Posts Tagged ‘Blondie’

Porque o Norman Reedus e o seu Daryl são a melhor coisa de The Walking Dead?

Março 14, 2013

Porque quando ele se vê de cara com uma mulher como a dona Deborah Fucking Harry, ele não se faz de rogado e vai logo fazendo a tiete. Claro. E quem não faria exatamente o mesmo mas talvez não conseguisse conter a emoção no olhar e ou o corpo inteiro tremendo ao som de “Dreaming” no último volume right now? (todos os dedos apontados exatamente na minha direção)

#TEMCOMONAOAMAR, ou invejar e ou amar mesmo assim? Höy!

(♥)

ps: como nos meus sonhos, na minha imaginação, quando encontro com alguém que eu realmente gosto, automaticamente nos reconhecemos e nos cumprimentamos pelo primeiro nome.  – “Debbie”! ” – Essy”!

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Músicas para o finde Vol.82

Março 2, 2013

Mixtape 82

Finde com cara de finde, tem que ter mixtape. E algo me diz que a dessa semana está bem boa. Sério.

♥  Entertainment < Phoenix > Do  novo álbum do Phoenix, “Bankrupt!”, inteiro bem bom

♥  Two Cousins < Slow Club > Sabe quando você se vê completamente apaixonado por uma trilha? Então, o meu caso atualmente com a do filme “Not Suitable For Children”

♥  Radioactive < Imagine Dragons > Uma das bandas “novas” que todo mundo deveria conhecer. E sim, “It’s Time” e “On Top Of The World” são deles também. 

♥  Lonely Boy < The Black Keys > Não, eu não estou tentando fazer nenhuma auto referência com essa faixa sensacional do Black Keys, rs

♥  Dreaming < Blondie > E sim, eu ando altamente influenciado no meu fundamento antigo pela trila 80’s de The Carrie Diaries. Me julguem. 

 

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Músicas para o finde Vol.67

Junho 2, 2012


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Cá estamos na nossa mixtape de número 67. E se eu fosse vc eu ficava para dançar, porque nesse finde tem até Keane novo, tsá?

 

♥  Sovereign Light Café < Keane > Já disse para vcs o quanto eu AMO Keane? AMO a ponto de ter incluído uma de suas faixas no meu desfile de despedida/formatura da Faculdade.  Fiquei super emocionado com esse single novo que acaba de sair (com vídeo, que eu vou aproveitar para mostrar depois) e é maravileeeandro. Sem contar que o Keane foi o responsável por um dos shows da minha vida. Sem brincadeira e falando bem sério. AMO! (lembrancinhas…)

♥  Fixin to Thrill < Dragonette – Cavaliers of Fun Anagramme Remix > Deliciosa para dançar. E tocou no último episódio de Girls (não nessa versão, mas que é a minha preferida)

♥  The Truth < Pnau > Essa vale a pena ver  o vídeo para acompanhar

♥  Another World < Antony and the Johnsons > A voz do Antony consegue me emocionar em qualquer situação ou a qualquer momento do dia, tenha ele sido puxado ou não…

♥  I Feel Love  < Donna Summer cover by Blondie > Porque cover animado e com fundamento é sempre uma delícia

Damages recuperando o fôlego e Breaking Bad melhor do que nunca em 1, 2, 3, 4

Agosto 12, 2011

Ambas as séries estão na sua Season 4 e ambas no episódio 4. E parece que o número trouxe coisas boas para as duas.

Damages por enquanto continua devagar, arrastada demais até. Todos nós já entendemos que a High Star é a vilã da história e só agora descobrimos o que de fato eles fazem.

Antes tarde do que nunca, mas o problema é que até agora não empolgou como costumava empolgar nas temporadas anteriores e eu sinto muito por ter que dizer isso,  viu Patty Hewes?

Estava esperando que depois do quase cancelamento, eles voltassem com mais força. Mas até agora, não me pareceu que esse foi o caminho escolhido para essa volta por cima, humpf!

Patty brincando de “mãe” de sua neta, procurando o filho fugitivo que agora é um traficante bem sucedido (Zzzz), Ellen tentando resolver o caso do boy magia que partiu o seu coração no colégio, sempre com um cabelo muito bem escovado e com cara de antigo (rs) e a High Star figurando como grande vilã da temporada.

Confesso que eu já estava fincando meio assim com essa volta de Damages

Até que nesse episódio (4×04  Next One’s on Me, Blondie), eles fizeram um cena belíssima, onde de um lado temos o discurso político/religioso do homem por trás da High Star, a empresa mega evil da temporada (que eu ainda acho que precisamos de mais detalhes para acreditar nessa maldade toda), enquanto do outro lado, lá no Afeganistão (pobrinho de produção), temos o Sanchez sendo torturado ao som das palavras do homem de fé “bondoso” que autorizou a sua tortura. E o pior de tudo é descobrir que toda aquela maldade foi em vão, uma vez que o outro vilão da temporada (que eu não entendi ainda o porque de tanta influencia no caso, mas…) já havia conseguido o que queria, ou seja, nem precisava apelar para a covardia.

E essa cena valeu a pena e foi importante para nos lembrar do porque nós ainda assistimos a série.

Outro momento importante foi a brincadeira com o estereotipo de terrorista, que eles brincaram com o preconceito que quase todo mundo ainda carrega a essa altura, com uma cena que certamente fez todo mundo pensar em uma outra resolução, muito mais óbvia e recheada de preconceitos escondidos dentro de todos nós, até que de fato fosse mostrado do que realmente se tratava tudo aquilo, revelando na verdade o mocinho da história, que todo mundo julgou como vilão apenas pela aparência no decorrer da sequência. Achei que foi um tapa na cara da sociedade americana (e mundial).

Mas sabe do que eu mais estou sentindo falta nessa temporada? Do climão tenso que Damages sempre nos trouxe, com aquelas cenas aleatórias de suspense, que no final ajudam a construir a resolução do enigma da temporada e que quase nunca a gente acerta o que ainda esta por vir. Por enquanto estou achando tudo um tanto quanto óbvio e disso eu não estou gostando, sinceramente.

Mas senti que com esse final de episódio, talvez eles estejam recuperando o fôlego. Torço por isso.

Agora, em Breaking Bad o ritmo lento que se encontra a temporada é justificado pela nova fase dos personagens, que é a adaptação a suas novas condições de vida.

De um lado temos Jesse, tentando parecer frio para não surtar de vez pelo fato de ter se tornado um assassino. Disfarçando todo o seu medo contido em festas intermináveis, reunindo todo mundo em sua casa o tempo todo só para não ter que ficar sozinho e quem sabe ter que pensar no que ele fez. Jesse quer demonstrar que agora que ele é capaz de matar ele já não sente mais nada. Mas fica bem claro na interpretação merecedora de uma nova indicação ao Emmy/Globo de Ouro do ator Aaron Paul que isso não é lá muito verdade e que lá no fundo, ele não esta conseguindo lidar com essa situação.

E do outro temos Walter, tendo que enfrentar a família e tendo aulas de “comportamento” com a sua ex mulher Skyler, tudo para sustentar a grande mentira que eles criaram para se safar dessa situação. Alias, ótimos momentos os dois vem dividindo nessa temporada hein? Como a deliciosa D.R que eles tiveram nesse episódio, enquanto “atuavam” em uma espécie de ensaio para a sua nova vida. Uma delícia de texto.

Walter além de tudo se sente desconfortável com a câmera de segurança no seu “escritório”, se sentindo ameaçado o tempo todo e cobrando o profissionalismo de todos a sua volta. O mais legal da série é que apesar de todo o seu envolvimento com o mundo do crime, Walter ainda não se deu conta da sua condição dentro daquele universo e encara tudo aquilo como um trabalho sério, como se estivesse em uma empresa qualquer. Profissional, não?

O quarto episódio dessa temporada (4×04 Bullet Points)  girou em torno de um jantar em família, com Walter tendo que encarar todos na mesa de jantar e contar a sua nova mentira (só que dessa vez com o aval e participação da sua ex), sobre ser um jogador compulsivo e que enriqueceu por esse motivo, tudo isso para tentar justificar de onde veio todo o seu dinheiro. E parece que eles acreditaram nessa história, pelo menos por enquanto.

Teria dado tudo certo, se não fosse a descoberta de que o seu cunhado esta novamente a um passo de desmascarar quem seria realmente o tal Heisenberg, o rei da metanfetamina, uma vez que ele continua ligado ao caso e que agora possui até o diário de bordo das operações do químico que fez a passagem pelas mãos do Jesse. Ten-so!

Aquele momento com o “WW” anotado no diário do químico que foi assassinado, foi um dos pontos altos do episódio. WW oe que mesmo? Willy Wonka ou Walter White? (rs)

Uma delícia de episódio, do tipo que vc torce para não acabar logo. E que para o nosso desespero, termina com o Jesse sendo levado para o meio do nada, pelo leão de chácara do olho torto e agora com a orelha destruída do Gus. Tenso!

Sem contar que ainda tivemos um momento sensacional de desabafo do Walter com seu advogado, fazendo piada com o estilete assassino do Gus. Euri

E para quem ainda não se convenceu que o episódio foi excelente, basta assistir a cena de abertura para entender o pq que Breaking Bad é uma das melhores séries no ar atualmente, fikdik


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