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Happy (Blue) Valentine’s Day, Ryan Gosling!

Fevereiro 14, 2013

ryan-gosling

Porque não custa nada sonhar, não é mesmo? (♥)

Se trouxer chocolates e ou flores, teremos uma DR, porque somos mais que isso. Melhor já deixar até avisado.

Preferimos um date tipo “Blue Valentine”. Mas imaginamos outro final para ele… (porque somos otimistas e imaginamos que a nossa relação pode dar certo por mais tempo, tipo para sempre e mesmo que não der muito certo, isso se você não se importar de viver amordaçado, claro, rs – Brincadeira, somos totalmente equilibrados. Sério, talvez seja melhor não pensar muito nesse parentese… esqueça tudo que você acabou de ler Ryan, somos absolutamente normais! – crazy eyes)

Considerando até comprar a linha de roupas que a tal da Evil Mendes vai lançar, só para fazer um protesto, vestindo tudo o que de mais horrorendo ela tiver para mostrar (e temos certeza que vão sobrar opções) e gritar #INYOURFACE: “Is that what you want? Is that what you like? Hum?” (Bronx accent)

Sim, somos dramaticamente passionais. Höy!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

The Modern Guilt Awards 2011, a premiação mais aguardada do ano!

Dezembro 31, 2011

Nada é mais tradicional no universo das premiações do que o nosso The Modern Guilt Awards, na-da.

Esse ano em sua 3ª edição, a melhor premiação de todos os tempos vai contar com a apresentação do Ricky Gervais, porque o seu humor é o que mais se aproxima ao humor cretino e ácido do Guilt, por isso, nada melhor do que ele para ser o nosso hostess, não?

E como o The Modern Guilt Awards é uma premiação pouco democrática, recheada de favoritismos, coisas que nós sempre levamos pelo lado pessoal, além de ser completamente parcial,  preparem-se, porque esse ano nós estamos UNFIRAH!

Então prepare o seu tux (meninos e meninas), segure o seu cosmo e vamos mostrar de uma vez por todas para o Oscar, o Tonny, o Emmy, o Grammy e o Golden Globe, como é que se faz uma premiação sensacional.

 

Höy do ano> Ryan Gosling, o boy magia do momento

Já vamos abrir a premiação com o que importa, não é mesmo? Höy!

Depois de dois anos consecutivos da categoria seguir para o nosso representante máximo da magia sueca, chegou a hora de aceitar que temos um novo boy magia e 2011 foi o ano dele: Ryan Gosling. Höy!

O ator figurou inúmeros posts no Guilt durante esse ano, seja com suas caretas foufas e a pose que já ganhou oficialmente o seu nome, seja dando um beijeeenho invejável no diretor do seu filme em Cannes, apartando brigas em plena NY, figurando lindamente ao lado do seu George, ou no que realmente importa, que são as suas atuações deliciosas, como em “Drive”, “Blue Valentine” ou na surpreendente comédia romântica “Crazy, Stupid, Love” e até mesmo no filme que eu assisti tardiamente, “The Notebook”. Ryan conseguiu tomar o posto de boy magia do ano para ele mesmo, provando que é muito mais do que um simples “HÖY” em caixa alta e bold.  Realmente, não teve quem não se rendeu a magia do Ryan Gosling em 2011.

Mesmo tendo nos decepcionado de um certo tempo para cá com suas escolhas meio assim no amor, não tem como negar que foi dele o maior feitiço do Guilt no ano de 2011 e que ele foi quem nos deu mais motivos para gritar Höy durante esse ano todo.

Portanto, vamos lá leitores, todos juntos no 3…1, 2, 3 : Höy!

 

Maravileeeandra do ano> Michelle Williams

O cabelo curto bem curto mais lindo do ano. Sem contar que em 2011, ela usou os melhores looks de red carpet e realmente deixou a concorrência morrendo de inveja com todo o seu fundamento.

Maravileeeandra!

 

Maravileeeandro do ano> Rick Genest

E o zombie boy foi outro que roubou a cena surpreendentemente, fugindo completamente de qualquer esterótipo de beleza e provando que mesmo assim, sem ser nada óbvio, o seu fundamento é sim um dos mais lindos do momento.

Maravileeeandro!

 

Listen Up do ano> Adele, 21

A gente leva um pé na bunda e vai para o shopping gastar o que não deve no cartão de crédito, se joga na buatchy com as amigas ou escreve um post magoado no próprio blog cheio de mensagens subliminares (não que eu faça isso, tisc tisc). No entanto, quando a Adele passa pela mesma situação que é sempre meio assim para todo mundo, ela faz um álbum sensacional como o seu “21”, bem mais maduro do que o seu “19″, muito mais profundo e super magoado, que a gente cansou de ouvir durante 2011, faixa por faixa. Músicas que tocaram em tudo quanto é lugar, fizeram parte das nossas mixtapes do ano, tocaram nas nossas séries preferidas e até cometeram o crime inafiançável de colocar uma das melhores faixas do “21” em uma novela de horário nobre, algo que eu considero imperdoável!

E eu bem acho que parabenizar a Adele pelo seu álbum sensacional é algo que todo mundo já fez apenas ouvindo e amando o seu trabalho, mas o que a gente precisa mesmo fazer agora é agradecer o canalha responsável por toda a mágoa da nossa muse, que se não fosse ele e suas canalhices, talvez nós não tivéssemos tantas músicas deliciosas para nos acompanhar em 2011. Por isso: Thnk U Asshole!

Como o prêmio de álbum do ano é dela sem a menor dúvida, nada melhor do que aproveitar esse momento para o primeiro musical do nosso The Modern Guilt Awards 2011, com a minha versão preferida de “Someone Like You” direto da casa da própria Adele, de quem a gente adoraria se tornar íntimo de Oliveira, a ponto de tomarmos chá das cinco juntos nessa sala, dividindo todas as nossas desilusões no amor, que não são poucas, hein? rs

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Homeland

Tudo bem que eu decidi declarar empate nessa categoria, ou mais ou menos isso.

Realmente a Season 4 de Breaking Bad foi bem sensacional, com toda a série até agora. Continuo achando que o Aaron Paul reinou durante essa Season 4 com o seu Jess que todos nós amamos e não consigo entender como seu trabalho dessa vez não foi reconhecido em nenhuma premiação de séries de tv. E conseguir o feito de aparecer mais que o Bryan Cranston em uma série como Breaking Bad, não é para qualquer um.  Sem contar que a temporada ainda terminou de forma explosiva, literalmente e agora só nos resta esperar pela última temporada de uma das melhores séries de todos os tempos, que encerra definitivamente suas atividades em 2012.

Até que, perto do fim do ano me chega a novata Homeland roubando completamente a cena, com uma Claire Danes enlouquecida, bipolar, competente  e totalmente sem limites, na pele de uma agente da CIA, contracenando com um inimigo terrorirsta tão bem construído, que vc chega ao final da temporada torcendo para ambos os lados, sem ter o menor peso na consciência. Uma temporada tensa, no melhor estilo Breaking Bad de sempre, cheia de surpresas e reviravoltas, além de um final para deixar qualquer um com o coração saltando pela boca de tão tenso que foi.

Por isso a Season 4 de Breaking Bad fica com o prêmio de série dramática do ano, mas Homeland vem no empate quase técnico, como a melhor série dramática porém estreante do ano de 2011.

ps: vale dizer também que Grey’s Anatomy, do alto da suas Season e com altos e baixos por todo esse caminho, recuperou totalemte o fôlego e tem feito uma temporada digna e que merece ser lembrada porque está realmente muito boa. E esse ano ainda tivemos Game Of Thrones, uma série grandiosa, corajosa e também deliciosa.

 

Euri do ano> Parks And Recreation

A série que começou com o status talvez injusto de “o novo The Office” (embora seja dos mesmos criadores/produtores) vem provando que é realmente uma das melhores comédias no ar atualmente, sem a menor dúvida.

Atualmente em sua Season 4, que ainda não está encerrada, Parks And Recreation vem conseguindo fazer uma constante de episódios sensacionais, sempre muito engraçados e ainda com um toque a mais de foufurice.

Sem contar que aquela cidade de Pawnee é recheada de figuras divertidíssimas e todos os personagens, por menores que sejam, tem os seus momentos pra lá de especiais, com piadas fora do comum.

E a Amy Poehler é a minha comediante do momento, enlouquecida, boba e apaixonante na pele da sua Leslie Knope, por quem eu torço que um dia chegue a posição de Presidente dos EUA!

Fora isso, tivemos uma Season 3 praticamente colada com a atual Season 4, outra temporada tão sensacional quanto essa e por isso, acho que nenhuma outra série me fez rir em tantos episódios praticamente seguidos entre uma temporada e outra como Parks And Recreation.

ps: mesmo tendo escolhido P&R como melhor comédia, vale dizer que Community continua ótima, Modern Family voltou a boa forma e tem feito uma temporada igualmente excelente e Raising Hope continua que é pura foufurice. 

 

Relação de amor do ano> I ♥ Doctor Who

Esse ano eu resolvi fazer algo de diferente…brincadeira, eu resolvi mesmo é deixar a preguiça de lado e fazer uma maratona em uma das séries que eu sempre tive vontade de assistir, mas que sempre acabava deixando para depois.

E essa série era “Doctor Who”, que eu comecei a assistir a partir da Season 5, até o final da Season 6 (que encerrou esse ano) e descobri a minha paixão do momento, em uma espécie de relação de amor a primeira vista.

Sério, nunca fiquei tão apaixonado por uma série como fiquei por Doctor Who e o seu 11° Doctor, interpretado pelo ator Matt Smith (AMO, Höy!), na pele to doutor mais foufo de todos os tempos, a bordo da sua TARDIS, a máquina do tempo mais sensacional ever e na companhia do casal magia dos Ponds, personagens por quem eu também sou completamente apaixonado.

E a nossa relação de amor é tão grande, que eu morro de ciúmes do Doutor, fico todo arrepiado com a música de abertura (que é o toque do meu celular) e acho a série apaixonante, em todos os sentidos. O tipo de série que eu tento viciar todo mundo que eu gosto, fato.

AMO tanto Doctor Who, que já estou até me preparando psicologicamente (com um ano de antecedência pelo menos) para a despedida do 11º Doutor, que por mim, ficaria no seu posto para sempre.

Talvez eu goste tanto do Matt Smith como o Doctor Who porque foi com ele que eu conheci a série. Mas só sei que para mim, ele será para sempre o meu Doctor Who. (só meu, rs)

ps: e gravatas borboletas são muito cool! (piada interna)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de The Walking Dead, humpf…

Todo mundo esperou muito por essa nova temporada de The Walking Dead, mesmo depois daquele final meio assim da temporada anterior, que já poderia ser um sinal do que viria por ai…

Até que a Season 2 começou, lenta, arrastada e foi ficando cada vez mais devagar…

Quase nada de importante aconteceu, ou personagens acabaram se tornando insignificantes ou pouco importantes e eles ainda insistem em fazer episódios com poucos ou nenhum zombie. Humpf!

Assim não dá, não?

Detalhe…a Andrea, a personagem mais odiosa de toda a série, continua viva. Vi-va! Dá para acreditar? (rs)

Mesmo salvando tentando salvar (e quase conseguindo, porque aquele final foi bem bom) essa primeira metade da Season 2 nos últimos 5 minutos, The Walking Dead ainda precisa melhorar e muito, ou muita gente vai acabar abandonando a série, porque está ficando cada vez mais puxado.

 

<Pausa para o comercial>

Que nesse caso é melhor do que o vídeo de “The Edge Of Glory” da própria Lady Gaga, sem a menor dúvida.

Voltando à premiação…(rs)

 

Popcorn do Ano> Não consegui me decidir apenas por um nome. Sorry!

Esse ano eu acabei assistindo tanta coisa boa, que eu não consegui chegar a nenhuma conclusão quanto ao melhor do ano. Mesmo assim fiquei com bastante orgulho de mim mesmo, que perdi pouco tempo com coisas tolas durante 2011 e acabei fazendo ótimas escolhas no cinema.

Por isso, separei 3 filmes, que foram os que mais me deixaram emocionado (por motivos diferentes) em 2011:

 

Tree Of Life

Porque eu amei a narrativa de “Tree Of Life”, a forma como a história nos foi contada e aquele banho de imagens sensacionais e inspiradoras das quais a gente não vai se esquecer tão cedo, mesmo achando que o longa poderia ser mais curto. Um filme extremamente sensível, que me deixou com os olhos cheios, em todos os sentidos.

 

Midnight In Paris

Porque uma viagem aos anos 20, guiada pelo Woody Allen e em meio a figurões das artes e da literatura antiga, não é para qualquer um. Sem contar que “Midnight In Paris” é um filme leve, divertido e sensacional, em todos os sentidos e que mesmo assim ainda vai te fazer pensar, o que é sempre bom.

 

Submarine

Porque eu achei “Submarine” um dos filmes mais deliciosos que eu assisti durante esse ano, mesmo com o IMDB dizendo que o longa é de 2010, humpf!

Uma história foufa sobre o primeiro amor de um garoto, com trilha do Alex Turner do Arctic Monkeys e um perfume de Amélie Poulain. E qualquer semelhança entre o meu personagem na vida real e o Oliver Tate é mera coincidência, rs.

E vamos aproveitar o assunto, para mais um momento musical da nossa premiação, agora com um clipe direto do filme “Submarine”, com “It’s Hard To Get Around The Wind”, que faz parte da trilha do filme.

ps: mas esse ano, ainda tivemos delícias deliciosas como “Beginners”, “Like Crazy”, “Melancolia”, “Drive”, nos despedimos do Harry Potter, além de “Last Night”, que eu também AMEI e “Blue Valentine”, que também é do ano passado, mas nós só vimos esse ano, humpf!. Isso sem contar as nossas deliciosas voltas de bicicleta ao lado do Cyril ultimamente e o fato de fecharmos o ano muito bem acompanhados do delicioso novo filme do Almodóvar.

 

Foufurices do ano> Kingston + Zuma +Violet + Seraphina +Archie + Abel

Sempre eles não? E esse ano, tivemos duas novas aquisições de foufurices, com a entrada do Archie e do Abel para essa turma dos nossos querideeenhos.

Todos eles estão crescendo e todos estão ficando cada vez mais foufos.

E enquanto eles vão crescendo, nós vamos torcendo para que quando chegar a nossa hora, que os nossos babys sejam tão foufos quanto todos eles juntos.

 

Da série de casais que nós amamos do ano> Kate Moss & Jamie Hince

Não bastava eles serem o casal magia que são, mas eles ainda tinham que fazer o casamento mais recheado de fundamento dos últimos anos, neam?

Confesso que mesmo sendo o casamento dos sonhos de qualquer um, eu fiquei muito mais feliz pela Kate do que com inveja (mesmo da boa), rs.

Tipo covardia!

O que nos traz a mais um dos momentos musicais da nossa premiação, com o The Kills e a sua deliciosa “Baby Says”

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano>  Velorbis, as bicicletas dinamarquesas poder + tudo da Rodarte

Porque não teve nada que eu mais desejasse durante esse ano do que uma bicicleta dinamarquesa dessas do tipo poder e na cor cyan (que eu também aceitaria em vermelho, só para constar para os representantes da marca no Brasil, rs). Humpf!

Outro desejo de consumo que me atormentou o ano todo foi essa coleção sensacional para meninos da Rodarte. Totalmente Maravileeeandra!

 

Capa do ano> Harry Potter para a Entertainment Weekly

E não teve melhor capa nesse ano de 2011 do que a capa foufa da Entertainment Weekly com o Daniel Radcliffe no começo de tudo.

(Suck it Vogue!)

 

<Pausa para mais um comercial>

Que dessa vez te desafia hein Kyle Minogue? Vc acha mesmo que sabe dançar? (tisc tisc…sou ótimo no Kinect…tisc tisc)

Só sei que depois desse vídeo, toda vez que eu vou na Starbucks e faço o meu pedido,  eu dou o meu nome como Kylie Minogue, ou Princesa Beyoncé, e se algum dia vcs ouvirem eles chamando por um desses dois nomes, saibam que eu estarei por perto, rs.

 

Catwalk do ano> o desfile da Louis Vuitton que deixou todo mundo emocionado

Simples, clean e maravileeeaandro!

 

Eu sou ricah do ano> A moda e o seu bom humor

Porque não tem nada mais cafona do que marca sem humor que continua apostando na postura esnobe, em um momento que todas sabem que todo mundo esta quebrado, não é mesmo?

Reforçando esse conceito, esse ano tivemos a Lanvin, com o Alber Elbaz ensaiando uma coreô bem animada em uma das campanhas da marca poder

Uma Marion Cotillard enlouquecida pelas bolsas da Dior

E a Donatella provando que além de tudo ela é muito bem humorada, mas na casa dela manda ela hein? rs

 

Uncategorized do ano> R.I.P Amy Winehouse

Sabe aqueles momentos que vc se encontra sem palavras.

Um dia triste, mas não como outro qualquer…

E agora vamos a mais uma apresentação do nosso The Modern Guilt Awards 2011, onde dessa vez ficamos com a Lana Del Rey e a a sua “Video Games”, outra das nossas músicas preferidas durante esse ano de 2011.

 

Prontofalei do ano> Easy A+

Que foi o dia em que eu me tornei um jovem pós-graduado e mostrei um pouco do meu own fundamento para vcs (como se eu já não fizesse isso todo dia neam? rs), o que não deve ser interessante para muita gente, mas importa pra mim, rs.

 

Post com o título mais cretino e que eu mais AMEI desse ano> Grifinoria, Corvinal, Sonserina ou Lufa-Lufa

Juro que as vezes eu fico com vergonha de mim mesmo, rs. (mas logo passa e eu morro de rir)

 

Xoxo do ano> A propaganda nova da Coca-Cola

Porque a propaganda pode ser linda, mas todo mundo sabe de onde veio esse fundamento.

E agora mais uma apresentação, de outro hit aqui no Guilt em 2011, que foi “Call It What You Want It” do Foster The People, que todas amam!

 

Trucão do ano> Vem para o mundo Adam Levine!

Porque o que a gente não é capaz de aguentar nessa vida por uma chance na capa da Vogue ou para tentar descobrir o segredo de Victoria, hein?

 

Toda cagada do ano> Katy Perry no VMA 2011

Porque falar da Riwanna já ficou até chato e com a Vanessa Hudgens ninguém se importa e só por isso, o prêmio de toda cagada desse ano de 2011 vai para a Katy Perry.

E não teve quem não tenha ficado constrangido por ela dutante o VMA 2011, onde a nossa Katy resolveu fazer a Lady Gaga (quando nem a Lady Gaga fez questão de fazer a Lady Gaga) apostando em várias trocas de figurino de gosto completamente duvidoso e sem personalidade alguma.

Ainda falando desse ano, ela foi ficando cada vez mais pavorosa, com cabelos exóticos e outfits medonhos.

E o prêmio de toda cagada do ano também vai para a Katy Perry com todo o merecimento do mundo, porque além de tudo ela ainda carrega por ai o acessório mais horroroso dos últimos tempos, que é esse aqui ó:

BOO! 

Tem acessório mais pavoroso do que um boy magia negra?

E como última apresentação nessa 3º edição do The Modern Guilt Awards, para a nossa despedida, ficamos com o pai e a filha mais adorável de 2011, cantando um dos nossos mantras durante esse ano que foi “Home” do Edward Sharp And The Magnetic Zeros.

E assim (para quem resistiu bravamente e não dormiu no meio da nossa premiação, algo que eu não admitiria e expulsaria gentilmente da minha festa jogando um cosmo na cara, rs), depois desse nosso flashback pelo ano de 2011, terminamos mais um The Modern Guilt Awards. Mas fica, que em 2012 tem mais! Smacks!!!

ps: e obrigado a todos os leitores do Guilt pela companhia em 2011 hein? AMEI!

Porque me deu saudade…

Outubro 6, 2011

Que vontade de assistir “Blue Valentine” de novo hein?

E não vai sair logo em DVD por aqui?

Será que eu vou ter que recorrer aos serviços do Paolo?

Enfim, estava eu lendo alguma coisa sobre o Ryan Gostling (tisc tisc stalker) quando encontrei uma declaração dele dizendo que desde “The Notebook” ele só vem pegando papéis do homem que esta longe se ser perfeito, que é como ele se classifica, papéis do tipo como problemáticos, viciados, nerds. E o que nós temos a dizer sobre isso?

Estamos amando as suas escolhas Ryan! (♥)

ps: trilha perfeita para dancinha foufa de casal em dia de casamento hein? Ok, mas não roubem a minha ideia…

I ♥ Ryan Gosling

Maio 6, 2011

Essa semana, só deu ele. Höy!

E o melhor de tudo é saber que ele anda por NY à la Dean de “Blue Valentine”. Será que ele estava cantando?

 

You always hurt the one you love

The one you shouldn’t hurt at all…

 

#TEMCOMNAOAMAR?

Emma Stone, sempre maravileeeandra e muito bem acompanhada

Abril 27, 2011

Essa Emma Stone é mesmo danada hein? Maravileeeandra na festa de ricah da Vuitton. Höy!

E o modelón não era fácil não viu? Para poucas esse volume nessa altura, bem poucas, fikdik

E olha só com quem ela vai fazer par em “Crazy Stupid Love”

Ryan Gosling. PÁ! Juro que eu vou lembrar para sempre dele cantando em “Blue Valentine” (música que eu estou ouvindo agora, enquanto escrevo o post…). Höy!

Ryan Gosling desfilando com seu cachorro: Howcuteisthat?

Março 17, 2011

Não adianta, depois do seu Dean em “Blue Valentine”, ele foi parar em um outro patamar pra mim. Höy!

E esta sempre com o seu cachorro neam? Foufo mil!

My Blue Valentine

Fevereiro 14, 2011

Um filme de amor nada bocó. Uma história de amor linda, de um casal em crise, que passa a reviver alguns dos momentos importantes daquela relação. Triste, mas sem grandes dramas ou exageros, apenas a tristeza de ver o amor desaparecer.

Assim é “Blue Valentine” filme do diretor Derek Cianfrance , que traz o casal Ryan Gosling e a muse Michelle Williams para viver os personagens principais dessa história que fala da crise na relação desse adorável casal.

Ela vive Cindy, uma jovem enfermeira que trabalha mais do que deveria, é mais séria, a parte mais triste do casal e parece estar sempre com muita pressa de tudo. Com daddy issues, vindo de uma família de pais infelizes com o seu casamento e talvez por isso ela carregue essa tristeza, insatisfação e até mesmo a violência que ela presencia em sua casa para a sua relação. E Michelle Williams empresta todo o seu charme para essa personagem, que parece distante, decepcionada e parece sempre estar querendo mais daquilo que ela já conquistou com a sua relação estável, com marido e filha.

Ryan Gosling é o marido, Dean, o  goofy do casal, o que garante a parte de foufurice da trama e que vale a pena lembrar que o filme conta uma história de amor. Infantil, talvez um tanto quanto acomodado, uma pessoa mais simples e que espera menos da vida. Dean parece contente com a sua relação e a vida simples que o casal leva, com sua casa + cachorro + família. Até que, o cachorro morre e talvez tenha sido esse o botão de start para a grande DR  da relação e do filme. Ryan Gosling esta particularmente encantador interpretando o seu Dean, do tipo impossível de não se apaixonar. Mesmo quando ele aparece meio loser, careca, bêbado ou com a roupa suja de tinta. Höy!

Sabe quando vc para e pensa: o quanto essa relação significa para vc? E para o outro? Então, mais ou menos isso.

Em meio a crise que o casal vive no tempo presente do filme, vamos observando o passado desses dois jovens adoráveis, do momento em que se conheceram e que ele ficou completamente apaixonado por ela durante uma visita ao asilo onde a avó de Cindy está internada e Dean por um acaso está fazendo um trabalho por lá. O mais engraçado é que o amor acontece a primeira vista, pelo menos da parte dele e isso fica visível (talvez tenha acontecido com ele pelo fato dele ser mais infantil e estar mais aberto a esse tipo de coisa), já ela, ao vê-lo pela primeira vez dentro de um quarto do asilo contando dinheiro, acaba achando que ele usa o seu trabalho para se aproveitar dos velhinhos indefesos. Foufo mil!

O primeiro encontro do casal é lindo, simples, mas muito foufo. Eu já sabia que o Ryan Gosling tinha uma banda na vida real, mas não imaginava que ele era tão bom nisso também. O que é ele cantando “You Always Hurt the Ones You Love” para ela (que é a música do trailer abaixo), que faz um número bem tímido de sapateado em frente aquela porta da loja que tem um coração pendurado, hein? Música que conquistou o meu coração, além da sensacional “You And Me” (que está na minha mixtape do finde), que é a música do casal e eu duvido vc não se apaixonar por ela a ponto de querer emprestá-la, rs. Maravileeeandra!

Como nenhuma relação sobrevive a base muitas vezes “perfeita” do seu início, durante o tempo presente vamos observando a crise do casal. Mais por parte dela (e isso eu acho que fica bem claro no filme), que se encontra completamente insatisfeita com a sua rotina e a falta de perspectiva do seu relacionamento. Ok, quem nunca passou por isso? Dos dois lados da história até, humpf!

E esse é um grande problema na vida de muitos casais, quando apenas um dos dois deseja algo mais, enquanto o outro parece satisfeito com o que construiram juntos. Uma coisa eu aprendi e passo essa sabedoria adiante: quando o peso da relação é constantemente maior para uma das partes, seja por qualquer motivo, isso é um sinal claro de que as coisas não vão terminar bem, fikdik.

Durante o filme, vamos mergulhando um pouco mais na profundidade do casal e vamos descobrindo o porque que eles acabaram juntos. O drama maior da história fica por conta de um aborto que ela tenta fazer, quando descobre que esta grávida do seu ex namorado e não doDean. Mas nada em segredo, ela acaba contando para ele, que a acompanha durante todo o processo e aceita a decisão dos dois começarem uma família a partir disso. Uma atitude linda, diga-se de passagem e para poucos…Com isso ganhamos Frankie, a menina filha do casal, que é pura foufurice!

Como só descobrimos isso perto do fim do filme, ai sim vc passa a entender o drama todo que ele faz quando Cindy encontra o seu ex em um supermercado.

E o que era aquele quarto futurista do motel, hein? Divertido mil! Eu já teria me animado e feito uma performance à la Star Trek. Se bem que, cama giratória é um pouco demais pra mim e acho que eu ficaria bem tonto. Sorry, acho que fui sincero demais agora, rs

Assim como eu disse, no filme fica bem claro que a relação chega ao fim muito mais por ela do que por ele, que embora ainda tenha vontade de ficar junto, acaba usando os argumentos errados para justificar a sua vontade (quando ele usa a carta de “vamos pensar na nossa filha”, por exemplo), fikdik. Sempre achei que a sua felicidade tem que vir a frente de tudo, mesmo quando temos filhos  na jogada. Pais e filhos são para sempre, marido, namorado, esses a gente muitas vezes até gostaria que também fossem, mas nem sempre acontece.

O azul esta presente no filme o tempo todo, o que acaba garantindo uma certa melancolia no ar. Em alguns momentos entra o vermelho, bem mínimo, talvez representando o desgaste do amor naquela relação. Cool! Gosto do figurino tmbm, que é bem simples, mas que tem um fundamento de jovem moderno. Achei a direção bem moderna tmbm, com takes e enquadramentos pouco óbvios. Cool!

Gostei muito da caracterização dos personagens no longa tmbm. O Ryan Gosling foi quem teve a mudança mais drástica durante o filme e eu bem achei que ele ficou a cara do Terry Richardson, rs. Outro ponto a ser destacado são os créditos finais, com aquelas fotos inspiradoras do casal em meio a chuva de fogos de artifício, foufo mil!

Outro ponto altíssimo do filme é que a trilha ficou por conta da banda Grizzly Bear (banda da qual vcs já ouviram a minha recomendação), que foi uma das minhas bandas preferidas do ano passado. E aquele instrumental de “Foreground”, que aparece durante uns dois momentos no filme é de partir o coração. Aliás, essa é uma das músicas da banda que mais me comove. Já garanti até a minha Original Soundtrack do filme, que é bem digna.

“Blue Valentine” é o meu tipo de história de amor preferido, do tipo que comove sem apelar e sem ser bocó, passando longe dos clichês . Sem muito drama gratuito, simples, mas que te deixa com um nó na garganta o tempo todo. Típico filme que eu acabo de ver e quero assistir de novo em seguida.

O final é triste e vc acaba se entregando as lágrimas junto com a Frankie, que é a filha do casal. Mas vc percebe que aquela relação já viveu tudo o que tinha para viver e que as vezes é melhor mesmo por um ponto final na história do que reviver algo que já não é mais o mesmo para vc. Triste, mas honesto, como eu imagino que deva ser.

Se bem que, o meu coração ficou apertado com aquele final e eu teria dado uma outra chance para ele.

Filme perfeito para o dia de hoje, para quem esta acompanhado, ou não…

Happy (Blue) Valentine’s Day

Ahhh São Valentin, não se esqueça e mande aquela magia para mim! (euri com o desespero. AMO rimas, talvez eu também tenha um rapper dentro de mim, rs)

ps: não custa nada pedir neam? rs

Músicas para o finde Vol.27

Fevereiro 12, 2011


MusicPlaylist
Music Playlist at MixPod.com

 

Valentines Day chegando, acabei de assistir “Blue Valentine” e acho que fiquei romântico. Que puxa!

Por isso, para essa semana a lista é essa:

 

♥  Men In Love < The Gossip > AMO essa música desde que o cd saiu (e já faz bastante tempo), mas faltava postar o clipe por aqui no Guilt.

♥  Beat On Repeat < Jet > Ok, eu gosto de Jet. E essa é uma das minhas músicas preferidas do último cd da banda

♥  In My Room < Albert Hammond Jr > Tem cono não amar qualquer um dos Strokes? Jamais!

♥  All That She Wants < The Kooks > Cover muito bem feito pelos meninos do The Kooks de um sucesso dos 90’s na voz do Ace Of Base. Cool!

♥  You And Me < Penny And The Quarters > Essa eu gostaria de pedir licença e empresta-la do casal de “Blue Valentine”, filme lindo, triste sem ser bocó. Do tipo que a gente AMA!

Da série poster magia – Blue Valentine

Novembro 11, 2010

Primeiro de tudo: Quem nunca?

Foufo mil o poster não? Höy

Quero ver mil…

Michelle Williams maravileeeandra no red carpet

Outubro 18, 2010

Michelle Williams esta em um ótimo momento, não?

Alias, renda é o futuro para o verão 2011, fikdik

Adorei a mistura renda vermelha (que não é fácil de acertar hein?)+ print de animal dos sapatos + cabelo ala Robyn, achei bem chic!

#TAHLEEEANDRA!


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