Posts Tagged ‘CBS’

Conhecemos essas covinhas de algum lugar, não? #HELLYEAH

Maio 16, 2013

Josh

Josh Holloway = Sawyer = Jamie Lannister = Prince Charming do Shrek = Höy!

Ele que vai estar na nossa série da CBC chamada Intelligence, sobre um policial super badass que tem um chip implantado com um computador que já tem até o Windows 20 (rs), que lhe permite ter acesso a todas as redes de dados da inteligência, satélite, Wi-Fi, MSN, ICQ, diz que ele pode até jogar Fruit Ninja só com o piscar dos olhos e para pagar as contas online, basta um OK de canto de boca, rs. Conexão boa é outra coisa minha gente. E ninguém me tira da cabeça que esse poder todo vem das covinhas… (será que são entradas USB? Caso contrário, onde será que elas ficam? Sorry Sawyer, mas você não é o único piadista dessa ilha aqui, rs)

Brincadeira, mas o plot da sua nova série é esse mesmo, quase que como um Chuck mais maduro e carrancudo (que deveria ter mantido pelo menos a barba) encontrando uma nova versão do Doutor Manhattan querendo ser 007 só que em “Minority Report”, só porque as referências visuais de “Matrix” já parecem batidas demais e poderiam lembrar muito o MS-DOS dos computadores Dharma daquela famosa (e maldita) ilha. Curiosos? Então talvez o vídeo abaixo possa ajudar com toda essa curiosidade…

E repararam em quem será a sua ajudante magia vermelha na série?

Chapeuzinho vermelho herself. Casal bom, não? (não o suficiente para a gente ter vontade de acompanhar, a não ser que a série seja agraciada com cenas de shirtless bem interessantes, que por sinal, não aparecem no vídeo acima… humpf!)

Höy!

 

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Cancelou! Last Resort, 666 Park Avenue e Partners

Novembro 21, 2012

Sim, todas devidamente canceladas. Humpf!

Last Resort, que eu estava achando ótima apesar de um pouco confusa quando o assunto envolvia sua parte política fora da ilha e juro que toda essa minha boa vontade com a série nem era só porque  ela tinha o Scott Speedman como um dos protagonistas (tá, boa parte até que poderia ser. Speedman= Höy = ♥) e sim porque eu estava realmente começando a me envolver com a sua trama e seus personagens. Mas pelo menos nesse caso, a série contará com os seus 13 episódios encomendados para a  primeira e agora única temporada, o que ajudará a pelo menos concluir de certa forma a trama para quem estava acompanhando a série (algo que eu espero que aconteça, mas que também deve dar um certo desânimo em todo mundo envolvido na sua produção…) que diga-se de passagem, acabou de estrear por aqui no AXN. E segundo a ABC, o mesmo acontecerá com 666 Park Avenue, essa que também foi uma das estreias dessa fall season, mas que eu resolvi ignorar logo de cara. (Confirmou!)

Partners parece mesmo que não terá a mesma sorte, infelizmente. Não se sabe ao certo quantos episódios já foram produzidos e até agora foram exibidos apenas seis deles, que enfrentaram índices bem baixos de audiência , sendo que a CBS inclusive já retirou a série da sua grade de programação. Uma comédia que eu vou acabar sentindo falta, confesso, porque apesar de alguns exageros nas atuações aqui e ali (principalmente por conta do Louis, que apesar de caricata e super exagerado na maior parte do tempo, conseguia ser também o melhor personagem da série) e algumas piadas bem sem gracinha (morri de vergonha dos “trocadilhos” da secretária no último episódio, por exemplo), a série até que vinha conseguindo me fazer rir a cada novo episódio e o Superman me parecia que tinha encontrado o papel perfeito para a sua vida. Nesse caso, achei que faltou tempo para o criadores de Will & Grace acertarem a mão no tom da comédia (algo que eles até já estavam conseguindo), já que todos do elenco estavam funcionando bem juntos. Humpf!

Tristes?

 

ps: por favor Scott Speedman, não fique mais 10 anos longe da TV (e nem resolva ficar morando aí no Hawaii). A não ser que essa distância da TV seja continuar fazendo os filmes indies (alguns bem bons) que vc estava fazendo e até que me surpreendendo. Obrigado!

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Parceria certa

Outubro 5, 2012

Nova série dos criadores de Will & Grace, meio que inspirada na amizade dos próprios (os criadores) e com um elenco conhecidíssimo de todos nós. Só por esses detalhes, Partners já chegou pra mim como uma boa promessa de nova comédia.

O piloto é bom, mas nada demais também (tenho que ser sincero e dizer que não chega a ser como o piloto de The New Normal, por exemplo), não chega a empolgar e não nos traz elementos novos, onde apenas revivemos o formato de sitcom de antigamente. O que não chega a ser exatamente um problema, porque mesmo tratando-se de um formato superado pela TV atual, Partners consegue sim entregar uma série bem corretinha, pelo menos a princípio.

A série fala sobre a amizade dos dois personagens principais, que além de terem dividido a vida e uma série de experiências ao lado um do outro enquanto cresceram juntos, dividem hoje também um negócio, onde ambos são sócios de uma empresa de arquitetura. (Grace foi designer de interiores, os dois são arquitetos… hmm mmm… seria essa uma frustração de qual dos dois da dupla de criadores, hein? rs)

O bacana é que devido ao alto nível de intimidade dos dois, ambos acabam se tratando e sendo tratados pelos demais personagens como uma casal, mesmo que não exista aquele clima clássico de bromance entre eles e tudo parece ser muito mais natural e super bem resolvido por ambas as partes também. Joe (David Krumholtz, que também faz o terapeuta do McAvoy em The Newsroom) é a hetera da dupla e o mais responsável da dupla, todo certinho, do tipo que namora, mas não tem muita certeza quanto ao seu futuro ao lado da sua atual namorada. Do outro lado temos Louis (o sempre excelente Michael Urie, o Mark de Ugly Betty), o gay da turma, animado, fashionista, sarcástico, bem humorado, cheio de referências, aquele velho esterótipo de sempre que nós adoramos e não temos o menor problema em admitir que existe SIM. (mesmo porque… rs)

A princípio, o cara acabou roubando a cena, onde o piloto acabou mesmo (e essa parecia ser a proposta) tendo o foco todo no seu personagem, que me pareceu ser uma delícia, embora seja um tanto quanto sincero demais em diversas situações. (inclusive com o namorado, o que é ótimo também)

O problema que eu já senti logo de cara na série é que como o Louis é o mais divertido entre eles todos, a série tende a ficar muito focada no personagem, ou acabar dependendo dele para salvar qualquer situação. Mais ou menos como o que aconteceu com o Sheldon em The Big Bang Theory por exemplo (e a série também é da CBS, portanto…), na época em que ele ainda era bem engraçado. Sendo assim, com o tempo, fico com medo que acabe sobrando o papel do rabugento (Leonard) para o Joe, que já no piloto e por parecer ser tão certinho, já ficou com aquela tarefa que a gente sabe que sempre será a de quem vai levantar os assuntos todos para que o amigo possa fazer graça ou que vai acabar com o tom da comédia sendo apenas normal e controlado demais. Se ele fosse alguns tons mais solto, mesmo sendo certinho, essa parceria seria ideal.

Os outros dois personagens, Ali (Sophia Bush) e Wyatt (Brandon Routh lindo, mas bem mais fraco que os demais), os respectivos pares de cada um deles, me pareceram muito coadjuvantes a princípio, mas por tratar-se de um piloto, achamos que vale a pena dar esse desconto. Sem contar o histórico de Will & Grace de seus criadores, que acabou transformando o Jack e a Karen por exemplo, nos grandes nomes da série que carregava o nome da outra dupla. Mas é mais ou menos como se eles tivessem com os pares trocados e o Joe devesse namorar o Wyatt, que é muito mais parecido com ele e o Louis devesse namorar a Ali, que seria a parceira ideal para ele.

Mas parece que a dupla estava mesmo a procura de alguém para completar a outra metade de cada um deles e tendo como base a parceria de sucesso entre os dois amigos por todos esse anos, que se completam muito bem, compreendemos que ambos tenham procurado um parceiro o mais parecido com o seu “ideal” de dupla possível. (♥)

E como a série tem um elenco bacana e criadores que já nos entregaram de presente algo como foi Will & Grace (me seguro toda vez que eu lembro da série para não acabar fazendo uma nova maratona dentro dela), acho que vale a pena a gente ficar de olho em mais essa comédia. Sem euforia, para dar risada de forma bem simples e caseira, mas de um jeito que quando bem feito como Partners me pareceu ser, ainda funciona.

 

ps: já assisti também ao segundo episódio (1×02 Chicken & Stuffing), esse bem mais engraçado e onde já deu para perceber que todos eles vão ter a sua chance dentro da série, apesar do Urie continuar roubando a cena, por mérito dele como ator. Nesse o Joe já me pareceu mais solto e engraçado e até o Wyatt ganhou o seu momento, apesar de achar que ele está um tanto quanto Sheldon demais para o meu gosto (o personagem e não a sua função dentro da série, que eu já usei como referência para o Louis), mas que mesmo assim não deixa de ser uma ótima brincadeira em relação ao estereotipo do próprio Brandon Routh como ator, rs.

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Elementary minha cara Watson… Oh, wait?

Setembro 18, 2012

Elementary, série da CBS retratando a vida de Sherlock Holmes, agora em um novo endereço, NYC e também em nova companhia, que apesar do mesmo sobrenome, dessa vez veio com o gênero diferente. Claro que essa era a minha aposta certa de xoxo para os pilotos da temporada, uma vez que eu amo a Sherlock da BBC, mas antes de qualquer comparação (até se tornar inevitável), vamos falar apenas da nova série americana que acreditem, não é uma versão. (apesar dessa ter sido a intenção inicial, que foi muito bem recusada pelos ingleses indeed)

Um piloto até que bacana, parte disso por conta do elenco, que é realmente bem bom e já foi possível perceber a química entre os dois personagens. O que não acontece logo de cara, onde pareceu que a Dra Joan Watson da Lucy Liu ainda não tinha entendido exatamente qual era a sua função dentro daquela história, até que ela resolveu peitar o novo Sherlock Holmes e tudo começou a fluir mais naturalmente. (realmente achei que ela quase sumiu durante a primeira parte do episódio)

E o Sherlock Holmes do Jonny Lee Miller tem sim o seu mérito, uma vez que ele consegue ser bem diferente dos demais que ganhamos nessa nova safra (Downey Jr, Cumberbatch), principalmente se comparado com o personagem que gostamos tanto em Sherlock. A diferença está no seu próprio tom, que é bem diferente do Sherlock meio “autista” ou quase com “Síndrome de Asperger” da série inglesa, além de provavelmente ser uma vantagem de ter um bom ator como o Lee Miller nesse papel atualmente tão disputado, mas essa diferença parece estar também principalmente no ponto onde passamos conhecer a sua nova história, encontrando um Sherlock Holmes lidando com a rehab (aparentemente bem perturbado), praticamente fugido de Londres (e com o coração partido, claro e isso só pode ser coisa da Irene Adler) e tendo que se comportar para continuar tendo onde morar em uma das várias propriedades do seu pai em NY (acho que nessa versão não teremos um Mycroft e sim um papa Holmes), onde para isso ele precisa aceitar Watson como sua nova companion (e ela faz questão de se identificar assim… mais alguém acha que isso foi uma provocação direta para o Moffat?) para monitorar a sua recuperação.

Mas tirando as boas atuações o que nos resta é um procedural daqueles, que a CBS parece saber fazer muito bem para quem gosta do gênero. Confesso que como esse nunca foi o meu tipo de série preferida, a minha tolerância com o gênero é bem baixa, o que não significa que eu não consiga reconhecer quando alguma coisa realmente parece boa, como é o caso de Elementary.

Claro que agora vai ser inevitável não comparar o que acontece na nova série e o que acontece em Sherlock e isso fica mais do que evidente na forma como o caso misterioso do episódio é tratado. Tudo é muito mais corrido, obviamente, ainda mais no pilto que eles ainda precisavam introduzir os personagens de forma interessante e só poderia ser diferente mesmo em uma série como a inglesa, onde cada um dos seus três episódios por temporada é tratado praticamente como um filme, com 1h30 de duração por episódio, o que faz com que acabe sobrando tempo para reviravoltas e muito mais profundidade nos casos todos, além de todo o cuidado visivelmente maior com toda a produção de cada um deles.

Pelo menos a nova série me pareceu também se preocupar com a estética, para não acabar virando mais um CSI da vida, seguindo um mesmo padrão que eles já estão mais do que acostumados, mas isso também não dá para negar que eles tiveram que usar como referência a estética na série inglesa, que tem um cuidado absurdo com esses detalhes que enchem os olhos e que é parte do que a faz tão especial e diferente de qualquer outra coisa na TV atualmente, o que também seria uma covardia até mesmo pensar em uma comparação, nesse caso não só com Elementary mas com qualquer outra coisa na TV de hoje. Gostei bastante daquela primeira cena em slow motion do assassinato em si e esperava que eles fossem seguir essa linha, o que não foi exatamente o que aconteceu na sequência, mas que eu sinto que será um elemento que deverá se repetir na sua mitologia. (o que se não ocorrer, pelo menos deveria…)

Como fã da série inglesa e sabendo da atual rivalidade Sherlock vs Elementary, é possível perceber que eles estão pisando em ovos, tentando ao máximo fugir de qualquer coisa que possa levá-los a serem confundidos com a série da terra da rainha (que os ingleses bem avisaram que vão ficar de olho). Algo que eu acho bem bacana e consegui perceber nitidamente é que embora tenham o mesmo personagem principal, ambas as séries são produtos absolutamente diferentes, onde ganhamos uma nova versão para um personagem tão querido e tão explorado ultimamente. (temos três versões diferentes de Sherlock Holmes atualmente, contando também com o filme)

O que não chega a me animar a ponto de sentir vontade de acompanhar Elementary, apesar da ausência de Sherlock na minha atual agenda televisiva, o que faz bastante falta. Ainda mais sabendo que a Season 3 da série da BBC só volta no segundo semestre do ano que vem (SACANAGEM!), para o que possivelmente será a sua última temporada (SACANAGEM MAIOR AINDA). Talvez essa lacuna enorme me faça ver mais algum episódio de Elementary até lá, mas sem compromisso, só por saudade do personagem mesmo e talvez para lembrar o quanto a série inglesa é superior, rs. (#TeamSherlock)

E eu tenho uma pista: apesar de ter surgido um certo climão entre os dois por mais de uma vez no episódio piloto (o que eu acho um desperdício, pq o bromance Holmes/Watson sempre foi sensacional!) , nada me surpreenderia se daqui um tempo (talvez na finale) a Dra Watson acabasse se revelando lésbica hein? Nada me tira da cabeça que todo aquele seu interesse por baseball significa… (ou a pessoa que morreu e que ela visita no hospital foi seu “namorado”…)

 

ps: e para quem tiver alguma dúvida sobre qual time escolher nesse caso, aqui estão as minhas colaborações para engrossar o Team Sherlock, Season 1 e Season 2

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$927,00 – Catching!

Maio 17, 2012

E encerramos a primeira temporada de 2 Broke Girls com o saldo positivo de $927,00. Algo que ainda está bem distante do sonho das duas de abrirem o próprio negócio com os seus cupcakes, mas que já é alguma coisa. E eu diria até que esse foi um bom começo para a série, que não chegou prometendo muito, mas acabou entregando um boa temporada de estreia, mesmo com o seu formato antigo e despretensioso de fazer comédia.

Nada muito genial também e acho até que as próprias imagens de divulgação da série já entregavam isso desde sempre. Mas não é que mesmo bem simplesinha, 2 Broke Girls conseguiu se tornar uma série de comédia do tipo engraçada? Algo que hoje em dia é cada vez mais raro… (embora a gente esteja vivendo um bom momento para comédias)

Muito disso por conta do texto excelente da série, sempre com piadinhas bem cretinas sobre assuntos atuais, aproveitando sempre para cutucar alguma celebridade meio assim do momento ou até mesmo dizendo algumas verdades de vez em quando, doa a quem doer.

Além disso, as duas personagens principais da série são bem boas e funcionam perfeitamente bem juntas. De um lado temos Caroline Channing (Beth Behrs), a ex rica que hoje em dia se encontra sem nada e tendo bem pouco a perder com o seu atual modo de vida bem mais simples do que no passado, acaba topando de tudo para sair da sua vidinha medíocre de agora no Brooklyn. De tudo, só que dignamente. (mais ou menos também neam? Porque até no lixo da rua ela já mergulhou, rs). Acho até que para quem já teve de tudo nessa vida, Caroline aprendeu a lidar muito bem com a sua atual realidade e isso em um curto prazo de tempo, aprendendo na prática que de nada adianta ficara parada lamentando, quando nada se pode fazer de imediato para mudar a sua vida de forma significativa.

O negócio é aceitar que vc agora dorme em uma cama dobrável (daquelas que ficam na parede, sabe?) com lençóis que fazem com que a própria fique com cara de “bagina” (rs) e seguir em frente, mesmo sem os seus sapatos assinados ou seus casacos de pele com alarme, rs.

E do lado negro da força temos Max Black (Kat Dennings), essa sim a minha parte preferida da dupla. Carregada em um tipo de humor mais negro e pesado, foram dela as melhores lines da série, sempre fazendo uma referência bem divertida a um assunto qualquer, sempre cheia de cinismo, sarcasmo e rindo da própria desgraça sem a menor culpa. Max que nunca teve muito na vida e por isso encara a sua realidade sem muito entusiasmo ou euforia, apenas aceitando o que a vida vem lhe dando ultimamente, agora que ganhou uma parceira para dividir um sonho antigo de abrir o seu próprio negócio e quem sabe acabar mudando de vida.

Dessa forma, ambas foram construindo uma relação bem foufa de “irmandade”, onde uma passou a cuidar da outra por conta dessa sociedade. Algo que de certa forma vai muito além disso e essa amizade que elas acabaram criando, conseguiu se tornar muito maior do que apenas um negócio. Há quem suspeite e até aposte que as duas sejam irmãs e chegou até a se especular que algum plot do tipo acabasse surgindo na série. Algo que para a nossa sorte ainda não aconteceu e eu considero completamente desnecessário. Acho que da forma que está, elas já são meio que irmãs e qualquer laço de sangue não teria a menor importância nesse caso.

Juntas, elas enfrentaram diversas situações bem divertidas durante essa Season 1. Sempre com pouco dinheiro, Caroline foi aprendendo a ter que lidar com essa novidade em sua vida, graças a experiência de anos de Max no ramo da pobreza (rs), comprando roupas vintage no brechó da vizinhança ou até mesmo seguindo para o mercado acompanhada de toneladas de cupons de desconto. Para garantir mais dinheiro, ambas acabaram aceitando as mais exóticas vagas como segundo emprego, sempre em busca de conseguir uma grana extra para manter o sonho de fazer o negócio dos cupcakes realmente acontecer. De limpeza de aparatamento de acumuladores à babá de cachorro com probelmas na retaguarda (rs), elas não mediram esforços para garantir um extra. Pena que quase sempre elas acabem se dando mal, ou tenham que gastar parte do dinheiro que ganharam em uma emergência qualquer, tornando o sonho de se tornarem donas do próprio negócio algo ainda mais distante. Mas pelo menos o fogão dos sonhos na cor purple elas já conseguiram. (rs)

Se ao lado de Max, Caroline tem conseguido aprender como levar uma vida mais simples, o contrário também acabou acontecendo, como quando Caroline acabou usando a sua experiência/influência de ex mulher rica em NY para fazer com que Max acabasse experimentando um pouco mais da vida boa dos endinheirados da cidade, circulando em festas importantes da cidade com um cachorro a tiracolo, rs. Pena que esse tipo de alegria sempre dure pouco.

O bacana é que a série em bem pouco tempo, conseguiu também fazer com que os seus personagens coadjuvantes se tornassem figuras queridas de todos nós. Tem o cozinheiro machão, Oleg (Jonathan Kite), sempre com uma cantadinha de pedreiro e o mais alto nível do humor heterossexual (rs, só que ao contrário), que não dispensa uma boa camisa sem mangas ou suas redinhas super sexys de cabelo, rs. Temos também o chefe das duas, Han (Matthew Moy) que tem cara de nerd virgem e mais parece uma criança que foi perdida dentro daquele dinner, além do senhor da terceira idade que mais parece um jovem galã, o sensacional Earl (Garrett Morris) que com toda a sabedoria dos seus cabelos brancos é sempre um foufo e com a Max ele divide uma relação de amor super foufa, como se ele/ela fosse da sua família.

Até mesmo a patroa de Max, mãe dos gêmeos Brangelina, que só apareceu muito de vez em quando durante essa Season 1, conseguiu fazer a sua participação na série valer a pena. Assim como a vizinha super avantajada que conhecemos depois, Sophie (Jennifer Coolidge), mas que acabou ganhando um certo destaque ao longo da temporada, com o seu negócio bem sucedido de empregadas domésticas, além do seu plot romântico ao lado do Oleg, uma relação capaz de fazer as estruturas daquele dinner tremerem, literalmente, rs.

Cheguei a me divertir bastante com essas duas durante a primeira temporada, tanto que até cheguei a me importar quando elas tiveram que abrir mão do cavalo Chestnut, que elas mantinham no quintal da casa que ambas dividem no Brooklyn antigo. Aliás, achei ótimo que ele tenha voltado para a season finale, dando um carona com requinte de contos de fada, para que Max e Caroline perseguissem o sonho de fazer com que a Martha Stewart experimentasse um dos seus cupcakes. E tudo isso no baile do MET, cenário perfeito para que elas vivessem um final de temporada com cara de mashup entre Cinderela + Pretty Woman,  onde elas estavam lindíssimas com seus vestidos longos de rica (e que decote hein Max? Go Girl!). Mas não precisava ser um episódio duplo, neam?

Tudo bem que 2 Broke Girls não é nenhuma série genial e acho até que essa nunca foi a sua intensão e é até bacana quando essa pretensão não existe, pelo menos de vez em quando, só para variar um pouco. Também é importante reconhecer que a primeira parte da temporada é muito melhor do que a segunda, quando Chestnut foi trocado injustamente pela Sophie, rs. Mas para uma série de comédia, tenho que admitir que pelo menos essas duas garotas conseguiram me fazer rir bastante durante esse primeira temporada. Ou seja, objetivo atingido, meninas! Catching $$$!

Para assistir sem grandes expectativas, sem culpa, sem ansiedade. Apenas para divertir, quando sobrar aqueles 20 minutos no meio do dia e vc sentir vontade de abocanhar um cupcake red velvet, sabe?

Lembra de quando The Big Bang Theory era uma boa série de comédia?

Maio 16, 2012

Então, parece que isso já faz tanto tempo, não? Pelo menos essa é a minha sensação…

Hoje, a comédia que acaba de encerrar a sua Season 5, já tendo até mais duas temporadas garantidas pela frente, se encontra apenas no posto de mais uma série de comédia na TV. E só.

Claro que a gente que permaneceu enquanto audiência, continua com um carinho enorme por seus personagens, que durante algum tempo foram realmente sensacionais. Mas cinco temporadas após a sua estréia, é notável que existe um certo cansaço no ar em The Big Bang Theory, cansaço esse que não vem de hoje, mesmo com eles se esforçando para renovar a fórmula da série, que obviamente já se encontra bem desgastada. E talvez esteja exatamente nessa tentativa de se renovar o maior defeito hoje da série.

E essa tentativa de renovação da fórmula da série acabou acontecendo justamente com a entrada das meninas para o grupo, agora contando apenas com as duas sobreviventes (descanse em paz no mármore do inferno, Priya!), Bernadette e Amy Farrah Fowler. E é claro que a entrada definitiva das duas novas personagens para o elenco, trouxe algumas mudanças para a dinâmica do grupo, positivas e negativas. O que eu nem considero de todo ruim, porque essa presença feminina na série acabou trazendo alguns benefícios para a mesma. Mas por outro lado, o grande sucesso de The Big Bang Theory sempre esteve na relação do grupo em si e não em suas possíveis tentativas amorosas, não o tempo todo e por esse motivo, a novidade apesar de fresca, não significa necessariamente que tenha sido a melhor opção de renovação. É claro que esse detalhe fazia parte de um todo, onde sempre foi bastante engraçado ver a dupla Howard e Raj por exemplo, investindo na procura de garotas. Mas fazer disso um plot muito presente durante uma temporada inteira, a ponto de modificar bem toda a dinâmica do grupo, acabou de certa forma prejudicando a série, por isso eu considero essa tentativa de renovação por meio desse caminho “do coração” como um ato falho.

E vejam bem, quando eu digo isso, eu não quero dizer que eu acho que eles devam permanecer sozinhos, acompanhados apenas de suas HQs muito bem conservadas e de seus bonecos colecionáveis, para sempre. Não é isso. Mas acho que eles não precisavam que essas questões de amor tomassem mais tempo em suas histórias do que qualquer outro plot típico nerd, por exemplo.

Mas como essa mudança já foi feita e agora não tem mais volta, quem poderia imaginar que logo o Doutor Sheldon Cooper iria acabar funcionando muito bem ao lado da sua candidata a namorada, a senhorita Amy Farrah Fowler?

Amy (Mayim Bialik – I ♥ Blossom) que dessa nova safra de personagens, foi sem dúvidas quem mais veio se destacando no elenco desde a Season 4. E como não amar as suas investidas para cima do gélido Sheldon Cooper (investidas de sucesso até, embora ainda não exatamente como ela gostaria, rs), ou até mesmo a paixão que ela mantém descaradamente pela Penny? (aliás, as duas juntas são sempre bem boas também)

Achava pouco provável que o Sheldon conseguisse se sair bem com uma namorada, mas o impossível se confirmou com esse casal dos mais adoráveis. Juntos, ambos funcionaram muito bem, o que acabou nos rendendo alguns bons momentos durante toda essa Season 5. O que foi o momento de total descontrole em que ela ganhou uma tiara de diamantes do Sheldon? Algo que chegou bem próximo daquela cena do passado glorioso da série, com o Sheldon ganhando da Penny o guardanapo autografado pelo Leonard Nimoy. (Live long and prosper!)

Mas é fato que desde algum tempo, eu venho acompanhando a série com um certo custo. Para ser mais preciso, posso dizer que isso vem acontecendo desde a temporada anterior. Mas mesmo assim, eu não consigo não torcer pelo casal Shamy, aceitando de coração aberto a entrada da Amy Farah Fowler na vida do Sheldon e acredito que esse deva ser um sentimento comum em relação aos fãs da série com a nova personagem. Aliás, AMO falar esse nome, AMO!

E nessa renovação de elenco, quem de certa forma acabou sendo prejudicada foi a própria Penny (Kaley Cuoco), que dessa forma acabou sendo deslocada para o núcleo cor de rosa da série (e ele não inclui o Raj, rs). Cada vez mais distante dos meninos e passando um bom tempo sem a companhia do Leonard, sobrou para ela o posto de “ponte” para as novas personagens, criando assim alguns momentos do tipo “clube da Luluzinha” na série nerd que a gente não havia vivenciado até então, o que de certa forma também foi bem bacana. Mas esse foi um deslocamento um tanto quando injusto, porque a essa altura, já era bastante difícil considerar aquele grupo de nerds, sem lembrar da Penny, sempre fazendo um contraponto bem divertido do outro lado do corredor. Mas apesar disso, quando ela esteve ao lado da Amy durante esse temporada, foi um bom ganho que essa nova dinâmica trouxe para a série, porque ambas formaram um dupla ótima. Enquanto dupla tudo bem, mas e quando elas formavam um trio com a Bernadette, hein?

Confesso até que eu gostava da Bernadette (Melissa Rauch) no começo, mas com o passar do tempo, a personagem foi ficando bem chatinha como futura senhora Wolowitz  e é claro que a sua voz fininha acabou contribuindo bastante para tal, rs. Apesar disso, gosto da ideia dela ter se tornado a Senhora Froot Loops, agora oficialmente.

Falando em Howard (Simon Helberg), nada mais merecido do que o personagem ter se tornado um “astronauta” ao longo dessa temporada, ele que cansou de ser humilhado por ser o único não doutor da turma. Uma forma de recompensar o personagem (que é sempre muito bom também), causando uma inveja enorme nos demais. Me fala um nerd (e nesse eu me incluo) que não adoraria ser astronauta?

Outro que continuou adorável foi o Raj (Kunal Nayyar), cada vez mais feminino e muito bem resolvido com essa sua porção mulher da turma. Fico sempre morrendo de pena que ele ainda não tenha encontrado uma parceira (ainda que ele tenha tido um affair com a Siri, rs), mesmo que para isso ele talvez tenha que adquirir um possível nível de alcoolismo, devido a sua condição, rs. Mas sempre imaginei que no dia em que ele se apaixonasse de verdade, aquele seu probleminha acabaria sendo resolvido. Torcemos por vc Raj!

Do lado dos meninos, outro que tem se tornado cada vez mais chato, é o Leonard (Johnny Galecki). Ele que parece o “zangado”, sempre de mau humor, reclamando de alguma coisa o tempo todo, o que há de se levar em consideração, já que ele divide o seu espaço com ninguém menos do que o Sheldon e isso todos nós sabemos que deve ser bem puxado. Mas até mesmo quando ele esteve com a Penny durante essa temporada, acabamos vendo um pouco mais do mesmo, o que a essa altura já se tornou bem cansativo. Já deu essa tentativa de Ross and Rachel dos dois, não?

Por último, temos que falar dele, Dr Sheldon Cooper (Jim Parsons). Personagem que mesmo com todas as suas manias e a sua forma nada fácil de conviver com os demais simples mortais, conseguiu evoluir graças a nova dinâmica da sua história ao lado da Amy Farrah Fowler. Apesar disso e ele sempre funcionar, o personagem continua sendo o centro das atenções em quase todos os episódios, carregando por um tempo longo demais os maiores plots da série. A fórmula utilizada em The Big Bang Theory é sempre mais ou menos essa: Sheldon apronta alguma esquisitice ligada ao seu próprio modo de vida que ele recusa a mudar e os demais, mesmo se manifestando contra, acabam sempre sendo quem tem que se adequar a ele. Não digo que isso seja ruim, mas chega uma hora em que essas resoluções muito óbvias acabam cansando e acho que já estamos passando dela…

Ou seja, se atualmente eles não estão repetindo essa fórmula acima, eles estão resolvendo algum plot enquanto casal, cada um com o seu cada qual e de vez em quando, invertendo as duplas. E nessa hora, eu acredito que a série acaba deixando a desejar cada vez mais, principalmente com o espaço que hoje, todas as questões “amorosas” dos personagens acabaram ocupando, a ponto do series finale dessa vez ser pautado no primeiro casamento dentro da série.

Um casamento que foi bem bonitinho, graças ao talento do Raj no quesito organização de festas e o surto de Amy Farrah Fowler tendo a sua chance de ser madrinha do casamento. E todo mundo que estava esperando a mãe do Howard aparecer, acabou decepcionado por mais uma vez , onde tivemos apenas a sua voz presente em cena, como de costume. Adoraria conhecê-la, vcs não? Acho até que eles perderam a chance de promover um encontro das mães de todos os personagens. Imagina que bacana?

Mas eu me lembro com saudades de um tempo onde toda semana, era bem divertido assistir aqueles quatro nerds, totalmente diferentes da maioria dos personagens que a gente encontrava na TV, apenas sendo estranhos sendo eles mesmos. E essa memória anda ficando cada vez mais distante, onde a série nunca mais conseguiu fazer um episódio memorável sequer e hoje vive apenas de alguns poucos bons momentos bem soltos ou perdidos no meio da temporada. O que é sempre uma pena, porque a genialidade desses personagens prometia muito mais…

Elementar, minha cara Watson

Março 23, 2012

Lucy Liu e Jonny Lee Miller gravando cenas da nova série da CBS sobre o Sherlock Holmes com o nome de Elementary. (Zzzz)

Já disse que com uma série como Sherlock no ar atualmente, eu ficaria morrendo de vergonha de tentar fazer qualquer outra coisa sobre o personagem nesse momento, de tão sensacional que a série inglesa consegue ser. (sério, estou apaixonado – ♥ – parte 1 e parte 2)

Também já disse que eu acho que o fato do Doutor Watson nessa nova versão americana ser uma Doutora Watson, a série já perde boa parte do seu charme que sempre foi a relação quase “homoafetiva” entre os personagens principais. Além disso, será uma produção da CBS, ou seja, corremos o sério risco de ganhar mais um CSI procedural preguiça. Já imagino até os crossovers se a série conseguir algum sucesso. (o que eu não duvido nada, isso pensando em quem ainda não conhece Sherlock …)

Agora a minha sugestão dessa vez é que pelo menos eles não criem aquela dinâmica de “casal” entre os dois personagens (quem sabe ela não pode ser lez neam? Ou simplesmente ele não fazer o tipo dela…Ou quem sabe até ele ser de fato gay nessa versão?) porque nós não precisamos do novo “A Gata e o Rato” (Moonlighting).

ps: Moffat e Gatiss estão de olho…

Já temos cupcakes garantidos por pelo menos mais uma temporada

Março 15, 2012

Sim, 2 Broke Grils foi renovada para a sua Season 2 (Yei!). É fato que a série deu uma pequena caída, de leve,  mas continua sendo bem divertida com o seu humor simples e um texto recheado com piadas sobre elas mesmas, que são sempre sensacionais!

E a CBS aproveitou para anunciar outras 10 renovações para a próxima temporada: Blue Bloods (Season 3), NCIS (Season 10), NCIS: Los Angeles (Season 4), Person of Interest (Season 2), The Mentalist (Season 5), Criminal Minds (Season 8), The Good Wife (Season 4); Hawaii Five-0 (Season 3), CSI: Crime Scene Investigation(Season 13), 2 Broke Girls,  Mike & Molly (Season 3), além de How I Met Your Mother, que já estava garantida até a sua Season 8 e The Big Bang Theory, que também já havia sido garantida até a sua Season 7.

Engraçado é que entre os grandes nomes do canal, está Two And A Half Men, que continua com o seu futuro incerto.

O que vc vai assistir no Midseason 2012, hein?

Dezembro 30, 2011

O que, quando e quem sabe onde. Uma agenda com as estreias do Midseason 2012 para facilitar a vida de todo mundo e não deixar ninguém se sentir perdido assim que 2012 começar.

As séries novas estão em destaque e o coração vai para tudo que eu assisto (pq eu tmbm preciso me lembrar, rs):

 

JANEIRO

 

Dia 01/01/12 – (Domingo)

Sherlock

 

Dia 02/01/12 – (Segunda-Feira)

Pretty Little Liars

The Lying Game

Hawaii Five-0

Mike & Molly

Two and a Half Men

How I Met Your Mother

♥ 2 Broke Girls

 

Dia 03/01/12 (Terça-Feira)

Switched At Birth

Work It (ABC – new)

Jane by Design (ABC Family – new)

NCIS

Last Man Standing

NCIS: Los Angeles

♥ Parenthood

Body of Proof

Unforgettable

 

Dia 04/01/12 (Quarta-Feira)

Happy Endings

Revenge

The Middle

Suburgatory

♥ Modern Family

Mobbed

 

Dia 05/01/12 (Quinta-Feira)

 Grey’s Anatomy

Private Practice

The Vampire Diaries

The Secret Circle

 

Dia 06/01/12 (Sexta-Feira)

Nikita

Supernatural

Blue Bloods

A Gifted Man

CSI: NY

Merlin

Portlandia

The Increasingly Poor Decisions of Todd Margaret

Grimm

 

Dia 08/01/12 (Domingo)

House of Lies (SHOWTIME – new)

Californication

Shameless US

The Firm (NBC – new)

The Simpsons

The Cleveland Show

♥ Family Guy

American Dad

Pan Am

♥ Once Upon a Time

Desperate Housewives

The Good Wife

CSI: Miami

 

Dia 09/01/12 (Segunda-Feira)

Castle

 

Dia 11/01/12 (Quarta-Feira)

One Tree Hill

♥ Whitney

Are You There, Chelsea? (NBC – new)

Law & Order: SVU

 

Dia 12/01/12 (Quinta-Feira)

♥ The Big Bang Theory

Rob! (CBS – new)

The Mentalist

Persons of Interest

Up All Night (confirmou e a série ficou com o lugar de Community…Humpf!)

♥ 30 Rock

♥ Parks and Recreation

♥ The Office

The Firme

Bones

 The Finder (FOX – new)

 

Dia 13/01/2012 (Sexta-Feira)

Kitchen Nightmares

♥ Fringe  (Yei!)

 

Dia 15/01/12 (Domingo)

♥ The 69th Golden Globe Awards

Undercover Boss

♥ Napoleon Dynamite (FOX – new)

 

Dia 16/01/12 (Segunda-Feira)

Being Human

Gossip Girl

♥ Alcatraz (FOX – new)

 

Dia 17/01/2012 (Terça-feira)

90210

Justified

Southland

White Collar

♥ Glee

♥ New Girl

♥ Raising Hope

 

Dia 18/01/12 (Quarta-Feira)

American Idol

Criminal Minds

CSI

Royal Pains

 

Dia 19/01/12 (Quinta–Feira)

Archer

Unsupervised (FX – new)

 

Dia 20/01/12 (Sexta-Feira)

Shark Tank

 

Dia 22/01/12 (Domingo)

Lost Girl

 

Dia 23/01/12 (Segunda-Feira)

House

Hart of Dixie

 

Dia 25/01/12 (Quarta-Feira)

Touch (FOX – preview)

 

Dia 27/01/12 (Sexta-Feira)

Chuck

Spartacus

 

Dia 29/01/12 (Domingo)

Luck (HBO – new)

 

Dia 31/01/12 (Segunda)

Ringer

 

FEVEREIRO

 

Dia 05/02/12 (Domingo)

The Voice (especial)

 

Dia 06/02/12 (Segunda-Feira)

♥ Smash (NBC – new)

The Voice

 

Dia 07/02/12 (Terça-Feira)

The River (ABC – new)

 

Dia 08/02/12 (Quarta-Feira)

Rock Center With Brian Williams

Law & Order: Special Victims Unit

 

Dia 12/02/12 (Domingo)

♥ The Walking Dead (só não sei até quando…)

The Celebrity Appentice

 

MARÇO

 

Dia 04/03/12 (Domingo)

Good Christian Belles (ABC – new)

Harry’s Law

 

Dia 06/03/12 (Terça-Feira)

Breaking In

 

Dia 11/03/12 (Domingo)

Bob’s Burgers

 

Dia 12/03/12 (Terça-Feira)

Fashion Star

 

Dia 15/03/12 (Quinta-Feira)

Missing (ABC – new)

 

Dia 19/03/12 (Segunda-Feira)

Dancing With The Stars

Touch (FOX – new)

A premiere que todo mundo esta curioso para ver em Setembro

Agosto 9, 2011

E eu que nem acompanho muito a série (só não assisti a Season 8 na verdade, rs), estou bem curioso para ver o que eles vão aprontar no funeral do Charlie quando Two And a Half Men voltar para sua Season 9 no dia 19/09.

Vamos ver o que o Ashton tem para nos oferecer, além desse chinelo pavoroso (sorry, mas foi a primeira coisa que eu bati o olho na imagem).

E eu acho que a minha ideia como desculpa para a entrada dele na série (que seria a que o uncle Charlie teria feito um tratamento de rejuvenescimento poder e que voltaria com o corpo do Ashton ) seria sensacional hein? Eu assistiria…rs

Mas parece que não será essa a desculpa para o fim do uncle Charlie, fikdik

Todas estão curiosas…Zzzz


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