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Frankenweenie + Wreck-it Ralph + ParaNorman

Março 8, 2013

Frankenweenie

frankenweenie_poster

“Frankenweenie” tem cara de um sonho realizado do Tim Burton e quando um amigo realiza um sonho qualquer (e sim eu me sinto próximo daqueles que eu gosto, mesmo que eles não saibam exatamente da minha existência), a gente acaba ficando feliz por ele de qualquer jeito e muitas vezes, esse sentimento acaba contando muito mais do que a realização em si.

Um curta que estava adormecido desde 1984, querendo se tornar gente grande e que finalmente acabou ganhando essa chance. Somos apaixonados por ele desde os extras de “The Nightmare Before Christimas”, onde encontramos pela primeira vez, Victor e seu melhor amigo, um cachorro moribundo dos mais adoráveis possíveis.

Primeiro, é preciso dizer que não tem como não se apaixonar pelo universo do Tim Burton e toda a sua estranheza em cada um de seus trabalhos e o filme é exatamente mais um convite à sua imaginação (que é como eu gostaria que fosse todos os meus pesadelos). Tudo é muito bem cuidado, inclusive as esquisitices todas e peculiaridades de cada um daqueles personagens, assim como todo o universo que o diretor sempre acaba criando em seus projetos, que são todos lindíssimos e sempre nos despertam o sonho de viver no seu pesadelo. Sem contar o detalhe do filme ter sido realizado todo em preto e branco, utilizando características bem oldschool para o tipo, algo que certamente colaborou e muito para o fundamento do próprio. (e o time de dubladores ainda conta com nomes como a Catherine O’Hara, o Martin Short e a Winona Ryder)

E quem não gostaria de poder trazer de volta a vida aquele cachorrinho da infância, que acabamos nos despedindo em uma fase da vida onde normalmente ainda não estamos preparados ou pouco entendemos sobre o assunto? Nem vou contar para vocês sobre a morte do meu primeiro cachorro, porque ela foi bem trágica e poderia acabar facilmente com esse sonho em stop-motion. Mas esse na verdade poderia ser facilmente o sonho de qualquer criança que tenha perdido seu animal de estimação e por isso a ideia do filme funciona muito bem. Ainda mais que sabemos que todo esse fundamento “Frankenstein” não é de hoje que é sucesso garantido.

De qualquer forma, preciso dizer que apesar de ter ficado bem empolgado com tudo em relação ao filme (sempre quero todas as miniaturas de tudo do Tim Burton e ou de quase todas as outras animações), não cheguei exatamente a me empolgar na hora de assisti-lo. Acho que não preciso nem dizer o quanto eu gosto do diretor a essa altura para justificar qualquer coisa que eu venha a falar daqui para frente, mas fato é que “Frankenweenie” não conseguiu despertar muita coisa em mim.

Pensando em uma justificativa para tal, eu creditaria essa “decepção” inicial pelo fato do filme não se tratar de uma prequel do que vimos em “Corpse Bride” por exemplo, mesmo com todas as coincidências entre ambos (semelhanças físicas entre os personagens, seus nomes e inclusive alguns de seus animais). Até cheguei a imaginar que seria algo do tipo, mas na verdade essa não era a ideia de “Frankenweenie”, algo que pode ser justificada se pensarmos que essa provavelmente tenha sido uma das ideias mais antigas do diretor.

Mas mesmo assim, toda essa semelhança entre personagens e cenários acabou prejudicando seriamente o novo filme para o meu olhar. Não que eu não tenha conseguido enxergar os pontos altos dele, mas a sensação que fica é a de que já vimos e por mais de uma vez, algo muito semelhante com aquilo tudo e essa sensação consegue acabar facilmente com parte da graça. Tudo bem que tudo isso é uma questão de identidade e não é de hoje que nós somos completamente apaixonados por esse universo do próprio Tim Burton, mas talvez o filme funcionasse melhor se não fosse tão semelhante com algo que nós já conhecemos.

E entendam que eu sou do tipo que acha lindo quando reconhece que a cidade de plano de fundo de “Frankenweenie” é bem parecida com a que conhecemos em “Edwards Scissorhands” por exemplo ou aquelas árvores retorcida bem no estilo “The Nightmare Before Christimas” e esse tipo de referência ao próprio repertório do diretor eu acho sensacional. Mas manter algo tão semelhante soa como se o Tim Burton estivesse rodando atrás do próprio rabo, sem aquela vontade de nos introduzir um universo realmente novo (como ele fez lindamente em “Alice In Wonderland”) ou pelo menos revisitando tudo aquilo que já saiu da sua cabeça no passado, só que de outra forma.

Mesmo assim, vale a pena assistir por todo o seu fundamento (e acho sensacional como as crianças adoram esse tipo de universo e nem chegam a se assustar com tamanha esquisitice, tão pouco com a experiência de assistir algo em preto e branco por exemplo, que em nada faz parte da realidade ou costume deles) e como eu bem já disse no início dessa review, se o nosso amigo está feliz, é isso que importa.

 

 

Wreck-it Ralph

wreck-it-ralph-poster1

Aceito doações de Kit Kats e M&Ms de pasta de amendoim e ou coco (meus preferidos. AMO!) para construir o meu próprio carro de corrida e me mudar imediatamente para Sugar Rush. Sério, podem começar a me enviar!

Eu não sei onde é que eu estava com a cabeça que não tinha assistido “Wreck-It Ralph” ainda (do diretor Rich Moore, que já trabalhou em Os Simpsons, Futurama). Shame on me. Na verdade, eu bem sei e a minha cabeça estava ocupada com a dificuldade de se encontrar animações em versões legendadas por aí, mesmo em sessões a noite e em uma cidade cheia de opções como SP.

O filme que traz o vilão de um jogo de videogame tentando ser bonzinho, é realmente umas das animações mais bacanas dos últimos tempos e eu acho uma pena ele não ter feito tanto sucesso por aqui como se imaginava. (não sei se em todo mundo aconteceu a mesma coisa, mas o que eu sei é que já foi confirmada uma sequência e na qual dizem que teremos a participação do Mario. Que Mario? Aquele que… que é encanador mesmo, rs)

Na verdade, até imagino que isso tenha acontecido devido a uma questão simples do público vs suas várias referências a jogos de outras épocas que nós, jovens mais velhos e adeptos de um bom console (ok trocamos uma letra nessa última line e partimos para uma conversa totalmente diferente, hein? rs), conhecemos bem. Certamente, quem tem algum conhecimento ou vivência dentro desse universo, deve ter aproveitado muito mais a experiência, que de qualquer forma, funciona muito bem de qualquer jeito, pelo volume de coisas brilhantes, saltitantes e linguagem gamer que o filme carrega deliciosamente.

Da reunião dos vilões que estão “cansados” de ser apenas os malvados da história até as aventuras do grandalhão ruivo (mais um para a nossa coleção de ruivos queridos do ♥) tentando provar a todos que apesar do seu trabalho dentro do jogo, ele também era uma cara bem bacana e merecia ser da turma como todos os outros mocinhos da história.

Nessa hora inclusive, eu achei que o roteiro do filme acabou fazendo toda a diferença, porque a história é realmente encantadora, não só por tudo que eu já descrevi até agora mas também porque ela é muito bem escrita, cheia de reviravoltas e uma profundidade que não estamos muito acostumados a encontrar dentro do gênero. Pelo menos não dessa forma intensa e leve mesmo tempo. E tudo fica ainda mais especial quando Ralph, que é um brutamontes de mãos e pesadas, vai acabar em um mundo colorido e todo fofinho (onde eu poderia morar facilmente) e nessa viagem, ele acaba ganhando a companhia da adorável Vanellope, que nada mais é do que um bug do jogo e que por isso não é muito bem aceita pelas mean girls da região açucarada, que são todas umas foufas totalmente amargas por sinal.

A relação que ambos vão criando é adorável, uma identificação quase que imediata por se tratar exatamente de dois underdogs que não são nada bem vindos dentro de seus próprios universos. Universos esses que são sensacionais, com o Raplh vivendo em um game oldschool no melhor estilo 8-bit e Vanellope fazendo parte de um jogo mais contemporâneo de corrida de carros dentro de um universo que mais parece um sonho de coisas gostosas e fofinhas. Sério, tudo dentro desse universo é muito foufo e poderia ser um item de decoração da minha própria casa. Sério mesmo, rs. (gosto muito mais desse tipo de jogo. Porque será? rs)

Com uma referência visual absurda, o filme embarca em uma excelente proposta dentro do mundo dos games, criando um universo próprio por trás das telas, seguindo uma escola bem “Toy Story” de ser, daquele tip que a brincadeira nunca termina e que todos os seus personagens tem uma vida própria quando não estão em suas funções, divertindo quem quer que seja. Eles viajando de um game para o outro, entrando em territórios que não pertencem, encontrando jogos poderosos e ultra modernos, outros já descontinuados e na sarjeta (muito triste, tadinhos!) e morrendo de medo de apresentar algum defeito para que seus jogos não acabem na manutenção ou sejam desligados de uma vez por todas, também são detalhes super bacanas para esse universo que além de ser um novidade, foi realmente muito bem construído e é uma delícia deliciosa de ser ver.

Isso sem contar o time de dubladores oficiais da animação, como nomes como John C. Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer, Jane Lynch, Mindy Kaling, Ed O’Neill, todos eles uma delícia de ir reconhecendo aos poucos enquanto seus respectivos personagens vão fazendo suas entradas no longa. Me disseram que na versão dublada, a voz da Vanellope acabou ficando por conta da Mari Moon e eu só não lamento que as crianças tenham sido obrigadas a viver essa experiência porque elas não sabem exatamente de quem se trata, mas desde já me solidarizo com seus pais. #StayStrong! (rs, embora o Felix tenha ficado por conta do excelente Rafael Cortez)

O final do filme também é bastante especial e eu juro que cheguei a ficar comovido (tá, eu chorei mesmo ou talvez fosse o meu corpo expulsando todo o açúcar ingerido de uma forma mais criativa. Vai saber…) com todas aquelas resoluções, principalmente com a história de ambos poderem se ver de dentro dos seus jogos durante o dia e tudo mais. E vale a pena assistir até os créditos finais, que tem todo um fundamento baseado na tipografia de games que nós bem conhecemos e que é uma delícia a parte. (até o logo da Disney entra com defeito e se mistura com o Pac-Man no final, howcoolisthat?)

Embora tudo isso, devido a todas as referências de jogos antigos e o mundo do fliperama não ser mais como as crianças estão acostumadas a encontrar seus jogos atualmente, talvez o filme acabe agradando muito mais os próprios pais mesmo. Mas tenho certeza que todo aquele visual maravileeeadro, com todas aquelas luzes e aquela quantidade de coisas fofinhas na tela deve ter deixado toda uma nova geração encantada ou no mínimo hipnotizada.

Eu terminei de assistir o filme tendo praticamente a minha own Sugar Rush. Sério. #YOUWIN

 

 

ParaNorman

Paranorman_Poster

Uma animação infantil paranormal e que ainda é recheada de zombies por todos os lados. #TEMCOMONAOAMAR?

Não, realmente não tem como não amar “ParaNorman” (dirigido por Chris Butler – que trabalhou em “Coraline” e “Corpse Bride” e Sam Fell- que trabalhou em “Flushed Away” e “The Tale of Despereaux”) que apesar de ser uma animação infantil, traz alguns temas de forma bastante corajosa para um público que não está acostumado a receber esse tipo de opção.

O filme gira em torno do menino Norman, que é uma paranormal que consegue ver e se comunicar com os mortos. Sim, começamos o filme já levando esse susto, com ele conversando normalmente com a avó (que tem a voz da atriz Elaine Stritch, que para quem não se lembra, era a mãe do Jack em 30 Rock e a animação ainda conta com a nomes com o da Anna Kendrick, Casey Affleck e o John Goodman) sentada no sofá da sala da família e que logo na sequência, descobrimos tratar-se de um fantasma. BOO!

Dentro desse universo e brincando de forma bem bacana com o lado de lá, passamos a observar o dia a dia desse garoto, que obviamente não é dos mais fáceis, por todos de sua cidade estarem ciente desse seu dom e a sua própria família não conseguir entender muito bem esse seu pequeno issue. Muito bacana aquela cena de transição, onde observamos o garoto caminhando sozinho pela rua, falando sozinho, cumprimentando pessoas que não podemos ver (quer dizer, eu pelo menos não consigo e isso graças a Cher, porque esse seria um pesado demais para mim. Amém) e logo em seguida, ganhamos uma visão do mundo através do olhar do próprio Norman, com fantasmas aparecendo por todos os lados, se comunicando e inclusive fazendo piadas ótimas com os motivos de suas mortes.

Nesse detalhe, o filme emprega uma honestidade absurda, ainda mais tratando-se de um universo infantil, onde os mortos vivos no mundo de Norman são vistos exatamente da exata forma que morreram e não simplesmente como eram enquanto vivos. Lindo que dentro desse universo, até os animais acabaram ganhando o seu espaço. Em um determinado ponto do filme, eles inclusive chegam a dar uma pequena explicação, do tipo fácil de se entender (pensando em uma fácil compreensão para as crianças), sobre o assunto do porque apenas alguns dos mortos estarem perambulando pelos quatro cantos.

Aficionado pelo universo dos mortos vivos, o quarto do menino é repleto de detalhes sensacionais e tudo dentro da temática zombie. Pantufas, luminárias, escova de dentes, posters forrando uma parede quase que por completo, tudo é sensacional e tem alguma informação desse universo. E encontrar isso tudo dentro de uma animação, acabou deixando esse universo ainda mais especial (e foufo) para o próprio longa.

Acostumado a viver sozinho porque ninguém vê com bons olhos a paranormalidade do garoto, Nornam acaba ganhando um amigo para compartilhar suas esquisitices, Neil, que é um gordinho ruivos dos mais foufos ever (mais um ruivo para nossa coleção e até agora eu estou querendo uma miniatura dele vestido de árvore. Alguém sabe onde vende? rs). Sério, o personagem é infinitamente adorável e em determinado momento do filme, faz um discurso super bem humorado sobre bullying, apresentando uma forma mais leve e bem humorada de se aprender a lidar com ele.

A animação também foi toda feita em stop-motion, mas nesse caso, diferente do que encontramos em “Frankenweenie” e a opção por aqui provavelmente foi a de dar uma modernizada no modo de se fazer algo do gênero. Detalhes, texturas, cabelos, tudo é absurdo dentro desse contexto em “ParaNorman”, além de lindo visualmente. Sem contar que por se tratar de uma história que circula dentro de um universo “assustador”, apesar de ter seus momentos de pequena tensão ou susto, tudo na verdade acaba sendo adorável, inclusive os próprios zombies.

Outro detalhe importante no longa além da história (que gira em torno da tarefa de Norman de quebrar uma maldição dentro da sua cidade), é o tipo de humor encontrado no filme, que realmente é bem especial e divertidíssimo. Acho sensacional a naturalidade  com que o irmão do Neil acaba revelando que é gay no final do filme por exemplo, um detalhe que acaba emprestando uma honestidade ainda maior para o seu tom, que conversa muito bem sobre assuntos não tão comuns para o universo infantil e isso com a maior naturalidade possível, sem rodeios e falando diretamente para crianças. (inclusive na questão sobrenatural, que é o plot central da história)

E todo essa honestidade encontrada na animação além do assunto nada comum para o gênero, “ParaNorman” acaba se destacando facilmente das demais animações mais recentes, mostrando que com criatividade e histórias novas, ainda conseguimos nos encantar com universos que já visitamos outras vezes e ou de outras formas. (sem querer mandar recado para ninguém, mas já mandando um especialmente para o Tim Burton)

Isso sem contar que a animação ainda terminada de forma super divertida, com os créditos em uma tipografia bem trash, velha conhecida do gênero do terror antigo e ao som da excelente “Little Ghost” do The White Stripes. Eu não consegui me conter e já fui logo sacando as baquetas da bolsa. Sempre acabo achando que esse tipo de situação é um típico convite para um dueto, rs (para todos os pais baterem o pé no ritmo da música no final, rs)

 

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Lego mal assombrado. BOO!

Junho 21, 2012

Mais do que sensacional essas versões assombradas de Lego, não?

A primeira é o set LEGO Haunted House (2.064 peças. PÁ!), que é o meu preferido, que vem com essas seis minifiguras e eu adorei esses detalhes todos das janelas. E o segundo é o set LEGO Vampyre Castle, que vem com todas essas minifiguras dos clássicos de terror.

Euquero! BOO!

 

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10 motivos para vc agradecer por não ter perdido tempo com o AMA 2011

Novembro 21, 2011

Sim, eu me dei ao trabalho de fazer uma lista. Estava com tempo livre, rs.

Eu sei que eu poderia esta matando, ou estar roubando e tudo isso acabar sendo bem mais interessante do que fazer uma lista sobre o American Music Awards 2011, mas é o que temos para hoje depois desse finde com a premiação mais preguiça da música da america antiga.

Sabe quando a gente cochila no meio do Grammy,? Então, o AMA consegue ser 1236 vezes pior.

Então vamos aos 10 motivos para agradecer de não ter perdido tempo com a premiação preguiça:

 

10º motivo : Justin Bieber de tux de veludo, visivelmente 10 vezes maior do que o seu número

Seu número que diga-se de passagem deve ser o P infantil de garota.

Euri e comecei a ficar com sono. Zzzz

 

9º motivo: Confirmou! Katherine Heigl é bafuda

Além de ser uma atriz meio assim, ter brigado para sair de Grey’s e quase cagar a série, parece que confirmou o que todos desconfiavam e nem mesmo o seu boy magia conseguiu lidar com o bafo da danada na noite de domingo, que estava especial.

Aceita uma bala Katherine? (e os bafudos sempre dizem “Não” nesse momento de desespero)

Dizem que ela faz a dieta do Rato Burguer. Dizem…e a imagem fala por si.

Confirmou!

 

8º motivo: A nova safra de piriguetchys

Como se o mundo não tivesse saturado dessa praga dos tempos modernos, eis que me surge a Jennifer Hudson, que agora decidiu que além de ser a nova magra do red carpet, ela também é a mais nova periguetchy da praça.

E a vontade de fazer a maldita e pendurar um super mega ultra Whooper do Burguer King com bacon extra no flash da câmera, só para ver se ela tem tanta força de vontade assim, hein?

Só sei que a nossa Carrie Bradshaw não investiria mais em nenhuma Louis Vuitton para a senhora. NEXT!

ps: eu mandaria pedir o presente de volta com um bilhete escrito “Devolva, vc não é mais DIGNA” assinado e com a marca de uma single tear, rs. 

 

7º motivo: Vc poderia estar fazendo um hidratação poder no seu próprio cabelo

E evitar o constrangimento que a sempre adorável (NOT) Taylor Swift  passou na noite de ontem durante a premiação.

Algo que ela poderia ter feito antes de sair de casa com esse cabelo super bem tratado, com pontas sedosas, hidratadas e com cara de saudável (NOT, NOT, NOT, NOT)

Fikdik especial para vc , só porque eu te amo heinTaylor (NOT): Kolene ou Niely Gold.

 

6º motivo: Ter que encarar a Katy Perry no red carpet de qualquer premiação

Nada é mais preguiça do que a Katy Perry toda simpática no red carpet.

  • E a pose exótica?
  • E a escolha do modelón meio assim?
  • E o apelo para o decote só para ver se ela levava algum prêmio para a casa?
  • E o risco do mamilo esquerdo ou direito aparecer a qualquer momento nesse decotón?
  • E se for os dois ao mesmo tempo?

Mas pensa bem, poderia ser pior…e na verdade foi, por isso ela também é o nosso próximo motivo

 

5º motivo: Ter que encarar a Katy Perry cantando em qualquer premiação

Alguém tem uma pistola carregada?

Se a resposta for sim, eu não respondo por mim…

E o pior, ela acompanhada de um violão, toda em tons de rosa e ainda investindo em uma cara dramática de quem estava sentindo a música como ninguém. Zzzz

Aposto que algum leitor esta se perguntando: mas Essy, cadê o video dessa delícia de apresentação (só que ao contrário).

E eu respondo: por motivos de questão de saúde pública e seguindo as orientações do meu otorrinolaringologista, ficaremos apenas com as imagens, porque aqui no Guilt nós só queremos saber do bem para os nossos leitores e somos contra qualquer tipo de agressão gratuita ou tortura (a não ser que seja algo relacionado com o velho e bom S&M. Twopish!)

Mas pensando bem, ainda poderia ser pior…ela poderia estar acompanhada do Russel Brand vestido de india velha.

BOO!

Na verdade, eu só estava procurando um pretexto para postar essa foto do nivers de Katy que eu havia me esquecido, rs.

E toda vez que eu olho para essa imagem, eu não consigo me concentrar em apenas um tipo de reação: medo + nojo + pena + um pouco mais de medo e nojo + menos pena + mais nojo + medo se transformando em pavor

 

4º motivo: Menos bacon, por favor

Gente?

Porque neam?

Vc querida amiga leitora, que esta passando por essa barra que todas enfrentam um dia (e quem não enfrenta a gente maldosamente deseja que enfrente, rs), nunca, JAMAIS invista em um look todo agarrado como esse se vc também estiver com uma silhueta como essa hein?

E a banha saltando na marca da calcinha fazendo camadas? A gente finge que não viu?

Vai me dizer que a XL-Tina com o peso do seu talento (aprox. 236 kilos) precisava disso?

Dizem que esse grito da imagem, foi o momento em que ela aproveitou para fazer uma exigência no meio de uma de suas típicas firula: mais BEICOM produçán!

#NAOTABOMNAO

Gente?

Em que mundo nós estamos que em pleno 2011, ainda temos que lidar com a Kelly Key Clarkson?

Kelly Who?

A boa notícia para a Aguilera é que nessa batalha de relevância e circunferência, ela ainda esta menor e por isso o prêmio da batalha de cinturinha de pilão ao contrário ficou mesmo para a Kelly. Parabéns! Vc acaba de ganhar 7 anos de estadia no Spa Sete Voltas (euri).

Mas é Kelly who mesmo hein?

ps: adoro gordinhas assumidas, lindamente gordinhas, sábias gordinhas que não passam por esse tipo de constrangimento porque são meninas espertas e conscientes do seu corpo. O mesmo vale para os meninos. E isso não é um bullying, mesmo porque eu também não estou na minha melhor forma, mas é o que temos. 

 

3º motivo: J-Lo repetindo o que a Britney já fez no passado

Ninguém aguenta mais segunda pele bordada com Swarovski, vai?

É, ninguém aguenta…

É cafona, é antigo, é batido e todo mundo sabe que a Britney já fez isso no passado.

E não me interessa se foi a apresentação do século, se ela tocou “Waiting For Tonight” com a participação do Jack de Will & Grace (tá, me importa. Se fosse isso eu iria acabar achando bens, rs) ou se ela foi mais fundo e fez uma apresentação que todas gostariam de ver, que é a J-Loka fazendo a Selena antiga neam?

Se não foi nada disso, com esse look com cara de dejavú, eu prefiro cochilar mais um pouco e gritar: NEXT!

Zzzz

 

2º Motivo: Cachorra que é cachorra, não perde o encaixe certeiro do seu Pitbull

Quéquéisso J-Lo? Vai fazer a recatada agora?

Vai fazer a Daniele Winitz no programa da Fernanda Lima da semana passada? (sério, o que foi ela tentando fazer a tímida meiga que “faz amor” e não trepa? Argh! ps: sorry o linguajar, mas fiquei irritado com a participação dela naquele dia no programa. Eu e a Fê Linda neam? Beijo Fê. Beijo Rodrigo. Höy!)

Eu achei que ela ter perdido o encaixe ali no Pitbull do Pittbull foi puro amadorismo, o que prova que a nossa Jenny From The Block veio foi do bloco errado, hein? A-M-A-D-O-R-A!

Pq se ela estivesse preparada para a vida, não perderia esse encaixe por nada nesse mundo, mesmo tratando-se de um boy magia negra.

Tudo em nome da performance. Que afinal, é para isso que a gente sobrevive nessa vida difícil e puxada, não?

 

1º motivo: Evitar a hibernação fora de época

Isso porque nós já não temos mais ídolos que realmente importem nesse mundo, por isso, é melhor evitar de perder esse precioso tempo da sua vida assistindo premiações medíocres recheadas de artistas ainda mais medíocres, sendo que vc poderia estar jogando dama na pracinha com o pessoal da terceira idade ou quem sabe uma partida de UNO contra vc mesmo hein?

Se nada disso lhe interessar, vc poderia também estar lendo um blog medíocre qualquer. Recomendo esse aqui ó.

Suri cotadíssima para mais uma continuação de “O Chamado”

Novembro 11, 2011

E olha que talento para assustar parece que ela  já tem hein? BOO! E não tem Samara certa!

Adorável, só que não.

Mas o mais importante nesse post é uma séria denúncia:

Cadê a sociedade protetora dos animais de pelúcia que não toma nenhuma providência em relação a essa agressão pública?

E parece que ela tem tudo contra esse bichinho branco hein?

E a mãe que não diz nada e finge que tudo bem o estrangulamento do animal indefeso?

Depois os pais reclamam do que os filhos se tornaram quando adultos…

Mas o Halloween não foi na semana passada?

Novembro 8, 2011

Já pode tirar a máscara Russel Brand…Ru-ru-russel? O q-q- que? Essa é a sua cara lavada com sabonete líquido de ph neutro?

pausa para um grito desesperado de pavor: AHHHHHHH! (rs)

ps: força Katy Perry! Pq encarar esse bom dia de manhã deve ser puxado.

A família mais divertida desse Halloween

Novembro 1, 2011

Naomi Watts, seu marido Liev Schreiber e os seus filhos em um passeio pelas ruas de NY.

#TEMCOMONAOAMAR?

Hello Kitty versão Halloween

Outubro 31, 2011

E tem para todos os gostos hein?

Múmia, fantasma, caveira e Frankenstein, todas foufas mil!

Euquero!

Vamos rever esse casting de Halloween, hein Disney?

Outubro 3, 2011

Porque colocar o Seal fazendo careta fica muito puxado…ME-DO!

Não tem criança que supere esse trauma (e nem adulto)

BOO!

Olha só que belezura que a Katy Perry encarou na última sexta feira a noite (T.G.I.F)

Junho 16, 2011

BOO!

Coisa linda! E o pior é que ela não só encarou na última sexta feira (pq quemnunca cometeu um erro na calada da noite preta? rs), mas continua encarando toda sexta.

Mas nem de máscara…

#NAOTABOMNAO

Friday 13th = ME-DO!

Maio 13, 2011

Dizem que hoje eles estão soltos por ai, hein?

BOO!


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