Posts Tagged ‘Brothers & Sisters’

Mais uma temporada bem caseira e deliciosa de Parenthood

Março 6, 2013

parenthood siblings

Ok, não vou nem começar já me desculpando pelo atraso dessa review, porque isso já está se tornando algo recorrente demais aqui no Guilt. Mas como somos um blog sem pressa, lidem com esse detalhe da nossa mitologia. (rs)

Em pensar que quando Parenthood começou, eles chegaram a dividir um espaço importante com outra família que nós já gostamos bastante no passado (lembra dos Walkers? Ainda bem que a Norah conseguiu sua carreira de volta em Hollywood e o Kevin voltou ao passado e agora está trabalhando como agente da KGB nos 80’s. Ufa!), mas logo foram ocupando todo esse espaço, ainda mais depois daquela reta final nada digna da outra família em questão. Sempre existiram algumas semelhanças aqui e ali entre as duas famílias (principalmente por se tratar de histórias sobre famílias, dãh), mas logo notamos que Parenthood na verdade era completamente diferente e justamente por seguir uma receita bem mais caseira em seu formato, que sempre foi uma delícia, o grande diferencial da série e que continua sendo exatamente assim até hoje, para a nossa total sorte. Pergunta: E #TEMCOMONAOAMAR poder cantar “Forever Young” do Bob Dylan toda semana durante a abertura da série? E eu mesmo respondo que não, não tem. (♥)

Já começamos essa Season 4 nos livrando de pesos que não precisávamos carregar mais a essa altura, como a Haddie (Sarah Ramos), que finalmente seguiu para a Faculdade em um despedida linda, fato, mas que não podemos nem dizer que foi sofrida, porque não conseguimos sentir a menor falta da personagem, que entre todos eles, sempre foi a mais fraca e isso era notável em relação ao carisma de todos os demais personagens, mesmo para os menores. (apesar da pouca falta que sentimos nesse caso, nunca vamos esquecer também daquela timeline lindíssima que eles fizeram para ela)

Apesar da despedida, durante essa temporada, a casa do Adam (Peter Krause) e sua família foi a que acabou carregando boa parte da carga dramática mais séria da série, com a descoberta do câncer da Kristina (Monica Potter), algo totalmente inesperado, embora seja um plot bastante recorrente para séries do gênero e esse era exatamente o meu medo em relação a história da personagem. Mas como Parenthood nunca foi uma série tão óbvia assim, apesar das histórias comuns e que se encaixam com boa parte de sua audiência, eles realmente conseguiram lidar com essa nova situação da melhor forma possível, sem ignorar o que precisava ser mostrado.

Tirando a cabeça de personagem da família cone da própria Kristina (por isso eu acho que essas histórias precisam ser bem pensadas e as atrizes deveriam se entregar mais, apesar daquele cabelo lindo dela de sempre), tudo sobre a história da sua doença foi retratada da forma mais bacana possível (mas o cabeção era quase uma ofensa. Sério), desde a emocionada revelação para todos da família Braverman, em uma cena linda onde era visível a reação dolorosa de todos os personagens praticamente ao mesmo tempo, mas sem aquele exagero que acaba se tornando bastante perigoso nessa hora. Do momento da revelação até todas as etapas do seu tratamento, tudo foi levado da forma certa, com aquela honestidade que nós gostamos de encontrar de vez em quando também na TV. (no cinema, esse detalhe vem nos conquistando cada vez mais)

A escolha do médico certo, que pode não ser aquele que vai te dizer exatamente o que você gostaria de ouvir naquela hora, justamente por toda a sua honestidade, algo que não significa que ele não seja o melhor deles, a relação da própria Kristina com outros pacientes que também estavam enfrentando a mesma barra (aquela mulher para quem ela acabou devolvendo o presente carinhoso de esperança, awnnnn!), ter que lidar com a perda do cabelo, algo que abala a vaidade de qualquer um, tendo que lidar com a dor (usando aquele recurso conhecido de alguns…), algo que também é sempre importante de se retratar nesses casos e ao mesmo tempo, em meio a isso tudo, Kristina teve que buscar alternativas para contornar a sua situação, como investir em perucas diferentes para ajudar a sua vida e a do marido também, é claro. Marido esse que não poderia ser mais perfeito, diga-se de passagem, sempre ao seu lado, nem sempre sabendo como reagir da forma mais adequada ou da forma como ela gostaria, mas pelo menos tentando e permanecendo exatamente no mesmo lugar durante todo esse percurso. Confesso que até o último momento, fiquei com medo de que essa história não tivesse um final feliz, mas ainda bem que eles não chegaram a apelar para esse tipo de drama. (apesar do luto nunca ter aparecido na série dessa forma e bem poderia ser um recurso interessante mesmo sendo difícil de admitir e por isso o meu medo)

Parenthood-Season-4

Outro momento excelente da temporada, um dos melhores episódios até, também envolveu a família do casal Adam e Kristina, com eles tendo que enfrentar a candidatura do Max (Max Burkholder) como presidente da escola, tudo isso por conta do seu sonho prático de ter a máquina de doces de volta no pátio do colégio. Para uma criança comum, esse plot poderia até parecer meio bobo, mas para o Max e toda a questão da sua síndrome de Asperger, essa história acabou ganhando um peso importante, com os pais imaginando e vendo o que o seu filho acabaria enfrentando em termos de piadinhas e coisas do tipo (e imaginem isso para a Kristina, que já foi chefe de campanha política e acima disso ainda é mãe e estava passando por toda aquela situação), mas que ao mesmo tempo seria algo importante para o seu crescimento. Falando em crescimento, foi sensacional o dia em que eles perceberam que o Max já havia chegado a puberdade devido aos seus novos odores (rs) e nessa hora a família também ganhou outro momento bastante importante, esse com a ajuda dos avós em uma conversa solta, fazendo com que Max entendesse o que estava acontecendo com ele e o seu corpo naquele momento (Zeek esteve impagável nesse momento). E a conversa do Adam com o filho a respeito dos seus interesses amorosos foi muito especial e justamente pelo detalhe da condição do Max e ele demonstrando suas preocupações quanto a isso. Lindo de verdade. (sabe aquele momentos que você sente vontade de abraçar a TV? Então, esse foi um deles e a série é recheada deles. Acreditem!)

Engraçado é que em Parenthood tudo parece meio familiar porque vez ou outra, encontramos algumas situações que nós mesmos já vivemos em algum etapa de nossas vidas (sei que soa quase cafona admitir isso, mas é honesto e é verdade). Mas fato é que desde sempre, apesar de todos os obstáculos que acabam aparecendo no caminho de todos eles e de nem sempre a vida seguir o caminho que eles todos desejam, de certa forma, tudo acaba dando sempre certo para aqueles personagens, algo que poderia ser bastante prejudicial para a credibilidade de qualquer outra série, mas o pior de tudo é que em Parenthood, desse detalhe nós nem podemos reclamar porque torcemos para que aquela família acabar se dando bem de qualquer forma como torcemos para a nossa própria família até (sem exagero), apesar de qualquer problema que eles tenham que enfrentar. E mesmo assim, todas as suas resoluções, apesar de muitas vezes já aguardadas, acabam sendo deliciosas e nunca acontecem de forma muito fácil ou exatamente óbvia, mostrando que a dificuldade existe para todo mundo, mas a mensagem maior da série é sempre bastante esperançosa mesmo. Sabe mãe quando você pede um conselho, ou conta algum problema qualquer que esteja enfrentando no momento e ela faz aquele carinho na sua cabeça dizendo que tudo vai dar certo desde que você faça alguma coisa para isso? Então… essa é exatamente a sensação dentro da série.

Até o casal Julia (Erika Christensen, que eu continuo não suportando, não tem jeito e acho que ela tem cara de gastrite, rs) e Joel (Sam Jaeger, sempre uma visão ruiva. Höy!) acabou ganhando um plot interessante durante essa temporada (eles que todo mundo sabe que são os mais fracos da série), com toda a questão da adoção do filho, Victor (Xolo Mariduena) que acabou acontecendo da forma que eles não esperavam e não vinham se preparando para. Ainda mais eles que são tão certinhos e parecem estar sempre preparados para tudo. E foi bem bacana ver a questão do casal tendo que se adaptar ao novo filho, que não era dos mais fáceis (ele denunciando a Julia para a policia foi muito bom também), muito provavelmente pela questão da idade e por ele já ter vindo de uma outra casa, onde provavelmente havia recebido um outro tipo de criação, bem diferente a forma como o casal vinha criando a própria filha até então, ela que também não aceitava muito bem a ideia e não conseguia reconhecer o garoto como seu irmão. (a dramaticamente exagerada, Sydney, interpretada pela atriz Savannah Paige Rae, que faz a Debra criança nas memórias de Dexter)

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Mostrando todas as dificuldades de adaptação a essa nova realidade, foi importante poder ver que nem tudo é tão fácil como muitas vezes os mais preguiçoso imaginam ser e na verdade, é preciso muito trabalho, tempo e dedicação para que as coisas acabem dando certo para todo mundo no final, além da questão do amor, que nesse caso é sem dúvida o item fundamental dessa nova história que começa a se formar. Bacana ver a Julia, que não está muito acostumada a falhar e ou ser rejeitada, sendo aquela que mais precisou lutar para conquistar o amor do novo filho, tendo que largar o emprego (que sempre foi muito importante para ela e onde ela sempre foi muito bem sucedida) e dar um pouco mais de espaço para o Joel desenvolver a sua carreira, ele que teve muito mais facilidade em lidar com toda aquela situação, provavelmente por ser muito mais compreensivo e ter um perfil mais adaptável também. A cena em que a família inteira compareceu no juiz para oficializar o processo de adoção foi adorável, do tipo que é impossível não se emocionar com cada um dos discursos feitos durante a ocasião, com todos reunidos para e oficializando o Victor como o mais novo integrante do #TEAMBRAVERMAN.

Nesse momento, preciso dizer que esse perfil da perfeição, tanto do Adam quanto da Julia, sempre me incomodaram profundamente. Adam por ser o filho mais velho, é e tenta ser sempre o exemplo (pior que ele consegue) e a Julia como a mais nova, tem aquele perfil de prodígio, da medalhista da família, aquela que não está acostumada a perder. Uma chata. Tudo isso até que se justifica muito bem no perfil de comportamento dos personagens (porque gente chata existe mesmo e todos nós sabemos disso), mas o que sempre me incomodou nos dois é que eles são pouco espontâneos, caretas demais mesmo (e representam muito bem esse que é exatamente o papel de ambos dentro da família e talvez por isso eu nem consiga mais olhar para o Peter Krause com os mesmos olhos dos tempos de Six Feet Under, mesmo com ele apresentando na série a sua versão para o James Bond), mas o que realmente incomoda em ambos personagens é a procura do discurso do politicamente correto que algumas pessoas gostam de ouvir (eu me canso rapidamente), onde ambos parecem que só conseguem agir e reagir de acordo com o modelo perfeito a ser seguido caso contrário acabam travando. E isso não é nem um crítica aos personagens da série em si, porque dentro desse contexto, eles conseguem ser realmente perfeitos, mas eu quero dizer algo mais sobre essa eterna busca da perfeição que alguns insistem em perseguir como modelo de vida. Sempre acabo ficando com preguiça desse tipo de gente, seja na TV ou na vida real. Mas esse foi apenas uma parágrafo a mais dentro dessa conversa. Continuando…

Para Sarah (Lorelai, também conhecida como Lauren Graham, que a gente AMA desde sempre por Gilmore Girls, (e que na série eu insisto em dizer que vive um lado B da sua antiga personagem) e seus filhos, Amber e Drew, acabaram sobrando os plots ligados ao coração durante essa temporada. Sarah novamente entre dois amores, que agora envolvia o seu novo chefe (o adorável Ray Romano, de Everybody Loves Raymond, que teve uma relação ótima de identificação com o Max), tomando a decisão errada novamente ao decidir se mudar para a casa do professor com quem ela já namorava e ainda carregando o Drew (Miles Heizer) a tira colo, mesmo sem ter a menor certeza de que aquilo era o certo a se fazer e já estando bastante envolvida com a questão do chefe fotógrafo. Algo que obviamente não deu muito certo e ela teve que voltar para casa, novamente depois de ter feito a escolha errada no final das contas e se ver sozinha novamente. Em um determinado momento da temporada, a Kristina acabou ilustrando muito bem essa dúvida da Sarah, dizendo que Hank (o chefe) era um homem do tipo pronto, com cara de durão e que você sabe que vai te defender se necessário (algo que sempre podemos fazer sozinhos, mas é sempre bom saber que se necessário, teremos reforço, rs) e o  professor, Mark (Jason Ritter) tinha cara de assustado, embora lindo e mais jovem (o que são os olhos mareados desse moço?), do tipo que você sabe que vai ter que proteger e cuidar muito bem até que ele esteja pronto, ago que talvez nem aconteça e é sempre um risco. E tudo isso ainda com a Sarah tendo que enfrentar os problemas típicos da fase da adolescência do Drew, que agora já estava prestes a entrar na faculdade e também enfrentava uma barra com a ex namorada, que já estava com outro mas ao mesmo tempo continuava saindo com ele. (nada me tira da cabeça que aquele filho nem era dele… bi-a-tch. E ele se aproveitando do drama da tia para sensibilizar? O capeta está de olho!)

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Nessa hora ganhamos mais um assunto sério para essa Season 4, com a descoberta da gravidez da namorada do Drew e toda a questão do aborto na qual eles acabaram se envolvendo (e como tudo isso é resolvido de forma bem mais prática do lado de lá, não?). Um plot importante para o personagem, ainda mais para o laço lindo que ele tem com a irmã, Amber (uma das minhas relações preferidas de toda a série desde sempre), que foi quem deu todo o apoio para que o irmão (e eles meio que sempre cuidaram um do outro enquanto os pais viviam em crise) passasse por essa situação e antes mesmo de revelar o que estava acontecendo para a própria mãe. Mas aquele momento final, com a questão já resolvida e ele despencando em lágrimas no colo da mãe foi lindo e super honesto, porque todo mundo sabe para onde é que corremos quando a situação realmente aperta. Nada como um colo de mãe (e como “mãe” eu quero dizer qualquer personagem que represente essa figura na vida de casa um). NADA. E para Sarah, dessa vez as coisas foram mais leves e apesar de acabar novamente sozinha, ela ainda ganhou um presente ótimo do próprio Drew, com sua entrada na Berkeley, que foi comemorada no melhor estilo Braverman. (me lembrei muito do meu quase irmão aqui em casa esses dias, descobrindo que passou na Federal que ele queria e foi aquela gritaria de família de gente que fala alto e não tem vergonha de demonstrar toda a sua euforia. Diga-se de passagem, ele passou em 3 das 3 que prestou. #TeamEssy)

E essa relação que a série consegue estabelecer com a vida de todo mundo realmente é muito especial e ao mesmo tempo consegue fugir facilmente de qualquer tipo de estereotipo pedante ou até mesmo cafona, algo que seria bem fácil de acontecer nesse caso. E tudo isso tocando em assuntos simples, facilmente reconhecíveis e relacionáveis, onde é praticamente impossível assistir Parenthood e não acabar lembrando com saudade de algum momento das nossas vidas, ou até mesmo de um problema ou outro parecido que a gente já tenha enfrentando. E essa relação eles conseguem estabelecer naturalmente, sem forçar, conseguindo emocionar pelos motivos certos e sem a menor apelação. E boa parte disso por conta do seu elenco, que é realmente bem especial. Isso sem contar a trilha sonora da série que é excelente (sempre foi na verdade e lembra, só que de outra forma, o que a gente achava e gostava da OST de The O.C, por exemplo) e sempre rende uma ou outra faixa para as nossas mixtapes aqui do Guilt.

Ainda na família da Sarah, tivemos a Amber ganhando um novo candidato a boy magia problemático, Ryan (Matt Lauria, Höy!), ele que chegou até a família na companhia do próprio avô, Zeek (Craig T. Nelson), um soldado enfrentando o trauma do pós guerra, encontrando na Amber (e sua família) a força que ele precisava naquele momento para encarar os obstáculos. Primeiro, nunca entendi muito bem o porque que ela desde sempre não foi trabalhar com os tios naquele estúdio que sempre teve a cara dela, onde ela finalmente passou a trabalhar durante essa temporada e segundo que sempre me incomodava a forma como “surgiam” os seus relacionamentos dentro da série (como por exemplo, ela mais uma vez ficando com o “colega de trabalho” ou coisas do tipo que nem podemos rejeitar ou criticar muito porque também quem nunca, não é mesmo?). De qualquer forma, sempre tive um carinho enorme pelo personagem e parte dele creditada a própria atriz, Mae Whitman, que eu AMO e acho ótima.

Mas dessa sua relação conturbada, tivemos um outro momento que eu considero de extrema importância para o crescimento da personagem e que ilustrou muito bem a fase de transição da mesma, mostrando que Amber já não é mais a mesma e finalmente amadureceu. E esse momento ficou por conta de quando ela se viu ao lado do Ryan, vivendo algo muito próximo do que sua mãe já viveu no passado (até mesmo com o seu próprio pai) e se viu prestes a repetir um comportamento que ela não gostaria de seguir como exemplo para a sua vida, usando exatamente esse detalhe importante como desculpa para não ficar com o namorado naquele momento. não daquela forma. Um discurso que além de lindo foi de extrema importância para a personagem, que no final das contas acabou sim ficando com o namorado, mas somente depois de observar uma série de mudanças na sua vida, todas fundamentais para que enfim ele pudesse fazer parte da sua vida também. (Anotem: Muda antes, fico com você depois. Porque viver tentando consertar alguém, além de exaustivo, não é o ideal para ninguém)

Parenthood - Season 4

Para o Crosby (Dax Shepard, pai do filho da Veronica Mars e por quem eu tenho uma simpatia absurda. Sério, sou desses que cria esse tipo de relação com determinadas pessoas aleatoriamente), as situações também foram todas mais leves, ele que agora vivia o seu sonho ao lado da mulher, Jasmine (Joy Bryant, que é linda e nunca vamos esquecer a música do seu casamento na série. Nunca!) e filho Jabbar (Tyree Brown) ao seu lado, mas que logo teve que abrir espaço para o pesadelo da sogra vindo morar com o casal e obviamente descordando do modo mais solto como ambos estavam criando o Jabbar (inclusive um outro momento bem foufo entre pai e filho nesse caso aconteceu envolvendo algumas questões de diferenças religiosas entre eles, que também foi outro ponto bem bacana e importante para a série). Dessa nova situação da sua vida, também ganhamos um bom momento com a reflexão sobre a dificuldade de uma mulher de meia idade tentando se recolocar no mercado de trabalho depois de tomar aquela rasteira do antigo trabalho para o qual ela praticamente dedicou boa parte de sua vida e tendo que recomeçar em tempos onde tudo anda cada vez mais difícil para todo mundo. Mais bacana do que a situação em si, eu insisto em dizer que são sempre as formas que eles escolhem para fazer com que o personagens da série passem por todas elas e comecem a enxergá-las da forma correta, como aconteceu para o Crosby nessa situação. E no final de tudo, selando a paz com a sogra e o cunhado, ele e a Jasmine acabaram revelando que estão esperando outro filho. #SUPERCÜTE (AMO os crazy eyes do Dax Shepard e o humor do seu personagem. AMO)

Obviamente que em meio a isso tudo tivemos várias outras situações envolvendo as mais variadas questões familiares de todos eles, como a questão de um irmão ganhar mais do que o outro dentro de uma sociedade, ou a cunhada buscando soluções na casa da outra sobre como barganhar com seus próprios filhos (meus pais sempre fizerem isso e negocio qualquer coisa como ninguém hoje em dia, rs), o marido jogando na cara da esposa que ele ficou em casa todos esses anos para que ela tivesse a sua carreira e exigindo ter agora o seu momento (Joel, que é o meu empreiteiro lenhador da barba ruiva preferido do momento. Höy!), nora estabelecendo uma relação mais próxima, do tipo mãe e filha com a sogra (outro momento lindo por sinal) e também questões importantes sobre adoção, que normalmente nós não pensamos até enfrentar o problema de perto mas que é sempre bom ir aprendendo uma coisinha aqui ou ali caso chegue a nossa hora.

Dessa forma, com tudo resolvido apesar de qualquer problema que eles tenham enfrentado durante a temporada, encerramos essa Season 4 de Parenthood da melhor forma possível. Tenho o costume de assistir a série aos domingos, comendo alguma coisa gostosa, lembrando da minha casa antiga ou de alguma situação do passado, boa ou ruim, algo que eu recomendo para todos, mas fato é que eu sempre acabo rindo e me emocionando honestamente com a série desde sempre e acho que ela é uma excelente pedida, talvez a melhor delas, para quem estiver a procura daquele receitinha caseira bem especial.

Recomendo que a série seja assistida acompanhada de uma caixinha de Klennex. Sempre.

#TEAMBRAVERMAN

 

ps: e SIM, para quem estiver se perguntando, teremos uma Season 5 da série. YEI!

ps2: e aqui vocês vão encontrar o que nós já falamos sobre Parenthood no passado: Season 1Season 2, Season 3

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The (KGB) Americans

Fevereiro 15, 2013

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Surpreendente em todos os sentidos. TO-DOS.

Ao ler a sinopse de “The Americans” (de Joe Weisberg – Falling Skies – e Graham Yost – Justified – e baseada em uma ideia de Darryl Frank e Justin Falvey), que trazia uma dupla de agentes russos da KGB infiltrados como americanos comuns, vivendo como um casal feliz nos subúrbios da America antiga da década de 80 durante o período da temida Guerra Fria, acabei não conseguindo apostar muito na nova produção do FX, que trazia no elenco a dulpa Keri Russell, fazendo a sua volta da TV depois do fracasso de Running Wilde (que era sofrível e ela dividia com o Will Arnett, uma prova clara de que ele não anda fazendo as melhores escolhas para a sua vida) e desde Felicity (♥) e o Matthew Rhys, esse sempre excelente, mesmo com o final super decadente de Brothers & Sisters. Comecei a suspeitar que dificilmente algo bacana sairia dessa nova aposta, mas depois de assistir a esse piloto, me vi completamente enganado sobre as minhas primeiras impressões sobre a série.

Um piloto longo, com pouco mais de uma hora de duração, mas que ao mesmo tempo conseguiu utilizar muito bem o seu tempo gasto nos situando em relação a história. Aquela sequência inicial já foi bem da sensacional, com um nível bacana de ação e suspense, enquanto começávamos a entender sobre o que a série tratava. Felicity já enfrentando o seu primeiro drama capilar na nova série (tenho certeza que aquela cena da peruca, apesar de fazer perfeitamente parte da cena, foi sim uma provocação ao drama antigo da atriz, quando resolveram cortar os seus longos e volumosos cachos nos primórdios de Felicity e a America antiga entrou em crise) e Kevin Walker mandando ver no corpo a corpo, mostrando que agora que ele tem alguma descendência russa, não está mais para brincadeira ou longas conversas ao telefone com seus demais irmãos e irmãs fofoqueiros e antigos. (rs)

Mas OK, deixando o meu cinismo de lado, surpreendentemente é quase impossível relacionar qualquer um dos dois ao seus grandes trabalhos de destaque do passado. Keri Russell está excelente na pele da agente infiltrada da KGB, Elizabeth Jennings, vivendo o sonho americano que ela acreditava não pertencer até então (mas devido a uma revelação envolvendo os seus ideais do passado, ela já começa a dar sinais de que pode vir a se adaptar a sua nova realidade), com marido e filhos em uma grande casa do subúrbio típico americano. Uma personagem que já começa a revelar suas camadas logo no piloto, mostrando que toda aquela sua postura de badass, meio que sem paciência ou não querendo nenhum tipo de envolvimento com o seu parceiro no crime, tinha raízes mais profundas do que a gente poderia imaginar.

Além do seu passado traumático que nos foi revelado através de um estupro nos tempos do seu treinamento na década de 60 ainda na Russia antiga, Elizabeth teve uma excelente introdução enquanto personagem, mostrando que em serviço ou na vida real, ela também não está para brincadeira. Todas as suas sequência, envolvendo plots dramáticos ou cenas de ação foram sensacionais, ainda mais para um piloto tão bem amarrado, entregando a cabeça do seu estuprador do passado, que agora era a vítima da missão da vez da dupla de agentes e que estava aguardando uma finalização no porta malas do carro do casal, estacionado na garagem.

Matthew Rhys também está sensacional no papel do agente da KGB Phillip Jennings, esse um pouco até mais fácil de lembrar o que já vimos do ator recentemente na TV devido ao seu carisma absurdo e personagem menos “bitolado” do que a sua parceira. Apesar de dividir os mesmos ideais e raízes (apesar de que, parte do passado dele ainda não nos foi revelado, como por exemplo, quem era aquela mulher da foto que ele olhava antes de conhecer Elizabeth…), Phillip começa a enxergar no american way of life que ambos estão vivendo durante tanto tempo, uma possibilidade de escapar daquele vida dupla que pode acabar levando os dois para a prisão perpetua caso sejam descobertos em território inimigo e é possível perceber que ele não consegue achar o estilo de vida americano tão ruim assim para considerar como o seu próprio futuro dentro do país.

Tão profissional quanto a sua parceira, ele também aparece com pompa de badass em campo, em cenas de luta sensacionais do começo ao fim. O que foi a briga dele com o pedófilo da região que resolveu se engraçar com a sua filha (e nem precisava disso, porque eu já tinha certeza que ao ter percebido o perfil do cara, ele certamente acabaria tomando alguma providencia a respeito), com ele saindo vitorioso mas não sem antes se servir de um cachorro quente grelhado? Com a diferença de que pelo menos o seu personagem parece mais adaptável às circunstâncias, conseguindo se divertir mais e procura até um maior envolvimento com a sua parceira, com quem embora ele viva uma vida de aparências como casal, na prática, nada estava sendo como se esperava.

E foi linda a forma como ambos acabaram criando um vínculo maior, com a revelação de que aquele cara preso no porta malas do casal era um problema antigo da sua “mulher”, que ele nem pensou duas vezes antes de finalizar, apenas quando solicitado por ela, que precisava vencer aquela luta que ela tinha em débito com aquele cara horroroso desde muito tempo, provando que agora, ela podia muito mais que ele (uma vingança ótima por sinal). Um sequência incrivelmente sensacional, densa, profunda, super bem executada e tudo isso sem o menor exagero.

Sem contar que depois disso, percebendo o grande vínculo que havia sido despertado naquele momento entre eles, Elizabeth acabou cedendo ao encantos do parceiro/marido e por incrível que pareça, eles conseguiram fazer tudo isso de forma digna, em um cenário típico dos anos 80 e com Phil Collins tocando ao fundo. Dá para acreditar? (“In the Air Tonight” que eu não consigo parar de ouvir desde então)

Aliás, os 80’s realmente voltaram com força a TV com The Carrie Diarires e agora com The Americans, que também não fez feio (e olha que as referências da década são todas tão difíceis de não tornar caricata…), trazendo um cenário extremamente convincente e de muito bom gosto até, apesar da calça semi baggy da própria Felicity em uma das cenas em sua casa, rs (sorry, mas vez ou outra, eu vou te chamar de Felicity, Elizabeth, porque é assim que funciona a minha cabeça e não por qualquer semelhança entre as duas além da mesma atriz que as interpreta, é claro. Lide com isso). Outro tipo de cuidado que eu achei bem importante na produção foram as caracterizações quando em campo de batalha do casal, com ambos aparecendo com disfarces ótimos e perucas melhores ainda, coisa não muito fácil de se encontrar na TV. (vide as peruquinhas pavorosas do Arrow quando na ilha)

Além de ter nos aprofundado bastante até em relação a parte da história dos personagens principais e sobre o porque de tudo aquilo, optando mais por começar a justificar a postura de cada um deles naquele ponto da história do que qualquer outra coisa, ainda ganhamos um vizinho recém chegado aos subúrbios que promete dar alguma trabalho para o casal. Ele que para complicar ainda mais é do FBI e está envolvido em uma tarefa que levanta suspeitas sobre o fato dos russos estarem infiltrados nos USA como cidadãos comuns, ele ainda chega com a bagagem de já ter sido um agente duplo em campo nazista e já começa a desconfiar do comportamento inofensivo demais dos novos vizinhos. (aquele final foi aflitivo, mas teve uma conclusão ótima, com o Phillip estando a uma passo a frente de tudo. Brilhante.)

O piloto, apesar da sua longa duração (lembra do piloto de Fringe? Então… longo, porém excelente), tem um ritmo bem bacana que pode variar de acordo com as preferências pessoais de cada um, com um volume equilibrado entre a quantidade de plots e acontecimentos que acabamos encontrando no primeiro capítulo dessa história, que se seguir a mesma linha desse episódio piloto, tem tudo para ser uma das boas novidades da TV americana para esse ano. (e é muito legal encontrar a Felicity e o Kevin Walker falando russo na TV, vai?)

E de qualquer forma, ficamos felizes que ambos os atores tenham encontrando personagens excelentes para voltar a TV.

Veremos…

 

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Toda a America antiga só fala deles

Fevereiro 7, 2013

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Ainda não consegui assistir The Americans, nova série da Keri Russell e do Matthew Rhys que se passa nos anos 80, trazendo ambos como agentes da KGB infiltrados na America antiga, vivendo como um casal comum durante a Guerra Fria, mas está todo mundo falando que é excelente. (e por isso, pretendo ver no feriado de logo mais)

Apesar de não ter visto ainda, acho ótimo que a Keri (que nós amamos odiar – puro recalque e no meu caso ciúmes mesmo, embora eu odiasse muito mais a Julie, a eterna Pink Power Ranger Megabitch- desde os tempos de Felicity antiga) tenha conseguido um bom papel na TV depois de tanto tempo e o Matthew Rhys também, por quem a gente ainda tem um amor recente guardado dos tempos (apenas os bons) de Brothers & Sisters.

Veremos…

 

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R.I.P Brothers & Sisters, V e Mr Sunshine

Maio 18, 2011

Sim, todas canceladas!

Alguém chora?

Brothers &  Sisters

Os Walkers se tornaram insuportáveis ao longo do tempo, a ponto de nenhum mais se salvar, fatão!

A série virou um dramalhão, com direito a todas as doenças possíveis e imagináveis, dificuldades para engravidar, adoção, casal gay coxinha, casal gay coxinha da terceira idade,  filho que vai e volta da guerra mais de uma vez e uma fila interminável no laboratório de DNA. No único episódio bom dessa última temporada, até o Justin faz piada com a conta que os Walkers a essa altura já possuem no laboratório de DNA.

Sorry Nora, eu continuava assistindo por respeito a vc (e tmbm pq eu AMO a Sally Field!), mas fico aliviado que tenha terminado, assim abro um epaço no meu Tivo (rs). E nem consigo mais imaginar que um dia no passado antigo, Brothers & Sisters já foi a minha novela das 8 preferida. Humpf!

E acabou tudo meio assim, as pressas e ao som de “Born This Way” (?). Prafrentex, não? Zzzz

V

Essa por pior que pareça e ralemente seja na minha own opinião, tinha até que uma legião de fãs um pouco maior do que as demais.

Eu só assisti uns 2 eps e não gostei, nem um pouco.

E não adianta forçar que algumas coisas são eternas e tentar justificar essa teoria com remakes, pq não cola.

O que já foi legal no passado, pode se tornar tolo e bocó no futuro. Tudo mudou, nós mudamos, a tv mudou. Ou seja, já vai tarde lagartão! (euri)

Mr Sunshine

Essa eu acho que só assisti até o 3 ep se eu não me engano. E sabe quando eu sei que uma série é ruim? Quando eu nem me lembro de ter visto, ou não sinto falta de ver.

E nem adianta fazer essa cara foufa Mathew Perry, que mesmo aproveitando todos os trejeitos do Chandler antigo para a sua série nova, não deu para vc!

Detalhe que após a série ser cancelada, Matthew voltou para a rehab. Dramático neam?

Boa sorte ae Chandler! E se aceitar fazer um filme de Friends, a gente vai assistir no cinema e em 3D, pagando inteira hein?

Que é para garantir os lucros todos lá no alto! (quem vê ele precisa disso neam? )

R.I.P

Só eu não sabia que o Dawson era amigão dos Walkers?

Agosto 31, 2010

Que puxa! And…Höy!

Quero ver o Dawson na casa dos Walkers agora hein? Bebendo vinho e fazendo barraco, ou será que as reuniões da família Walker agora serão a base de água?

Finais de temporadas para rir, chorar e se emocionar

Maio 31, 2010

Esse final de temporada foi bem importante para quem gosta de séries de tv neam? Teve o final de Lost e 24, duas das maiores séries de todos os tempos, fora o encerramento de todas as outras temporadas de nossas séries preferidas. A maioria delas apelou para drama, mas como essa foi uma temporada de comédias, tmbm tivemos ótimos momentos de diversão nesse período de encerramento. Bem, e com isso, eu resolvi dividir com vcs o que eu andei vendo nessa última semana>

Tivemos o final “obscuro” de Lost (6x 17/18 The End) ,  do qual eu não fiquei nem um pouco satisfeito e já falei bastante por aqui. Esse ep até apelou pela emoção, o que seria natural para um series finale  e até conseguiu emocionar. Só faltou convencer, e isso eles não conseguiram…

Grey’s Anatomy (6×17 Sanctuary / 6×18 Death And All His Friends) que encerrou a sua temporada dignamente, com o que na minha opinião foi o melhor episódio da série até hoje, do qual eu tmbm já falei por aqui. Drama + suspense no nível mais alto. Clap Clap Clap! Juro que esse episódio me animou para assistir a Season 7, que dizem que pode ser a última para os médicos do Seatle Grace.

Chuck (3×18 Chuck vs The Subway/ 3×19 Chuck vs The Ring Part 2 ) foi sensacional. Alias, foi uma temporada sensacional. Com Chuck agora aprendendo a ser um espião de verdade e com as suas novas habilidades graças ao Intersect update, ele ficou ainda mais cool. E teminamos com Awesome + Ellie + Morgan tentando salva a pele do Chuck, que teve o seu pai morto pelas mãos do seu inimigo na sua frente, clichê básico para história de vingança clássica de super heróis, mas que foi bem resolvido no ep. E a Buy More explodindo no final do episódio deu até uma dor no coração, mas não se desesperem, vamos aguardar a reforma e ver o que acontece na próxima temporada, já que Chuck foi renovada para a sua Season 4, merecidamente! Sem contar que agora que Chuck não quer mais ser espião e que todos já sabem da sua identidade secreta, ele acabou descobrindo que sua mãe esta viva. Cool! Adorei o gancho para a próxima temporada e fiquei ansioso. Um final divertido, emocionado e com um bom gancho para a próxima temporada.

Brothers & Sisters (4×24 On The Road Again) terminou de forma trágica e isso me fez querer dar uma nova chance a família Walker, que andava bem chata durante a maior parte dessa Season 4. Só achei que a Holly + Rebeca + Kitty deveriam ter aproveitado a carona com a morte e terem feito a passagem. Pena que isso não aconteceu e apenas o Senador McCallister disse adeus  a sua vida nessa realidade (rs). Um final emocionante eu diria, ainda mais com a revelação do uncle Saul, que agora é portador do vírus HIV. Sinceramente, eu achei um pouco forçado demais todo esse drama e só fico pensando que se a Kitty com cancêr já era um pé no saco, imagina a versão Kitty viúva? Não sei, acho que vou assistir apenas o começo da temporada para sentir o clima. O grande problema é que eu já me apeguei aos Walkers, e ai fica mais difícil de abandonar a série, que um dia foi a minha novela das 8 semanal.

Modern Family (1×24 Family Portrait) é a minha nova comédia preferida, fatão. Fico até triste quando não tem ep novo e planejo rever todos os eps logo logo. Tivemos um final de temporada de rolar, com direito a guerra de lama e foto da família. E a cena com a pomba? Hilário! Todos juntos, de branco e cobertos de lama. Rolei! Mas achei o episódio anterior mais engraçado. Não sei nem escolher qual deles eu gosto mais.

The Big Bang Theory ( 3×23 The Lunar Excitation) nos trouxe um final de temporada bem diverteeedo, que “só”  nos apresentou a possível namorada do Sheldon, que vem a ser: a Blossom! Preciso dizer algo mais? Sensacional! Chega logo Season 4!Chega!!!

Será que teremos em breve o primeiro coito de Sheldon? euri

How I Met Your Mother (5×24 Doppeelgangers) foi ótimo tmbm. Essa na verdade nem foi uma das temporadas mais engraçadas da série e teve um foco grande demais no Barney. Mas o final foi bem foufo, com a decisão de Marshal and Lily de ter um filho foi bem foufo tmbm. Veremos como uma vai funcionar no meio disso tudo.

E agora que terminamos essa temporada, só nos resta aguardar Setembro para começar tudo de novo neam (rs) ? Mas antes disso ainda teremos a True Blood (Season 3), que começa agora em Junho, Mad Men (Season 1,2 e 3)  que eu vou assistir tudo antes de começar a nova temporada, Community (Season 1), que o Paolo esta trazendo para mim, além de terminar Parenthood (Season 1), United States Of Tara (Season 2) e Nurse Jackie (Season 2), que eu já tenho mas preciso ver ainda. Sem contar Gilmore Girls, que eu ainda estou no meio da Season 3 neam? Ufa!

Mais alguém teve vontade de dar um tiro no monitor?

Maio 21, 2010

Brothers & Sisters não é mais a minha novela preferida já tem algum tempo, fatão! Até pedi para o Paolo Torrento passar a trazer Parenthood, que eu assisti pouco, mas gostei do que eu vi até agora e amo a nova Lorelai.

Mas asssiti no começo da semana o episódio “4×23 Light Out” de Brothers & Sisters, que tinha tudo para ser um excelente ep mas nem foi, fom forom fom fom. Os Walkers vendendo a empresa da família, a Sarah culpada por não ter livrado a empresa da crise e todo o resto.

Até que, em uma cena desnecessária nos minutos finais do ep, quando a família Walker finalmente se encontrou em silêncio, coisa que não é muito comum naquela família, mas naquele mometo de despedida da empresa esse silêncio era necessário…até que, Scotty teve a brilhante idéia de comaçar a cantar uma música irritante com uma cara mais irritante ainda (mesmo com todo o poder de seu carão, Hoy!), enquanto todos os Walkers (constrangidos no seu íntimo que eu aposto) digeriam o assunto. Eu fiquei muito, mas muito constrangido com essa cena…

Deprimente! Sério, eu quase dei um tiro no meu monitor (sim, monitor pq o ep é inédito ainda aqui no Brasil antigo). Foi tão tolo que até me fez deixar de lado de vez a família Walker. Bati no peito e gritei: Basta! (euri)

Vou assistir apenas o próximo ep que é o seasons finale e eu acho bom a série me animar de novo ou será o meu bye bye para a família Walker.

Caso contrário, R.I.P Walkers!


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