNAO


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