Posts Tagged ‘CD’

Born to Die, Lana Del Rey (♥)

Fevereiro 2, 2012

Esqueça todas as polêmicas, não dê ouvidos as fofocas e corra para ouvir o álbum da Lana Del Rey, “Born To Die”, que é ótimo, foi lançado no último dia 31 e como já era de se esperar, o álbum já estava em primeiro lugar no iTunes em 14 países.

Merecidamente até, eu diria, porque faz tempo que nós não temos uma boa cantora surgindo com fundamento, letras sensacionais e tanto assunto em torno do seu nome, sejam eles bons ou não. Certamente, Lana Del Rey será um nome que ouviremos bastante durante 2012.

Desde que eu comecei a prestar atenção na moça, foi amor a primeira vista. Gosto da atitude blasé dela no palco, com cara de quem não se importa com a opinião alheia,  mas que se concentra e modifica a sua voz como ninguém no meio de uma mesma frase de suas músicas, talvez como estratégia para acordar o público do transe das suas letras melancolias e magoadas, gosto também do deboche e do cinismo das suas letras, tão diretas e aparentemente sinceras, além do fato dela estar ruiva no momento e isso por si só, vcs sabem que já é um ponto positivo no meu caso.

Mas, além de tudo isso, Lana tem uma voz deliciosa, em todas as suas versões, da mais grave até aos seus doces e sexys suspiros. Höy!

Eu, desde já agradeço por “Born To Die” ter chegado nesse começo de ano, para nos garantir uma boa companhia por todo o ano de 2012. Sinto que estaremos bem acompanhados.

Se ela foi produzida, se esse fundamento todo é algo forçado e pouco real, na verdade isso não importa mais, e se for verdade, pelo menos o trabalho foi bem feito (rs). Lana Del Rey fez o seu début da melhor forma possível, atraindo as atenções e provando com boa música, que não importa o que falem dela e aliás, tudo fica bem pequeno, quando ouvimos qualquer um dos seus hits em suas performances que hipnotizam. Tudo bem que ao vivo, nem sempre ela esteve em seu melhor dia. Mas quem nunca? Quem nunca se sentiu pouco criativo, tentou fazer algo novo e não gostou do resultado final? Acontece.

Como de fato aconteceu no SNL, quando ela cantou o seu grande sucesso “Video Games”, (e eu já disse que gostei de “Blue Jeans”) e isso não tem como negar, mas todas as suas outras performances ao vivo até agora, provam o contrário.

Mas agora vamos falar do lançamento, que é o que interessa. Fazem 2 dias que eu estou nessa audição da versão Deluxe de “Born To Die”, que tem 15 faixas e eu já me encontro completamente viciado nele, e essas foram as minhas primeiras impressões sobre o álbum:

“Video Games” + “Born To Die” = HITS. Equação simples, fácil de resolver. Mas pra mim, a minha versão preferida de “Born To Die”, do tipo inesquecível, é aquela que ela apresentou à beira da piscina no Chateau Marmont (acima), na pool party da Mulberry. Inesquecível!

“Blue Jeans” – outra das minhas preferidas de algum tempo (e de todo mundo). Adoro a forma como ela brinca com a voz ao longo da música.

“Off To The Races” – essa nós também já tínhamos ouvido antes e achado deliciosa. Aliás, AMO esses samplers que ela usa ao fundo, AMO. Acho que deixa a forma antiga que ela usa para cantar, com cara de moderna com essa batida meio hip hop ao fundo. Quase que como se ela estivesse determinando que apesar de parecer uma voz antiga em alguns momentos, ela é uma artista contemporânea e isso fica bem claro através desse fundamento, quando ela ensaia uma espécie de rap que não é exatamente um rap no meio de uma de suas canções. Certamente, uma das faixas mais diferentes e bem boas do álbum.

O que é o mesmo caso de “Diet Mountain Dew”, que é o meu novo vício. Acho a batida deliciosa e letra (tão verdadeira, não?) é sensacional! E eu não paro de ouvir, tipo meu novo vício. (mesmo sabendo que ele não é bom pra mim, rs)

Na sequência temos “National Anthem”, que eu acho até que boa, apesar de não ser das minhas preferidas e “Dark Paradise”, que eu acho que poderia ser de outra pessoa até, música feita para radio, sabe? (alguém ainda ouve rádio?) A qual eu não sou muito fã, junto com “Carmen” e “Lolita”, essas sim que eu acho bem meio assim. Mas talvez seja a primeira impressão falando mais forte por enquanto.

“Radio” começa lindamente, com um dos vocais mais maravileeeandros do álbum, acompanhada por um refrão delicioso. Lenta, mas bem gostosinha. Imagino usá-la como trilha em diversos momentos diferentes do dia, rs. (Höy!)

“Million Dollar Man” lembra algo antigo, que nós já ouvimos, só que agora, ouvimos em uma versão mais desbocada, talvez. “Summertime Sadness” tem esse título ótimo, que acaba com aquela teoria da alegria forçada de verão, que nós, pelo menos aqui no Guilt, morremos de preguiça,  rs. Mas fica só no nome, porque a faixa também não é das minhas preferidas. Humpf!

“This Is What Makes Us Girls” é excelente, uma das minhas preferidas ever! Ouço repetidamente sem cansar, sério. Gosto dos vocais, do fundamento e de novo a letra, que é ótima. Moderna e foufa.

Uma das faixas mais tristes sem ser descaradamente triste (confuso…) do álbum é “Without You”, que é calma e também tem um vocal bem especial. Outra das que eu ouço no repeat e já coloquei em todas as minhas mixtapes de gadgets diferentes, rs.

“Lucky Ones” convida para uma escapada, como se o álbum todo fosse um convite para fugir com alguém especial para outro lugar. Foufa.

Não sei vcs, mas quando eu ouço Lana Del Rey, eu acho que ela combina exatamente com o clima do video de “Video Games”. Eu penso (e me sinto) em um filme antigo, ambientado nos 60’s talvez (ao mesmo tempo eu acho que ela caberia perfeitamente na trilha de um filme do Tarantino, ou da Sofia Coppola, com a Kirsten Dunst e seu olhar melancólico no papel principal), com uma personagem com o cabelo lá pro alto, um olho preto de Twiggy bem marcado, andando de um lado para o outro com uma roupa bem leve e transparente,  magoada, com um ou dois martini glasses jogados sobre o tapete da sala, pensando em alguém especial que tenha se revelado meio assim ao longo do tempo, ou com o histórico de uma história de amor mal resolvido. E de fundo, aquela iluminação natural de luz do dia completando a ambiência, sem ser luz de sol exagerado de verão. Sabe?

Fico pensando se só eu me imagino em todo um cenário quando gosto de algum álbum ou música?

Enfim, voltando a realidade, acho mesmo que música é isso, são sensações e todas as que eu senti ao ouvir “Born To Die” pelas primeiras vezes foram as melhores possíveis. Mas tem que esquecer o hype em torno do xoxo gratuíto e ter a experiência por vc mesmo, buscando a sua própria opinião sobre o assunto, o que é sempre bem mais interessante e menos preguiça.

Acho o álbum despretensioso, acho sincero e acho que vale a pena.

Go girl!

Os ensinamentos de GAGA-AH em Born This Way †

Maio 23, 2011

E quem quer saber de Billboard Music Awards, de Cannes, de Look 4 today (rs), quando hoje chega às lojas o novo cd mais aguardado ever? Sim, chegou “Born This Way”, YEI!

Não, não foi amor a primeira vista. Por mais que eu seja um dos mais entusiasmados quando o assunto é Lady Gaga, digamos que eu não tive uma reação de amor a primeira vista com “Born This Way” não…

Precisei ouvir de novo e depois ainda mais uma vez para conseguir chegar a uma conclusão: Afinal, eu gostei ou não de “Born This Way”? Hein?

O que aconteceu na verdade foi uma repetição do que já havia acontecido quando saiu o single que leva o nome do cd. A princípio torci o nariz, disse que não gostei muito inclusive aqui no Guilt, o clipe tinha fundamento demais para pouco espaço e acabou ficando confuso demais para mim. E como sempre, acabei mordendo a minha própria língua, rs

Mas não é que depois de um tempo eu consegui entender que aquele talvez fosse o hino de uma nova geração?

Abracei a idéia e assim, passei a aceitar o tal single de “Born This Way”, que hoje tem obrigatoriedade nas minhas playlists diárias, rs

E o mesmo aconteceu agora com o lançamento do aguardado novo cd da Mother Monster, que chegou hoje para provar que sim, estamos diante de uma grande artista. HUGE!  (PAWS UP!)

A minha impressão das letras e das músicas foi de uma Lady Gaga magoada, sofrida até (sofrida é engraçado e chega a ser meio cafona, rs), marcas de uma pessoa que demorou a ser aceita por quem ela realmente é, porém, que conseguiu chegar onde queria estar e deixa com a sua arte a esperança que as vzs falta pra gente continuar seguindo em frente, insistindo nesse fundamento todo (rs). As letras mostram essa mágoa que a garota talentosa sentada em seu apartamento minúsculo em NY transformou em fundamento para a sua força, para expressar todo o seu talento e revelar para o mundo que aceitando ou não, sim, ela nasceu daquele jeito. Suck it!

Confesso que essa clima “prafrentex” do cd, de inspiração e aceitação, me agrada bem mais do que a parte religiosa do mesmo, que não chega a me incomodar tanto também. Mas cada um com a sua fé não é? Não vamos transformar esse lançamento em mais uma guerra ala Israel/Palestina! Que de ignorância a gente não precisa mais…

Ainda falando do assunto religião, segundo Gaga: Jesus is the new black! Fikdik

Mas o fundamento de “Born This Way” e talvez a sua maior mensagem, esta mesmo no conceito de be yourself, na coragem de se mostrar, por mais esquisito e estranho que vc possa ser para a maioria das pessoas.

A princípio eu achei o álbum “Born This Way” mais fraco do que a parte “Monster” do The Fame. Mas foi só no começo, pq depois de uma 3 audições eu consegui enxergar vários hits bem bons e entender todo o fundamento. Música boa, de pixxxta, para deixar qualquer um bem animado e feliz na buatchy. Bom, a minha versão é dupla, deluxe (pq eu sou ricah! rs), então vou dizer para vcs o que eu achei de cada uma das faixas, tsá?

Vamos ao setlist?

01 Marry The Night: HIT! Aposto que vai grudar na buatchy! Tem climão, começa lenta e vai crescendo. Performática! ♥

02 Born This Way: o hino de uma nova geração. Anota ae! PAWS UP!  ♥

03  Government Hooker: então, eu tinha amado o refrão dessa no remix do desfile da Mugler. Mas achei a versão original meio assim… (não gosto das respostas para a parte das afirmações, sabe?)

04 Judas : Judas me conquistou logo de cara. E o video é uma das coisas mais maravileeeandras que GAGA-AH já fez até agora. Cool! ♥

05 Americano: o que eu achei bem bacana no cd é que Gaga apostou em variações da sua voz. Mas essa não é das minhas preferidas…

06 Hair: Hair chega a ser engraçada. Free as my hair (euri), mesmo pq a gente sabe que se tem uma coisa nesse mundo que não é livre é o cabelo da Lady Gaga, que vive sempe bem preso no perucón, rs. Mas aposto que vira HIT (mesmo assim eu abandonaria o sax…)

07 Scheibe: Gaga falando em alemão, Höy! HIT de buatchy. Quer apostar uma rodada de Cosmos? Done! ♥

08 Blood Mary: gosto dos vocais do refrão e da batida do começo que se repete ao longo da música, mas tmbm não é das minhas preferidas.

09 Black Jesus † Amen Fashion: outra que tem um refrão ótimo ( (que me lembrou alguma coisa da Madonna). Vejo em trilha de filmes por ex…

10 Bad Kids: uma das melhores introduções. AMO! Por mim viraria HIT! E o melhor é que eu já até imagino o video para a faixa. Deixa eu dirigir Gaga? ♥

11  Fashion of His Love: outra que tem cara de hino das fashionistas e eu vejo com trilha da próxima temporada all around the world. Todas no catwalk, ou fazendo garota na pixxxta com um dos melhores refrões do cd! ♥

12  Highway Unicorn (Road To Love): animada. Vejo Gaga cavalgando in rainbows! Pausa: agora entramos no mundo S&M. Höy! Go Unicorn! (me lembrou o jogo do unicorino que tem a trilha sonora mais sensacional ever, e que eu jogava com o meu G preferido. Miss U!)

13  Heavy Metal Lover: quem nunca se apaixonou por alguém do metal que atire o primeiro cd do LIAL, euri (nada a declarar…)

14  Electric Chapel: achei meio assim…

15 The Queen: aqui, Gaga aproveita para anunciar que esta pronta para assumir o trono. God Save The Queen! ♥

16 Yo and I: outra para o momento piano de Gaga, que todas amam. ♥

17  The Edge Of_Glory: essa eu vou ter que confessar que mordi a minha língua e tem sido uma das que eu mais ouço ultimamente. AMO! Mas continuo dispensando o momento sax do final…E no video a seguir, já temos imagens do que será o clipe, com GAGA-AH correndo pela ponte do Brooklyn ♥

A edição dupla do cd ainda traz no CD 2, com cinco remixes e entre eles temos a versão Country Road para “Born This Way”, que é ótima, dois outros assinados pelo DJ White Shadow, incluindo a versão de “Scheibe” para o desfile da Mugler e o meu preferido, que também é um remix de “Born This Way”, só que esse assinado por Jost And Naaf, que é delicioso!

Essas foram as minhas primeiras impressões do cd e não significa que nada poderá mudar dentro da loucura louca que é a minha cabeça, assim que eu for ouvindo cada vez mais o cd, rs.

Resumindo, meus amigos, confesso que achei “Born This Way” bem bom! Well done Gaga! (PAWS UP!)

Vou confessar também que em toda a minha vida, eu acho que eu nunca gostei tanto de alguém (até já disse isso por aqui), a ponto de dividir um espaço especial no meu coração com a Madonna. E de graça!

I ♥ GAGA-Ah

AMO a ponto de ficar todo emocionado com um video simples como esse, que a cantora lançou em parceria com o Google Chrome (meu navegador preferido!) e que eu não sei onde é que eu estava nesse dia que não mandei o meu próprio video para participar desse coletivo. Humpf!

Reparem que até o Tr3vor mandou hein? Ansioso mil agora para o novo video do single “The Edge Og Glory”, que deverá sair logo logo…

E agora é oficial (mais ou menos, pq já ouvimos isso antes e até agora nada…), segundo ela mesmo em seu Twitter: 2012 ela virá para o Brasil! UOW!

Já pode preparar a peruca bicolor e o look fundamento? Todas trabalhando no cróqui desde já! YEI! (PAWS UP!)

Angles, The Strokes – Mas será que todos os ângulos desses meninos são bons mesmo?

Março 16, 2011

O mais do que aguardado 4º álbum de estúdio dos Strokes vazou antes (como quase sempre acontece), no Domingo e é claro que eu pedi para o Paolo Torrento trazer pra mim.

Fiz 3 audições. A primeira tomado pela ansiedade de ouvir algo novo de uma das minhas bandas preferidas, depois de uma espera de 5 longos anos. Ufa!

A segunda com mais calma, tentando perceber melhor a proposta. Hmm mmm

E a terceira hoje, só para confirmar as minhas impressões. É, é isso mesmo…

O álbum foi composto pelos 5, separadamente, em uma tentativa de ampliar o ângulo de cada um deles como indivíduo e é bem nitida essa sonoridade de cada um deles, que chega a soar como um desencontro ao ouvir Anlges pela primeira vez. Não que isso seja totalmente ruim, mas parece desencontrado.

Esse som mais distorcido e as vzs desencontrado me incomoda, não é exatamente o tipo de música que eu gosto de ouvir. Juro que quando eu ouvi o álbum pela primeira vez eu pensei: talvez essa seja apenas uma versão micada, que eles mesmo liberaram só para fazer uma graça.  Mas fui procurar e descobri que não, que a proposta era essa mesmo, uma proposta meio assim, exótica.

Julian experimentando novas possibilidades no vocal, brincando e vc já pode perceber isso logo de cara com o primeiro single “Under Cover Of Darkness” que saiu a pouco. E assim ele brinca também em faixas como “Machu Pichu” por exemplo.

Acho uma pena os outros meninos da banda terem trancado o Julian em um estúdio separado, evitando que ele se envolvesse tanto com o processo criativo do novo som da banda, talvez só para terem a chance de mostrar o seu trabalho também. Sempre achei que uma banda funciona melhor em conjunto, mas agora vc me responde: e quem consegue conter os egos dessa gente toda? Bom, isso já não é problema meu.

Existe uma sonoridade, ou pelo menos uma vontade, do álbum solo ou projetos paralelos de cada um deles. Até uns acordes de bossa nova moderna vc consegue achar em “Call Me Back”, certamente influenciado pela alma carioca do Fabrizio Moretti (que é o Stroke que eu abracei e ganhei um beijeeenho no rosto, tsá? Nunca vou cansar de dizer isso) e a sua outra banda, a Little Joy.  Na verdade, eu acho que eles poderiam ter olhado com mais carinho para o trabalho solo do Albert Hammond Jr”, que na minha opinião tem o melhor trabalho solo de todos eles, com os seus 2 cds, fikdik.

O álbum é quase que totalmente diferente dos demais, salvo algum resquício do passado em “Taken For A Fool” ou  “Gratisfaction”, certamente candidatas a hit por se aproximarem mais do que esperamos quando ouvimos Strokes.

Faixas como “You’re So Right” ou “Metabolism” foram demais pra mim, quase impossíveis. É, não deu!

A impressão que eu tive (e essa pode ser apenas a minha impressão) é que eles gravaram o álbum com uma certa pressa, mesmo com a pausa de 5 anos. Sabe prazo de gravadora, que fica no pé e vc já não tem mais como enrolar? Então, algo por ai. Como fã da banda desde o começo, eu recomnedaria para que o próximo cd depois de Angles fosse gravado de forma oldschool (e que isso aconteça logo!), buscando recuperar o fundamento da banda, sem nenhuma apologia ao saudosismo, mas que nesse caso provou ser mais interessante do que a confusa novidade.

Eu não sou do tipo de pessoa que torce o nariz para o diferente, para novas propostas ou tentativas e acho sempre bom quando uma banda de sucesso tenta ousar e trazer uma sonoridade nova. Isso desde que a nova proposta seja realmente boa, caso contrário acaba soando como um grande desencontro musical e os ângulos podem se revelar não tão bons assim.

Mudando um pouco de assunto, um dia desses eu acabei lendo em algum lugar (acho que era um texto da Erika Palmino) dizendo que a moda contemporânea precisava evolouir. Todas as décadas foram marcadas por grande estilos, 20’s, 30’s, 40’s, 50′, 60’s,70′, 80’s, 90’s, ai chegamos nos anos 2000 e a coisa deu uma estacionada e nada de novo apareceu.

Na minha opinião, evoluímos sim e isso aconteceu para a moda masculina com a chegada dos Strokes, tornando-os alguns dos responsáveis por isso. Tem meninos mais lindos do rock atualmente? Nos últimos, sei lá, 10 anos?  Tirando toda e qualquer boy band que agora toca rock, é claro (rs).

O estilo dos meninos dos Strokes foi marcante para a sua época, cabelos sujeeenhos, jeans skinny, a mistura de peças podreeenhas com peças de alfaiataria. Não que a proposta seja completamente nova e é possível enxergar  claramente algumas referêcnias de várias décadas passadas, em cada um deles, assim como referências de ídolos do passado, como os Ramones por exemplo. Mas acho que para a moda masculina, esses 5 meninos lindos tiveram a sua importância, pelo menos para a minha geração. Me lembro de ter visto o Julian e o Nick pela priemeira vez e ter pensado: quero ser assim!

Acho que o que marca a nossa moda atual é mesmo o híbrido e talvez seja por isso que vamos ser lembrados daqui uns anos, fikdik.

Femme Fatale (Zzzz), sim esse é o nome do novo cd da Britney Spears

Fevereiro 3, 2011

Apesar do nome ser pra lá de cafononna e de uma preguiça enorme, estamos todos ansiosos mil!

Ainda aguardo o “It’s Britney, Bitch!”, um nome perfeito, não?


%d bloggers like this: