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Coachella 2013 (Finde 1) – O festival que já foi alguém mais importante na fila da jukebox indie e ou entre os hipsters dos arredores de Indio

Abril 16, 2013

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Sim, parece que perdemos mesmo o Coachella e temos que nos conformar com mais essa triste perda em nossas vidas. Humpf! Se antes o melhor festival da America antiga era marcado pelo encontro de gente bacana, pouco interessada em aparecer e apenas dispostas a ouvir uma variedade de música boa em um mesmo lugar, hoje virou uma grande passarela de wannabe do desespero desesperador que a gente desconfia que nem se importe muito com o que estiver tocando, desde que tenha sido recomendado no Face por aquele amigo mais fundamento da turma.

Tem aqueles que querem ser vistos com o modelo emprestado da lojinha cool do momento, aquelas que juram que são as novas musas da preguiça (e apenas da preguiça elas bem conseguem ser fáci) e outros aparecem apenas atrás de pulseira colorida que dá direito a bebida de graça e alguns brindes na hora da saída. Triste. (se já é triste para gente normal, imagina para eles?) Vale de tudo para aparecer nessa hora e como quem vai no Coachella agora “ter que ser muito, mas muito hipster”, melancias penduradas no pescoço estão totalmente ultrapassadas (desde que os nossos pais usavam essa expressão, diga-se de passagem, rs) e a moda agora pede para se carregar girassóis gigantes e muito maiores do que qualquer tipo de vergonha na cara que se possa adquirir com o tempo.

Sempre resta a dúvida se no iPod dessa gente toda que agora tem aparecido com certa frequência no festival tem pelo menos 25% das bandas que tocam nele a cada edição. DU-VI-DO. Mas isso também pouco importa, porque só o fato de estarem naquele lugar ouvindo música boa, já deve contar como um grande bem para a humanidade, por isso estão semi perdoados. (mas mesmo assim vão ter que aturar o nosso olhar cruel de desaprovação)

E a edição do Coachella 2013 não foi diferente, pelo menos não nesse primeiro finde do festival (alguma esperança de que vá melhorar muito no segundo?) e como sempre, resolvemos comentar só o que a gente considera importante sobre o mesmo, que é sempre algo que fica naquela linha tênue entre o pavor, o horrorendo e o fundamento. Estão preparados? Então coloca o novo do Phoenix para tocar, manda a mãe aplicar qualquer coisa de renda na barra do short, separa aquela botinha larguinha (que eu adoraria conseguir usar se não fosse uma pessoa que precisa de firmeza nos pés. Sério, acho lindo, mas não consigo), deixa o cabelo meio sujinho, arranca umas flores artificiais do centro de mesa da sua avó e gruda nele agora para vir acompanhar com a gente tudo o que aconteceu nessa ex delícia de festival.

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Começamos já assumindo que esse ano estamos de muso novo e sueco para o primeiro finde do festival: Alexander Skarsgard (uma vez que o meu muso antigo não está mais dando as caras por lá desde a edição anterior. Sábio Speedman – ♥ )

Alexander divou nesses três primeiros dias do festival, com seus mais de três metros de altura sueca e aquele porte viking que todos nós cobiçamos um dia. (aqui no Guilt pelo menos, cobiçamos quase todos os dias)

Além de tudo ele foi de t-shirt “bairrista” fundamento, se colocou pencas com os amigos durante esses dias todos, encarou lindamente o fato da ex estar no mesmo lugar e com o seu atual noivo (o que é sempre uma barra, independente do seu próprio nível de magia) e como se tudo isso já não fosse o suficiente para nos deixar ainda mais apaixonados por ele, Alex não podia dar um passo naquele lugar que era imediatamente assediado por todas, algo que a gente não pode nem sentir ciúmes porque se estivéssemos por lá, certamente faríamos o mesmo. E o que ele fez?

Alexander Skarsgard Coachella

Foi queridíssimo com todas, tirou foto com todo mundo (basta procurar nos Tumblrs que eles estão cheios delas. A propósito, THNKS V.T, que me mandou esse link aqui via Twitter), revelando que o seu nível da magia à sedução é ainda maior do que a gente imaginava ser.

Sem contar que por esses dias, o Alexander Skarsgard andou dando umas declarações adoráveis a seu respeito, dizendo que ele é um cara sozinho, que em casa é só ele e ele mesmo (só mandar os endereço que sempre deixamos uma malinha de emergência pronta, rs) e bem que ele queria ter alguém para brigar e pedir para largar o telefone de vez em quando (sério, meu coração auto tricotou um sweater para ele mesmo nessa hora) e disse ainda que ele não é muito bom com mensagens de texto, que ele sempre tenta ser super objetivo e quase sempre acha que elas acabam ficando meio que grosseiras. E o Alex disse que tem esse hábito porque com mãos daquele tamanho todo, a gente pode bem imaginar a dificuldade que ele tem para digitar no seu telefone. É Alex, nós bem imaginamos o tamanho dessas mãos suecas. Höy!

Mas todos esses requisitos não foram o suficiente para que ele se tornasse o nosso verdadeiro muso da vez para o Coachella 2013 e o detalhe especial que lhe rendeu o título ficou por conta dessas duas próximas imagens que nós avisamos desde já que é melhor estar preparado, porque as cenas de foufurice podem ser fortes demais para os mais fracos. Por isso perguntamos: porque o Alexander Skarsgard é o nosso muso desse primeiro finde do Coachella 2013?

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Motivo 1 (♥)  Amigo que faz o inconveniente e levanta o outro amigo para ver tudo de perto em um show. #TEMCOMONAOAMAR? Não, mas não tem mesmo. ♥ (e a imagem acima me faz pensar que se não for para ter filhos originalmente suecos com descendência viking e ou propensão para se tornarem vampiros um dia talvez, podemos pelo menos nos tornar BFFs, porque talvez a gente até já se contente apenas com esse tipo de contato, hein? #BROSBEFOREHOES)

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Motivo 2 (♥)  Alguém com mais de 3 metros de altura, inconveniente mesmo sem querer, dando o sangue na pista. #TEMCOMONAOAMAR e sonhar em dividir um momento como esse com ele algum dia? Não, também não tem. (♥)

Então, por esses dois motivos especiais, o nosso boy magia mágica sueca preferido acabou levando o título de nosso Muso Magia Mágica do primeiro finde do Coachella 2013. HÖY!

#SOUTHSTOCKHOLMMUSE

Actress+Kate+Bosworth+director+fiance+Michael

E falando em ex, me desculpem, mas vou ter que trazer o elefante branco na sala a tona com a seguinte pergunta: comparado o atual com o ex nas imagens acima, não que a gente queira causar discórdia, porque está tudo lindo desse jeito também, tem como não achar que a Kate Bosworth estava sentindo calafrios de aversão no exato momento dessa tentativa de afofada por trás? #CREDINCRUZ (x3)

Porque todo mundo sabe que quando a afofada é bem vinda, a gente “exibe o Pão de Açúcar  como nosso maior cartão de visita, recomendando visitações, claro (rs). Mas aparentemente isso não foi exatamente o que parece que aconteceu nesse momento, não é mesmo? É, não parece.

Mas tudo bem Bosworth, o importante é que você já visitou bastante a Suécia, conhece bem seus monumentos históricos mais pitorescos e isso é o que importa (isso e o fato que você também estava maravileeeandra no festival). Fazer o que se você decidiu abandonar a bela magia e ficar com a fera, não é mesmo?

Só sei que na fila das vizinhas fofoqueiras nas janelas do meu bairro, todas diriam que você trocou a Suécia por Carapicuíba. Nada contra Carapicuíba e sim totalmente a favor da Suécia, que fique bem claro.

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Quem morre de preguiça ao encontrar os nomes “Vanessa” e “Hudgens” figurando em uma mesma frase, que atire a primeira tesoura de jardinagem que a gente hoje quer fazer uma criança do high school chorar sangue pisado.

Tem neo hippie mais irritante?

Vanessinha até que se esforça no fundamento boho chic que ela insiste em nos empurrar desde que saiu do high school, algo que pela nossas contas feitas no palitinho só que na versão cogumelo, já deve ter quase ou pelo menos 10 anos. E até agora ele parece que não aprendeu muita coisa e de boho chic, acaba sempre com cara de vendedora de bijuteria feita com casca de coco e semente de qualquer coisa.

Reparem na cara de total desaprovação da menia a direita de quem vê, tentando avisar no olhar o Sebastian Kydd (sério, AMO esse nome) que as coisas para ele estavam bem mais interessantes nos anos 80.

Vanessa+Hudgens+enjoys+Coachella+music+festival

E é sempre aquela mesma coisa de sempre, uma look cansado e um fundamento forçado que a gente até já viu que ela tem mesmo no dia a dia, mas em época de festival parece que ela incorpora alguma hippie que fez a passagem naquela época e volta com muito mais força. Preguiça…

Sem contar que esse shorts branco acabou imprimindo fralda old school de adulto fantasiado ridiculamente de criança.

Com isso, podemos dizer que Vanessa é aquele tipo de figurinha que a gente gostaria que nunca mais se repetisse no Coachella. Poderia ganhar um convite de “já deu e não precisa mais voltar” com direito aos três dias de festival hippie da feirinha de artesanato da Praia Grande em São Paulo. (substitua “Praia Grande” por qualquer praia popular da sua região. Não que a gente esteja ofensivo com nossas próprias regiões hoje, rs)

#NAOTABOMNAO

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Pernas tão longar quanto o total da altura de alguns, cabelos de diva de creme desembaraçante sem enxague, cara de quem não come carbo desde o verão de 2002. Chegou o bonde das tops!

Elas que parecem estar disputando a tapa o posto de musa do Coachella, querendo ser o que a Kate Moss sempre foi para o Glastonbury.

E o que nós temos para dizer para a Miranda Kerr, a Alessondra Ambrosio (e o shorts dela poderia servir como uma referência perfeita para o que a Vanessa Hudgens tentou fazer na imagem anterior e não conseguiu) e essa outra com 1,80 só de perna?

NUNCA SERÁS!

Queria só pegar o iPod de cada uma delas para dar uma conferida nos 10 últimos álbuns adicionados ou pelo menos nas cinco últimas músicas tocadas. Porque todo mundo sabe que fazer isso é como ler a vida de alguém nos búzios, não sabe? Experimentem…

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Agora, somos obrigados a reconhecer que a beleza da Alessandra Ambrosio só deve mesmo é atrair coisa linda para o seu lado, não é mesmo Chris Pine AnnaSophia Robb, também conhecida atualmente como a adorável little Carrie?

#TEMCOMONAOAMAR? (de barba, mais magro e com esse cabelo maior e menos arrumadinho, o Chris conseguiu ficar ainda melhor, não? Höy!)

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E a dúvida do momento é a seguinte: a gente avisa o Chuck o que ele a essa altura já deveria saber, que cardigã de lã ou qualquer coisa de lã, se usa com uma segunda pele por baixo, de preferência de malha ou algodão, ou deixa ele passar vergonha e talvez ficar conhecido como “Cecília”, hein? (porque o resultado de lã em contato diretamente com a pele do corpo sempre dá nisso = Cecília)

Apesar da gente apoiar o movimento dos não depilados, porque a não ser que você tenha acabado de fazer a barba e tenha aplicado espuma de barbear até a virilha,  sempre acaba pinicando todos os envolvidos (você, o coleguinha, as coleguinhas, rs), temos por obrigação dizer que #NAOTABOMNAO (já me basta o chulé do dia inteiro com esse sapato de couro no sol e andando pra lá e pra cá, neam? Chuck do Afofi completo)

Director+Eli+Roth+

E já que estamos falando no movimento dos não depilados, encontramos no Eli Roth um ótimo (talvez exagerado) exemplo da categoria.

Ele que de vez em quando aparece para dirigir os nossos sonhos de terror. Vai dizer que não?

Sei… Höy!

Emma+Roberts+cuddles+up+boyfriend+Evan+Peters+u1xuoAp8j0Hl

E #TEMCOMONAOAMAR a Emma Roberts e o Evan Peters?

Não, não tem. (♥)

E #TEMCOMONAOAMAR beijar ouvindo ao vivo qualquer uma das suas bandas preferidas? (parece até que a coisa toda ganha outro ritmo, não?)

Não, mas não tem mesmo. (♥)²

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E a sábia lição que a Hilary Duff nos deixou durante o Coachella 2013 foi a seguinte:

Na falta de um marido boy magia (que até estava presente, mas esqueceu de levar a magia para a vida, rs), leve um amigo para deixar as fotos do seu Instagram mais “curtíveis”

Está anotado Hilary e jamais esqueceremos esse sábio conselho, rs

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Quando uma imagem fala por si só e é só o que nós gostaríamos de dizer nesse momento além de um “quem é ela na fila da canga tie-dye na Praia Mole” é um único e sonoro “Höy”.

Apenas…

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Nossa, sentiram uma nuvem carregadíssima de mau gosto se aproximando de repente?

E só podia ser ela mesmo, Katya Pérrola (quando não é ela, quase sempre é a Rihanna ou a Smiley. Fato), que me chega recém solteira a um festival de música cheio de boys magia e ou feitiços rápidos bem possíveis apenas para distração, mas me escolheu ir de objeto ornamental de decoração totalmente e inteiramente kitsch. (e não de um jeito bacana, que também é possível como veremos na personagem a seguir)

E essa não foi a sua única escolha meio assim durante o Coachella 2013 não, porque Katya é uma artista de condição e comprou o bilhete único com direito a 3 idas e 3 voltas. VRÁAAA!

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Que caricatismo barato, não?

Impossível até decidir do que ter mais preguiça…

#NAOTABOMNAO Katya. Fuén.

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Mas como esse ano estamos generosos porque pelo menos até agora, não fomos pegos por nenhuma traição no festival (é, o Speedman não deu as caras mesmo. Ufa!) resolvemos criticar mas também ensinar as mais desavisadas como a Katya Pérrola e assim como também fizemos anteriormente com a Vanessa Hudgens, a como pelo menos tentar acertar da próxima vez.

Por isso vamos usar o look da Solange Knowles para ensinar a como usar lindamente um look com estampa figurativa (e porque não também kitsch) só que de forma totalmente leve e maravileeeandra, imprimindo como se o próprio sol em pessoa não tivesse resistido e tivesse descido para assistir o festival de perto.

Maravileeeandra, não?

Diz que a Beyoncé quando viu essa imagem da irmã, não pensou nem duas vezes, fez um coque na peruca e correu para o pomar caseiro que ela tem no alto do Empire State Building (que eu não sei se vocês sabem mas dali até depois do Brooklyn, passando pelo Queens e até ou outro lado do horizonte em Hamptons, é tudo dela e do Jay-Z) e foi pessoalmente colher frutas orgânicas diretamente do pé para oferecer como presente de reconhecimento da beleza e orgulho da prória sis. (que ela já mandou seus capangas sequestrar e trancar no calabouço porque está em turnê e não acha que existe espaço para duas Knowles no mundo ao mesmo tempo, rs)

E só eu imagino Solange e Beyoncé saindo no tapa em noite de reunião de família?

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Preciso dizer que devido aos recentes acontecimentos em Glee e por toda essa Season 4, a minha #CRUSH no Chord Overstreet só tem aumentado e nem fazendo o ridículo com dois óculos eu consigo achá-lo qualquer outra coisa a não ser adorkable. Simplesmente não consigo.

I ♥ Sam

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Uma pena que o Jason não tenha encontrado com o Eric, não?

Porque esses crossovers de magia sempre acabam colaborando para os nossos sonhos de logo mais. #HELLYEAH (mas tem que vir de menino da próxima vez, tá Jason? rs)

Höy!

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Acho tão honesto celebridade ruiva que não se controla na fila do joguinho valendo prêmio, como o Bryan Greenberg. Höy! (parece até a minha própria família na feira de publicidade na faculdade de uma das minhas quase irmãs. Sério, igualzinho, rs)

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Ô gente, mas alguém avisa o Leonardo DiCaprio que é só um festival de música e sem querer ele não parou em uma externa notura de The Walking Dead não,  por favor, que ele parece que não está bem.

Fico imaginando o teor de coco daquela água de coco que serviram para ele no bar.

E será que ele não tem nenhum amigo para fazer a escolta nessa hora? (até eu só saio de casa com pelo menos dois amigos troncudos de seguranç – as vezes meninos, as vezes meninas, rs – que não deixam ninguém me tocar a não ser que eu permita e ou facilite, rs)

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E falando em falta de amigos, está aí a Sophia Bush que não nos deixa mentir, servindo para provar que a nossa teoria de que Hollywood é uma terra de poucos amigos tem todo o fundamento desse mundo.

Ela que até hoje não arrumou pelo menos um colega para dizer que essa franja não ficou boa.

Eu colocaria a culpa no cancelamento da ótima Partners, porque se ela tivesse continuado lá, certamente que o Louis não teria deixado ela continuar insistindo nesse erro horrorendo.

#NAOTABOMNAO

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Isso Kellan Lutz, cobre a cara e deixa o resto assim mesmo porque facilita.

E depois da sua participação vergonhosa em 30 Rock, eu que já o achava um ator ruim para ser considerado medíocre, perdi completamente qualquer esperança que ainda poderia restar nesse caso perdido.

#CASECLOSED

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Gente, mas olha a cara de felicidade de uma necessitada recebendo um prato de comida em barra pela primeira vez em anos, não é mesmo?

Vai com calma Alessandra, que esse sorvete tem que durar pelo menos até o próximo finde, rs.  E eu não me lembro de ter visto a Alessondra tão feliz assim desde que ela perdeu aquelas 12 gramas a mais entre os dedos que a estavam incomodando.

Dá até vontade de comprar um cesta básica e mandar entregar na porta do desfile da Victoria’s Secret, não dá?

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Só não vamos mandar a cesta básica para completar essa alegria porque na hora do ditado… a Alê queimou a brasilidade e optou por um desenho livre + sorrisão, que era bem mais fácil garantir no carisma do que qualquer outra coisa, não é mesmo danada?

(Sorry Alessondra e todas as demais modelos, mas eu não resisti a piada)

ps: e meu pai (R.I.P) que trabalhou anos na Kibon e nem para isso ter me rendido um par de convites com direito a toca do Gugu de 3 pães de queijo com sucos Gummy no Coachella? Achei horrível, Kibão!

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Se disser que quem achar o palito premiado leva o Goreski para casa, nem que for apenas para brincar de Polly Pocket, eu vejo uma fila de encrenca se formando na porta da padaria e ou do mercadinho da vila em 5, 4, 3, 2, 1.

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E preparem-se porque agora, todas as portas do inferno só podem ter se aberto para a passagem do casal Robert Pattinson e aquela que sempre achamos meio assim, Kristen Stewart. (barulho de porta barulhenta de filme de terror)

Sério, tem casal mais insuportavelmente insuportável?

Tem, mas eles certamente também são um deles.

Mas não precisamos dizer mais nada, porque a imagem fala por si só e temos a confirmação chegando agora no nosso ponto eletrônico direto em contato com a direção do Coachella de que esse moço ao lado esquerdo de quem vê, não estava apenas tentando fazer o engraçadão ao sair na foto como casal e estava mesmo é tendo um princípio de crise vomito compulsivo ao se deparar com o casal de mãos dadas, crise essa que só terminou na segunda feira às 13h35 e cinco Eno Tabs sabor damasco verde depois.

#EW

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Para encerrar esse primeiro finde do Coachella 2013, nada melhor do que usar um casal realmente inspirador para nos deixar assim, apaixonados por eles mesmos, rs.

E quando eu disse sobre a linguagem corporal da Kate Bosworth no começo do post, eu estava querendo dizer exatamente esse tipo de reação, de corpos que se encaixam num puxão de camisa só. Höy!

Peter Pacey Love

Sério, tem como olhar para essas imagens do casal e não se inspirar e ou se apaixonar? (casal que diga-se de passagem, não é de hoje que estão juntos e continuam com a mesma cara de apaixonados de sempre. Awnnn!)

Não, não tem. (♥) E esperamos que eles sirvam de inspiração também para o Coachella, que precisa muito mais de um público desse tipo e bem menos de mais da metade do público desse post.

Veremos o que nos aguarda no próximo finde…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Por um mundo com mais barbas ruivas. Höy!

Setembro 12, 2012

Bryan Greenberg, mais um dos poucos representantes dessa magia raríssima. Höy!

ps: ando importunando ele (e o Zachary Quinto) como se não houvesse amanhã no Twitter por conta das suas fotos lindas (que são lindas mesmo e as do Quinto tmbm). Custa me responder, Bryan? (se me responder, vai direto para a categoria de boy magia mágica, só pela educação! rs)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

P*rra HBO!

Dezembro 21, 2011

Que tapa na nossa cara foi esse nessa quarta feira de sol, perto do Natal, hein?

3 cancelamentos de uma só vez? DaF*ck?

HBO, um canal sem coração (fikdik de graça para vcs HBUÓ)

Não acredito até agora que eles tiveram coragem de cancelar How To Make It In America…sério, não acredito.

A série é tão bacana, tão fundamento, tão delicinha, que eu não consigo me conformar. É, não consigo.

Mas com aquele final, com os meninos da Crisp NY finalmente lançando os seus sonhados jeans, a gente já deveria ter suspeitado…

Recomendo muito que quem não viu ainda, veja!

Ou melhor, nem veja, pq se estivessem assistindo, a série não teria sido cancelada e eu não estaria me sentindo viúvo no dia de hoje. Humpf…(sim, eu fico magoado e levo para o lado pessoa…)

Agora é torcer, mesmo sem a menor esperança, para eles lançaram os DVDs da Season 1 e da Season 2 por aqui e a gente poder guardar essa delícia.

R.I.P How To Make It In America

 

ps: estou inconsolável…Me liga Bryan Greenberg? Me liga para a gente curtir essa barra juntos (rs)

Outro cancelamento surpresa da HBO foi Hung. Zzzz

Tá, vou confessar. Eu assisto Hung. E pior, eu não só assisto, como gosto, rs. (AMO  Thomas Jane, mesmo achando que ele tem uma voz pavorosa e tmbm passei a amar a Jane Adams como uma pimp toda apatralhada. Yo!)

Mas também, com aquele final da última temporada com a mulher do Ray descobrindo o que ele fazia para ganhar a vida e com a realização do centro de “terapia”  para mulheres da Tanya, a gente também deveria ter suspeitado que talvez esse fosse o final da série…

E só eu acho que para um final de temporada, eles deveria ter se inspirado naquela cena final de “Boogie Nights”, pra gente ter a chance de gritar “Confirnou” ou não neam? Perderam a chance hein HBUÓ?

E a outro cancelamento que deve estar sendo sentido por muitos é o de Bored To Death, série que eu não assisto (mentira, assisti um pouco da Season 1 sim), mas que estava na minha lista para essas férias.

Essa eu aceito um pouco de culpa por não fazer parte da audiência, ainda mais com esse elenco todo sensacional hein? (shame on you, Essy…)

E tudo isso para salvar “Enlightened”, que ninguém assiste…Hump!

F**king Crisp!

Novembro 27, 2011

How To Make It In America chega a ser quase que uma série conceito, de tão sensacional e fundamento que ela consegue ser. E tudo isso de forma simples até, aproveitando o lifestyle da cidade de NY, o que nos faz lamentar que suas temporadas sejam sempre tão curtas, com apenas 8 episódios cada. Humpf! ( o que pode funcionar como motivação para quem ainda não assiste a série, vai lá!)

Durante a Season 2, tivemos Ben e Cameron encarando as consequências de terem sonhado tão alto com a sua marca, a Crisp NYC. Com a história do sucesso no Japão, que foi o que nós começamos a ver no final da Season 1 e no começo dessa temporada, com os dois voltando quase que como muambeiros de lá (euri), a dupla conseguiu ganhar alguma atenção do mercado da moda, não ainda como eles gostariam, com a mágoa do Ben de querer ver as suas roupas na Barney’s (rs), mas tudo indicava que eles estavam no caminho certo.

E é sempre bacana na série como eles mostram o business da coisa toda, com a marca começando do zero, meio que entre os hipsters da cidade e assim começando a ganhar o seu espaço, aos poucos e com muita dificuldade, algo bem mais próximo da realidade do que vem acontecendo por ai. Quando todo o romantismo de um sonho acaba esmagado pela realidade, mais ou menos o que todo estudante de moda acaba aprendendo logo no primeiro ano de faculdade, ou trabalhando dentro desse mercado. (os mais espertos pelo menos, tisc tisc)

Sempre gostei também da forma como eles encaram o mundo da moda, sem todo o glamour e afetação que nós estamos acostumados a ver por ai (e que nós também adoramos, como eu já disse). Em HTMIA o negócio é mais real, mostrando que para se ter uma marca de sucesso, são necessário vários fatores para que isso de fato aconteça. E depois de acontecer, é preciso uma nova séries de outros fatores para permanecer no mercado.

E dessa vez ambos os personagens estão mais maduros, menos inocentes. Ben (Bryan Greenberg, Höy!) deixando um pouco de lado a mágoa da ex namorada e se aventurando com outras meninas, não querendo se apegar muito a nenhuma delas, talvez ainda pelo trauma da sua relação anterior com Rachel. Relação essa que Ben deixa bem claro que embora esteja com a cabeça em outro lugar nesse momento, ele claramente ainda não superou, e isso fica evidente quando o personagem tem que encarar o fato de sua ex estar investindo em uma relação com um de seus amigos, o que é sempre uma barra, diga-se de passagem. Humpf!

Cameron também resolveu dar um passo a frente e sair de sua zona de conforto, procurando um lugar para morar sozinho. O engraçado foi ver ele procurando um imóvel na cidade de NY, o que historicamente não costuma ser muito barato (se bem que, esses dias eu acabei lendo uma matéria dizendo que alugar o apartamento antigo da Lady Gaga em NY era bem mais barato do que alugar um imóvel equivalente no Leblon. Ou seja, blame a Globo e as novelas de Manoel Carlos), e tendo que encarar que talvez o seu bolso continue vazio demais para bancar o sonho de ter o seu próprio lugar com vista privilegiada. O que ele acaba conseguindo depois, só que de uma forma bem mais humilde da qual ele estava imaginando, mas garantindo assim o seu sonho de criança de ter a sua vista para o rio, tudo isso é claro que as custas de suas horas extras vendendo dorgas em parceria com Domingo (Kid Cudi), que além de dealer, também é passeador de cachorros. Howcoolisthat?

Agora, uma que começou a temporada meio perdida e terminou da mesma forma, essa foi a Rachel (Lake Bell). Procurando um sentido para a sua carreira e tentando encontrar um trabalho que ela realmente goste, Rachel caminhou durante essa temporada por diversas direções, sem conseguir se encontrar em nenhuma delas. Tentou escrever para uma revista e acabou frustrada por eles já terem interesses pré definidos e nenhuma vontade  de encontrar histórias alternativas em uma cidade tão rica como NY (tisc, tisc, pura preguiça do mercado, tisc tisc), tentou também engatar um romance rápido como Domingo, que estava ali disponível no elevador, e além de tudo é o dealer do pedaço, o que para ela poderia ser bem lucrativo naquele momento da sua vida (euri), mas no final das contas também não era exatamente o que ela queria.

O final da temporada talvez tenha colocado a sua personagem em um lugar mais interessante, trabalhando para a concorrente direta da Crisp, o que talvez possa render um plot mais interessante para ela na próxima temporada, ainda mais com o seu envolvimento com o seu novo chefe. E ela terminou a temporada reencontrando a sua ex chefe que voltou para uma participação especial, ela que é interpretada pela Martha Plimpton, de quem a gente tem saudades, mas que se encontra muito bem em Raising Hope, para a nossa sorte. Preciso dizer também que eu acho a Lake Bell uma das atrizes mais maravileeeandras da tv no momento e parece que ela andou descobrindo isso, tanto na série, como em suas recentes participações por ai com pouca roupa. Höy!

Outro que ganhou o seu merecido plot foi o Kappo (Eddie Kaye Thomas), o amigo rico que acha que não consegue conquistar ninguém a não ser que ele acabe bancando tudo. Tolo! E aquele momento na limo, com ele tentando comprar o Ben com o seu relógio caro, morrendo de medo de ser esquecido pelos amigos caso acabasse na prisão, foi um dos meus preferidos dessa temporada, ainda mais com a finalização da história daquele episódio, com o telefonema amigo do Ben no meio da noite, só para ver se estava tudo bem com o amigo. Awwwnnn! Um desespero foufo. Além da sua despedida dramática no final da temporada é claro, para os seus pouco mais de 40 dias na cadeia de segurança média, da qual ele esta morrendo de medo de acabar morto na hora do chuveiro (imaginem como ele não deve voltar de lá?). #TEMCOMONAOAMAR?

E How To Make It In America é uma série que se divide entre o mundo da moda e o mundo do crime, representado pela força latina de Rene Calderon, o dono da Rasta Monsta. Confesso que eu nunca fui assim um grande fã desse outro lado da história, da parte “gangster” da série, mas parece que nessa temporada eles conseguiram acertar essa parte da história, colocando o Rene tendo que encarar a fúria da comunidade jamaicana de NY, logo agora que tudo o que ele queria era vender o seu energético e construir uma família feliz, rs. (lembrei também que o Luis Gusmán, o ator que interpreta o Rene, fez uma participação deliciosa em um dos melhores episódios da temporada atual de Community)

O grande plot dessa temporada foi mesmo o sucesso da Crisp, ganhando a atenção do mercado e conseguindo algum destaque no mundo da moda. Não que isso tenha acontecido de forma simples, onde a dupla Ben e Cameron tiveram que investir pesado na cara de pau para conseguir os contatos necessários para seguir com a sua marca.

Nesse caminho, Ben foi investindo pesado demais nesses contatos e acabou cometendo o erro de muitos que é o de deixar se envolver com parceiros de negócio, algo sempre arriscado demais. Mas a história acabou ficando muito mais complicada do que uma rapidinha que começou dentro de um táxi (com uma trilha sensacional diga-se de passagem), e acabou dentro de uma outra empresa, a de Yosi, que convenientemente viria a ser comandada pelo marido da mulher que ele estava pegando e isso já indicava que essa nova parceria não teria um final feliz.

É claro que o Ben é mais honesto do que isso e acabaria se entregando em algum momento, mas foi bacana ver o desconforto do seu personagem saindo um pouco do estereótipo do bom moço sonhador, mostrando que ele também tem outros interesses, mesmo que eles continuem inocentes, pelo menos da sua parte.

E esse é outro fato importante que a série acabou levantando, que é a história dos investidores que ficam de olho em marcas que tem o potencial de ser tornarem grandes e que muitas vezes no meio desse caminho acabam destruindo sem piedade o sonho da mente criativa por trás daquilo tudo, para transformar o sonho em negócio e lucrar muito mais com isso, o que eu sempre acho uma pena e trazendo esse modelo para a realidade, nós já vimos muitas marcas se perderem nesse mesmo caminho.

Grandes injeções de dinheiro, uma mão de obra garantida para a fabricação e distribuição do produto é o sonho de todo mundo nesse mercado. Ainda mais se vc contar que hoje em dia tudo acaba sendo terceirizado, e esse simples jeans que vc esta usando agora, pode ter passado por 37 empresas diferentes antes de chegar até o seu closet. Mas nenhum investimento grandioso desses vem de graça, e muitas vezes o preço dessa conta é a sua própria marca, golpe que os meninos de HTMIA quase caíram e que é cada vez mais comum no mercado da moda atual.

O que para eles acabou acontecendo precocemente até, porque transportando essa história para a realidade do nosso país, esse tipo de business acaba acontecendo para quem tem já tem sucesso, ou um nome conhecido e desejado no mercado. Mas como NY é um mundo a parte, uma cidade  com a sua velocidade própria, é possível que por lá eles já estejam todos esses passos a nossa frente, como quase sempre.

Embora a história da série seja relativamente simples, o segredo de How To Make It In America é realmente como ela é contada. Nela eles tiram sarro dos lugares frequentados por aqueles que se acham hipsters na cidade (com a piada sobre a Boom Boom Room), mostrando que o que é legal mesmo naquele lugar, ainda é desconhecido da maioria ou ainda não foi super valorizado como o hype do momento.

E fundamento é o que não falta para eles, que vai desde a fotografia da série, que é maravileeeandra, aquela abertura sensacional que continua sendo uma das mais bacanas da tv ever (talvez a que mais represente o seu tempo), até a trilha de cada episódio, que é sempre uma grande fonte de novidades e delícias a cada semana. Além disso, eles conseguem mostrar o fundamento da cidade de NY como ninguém, com todo aquele lifestyle que a gente assiste de longe e fica morrendo de inveja. Pode não ser tão diferente assim para quem vive em uma grande cidade como SP por exemplo, mas mesmo assim, estamos falando de NY, neam?

Até o meu bicicletismo que eu venho insistindo tanto esteve presente nessa temporada, em uma das cenas mais deliciosas da série. Sabe aquele conceito do “slow” que a gente esta precisando cada vez mais com essa velocidade toda dos dias de hoje? Então…

Eu sei que ao terminar de assistir qualquer episódio de HTMIA eu só consigo pensar: o que é que eu ainda estou fazendo por aqui? (humpf…ainda faço uma locura e começo a escrever  o Guilt de lá, rs). Aliás, cheguei a conclusão de que se o Guilt fosse uma série, ele seria a How To Make It In America. Tipo aquela série que não é vista por todo mudo e esta longe de ser a mais popular do momento, e que mesmo assim, ainda é a nossa queridinha? Então, é assim que eu enxergo o Guilt, ou seja: Confirmou! (além de todas as coincidências do personagem do Ben com o meu próprio personagem na vida real, rs)

Aliás, queria muito um dos hoodies da Crisp e a famosa t-shirt preta do Ben da temporada anterior que aparecem na série e facilmente se tornaram objetos de desejo. Artigos que estão a venda na loja da HBO, o que é sempre tentador (se isso funcionar como propaganda, aceito o pagamento em produtos da ludjeeenha, hein HBO? rs). Além do DVD é claro, que eu gostaria muito que saísse por aqui, mas como a série não é muito popular, eu duvido um pouco que isso aconteça (uma pena…).

Preciso falar também que como esse é um blog declaradamente apaixonado por ruivos, eu me sinto na obrigação de dizer que a magia ruiva vem sendo muito bem representada na série também, para todos os públicos. Höy!

A temporada terminou com o acerto de contas entre Ben  e o Cameron, que estavam meio que brigados porque o Cameron  não etava nada feliz com os rumos do negócio de sua dupla. No final, Ben desistiu da ideia de vender precocemente a Crisp e perder o controle do seu maior sonho, mesmo que um cheque de $200.000 na sua cara seja sempre tentador, ainda mais para um duro como ele. Mas por enquanto, muito mais do que o dinheiro, a satisfação de fazer aquilo que ele gosta e acredita ainda fala mais alto.

Na verdade essa satisfação não fala,  ela grita: Fuckin’ Crisp!

Finalizando o assunto de Halloween 2011…

Novembro 3, 2011

…eu gostaria de dizer que eu AMEI o fundamento da fantasia da Adam Levine e da sua namorada fazendo a “November Rain” do Guns antigo. Cool!

Honey B. estava que era pura foufurice vestida de Honey Bee.

Mas só falta agora ela ser acusada de plágio pelo último filme do Winnie The Pooh (que por sinal é super foufo e a trilha ficou por conta da Zooey Deschanel), onde o próprio Pooh em si faz uma performance vestindo uma fantasia semelhante. Significa?

Euri

Fiquei apavorado com a perfeição da fantasia do casal Seal Klum.

Eu não assisti ainda o novo “Planeta dos Macacos”, mas no antigo, eu não me lembro das macacas todas com esse peitão sensual (NOT) a mostra.

Será que a era do silicone também já chegou para os nossos amigos da selva? Ou a versão antiga manteve mais a dignidade dos seus personagens? Me-do!

Sempre tem um tarado ao fundo que não consegue disfarçar, neam?

EW!

Mas a gente até compreende, mesmo sendo completamente deselegante (Alô, Sandrinha?) porque encarar a Dita Von Teese nesse latex todo e ainda mascarada, é puxado para qualquer um, mesmo para os menos chegados. Höy!

Bryan Greenberg, eu não vou fingir que eu entendi a sua fantasia que deve estar relacionada com o que vc esta carregando, mas na minha cabeça, eu já substitui isso por um machado e te coloquei no meio de uma floresta cortando lenha tsá? Höy

ps: quero tanto uma t-shirt da CRISP (How To Make It In America). E eu bem sei que vende na lojeeenha da HBO. (quero a clássica, do final da temporada anterior e um hoodie tmbm. Alguém? Olha que o Natal esta logo ai hein)

E para finalizar com o nível máximo de foufurice, a família extremamente foufa do Neil Patrick Harris.

#TEMCOMONAOAMAR?

How To Make It In America with style

Abril 27, 2010

Moderna. Se tem uma palavra que pode definir bem uma das novas apostas da HBO essa palavra é “moderna”. How To Make It In America é a mais nova aposta da HBO para a sua faixa de comédias (com o humor clássico HBO é claro) e eu devo dizer que não poderia ser uma aposta mais certeira. A série consegue reunir humor + moda + style + realidade em NY, o que faz com que HTMIA seja uma das novas querideeenhas aqui no Guilt. E nem me venham com esse papo de que eu gostei da série porque sou um viciado, assistam pelo menos 1 ep e depois vcs podem dizer o que quiserem. Além disso, a série é dos mesmos criadores de Entourage, o que eu confesso que não foi o que me levou a assisti-la pq sempre achei Entourage meio assim, prontofalei.

A história gira em torno de dois melhores amigos, Ben Epstein (Bryan Greenberg) e Cameron Calderon (Victor Rasuk), dois moradores da maior cidade do mundo (NY), completamente duros, mas com vontade de se dar bem na cidade das oportunidades. Um projeto de design de um shape de skate que não deu muito certo acabou os levando ao fracasso e foi o que quase levou os dois a desistir do sonho de ganhar dinheiro. Até que o Ben, que é apaixonado por moda e até chegou a estudar o assunto, acaba tendo a idéia de lançar uma marca, a Crisp NY e o seu primeiro projeto é fazer jeans, com base em modelos e modelagens vintages dos 70’s. Howcoolisthat?

Claro que como eles são uns duros, eles precisam levantar essa grana por ai e amigos endinheirados e primos  mafiosos podem parecer uma boa solução. Uma coisa leva a outra e tudo acaba em uma grande confusão de troca de favores. Os dois sempre acabam devendo algo para alguém e mesmo assim, vão quase sempre se dando bem por caminhos que nem eles mesmo imaginavam.

Mas a visão de moda da série é diferente da afetação que estamos acostumados a ver. Aqui o assunto é negócio e style, que os personagens tem de sobra. Com um olhar voltado para a cultura de rua e o que esta acontecendo na cidade de NY agora, How To Make It In America ganha o seu status fashion por se mostrar ligada nas tendências de quem realmente importa, as pessoas normais que circulam pelas ruas da cidade todos os dias. Mais ou menos o que os blogueiros e fotógrafos de moda já fazem faz tempo.

Não que a gente não goste mais de todo o glamour e afetação que as séries que tratam de moda estão acostumadas a nos mostrar, não é isso, nós amamos! Mas já estava na hora de nos mostrarem novas opções, novos caminhos. Tá vendo com da para fazer diferente e bem feito?

Aqui a visão é mais masculina sobre o assunto e nem por isso menos interessante. E para quem se interessa em moda, seja por curiosidade ou mesmo por pretender fazer algo nesse business, a série mostra meio que o “passo a passo” para quem quer se aventurar nesse mundo. Good luck!

E o protagonista é incrível!!! Moderno, ruívo, judeu, ligado no xadrezismo, todo vintage, com o coração partido por uma relação conturbada e de quebra ainda gosta de moda?

Parece até irreal, mas ele existe, pelo menos nesses 20 e poucos minutos da série semanal. Fom forom fom fom

Ele (o ator)  é o Bryan Greenberg, e vc deve se lembrar dele do filme “Terapia do Amor”…não? Eu lembrei na hora, sempre senti a sua falta, rs

Os personagens secundários tmbm são muito bons. Eu adoro a ex dele e seu namorado dono do hotel. Sem contar o Cam, que é um foufo. A série ainda conta com o rapper Kid Cudi na pele de Domingo Brown, e tem nome de personagem mais legal do que esse? Ahhhh e eu amo tmbm o amigo rico deles, que apareceu pouco nessa primeira temporada, mas que é hilário. E eu devo dizer que todos eles são muito, mais muito cool. Coolzões eu diria! rs

Só não ligo muito para a parte “máfia latina” da série, embora eu até ache um pouco engraçada. Não sei, acho meio batido.

Fora isso eu só não gostei muito do final de temporada, achei meio assim…

Mas por todo o resto vale a pena dar uma chance para os caras, que tiveram um excelente começo.

E ainda tem a trilha sonora que é bem báfu e eles disponibilizaram até parte dela no Facebook, no formato mixtape. Outra vez eu digo: howcoolisthat?

A série ainda conta com um blog bem ricoh, que já esta nos meus favoritos., cheio de informações sobre a cultura urbana que podemos ver em HTMIA. Ch Check it out>

http://howtomakeitinamerica.com/

E que outra série faz uma festa em NY e ainda convida vc para ir até lá fazer uma “olá querida!”, hein? HTMIA fez e eu daria tudo para ter dado um carão por lá. Fica para a próxima temporada guys, que já foi garantida pela HBO.

A primeira temporada é bem curta, são apenas 8 eps que vc assiste num tapa, de tão gostosa que a série é. Blame NY, que é o plano de fundo da série e tem o seu charme natural que convence qualquer um a ficar por meia hora na frente da tv. Depois disso dá vontade de sair por ae e ir direto para uma house party.

Vale a pena falar mais uma vez sobre a fotografia e toda a linguagem fotográfica da série, que é absurda de tão linda. Fiz um trabalho de fotografia bem parecido até na Pós. Tá vendo? Confirmou! rs

E dá para ter uma idéia do que eu estou falando apenas pela abertura da série (que eu até já postei aqui), que é o que há de moderno no momento. Assistam!

Eu tenho um dollar, vc quer?

Março 19, 2010

Hein Bryan Greenberg? Höy!

Sério, é só o que eu consegui ver por esses dias e me apaixonei pela série!

Mas ainda falarei sobre isso…em breve!


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