Posts Tagged ‘Brian’

Doctor Who: P.S. (o ponto final que não vimos na despedida dos Ponds)

Outubro 12, 2012

O que eu disse no no final da minha review sobre a despedida dos Ponds? CONFIRMOU!

No vídeo acima, descobrimos o que de fato aconteceu com Amy e Rory após aquela despedida dramática com o Doutor em The Angels Take Manhattan, em uma cena lindíssima, escrita por Chris Chibnall, que foi feita para o episódio de despedida do casal, mas que acabou não sendo filmada, por isso temos apenas o storyboard para esse que teria sido mais um momento mais do que especial para a história desses personagens tão queridos por todo mundo. Uma conclusão que a gente adoraria ter visto, embora o episódio tenha sim terminado na hora certa. (quem sabe eles não decidem incluir essa cena no especial de Natal? Eu bem acho que alguém deveria considerar esse possibilidade…)

Nele encontramos Brian (o pai do Rory) recebendo uma carta escrita pelo próprio filho, sendo entregue por um homem misterioso, que ao final descobrimos ser quem eu disse no final da minha review que poderia vir a “existir”. E esse meu palpite certeiro só pode estar ligado com a minha relação de amor desde que descobri a série (♥). Ou o Moffat roubou a minha ideia… (rs)

Um final lindo, onde dessa vez pelo menos, ganhamos mais certeza de que ele foi feliz mesmo, embora essa não seja a sensação que carregamos após aquela despedida. (glupt)

E quando uma série de TV consegue nos emocionar novamente e nesse nível, nos apresentando apenas um storyboard com uma narração lindíssima dessas (do próprio Rory), nós entendemos o porque que gostamos tanto dela.

(♥+♥+♥)

#ANTHONY

ps: presente de dia das crianças para todos Whovians!

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Dinosaurs on a Spaceship

Setembro 12, 2012

Outro excelente episódio da Season 7 de Doctor Who e mais um a menos para a despedida dos Ponds. (glupt)

E em Dinosaurs on a Spaceship (7×02), já foi possível perceber que a dinâmica da série realmente mudou e que o Doutor já suspeita que a hora de se despedir definitivamente dos Ponds se aproxima. Apesar de já sabermos quando isso deverá acontecer, ainda não sabemos como e nem porque, mas ao ser questionado pela própria Amy se ele já estava se esquecendo dela e do Rory e o porque de agora suas visitas terem um período de tempo muito maior (dessa vez foram dez meses sem aparecer), com um beijo dos mais carinhosos possíveis (Awnnn!), o Doutor tentou acalmar Amy Pond dizendo que estava tudo certo, que nada estava acontecendo e que ele ficaria ao seu lado “sempre”, mas ao final do episódio, percebemos pela cara que ele fez dentro da TARDIS ao fundo do casal, que ele sabe de algo que nós ainda não sabemos em relação aos Ponds…

Falando neles, nesse episódio além da Rainha Neffertiti (Neffy para os íntimos. E por “íntimos” leia-se o próprio Doutor, pelo qual ela estava super interessada, rs) e Riddell fazendo as vezes de Indiana Jones, ganhamos também a participação de mais um membro da família Pond… bem, não foi exatamente isso, mas ganhamos a participação do pai do Rory, Brian, que sem querer acabou embarcando a bordo da TARDIS para uma missão no espaço, ganhando do próprio Doutor o apelido de Brian Pond. Bacana foi que com a introdução do personagem, rapidamente foi possível observar que sua relação com o Rory tem alguns issues, como a constante desaprovação do pai com o filho e o fato de talvez ele considerará-lo um tanto quando “inferior” ou até mesmo covarde. Mas tudo muito leve, divertido e com soluções bem foufas para os problemas entre os dois, que foram resolvidos durante o próprio episódio com a descoberta de que apesar das diferenças, eles eram bem parecidos, provando que na família do Rory tudo é uma questão sobre o que carregar nos bolsos, rs.

Outra coisa que é possível de se perceber assistindo a nova temporada é o quanto tudo vem se tornando cada vez mais grandioso e muito bem produzido. Cenários sensacionais, paisagens excelentes, efeitos visuais muito bem realizados (coisa que nem sempre foi um mérito da série) e tudo isso para colocar dinossauros dentro de uma nave espacial, dominada por dois robôs (sensacionais e que viviam algo como um bromance) e uma espécie de pirata espacial. Uma história sensacional, diga-se de passagem, apesar de bastante corrida e mais uma seguindo essa nova linha de roteiro que eles disseram ter planejado para essa nova temporada, com histórias muito mais independentes do que as anteriores.

E se gravatas borboletas são cool, quão cool é ter o Doutor, Rory e o sogro de Amy Pond montados em um Triceratops, que eles passaram boa parte do episódio tratando como uma cachorro? Sério, #TEMCOMONAOAMAR? E dentro da história ainda tivemos uma breve participação dos Silurians, os quais eram os donos da tal nave que na verdade era uma “arca” e que foram jogados no espaço por Solomon, o vilão com ares de pirata interesseiro da vez que acabou se apoderando do que pertencia aos Silurians. Um triste fim para a espécie, não? (talvez esse não tenha sido o fim deles ainda…). Outro ponto interessante do episódio foi o fato do Doutor ter deixado o vilão da vez encontrar o seu destino, já que ele estava mesmo na mira de misseis enquanto a nave roubada se aproximava da Terra e acabou encontrando o seu fim ali mesmo, explodindo no espaço.

Algo que não é muito comum em Doctor Who, porque normalmente o Doutor é contra esse tipo de solução, mas das duas uma: ou dessa vez ele simplesmente deixou o destino tomar o seu rumo sem tentar bancar o herói com quem demonstrou que não merecia por mais de uma vez, ou ele já estava tempo demais longe de sua companion, o que nós já percebemos e sabemos que é algo que o torna um homem diferente quando sozinho em sua TARDIS.

Outro ponto a se destacar é o humor na série, que vem ficando cada vez mais sensacional e nesse episódio sobraram bons momentos para todos eles. Amy na dinâmica com a Rainha Neffertiti, declarando-se a Rainha do Rory, se arrependendo do que disse logo em seguida e ainda tendo que aguentar um homem de outro tempo bancando o machista no pé das duas (Riddell, que foi interpretado pelo ator Rupert Graves, que faz o Lestrade em Sherlock). O Doutor por sua vez continuou o mesmo de sempre, atirando para todos os lados, comemorando o fato de agora ter sua própria gangue (rs) e fazendo piada inclusive sobre a semelhança entre Rory e seu pai. Mas o grande destaque pelo lado cômico do episódio realmente ficou com  o Rory, que esteve sensacional como alívio cômico não só nesse episódio, como também no anterior e como fã do personagem, fico feliz que ele esteja sendo melhor aproveitado até.

E #TEMCOMONAOAMAR o momento de euforia do Doutor em relação a uma ideia brilhante do Rory, que ele acabou retribuindo com um beijão daqueles, se arrependendo logo em seguida e bancando a passiva agressiva dando tapas na cara do personagem ao perceber que a ideia não havia sido tão brilhante assim para tanto? rs

Sem contar aquele final lindíssimo, com o pai do Rory pedindo para o Doutor fazer o que qualquer mortal gostaria de fazer a bordo da TARDIS: observar a Terra do espaço, tomando chá e comendo sanduíches (no meu caso, quero chocolate e cookies, rs). Howcoolisthat?

Assim chegamos ao final dessa triste contagem até a despedida dos Ponds, com Brian mandando até um post card do Rio de Janeiro para o casal. #TEMCOMONAOAMAR? Mas mesmo tendo gostado bastante do episódio, não tem como não esquecer que agora faltam apenas mais três para a despedida? (glupt de novo)

E no próximo sábado: Space Cowboys!

Geronimo! (dessa vez saindo montado em um Triceratops, rs)

 

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Brian, abre essa garrafa para mim, pleeease?

Dezembro 22, 2009


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