Posts Tagged ‘Bryan Cranston’

E quem ganhou o Emmy 2014, hein?

Agosto 27, 2014

66th Emmy

Podemos dizer que eles até foram bem honestos com os vencedores esse ano, não?

 

Série Dramática

Breaking Bad

Sério, alguém consegue considerar esse prêmio uma surpresa? Claro que Breaking Bad merecia todo o reconhecimento por sua excelente temporada final e que bom que isso aconteceu. Clap Clap Clap! emmy para todo mundo!  (saudades do tempos de ouro e riqueza da platéia da Oprah)

 

Série Cômica

Modern Family

Mais uma vez. Pior que a série continua boa, mas é sempre tão a mesma coisa. Pior ainda é que temos outras boas séries por aí. Quem sabe no próximo ano eles finalmente ganham alguma concorrência. Mas que foi melhor do que ver o prêmio cair na mão de uma The Big Bang Theory, isso foi…

 

 

Minissérie

Fargo

Só vi o piloto. AMEI. Todos dizem que é muito boa e por enquanto, eu só tenho motivos para acreditar. Vou ver logo…

 

 

Telefilme

The Normal Heart

Nada mais do que merecido. Clap Clap Clap uncle Ryan! A grande surpresa ficou por conta dos atores não terem levado nenhum dos prêmios em sua categorias. Suspeito que eles preferiram valorizar os atores de TV mesmo… #SHADE

 

 

Ator de Série Dramática

Bryan Cranston por Breaking Bad

Clap Clap Clap! Por melhor que qualquer outro dos indicados tenha se saído durante essa temporada, o trabalho do Bryan Cranston merecia ser reconhecido e não só por isso, mas por toda a sua trajetória dentro dele. 

 

 

Ator de Série Cômica

Jim Parsons por The Big Bang Theory

Sono. TLIM! Acho que meu bolo de cenoura ficou pronto. Vou ali preparar a cobertura. Volto já. 

 

 

Ator de Minissérie ou Telefilme

Benedict Cumberbatch por Sherlock

ÊEEEEEEEEEEE! Finalmente! Uma pena o nosso Cumberbatchman não ter aparecido para receber o prêmio. Uma pena mesmo indeed… Humpf! #CHUTANDOLATAS

 

 

Atriz de Série Dramática

Julianna Margulies por The Good Wife

Sono de novo. Ó, aproveitei para fazer uma cobertura que ó, já ficou até pronta. Vamos decorar?

 

 

Atriz de Série Cômica

Julia Louis-Dreyfus por Veep

Sempre muito boa porém, ainda pouco vista. Tenho curiosidade, mas tenho que superar meu trauma de Seinfeld

 

 

Atriz em Minissérie ou Telefilme

Jessica Lange por American Horror Story

Jessica é outra que é sempre muito boa, mesmo quando em uma série ruim. Tisc, tisc…

 

 

Ator Coadjuvante em Série Dramática

Aaron Paul por Breaking Bad

 De novo, fiquei mais do que feliz com o prêmio desse cara. Como eu AMO o Aaron Paul, gente! Quero ser amigo, quero ser padrinho dos filhos dele, quero ser companheiro de laboratório e ou do mesmo time no paintball. Sério, #AMOR!

 

Ator Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Martin Freeman por Sherlock

ÊEEEEEEEEEEE! Finalmene! Um bom Sherlock não funciona se não tiver um Watson tão bom quanto. Outra pena da noite foi ele também não ter ido. E vestido de Hobbit, o que seria mais legal ainda…

 

Ator Coadjuvante em Série Cômica

Ty Burrell por Modern Family

Gosto do Ty mas… preguiça. Hora de cortar o bolo que já deu aquela esfriada. Alguém quer um pedaço?

 

 

Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Anna Gunn por Breaking Bad

Merecidíssimo. A trajetória dessa personagem foi da insuportável a megabitch sofredora e desesperada, vítima do próprio marido e pesadelo endinheirado em 3, 2, 1. E ela conseguiu segurar muito bem, em todas as etapas. Hazô!

 

 

Atriz Coadjuvante em Série Cômica

Allison Janney por Mom

Alguém já viu? É boa mesmo? Alguém aceita outro pedaço de bolo? Acompanha café, leite, ou chá, senhor?

 

Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Telefilme

Kathy Bates por American Horror Story

Um dos poucos papéis ruins que ela já fez na vida foi em The Office, porque o resto, sempre mereceu. 

 

 

Roteiro – Série Dramática

Moira Walley-Beckett por Breaking Bad – Eps. Ozymandias

Clap Clap Clap!

 

 

Roteiro – Série Cômica

Louis C.K. por Louie – Eps. So Did The Fat Lady

Choro com Louis C.K. ganhando prêmio de roteiro. Essa sim é uma comédia que vale muito a pena e que deveria ser muito mais premiada. Um dia eles ainda vão descobrir isso. Espero… 

 

 

Roteiro – Minissérie, Telefilme ou Especial

Steven Moffat por Sherlock – His Last Vow

Clap…………….. Clap………………Clap, lentamente… Se estivesse lá, daria um beijo no Moff igual o Bryan Cranston fez na Julia Louis-Dreyfus. Muah!

 

 

Direção – Série Dramática

Cary Fukunaga por True Detective – Eps. Who Goes There

E não é que descobrimos que além de bom, esse diretor é magia e poderia facilmente entrar para o cast de Sons Of Anarchy? Uma magia de bastidor para ficar de olho, anotem..

 

 

Direção – Série Cômica

Gail Mancuso por Modern Family – Eps. Vegas

Tá, melhor deixar a preguiça de lado e aceitar que depois do bolo, chega a hora de lavar louça. 

 

 

Direção – Minissérie, Telefilme ou Especial

Colin Bucksey por Fargo – Eps. Buridan’s Ass

 

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Walter White, Heisenberg, Mr Lambert e o final para se lembrar de Breaking Bad

Novembro 18, 2013

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Oito episódios finais, em uma temporada covardemente dividida em duas partes, como agora parece ser o novo costume (também covarde) do canal AMC. Damn you AMC! Oito episódios excelentes do começo ao fim, onde cada um deles poderia muito bem ter encerrado a série de forma até que bem satisfatória. Claro que alguns teriam nos deixado muito mais satisfeitos do que os outros e nenhum deles teria se comparado com o que acabou sendo o series finale de Breaking Bad, mas ainda assim, se quisessem, eles bem que poderiam. Episódios que nos deixaram completamente orgulhosos, apesar de imperfeitos em alguns detalhes mínimos que não chegaram a estragar absolutamente nada (detalhes como o fator sorte, a generosidade de alguns bandidos, o fator sorte de novo), que nos deixaram completamente aflitos, terminando de forma tão covarde quanto a divisão dessa temporada final (novamente, precisava manifestar de alguma forma a minha indignação quanto a esse detalhe, por isso a repetição da palavra “covarde” e suas variações em um mesmo parágrafo) e sempre em um momento de pura tensão, para enlouquecer ou matar qualquer um de ansiedade. Ou as duas coisas.

Desde o começo de Breaking Bad acompanhamos um pouco de tudo da trajetória do seu personagem principal, Walter White e podemos dizer que conhecemos tanto o seu melhor, quanto o seu pior (e falamos sobre o assunto por diversas vezes aqui no Guilt e para resumir, vocês podem encontrar o assunto aqui e aqui). De cara, já fomos apresentados a sua sentença de morte com o diagnóstico (nada esperançoso e por isso estamos falando em sentença de morte) do seu “irônico” câncer (um homem saudável e não fumante que do dia para a noite descobre que está com câncer no pulmão, por isso “irônico”. Notem que hoje eu estou me justificando, leitor, talvez por gostar demais da série e não querer ser mal compreendido), que foi quando descobrimos e entendemos seu plano de vida a partir daquele ponto da história e daquele momento em diante, acompanhamos os altos e baixos de sua vida conturbada e até certo ponto secreta, com a sua nova identidade de traficante de metanfetamina. E não de uma metanfetamina qualquer e apenas a melhor do mercado. Ponto. Um homem de família, professor, competente, que aos poucos foi acreditando demais no próprio personagem que criou por acaso/necessidade, o “temido” Heisenberg, que a princípio tratava-se apenas de uma espécie de lenda, que de certa forma servia para fortalecer seus negócios ilícitos, mas que em pouco tempo, acabou se tornando o recurso de defesa mais utilizado pelo seu próprio criador, que gostou tanto do gostinho do poder que acabou experimentando através dessa nova versão dele mesmo, um gostinho de ser temido por todos os cantos e acima de tudo, de ser o mais competente naquilo que se propunha a fazer, que o seu alterego acabou se tornando algo muito maior do que ele mesmo sempre foi e ou estava preparado para ser, o obrigando no final a assumir desesperadamente uma nova identidade, a terceira delas como Mr Lambert, que lhe trazia a falsa ideia de um “recomeço”, novamente e ironicamente no dia do seu aniversário.

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Mas antes de assumir essa nova terceira identidade (e acertou quem apostou que aquele flashforward que iniciou a Season 5 no passado tratava-se exatamente de uma espécie de adiantamento do final da série. Confirmou!), Walter ainda tinha alguns pontos de sua história para acertar, começando por algo que talvez fosse o maior deles (ou pelo menos o mais perigoso e ou mais complicado deles), quando chegou a hora de encarar o cunhado chefão da polícia, Hank , que havia terminado a primeira parte da temporada de encerramento finalmente chegando a conclusão de que a sigla WW que o perseguiu por todo esse tempo, só poderia corresponder ao nome do cunhado, que a propósito, ele sempre considerou um bunda molão de primeira e talvez por isso nunca tenha desconfiado do mesmo. Um momento que foi aguardado por todos nós desde muito tempo, onde ambos atores conseguiram nos transmitir exatamente o que aqueles personagens estavam sentindo naquele momento. Apesar da fúria no olhar do Hank e a sua explosão para cima do Walter, que naquela hora até tentou se beneficiar com a volta do seu câncer em um pedido desesperado de misericórdia, estava meio que na cara que não haviam muitas alternativas para toda a questão do Hank depois dele finalmente ter tomado consciência de toda a situação, isso mesmo antes de descobrirmos o desenrolar dessa história, com o plano absolutamente corajoso e nada bunda molão do próprio Walter, gravando uma fita de confissão que repassava toda a culpa para o próprio cunhado, em um golpe de gênio dissimulado e apoiado pela própria mulher (Skyler que mais uma vez nos revelou ter um caráter ainda mais duvidoso quando o assunto é o seu próprio pescoço em jogo, isso sem mencionar quando ela sugeriu e praticamente exigiu a cabeça do Jesse em troco do “bem estar e segurança” da sua família), que a essa altura estava mais do que envolvida e disposta a manter tudo aquilo que eles conquistaram com muito custo (e por custo eu quero dizer sangue, corpos de desconhecidos espalhados pela cidade, um ex boy magia inválido e noites de pânico e pura tensão dormindo apavorada ao lado do inimigo que ela achava que já não conhecia mais) até agora. Aliás, aquela cena com o encontro duplo de casais no restaurante mexicano, que marcou a entrega da tal fita de confissão do casal Walter e Skyler para os cunhados, foi sensacional, de uma tensão absurda e com o tipo de humor certo e porque não dizer até que inesperado para a ocasião. (a cada interferência do garçom, um aplauso, por favor! Clap Clap Clap!)

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Apesar de ter chegado o momento pelo qual mais aguardamos ao longo da mitologia da série (um deles, para ser mais justo, porque haviam outros, vai?) e de qualquer reviravolta que ainda poderia estar a caminho, estava mais do que na cara que para o Hank, só existiam duas possibilidades: ser ridicularizado eternamente dentro da polícia, por nunca ter sequer desconfiado do comportamento do cunhado, que esteve ao seu lado durante esse tempo todo, além do fato dele mesmo ter sido beneficiado com o dinheiro que o mesmo fazia vendendo seus preciosos cristais azuis ou, Hank teria que acabar morto, para que o desenrolar da trama pudesse se arrastar por mais algum tempo, além de consequentemente gerar uma culpa ainda maior para o próprio Walter carregar junto com o seu império. Optando por essa segunda alternativa, Breaking Bad escolheu nos entregar um tiroteio daqueles, que encerrou um dos episódios dessa temporada nos deixando a base de ansiolíticos de tamanha ansiedade por esse desfecho, que só aconteceu no episódio seguinte. Dessa forma, Hank se despediu como o herói que sempre foi e de quebra, ainda deixou para o Walter um peso na consciência bem difícil de se carregar e principalmente de se dividir com a família, a qual ele precisou encarar logo em seguida e nesse momento, é claro, encontrou sua maior barreira nesse que talvez tenha sido o momento exato em que o personagem mesmo que involuntariamente, acabou cruzando o seu próprio limite, quando em um briga doméstica com a mulher (uma briga ótima por sinal), acabou enxergando no filho toda a decepção de ter se tornado aquele homem que ele talvez nem tenha percebido exatamente que havia se tornado, mas que naquele momento, com a intervenção do Flynn e com o mesmo entregando o pai para a polícia, talvez tenha sido o momento exato do despertar do Walter para o homem monstruoso que ele havia se tornado. Tentando evitar a morte do cunhado, Walter inclusive chegou a propor dividir parte de sua fortuna com os nazistas (que voltaram para ajudar a contar o desfecho da trama, naquelas histórias menores e paralelas que também sempre fizeram parte da mitologia de Breaking Bad), seus ajudantes da vez. Mas Walter teve que se contentar em sair apenas vivo daquela situação, carregando um único barril com pouco dos vários milhões que havia acumulado ao longo desses dois anos (em uma cena pra lá de especial e divertidíssima, em um momento de pura tensão como esse portanto, entendam o quão especial é essa série, meus queridos leitores), sem receber a cabeça do seu maior inimigo a essa altura, Jesse, que por ter se tornando um aprendiz tão dedicado (e talvez melhor ainda do que o seu mestre, pelo menos na prática), acabou valendo muito mais sendo mantido como escravo pelo novo lado negro da força. (chamar os nazistas de “lado negro da força” talvez seja tão politicamente incorreto quanto dizer “lado negro da força”, embora qualquer tipo de ofensa, inclusive para o lado negro da força, não seja a nossa intenção nesse momento, rs). O único erro desse episódio, além da espantosa generosidade dos nazistas por terem permitido o Walter seguir com seu barril de dinheiro a pé e com vida pelo deserto (de novo, que cena! Me arrancou gargalhadas. Juro!), talvez tenha sido a revelação de que o Jesse estava debaixo do carro esse tempo todo e nenhum deles havia se dado conta disso. Come on, Breaking Bad! Mas ok, perdoamos. Sem ressentimentos.

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Jesse que passou boa parte desse retorno quase que em transe, desconfiando que o Walter havia propositalmente e culposamente mandando o Mike fazer aquela “viagem para Belize” (rs) e ainda tentando lidar com as consequências de todos os seus atos mais recentes além de qualquer culpa e mágoa antiga, incluindo a morte daquele garoto perto da linha do trem. Apesar de estar completamente fora de si, Jesse ainda parecia consciente da parcela de culpa do Walter em relação ao sumiço inexplicado do Mike e o personagem que até então havia passado boa parte da temporada monossilábico e atirando montes de dinheiro pela vizinhança (e mesmo mudo, o Aaron Paul sempre foi excelente com suas caras de louco psicótico maniaco depressivo, vai?), não precisou de muito tempo para ele chegar a conclusão do quanto Walter o havia manipulado durante todo esse tempo, assim como o quanto o personagem esteve envolvido em plots importantes relacionados a pessoas próximas a ele, como a ex namorada e o filho dela, que nós sabemos que foi o Walter quem envenenou para se safar de um drama antigo qualquer. E bastou despertar para a realidade, que ganhamos o velho e bom Jesse sem limites de volta (Yo, bitch!), despejando gasolina por toda a casa do Walter, com seus #CRAZYEYES em close novamente, planejando transformar o lugar em cinzas em nome do começo de sua vingança. Mas sabemos que apesar de parecer o mesmo, Jesse não era mais apenas aquele moleque inconsequente do passado que parecia usar roupas do irmão mais velho (aguardem o final desse post, e vocês verão que essa piada não é minha), ou pelo menos ele não era só mais isso e para conseguir se vingar do seu novo arqui-inimigo e ex-sócio, nada melhor do que unir forças com o lado da lei da história (além de possivelmente aliviar um pouco mais para o seu lado), que foi quando ganhamos a parceria Jesse e Hank, antes da morte do mesmo e antes do próprio Walter ter encomendado a cabeça do Jesse, influenciado inclusive pela Skyler, como já comentamos.

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E o plano dos dois para conseguir pegar o Walter foi sensacional também, do começo ao fim, com as pistas falsas sobre a localização do dinheiro (achei bem bacana a localização da fortuna do Walter ser a mesma de onde eles cozinharam pela primeira vez no deserto. Cool!), assim como quando Jesse foi acertar as contas com o Saul, ou quando o Hank deixou um de seus capangas aterrorizado com a foto falsa da morte do Jesse, deixando o cara muito que provavelmente, esperando naquela sala até hoje. Engraçado como desde o começo, nutrimos um amor especial por esses personagens, mesmo com eles persistindo em um caminho mais do que duvidoso, mas o mais engraçado disso tudo foi ver como com o passar do tempo, passamos a torcer muito mais para o Jesse do que para o próprio Walter, muito provavelmente pela transformação que vimos acontecer com ambos diante dos nossos olhos ao longo dessas cinco temporadas, quando Walter deixou de ser apenas um homem injustiçado pela vida e se tornou uma espécie de monstro (apesar de não gostar muito dessa descrição) muito maior do que ele mesmo conseguia administrar, assim como o Jesse, que deixou de ser apenas um viciado inconsequente e foi se tornando aquele por quem a gente torcia com mais força e entusiasmo para que saísse ileso dessa história toda, principalmente depois de tudo que vimos o mesmo passar (e pastar), muitas vezes as cegas (quase sempre apenas desconfiando…), sem ter o conhecimento sobre tudo aquilo que estava realmente acontecendo com ele. Mas isso não foi nada até encontrarmos o Jesse enjaulado, acorrentado e mantido como escravo nessa reta final da série (glupt = nó na garganta), vivendo apenas com a companhia da sua própria culpa e o carcereiro Todd (odioso desde sempre!) e a tarefa de continuar cozinhando perfeitamente os cristais mais puros do deserto a troco  apenas de manter os dois únicos sobreviventes com quem ele ainda se importava na vida (a ex namorada e o filho dela). Algo que ele conseguiu manter até certo ponto, quando em uma medida desesperada de tentativa de fuga, foi obrigado a assistir de longe o odioso Todd tirando a vida da sua ex namorada, apenas para provar que não adiantava ele tentar escapar.

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Mas outro momento importantíssimo dessa reta final de Breaking Bad também aconteceu no deserto, ainda no mesmo cenário da morte do Hank, antes dela acontecer, quando se sentido traído pelo fato do Jesse ter passado para o outro lado, Walter não pensou duas vezes e jogou na cara do ex parceiro Jesse, que havia assistido de perto a sua namorada morrer de overdose anos atrás e que não havia feito nada de propósito, por conveniência (que foi exatamente o que ele fez), revelando o maior segredo (e mais um deles), que ainda existia entre os dois, muito provavelmente, o mais doloroso de todos eles e aquele para o qual não se teria mais volta. Aliás, vale dizer que nesse mesmo episódio, a cena com o Walter finalmente se rendendo para o cunhado, foi outra das que merece ser lembrada por um bom tempo, com cara de series finale e tudo mais e isso foi logo no começo da temporada. (também achei excelente a cena com o Walter e o Hank no telefone com a Skyler e depois ela desesperada encontrando com o Hank, achando que estava sendo presa e surtando lindamente)

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Com todos os personagens encontrando seus respectivos destinos e se revelando a essa altura da história, onde já não havia mais uma falsa identidade para ninguém, exceto para o Walter, que havia aceitado o serviço de nova identidade oferecido pelo Saul (recusado no passado pelo Jesse e o qual o próprio Saul acabou utilizando na mesma ocasião que o professor de química, se tornando seu companheiro de confinamento – detalhe que o personagem deve mesmo ganhar seu spin-off de Breaking Bad e ainda não consegui decidir se gosto muito da ideia…) e a essa altura já havia se transformado no Mr Lambert, vivendo afastado em um lugar que não poderia ser mais frio e ou distante (em todos os sentidos, e chegou a dar pena de encontrar o Wal… o Mr Lambert naquela situação, pagando por uma partidinha de rouba monte, rs), chegava a hora do acerto de contas do personagem, que antes disso ainda tentou bancar o Heisenberg novamente (em uma cena linda, diga-se de passagem), mas que naquele momento acabou entendendo que com o estado avançado do seu câncer e a falta de opções de ainda conseguir sair ileso daquela situação, só lhe restava mesmo esperar pela hora certa de agir e encerrar de vez a sua história abraçando o que fosse necessário para isso.

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Que foi quando chegamos ao series finale de Breaking Bad, que eu arriscaria em dizer que de todos os que eu já vi até hoje, foi de longe o meu preferido. É, foi, assumo. Sorry Sopranos (sorry Fringe, sorry até para The Office, que recentemente fez um despedida daquelas. E essa não é uma “desculpa comparativa”, que fique bem claro). Em uma sequência de acertos de contas deliciosos, encontramos Walter enfrentando de frente todos os seus inimigos e questões ainda pendentes em sua vida, a começar pelos ex-sócios do negócio que ele acabou desistindo no meio do caminho e consequentemente, por mais uma ironia do destino, acabou perdendo a chance de se tornar uma milionário de forma lícita (e com uma ideia que foi dele e não desconfiamos em nenhum momento disso porque conhecemos muito bem aquela mente brilhante). Walter sentado no escuro, esperando o casal chegar em casa, despejando o dinheiro que ainda lhe restava, exigindo que os ex-sócios colaborassem com o seu plano de finalmente conseguir amparar a sua família de alguma forma, para que tudo aquilo não tivesse sido de fato em vão, foi absolutamente brilhante, ainda mais contando com dois personagens dos quais pouco ouvimos falar e ou nos importamos, ainda mais naquela altura do campeonato. Mas brilhante mesmo foram os atiradores de longe com suas miras nos corpos dos dois personagens em questão sendo ameaçados pelo Walter, atiradores “profissionais” que mais tarde descobrimos ser apenas os amigos do Jesse fazendo um freela para a malandragem (rs), aqueles dois que viviam se colocando na casa dele, que voltavam para uma despedida super bem humorada para a série.

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Depois tivemos a sequência da irmã ligando para a Skyler, que estava vivendo em um outro lugar, bem mais humilde até, avisando sobre a presença do Walter na cidade, a essa altura super temida por todos os lados depois que a sua história já havia se tornado pública, quando ao final da tal ligação, descobrimos que Walter já estava na casa, ao lado da Skyler durante o tal telefonema, ela que o havia recebido para a despedida que ambos mereciam ter, mesmo depois do plano diabólico e friamente calculado do Walter sequestrando a filha durante aquela sequência desesperadora da briga do casal em casa, que teve o Junior interferindo e entregando o pai para a polícia em um dos melhores episódios dessa reta final da série. Uma despedida que ela entendia que o marido merecia, mesmo depois de tudo o que aconteceu, principalmente em relação aos filhos, dos quais, ele teve a chance apenas de se despedir de perto da pequena Holly (e não sei como eles conseguiram fazer esse tipo de coisa, mas até a bebê acabou se revelando uma excelente atriz a essa altura. Sério!) e teve que se contentar em apenas observar o Junior voltando para casa de longe, sem arriscar nenhuma aproximação com o garoto (que ele amava, não temos a menor dúvida disso), que estava mais do que decepcionado com a revelação da verdadeira identidade do pai e acima de tudo, com o que acabou acontecendo com o próprio tio (aliás, a cena da tia e a mãe revelando a verdade sobre o Walter para o seu filho, também foi bem boa!). Uma cena dolorosa na medida certa, sem nenhum exagero ou qualquer coisa do tipo, algo que não caberia em uma série tão bacana e bem cuidada como sempre foi Breaking Bad e por isso agradecemos que esse tenha sido o caminho escolhido para encerrar essa história, que a propósito, conseguiu manter todo o seu fundamento até o fim, com as cores todas de volta (o verde, o amarelo, o roxo), cenas e sequências com olhares diferentes e sempre muito bem vindas dentro da série mesmo a essa altura, a volta do figurino antigo do Walter e diversas referências a mitologia da série que foram excelentes nessa reta final.

Até para a Lydia havia sobrado o resto do veneno que Walter manteve esse tempo todo escondido em sua própria casa, o qual ele fez questão de buscar para o acerto de contas com a mulher que havia se tornado a responsável pelos negócios. Nesse hora, poderíamos até considerar que Walter acabou sendo mais imprudente do que nunca, arriscando demais ao aparecer naquele café onde estavam Lydia e Todd (que a essa altura haviam se tornado uma espécie de casal, e por isso havíamos acompanhado tantas cenas com os dois durantes as aberturas dos episódios dessa reta final), principalmente se considerarmos a instabilidade da personagem diante de situações como essa, mas ao mesmo tempo, considerando o que Walter tinha a perder naquele momento, achamos que até que tudo bem ele ter agido daquela forma.

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Mas ainda restavam as duas últimas pontas soltas nessa história toda: os nazistas, que acabaram roubando toda a fortuna do Walter após a resolução da história com o Hank e o Jesse, o qual ele considerava seu maior inimigo/traidor/pure evil ainda vivo naquele momento. Após descobrir que os nazistas estavam com o Jesse, passamos a acompanhar algumas cenas aleatórias do Walter no deserto, construindo alguma coisa que a gente ainda não tinha muita certeza do que se tratava, mas sentíamos que aquilo tudo fazia parte de mais um de seus planos infalíveis, frutos de sua mentre calculista e sempre brilhante. E não deu outra, e antes do fim, Walter fez sua última visita para o tio do Todd (o chefe do clã nazista da série), que além dos vários milhões que havia lhe roubado, ainda lhe devia a cabeça do Jesse. E o reencontro de ambos personagens não poderia ter sido melhor, com Walter sedento pela cabeça do Jesse, o encontrando praticamente como um zombie de The Walking Dead, todo sujo e descuidado (mas ainda assim revoltado e sedento por aquele reencontro), mantido como escravo mesmo, que foi quando ele finalmente entendeu que o pior já havia acontecido com seu ex-aprendiz e a sua morte naquele momento já não se fazia mais necessária, porque Jesse já havia sido punido o suficiente pela quebra com o seu parceiro de longa data.

E foi quando descobrimos também que aquelas cenas aleatórias do Walter construindo algo no deserto, tratava-se de um plot à la Tarantino que se instaurava em Breaking Bad para encerrar essa história, com uma espécie de robô metralhadora (lembra do Jesse pedindo para o Mr White construir um robô para salvá-los de um plot dramático no passado da série? Então…), sim, eu disse um robô metralhadora e nada poderia ser mais inimaginável e ou legal para esse momento do que um robô metralhadora, que colocou fim na vida de todos aqueles nazistas, acertando de uma vez por todas a dívida que eles mantinham com o Walter. E foi lindo perceber que antes de apertar o botão para acionar o tal robô que havia sido construído com esse propósito, Walter já havia pensando rapidamente em salvar o Jesse, que apesar de qualquer coisa, a essa altura já não estava mais incluso no combo da vingança da carnificina que se transformou aquele lugar, sobrando inclusive e coincidentemente o Todd (que era o carcereiro do Jesse e eles nunca foram amigos) para o Jesse finalizar e a gente vibrar junto, sem a menor culpa. (cuspida no chão, seguida de um BITCH, em caixa alta)

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A essa altura, já não restava mais nada para Breaking Bad, a não ser a despedida entre Jesse e Walter e para isso, por mais que tenhamos torcido desde o começo para esse desfecho (sempre achei que o destino da série seria esse, não que eu tenha imaginado o caminho exatamente dessa forma, mas ainda assim…), confesso que não estávamos assim tão preparados para esse momento. E até nessa hora o Walter tentou manipular o Jesse pela última vez, oferecendo a arma que poderia acabar com a sua vida (detalhe que além do câncer em estado avançado e o personagem estar visivelmente debilitado nesse episódio final, durante o tiroteio do seu robô metralhadora – repararam que eu adorei esse conceito e não canso de repetir, não? – Walter já havia sido ferido por um das balas disparadas na ocasião), colocando o Jesse em uma posição semelhante a qual já encontramos o personagem no passado (por outros motivos, claro). Mas Jesse acabou fazendo a escolha certa dessa vez, optando por deixar o Mr Walter encarar o seu destino por ele mesmo e com um simples olhar a distância, ainda com medo e sem confiar muito um no outro, ambos se distanciaram e Jesse ganhou o seu momento “Need For Speed” (próximo projeto do ator no cinema), escapando em alta velocidade e finalmente encontrando a liberdade, além do seu final feliz, que demorou para chegar mas que precisava acontecer, pelo menos para algum deles e achamos ótimo que tenha sido para o Jesse.

Para Walter, sobrou a única opção de morrer como a grande lenda que além das circusntâncias e alguma ajuda do destino, ele acabou criando sobre ele mesmo. Despencando diante do grande  laboratório utilizado pelos nazistas a essa altura da história, Walter encarou pela última vez sua imagem distorcida e com a chegada da polícia ao local, o personagem acabou de fato assumindo toda a culpa daquela história e assim encerrou a sua trajetória, em uma cena recheada de simbolismo e a trilha sonora perfeita para a ocasião (mais uma utilização da trilha sonora com perfeição para o momento, diga-se de passagem). Um momento para se aplaudir de pé e enxugar as lágrimas na sequência. (que foi exatamente o que eu fiz, quatro dias depois do episódio ter ido ao ar, que foi apenas quando eu finalmente consegui assistir ao series finale e imaginem o meu desespero para tentar fugir de todo e qualquer spoiler sobre o assunto durante todo esse período interminável? #DRAMA)

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Dessa forma absurdamente sensacional, nos despedimos de uma vez por todas de Breaking Bad, com o final que não poderia ter sido mais perfeito, apesar de qualquer uma de suas falhas. Uma história que desde muito tempo nos apontava para esse desfecho, do qual seria bem difícil se sair completamente ileso, principalmente no que dizia a respeito a todos os principais envolvidos. Uma série que conseguiu manter seus padrões desde sempre e que como se não fosse o suficiente, conseguiu elevá-los ainda mais nessa reta final, nos deixando completamente satisfeitos com a forma com que eles escolheram para encerrar essa história. Um dos melhores finais para uma das melhores temporadas finais de uma das melhores séries de TV de todos os tempos. SÉRIE OBRIGATÓRIA PARA VOCÊ QUE ACHA QUE GOSTA DE SÉRIES DE TV E ASSIM MESMO, EM CAIXA ALTÍSSIMA.

E agora fazer o que para suprir essa necessidade de cristais azuis em nossas vidas? Encarar uma rehab e colocar tudo na conta do Vince Gilligan? (que eu queria dar um beijo na boca) Esperar para ver se aparece um novo vício bem bom? (por enquanto, está bem difícil, hein?) Ou morrer de medo de um dia receber de presente um convite para uma viagem para Belize?

Bem, por enquanto podemos ficar com esse final alternativo que acabou de sair no box de DVD com a Season 5 completa, que por lá chega no próximo dia 26 (por aqui estão vendendo um box da Season 5 dizendo “A 5ª Temporada Completa” de forma mentirosa, porque ele só contém os 8 primeiros episódios da Season 5, que está disponível também no Netflix até o 5×08), que nos insinua que tudo o que acompanhamos em Breaking Bad durante essas cinco temporadas, não passou de um sonho de um velho conhecido de  Malcolm in the Middle. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e ou já estar morrendo de saudades?

R.I.P BrBa

 

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Breaking Bad termina hoje e você reclamando que não tem coisa boa na TV

Setembro 29, 2013

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Breaking Bad termina hoje, daqui algumas horas (e desde já começamos a correr de todo e qualquer spoiler) e nem parece que já faz tanto tempo assim que embarcamos no deserto, naquele trailer meio assim com um homem de meia idade vestindo apenas cuecas e seu aprendiz na arte de “cozinhar” metanfetamina, um viciado que foi nos conquistando aos poucos e hoje é por quem nós mais torcemos dentro do universo da série.

Uma das melhores séries da TV atual (se não a melhor… e definitivamente por essa segunda metade da Season 5, a melhor!), uma das séries da minha vida, sem a menor dúvida. Termina hoje e vai direto para a prateleira especial assim que sair completa em DVD. (já tenho as 3 primeiras temporadas e já me preparo para me irritar com o lançamento de um box com a série completa, muito provavelmente bem mais barato do que a última temporada lançada em DVD. Humpf!)

Apesar de ser sempre triste ver algo que a gente gosta chegando ao fim, nesse caso, temos que reconhecer que foi lindo ver como Breaking Bad nos trouxe para o seu final. Todos os passos, toda a sua trajetória merece o nosso reconhecimento. Clap Clap Clap!

E a essa altura, queremos a cabeça do anti-herói que aprendemos a amar e agora odiamos como nunca, queremos que o Jesse consiga se livrar dessa e precisamos descobrir como é que a Skyler vai conseguir passar ilesa por tudo isso. Tudo indica que WW deva mesmo morrer, só assim sua história poderia ter um final feliz para os demais personagens restantes. Ainda mais agora que ele já virou lenda, ganhando um status maior do que o seu ego e talvez um pouco menor apenas do que a sua ambição. Mas ainda restam algumas contas a acertar, seja com os antigos sócios de um negócio milionário que ele acabou perdendo por uma simples ironia da vida ou uma escolha errada, seja com o seu câncer mais irônico ainda ou seja com o seu atual maior inimigo, que ele acha ser o Pinkman (pobre Pinkman a essa altura…), mas na verdade, apenas não se deu conta de que essa figura pode ser representada por ele mesmo, Heisenberg, Mr Lambert, ou seja lá qual o seu nome atualmente.

E para essa despedida, acho que vale a pena dar uma olhada em tudo o que nós já falamos sobre essa série sensacional até então:

Season 1

Season 2

Season 3

Season 4

Season 5 1/2

E agora só nos resta esperar, bitch! (queria tanto dar um abraço no Aaron Paul e olhar de longe e com medo para o Bryan Cranston e mesmo assim deixar transparecer toda a minha admiração e respeito, rs)

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Por favor, me digam que vocês estão assistindo Breaking Bad?

Setembro 20, 2013

Aaron_Paul-Esquire

Porque eu estou praticamente entrando em depressão por não ter com quem comentar no trabalho (fora quem está começando a assistir a série agora e não gosta de spoilers) e ou tempo para escrever sobre cada um dos novos episódios aqui.

E recentemente o canal AMC divulgou que os dois últimos episódios da série serão estendidos em 15 minutos cada. Cool!

#SÓFALTAM2

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E o novo Batman é o novo vilão da vez

Agosto 26, 2013

jennifer-garner-ben-afflec

Ninguém quer o Ben Affleck como o novo Batmão e tudo isso muito provavelmente pelo seu passado obscuro no cinema e ou pelo que aconteceu em “Daredevil”, que digamos assim que não é lá dos seus melhores trabalhos (mas acreditem, existem piores), apesar do filme ter lhe rendido uma família linda e que a propósito, nós AMAMOS!

Mas para ser bem sincero, todos nós sabemos que os filmes do Batmão dependem muito mais da escolha dos seus inimigos do que do Homem Morcego em questão, que apesar de ser dono de uma recente trilogia excepcional, nunca foi assim tão exigido dramaticamente por ela, vai?

E para quem pensar em discordar dessa teoria, basta repensar nos três últimos filmes para chegar a conclusão de que aquele que dependeu mais do herói e bem menos do seu vilão (tisc tisc, “Batman Begins”), foi o mais fraco dos três (tá, era apenas o começo de uma das melhores trilogias ever, mas ainda assim…), sem a menor dúvida. E acho que vale a pena confiar de que a continuação de “Men Of Steel” ainda tem o nome do Nolan na produção e além de tudo isso, sabemos que o Ben Affleck não é mais o mesmo do passado e apesar de ter melhorado muito mais em outras áreas além da atuação, achamos que ele merece a chance. Além disso, andamos ouvindo o nome do Bryan Cranston como possível novo Lex Luthor. Sério. Höy!

Pode ser horrível? Pode, pode ser tipo o Clooney vivendo o mesmo papel só que com mamilos e ou a Halle Berry afundando na lama a reputação divonica da “Catwoman”. #CREDINCRUZ (x3). Mas pode ser bem bom também e confiamos que com uma sequência recente tão bacana, seria bem difícil algum estúdio apostar tão as cegas assim (fazendo a “Daredevil”, sorry, não resisti…). Veremos…

Mas por enquanto, beijo no ombrinho para o Ben Affleck, e que o Robin seja forte para o primeiro encontro entre o Superman e o Batmão. Vai que acontece um atrito mais interessante entre aquele spandex azul e o velho e bom couro, latex e vinil preto… já pensou? (minha personalidade nerd me leva ao infinito e além nesse exato momento)

 

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13 fundamentos que descobrimos e ou confirmamos durante a Comic Con 2013

Julho 31, 2013

1 – O Tom Hiddleston além de magia confirmada, é muito mais legal do que a gente imaginava 

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E ele ter ido de Loki e sustentado o personagem até o fim durante o painel do novo Thor na Comic Con 2013 foi sensacional. Höy!

 

2 – Confirmou. O Andrew Garfield só pode ser um foufo mesmo #PLIM

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E não é de hoje que a gente vem falando aqui no Guilt que boy para ser magia de verdade tem que ser bem humorado. Deu sorte, Emma Stone. Mantenha.

 

3 – Tem alguém mais bem acompanhado de Aarons  na vida do que o Senhor Bryan Cranston?

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Não, não tem. Será que ele tem alguma superstição envolvendo o nome, TOC ou seria ação do destino mesmo?

E desde quando o Aaron Johnson ficou desse tamanho todo, hein? (Höy!)

 

4 – Confirmou! O Rodrigo Santoro virou um bobble head

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E sim, essa perda nacional foi sentida, mas isso só durou até a gente bater o olho para a direita e dar de cara com o australiano da magia também confirmada do Sullivan Stapleton, que nem estava no seu melhor angulo, mas ainda assim, Höy!

Já viram Strike Back? Recomendo como soft porn, rs (mentira e recomendo não só por isso, rs, porque a série até que é bem boa, apesar de não ser do meu tipo preferido)

 

5 – Confirmou! Fox Mulder e Dana Scully ainda se odeiam, mas se amam

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E que delícia reencontrar com esses dois de amigos, não?

Mas temos que admitir que o tempo foi bem generoso com ela e ele conseguiu se manter até que dignamente (hoje, estou no mode bondade). Höy!

ps: nunca toquem a música de abertura de The X-Files perto de mim. Obrigado. (#MEDO&PAVOR)

 

6 –  E quem é que consegue olhar para o Lee Pace e não imaginá-lo automaticamente em sua cozinha, fazendo tortas com variedades de recheios e muito bem recheadas, huh?

lee pace

Ninguém ou alguém com muito autocontrole e ou interesses diversos variados e bem diferentes dos nossos, porque do contrário, não há quem não imagine exatamente isso toda vez. Sério. Höy!

E essa carinha faz até a gente esquecer que ele fez “Marmaduke” (uma torta daquelas e a gente promete que esquece para sempre essa parte do seu CV, Lee). #CREDINCRUZ

Lee Pace que estará em uma nova série do AMC, oitentista (confirmou!), sobre nerds (mas não esse tipo de nerds que você pode estar pensando), conspirações e computadores chamada  Halt & Catch Fire. Veremos…

 

7 –  Sério, alguém conhece a receita dessa dieta do Chris Pratt?

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Além da fome que é certa, alguém sabe o que mais é preciso enfrentar para emagrecer o peso do seu gêmeo siames? Porque a vida com opções de massas, doces, frituras e chocolates está difícil para todo mundo.

Mas não é de hoje que o Chris Pratt é magia e ele só redescobriu o seu feitiço depois de perder o seu dobro ao quadrado. Höy!

 

8 – Estamos achando que a fraqueza do novo Superman não é mais a Kriptonita e sim a coxinha

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Porque o nível de coxismo de seus outfits está ficando pesado para qualquer tipo de herói, não?

Por isso recomendamos um novo stylist com urgência!

 

9 –  Da série casais na Comic Con que nós amamos:

Madden

Richard Madden e Jenna-Louise Coleman, que já eram lindos separados e juntos então, eles completam aquela visão. (♥)

 

10 – Magneto²

michael-fassbender

E que encontro sensacional esse da dupla de Magnetos com o Ian McKellen e o Michael Fassbender, não?

Agora, imaginem o seguinte com a imagem a seguir:

fassy

 

Esses dois brações ruivos (agora enormes, não?) do Fassy te abraçando nessas madrugas gélidas de ultimamente de editor que chega do trabalho em casa as 4h00 da manhã. (#DESABAFANDO)

Sem mais. (pensei em fazer uma piada a respeito do tamanho do Peter Dinklage em uma outra imagem – que também estará no novo X-Men – e um dos membros da anatomia do Fassy que fomos apresentados não tem muito tempo, mas não achei de bom tom)

 

11 – Ainda, o nosso Doutor (♥ + ♥)

matt-smith-doctor-who

Olho para o Matt Smith, mesmo sem a cabeleira invejável e agora com orelhas de Elfo evidentes (ainda vou conversar sobre esse assunto com o Ryan Gosling…) e sinto os meus dois corações acelerar na mesma hora. #PLIM

E para quem não sabe, esse aí ao lado dele é o Craig Ferguson, o dono do melhor Talk Show da noite (e o mais tarde deles, o The Late Late Show), o único para quem eu aceito perder o título de super fã de Doctor Who. O ÚNICO.

Sem contar que não tem como não invejar esse momento da imagem a seguir, ai ai…

matt-smith-jenna-coleman

#TEMCOMONAOAMAR?

 

12 – Say my name, bitches!

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Uma das coisas mais legais de qualquer Comic Con e da vida = O Bryan Cranston e Breaking Bad. Fato. (e esse deve ter sido o último painel da série, humpf!)

aaron-paul-bryan-cranston-breaking-bad-2

A segunda coisa mais legal também é o Bryan Cranston, só que ao lado do Aaron Paul e com a sua própria cabeça na mesa. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

E se você ainda tiver alguma dúvida sobre o fato do Aaron Paul ser um dos caras mais legais de Hollywood, assista a esse vídeo abaixo com ele descendo da sua própria casa para conversar com fãs fazendo turismo no seu bairro.

Sério, eu já separava mais um Emmy para ele só por isso. (♥)

#QUERIDÃO

13 – Clap Clap Clap!

amy pond

Não, você não está com qualquer tipo de problema de visão e sim, essa é a nossa Amy Pond, que não pensou duas vezes e raspou seus lindos cabelos ruivos pelo seu papel em “Guardians Of The Galaxy”.

Foi um susto? Foi. (ainda mais quando ela apareceu de peruca e só depois revelou o seu novo visual)

Invejamos cada fio ruivo daqueles que devem ter ficado no chão no dia desse crime? Invejamos.

Mas atriz é atriz e a Karen Gillan que a gente já AMAVA, só subiu no nosso conceito depois disso. Clap Clap Clap!

E a propósito…

gillan pace

… com o acessório certo (nesse caso, o acessório sendo claramente o Lee Pace), não tem careca certa que não tenha jeito.

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Estrela dourada mais do que merecida essa do Bryan Cranston, não?

Julho 22, 2013

Bryan1

Muito bacana e super merecido o Bryan Cranston ter recebido a sua estrela na calçada da fama em Hollywood, não?

Clap Clap Clap!

E quer saber o mais bacana de tudo isso?

Bryan Cranston

O mais bacana é que fomos representados pelo Aaron Paul, fazendo exatamente o que a gente gostaria de fazer com o Mr White nesse momento.

(♥)

 

ps: não sabia mais recentemente, em uma entrevista para a GQ, o ator disse que em comemoração a finalização da série, ele e o Aaron Paul fizeram tattoos juntos. Bryan fez um “Br Ba”, logo da série e o Aaron escreveu “No Half Measures”. Howcoolisthat?

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Sensacionalmente dramática essa capa da EW com Breaking Bad, não?

Junho 6, 2013

S5BB-EW

Dia 11/08 , o começo do fim de Breaking Bad.

Ansiosos? (what? desde a Season 1… rs)

 

ps: só eu queria muito, mas muito mesmo ser amigo do Aaron Paul? Me aceita na sua vida, Aaron? Me abraça, me manda um bem casado do seu casamento de um dia desses (sim, ele casou e o Bryan Cranston foi padrinho!) me conta o final de Breaking Bad, vai? Me dá uma pedra azul cristalina do set da série para eu fazer um chaveiro? Sou bom no artesanato, rs

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Os Simpsons versão Breaking Bad

Abril 12, 2013

E quem não desconfiava que eles já tinham passados dos 500 episódios a troco de algo especial, do bom e azul, hein?

Se cuida Heisenberg, que a concorrência nesse caso pode ser ainda mais desleal do que a de costume, rs

 

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Movie: The Movie: 2V, o trailer de mentira mais sensacional de sempre

Fevereiro 28, 2013

E lá vem o Jimmy Kimmel de novo com seu “novo filme”, a divertidíssima sequencia intitulada “Movie: The Movie: 2V”, onde ele mais uma vez conseguiu reunir um grupo invejável para embarcar na sua piada. Rachel Weisz, Armie Hammer (unfirah como vampiro sexy), Topher Grace, Jessica Chastain (tetando ser a nova Carrie de Homeland. O capeta está de olho), Jude Law, Gerard Butler, Bryan Cranston, John Krasinski, Oprah Winfrey, Bradley Cooper, Kerry Washington, Guillermo Rodriguez, Jason Schwartzman, Chris Rock, Salma Hayek, Bruno Mars, Amanda Seyfried (irritante como sempre e aparecendo até aqui), Channing Tatum (ótimo como a arma secreta no final de tudo), Samuel L. Jackson, Wolf Blitzer e até o Matt Damon.

Oprah como presidente e o John Krasinski como herói, vestido de camarão. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

ps: e para quem não lembra do trailer do primeiro filme da saga, pode assistir aqui ó

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