Posts Tagged ‘Carey Mulligan’

Divou ou não divou em Cannes 2013?

Junho 4, 2013

'The Bling Ring'

OK, estamos atrasados em relação ao final do 66th Annual Cannes Film Festival, , eu sei, mas isso não significa que deixaríamos o festival de cinema passar batido assim tão facilmente. Huh huh, não por aqui queridinhas.

Por isso, viemos por meio desse beijo super foufo da Emma Watson no próprio festival (ela que btw, divou nesse dia), dizer para que todos se preparem, porque separamos uma lista de 10 ‘”divou ou não divou” (que parece chamada de quadro de programa de variedades das tardes em nossas TVs, reconheço, rs), apenas com as melhores (seja no poder ou no tombo) e é claro que contando com aquela nossa leitura especial de sempre sobre tudo o que aconteceu no red carpet do litoral francês (querendo dizer “sobre tudo o que nos interessou, apenas”, rs), que é para quem tem condições e não apenas para quem pode comprar uma pipoca com manteiga antes da sessão das 18h00 no cinema, que é mais em conta que a gente bem sabe (não a pipoca, mas a sessão). Não que a gente se veja preso a esse tipo de detalhe de vez em quando. (rs)

Aliás, Jequiti-bá (sem patrocínio, sem nome certo, porque estamos assim agora, azedos…), se quiser patrocinar um blog, por favor, estamos abertos a negociação e podemos muito bem inserir a palavrar “Jequiti-bá sem o bá” aleatoriamente em nossos posts, assim como GIFS da marca podem começar a surgir no meio da nossa programação quando vocês acharem mais conveniente desde que pagando muito nem (ou só pagando mesmo). Trabalhamos com todas as moedas desde que elas sejam Real, Euro ou Dólar e sim, estamos sempre abertos a possibilidade do lançamento do nosso perfume… (mas sério, pode ligar gente!)

 

10 – Nicole Kidman

nicole-kidman-cannes-party-02

Alguém teria coragem de afirmar que com essa cara de senhora esquilo sendo pressionada contra a parede, Nicole Kidman divou em Cannes 2013?

Não, não divou. Nicole que esse ano até parte do juri fez e talvez por isso não tenha arrumado o tempo necessário para pensar no que vestir, não? Vamos escolher essa linha de raciocínio ou devemos reconhecer que ultimamente Nicole não tem feito boas escolhas na vida, a começar pela quantidade, qualidade & resultados dos seus procedimentos estéticos todos?

O que, não concorda? Então tá. Imagens por favor comandante Adama… (porque as nossas imagens chegam diretamente da Galactica, claro)

Opening Ceremony And 'The Great Gatsby' Premiere - The 66th Annual Cannes Film Festival

Alguém saberia dizer se Nicole tem algum irmão avô/pai/primo/sobrinho/afilhado estilista que estaria se formando esse semestre caso consiga passar na recuperação? (porque alguém que criou isso só pode ter sido mandado para a recuperação…)

Não, não estamos contratando ou recomendando um estágio e sim dizendo que nada na vida australiana de qualquer pessoa australiana ou não justificaria um look bem do meio assim em um red carpet a não ser um parentesco muito do forte, ou dívidas com a máfia do canguru e olhe lá, hein? (não parece que uma criança qualquer não teve tempo de terminar o livro de colorir e só conseguiu pintar algumas flores?)

Não divou de novo. Humpf!

Mas Kidman é incansável e pensa que ela parou por aí? Não, ela tentou outra vez…

nicole-kidman-cannes

… e mais uma vez errou (Fuén) com esse modelo em PB que foi a aposta certa de várias outras durante o festival desse ano, mas que nesse caso não foi muito feliz, muito provavelmente por conta desse detalhe bem do meio assim na barra da saia (me lembrou um pato vivo que eles tentaram assar nessa Season 4 de Arrested Development. Aliás, estão assistindo?). É, não divou mais uma vez, Nicole. Humpf!

Porém, temos que reconhecer que o corpão estava vitorioso e provocativo para cima das inimigas e o cabelo ela conseguiu até que melhorar bem em relação a suas últimas aparições por aí e não precisa nem ir muito longe, basta lembrar como foi que ela chegou em Cannes esse ano para notar a diferença. Good 4 you!

Mas quem sabe ao lado do boy ela não melhora? Vamos dar essa chance? Vamos, mas só se for pelos tempos de Satine antiga do voulez-vous coucher avec moi, ce soir…

nicole-kidman-keith-urban-

É, ao lado do mini boy magia que não se enxerga com facilidade, Nicole pelo menos fez a prática e foi logo pegando a cortina do iate onde provavelmente passou a noite anterior, enrolou no corpo e foi para a vida, que não está fácil para ninguém e nem para ela. É a crise mundial é a globalização minha gente! (rs)

Se tivesse sobrado tecido para um turbante, certeza que algum engraçadinho pediria um acarajé quente no capricho. Por isso, nunca se arrisque pela Bahia vestida assim, Nic. NUNCA! Na dúvida do que vestir por lá, vá inteira de renda branca, com uma saia bem bufante, dessa vez com sobra de tecido suficiente para um turbante e circule pela cidade gritando “Olha a cocada! Olha a tapioca fresca!”, que significa “ola, não gruda que eu sou uma australiana de respeito em Hollywood”. Sim, somos bilíngues. De nada. (rs)

Mas o que mais chama a atenção nessa imagem é a força com que Nicole segura a mini mão do seu mini boy magia que não se enxerga com facilidade, a ponto dele não conseguir nem disfarçar a dor de ter encerrado esse date com pelo menos duas fraturas expostas nos dedos e uma provavel perda parcial de movimentos. Veio pesada hoje Nicole? Ou achou que o boy estava fazendo a vesga para as concorrentes locais? #HELLYEAH

nicole-kidman-ziyi-zhang-zulu-cannes-

Encerrando sua participação em Cannes e para não dizer que a Nicole Kidman só errou durante todos esses dias, temos também que reconhecer que esse seu modelo do último dia do festival estava maravileeeandro em branco e nos fez lembrar muito daquela Nicole que AMAMOS do passado, para a qual ela deveria olhar com mais frequência & saudade. (tá vendo como ela ainda consegue nos enganar?)

Se Nicole Kidman eu fosse, teria usado apenas esse vestido durante todos os dias do festival, assim teria me tornando uma estrela de Hollywood fake consciente e não teria dado tanto material para as inimigas morrerem de rir no salão, enquanto pedem pelo amor dos Deuses dos 2 dedos de raíz para não acabar com o picumã craquelado da Nicole atual.

Preferimos essa última Nicole, que só por esse dia, divou! #KEEPIT

 

9 – J-Law

jennifer-lawrence--cannes-party-08

Não. Não divou e ultimamente ninguém está divando de Dior. É triste, a gente sabe, mas é um fato.

E uma coisa que J-Law ainda precisa aprender e isso para ontem, é uma postura melhor para a vida não?

Tudo bem que ela é só uma garota que caiu no Oscar e teve o seu momento de Cinderella naquela escadaria, mas já está ficando meio over essa personalidade toda goofy pastelão demais, não?

Com o tempo cansa, inclusive profissionalmente. A não ser que seja algo verdadeiramente dela (sem a ajuda dos drinks antes ou depois das festas, que sempre nos encorajam a fazer coisas estúpidas) e se esse for o caso, talvez estejamos perdendo uma excelente comediante.

E com esse look, podemos dizer que entre a amarração da cortina da Nicole Kidman na imagem acima e a amarração da toalha de mesa de buffet francês da J-Law, a Austrália saiu como a grande vencedora dessa batalha, não?

#NAOTABOMNAO (e quem precisa desse volume de “tumor” entre a cintura e o quadril, me diga Diores?)

 

8- Marion Cotillard

marion-cotillard-blood-ties-cannes

Hmm mmm… Marion também não conseguiu divar, não nesse mullet. Se o vestido fosse longo, eu até o acharia mais interessante, mas não dessa forma, que até pode ser bem atual (tendência que eu particularmente acho quase sempre um problema, ainda mais nesse comprimento) mas nem sempre ou quase nunca funciona. (apesar desse não ter sido nem dos piores)

E já repararam como em nossos red carpets por aqui no Guilt, a J-Law e a Marion tem saído sempre uma do lado da outra? Blame os bad Dior tudo.

Mas Marion tem crédito com a gente porque ela pode até estar em uma fase de grandes erros patrocinados, mas continua carregando um dos acessórios franceses mais invejáveis EVER:

Marion

Guillaume Seduzente Com o Olhar Apertadinho Agora Semi Grisalho Canet. Höy!

E agora responda: por meio Guillaume e um Canet, você não sente imediatamente uma vontade incontrolável de aprender a falar francês?

Fon fon fon fon fon fon (traduzindo, esse sou eu respondendo em um francês da professora do Charlie Brown que sim!)

Por isso, Marion pode até não estar divando ultimamente nos red carpets, mas com essa companhia, podemos dizer que ela divou para a vida!

#SENTACHORAECOMEABAGUETE

 

7 – Audrey Tautou

audrey-tatou-palme-dor-

Divou! Mas é claro que Amélie Chanel divou e já queremos até saber onde vende a Barbie versão deluxe de colecionador de Coco Poulain com exatamente esse look, que tinha tudo para ser careta e ou clássico demais, mas que com esse tecido de ricah e essas cores, ensinou os demais a como se reinventar lindamente. #HELLYEAH

Maravileeeandra!

 

6 – Freida Pinto

Pinto

Freida Pinto é linda, mas escolheu um look um tanto quanto “étnico” demais, apesar dessa talvez nem ter sido a intenção (mas aposto no contrário) e não divou. Humpf!

E o contraste da sua escolha com o da Audrey acima exemplifica muito bem esse modo de se “reinventar” que o look clássico da Audrey acima conseguiu fazer lindamente e o da Freida não.

#NAOTABOMNAO

 

Pausa: mas e os meninos, divaram ou não divaram em Cannes esse ano?

james-franco-

Ao que tudo indica, SIM! Mas vamos aproveitar o momento para conferir algumas dessas visões que são sempre umas visões!

James Franco. Hoy! (✓)

orlando-bloom

Orlando Bloom. Höy! (✓)

matt-damon

Matt Damon, que voltou aos bons tempos, não? Höy! (✓)

tom-hiddleston

Tom Hiddelston, que entre os meninos, além do seu nível de ruivismo que é sempre muito bem vindo e sempre uma visão bem especial também, foi quem trouxe cor para o red carpet de Cannes nessa edição, fugindo lindamente do pretinho básico de sempre da maioria. Ficamos com orgulho, Tom. Höy! (✓)

Tanto orgulho que é dele a nossa estrelinha dourada para os meninos que estiveram em Cannes esse ano. Clap Clap Clap!

estrela dourada#PLIM

Camet

Em termos de sotaque e de magia, é preciso reconhecer que o Guillaume Canet vai ter sempre alguma vantagem em relação aos seus concorrentes na vida, principalmente quando lembramos dele em “Last Night”.

E o tênis, apesar de não ser uma escolha orgulhosa como o look inteiro do Hiddelston acima, pelo menos nos demonstra personalidade e sendo ela francesa ou não, esse é sempre um detalhe importante para qualquer boy que pense em se tornar magia algum dia. Anotem aspirantes. Höy! (✓)

E se a gente disser que além do sotaque e da magia, o Guillaume já nos provou ser também um boy magia mágica super bem humorado, hein?

Mas, como somos tendenciosos em relação a nossas #CRUSHES antigas, entre todos os formatos da magia que apareceram no red carpet de Cannes 2013, quem mais nos enfeitiçou foi ele, que não é de hoje que vem nos ganhando no falsete e com todo aquele rebolado incontrolavelmente incrontrolável:

justin-timberlake-jessi

JT. Höy! (✓)

justin-timberlake-carey-mulligan

Justin que veio escovado, possivelmente profundamente relaxado, assumidamente com orgulho ao lado da Carey Mulligan, que segundo a nossa teoria da conspiração que rolou nos comentários desse post aqui, só pode mesmo ser o centro do universo da magia mágica.

justin-timberlake

Ele que a gente orientaria imediatamente a nunca na vida ter coragem de nos olhar dessa forma nos olhos, ou podemos não nos responsabilizar pelos nossos atos após uma encarada no fundo dos olhos do tipo…

jt

… além de orientarmos também para que tome muito cuidado com a sua linguagem corporal, porque podemos facilmente e convenientemente nos confundir com qualquer coisa…

Melhor avisar antes que ele chegue por aqui em Setembro, não?

E voltando aos trabalhos depois dos suspiros…

 

5 – Irina Shayk

irina3

Quem é a Irina Shayk na fila do silicone de litrão, leve seu próprio vasilhame e ganhe um descontão?

Bom, certamente ela deve ser alguém que representa muito bem qualquer coisa nessa fila, mas por favor, quem escolhe sair de casa de forma tão vulgar assim?

R: Irina Shayk, que não, não divou e estava vulgarmente pavorosa!

#CREDINCRUZ (x3)

 

4 – Rooney Mara

rooney-mara-carey-mulligan-ifp-calvin-klein-cannes-party-03

A Rooney Mara é linda e isso a gente consegue perceber de longe, mas o que conseguimos perceber facilmente também (além do fato dela ter errado feio na escolha dessa sandália com esse look) é que ela é outra daquelas que precisa mudar a sua postura para ontem.

Digamos que toda aquela vibração da vida que a essa altura já está cansando além de estar também sobrando na J-Law, está faltando e muito para o Rooney Mara.

Talvez uma batida entre as duas resolvesse facilmente toda essa questão, hein?

O look PB é lindo e talvez ninguém tenha segurado tão bem quanto ela durante o festival de Cannes 2013 (em alguns outros momentos), mas ao mesmo tempo, olhando assim para ela com essa cara e com esse outfit, não ficamos com a impressão de que estamos de frente com alguém que acabou de voltar de um retiro espiritual com um xamã poder em um país exótico qualquer entre o Tibet e a India?

Por isso não Rooney, você não divou dessa vez. Humpf! (mas toma aqui um Activia sabor carambola preta que é para ver se os ânimos melhoram… rs)

 

3 – Julianne Moore

Moore

Parece que finalmente nós descobrimos o defeito da Julianne Moore e para você que ainda está enfeitiçado por esse tom de ruivo que a gente adoraria ter herdado da nossa genética familiar ou apavorado com essa saia do vestido completamente meio assim, basta descer o olhar aos poucos e com cuidado para não se decepcionar com a queda desse mito ruivo, porque a imagem dos seus dedos do pé praticamente em crise e muito provavelmente brigados entre si, é bem forte.

E enquanto eles não acertarem qualquer coisa que esteja os separando, podemos dizer que Julianne Moore não divou.

Alguém traz um Guillaume Canet para a gente se apoiar enquanto se recupera da queda desse mito ruivo, por favor? Produção de Cannes, mas nem um água previamente bebida pelo Justin vocês não vão oferecer para a gente fazer aquela amarração? Não estou acreditando nesse serviço francês hoje… (rs)

 

2 – Tom+Tilda

tom-hiddleston-tilda-swinton

Tomtilda! Nosso casal preferido em Cannes 2013. #HELLYEAH

Não só pelo talento ou pela magia, mas porque ambos são donos de belezas que não são óbvias e nos cativam por algo mais (além de ambos terem se arriscado mais nesse red carpet), algo realmente mágico. Höy!

tom-hiddleston-tilda-swinton-2

E a nossa vontade de puxar uma amizade e quem sabe aparecer de strawberry blonde por um completo acado depois disso, só para não demonstrar qualquer tipo de favoritismo entre os dois, hein?

(♥)

 

1 – Carey Mulligan

carey-mulligan-

carey-mulligan5

Pouco tempo atrás você me viram dizer aqui no Guilt (no mesmo tal post da conspiração que eu mencionei anteriormente) que quem é a boa dos contatos mágicos mesmo é a Carey Mulligan, que não só no post mas como em seus comentários, nós descobrimos que ela pode realmente ser o centro do universo da magia, o nosso bilhete dourado para o universo mágico da magia à sedução. Para chegar a essa conclusão, basta fazer uma ligação rápida dos nomes associados a moça recentemente: Mumford + Gosling + Fassbender + DiCaprio + Timberlake + Garfield = Höy!

Mas realmente, entre todas as que compareceram durante no red carpet do festival de Cannes 2013,  ninguém conseguiu divar mais do que a Carey Mulligan. Ninguém! (e olha que nesse momento não estamos nem favorecendo o nosso ticket dourado da magia, hein? Tisc tisc… apesar de dizerem por aí que trabalhamos com máfia, rs)

Detalhe que em meio a todas as trocas de roupa de todas, Carey Mulligan divou tanto esse ano em Cannes que se reservou no direito de inclusive repetir esse look da imagem acima, que ela já havia usado semanas antes em um programa de TV, mostrando que o que é bom mesmo vale repetir sim, porque não?

Mulligan

Além disso Carey foi outra das que apostaram certo em looks PB maravileeeandros!

justin-timberlake-carey-mulligan

Também divou em preto, em um versão mais básica porém ainda assim bem da maravileeeandra!

leonardo-dicaprio-cannes-film-festival-great-gatsby

E conseguiu segurar esse jumpsuit como poucas, apesar da cara dos seus coleguinhas de “The Great Gatsby” semi comportados e organizados em fila, todos com cara de que aprontaram alguma e pela cara de pêssega da Carey ao fundo, ela só pode ter sido o alvo deles ou ela é realmente uma atriz muito melhor do que a gente imaginava, rs.

#DIVOU!

leonardo-dicaprio-martin-scorsese-big-hug-

E com esse abraço invejável por motivos de DiCaprio e Scorsese, encerramos o festival de Cannes 2013, esperando que o ano que vem o festival de cinema seja muito mais do que apenas preto e branco. (apesar dos bons pretos e brancos dessa edição e que mesmo sendo uma combinação certeira, elas ainda conseguirem errar…)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Inside Llewyn Davis, o trailer

Maio 13, 2013

O filme novo dos irmãos Coen é um musical e teve sua história baseada na vida de Dave Van Ronk, no filme rebatizado de Llewyn Davis (interpretado pelo ator e cantor Oscar Isaac), ele que foi parte importante do cenário folk do Greenwich Village na década de 60 e tem no elenco nomes como a Carey Mulligan, John Godman, Garrett Hedlund e o Justin Timberlake.

Parece bem bom e a sua estreia na America antiga está prevista pra 06/12.

Curiosos?

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

madonna

E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

gisele-bundchen-tom-brady-met-ball-2013

Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

gisele-bundchen

Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

anne-hathaway-bleach-blonde-hair-at-met-ball-2013

E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

beyonce-met-ball-2013-red-carpet

Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

carey-mulligan-red-carpet-met-ball

O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

chloe-sevigny-met-ball-2013

Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

christina-ricci-met-carpet-03

Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

jennifer-lawrence-met-ball-2013

Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

marion-cotillard-met-ball-2013-red-carpet

Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

john-krasinski-emily-blunt-met-ball-2013-red-carpet

Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

claire-danes-hugh-dancy-met-ball-2013

Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

emilia-clarke-met-ball-2013

Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

julianne-moore-met-ball-2013-

Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

maggie-gyllenhaal-met-ball

Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

anna-wintour-met-ball-2013-with-bee-shaffer

Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

ginnifer-goodwin-met-ball-2013

jessica-pare-met-ball-2013

Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

Uma

Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

renee-zellweger-met-ball-2013

Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

kirsten-dunst-met-ball-2013

Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

chung-rubik-rocha-met-ball

Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

kerry-washington-met-ball

E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

miranda-kerr-met-ball-2013

Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

emma-watson-met-ball-2013

E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

gemeas

OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

gemeas más copy

… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

gwen-stefani-gavin-rossdale--met-ball-2013

Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

aubrey-plaza-red-carpet-met-ball

E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

KS

Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

diane-kruger-joshua-jackson-met-ball-2013

Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

mindy-kaling-met-ball-2013

Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

lena-dunham-allison-williams-met-ball-2013

Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

zooey-deschanel-=-met-ball-

Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

nina-dobrev-met-ball-2013

Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

kate-beckinsale-met-ball-2013

E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

taylor-swift-met-ball-2013

Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

cameron-diaz-met-ball-2013

Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

marc-jacobs-sofia-coppola-met-ball-2013

ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

sarah-jessica-parker-met-ball-2013

Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

nicholas-hoult-met-ball-2013

E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

nicholas-hoult-met

Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

rooney-mara-met-ball-2013-red-carpet-03

rooney-mara-met-ball-2013-red-carpet-05

O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

miley-cyrus-met-ball-2013

OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

miley-cyrus-met-ball-2013 14

… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

nicole-richie-met-ball-2013

Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

nicole-richie-met-ball-2013-r

De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

madonna-short--met-ball-2013-red

Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Procurando um apartamento em NY? Talvez seja bom dar uma olhadinha na vizinhança do Jake Gyllenhaal, hein?

Maio 2, 2013

jake-gyllenhaal-jude-law

Que além de ter ele por perto, o que certamente é sempre uma visão (Höy!), cada voltinha na padaria para pegar o bagel quentinho do dia a dia depois de já ter comprado o cream cheese caro, pode ser um motivo de sorte para um esbarrão mágico e com sotaque inglês no Jude Law (Höy!) por exemplo…

jake-gyllenhaal-marcus-mumford

… ou um convite para um duéte ao lado do Marcus Mumford (Höy cantado), que ainda pode render uma session em uma garagem qualquer no final da tarde, dependendo da sua afinação, dotes com instrumentos e ou poder de convencimento. Quem sabe desse encontro acaba surgindo até aquela amizade de infância com a Carey Mulligan, que deve ter acesso ao figurino de “The Great Gatsby” e pode fazer esse nosso sonho se realizar no formato de uma montação mágica nos anos 20? Esse e o sonho de nos conseguir o telefone do Leo DiCaprio, só para a gente ligar e dizer rapidinho “Leo, we love you” e desligar morrendo de vergonha por voltar a ser aquele adolescente descontrolado do passado. (rs)

OK, agora me segura, porque acabei de lembrar que a Senhora Mumford muito provavelmente possa ter também o telefone do Michael Fassbender (que vai fazer uma nova versão de “Macbeth” no cinema, que já conta com a Natalie Portman no elenco também) e o meu nível de surto acabou de ser elevado ao seu grau máximo da falta de limites da imaginação para o que bem que poderia surgir desse contato físico + mental + espiritual + físico de novo… HÖY! (Alerta vermelho. Alerta vermelho!)

Sério, quero mudar para lá imediatamente. Tem um quarto sobrando, Jake?

Não, só o seu mesmo? Melhor ainda, rs… (e já pode ir liberando meio closet e umas gavetas que eu tô chegando. Deve ter espaço, porque além da cargo cáqui, ele só parece ter mais um par de calças verdes e alguns jeans, rs. E sim, eu não vou continuar a piada dizendo o que provavelmente estaria ocupando o resto do espaço, porque não quero magoar o Jake nunca)

#MINHACASAEMNYMINHAVIDAMAGICA

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

The Great Gatsby, o trailer

Abril 4, 2013

E o trailer de “The Great Gatsby” chegou com um Leonado DiCaprio com o demônio no corpo, sedento por um Oscar que ele já vem fazendo por merecer tem algum tempo (muito tempo e reunindo uma série de ótimos trabalhos na verdade), Carey Mulligan divando lindamente como sempre, Beyoncé (que está deliciosamente deliciosa no novo comercial da Pepsi) fazendo a Amy Winehouse para a soundtrack, que além de tudo também tem a Lana Del Rey e Florence + The Machine. #TEMCOMONAOAMAR?

Sem contar que o filme é um reencontro do diretor Baz Luhrmann com o próprio Leo, com quem ele trabalhou em “Romeo + Juliet”, que digam o que quiser, é a minha versão preferida para o clássico. (talvez tenha a ver com a minha geração e o fato do filme reunir o Leo e a Claire Danes. Höy com enfase no talento!)

Ansiosos? Por lá, chega em 10 de maio (e por aqui, dizem que só em junho. Humpf!)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Sabe quando você chega ao cúmulo de desejar que o Marcus Mumford estivesse com cecília nesse dia, apenas no braço direito de quem vê?

Fevereiro 21, 2013

taylor-swift-carey-mulligan

Então, isso acontece exatamente quando encontramos com ele ao lado da Taylor Preguiça Até de Passar o Roll On 24hrs Swift nos bastidores do Brit Awards 2012. (pensem pelo lado positivo, pelo menos não era o Justin…)

Porque a Carey Mulligan não merece um marido com cecília, muito menos o próprio Marcus merece ter cecília… já a Taylor… essa sim merece ter e estar perto de alguém com cecê, sempre! (#IMPLICANCIAIMPLICANTE)

#TODOMUNDOENCONTRAOMARCUSMENOSAGENTEHUMPF

 

ps: gente, e o climão da Taylor cantando suas músicas da Rainha do Pé na Bunda que atira para todos os lados na casa do último ex do One Direction? Procurando por GIFS e videos de momentos constrangedores da apresentação em 3, 2, 1….

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Da série casais que nós amamos no último volume: Marcus Mumford + Carey Mulligan

Novembro 14, 2012

Imagine acordar com o Marcus cantando baixinho para não te incomodar, enquanto prepara na cozinha os waffles com calda de chocolate (F*ck you mapple syrup) de café da manhã?

Imagine ir dormir com o Marcus Mumford cantando baixinho no seu ouvido, só para te ajudar a pegar no sono e você já ir imaginando como serão os “Mumford Sons” de vocês?

AMO esse casal, AMO!

(♥)

E eu não sei se vocês já viram, mas no finde o Mumford & Sons tocou no Hollywood Bowl e fizeram essa coisa linda com uma pequena ajudinha de seus amigos… (2:303)

“What would you do if I sang out of tune/ Would you stand up and walk out on me”… não conheço uma pessoa que não se arrepie inteira com os acordes dessa música e essa sua primeira line (e que também não acabe lembrando com saudades do Kevin Arnold= ♥ ). E sim, eu só conheço pessoas interessantes, rs. (I wish)

 

ps: na lista de coisas que eu ainda quero fazer na minha vida está escrito “assistir a um show fundamento qualquer no Hollywood Bowl”. Sério. 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

MET Ball 2012 – A noite em que todas se vestem especialmente para o Diabo

Maio 8, 2012

E by Diabo, eu quero dizer a Anna Wintour (que estava de Prada, claro) em pessoa e o seu eterno corte chanel, anfitriã e organizadora do evento, que esse ano abriu a exposição “Schiaparelli and Prada: Impossible Conversations” (e beijos para Keyloca e Tarcisio, meus professores antigos de história da moda, da arte e história contemporânea, que me ensinarm tudo sobre Schiaparelli e a Belle Époque. Depois, há quem ainda acredite no esterótipo preguiça de estudante de moda que encontramos por ai. Humpf!)

E noite de baile do MET é certamente um dos red carpets mais concorridos ever. E com toda essa concorrência, todas elas ficam desesperadas para deitar uma com as outra neam? Celebridades e estilistas, diga-se de passagem.

Esse ano o baile não teve muitas surpresas (como quase tudo ultimamente), mas é claro que como qualquer bom red carpet que se preze, nos rendeu algumas lições importantíssimas. Então separe o Moleskine e anota ae:

 

Preto é a escolha certa da vez, mais uma vez e outra vez

Sim, elas continuam apostando no pretinho. Mas tem que ser longo, ter algum poder e não ser nada básico.

Dzél estava corretíssima nesse Givenchy. Correto, mas nada demais também, apenas um pretinho ok.

Mas quer saber quem parou tudo mesmo, também investindo no fundamento Gyvenchy de ricah bem ricah?

Beyoncé. PÁ!

Que foi com esse Givenchy de quem tem mais condição, com transparência + renda + bordado + essa cauda que é simplesmente maravileeeandra!

Seguindo o mesmo fundamento poder da Beyonce, tivemos Marion Cotillard, bem linda nesse outro modelo pretinho cheio de fundamento by Christian Dior.

Lembrando que as duas foram mães recentemente e já estão lindas assim… (e a culpa daquele nosso pneu fica para quem mesmo? PÁ!)

O modelão Prada da Kate Bosworth também segue o mesmo fundamento dos dois anteriores, só que em uma versão curta e com as cores invertidas. Também maravileeeandro!

E o make dramático com boca escura?

Hit da noite. Anotem.

Cate Blanchett  estava linda, linda, leeeandra de Alexander McQueen.

Não é o meu tipo de vestido preferido, mas certamente foi um dos mais maravileeeandros da noite.

O dia em que a Rihanna conseguiu nos fazer lembrar que ela é linda. PÁ!

Tá vendo como ela consegue? E olha que pela simplicidade, nem precisou se esforçar muito nesse Tom Ford até que bem simples.

Para provar que a nossa birra com ela não é nada pessoal. Maravileeeandra!

Mas pensando bem… será que isso tem a ver com rumores obscuros de que ela estaria desfrutando da magia sueca mais cobiçada desde os hits do Ace Of Base? Hmm mmm…

Aguardando confirmações para considerar LUTO total. (#TENSO)

Todas ♥ Grace Coddington (tmbm de Prada)

MUSE!

Tenho que dizer que eu fiquei morrendo de orgulho do look da Amy Poehler, Sério!

E olha que um preplum para a altura dela, foi uma escolha bem arriscada. Mas ainda bem que deu beeem certo.

E ela não só acertou no look, como também na cor do cabelo (gosto muito mais assim, com esse loiro mais fechado) e no fundamento, que ficou maravileeeandro!

Sem contar o seu acessório poder , o marido Will Arnett, capaz de animar qualquer mesa neam?

#ORGULHODEFINE

 

Se for para investir no fundamento exótico, #TEMQUESEGURAR!

E essa dica vale para a Rooney Mara, que não pareceu estar assim muito confortável de calçola de fora nesse Givenchy de renda transparente.

O que não deve ser muito fácil mesmo, mas se essa foi a sua escolha, #TEMQUESEGURAR!

Tipo o Marc Jacobs, que foi de vestido rendando, transparente e de cueca branca (sim, BRANCA!) e que mesmo assim segurou muito bem o seu próprio fundamento. PÁ! (embora eu não ache um look bacana…)

Ou como a Christina Ricci, que segurou com orgulho esse look Thakoon, totalmente meio assim.

 

O poder do brilho metalizado

Carey Mulligan também estava cheia de condições, com esse Prada metalizado que era puro fundamento & poder, que eu não consigo parar de imaginar o quanto deve custar na ludjeeenha. $$$ Catching!

Zou bisou bisou … Zou bisou bisou (não consigo vê-la sem lembrar do hit e aposto que deve ser uma piadinha recorrente em sua vida)

Jessica Pare, que também investiu no metalizado e foi de dourado by L’Wren Scott. Estava linda, mas eu não acho que a cor a favoreceu tanto assim… (imagino ela parando tudo em um verde, por exemplo)

E o que o metalizado da Carey Mulligan tem de fundamento, esse da Nina Dobrev  tem de poder. Maravileeeandro, não?

By Donna Karan Atelier

 

Preplum, a tendência do momento (que não é para todas)

Uma tendência que não é para qualquer uma e nessa edição do baile do MET, a Sofia Vergara até que enfim saiu da sua zona de conforto dos vestidos com rabo de sereia preguiça de sempre e optou pelo fundamento preplum da Marchesa , que com o seu corpão todo em dia, ficou ainda mais maravileeeandro!

E que boa noite para as irmãs Knowles, hein?

Primeiro a Beyoncé me apareceu deitando todas no seu Givenchy bem de rica e agora a  Solange Knowles, com esse preplum amarelo maravileeeandro by Rachel Roy, vestido que certamente iluminou a noite.

E o cabelão cheio de volume? PÁ!

E a Elizabeth Banks, hein? Confundiu a vida real com o seu personagem de “The Hunger Games”?

Nesse caso, achei esse preplum da Mary Katrantzou, bem bem difícil…

Não sei quanto a vcs, mas eu ficaria esperando alguma coisa cair a qualquer momento dessa parte levantada na frente.

#NAOTABOMNAO

Cadê a postura?

Cadê o poder?

Cadê o Ryan Gosling?

Além do quadril dela ter ficado muito maior com esse preplum da Prada na cor do momento (ponto positivo), a pergunta que não quer calar é: cadê o Ryan Gosling? (eles ainda estão juntos? Qual a vantagem de se namorar um Ryan Gosling e não sair o exibindo por aí? Resposta: a vantagem é o próprio Ryan. Höy!)

#NAOTABOMNAO

 

Tangerina

A cor do momento: tangerina.

Uma pena que nem todas que optaram pela cor conseguiram acertar no fundamento… Fom forom fom fom

Salvo apenas a Ginnifer Goodwin, que nem estava com um vestido tão poder assim (e cadê o príncipe?), mas mesmo assim estava maravileeeandra.

By Monique Lhuillier 

Kristen Bell , que só acertou na cor… by Tommy Hilfiger.

#NAOTABOMNAO

Katharine McPhee também só acertou na cor… (by Elie Saab)

E como ignorar esse peito todo espalhado na lateral?

#NAOTABOMNAO

E a Leighton Meester, que não foi de tangerina, mas estava meio tangerina ela mesmo neam?

O que aconteceu com Blair, hein garota do blog?

 

Florais de ricah bem ricah!

Bee Shaffer (a filha da Anna Wintour) que não poderia ser nossa amiga jamais… nesse “efeito floral” maravileeeandro by Erdem.

E digo que ela não poderia ser nossa amiga jamais, pelo simples fato de estarmos em sua companhia e alguém chamar “Bee” e todas olharem confusas ao mesmo tempo, sem saber exatamente quem estaria sendo chamada.

Euri

Rashida Jones, que também estava maravileeeandra no fundamento floral de ricah by Tory Burch.

Mas o melhor da Rashida é esse nome neam?

Eu não consigo chamá-la de Rashida e sempre solto um “Rashilda”. Acho mais sonoro, rs

E a Sarahjay que foi toda num print só?

Achei ousado…

E esse cabelo é sempre um acerto neam? PÁ!

By Valentino

 

Aquelas que não estavam em um bom dia…

Diane Kruger, que além de ter deixado o Peter Pacey em casa (Boo Hoo!), o que já é sempre um ponto negativo, deixou também bastante do seu fundamento esquecido em algum outro lugar, não?

Preciso dizer que eu sou fã de um peitinho honesto, mas com esse cabelo solto e essas plumas, imprimiu que ela estava de camisola…

By Prada

#NAOTABOMNAO

Achei arriscado, achei corajoso, achei o sapato ótimo, mas #NAOTABOMNAO

Mas continuo querendo ser o seu BFF tsá, Chloe Sevigny? Desde “Kids”…

By Miu Miu

Muah!

Duas coisas:

1) O que aconteceu com a cara da Jessica Biel? Seria a franja o problema? Ou ela mexeu nessas maçãs, já que dizem que eles vão se casar em breve e nessa hora bate o desespero? (e na Itália, tsá?)

2) E que vestidinho mais simplezinho (Prada) e com a barra mais pavorosa é esse? Mas nem que esse bordado em verde fossem esmeraldas…

Mas tudo bem, nada que o sorriso foufo do Justin não desvie as nossas atenções. E se ele começar a cantar no falsete e sair dançando daquele jeito, esquecemos até o nosso próprio nome e somos capazes de perdoar qualquer coisa… (euri)

Rachel Zoe que de tão magra, parecia mais uma franja do seu vestido de franjas de cigana by Rachel Zoe Collection.

#NAOTAMBOMNAO

 

Enigma Xonas Brothers

Temos 3 Xonas Brothers. 2 deles foram de tux fosco e um todo no cintilante. A pergunta é: qual deles possivelmente significa?

Tempo…

 

Look figurino de época

Já cansei de dizer que tem que tomar cuidado quando for investir no fundamento antigo, pensando sempre antes no combo make + cabelo, para não ficar com cara de figurino de época.

Como a Kirsten Dunst, que mesmo de Rodarte (que a gente AMA), imprimiu (muito pela postura) que ela estava pronta para interpretar uma versão da Chanel, só que loira. Só faltou as pérolas e o cigarrão na mão.

#NAOTABOMNAO

Ou a Jessica Chastain, que estava parecendo mocinha de filme Westen.

Bota um chapéu na cabeça com umas plumas e uma piteira na mão, que ela se torna a própria.

By  Louis Vuitton

#NAOTABOMNAO

Lily Collins, sabe figurino de fantasma de filme de terror de época? Então…

E palmas ao contrário para a Coco Rocha, que conseguiu cometer o crime público de acabar com um look que já foi da Liz Taylor no passado.  Tpalc Tpalc Tpalc! (que são as nossas palmas ao contrário, rs)

Desconsiderando até o fato de que ela é uma chata sem tamanho, eu bem acho que só por esse crime, ela deveria ganhar pelo menos uns dois fantasmas para acompanhá-la pelo resto da vida. WOO!

E cuidado, estou vendo pele demais nos pés e no colo. Aposto que ela vai reclamar depois em seu Tumblr…

Uma pessoa que eu ADORARIA que tivesse um vlog: Coco Rocha. Imaginem tudo o que ela não tem para reclamar? Zzzz

 

Medusa?

Já passou da hora de alguém estender o braço para tirar a Mary-Kate Olsen desse buraco negro de onde ela se enfiou já faz tempo e nunca mais saiu, hein?

Ainda mais agora, que ela tem coragem de sair de casa até com esse cabelo de Medusa medonho!

#NAOTABOMNAO

 

E quem se importa?

E quem se importa com o vestido coral da Emily Blunt (que diga-se de passagem, está com o corpão totalmente em dia) quando ela chegou na festa carregando o acessório poder que atende pelo nome de John Krasisnki?

Höy!

ps: como não amar a bee mediúnica ao fundo? Das duas uma, ou ela estava mentalizando o Krasinski em um momento mais interessante (Höy!) ou ela estava tentando deitar com o look de alguma delas. Xocotô!

E quem se importa se a Emma Stone estava vestida de boneca no MET Ball 2012, quando ela me aparece assim, acompanhada do Alber Elbaz?

Höy!

E quem se importa com a Claire Danes (todas se importam na verdade. Chega logo Setembro, chega logo Season 2 de Homeland!) maravileeeandra e toda de branco, quando ela levou o seu boy magia Hugh Dancy?

Höy!

E quem se importa com a Florence, que deixou a sua Machine em casa e foi toda bufante  by Alexander McQueen ao baile desse ano?

Afinal, ela pode. Ela é quase uma entidade. Uma fada na verdade.

E quem se importa com esse post gigantesco que finalmente chegou ao seu fim? Zzzz

The 10th Doctor (parte 2)

Abril 27, 2012

Continuando a minha incansável maratona de Doctor Who, cheguei ao final da Season 3, o que marca o penúltimo capítulo dessa minha saga dentro da série de 2005. Uma temporada um tanto quanto diferente, digamos assim. Digo isso porque ela fica no meio do caminho entre o que estamos assistindo hoje em dia em Doctor Who, seguindo o fundamento das Seasons 5 e 6, assim como também ela tem um pouco da minha impressão sobre as Seasons 1 e 2, que são temporadas sem um grande plot central de destaque que reúna toda história ao final de cada uma delas, o que as tornam de certa forma até mais fáceis de se acomapanhar.

Essa Season 3, a segunda temporada com o David Tennant na pele do 10th Doctor, traz o ator ainda mais confortável no papel do último dos Senhores do Tempo, reforçando ainda mais a sua própria identidade enquanto dava vida mais uma vez a esse personagem tão icônico da história da TV.

Mas dessa vez, temos um Doutor um tanto quanto diferente e entristecido em alguns momentos da temporada, se sentindo culpado, ainda sentido com a perda da sua antiga companion, como se ainda estivesse em uma espécie de  “luto” pelo desfecho da história da Rose ainda na temporada anterior, isso embora ele saiba que ela se encontra bem, vivendo a sua vida em outro universo, apenas com o agravante de que ambos não poderão mais manter contato um com o outro, o que não deixa de ser bem triste para os dois lados da história.

A temporada começa com o especial de Natal trazendo uma noiva misteriosa, Donna (3×00 Runaway Bride), que é uma espécie de “Amy Pond” mais velha e um pouco mais amargurada pela vida, digamos assim, rs. Ela que até chega a ganhar um convite para dividir o espaço da TARDIS ao lado do Doutor, mas que naquele momento não vê como aceitar o pedido do próprio, para tristeza de todos, porque a dobradinha entre os dois personagens já nesse episódio foi realmente bem boa. Lindo ele fazendo nevar para ela ao final do mesmo, usando um recurso especial da própria TARDIS para tal. Maravileeeandro!

Na sequência, agora sim no primeiro episódio da Season 3 (3×01 Smith and Jones) e com um plot delicioso que levou um pedaço de Londres para a lua, ganhamos a entrada de Martha Jones (Freema Agyeman), uma estudante de medicina lindíssima (realmente achei ela muito bonita), que logo de cara, mesmo sem entender muito bem o que é que o hospital onde ela faz sua residência está fazendo em solo lunar, acaba se encantando por aquele homem misterioso, o qual ela pouco conhece, mas se aproxima para tentar resolver aquele probleminha que ambos estão enfrentando juntos naquele momento. Nesse episódio da entrada da nova personagem, ainda ganhamos a visita dos Judoons, que são uma espécie de polícia meio corrupta do universo e que eu também adoro.

Assim surge o convite de Martha Jones para ser a companion da vez do Doutor e mesmo com ela tendo uma vida até que estabilizada em Londres, prestes a começar uma carreira para a qual vem dedicando anos de estudo, Martha acaba não resistindo aos encantos do Doutor, que já nesse primeiro encontro, por motivos de forças maiores, acaba dando um beijo nela, algo que a deixa visivelmente balançada já logo de cara. E assim, a possibilidade de viajar entre o tempo e o espaço passa a ganhar prioridade na sua vida, roubando o lugar da Medicina, pelo menos momentaneamente. Dessa forma, o Doutor não só descola a sua nova companion, como ele ganha também uma Doutora para acompanhá-lo a bordo da TARDIS, detalhe que eu achei sensacional.

Além dessa diferença da Martha ser uma personagem bem resolvida na sua vida, mesmo colocando algumas coisas de lado para seguir viagem com o Doutor, como a sua própria profissão, existe também de certa forma uma participação maior dos membros da sua família já nesse primeiro episódio da série, o que acaba fazendo uma boa diferença na relação Doctor + Companion da vez. Eles que mais tarde acabam ganhando algum destaque e aos poucos, vão se amarrando ainda mais a história da personagem, algo que não aconteceu exatamente com a Rose Tyler por exemplo, onde sua mãe e até mesmo o seu namorado, acabaram aceitando até que facilmente que a garota seguisse viagem com um homem misterioso e desconhecido, ideia essa que não agrada em nada a mãe da Martha Jones, que chega a tomar certas providências a respeito, algo que acabaria sendo ligado ao plot do final da temporada.

E apesar de até ter gostado da nova companion, ou pelo menos tem simpatizado com ela logo de cara, fica visível que a sua posição dentro daquela jornada não seria nada fácil. A todo momento, ficava bem claro que Martha estava ocupando um lugar pertencente a alguém que ainda fazia muita falta para o Doutor e esse peso da sombra da Rose, acabou ficando pesado demais para a personagem carregar, a ponto de prendê-la no posto da “coadjuvante da coadjuvante” até o final da temporada, onde merecidamente, pelo menos eles tentaram reescrever sua história para que a nova companion terminasse a sua participação como uma grande heroína. Mas chegaremos nesse ponto ao final dessa review…

Só achei que ela desistiu de competir cedo demais, permanecendo na sombra da Rose por muito tempo e provavelmente por isso, a sensação que fica é a que ela não pertence a aquele lugar. Uma pena, ainda mais que essa competição poderia favorecê-la, uma vez que a sua oponente não esteve presente em nenhum momento até então. Mas talvez os fantasmas do passado sejam até mais fortes também… (nada como uma história mal resolvida para deixar a gente meio assim)

Dessa vez, o personagem da nossa história que entrou em Doctor Who foi ninguém menos do que o próprio Shakespeare, na primeira viagem da Martha como companion oficial do Doutor (3×02 The Shakespeare Code). Ele que se encantou completamente por ela e é pintado na série como um homem com uma sensibilidade absurda (nada mais do que justo), o único do seu tempo capaz de perceber que a dupla que está de passagem em seu teatro não faz parte do seu presente e sim do futuro. O episódio ainda é marcado por vilãs que são bruxas, onde o Doutor acaba fazendo uma menção homenageando a J.K. Rowling e a sua série de livros mais famosa em todo o mundo, Harry Potter. Achei sensacional quando em um determinado momento do episódio, Martha acabou arriscando um “Expelliarmus” com sucesso, para se livrar das bruxas que atormentavam Shakespeare, impedindo-o de escrever sua nova peça. E a piadinha sobre o bafo dele também foi sensacional, assim como a inclusão da lenda da peça perdida de Shakespeare na história.

Nessa temporada também tivemos o terceiro e último contato do Doutor com a Face de Boe, que reaparece em um episódio sensacional, cheio de figuras de outros planetas, além da companhia das gatas enfermeiras/freiras, que nós já havíamos encontrado anteriormente, também em New New York (3×03 Gridlock). Um dos meus episódios preferidos da temporada, com aquele trânsito infernal, dez milhões de vezes pior do que SP em horário de pico em véspera de feriado prolongado (tipo hoje, rs), com milhares de carros cheios de personagens dos mais diversos em busca de algo que eles sequer questionaram o porque, figuras que aceitaram manter a ordem apenas porque alguém mandou e nada mais, o que diz muito do comportamento de muitas pessoas ainda hoje em dia. Aliás, AMO essas metáforas que Doctor Who faz em seus episódios, sempre jogando na nossa cara um tipo de comportamento preguiça da sociedade contemporânea ou do próprio ser humano em geral.

Os vilões da vez que nos deram o ar da sua graça novamente foram os Daleks, que apareceram em um episódio duplo invadindo NY dos anos 40 (3×04), arriscando uma mutação com a raça humana, na esperança de criar um ser mais evoluído, além de estarem tentando a proliferação da sua própria espécie, já que existem poucos deles atualmente. Experiência essa que não deu muito certo, mas que nos revelou a face de como seria um exemplar dessa nova espécie híbrida. Esse episódio duplo (3×04 Daleks in Manhattan e 3×05 Evolution of the Daleks) também conta com a participação especial do ator Andrew Garfield, quando ele ainda não era muito conhecido. Howcoolisthat?

Dentre os meus favoritos dessa Season 3, estão a segunda parte da invasão e a evolução dos Daleks em NY (3×05 Evolution of the Daleks), tem também um outro bem bacana e que no final das contas é bem importante para que a gente possa entender parte do season finale, que é aquele em que o Doutor tem toda a sua história/memória presa a um relógio (3×08 Human Nature), onde ele passar a viver a sua vida como uma pessoa normal (um sonho impossível para ele), como professor em uma escola (e eu já bem havia dito que ele tinha cara de professor, ainda mais com aqueles óculos, sem contar toda a sabedoria do personagem), com direito até a um verdadeiro romance para o próprio, para desespero da Martha, que a essa altura já estava mais do que apaixonada por ele.

Depois disso, chegamos a um dos episódios mais elogiados da série de todos os tempos, “Blink” (3×10), que é aquele com a introdução dos Weeping Angels, que são aquelas estátuas medonhas de anjos com os rostos cobertos pelas próprias mãos, que se aproximam de suas presas quando não estão sendo observados por elas (na minha opinião, eles são as criaturas mais medonhas ever!). Um episódio brilhante, que além de ser super informativo a respeito da mitologia dessas criaturas que nós já conhecemos do presente da série (dizem até que os Ponds se despedirão de Doctor Who em um episódio com os Weeping Angels), ainda conta com a participação da atriz Carey Mulligan, onde fica visível todo o seu talento e a tremenda força da sua atuação, que chega a exigir um espaço maior do que a tela da TV naquele momento. Um episódio que tinha tudo para ser um filler qualquer, mas que no final das contas acabou funcionando surpreendentemente bem, quase como um filme a parte da série, ainda mais que ele é mais um daqueles episódios onde o próprio Doutor e a sua companion são meros coadjuvantes, aparecendo apenas em uma pequena parte dele, como aconteceu na temporada anterior em “Love & Monsters” (2×10), outro grande episódio da série.

Até aqui tudo bem, mas embora a temporada continue bastante movimentada e com uma série de episódios bons ou pelo menos interessantes, continuei achando tudo meio morno, onde mais uma vez eu senti um pouco de falta daquilo que eu venho batendo na tecla desde as duas temporadas anteriores (Seasons 1 e 2), que é a falta de um plot maior que tenha ligação com a história central da temporada, algo que a sua importância fique bem clara desde o começo. Nesse caso, ele até existe, ou melhor dizendo, uma parte dele até existe, mas ainda de forma bem tímida, apenas com a família da Martha sendo contra ela viajar com o Doutor e a sua mãe estar ligada à algumas pessoas  em busca do paradeiro da sua filha na companhia daquele homem do qual ela obteve algumas informações sobre o fato dele ser perigoso, mas isso em dois ou três momentos da temporada apenas. E fora esse detalhe, aparentemente nada mais tem uma conexão.

Digo aparentemente, até a gente chegar nos três últimos episódios da temporada (3×11 Utopia, 3×12 The Sound of Drums, 3×13 Last of the Timelords). Uma sequência sensacional, que começa com uma viagem até o final do universo, encontrando um mundo prestes ao seu fim, onde mais tarde, ganhamos um final excelente para essa Season 3, o qual eles aproveitaram para amarra-lo a alguns plots da temporada, como acontece hoje em dia na série. Um detalhe que certamente fez com que esses últimos três episódios da temporada fossem brilhantes, do tipo imperdíveis!

Nesses episódios finais, ganhamos também o retorno do capitão Jack  Harkness, interpretado por John Barrowman, um personagem que havia ficado para trás ainda na Season 1 e que finalmente teve o seu reencontro com o Doutor. Sobre ele, tivemos também uma série de novas informações da sua mitologia, como o fato dele ter reconstruído Torchwood (que nós sabemos que é o spin-off de Doctor Who) em homenagem ao Doutor, além do fato dele ter se tornado uma espécie de imortal, depois do evento do final da Season 1. Mas nada disso teve um impacto tão grande para a história, como a revelação final de que ele na verdade era ninguém menos do que a Face de Boe (CATAPLOFT). Howcoolisthat? Um personagem já conhecido e adorado por todos nós, que mais cedo na temporada, ainda aproveitou para avisar o Doutor no futuro, que ele não estava sozinho…

Assim, John Smith (AKA Doctor – eu gostava quando a Martha insistia em chamá-lo assim) acabou ganhando a esperança de encontrar um outro membro de sua espécie, que na metade desse caminho, se revelaria ser na verdade, um grande inimigo para o próprio. DRA-MA! The Master (John Simm), um outro sobrevivente do fim de Gallifrey (planeta natal do Doutor que nós tivemos a chance de ver um pouco pela primeira vez nesse final de temporada), mas que nesse caso se renderia ao lado negro da força, colocando inclusive o próprio Doutor em uma posição bastante delicada em relação a suas raízes.

Enfrentando um inimigo a sua altura, com os mesmos tipos de poderes e tecnologia que ele pela primeira vez (ele que tem uma laser screwdriver, porque segundo o próprio, quem ainda usa uma sonic screwdriver nos dias de hoje? rs), a batalha entre os dois últimos Senhores do Tempo foi algo muito sensacional, mesmo com o Doutor levando a pior por boa parte dela. Sendo rendido por seu inimigo, ele foi torturado, exposto ao mundo inteiro como uma espécie alienígena, envelhecido primeiramente por 100 anos e depois por 900 anos (que é a sua real idade), nos mostrando pela primeira vez um Doutor que a gente não sabia que existia. Achei até que aquela versão de 900 anos dele foi muito bem executada, levando em consideração que os efeitos na série nem sempre são executados com excelência (nessa temporada eles até que melhoraram bastante nesse quesito). Mas nesse caso, tudo funcionou muito bem e eu até senti que aquela versão do Doutor seria quase que uma homenagem a algumas outras criaturas do cinema recente… (me lembrei de “Harry Potter” e “Senhor dos Anéis”, por exemplo)

E foi nesse momento da finalização da temporada que eles resolveram colocar a Martha em um lugar de destaque que ela não conseguiu ocupar durante todos os outros episódios em que participou. Com a missão de ser a única esperança de salvação do mundo, Martha Jones ganhou um perfil excelente de heroína, que passou um ano inteiro viajando pelos quatro cantos do mundo a procura de uma arma poderosa o suficiente para derrotar o Master, a ameaça que mais chegou próxima até agora de derrotar o próprio Doutor. Uma resolução que foi extremamente simples até, mas de um impacto gigantesco, com pessoas do mundo inteiro chamando pelo Doutor no mesmo momento, quase que como um mantra, em uma cena linda diga-se de passagem, e bem emocionante.

E é praticamente impossível  assistir a essa temporada de Doctor Who e não encontrar fortes semelhanças com os caminhos atuais de Fringe por exemplo (semelhanças essas que eu já havia encontrado na temporada anterior, com a questão do universo paralelo), com os personagens do futuro voltando ao passado para dominar a terra e tudo mais, assim como também é praticamente impossível não encontrar alguma semelhança entre a loucura do Master com o vilão Moriarty de Sherlock. Nunca assistiram Sherlock? Vou contar até dois então: umdois!

Master tem características bem semelhantes as do vilão da outra série de Steven Moffat, em vários tons abaixo, é verdade, mas ambos são personagens realmente parecidos no perfil de psicótico carismático e bem humorado. E as cenas do Master nesse season finale que ganharam uma trilha sonora, foram simplesmente sensacionais, elevando ainda mais o grau de loucura do grande vilão da vez, além de dar um toque especial no nível de humor da série, que é sempre bem bacana também.

E todos esses detalhes somados fizeram com que esse fosse um dos sesons finales mais bacanas de Doctor Who até agora, muito bem amarrado e executado de forma brilhante, além de deixar aberto algumas possibilidades para o futuro da série. Na minha opinião, ele se compara ao season finale da quinta temporada por exemplo (que foi quando eu conheci a série), que por enquanto, continua sendo o meu preferido.

Esse final de temporada além de ser excelente, ainda marca a despedida da Martha Jones como companion da vez do Doutor, ela que durou apenas uma temporada ao seu lado (fom forom fom fom). Embora pareça precipitada a sua saída, a forma como ela acontece também é bem bacana, porque dessa vez a despedida aconteceu através da liberdade de escolha da própria, que preferiu voltar para a sua vida real, a continuar vivendo em viagens mirabolantes pelo universo, não que isso não seja tentador (e quem não adoraria embarcar na TARDIS?), mas o problema maior mesmo seria continuar nutrindo cada vez mais um amor não correspondido, que sempre foi a base da relação dela com o 10th Doctor. Quase como um término de relacionamento, ela se despediu do Doutor usando inclusive o exemplo de uma amiga que assim como ela, vivia um amor platônico que não mais a fazia feliz, mas por outro lado, ficou também evidente que esse amor não era correspondido por parte dele de forma alguma (talvez na intenção de não se apegar novamente), algo que no caso da Rose, chegou pelo menos a ficar no ar em alguns momentos do passado.

Só que dessa vez, a despedida foi  sem todo o drama de nunca poder voltar como a Rose. Martha se despediu do Doutor deixando as portas abertas para que talvez um dia ambos possam se reencontrar, algo que eu também achei interessante pesando na continuidade da série como um todo e já considerando a possibilidade de uma reunion no futuro, quem sabe? (…) Em relação a gostar ou não da personagem, embora eu já tenha dito que esse tipo de relação de amor entre Doutor + Companion não tenha um grande apelo comigo, achei bastante interessante que nesse caso, a personagem se deu conta disso tudo sozinha e não precisou ser abandonada, ou de um drama qualquer que a distanciasse do seu amor de uma vez por todas (suck it, Rose!). Nesse caso, achei bacana que a personagem tenha escolhido o seu futuro baseado em algo real, quase que como se a Martha tivesse escolhido ela mesmo ao invés de uma relação que ela finalmente enxergou não ter futuro e não ser correspondida, o que é triste, mas é importante quando a própria pessoa toma conhecimento disso por ela mesmo. E de quebra, nesse meio caminho, Martha ainda ganhou um candidato a boy magia para chamar de seu, que além de tudo, divide a mesma profissão que ela. Go girl!

Assim cheguei ao final dessa Season 3 de Doctor Who, a um passo de chegar ao final da minha maratona e finalmente alcançar a era em que eu comecei a assistir a série (Seasons 5 e 6, que eu até pretendo rever já que estou nessa…). A essa altura, ando gostando ainda mais do trabalho do David Tennant no cargo do último dos Senhores do Tempo, onde acho que ele passou a se sentir cada vez mais a vontade no papel, perdendo um pouco daquele ar de caricatura que eu mencionei no post sobre a temporada anterior. E é preciso dizer que mesmo com a postura da Martha como a garota que nunca iria conseguir substituir a ex companion, a dinâmica entre os dois também foi bem bacana durante essa temporada em que estiveram juntos a bordo da TARDIS.

Digamos que no placar, o David Tennant tenha subido após essa Season 3 e agora nos encontramos assim: Matt Smitth 10 vs  David Tennant 9,50. Mas ainda há tempo para que o 10th Doctor roube de vez o meu coração… Quem sabe um convite para companion não facilite? rs

 

Allons-y!

 

To be continued… (e o próximo será a parte final dessa maratona deliciosa. Ufa!)

ps: durante essa parte da maratona, assisti também a animação da série, com o 10th Doctor na companhia da Martha viajando para século 40 (Doctor Who – The Infinite Quest), que eu bem recomendo a todos que se animarem a acompanhar Doctor Who, além do famoso especial “Children in Need”, que no ano de encerramento dessa Season 3, nos proporcionou um encontro sensacional entre o 5th Doctor, vivido pelo ator Peter Davison e o 10th Doctor, no qual, o próprio Tennant revelou que aquele foi o seu own Doutor. Howcuteisthat? Seria demais pedir um especial desses com o encontro dos adoráveis e recentes 10th e 11th Doctors? SONHO!

ps2: sorry pelas imagens novamente com marca d’água, mas é o que temos com qualidade da série antiga para hoje. (e os créditos mais uma vez estão dados)

Shame (on you)

Abril 21, 2012

Despindo com maestria uma patologia tão marginalizada, tratada com pouco interesse e preconceituosamente pela sociedade.

Compulsão, algo que de certa forma, eu não consigo acreditar que hoje em dia muita gente não sofra desse mal. Somos compulsivos por compras, medicamentos, informação, opinião, whatever. De certa forma, estamos sempre buscando mais e mais de alguma coisa, seja ela o que for. Mas fato é que algumas dessas compulsões são melhores aceitas pela sociedade, outras sequer são discutidas, não abertamente, não publicamente. Tira já a mão dai, menino (a). Até que essa necessidade se torna um hábito que vai crescendo, em uma proporção descontrolada, onde vc passa a adequar a sua vida para suprir aquela sua necessidade incontrolável, o seu desejo constante por algo.

E é disso que trata “Shame” um filme delicadíssimo (em quase todos os sentidos da palavra) do diretor Steve McQueen, que já havia trabalhado com o ator Michael Fassbender anteriormente em “Hunger” e novamente, acertou na escolha quando lhe entregou esse novo papel no cinema, digno de todo e qualquer respeito.

O filme fala sobre a compulsão sexual de Brandon (Michael Fassbender), que vive em NY, que como em qualquer outra grande cidade, é um lugar onde opções é o que não falta para que vc possa saciar esse seu desejo incontrolável. Imagine essa situação para um viciado em sexo nos dias de hoje,  sendo estimulado o tempo todo em um mundo cada vez mais visual, que tem uma cidade que nunca dorme aos seus pés, podendo resolver o seu problema a qualquer hora do dia, sete dias por semana. Difícil, não?

Brandon é um homem distante, quase que como se ele estivesse escolhido a sua postura fria como álibi para esconder o seu grande segredo, que o persegue nas horas mais impróprias da sua vida. Segredo esse que é a vergonha pela sua compulsão sexual incontrolável, que faz com que ele viva uma vida metódica, adequando o seu dia a dia as práticas do seu desejo, para quando e onde ele aparecer.

Aparentemente, no começo do filme pelo menos, ele parece até que conviver bem com o seu problema, apesar da vergonha, ou até mesmo culpa que ele carrega por isso. Mas eu não sei exatamente se “bem” é a palavra certa, talvez seja melhor dizer que ele vive de forma “ajustada” à sua condição. Até que ele vai se vendo cercado de olhares, porque afinal, ninguém vive sozinho no mundo e de certa forma estamos sempre sendo observados pelos outros. Como quando ele vê o seu computador no trabalho sendo confiscado pela empresa, para o seu desespero, onde mais tarde, eles descobrem toda e qualquer tipo de pornografia. Mas é claro que a culpa sobra para o estagiário, rs.

E esse desconforto com a sua condição fica ainda mais notável quando ele recebe a visita surpresa da sua irmã, interpretada também de forma brilhante pela atriz Carey Mulligan. Ela é Sissy, uma jovem depressiva, totalmente carente afetivamente e que ainda carrega um histórico de tentativas de suicídio, além da prática da automutilação. Ambos mantém uma relação bem esquisita desde o começo do filme, onde não chega a ficar bem claro quando ela aparece pela primeira vez, se ela é realmente da sua família ou apenas alguém que faz parte da sua história, até que esse fato é esclarecido mais tarde no filme.

Com ela indo morar na sua casa por uns tempos, o personagem se vê completamente fora da sua zona de conforto, como se tivessem derrubado a muralha que ele mesmo construiu ao seu redor para se proteger. De certa forma, ele acaba se vendo exposto a todo tipo de vulnerabilidade que ele tenta esconder o tempo todo, como quando a irmã recebe o chefe dele em seu apartamento para dormirem juntos, algo que se transforma em um grande tormento para ele, que parece estar tentando lutar contra os seus próprios instintos, quase como se estivesse sofrendo uma crise de abstinência por exemplo.

Nessa hora, vale a pena ressaltar o excelente trabalho de ator do Michael Fassbender no papel principal, que consegue transparecer todo o desconforto da patologia do personagem de forma muito real e até impressionante, caminhando muito bem entre a boa relação com a sua doença do começo do filme, até o surto total mais próximo do final, com o ator mudando quase que fisicamente por conta do que talvez tenha sido um dos picos do seu total descontrole físico e emocional. Talvez aquele momento tenha sido uma de suas overdoses.

Um trabalho de ator realmente impressionante e digo isso por dois motivos. O primeiro, por ele se desprender de qualquer pudor em relação ao seu corpo (maravileeeandro, diga-se de passagem, do tipo de bailarino. Höy!), encarando já na abertura do filme uma cena de nudez que para qualquer outro trabalho poderia parecer totalmente desnecessária, o que não foi o caso em “Shame”. E segundo, pela coragem de interpretar um personagem facilmente “marginalizado”, que poderia ganhar uma outra conotação totalmente diferente, se não fosse por sua brilhante interpretação, além da direção que é realmente uma obra de arte, vindo de alguém que tem essa bagagem e soube aproveitá-la muito bem. Clap Clap Clap para os dois, Fassbender e McQueen)

E essa “marginalização” do personagem e até mesmo da história, poderia facilmente acontecer se o filme não fosse tratado com a dignidade que lhe foi emprestada pelo olhar e cuidado do diretor. Mesmo com um alto teor sexual, o que não poderia ser diferente no caso de um assunto como esse, tudo é tratado da forma certa, com uma grande sensibilidade, mesmo quando algo é mostrado explicitamente por exemplo, mostrando a todo momento o quanto aquele personagem sofre por sua compulsão, apesar do conflito desse sofrimento estar entre o prazer e a satisfação de atender ao seu desejo. Não me lembro de ter visto o assunto ser tocado de forma tão correta no cinema, sem transformar o personagem em uma caricatura e sem deixá-lo com ares de “narcisista egocêntrico e insensível” ou apenas uma pessoa livre que gosta de viver todas as possibilidades da vida sexual moderna.

O longa também consegue mostrar muito bem esse estimulo constante de hoje em dia, com o personagem encontrando a oferta para a sua procura nos mais diversos formatos e variaçoes. Uma cena que eu achei lindíssima apesar de ser totalmente explícita, foi quando ele começa a jogar toda a pornografia que ele encontra em seu apartamento (e tem de tudo, mesmo), e ganhamos um take em close das páginas mais variadas das revistas sendo folheadas rapidamente.

Em um tentativa de mostrar que o personagem não se encontra completamente satisfeito com a sua situação e que ele até tenta fazer algo a respeito, no longa ganhamos um momento importante com Brandon tentando se relacionar de forma comum com uma colega de trabalho. O que obviamente não dá muito certo, chegando a ser frustrante para o próprio, mesmo com ele visitando um cenário que já foi estimulante para ele no passado, onde fica claro que o sexo com compromisso é algo que não funciona para ele, o que explica um pouco da sua dificuldade em se relacionar ou acreditar em um relacionamento estável ou até mesmo em um casamento, onde para ele essa ideia de monogamia e comprometimento para ser algo inalcançável e talvez por isso seja também algo inexplicável para o personagem.

Além disso, o filme é recheado de takes bem interessantes, pouco óbvios e que transpassam um grande nível de intimidade, como se a audiência fizesse parte também daquela sensação de invasão que o personagem passa a sentir em um determinado ponto do longa. O minúsculo apartamento do personagem por exemplo, nos é apresentado de diversos ângulos diferentes, com diversas perspectivas de um mesmo ambiente. E esteticamente o filme também é sensacional, com um beleza organizada e um contraste lindo do tom azulado com respingos de amarelo. Adorei por exemplo, uma cena em que eles estão no táxi a caminho de casa e os logos da avenida se refletem no rosto maravileeeandro da magia ruiva do Michael Fassbender. Höy!

Após assistir ao filme, fiquei pensando que despir o desejo do sexo e apresentá-lo como uma doença, não deve ter sido uma tarefa fácil, apesar do diretor ter conseguido a medida certa para esse feito. Ao contrário de decidir ignorar a “pornografia” que o assunto exigia, o que poderia ser um caminho até mais fácil, na intenção de deixar o longa mais “delicado”, a escolha em “Shame” é a de simplesmente mostrá-la de forma direta e prática, mas isso com um olhar especial, com uma plástica absurda e cheia de cuidados, que mesmo que vc se sinta em um momento de total voyeurismo naquela situação enquanto audiência, o lado sério da questão que está sendo mostrada no filme está sempre presente também, martelando na sua cabeça, como naquelas cenas lindíssimas que misturam o prazer com um sofrimento quase que insuportável do personagem principal. Algo realmente de muito impacto, além de uma beleza e sensibilidade indiscutíveis.

O legal também é que no filme, nenhuma questão foi ignorada e apesar do personagem ter suas preferências bem definidas, eles fazem questão de mostrar que para buscar a satisfação do seu desejo, uma pessoa viciada em sexo é disposta a tudo e ai está o maior perigo (pensando um pouco na prevenção até…), onde para se satisfazer ele não mede esforços e também não faz diferença entre gêneros. Aliás, muito boa a cena do personagem entrando naquele inferninho gay ao final do filme, um prato cheio para uma pessoa altamente estimulada como Brandon, não?

Como o filme escolheu tratar a patologia em si no presente e não as causas dela, não fica muito claro do porque de tudo aquilo, o que de certa forma não faz a menor diferença, mostrando apenas que a doença existe e ponto. Mas em um dos telefonemas depressivos da irmã dele perto do final do filme, fica implícito que eles vieram de um lar que talvez possa ser a fonte disso tudo. Mas não estamos aqui para apontar dedos e nem o filme, então…

O final é realmente desesperador, até que por um instante vc chega a ganhar um momento para respirar em meio a aquela tragédia anunciada, mas que ele logo se passa com o grito e o choro de desespero do personagem naquela cena “final”, mostrando toda a sua dificuldade encarando a realidade de que talvez agora, além de ainda ter que lidar com a irmã completamente carente e com um comportamento altamente perigoso fazendo parte da sua vida de forma presente (o que também pode ser uma tortura para quem sofre desse tipo de problema, gerando ainda mais conflitos dentro de uma cabeça já bem confusa), ele  tenha também a certeza  de que a sua forte necessidade (que na verdade nada mais é do que uma dependência) ainda habita dentro dele e de uma forma ou de outra, ele vai ter que lidar com o problema, ao contrário de apenas acalmá-lo momentaneamente, que vem sendo a sua fuga.

Uma discussão importante, levada na medida certa, que não nos apresenta uma solução, mas que nos faz pensar sobre o problema, que muitas vezes e em diversas sociedades, ainda não é tratado propriamente como um problema, permanecendo apenas como uma descontrole mal visto e tratado até de forma marginalizada, não sendo nunca encarado como doença, como deveria ser. Um grande filme, com grandes atuações e que vale a pena um lugar especial na nossa coleção.

ps: espero que depois dessa atuação, chova bons papéis para o Michael Fassbender. Höy! (Clap Clap Clap)


%d bloggers like this: