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Tem troco para R$0,20?

Junho 19, 2013

É sempre bom ser ouvido, principalmente quando você realmente tem algo importante a dizer e que já não pode mais esperar, apesar dessa ainda não ser exatamente a sensação nesse caso. Até agora a pouco, sentimos que estávamos sendo mais vistos do que ouvidos, mas já é um começo e continuamos a gritar, cada um da sua forma. Alguns nas ruas, outros em redes sociais ajudando a espalhar a informação controlada por uma mídia que ainda acha que a melhor postura é não se posicionar ou que costuma agir de acordo com os próprios interesses. É bom também ver as pessoas se mobilizando por um sentimento em comum, saindo de casa, reclamando, gritando alto que #NAOTABOMNAO para todo mundo ouvir, apesar dos motivos um tanto quanto confusos a princípio, mas que com o tempo foram se transformando em uma coisa muito maior, gerando um grande protesto de insatisfação que ocupou as ruas durantes os últimos dias.

Novamente encabeçados por jovens, que dessa vez resolveram reclamar sobre os preços abusivos de um serviço que não é muito bacana e que inclusive já foi bem pior. Alguns deles nem dependem desse serviço e são donos dos seus próprios meios de transporte, fazendo uso dele com prudência ou não, se preocupando ou não em oferecer uma carona para o vizinho que faz o mesmo caminho para o trabalho, demonstrando ou não uma consciência que seria mais bacana ainda e que a gente também sonha que um dia seja o pensamento da maioria. Mas estiveram todos lá e isso deve sim ter o seu valor. Muitos foram conscientes, reclamando sobre algo que vivenciam no dia a dia de alguma forma, com um pensamento por trás do ato, um histórico que pode ser facilmente confundido com uma ideologia qualquer mas que na verdade, também é muito maior do que qualquer simples linha de pensamento ideológica e talvez por isso tenha ganhado tamanho peso, volume e aderência. Sim, tudo começou através da questão do aumento da tarifa do transporte público que a propósito, na cidade de São Paulo teve o seu aumento entrando em vigor em um domingo, convenientemente o domingo com o maior evento turístico da cidade, que recebe anualmente uma das mais populosas manifestações do nosso país, mesmo sendo ela hoje bem menos politizada e com cada vez mais cara de grande evento, mas que ainda assim, continua sendo de um importância sem tamanho ocupar as ruas da nossa cidade com um grande arco-íris nessa época.  Mas e você, já experimentou andar de ônibus as 18h00 em uma cidade como São Paulo? Não? Pretende fazer sua rota de fuga de carro ou Metrô? Pois saiba que a paciência necessária é praticamente a mesma em todos esses cenários, com a diferença de talvez apenas uma falsa sensação de conforto para quem estiver de carro, porque segurança nenhum de nós podemos garantir que temos. Podemos?

Outros foram apenas porque acompanharam a multidão ou sentiram a necessidade de fazer parte de alguma coisa a medida em que simplesmente receberam um convite em uma rede social qualquer, mesmo sem saber exatamente sobre o que (revelando mais uma vez aquela preguiça de sempre), pessoas que fizeram questão de publicar imediatamente suas inúmeras fotos com filtros coloridos ou qualquer coisa do tipo, para expressar a sua adesão instantânea a causa, mesmo que algumas tenham chegado a ela de forma duvidosa ou no mínimo questionável. Mas isso realmente importa? Seria um sonho se todo protesto ou manifestação fossem formados apenas de militantes extremamente conscientes (mas podemos dizer que temos algumas pessoas bem bacanas a frente desse pensamento no momento, conscientes, bem informados e totalmente pacíficos, não?), mas sabemos que na prática isso dificilmente vai acontecer. Como sabemos também que uma manifestação completamente pacífica é um outro sonho difícil de se conseguir alcançar, onde situações acabam obviamente fugindo do controle quando concentramos um número muito grande de pessoas em um lugar qualquer, sendo também praticamente impossível conter aqueles que resolvem destruir para chamar a atenção, porque também não podemos ignorar que essa postura ainda exista no meio da multidão, mesmo sendo ela composta apenas de uma minoria, que é quando a presença da polícia se faz extremamente necessária, para conter essa pequena mancha que não pode ser a marca de um movimento muito maior que segue totalmente o caminho oposto da agressão, violência ou vandalismo.

“Não negociamos com terroristas”. OK, não foi exatamente isso que ouvimos dos nossos governantes, mas soa bem parecido com um discurso que não cabe dentro dessa questão, copiado de outras histórias e situações que conhecemos bem apesar de não termos vivido algo parecido em nosso país. É, além de tudo ainda falta originalidade no Brasil. E ao mesmo tempo que não somos terroristas, apesar do terror ter sim aparecido em alguns casos pontuais, tratados muitas vezes com muito mais destaque na imprensa do que a questão maior por trás disso tudo, também não podemos viver aterrorizados por uma organização responsável pela nossa segurança e proteção. Balas de borracha, gás, tudo isso porque? Porque ganhamos um coro pesado, ecoando uma reclamação que estava entalada na garganta de muita gente faz tempo? Da mesma forma com que repudiamos o vandalismo, repudiamos também a agressão gratuita e isso não é de hoje e se puxarmos uma memória recente de uma outra área, vale lembrar que até pouco tempo atrás, o nosso maior herói do cinema nacional (leia-se nosso representando uma maioria e não o todo, como no meu caso) adotava uma postura abusiva bastante semelhante (claro que em um outro cenário e ou contexto) e mesmo assim foi aplaudido por boa parte do país. Uma postura que não deveria valer para ninguém, nem para quem faz parte do lado criminoso dessa história, que nesse se funde com o lado que deveria ser do bem e não conseguimos mais separar exatamente o certo e o errado nesses casos onde aparentemente, está sim tudo errado para todo mundo.

Sem partido, com partido, sem fé, de fé, quando vamos conseguir separar tudo isso? Nas ruas fica difícil, porque aquilo tudo é de todo mundo e fica difícil conseguir fazer com que todos entendam que aquele não é o momento para tentar promover qualquer outra coisa a não ser a ideia e motivação para aquilo tudo.  Isso nós podemos exigir como direito em um outro lugar, com bem menos gente, exigindo um estado laico se comportando como tal de uma vez por todas por parte dos governantes e representantes políticos desse país, enterrando todas essas questões fundamentalistas que nos impedem de avançar em leis importantíssimas para o nosso progresso e desenvolvimento em todo e qualquer sentido. Ao mesmo tempo que estamos vivendo o sonho nas ruas de finalmente avançar em alguma coisa, somos perturbados por um pesadelo que parece não ter fim e volta e meia aparece para nos assombrar novamente, com a aprovação da tal “cura gay”, que tenta nos forçar a retroceder em um pensamento de tamanha ignorância que não deveria sequer ser discutido ou levado em consideração (ou até mesmo permitido), porque vai contra tantas outras coisas que nós  já conquistamos, que só consegue ser mesmo um verdadeiro absurdo constrangedor que ainda sejamos representados por esse tipo de gente dentro da nossa política e que a propósito, está a frente de uma comissão que fala justamente sobre os direitos humanos e  das minorias, o que nos leva a um vexaminoso paradoxo.

Somos de uma geração que eu não gosto de dizer que enfrentou barreiras menores porque barreiras sempre vão existir e precisarão ser derrubadas a qualquer momento, mas que certamente encontrou um mundo com mais possibilidades, onde grandes batalhas já foram enfrentadas em outras épocas para deixar as coisas como encontramos hoje, mas que ao mesmo tempo não é motivo para achar que já conseguimos tudo o que desejamos porque ainda estamos muito longe disso. Bem longe. Ao mesmo tempo somos de uma geração que adora reclamar, mesmo que isso seja feito muitas vezes da comodidade do sofá de nossas casas, usando nossos computadores como escudos, com muitos se sentindo protegidos pelo anonimato da internet, que na maioria das vezes não deixa de ser uma forma covarde de se reclamar. Nunca foi tão bacana ter opinião sobre alguma coisa e todos nós falamos e falamos muito sobre os mais variados assuntos, mas tem muito tempo que muita coisa andava errada por aí e que ninguém fazia nada de mais efetivo do que multiplicar os “shares” e os “likes” que encontramos diariamente e muito provavelmente por esse motivo, um simples movimento contra o aumento abusivo de uma tarifa tenha se tornado algo muito maior.

Pela primeira vez em muito tempo voltamos as ruas para reclamar e isso é o mais bacana dessa mobilização toda que estamos observando acontecer não só em São Paulo, mas em outros estados e capitais também. Só ficamos com a sensação de que ainda faltou encontrar um foco principal em toda essa questão, para que ela não acabe perdida ou termine não sem sentido, mas com muitos sentidos diferentes e assim, qualquer mudança ou conquista que venha acontecer por conta de todos esses atos não acabe completamente diluída no meio de tudo o que ainda precisa mudar e que nós sabemos que é muita coisa. “Não são os R$ 0,20” dizem alguns, mas foram sim exatamente esses R$ 0,20 que acabaram mobilizando milhares, que fez muita gente sair de casa, mesmo que a reclamação tenha ganhado novos pesos e um novo discurso ao longo de sua trajetória. Um discurso que também pode ser bem perigoso, por isso devemos tomar cuidado com todas as questões envolvidas e pensar. As vezes é bacana ouvir o que aquela pessoa que você admira tem a dizer a respeito de um assunto qualquer, mas cuidado para não se deixar se influenciado facilmente deixando a maioria pensar por você e nada como pensar com a própria cabeça para descobrir a que lado dessa história você pertence. Está ruim mesmo? Mas o que está ruim de verdade? Tudo está ruim? Fato é que faz tempo que não está bom e nós só demoramos para despertar e redescobrir a nossa força enquanto povo vivendo dentro de uma jovem democracia e talvez por isso as reclamações hoje sejam tantas, que fica difícil até nomear uma manifestação como essa apenas por uma motivo qualquer, como aconteceu no passado, inclusive em nossa história recente.

Sempre senti como se São Paulo fosse a extensão do quintal da minha casa. É por onde eu circulo, onde eu trabalho, onde eu gasto a maior parte do meu dinheiro, onde eu cumpro e exerço os meus direitos e por incrível que pareça, foi onde eu me senti verdadeiramente livre pela primeira vez na vida enquanto um cidadão comum. Por isso fico envergonhado que uma das maiores cidades do mundo seja a mais resistente nessa questão envolvendo o aumento das tarifas do transporte público, com outras tantas evitando o problema de forma bem mais simples, algumas inclusive antes de ganhar o próprio povo fechando suas ruas, exigindo por mudanças. E a vergonha maior nesse caso é ver que a nossa cidade ainda é comandada por um governo que prefere adotar a postura da repressão a base da violência, autoritário, que não parece nada aberto a discutir novas propostas, apesar de todos eles praticarem exatamente o discurso oposto em suas campanhas políticas, quando ainda na fase da teoria da pré eleição. Uma repressão que acabou sendo o fator determinante para as proporções que todo o problema acabou ganhando a essa altura nas ruas, mas que também não vale como desculpa para uma reação violenta por nenhuma das partes. No começo da noite de hoje recebemos a informação de que finalmente o governo e a prefeitura de São Paulo resolveram recuar em relação ao aumento das tarifas do transporte público, assim como em outros lugares, com os nossos dois maiores representantes já prometendo que “a cidade será afetada de outra forma” por conta disso, mas ao mesmo tempo dizendo que da próxima vez, vão tomar mais cuidado e nos informar do porque de qualquer aumento. Sei… agora, explicar o porque de tanto dinheiro público usado em áreas que nunca foram a nossa prioridade, tantos privilégios dos políticos brasileiros em suas posições e ou nos esclarecer sobre as contas super faturadas de sempre, ninguém ainda pensou em nos explicar, não é mesmo? E essa parte do texto vale para qualquer cidade do território nacional.

Mas eu realmente gostaria de ver esse tipo de manifestação nascendo com mais frequência, por outros tantos motivos que acontecem o tempo todo diante dos nossos olhos e que até um dia desses, pouco se fazia a respeito. Também não acho que vale aceitar a reclamação da população depois de muito custo e acabar ganhando o que perderam de outro lado (impostos, tarifas, tributos), que é o que sabemos que teria acontecido mais cedo se o nosso atual governo não tivesse um ego maior do que as quantias de dinheiro desviadas ao longo da nossa história diretamente dos cofres públicos e não se achassem os donos do poder e da razão. De qualquer forma, acho que conseguimos provar dessa vez que não somos uma geração de preguiçosos e que tão pouco esse é o país do futebol e seria bem bacana se no ano que vem, todas essas pessoas que saíram para manifestar a sua insatisfação por todos esses motivos de vergonha para o nosso país desde sempre, não estivessem com os olhos grudados em uma TV comemorando qualquer tipo de vitória, ou aplaudindo novamente o Capitão Nascimento da vez. Isso entre outras várias coisas e posturas que devemos adotar para que as nossas reclamações sejam levadas a sério, como merecem ser. A partir desse momento não adianta mais adotar uma postura indiferente a todas as questões políticas e quem sabe agora que redescobrimos a força dessa união por uma causa em comum, não tenhamos encontrado de novo a coragem que nos estava faltando para enfrentar de frente todas essas questões, huh? Muita coisa precisa mudar, precisamos sentir que estamos sendo ouvidos e aqueles que estão sendo apenas vistos são eles, que devem sim permanecer vigiados de perto por todos nós. Quase tudo precisa mudar por aqui e se essa primeira mudança tenha que ser esses tais R$0,20 que assim seja. Que esse seja apenas o começo e não o fim.

Lea T. para a Elle Brasil de Dezembro

Dezembro 2, 2011

Que mulher linda, não? Höy!

Além de linda, ela tem cara de mulher phina, ricah, chic e de quebra ainda tem passe livre na Givenchy, o que certamente não é para qualquer uma.

E Givenchy é o que ela usa na capa.

By Fabio Bartelt

#PRIDE

Kate Moss + Rodrigo Santoro + Alcioneee para a nossa Vogue, by Mario Testino

Junho 1, 2011

 

Kate sempre muse neam?

Eu queria ser a Kate por um dia (brinks, por um ano, pq vai que aquele único dia do meio sonho acaba sendo meio assim neam? rs)

E quem não queria?

Maravileeeandra!

Reciclagem fashion: Gisele na Elle de Maio é tão 2010…

Abril 29, 2011

Hmm…acho que todas já viram essas fotos antes…hein? (nem vou postar o ensaio inteiro pq não quero furar a edição de aniversário da revista neam? tisc tisc)

Eu sabia que já tinha visto essa foto da capa antes, até que uma leitora com uma memória bem melhor que a minha (Thnks G.), me revelou que pelo menos a capa do ensaio da Gisele para a Elle de Maio de 2011 é na verdade de um ensaio antigo, de 2010 do Nino Muñoz para a Muse Summer 2010 (publicado no Fashion Gone Rougue em Julho do mesmo ano). Algo recorrente no mundo da moda, mas não com um espaço de tempo tão grande, não?

Seria essa uma reciclagem da moda?

Alô, Elle? Nós já temos internet hein?…

Detesto quando isso acontece. Anos atrás na minha casa, a gente assinava a Marie Claire. Depois de alguns anos, em um lugar em que eu trabalhava, tmbm recebíamos a revista e comecei a reparar que eles reeditavam várias das matérias antigas, principalmente as de viagens para lugares exóticos que ficaram na minha memória por algum motivo. Fiquei super desapontado…

Foi a mesma sensação que eu tive quando descobri que os estagiários eram quem faziam os testes de revistas, sem o menor critério. Tipo, tenho um job, faz aê! Humpf!

Me senti tão enganado comprando por anos a Capricho especial testes, rs. Será que eles aceitam o meu pedido de reembolso?

Kate Moss parando tudo naked na Vogue Brasil by Mario Testino

Abril 28, 2011

Desculpa, eu não vou ter olhos para mais ninguém nas bancas em Maio…

MUSE!

Gisele fazendo a Barbarella na Elle de Maio

Abril 28, 2011

Tsá? Mas aguardem até eu mostrar a sua concorrente do mês…

By Nino Muñoz

E ai gente? Foram ver o Jared no finde?

Março 29, 2011

Não ligo muito para o 30 Seconds To Mars, mas acho o Jared Leto (Höy!) um bom ator e AMO “Requiem For A Dream”

Mas e ai, alguém que foi ao show poderia me contar…

…se eles fizeram a india? rs

Brincadeireeenha, isso foi só para provocar a Jared! (e postar essas fotos maravileeeandra do Terry Richardson, recomendo a primeira como wallpaper, rs)

Freja Beha Erichsen toda de onça na capa da nossa Vogue de Março

Março 14, 2011

Maravileeeandra!

By Henrique Gendre

Meu nome não é Johnny, é Johnny Luxo!

Março 1, 2011

Fiquei profundamente emocionado com o video do programa antigo da Regina Casé, o Brasil Legal, com pencas de memórias clubber, memórias da moda brasileira e memórias de SP antiga que eu achei lá no Coisas de Marcelle (AMO e leio sempre)

Me lembro realmente desse dia como se fosse ontém, eu, sentado no sofá da minha casa, criança ainda e com os olhos grudados na tv. Foi como se eu estivesse vendo uma janela para o futuro. Tipo: quando eu crescer quero ser o Johnny Luxo!

Maravileeeandro e continua com essa mesma cara de garoto até hoje. Meio Peter Pan ele, não?

E a Erika Palomino noveeenha de tudo? Erika, vou confessar aqui só pra vc, que o seu Babado Forte foi a minha bíblia. E foi também o primeiro livro que eu comprei com o meu próprio dinheiro, carregava na mochila para todos os cantos e ele fica aqui na minha mesa, em um lugar bem especial até hoje (perto do meu Potato Head e os meus dois Care Bears, para vc sentir o drama do prestígio do lugar hein?)

Anos depois, com a minha fake id (quemnunca?) encontrei com o Johnny como hostess pela primeira vez e é possível que eu tenha derramado uma single tear durante esse momento, rs. O mesmo acontece até hoje, toda vez que eu encontro com a Erika, fatão!

Aproveito esse momento para dedicar todas as minhas mixtapes aqui no Guilt para o Phodecast da House Of Palomino antiga, que eu amava! ♥

E o Massivo, hein?

Alexandre Herchovitch, Gloria Coelho, Reinaldo Lourenço, sempre deliciosos! Walter Rodrigues, de vc eu tenho uma mágoa, que envolve eu + vc + e o Cauã Reymond (que é um foufo) no passado. E sim, eu guardo mágoas…mas não é o momento para essa história…

Anyway, voltei ao passado agora com esses 12:25 de história clubber antiga.

Tão moderno e tão careta ao mesmo tempo, quando o tal “door” (preconceituosa, seletiva e crítica, euri) disse que não deixava entrar travesti. Pode? Ainda bem que não temos mais esse issue hoje em dia (não por onde eu ando). Todas travestem em comemoração!

ps: sim, eu fui no Hell’s, em uma época que eu não poderia ir no Hell’s, rs

Quanta vergonha do seu país vc consegue sentir em uma hora como essa?

Fevereiro 1, 2011

Isso é  Brasil minha gente. Fu-jam!

70 vs 8…da para acreditar?


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