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It’s Always Sunny In Philadelphia – quanto mais maluca, adorkable e ensolarada, melhor

Fevereiro 1, 2013

S8

Apesar de pouco conhecida por aqui, It’s Always Sunny In Philadelphia continua sendo uma das minhas comédias preferidas atualmente, mesmo 8 temporadas depois.

E está na cara que alguma coisa mágica acontece pelos lados da Philadelphia, pelo menos na parte em que a série se encontra, porque mesmo depois de tanto tempo, IASIP continua afiadíssima, cretina e adorável. Crédito que certamente parte fica por conta de suas histórias absurdas e todas capazes de te fazer rolar do sofá de tanto rir e a outra parte fica por conta do elenco, que realmente é bem especial e funciona perfeitamente bem juntos.

Difícil acreditar que uma comédia do absurdo com IASIP tenha uma vida já tão longa na TV, mas talvez esse seja o seu grande trunfo. Sua história, apesar de plots recorrentes da sua mitologia, é também pouco linear e não segue uma estrutura comum, onde acompanhamos a “evolução” daqueles personagens por exemplo, embora eles todos continuem evoluindo a seu modo. (para o seu pior enquanto pessoas, claro, rs)

E talvez seja exatamente essa liberdade do fato deles conseguirem fazer humor sobre tudo, ou melhor, sobre o nada, que tenha garantido uma vida tão longa assim para essa comédia, que novamente eu repito, mesmo tendo encerrado recentemente a sua Season 8 e já tenha uma nona temporada garantida pelo seu canal, a série ainda parece ter fôlego para aguentar muito mais.

E a gangue esteve ainda mais incontrolável durante essa temporada, seguindo aquela velha fórmula do “somos um grupo, lutamos juntos mais é cada um por si, bi-a-tch”. Aliás, gosto muito das variações que eles acabam tentando entre eles mesmos, movimentando as “duplas” para que todos garantam o seu lugar ao sol da Philadelphia, mas nenhuma delas é melhor do que a dupla Charlie + Frank. Fato.

Primeiro que eles continuam vivendo um sonho (na verdade, uma pesadelo para a maioria das pessoas), morando em um apartamento minúsculo e dormindo juntos em um sofá cama xexelento. E segundo porque quando esses dois se juntam, podemos esperar qualquer coisa menos limites. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

Durante essa Season 8 eles circularam em cenários divertidíssimos, tocando em todas as feridas daquele jeito que eles conhecem muito bem e sempre com um bom humor totalmente baseado no politicamente incorreto. Avô nazista que deixou uma herança para a dupla Dee + Dennis no formato de um quadro com a pintura de um cachorro e isso, em uma quarto cercado de sopa velha que o Charlie não se fez de rogado ao experimentá-las, claro (EW!), o casamento dos McPoyles (figuras recorrentes e divertidíssimas da série), que mais parecia o cenário de um apocalipse zombie no meio da história e a invenção de uma mentira sustentada até o final sobre o câncer da mãe do Charlie, foram apenas algumas das situações mais absurdas que encontramos durante essa temporada.

Its-Always-Sunny-in-Philadelphia-Season-8-Episode-4-Charlie-and-Dee-Find-Love-4

Assistindo episódios como esses, totalmente sem limites, eu sempre chego a conclusão de que por aqui, uma série como IASIP jamais sairia do papel, tamanha a imbecilidade que andamos importando por aí (além de desenvolver a nossa própria) de um comportamento pautado no politicamente correto extremamente exagerado. E assistir a série é mais ou menos como se você entrasse em um portal e fosse parar em um pedaço da Philalelphia onde tudo é permitido, inclusive organizar esquemas com a doença em estado terminal inexistente da própria mãe. E o mais bacana é que eles encaram tudo isso com a maior naturalidade desse mundo, como se realmente acreditassem que estão seguindo o caminho certo, mesmo tendo consciência de que eles sempre estão no caminho errado, que logicamente, é onde eles se sentem mais confortáveis.

Outro detalhe que eu sempre gostei bastante na série se encontra nesse nível de competição gigantesco que acontece entre eles mesmos, onde uma não vê a hora de se dar bem, só para poder jogar na cara do outro o quanto ele conseguiu ir adiante. Apesar dessa eterna disputa dentro do grupo (que por sinal, sempre foi uma delícia), parece também que eles sempre tiveram consciência de que estão presos voluntariamente uns aos outros, porque é exatamente onde eles gostariam de estar.

Como quando eles resolvem arrumar um esquema vivendo como lixeiros em um bairro nobre da cidade, recolhendo o lixo de limosine, oferecendo um serviço “diferenciado” (sério, odeio essa palavra) para seus moradores. Ideia que nos trouxe mais um momento musical para a série, que são sempre sensacionais, além de um final com todos eles completamente cobertos de lixos e uma Dee de cosplay de latina em defesa da classe dos lixeiros locais. Ainda baseado na sabotagem, tivemos outro excelente momento com a gangue inconformada que pela primeira vez na vida, Dee e Charlie estavam conseguindo se dar bem no amor, cada um com o seu par, que além de tudo eram irmãos, onde é claro também que eles fizeram de tudo para tentar destruir qualquer tipo de felicidade que não fosse um benefício para o grupo inteiro e no mesmo nível. E sim, por aqui, esse nível de egoismo é muito bem aceito, rs.

Outro momento excelente da temporada, foi o dia em que a waitress, que na verdade é o grande amor da vida do Charlie (e sua mulher na vida real), acabou colocando um ponto final na sua mania de stalkear a pobre coitada, algo que ele acabou acatando para provar o quanto ela era importante para ele, mas que ela nem imaginava a diferença que essa perseguição fazia no seu dia a dia. Sério, tive um ataque de riso quando a pobre coitada apareceu como uma viciada em metanfetamina, vivendo sem os cuidados que ela nem imaginava que o Charlie tinha com ela, como colocar vitaminas no seu shampoo e coisas do tipo, para que ela estivesse sempre linda para ele observar mesmo que de longe e sabendo que ela não gosta dele. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e ou querer um stalker como esse?

Its-Always-Sunny-in-Philadelphia-Season-8-Episode-7-Frank_s-Back-in-Business-3-550x366

Até na terapia eles todos foram parar durante essa temporada e é claro que acabaram deixando a própria terapeuta muito pior do que qualquer um deles, ainda mais com um Charlie tirando do bolso pombos mortos com a maior naturalidade desse mundo (gente, escrever esse tipo de coisa me faz perceber o quão absurda é essa série, rs) e o Dennis tirando do seu bolso seu arquivo pessoal de análise de cada um dos membros da gangue. E tudo isso só porque nenhum deles queria lavar a louça. Exatamente só por isso. Sério.

Mas os meus episódios preferidos dessa temporada, acabaram aparecendo perto do final, com uma sequência divertidíssima antes da season finale. O primeiro deles ficou por conta daquele em que a Dee se viu completamente viciada em um game online, onde com a ajuda do Charlie eles acabaram virando uma lenda, criando um verdadeiro império dentro do próprio game, transformando o jogo em negócio de forma hilária. Sério, o Charlie Day estava impossível durante esse episódio e ele tratando a Dee como o provedor arrogante que acha que tudo compra e que não tem tempo para perder com bobagens foi simplesmente sensacional. Sem contar que nessa brincadeira, eles todos ganharam seus avatares dentro do próprio jogo, que eram adorkables. Realmente, um episódio pra lá de especial, talvez um dos melhores de toda a série até hoje!

O segundo ficou para o episódio seguinte, com todos eles se encontrando por acaso em um restaurante mais arrumadinho da cidade e é claro que eles não se conformaram com o fato de não terem sido escolhidos como companhia uns dos outros, morrendo de ciúmes e escolhendo a provocação como arma para enfrentar aquele momento e é claro que acabou sobrando para todo mundo que estava em volta deles todos, como sempre.

E exatamente em situações extremamente simples como essa, It’s Always Sunny in Philadelphia encontra os seus melhores momentos, nos trazendo um tipo de humor cada vez mais raro em um mundo pedante e cheio de compromissos com o parecer correto vindo sempre muito antes do ser correto.

Por isso continuamos AMANDO IASIP e achamos que essa é uma série que merece uma vida longa e próspera, mesmo estando tanto tempo exposta ao sol.

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E a Philadelphia continua mais ensolarada do que nunca!

Dezembro 29, 2011

It’s Always Sunny in Philadelphia é mais uma daquelas séries injustiçadas, que quase ninguém assiste ou comenta, que nunca é indicada a premiação alguma, mas que certamente, do alto da sua recém encerrada Season 7, já está mais do que na hora desse cenário mudar. Porque na tv atualmente, não existe outra série de comédia mais corajosa, mais sem limites, mais maluca do que IASIP. Realmente não existe e eu acho que só empataria com Family Guy, se a série fosse uma animação.

Classificados como “Friends on Crack”, ou seja, um Friends só que usuário de crack (rs), esses 5 são impossíveis, capazes de qualquer coisa por uma aventura qualquer, seja por uma par de jeans semi novo encontrado embaixo da ponte, um presunto perdido em alto mar, a garantia de uma noite mais animada ou apenas para ter motivo de rir da cara um do outro.

Nessa temporada por exemplo, eles fizeram uma viagem sensacional para New Jersey (7×02 The Gang Goes to the Jersey Shore), fazendo piada com a locação do momento e toda a animação local (Blame Jersey Shore). Com direito a cabelo com tererê preso em brinquedo de parque de diversão, que acabou com um rombo na cabeça da Dee, que só de lembar chega a doer em mim. Além de todas as escatologias do episódio, é claro.

Mas não foi só isso, nesse mesmo episódio o Charlie conseguiu o improvável e acabou passando uma noite super foufa na companhia da garçonete na praia. Pena ter terminado daquela forma, após ter passado o efeito da colocação da garçonete, mesmo depois dela ter dado um pedaço de caco de vidro para o Charlie, que ele achou que tratava-se de uma pedra preciosa (euri).

E na série não há nenhum espaço para o politicamente correto e até um velório de um bebê fake eles conseguiram promover para tentar garantir algum dinheiro ou fugir da justiça (7×04 Sweet Dee Gets Audited). Na verdade, esses cinco só querem se dar bem o tempo todo e se for fazendo o mínimo de esforço possível,  melhor ainda, rs. Algo que raramente acontece para eles na série, mas que nos rendem piadas sensacionais.

Só que para se divertir, vc tem que assistir It’s Always Sunny in Philadelphia sem ter o menor julgamento moral, além de ter que deixar o bundamolismo totalmente de lado, porque eles pegam bem pesado e esse episódio com o “velório” do bebê da Dee talvez seja a maior prova disso.

Tem também que ter um estômago forte, porque eles não são exatamente as pessoas mais “higiênicas” desse mundo e nessa temporada, ainda ganhamos uma das cenas de vômito de sangue mais sensacionais de todos os tempos, capaz de deixar com bastante vergonha vários filmes de terror preguiça por ai. Outro episódio que tem um dos melhores finais de temporada (7×01 Frank’s Pretty Woman), que poderia ser classificado com um dos mais politicamente incorretos ever e isso ao som de “Pretty Woman”, só para complementar a piada, rs.

Um dos episódios mais engraçados também foi aquele com a piada sobre Toddlers And Tiaras, um dos programas americanos mais bizarros ever (7×03 Frank Reynold’s Little Beauties). E com o concurso de Little Miss Philadelphia organizado nesse caso pela gangue, com o Frank (Danny DeVito) maquiado por uma daqueles artistas que cuidam de pessoas que já fizeram a passagem, eu quase que não me aguentei de tanto dar risada. Sério, eu rolei de rir.

Agora, o melhor episódio dessa Season 7 talvez tenha sido mesmo aquele que contou o passado do Frank e a disputa pela mulher amada com o seu irmão (7×05 Frank’s Brother). Sério, eles mostravam o passado do personagem, colocando apenas um peruca no Danny DeVito e caracterizando ele de acordo com a época, ou seja, ele continuava com a mesma cara de hoje enquanto ainda jovem nos 60’s ou 70’s. #TEMCOMONAOAMAR?

Sem contar que ainda nessa temporada, eles se prepararam para o fim do mundo (7×06 The Storm of the Century), quase que destruindo uma loja inteira e deixando parte da cidade em pânico. Jogaram um dos games mais sensacionais de todos os tempos (7×07 Chardee MacDennis: The Game of Games), inventando por eles mesmo, que envolvia muita bebedeira no pub e regras das mais absurdas possíveis e ficaram completamente incontroláveis a procura do cara que mandou eles calarem a boca dentro do bar do momento da Philadelphia (7×08 The Anti-Social Network) e assim, tentaram transformar o Paddy’s Pub no novo bar hype do pedaço, o que óbviamente não deu muito certo.

E a gangue recebeu também a visita do presidente Obama (7×11 Thunder Gun Express), o que causou um verdadeiro caos na Philadelhphia e que acabou sendo o fator responsável para que ele tivessem que fazer uma verdadeira corrida ao cinema para tentar assistir o filme do momento para eles, com direito a passeio no esgoto e roubo de barcos de turistas, onde Frank aproveitou o situação para contar um pouco da sua intimidade com Charlie para todos os turistas orientais presentes no tal barco roubado (euri), onde também descobrimos o quanto o Dennis é lerdo (e esquisito) para conseguir levar alguém para a cama e de quebra, descobrimos também nessa temporada como é que o Mac engordou daquele jeito assustador (7×10 How Mac Got Fat). Tudo da forma mais absurda possível e com as piadas que deixariam qualquer humorista brasileiro do tipo talentoso, com cara de amador do amador do amador.

Sério, eu sempre me pego pensando que se fosse no Brasil, uma série como essa não teria a menor chance de ir ao ar em um país cada vez mais bunda mole como se encontra o nosso atualmente. E certamente, todo mundo já estaria fazendo mimimi sobre o assunto, ou o Ronaldo estaria ligando para os seus amigos anunciantes cancelarem todos os contratos de patrocínio. Humpf!

E para finalizar a temporada com chave de ouro, eles ainda fizeram uma volta ao passado, com a festa de reunião da turma da escola antiga (7×12  High School Reunion, 7×13 The High School Reunion Part 2: The Gang’s Revenge), que é claro que foi um desastre total e só serviu para mostrar o quanto todos eles sempre foram complemente malucos (exceto o Frank, que não era da mesma turma por razões óbvias, mas que também se encaixa perfeitamente no perfil de maluco, rs). Ahh, e o episódio ainda teve uma participação especial e bem tímida dos meninos do Kings Of Leon. Howcoolisthat?

O que foi o Charlie todo apaixonado pelo seu bully no episódio duplo final, achando super bacana todas as sacanagens que o cara fazia com ele na época do colégio, repetindo as cretinices todas até hoje? E a Dee voltando para a festa vestindo o seu aparelho para escoliose depois de fazer a escrota ao lado dos populares da escola? E o Dennis, enlouquecendo por não ser reconhecido como o rei do High School e ainda acharem que ele é gay? E para o Mac, sobrou o plot do seu verdadeiro nome (Ronald McDonald, rs), que também foi sensacional e acabou encaixando perfeitamente com o seu atual momento de formas arredondadas, rs.

Finalizando a temporada no melhor estilo Glee, eles fizeram um número sensacional ao som de “Freedom 90” do George Michael, com direito a coreô animada e uma Dee no centro deles todos imprimindo Lady Gaga, mesmo como o seu aparelho de escoliose, rs. Mas isso só na cabeça deles, porque a apresentação que todo mundo estava assistindo naquela quadra do colégio era a de 4 trintões e um senhor de idade avançada, completamente enferrujados, duros e suando litros para tentar mostrar o quanto eles ainda são legais, só que ao contrário.

E quando no final do episódio a gente achou que o Charlie finalmente teria a sua primeira vez com a garçonete, que saiu bêbada e magoada da festa, pronta para fazer qualquer negócio, me aparece o Jason Sudeikis de última hora e acaba levando a gorjeta, if you know what i mean…(rs)

Mas o que vale mesmo falar é que essa Season 7 foi sensacional, com episódios excelentes e piadas absurdas, que talvez nenhuma outra série de comédia tenha coragem de fazer. E se vc ainda não assistiu, ou nunca viu nenhum episódio de IASIP, vc não tem a menor idéia do que está perdendo. Sério. Se anima ae e faz uma maratona, que vale bem a pena. (eu fiz não tem muito tempo e não me arrependi)

Ainda bem que já temos mais duas temporadas garantidas para It’s Always Sunny in Philadelphia e uma possibilidade bem animada para que a série chegue até a sua Season 10, algo mais do que merecido. Clap Clap Clap!

E eu só fico pensando como seria chata as nossas vidas sem o sol da Philadelphia hein?

Russell Wallace

Dezembro 19, 2011

Russell Wallace é o nome do primeiro filho do casal Charlie Day e da atriz Mary Elizabeth Ellis, ou se vcs preferirem, do Charlie e da garçonete de It’s Always Sunny in Philadelphia, que nasceu no finde. Awnnn!

O nome é meio exótico, mas esperamos que ele seja tão foufo quanto o casal.

 

ps: a imagem acima está em péssima qualidade, mas foi a única que eu consegui achar desse momento super foufo dos dois durante a Season 7 da série

Nossas noites ensolaradas estão de volta

Setembro 17, 2011

Agora me fala se uma série que tem a coragem de voltar para uma Season 7, trazendo um episódio a la “Pretty Woman on Crack” não é mesmo sensacional?

It’s Always Sunny in Philadelphia esta de volta e parece que eles resolveram aceitar o título concedido docilmente pela crítica americana de Friends on Crack, literalmente.

E tivemos de tudo apenas nesse primeiro episódio (7×01  Frank’s Pretty Woman), do quase casamento do Frank com uma prostitua viciada, à diabetes do Mac, até a um cosplay de Tiger Woods  com fetiche em pés e uma possível aceitação da Dee como nova prostituta dos pés. Rolei!

Como se isso não fosse o suficiente, ainda tivemos a dupla Charlie e Frank fervendo os jeans achados debaixo da ponte e uma cena de vômito de sangue de embrulhar qualquer estômago.

Para finalizar de vez a sua sensacional volta, a gangue ainda mostrou que pode tudo, inclusive abandonar o corpo da prostituta no corredor do prédio do Charlie, para evitar qualquer suspeita que possa prejudicá-los, mas isso sem esquecer de que eles são sim “humanos”, do tipo que até  ligam até para o 911 para avisar sobre a vítima. Olha só como eles são legais? rs

Tudo isso em um episódio típico de séries de comédia de 20 minutos, que acaba de voltar para a sua Season 7 e já tem mais duas temporadas renovadas e garantidas com o FX, batendo o recorde de série com maior duração em um canal a cabo da Tv americana.

E vc não viu ainda? Esta perdendo noites bem ensolaradas, fikdik

ps: o que é essa cara do Charlie Day? E ele não pode nem abrir a boca que eu já começo a rolar de rir.

Da série casais que nós amamos: Charlie & Waitress

Julho 21, 2011

Charlie Day e Mary Elizabeth Ellis (a garçonete que ele persegue em It’s Always Sunny in Philadelphia) gravidíssimos! Foufos mil!

O que é que o Charlie Day esta fazendo com a Jennifer Aniston, hein?

Maio 12, 2011

E quem disse que o Charlie (o personagem)  nunca se daria bem na vida hein?

Brinks! Tudo cena do novo filme dos dois, “Horrible Bosses”, que ainda tem o Jason Sudeikis, Jason Bateman, Kevin Spacey e o Collin Farrell no elenco e que me parece sem bem divertido hein?

Mas o que todo mundo quer saber é quando a série mais ensolarada da Philadelphia volta neam?

Segundo minhas fontes, a Season 7 de It’s Always Sunny in Philadelphia só começa mesmo em Setembro. Humpf!

Não, eu não assisto apenas filmes “cults”

Janeiro 21, 2011

Primeiro que eu acho a palavra “cult” tão antiga…

Anyway, para provar para vcs que eu também faço escolhas duvidosas quando não estou afim de pensar muito, sintam o drama de outras coisas que eu também vejo, mas que não me orgulho nem um pouco e talvez nem devesse contar para ninguém, rs:

 

The Switch (que por aqui, ganhou o título sem vergonha de “Coincidências no Amor”, Zzzz)


Jennifer Aniston parece estar mesmo se especializando em comédias românticas, não? Preguiça…

Já o Jason Bateman eu acho um disperdício nesse tipo de papel, prontofalei. Mas alguém tem que sustentar as crianças neam? rs

“The Switch” é um filme bobinho sobre uma mulher de 40, bem sucedida no trabalho e com a vida amorosa bem atrasada, que resolve engravidar por ela mesmo (fikdik Jen…). Do outro lado, o atual melhor amigo que esconde uma paixão mal resolvida do passado, que não concorda com a idéia da produção independente da melhor amiga e acaba “por acidente” se envolvendo na questão.

O melhor do filme é o garoto Sebastian (Thomas Robinson),  resultado dessa experiência independente, que é sensacional e poderia facilmente ser meu filho. Colecionador de porta retratos com as fotos originais de quando eles são vendidos (euri), com  várias manias esquisitas e preocupado com questões ambientais…howcuteisthat? Tudo isso do alto dos seus 5 ou 6 anos, tsá? Foufo mil!

No elenco, ainda temos o Patrick Wilson (Höy) e a Juliett Lewis (que eu não sei muito bem o porque aceitaram esses papéis…$$$catching!)

É claro que como toda comédia romântica, ela reune uma serie de clichês que todos nós já estamos mais do que acostumados a ver por ai. Mas tudo bem também porque comédia romântica com grandes astros de Hollywood é sempre a mesma coisa e isso não é novidade para ninguém.

Para assistir naquela noite que vc chega cansado do trabalho e não esta afim de pensar muito ou nem um pouco…

 

Dinner for Schmucks (esse ganhou o título mais fiel de “Jantar para Idiotas”)


Primeiro de tudo eu gostaria de dizer uma coisa para o Steve Carell: vc é melhor do que isso!

E o mesmo vale para o Paul Rudd.

“Dinner for Schmucks” começa com uma abertura linda, com ratos foufos trabalhados na taxidermia, em cenários sensacionais e o som dos Beatles. Lembra o Stuart Little até…

O que até engana, mas depois o filme escorrega o tempo todo em piadas com pouca graça e muita comédia corporal. Pelo menos o humor do Steve Carell não é careteiro, o que eu já acho um alívio.

O fundamento é um grupo de engravatados bunda mole que gosta de se reunir de vez em quando para dar risada daqueles que eles mesmo consideram como “looosers” e o pior de tudo é que eles fazem isso na cara deles. Mas é claro que sem ter a coragem de assumir isso e usando o tal jantar como disfarce. Ou seja, um bullying gratuito (como toda forma de bullying) e tolo.

Não sei o que anda acontecendo com os grandes nomes da comédia atualmente, mas tenho um palpite que eles topam esses tipos de papéis para garantir uma conta um pouco mais gorda. Porque a verdade tem que ser dita de que público para esse tipo de filme existe, fatão!

Lucy Punch é a mais engraçada do filme, na pele de uma stalker enlouqueida (Darla), mas aparece pouco…

Recomendo para quem estiver de procurando um novo corte de cabelo, ficar bem de olho no fundamento da atriz Stephanie Szostak (Julie) e esquecer  todo o resto. (rs)

 

Going The Distance (com o título mais óbvio possível por aqui de “Amor a Distância”)


“Going The Distance” traz a Drew Barrymore acreditando na sua atual relação, rs (sorry Drew)

Essa comédia romântica é ainda mais recheada de clichês, como ele arrependido de última hora, correndo no aeroporto para impedir que a sua amada faça a viagem. Zzzz

O pior de tudo é que o filme tem o elenco mais promissor do que os outros dois, onde além da Drew, temos o Charlie Day (o meu preferido do momento) e o Jason Sudeikis como coadjuvantes. Ambos, vivendo papéis que eles já viveram anteriormente e talvez por isso não ocorra nenhuma surpressa em suas atuações. Além da impagável Christina Applelgate no papel da irmã maluca por limpeza da personagem da Drew. Mesmo com todo esse elenco de novos comediantes, o filme não decola, prontofalei.

Gostei um pouco mais da honestidade com que o filme retrata um relação a distância, inclusive financeiramente falando. Excelente mesmo e inspiradora é a animação que rola durante os créditos iniciais do filme hein?  Cool!

Mas faltou um pouco dessa honestidade quando eles colocaram a Drew Barrymore vinvendo uma estagiária de 30 anos (e isso eu até que achei legal, falando um pouco da crise que anda rolando por lá) que ganha pouco, trabalha também como garçonete para ganhar um extra e que mesmo assim veste roupas carérrimas, que me pareceram ser do próprio acervo pessoal da Drew. Sério, nenhuma estagiária de 30 anos teria dinheiro o suficiente para comprar um Balmain, ou um Lanvin…não mesmo.

Para mim, ficou evidente que para o figurino, Drew usou as suas próprias roupas ou pelo menos os seus próprios recursos para consegui-las (Alô, assessoria? Estava precisando de umas coiseeenhas…).

Vale a pena dizer que a trilha nesse caso é bem boa, o que prova que Drew gosta mesmo de música.

Recomendo esse  como laboratório para todo mundo que quer ser uma namorada (o) mais legal e menos pé no saco, para se espelhar na Erin (Drew), que é a mais cool das cools (rd),  fikdik.

 

E esses três exemplos acima eu uso para provar que nem só de boas escolhas vive o homem (que nesse caso sou eu mesmo, rs). De vez em quando um blogueiro cult (lá vem a palavra flopada de novo) precisa de um respiro, nem que seja para falar mal depois, rs

Um Guilt ensolarado para começar 2011

Janeiro 3, 2011

Desde que eu comecei a assistir It’s Always Sunny in Philadelphia eu me apaixonei pelo Charlie, o zelador do bar mais divertido ever.

Baixinho, meio gordinho,  com uma voz estridente quando esta nervoso, seria facilmente interditado como pessoa pela Vigilância Sanitária, limpa uma privada como ninguém (euri) além de ser um ótimo exterminador de ratos, vive em uma apartamento minúsculo e pouco limpo cercado de cacarecos, veste um spandex verde como ninguém e ainda é stalker da garota que ele ama. E com todos esses predicados, ele é o boy magia do momento aqui no Guilt, rs

#TEMCOMONAOAMAR

E o ator Charlie Day (Höy), é uma das pessoas mais engraçadas do mundo, fatão!

Quero ser seu BFF Charlie!

ps: até coloquei ele no layout de Janeiro já tentando forçar essa amizade, rs


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