Posts Tagged ‘Bryan Cranston’

Argo

Fevereiro 22, 2013

argo (1)

Ben Affleck rises.

Irã em conflito, interno e externo (sempre), americanos em pé de guerra com o mundo, sempre envolvidos com questões relacionadas ao petróleo do lado de lá (também sempre), morrendo de medo dos soviéticos e dependendo única e exclusivamente do Canada para livrar a sua pele dessa vez. Aparentemente, “Argo” pode até parecer um filme politico como qualquer outro do gênero, mas ele vai muito além disso e caminha livremente dentro do drama, do suspense e até da comédia, surpreendentemente sem fazer feio em nenhum deles e acreditem, Ben Affleck conseguiu nos entregar uma excelente história através do seu olhar de diretor, talvez realmente a melhor delas esse ano, da forma certa e com a turma certa para contá-la.

Ben que quase nunca foi levado a sério e já apanhou muito em sua carreira desde o começo, algumas vezes merecidamente devido a suas escolhas ou entregas do passado, sejamos justos, mas outras vezes por pura implicância ou intolerância. Sim, o mundo torce o nariz para o bonitão que resolve provar que pode ser mais que apenas isso ao invés de encorajar os que aparentemente tem algum talento para isso ou frear aqueles que parecem ter perdido o controle de suas próprias limitações (rs). As portas se abrem facilmente para o rostinho bonito da vez, mas para mantê-las abertas, algumas vezes chega a ser duas ou três vezes mais difícil e apenas os mais fortes sobrevivem. Fortes no sentido de talento e isso acabamos descobrindo com o tempo que aquele jovem garoto que já ganhou um Oscar como roteirista tem de sobra, ainda mais chegando nesse ponto da sua vida, calmo, agora pai de família, uma família linda por sinal para a qual ele faz questão de dedicar o seu melhor trabalho nos créditos finais do mesmo. (#TEMCOMONAOAMAR?)

Sim, “Argo” é um filme excelente e por diversos motivos diferentes. A começar pela sua história verídica com ares de ficção, como se estivéssemos de fato assistindo apenas a mais uma criação de Hollywood para o mundo do entretenimento. Hollywood que se faz presente de um jeito importante no filme, de forma deliciosa, extremamente debochada, rindo da sua própria desgraça e é parte fundamental para o desenrolar desse plot do espião que acabou fazendo história devido ao seu talento (e muita coragem quando necessário, algo que naturalmente esperamos desse tipo de perfil, mas que nem sempre pode ser a realidade) e mais do que isso, imaginação para bolar um plano tão sensacional e ao mesmo tão fantasioso como esse.

Retirar seis reféns de um pais como o Irã, naquela época (e talvez até hoje) odiando os USA como nunca, não seria tarefa fácil para nenhum país. A princípio, surge uma ideia ridícula da força tarefa da CIA responsável pelo caso de tentar fazer com que eles cruzem a fronteira de bicicleta, como se fosse muito simples pedalar por quilômetros em um território onde rostos americanos nunca foram muito bem vistos. Até que Tony Mendez (Ben Affleck), o grande e verdadeiro herói dessa história toda, em uma simples conversa com o filho ao telefone enquanto eles assistiam a distância a “A Batalha do Planeta dos Macacos”, tem a brilhante ideia de envolver Hollywood para tornar aquele fuga possível, planejando um  filme de Sci-Fi de mentira, que serviria como o disfarce perfeito para garantir a liberdade daquelas pessoas. Claro que nessa hora, é possível pensar que o próprio Ben Affleck poderia ter deixado seu ego de lado ao optar por interpretar o grande herói da história, mas ao mesmo tempo, colocar-se naquela posição talvez seja a sua forma de dizer que ele não está querendo abandonar isso para seguir com aquilo e pretende manter os dois enquanto houver espaço. Sem contar que a sua atuação no filme está bem correta e ultimamente (talvez desde sempre), temos visto atores muito, mas muito piores, se tornando nomes de destaque em Hollywood, por isso não temos do que reclamar e talvez a crítica tenha sido megabitch demais com eles ao longo desses anos.

argo_film_name

Mas é claro também que um plano mirabolante como esse precisava das pessoas certas para ter alguma chance de dar certo, profissionais reais da industria do cinema que estivessem dispostos a colaborar secretamente com o plano de resgate cinematográfico, forjando toda uma produção em nome de uma tentativa super arriscada que tinha tudo para não dar certo desde o começo. E é claro que nessa hora, Hollywood se deixou ser usada para contar mais essa história sensacional, ainda mais tendo ela personagens reais que poderiam encontrar nessa a sua única chance de se verem livres novamente.

Nesse momento ganhamos dois ótimos personagens para o filme, o responsável pela criação das mascaras utilizadas em “Planetas dos Macacos”, o artista John Chambers (especialmente interpretado pelo ator John Goodman) e o produtor de sucesso Lester Siegel, que ganha vida através da interpretação deliciosa do ator Alan Arkin, que está impossível no filme, com seu texto afiadíssimo e um humor extremamente de bom gosto e exatamente na medida para o alívio cômico da trama.

E para contar essa história tão bem, Ben Affleck precisava do elenco certo, algo que ele consegui acertar em cheio, trazendo alguns rostos bem conhecidos de todos nós das séries de TV para se juntarem a esses grandes veteranos do cinema, como o Bryan Cranston (Breaking Bad), Victor Garber (participação sempre afetiva e que nós AMAMOS desde Alias e exatamente por Alias), Tate Donovan (Damages), Clea DuVall (Carnivale), Kyle Chandler (Friday Night Lights) Zeljko Ivanek (True Blood e também Damages), Titus Welliver (Lost), Chris Messina (The Newsroom, The Mindy Project e segundo o BuzzFeed, quase tudo na TV ou no cinema atual, rs) além de vários outros em participações menores.

Principalmente através desses dois personagens envolvidos com a indústria do cinema, acabamos ganhando momentos excelentes de puro cinismo, recheado com o que podemos chamar de “Hollywood talk”, com ambos debochando de um indústria que conhecem como ninguém, algo que acaba dando um certo toque especial para “Argo”, que apesar de todo o clima de suspense e tensão do filme, consegue ser leve e até mesmo bem cretino ao mesmo tempo, quando decide não se levar muito a sério e debochar de quem comanda isso tudo. #TEMCOMONAOAMAR quando em uma conversa com o personagem de Goodman, Affleck questionando se é possível transformar qualquer um em diretor do dia para a noite, temos o próprio Goodman respondendo que não só é possível, como Hollywood faz isso o tempo todo. Ou quando Affleck pede para que o seu personagem seja feito de produtor dentro do plano e Goodman responde que com aquela cara, no máximo ele passaria como um co-produtor e nada mais que isso. Sério, um cinismo sensacional!

E o equilíbrio que eles conseguiram encontrar dentro do longa para passar ambos os lados da situação, tanto quanto os absurdos de um mundo de mentiras em Hollywood até a parte séria daquela situação toda, como o conflito se agravando cada vez mais no Irã no final da década de 70 e começo de 80 (com uma caracterização bem bacana, inclusive), em um mix de imagens reais cedidas pela TV com as produzidas para filme, também acabou sendo super importante para dar maior credibilidade para aquela história, que apesar de se tratar de uma fantasia dentro de uma outra fantasia, também precisa encontrar alguma dignidade para ser contada de forma interessante.

Um ótimo exemplo de como eles conseguiram isso foi aquela cena em que uma mulher no Irã estava fazendo uma declaração para a imprensa em inglês, afirmando que eles não serão mais tolerantes em relação àqueles americanos mantidos como reféns por lá e ao mesmo tempo, em um cenário luxuoso das festas e eventos típicos de Hollywood, os envolvidos no projeto estão fazendo um grande teatro, exibindo as fantasias do tal filme Sci-Fi para atrair a imprensa em uma leitura aberta do script (que é negociado de forma brilhante pelo diretor, novamente mostrando um lado do business dessa indústria que nós não estamos acostumados a ver). Entre as fantasias encontramos de tudo, de heróis a mocinha indefesas com pouca roupa (sempre aquela preguiça que se repete mesmo quando elas não são mocinhas indefesas e sãos as heroínas  Humpf!), até um wannabe Chewbacca e um robô possivelmente inspirado no Cybermen de Doctor Who. (sério, achei igual)

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Aliás, esse lado Sci-Fi da história também é tratado de foma decente, com uma série de referências e inclusive menções aos clássicos Star Wars e Star Trek, que naquela época, estavam dominando quase que completamente a industria cinematográfica. Sem contar as action figures vintages que acabam aparecendo no filme, no quarto do filho do Tony Mendez, que são todas altamente desejáveis, além dos detalhes dos storyboards do filme dentro do filme, “Argo” (título de um dos roteiros que eles encontraram que tratava de um plot Sci-Fi em pleno Oriente Médio, que era exatamente do que eles precisavam), que são excepcionais e tem uma função bacana dentro da história acima de tudo. (e OK Tony, eu também teria guardado um deles, só não sei se seria para o meu filho, rs)

Enquanto tudo isso acontece na parte fictícia da história, os seis fugitivos que conseguiram escapar do ataque violento a embaixada (ilustrado no começo do filme com uma narração lenta, mas que lembra muito o estilo adotado na época), que resultou em uma série de vítimas feitas como reféns pelo povo local, esses seis conseguiram ganhar refúgio através de um diplomata canadense, que acaba arriscando a própria cabeça ao acolher aquelas pessoas que passaram dias na sua casa, sem poder colocar a cara para fora. Eles que até então achavam que ninguém sabia da sua existência no pais e não contavam com uma equipe gigantesca de homens e mulheres e principalmente crianças locais, montando um verdadeiro quebra cabeças de papel picado (que eles mesmos tentaram destruir antes da invasão na embaixada, para não deixar nenhum vestígio ou prova do que faziam por ali), na tentativa de identificar quem eram aquelas pessoas e quais eram as suas intenções. Sério, uma operação assustadora de tão minuciosa e simplesmente deixada nas mãos de crianças, que não poderiam ser figuras melhores para resolver aquele grande quebra cabeças.

“Argo” também conta com um ritmo interessante para contar essa história, que apesar do conflito político, não chega a ficar nada arrastado ou qualquer coisa do tipo. Isso além da praticidade com que eles resolveram explorar todos os seus plots, porque o filme tem apenas quase duas horas de duração, o que não poderia ser mais adequado, umas vez que eles conseguiram se resolver muito bem sem se complicar dentro da sua proposta. E a visão do Ben Affleck como diretor também começa a ficar mais forte, com planos mais interessantes dos cenários, principalmente quando em outras terras, como na Turquia por exemplo ou no próprio Irã, quando ele faz questão de mostrar um corpo enforcado em praça pública, além de mostrar que a questão cultural apesar de extremamente diferente, também pode ser bem próxima, mostrando pessoas locais comendo no Kentucky Fried Chicken (naquela época, ainda não era apenas KFC e teve uma piada bem boa sobre esse assunto recentemente em uma série qualquer que eu não me recordo bem qual agora…). Isso sem contar os cortes do filme, a forma de ilustrar uma conversa com frames de storyboards (simples, mas ainda eficaz e apropriada para a época em que o filme se passava), assim como as cenas de conflito, todas muito bem realizadas e ou encaixadas (no caso das cenas reais). E tudo isso somado a todos os outros atributos do filme (a história, o ritmo, o elenco certo) faz com que a sua qualidade se torne indiscutível.

Apesar de tudo isso, é preciso lembrar que “Argo” é um filme de suspense e isso eles fazem questão de refrescar a nossa memória perto do final, quando essa sensação de suspense vai se agravando, exatamente quando chega a hora de enganar o mundo com a tal equipe de filmagens fictícia e ao mesmo tempo o cerco vai se fechando em relação as suspeitas de que os seis fugitivos estavam na casa do diplomata. Aquela caminhada da equipe no grande mercado local para dar credibilidade ao plano é extremamente apavorante, principalmente quando um dos comerciantes resolve criar caso por conta de uma simples foto, algo que acaba gerando uma confusão que poderia ter tomado grandes proporções devido ao calor humano e ódio em relação aos americanos encontrados por lá.

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Claro que perto do fim, algo precisava acontecer para tentar acabar com aquele plano mirabolante e nesse caso, tudo acabou quase não acontecendo graças as ordens vindas diretamente dos USA, com medo de serem ridicularizados devido ao plano envolvendo uma grande mentira como essa e resolvendo assumir o risco de colocar aquelas 6 pessoas para morrerem como heróis, pura e simplesmente por uma história melhor para contar para o resto do mundo. Em pensar que isso deve acontecer a todo momento, não só com eles, e nós nem ficamos sabendo. (esse caso inclusive era confidencial até pouco tempo e só se tornou público através do mandato do ex presidente Bill Clinton)

Mas em termos de tensão e agonia, nada supera aquela reta final da história, com Tony Mendez contrariando suas ordens e se arriscando mesmo assim a tentar trazer os seis de volta à America antiga seguindo seu plano, algo que não teria dado certo se o seu chefe, Jack O’Donnell (Bryan Cranston), não tivesse comprado a ideia de qualquer forma, contrariando as ordens de seus superiores e assumindo o risco. Aquela sequência com todos eles encarando a inspeção no aeroporto, não sendo tratados muito bem, colocados naquela salinha de espera pavorosa, tendo que se comunicar em uma língua que muitos não conheciam (aliás, um detalhe importante no filme é que eles não fazem questão de traduzir outros idiomas, justamente para dar uma impressão mais próxima do desespero que é esse se encontrar envolvido em uma situação com esse tipo de falha de comunicação) até o momento em que finalmente todos eles conseguem embarcar, ouvindo já no avião que agora que não estavam mais em solo do Irã, as bebidas estavam liberadas. (sem contar aquela corridinha dos carros de polícia e milicia vs avião em plena pista de voo, que foi sensacionalmente aflitiva até o momento em que vimos o avião finalmente deixar de tocar o solo)

Um final espetacular, digno de Hollywood e acima de tudo, digno de toda essa atenção que o filme acabou recebendo recentemente, sendo indicado em todas as premiações (levando quase todas elas) e consagrando o Ben Affleck como o grande diretor do ano, que ele, mesmo com uma concorrência de nomes fortíssimos e consagrados como Spielberg, Ang Lee, David O. Russell vem conseguindo surpreendentemente roubar a cena de todos eles durante as últimas premiações do cinema, algo que Affleck não vai ter a chance de fazer no Oscar 2013, pelo menos não como diretor, porque acabou não sendo indicado em mais um daqueles casos de pura implicância/injustiça. É claro que no final do longa, todos eles acabaram recebendo as mais altas condecorações do serviço secreto americano, isso sem poder fazer nenhum alarde, por se tratar de uma história extremamente confidencial e tendo que amargar o Canada recebendo todas as honras de grande herói da vez, além da libertação das vitimas mantidas como reféns após 444 dias de cativeiro.

Por todos esses motivos, “Argo” pode e deve ser considerado como um grande filme, o melhor deles para esse ano, porque com uma reunião tão bacana entre elenco e uma história sensacional como essa, não temos como contestar a grandeza do filme, que consegue te prender facilmente do início ao fim, sem o menor custo. Claro que em meio a tudo isso, temos que ressaltar o trabalho de diretor do Ben Affleck, que apesar de ter o ouro nas mãos nesse caso, poderia não ter escolhido a melhor forma de retratar essa história, mas isso ele não fez e acabou assim conseguindo a sua grande redenção, entregando paro mundo do entretenimento o seu melhor trabalho, esse que talvez seja e merecidamente, o melhor trabalho do ano nessa industria que não costumava lhe tratar muito bem. E ao que tudo indica, essa situação está prestes a mudar ainda mais. Clap Clap Clap!

E por esse motivo, ficaremos todos felizes caso seja você quem suba naquele palco no próximo domingo (todos live no Twitter comigo, sim e ou com certeza), com as mãos rabiscadas pelas filhas e tudo mais. (♥)

A propósito, preciso dizer antes de encerrar que howcoolisthat que exatamente esse filme tenha sido realizado (ainda mais dessa forma) pelo marido da  Sydney Bristow, hein? Coincidência?

Argo fuck yourself! (nesse caso significando boa sorte)

 

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Look 4 Today

Outubro 29, 2012

Pq o que realmente importa hoje nem é tanto a roupa (apesar dele estar corretíssimo na imagem acima) e sim a atitude. PÁ!

 

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Mr White mostrando que também sabe ser adorkable

Outubro 18, 2012

#TEMCOMONAOAMAR o atrevimento do Bryan Cranston para cima do Mr White John Goodman na premiere de “Argo” em London?

Não, não tem. (♥)

 

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Mr White vs Patty Hewes

Outubro 10, 2012

Imaginem o nível de um encontro como esses…

Bryan Cranston e Glenn Close na premiere de “Argo”, o novo filme do Ben Affleck. (que todo mundo está dizendo que é ótimo!)

Só eu fiquei imaginando como seria o crossover desses dois se encontrando no tribunal?

Imaginem isso minha gente. Tenho certeza que não sobrava espaço para mais ninguém na TV.

#HUGE

#MUSE

 

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Um red carpet dos mais coloridos para o Emmy 2012

Setembro 24, 2012

Quem apostou no nude/bege, no branco ou no preto, imprimiu fraqueza e acabou não sendo muito feliz no red carpet do Emmy 2012 de ontem a noite, que além de ter sido uma premiação especialmente ruiva esse ano (aposto que eu e o Charlie Brown temos alguma influência nisso, rs),  o que já denunciava que eles estavam sedentos por cor (rs),  acabou nos mostrando que a tandancé da vez são as cores, das mais variadas possíveis.

O que pode ser um sinal de que as coisas estão mudando em Hollywood (graças a Cher!) e elas finalmente começaram a entender que nem tudo é branco, preto ou bege nessa vida, mesmo para eventos de gala e a noite. Outra tandánce da vez no 64th Annual Primetime Emmy Awards foram os decotes, que nunca estiveram tão generosos e ou equivocados em transparências bem meio assim…

Mas chega de falar, que o que a gente quer mesmo é conferir quem é que se deu bem e principalmente quem é que foi #WÓ na premiação da televisão que nos faz ter cada vez mais certeza que assistimo quase tudo, rs. Então vamos lá:

 

Yeah, They Were All Yellow

Claire Danes ao lado do seu Hugh Dancy magia (Höy! – que bem poderia estar em um outra categoria mais abaixo desse mesmo post) que estava lindíssima nesse amarelo da Lanvin, lembrando que a atriz além de tudo está gravidíssima do seu filho com o boy magia e estamos ansiosíssimos para conhecer o nosso sobrinho Dancy Danes.

#MUSE

#MARAVILEEEANDRABIPOLAR&PREMIADA

Gosto de quem se arrisca, ainda mais quem não precisa mais provar nada para ninguém, como a Julianne Moore por exemplo, que todo mundo está cansado de saber que é ruiva e linda (mentira, nunca cansamos da sua beleza Jul!) e que me resolveu aparecer linda assim em um amarelo da Dior Couture que até poderia ser bem básico se fosse em preto, mas que nesse tom acabou ganhando uma leitura deliciosa!

#MARAVILEEEANDRA

Mas parece que o sol não brilhou para todas e esse modelo também em amarelo da Kaley Cuoco by Angel Sanchez, não estava entre as melhores que escolheram a cor para a noite de ontem.

E quer saber porque?

Porque esse amarelo tem cara de antigo, diferente dos outros dois, que apesar de mais fortes, não tem vergonha de ser amarelo (rs) e imprimem uma modernidade muito maior do que esse amarelo antigo escolhido pela Kaley, que tem cara de vestido de madrinha de casamento que se encontra para alugar em qualquer esquina.

#NAOTABOMNAO

 

Verde Guacamole

E um verde guacamole, a gente aceita?

Até aceitaria, se ele não fosse a escolha da Julie Bowen, que a gente não aguenta mais sendo indicada a prêmio que ela não merece nem mesmo dentro do próprio elenco.

Sorry, mas gosto mais da moldura do quadro da abertura de Modern Family do que da sua personagem.

#NAOTABOMNAO

#NEWMONICA

 

Conselho de amigués para a Sofia Vergara

A gente te adora, te aceita com toda essa gostosura que vc insiste em esfregar nas nossa cara em todo red carpet, mas está na hora de parar de fazer a gostosona hein Sofia?

Avalie esse juri, que a gente sabe que deve ter algumas mulheres e pelo menos umas 55 bichas invejosas e mostrando todo esse corpão sempre em dia, suas chances de ganhar qualquer coisa só diminuem, porque todo mundo sabe que a inveja triunfa!

Cubra-se de vez em quando para surpreender pelo menos uma vez na vida (apesar do vestido Zuhair Murad ser lindo também), em algo que valorize as curvas mas não mostre demais. Aposto que assim vc seria mais bem vista no Team Contra Gostosas e tiraria de uma vez por todas esse prêmio que a gente não aguenta mais indo parar nas mãos da sua colega de elenco.

ps: AMAMOS sua Gloria!

 

Muito “Princesas Disney” para o meu gosto…

Gostamos da Zooey Deschanel (antes de The New Girl, a gente até gostava mais) só que tem um problema, essa aura de princesa Disney dela não convence muito…

Tudo bem que somos #TeamFelicidade e AMAMOS pessoas simpáticas, mas eu não conseguiria conviver com alguém que só consegue ver o lado bom da vida. (por isso não leio muito o seu blog, apesar de ter meninas ótimas escrevendo lá, não consigo levar muito a sério quem tende a ignorar as coisas que não gosta só para não se comprometer muito…)

Esse tule da saia do vestido Reem Acra é lindo, mas nessa cor e com esse movimento + essa cara que esbanja alegria “espontaneamente”, acabou imprimindo muito Princesas Disney para o meu gosto…

#NAOTABOMNAO

#SEJANATURAL&RECLAMONADEVEZEMQUANDOZOOEY

 

Black Fraqueza

Quem foi de preto esse ano acabou imprimindo fraqueza e temos três bons exemplos disso na sequência.

O primeiro deles com esse Zac Posen da January Jones (que até que é bem bacana), ela que eu já reparei que gosta de se arriscar mais quando o assunto é red carpet, mas que dessa vez foi infeliz no make, que acabou com a coitada que a gente sabe que de coitada e feia não tem nada.

Olha essa cara de quem foi obrigada a ir na festa de 15 anos da prima que ela nem gostava tanto assim?

#NAOTABOMNAO

ps: por favor, nunca façam nenhum penteado com um fio solto de lado, acho super cafona! Obrigado.

Ok, não querendo ser nada cretino, me parece que a Melissa McCarthy levou muito a sério a lição de que o preto emagrece, não?

Nesse caso, o look é assinado por ela mesmo e isso já vale a nossa simpatia pela iniciativa, mas fiquei sentindo falta de algum contraste já que nessa parte superior por exemplo, temos três peças e assim de longe, quase não dá para perceber.

#NAOTABOMNAO

Amy Poehler foi um dos grandes decotes da noite, algo que até nos surpreendeu um pouco… (devido as circunstâncias do seu atual momento)

Como eu não quero ser aquela pessoa horrível que falou qualquer coisa negativa a respeito da Leslie Knope, só vou dizer que se ela tivesse ido com um dos terninhos da personagem e passado naquele “barbeiro de Pawniee antes da premiação (rs), teria se dado muito melhor, hein?

#NAOTABOMNAOMASDESSAVEZFALANDOBEMBAIXINHOPARAELANAOOUVIR

 

Branco Qualquer Coisa

Jessica Paré, que a gente sabe que é linda, mas que me resolveu aparecer com esse modelo branco qualquer coisa.

Lindo, mas um pouco preguiça demais, do tipo que a gente não consegue imaginar ela cantando “Zou Bisou Bisou” com muita intensidade e parando toda uma cobertura em pleno 60’s, rs

#MAISESFORÇOPORFAVOR

 

ACE todo branco fosse assim!

Emilia Clarke  não levou seus dragões (acho difícil reconhecê-la sem a caracterização de GOT) mas foi com esse branco não tão branco assim da Chanel, que estava maravileeeandro!

E ela a gente mesmo que não estivesse tão bem a gente evitaria provocar para não sair chamuscado, rs

#MARAVILEEEANDRA

 

Parabéns Tina Fey!

Que pelo menos dessa vez resolveu nos ouvir e abandonou de vez os modelos sereias horrorendos de sempre.

Simples, mas ficamos com orgulho, ainda mais da etiqueté escolhida. (Vivienne Westwood)

 

Antigo Demais

O modelo da Vera Wang até vai, é comum mas é bacana, mas a cor e o combo com esse cabelo da Julia Louis-Dreyfus imprimiu algo antigo demais.

Pior que ela ganhou e vai ter que se lamentar por ter feito essa escolha duvidosa para o resto da sua vida. #FUÉN

#NAOTABOMNAO

 

Futurista Demais…

Versace, com cara de alegoria de escola de samba investindo no futurismo.

Elementar minha cara Watson, que vc não precisava desse tamanho todo de lantejoulas…

#NAOTABOMNAO

 

Muito simples, muito espanhola e muita falta de compostura

Kristen Wiig fez a simplesinha demais e acabou ficando com cara de quem foi de lingerie na premiação. (e o decote com transparência e renda desse Balenciaga não ajudou muito. Quase nem acreditei que era um Balenciaga…)

Outra cor ou em outro evento, ela estaria maravileeeandra. Mas hoje não deu para o seu monólogo no SNL

#NAOTABOMNAO

Peggy não estava em um bom dia e além de não ter levado o prêmio para casa, acabou também não sendo muito feliz na sua escolha, investindo nesse estampado Dolce & Gabbana que se tivesse alguns pontos em vermelho, seria a caracterização da própria espanhola, rs

#NAOTABOMNAOPEGGY

ps: Peggy também fez o que ninguém deveria fazer em dia de premiação ou qualquer outra coisa importante, que é retocar a raiz no mesmo dia…

Sabe aquela pessoa que vc se arrepende de ter convidado para a festa? Então,  Connie Britton, que quando não vai vestida de qualquer coisa totalmente fora das demais, não sabe muito bem como se comportar em público.

E olha que nós adoramos as bafoneiras, mas para isso vc precisa ser alguém na noite Connie. O que não é o seu caso…

E o tom de caramelo mais artificial do que qualquer bala Toffee?

#NAOTABOMNAOETALVEZNUNCAMAISRECEBAOCONVITE

 

Bi-Leeeandra!

Quase não reconheci a Edie Falco nesse bicolor maravileeeandro!

Tudo bem que eu não gosto nada desse cabelo, mas esse vestido tinha umas costas linda toda em branco, que merece o desvio das nossas atenções para o que realmente interessa.

#MARAVILEEEANDRA

 

De Downton para o mundo

Michelle Dockery linda de Vuitton azul. #TEMCOMONAOAMAR?

Tudo bem que esse é aquele típico vestido que foi feito para ficar de pé, caso contrário amassa inteiro como podemos bem observar na imagem, mas quem se importa sabendo que Mary casou-se recentemente com primo Matthew e talvez tenha sido a noiva mais linda que eu já vi na minha vida. (e olha que eu nem sou muito fã de noivas)

E como sabemos que ela veio de longe, perdoamos o amassado.

#MARAVILEEEANDRA (♥)

Agora, quem me surpreendeu mesmo foi a Joanne Froggatt, também de Downton Abbey, que me apareceu com essa cara de muse antiga que é claro que todos nós amamos.

O vestido poderia ser em outra cor (acho essa cor muito madrinha de casamento americano atual), mas mesmo assim, vamos dar um desconto por todo o resto.

#MARAVILEEEANDRA

 

A melhor vingança foi  a do seu vestido contra vc mesma…

… que não te favoreceu em nada e aproveitamos o momento para revelar que essa maquiador também não deve gostar muito de vc hein,  Emily VanCamp? Mais um para incluir na sua vingança…

#NAOTABOMNAO

ps: não assisto a sua série porque te acho #WÓ e credito a sua existência o péssimo desenrolar de Brothers & Sisters desde que vc apareceu na série pela primeira vez. 

 

Sorry! Não respeito quem combina a cor do cabelo com a cor do vestido

ps: Tutubarão pediu os dentes de volta, rs. Mas sério, dá para devolver?

 

Festa boa de verdade, tem que ter climão

Sabe quando o seu boy magia (nosso, porque acho que ela nem pode muito dizer isso, tisc tisc) resolve dar aquela atenção a mais para a vagabunda que vc não suporta nem pintada de vermelho do próprio sangue?

Sempre um climão.

#ESTAMOSCOMVCCHRISTINAHENDRICKS

ps: não disse que esse ano foi tudo sobre os decotes no Emmy? Höy!

 

Floral da noite

Julianna Margulies  e o seu Giambattista Valli, que foi a estampa floral mas linda da noite.

#MARAVILEEEANDRA

 

Acessórios poder da noite

Kat Dennings que além dos seus invejáveis gêmeos (sorry, não resisti, mas vc foi vc quem provocou! rs), que foi acompanhada do seu Nick Zano, boy magia que é sempre um acessório indispensável em noite de premiação.

Höy!

ps: decotes generosos, eu disse. 

Jennifer Westfeldt, que investiu no seu Jon Hamm exclusivo, acessório mais do que invejado por todas e não é de hoje.

Höy!

E a nova namorada do Michael C. Hall que a gente até aprendeu como se chama, mas já esquecemos, visivelmente deslumbrada carregando tamanha magia ruiva no Emmy 2012.

Reação mais do que humana diante da magia ruiva dele.

Höy!

 

Momento “Bow Ties Are Cool!” (♥²)

Bryan Cranston e Aaron Paul, ambos adorkables e nos fazendo morrer de tanto orgulho com suas gravatas borboletas.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

Girls³

Lena Dunham diabólica de Prada (e o cabelo novo está maravileeeandro! Mas ela estava ou não estava meio que de cara fechada?), Allyson Williams de Oscar de La Renta e a Zosia Mamet nesse bicolor, que eu acho o melhor dos três, by Bihbu Mahopatra.

#TEMCOMONAOAMAR essas meninas? (mas sentimos falta da Tessa, que teve bebê recentemente! Smacks)

 

#SÓAMOR (♥)

Adam Driver, o Adam da Hannah. Höy!

Alguém me diz se é possível não se apaixonar completamente pelo personagem dele em Girls?

 

E a noite de ontem foi mesmo dela: Snow White!

E a cara de arrogante da Ginnifer Goodwin de quem tem certeza que deitou com todas nesse tangerina maravileeeandro by Monique Lhuillier?

Clap Clap Clap!

#MARAVILEEEANDRA

 

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O novo Walter e a velha e boa Breaking Bad de sempre

Setembro 6, 2012

Walter White não é mais o mesmo. Além do poster que já denunciava que ele agora era o rei, até começamos essa nova e última temporada de Breaking Bad com a imagem de um “novo” Walter, uma nova versão que até lembrava um pouco do personagem como conhecemos, anos atrás. Ele que dessa vez estava comemorando sozinho o seu aniversário de 52 anos, se identificando como uma outra pessoa, medicado e se armando sabe-se lá contra quem. Algo que a gente até imaginou que poderia ser um flashforward do que estaria por vir como proposta de conclusão para essa primeira metade da temporada, algo como um adiantamento, mas que por enquanto ainda permanece como uma incógnita que foi deixada de lado, para ser esclarecida em um outro momento. Seria essa cena o começo do fim de Breaking Bad?

Mas tirando essa primeira imagem já bastante diferente (com barba e cabelos crescidos) do personagem que um dia nos fez torcer e muito por ele e seu fiel escudeiro Jesse Pinkman, mesmo sabendo o quanto era errado o caminho que ele estava seguindo para resolver a sua vida, pouco reconhecemos de um Walter White que passamos a conhecer bem ao longo desses anos todos e o que passamos a enxergar foi a transformação do personagem para o homem que ele viria a ser daqui por diante, o rei. Mesmo assim, nas cenas da sequência a esse suposto flashforward, agora no presente da série, acompanhamos o que aconteceu logo após o final explosivo da Season 4,  onde Walter já não parecia ser mais o mesmo, embora muito do que nós conhecemos e aprendemos a gostar do personagem ainda estivesse ali, escondido em algum lugar dentro dele mesmo.

Agora sem grandes obstáculos no seu caminho, Walter White se sentiu livre para arriscar mais e transformar o seu negócio em um império de grandes proporções, assumindo de vez um posto que ele sempre sonhou em ter e só não imaginava que a realização viria por esse caminho duvidoso. Se tornar um milionário, uma pessoa bem sucedida na vida. Afinal, esse é ou não é o sonho de todo mundo? Ainda descobrimos que no passado, Walter teve sua chance de se tornar exatamente esse homem que ele sonhava ser, o bom provedor. Chance que ele deixou escapar vendendo parte de uma empresa que ele ajudou a criar nos tempos da faculdade, que mais tarde viria a se tornar um negócio de bilhões, para seu total arrependimento. Sim, Walter teve que amargar mais essa derrota em sua vida, por anos, acompanhando de longe o sucesso dos ex colegas de classe, muito provavelmente para se torturar dessa culpa que ele sentia por ter perdido o que ele achava ter sido a chance da sua vida de ter se dado muito bem. E isso nós só descobrimos agora, quando achamos que já conhecíamos o suficiente do personagem. Mas realmente, a gente ainda não tinha visto nada e o Mr White ainda tinha muito para nos mostrar de um lado “desconhecido” até então.

E quem diria que do alto da sua meia idade, Walter iria alcançar uma nova chance de se tornar uma lenda? Ainda mais agora que ele se via sem grandes obstáculos no seu caminho, o inimigo já havia sido explodido, mais um que acabou pagando com a própria vida para que ele continuasse vivendo a sua mentira. O câncer ao que tudo indica estava controlado (até o flashforward e a cena do scan do episódio final que levantou novamente essa questão), parte do dinheiro que ele precisava já estava garantido, parte dele inclusive já havia sido gasto. Mas porque parar com um negócio onde a partir de agora ele poderia se tornar o dono e consecutivamente teria muito mais lucro?

Que foi exatamente quando Walter se perdeu em meio ao seu próprio ego inflado, enxergando apenas uma possibilidade de negócios e esquecendo completamente que dentro desse ramo os contras são muito maiores do que os prós. Mesmo assim, ele assumiu o risco, mostrou a cara, bateu no peito e falou para quem quisesse ouvir que ele fabricava o melhor produto do mercado, que com ele a concorrência seria desleal e portanto, seria melhor se afiliar ao seu negócio do que tentar ir contra a sua proposta. Algo mais ou menos como pegar ou morrer. Mas não era apenas a questão de maiores lucros que atraía a o Mr White nessa história e sim o reconhecimento da sua genialidade, onde o seu ego acabou realmente falando mais alto a partir do momento onde ele percebeu que era um homem capaz de tudo dentro daquela situação.

Assim ele continuou fabricando mais e mais do seu produto quase 100% clean, dessa vez aderindo a um novo método itinerante, uma ideia genial inclusive para não atrair grandes suspeitas e não criar raízes e rastros em lugar nenhum. Mas a medida que o dinheiro foi entrando, os custos daquela produção acabaram sendo altíssimos, mesmo porque, ele não contava com uma parcela extra de custo que ele teria que assumir mesmo tendo explodido o Gus ao final da temporada anterior. E lá estava o Mike para lembrá-lo que se ele achava que o Gus vivo era o seu problema, ele não tinha a menor ideia do tamanho do problema que seria tê-lo como morto.

Mas Walter não se deixou intimidar, bateu de frente até mesmo com o Mike, de quem ele já morreu de medo no passado, que mesmo no papel de um “matador de aluguel” mostrou ter o mínimo de princípios e limitações dentro daquilo que ele acreditava ser certo (falar de certo e errado em Breaking Bad é quase um paradoxo). Aliás, diga-se de passagem que Mike foi um dos grandes destaques dessa primeira parte da temporada final, nada mais do que justo pela força que ele demonstrava ter dentro daquela história. E desde que aceitou ser sócio da dupla Walter e Jesse, Mike passou a ser o novo obstáculo na vida do Mr White, sempre com um problema ligado ao passado para ser resolvido, precisando de um montante que não teria fim para comprar o silêncio daqueles que faziam a operação do Gus funcionar sem falhas e de quebra, ainda estava com o Hank na sua cola, seguindo os seus passos e suspeitando que aquele frio senhor de idade avançada (sorry Mike) escondia muito mais do que a sua rotina comum de passeios durante o dia com a neta no parquinho da vizinhança.

E se Walter se perdeu durante esse novo caminho mais aberto e cheio de novas possibilidades, quem precisou colocar os pés no chão novamente foi o Jesse, que esteve muito mais consciente em relação ao negócio e que foi também quem precisou estabelecer um limite para que ele continuasse ou não envolvido com toda aquela história, que já havia deixado um rastro de sangue bem grande a essa altura e que todos nós sabemos que desde que ele teve que matar a sangue frio o outro químico para livrar a sua pele e a do Walter no passado, ele jamais se recuperou e passou apenas a conviver com mais esse fantasma em sua vida.

Seu limite acabou aparecendo em um dos melhores episódios da temporada (5×05 Dead Freight), com eles todos envolvidos em uma trama absurda para roubar um trem em movimento que transportava o ingrediente fundamental para que eles continuassem com sua produção a longo prazo. Episódio esse que me lembrou muito da adrenalina do começo da série, com a dupla correndo perigo no meio do deserto e presa dentro daquele trailer velho, sempre deixando a gente com o coração na mão, apenas brincando com a possibilidade deles serem descobertos a qualquer momento. E esse limite acabou aparecendo para o Jesse, onde depois de ter conseguido realizar com sucesso o tal roubo, eles acabaram sendo surpreendidos por um garoto que circulava pela região e que como medida desesperada do Todd, o novo “estagiário” do grupo, acabou morrendo ali mesmo, para o total desespero de Pinkman, que não conseguia aceitar o destino daquela nova vítima que eles acabaram fazendo e a partir disso passou a considerar que o fim da sua participação nos negócios havia chegado.

Esse momento foi onde todos eles encontraram o seu limite. Para que continuar? Quantas pessoas ainda seriam mortas para que eles seguissem com o próprio negócio? E a troco de que? Mais dinheiro? E para quem até pouco tempo não tinha muita coisa, o que eles conseguiram acumular já não era o suficiente? E foi quando Jesse e Mike resolveram vender suas partes da sociedade, abandonando de vez um negócio que para eles já havia sido lucrativo e doloroso o suficiente e que naquela ocasião havia extrapolado os seus próprios princípios do mundo do crime. Limite esse que não foi o suficiente para o Walter, que naquela hora decidiu cruzar essa barreira e tratar a morte da criança como um “mal necessário”, mesmo reconhecendo mais tarde o quanto foi difícil para ele enquanto pai ter uma vítima criança marcada pela sua própria história, mas que mais uma vez ele justificou com a velha desculpa do “antes ele do que eu”.

Como se não bastasse a arrogância do personagem que passou a ficar cada vez mais evidente desde o começo da temporada, o que deixava toda a operação ainda mais perigosa do que o de costume, Walter havia perdido completamente o limite, não aceitando encerrar um negócio que para ele agora parecia ser uma fonte inesgotável de renda, com lucros cada vez maiores uma vez que agora ele era o dono do próprio negócio de gente grande. E o personagem tanto perdeu o limite, que acabou aceitando a venda da parte dos seus sócios, mas não sem antes mostrar para o adversário o quanto ele seria necessário dentro daquela operação toda. Assumindo a morte do Gus com orgulho e como um crime que ele mesmo cometeu, Walter gritou na cara do concorrente “Say My Name” em outro momento excelente da temporada (5×07 Say My Name – momento do tipo inesquecível!), onde Heisenberg se tornava uma grande lenda dentro daquele mercado e assumia o posto de novo rei do pedaço.

Mas nem tudo seria tão fácil assim para todo mundo enquanto Walter se transformava nesse homem incontrolável e perigoso e o primeiro a sofrer as consequências do seu descontrole foi o Jesse, que teve o pagamento da sua parcela dos lucros com a venda do negócio adiada e depois recebeu a informação do próprio Walter, em forma de cobrança pelo que ele considerava ser uma grande forma de “ingratidão”, de que ele ele não iria mais receber o seu dinheiro e que agora ele nem precisava mais dos seus serviços porque já havia arranjando um novo “estagiário” (o mesmo que atirou contra o garoto do episódio do trem), esse muito mais parecido com o homem que Walter estava se tornando, com cara de aspirante no mundo do crime.

Uma prova a mais de que Walter realmente não era mais o mesmo e a essa altura do campeonato já estava difícil de continuar torcendo por ele, mesmo que isso desde o começo da série não tenha parecido muito certo. E não é de hoje que o personagem nos deu indícios de que esse seu ego incontrolável ainda iria se tornar um problema na sua vida. Foi assim com o Hank em um jantar em família do passado, onde Walter sugeria que Gus deveria ter uma mente brilhante por trás de toda a sua operação e foi assim também com o Gus, quando ele tentou impor ser o único capaz de produzir o produto dos sonhos, sendo superado pelo próprio Jesse mais a frente, tornando-se totalmente descartável dentro do seu próprio universo. Na verdade, Walter como todo psicopata, só queria o reconhecimento da sua genialidade (/crime), só isso.

E se nas ruas Walter agora era uma ameaça e inclusive gostava de reforçar e utilizar isso a seu favor, em casa também ele vinha sendo temido até mesmo pela sua mulher, que ao observar de perto a transformação do marido no homem que ele é hoje, acabou se encontrando completamente aterrorizada com toda aquela situação, onde ela mesmo disse se sentir com uma refém de tamanho envolvimento dela com tudo aquilo. Skyler que teve uma participação também excelente durante essa temporada, sempre morrendo de medo do marido, com olhar de assustada e ao mesmo tempo bancando a passiva agressiva quando ela não conseguiu mais se controlar, transformando a vida do Walter em um inferno também dentro da sua própria casa. Sem contar que ela até aceitou continuar naquela posição que ela não conseguia enxergar uma forma de escapar, continuando lavando o dinheiro sujo do marido, desde que os filhos fossem mantidos longe deles e assim Walter acabou perdendo também toda a sua família, onde mesmo a Skyler que teve que permanecer ao seu lado, não estava exatamente lá.

Com essa participação maior da Skyler no lado negro da força, tivemos momentos ótimos com ela e o Jesse, personagens que quase nunca se encontravam dentro da série. Aquela cena onde Walter convidou o Jesse para ver de perto o inferno que a sua vida se encontrava naquele momento dentro da sua própria casa, foi simplesmente sensacional, com um clima pesadíssimo instaurado dentro daquela casa por conta da nova dinâmica do casal e um Jesse completamente sem graça, tentando puxar assunto e desviar as atenções do climão que estava no ar. Tudo isso dentro de uma série que até hoje manteve o seu fundamento, com cenas lindíssimas e takes ousados, como se suas histórias e personagens já não fossem um grande atrativo. Cenas muito bem cuidadas, takes quase alternativos, com a câmera aparecendo em ângulos nada óbvios, sempre tentando nos surpreender de alguma forma. Até a bebê, filha do casal, foi usada para demonstrar a passagem de tempo na série no episódio final, com ela agora andando ao lado do seu irmão Flynn, que não é mais Junior, rs. (detalhe que a Camis do Séries em Série/Seriadores me lembrou no Twitter. Thnks Camis!)

Dentro dessa transformação do personagem ainda encontramos resoluções sensacionais para o final dessa primeira parte da temporada, com Mr White mais uma vez perdendo o controle e finalizando até mesmo com o Mike, que por muitas vezes foi quem salvou a sua pele dentro dessa história mas que naquele momento havia se tornado mais um obstáculo no seu caminho. E diferente de outras situações, onde ele acabou manipulando todo mundo a seu favor, sempre colocando outras pessoas como executores das mortes que aconteceram por sua culpa ou que foram “necessárias” para que a sua história tivesse a continuidade que ele desejava, Walter teve que finalizar o Mike ele mesmo, a sangue frio, meio assustado com a situação e se arrependendo logo em seguida, onde ao pensar um pouco mais, ele acabou percebendo que a morte do ex sócio nem era tão necessária assim.

E como o ciclo do personagem parece nunca ter fim, sempre com outras pessoas envolvidas no seu caminho, como último passo antes da sua aposentadoria após ganhar inclusive o mercado internacional com a ajuda da nova personagem descontroladíssima e responsável pela logística desde os tempos do Gus, acabamos ganhando uma das melhores cenas dessa finale, com a execução dos protegidos do Mike que se encontravam em três prisões diferentes e que estavam sendo pagos para manter o silêncio em relação ao caso. Uma cena linda, com a trilha sonora perfeita (e a sequência onde o personagem e seu novo assistente seguiam cozinhando como se não houvesse amanhã, também foi bem boa) para aquela execução em massa que precisava acontecer simultaneamente, em dois minuntos, novamente apoiada naquela desculpa recorrente e que nesse caso fez todo o sentido  do “antes eles todos do que eu”.

Apesar das medidas dignas de um grande criminoso para resolver todos os seus novos problemas, Walter chegou a conclusão de que não adiantava nada ele ter se construído aquele império todo, que ele nem faz ideia do quanto valia devido a falta de controle da própria Skyler, que sozinha não conseguiu dar conta de simplesmente contar os lucros que não paravam de chegar a todo momento. Nessa hora, o personagem viu todo o seu esforço em meio a pilhas de montes de dinheiro trancadas dentro de um depósito qualquer alugado. E o que fazer com isso tudo, agora que ele já conseguiu ultrapassar seus próprios limites?

Esse talvez tenha sido o momento em que Walter percebeu o quão pouco valia toda aquela sua trajetória, onde ele ganhou sim muito dinheiro, mas deixando um rastro de sangue agora gigantesco, envolvendo inúmeras vítimas e de quebra acabou afastando também sua própria família do monstro que ele havia se tornado. Talvez tenha sido também quando Walter se deu conta de que não havia mais motivação para continuar fazendo o que ele fazia. Não havia mais câncer, não haviam mais “grandes obstáculos” no seu caminho, não haviam mais grandes dependentes do seu trabalho e não haviam mais desculpas para continuar, assim como também não havia sobrado ninguém para comemorar com eles a sua grande pilha de dinheiro trancada dentro daquele depósito simples e que no fundo nem parecia ser tão grande assim. (pilha grande mesmo era  a o Coringa em “The Dark Knight”)

Mas faltavam ainda algumas pontas pendentes nessa história toda e a primeira delas envolvia o Jesse, que havia passado todo esse tempo ao seu lado e que mesmo assim acabou saindo dessa sem levar a sua parte, apenas por Walter não aceitar que o ex viciado conseguiu encontrar o seu próprio limite e se livrar daquela história toda antes dele. Naquela cena final, onde os dois se encontraram na casa do Jesse, apesar do clima de nostalgia com ambos relembrando algumas de suas passagens do passado a bordo daquele trailer velho, a tensão estava no ar a todo instante naquela cena, onde de acordo com o que acabamos conhecendo do Walter nessa reta final da série, tudo indicava que ele estava ali para acertar suas contas com o Jesse da forma como ele vinha fazendo com todo mundo. BANG! (e não fomos os únicos que pensamos nisso, como percebemos ao final da cena com a reação do Jesse)

E foi quando descobrimos que o antigo Walter ainda está dentro daquele homem, adormecido, mas ele está lá e embora ele tenha perdido bastante do seu espaço para o novo Walter que passamos a conhecer nessa reta final da série (o rei), quando ele deixou a casa do Jesse, o personagem acabou deixando também na varanda da casa as malas com o dinheiro da parte da sociedade que ele devia ao garoto e sendo assim, restava alguma esperança de que talvez o Mr White ainda tivesse recuperação. Dessa forma ele achou que resolveu a sua vida, tendo mais dinheiro para gastar do que ele imaginava que teria um dia (e talvez até por isso ele tenha feito questão de pagar o Jesse, porque a essa altura, não dá mais para confiar no coração do Walter e sim apenas na sua razão) e acabou anunciando para a Skyler a sua aposentadoria de vez do mundo de crystal blue.

O que ele não contava é que em um jantar em família, com uma simples ida ao banheiro do Hank, seu cunhado da policia que já esteve a frente do caso, algumas vezes bem próximo de descobrir a verdade e que quase perdeu os movimentos por sua culpa,  um momento simples como esse acabasse revelando o que sempre esteve debaixo do nariz do Hank e que ele nunca conseguiu enxergar: WW. Simples assim, com as iniciais do nome de Walter White na dedicatória de um livro largado dentro do banheiro, Hank se deu conta de que o seu pior inimigo esteve ao seu lado o tempo todo e ele sequer chegou a suspeitar. WW = Walter White (Hank até chegou a fazer essa ligação no passado, mas logo abandonou a hipótese por jamais suspeitar do cunhando que ele sempre achou ser meio loser)

E com esse momento que a gente estava aguardando por anos desde que a série estreou, encerramos as primeira parte da temporada final que foi bem da sensacional, provando mais uma vez o porque que Breaking Bad é uma das melhores séries da atualidade, status que ela conquistou desde que surgiu na TV e que foi mantido até quando a série não foi lá essas coisas todas, mas que para o nosso total desespero, ainda teremos que aguardar essa mesma época na metade do ano que vem para descobrir como é que essa história irá de fato terminar.

Por isso eu não canso de repetir: SACANAGEM AMC. SACANAGEM!

E qual é o meu palpite para o final?

Walter consegue se livrar de tudo e joga a culpa toda no Jesse, que por sua vez consegue escapar, descobre tudo o que Walter fez na sua vida e resolve ele mesmo a questão de um vez por todas, entregando o Walter morto para o cunhado que chega tarde demais para a sua prisão. BANG! Também seria bacana um final com o Jesse fugindo com todo o dinheiro, torrando tudo como se não houvesse amanhã e Walter fosse preso, onde de dentro da cadeia ele acabaria pensando em um plano mirabolante para fugir de lá e ir acertar as contas com a Skyler, que seria quem o entregou para a polícia, mas que acaba sendo salva pelo Hank, que aparece no final e finaliza o cunhado. BANG!

ps: e se vc perdeu alguma coisa das temporadas anteriores ou não se lembra muito bem de tudo que já aconteceu em Breaking Bad, talvez esse post amigo possa ajudar

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Breaking Bad volta hoje. Mas será que lembramos de tudo que já aconteceu na série até agora?

Julho 15, 2012

SIM! E com essas carinhas tranquilas de senhores que gostam de ler seu velho e bom jornal dessa foto do Instagram do próprio Aaron Paul, nosso drama dramático volta hoje (lá na america antiga) e como nós já estamos mais do que carecas de saber, mais ainda do que o próprio Mr Walter (bate na madeira até ela se partir em três pedaços), essa será a quinta e última temporada de Breaking Bad, que de quebra, chega com o aviso prévio de que vamos ficar ainda mais ansiosos, já que essa última parte da série será dividida em duas e assim, só teremos o final dessa história nesse mesmo período, só que em 2013. (Humpf!)

Pelo menos eles dizem que esses primeiros 8 episódios da parte final da série serão todos semanais e sem interrupções, o que já pode funcionar como um alívio. (se bem que, sabendo-se que os outros 8 eps só chegarão nessa mesma época em 2013, a gente já vai sofrendo por antecedência…)

Mas será que nós lembramos de tudo que já aconteceu dentro dessa história? Hmm mmm

Como nós sabemos que o nosso forte não é a memória, preparamos um post amigo com links mais amigos ainda, para quem quiser dar um F5 na sua própria memória e lembrar tudo o que nós já comentamos sobre as quatro temporadas da série até agora:

 

♥  Season 1

♥  Season 2

♥  Season 3

♥  Season 4

 

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Os vencedores da lista dos sonhos (e um grande pesadelo) do Critic’s Choice Television Awards 2012

Junho 20, 2012

Tudo bem que eu não tenho muita certeza de aceitar continuar vivendo em um mundo onde temos uma premiação que apesar de parecer bem digna com sua lista de indicados, consegue cometer o crime de emparar uma Amy Poehler com a Jess da Zooey Deschanel em New Girl, esse que foi o grande pesadelo da noite. Sério, queria ver alguém tentar me convencer que elas são equivalentes? Mas tirando isso, tivemos bons resultado…

 

Série Dramática

Homeland – Showtime

 Nada mais do que justo. Nenhuma outra série foi tão dramática quanto Homeland em sua Season 1. E quanto nós estamos ansiosos para a próxima temporada? Quase nada… (roendo os cotovelos)

 

Ator de Série Dramática

Bryan Cranston – Breaking Bad – AMC

 Enquanto Breaking Bad e Mad Men estiverem no ar, esse prêmio vai permanecer entre esses dois e isso de forma bem justa

Atriz de Série Dramática

Claire Danes – Homeland – Showtime

 Vamos lá leitores, todos de pé agora: Clap Clap Clap!

 

Ator Coadjuvante em Série Dramática

Giancarlo Esposito – Breaking Bad – AMC

 Apesar de gostar do Gus, achei que aqui tivemos a nossa primeira injustiça da noite. Digamos que pensando em um jogo como “rock paper scissors lizard spock” Giancarlo Esposito não ganha de um Peter Dinklage, ou de um Aaron Paul e tão pouco de um John Noble, nem aqui e nem em qualquer outro universo paralelo. E para não ser injusto, basta reparar no seu atual desempenho como “espelho” em Once Upon a Time

 

Atriz Coadjuvante em Série Dramática

Christina Hendricks – Mad Men – AMC

 Ela que sempre faz um ótimo trabalho sim e não temos como negar. Além de ser lindíssima e hipnotizante, claro!

 

Atriz Convidada em Série Dramática

Lucy Liu – Southland – TNT

 Não vou julgar porque não vi… mas fico feliz pelo prêmio não ter ido parar nas mãos da Loretta Devine (que tem esse nome sensacional para uma carreira de importância na noite não? Copiem coleguinhas!)

 

Série Cômica

Community – NBC

 Um prêmio que eles estavam devendo para a série desde a sua temporada de estreia. Super merecido, mas uma pena a série estar encarando esse climão de ultimamente. Clap Clap Clap!

 

Ator de Série Cômica

Louis C.K. – Louie – FX

 Quão bacana é ter  uma premiação que consegue enxergar o Louie C.L. como o melhor ator de comédia na TV de hoje? Meu prêmio preferido desse ano (♥)

 

Atriz de Série Cômica (o empate preguiça)

Zooey Deschanel – New Girl – FOX

Amy Poehler – Parks and Recreation – NBC

 Uma premiação com uma lista de indicados tão bacana e com resultados tão justos, não merecia encarar esse empate vergonhoso entre a Amy Poehler com a Zooey Deschanel. Sério, não consigo entender como alguém pode achar que as duas estão no mesmo nível. Seria algo como comparar uma Merryl Streep em qualquer um de seus filmes, incluindo as comédias, com uma Britney Spears em “Crossroads” por exemplo…

 

Ator Coadjuvante de Série Cômica

Ty Burrell – Modern Family – ABC

Por mais legal que pudesse ser ter um dos meninos de Community no palco, o Ty Burrell merece todo e qualquer prêmio pelo seu sempre excelente Phil

 

Atriz Coadjuvante de Série Cômica

Julie Bowen – Modern Family – ABC

 Sério? Não vejo a menor graça nela. Sério. E não vejo como ela ter ganhado da Casey Wilson…

 

Ator Convidado de Série Cômica

Paul Rudd – Parks and Recreation – NBC

 Jura? Achei a pior participação ever do Paul Rudd… até preferia o Justin Long, mesmo reconhecendo isso com toda a vergonha desse mundo

 

Série Animada

Archer – FX

 

Telefilme ou Minissérie

Sherlock – (série britânica da BBC exibida nos EUA pela PBS)

 Competir com Sherlock em qualquer categoria, chega a ser até covardia… ainda mais por sua Season 2 que é muito da sensacional! (nunca vou esquecer aquele episódio final)  Clap Clap Clap!

 

Ator de Telefilme ou Minissérie

Benedict Cumberbatch – Sherlock – BBC/PBS

 De novo leitores, todos de pé: Clap Clap Clap! Estou tão curioso para ver a sua interpretação de vilão no novo Star Trek

 

Atriz de Telefilme ou Minissérie

Julianne Moore – Game Change – HBO

 Outra que sempre hipnotiza. E viva a magia ruiva! VIVA!

 

As Melhores Estreias da Temporada 2012-2013

The Following (Fox/Warner Bros.)

The Mindy Project (Fox/Universal)

Nashville (ABC/Lionsgate)

The Newsroom (HBO)

Political Animals (USA/Warner Bros.)

 Olha que linda a Mindy nessa lista? E The Newsroom, claro, que todos estão ansiosos para assistir!

 

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Breaking Bad Season 5, o promo #1

Junho 12, 2012

Walter assumindo de uma vez por todas a posição de rei do pedaço no primeiro promo da última temporada de Breaking Bad.

Algo que me diz que essa Season 5 da série, além de imperdível (como toda a série até agora), provavelmente nos trará a queda do rei…

Ansiedade? Não conheço essa palavra… (vestindo a camisa de força)

Argo, o trailer

Maio 10, 2012

Filme novo com direção do Ben Affleck, que tem muita gente boa no elenco viu? (Bryan Cranston, John Goodman)

Acho que está na hora do povo parar um pouco de pegar no pé dele… sabe deixar o preconceito de lado?

Achei o trailer bem bom. Vou ver!


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