Posts Tagged ‘Carson Daly’

Sim Adam, mesmo com camisa florida e cara de ator pornô antigo, nós continuamos achando que você é magia confirmada

Agosto 5, 2013

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Não precisa ficar com essa cara de dúvida…

Höy!

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E aproveitando o tema “porn”, NÃO, nós não vamos dizer nada a respeito e relacionado a Aguilera completando essa mesma linha de raciocínio porque achamos pesado e desnecessário, pode deixar. Mas imaginamos algo do tipo, não podemos negar. Quer dizer, para os advogados todos nós até que podemos. (rs)

E sabe o que eu mais gosto nessa segunda imagem?

O desespero do Carson em ser aceito de uma ver por todas na turma. Tá na cara que é dele que todos eles roubam o lanche (a Aguilera não mais, porque neam, perdeu o XL em 3, 2, 1 e uma temporada) do próprio no The Voice.

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The Voice Season 4, Finale

Junho 21, 2013

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(Blind Auditions, The Battles, The Knockouts)

Não foi um final feliz, mas também não foi um final exatamente triste. Ou seja, confirmou! A Season 4 do The Voice não poderia ter sido mais morna.

Desde que começou, venho reclamando por aqui em relação a temperatura dessa Season 4 do The Voice, que tinha tudo para ter sido muito mais quente, principalmente se levarmos em consideração as mudanças que acabaram ocorrendo no reality, principalmente por parte da entrada dos novos coaches (que até que conseguiram se colocar muito bem dentro do programa e isso naturalmente), trazendo uma renovação para o mesmo, mas que na verdade, mesmo com todas as novidades essa nova temporada do The Voice poucas vezes conseguiu se manter acima da temperatura constantemente morna. Algo que além do desgaste natural de um reality de sucesso que insiste em permanecer no ar por duas vezes ao ano, muito provavelmente acabou se dando também pelo elenco visivelmente mais fraco de participantes dessa temporada, que demorou demais para que a gente realmente se apegasse a maioria. Com a exceção de um ou outro, como a Michelle Chamuel por exemplo, por quem criamos uma empatia logo de cara e que acabou se tornando uma das finalistas.

Michelle Chamuel, The Swon Brothers e Danielle Bradbery eram os três finalistas da vez, que se apresentaram em dois programas de duas horas de duração cada. Dois deles pelo super bem sucedido #TeamBlake, que é notável que tenha chegado até onde chegou emprestando boa parte do carisma do seu próprio coach Blake Shelton, que transborda simpatia em suas covinhas adoráveis e a atitude de moço semi irresponsável do interior, mas ao mesmo tempo adoravelmente paternal. Ele que defende um nicho de mercado bem específico com a sua country music, algo que poderia inclusive acabar sendo prejudicial para o mesmo por se tratar de um gênero específico, mas que o Blake com a sua aura patriarcal e risada de Papai Noel, conseguiu contornar facilmente, inclusive conseguindo nos fazer achar o seu country até que bacana, isso quando eles não tentam forçar a barra, como na participação daquela dupla de sertanejo universitário bem meio assim que acabou se apresentando durante a finale. Mas além de todo o seu carisma especial e dois competidores do seu time na finale, Blake contava também com o fator de estar fazendo aniversário durante a noite da finale dessa Season 4 e se para o UÓsher valeu apelar ao vivo para os seus seguidores do Twitter e do Instagram em um determinado momento da temporada para pedir votos para a sua Michelle (que nem estava precisando naquele momento, repito), para o Blake também acabou valendo o desejo de um pedido bem especial como presente de aniversário para aquela noite (que ele manteve a classe e o jogo limpo e não fez ao vivo durante o episódio), que caso se concretizasse, seria a sua terceira vitória dentro do programa, a segunda consecutiva e com dois finalistas do seu time permanecendo no programa até essa etapa. #HELLYEAH

The Voice - Season 4

(The Live Playoffs, Live Top 12)

A outra finalista pertencia ao #TeamUÓsher, algo que já contava contra ela mesmo logo de cara, quando descobrimos que UÓsher era o vilão da vez. Sim, não gostamos da postura “militar” do novo coach ao longo da temporada e reclamamos por aqui por diversas vezes. Diversas mesmo. Mas ao mesmo tempo, temos que reconhecer que embora megabitch, com a Michelle ele pelo menos sempre foi bem bacana. É, foi. Apesar de torcer o nariz para a ideia do UÓsher que conhecemos ao longo da temporada sair como o grande vencedor da vez, era praticamente impossível torcer contra a sua candidata para essa finale, que foi uma das poucas por quem nos apaixonamos e torcemos desde o começo dessa Season 4. Michelle não tinha algo mais, tinha exatamente algo menos. Era simples, quase desmontada, aparecia sempre com os cabelos quase que de qualquer jeito, mas ao mesmo tempo era dona de uma carisma e uma humildade linda de se ver dentro e fora do palco, além da sua voz, que embora tenha parecido até que pequena por algumas vezes (quando eu digo isso, eu quero dizer em relação a escolha do repertório, OK?), sempre nos chamou a atenção também. Sem contar que ela parecia a garota possível, aquela que dificilmente chegaria naquele palco se não fosse exatamente através da dinâmica de um reality como o The Voice, que desde sempre priorizou o talento para formar o seu time da vez ao invés de qualquer outra coisa (pelo menos a princípio) e foi bem bacana ver a America antiga comprando a ideia de que Michelle tinha realmente algo de bastante especial para nos mostrar.

Para a reta final da série eles nos prepararam dois grandes episódios de duas horas de duração cada e confesso que mesmo reconhecendo que essa não foi das melhores temporadas do The Voice (que eu inclusive acho a mais fraca até agora), acabamos ganhando dois excelentes episódios para encerrar essa morna Season 4 e tentar aumentar a sua temperatura. E já começamos com uma apresentação dos coaches novamente reunidos ao som de “With a Little Help From My Friends”, que a princípio pareceu meio desencontrada, talvez pelas constantes quebras de apenas uma frase para cada um deles cantar, mas que ao final acabou nos ganhando com as notas longas de todos (inclusive com o Blake dando o sangue nesse momento), os quadris impossíveis da Shakira (sim, ela conseguiu achar um espaço para a presença deles dentro dessa música) e o Blake cantando a line “I need someone to love” e dando aquela cutucada apaixonante no Adam, declarando explicitamente o seu amor pelo colega de cadeira vermelha que a propósito, ele nunca fez muita questão de esconder ter uma #CRUSH daquelas.

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(Live Top 10, Live Top 8)

Concorrendo pelo #TeamBlake, abrimos a reta final da competição com o The Swon Brothers entregando um outro lado da dupla e mais uma vez ao som do Eagles. Uma apresentação mais calma, com “voz de menina”, como bem disse o UÓsher (que disse também ter ficado esperando entrar o terceiro Bee Gees no palco, rs). Como o maior momento da dupla durante a temporada, eles acabaram repetindo a música da apresentação da semana passada, embora eu não ache que esse foi o maior momento da dupla durante essa Season 4, que ao meu ver deveria ter ficado por conta daquele outra apresentação também ao som do Eagles. Mas talvez fosse demais para uma única noite, então tudo bem, pelo menos não foi algo “enraizado” demais. Mais tarde chegava a vez dos irmãos Zach e Colton (acho que é a primeira vez que falamos os verdadeiros nomes deles por aqui) se apresentarem ao lado do coach de três metros de altura mais amado do momento e com uma letra divertidíssima e super cínica por sinal, com eles agora formando um trio, eles nos entregaram uma excelente apresentação. E como o Blake se diverte durante esses momentos, não? É visível na cara dele. E foi bem bacana que com o encontro do Blake com a família da dupla, acabamos descobrindo também as raízes de todo aquele humor dos meninos. Preciso dizer que apesar de não ser o meu estilo preferido, acabei simpatizando com ambos, justamente por conta de todo esse bom humor (até maiô eles aceitaram usar, vai?), muito embora eles representem algo que traduzido para a nossa realidade aqui, já estamos mais do que saturados. Sem contar que todas as apresentações deles menos country e com base no piano e voz foram lindas.

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(Live Top 6, Live Semi Final)

Ainda pelo #TeamBlake tivemos as apresentações da Danielle Bradbery, que eu continuo afirmando categoricamente como todas elas soaram praticamente como a mesma durante a temporada inteira. Ouça e preste atenção… Mas Danielle representa o sonho americano realizado, a menina linda e bem educada, com cara de princesa Disney (e entendam que quando eu digo isso, eu não acho que ela deveria ter sido punida exatamente por isso) e que além de tudo sabe cantar direitinho. E canta sim, bem direitinho, mas eu não acho que suas apresentações não tenham falhas e além disso, digo mais uma vez que além de soar sempre muito parecido a cada semana, pouco vimos ela se arriscar ou mostrar outras vertentes da sua potência vocal. Ao mesmo tempo, precisamos lembrar que Danielle é apenas uma menina que sim, pode até ter muito o que aprender ainda na vida mas nesse exato momento, avaliando apenas o presente, nunca nos convenceu muito sobre o fato de merecer ser uma das finalistas do programa, ainda mais com tantos outros talentos bem mais profissionais do que ela, que inclusive acabaram saindo antes. Mas ela parece ser uma menina bacana e apesar da aparência de Princesa Disney do Country, foi fácil perceber que Danielle era sim uma garota bem especial, pé no chão, tímida até e pouco convencida a respeito do seu talento ou em relação qualquer outra coisa que a vida lhe tenha sido mais generosa (rs), algo que também sempre nos chamou atenção a seu respeito e só por isso nunca chegamos a desaprovar totalmente a sua permanência no programa. Sem contar que ver aquela menina tão jovem, cantando tão bem ao lado do seu coach que mais parecia um pai durante aquele dueto, acabou sendo um momento bem especial para o The Voice, ainda mais com aquela letra que parecia uma declaração de amor, mas um outro tipo de amor e que foi lindo poder perceber mais uma vez o quanto o Blake se entrega para os representantes do seu time e se apega a cada um deles. Posso estar absolutamente enganado, mas aquele tipo de carinho é bem difícil de se fingir, ainda mais para um homem que com aquele tamanho todo ocupa um espaço gigantesco diante da tela. (tenho adorado os takes diretamente da sua cadeira, tipo o mega close que ele ganhou na finale, ou quando a câmera aparece por trás dele e de frente para o palco)

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Agora, pelo #TeamUÓsher, é impossível não reconhecer que a Michelle Chamuel acabou roubando a cena durante esse primeiro programa da final do The Voice. Ela que chegou bem morna repetindo o seu hit ao som da música da Taylor Swift durante a sua primeira apresentação da noite (ninguém mandou escolher uma letra da cara de alface lisa, neam?), mas que logo em seguida acabou roubando a cena de uma vez por todas ao som de “Why” da Annie Lennox, que teve um truque de espelhos super bacana no começo (inclusive o Blake ficou empolgadíssimo a respeito, rs), calando a minha própria boca a respeito de um comentário que eu já estava pronto para fazer sobre uma suposta repetição do que já vimos ela fazendo anteriormente no programa e que não foi o caso dessa vez. #SuckIt Essy! Uma performance linda, onde eu não sei exatamente o que houve, mas pela primeira vez eu consegui ouvir claramente a sua voz sem achar que ela estava menor do que deveria para a música escolhida. E ao final, o seu dueto com o próprio UÓsher ao som de “One” durante o mesmo episódio foi lindíssimo, eu diria até que foi de longe o melhor da noite, apesar de não gostar muito de ter que reconhecer isso única e exclusivamente por conta do próprio coach megabitch, mas que foi sim sensacional. Performance que confirmava que aquela primeira noite da finale realmente havia sido dela e de mais ninguém. Sorry para todos os outros, inclusive o Blake. Sem contar toda a trajetória da Michelle dentro do programa, a história de vida da sua família que conhecemos um pouco mais também durante o episódio (vou ter que reconhecer aqui que apesar de tudo, o UÓsher tem um bom gosto viu? AMEI o brunch, que depois ele chamou de jantar, rs) e ela sempre nos pareceu ser super humilde, grata a tudo o que acabou recebendo do programa, especialmente do seu coach, que pode não ser o nosso preferido (por mim nem voltava, tisc tisc), mas que também não podemos dizer que não tenha sido super bacana com ela.

Mas de especial mesmo durante o primeiro episódio da semana além das últimas apresentações de todos eles, o que nós tivemos mesmo foi a participação adorkable da Shakira, que também confirmou uma impressão que sempre tivemos dela, sendo super foufa e segurando a bandeira “Go Okies” para o The Swon Brothers, depois de óculos durante a apresentação da Michelle e finalizando com o seu chapéu de cowboy em homenagem a Danielle. Sério, #TEMCOMONAOAMAR? Não, não tem Shaks (♥) e já estamos morrendo de saudades de toda a sua doçura, sem contar que ela ainda ficou nos devendo uma apresentação fierce daquelas, não? E um outro momento que também foi lindo durante esse mesmo programa, foi a apresentação de “Home” do Edward Sharpe And The Magnetic Zeros (que eu descobri no passado por conta de Rainsing Hope até), dos finalistas do programa que do meio do nada ganharam a participação dos demais participantes de cada um dos quatro times dessa temporada. Um momento pra lá de especial com todos eles se separando em seus respectivos times mais perto do final da apresentação e nos entregando uma deliciosa despedida. Algo que eu preciso dizer também antes de encerrar esse episódio é o quanto o Blake consegue ser bacana sempre, com um ego que parece quase não existir para um artista do seu tamanho, tendo o que dizer de muito bacana não só para o seu time de finalistas, mas também para aquela que naquele momento representava o seu adversário, pouco se importando em valorizar apenas os seus interesses em jogo naquele momento, mas fazendo questão de incluir todo mundo no que de bem bacana ele ainda reservava para dizer para cada um deles, inclusive para quem não fazia parte do seu time. Algo notável dentro de um universo conhecido por seus egos inflamados e alguns altamente inflamáveis, não? As vezes fico com a impressão que naquele seu latte especial tem mesmo é açúcar, tempero, coisas fofinhas, magia e que o Blake na verdade é uma das Meninas Super Poderosas. Suspeito…

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Para o episódio final, esse com a revelação de quem seria o vencedor da Season 4 do The Voice, tivemos mais um episódio bem bacana e esse com 58 participações especiais, entre elas a Christina Aguilera que voltou para casa pela metade, magra tipo wannabe Khaleesi (mas ainda longe de conseguir alcançar a mother of dragons) e de barriga de fora. Vou repetir essa última parte para quem achou que não leu direito: “E DE RABIGA DE FORA”. Acha que foi um milagre divino? E se eu disser que Deus em pessoa também esteve no palco do The Voice? Sim, Cher esteve entre nós durante essa finale, meio medicada e bem meio assim, mas esteve e uma entidade religiosa desse nível nós temos que louvar mesmo quando ela não aparece no seu melhor estado. Mas eu me recuso a falar qualquer outra coisa a respeito de Deus, porque quero um camarote VIP na buatchy do céu então, é melhor deixar pra lá. Foi lindo. Amém! (rs) Mas a boa apresentação dos convidados da noite ficou mesmo para o Bruno Mars e sim, vocês já podem começar a me julgar em 3, 2, 1, porque eu realmente achei e disse isso. Está gravado.

Como apresentações finais dos finalistas dessa Season 4 tivemos algumas parcerias com seus artistas preferidos, além do retorno de alguns rostinhos conhecidos escolhidos por cada um deles para se apresentarem em conjunto, além da apresentação dos grupos de meninos e meninas daqueles que sobraram, rs. E nessa hora, quem acabou se dando melhor novamente foi a Michelle Chamuel, que fez um dueto lindo com o One Republic ao som da excelente “Counting Stars”, que foi sensacional e eu não consigo parar de ouvir nunca mais. Inclusive estou ouvindo agora por isso, deixa acabar o refrão porque eu sempre me empolgo nessa parte, rs.

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Além disso, os momentos mais legais desse final de temporada ficaram mesmo por conta dos vídeos que sempre são clássicos nas finales do The Voice e dessa vez, todos eles foram praticamente protagonizados pelo aniversariante do dia, Blake (♥) Shelton, que mesmo do alto dos seus mais de três metros de altura de pura foufurice country y’all, conseguiu se tornar algo ainda maior e ainda mais foufo. O primeiro foi marcado pela volta do assunto “bromance” entre ele e o Adam, que durante essa temporada ficou abalando com a chegada do novo sabor do programa e se você está achando que estamos falando da Shakira, você está bem enganado, porque o novo interesse do Blake realmente acabou sendo o UÓsher. Com um vídeo delicioso e extremamente bem humorado, eles nos ilustraram perfeitamente o quanto a dinâmica desse famoso bromance da mitologia do The Voice acabou mudando ao longo da temporada, algo que deixou o Adam visivelmente com ciúmes (rs, mas é verdade…), mas ao final do vídeo, ganhamos a declaração do Blake que o seu coração ainda pertence ao Adam, que o retribuiu o gesto com uma sentada no colo do amigo. Sério, não estou brincando e sim, me imagino automaticamente sentando na outra perna do Blake. “I brove you both”. #HELLYEAH

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Tivemos ainda um outro vídeo também super bem humorado, com os três coaches da ala masculina do programa tentando soletrar ou decifrar o significado de algumas palavras em inglês ditas pela Shakira ao longo da temporada e novamente o Blake acabou roubando a cena com o seu bom humor que deve ser exatamente do tamanho que nós imaginamos que ele tenha pessoalmente enquanto gigante. Mas esses dois vídeos não foram nada quando comparados a um outro deles, esse com as “imagens perdidas” das técnicas de coach do Blake, fazendo uma brincadeira super bem humorada e absolutamente debochada com os métodos utilizados pelo seu adversário nessa reta final, UÓsher e foram momentos que eu confesso que me arrancaram gargalhadas incontroláveis. Sério, quando ele apareceu com aquele espelho gigante para a Danielle, eu quase perdi o ar de tanto que eu ri. Por isso eu repito, #TEMCOMONAOAMAR o Blake? NÃO, NÃO TEM (♥ – em caixa alta devido a sua altura)

Até que chegamos ao anúncio dos resultados finais dessa Season 4, que até esse momento pareciam ser bem favoráveis ao UÓsher, mesmo estando o Blake com a maior vantagem no jogo. Em terceiro lugar tivemos o The Swon Brothers, que foi a dupla que conseguiu chegar mais longe no programa e eu confesso que antes deles eu sempre achei a questão das duplas algo bastante difícil de se aceitar no The Voice, algo que eles conseguiram mudar e merecem todo crédito por isso. Mereciam inclusive ter ficado em segundo lugar pelo menos, caso os resultados finais fossem outros. Em segundo lugar e para a nossa total surpresa nessa reta final, tivemos a Michelle Chamuel, infelizmente, que tinha tudo para ganhar essa temporada por todas as razões desse mundo exceto pelo seu coach (a quem eu gostaria de atribuir a derrota. Perdeu porque todo mundo percebeu que você é megabitch, UÓsher…), deixando o primeiro lugar dessa Season 4 do The Voice para a Danielle Bradbery, que obviamente ficou bem nervosa, praticamente sem conseguir acreditar muito em tudo aquilo, sem conseguir inclusive sequer cantar no final (e a mãe dela cantando a letra da música para ver se ela pegava? #TEMCOMONAOAMAR? Aliás, sacanagem colocar a pessoa para cantar nessa hora, não?), o que provou que ela não era uma Princesa Disney e sim humana e abrindo espaço para o nosso gigante de três metros de altura subir novamente ao palco, saindo mais uma vez como o coach vencedor da temporada. Go Blake! Go Blake! #TeamBlake

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É claro que lamentamos o fato da Michelle não ter levado o maior prêmio para casa, algo que seria difícil de aceitar por conta do seu coach megabitch, mas que ao mesmo tempo se tornava algo bem menor a cada semana em relação ao seu carisma e talento. Mas ao mesmo tempo também, além de ter sido super compreensível a vitória da Danielle Bradbery, que representa o tal sonho americano da filha que todo mundo gostaria de ter em casa (inclusive o próprio Blake. E como ela errou o vestido de sweet sixteen na finale, não?) e apesar de ter sido uma escolha óbvia e da gente até ter torcido mais para o The Swon Brothers que também pertencia ao #TeamBlake do que para ela, é quase impossível não acabar feliz de qualquer forma por ver o Blake levando mais essa, por mais cansativo e prejudicial que isso possa ser inclusive para o próprio dentro do programa. Arrisco em dizer que o carisma do Blake acabou se tornando algo que talvez a essa altura já possa ser considerado maior do que qualquer outra coisa dentro do programa e vai ser bem difícil conseguir ganhar qualquer coisa dele, viu? Apesar de entender todo o apelo da Danielle em relação a America antiga e de reconhecer o seu talento (ela que imediatamente já assinou com a gravadora da Taylor Swift, que eu suspeito que ofereceu o contrato só para não deixar que ela se tornasse maior do que a própria Taylor… sabe aquela história de manter o inimigo por perto? Então… mas ela disse também que quer o Blake envolvido no seu trabalho então, veremos o que vai dar), é impossível não desconfiar que essa vitória não tenha chegado apenas como um merecido presente de aniversário para aquele que a gente adoraria que fosse o nosso próprio coach.

E assim encerramos a temporada morna do The Voice, que para fazer justiça a sua temperatura, não poderia ter um final melhor. E apesar de reconhecer que o programa talvez já esteja precisando se renovar de alguma forma e o óbvio a essa altura seria mesmo umas férias forçadas para o Adam e o Blake durante pelo menos uma das próximas temporadas, como ganharam o Cee Lo e a Christina Aguilera (que voltam para a Season 5, mas saem logo em seguida para a volta da Shaks e do UÓsher durante a Season 6), confesso para vocês que esse continua sendo um dos realitys que eu mais gosto de assistir sem perder nada, mesmo quando não é tão bacana assim.

Red red red red red red redneck!

 

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The Voice Season 4, Live Semi Final

Junho 17, 2013

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Chegamos a reta final da temporada mais morna do The Voice até aqui e podemos dizer que todos os nossos medos se confirmaram nessa fase decisiva da Season 4. Sim, quase dormimos por boa parte da temporada se não fossem os hits que sabemos cantar e de vez em quando até coreografar e um ou outro candidato que acabamos nos apegando de qualquer forma, mas nessa reta final, acabamos ganhando um pesadelo daqueles, que começou semanas atrás, quando a Sarah Simmons e a Judith Hill acabaram sendo eliminadas e a partir disso passamos a considerar que realmente qualquer coisa poderia acontecer daqui pra frente.

E já começamos a semana com os dois pés esquerdos, com uma performance praticamente interminável do UÓsher que só valeu mesmo pelo seu “moonwalk” perto do final da apresentação que foi bem sensacional (além de engraçado, vai?). Fora isso nos recusamos inclusive a aplaudir mesmo apenas com uma palma o coach megabitch da vez, apesar de sentir quase que como uma premonição que talvez teremos que engolir algo a seu respeito muito em breve. Mas chegaremos a esse ponto depois.

Além disso tivemos uma volta pra casa de cada um dos competidores que voltaram a suas origens para uma visita rápida, experimentando de perto e em casa o efeito “The Voice” em suas vidas e carreiras. Esse que é sempre um momento bem bacana do programa, onde podemos conhecer um pouco mais de cada um deles, além de conhecer também suas origens, algo que eu considero bem importante a essa altura do programa. Sem contar que durante o programa com o anuncio dos finalistas, tivemos saudosas visitas do Nicholas David e do Terry McDermott, com ambos candidatos da tão saudosa quanto Season 3, lançando seus singles no palco do programa. (por falar nisso, gostei dos dois singles, mas o do Terry eu achei bem especial viu?)

Pelo #TeamBlake, o único ainda com dois candidatos na disputa, começamos com uma boa performance do The Swon Brothers, que eles dedicaram a todos os músicos que acompanharam a dupla por todo esse tempo. Uma performance que eu diria até que foi um pouco mais “rocker” do que country e que foi bem bacana, mas não foi nada quando comparada a segunda apresentação da dupla no programa, muito provavelmente inspirados pela volta a casa, onde eles acabaram ganhando em sua cidade uma semana inteira dedicada a dupla, além da tal foto no hall of fame do lugar onde ambos trabalham, que eles haviam comentado um dia desses sobre o fato de ter inclusive uma foto do Blake no começo da carreira e o quanto eles desejavam receber o mesmo reconhecimento um dia. Confirmou! Essa segunda performance foi bem mais calma, também menos country (com menos características country, apesar das raízes estarem evidentes na dupla o tempo todo), basicamente a base de voz e piano. Algo que foi o suficiente para garantir aos irmãos uma vaga na final, a primeira ocupada por uma dupla dentro do programa. #HELLYEAH

Ainda pelo #TeamBlake, tivemos a Danielle Bradbery voltando para casa, de volta a escola onde ainda estuda, também sendo recebida como a grande estrela da cidade. O bacana nessa hora foi perceber que Danielle é realmente uma menina bem pé no chão, centrada e super bem resolvida quantos suas questões familiares, que ficaram evidentes durante a visita a sua casa e mais tarde naquela sua performance no estádio local. Danielle que apesar do apoio e campanha, acabou fazendo uma primeira performance bem meio assim (continuo achando que ela soa a mesma a cada semana, corretinha, mas só aquilo mesmo, sabe?), mas acabou nos ganhando completamente com a sua segunda performance, dedicada ao vivo para os pais que estavam no palco (juntos, um ponto a se ressaltar) e que realmente foi um momento super carinhoso dela e do programa e que ao mesmo tempo não conseguimos entender até agora como é que ela consegue lidar tão bem com tamanha emoção. Sério. Dessa forma, Blake repetiu o feito da Season 3 e garantiu com as performances de Bradbery a segunda vaga da noite para a final, restando apenas mais um espaço para os demais concorrentes.

No #TeamAdam tivemos a Amber Carrington se esforçando, ganhando inclusive o aval da própria Katy Perry (faz ao vivo um dia desses essa mesma música no The Voice, Katy? Faz? Te desafio!) para cantar “Firework” (morro de preguiça, ZzZZZ), que na verdade acabou não acontecendo para ela. Não foi ruim, mas foi só mais uma apresentação, sabe? Seu homecoming também foi bem bacana, mas só eu fiquei assustado com a quantidade de irmãos dela? Talvez seja a inveja de um filho único falando mais alto nesse momento. É, provavelmente sim. Em sua segunda apresentação da noite, Amber voltou a nos ganhar ao som de “Sad” do próprio Maroon 5, que ela executou lindamente e me fez inclusive ficar interessado pela versão original da música, que nunca tinha ouvido, para ser bem sincero. O problema é que novamente Amber apesar de ter se saído muito bem, não repetiu o seu momento “Skyfall” do passado e talvez por isso ela não tenha conseguido a sua sonhada vaga na final, sendo uma das eliminadas da vez, para desespero do Adam, que não ganhou dessa vez a chance de empatar com seu nemesis, o Blake.

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Shaks veio com seu #TeamShakira armado até os dentes com todo o talento da Sasha Allen, que divou durante toda a noite como ninguém mais divou, SORRY! (em caixa alta e piscando, tipo o letreiro dela mesmo mais tarde no programa) Sasha que teve um homecoming mais tranquilo, muito provavelmente por se tratar de uma moradora de NY e não de uma cidade menor qualquer onde as coisas acabam obviamente ganhando uma outra proporção. Mas foi bem foufo vê-la buscando a filha na escola, bem normal e pé no chão, tentando parecer forte mas desabando no choro logo em seguida. Sasha que dedicou um dos maiores hinos da voz da Whitney (não dela, mas mega conhecido por sua inesquecível interpretação) para os filhos e chegou angelical no palco, toda de branco, com arpas e uma performance digna de uma grande diva. Sério, sem o menor exagero.  Na seguida tivemos o seu segundo momento, esse muito mais animado, com a “Sasha Disco” ao som de Donna Summer e uma coreô profissional e animadora, com grandes letreiros ao fundo deixando a sua grande marca no palco do The Voice. Mas infelizmente, toda a grandeza da sua voz e performances inesquecíveis que divaram ao longo da temporada, não foram o suficiente e Sasha também acabou sendo eliminada, encerrando a chance da Shaks de ganhar essa temporada do programa. Shaks que inclusive estamos aguardando ansiosamente por uma performance dos seus quadris que dizem não mentir e ficaremos completamente insatisfeitos se isso não acontecer durante a finale do programa. Por favor hein, produção? Queremos cabelo de leoa selvagem e contorcionismo no palco, apenas.

O que nos leva ao óbvio de que o #TeamUÓsher acabou ficando com a última vaga entre os finalistas, garantida pela Michelle Chamuel. Ela que também teve um homecoming super emotivo, cheio de significados e lágrimas e nos entregou duas boas performances durante o primeiro programa da semana. Mas foram apenas boas, vai? A primeira com menos apelo popular, mas forte, com vocais bacanas, apesar de ainda achar a sua voz fraca em alguns momentos (engraçado que naquele estádio com ela cantando ao vivo e de cara limpa, eu achei tudo lindo!), principalmente quando ela usa aquele timbre mais suave, que mais parece parte da sua respiração e pouco conseguimos ouvir o que ela estava realmente cantando. A segunda poderia soar como qualquer outra coisa, com Michelle dedicando mais um hit da Cyndi Lauper para o seu coach, UÓsher, que vindo dela me pareceu ser bem sincero e por isso deixamos passar. Isso e o fato da tal apresentação ter sido encerrada tão dramaticamente, que foi o que me fez despertar e acabar gostando da mesma. Fato é que Michelle representa o impossível em uma competição como essa, um legítimo underdog, diferente até do que foi o Nicholas David durante a temporada anterior, que teve um papel semelhante até e entendemos perfeitamente o seu grande apelo dentro da competição, algo que junto com o seu inegável talento, justifica e muito a sua vaga como finalista dessa Season 4 do The Voice e pelo andar das coisas, não duvidamos nada que ela saia como a grande vencedora da temporada, embora a ideia de ter o UÓsher como o campeão não seja nada agradável. Mas Michelle é mais legal do que ele, então talvez a gente até deixe passar…

Ao mesmo tempo, precisamos reconhecer que além dessa ter sido uma temporada bem morna do The Voice, o programa vem se tornado cansativo por conta de seus resultados cada vez mais óbvios, onde perto do final, outros fatores acabam se tornando mais importantes do que o talento de cada um dos competidores que vão sobrando dentro do programa e isso não é de hoje que sempre acaba acontecendo. Dessa vez, de um lado temos o novato megabitch UÓhser, apelando ao vivo para os seus seguidores em redes sociais votarem na sua candidatada, algo que até hoje eu não consegui engolir (e acho que o Adam também não), usando métodos bem meio assim de treinar seus competidores, além da postura política passiva agressiva que é bem difícil de engolir e que infelizmente é dele o ticket de ouro da temporada. E do outro temos o Blake, que quando não é absolutamente patriarcal com a sua risada de Papai Noel em alto (bem alto) e bom som, parece um irmão mais velho, do tipo que a gente adoraria ter por perto sempre. Nesse caso, acho que o seu carisma acaba contando e muito a favor dos seus competidores, onde querendo ou não, acabamos torcendo por eles muitas vezes apenas por conta do próprio Blake. Como nessa final por exemplo, que a gente adoraria que ele saísse como o vencedor mais uma vez, apenas para não dar esse gostinho já quase certo para o UÓsher, mas que ao mesmo tempo acabaria desgastando e muito a fórmula do programa, onde caso isso realmente aconteça, talvez seja a hora de considerar uma pausa dele e do Adam para as próximas temporadas, dos quais nós vamos sentir uma imensa falta, mas ao mesmo tempo achamos que podemos nos beneficiar e não ver um dos nossos programas preferidos ever se transformar em algo mais do mesmo. Renovar é preciso e esse não seria o nosso adeus Blake + Adam, fiquem tranquilos, seria apenas umas férias mesmo.

E essa semana só nos resta mesmo é torcer. Se eu arrisco um palpite? Acho que vai dar 1- Michelle 2- Danielle (que eu acho que deveria ser a terceira em qualquer um dos cenários) 3- The Swon Brothers, mas só para não deixar o UÓsher feliz e garantir mais essa vitória para o ego inflado dos 3 metros do Blake, eu gostaria que fosse 1 – The Swon Brothers (meu histórico como um ótimo – auto avaliação – “mixtaper” indo por água abaixo agora, rs) 2 – Michelle  3 – Danielle, apesar de me sentir como uma criminoso torcendo contra a Michelle apenas por causa do UÓsher. (mas estou confiante que ela ganha. Já repararam como ela é sempre a primeira a ser salva? Por isso vou acabar ficando feliz de qualquer jeito, eu sei)

Veremos….

 

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The Voice Season 4, Live Top 6

Junho 10, 2013

The Voice - Season 4

Semaninha difícil essa no The Voice, hein?

Não sei se porque boa parte dos meus candidatos preferidos dessa Season 4 já foram eliminados, alguns inclusive inexplicavelmente, mas nenhuma semana foi tão custosa quanto essa das apresentações do Top 6. Se a temporada até aqui estava bem morna, uma reclamação recorrente ao longo da mesma, nessa semana eles realmente esfriaram de vez, tanto que a eliminação foi super óbvia, quase preguiçosa e totalmente previsível. Sem contar que foi quase desanimadora, com o anúncio de que dessa vez, apenas um deles seguiria para casa, talvez pelo susto que acabaram tomando na semana passada, quando duas das maiores e melhores vozes dessa Season 4 do The Voice acabaram se despedindo. Mas não deveriam ter pensando nisso antes?

E de certa forma, bastava fazer as contas para se ter uma ideia do que poderia acabar acontecendo essa semana, já que os números eram Shaks, Adummy e UÓsher com apenas 1 representante em cada um de seus times e o Blake com uma larga vantagem além dos seus três metros de altura (Höy!), com 3 participantes ainda sobrevivendo em seu time, retendo metade do atual elenco da temporada e a transformando praticamente em um semi mini festival country. Claro que a essa altura não há regras em relação as eliminações a não ser o apelo popular de cada um deles (e a ajudinha de alguns coaches nas redes sociais, como vimos o UÓsher fazendo covardemente recentemente), mas estava mais do que na cara que o #TeamBlake tinha grandes chances de não permanecer o mesmo por mais uma semana consecutiva.

Essa semana também eles tiveram a chance de se apresentar duas vezes no palco, sendo uma delas a partir de uma escolha própria de repertório e a outra obedecendo a escolha de seus coaches. Nesse caminho, com o time do Blake assumidamente country, tivemos uma tomada do palco pelo seguimento, que acabou reinando durante essa semana e talvez por isso tenha sido tudo tão meio assim (justifico aqui a minha falta de conhecimento e ou interesse no assunto). Mas não foi só isso e acho importante que os outros coaches se atenham mais aos detalhes porque dessa vez, tomando um espaço que havia sido do Adam durante a temporada anterior, Blake veio apostando tudo na teatricalidade do seu time, com performances grandiosas e cenários de longe muito mais elaborados do que qualquer um dos demais concorrentes e essa diferença entre eles, além do número muito maior de performances por conta de um time com mais integrantes (o seu time foi responsável por seis delas por exemplo, fora aquelas em grupo ou em dupla que sempre acabam acontecendo) ficou visível a diferença e o cuidado que todas elas acabaram recebendo a mais por parte do Blake do que os outros participantes receberem de seus respectivos coaches. Será que existe cota?

Como sobrevivente do #TeamUÓsher tivemos a Michelle Chamuel nos entregando uma dos grandes hits do Keane, mas apesar de ainda se identificar como uma artista indie (algo que nunca me pareceu muito justo porque não foi como conhecemos a candidata ao longo da temporada), Michelle não conseguiu convencer se arriscando dentro desse tipo de repertório. A voz permaneceu pequena, contida, com um vibrato estranho (pra mim) em determinados momentos e uma dramaticidade que não convenceu, apesar de ter sido aplaudida e muito até, provando que o carisma é realmente muito importante nessas horas. Algo que se repetiu durante sua segunda apresentação da noite, essa bem mais dentro do que ela tem proposto ao longo da temporada, dessa vez ao som de Taylor Swift, que nos agraciou com a sua presença e carisma de uma alface lisa durante os ensaios. ZzZZZ. Mas essa foi uma apresentação bem superior a primeira, mais solta e dentro do que imaginamos Michelle fazendo dentro da sua carreira, o qual ela deveria assumir mais ao invés de tentar ser vendida como uma artista indie, que parece ter mais a ver com a sua personalidade do que com a sua música.

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Adam veio magoado essa semana, mas tentou se conter depois da sua declaração “super polêmica” dizendo que odiava a America antiga pelos resultados que afetaram o seu time durante a semana anterior (e quem não odiou, incluindo a própria America antiga nessa questão, hein?). Mas foi bacana vê-los não levando nada daquilo a sério, ao contrário da imprensa, que só falou disso depois do acontecido, algo que eu cheguei até a considerar que talvez acabasse o prejudicando de alguma forma. Mas Amber Carrington, a única sobrevivente do #TeamAdam a essa altura (a última escolha dele para o seu time no começo da temporada e pela qual nenhum dos outros se interessou no passado, tisc tisc), também é dona de um talento inegável, mesmo que a princípio ela não tenha nos convencido tanto assim do que seria capaz de mostrar. Apesar do seu grande momento ao som de Adele durante o episódio anterior, Amber foi prejudicada pelo repertório, bem meio assim, apesar de ter sido lindo o Adam escolhendo algo do Skid Row para que ela se apresentasse durante essa semana. Duas apresentações fracas diante do poder que havia aparecido no seu momento anterior naquele palco, mas muito bem executadas e OK, apesar do figurino pavoroso da sua segunda performance da noite. (#CREDINCRUZ)

Shaks parece que vem criando realmente a nova Sasha Fierce, porque a sua Sasha Allen tem estado #UNFIRAH naquele palco. Cantando Aretha, de amarelo, Sasha esteve linda, com aquela voz poderosa de sempre, nos hipnotizando com o seu talento que de vez em quando chega a assustar em meio ao seus berros durante suas performances, que sim, assustam, mas não irritam, muito pelo contrário. Na sequência, foi a vez dela mostrar realmente a que veio e talvez quem ela sonha em ser um dia, com uma performance extremamente sexy para o #TeamShakira, com direito a uma despida no palco, botas pretas até as coxas (Blake ficou animadíssimo e só eu acho que toda vez que a Sasha canta qualquer coisa mais assim, o UÓsher fica tentando esconder uma provavel ereção? Shaks também, mas essa não se importa em mostrar, rs) e uma letra cheia de rancor, que todos nós gostamos de cantar nos imaginando exatamente naquelas condições (ela cantando para o Adam no final foi ótimo e as provocações do Carson com ele a respeito da Sasha já ter sido do seu time também, rs). Eu pelo menos confesso da minha parte que sim, rs. #HELLYEAH

No #TeamBlake tivemos as performances mais bem trabalhadas da noite, com cenários sensacionais e super bem produzidos, mas que ao mesmo tempo acabaram deixando a desejar em seu repertório e força. Holly Tucker voltou acreditando que ela tinha uma personalidade mais forte do que aparenta ter e alguém realmente precisava avisá-la que se essa personalidade realmente existe dentro dela, anda tão escondida que até agora não conseguimos encontrar. Danielle Bradbery já nos provou que é exatamente aquilo, uma menina de 15 ou 16 anos que sabe cantar direitinho, mas só aprendeu a cantar de um único jeito, sem explorar novas nuances ou diferentes vertentes com a sua voz, algo que é visível que ela ainda precise de mais experiência para adquirir com o tempo e por isso também foi bem chatinha durante essa semana, apesar de aparentemente ser a nova queridinha da America, desde que apareceu pela primeira vez no programa e talvez inclusive seja uma das possíveis finalistas. Se cuida Taylor Swift! Já o The Swon Brothers essa semana fizeram uma excursão para o interior do interior e estiveram praticamente regionais em suas performances, que apesar de muito bem executadas (aquele Salloon da primeira delas foi ótimo) como sempre, também não chegou a empolgar ou nos impressionar como eles fizeram quando se arriscaram ao som de Eagles um dia desses. Mas para ser justo, quando em “trio”, contando com a participação da Holly durante o episódio da terça, eles estiveram todos bem melhores. E como se o #TeamBlake já não estivesse super completo e praticamente dominando essa etapa da nova temporada, ainda tivemos o retorno da Cassadee Pope, vencedora da Season 3 (ela que teve o Blake como seu coach) para o palco do The Voice, cantando seu primeiro single. Boa sorte, Cassadee! (e o Blake pedindo votos para ela foi ótimo também!)

E com performances bem meio assim, se a gente já não contasse que o #TeamBlake acabaria sendo obviamente o time prejudicado da vez, talvez a gente até ficasse em dúvida sobre quem deveria ser eliminado durante essa semana, exceto pela Michelle e a Sasha, que definitivamente tiveram seus momentos de destaque essa semana (algo que vem se repetindo com frequência, apesar daquela performance completamente meio assim das duas como dupla ao som de Madonna antiga durante o segundo episódio da semana), mas a vaga para uma excursão para o olho da rua dessa vez acabou sobrando para a Holly Tucker, que apesar de super talentosa e dedicada, realmente deixava e muito a desejar em termos de carisma e nunca conseguiu nos convencer do contrário. Sorry Holly! Para ser bem justo, essa foi a eliminação que deveria ter acontecido durante a semana anterior, com apenas um deles saindo e esse um sendo a Holly…

Agora restam apenas 5 e algo me diz que essa semana talvez um deles acabe sem ninguém em seu time. Veremos…

 

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The Voice Season 4, Live Top 8

Junho 3, 2013

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OMFG! O que aconteceu essa semana com o The Voice, minha gente? Se esses não foram os dois melhores episódios dessa Season 4, pelo menos eles certamente foram os mais surpreendentes. E injustos também. #HELLYEAH

Nossas reclamações a respeito de uma temporada morna praticamente desapareceram e dessa vez não pelo drama do ar condicionado de um dia desses e sim por tudo o que acabou acontecendo no programa. Além de performances verdadeiramente boas e um resultado praticamente inacreditável, essa semana no The Voice tivemos também o atraque entre o Carson e o UÓsher, que nos rendeu boas risadas e acho que podemos dizer que o Carson nunca esteve tão solto naquele palco.

Sim, Carson estava UNFIRAH chamando o UÓsher de “Urkel”, que devolveu a provocação chamando o Carson de “Jimmy Neutron” e a partir dessa briga de meninos de 10 anos no intervalo do colégio nasceu uma batalha que parece que não teve fim, com o Carson perguntando ao vivo se estava tudo bem entre eles depois do acontecido e o UÓsher, que novamente veio vestido para a guerra e naquele momento certamente estava pensando em pelo menos 245 formas de silenciar o adversário só como o olhar por ter trazido o assunto de volta a tona, disse que só reagiu porque ele começou e o Carson respondeu dizendo que ele terminou e o UÓsher praticamente finalizou dizendo que quando o Carson quiser, ele está pronto. Só faltou bater no peito, tirar os brincos e os apliques do cabelo e dizer “cai dentro!”. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e começar a gritar “Briga! Briga! Briga!” igual nas reprises intermináveis dos filmes da Sessão da Tarde?

E alguém precisa dizer que o UÓsher jogou super baixo essa semana, não? Tendo apenas um candidata em seu time, o coach megabitch da vez não se fez de rogado e apelou ao vivo para os seus seguidores do Instagram e do Twitter votarem na Michelle Chamuel, que nem precisava disso porque fez uma performance excelente, o equivalente ao seu momento “True Colors” de outro dia, só que bem mais vibrante e de forma mais trabalhada (muito bem trabalhada por sinal). Foi horrível e é claro que como as mídias sociais tem um poder gigantesco nessas horas, Michelle acabou sendo salva, o que injustamente e principalmente depois de acompanhar as eliminações do programa, nos fazem questionar se ela foi salva (a primeira da noite inclusive) por seu talento mesmo ou pelo poder que UÓsher pode exercer a seu favor nesse tipo de mídia. Resultados como esses nós sempre vimos acontecer em votações abertas ao público, mas que em me lembre, eles todos até já chegaram a pedir para a “America” de forma geral, para salvar seus candidatos, mas não me lembro de nenhum dos coaches apelar desse jeito como o #UÓsher fez. Shame on you UÓsher, shame on you!

Se o UÓsher acabou apelando para o lado sujo e injusto desse tipo de competição, Shaks veio essa semana depositando todas as suas esperanças na sua única candidata, a talentosíssima Sasha Allen, que a cada semana tem sido uma delícia de se acompanhar no programa, além de contar com o apoio de todo o carisma da sua coach, que a cada novo episódio parece ser mais querida. Ela que infelizmente essa semana acabou cantando um dos hits do UÓsher, que não merecia a homenagem, mas que pelo menos bastou para a sua permanência no programa. E na hora em que o Carson anunciou o seu nome como uma das finalistas do Top 6 para essa semana, nenhuma reação nesse mundo poderia ter sido mais legal do que a da Shakira, que não sabia nem o que fazer com tudo o que ela estava sentindo naquele momento e o cabelo quase encrespou de novo, tamanha emoção. Sério, ela rezando visivelmente aflita e depois pulando da cadeira como se tivesse recebido uma entidade do Pula Pirata, foi simplesmente SENSACIONAL! Clap Clap Clap Shaks, queremos vê-la na final com a sua Sasha. (acho tão bonitinho quando ela chama sua candidata assim)

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Blake abriu a semana com uma performance do seu novo single e foi um ótimo momento também. Não sei, sou suspeito para falar porque eu gosto do Blake desde sempre e de graça, mas ele no palco, mesmo quase imóvel e mandando um rap (tinha visto ele fazer o mesmo naquele prêmio country de outro dia) mexe com a gente, se não for pelo orgulho & carinho que sentimos por ele, deve ser mesmo pela magia dos seus 3 metros de altura country. Höy! Sorry Miranda… Em seu time, tivemos novamente uma série de excelentes performances e essa semana o #TeamBlake veio apostando tudo na cenografia, que foi realmente excelente para todos eles. E falando em casamento perfeito entre a música e o cenário, o que foi a apresentação do The Swon Brothers ao som de Eagles? Não sei se por conta dessa ter sido uma das poucas do repertório do #TeamBlake que eu já conhecia, mas achei tudo maravileeeandro durante aquela apresentação, que pra mim foi a melhor da dupla até aqui. Dupla que é difícil de admitir porque parece com uma série de outras coisas que nós já vimos e ouvimos por aí (inclusive por aqui, no Brasil), mas temos que reconhecer que é bem boa sim, apesar dessa não ser a nossa preferência. Só achei que a Holly veio muito Sarah Simmons essa semana e aquela Danielle precisa cantar urgentemente alguma coisa que a tire desse nicho teenager da fazenda de sempre. De qualquer forma, com performances bem bacanas e gostosas de ser ver, o #TeamBlake permaneceu intacto, com seus três integrantes seguindo para o Top 6. Y’all!

Adam, pobre Adam. A medida em que eu vou observando o Adam no The Voice, vou achando cada vez mais que nós dois temos inúmeras semelhanças no tipo de humor e sensibilidade. Me liga Adam, precisamos fortalecer essa amizade, ok? #BROSBEFOREVOICES. Mas essa semana, as coisas não estiveram nada boas para o #TeamAdam e isso infelizmente, porque suas três candidatas fizeram excelentes performances durante o programa da segunda, certamente estando todas elas entre as melhores da noite. É, mas parece que a America antiga andou discordando e nada foi mais honesto do que ao ver o seu time sobrando quase por completo na eliminação da última terça, Adam ter soltado um “I hate this country”, que foi mais ou menos o que todos nós sentimos naquele momento (e espero que a America antiga supere esse desabafo dele e não comece com certa implicância). Aposto inclusive que ele deve acusar o UÓsher pelos resultados desse episódio. Pelo menos eu acho que ele deveria…

Em seu time, Judith Hill veio profissional de tudo, com um repertório meio assim, fato, com base eletrônica e soul, que funcionou melhor para ela só na parte mais “soul” mesmo. Ainda assim, ela fez uma apresentação excelente, com cara de profissional mesmo, como se fosse uma das artistas convidadas para o episódio da semana e não uma participante. Mas alguma coisa em seu discurso já anunciava que aquele risco a essa altura realmente custaria a sua permanência no programa, algo que infelizmente se concretizou mais tarde no programa seguinte, na dupla eliminação mais injusta da temporada até agora. Depois tivemos a Sarah Simmons, fazendo uma apresentação maravilhosa ao som do mega hit do Gotye “Somebody That I Used To Know”, com uma cenário lindo e toda a potência da sua voz, que consegue ser totalmente delicada e absolutamente poderosa ao mesmo tempo, como eu não canso de repetir por aqui. Mas novamente de forma inexplicável, Sarah também acabou sendo eliminada, deixando o #TeamAdam apenas com a Amber Carrington, que ao longo do programa tem nos mostrado o seu valor, mas que definitivamente não seria em quem a gente apostaria como finalista desse time (lembrando da sua audição, a gente realmente não apostaria). Apesar da mágoa de ver duas de nossas candidatas mais queridas abandonando a competição tão cedo, é preciso reconhecer que a Amber cantando “Skyfall” da Adelle foi de arrepiar, em uma execução perfeita do começo ao fim que merece todo o nosso respeito e reconhecimento. Clap Clap Clap!

Acho importante dizer que no episódio da terça, aquele com as eliminações e que por esse motivo (além de ser mais curto) quase sempre tende a ser mais chatinho, tivemos excelentes performances no formato de duetos, com algumas duplas improváveis como a Judith Hill + Michelle Chamuel ou a Sasha Allen + The Swon Brothers, que foram excelentes também quando junto no palco.

Assim, encerramos a semana bem tristes, com apenas 6 candidatos seguindo nessa Season 4 do The Voice: Michelle Chamuel, que poderia ter passado por essa semana de forma mais honesta e isso não por culpa dela (blame UÓsher), Sasha Allen, que a gente vibrou junto com a Shakira por ter permanecido (e duvido que alguém tenha ganhado na empolgação daquele momento, rs), Amber Carrington, a última peça do #TeamAdam que fe por merecer a sua vaga depois dessa belíssima performance da semana e o #TeamBlake permanecendo intacto pela terceira semana consecutiva, com o The Swon Brothers (os únicos meninos da competição), Danielle Bradberry (que se sair o Blake chora e depois infarta) e a Holly Tucker, que eu fico morrendo de pena porque toda vez fica entre as últimas aguardando os resultados e que eu achei bem bonitinho o detalhe que o Blake chegou a mencionar durante o episódio da segunda, sobre o fato dela permanecer estudando, mesmo estando no programa.

Só não aceitamos perder mais um diva na próxima semana. Isso NUNCA, JAMAIS!

 

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The Voice Season 4, Live Top 10

Maio 27, 2013

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Mais uma semana de apresentações ao vivo no The Voice e mais uma semana onde dois candidatos de qualquer um dos times fazem suas malas e seguem o rumo da porta da derrota. É, a competição já se aproxima do final e essa semana foi a vez do Top 10 apostar tudo em suas performances, tentando desesperadamente a permanência no programa.

Os destaques dessa semana que deveriam ter ficado por conta das apresentações de Shakira e UÓsher ao lado de seus respectivos times, acabou sendo prejudicado pelos acontecimentos em Oklahoma com a passagem daquele tornado pavoroso e por esse motivo, de forma bastante respeitosa até, tivemos apresentações bem mais contidas no segundo programa da semana, que estava em um clima mais triste devido a tudo o que aconteceu no dia anterior. De qualquer forma, ganhamos uma apresentação linda do casal Blake e Miranda Lambert, interpretando aquela música que a gente sabe o quanto significa para o Blake (uma música especial que ele fez para o irmão que morreu anos atrás) e que foi cantada praticamente inteira pela Miranda, com o marido visivelmente emocionado ao lado, acompanhando apenas no violão aquela homenagem simples à cidade de Oklahoma.

Mas tirando a parte triste da semana, novamente tivemos algumas boas performances durante esses dois novos episódios e mais uma vez, nossas apostas de que essa talvez se torne muito em breve uma temporada apenas feminina do The Voice só tem se confirmado, tanto pelo resultado quanto pela força do programa, que dessa vez está praticamente acumulada apenas no lado feminino. Além disso, tivemos também a volta dos co-coaches da temporada que passaram bem batido exceto pelo Cee Lo, que nós AMAMOS rever mais uma vez, claro.

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O #TeamAdam, ainda com as mesmas três candidatas da semana passada, vem se confirmando como o (meu) preferido da temporada, com as vozes femininas mais sensacionais dessa Season 4 do The Voice. Exceto por uma delas, que ainda figura no #TeamShakira, mas que já foi do Adam no passado (seu maior arrependimento, certamente). Novamente as três fizeram excelentes performances, sólidas, fortes e vibrantes. Sarah Simmons resolveu colocar seu lado rocker para fora e veio bem mais sexy do que “fada” essa semana, com uma potencia assustadora e digna da sua permanência no programa. Judith Hill fez algo que ela estava relutando para fazer, que seria uma “homenagem” ao MJ, devido ao seu histórico com o rei do pop e todos os acontecimentos que todos nós já sabemos bem a essa altura. Mas o Adam é inteligente e escolheu a música certa para que Judith fizesse sua homenagem, sem soar como qualquer outra coisa a não ser algo bem bacana. Outra que vem surpreendendo é a Amber Carrington, que não fica para trás no seu time e corresponde a todas as expectativas, mesmo com um repertório mais preguiça e sua alma country rejeitada pelo Blake (nesse que talvez seja o grande arrependimento do Blake nessa temporada, que não chegou nem a cogitar escolher a candidata…). E nessa semana, tivemos uma repetição do que aconteceu na semana passada, com o #TeamAdam permanecendo intacto novamente, continuando com suas três grandes potências.

No #TeamBlake a coisa também continua bem boa, apesar do repertório e das nossas reclamações de sempre de um universo country que eles não conseguem fugir nunca. Estou gostando que desde a semana passada, os The Swons Brothers passaram a se arriscar mais, onde ambos da dupla tem ganhado seu espaço durante as apresentações e isso vocalmente falando. Holly Tucker veio gospel essa semana, deixando transparecer um lado dela que a gente ainda não conhecia, mas já imagina como o cenário perfeito para ela, por todos os motivos desse mundo. Sem contar a coincidência dela cantar uma música com aquela mensagem naquele momento. #MEDO. Agora, é fato que desde cedo na competição, Blake só tem olhos para a sua pequena Danielle Bradbery, que como ele mesmo disse, é o seu Justin Bieber e ou a sua aposentadoria do mundo da música. Ela que mais uma vez foi ótima, mas ainda assim não foi a melhor e quando comparada com as demais candidatas mais experientes dessa Season 4, fica visível e notável que ela ainda tem muito a aprender. Mas eu não duvido nada que a nova princesa Disney acabe saindo a vencedora dessa temporada e se isso de fato acontecer, Blake já pode mesmo considerar uma aposentadoria e viver dos lucros que essa menina provavelmente ainda vai lhe render. Repetindo o feito da semana passada e do #TeamAdam, Blake também permaneceu com o mesmo time, com seus três competidores ainda em jogo para a próxima fase.

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E a Shakira, veio ou não veio de Mufasa essa semana no The Voice, hein (#CREDINCRUZ)? #TeamShakira que para essa semana tinha apenas dois competidores ainda, Sasha Allen e Khris Thomas. Sasha que é uma das nossas divas da competição e essa semana veio mais atualizada, pop e com um figurino ótimo, nos entregando uma apresentação bem bacana, sem muitos exageros e com cara de coisa nova boa. Para o Khris, além do talento indiscutível, a falta de carisma acabou finalmente pesando (até que enfim!), apesar da sua performance para essa semana ter sido muito mais solta e até “feliz”. Mas não foi o suficiente e assim ele acabou saindo da competição, deixando Shaks apenas na companhia de Sasha, com quem a gente espera que pelo menos ela chegue até a final. E sim, o UÓsher foi péssimo com ela de novo, mas essa semana ele não esteve sozinho, apesar do Adam, que também acabou entrando na briga, não ter feito a maldita com o megabitch da vez.

No #TeamUósher, tivemos uma semana bem difícil. Digo isso porque aproveitando o talento do Josiah Hawley, UÓsher andou pegando pesado na escolha de repertório do ex modelo construtor (sim ele nos revelou esse plot do seu passado e a Christina Milian não perdeu a chance de cantá-lo ao vivo. Sim, aquela megabitch fez isso… bitch) selecionando mais uma música bem difícil de se manter ao vivo, com “Clocks” do Coldplay, que Josiah até que conseguiu carregar bem, mas como se trata de uma música cheia de nuances, suas chances de que a America antiga o entendesse realmente pareciam mínimas, tanto que ele acabou sendo o eliminado da vez do #TeamUÓsher, que agora, apesar do carisma gigantesco da Michelle Chamuel, acabou se tornando o mais fraco entre os quatro. Michelle que cantou Pink, super dentro da sua zona de conforto e mesmo assim eu ainda sinto como se a voz dela fosse pequena demais para a competição, mesmo adorando a personagem/pessoa.

E assim ficamos com apenas oito candidatos para essa semana, que esperamos que nos reserve boas surpresas e que a America antiga não esteja surda e resolva nos surpreender de forma negativa dessa vez, ainda mais se aproximando cada vez mais da finale. Veremos…

 

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The Voice Season 4, The Battles

Abril 30, 2013

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E na Season 4 do The Voice, chegamos naquela fase onde os coaches espertamente acabam se livrando de seus participantes meio assim, porque na verdade, sabemos que as “The Battles” sempre existiram no programa exatamente para isso (entre dois candidatos do mesmo time, eliminar aquele que cada um dos coaches considera o mais fraco), #HELLYEAH. E chegamos rápido, já que essa nova temporada conta com um número menor de participantes e por esse motivo tivemos apenas 4 episódios dessa nova fase.

Não sei se por pura implicância minha com os participantes da vez ou porque essa temporada parece ter sido mesmo feita as pressas, mas dessa vez tivemos bem poucos momentos de grandes disputas ou apresentações memoráveis e a temporada até agora continua meio morna. Ainda assim tivemos boas batalhas, mas poucas realmente chegaram a empolgar, nos reservando inclusive apenas uma ou duas surpresas. Nesse caso, a nova etapa do programa acabou servindo mesmo para deixar escapar um pouco mais sobre quem são os nossos novos coaches, Usher e Shakira, já que o Adam e o Blake nós já conhecemos (nos apaixonamos) e não é de hoje.

Shaks apesar de parecer bem perfeccionista e bastante dedicada quanto ao assunto, manteve uma relação bacana com o seu time, tendo a colaboração do Joel Madden (que é um dos coaches do The Voice Australia) nessa tarefa de treinar de perto seus competidores em duplas nessa etapa. Com um time visivelmente mais fraco, poucos foram aqueles que conseguiram se destacar do seu lado (achei inclusive um exagero os elogios em relação a performance bem mediana do Luke Edgemon contra a sua rival e escolhida por Shaks no final das contas, Monique Abbadie), como a boa briga que foi Brandon Roush vs Shawna P., com ela a gente já sabendo ser excelente e apenas confirmando uma primeira impressão (acho ela tão Mamma Gemma em SOA em uma versão Woodstock e por isso, AMO!) e ele surpreendendo todo mundo ao som de Janis Joplin (minha música preferida dela = ♥), com o Brandon fazendo parecer bem injusto ele não ter sido salvo por alguém, mas o grande momento do #TeamShakira durante as batalhas acabou sendo “super favorecido” pela edição do programa, que tentou desesperadamente criar um climão de tensão entre ela e sua batalha latina que encerraria essa fase do The Voice (Cáthia – que me lembra a irmã da Ugly Betty – vs Mary Miranda, que me lembra a Selenita e isso não é um ponto a seu favor), mas que na verdade não passava de um caso clássico de uma puxa saco querendo se garantir de outra forma, mesmo com ela (Cáthia, que só não dançou porque o Usher ainda precisava preencher o seu time porque acabou sobrando como coach, o que de certa forma pode significar que ela não se deu tão bem assim sendo agora do seu time…) tendo um talento bem superior ao da sua concorrente. (Mary)

Já o Usher… esse acabou até sendo rebatizado (por mim) como UÓsher, já que durante as batalhas ele resolveu revelar a sua verdadeira face, nos entregando arcos dignos de um vilão odioso daqueles. A sós com seu time, UÓsher parecia liderar um grupo pronto para ir para a guerra (talvez por isso ele até tenha investido em uma estampa militar para o momento) e não de uma forma bacana (e lá existe guerra bacana?), colaborando muito pouco para o desenvolvimento do seu time e trabalhando na base do medo e da tortura psicológica, além da sua arrogância e de toda a sua cretinice quando no comando. O detalhe nesse caso é que essa nunca foi a proposta do The Voice, que costuma tratar sempre muito bem seus competidores (pelo menos é o que sempre pareceu), exaltando seus talentos e nunca fazendo pouco caso de nenhum eles . É, isso pelo menos em frente as câmeras. (dizem inclusive que ele é certo que só fica durante essa temporada , já a Shaks tem possibilidade de permanecer no programa por mais uma temporada. É o que dizem…)

Dizendo que no #TeamUsher o mais importante era convencê-lo a votar a seu favor e que naquela hora, talento nenhum seria maior do que a sua decisão final, UÓsher acabou se comportando como o típico filho que acaba herdando a empresa da família e que devido a sua arrogância e falta de preparo, consegue destruir o que os outros construíram em questão de pouco tempo. Dessa forma, foi possível perceber o arrependimento da escolha por parte do seu time, assim como também para a maioria dos artistas que acabaram sendo “roubados” por outros coaches, que nunca escolhiam UÓsher como seu novo coach quando havia qualquer tipo de disputa entre eles, muito provavelmente porque as paredes tem ouvidos.

Em seu time,que teve a colaboração do Pharell Williams (em um estilo completamente diferente ao dele), tivemos pelo menos dois grandes momentos de atraque, um com a dupla de boys magias (Jeff Lewis vs Josiah Hawley = Höy!), tudo por conta de uma risadinha fora do lugar do Jeff que acabou lhe custando a cabeça ao pisar naquele palco (alguém tinha alguma dúvida de quem ele eliminaria naquela hora? R: NÃO) e o outro entre duas meninas (Jess Kellner vs Taylor Beckham), apenas porque uma delas não interagiu com a cara de psicopata do UÓsher que naquele momento, fazia cara de descaso e tentava de forma escrota instigar o lado mais competitivo de ambas, invadindo o palco para aterrorizar a mais fraca delas (Taylor), que já vivia com lágrimas nos olhos naturalmente e que naquele momento parecia estar mais assustada e travada (por conta dele e de sua abordagem, claro. O que foi ele só dando um high five na outra menina?) do que qualquer outra coisa. Talvez por isso as apresentações do #TeamUÓsher tenham sido as mais chatinhas.

Tanto que mesmo sem merecer muito, a pobre coitada da Taylor Beckham acabou sendo salva pelo Blake, muito provavelmente por dó e por pena ao ter percebido as atrocidades cometidas por seu colega de trabalho da cadeira ao lado (o Adam mencionou em algum momento que eles assistem a parte dos ensaios durante o programa…). Sério, tenho certeza que o Blake já deve até ter dado entrada nos papéis da adoção daquela garota depois de tudo aquilo (e foi um momento mega foufo e eu acharia sensacional se o Blake fosse longe com ela. #HELLYEAH). Dessa forma negativa e completamente meio assim, UÓsher passou a se destacar mais durante essa Season 4 do The Voice, que a gente não tem muita certeza se ele chegou a assistir as demais temporada, mas que nunca foi nada parecido com a sua forma de agir com o seu time e sempre esteve mais para uma competição bem humorada entre irmãos. O que foi ele criticando inclusive a escolha da música da Shakira pela Shakira? (sendo que todos eles já fizeram isso em outras edições) E depois de ver UÓsher no programa, é possível até conseguir entender o que se tornou o Justin Bieber com o passar do tempo e muito provavelmente o porque dessa mudança drástica (quem é o seu mentor?) em seu comportamento, além da idade e dos bolsos cada vez mais cheios, é claro. De qualquer forma, é dele uma das minhas vozes preferidas dessa edição. (Ryan Innes)

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Entre o Adam e o Blake tudo continua da mesma forma, com ambos divando com maestria no programa. Adam ao lado da Hillary Scott do Lady Antebellum (ZzZZ), que mais parece a Sadie de Awkward (sorry, but i’m not sorry) e Blake na companhia da Sheryl Crow, que temos que reconhecer que só pelas cameos dela soltando a voz, nasceu para fazer o que faz (em um dos ensaios ela cantou apenas uma frase e eu quase morri de inveja do seu pitch perfect. Sério, estou tentando até agora alcançar aquela nota, só para não desapontar o Blake, rs).

Com a diferença de que o Blake esse ano vem se arriscando menos, permanecendo preso ao seu próprio gênero, algo que ele havia fugido bastante durante a temporada anterior e eu só consigo pensar se isso não tem alguma coisa a ver com ameaças vindas diretamente  da máfia das botas de couro… de qualquer forma torcemos por ele, porque é impossível não gostar de um cara de três metros de altura, que  é uma mistura de pai com irmão mais velho, que tem a cara de pau de pedir seriamente para uma de suas candidatas arrumar a postura (e só eu senti uma provocação para o UÓsher nesse momento?) e logo depois morrer de rir dizendo que obviamente ele estava brincando e que ela poderia relaxar. #TEMCOMONAOAMAR? Só acho injusto que até agora, embora eles estejam pintando um dos seus participantes como um dos maiores artistas country da temporada, a gente não tenha ganhado a chance de ver qualquer uma de suas performances completas, que sempre acabam sendo retiradas da edição. (Justin Rivers, que é a cara do Dave de Happy Endings, que por sinal, anda com episódios sensacionais de umas três ou quatro semanas para cá…) #OCAPETAESTÁDEOLHO

Já o Adam parece estar mais esperto nessa temporada, arriscando tudo para ganhar, preenchendo o seu time com certa diversidade de vozes e estilos. Continuo apostando nesse como o melhor time de todos eles (aquela batalha da Judith Hill vs Karina Iglesias foi sensacional e ambas acabaram sendo recompensadas de certa forma) mesmo que os outros tenham também alguns bons candidatos. Também do seu time aconteceram algumas boas surpresas, como a batalha Amber Carrington vs Sasha Allen, com a surpreendente vitória da Amber, que não parecia ser a favorita e outro momento foi a disputa entre a dupla Midas Whale vs Patrick Dood, que deu pena de ver o Patrick seguindo para casa sem receber uma segunda chance.  Só não consegui entender até agora o porque dele ter ignorado completamente a adorável Jessica Childress (que merecia ter sido salva por qualquer um e acabou se tornando uma das maiores injustiças dessa temporada) e ter gasto o seu steal daquela forma, salvando o Vedo, que era bem do mediano e não representava nada de novo ou excepcional. Humpf!

Mas tudo bem, vamos ver o que vai acontecer nessa próxima fase que começou ontem com “The Knockout Rounds” e vamos ver como o UÓsher vai se comportar quando perceber que a America antiga talvez não aprove nenhum de seus candidatos apenas por ele ser um completo imbecil. Veremos…

 

ps: a NBC sempre com problemas com o Youtube acabou não autorizando a exibição de algumas performances (com melhor qualidade) por aqui portanto, é o que temos…

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The Voice Season 4, blind auditions

Abril 15, 2013

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Prometi para mim mesmo que esse era um dos monstros que eu ainda não estaria pronto para criar aqui na mitologia do Guilt, mas cá estou eu, prestes a iniciar um novo feito.

Sim, além de tudo que eu assisto de séries de TV (que todo mundo sabe que não são poucas), eu também assisto realitys, que é um assunto novo aqui no Guilt, mas que eu resolvi comentar dessa vez (ou pelo menos tentar, não me pressionem). Dente eles, o meu preferido desses de competição é disparado o The Voice (US), que até pode ser uma competição como os outros mas que não tem aquele clima de jurados “mean girls” arrogantes, tentando humilhar os competidores ou gente com pouco talento que só quer aparecer na TV, nem que para isso tenha que se sujeitar a ser material para a arte do insulto (que alguns fazem porcamente) desses mesmos jurados. Mas vamos comentar tudo sobre a Season 4 do The Voice de forma bem leve, com pouco serviço e apenas soltando o que a gente pensa enquanto assiste a essa delícia semanalmente. (ainda mais agora que andam dizendo que realmente não vai ter mais The Glee Project. Humpf!)

E começamos essa nova temporada do The Voice com grandes novidades, com a Shakira e o Usher ocupando os respectivos lugares da Christina Aguilera e do Cee Lo (de quem eu morro de saudades), que deixaram o programa por essa temporada (disseram que seria apenas por essa temporada, mas eu não sei não viu? A Aguilera nem em turnê está…) para se dedicarem a outros projetos. Assim, ambos os novatos chegaram calmamente e aos poucos foram deixando aparecer a que vieram, sendo recebidos obviamente como meros calouros pelos já veteranos Blake e Adam, minha verdadeiras #CRUSHES dentro do programa desde sempre EVA and EVA.

Adam continua sendo o meu “abraçador” preferido, sempre com seus jeans super apertados (nos revelando coisas nessa temporada, vide o momento em que ele subiu “entusiasmado” em sua cadeira para aplaudir umas das candidatas de pé), tees podrinhas e cheias de buracos que segundo seu oponente na vida (Blake) custam mais de $600, seus longos braços tatuados e a voz de menino adolescente  resultado da mutação com um gato do Instituto X, ainda enfrentando a barra da adolescência e suas variações de voz (falando com voz fininha no final dessa line). Blake também, um forte concorrente na posição de “grande abraçador”, com sotaque de personagem de Bon Temps em True Blood e seus três metros e meio de altura, sempre pronto para fazer um comentário divertidíssimo a respeito de qualquer coisa, ou imitar de forma porca e ridícula o cabelo de um participante qualquer (qualquer não porque esse era bem do magia, Josiah Hawley. Höy!), além de de vez em quando deixar transparecer nitidamente que a sua rivalidade com o Adam nada mais é do que uma história de amor ainda não correspondido da forma como ambos gostariam (ele tentando beijar o Adam um dia desses foi ótimo e uma prova disso, rs).

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Até a temporada anterior eu AMAVA os dois igualmente, mas agora tenho que reconhecer que o Adam vem ganhando uns pontos negativos nessa disputa devido aos seus comentários para cima da Shakira, sempre dando aquela carteirada de que ele é americano e ela não (só eu acho que ele “pinky swear” amizade eterma para a Aguilera?). Uma bobagem que não está pegando nada bem para ele mesmo e se isso fosse realmente importante para a mitologia de um programa como o The Voice no mundo todo, o Will AM/PM não estaria como coach do The Voice UK ou o Joel Madden (que vai ajudar a Shakira nessa próxima fase do progama) também não estaria fazendo o The Voice Australia. Shame on you, Adummy, #SHAMEONYOU

Shakira chegou com vontade, embora muitas vezes pareça que ela não domina a língua perfeitamente para conseguir encontrar o discurso certo na hora de tentar conquistar os membros para o seu time. Nunca fui fã da sua voz (que eu na verdade detesto), mas sempre a achei uma querida e com o seu bom humor e simpatia, ela acabou se destacando bastante nessa primeira fase do The Voice. Apesar disso, fica nítido que em algumas horas ela se desespera, atravessando o que os demais jurados estão falando ou fica prestando uma atenção absurda em como eles se comportam, quase como se ela estivesse fazendo um estágio dentro do programa. Não sei não, mas não acredito que ela saia vencedora dessa temporada, ainda mais com o seu time que parece ser o mais fraco da vez, mas se tivesse tempo de ficar por mais uma temporada , talvez tivesse a chance de aprender mais com esse seu “estágio” e se tornasse uma vencedora no futuro. E só eu acho que o The Voice de vez em quando é bem tendencioso ou foi apenas coincidência que nessa temporada toda a comunidade latina resolveu aparecer no programa? (saíram os super diferentes que apareciam no programa basicamente para agradar o Cee Lo – e todos nós) Até um brasileiro resolveu aparecer e Shaks até se arriscou no português para se comunicar com o candidato, algo que o Adam reconheceu como umas das coisas mais sexys ever e pediu mais. Ou seja, se algum dia cruzarmos com ele em um beco escuro, nem precisamos gastar todo aquele inglês que dominamos no truque, rs.

Já o Usher, esse praticamente sumiu durante as blind auditions, passando totalmente ou quase despercebido (sério, em um dos episódios, ele nem parecia estar lá). Sempre com um discurso do tipo “político chato”, o músico sempre acaba falando o óbvio e tem os discursos mais preguiçosos e lames da temporada. E olha que eu nunca tive a menor antipatia por ele, hein? Seu time também não está dos melhores e para ele sobrou o que seria facilmente um time escolhido pela Aguilera por exemplo, que sempre teve o time mais magia, mais parecido com o que ela gosta de fazer ou cantar, mas nem sempre reunindo os mais talentosos da competição. Apesar disso, já deu para perceber que ele se aproximou bastante do Blake e as batalhas de dança entre os dois a essa altura já devem ter se tornado épicas. E só eu AMEI quando estavam o Usher e a Shakira conversando sozinhos sobre o fato de serem os novatos no programa (naquelas cenas que eles gravam de vez em quando) e o Blake se aproximou, se achando o mais experiente da turma, tentando intimidar os novos competidores e ao ouvir que o plano deles era vencer o Adam, se vendeu automaticamente para o lado dos newbies? Mas algo sempre me disse que o Usher ainda estava escondendo alguma coisa, algo que ficou bem claro durante o sneak peek da próxima etapa da competição.

Apesar de tudo isso, é bem fácil reconhecer que essa temporada está sendo mais fraca do que a anterior e isso não por conta das trocas de coaches ou qualquer coisa do tipo, porque eles bem que já conseguiram se acertar rapidamente, encontrando uma boa química juntos e sim porque até agora, poucos talentos chegaram a roubar completamente as nossas atenções durante essa Season 4. Me lembro do Terry McDermott, da Melanie Martinez, do Brian Keith ou da própria Cassadee Pope (vencedora da Season 3 do #TEAMBLAKE) durante suas audições da temporada anterior e sinto saudade daquela sensação ao ouvir suas vozes pela primeira vez. Nesse caso, tivemos apenas um ou outro que realmente chegou a empolgar, mas nada no nível de nenhum dos participantes mencionados. (fiquei pensando se eu não teria sentido isso apenas porque a Season 3 terminou tem praticamente apenas 4 meses e a memória ainda está bem recente…)

E alguns bons personagens para essa temporada acabaram inclusive sendo dispensados injustamente durante as audições, onde pelo menos uns quatro deles poderiam facilmente estar em qualquer um dos times (aquele candidato que o Carson era fã de longa data então… Carson que diga-se de passagem, está impossível na torcida com as famílias, rs). De qualquer forma, quem sabe eles não acabam nos surpreendendo nessa próxima fase dos battle rounds, como também aconteceu com o Nicholas David ou a Amanda Brown também durante a Season 3. Veremos…

Então, até agora, ficamos com os times divididos da seguinte forma: Blake tem meia dúzia de artistas country (amei a contry girl super cool de cabelo para o alto, tocando com apenas uma das mãos, Grace Askew), duas ou três wannabe Taylor Swift e algumas boas surpresas em outros estilos (Caroline Glaser, Jacqui Sandell) , que eu acho que ele deveria apostar cada vez mais ao invés de cair novamente nas armadilhas do seu próprio nicho (algo que ele até conseguiu fugir bem durante a temporada anterior e acabou levando). Usher tem um time bem parecido com ele, pop + R&B e bem jovem, mas mesmo assim com pouca força pelo menos a princípio, apesar de ter também algumas mais “indie” ou mais surpreendentes (Jess Kellner, Michelle Chamuel, Ryan Innes e a melhor de todas e última candidata a se apresentar, Jessica Childress) que também me pareceram bem boas.

Shaks ficou com o time aparentemente mais fraco, mas nele encontramos pelos menos dus grandes armas que podem acabar surpreendendo (Luke Edgemon é uma delas. Höy!) . Aquela mulher que cantava como a Janis (Shawna P.) era sensacional e tem tudo para ir adiante. Por último, o time do Adam me pareceu ser o mais forte dessa temporada, com opções bem variadas e as melhores vozes (Judith Hill, Sasha Allen, Midas Whale, Patrick Dodd, Sarah Simmons). Sem contar que ele conseguindo roubar um dos melhores artistas country da temporada para o seu time (Warren Stone) foi uma verdadeira realização pessoal para a sua eterna disputa de sempre com o Blake. Algo que eu acabei achando curioso foi que durante a Season 3, ao ouvir de uma das candidatas que “era melhor que eles realmente ganhassem a competição” de forma tranquila até, Adam fez a megabitch e achou que a pobre coitada foi arrogante naquele momento, lembrando o fato por pelo menos duas vezes durante o programa até a eliminação da mesma e agora, durante a atual Season 4, ao conseguir um candidato country que o Blake não quis e ao ouvir do mesmo algo do tipo “vamos arregaçar com ele” (para ser leve devido ao horário, rs), Adam covardemente não levou o comentário adiante, embora o tenha respondido ao pé do ouvido. Sei…

Encerrando as blind autitions dessa Season 4, ganhamos um sneak peek da próxima fase do The Voice, onde começam as batalhas de duplas escolhidas por cada um de seus coaches, sendo que eles ainda poderão roubar candidatos não escolhidos por seus mentores e nesse aperitivo, já deu para perceber que  o Usher acabou colocando o que talvez ele estivesse escondendo para forma (e talvez não tenha sido exatamente isso que vocês estão pensando, rs), repreendendo candidato que apareceu rindo durante os ensaios, dizendo que aquilo não era brincadeira e tudo mais, despertando a rivalidade entre outros candidatos do seu próprio time e agindo como se estivesse na guerra, literalmente e no exército (preguiça….). What a bitch. O que acadou dando a impressão que ele tem tudo para ser o vilão do programa. Vamos ver então até onde toda aquela sua politicagem consegue chegar…

E é isso, agora é oficial e comentaremos o The Voice por aqui também (algo que eu também faço sempre no Twitter enquanto assisto aos episódios, para desespero da maioria dos meus seguidores, claro, rs) e voltamos aqui para comentar cada uma das fases dessa Season 4 do The Voice assim que encerradas, combinado? (It’s a date)

#TEAMESSY

 

ps: e vamos parar de implicar com a Christina Milian que só aparece de vez em quando no The Voice e mesmo assim a gente acaba torcendo o nariz (mais por ansiedade do que por qualquer outra coisa), que as entrevistas dela para o site do programa são todas ótimas. Sério. 

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