Posts Tagged ‘Brandon Routh’

Leo!

Maio 16, 2013

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Pura foufurice foufa esse Leo do ex Partners (que nunca deveria ter sido cancelada, ainda mais tão cedo como foi e onde o ex Superman estava ótimo!) do Brandon Routh, não?

(♥)

 

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Parceria certa

Outubro 5, 2012

Nova série dos criadores de Will & Grace, meio que inspirada na amizade dos próprios (os criadores) e com um elenco conhecidíssimo de todos nós. Só por esses detalhes, Partners já chegou pra mim como uma boa promessa de nova comédia.

O piloto é bom, mas nada demais também (tenho que ser sincero e dizer que não chega a ser como o piloto de The New Normal, por exemplo), não chega a empolgar e não nos traz elementos novos, onde apenas revivemos o formato de sitcom de antigamente. O que não chega a ser exatamente um problema, porque mesmo tratando-se de um formato superado pela TV atual, Partners consegue sim entregar uma série bem corretinha, pelo menos a princípio.

A série fala sobre a amizade dos dois personagens principais, que além de terem dividido a vida e uma série de experiências ao lado um do outro enquanto cresceram juntos, dividem hoje também um negócio, onde ambos são sócios de uma empresa de arquitetura. (Grace foi designer de interiores, os dois são arquitetos… hmm mmm… seria essa uma frustração de qual dos dois da dupla de criadores, hein? rs)

O bacana é que devido ao alto nível de intimidade dos dois, ambos acabam se tratando e sendo tratados pelos demais personagens como uma casal, mesmo que não exista aquele clima clássico de bromance entre eles e tudo parece ser muito mais natural e super bem resolvido por ambas as partes também. Joe (David Krumholtz, que também faz o terapeuta do McAvoy em The Newsroom) é a hetera da dupla e o mais responsável da dupla, todo certinho, do tipo que namora, mas não tem muita certeza quanto ao seu futuro ao lado da sua atual namorada. Do outro lado temos Louis (o sempre excelente Michael Urie, o Mark de Ugly Betty), o gay da turma, animado, fashionista, sarcástico, bem humorado, cheio de referências, aquele velho esterótipo de sempre que nós adoramos e não temos o menor problema em admitir que existe SIM. (mesmo porque… rs)

A princípio, o cara acabou roubando a cena, onde o piloto acabou mesmo (e essa parecia ser a proposta) tendo o foco todo no seu personagem, que me pareceu ser uma delícia, embora seja um tanto quanto sincero demais em diversas situações. (inclusive com o namorado, o que é ótimo também)

O problema que eu já senti logo de cara na série é que como o Louis é o mais divertido entre eles todos, a série tende a ficar muito focada no personagem, ou acabar dependendo dele para salvar qualquer situação. Mais ou menos como o que aconteceu com o Sheldon em The Big Bang Theory por exemplo (e a série também é da CBS, portanto…), na época em que ele ainda era bem engraçado. Sendo assim, com o tempo, fico com medo que acabe sobrando o papel do rabugento (Leonard) para o Joe, que já no piloto e por parecer ser tão certinho, já ficou com aquela tarefa que a gente sabe que sempre será a de quem vai levantar os assuntos todos para que o amigo possa fazer graça ou que vai acabar com o tom da comédia sendo apenas normal e controlado demais. Se ele fosse alguns tons mais solto, mesmo sendo certinho, essa parceria seria ideal.

Os outros dois personagens, Ali (Sophia Bush) e Wyatt (Brandon Routh lindo, mas bem mais fraco que os demais), os respectivos pares de cada um deles, me pareceram muito coadjuvantes a princípio, mas por tratar-se de um piloto, achamos que vale a pena dar esse desconto. Sem contar o histórico de Will & Grace de seus criadores, que acabou transformando o Jack e a Karen por exemplo, nos grandes nomes da série que carregava o nome da outra dupla. Mas é mais ou menos como se eles tivessem com os pares trocados e o Joe devesse namorar o Wyatt, que é muito mais parecido com ele e o Louis devesse namorar a Ali, que seria a parceira ideal para ele.

Mas parece que a dupla estava mesmo a procura de alguém para completar a outra metade de cada um deles e tendo como base a parceria de sucesso entre os dois amigos por todos esse anos, que se completam muito bem, compreendemos que ambos tenham procurado um parceiro o mais parecido com o seu “ideal” de dupla possível. (♥)

E como a série tem um elenco bacana e criadores que já nos entregaram de presente algo como foi Will & Grace (me seguro toda vez que eu lembro da série para não acabar fazendo uma nova maratona dentro dela), acho que vale a pena a gente ficar de olho em mais essa comédia. Sem euforia, para dar risada de forma bem simples e caseira, mas de um jeito que quando bem feito como Partners me pareceu ser, ainda funciona.

 

ps: já assisti também ao segundo episódio (1×02 Chicken & Stuffing), esse bem mais engraçado e onde já deu para perceber que todos eles vão ter a sua chance dentro da série, apesar do Urie continuar roubando a cena, por mérito dele como ator. Nesse o Joe já me pareceu mais solto e engraçado e até o Wyatt ganhou o seu momento, apesar de achar que ele está um tanto quanto Sheldon demais para o meu gosto (o personagem e não a sua função dentro da série, que eu já usei como referência para o Louis), mas que mesmo assim não deixa de ser uma ótima brincadeira em relação ao estereotipo do próprio Brandon Routh como ator, rs.

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We are Sex Bob-omb

Novembro 15, 2010

Sabe aquele tipo de filme que vc assistiria todo o dia? Um dia estava eu escolhendo um filme para assistir com o afilhado da minha mãe, um garoto de 10 anos que veio passar o finde na nossa casa. Ficamos um tempão diante da minha coleção, tentando chegar a alguma conclusão de afinal, qual filme assisstir?  Ele queria ver “300”, de novo (toda vez ele quer levar o filme para casa e eu sempre prometo que vou comprar para ele mas esqueço, humpf!) pela 105 vez  e já eu queria diminuir a minha lista dos meus próprios filmes que eu ainda não assisti. Em meio a nossa pequena briga (rs), chegamos a conclusão de que iriamos assistir “Meet The Robinsons” da Disney, que ele me confessou ter assistido naquela mesma semana na tv. Mesmo tendo assistido ao mesmo filme naquela mesma semana, ele olhou pra mim e disse: tá bom vai, vamos assistir esse de novo, porque esse é o tipo de filme que a gente não consegue enjoar”. Achei tão foufo e é claro que  euri.

Então,  contei essa pequena história antes de mais nada para ilustrar que é exatamente o que acontece com “Scott Pilgrim vs The World”, um filme que vai te deixar com vontade de viver dentro de um game.

Primeiro de tudo, a linguagem de video game que o diretor Edgard Wright usa para contar a sua história é sensacional! Divertida, moderna, cool! Talvez um marco para a cultura pop contemporânea e como eu já disse por aqui, nada me surpreende se a nova safra de filmes do gênero para os próximos 2 anos seguirem essa mesma linha, fikdik

Preciso confessar que desde quando foi anunciado que finalmente sairia um filme baseado na HQ do Scott Pilgrim, eu já tinha ficado bem animado. Acho a HQ linda, gosto do traço, do preto e branco, dos personagens que são super atuais e da simplicidade moderna da revista. Ou seja, me empolguei desde o começo (e contei tudo para vcs aqui).

Até que, já tem duas semanas (sim, assisti no outro feriado pq tenho amigos influentes e infelizmente o filme estreou por aqui em poucas salas na semana seguinte, humpf…) que eu finalmente consegui assistir ao filme e todas as minhas expectativas foram confirmadas. E quer saber? Eu adoro quando isso acontece. Porque eu sou uma pessoa que acredita neam? Zzz, rs

O filme já tinha tudo para dar certo só pelo fato do próprio Pilgrim ser interpretado pelo muso indie que não tem nada de muso mas é muso mesmo assim, o ator Michael Cera, a quem eu dedico um amor de irmão (sério, eu queria muito que ele fosse meu irmão!) desde os tempos de Arrested Development e o seu querido George Michael. Em “Juno”, ele conquistou de vez o meu coração com suas pernas de saracura e o seu vício em tic tac de laranja. E sem contar o sensacional e mais recente “Paper Heart”, que é muito, mas muito foufo.

Com a atitude loser característica de Michael e os super poderes em nome do rock, o Scott Pilgrim do cinema traz acima de tudo uma nova linguagem que vai além do visual e chega ao modo novo de se contar uma história. Nada muito revolucionário, técnológico ou qualquer coisa do tipo. Mas o fato de montar o filme com se fosse uma história em quadrinhos, com intervenções, tipografias e abusando de referências a jogos de video game, isso trouxe um ar de novidade para a produção, além de nos deixar feliz por tratar-se de algo novo, ainda mais quando se trata de um filme sobre um “super herói”, onde todos os estereótipos das mais diversas franquias já foram tão explorados em diversas linguagens, algumas até já desgastadas. Scott Pilgrim é diferente dos demais e isso por si só já deveria ser um grande atrativo para vc levantar essa bunda do sofá e correr para o cinema. Now!

E o elenco é sensacional, cheio de jovens talentos e rostos conhecidos do mundo das séries. Tem a filha da Tara (Brie Larson) de United States Of Tara, tem a filha da dark porém ainda cool Lorelai em Parenthood (Mae Withman)e  o sensacional cara de Bored To Death (Jason Schwartzman), como o maior vilão da história e a Anna Kendrick, na pele da irmã de Scott. Além de rostos conhecidos, como Chris Evans (Fantastic 4, Captain America The First Avenger) e o Brandon Routh (Superman Returns) ,  coincidência ou não, ambos com histórico de super heróis em suas carreiras.

Outro que faz parte do elenco é o ator Johnny Simmons, que eu tenho visto em várias produções atualmente, um menino que eu acho bem talentoso por sinal, embora o seu espaço seja pequeno nesse filme.

Agora, todo o destaque vai para o irmão do Macaulay Culkin, o sensacional melhor amigo gay e roommate de Pilgrim no filme, o ator Kieran Culkin. Primeiro que a semelhança com o seu irmão é algo notável a assustador (eu até achei que era o próprio Macaulay quando eu vi o trailer pela primeira vez) e segundo que o garoto é divertido mil e me pareceu ser bem talentoso tmbm. Fofoqueiro, direto, promíscuo,  folgado e mais esperto, é dele os momentos mais divertidos do filme. O que foi ele pegando o namorado da irmã do Scott? E a sua fixação por meninos de óculos? E ele fazendo fofoca até dormindo? Euri

Outra bem foufa, de quem eu chegue a ficar com pena durante o filme é a Ellen Wong, a namorada com status de stalker de Scott Pilgrim. Mas achei sensacional a sua relação com o final da história. E quem nunca conheceu uma garota(o)  assim que atire a primeira tintura para cabelos azul celeste hein?

E tem a Ramona neam? O motivo de toda essa agitação na vida do herói. Com um atitude meio blase e too cool 4 u, ele não me conquistou tanto assim, cofesso. Mas ai tem a música, do Beck e com o título “Ramona”, que me faz repensar os meus sentimentos por ela. Fato tmbm que o seu figurino é o mais legal de todos e a luta onde ela tira aquele “martelo” gigante da bolsa é algo de incrível, não?

A trilha, que tem em sua grande parte a assinatura do Beck (que assina as músicas da Sex Bob-Omb, banda de Scott) não poderia ser melhor e a interpretação animada dos integrantes da banda de Scott Pilgrim é bem boa. Alias, os momentos musicais do filme são bem excelentes viu? Vale a pena encomendar a trilha tmbm, vão por mim (que eu bem já tenho a minha, rs)

Para mim, além dos momentos de luta do filme, que são sensacionais e te fazem ter a sensação de estar em um jogo de video game (sem sangue), que são muito bem coreografadas e que sempre terminam com aquela chuva de paetes gigantes + gliter prata + moedas, além disso, eu destacaria as cenas de insegurança de Scott, com sua aparência e principalmente com o seu cabelo, como as minhas preferidas do filme. Sério, ro-lei em cada uma delas. Michael Cera, vc realmente deveria ser meu irmão viu? (euri)

E quando Scott ganha a espada com o “poder do amor”  e logo depois usando a sua outra vida, quando ele ganha a espada do poder do “amor próprio” hein? Achei sensacional! Clap Clap Clap! Ahhh, e os quadrinhos originais tmbm fazem a sua participação afetiva no filme. Well done!

O saldo final é dos mais positivos para o filme, nem entendi muito bem o pq que ele não foi tão bem nas bilheterias americanas e tão pouco o porque que quase não passou pelos cinemas daqui. É, talvez o Michael Cera seja realmente too cool para a maioria…

Ainda assim acho que vale comprar aquela barra de chocolates gigante (TOBLERONE!!!) e aproveitar o feriado para se divertir e muito com Scott Pilgrim!

Espero ansiosamente pelo DVD Edição de Colecionador para colocar na minha prateleira especial ao lado dos meus outros heróis preferidos, fatão!

Chuck vai para Paris

Janeiro 27, 2010

Incrível o ep dessa semana de Chuck hein? (Chuck 3×05 Chuck vs. The First Class)

Grito: SPOILLERS!

O ep da semana passada eu bem achei meio fraco (3×04 Chuck vs. Operation Awesome) , mesmo tendo quase morrido de tanto rir com a cena da Buy More e o Chuck fazendo a leeenha “Pânico“. Sidneeeey! Euri

Mas o ep dessa semana foi bem superior hein? E sabe porque? Porque teve a primeira missão solo do Chuck, Yei!

Confesso que eu não gosto do papel do “Superman” na série (nem da sua atuação que eu acho bem meio assim…) e tah na cara que ele é o vilão neam? Eu bem acho…Mas parece que ele entrou na série mesmo para “pegar” a Sarah. Senti um climão entre eles e tmbm  confesso que já cansei da Sarah sofrendo de amor pelo Chuck (e olha que eu adoooro ela) e acho que talvez essa seja uma boa alternativa para a história. Ainda mais agora que o Chuck esta quase ganhando uma nova namorada neam? Mas falo disso daqui a pouco.

Mas é claro que a primeira missão solo de Chuck seria meio pastelão neam? Com direito a se esconder dentro de um caixão ao lado de um velho morto. Ew! Euri! Acho o Zachary Levi um excelente comediante, fatão. E estou adorando os flashs onde ele aprende as coisas novas e fica todo fodão em seguida quando coloca em prática o que aprendeu. Dessa vez teve o  “Mutchuck” e a esgrima (que foi bem sexy eu diria). Mesmo esquecendo tudo depois…

Acho bem digno tmbm o fato do Chuck não finalizar nenhum dos inimigos, não combinaria meeesmo com ele. E a trilha hein? Continua bem báfu, nível The O.C.

E ainda teve a participação da “Lana de Smallville”, que foi bem foufa e poderá ser a tal da suposta nova namorada do Chuck (e como ela é leeeandra neam? Hoy).  O que deixou um gancho para a participaçandraz dela em outros eps (que inclusive foi o final do ep, quando ela chegou na Buy More, a convite dele). Mas o mais legal do ep inteiro foi Chuck viajando de primeira classe para Paris, todo metido e tentando não dar na cara sabe? Hilárious! E foi muita sacanagem não deixar ele descer em Paris no final da missão hein? Mas com Chuck é assim neam? Fiel ao mundo dos loosers (e eu me incluo nessa) ,onde nem sempre tudo dah tão certo assim neam?

Um ep sensacional que só faz crescer o merecimento da série em continuar no ar! Que como eles mesmo creditaram na série (nesse ep) que Chuck é uma mistura dos filmes clássicos de comédia antiga estrelados por Jerry Lewis e os clássicos de ação de 007. Uma mistura perfeita eu diria, ainda mais nesse ep que teve um pouco dos dois em perfeito equilíbrio. Recomendo que todos assistam, assistam mil! E  vamos dar uma força pros Nerds hein?

ps: Josh Schwarz esta com uma fixação no universo do Superman hein? Primeiro a participação do Brandon Routh e agora a Kristin Kreuk? Não sei não viu…pode ser que seja uma mensagem subliminar hein? Fikdik para o futuro…rs

Superman + Chuck + Captain Awesome

Janeiro 11, 2010

Hoy! Hoy! Hoy!


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