Posts Tagged ‘Breaking Bad’

E quem ganhou o Emmy 2014, hein?

Agosto 27, 2014

66th Emmy

Podemos dizer que eles até foram bem honestos com os vencedores esse ano, não?

 

Série Dramática

Breaking Bad

Sério, alguém consegue considerar esse prêmio uma surpresa? Claro que Breaking Bad merecia todo o reconhecimento por sua excelente temporada final e que bom que isso aconteceu. Clap Clap Clap! emmy para todo mundo!  (saudades do tempos de ouro e riqueza da platéia da Oprah)

 

Série Cômica

Modern Family

Mais uma vez. Pior que a série continua boa, mas é sempre tão a mesma coisa. Pior ainda é que temos outras boas séries por aí. Quem sabe no próximo ano eles finalmente ganham alguma concorrência. Mas que foi melhor do que ver o prêmio cair na mão de uma The Big Bang Theory, isso foi…

 

 

Minissérie

Fargo

Só vi o piloto. AMEI. Todos dizem que é muito boa e por enquanto, eu só tenho motivos para acreditar. Vou ver logo…

 

 

Telefilme

The Normal Heart

Nada mais do que merecido. Clap Clap Clap uncle Ryan! A grande surpresa ficou por conta dos atores não terem levado nenhum dos prêmios em sua categorias. Suspeito que eles preferiram valorizar os atores de TV mesmo… #SHADE

 

 

Ator de Série Dramática

Bryan Cranston por Breaking Bad

Clap Clap Clap! Por melhor que qualquer outro dos indicados tenha se saído durante essa temporada, o trabalho do Bryan Cranston merecia ser reconhecido e não só por isso, mas por toda a sua trajetória dentro dele. 

 

 

Ator de Série Cômica

Jim Parsons por The Big Bang Theory

Sono. TLIM! Acho que meu bolo de cenoura ficou pronto. Vou ali preparar a cobertura. Volto já. 

 

 

Ator de Minissérie ou Telefilme

Benedict Cumberbatch por Sherlock

ÊEEEEEEEEEEE! Finalmente! Uma pena o nosso Cumberbatchman não ter aparecido para receber o prêmio. Uma pena mesmo indeed… Humpf! #CHUTANDOLATAS

 

 

Atriz de Série Dramática

Julianna Margulies por The Good Wife

Sono de novo. Ó, aproveitei para fazer uma cobertura que ó, já ficou até pronta. Vamos decorar?

 

 

Atriz de Série Cômica

Julia Louis-Dreyfus por Veep

Sempre muito boa porém, ainda pouco vista. Tenho curiosidade, mas tenho que superar meu trauma de Seinfeld

 

 

Atriz em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange por American Horror Story

Jessica é outra que é sempre muito boa, mesmo quando em uma série ruim. Tisc, tisc…

 

 

Ator Coadjuvante em Série Dramática

Aaron Paul por Breaking Bad

 De novo, fiquei mais do que feliz com o prêmio desse cara. Como eu AMO o Aaron Paul, gente! Quero ser amigo, quero ser padrinho dos filhos dele, quero ser companheiro de laboratório e ou do mesmo time no paintball. Sério, #AMOR!

 

Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Martin Freeman por Sherlock

ÊEEEEEEEEEEE! Finalmene! Um bom Sherlock não funciona se não tiver um Watson tão bom quanto. Outra pena da noite foi ele também não ter ido. E vestido de Hobbit, o que seria mais legal ainda…

 

Ator Coadjuvante em Série Cômica

Ty Burrell por Modern Family

Gosto do Ty mas… preguiça. Hora de cortar o bolo que já deu aquela esfriada. Alguém quer um pedaço?

 

 

Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Anna Gunn por Breaking Bad

Merecidíssimo. A trajetória dessa personagem foi da insuportável a megabitch sofredora e desesperada, vítima do próprio marido e pesadelo endinheirado em 3, 2, 1. E ela conseguiu segurar muito bem, em todas as etapas. Hazô!

 

 

Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Allison Janney por Mom

Alguém já viu? É boa mesmo? Alguém aceita outro pedaço de bolo? Acompanha café, leite, ou chá, senhor?

 

Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Kathy Bates por American Horror Story

Um dos poucos papéis ruins que ela já fez na vida foi em The Office, porque o resto, sempre mereceu. 

 

 

Roteiro – Série Dramática

Moira Walley-Beckett por Breaking Bad – Eps. Ozymandias

Clap Clap Clap!

 

 

Roteiro – Série Cômica

Louis C.K. por Louie – Eps. So Did The Fat Lady

Choro com Louis C.K. ganhando prêmio de roteiro. Essa sim é uma comédia que vale muito a pena e que deveria ser muito mais premiada. Um dia eles ainda vão descobrir isso. Espero… 

 

 

Roteiro – Minissérie, Telefilme ou Especial

Steven Moffat por Sherlock – His Last Vow

Clap…………….. Clap………………Clap, lentamente… Se estivesse lá, daria um beijo no Moff igual o Bryan Cranston fez na Julia Louis-Dreyfus. Muah!

 

 

Direção – Série Dramática

Cary Fukunaga por True Detective – Eps. Who Goes There

E não é que descobrimos que além de bom, esse diretor é magia e poderia facilmente entrar para o cast de Sons Of Anarchy? Uma magia de bastidor para ficar de olho, anotem..

 

 

Direção – Série Cômica

Gail Mancuso por Modern Family – Eps. Vegas

Tá, melhor deixar a preguiça de lado e aceitar que depois do bolo, chega a hora de lavar louça. 

 

 

Direção – Minissérie, Telefilme ou Especial

Colin Bucksey por Fargo – Eps. Buridan’s Ass

 

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E a lista do Emmy 2014, hein?

Julho 14, 2014

Mindy+Kaling+66th+Primetime+Emmy+Awards+Nominations

É  claro que precisamos comentar a lista com o indicados para o Emmy 2014, que esse ano acontecerá no dia 25 de agosto na America antiga, com transmissão ao vivo por aqui pela Warner. Mas só vamos falar dos prêmios que mais nos interessam (séries e minisséries), porque como todo mundo sabe, essa lista é enorme. E como sempre, nossa torcida leva um coração (♥), nossos desafetos levam uma #CREDINCRUX () e os comentários seguem abaixo de cada categoria. Vamos lá?

 

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Série Dramática

♥  Breaking Bad – AMC

Downton Abbey – ITV/PBS

Game of Thrones – HBO

House of Cards – Netflix

Mad Men – AMC

True Detective – HBO

 

Em um ano de final de Breaking Bad, qualquer resultado que não seja para a série vai parecer injusto, mesmo que suas concorrentes tenham sido bem boas. Não consigo nem torcer por outra, sério…

 

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Série Cômica

†  The Big Bang Theory – CBS

♥  Louie – FX

Modern Family – ABC

Orange is the New Black – Netflix

Silicon Valley – HBO

Veep – HBO

 

Girls não está nessa lista e isso já me deixa irritado. Louie é sempre excelente, continua sendo uma das minha comédias preferidas na vida, mas não é para todo mundo. E tenho que reconhecer que Modern Family é superior, por mais idiota que esse comentário possa me fazer parecer. Ainda não vejo Veep, sorry… e Silicon Valey e OITNB estão na minha lista de próxima obrigações televisivas antes da fall season. E cadê The Mindy Project nessa lista, hein?

 

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Minissérie

†  American Horror Story: Coven – FX

Bonnie & Clyde – Lifetime

♥  Fargo – FX

Luther – BBC/BBC America

Treme – HBO

The White Queen – BBC/Starz

 

Até agora, só vi o piloto de Fargo e já estou completamente apaixonado. E qualquer série que tiver o Watson e o Bilbo Baggins em seu elenco, já pode considerar o meu voto como vencido!

 

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Telefilme

Killing Kennedy – National Geographic Channel

Muhammad Ali’s Greatest Fight – HBO

♥  The Normal Heart – HBO

♥  Sherlock: His Last Vow – Episódio de longa duração de série britânica – BBC/PBS

The Trip To Bountiful – Lifetime

 

Não sei porque eles insistem em colocar Sherlock nesse tipo de categoria, mas, não tem como pelo menos torcer pela série. Mas vocês já viram The Normal Heart? Então, fica difícil não torcer pela obra do uncle Ryan também, que é simplesmente sensacional!

 

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Ator de Série Dramática

♥  Bryan Cranston por Breaking Bad – AMC

Jeffe Daniels por The Newsroom – HBO

Jon Hamm por Mad Men – AMC

Woody Harrelson por True Detective – HBO

Matthew McConaughey por True Detective – HBO

Kevin Spacey por House of Cards – Netflix

 

Cranston, sem mais. Ano que vem, espero que o Jon Hamm finalmente seja reconhecido por seu também sempre muito bom, Don Draper. Mas só ano que vem…

 

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Ator de Série Cômica

Don Cheadle por House of Lies – Showtime

♥  Louis CK por Louie – FX

Ricky Gervais por Derek – Channel 4/Netflix

†  Matt LeBlanc por Episodes – Showtime

William H Macy por Shameless – Showtime

Jim Parsons por The Big Bang Theory – CBS

 

Louis CK. só porque ele é ruivo e apresentou o SNL tendo o Sam Smith como convidado musical. Mentira, é porque ele é bom mesmo. 

 

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Ator de Minissérie ou Telefilme

Chiwetel Ejiofor por Dancing on the Edge – BBC/Starz

♥  Martin Freeman por Fargo – FX

Billy Bob Thorton por Fargo – FX

Idris Elba por Luther – BBC/BBC America

♥  Benedict Cumberbatch por Sherlock – BBC/PBS

♥  Mark Ruffalo por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Dividido em três partes covardes. Mas gostaria que o combate fosse mais um duelo entre o Sherlock e o Watson interpretando outro que não o seu já famoso Bilbo. Veremos…

 

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Atriz de Série Dramática

Lizzy Kaplan por Masters of Sex – Showtime

Claire Danes por Homeland – Showtime

Michelle Dockery por Downton Abbey – ITV/PBS

†  Julianna Margulies por The Good Wife – CBS

Kerry Washington por Scandal – ABC

Robin Wright por House of Cards – Netflix

 

Seria uma pena ver a Claire Danes ganhando essa por uma temporada tão meio assim de Homeland. Prefiro que fique entre as outras grandes, Washington e Wright, mas fico bem feliz de ver o nome da Lizzy Kaplan finalmente figurando em uma lista como essa. Mas faltou a órfã, não?

 

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Atriz de Série Cômica

♥  Lena Dunham por Girls – HBO

♥  Edie Falco por Nurse Jackie – Showtime

Julia Louis-Dreyfus por Veep – HBO

Melissa McCarthy por Mike & Molly – CBS

Amy Poehler por Parks and Recreation – NBC

Taylor Schilling por Orange Is the New Black – Netflix

 

Eu tenho um amor de identificação pela Lena Dunham, então não consigo não torcer por ela, seja no Emmy, seja na vida. Edie Falco é sempre excelente em Nurse Jackie, embora a série seja sempre injustiçada figurando em uma lista de comédia. Mas não somos inocentes e sabemos que esse vai de novo para a Louis-Dreyfus. 

 

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Atriz em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange por American Horror Story – FX

Sarah Paulson por American Horror Story – FX

Helena Bonham Carter por Burton and Taylor – Telefilme – BBC/BBC America

Minnie Driver por Return to Zero – Telefilme – Lifetime

Kristen Wiig por The Spoils of Babylon – IFC

Cicely Tyson por The Trip to Bountiful – Telefilme – Lifetime

 

Grandes nomes, várias queridas e nenhuma delas assistidas por mim. Que vença a melhor. #PHNEUTRO

 

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Ator Coadjuvante em Série Dramática

♥♥ Aaron Paul por Breaking Bad – AMC

Jim Carter por Downton Abbey – ITV/PBS

♥♥ Peter Dinklage por Game of Thrones – HBO

Mandy Patinkin por Homeland – Showtime

Jon Voight por Ray Donovan – Showtime

Josh Charles por The Good Wife – CBS

 

Meu coração fica tão dividido nessa categoria que ele se divide em dois, e dois para cada um dos meus preferidos. Seria possível um empate?

 

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Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Colin Hanks por Fargo – FX

♥  Martin Freeman por Sherlock – BBC/PBS

Jim Parsons por The Normal Heart – Telefilme – HBO

Joe Mantello por The Normal Heart – Telefilme – HBO

Alfred Molina por The Normal Heart – Telefilme – HBO

♥  Matt Bomer por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Freeman concorrendo novamente, e agora pelo seu Watson em Sherlock. E essa foi uma temporada importante para o seu personagem na série, por isso nada mais do que merecido. Gosto muito do Jim Parsons, mas em The Normal Heart, ele conseguiu carregar um pouco do Sheldon e não de uma forma tão positiva assim. Matt Bomer está assustador no mesmo e merece não só por isso, pela entrega, mas porque fez sim um excelente trabalho também!

 

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Ator Coadjuvante em Série Cômica

Andre Braugher por Brooklyn Nine-Nine – Fox

♥  Adam Driver por Girls – HBO

Ty Burrell por Modern Family – ABC

Jesse Tyler Ferguson por Modern Family – ABC

Fred Armisen por Protlandia – IFC

Tony Hale por Veep – HBO

 

Dei um grito de menina fã quando vi o nome do Adam Driver nessa lista. Finalmente! Sei que alguém de Modern Family deve levar, mas ainda assim, podemos fazer uma versão do troféu de jujubas e entregar para o nosso Adam, não?

 

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Ator Convidado em Série Dramática

Paul Giamatti por Downton Abbey – ITV/PBS

Reg E. Cathey por House of Cards – Netflix

♥  Robert Morse por Mad Men – AMC

Beau Bridges por Masters of Sex – Showtime

Joe Morton por Scandal – ABC

Dylan Baker por The Good Wife – CBS

 

Sério, o Paul Giamatti apareceu durante 5 min de toda temporada de Downton Abbey, no máximo. Claro que meu coração vai para o Robert Morse. Claro!

 

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Ator Convidado em Série Cômica

Nathan Lane por Modern Family – ABC

Steve Buscemi por Portlandia – IFC

♥  Jimmy Fallon por Saturday Night Live – NBC

Louis C.K. por Saturday Night Live – NBC

Bob Newhart por The Big Bang Theory – CBS

Gary Cole por Veep – HBO

 

Não acho o Jimmy Fallon um bom ator, mas suas participações no SNL, seu velho conhecido, são sempre excelentes. Louie também foi ótimo por sinal… Queria muito assistir Portlandia, mas não encontro para “comprar”… 

 

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Atriz Coadjuvante em Série Dramática

♥  Anna Gunn por Breaking Bad – AMC

Maggie Smith por Downton Abbey – ITV/PBS

Joanne Froggatt por Downton Abbey – ITV/PBS

Lena Headey por Game of Thrones – HBO

Christina Hendricks por Mad Men – AMC

Christine Baranski por The Good Wife – CBS

 

Anna Gunn, sem mais e pelo conjunto da obra da sua participação na série. 

 

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Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Julie Bowen por Modern Family – ABC

Allison Janney por Mom – CBS

Kate Mulgrew por Orange is the New Black – Netflix

Kate McKinnon por Saturday Night Live – NBC

♥  Mayim Bialik por The Big Bang Theory – CBS

Anna Chlumsky por Veep – HBO

 

Gostaria muito que a Mayim tirasse esse prêmio certo das mãos da Julie Bowen, mas está difícil…

 

 

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Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

♥  Frances Conroy por American Horror Story – FX

♥  Kathy Bates por American Horror Story – FX

Angela Bassett por American Horror Story – FX

Allison Tolman por Fargo – FX

Ellen Burstyn por Flowers in the Attic – Telefilme – Lifetime

♥  Julia Roberts por The Normal Heart – Telefilme – HBO

 

Bates ou Roberts. Tranquem as duas em uma sala, joguem uma espada e quem sair viva, leva. Mas secretamente, vou torcer para sempre para a Frances Conroy, por meu amor antigo por Six Feet Under

 

Atriz Convidada em Série Dramática

Diane Rigg por Game of Thrones – HBO

Kate Mara por House of Cards – Netflix

Allison Janney por Masters of Sex – Showtime

Kate Burton por Scandal – ABC

Margo Martindale por The Americans – FX

Jane Fonda por The Newsroom – HBO

 

Se eu fosse a Jane Fonda, que tem um cena a cada temporada de The Newsroom, teria vergonha de qualquer indicação por esse papel. Isso só pode ser coisa de algum velho tarado de seus velhos tempos de “Barbarella”. Só pode! rs

 

Atriz Convidada em Série Cômica

Uzo Aduba por Orange is the New Black – Netflix

Laverne Cox por Organe is the New Black – Netflix

Natasha Lyonne por Orange is the New Black – Netflix

Tina Fey por Saturday Night Live – NBC

Melissa McCarthy por Saturday Night Live – NBC

Joan Cusack por Shameless – Shwotime

 

Bacana ver o Netflix sendo levado a sério, não?

 

Elenco de Série Dramática

♥  Breaking Bad – AMC

Game Of Thrones – HBO

The Good Wife – CBS

House Of Cards – Netflix

True Detective – HBO

Sherlock – BBC/PBS

Treme – HBO

 

Breaking Bad, claro. Acho que GOT vai ser tipo aqueles que são indicados a tudo no Oscar mas que no final, acabam ganhando apenas um ou outro prêmio técnico da noite…

 

Elenco de Série Cômica

Louie – FX

Modern Family – ABC

Nurse Jackie – Showtime

Orange Is The New Black – Netflix

Veep – HBO

 

Modern Family, porque eles tem mesmo o melhor elenco e as vezes não tão bem aproveitado assim até…

 

Elenco de Minissérie ou Telefilme

American Horror Story – FX

Fargo – FX

Sherlock: The Last Vow – BBC/PBS

The Normal Heart – Telefilme – HBO

Treme – HBO

 

Gostaria de ver esse com Sherlock, mas fica difícil concorrer com tantos nomes de peso de Hollywood em TNH. Humpf!

 

Série Animada

Archer – FX

Bob’s Burgers – Fox

Futurama – Fox

South Park – Comedy Central

Teenage Mutant Ninja Turtles: The Manhattan Project – Nickelodeon

 

Série Animada – Curta Duração

Adventure Time – Cartoon Network

Disney Mickey Mouse – Disney Channel

Disney Phineas and Ferb – Disney Channel

Regular Show – Cartoon Network

Robot Chicken – Cartoon Network

 

Adventure Time, porque é o mais maravilindo! rs

 

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The Modern Guilt Awards 2013, o quinto ano do melhor prêmio de todos os prêmios

Janeiro 1, 2014

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E para quem achou que  esse ano não teríamos o já tão aguardado The Modern Guilt Awards, eis que surgimos não tão tradicionalmente assim e dessa vez no primeiro dia do ano, com mais uma edição do prêmio mais descaradamente roubado para quem a gente gosta de verdade. É isso mesmo, aqui trabalhamos com máfia, nos aceitem.

Novamente recheado de muito favoritismo favorito, opiniões super pessoais e uma disputa sempre muito acirrada e de vez em quando roubada descaradamente (categorias como Höy do ano são sempre uma pancadaria de magia na minha cabeça. Tenho até sonhos com essas batalhas, os quais, desde já eu agradeço a minha own imaginação, rs) e para essa quinta edição da nossa tradicional e aguardadíssima premiação, contamos novamente com a dupla Poehler Fey como apresentadoras oficiais (imaginárias, claro), elas que a gente gostaria que apresentassem todos os prêmios do universo, inclusive o bingo de fim de ano na casa da avó ou até mesmo as reuniões de condomínio. (mas imagem também o Seth MacFarlane fazendo alguns comentários entre um intervalo e outro em nossa premiação. Inclusive, imaginem 2 Seths, tipo os dois velhinhos que aparecem sempre nos Muppets, Statler e Waldorf)

Portanto, segurem a barra desse vestido branco assinado porém manchado com qualquer coisa que nós preferimos não revelar para evitar o constrangimento, parem de reclamar das barcas de oferenda sempre nada ecológicas e tão pouco biodegradáveis apenas por um instante (mas apenas por um instante, porque neam?), segurem na mão do boy magia mais próximo (nem que seja aquele poster do Dione Depp antigo pendurado dentro do armário) e se preparem, porque já vamos começar e vamos começar com os Muppets, é claro, porque tudo nessa vida deveria  começar com os Muppets. TU-DO!

 

Höy do ano> Justin Timberlake

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Esse ano, o Aaron Taylor-Johnson apareceu gigantão e nós AMAMOS, o Alexander Skarsgard apareceu mais sueco do que nunca, mesmo tendo feito essa aparição timidamente com a desculpa do “frio”, que nós preferimos acreditar do que aceitar qualquer tipo de “miúdos” como desculpa, o Peter Pacey desfilou sua magia por Sã Paula e nem sequer me esbarrou (#MÁGOAETERNADEQUEMNUNCAVAISEPERDOAR), tivemos shirtless aguardadíssimos e de surpresa do Chris Martin e do John Krasinski pelos quais seremos gratos por um bom tempo (até sair o próximo), redescobrimos o Theroux, o boy magia da Jennifer Aniston, tivemos também a redenção da magia do Waldau em GOT, o encontro da magia entre o Armie Hammer (que segurou um terno vermelho como poucos!) e o Dione Depp, o Michael Fassbender andou meio sumido, apesar de ter aparecido diabólico no trailer de “12 Years A Slave” e mesmo sendo o vilão pavoroso da vez, conseguiu nos despertar certos interesses ruivos recorrentes e o Ryan Gosling (que dizem que terminou de vez com a Pure Evil) resolveu se enfiar em um buraco obscuro qualquer (esperamos que não esse que estamos pensando) e até que andou meio que sumido também, não? Ahhh… e m 2013, descobrimos também a magia do Tom Hiddleston, que é ruivo, canta, dança, representa e enfeitiça. Höy!

JT

Mas a verdade precisa ser dita e quem realmente resolveu reaparecer em 2013 para roubar nossos corações foi uma #CRUSH antiga, dos nossos tempos de adolly que atende no falsete pelo nome de: Justin Timberlake. (#PANTSDOWN)

JT reapareceu e cantando, algo que a gente já estava morrendo de saudades e ainda chegou relaxado (com o picumã mais copiado de 2013), barbudo (barbas foram realmente muito importantes para a magia desse ano. E que continue assim em nome de todos os lenhadores do mundo!), cantando em falsete e requebrando aquele quadril como nenhum outro membro de qualquer boy band desse mundo, incluindo os Beatles, rs.  E ele não veio para brincadeira, porque lançou um dos álbuns mais comentados do ano em duas partes (de uma delas pelo menos nós falamos por aqui, e a outra preferimos evitar o constrangimento, if you know what i mean), foi em tudo quanto é programa de TV e fez algumas participações impagáveis, além de ter voltado no SNL como convidado especial e apresentação da noite no seu próprio programa. Howcooloisthat? (uma dos melhores momentos de 2013 foi ele anunciando ele mesmo no SNL) Até uma premiação da MTV em 2013 ele conseguiu nos fazer assistir até o fim (com interesse, apenas até a sua apresentação, claro), com a promessa (cumprida) de reaparecer ao lado dos seus ex parceiros de NSYNC, onde ficou bem claro o porque continuamos apaixonados apenas por ele de todos os outros em 2013. No dia seguinte, só se falava disso nas rodinhas dos bebedouros de todas as empresas com pelo menos 1/2 funcionário gay e ou 2 mulheres de bom gosto, rs.  Sem contar que ele ainda andou dando uma passadinha pelo Brasil, para um único e injusto show (injusto porque foi só um e eu não fui, claro), para nosso total desespero.

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Por todos esses motivos e pelo conjunto da obra da magia mágica atual e principalmente pela evolução do look jeans com jeans (nunca vamos esquecer aquele look horrorendo Justin. Nem de você, Britney) e cabelo de miojo platinado em 180 volumes, apesar de ter casado com aquela lá que escolheu um vestido rosa de debutante para o momento mais importante da história de inveja dos boys no falsete alheios (outro detalhe que jamais esqueceremos de sua mitologia, JT) é para o Justin Timberlake que gritamos com voz fina de adolly (porque nessa hora, o passado sempre volta e volta com força!) o nosso Höy mais sonoro do ano: HÖY!

Pergunta honesta de 2013: quantas vezes fomos pegos no Metrô cantando “Mirrors” fazendo biquinho e ou firulas de diva com as mãos, sonhando com um dueté ao lado do Mr JT? Eu, nunca. (mentira/todo dia)

 

Hecatombe da magia> David Beckham x 6

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Bem que eu gostaria de dar esse prêmio para o abraço que a gente adoraria dividir entre o Dione Depp e o Marcus Mumford e ou esse encontro entre o Bradley Cooper e o De Niro, mas fica difícil alguém conseguir superar o David Beckham multiplicado por 6 como o nosso Hecatombe da magia do ano de 2013.

É, realmente fica muito difícil. Höy!

 

Maravilinda do ano> Beyoncé

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Lembra quando a Beyoncé apareceu com seu real hair curto bem curto? Foi um drama!

Aí ela não passou muito tempo com aquela tragédia capilar e já foi logo tratando de arrumar perucas novas, porque é rica, claro e continuou criando lindamente sua Ivy Azul, passou pelo Brasil e dançou até funk e de quebra, perto de encerrar o ano, lançou um álbum na surdina, com 14 faixas de 17 vídeos (sensacional, do qual precisamos conversar a respeito), sem ninguém sequer achar que ela estava trabalhando em um projeto novo. Ou seja, tem como o prêmio de Maravilinda do ano não ser de uma mulher dourada como a Beyoncé?

Isso e o fato de que como em toda boa premiação que se preze, nós amamos valorizar uma mulher que se entrega ao personagem dessa forma, a ponto de raspar a cabeça e quase acabar com toda sua magia, rs

E no novo álbum, encontramos delícias como essa “Drunk In Love”, que ela canta ao lado do seu boy magia (não julguem…), Jay Z. (e eu AMO essa aqui também ó #AMAMOSESSETIPODECAFONICE)

 

Listen Up do ano: The National  – Trouble Will Find Me

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Durante boa parte desse ano, na minha nova aventura profissional, “Trouble Will Find Me” foi o meu mantra. Tinha até medo quando chegava nessa parte da música, porque vai que neam? (“Sea Of Love”).

Depois me apaixonei e “This Is The Last Time” e “My Girl” viraram as minhas preferidas (e eles ainda cantaram ambas em The Mindy Project, em um plot de casamento gay, ou seja, confirmou! Mindy deveria ser minha nova melhor amiga, só para constar e justificar todos os meus tweets e retweets para ela, rs). É, sou desse tipo de gente que sonhava em encontrar com o outro no elevador no momento exato em que uma dessas duas faixas estivessem tocando no meu iPod, algo que um dia até aconteceu, ainda não como eu esperava e não no elevador, mas tudo bem também. Humpf!

Voltando, antes disso estive viciado em “Don’t Swallow The Cap” e “Sea Of Love”. Mas a verdade é que o álbum é inteiro sensacional e certamente, o melhor de 2013. (pelo menos foi o que eu mais ouvi esse ano inteiro e continuo ouvindo)

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Por favor, alguém traga a banda esse ano para o Brasil e não esperem o Trouble Will Find Me fazer aniversário de 2 anos para isso, como sempre. Humpf!

(♥)

 

Popcorn do ano: Before Midnight

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Esse ano fui bem menos ao cinema por falta de tempo, mas se teve um filme que eu não poderia ter perdido por nada nesse mundo em 2013, esse foi “Before Midnight” e para ele, consegui escapar em um fim de tarde, dos mais importantes desse ano até então. (juro, cheguei de um ponto ao outro da cidade em 5, 4, 3, 2, 1!)

O terceiro encontro de Jesse e Celine, alguns dizem que o último deles, a conclusão dessa que é uma das minhas histórias de amor preferidas no cinema. O filme além de muito especial por tudo que já comentamos por aqui, aconteceu para mim em um momento também muito especial, que eu achei lindo que assim ficasse marcado na minha memória e história. (♥)

Por esse motivo e por todas as senhoras sexagenárias que me acompanharam naquela tarde deliciosa ao lado de Jesse e Celine (precisamos marcar aquele café, hein garotas?) e essa história de amor real e inspiradora (só acredito nesse tipo de amor, não adianta), nada foi mais especial no cinema em 2013 do que “Before Midnight”. NA-DA!

ps: assistam também os outros dois. E assistam também “2 Days In Paris”, da Julie Delpy. Sério, assistam e me digam se ela não sou eu?

 

Coffee and Tv do ano> Breaking Bad

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Sem a menor dúvida, Breaking Bad foi a série do ano. Com um encerramento fora do comum de tão bom, a história de WW encontrou o seu ponto final com um dos melhores e mais satisfatórios episódios finais da história da TV.

Impossível não se emocionar e ou achar que o Bryan Cranston acompanhado do Aaron Paul mereçam todo e qualquer prêmio por suas atuações deliciosas a frente desses dois personagens. O mesmo vale para toda a série, que conseguiu durar 5 temporadas (com a última delas sendo arrastada por mais um ano, um costume covarde do AMC. Repito: COVARDE!) mantendo o mesmo nível de excelência do começo ao fim. Que delícia de série. DELÍCIA!

Clap Clap Clap, de pé!

 

Guilty Pleasure  + Euri do ano:  The Mindy Project

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Sério, de tudo o que eu vi esse ano na TV, além da triste decadência de Parks And Recreation, Rasing Hope se encontrar presa na fórmula “Burtinia”, esquecendo de criar a própria Hope e Modern Family se mantendo como uma comédia corretíssima porém continuando a se repetir, The Mindy Project foi o que mais me divertiu com prazer durante a sua atual Season 2 (que nem acabou ainda, mas já estou apaixonadíssimo). Assumo.

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Além de inúmeras participações, como a do próprio The National, nosso listen up do ano, a série só tem melhorado e conseguido construir os melhores e mais adoráveis personagens masculinos da TV atual. E a própria Mindy continua ótima, representando exatamente o tipo de gente maluca que nós conhecemos bem quando simplesmente olhamos no espelho e ou apontamos o dedo para nós mesmos. (falando por mim e certamente para alguns de vocês que conseguem acompanhar minha mente confusa)

Como se todos os motivos acima já não fossem o suficiente para que The Mindy Project se tornasse o nosso Guilty Pleasure do ano, ela ainda é do tipo de série que nos entrega esse tipo de presente aqui ó:

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

(R: não, não tem. ♥ #PLIM)

 

Especial mais especial do ano: The Day Of The Doctor

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Porque uma série comemorar 50 anos realmente não é para qualquer uma e a experiência de ter dividido uma data tão especial no cinema, em 3D e em real time com a terra da rainha, foi algo realmente muito especial.

E mais especial do que isso só mesmo a interação de todos os whovians presentes no cinema naquele dia, algo que acabou sendo uma grata surpresa. Eu diria até que emocionante, de verdade.

Esperamos ter mais motivos para encontrar com o Doutor no cinema daqui para frente. (e sim, eu já assisti o especial de Natal desse ano, aquele com a despedida do Matt Smith e para isso eu confesso que precisarei de mais tempo para dividir com vocês esse momento particularmente difícil para mim)

 

Maratona do coração do ano> My Mad Fat Diary

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Esse ano eu realmente não consegui encontrar tempo para grandes maratonas. Ainda me devo assistir Merlin, Luther e até as novas Orange Is The New Black, House of Cards (essas primeiras todas disponíveis no Netflix, meu novo melhor amigo) e Masters of Sex, eu ainda não consegui dar conta de assistir. Mas estão todas na fila de resoluções para 2014. Vamos acreditar, que vai dar certo!

Mas consegui tempo para uma maratona rapidinha de My Mad Fat Diary, uma comédia inglesa sobre uma garota bem acima do peso vivendo nos anos 90, daquelas do tipo que você não pode deixar de assistir (ainda mais sendo tão curtinha como todas as inglesas. Espero que essa constante não se repita quando o assunto for “os ingleses”, rs. Sorry, não consegui resistir…), tendo você sido ou não alguém no grunge dos 90’s (até hoje tenho o Kurt Cobain como referência de magia adolly, não adianta). Da trilha antiga que vai te trazer lembranças à mitologia de uma história dura, porém extremamente foufa e muito bem humorada, tudo é muito especial na série inglesa, mas talvez o seu forte mesmo seja sua personagem principal, que é absolutamente deliciosa!

 

Larguei e não volto mais do ano> Várias

Por falta de tempo, coragem e ou por me amar demais para continuar me torturando com torturas torturantes, em 2013 eu abandonei:

JESSICA CAPSHAW, SARA RAMIREZ

Greysa, porque eu não consigo me importar com mais nenhuma daquelas pessoas (e os plots todos também não estavam ajudando em nada) e tenho quase certeza de que quem eu ainda gosto, provavelmente vai continuar bem e ou acabará morto em um acidente idiota qualquer, então… nem ligo mais.

E sério que alguém consegue suportar esse casal?

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Once Upon A Time, que ficou infantil demais, bobinha demais, chatinha demais. É, já deu, por isso nem vi nada da Season 3. Sem culpa, apesar de sentir falta da magia do Charming e ou do Gancho de vez em quando, que eu mato saudade olhando para os meus adesivos do GetGlue, que foi outra coisa que eu abandonei esse ano, uma vez que agora eles disseram que não vão mais enviar os stickers para as nossas casas. Sacanagem!

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Awkward talvez eu ainda retome um dia que eu não queira pensar muito e ou estiver passando na TV, mas fato é que a Jenna andou ficando insuportável do tipo que você passa a torcer para perder todos os boys, a família e o emprego na TV também.

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Outra que andou em perigo em minha watchlist foi The Walking Dead, que beirou o insuportável ao longo dessa primeira metade da Season 4. Se não melhorar e muito durante a sua segunda parte, eu não volto mais e está decidido! Mas tem que melhorar muito mesmo.

Pausa para mais um musical, dessa vez com o HAIM, as irmãs que a gente gostaria que fossem as nossas irmãs nem que fosse apenas para herdar a cabeleira (e as roupas), com “Falling”.

 

Foufurice do ano> Flynn Bloom

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Apesar do Tom Hardy ter se esforçado bastante ao lado desse cachorrinho super foufo para tirar aquela imagem de vilão do seu Bane…

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… e até mesmo tenha pedido o reforço de um little Bane para tal tentativa desesperada…

Miranda Kerr Flynn

… novamente, nada foi mais foufo e adorável esse ano do que continuar acompanhando o Flynn Bloom e seus passeios ao lado da família, que foram muitos e um mais foufo do que o outro…

Orlando Bloom

… e pra mim, a imagem acima resume tudo o que poderia ter acontecido de mais foufo no mundo durante o ano de 2013. Isso e o BatKid, claro.

 

Da série casais que nós mais amamos em 2013> Peter Pacey + Diane Kruger

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Sorry, mas sou super tendencioso quando o assunto são esses dois por aqui.

(♥)

 

Aproveitando o momento, acho que podemos fazer uma pausa para ouvir o The National cantando “My Girl”, não?

 

A ruiva mais ruiva que deitou com toda e qualquer ruiva do ano> A filha da Julianne Moore

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Sério, quem é que depois dessa imagem não correu para um santo qualquer e pediu uma filha com exatamente esse tom de ruivo? QUEM?

Porque se nossas chances com o Fassbender, o Hiddleston e ou o Prince Harry não fizerem efeito, o negócio é mesmo apelar para um santo qualquer.

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano: Funko + Lego

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Porque a minha vontade é de trabalhar a troco das duas coisas. Sério, vou incluir essa opção no meu próximo contrato…

 

Vício do ano> Dumb Ways To Die

Eu sei que o jogo não é nenhuma novidade, mas é super foufo, tem esse vídeo delicioso e é altamente viciante. ALTAMENTE!

Acreditem ou não, ainda nem tenho todas as criaturas, mas já estou bem perto de.

 

Eu sou ricah do ano> Gwen Stefani vs Katy Perry

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Porque é sempre bom ver alguém com quase nada de esforço deixando alguém que visivelmente tem se esforçado muito tanto para tentar se manter tanto quando do lado errado da coisa com a cara no chão, como aconteceu no dia desse encontro entre a Gwen Stefani e a Katy Perry, que quase sumiu diante de tanta magia entre a década de 90/2000 e até hoje.

VRÁAA!

#OFUSCADA

 

Capa do ano: Alexander Skarsgard para a sueca Man Of The World Issue 3

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Porque se suas partes ao sul não ficaram em chamas após bater o olho nessa imagem, você certamente se encontra com sérios problemas (ou talvez apenas pertença a um outro target, porque nem todo mundo é perfeito, não é memo? rs)

Höy!

 

Catwalk do ano> Romeo Beckham para a Burberry

Esse ano, o mundo da moda andou meio assim, a ponto da gente não conseguir lembrar de muita coisa bacana além da dança das cadeiras de sempre. Humpf!

Mas o que rolou mesmo de bacana esse ano (e que nos fez sentirmos mais velhos, fato) foi o Romeo Beckham estreando lindamente na Burberry ao som de Tom Odell.

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E mais tarde, ainda tivemos a Harper conseguindo o fato de roubar um sorriso do Diabo herself. #TEMCOMONAOAMAR?

ps: tivemos também esse documentário aqui, que é bem bacana e pode te fazer pensar sobre o assunto…

 

Post do ♥> A minha culpa moderna

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Esse ano, conversamos menos por aqui, principalmente nesse segundo semestre, eu reconheço.

Em um momento de dúvida e completamente dividido entre a falta de tempo e a falta que eu sei que tudo isso aqui iria me fazer, incluindo conversar com vocês nos comentários, resolvi ser honesto e fazer esse post fazendo uma mea culpa moderna.

O resultado? Um monte de carinho que eu recebi de alguns de vocês e por isso, novamente: THNKS (♥)

 

Trucão do ano> o namoro não namoro mas namoro da Smiley Cyrus e o Liam Hemsworth

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Juntos, separados, juntos novamente. Antes de usar biquini cavado e se esfregar em ursos de pelúcia e bonecas pavorosas, Smiley bem que insistiu em tentar salvar o seu NOIVADO, circulando uma vez a cada 3 meses ao lado do seu até então NOIVO para a sociedade, ele que sempre fez questão de aparecer sorridente e ou muito feliz de estar cumprindo esse possível contrato ao seu lado.

E nesse caso, a leitura corporal (dele) sempre nos deixou fortes indícios de que essa relação estava muito bem… perto de acabar.

Sério que alguém acreditou?

 

Toda cagada do ano: Smiley Cyrus

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Acho que não precisamos nem falar muita coisa porque só essas poucas imagens acima reunidas são todas auto explicativas a ponto do nosso silêncio e preguiça se tornarem nossa maior arma nesse momento. ZzZZZ

Mas enfim, Miley conseguiu aparecer, feia, mas conseguiu.

#NAOTABOMNAO

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E essa foi mais uma edição do melhor prêmio de todos os tempos, o The Modern Guilt Awards. E para você que não dormiu até aqui, voltamos oficialmente a partir de 06/01. Smacks!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Walter White, Heisenberg, Mr Lambert e o final para se lembrar de Breaking Bad

Novembro 18, 2013

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Oito episódios finais, em uma temporada covardemente dividida em duas partes, como agora parece ser o novo costume (também covarde) do canal AMC. Damn you AMC! Oito episódios excelentes do começo ao fim, onde cada um deles poderia muito bem ter encerrado a série de forma até que bem satisfatória. Claro que alguns teriam nos deixado muito mais satisfeitos do que os outros e nenhum deles teria se comparado com o que acabou sendo o series finale de Breaking Bad, mas ainda assim, se quisessem, eles bem que poderiam. Episódios que nos deixaram completamente orgulhosos, apesar de imperfeitos em alguns detalhes mínimos que não chegaram a estragar absolutamente nada (detalhes como o fator sorte, a generosidade de alguns bandidos, o fator sorte de novo), que nos deixaram completamente aflitos, terminando de forma tão covarde quanto a divisão dessa temporada final (novamente, precisava manifestar de alguma forma a minha indignação quanto a esse detalhe, por isso a repetição da palavra “covarde” e suas variações em um mesmo parágrafo) e sempre em um momento de pura tensão, para enlouquecer ou matar qualquer um de ansiedade. Ou as duas coisas.

Desde o começo de Breaking Bad acompanhamos um pouco de tudo da trajetória do seu personagem principal, Walter White e podemos dizer que conhecemos tanto o seu melhor, quanto o seu pior (e falamos sobre o assunto por diversas vezes aqui no Guilt e para resumir, vocês podem encontrar o assunto aqui e aqui). De cara, já fomos apresentados a sua sentença de morte com o diagnóstico (nada esperançoso e por isso estamos falando em sentença de morte) do seu “irônico” câncer (um homem saudável e não fumante que do dia para a noite descobre que está com câncer no pulmão, por isso “irônico”. Notem que hoje eu estou me justificando, leitor, talvez por gostar demais da série e não querer ser mal compreendido), que foi quando descobrimos e entendemos seu plano de vida a partir daquele ponto da história e daquele momento em diante, acompanhamos os altos e baixos de sua vida conturbada e até certo ponto secreta, com a sua nova identidade de traficante de metanfetamina. E não de uma metanfetamina qualquer e apenas a melhor do mercado. Ponto. Um homem de família, professor, competente, que aos poucos foi acreditando demais no próprio personagem que criou por acaso/necessidade, o “temido” Heisenberg, que a princípio tratava-se apenas de uma espécie de lenda, que de certa forma servia para fortalecer seus negócios ilícitos, mas que em pouco tempo, acabou se tornando o recurso de defesa mais utilizado pelo seu próprio criador, que gostou tanto do gostinho do poder que acabou experimentando através dessa nova versão dele mesmo, um gostinho de ser temido por todos os cantos e acima de tudo, de ser o mais competente naquilo que se propunha a fazer, que o seu alterego acabou se tornando algo muito maior do que ele mesmo sempre foi e ou estava preparado para ser, o obrigando no final a assumir desesperadamente uma nova identidade, a terceira delas como Mr Lambert, que lhe trazia a falsa ideia de um “recomeço”, novamente e ironicamente no dia do seu aniversário.

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Mas antes de assumir essa nova terceira identidade (e acertou quem apostou que aquele flashforward que iniciou a Season 5 no passado tratava-se exatamente de uma espécie de adiantamento do final da série. Confirmou!), Walter ainda tinha alguns pontos de sua história para acertar, começando por algo que talvez fosse o maior deles (ou pelo menos o mais perigoso e ou mais complicado deles), quando chegou a hora de encarar o cunhado chefão da polícia, Hank , que havia terminado a primeira parte da temporada de encerramento finalmente chegando a conclusão de que a sigla WW que o perseguiu por todo esse tempo, só poderia corresponder ao nome do cunhado, que a propósito, ele sempre considerou um bunda molão de primeira e talvez por isso nunca tenha desconfiado do mesmo. Um momento que foi aguardado por todos nós desde muito tempo, onde ambos atores conseguiram nos transmitir exatamente o que aqueles personagens estavam sentindo naquele momento. Apesar da fúria no olhar do Hank e a sua explosão para cima do Walter, que naquela hora até tentou se beneficiar com a volta do seu câncer em um pedido desesperado de misericórdia, estava meio que na cara que não haviam muitas alternativas para toda a questão do Hank depois dele finalmente ter tomado consciência de toda a situação, isso mesmo antes de descobrirmos o desenrolar dessa história, com o plano absolutamente corajoso e nada bunda molão do próprio Walter, gravando uma fita de confissão que repassava toda a culpa para o próprio cunhado, em um golpe de gênio dissimulado e apoiado pela própria mulher (Skyler que mais uma vez nos revelou ter um caráter ainda mais duvidoso quando o assunto é o seu próprio pescoço em jogo, isso sem mencionar quando ela sugeriu e praticamente exigiu a cabeça do Jesse em troco do “bem estar e segurança” da sua família), que a essa altura estava mais do que envolvida e disposta a manter tudo aquilo que eles conquistaram com muito custo (e por custo eu quero dizer sangue, corpos de desconhecidos espalhados pela cidade, um ex boy magia inválido e noites de pânico e pura tensão dormindo apavorada ao lado do inimigo que ela achava que já não conhecia mais) até agora. Aliás, aquela cena com o encontro duplo de casais no restaurante mexicano, que marcou a entrega da tal fita de confissão do casal Walter e Skyler para os cunhados, foi sensacional, de uma tensão absurda e com o tipo de humor certo e porque não dizer até que inesperado para a ocasião. (a cada interferência do garçom, um aplauso, por favor! Clap Clap Clap!)

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Apesar de ter chegado o momento pelo qual mais aguardamos ao longo da mitologia da série (um deles, para ser mais justo, porque haviam outros, vai?) e de qualquer reviravolta que ainda poderia estar a caminho, estava mais do que na cara que para o Hank, só existiam duas possibilidades: ser ridicularizado eternamente dentro da polícia, por nunca ter sequer desconfiado do comportamento do cunhado, que esteve ao seu lado durante esse tempo todo, além do fato dele mesmo ter sido beneficiado com o dinheiro que o mesmo fazia vendendo seus preciosos cristais azuis ou, Hank teria que acabar morto, para que o desenrolar da trama pudesse se arrastar por mais algum tempo, além de consequentemente gerar uma culpa ainda maior para o próprio Walter carregar junto com o seu império. Optando por essa segunda alternativa, Breaking Bad escolheu nos entregar um tiroteio daqueles, que encerrou um dos episódios dessa temporada nos deixando a base de ansiolíticos de tamanha ansiedade por esse desfecho, que só aconteceu no episódio seguinte. Dessa forma, Hank se despediu como o herói que sempre foi e de quebra, ainda deixou para o Walter um peso na consciência bem difícil de se carregar e principalmente de se dividir com a família, a qual ele precisou encarar logo em seguida e nesse momento, é claro, encontrou sua maior barreira nesse que talvez tenha sido o momento exato em que o personagem mesmo que involuntariamente, acabou cruzando o seu próprio limite, quando em um briga doméstica com a mulher (uma briga ótima por sinal), acabou enxergando no filho toda a decepção de ter se tornado aquele homem que ele talvez nem tenha percebido exatamente que havia se tornado, mas que naquele momento, com a intervenção do Flynn e com o mesmo entregando o pai para a polícia, talvez tenha sido o momento exato do despertar do Walter para o homem monstruoso que ele havia se tornado. Tentando evitar a morte do cunhado, Walter inclusive chegou a propor dividir parte de sua fortuna com os nazistas (que voltaram para ajudar a contar o desfecho da trama, naquelas histórias menores e paralelas que também sempre fizeram parte da mitologia de Breaking Bad), seus ajudantes da vez. Mas Walter teve que se contentar em sair apenas vivo daquela situação, carregando um único barril com pouco dos vários milhões que havia acumulado ao longo desses dois anos (em uma cena pra lá de especial e divertidíssima, em um momento de pura tensão como esse portanto, entendam o quão especial é essa série, meus queridos leitores), sem receber a cabeça do seu maior inimigo a essa altura, Jesse, que por ter se tornando um aprendiz tão dedicado (e talvez melhor ainda do que o seu mestre, pelo menos na prática), acabou valendo muito mais sendo mantido como escravo pelo novo lado negro da força. (chamar os nazistas de “lado negro da força” talvez seja tão politicamente incorreto quanto dizer “lado negro da força”, embora qualquer tipo de ofensa, inclusive para o lado negro da força, não seja a nossa intenção nesse momento, rs). O único erro desse episódio, além da espantosa generosidade dos nazistas por terem permitido o Walter seguir com seu barril de dinheiro a pé e com vida pelo deserto (de novo, que cena! Me arrancou gargalhadas. Juro!), talvez tenha sido a revelação de que o Jesse estava debaixo do carro esse tempo todo e nenhum deles havia se dado conta disso. Come on, Breaking Bad! Mas ok, perdoamos. Sem ressentimentos.

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Jesse que passou boa parte desse retorno quase que em transe, desconfiando que o Walter havia propositalmente e culposamente mandando o Mike fazer aquela “viagem para Belize” (rs) e ainda tentando lidar com as consequências de todos os seus atos mais recentes além de qualquer culpa e mágoa antiga, incluindo a morte daquele garoto perto da linha do trem. Apesar de estar completamente fora de si, Jesse ainda parecia consciente da parcela de culpa do Walter em relação ao sumiço inexplicado do Mike e o personagem que até então havia passado boa parte da temporada monossilábico e atirando montes de dinheiro pela vizinhança (e mesmo mudo, o Aaron Paul sempre foi excelente com suas caras de louco psicótico maniaco depressivo, vai?), não precisou de muito tempo para ele chegar a conclusão do quanto Walter o havia manipulado durante todo esse tempo, assim como o quanto o personagem esteve envolvido em plots importantes relacionados a pessoas próximas a ele, como a ex namorada e o filho dela, que nós sabemos que foi o Walter quem envenenou para se safar de um drama antigo qualquer. E bastou despertar para a realidade, que ganhamos o velho e bom Jesse sem limites de volta (Yo, bitch!), despejando gasolina por toda a casa do Walter, com seus #CRAZYEYES em close novamente, planejando transformar o lugar em cinzas em nome do começo de sua vingança. Mas sabemos que apesar de parecer o mesmo, Jesse não era mais apenas aquele moleque inconsequente do passado que parecia usar roupas do irmão mais velho (aguardem o final desse post, e vocês verão que essa piada não é minha), ou pelo menos ele não era só mais isso e para conseguir se vingar do seu novo arqui-inimigo e ex-sócio, nada melhor do que unir forças com o lado da lei da história (além de possivelmente aliviar um pouco mais para o seu lado), que foi quando ganhamos a parceria Jesse e Hank, antes da morte do mesmo e antes do próprio Walter ter encomendado a cabeça do Jesse, influenciado inclusive pela Skyler, como já comentamos.

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E o plano dos dois para conseguir pegar o Walter foi sensacional também, do começo ao fim, com as pistas falsas sobre a localização do dinheiro (achei bem bacana a localização da fortuna do Walter ser a mesma de onde eles cozinharam pela primeira vez no deserto. Cool!), assim como quando Jesse foi acertar as contas com o Saul, ou quando o Hank deixou um de seus capangas aterrorizado com a foto falsa da morte do Jesse, deixando o cara muito que provavelmente, esperando naquela sala até hoje. Engraçado como desde o começo, nutrimos um amor especial por esses personagens, mesmo com eles persistindo em um caminho mais do que duvidoso, mas o mais engraçado disso tudo foi ver como com o passar do tempo, passamos a torcer muito mais para o Jesse do que para o próprio Walter, muito provavelmente pela transformação que vimos acontecer com ambos diante dos nossos olhos ao longo dessas cinco temporadas, quando Walter deixou de ser apenas um homem injustiçado pela vida e se tornou uma espécie de monstro (apesar de não gostar muito dessa descrição) muito maior do que ele mesmo conseguia administrar, assim como o Jesse, que deixou de ser apenas um viciado inconsequente e foi se tornando aquele por quem a gente torcia com mais força e entusiasmo para que saísse ileso dessa história toda, principalmente depois de tudo que vimos o mesmo passar (e pastar), muitas vezes as cegas (quase sempre apenas desconfiando…), sem ter o conhecimento sobre tudo aquilo que estava realmente acontecendo com ele. Mas isso não foi nada até encontrarmos o Jesse enjaulado, acorrentado e mantido como escravo nessa reta final da série (glupt = nó na garganta), vivendo apenas com a companhia da sua própria culpa e o carcereiro Todd (odioso desde sempre!) e a tarefa de continuar cozinhando perfeitamente os cristais mais puros do deserto a troco  apenas de manter os dois únicos sobreviventes com quem ele ainda se importava na vida (a ex namorada e o filho dela). Algo que ele conseguiu manter até certo ponto, quando em uma medida desesperada de tentativa de fuga, foi obrigado a assistir de longe o odioso Todd tirando a vida da sua ex namorada, apenas para provar que não adiantava ele tentar escapar.

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Mas outro momento importantíssimo dessa reta final de Breaking Bad também aconteceu no deserto, ainda no mesmo cenário da morte do Hank, antes dela acontecer, quando se sentido traído pelo fato do Jesse ter passado para o outro lado, Walter não pensou duas vezes e jogou na cara do ex parceiro Jesse, que havia assistido de perto a sua namorada morrer de overdose anos atrás e que não havia feito nada de propósito, por conveniência (que foi exatamente o que ele fez), revelando o maior segredo (e mais um deles), que ainda existia entre os dois, muito provavelmente, o mais doloroso de todos eles e aquele para o qual não se teria mais volta. Aliás, vale dizer que nesse mesmo episódio, a cena com o Walter finalmente se rendendo para o cunhado, foi outra das que merece ser lembrada por um bom tempo, com cara de series finale e tudo mais e isso foi logo no começo da temporada. (também achei excelente a cena com o Walter e o Hank no telefone com a Skyler e depois ela desesperada encontrando com o Hank, achando que estava sendo presa e surtando lindamente)

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Com todos os personagens encontrando seus respectivos destinos e se revelando a essa altura da história, onde já não havia mais uma falsa identidade para ninguém, exceto para o Walter, que havia aceitado o serviço de nova identidade oferecido pelo Saul (recusado no passado pelo Jesse e o qual o próprio Saul acabou utilizando na mesma ocasião que o professor de química, se tornando seu companheiro de confinamento – detalhe que o personagem deve mesmo ganhar seu spin-off de Breaking Bad e ainda não consegui decidir se gosto muito da ideia…) e a essa altura já havia se transformado no Mr Lambert, vivendo afastado em um lugar que não poderia ser mais frio e ou distante (em todos os sentidos, e chegou a dar pena de encontrar o Wal… o Mr Lambert naquela situação, pagando por uma partidinha de rouba monte, rs), chegava a hora do acerto de contas do personagem, que antes disso ainda tentou bancar o Heisenberg novamente (em uma cena linda, diga-se de passagem), mas que naquele momento acabou entendendo que com o estado avançado do seu câncer e a falta de opções de ainda conseguir sair ileso daquela situação, só lhe restava mesmo esperar pela hora certa de agir e encerrar de vez a sua história abraçando o que fosse necessário para isso.

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Que foi quando chegamos ao series finale de Breaking Bad, que eu arriscaria em dizer que de todos os que eu já vi até hoje, foi de longe o meu preferido. É, foi, assumo. Sorry Sopranos (sorry Fringe, sorry até para The Office, que recentemente fez um despedida daquelas. E essa não é uma “desculpa comparativa”, que fique bem claro). Em uma sequência de acertos de contas deliciosos, encontramos Walter enfrentando de frente todos os seus inimigos e questões ainda pendentes em sua vida, a começar pelos ex-sócios do negócio que ele acabou desistindo no meio do caminho e consequentemente, por mais uma ironia do destino, acabou perdendo a chance de se tornar uma milionário de forma lícita (e com uma ideia que foi dele e não desconfiamos em nenhum momento disso porque conhecemos muito bem aquela mente brilhante). Walter sentado no escuro, esperando o casal chegar em casa, despejando o dinheiro que ainda lhe restava, exigindo que os ex-sócios colaborassem com o seu plano de finalmente conseguir amparar a sua família de alguma forma, para que tudo aquilo não tivesse sido de fato em vão, foi absolutamente brilhante, ainda mais contando com dois personagens dos quais pouco ouvimos falar e ou nos importamos, ainda mais naquela altura do campeonato. Mas brilhante mesmo foram os atiradores de longe com suas miras nos corpos dos dois personagens em questão sendo ameaçados pelo Walter, atiradores “profissionais” que mais tarde descobrimos ser apenas os amigos do Jesse fazendo um freela para a malandragem (rs), aqueles dois que viviam se colocando na casa dele, que voltavam para uma despedida super bem humorada para a série.

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Depois tivemos a sequência da irmã ligando para a Skyler, que estava vivendo em um outro lugar, bem mais humilde até, avisando sobre a presença do Walter na cidade, a essa altura super temida por todos os lados depois que a sua história já havia se tornado pública, quando ao final da tal ligação, descobrimos que Walter já estava na casa, ao lado da Skyler durante o tal telefonema, ela que o havia recebido para a despedida que ambos mereciam ter, mesmo depois do plano diabólico e friamente calculado do Walter sequestrando a filha durante aquela sequência desesperadora da briga do casal em casa, que teve o Junior interferindo e entregando o pai para a polícia em um dos melhores episódios dessa reta final da série. Uma despedida que ela entendia que o marido merecia, mesmo depois de tudo o que aconteceu, principalmente em relação aos filhos, dos quais, ele teve a chance apenas de se despedir de perto da pequena Holly (e não sei como eles conseguiram fazer esse tipo de coisa, mas até a bebê acabou se revelando uma excelente atriz a essa altura. Sério!) e teve que se contentar em apenas observar o Junior voltando para casa de longe, sem arriscar nenhuma aproximação com o garoto (que ele amava, não temos a menor dúvida disso), que estava mais do que decepcionado com a revelação da verdadeira identidade do pai e acima de tudo, com o que acabou acontecendo com o próprio tio (aliás, a cena da tia e a mãe revelando a verdade sobre o Walter para o seu filho, também foi bem boa!). Uma cena dolorosa na medida certa, sem nenhum exagero ou qualquer coisa do tipo, algo que não caberia em uma série tão bacana e bem cuidada como sempre foi Breaking Bad e por isso agradecemos que esse tenha sido o caminho escolhido para encerrar essa história, que a propósito, conseguiu manter todo o seu fundamento até o fim, com as cores todas de volta (o verde, o amarelo, o roxo), cenas e sequências com olhares diferentes e sempre muito bem vindas dentro da série mesmo a essa altura, a volta do figurino antigo do Walter e diversas referências a mitologia da série que foram excelentes nessa reta final.

Até para a Lydia havia sobrado o resto do veneno que Walter manteve esse tempo todo escondido em sua própria casa, o qual ele fez questão de buscar para o acerto de contas com a mulher que havia se tornado a responsável pelos negócios. Nesse hora, poderíamos até considerar que Walter acabou sendo mais imprudente do que nunca, arriscando demais ao aparecer naquele café onde estavam Lydia e Todd (que a essa altura haviam se tornado uma espécie de casal, e por isso havíamos acompanhado tantas cenas com os dois durantes as aberturas dos episódios dessa reta final), principalmente se considerarmos a instabilidade da personagem diante de situações como essa, mas ao mesmo tempo, considerando o que Walter tinha a perder naquele momento, achamos que até que tudo bem ele ter agido daquela forma.

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Mas ainda restavam as duas últimas pontas soltas nessa história toda: os nazistas, que acabaram roubando toda a fortuna do Walter após a resolução da história com o Hank e o Jesse, o qual ele considerava seu maior inimigo/traidor/pure evil ainda vivo naquele momento. Após descobrir que os nazistas estavam com o Jesse, passamos a acompanhar algumas cenas aleatórias do Walter no deserto, construindo alguma coisa que a gente ainda não tinha muita certeza do que se tratava, mas sentíamos que aquilo tudo fazia parte de mais um de seus planos infalíveis, frutos de sua mentre calculista e sempre brilhante. E não deu outra, e antes do fim, Walter fez sua última visita para o tio do Todd (o chefe do clã nazista da série), que além dos vários milhões que havia lhe roubado, ainda lhe devia a cabeça do Jesse. E o reencontro de ambos personagens não poderia ter sido melhor, com Walter sedento pela cabeça do Jesse, o encontrando praticamente como um zombie de The Walking Dead, todo sujo e descuidado (mas ainda assim revoltado e sedento por aquele reencontro), mantido como escravo mesmo, que foi quando ele finalmente entendeu que o pior já havia acontecido com seu ex-aprendiz e a sua morte naquele momento já não se fazia mais necessária, porque Jesse já havia sido punido o suficiente pela quebra com o seu parceiro de longa data.

E foi quando descobrimos também que aquelas cenas aleatórias do Walter construindo algo no deserto, tratava-se de um plot à la Tarantino que se instaurava em Breaking Bad para encerrar essa história, com uma espécie de robô metralhadora (lembra do Jesse pedindo para o Mr White construir um robô para salvá-los de um plot dramático no passado da série? Então…), sim, eu disse um robô metralhadora e nada poderia ser mais inimaginável e ou legal para esse momento do que um robô metralhadora, que colocou fim na vida de todos aqueles nazistas, acertando de uma vez por todas a dívida que eles mantinham com o Walter. E foi lindo perceber que antes de apertar o botão para acionar o tal robô que havia sido construído com esse propósito, Walter já havia pensando rapidamente em salvar o Jesse, que apesar de qualquer coisa, a essa altura já não estava mais incluso no combo da vingança da carnificina que se transformou aquele lugar, sobrando inclusive e coincidentemente o Todd (que era o carcereiro do Jesse e eles nunca foram amigos) para o Jesse finalizar e a gente vibrar junto, sem a menor culpa. (cuspida no chão, seguida de um BITCH, em caixa alta)

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A essa altura, já não restava mais nada para Breaking Bad, a não ser a despedida entre Jesse e Walter e para isso, por mais que tenhamos torcido desde o começo para esse desfecho (sempre achei que o destino da série seria esse, não que eu tenha imaginado o caminho exatamente dessa forma, mas ainda assim…), confesso que não estávamos assim tão preparados para esse momento. E até nessa hora o Walter tentou manipular o Jesse pela última vez, oferecendo a arma que poderia acabar com a sua vida (detalhe que além do câncer em estado avançado e o personagem estar visivelmente debilitado nesse episódio final, durante o tiroteio do seu robô metralhadora – repararam que eu adorei esse conceito e não canso de repetir, não? – Walter já havia sido ferido por um das balas disparadas na ocasião), colocando o Jesse em uma posição semelhante a qual já encontramos o personagem no passado (por outros motivos, claro). Mas Jesse acabou fazendo a escolha certa dessa vez, optando por deixar o Mr Walter encarar o seu destino por ele mesmo e com um simples olhar a distância, ainda com medo e sem confiar muito um no outro, ambos se distanciaram e Jesse ganhou o seu momento “Need For Speed” (próximo projeto do ator no cinema), escapando em alta velocidade e finalmente encontrando a liberdade, além do seu final feliz, que demorou para chegar mas que precisava acontecer, pelo menos para algum deles e achamos ótimo que tenha sido para o Jesse.

Para Walter, sobrou a única opção de morrer como a grande lenda que além das circusntâncias e alguma ajuda do destino, ele acabou criando sobre ele mesmo. Despencando diante do grande  laboratório utilizado pelos nazistas a essa altura da história, Walter encarou pela última vez sua imagem distorcida e com a chegada da polícia ao local, o personagem acabou de fato assumindo toda a culpa daquela história e assim encerrou a sua trajetória, em uma cena recheada de simbolismo e a trilha sonora perfeita para a ocasião (mais uma utilização da trilha sonora com perfeição para o momento, diga-se de passagem). Um momento para se aplaudir de pé e enxugar as lágrimas na sequência. (que foi exatamente o que eu fiz, quatro dias depois do episódio ter ido ao ar, que foi apenas quando eu finalmente consegui assistir ao series finale e imaginem o meu desespero para tentar fugir de todo e qualquer spoiler sobre o assunto durante todo esse período interminável? #DRAMA)

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Dessa forma absurdamente sensacional, nos despedimos de uma vez por todas de Breaking Bad, com o final que não poderia ter sido mais perfeito, apesar de qualquer uma de suas falhas. Uma história que desde muito tempo nos apontava para esse desfecho, do qual seria bem difícil se sair completamente ileso, principalmente no que dizia a respeito a todos os principais envolvidos. Uma série que conseguiu manter seus padrões desde sempre e que como se não fosse o suficiente, conseguiu elevá-los ainda mais nessa reta final, nos deixando completamente satisfeitos com a forma com que eles escolheram para encerrar essa história. Um dos melhores finais para uma das melhores temporadas finais de uma das melhores séries de TV de todos os tempos. SÉRIE OBRIGATÓRIA PARA VOCÊ QUE ACHA QUE GOSTA DE SÉRIES DE TV E ASSIM MESMO, EM CAIXA ALTÍSSIMA.

E agora fazer o que para suprir essa necessidade de cristais azuis em nossas vidas? Encarar uma rehab e colocar tudo na conta do Vince Gilligan? (que eu queria dar um beijo na boca) Esperar para ver se aparece um novo vício bem bom? (por enquanto, está bem difícil, hein?) Ou morrer de medo de um dia receber de presente um convite para uma viagem para Belize?

Bem, por enquanto podemos ficar com esse final alternativo que acabou de sair no box de DVD com a Season 5 completa, que por lá chega no próximo dia 26 (por aqui estão vendendo um box da Season 5 dizendo “A 5ª Temporada Completa” de forma mentirosa, porque ele só contém os 8 primeiros episódios da Season 5, que está disponível também no Netflix até o 5×08), que nos insinua que tudo o que acompanhamos em Breaking Bad durante essas cinco temporadas, não passou de um sonho de um velho conhecido de  Malcolm in the Middle. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e ou já estar morrendo de saudades?

R.I.P BrBa

 

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Breaking Bad termina hoje e você reclamando que não tem coisa boa na TV

Setembro 29, 2013

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Breaking Bad termina hoje, daqui algumas horas (e desde já começamos a correr de todo e qualquer spoiler) e nem parece que já faz tanto tempo assim que embarcamos no deserto, naquele trailer meio assim com um homem de meia idade vestindo apenas cuecas e seu aprendiz na arte de “cozinhar” metanfetamina, um viciado que foi nos conquistando aos poucos e hoje é por quem nós mais torcemos dentro do universo da série.

Uma das melhores séries da TV atual (se não a melhor… e definitivamente por essa segunda metade da Season 5, a melhor!), uma das séries da minha vida, sem a menor dúvida. Termina hoje e vai direto para a prateleira especial assim que sair completa em DVD. (já tenho as 3 primeiras temporadas e já me preparo para me irritar com o lançamento de um box com a série completa, muito provavelmente bem mais barato do que a última temporada lançada em DVD. Humpf!)

Apesar de ser sempre triste ver algo que a gente gosta chegando ao fim, nesse caso, temos que reconhecer que foi lindo ver como Breaking Bad nos trouxe para o seu final. Todos os passos, toda a sua trajetória merece o nosso reconhecimento. Clap Clap Clap!

E a essa altura, queremos a cabeça do anti-herói que aprendemos a amar e agora odiamos como nunca, queremos que o Jesse consiga se livrar dessa e precisamos descobrir como é que a Skyler vai conseguir passar ilesa por tudo isso. Tudo indica que WW deva mesmo morrer, só assim sua história poderia ter um final feliz para os demais personagens restantes. Ainda mais agora que ele já virou lenda, ganhando um status maior do que o seu ego e talvez um pouco menor apenas do que a sua ambição. Mas ainda restam algumas contas a acertar, seja com os antigos sócios de um negócio milionário que ele acabou perdendo por uma simples ironia da vida ou uma escolha errada, seja com o seu câncer mais irônico ainda ou seja com o seu atual maior inimigo, que ele acha ser o Pinkman (pobre Pinkman a essa altura…), mas na verdade, apenas não se deu conta de que essa figura pode ser representada por ele mesmo, Heisenberg, Mr Lambert, ou seja lá qual o seu nome atualmente.

E para essa despedida, acho que vale a pena dar uma olhada em tudo o que nós já falamos sobre essa série sensacional até então:

Season 1

Season 2

Season 3

Season 4

Season 5 1/2

E agora só nos resta esperar, bitch! (queria tanto dar um abraço no Aaron Paul e olhar de longe e com medo para o Bryan Cranston e mesmo assim deixar transparecer toda a minha admiração e respeito, rs)

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E o red carpet do Emmy 2013 conseguiu ser tão preguiçoso quanto a própria premiação…

Setembro 29, 2013

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Sim já faz uma semana que aconteceu o Emmy 2013 e sim, ficamos morrendo de preguiça (não vou mais usar a desculpa da falta de tempo, prometo… #CRUZANDOOSDEDOS) de comentar a premiação que foi um excelente sonífero para o último domingo (sério gente, o que foi aquilo?), mas como não somos do tipo que deixa qualquer red carpet passar tão batido assim, resolvemos comentar as escorregadas e os acertos delas todas mesmo assim. Então levanta a barra dessa saia, segura a respiração toda presa nessa cinta emagrecedora sem furo para facilitar qualquer emergência no banheiro (como podem vender esse tipo de cinta, me respondam?) e reza para o guache vermelho do Louboutin do truque não resolver ficar perdido por aí e entregar sua atual condição no cheque nada especial.

E já começamos colocando o NPH no nosso cantinho do #ThinkAgain, porque por mais que até eles tenham feito piada sobre o fato do ator apresentar 24 a cada 24 premiações, suas piadas já estão ficando tão recorrentes como qualquer plot sem gracinha de HIMYM, assim como seus números musicas, todos muito bem feitos, temos que reconhecer pelo menos isso, que mesmo assim já estão com cara do mesmo do mesmo, imprimindo como se estivéssemos assistindo a uma reprise de quando tudo aquilo ainda era novidade. Saudades no NPH provocando o Hugh Jackman no palco do Tonny? Sim, talvez, porque sempre aceitamos ver duas amigas ameaçando uma a outra com grampos de cabelo afiados, mas confessamos que já estamos cansados e não é possível que em toda Hollywood não exista um outro ator, gay, que saiba cantar, dançar, representar e sapatear. (se eu descer e fizer uma audição agora na esquina da minha casa, certeza que aparecem pelo menos uns 358 em 5, 4, 3, 2, 1, jazz hands!

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himym

Mas Neil não foi o único do seu elenco que errou e suas companheiras de série, também não estavam tão inspiradas assim.

Alyson Hanigan insistiu no look sereia, que ficou pesado demais e mesmo com o tom certo de cabelo para tal, acabou imprimindo mais halloween do que qualquer outra coisa. Ela até tentou fazer piada postando um vídeo com toda a sua dificuldade para sentar no carro com esse modelo, mas a verdade é que tudo isso poderia ter sido evitado com algo simples chamado bom gosto. Apenas…

Já a Cobie Smulders, essa fez a linha lençol de rica com 387 mil fios egípcios que a gente sabe que apesar da qualidade do “ticido”, quase nunca funciona. Sinto que alguém que ainda se importe com HIMYM (não me importo, mas vou ver o series finale, claro) deveria falar para a Cobie todos os dias que ela é uma das mulheres mais lindas da TV atual e que nem por isso ela precisa se esforçar quase nada ou tentar ficar horrorenda toda vez que decidir sair em público. Obrigatô!

Girls

Das Girls que nós AMAMOS (estou revendo a Season 1 agora em DVD, e tenho me emocionado tudo de novo e continuo achando Girls uma das melhores séries de dramédia da atualidade, categoria que deveria passar a fazer parte das premiações para que elas fiquem mais justas), quem se deu melhor foi a Zosia Mamet, que apostou no fundamento da estampona bacana, sem ser muito óbvia e com um modelo todo bem pensado e renovado, apesar de ter uma certa cara de “clássico”.

Já a Lena Dunham….

Lena

Tenho sempre a impressão que ela vai de pernas de pau em toda e qualquer premiação (lembra quando ela ganhou aquele outro prêmio e caminhou até o palco parecendo estar com mais dificuldades do que uma senhora da terceira idade em seu andador?) e ela realmente deveria evitar modelos que além de aumentar a sua silhueta, ainda podem servir como motivo de piada do tipo que ela provavelmente deve ter escondido todo o buffet de salgadinho + a fonte de chocolates debaixo dessa saia.

#NAOTABOMNAO (mas a estampa e as cores estavam lindas, vai?)

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Além da própria premiação em si, nada foi mais preguiçoso nesse Emmy 2013 do que a escolha da Zoey Deschanel, que até que fugiu do fundamento 50’s/60’s de sempre, mas ainda assim ficou naquela cartela de cores batida dela.

É, nada foi mais preguiçoso que isso exceto sua atuação em New Girl, que continua lamentavelmente sofrível.

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OK, apesar da excelente companhia (Höy!), algo de muito ruim deve estar acontecendo com a Amanda Peet. não? Porque apenas alguém com sérios problemas emocionais e ou espirituais escolheria algo desse tipo, não é verdade? (R: SIM!)

Hey Netflix, já pensou em trazer de volta Jack & Jill e quem sabe salvar uma atriz da depressão? (pelo menos as reprises, vai? Já estou cansado daquele catálogo capenga, exceto pelas sérias originais e a 6 dúzia de coisas que eu não vi ainda…)

Claire Danes

Claire Danes provou que além de vencedora, é uma mulher de peito (pequenos, mas é) e apesar de não ter muito do que se orgulhar de seus gêmeos, ela conseguiu segurar um decotão como esse com cara de vencedora e deitou com todas. Sem contar que só pelo Hugh Dancy que a acompanha, ela já pode dizer que venceu na vida. #RESPECT

Julianna

Já a Julianna Margulies pode até continuar nos irritando, pode até ser a boa esposa demais, pode até ter ido vestida também de lençol com detalhes de origami (sim, o vestido tinha alguns detalhes do outro lado de quem vê), mas vai sempre merecer o nosso respeito se continuar aparecendo em premiações com o acessório certo. Höy!

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Quem resolveu aparecer de bonita foi a Anna Gunn (que eu nunca achei uma mulher lindíssima em Breaking Bad, mas nos últimos tempos vem aparecendo sempre linda nos red carpets todos) com um vestido que não nos diz nada de novo, mas mesmo assim não deixou de ser uma boa escolha para ela. #NICE

bb

E os meninos de Breaking Bad podem até não ter levado nada para casa (nos prêmios individuais, claro), mas ano que vem, a gente já sabe onde as estatuetas de melhor ator coadjuvante em série dramática e melhor ator em série dramática, devem parar, não?

Se deus for mesmo uma mulher justa, ninguém tira essa deles. (e toda e qualquer outra futura indicação de Breaking Bad também!)

Brody

Venho a público dizer que mesmo com uma cabeça do tamanho do lado maior de um Kinder Ovo de Páscoa, o Brody continua com a magia confirmada, sendo o meu terrorista arrependido e ruivo preferido EVA.

Höy!

Downton

De todas as lindas mais lindas da noite, vou ter que dizer que a minha preferida foi a Michelle Dockery e isso porque apesar do seu vestido ter cara de clássico e quase nenhuma inovação, ele tinha cor, mais do que uma, um laço gigantesco nas cotas (imaginem isso sentada e apoiada naquela poltrona?) e isso a diferenciou das demais.

Isso e o fato dela ser inglesa, claro. Höy!

A propósito, sinto que ela vai sofrer da síndrome do Jon Hamm em toda e qualquer premiação, ele que é sempre (ou quase sempre) lembrado, mas nunca leva. Humpf!

E por falar em Jon Hamm…

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Nada nem ninguém…

Wolk

(nem o James Wolk, o novo boy magia do momento que a gente já está de olho faz tempo e isso mesmo antes dele namorar o Max de Happy Endings, que fique bem claro)

… esteve mais magia mágica do que ele e sua barba (e a companhia na imagem acima acima, sem contar que eu ofereceria meu dedo mindinho para ter ido na festa dos perdedores, organizada por ele e a Amy Poehler)). Höy!

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E não adianta tentar esconder aquilo que todos nós desejamos, Hamm… (e seria esse tom de loiro o equivalente a barba do Jon Hamm para a Elizabeth Moss quando de férias de Mad Men?)

HÖY!

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E como prêmio do pior look do Emmy 2013, e por pior querendo dizer extreamente cafona, gostariamos de agraciar a Connie Britton com nossas honras nesse veludo com dourado pesadíssimo. Isso sem contar o make e ou o cabelo também nada acertados. #CREDINCRUZ

#NAOTABOMNAO

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E para finalizar, Emmy, por favor, no ano que vem considere essas duas como a salvação para a premiação de vocês. (dupla que a gente encararia até na TV Senado, não? #PoehlerFey #FeyPoehler)

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Emmy 2013, os vencedores

Setembro 23, 2013

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O Emmy 2013 foi sofrido, interminável, teve uma lista longa de homenagens póstumas (algumas bem emocionantes até), teve o NPH exagerando no quesito “dando tudo de si” (está se esgotando na sua own fórmula musical) e uma lista de vencedores que podemos dizer que quando não foi decepcionante, até que conseguiu ser surpreendente, viu? Vamos conferir?

 

Melhor série de comédia

Louie

Girls
30 Rock
Veep
Modern family
The Big Bang Theory

 

Modern Family, de novo. Até quando? Tudo bem que a série continua sendo bem feitinha, corretinha, até consegue te fazer rir bastante de vez em quando, mas não neam? Apesar de tudo isso, tenho sempre a impressão de que estou assistindo o mesmo episódio, que nunca chega a me ofender e tão pouco me surpreende. Mas poderia ser pior e esse prêmio poderia ter ficado com TBBT. #CREDINCRUZ

 

Melhor série dramática
Breaking bad
Game of thrones
Mad men
Downton Abbey
Homeland
House of cards

 

Beaking Bad para esse e para o próximo ano. Pode marcar aí na sua agenda. E merece, por esse e pelo próximo ano. Sempre mereceu.

 

Melhor ator em série dramática
Kevin Spacey  – House of Cards
Hugh Bonneville – Downton Abbey
Jon Hamm – Mad Men
Damian Lewis – Homeland
Bryan Cranston – Breaking Bad
Jeff Daniels – The Newsroom

 

Uma das maiores surpresas da noite. Não que ele não tenha feito por merecer, mas é que enfrentar um Cranston e um Spacey em papéis como esses, chega a ser quase que uma covardia. De qualquer forma, ficamos felizes mesmo assim…

 

Melhor atriz em série dramática
Michelle Dockery – Downton Abbey
Elizabeth Moss – Mad Men
Claire Danes – Homeland 
Vera Farmiga – Bates Motel
Kerry Washington – Scandal
Robin Wright – House of Cards
Connie Britton – Nashville

 

Surpresos? Homeland pode não ter feito sua melhor temporada, mas a Claire Danes é a Claire Danes. Clap Clap Clap!

 

Melhor atriz coadjuvante em série dramática
Emilia Clarke – Game of Thrones
Anna Gunn – Breaking Bad
Maggie Smith – Downton Abbey
Morena Baccarin – Homeland
Christina Hendricks – Mad Men
Christine Baranski – The Good Wife

 

Essas eu aplaudi, de pé. A nna Gunn já foi mais do que odiada dentro da série, ganhou sua redenção e quando foi exigido que ela comparecesse, a atriz mostrou que está no mesmo nível que seus companheiros de trabalho com muito mais destaque na trama. Clap Clap Clap!

 

Melhor ator coadjuvante em série dramática
Aaron Paul – Breaking Bad
Bobby Cannavale – Boardwalk Empire
Jim Carter – Downton Abbey
Peter Dinklage – Game of Thrones
Jonathan Banks – Breaking Bad
Mandy Patinkin – Homeland

 

OK, nós gostamos do Bobby Cannavale,  continuamos achando ele magia, mesmo com ele namorando aquela lá… mas ninguém merecia mais esse prêmio do que o Aaron Paul. NINGUÉM! E foi nítido que a torcida também concordava com a nossa opinião. 

 

Melhor ator em série de comédia
Alec Baldwin – 30 Rock
Jason Bateman – Arrested Development
Louis C.K. – Louie
Don Cheadle – House of Lies
Matt Leblanc – Episodes
Jim Parsons – The Big Bang Theory

 

#CREDINCRUZ (x3). Gente, o Sheldon não tem mais graça desde que TBBT perdeu a graça e isso já faz tempo. Se ainda tivesse sido a Amy… 

 

Melhor atriz em série de comédia
Laura Dern – Enlightened
Lena Dunham – Girls
Edie Falco – Nurse Jackie
Tina Fey – 30 Rock
Julia Louis-Dreyfus – Veep
Amy Poehler Parks And Recreation

 

Eu não assisto Veep e você provavelmente também não. Ninguém vê, mas dizem que é bem boa e apesar da minha implicância com a atriz (é, eu implico com ela), está na minha fila. 

 

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia
Mayim Bialik – The Big Bang Theory
Merritt Wever – Nurse Jackie
Julie Bowen – Modern Family
Sofía Vergara – Modern Family

Jane Krakowski – 30 Rock

Jane Lynch – Glee
Anna Chlumsky – Veep

 

Essa sim foi a maior surpresa da noite, o melhor discurso e ela tem feito por merecer desde sempre. Melhor personagem totalmente bocó da TV. Clap  Clap Clap!

 

Melhor ator coadjuvante em série de comédia
Ed O’Neill – Modern Family
Jesse Tyler Ferguson – Modern Family
Ty Burrell – Modern Family
Tony Hale – Veep
Adam Driver – Girls
Bill Hader – Saturday Night Live

 

Go Buster! Go Buster! Go Buster!

 

Melhor minissérie ou filme
American Horror Story
Behind the Candelabra
The Bible
Phil Spector
Political Animals
Top of The Lake

 

OK, dizem que é bem boa vai? Vamos acreditar ou conferir? (ainda não sei…)

 

Melhor ator em minissérie ou filme
Benedict Cumberbatch – Parade’s End
Matt Damon – Behind the Candelabra
Michael Douglas – Behind the Candelabra
Toby Jones – The Girl
Al Pacino – Phil Spector

 

Passo. 

 

Melhor atriz em minissérie ou filme
Jessica Lange – American Horror Story
Laura Linney – The Big C
Helen Mirren – Phil Spector
Elizabeth Moss – Top of The Lake
Sigourney Weaver – Political Animals

 

Eles estavam em débito com a Laura Linney, vai? Dívida mais do que bem paga. Clap Clap Clap!

 

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme
James Cromwell – American Horror Story
Zachary Quinto – American Horror Story
Scott Bakula – Behind the Candelabra
John Benjamin Hickey – The Big C
Peter Mullan – Top of The Lake

 

Justo, eu acho. 

 

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme
Sarah Paulson – American Horror Story
Imelda Staunton – The Girl
Ellen Burstyn – Political Animals
Charlotte Rampling – Restless
Alfre Woodard – Steel Magnolias

 

Passo. Não consegui passar do primeiro episódio…

 

Melhor reality show de competição
The Amazing Race
Dancing With The Stars
Project Runaway
So You Think You Can Dance
Top Chef
The Voice

 

Yei! Imagino o quão metido o Blake vai estar na premiere da nova temporada do programa, hein?

 

Melhor série de variedades
The Colbert Report
“The Daily Show
Jimmy Kimmel Live
Late Night With Jimmy Fallon

Real Time With Bill Maher
Saturday Night Live

 

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Por favor, me digam que vocês estão assistindo Breaking Bad?

Setembro 20, 2013

Aaron_Paul-Esquire

Porque eu estou praticamente entrando em depressão por não ter com quem comentar no trabalho (fora quem está começando a assistir a série agora e não gosta de spoilers) e ou tempo para escrever sobre cada um dos novos episódios aqui.

E recentemente o canal AMC divulgou que os dois últimos episódios da série serão estendidos em 15 minutos cada. Cool!

#SÓFALTAM2

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Querido Aaron Paul…

Agosto 21, 2013

Aaron Paul

… favor manter essa barba ruiva desse jeito para sempre. E isso não é uma sugestão e sim uma ordem, porque uma barba como essa não merece muito contato com lâminas ou qualquer coisa do tipo.

Gratô!

 

ps: por favor, não matem o Jesse em BrBa também… (há quem diga que no flashforward da série que abriu essa segunda metade da temporada, já pode ser tarde demais para isso… Será? #BATENDO3VEZESNAMADEIRA)

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Estrela dourada mais do que merecida essa do Bryan Cranston, não?

Julho 22, 2013

Bryan1

Muito bacana e super merecido o Bryan Cranston ter recebido a sua estrela na calçada da fama em Hollywood, não?

Clap Clap Clap!

E quer saber o mais bacana de tudo isso?

Bryan Cranston

O mais bacana é que fomos representados pelo Aaron Paul, fazendo exatamente o que a gente gostaria de fazer com o Mr White nesse momento.

(♥)

 

ps: não sabia mais recentemente, em uma entrevista para a GQ, o ator disse que em comemoração a finalização da série, ele e o Aaron Paul fizeram tattoos juntos. Bryan fez um “Br Ba”, logo da série e o Aaron escreveu “No Half Measures”. Howcoolisthat?

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