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E valeu mesmo a pena dar aquela chance para The Mindy Project?

Junho 7, 2013

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Digamos que se não fosse a nossa amizade antiga e o carinho que sempre tivemos pela Mindy Kaling, talvez a história da sua série a essa altura não fosse a mesma. Pelo menos não com a gente. Quando assistimos o piloto, percebemos que a ideia de The Mindy Project até que parecia ser bacana (ou parecia ter alguma chance de se tornar mais bacana), nada demais também, sem nenhuma grande inovação ou ideia genial, mas ao mesmo tempo sentimos que a nova série, principalmente pela assinatura da Mindy Kaling, poderia se tornar uma boa opção de comédia desde que tivesse algum tempo a mais para se desenvolver, porque o seu piloto apesar de não ter nos ofendido em nada, não foi exatamente dos mais animadores também. Mas sabíamos que apesar de tudo, Mindy era o tipo de garota que merecia a nossa atenção, por isso resolvemos dar essa chance para ela. (sabe quando você quer gostar mais do que acabou gostando a princípio de qualquer coisa? Então… apesar da espera não ter sido um grande esforço também, algo que se tivesse acontecido, mas nem a nossa amizade imaginária com a Mindy teria resistido, rs)

Mas confiamos e continuamos seguindo a temporada, que não começou muito bem e já logo de cara foram necessários alguns ajustes para que ela seguisse em frente (alguns sugeridos pelo próprio canal) e tivesse alguma chance de permanecer na grade. O lado mais comédia romântica antiga da série teve que ser deixado mais de lado, a linguagem precisou ser ajustada e alguns personagens precisaram sair de cena (alguns até voltaram de vez em quando, como a amiga casada e com filhos…) para que a coisa toda fosse ganhando uma outra cara. E vamos combinar que essa ideia de fazer uma série com uma personagem que se baseava em sua memória afetiva de comédias românticas, apesar de ser bem bacana, poderia também acabar custando bem caro (imaginem problema em relação aos direitos autorais daquelas imagens dos filmes que apareceram na série de vez em quando? Isso considerando mesmo os que fossem da casa…), além de poder também acabar limitando seus caminhos e a própria abordagem da série com o tempo.

Mindy (Mindy Kaling) nunca foi o grande problema em questão nesse cenário, uma vez que a personagem em pouco tempo acabou sendo definida com aquela aura quase que completamente fútil, mas ao mesmo tempo foufinha, bem profissional quando necessário (sem ser chata ou pedante) e extremamente feminina, do tipo bem fácil de se identificar (mesmo que você não seja tão feminina, rs), ainda mais com o recurso do humor, assunto que nós sabemos pelo seu histórico que a Mindy Kaling entende e muito bem. E um humor gostosinho apesar de bem fácil, sem muito compromisso (principalmente no começo), do tipo bem guilty pleasure mesmo, que basicamente foi o que acabou nos segurando enquanto sua audiência por um bom tempo, algo que talvez não fosse o suficiente para uma outra série novata de comédia qualquer.

Apesar disso, os personagens mais secundários e até mesmo os mais importantes, os dois médicos sócios da Mindy na clínica, precisaram de alguns ajustes. Danny (Chris Messina) foi ficando cada vez mais carrancudo no começo da série, um homem bem a moda antiga, do tipo que as nossas mães adorariam ter como genros, mas que pra gente considerar qualquer coisa além do óbvio (sempre opcional, claro), precisava de alguns ajustes. Alguns não, vários, a começar por uma postura bem menos machista, diferente da que o personagem sustentava a princípio e que precisou também ser mais deixada de lado para que a gente criasse algum tipo de empatia com   ele.

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Jeremy (Ed Weeks) nos ganhou logo de cara pelo sotaque, mas também por ser um tipo de “Mindy de calças bem cortadas, ajustadas e europeias”, meio superficial e dono de uma alma bem mais feminina do que o Danny, por exemplo. Mas a verdade é que o personagem foi praticamente abandonado ao longo da temporada, provavelmente por não terem conseguido um par a altura para o mesmo, que ficou vagando entre alguns personagens bem menores (como a recepcionista que sobrou na série), antes de ser colocado ao lado do Morgan (Ike Barinholtz), que foi quando ele voltou a ganhar alguma força. Morgan que é meio que o Andy de Parks And Recreation dentro de The Mindy Project e tem exatamente o mesmo perfil, mudando apenas o cenário. Mas apesar das semelhanças, ele sempre acaba funcionando justamente por ser o alívio cômico da parte do humor totalmente sem limites da série, que a partir de um certo momento, resolveu recorrer a esse perfil mais pastelão, algo que poderia ser um risco enorme para a série que ainda não havia se estabelecido.

E para a nossa surpresa, foram exatamente nesses momentos mais pastelão que a série conseguiu se dar muito bem, algo que costuma funcionar ao contrário para séries do tipo. Naquele episódio de Natal por exemplo (1×09 Josh and Mindy’s Christmas Party, que contou ainda com a ótima participação da Erin de The Office), com a festa no apartamento da Mindy, com todos convidados e colegas de trabalho, que foi quando descobrimos que o seu namorado da vez, Josh, na verdade era um verdadeiro cretino (algo que na época eu achei uma pena, porque ele era ótimo) e por esse motivo tivemos um dos primeiros momentos com esse humor mais pastelão e escrachado na série, algo que quase que inexplicavelmente, acabou funcionando e muito bem para aqueles personagens e a série começou a se encontrar a partir desse ponto.

A outra parte da série, aquela com as tentativas no amor da Mindy continuou sendo bem bacana, mesmo tendo abandonado aquele estereótipo das comédias românticas das quais a personagem se dizia fã. Um abandono que não foi por completo e a certa altura ganhamos o episódio “Harry & Sally” de The Mindy Project (1×13), que além de tudo marcava o encontro da atriz com o seu parceiro de trabalho de longa data, o B.J. Novak (The Office), que é claro que na série seria mais uma das tentativas furadas de romance da personagem. Plot que acabou durando dois episódios até (1×14 Harry & Mindy) e além de ter sido super divertido e de ter contado com as participações das atrizes Allison Williams (Girls, que a Mindy fez questão de deixar “caolha” na série assumidamente para tentar sabotar a sua beleza, que mesmo assim permaneceu praticamente intacta, rs) e a Eva Amurri Martino, filha da Susan Sarandon, nos trouxe também um texto excelente e que de quebra ainda ilustrou perfeitamente a relação da própria Mindy Kaling com o B.J; Novak e a forma como todos nós nos confundimos o tempo todo em relação aos dois, rs.

Outra dinâmica bem bacana que eles conseguiram encontrar dentro da série foi a rivalidade com a outra clínica que ocupa o mesmo prédio que a deles, ela que trabalha com uma medicina completamente alternativa, algo que eles repudiam fortemente e que apesar da Mindy ter até tentando alguma coisa com um dos irmãos sócios da tal clínica (inclusive participando de um dos seus tratamentos “naturais”), acabou nos rendendo uma rivalidade ótima para a mitologia de The Mindy Project.

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A participação de todos os seus boys magia também foram excelentes para a série (assim como as participações especiais, como o Ed Helms e o Seth Rogen. Mas só eu fiquei esperando uma participação mais do que especial – e magia – do John Krasinski na série? Ouvi dizer em uma das entrevistas da Mindy que ela pediu para ele tentar convencer o Messina a participar do projeto no passado…), a começar pelo Josh, que eu achava ótimo até descobrir seus probleminhas (ela visitando ele na rehab foi outro momento excelente), assim como aquele que descobrimos ser garoto de programa, que foi outro daqueles momentos meio comédia sem limites bem bons dentro da série. Mas ao mesmo tempo em que Mindy foi se aventurando com novos personagens (inclusive tivemos uma volta excelente do personagem do Bill Hader mais perto do final), eles sempre deixavam transparecer um climão entre ela e o Danny Castellano, que apesar de nunca ter acontecido nada entre eles além de uma consulta ginecológica super detalhada com a Mindy como sua paciente, de alguma forma sempre esteva no ar. Só não entendi até agora o porque que eles trouxeram a Chloë Sevigny para interpretar a ex mulher do Danny sendo que em quase nada a atriz foi aproveitada na série. Será que não deu tempo ou na verdade a Mindy só estava tentando jogar na nossa cara o quanto ela é muito bem relacionada? Não duvido nada se algum dia a Lena Dunham não acabe aparecendo por lá, ou mais alguém do elenco de Girls, tipo a Shosh, que na verdade seria uma excelente nova melhor amiga para a Mindy.

Apesar de alguns bons momentos ao longo da temporada, The Mindy Project só foi conseguiu se afinar mesmo lá pelo episódio 19 (1×19 My Cool Christian Boyfriend) dessa Season 1 de 24 episódios, onde a partir daquele momento a série justificava e muito bem a nossa permanência enquanto sua audiência. E foi com aquela divertidíssima e totalmente fora de controle visita a uma penitenciária feminina que a série conseguiu encontrar a sua melhor fórmula, com todos eles muito bem afiados e enlouquecidos em meio ao caos que se tornou aquela visita. Sério, quando uma das detentas cortou um tufo enorme do cabelo da Mindy, eu tive praticamente um ataque de riso aqui, de verdade.

A partir disso, a sequência de episódios que encerrou a série foram todos excelentes, verdadeiramente os melhores da sua temporada de estréia, com boas piadas para todos os personagens e histórias paralelas bem bacanas, sem contar o namorado pastor/missionário/padre da Mindy (Casey/Anders Holm, que é ótimo por sinal), que é realmente excelente e aquela cena do chuveiro entre os dois, nada fantasiosa e super realista, também foi excelente! Sem contar o plot da barraca, com ele derrubando o óculos dela com uma parte do corpo no mínimo curiosa, rs.

Em determinado ponto da temporada, cheguei até a pensar se a Fox não teria apostado demais na série, com a compra de uma temporada completa logo de cara, uma vez pouco tempo depois da sua estreia, o próprio canal exigiu algumas mudanças e adaptações para que a série continuasse na grade, o que demonstrava que talvez se eles tivessem apostado em uma temporada mais curtas (13 ou 16 episódios), tudo poderia ser diferente. Mas ao julgar pela salvamento da série só ter acontecido de fato á beirando o episódio de número 20 (salvamento por parte da qualidade da série mesmo), ficamos agradecidos que eles tenham acreditado da forma certa no trabalho da Mindy Kaling, que realmente merecia esse crédito. (You go girl!)

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E The Mindy Project conseguiu encerrar a sua temporada de estreia até que muito bem, nos entregando um final todo bonitinho, com resoluções foufas para os personagens e ainda deixado no ar a possibilidade de existir algo mais entre ela e o Danny, que a essa altura a gente já tem certeza que de fato existe. Fazendo uma comparação rápida com a sua colega de canal New Girl, podemos dizer que The Mindy Project apesar dos tropeços e da demora para de fato deslanchar e encontrar o seu caminho, pelo menos nunca chegou a nos ofender como New Girl em seu passado (presente também, porque eu bem andei assistindo um ou outro episódio da série, que continua a me ofender, não tem jeito) e tendo melhorado tão consideravelmente como fez perto do final da sua Season 1, chegamos até a ficar animados com o que podermos encontrar durante a Season 2, garantida pela Fox para a próxima Fall Season. E se for para continuar assim, a série tem tudo para se tornar realmente o nosso mais novo guilty pleasure.

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

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E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

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Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

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Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

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E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

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Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

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O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

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Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

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Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

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Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

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Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

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Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

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Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

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Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

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Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

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Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

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Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

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Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

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Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

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Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

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Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

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Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

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E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

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Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

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E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

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OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

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… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

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Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

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E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

KS

Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

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Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

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Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

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Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

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Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

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Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

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E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

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Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

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Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

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ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

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Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

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E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

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Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

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O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

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OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

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… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

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Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

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De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

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Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

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American Horror Story: Asylum – Freak, chic porém agora em uma versão bastante melhorada

Fevereiro 8, 2013

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De tanto todo mundo comentar em relação as melhoras da segunda temporada de American Horror Story quando comparada com a primeira, que foi uma total decepção, principalmente falando sobre todas as suas resoluções, me senti tentado a pelo menos dar uma conferida para ver se essa melhora era realmente tão notável assim, a ponto de conseguir me fazer ter pelo menos vontade de assistir a nova temporada.

No cenário atual, agora chamado “Asylum”, logo de cara já era possível perceber maiores possibilidades para a trama em meio àquele ambiente de loucura. Freiras impiedosas, serial killer travestido de bom moço, as vezes de papai noel (rs), exorcismos medonhos, o médico nazista totalmente sem limites e ou escrúpulos, criaturas bisonhas rondando pelos corredores pouco iluminados daquele lugar, alienígenas e abduções executadas muito bem. Realmente, a proposta dessa vez parecia ser bem diferente em relação a preguiça da primeira temporada, principalmente a parte onde eles acabaram praticamente culpando um só personagem para justificar quase tudo de ruim que acontecia naquela casa medonha. Em um cenário tão repleto de possibilidades distintas como o de agora, repetir o erro do passado me parecia impossível, ou bem difícil de acontecer e por isso, resolvi dar uma segunda chance à segunda temporada da série.

Se o que precisa melhorar encontrou o seu caminho para o melhor e isso já era possível de se notar facilmente, o que já estava bem bacana havia sido mantido, com a série permanecendo muito bem editada, com cara de terror moderno (sem grandes inovações mais reconstruindo clássicos do gênero), cenários extremamente bem cuidados, com uma beleza fácil de ser reconhecida em tamanha estranheza. A começar pelas imagens promocionais da série, que já anunciavam que esse fundamento, repetido da Season 1, havia sido mantido e esse tipo de detalhe e cuidado nós sempre achamos bem bacana e pelo menos isso nunca pareceu ser um issue dentro dessa história.

O elenco da vez também foi outro acerto do nosso querido e perturbado (porque ele deve sim ser bem perturbado e talvez por isso nós o amamos ainda mais, rs) uncle Ryan Murphy, boa parte dele também encontrado na Season 1, os melhores deles pelo menos (e quem aguentaria ver a Connie Britton totalmente cluelles novamente, heim? , que permaneceram para ajudar a contar essa nova história.

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Lindo ver uma mulher como a Jessica Lange deixando todo mundo de boca aberta, encarando lindamente uma lingerie vermelha por baixo dos seus trajes religiosos, em uma das cenas mais sensacionais em termo de magia e sedução da temporada e tudo isso por culpa do seu talento, que praticamente sobrou durante essa temporada. Agora vivendo a Sister Jude, novamente uma mulher ambígua e com mais chances de ser uma das vilãs da vez do que qualquer outra coisa, ela novamente roubou a cena sendo totalmente impiedosa com os pacientes que se encontravam sob seus cuidados, mantendo um amor proibido pelo Monsignor Timothy Howard (Joseph Fiennes, que estava em um papel super pequeno e eu já até estava aguardando que ele fosse divulgado como um dos principais para a próxima temporada, algo que não aconteceu ainda e talvez não aconteça), isso até o jogo virar e ela se encontrar como uma das pacientes da próprio hospício, onde ela foi perdendo o controle aos poucos até se tornar apenas mais um deles. E diga-se de passagem, essa foi uma excelente transição. Clap Clap Clap!

Zachary Quinto também esteve ótimo como Bloody Face, o serial killer da vez que se travestia de doutor bom moço, tentando ajudar os pacientes da clínica. Um papel que nós já vimos ele fazer muito bem, por isso nenhuma surpresa, exceto pelos excessos de estranhezas que o próprio personagem carregava, cheio de mommy issues e um vício que nós preferimos não comentar para não deixar ninguém com enjoo. Sua parceira em cena por grande parte da temporada foi a atriz Sarah Paulson, dessa vez em um papel bem maior do que a sua participação durante a Season 1, vivendo uma jornalista lésbica (Lana Winters) que em busca da história da sua vida, acabou se encontrando como uma das pacientes daquele lugar pavoroso, sendo torturada a todo tempo e tendo a chance de conhecer de perto a cabeça do personagem que havia a atraído àquele lugar, que vinha a ser exatamente o Bloody Face do Zachary Quinto. (e os dois são super amigos na vida real, além de gays assumidos e ativistas bacanas do tipo não pedantes como o modelo antigo e preguiça que não devemos seguir, nova geração!)

Saindo um pouco do lado maluco da coisa e partindo para uma questão mais sobrenatural, encontramos o Evan Peters, dessa vez bancando o bom moço antigo na pele de Kit Walker, casado com uma mulher negra em uma época em que as pessoas não estavam preparadas para esse tipo de situação. Resumindo, uma época ainda mais estúpida do que a que vivemos, obviamente, porque esse tipo de crime/ódio jamais deveria ter sido tolerado e ou existido. Enfim. Nesse cenário, tivemos a proposta da abdução, executada muito bem por sinal, mas que ao mesmo tempo acabou ficando meio que de lado durante a temporada, mesmo que a sua história tenha ganhado começo, meio e fim. Achei que nessa hora, faltou um pouquinho de coragem para abordar mais sobre o tema, que ao mesmo tempo, se tivesse ganhado mais atenção dentro da proposta da vez da série, teria acabado destoando completamente de todo o resto e por isso, no final das contas acabou aparecendo na medida exata.

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Ainda do lado sobrenatural da vez, tivemos ótimos momentos começando com um exorcismo daqueles, com direito a muita blasfêmia e aquela voz de #CREDINCRUZ que nós bem conhecemos do gênero. Dentro desse plot, ganhamos outro grande personagem para essa Season 2 de American Horror Story, com a Sister Mary Eunice (Lily Rabe, também em um papel muito maior do que o da temporada anterior e a cara do Benedict Cumberbatch de peruca loira. Sério) ganhando um habitante novo para o seu corpinho até então livre de pecados, ninguém menos do que o diabo himself. WOO. Sério, essa mulher esteve literalmente diabólica durante essa temporada e por isso acabou sendo um dos grandes destaques da mesma. Como esquecer aquela cena ótima dela cantando “You Don’t Own Me” olhando diretamente para o crucifixo pendurado na parede do seu quarto? Excelente!

Outra que esteve diabolicamente sensacional durante essa segunda temporada, foi a Frances Conroy, dessa vez bancando o anjo da morte, em cenas quase poéticas, além de também terem sido todas executadas dignamente em termos de efeitos, com a grandiosidade de suas asas pretas e uma caracterização sensacional, do figurino dramático ao make seguindo a mesma linha. E fazendo participações especiais, tivemos o Adam Levine, que até que esteve OK dentro do seu papel (melhot que no SNL, por exemplo…) e a Chloë Sevigny, em uma participação quase afetiva, sem grande destaque. (na verdade, essa segunda foi quase um desperdício)

Apesar de todos esses pontos altos da temporada, preciso dizer que embora tenha gostado muito mais dessa nova temporada do que da anterior, a qual me fez inclusive prometer não ver mais a série (e eu não sou bom com promessas, portanto), a sensação que fica ainda é a de que o Ryan Murphy sabe muito bem criar um ambiente tentador, que atraí a nossa atenção e consegue nos prender facilmente dentro do seu cenário, mas ainda não aprendeu muito bem como finalizar suas histórias, encerrando algumas delas de forma bem simples, quase que de forma desleixada até. Mas digamos que pelo menos dessa vez, eles pelo menos conseguiram acertar mais e apesar de ter achado que algumas criaturas e personagens bacanas dentro daquele ambiente foram deixados de lado para encerrar a história que mais interessava e ou era mais importante, podemos dizer que pelo menos uns 80% da história da vez foi encerrado de forma bem bacana e com uma variedade muito maior de culpados do que aquela preguiça toda da temporada anterior.

Cenas ótimas como o médico nazista se dispondo a ser cremado vivo ao lado da sua freira amada, assim como o surto da Sister Jude ao som de “The Name Game” que trouxe um pouquinho do lado Glee do uncle Ryan para esse cenário completamente diferente ao que encontramos no McKinley High (apesar de que, bem que poderiam mandar pelo menos a Rachel para lá, hein? Sugestão a ser considerada…), foram apenas alguns dos excelentes momentos da temporada, até chegarmos a sua resolução, com um episódio final ainda mais especial do que tudo que já havíamos visto até aqui.

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Lana Banana se tornando uma jornalista de sucesso e extremamente arrogante, completamente vendida, aproveitando o momento para vendar o livro da sua história para o mundo, uma história que ela mesmo havia vivido porém havia também dado aquele incrementada para deixar tudo ainda mais interessante para o seu lado, é claro, tendo que encarar o filho (interpretado pelo Dylan McDermott, sem a parte da magia antiga mas em um papel menor, do tipo que ele consegue dar conta) fruto de um estupro do grande serial killer da vez, ele que seguia os passos do pai e segundo ela mesmo, havia herdado o pior de ambas as partes. Apesar desse ter sido o grande finale de American Horror Story: Asylum, devo confessar que pelo menos essa parte eu acabei achando bem previsível e tinha certeza que aconteceria, para dar a chance da personagem principal encerrar aquele ciclo da sua vida, que precisava encontrar um fim. O que não chegou a tirar o mérito do seu encerramento, que foi muito bem executado, mas que acabou desviando as atenções para o final da outa grande personagem dessa temporada, a Sister Jude.

Esse sim, acabou me deixando bem mais surpreso, ainda mais encontrando o Kit como seu acolhedor, resgatando aquela mulher que no passado não havia sido nada bacana com ele ou com seus amigos, mas passando por cima de toda essa mágoa e trazendo a Sister Jude para perto da sua família, tentando recuperar uma mente que acabou se perdendo dentro daquele ambiente horrroso e que teve a sua situação piorada quando a igreja resolveu vender a clínica para o estado e nesse momento, as coisas acabaram se perdendo por completamente. Um final bem bacana para uma personagem excelente, que acabou tendo a sua chance de também se redimir em relação a suas maldades do passado e de quebra nos deixou com a sensação de que o Kit havia sido abduzido com um propósito e talvez os seus filhos tenham seguido esse mesmo caminho ainda tão misterioso.

E com essa grande mistura de temas e personagens, American Horror Story: Asylum acabou conseguindo atingir o que parecia impossível, abrindo os horizontes para novas e numerosas possibilidades e nos entregando uma temporada que em nada nos lembrava o que não havia sido tão bom durante a Season 1. A partir disso, comecei a imaginar os possíveis cenários para uma próxima temporada, onde já não me parecia mais pertinente um cenário reduzido, focado em um ambiente com menores possibilidades, como o da sofrível Season 1. Desde o começo, cheguei a pensar em uma prisão, ou em um campo de concentração ou de guerra para os cenários da já confirmada Season 3. Ryan MUrphy disse que um detalhe perto do fim da temporada foi uma de suas pistas para  o cenário que encontraremos durante a Season 3 e ao que tudo indica, a chegada das novas pacientes ao hospício, vestidas como prisioneiras e com a Frances Conroy chegando deliciosamente possuída e toda banhada no diesel para caminhões naquele local, para total desespero da Sister Jude, com quem ela “dividiria” o quarto naquele momento, talvez tenha sido a deixa para o que encontraremos no próximo ano da série.

Por esse motivo, nada me tira da cabeça que devemos caminhar dentro do cenário de uma prisão durante a próxima temporada, algo que apesar de ser uma saída semelhante em termos de possibilidades e quantidade de personagens bem parecido com o que encontramos no cenário atual, seguindo essa fórmula muito mais bacana da Season 2 do que qualquer coisa a respeito da  temporada anterior, temos tudo para ganhar uma Season 3 excelente de American Horror Story: Prison Break versão Girlie. E para você que se animar em assistir a série a partir de agora, esqueça a Season 1 (i wish), fingindo que ela nunca existiu e se aventure a partir dessa Season 2 que vale muito mais a pena.

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Louie, a série que virou mainstream sem se tornar mainstream

Outubro 19, 2012

Louie is big now, HUGE. Embora continue o mesmo de sempre, um cara que tem mais de um milhão de seguidores no Twitter mas e que até outro dia não seguia ninguém de volta (agora parece que ele anda seguindo apenas uma pessoa), o mesmo comediante que vende ele mesmo os ingressos para seus shows de stand up, que é de onde vem suas raízes, mesmo já tendo recebido a essa altura um convite para se apresentar na Casa Branca, Louie agora é coisa grande, enorme e a partir dessa Season 3 deixou de ser ignorado por parte do grande público, que finalmente parece ter se rendido aos encantos desse gigante ruivo.

A série se tornou tão grande, que durante esse ano vimos Louis C.K. figurando em quase todas as grandes premiações da TV, sendo finalmente reconhecido como o grande comediante e roteirista que ele é, mesmo sendo apenas ele mesmo e o melhor de tudo isso, ainda saindo vitorioso de algumas dessas premiações, carregado de merecidíssmos prêmios como aconteceu no último Emmy, onde nós enquanto fãs do seu trabalho, nos encontramos extremamente realizados por ele ter conseguido chegar lá e porque não dizer que até ficamos emocionados apenas com a sua presença ruiva em qualquer um desses prêmios, reconhecido, sentadinho pela primeira vez de tux completo, de uma forma que não estamos acostumados a encontrá-lo normalmente.

Mas também pudera, como o mundo continuaria ignorando o brilhantismo de Louie, uma das melhores comédias (e comediante) da atualidade?

Tudo bem que a essa altura, exista uma sensação de que o personagem já se confundiu totalmente com a pessoa, mas essa sensação apesar de estranha, para quem acompanha a trajetória do Louis C.K. já a algum tempo, parece mais do que natural, onde já aceitamos e entendemos que Louie é aquilo mesmo, Louis C.K. é a série e a série é o Louis. Por esse motivo, apesar de agora já poder ser encarada como mainstream devido ao seu grande sucesso, a maior parte dele ainda por parte da crítica, é verdade, ficamos também com a sensação de que apesar do reconhecimento de agora, Louie continua a mesma série de sempre, com o mesmo fundamento e identidade e é exatamente esse tipo de detalhe que faz da série algo tão especial e que muito provavelmente por isso, só venha enfrentando uma crescente em sua trajetória.

E essa Season 3 é uma prova disso, tamanha qualidade dos textos e de cada um dos seus 13 episódios. Com quase nenhuma exceção (talvez por alguns momentos isolados, nunca por um episódio inteiro por exemplo), todos foram excelentes em um nível difícil de se atingir, ainda mais tratando-se de uma série de humor que não se parece em nada com as demais que encontramos por aí. OK, temos sim um pouco de Larry David na persona do Louie (Larry David e não Seinfeld), afinal, ninguém sobrevive sem nenhuma referência, mas como tudo é tão pessoal e particular em cada um dos dois universos desses dois comediantes, apesar de qualquer semelhança, é possível encarar o trabalho de ambos com uma grande diferença e por esse motivo, continuo achando Louie uma série praticamente única na TV atual.

Claro que como a série vem enfrentando essa crescente que certamente a levou para o sucesso e reconhecimento de hoje, algumas adaptações precisaram ser feitas ao longo da temporada, como a diminuição da presença do seus próprio stand up dentro da série, que ainda é presente mas de forma bem mais pontual do que durante as temporadas anteriores, assim como a divisão cada vez mais clara de duas histórias na maioria dos episódios, mais ou menos como duas longas sketches de comédia de situação. Como se o próprio Louis C.K. estivesse apostando cada vez mais na fórmula criada por ele mesmo, entendendo de uma vez por toda qual deveria ser o caminho a ser seguido, mas isso sem se corromper ou perder qualquer parte da sua identidade em meio a essas adaptações todas, que a princípio foi o que o trouxe ao caminho certo a ser percorrido nessa nova temporada.

Sem contar as participações, que acabaram se tornando cada vez mais recorrentes na série, dessa vez reunindo uma série de nomes com um certo peso ainda maior, como a Parker Posey, que fez uma das melhores tentativas amorosas do Louie até hoje (Daddy’s Girlfriend: Part 1/Part 2), destruindo alguns clichês de histórias de amor com finais felizes, assim como a Chloë Sevigny, que também teve uma participação excelente nessa temporada, dentro do mesmo cenário da Parker (3×09 Looking for Liz/Lilly Changes). Fora a lista extensa de comediantes que participaram dessa Season 3, alguns em papéis maiores e com alguns importância para a história, outros apenas em pequenas cameos, muito provavelmente afetivas, como a Amy Poehler (lembrando que o Louie himself foi um dos seus ex namorados em Parks & Rec), Sarah Silverman, Jay Leno, Jerry Seinfield, Chris Rock, Robin Williams (3×06 Barney/Never, um episódio sensacional sobre a morte de um colega de trabalho deles) e uma participação especialíssima do David Lynch como uma espécie de mentor para o novo sonho do Louie, que foi mais do que sensacional! (Clap Clap Clap!)

Em meio as maravilhas dessa Season 3, tivemos momentos excelentes por conta da história e do texto sempre ótimo da série, como todas as situações envolvendo as tentativas amorosas do Louie, que costumam ser sempre um desastre (a temporada já começa com um D.R daquelas, para aplaudir de pé no 3×01 Something Is Wrong), com o nosso ruivo se arriscando com os tipos mais variados possíveis, mulheres completamente complexas (como a do episódio 3×02 Telling Jokes/Set Up, que foi divertidíssima), cheias de camadas (rs) e um tanto quanto malucas, mas nada muito fora da realidade ou caricatas demais, onde ele acabou se deparando até que com tipos bem possíveis atualmente. Mas o meu momento “romântico” preferido da temporada foi mesmo o bromance que surgiu da visita do próprio a Miami (3×03 Miami), onde ele acabou descolando uma amigo salva-vidas para chamar de seu e acabou perdidamente apaixonado pelo novo companheiro, rs.

E a história do bromance entre os dois foi tão bacana, que em um determinado momento do episódio, Louie ultrapassou as barreiras de qualquer tipo de preconceito, apesar desse não ter sido exatamente o tom da coisa toda, e se encontrou verdadeiramente apaixonado pelo novo amigo, que infelizmente no final da história, não conseguiu entender muito bem o que estava acontecendo de especial entre os dois. Apesar do climão gay no ar, que diga-se de passagem que foi divertidíssimo de acompanhar, ficou claro que aquela era uma crítica ao comportamento dos homens, que até hoje não conseguem expressar muito bem seus sentimentos e muitas vezes preferem até mesmo aceitar um crédito/rótulo equivocado qualquer, por não ter coragem de assumir seus verdadeiros sentimentos, inclusive entre eles. (mas nada me tira da cabeça que talvez o Louie tenha mesmo se apaixonado pelo boy magia de Miami…rs)

Outra sensação que essa temporada nos deixou foi a de que o personagem acabou se permitindo um pouco mais, onde ele acabou visitando cenários diferentes da sua zona de conforto, apesar de que nesse caso, essa tal zona parecer ser bem limitada, porque ele quase nunca parece estar muito confortável em qualquer situação. Talvez Louie estivesse enfrentando uma antecipação da sua crise da meia idade, o que acabou mexendo um pouco com a sua própria identidade. Já começamos a temporada com sinais claros dessa mudança, com ele encarando uma moto como seu novo brinquedinho preferido e logo de cara se metendo em um acidente com a mesma, onde tivemos a introdução da sua ex mulher na história.

Mas se Louie agora cresceu em uma proporção considerável, quem acabou crescendo junto com ele foram suas duas filhas, que estiveram cada vez mais inseridas na história, além de terem ganhado uma participação muito maior ao longo dessa temporada. E #TEMCOMONAOAMAR aquelas duas? Lilly (Hadley Delany) que está crescendo com toda sua seriedade, mais introspectiva, cheia de manias e personalidade forte e que deixou o pai de cabelo ruivo em pé quando ele achou que ela havia fugido de casa (AMO a resolução desse plot) e a adorável Jane (Ursula Parker), que é extremamente foufa e que talvez tenha sido a responsável pela melhor piada da temporada. Ela que além de tudo ainda nos mostrou um pouquinho dos seus dotes no violino, instrumento que para quem não sabe, a pequena atriz domina como ninguém na vida real (que estava ou não estava vestida de Alice nesse vídeo? ♥). E #TEMCOMONAOAMAR a falta de sensibilidade do Louie bancando o single daddy naquele momento?

Muito provavelmente por começar a perceber as proporções que a sua série estava prestes a atingir, Louis C.K. acabou inserindo esse contexto dentro dela, com a história  deixada para encerrar a temporada em uma sequência de três ótimos episódios (3×10, 3×11, 3×12 Late Show Part 1/2/3), sobre ele ganhar a chance de se tornar algo maior do que apenas um comediante de stand up, com a possibilidade dele ser o possível novo Letterman, isso se o Seinfeld não acabasse fazendo aquele precinho mais justo para o canal, claro (até nesse momento, Louie se coloca com uma segunda opção. #TEMCOMONAOAMAR?). Uma sequência de episódios onde vimos a transformação do personagem se tornando ou pelo menos tentando se tornar algo muito maior do que ele mesmo achou que chegaria a ser um dia (quase como uma metáfora ao seu atual momento com o sucesso da série), recebendo os ensinamentos do David Lynch, vivendo uma espécie de coach para apresentadores de TV e tudo isso na companhia do seu sempre impagável agente que parece ter apenas 15 anos de idade. (rs)

Bacana que nem mesmo nessa hora, brincando com a realidade, Louie não fugiu da sua proposta que sempre foi bem crítica em relação a maiorias das situações do cotidiano da sua série e enquanto tudo dava errado para ele no seu caminho rumo ao Late Show, ele cabou mostrando a concorrência que existe dentro do meio, com todos os seus “amigos” o traindo pelas costas, tentando roubar a chance de ouro de todo comediante, que naquele momento havia aparecido para ele. Mind games, puxões de tapetes, aquela coisa toda da concorrência desleal de sempre, ou você está pensando que isso é uma exclusividade do seu mercado de trabalho? rs

Mais o mais legal dessa história toda foi o personagem tendo que lidar com sua nova realidade, que para se tornar quem ele não conseguia acreditar que poderia vir a ser, seria necessário alguns sacrifícios e o maior deles seria ter que ficar longe das filhas por muito mais tempo do que o costume, algo que o Louie não estava preparado para encarar ou abrir mão assim tão fácil, mesmo com tamanha oferta. E foi lindo ver que essa na verdade é a sua maior fraqueza, onde todos os obstáculos que foram colocados no seu caminho ele até que conseguiu vencer bravamente, mas foi totalmente vencido pelo olhar de decepção/tristeza das duas filhas entendendo que teriam que ficar longe do pai por mais tempo para que ele se tornasse o novo âncora do talk show do momento. Sério, que coisa mais foufa! (♥)

Claro que como Louie é uma comédia sobre a “derrota”, ele acabou perdendo a chance de ser tornar o novo Letterman, mas não sem antes pelo menos sentir o gostinho de como seria ter o seu próprio talk show, com convidados como o Paul Rudd e a sempre deliciosa Susan Sarandon, para a qual ele acabou fazendo uma confissão super constrangedora, porém adorkable. E aquela cena onde ele ficou gritando para o Letterman de frente ao prédio do Late Show em NY foi SENSACIONAL (juro que eu fiquei super emocionado por ele naquele momento), uma derrota que para ele teve sabor de vitória e que certamente, para todos nós também. Go Louie! Go Louie! (detalhe que a temporada não termina nesse episódio e ainda temos uma season finale, com o retorno do pato, só que de uma forma bastante diferente. Repito: #TEMCOMONAOAMAR?)

O que mais ou menos prova o que eu tentei dizer com o título desse post, (que é sim uma declaração de amor para o Louis C.K. Te AMO Louie. ♥), que é exatamente a ideia que encerrou essa trilogia de episódios sobre a sua ascensão, onde ele conseguiu nos provar que mesmo que Louie não tenha se tornando exatamente uma série mainstream, das mais populares e do tipo que todo mundo assiste, mesmo assim ele agora é SIM bem mainstream. He did!

Uma temporada sensacional do começo ao fim, que só não nos deixou mais feliz porque recebemos a informação de que a sua Season 4 já garantida faz tempo só deverá acontecer em 2014, o que consideramos uma grande sacanagem!

 

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Placar: 2×2 para a Miu Miu

Outubro 8, 2012

Primeira fila do desfile da Miu Miu Spring/Summer 2013 e tivemos um empate entre aquelas que realmente acertaram e aquelas que erraram feio na produção.

 

#TEAMNAY

Encabeçando o time da derrota, temos ela, Quinn Fabray, ela que nunca mais foi sequer mencionada em Glee, tamanha a sua importância para a série, mas que a gente aposta que vai estar de volta para “Grease”. E se não voltar nesse, é porque foi demitida.

Batendo o olho rápido, achamos tudo lindo, cores, shapes, fundamento. Mas basta uma segunda olhada com mais tempo para percebermos que está tudo tão literal e meio corretinho demais, ainda mais com esse cabelo, onde ela acabou imprimindo que ainda está no coral do high school, pronta para gravar mais uma faixa do tributo para Britney, dessa vez fazendo a comissária de bordo em “Toxic”.

Ou isso, ou ela conseguiu uma ponta como figurante na falecida Pan Am.

#NAOTABOMNAO

E a segunda derrota da noite ficou por conta do outfit escolhido pela Amanda Seyfried, ela que de uns tempos para cá tem trabalhado um pouco menos no cinema e talvez por isso estamos com a sensação de que faz tempo que não nos irritamos tanto assim com ela (lembra quando ela era onipresente e estava em todos os filmes da temporada? Argh!), apesar dela ter pego uns boys magia aí que várias invejaram. (na verdade um só, o Hartnett – Höy!)

Mas digamos que esse vermelho estava sem gracinha demais para uma primeira fila, não? Para imprimir modernidade ela apostou nessa boca escura, que nós não temos certeza se era um batom poder do momento mesmo ou se esse é o resultado da sua atual e frequente troca de namorados. (Suck it!)

#NAOTABOMNAO

#TEAMYAY

No time daquelas que acertaram, temos a Chloe Sevigny, ela que é um dos motivos pelo qual uma das minhas filhas se chamará Chloe, investindo em um mix de estampas delicioso, além desses acessórios maravileeeandros. (AMO esse sapato!)

Höy!

E por último a Emma Stone, que apesar de estar imprimido que estava vestida para uma outra festa, estava maravileeeandra e carregando a bolsa mais invejável dessa primeira fila. Maravileeeandra!

Höy!

 

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Me chama de Chloë Sevigny e me cubra de Miu Miu

Agosto 9, 2012

Tipo de coleção que a gente deseja ter tudo, até o cenário, os objetos em cena, a trilha e inclusive a Chloë. Höy!

E #TEMCOMONAOAMAR essa irmã caçula da Prada?

ps: para quem não viu ainda, por favor, assista “Hit & Miss” que é sensacional e tem a própria Chloë Sevigny como uma das melhores personagens dessa temporada, e venha torcer comigo para que a minissérie tenha continuidade…

 

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Hit, Miss and Love

Julho 18, 2012

Prontos para ganhar uma nova heroína?

Hit & Miss é mais uma produção inglesa que a princípio foi chamada de minissérie, seguindo o mesmo conceito de sempre deles do outro lado do oceano, que primeiro lançam um produto no formato de minissérie de forma mais despretensiosa, para depois, de acordo com o seu sucesso, transformá-la em uma série de TV, que nesse caso é o que todos nós que assistimos Hit & Miss estamos torcendo nesse momento, porque uma história tão boa como essa merece ter uma continuação. Juro que eu vou ficar inconsolável no caso da minissérie ter realmente terminado por aqui, com apenas seis episódios produzidos.

Sua personagem principal é Mia (Chloë Sevigny), uma assassina profissional, lindíssima, super feminina e que parece ser bastante competente e porque não dizer “realizada” com o que faz para sobreviver. Em uma vida de sucesso no mundo do crime, ela parece absolutamente fria, sozinha, vivendo naquele enorme espaço que é o seu QG, que nós não estendemos exatamente se é um apartamento ou um espaço abandonado no meio da cidade. Tudo parece estar andando como sempre em sua vida, até que um dia ela recebe uma carta de uma amiga antiga, revelando que Mia tem um filho. E ai vc se pergunta: como assim ela tem um filho e não sabia ou se encontra surpresa daquela forma?

Bom, nesse detalhe está escondido a grande novidade que H&M (rs) nos traz como proposta, que é o fato de que que Mia nasceu Ryan e está em fase de transição para assumir de uma vez por todas a sua identidade como mulher, vivendo como uma transexual ainda em fase de pré-operação de mudança de sexo, para a qual ela vem guardando o dinheiro que ganha botando marmanjo para dormir em poças de sangue.

Uma notícia que cai em suas mãos como uma bomba e que acaba mudando toda a sua rotina de freelancer do crime, onde ela parte em uma viagem para resgatar uma certa parcela do seu passado, indo encontrar o tal filho que ela até então desconhecia. Detalhe é que a amiga que lhe escreveu a carta já se encontra morta e juntamente com o filho fruto dessa relação do passado com Mia antes de sua transformação, ela acaba se deparando com uma cenário bem mais complicado do que imaginava, com outros três filhos da amiga recém falecida, dois jovens adolescentes e uma garotinha ainda menor do que o seu próprio filho, ele que como uma provável homenagem ao pai no passado, também se chama Ryan.

De cara com essa nova realidade, a personagem não consegue não se envolver com a história daquelas crianças agora orfãs e decide que a sua missão a partir daquele momento não é só a de criar o seu filho Ryan e sim todos os seus irmãos por parte de mãe, o que vai totalmente contra a frieza que se espera de uma assassina por exemplo, revelando um outro lado da personagem que dentro daquela nova realidade, enxerga a possibilidade de reforçar ainda mais o seu lado femininodespertando uma espécie de instinto “maternal” que ela até então desconhecia.

Entre os membros da nova família, no núcleo adolescente temos Riley (Karla Crome), a menina que acaba fazendo as vezes de mãe para todos os irmãos, que não é das mais simpáticas (na verdade ela parece meio amarga diante aquela situação da sua vida naquele momento) e mantém um relacionamento doentio com o homem abusivo da vizinhança, que é casado e é meio que o rei do pedaço. Ele que logo de cara, mesmo sem saber da relação com a garota, acaba se tornando o grande inimigo de Mia, com quem acaba entrando em conflito, inclusive físico, o tempo todo. Nesse núcleo temos também Levi (Reece Noi), outro dos seus “novos filhos” adolescentes, esse com um certa tendência a gostar do que é errado, meio ambicioso e que não poupa Mia de piadinhas cretinas a respeito dela ser uma transexual.

Entre as crianças temos Leonie (Roma Christensen), uma garotinha super foufa que vive vestida de borboleta e acha que a mãe (morta) está dentro do rádio. Ela que tem uma imaginação sensacional, além de uma doçura toda especial. Sério, o que foi o simbolismo da cena dela cortando os cabelos da boneca na raiz para ela ficar mais parecida com a sua mãe (que morreu de câncer) ou dizendo para a professora de ballet que ela não poderia fazer aula porque estava com câncer? Chutes certeiros nos nossos estômagos. Tum! E ele, Ryan (Jorden Bennie, que eu não entendi o porque de no IMDB estar apenas com crédito por dois episódios…), que é o filho fruto dessa relação do passado da agora Mia, que tem uma doçura no olhar fora do comum, além de um talento bem especial para uma criança dentro desse cenário tão atípico. Sério, só pensava em adotá-lo, rs.

Ryan que também tem cenas bastante importantes e simbólicas dentro dessa história, como ele ameaçando se cortar na aula de ciências por não concordar em ter que dissecar sapos na escola e voltando no outro dia todo pintado de verde, para liberar todos aqueles animais que morreriam injustamente. Bem bacana vai? Além de ser um momento super foufo para a série. E os diálogos dele com as outras crianças são ótimos também, onde ele faz peguntas importantes e que são tratadas com bastante naturalidade dentro do seu universo ainda bastante infantil e que valorizam a inocência das crianças.

E foi bem bacana a forma como Mia foi ganhando a confiança de Ryan, que naturalmente custou a entender o porque do seu pai estar representado naquele momento com uma figura feminina, mas que no final das contas acabou entendendo dentro da limitação da sua idade o porque de tudo aquilo. Muito bacana que nesse caminho, eles conseguiram mostrar de uma forma bem natural e sem ignorar a estranheza dos fatos, a confusão que se instaura na cabeça daquele menino no momento em que ele descobre um pai que até então ele desconhecia e que para a sua surpresa, não é exatamente o que se espera da figura masculina paterna, mas que não deixa de ser a sua realidade e é preciso aprender a lidar com essa nova situação.

Foi lindo ver o garoto em meio a uma confusão natural com a sua própria sexualidade naquele momento, se perdendo entre o universo masculino e feminino e se questionando quanto as semelhanças com o seu pai, buscando inclusive encontrá-las, quando na verdade elas eram mais evidentes do que ele poderia imaginar (mas nós todos conseguimos observar na postura dos dois personagens). A cena em que ele pega de surpresa a Mia tomando banho ou quando ele experimenta um look feminino em meio a uma festa em família foram sensacionais e de uma honestidade absurda, além de super sensíveis e que conseguiram transmitir exatamente o quanto uma criança é adaptável as diferenças, desde que elas não sejam ignoradas e sejam apresentadas a elas da forma mais natural possível, sem rodeios ou muita fantasia. “Olha aqui filho, isso existe, funciona assim e é uma possibilidade”, simples assim. (mas que nós também entendemos a sua complexidade, mas é bom aproveitar enquanto as crianças ainda não foram contaminadas com o universo a sua volta e estão mais abertas para o que elas ainda não conhecem)

Mas ao mesmo tempo que encontramos momentos doces como esses e super importantes para uma série de TV que resolve apresentar como personagem principal uma transexual, o outro lado dessa história também não foi ignorado, com Mia recebendo uma recepção pouco calorosa dos irmãos adolescentes de Ryan, que faziam questão de tocar na sua ferida mais profunda para tentar desestabiliza-la e também se livrar daquela que para eles que já estavam acostumados a se virar sozinhos a aquela altura, nada mais era do que uma estranha indesejável em um território que eles já haviam dominado sozinhos. Um comportamento bem preconceituoso, mas nesse caso, apoiado no mecanismo de defesa do envolvidos, o que não justifica, mas explica.

E o fato de Mia ser uma transexual, algo que poderia aparecer apenas como uma pequena parte da sua personalidade já tão interessante e envolta a essa história inesperada e que a todo momento acontecia algo novo, não poderia ter sido abordado de uma forma mais adequada, sem ignorar que aquilo ainda não era um assunto totalmente resolvido inclusive dentro da própria cabeça dela, exibindo a personagem bem desconfortável com a parcela masculina que ela ainda mantinha em seu corpo. Apesar de parecer chocante, ou até mesmo apelativo para alguns, achei muito boa as cenas com ela nua, se auto flagelando, evidenciando que ela não estava nada confortável com a sua atual situação. Ótimas cenas por sinal e também bem justificáveis para esse tipo de drama.

Além de toda essa dinâmica familiar já estar bem complicada, com ela ganhando o papel de tutora de todas aquelas crianças do dia para a noite, que também estão prestes a ser despejadas da casa em que vivem e que pertence ao tal vizinho com quem Riley mantinha um caso escondida (e sua mãe também) e que para complicar ainda mais a garota acabou engravidando do mesmo (detalhe que nos foi revelado depois), ainda tivemos Mia tentando manter o seu emprego como assassina de aluguel sem que ninguém desconfiasse de nada, matando sem dó e nem piedade os inimigos do seu chefe, que tem aquele perfil de chefão da máfia irlandesa que nós já bem conhecemos de outras séries. E além disso, começando um realicionamento com o boy magia local, Ben (Jonas Armstrong), que só descobriu com o tempo que ela não era exatamente a mulher que ele estava esperando e é claro que isso só veio a acarretar mais drama para essa história toda.

Engraçado que se vc parar para pensar, uma transexual está exatamente nesse meio caminho entre o masculino e o feminino e isso foi evidenciado na série o tempo todo e de uma forma no mínimo bem honesta. Mia não era aceita como pai, porque a sua figura era a de uma mulher, mas por outro lado também ainda não se sentia uma mulher por completo, por ainda não ter terminado a sua fase de transição. Complicado, não?

Com Ben, a dinâmica afetiva da personagem também foi bastante importante, porque também acabou nos mostrando um personagem em conflito com a sua sexualidade, uma vez que ele não se considerava gay, mas estava apaixonado por uma mulher que nasceu homem, que foi outra situação importante de ser mostrada e tratada na TV. Achei sensacional quando Ben começou a sair com várias mulheres só para ter certeza do que ele queria para a sua vida e em uma manhã após a candidata da vez deixar a sua casa, ele dar de cara com os lençois completamente imundos de quilos de maquiagem, além de uma extensão de cabelo perdida no meio de sua cama, que foi a forma como a série encontrou para mostrar a ironia de que hoje em dia, nada é exatamente o que aparenta ser e tudo é meio artificial, então se ater a alguns detalhes pode ser uma grande bobagem, além de um obstáculo que só tem a função de impedir que vc seja feliz.

Como se tudo isso que eu disse até agora já não fosse  o suficiente para todo mundo se convencer de que Hit & Miss é realmente uma verdadeira delícia deliciosa, vale a pena dizer também que a série é super bem cuidada, com takes de tirar  o fôlego de tão bem feitos, sempre nos mostrando um ângulo mais interessante da cena e pouco óbvios. Até as cenas com a Mia em ação tem uma plástica absurda, sem contar a trilha sonora que parece perfeita para o clima da série e que também é bem bacana. Tudo isso somado aos campos verdes da Irlanda fazendo o papel de fundo para essa história que nem precisava de mais esse atrativo, mas que mesmo assim acaba colaborando com suas paisagens lindas da vida no campo, bem mais simples do que estamos acostumados (falando por mim na verdade) e aquele sotaque que a gente sempre acha bem vindo. Höy!

É importante dizer que o ritmo da série é bem bom também, onde tudo acontece a cada episódio meio que ao mesmo tempo e mesmo assim, mesmo com a complexidade da história e o seu pouco tempo para ser contada (são apenas 6 episódios e não sabemos se terá continuação ou não) tudo acaba ganhando o seu devido destaque e é resolvido dentro do seu tempo. E a série também foi muito bem amarrada do começo ao fim, deixando várias possibilidades para o caso dela seguir adiante como uma série e até mesmo tendo um final “satisfatório” no caso dela ter terminado a sua história naquele finale mesmo. (que a gente bate três vezes na madeira e torce para o contrário, claro)

Não quero contar muito sobre o que acontece durante essa “temporada”, além do que eu já comentei inevitavelmente ao longo dessa review, porque acho importante preservar certas surpresas para quem ainda não assistiu a minissérie, mas garanto que vcs não vão se arrepender dessa experiência e garanto também a todos vcs que de tudo acontece dentro daquela nova família que acabou se formando de forma inesperada. De tudo mesmo.

O episódio final apesar de não ter sido do agrado de alguns, traz um importante fechamento para esse primeiro ciclo da Mia dentro desse que é apenas um capítulo da sua história e foi importante conhecer um pouco da sua origem e acabar entendendo assim um pouco da sua mitologia, o que além de ser esclarecedor em alguns pontos, acabou trazendo ainda mais drama para a história, só que naturalmente, sem parecer forçado demais. Mas o bacana mesmo foi que essa “viagem” as origens da personagem nesse episódio final, também acabou despertando um olhar para a notável semelhança entre ela e o filho Ryan, que acabou se revelando mais parecido com ela do que eles mesmos conseguiriam imaginar ou perceber durante esse curto período de convivência. Um final super justificável e bem bacana, onde eu só conseguia pensar que uma minissérie como essa não poderia acabar naquele momento.

Mesmo que tenham sido seis excelentes episódios de Hit & Miss, precisamos de mais dessa história. Muito mais! Para assistir e entrar para a minha torcida para que a minissérie tenha uma continuação, ou saia de vez do armário e complete a sua transição para uma série completa indeed.

BANG! (e todo o nosso amor para a Chloë, que não é de hoje que vem se mostrando como uma grande atriz, que como se não fosse o suficiente para a gente gostar dela desde “K.I.D.S” antigo, ainda vem com o bônus de uma coragem não muito comum dentro do meio. Clap Clap Clap!)

 

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MET Ball 2012 – A noite em que todas se vestem especialmente para o Diabo

Maio 8, 2012

E by Diabo, eu quero dizer a Anna Wintour (que estava de Prada, claro) em pessoa e o seu eterno corte chanel, anfitriã e organizadora do evento, que esse ano abriu a exposição “Schiaparelli and Prada: Impossible Conversations” (e beijos para Keyloca e Tarcisio, meus professores antigos de história da moda, da arte e história contemporânea, que me ensinarm tudo sobre Schiaparelli e a Belle Époque. Depois, há quem ainda acredite no esterótipo preguiça de estudante de moda que encontramos por ai. Humpf!)

E noite de baile do MET é certamente um dos red carpets mais concorridos ever. E com toda essa concorrência, todas elas ficam desesperadas para deitar uma com as outra neam? Celebridades e estilistas, diga-se de passagem.

Esse ano o baile não teve muitas surpresas (como quase tudo ultimamente), mas é claro que como qualquer bom red carpet que se preze, nos rendeu algumas lições importantíssimas. Então separe o Moleskine e anota ae:

 

Preto é a escolha certa da vez, mais uma vez e outra vez

Sim, elas continuam apostando no pretinho. Mas tem que ser longo, ter algum poder e não ser nada básico.

Dzél estava corretíssima nesse Givenchy. Correto, mas nada demais também, apenas um pretinho ok.

Mas quer saber quem parou tudo mesmo, também investindo no fundamento Gyvenchy de ricah bem ricah?

Beyoncé. PÁ!

Que foi com esse Givenchy de quem tem mais condição, com transparência + renda + bordado + essa cauda que é simplesmente maravileeeandra!

Seguindo o mesmo fundamento poder da Beyonce, tivemos Marion Cotillard, bem linda nesse outro modelo pretinho cheio de fundamento by Christian Dior.

Lembrando que as duas foram mães recentemente e já estão lindas assim… (e a culpa daquele nosso pneu fica para quem mesmo? PÁ!)

O modelão Prada da Kate Bosworth também segue o mesmo fundamento dos dois anteriores, só que em uma versão curta e com as cores invertidas. Também maravileeeandro!

E o make dramático com boca escura?

Hit da noite. Anotem.

Cate Blanchett  estava linda, linda, leeeandra de Alexander McQueen.

Não é o meu tipo de vestido preferido, mas certamente foi um dos mais maravileeeandros da noite.

O dia em que a Rihanna conseguiu nos fazer lembrar que ela é linda. PÁ!

Tá vendo como ela consegue? E olha que pela simplicidade, nem precisou se esforçar muito nesse Tom Ford até que bem simples.

Para provar que a nossa birra com ela não é nada pessoal. Maravileeeandra!

Mas pensando bem… será que isso tem a ver com rumores obscuros de que ela estaria desfrutando da magia sueca mais cobiçada desde os hits do Ace Of Base? Hmm mmm…

Aguardando confirmações para considerar LUTO total. (#TENSO)

Todas ♥ Grace Coddington (tmbm de Prada)

MUSE!

Tenho que dizer que eu fiquei morrendo de orgulho do look da Amy Poehler, Sério!

E olha que um preplum para a altura dela, foi uma escolha bem arriscada. Mas ainda bem que deu beeem certo.

E ela não só acertou no look, como também na cor do cabelo (gosto muito mais assim, com esse loiro mais fechado) e no fundamento, que ficou maravileeeandro!

Sem contar o seu acessório poder , o marido Will Arnett, capaz de animar qualquer mesa neam?

#ORGULHODEFINE

 

Se for para investir no fundamento exótico, #TEMQUESEGURAR!

E essa dica vale para a Rooney Mara, que não pareceu estar assim muito confortável de calçola de fora nesse Givenchy de renda transparente.

O que não deve ser muito fácil mesmo, mas se essa foi a sua escolha, #TEMQUESEGURAR!

Tipo o Marc Jacobs, que foi de vestido rendando, transparente e de cueca branca (sim, BRANCA!) e que mesmo assim segurou muito bem o seu próprio fundamento. PÁ! (embora eu não ache um look bacana…)

Ou como a Christina Ricci, que segurou com orgulho esse look Thakoon, totalmente meio assim.

 

O poder do brilho metalizado

Carey Mulligan também estava cheia de condições, com esse Prada metalizado que era puro fundamento & poder, que eu não consigo parar de imaginar o quanto deve custar na ludjeeenha. $$$ Catching!

Zou bisou bisou … Zou bisou bisou (não consigo vê-la sem lembrar do hit e aposto que deve ser uma piadinha recorrente em sua vida)

Jessica Pare, que também investiu no metalizado e foi de dourado by L’Wren Scott. Estava linda, mas eu não acho que a cor a favoreceu tanto assim… (imagino ela parando tudo em um verde, por exemplo)

E o que o metalizado da Carey Mulligan tem de fundamento, esse da Nina Dobrev  tem de poder. Maravileeeandro, não?

By Donna Karan Atelier

 

Preplum, a tendência do momento (que não é para todas)

Uma tendência que não é para qualquer uma e nessa edição do baile do MET, a Sofia Vergara até que enfim saiu da sua zona de conforto dos vestidos com rabo de sereia preguiça de sempre e optou pelo fundamento preplum da Marchesa , que com o seu corpão todo em dia, ficou ainda mais maravileeeandro!

E que boa noite para as irmãs Knowles, hein?

Primeiro a Beyoncé me apareceu deitando todas no seu Givenchy bem de rica e agora a  Solange Knowles, com esse preplum amarelo maravileeeandro by Rachel Roy, vestido que certamente iluminou a noite.

E o cabelão cheio de volume? PÁ!

E a Elizabeth Banks, hein? Confundiu a vida real com o seu personagem de “The Hunger Games”?

Nesse caso, achei esse preplum da Mary Katrantzou, bem bem difícil…

Não sei quanto a vcs, mas eu ficaria esperando alguma coisa cair a qualquer momento dessa parte levantada na frente.

#NAOTABOMNAO

Cadê a postura?

Cadê o poder?

Cadê o Ryan Gosling?

Além do quadril dela ter ficado muito maior com esse preplum da Prada na cor do momento (ponto positivo), a pergunta que não quer calar é: cadê o Ryan Gosling? (eles ainda estão juntos? Qual a vantagem de se namorar um Ryan Gosling e não sair o exibindo por aí? Resposta: a vantagem é o próprio Ryan. Höy!)

#NAOTABOMNAO

 

Tangerina

A cor do momento: tangerina.

Uma pena que nem todas que optaram pela cor conseguiram acertar no fundamento… Fom forom fom fom

Salvo apenas a Ginnifer Goodwin, que nem estava com um vestido tão poder assim (e cadê o príncipe?), mas mesmo assim estava maravileeeandra.

By Monique Lhuillier 

Kristen Bell , que só acertou na cor… by Tommy Hilfiger.

#NAOTABOMNAO

Katharine McPhee também só acertou na cor… (by Elie Saab)

E como ignorar esse peito todo espalhado na lateral?

#NAOTABOMNAO

E a Leighton Meester, que não foi de tangerina, mas estava meio tangerina ela mesmo neam?

O que aconteceu com Blair, hein garota do blog?

 

Florais de ricah bem ricah!

Bee Shaffer (a filha da Anna Wintour) que não poderia ser nossa amiga jamais… nesse “efeito floral” maravileeeandro by Erdem.

E digo que ela não poderia ser nossa amiga jamais, pelo simples fato de estarmos em sua companhia e alguém chamar “Bee” e todas olharem confusas ao mesmo tempo, sem saber exatamente quem estaria sendo chamada.

Euri

Rashida Jones, que também estava maravileeeandra no fundamento floral de ricah by Tory Burch.

Mas o melhor da Rashida é esse nome neam?

Eu não consigo chamá-la de Rashida e sempre solto um “Rashilda”. Acho mais sonoro, rs

E a Sarahjay que foi toda num print só?

Achei ousado…

E esse cabelo é sempre um acerto neam? PÁ!

By Valentino

 

Aquelas que não estavam em um bom dia…

Diane Kruger, que além de ter deixado o Peter Pacey em casa (Boo Hoo!), o que já é sempre um ponto negativo, deixou também bastante do seu fundamento esquecido em algum outro lugar, não?

Preciso dizer que eu sou fã de um peitinho honesto, mas com esse cabelo solto e essas plumas, imprimiu que ela estava de camisola…

By Prada

#NAOTABOMNAO

Achei arriscado, achei corajoso, achei o sapato ótimo, mas #NAOTABOMNAO

Mas continuo querendo ser o seu BFF tsá, Chloe Sevigny? Desde “Kids”…

By Miu Miu

Muah!

Duas coisas:

1) O que aconteceu com a cara da Jessica Biel? Seria a franja o problema? Ou ela mexeu nessas maçãs, já que dizem que eles vão se casar em breve e nessa hora bate o desespero? (e na Itália, tsá?)

2) E que vestidinho mais simplezinho (Prada) e com a barra mais pavorosa é esse? Mas nem que esse bordado em verde fossem esmeraldas…

Mas tudo bem, nada que o sorriso foufo do Justin não desvie as nossas atenções. E se ele começar a cantar no falsete e sair dançando daquele jeito, esquecemos até o nosso próprio nome e somos capazes de perdoar qualquer coisa… (euri)

Rachel Zoe que de tão magra, parecia mais uma franja do seu vestido de franjas de cigana by Rachel Zoe Collection.

#NAOTAMBOMNAO

 

Enigma Xonas Brothers

Temos 3 Xonas Brothers. 2 deles foram de tux fosco e um todo no cintilante. A pergunta é: qual deles possivelmente significa?

Tempo…

 

Look figurino de época

Já cansei de dizer que tem que tomar cuidado quando for investir no fundamento antigo, pensando sempre antes no combo make + cabelo, para não ficar com cara de figurino de época.

Como a Kirsten Dunst, que mesmo de Rodarte (que a gente AMA), imprimiu (muito pela postura) que ela estava pronta para interpretar uma versão da Chanel, só que loira. Só faltou as pérolas e o cigarrão na mão.

#NAOTABOMNAO

Ou a Jessica Chastain, que estava parecendo mocinha de filme Westen.

Bota um chapéu na cabeça com umas plumas e uma piteira na mão, que ela se torna a própria.

By  Louis Vuitton

#NAOTABOMNAO

Lily Collins, sabe figurino de fantasma de filme de terror de época? Então…

E palmas ao contrário para a Coco Rocha, que conseguiu cometer o crime público de acabar com um look que já foi da Liz Taylor no passado.  Tpalc Tpalc Tpalc! (que são as nossas palmas ao contrário, rs)

Desconsiderando até o fato de que ela é uma chata sem tamanho, eu bem acho que só por esse crime, ela deveria ganhar pelo menos uns dois fantasmas para acompanhá-la pelo resto da vida. WOO!

E cuidado, estou vendo pele demais nos pés e no colo. Aposto que ela vai reclamar depois em seu Tumblr…

Uma pessoa que eu ADORARIA que tivesse um vlog: Coco Rocha. Imaginem tudo o que ela não tem para reclamar? Zzzz

 

Medusa?

Já passou da hora de alguém estender o braço para tirar a Mary-Kate Olsen desse buraco negro de onde ela se enfiou já faz tempo e nunca mais saiu, hein?

Ainda mais agora, que ela tem coragem de sair de casa até com esse cabelo de Medusa medonho!

#NAOTABOMNAO

 

E quem se importa?

E quem se importa com o vestido coral da Emily Blunt (que diga-se de passagem, está com o corpão totalmente em dia) quando ela chegou na festa carregando o acessório poder que atende pelo nome de John Krasisnki?

Höy!

ps: como não amar a bee mediúnica ao fundo? Das duas uma, ou ela estava mentalizando o Krasinski em um momento mais interessante (Höy!) ou ela estava tentando deitar com o look de alguma delas. Xocotô!

E quem se importa se a Emma Stone estava vestida de boneca no MET Ball 2012, quando ela me aparece assim, acompanhada do Alber Elbaz?

Höy!

E quem se importa com a Claire Danes (todas se importam na verdade. Chega logo Setembro, chega logo Season 2 de Homeland!) maravileeeandra e toda de branco, quando ela levou o seu boy magia Hugh Dancy?

Höy!

E quem se importa com a Florence, que deixou a sua Machine em casa e foi toda bufante  by Alexander McQueen ao baile desse ano?

Afinal, ela pode. Ela é quase uma entidade. Uma fada na verdade.

E quem se importa com esse post gigantesco que finalmente chegou ao seu fim? Zzzz

Chloe Sevigny maravileeeandra em várias versões para a Interview de Fevereiro

Janeiro 26, 2012

Maravileeeandra!

Terry Richardson k.i.s.s.i.n.g Terry Richardon

Novembro 23, 2011

Terry pegando ele mesmo, ou a Chloë Sevigny fazendo cosplay de Terry.

Achei divertido


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