Posts Tagged ‘Chord Overstreet’

Something old, something new, something borrowed, something… Glee!

Maio 18, 2013

glee-cast-photograph

A Season 4 de Glee foi o maior suspense dessa temporada. Ninguém sabia exatamente o que esperar das mudanças que estavam por vir, com a série praticamente se dividindo em duas, com algo antigo (something old), representado pela antiga sala do glee club de sempre e algo realmente novo (something new) com a entrada de NY para a história trazendo o cenário perfeito para os alunos já formados da escola (ou pelo menos para alguns deles), cenário do qual na verdade a gente não sabia exatamente o que esperar sobre.

Apesar da novidade parecer preocupante, uncle Ryan conseguiu resolver muito bem todas essas questões logo de cara, conseguindo por boa parte dos primeiro episódios dessa nova temporada manter um nível interessante para ambas as histórias, tanto em NY quando no antigo McKinley High, encontrando um equilíbrio importante para essa nova fase da sua série. Uma nova fase que foi muito bem recebida e desenvolvida, da qual nós falamos mais no Guilt aqui. Dessa forma, não só continuamos animados com os plots todos dos alunos ainda em fase escolar, enfrentando todas aquelas etapas que nós já conhecemos bem das três temporadas anteriores da série, como nos mantemos interessados nos atrativos de todas as possibilidades que NY estava nos trazendo, tendo como principais personagens dessa parte da história a dupla Rachel & Kurt, que tiveram um encontro lindo na cidade e a partir disso passaram a viver bons momentos nesse lado até então desconhecido de Glee.

Isso dito por alguém que sempre achou a Rachel bem meio assim e chegou a torcer para que aquele trem que a levou para NY, tivesse encontrado um desvio e tivesse desembarcado na Suíça  onde a Fox talvez não tivesse interessada em investir por enquanto. Mas tudo bem, depois de The New Normal (R.I.P) entendemos que o Ryan Murphy é mesmo apaixonado pela Lea Michele e até passamos a aceitá-la um pouco mais. E sim, eu disse um pouco mais e não “melhor”. Isso com o detalhe que com sua entrada em NYADA, Rachel acabou encontrando com sua nemesis, a professora Cassandra, interpretada ferozmente pela atriz Kate Hudson, que nunca esteve tão boa, em todo e qualquer sentido, até mesmo nesse que você possa estar pensando (e há quem diga que Glee é uma série gay. Sei… rs). Sério, quero exatamente aquele tipo de alongamento, onde vende? (rs)

Cassandra que em nada facilitou a vida da Rachel na cidade grande, transformando o seu sonho em um grande pesadelo, com direito até a dividirem o mesmo namorado. Namorado esse (Brody) que quase desestabilizou a moça, deixando Rachel entre Brody e o Finn, que ressurgia do ócio das cinzas (ele que não sabia exatamente o que fazer na vida depois de descobrir que não servia para quase nada – fico sempre morrendo de pena do ator nesse tipo de situação – e acabar com um tiro no próprio pé dado por ele mesmo durante a sua curta passagem pelo exército) para tentar reconquistar o grande amor da sua vida. Nesse caso, acho o personagem dele (Finn) um tanto quanto novo demais para se ver preso a esse tipo de amor e ou relação ainda tão cedo, mas isso talvez a imaturidade de ambos até justifique. Em meio a tudo isso, Rachel continuou tendo que provar o seu valor nas aulas de dança (e é só o que ela faz em NYADA, além de convidar o boy magia para dividir o loft com ela e com o Kurt e brincar de casinha por um tempo), além de ter quase engravidado (Huh!), de um namorado que ela veio a descobrir depois, por intermédio da Santana (bem mais experiente na vida e ela que é um recurso que sempre funcionou muito bem dentro de qualquer cenário da série) que ele na verdade era um garoto de programa. Para finalizar essa nova fase da sua vida, Rachel ainda conseguiu um teste para “Funny Girl” e todos nós sabemos que ela faria qualquer coisa para um papel que já foi da Barbra antiga. Nessa hora, ganhamos uma nova performance de “Don’t Stop Belivin” super emotiva (apesar de saber que tocaria no episódio, eu jamais imaginei que seria dessa forma) e que chegava dias antes da confirmação de que Glee, para o nosso total alívio (e existia todo um mistério no ar, suspeitando-se inclusive de um possível cancelamento), teria sido renovada não apenas para mais uma temporada e sim para mais duas, já tendo como certo o seu futuro até a Season 6. YEI! Se Rachel passou ou não no tal teste nós ainda não sabemos, mas que esse foi um momento lindo para a mitologia da série, isso foi. (vale torcer para que ela tenha passado e que o musical seja vendido rapidamente para uma turnê mundial, só para ela ficar longe, hein?)

Kurt também acabou desembarcando em NY, empurrado pelo pai, que não suportava mais ver o filho naquela situação, preso a um passado que não o pertencia mais. Acabou se transformando em um assistente do site da Vogue, onde de quebra ele descolou a Sarah Jessica Parker fingindo não ser ela, como sua fada madrinha em NY. E quando ela disse que não tinha nada melhor do que ser solteiro em NY, duvido que vocês todos também não tenham chorado. (do meu rosto escorreu uma single tear no formato de Cosmo, rs) Ainda em NY, Kurt acabou descolando com a Whoopi Goldberg (já disse que a nova temporada contou também com a participação da Whoopi? Pois contou!) uma segunda chance de tentar entrar para NYADA (e que cenário lindo aquele da sala acústica, não?), onde ele acabou conseguindo realizar o seu sonho e apesar do seu personagem ter nos apresentado um pouco mais da tão falada NYADA (AMEI o boy magia inglesa dele. Höy!), ele acabou ficando sem destaque, ganhando muito mais atenção do lado do coração, onde sofria por ter sido traído pelo Blaine, que apesar de ter confessado o crime (em um cena linda também e ao piano, ao som de “Teenage Dream”),  estava fazendo de tudo para conseguir o seu perdão e na mesma permaneceu até o final da temporada. Tanto que no desespero, terminamos essa Season 4 com o Blaine pensando em pedir o Kurt em casamento, algo que seu sogro, Burt, fez questão de desencorar, lembrando um recém passado entre o Finn e a Rachel. Outro ponto importante do personagem dentro da série, foi a descoberta do câncer do seu pai, Burt, que apesar de ter nos emocionado e bastante nesse momento (porque sempre AMAMOS essa relação de pai e filho em Glee) no final das contas acabou sendo tratada de qualquer forma, sem a atenção devida e isso eu acho uma pena. De qualquer forma, ficamos felizes por Burt estar câncer free. (até achei que essa doença teria alguma cosia a ver com o envolvimento do ator com outra série recém anunciada para a temporada 2013/2014, mas parece que não ou eles resolveram mudar de ideia no meio do caminho)

Até agora falamos bastante do “something new” da série, mas e da velha e boa parte antiga de Glee?

Em Lima, as coisas continuaram bem iguais, exceto pela chegada da Unique (que nós torcemos para), Marley (ótima no começo, mas que descobrimos ser uma péssima compositora no final, rs), Jake (o 1/2 irmão do Puck), Kitty (blonde Santana) e do Ryder (que a essa altura nós já aceitamos como prêmio de TGP). Isso sem contar a disputa da vaga para se tornar a nova Rachel que acabou ficando por conta do Blaine, embora alguns meninos (Sam + Blake) tenham divado muito mais do que ele, além da sempre excelente Brittany. Tina Cohen-Chang coitada, continuou desejando um solo, se transformou em uma fag hag de primeira para o lado do Blaine e até usou de técnicas orientais para aplicar um “vaporape” no mesmo. Apesar de não ter conseguido o destaque que sempre desejou, acho importante que o Ryan Murphy tenha mantido esse ar de deboche em relação aos sonhos da personagem, que acabou deixando tudo muito mais divertido, além de ter ultrapassado as barreiras de uma possível piada interna.

E vamos combinar que esse ar de deboche ou cinismo encontrado a todo momento na série, sempre foi um dos maiores atrativos de Glee. Talvez até por isso mesmo que o musical para a TV sempre tenha dado tão certo (isso além do apelo mais pop e bem mais cômico), porque eles conseguem lidar com situações absurdas da melhor forma possível, rindo deles mesmos, inclusive de suas resoluções. Piadas rápidas incluídas no texto acelerado da série a todo momento fazem questão de cutucar seus próprios calos, como se estivessem brincando entre eles mesmos o tempo todo, dizendo “olha, eu vou fazer isso agora, mesmo sabendo que prometi uma outra coisa, mas não liga não que eu sou assim mesmo” e por incrível que pareça, isso sempre funcionou dentro da série, porque apesar de parecer que de vez em quando eles não se importam de brincar com a cara da audiência, parece também que eles não tem a menor vergonha de assumir e dizer uma coisa dessas na nossa cara.  E sabe o que é pior? Aceitamos e continuamos achando tudo ótimo, rs. Assim, Glee conseguiu fazer até agora e já tendo garantido mais duas temporadas, algo que Smash não conseguiu fazer nunca, nem em sua primeira temporada, já bem sofrida porém um pouco menos vergonhosa e nem em sua atual temporada, essa muito mais sofrida e vergonhosa do que qualquer outra coisa na TV atual. O que foi aquela cena com o “sonho” do Derek no bar? Mas desse musical morto falaremos depois, em seu velório que acontece logo mais…

Agora, além da Brittany que sempre foi excelente (e se a atriz não tivesse ficado grávida, não teria um futuro tão incerto dentro da série daqui para o seu futuro), quem mais se destacou durante essa temporada foi mesmo o Sam, que nunca havia ganhado muito destaque, mas que durante essa Season 4, em pequenos momentos e mesmo com pequenas chances, abraçou a série e nos conquistou de vez! Sério, apesar do Blaine e até mesmo do Ryder serem os meninos da vez (Ryder que teve ataques de fúria vergonhosos em pelo menos dois momentos da temporada que foram totalmente fora de propósito…), eu acho que o maior destaque do lado boy magia da força ficou mesmo por conta do Sam, que esteve absolutamente adorkable e não só nos momentos cômicos da série, mas até mesmo nos momentos mais sérios da mitologia da série, do qual falaremos daqui a pouco. Aquela sua conversa com o Blaine, com ele assumindo que sabia do interesse do amigo para o seu lado e achava aquilo tudo natural e que apesar de não ser a dele, ele também não se sentia ofendido e pelo contrário, se sentiria ofendido se o amigo gay não tivesse o menor interesse nele, foi uma das melhores coisas dessa quarta temporada da série e uma lição para meninos imaturos e inseguros com a sua sexualidade que não conseguem lidar muito bem quando se encontram em situações semelhantes.

Como “something borrowed”, Glee continuou emprestando inúmeras referências e fundamento, como Grease (que apesar do barulho, não foi tão bacana assim), Spice Girls, um episódio inteiro com plots excelentes de super-heróis e um episódio de Natal trazendo um B Side da vida do Artie que foi extremamente emocionante, além daquele outro episódio com as rixas mais famosas do mundo da música e um casamento que nos trouxe excelentes resoluções (e uma performance memorável da Emma) e uma primeira vez lésbica que foi sensacional e realizou as fantasias de muitos fãs da série. Sem contar o repertório da série, que continuou ótimo, apostando em coisas antigas e novas e emprestando até duas ou três músicas de Girls por exemplo, ou o uncle Ryan (e a Nikki) acharam que a gente não perceberia? #OCAPETAESTADEOLHO

A única coisa que eles não conseguiram resolver muito bem dentro da série até agora foi realmente a questão dos demais ex alunos do McKinley High, que aparecem de vez me quando como convidados especiais. Isso porque na maioria das vezes eles aparecem meio que sem propósito, com uma desculpinha esfarrapada qualquer e acabam funcionando apenas como extras para a história em si, que em nada depende do desemprenho de cada um deles, exceto o Finn e a Santana, que depois de algum tempo, até que conseguiram encontrar seus lugares nessa nova dinâmica. E algo que apesar da gente até achar bacana, mas que também não pode ser tornar uma desculpa recorrente dentro da série é mandá-los de malas prontas para NY, como aconteceu com a Santana e a gente não duvida nada que acabe acontecendo com mais alguns deles. (Artie já está de passagem comprada até. E só eu achei que a participação da Mamma Gemma de Sons Of Anarchy como sua mãe, poderia ter sido melhor e ou maior? Mas enfim, Glee provando que além de tudo é uma série badass! rs) O mesmo vale para a participação do Professor Schue, que se não fosse pelo plot do casamento, teria passado completamente batido.

Mas se até agora falamos de algo novo, algo velho e algo emprestado nessa nova fase da série, ainda nos resta falar de algo Glee, porque apesar de uma ou outra novidade dessa nova temporada e todo o seu fundamento antigo de sempre, ainda restava a série nos mostrar aquele que foi o seu ponto alto dessa Season 4, algo um tanto quanto inesperado e bastante ousado até (apesar das possibilidades da vida), que para a nossa sorte, além do susto, foi tratado da melhor forma possível.

E é claro que eu estou falando do episódio com o “tiroteio” (que na verdade não foi um tiroteio e sim um acidente), que foi o maior risco que a série já correu dentro da sua história até hoje e que tinha tudo para errado, mas muito errado mesmo (quando fiquei sabendo do plot, torci o nariz imediatamente, isso até me depara com o episódio), mas que com a abordagem perfeita para o tema e a sensibilidade que nós sabemos que não falta para o uncle Ryan, o plot dramático da vez, algo inimaginável para o cenário da série (embora a gente veja de vez em quando nos noticiários algo semelhante acontecendo por aí) acabou recebendo exatamente o tratamento que merecia.

Sem fazer muito alarde a respeito do plot da vez (as promos não denunciavam o que aconteceria e se não fossem os spoilers a gente não poderia sequer imaginar), a visão de Glee para esse tipo de drama infelizmente bastante recorrente nas escolas principalmente americanas, acabou escolhendo uma abordagem totalmente diferente, mostrando apenas a reação dramática de cada um dos personagens em pânico, presos naquele momento em sua maioria dentro do glee club, ao invés de centrar a história em uma massacre ou ter escolhido um olhar mais voltado para o responsável do caos que acabou tomando conta do colégio naquele momento.

Em cena, todos corresponderam muito bem a toda a carga dramática que o plot exigia, inclusive aqueles que a gente nem conseguiria imaginar vivendo momentos como esse, como a Brittany o Sam (mais um motivo para o Chord Overstreet se tornar o líder do grupo, hein?), que estiveram muito bem durante todo o desenvolvimento da questão (e no efeito pós traumático também). O único problema do episódio é que tudo acabou demorando demais para acontecer e a parte dele que não foi centrada no que estava por vir, pareceu ter sido desperdiçada, principalmente porque ela poderia ter sido gasta para dar mais força para os motivos de quem acabou sendo revelado mais tarde,  ser o responsável, mesmo que acidentalmente pelos tiros. No momento em que a Sue Sylvester assumiu a culpa pelos disparos, pela sua justificativa, acabou ficando claro que ela estava fazendo tudo aquilo para poupar alguém e como Sue é próxima de poucos e na verdade quase ninguém dentro do colégio, ficou fácil descobrir intuitivamente quem teria sido na verdade a grande responsável por tudo aquilo.

E sim, a culpa acabou ficando para a Becky (que ao lado da técnica e anteriormente na temporada, fez uma excelente performance de Nicki Minaj), que mais cedo no episódio acabou ganhando um momento super bacana, onde declarou toda a sua angustia de não conseguir enxergar o que seria da sua vida fora do colégio. Um dúvida honesta pela qual todo mundo passa, inclusive os já formados do McKinley High também enfrentaram no passado, só não acho que da forma que foi tratado no começo do episódio, aquilo seria motivo o suficiente para a atitude da Becky, que em um instante impensado e de puro desespero, acabou acidentalmente dando os tais disparos na sala da Sue, com ela inclusive presente. Nesse momento, ficava aquela dúvida em nossas cabeças se a Becky teria sido a melhor escolha como responsável por tudo aquilo, mas por outro lado, porque não? (a propósito, AMO ela toda megabitch chamando o Blaine de Gay Blaine, AMO!)Apesar da sua condição, Becky nunca foi tratada de forma diferente dentro da série e esse também sempre foi um dos pontos altos de Glee, então porque não considerá-la como uma personagem capaz de carregar o peso de um momento como esse? Mas é preciso justificar que dito isso, não estamos levando em consideração a condição dela e sim o fato da Becky ser uma personagem queridíssima, por quem sempre torcemos (e continuamos a torcer) e não gostaríamos de vê-la naquela situação e o mesmo vale para qualquer um dos demais que nós sempre gostamos dentro da série até hoje.

De qualquer forma, esse foi um episódio silencioso de Glee, extremamente dramático para uma série que nunca foi muito levada a sério. Eu diria até que esse foi o grande momento da série até hoje, onde com sutileza, eles conseguiram mostrar o seu valor, sempre precisar apelar para um estereotipo ou rótulos que alguns insistem em colocar na mesma. Assim, Glee conseguiu provar que se quiser, consegue ir além de competições com as músicas da vez em mashups com clássicos antigos que todos conseguem acompanhar ao pé da letra e consegue também retratar de forma digna, algo que jamais havia passado pela cabeça de quem assiste a série. Clap Clap Clap uncle Ryan! De verdade, Clap Clap Clap!

Tudo bem que os episódios da sequência não foram muito animadores, inclusive a season finale, que foi bem preguiçosa e eu mesmo cheguei até a questionar se talvez a gente não tivesse pelo menos mais um pela frente. Ao mesmo tempo, devemos levar em consideração tudo o que andou acontecendo em torno da série e na vida real de alguns de seus atores, como a ida repentina do Cory Monteith para a rehab (achei bem bacana o plot do Finn na faculdade) e até mesmo a gravidez da Heather Morris, que pegou todo mundo de surpresa e nos fez ganhar uma final de temporada antecipando a saída da Britany do colégio. (e se ela realmente sumisse, seria uma pena!)

Mas mesmo com tudo isso, Glee continuou sendo aquela série que a gente assiste sem a menor culpa, debochada, cínica e que consegue nos fazer rir e chorar ao mesmo tempo, com cenas bobas ou momentos dramáticos que a gente nem poderia sonhar em encontrar dentro desse cenário (eu pelo menos quase desabei com o vídeo do Artie e a sua parte no final do episodio com o tiroteio).  E a notícia da renovação da série por mais duas temporadas não poderia ter sido mais animadora (e surpreendente!), onde para ficar mais perfeito ainda, só falta mesmo o canal Oxygen confirmar que teremos sim pelo menos mais duas edições do melhor reality show EVER, o The Glee Project, que também merecia e muito continuar. Já podemos nos inscrever? Podemos?

gLee (♥)

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Coachella 2013 (Finde 1) – O festival que já foi alguém mais importante na fila da jukebox indie e ou entre os hipsters dos arredores de Indio

Abril 16, 2013

coachella-2013

Sim, parece que perdemos mesmo o Coachella e temos que nos conformar com mais essa triste perda em nossas vidas. Humpf! Se antes o melhor festival da America antiga era marcado pelo encontro de gente bacana, pouco interessada em aparecer e apenas dispostas a ouvir uma variedade de música boa em um mesmo lugar, hoje virou uma grande passarela de wannabe do desespero desesperador que a gente desconfia que nem se importe muito com o que estiver tocando, desde que tenha sido recomendado no Face por aquele amigo mais fundamento da turma.

Tem aqueles que querem ser vistos com o modelo emprestado da lojinha cool do momento, aquelas que juram que são as novas musas da preguiça (e apenas da preguiça elas bem conseguem ser fáci) e outros aparecem apenas atrás de pulseira colorida que dá direito a bebida de graça e alguns brindes na hora da saída. Triste. (se já é triste para gente normal, imagina para eles?) Vale de tudo para aparecer nessa hora e como quem vai no Coachella agora “ter que ser muito, mas muito hipster”, melancias penduradas no pescoço estão totalmente ultrapassadas (desde que os nossos pais usavam essa expressão, diga-se de passagem, rs) e a moda agora pede para se carregar girassóis gigantes e muito maiores do que qualquer tipo de vergonha na cara que se possa adquirir com o tempo.

Sempre resta a dúvida se no iPod dessa gente toda que agora tem aparecido com certa frequência no festival tem pelo menos 25% das bandas que tocam nele a cada edição. DU-VI-DO. Mas isso também pouco importa, porque só o fato de estarem naquele lugar ouvindo música boa, já deve contar como um grande bem para a humanidade, por isso estão semi perdoados. (mas mesmo assim vão ter que aturar o nosso olhar cruel de desaprovação)

E a edição do Coachella 2013 não foi diferente, pelo menos não nesse primeiro finde do festival (alguma esperança de que vá melhorar muito no segundo?) e como sempre, resolvemos comentar só o que a gente considera importante sobre o mesmo, que é sempre algo que fica naquela linha tênue entre o pavor, o horrorendo e o fundamento. Estão preparados? Então coloca o novo do Phoenix para tocar, manda a mãe aplicar qualquer coisa de renda na barra do short, separa aquela botinha larguinha (que eu adoraria conseguir usar se não fosse uma pessoa que precisa de firmeza nos pés. Sério, acho lindo, mas não consigo), deixa o cabelo meio sujinho, arranca umas flores artificiais do centro de mesa da sua avó e gruda nele agora para vir acompanhar com a gente tudo o que aconteceu nessa ex delícia de festival.

tumblr_mlb3c6V2GG1qa1rooo1_500

Começamos já assumindo que esse ano estamos de muso novo e sueco para o primeiro finde do festival: Alexander Skarsgard (uma vez que o meu muso antigo não está mais dando as caras por lá desde a edição anterior. Sábio Speedman – ♥ )

Alexander divou nesses três primeiros dias do festival, com seus mais de três metros de altura sueca e aquele porte viking que todos nós cobiçamos um dia. (aqui no Guilt pelo menos, cobiçamos quase todos os dias)

Além de tudo ele foi de t-shirt “bairrista” fundamento, se colocou pencas com os amigos durante esses dias todos, encarou lindamente o fato da ex estar no mesmo lugar e com o seu atual noivo (o que é sempre uma barra, independente do seu próprio nível de magia) e como se tudo isso já não fosse o suficiente para nos deixar ainda mais apaixonados por ele, Alex não podia dar um passo naquele lugar que era imediatamente assediado por todas, algo que a gente não pode nem sentir ciúmes porque se estivéssemos por lá, certamente faríamos o mesmo. E o que ele fez?

Alexander Skarsgard Coachella

Foi queridíssimo com todas, tirou foto com todo mundo (basta procurar nos Tumblrs que eles estão cheios delas. A propósito, THNKS V.T, que me mandou esse link aqui via Twitter), revelando que o seu nível da magia à sedução é ainda maior do que a gente imaginava ser.

Sem contar que por esses dias, o Alexander Skarsgard andou dando umas declarações adoráveis a seu respeito, dizendo que ele é um cara sozinho, que em casa é só ele e ele mesmo (só mandar os endereço que sempre deixamos uma malinha de emergência pronta, rs) e bem que ele queria ter alguém para brigar e pedir para largar o telefone de vez em quando (sério, meu coração auto tricotou um sweater para ele mesmo nessa hora) e disse ainda que ele não é muito bom com mensagens de texto, que ele sempre tenta ser super objetivo e quase sempre acha que elas acabam ficando meio que grosseiras. E o Alex disse que tem esse hábito porque com mãos daquele tamanho todo, a gente pode bem imaginar a dificuldade que ele tem para digitar no seu telefone. É Alex, nós bem imaginamos o tamanho dessas mãos suecas. Höy!

Mas todos esses requisitos não foram o suficiente para que ele se tornasse o nosso verdadeiro muso da vez para o Coachella 2013 e o detalhe especial que lhe rendeu o título ficou por conta dessas duas próximas imagens que nós avisamos desde já que é melhor estar preparado, porque as cenas de foufurice podem ser fortes demais para os mais fracos. Por isso perguntamos: porque o Alexander Skarsgard é o nosso muso desse primeiro finde do Coachella 2013?

tumblr_ml8r4oIs4M1qg6t4yo1_500

Motivo 1 (♥)  Amigo que faz o inconveniente e levanta o outro amigo para ver tudo de perto em um show. #TEMCOMONAOAMAR? Não, mas não tem mesmo. ♥ (e a imagem acima me faz pensar que se não for para ter filhos originalmente suecos com descendência viking e ou propensão para se tornarem vampiros um dia talvez, podemos pelo menos nos tornar BFFs, porque talvez a gente até já se contente apenas com esse tipo de contato, hein? #BROSBEFOREHOES)

tumblr_mla7rvAiXZ1qa2ovmo1_500

Motivo 2 (♥)  Alguém com mais de 3 metros de altura, inconveniente mesmo sem querer, dando o sangue na pista. #TEMCOMONAOAMAR e sonhar em dividir um momento como esse com ele algum dia? Não, também não tem. (♥)

Então, por esses dois motivos especiais, o nosso boy magia mágica sueca preferido acabou levando o título de nosso Muso Magia Mágica do primeiro finde do Coachella 2013. HÖY!

#SOUTHSTOCKHOLMMUSE

Actress+Kate+Bosworth+director+fiance+Michael

E falando em ex, me desculpem, mas vou ter que trazer o elefante branco na sala a tona com a seguinte pergunta: comparado o atual com o ex nas imagens acima, não que a gente queira causar discórdia, porque está tudo lindo desse jeito também, tem como não achar que a Kate Bosworth estava sentindo calafrios de aversão no exato momento dessa tentativa de afofada por trás? #CREDINCRUZ (x3)

Porque todo mundo sabe que quando a afofada é bem vinda, a gente “exibe o Pão de Açúcar  como nosso maior cartão de visita, recomendando visitações, claro (rs). Mas aparentemente isso não foi exatamente o que parece que aconteceu nesse momento, não é mesmo? É, não parece.

Mas tudo bem Bosworth, o importante é que você já visitou bastante a Suécia, conhece bem seus monumentos históricos mais pitorescos e isso é o que importa (isso e o fato que você também estava maravileeeandra no festival). Fazer o que se você decidiu abandonar a bela magia e ficar com a fera, não é mesmo?

Só sei que na fila das vizinhas fofoqueiras nas janelas do meu bairro, todas diriam que você trocou a Suécia por Carapicuíba. Nada contra Carapicuíba e sim totalmente a favor da Suécia, que fique bem claro.

vanessa-hudgens

Quem morre de preguiça ao encontrar os nomes “Vanessa” e “Hudgens” figurando em uma mesma frase, que atire a primeira tesoura de jardinagem que a gente hoje quer fazer uma criança do high school chorar sangue pisado.

Tem neo hippie mais irritante?

Vanessinha até que se esforça no fundamento boho chic que ela insiste em nos empurrar desde que saiu do high school, algo que pela nossas contas feitas no palitinho só que na versão cogumelo, já deve ter quase ou pelo menos 10 anos. E até agora ele parece que não aprendeu muita coisa e de boho chic, acaba sempre com cara de vendedora de bijuteria feita com casca de coco e semente de qualquer coisa.

Reparem na cara de total desaprovação da menia a direita de quem vê, tentando avisar no olhar o Sebastian Kydd (sério, AMO esse nome) que as coisas para ele estavam bem mais interessantes nos anos 80.

Vanessa+Hudgens+enjoys+Coachella+music+festival

E é sempre aquela mesma coisa de sempre, uma look cansado e um fundamento forçado que a gente até já viu que ela tem mesmo no dia a dia, mas em época de festival parece que ela incorpora alguma hippie que fez a passagem naquela época e volta com muito mais força. Preguiça…

Sem contar que esse shorts branco acabou imprimindo fralda old school de adulto fantasiado ridiculamente de criança.

Com isso, podemos dizer que Vanessa é aquele tipo de figurinha que a gente gostaria que nunca mais se repetisse no Coachella. Poderia ganhar um convite de “já deu e não precisa mais voltar” com direito aos três dias de festival hippie da feirinha de artesanato da Praia Grande em São Paulo. (substitua “Praia Grande” por qualquer praia popular da sua região. Não que a gente esteja ofensivo com nossas próprias regiões hoje, rs)

#NAOTABOMNAO

alessandra-ambrosio-jamie-mazur-coachella-hats-pair-

Pernas tão longar quanto o total da altura de alguns, cabelos de diva de creme desembaraçante sem enxague, cara de quem não come carbo desde o verão de 2002. Chegou o bonde das tops!

Elas que parecem estar disputando a tapa o posto de musa do Coachella, querendo ser o que a Kate Moss sempre foi para o Glastonbury.

E o que nós temos para dizer para a Miranda Kerr, a Alessondra Ambrosio (e o shorts dela poderia servir como uma referência perfeita para o que a Vanessa Hudgens tentou fazer na imagem anterior e não conseguiu) e essa outra com 1,80 só de perna?

NUNCA SERÁS!

Queria só pegar o iPod de cada uma delas para dar uma conferida nos 10 últimos álbuns adicionados ou pelo menos nas cinco últimas músicas tocadas. Porque todo mundo sabe que fazer isso é como ler a vida de alguém nos búzios, não sabe? Experimentem…

chris-pine-alessandra-ambrosio-lacoste-live-pool-party-03

Agora, somos obrigados a reconhecer que a beleza da Alessandra Ambrosio só deve mesmo é atrair coisa linda para o seu lado, não é mesmo Chris Pine AnnaSophia Robb, também conhecida atualmente como a adorável little Carrie?

#TEMCOMONAOAMAR? (de barba, mais magro e com esse cabelo maior e menos arrumadinho, o Chris conseguiu ficar ainda melhor, não? Höy!)

ed-westwick

E a dúvida do momento é a seguinte: a gente avisa o Chuck o que ele a essa altura já deveria saber, que cardigã de lã ou qualquer coisa de lã, se usa com uma segunda pele por baixo, de preferência de malha ou algodão, ou deixa ele passar vergonha e talvez ficar conhecido como “Cecília”, hein? (porque o resultado de lã em contato diretamente com a pele do corpo sempre dá nisso = Cecília)

Apesar da gente apoiar o movimento dos não depilados, porque a não ser que você tenha acabado de fazer a barba e tenha aplicado espuma de barbear até a virilha,  sempre acaba pinicando todos os envolvidos (você, o coleguinha, as coleguinhas, rs), temos por obrigação dizer que #NAOTABOMNAO (já me basta o chulé do dia inteiro com esse sapato de couro no sol e andando pra lá e pra cá, neam? Chuck do Afofi completo)

Director+Eli+Roth+

E já que estamos falando no movimento dos não depilados, encontramos no Eli Roth um ótimo (talvez exagerado) exemplo da categoria.

Ele que de vez em quando aparece para dirigir os nossos sonhos de terror. Vai dizer que não?

Sei… Höy!

Emma+Roberts+cuddles+up+boyfriend+Evan+Peters+u1xuoAp8j0Hl

E #TEMCOMONAOAMAR a Emma Roberts e o Evan Peters?

Não, não tem. (♥)

E #TEMCOMONAOAMAR beijar ouvindo ao vivo qualquer uma das suas bandas preferidas? (parece até que a coisa toda ganha outro ritmo, não?)

Não, mas não tem mesmo. (♥)²

hilary-duff-mike-comrie-

E a sábia lição que a Hilary Duff nos deixou durante o Coachella 2013 foi a seguinte:

Na falta de um marido boy magia (que até estava presente, mas esqueceu de levar a magia para a vida, rs), leve um amigo para deixar as fotos do seu Instagram mais “curtíveis”

Está anotado Hilary e jamais esqueceremos esse sábio conselho, rs

jessica-lowndes-thom-evans

Quando uma imagem fala por si só e é só o que nós gostaríamos de dizer nesse momento além de um “quem é ela na fila da canga tie-dye na Praia Mole” é um único e sonoro “Höy”.

Apenas…

katy-perry-r

Nossa, sentiram uma nuvem carregadíssima de mau gosto se aproximando de repente?

E só podia ser ela mesmo, Katya Pérrola (quando não é ela, quase sempre é a Rihanna ou a Smiley. Fato), que me chega recém solteira a um festival de música cheio de boys magia e ou feitiços rápidos bem possíveis apenas para distração, mas me escolheu ir de objeto ornamental de decoração totalmente e inteiramente kitsch. (e não de um jeito bacana, que também é possível como veremos na personagem a seguir)

E essa não foi a sua única escolha meio assim durante o Coachella 2013 não, porque Katya é uma artista de condição e comprou o bilhete único com direito a 3 idas e 3 voltas. VRÁAAA!

Katy 2 copy

Que caricatismo barato, não?

Impossível até decidir do que ter mais preguiça…

#NAOTABOMNAO Katya. Fuén.

julianne-hough-jared-leto-coachella-day-3-roundup-19

Mas como esse ano estamos generosos porque pelo menos até agora, não fomos pegos por nenhuma traição no festival (é, o Speedman não deu as caras mesmo. Ufa!) resolvemos criticar mas também ensinar as mais desavisadas como a Katya Pérrola e assim como também fizemos anteriormente com a Vanessa Hudgens, a como pelo menos tentar acertar da próxima vez.

Por isso vamos usar o look da Solange Knowles para ensinar a como usar lindamente um look com estampa figurativa (e porque não também kitsch) só que de forma totalmente leve e maravileeeandra, imprimindo como se o próprio sol em pessoa não tivesse resistido e tivesse descido para assistir o festival de perto.

Maravileeeandra, não?

Diz que a Beyoncé quando viu essa imagem da irmã, não pensou nem duas vezes, fez um coque na peruca e correu para o pomar caseiro que ela tem no alto do Empire State Building (que eu não sei se vocês sabem mas dali até depois do Brooklyn, passando pelo Queens e até ou outro lado do horizonte em Hamptons, é tudo dela e do Jay-Z) e foi pessoalmente colher frutas orgânicas diretamente do pé para oferecer como presente de reconhecimento da beleza e orgulho da prória sis. (que ela já mandou seus capangas sequestrar e trancar no calabouço porque está em turnê e não acha que existe espaço para duas Knowles no mundo ao mesmo tempo, rs)

E só eu imagino Solange e Beyoncé saindo no tapa em noite de reunião de família?

coachella-music-festival

Preciso dizer que devido aos recentes acontecimentos em Glee e por toda essa Season 4, a minha #CRUSH no Chord Overstreet só tem aumentado e nem fazendo o ridículo com dois óculos eu consigo achá-lo qualquer outra coisa a não ser adorkable. Simplesmente não consigo.

I ♥ Sam

ryan-kwanten-f

Uma pena que o Jason não tenha encontrado com o Eric, não?

Porque esses crossovers de magia sempre acabam colaborando para os nossos sonhos de logo mais. #HELLYEAH (mas tem que vir de menino da próxima vez, tá Jason? rs)

Höy!

bryan greeberg

Acho tão honesto celebridade ruiva que não se controla na fila do joguinho valendo prêmio, como o Bryan Greenberg. Höy! (parece até a minha própria família na feira de publicidade na faculdade de uma das minhas quase irmãs. Sério, igualzinho, rs)

leonardo-dicaprio-coachella-music-festival-

Ô gente, mas alguém avisa o Leonardo DiCaprio que é só um festival de música e sem querer ele não parou em uma externa notura de The Walking Dead não,  por favor, que ele parece que não está bem.

Fico imaginando o teor de coco daquela água de coco que serviram para ele no bar.

E será que ele não tem nenhum amigo para fazer a escolta nessa hora? (até eu só saio de casa com pelo menos dois amigos troncudos de seguranç – as vezes meninos, as vezes meninas, rs – que não deixam ninguém me tocar a não ser que eu permita e ou facilite, rs)

sophia-bush

E falando em falta de amigos, está aí a Sophia Bush que não nos deixa mentir, servindo para provar que a nossa teoria de que Hollywood é uma terra de poucos amigos tem todo o fundamento desse mundo.

Ela que até hoje não arrumou pelo menos um colega para dizer que essa franja não ficou boa.

Eu colocaria a culpa no cancelamento da ótima Partners, porque se ela tivesse continuado lá, certamente que o Louis não teria deixado ela continuar insistindo nesse erro horrorendo.

#NAOTABOMNAO

kellan-lutz-shirtless-

Isso Kellan Lutz, cobre a cara e deixa o resto assim mesmo porque facilita.

E depois da sua participação vergonhosa em 30 Rock, eu que já o achava um ator ruim para ser considerado medíocre, perdi completamente qualquer esperança que ainda poderia restar nesse caso perdido.

#CASECLOSED

ryan-kwanten-

Gente, mas olha a cara de felicidade de uma necessitada recebendo um prato de comida em barra pela primeira vez em anos, não é mesmo?

Vai com calma Alessandra, que esse sorvete tem que durar pelo menos até o próximo finde, rs.  E eu não me lembro de ter visto a Alessondra tão feliz assim desde que ela perdeu aquelas 12 gramas a mais entre os dedos que a estavam incomodando.

Dá até vontade de comprar um cesta básica e mandar entregar na porta do desfile da Victoria’s Secret, não dá?

ryan-kwanten-

Só não vamos mandar a cesta básica para completar essa alegria porque na hora do ditado… a Alê queimou a brasilidade e optou por um desenho livre + sorrisão, que era bem mais fácil garantir no carisma do que qualquer outra coisa, não é mesmo danada?

(Sorry Alessondra e todas as demais modelos, mas eu não resisti a piada)

ps: e meu pai (R.I.P) que trabalhou anos na Kibon e nem para isso ter me rendido um par de convites com direito a toca do Gugu de 3 pães de queijo com sucos Gummy no Coachella? Achei horrível, Kibão!

ryan-kwanten

Se disser que quem achar o palito premiado leva o Goreski para casa, nem que for apenas para brincar de Polly Pocket, eu vejo uma fila de encrenca se formando na porta da padaria e ou do mercadinho da vila em 5, 4, 3, 2, 1.

kristen-stewart-robert-pattinson-coachella-

E preparem-se porque agora, todas as portas do inferno só podem ter se aberto para a passagem do casal Robert Pattinson e aquela que sempre achamos meio assim, Kristen Stewart. (barulho de porta barulhenta de filme de terror)

Sério, tem casal mais insuportavelmente insuportável?

Tem, mas eles certamente também são um deles.

Mas não precisamos dizer mais nada, porque a imagem fala por si só e temos a confirmação chegando agora no nosso ponto eletrônico direto em contato com a direção do Coachella de que esse moço ao lado esquerdo de quem vê, não estava apenas tentando fazer o engraçadão ao sair na foto como casal e estava mesmo é tendo um princípio de crise vomito compulsivo ao se deparar com o casal de mãos dadas, crise essa que só terminou na segunda feira às 13h35 e cinco Eno Tabs sabor damasco verde depois.

#EW

joshua-jackson-diane-kruger

Para encerrar esse primeiro finde do Coachella 2013, nada melhor do que usar um casal realmente inspirador para nos deixar assim, apaixonados por eles mesmos, rs.

E quando eu disse sobre a linguagem corporal da Kate Bosworth no começo do post, eu estava querendo dizer exatamente esse tipo de reação, de corpos que se encaixam num puxão de camisa só. Höy!

Peter Pacey Love

Sério, tem como olhar para essas imagens do casal e não se inspirar e ou se apaixonar? (casal que diga-se de passagem, não é de hoje que estão juntos e continuam com a mesma cara de apaixonados de sempre. Awnnn!)

Não, não tem. (♥) E esperamos que eles sirvam de inspiração também para o Coachella, que precisa muito mais de um público desse tipo e bem menos de mais da metade do público desse post.

Veremos o que nos aguarda no próximo finde…

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Bem meio assim o Halloween deles esse ano, não?

Novembro 1, 2012

Não sei se foi o climão “Sandy” que acabou desanimando todo mundo (#STAYSTRONGNY, que é uma das nossas badass preferidas no mundo! ♥), mas achei que esse ano o Halloween foi fraquíssimo na America antiga. Pouco investimento, pouca gente que importa ou que conhecemos pelo nível de importância na noite. Mesmo assim, conseguimos salvar algumas fantasias que adoramos durante o Halloween 2012 e outras que a gente preferia que estivessem chamuscadas e enterradas a sete palmos no cemitério mais próximos. Muah haha!

 

Esqueceu a escova e a fantasia, Katia?

Há quem diga que a Katy Perry é careca e com o seu natural hair a mostra pela primeira vez, está aí a prova de que essa fofoca não é verdade, rs

Dizem que quando ela quer sair sem ser reconhecida, Kátia Pérrola faz isso, só deixa o escovão de lado e vai para o mundo de peito aberto investindo no seu natural hair , sem os muffins que cospem chantilly, claro!

Na verdade, dizem que ela tentou ser a Jane Lane de Daria nesse Halloween, mas por amor ao desenho antigo, nos recusamos a dar esse crédito porque Kátia jamais vai merecer ser qualquer coisa de Daria. QUALQUER COISA! (nervos alterados)

 

Alguém consegue entender o senso de humor do Chris Brown?

Acho que na verdade, nem a Rihanna conseguiu entender até hoje qual é a dele, mas fica com vergonha de reconhecer que não entendeu e parecer que não pertence a turma, só pode.

O que explica as escolhas desse menino na vida?

Taliban, Chris? Seriously? É assim que você se sente em 2012?

Se bem que, em termos de covardia e ignorância, Chris não poderia ter feito uma escolha melhor, por isso aplaudimos de pé a sacada: Clap Clap Clap!

#EVERYBODYREALLYHATESCHRIS

 

Da série casal mais sem graça impossível: Pattinson + Stewart

ZzzZZZZZZZZZ

Desculpa, quase entrei em coma…

Jura que esse é o máximo de esforço que o casal mais conveniente do momento consegue fazer em noite de Halloween?

O pior de tudo é que Robert está com uma máscara que combina perfeitamente com o seu rosto, não?

Cheguei a achar que ele tinha apenas mandando plastificar a própria cara, rs

E ela deveria ter ido com uma versão de madeira. PÁ!

Dizem que eles deixaram a festa em carros separados. Ele com seu motorista particular e ela dirigindo o seu próprio caminhão, em nome dos velhos tempos…

 

The New Normal

Adam Lambert usa tanto make no dia a dia, até para ir na padaria comprar mais lápis de olho, que a gente não tem bem certeza se ele estava maquiado mesmo ou se essa era apenas a sua roupa de passeio do dia.

NEXT!

#MENOSPANKAKEADAM

 

Queen Grace!

Não consigo chamar a Debra Messing de outro jeito a não ser Grace, não adianta. (o mesmo vale para o Eric McComack, que eu chamo de Will até hoje. Sou desses, apegado…)

E #TEMCOMONAOAAMAR qualquer uma que investe tudo isso para ser Marie Antoinette por um dia?

Não, não tem. Só faltou o olhar languido do Kirsten Dunst… (precisa treinar mais, Grace!)

(♥)

 

Dito Von Pinto!

Dita, nesse caso Dito, é o tipo de mulher que eu acho que ficaria linda de qualquer jeito dentro do seu próprio fundamento.

Höy!

ps: minha mãe antigamente, tinha um cabelo igual ao da Dita Von Teese no seu dia a dia. Olho para as fotos antigas dela e sempre associo uma com a outra. (Isso até ela resolver cortar tudo depois que eu nasci e desde então ter apostado em um look mais Snow White em OUAT. Só referências em Mommy? Parabéns pelo seu dia. Nosso dia, rs. BOO!)

 

Deveria ter ido assumidamente de “Splash”…

Não essa versão que parece que só grudou uns papéis na barra da saia justíssima de sempre da Kim Kardashian ao sair de casa. (não parece TNT?)

E Kanye poderia ter se esforçado mais, não?

Tá com cara de sênior endinheirado que acha que se deu bem na noite mas no fundo sabe que para brincar nos brinquedos mais perigosos do parque, o ingresso vai custar caro. Bem caro.

 

Típico caso de frustração por não ter passado no teste para “Magic Mike”

Neil Patrick Harris, nós te entendemos a sua dor e sabemos que só isso justifica o seu shirtless para a noite de Halloween. Perdeu para o Matt Bomer? (#CRIANDOINTRIGANACOMUNIDADE)

E tem coisa mais inconveniente na noite do que gente sem camisa em festa, que passa colando em você no meio da multidão? (sim, tem um monte de outras coisas que também são bem inconvenientes, mas vocês me entenderam… Meh)

Apesar de de vez em quando ser uma boa forma de contato, nesse caso, a vista nem está valando tão a pena assim…

ADORO o Neil, mas toda vez que eu o vejo me lembro da porcaria que se tornou HIMYM, me lembro do seu Barney e só consigo pensar em um coisa: DST!

 

A família mais ADORKABLE do Halloween 2012

Falando em HIMYM, #TEMCOMONAOAMAR a família inteira da Alyson Hannigan vestida de cavalos marinhos brilhantes e coloridos desse jeito?

Não, não tem! (♥)

#PURAFOUFURICEFOUFA

 

Perdeu a chance de usar a sua melhor fantasia para 2012, hein Ashley Tisdale?

Que ao invés dessa versão Ropahrara que ela poderia jurar que era o “Batman” mas que ninguém acreditou e ou consegui adivinhar, Ashley deveria ter investido em uma fantasia mais Sons Of Anarchy, em homenagem a sua recente participação na série e devia ter ido de “monoteta” e com um polegar a menos.

Perdeu a chance de ser bem mais legal, Ashley… Fuén!

Aposto que nessa noite, ela ouviu a sua amiga vestida de Robin passar pelo mesmo constrangimento a toda hora ouvindo:

_ Hey Robin, veio sem o marido?”

_ Não, ele está ali ó, de preto e amrelo…

_  Hmm mmm, sei. Não, sério, aquela é aquela biatch que tomou uma surra da Mamma Gemma em SOA e eu quero saber onde é que está o seu marido mesmo, aquele morcegão, hein?

#PODERIATEREVITADOOCONSTRANGIMENTO

ps: e ainda ficou meio ridícula porque foi de meia. Fuén de novo…

 

Fundamento herança de família

Clap Clap Clap! Melhor fantasia EVA essa da Emma Roberts, sobrinha da Julia Roberts, vestida de “Uma Linda Mulher”, não?

Ano que vem, exigimos um look “Erin Brockovich”! Não nos decepciona Emma! (se eu conseguisse convencer o Aaron Eckhart a ir de Geoge, ia eu de Erin no ano que vem e com um sorriso de mamilo a mamilo, rs. Sério, tenho um ano para começar a tentar convencê-lo então, é melhor eu correr e terminar esse post logo. #VRUM)

 

It’s tearin’ up my heart when I’m with you/ But when we are apart I feel it too/ And no matter what I do I feel the pain/ With or without you

#TEMCOMONAOAMAR o professor Schue vestido de Justin, do NSYNC? (meu coração explodindo arco-íris enquanto continuo a letra da música no falsete e fazendo a coreô, rs)

Agora alguém me responde, ele namora ou não namora uma cosplay de Santana? Não, ela não estava fantasiada de Santana fantasiada de alguma coisa…

Quer dizer, “namora” naquelas neam?

ps: porque elas insistem em usar essa meia pavorosa?

 

A vingança de Kurt

Kurt fez o que todo namorado traído deveria fazer ao invés de se enfiar em um mundo repleto de chocolates e sorvetes direto do pote. Foi lá, investiu em um personal e voltou todo no corpão para deitar com o seu ex e não de um jeito que ele até que poderia gostar. PÁ!

Porque só isso explica o novo bração torneado do Chris Colfer, não?

Será que ela ganhou tudo isso tentando tirar todo o suco possível da uva Zizes?

A resposta? Ainda nessa temporada em Glee ou no próximo TGP, se tiver um…

ps: não vamos nem perder tempo perguntando WTF ele estava vestindo porque quando se trata de fantasia, lembramos pelo seu histórico que ele tem um dedo bem do podre…

 

Os Looney Tunes mais adoráveis do que os próprios Looney Tunes

É muito amor para uma imagem só! (palpitações enquanto imagino que eu seria…)

#TEMCOMONAOAMAR a Sugar vestida de Patoleeandro?

#TEMCOMONAOAMAR Santanão vestida da Papa-Léguas?

#TEMCOMONAOAMAR essas que nós não sabemos exatamente quem são e ou não identificamos por pura preguiça, mas quem se importa quando temos uma delas vestida de Ligeirinho e a outra vestida de Khaleesi de GOT?

Dianna Agron a gente pula por motivos óbvios de desafeto desde sempre. Chord Overmystreet a gente desejava que estivesse com mais pele a mostra e não entendemos o seu look Raul Seixas no meio da turma. Mas o que nós não entendemos mesmo é porque nem o Kurt,  a Zizes ou o nosso próprio personagem, não estavam também dentro dessa turma? Personagens é o que não faltava… (e ao que tudo indica, todos estavam na mesma festa, a do Mr Schue…)

Sinto cheiro de briga nos bastidores, hein?

 

O lobinho mais adorkable de todo e qualquer acampamento!

Darren Criss. (♥)

Que coisa mais foufa, não?

Tudo bem que se eu fosse ele, teria ido de Felicia, só para deitar todas que investiram no look Looney Tunes e não o incluíram na brincadeira, mas pelo look escoteiro e a espingarda na mão, tenho certeza que Darren já apareceu nessa festa sedento por vingança e não estava para brincadeira, hein?

Por isso e por continuar sendo um underdog até mesmo fora da TV (vai ver ele é a megabitch da turma… Será?), é dele o prêmio de fantasia mais adorkable dessa preguiça que foi o Halloween 2012!

#TOTALMENTEADORKABLE

Muah haha!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Teen Choice Awards: quando o pior não é a escolha dos adolescente e sim as escolhas deles todos…

Julho 24, 2012

Ok, a gente sabe que a adolescência é o tempo onde é permitido errar como se não houvesse amanhã para que no futuro, a gente tenha pelo menos alguma história engraçada/ridícula para contar.

Por isso escolhemos tão mal os nossos ídolos nessa época (quem nunca teve um poster de boy band pendurado na parede – tisc tisc ou foi em um show de boy band e ficou na grade, cantando de um tudo como se fosse parte do grupo, tisc tisc), ou um totém de tamanho natural do colírio do mês que vc negociou na banca de jornal mais próxima & amiga (beija tios das três bancas perto lá da minha casa antiga) ou um poster daquela banda de rock de cabeludos medonhos e antigos que atire o primeiro álbum de figurinhas completo das Spice Girls, ao som de “Wannabe”. NOW – joga e mira em mim, rs), mas nada justifica as escolhas tão erradas (quanto as nossas, só que naquela época) para cada um dos ídolos de hoje, que também parecem não acertar tanto assim. E olha que a maioria deles de teen não tem mais nada.

Portanto, com muita preguiça, vamos comentar o que aconteceu no fucsia/purple carpet do Teen Choice Awards 2012. E olha que esse ano tem até alguns nomes que nós gostamos muito, que não serão poupados do xoxo nosso de cada dia. Amém! (snap)

Vamos começar por ele?

Xustin Beaver, que é tão sexy quanto a Susan Boyle (por onde anda? Procura-se Susan desesperadamente!) de camisolinha e de banho tomado. (alguém me ajuda a esquecer essa imagem que eu acabo de projetar na minha mente? My eyes!)

Achei importante que esse ano durante a sua apresentação, sua performance foi toda pautada na inclusão e por isso ele resolveu assumir de vez que usa uma prótese de ouro no lugar do braço.

Mais do que importante, achei humilde, porque faltou cravejar uns diamantes nesse ouro, claro. Mas mesmo assim, reconhecemos que lutar pela inclusão é algo sempre importante.

Go Xustin!

Eu não conheço uma música da  Demi Lovato, não me lembro de um filme que ela tenha participado (sei que ela fez aquele lá da Disney, um dos menos importante, Quém!) e me recusaria a ser julgado por ela em um reality qualquer, mas conheço no mínimo umas 316 drags que já usaram algo parecido com a sua escolha durante a premiação adolescente e com muito “menas” condição, conseguiram fazer muito melhor do que isso.

E não tem aplique mixo certo. PÁ!

#NAOÉASELENAGOMEZNEMAVANESSAHUDGENS

Hayden Panettiere é aquela ex cheerleader que fomos enganados durante um curto espaço de tempo e deveríamos ter deixado fazer a passagem desde a sua primeira ameaça mortal…

Como respeitar alguém que escolhe se vestir inteira no mesmo tom do carpete da premiação?

Suspeito que a verba era pouca, ela pegou um pouco das sobras do “ticido” do tapetão, grudou umas lantejoulas e se fez mulher. Simples assim.

ZzZZZ

Só não consigo ter mais preguiça, porque tenho que terminar de escrever esse post…

NEXT….

Ai Zooey Deschanel, já gostei tanto mais de vc no passado…

Mas ok, temos três chances de voltar a nos dar bem:

a) Zooey deixa de lado o shape do vestidinho de sempre, meio cinquentinha, brecholento e com aquela cara de fundamento antigo, que a gente já gostou bem mais no passado, mas que hoje em dia não passa de mais um do mesmo e nela nos já enjoamos e não aceitamos mais

b) ou ela aprende a atuar comicamente falando e resolve o probleminha do tom da sua Jesse bocó & apatralhada demais em New Girl, que foi o motivo que me fez abandonar a série do adorável Schmidt (sim, New Girl deveria ser New Boy e ser a série dele), culpa que eu carrego até hoje, mas que não pretendo voltar mesmo assim. Não para essa Jess…

c) ou ela deixa eu entrar de uma vez por todas para a sua banda e assim fundar a minha sonhada “She & Him & Him”, onde com toda a minha influência de baterista (i wish…) vocalista (…i would) eu poderia convencê-la a melhorar nas duas primeiras opções e assim, seria um win win para todas!

E ai, qual vai ser Zooey?

Lea Michelle é tão desesperada por atenção quanto as bailarinas do programa do Faustão (que são mais competentes pelo menos, pq as do Gugu, nunca conseguem decorar uma coreô, nem as mais simples)

E só de pensar que ela é BFF do uncle Ryan Murphy e tem a chance de ficar de amigas fazendo trança espinha de peixe naquela careca, isso enquanto o Robert aparece no cantinho muito sentido colando a lista com a eliminação da semana, o Zach se auto abraça daquele jeito foufo que só ele sabe fazer e a Nikki continua sendo aquela megabitch de sempre, eu chego a pensar em encerrar com essa vida injusta… (a dela, claro, rs)

ZzZZZ

E já que o assunto é Glee, o que aconteceu com o Chris Colfer?

Cadê todo o fundamento & coragem de madame Kurt?

Nada no mundo justifica tamanha cafonice. NA-DA

#CHATIADA

Mas quer ver quem estava ainda pior?

Kevin McHale. BOOM!

Esqueçam o Kurt, porque o que nós queremos mesmo é saber o que foi que aconteceu com o nosso adorkable Artie?

Todo arruinado em estampa militar + sapato e camisa bicolor. Porque Cher, porque?

Juro que se ele viesse me dar o seu pente mágico nessa hora, é claro que eu aceitaria, pq ninguém sabe o dia de amanhã e o Ebay está ai minha gente, salvando vidas da falência, rs, mas não teria como receber o mimo sem lançar o meu olhar de julgamento mais profundo…

#NAOTABOMNAO

Mas nem tudo está perdido no McKinley High  e tivemos a presença do Chord Overstreet para garantir alguma magia vinda diretamente do coral que todas amam, mesmo bem básico e preguiçoso. As vezes, – é +…

E não é que agora ele será regular no elenco de Glee? Também, depois daquelas reboladas todas em formato de trapézio, a gente só poderia dizer: finalmente! (ZzZZZ)

Temos um recado para o Ian Somerhalder: dá para se esforçar um pouco mais?

Porque esse combo gola v + jeans + olhar apertadinho que todas já conhecem, está ficando meio óbvio demais, hein Boone?

Mesmo para o seu nível alto de magia. Höy!

Vamos lá, a essa altura todo mundo sabe o quanto o Guilt AMA a Gwen Stefani e toda a sua família, não sabe?

Então, por esse motivo, nos sentimos íntimos de Oliveira o suficiente para fazer o xoxo sem abalar a nossa amizade de ânus.

Precisava fazer essa volta do No Doubt tão literal, apostando no cabelo antigo daquela época mais antiga ainda, hein Gwen?

Não, não precisava. Vc não precisava.

E quando é que ela vai aceitar a nossa sugestán de lançar uma banda com os seus filhos? Aguardamos ansiosamente por esse lançamento já reservando um espaço especial para esse poster em nossas paredes (sim, as vezes bate saudade daquele adolly que fazia escolhas bem duvidosas de vez em quando, rs)

E com essa imagem acima, que é o sinônimo da cara da preguiça, encerro esse post sobre o Teen Choice Awards 2012 deixando a mensagem de que nada é mais preguiçoso nessa vida do que premiação de adolescentes.

ps: só eu acho que eles dois deveriam investir nesse namoro do truque? Seria tipo o encontro perfeito: Alface meets Nabo (♥ – Ew!)

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A temporada com cara de despedida de Glee

Maio 29, 2012

Não adianta, toda série de sucesso que começa no High School acaba um dia tendo que enfrentar o momento inevitável da despedida da vida de colegial. Um momento que certamente não é fácil para ninguém devido a tantas incertezas do que ainda estaria por vir pela frente, mas que ainda assim não adianta nem tentar fugir e chega uma hora em que temos que encarar de uma vez por todas que chegou o momento de crescer e seguir em frente.

E com Glee não foi diferente e finalmente chegamos a esse momento que nunca é fácil, ainda mais quando temos que nos despedir de algo que nos apegamos tanto. E quando eu digo isso, muito mais do que os personagens em si, eu me refiro ao formato da série, que talvez não seja mais o mesmo daqui para frente, com parte do seu elenco seguindo suas vidas fora da escola e aos que sobraram, resta apenas mais um ano pela frente para alcançar o mesmo ponto em comum, abandonando de vez o colégio que sempre foi o cenário principal para o desenvolvimento dessa história. Por enquanto é tudo uma grande incerteza e ainda não sabemos o que irá acontecer durante a Season 4 de logo mais, mas que Glee fez a sua lição de casa direitinho e conseguiu nos emocionar na medida certa ao final de sua Season 3, isso acho que ninguém pode negar.

Logo de cara, eu já vou logo afirmando que eu ADORO Glee, e isso desde o começo, apesar de muitas vezes ter sido criticado até mesmo aqui no Guilt por admitir isso em público, rs. Tudo bem que esse sentimento não me deixa cego a ponto de não reconhecer que a série sempre teve algumas falhas notáveis em diversos aspectos, mas nada forte o suficiente que me fizesse desisitir de assistí-la. Vejo Glee como uma série que “sofre bullying” simplesmente por falar sobre o bullying tão abertamente (usando uma linguagem recheada de cretinices que bem poderia ser encarado como bullying), reunindo um time de underdogs não muito comum na TV. Em diversas outras séries sempre tivemos um “loser” aqui ou ali para cumprir a cota (rs), mas uma reunião com os tipos mais variados de pessoas que encaram algum tipo de dificuldade apenas pelo fato de serem diferentes por um motivo qualquer e isso me parece que não vimos antes, pelo menos não nessa mesma proporção.

Tudo bem que eu sempre me identifiquei com aquelas pessoas e talvez por isso a minha relação com a série sempre tenha sido tão próxima. Eu fui um daqueles adolescentes que não tinham paz no colégio, que não podia simplesmente andar pelos corredores sem ser perseguido apenas pelo fato de não combinar muito bem com a multidão. Uma pena não ter existido na minha escola um clube tão bacana, onde eu pudesse buscar refúgio… humpf! Mas posso dizer que eu me virei mesmo assim e hoje estou aqui, cantando e dançando ao som de  “I’m Still Standing” rs. Não que eu ache que vc tem que ser/ter sido um underdog para entender a série (que nem é tão complicada assim), mas certamente esse tipo de identificação imediata para alguns pode influenciar completamente a sua relação com Glee. Talvez por isso mesmo, aqueles que sempre se deram tão bem no High School, se sintam extremamente incomodados com o sucesso de uma série que coloca justamento o oposto em foco (não que todos que não gostam da série façam parte desse grupo ou que a série não tenha nenhum demérito). Pois bem, os tempos mudaram e chegou a hora de enxergar o “imperfeito”. Suck it!

E até por isso eu acho que a série vem sendo injustiçada ao longo dos anos. Tudo bem que Glee não é a série mais genial de todos os tempos, tudo bem também que poucas vezes eles conseguiram manter uma sequência de bons episódios e as indicações todas da série por sua decepcionante Season 2 não nos pareceram serem merecidas, mas eu realmente acho que a crítica vem levando Glee a sério demais, coisa que nem eles mesmo fazem, desde sempre. E esse tipo de humor capaz de rir das próprias falhas, dos próprios defeitos, eu só consigo enxergar como uma das maiores qualidades da série. (além da maioria das músicas que eles tocam a cada episódio, que eu acompanho performaticamente aqui em casa, claro! rs)

A Season 1 contava com o fator da novidade, uma série musical meio nerd, super bem humorada e com uma certa carga dramática até que importante para a sua proposta de dramédia e que  ainda nos apresentava aqueles personagens todos como adoráveis “perdedores”. Depois tivemos a Season 2, essa bem mais fraca, onde eles enfrentaram o dilema da segunda temporada e quase caíram no ponto comum das séries que perderam a mão em sua segunda chance de fazer bem feito. Já nessa Season 3, além do agravante dela talvez ser uma possível despedida para parte daqueles personagens, a essa altura já tão queridos de todos nós e até mesmo uma despedida de sua estrutura como conhecemos, a temporada ainda contava com um fator novo que chegou como um bônus, com a inclusão dos novos personagens saídos diretamente de The Glee Project, o reality que é um derivado de Glee e que nos fez passar todo o verão (deles) torcendo por boa parte de seus candidatos. Best reality EVA!

Sem contar que além de todos esses fatores a favor dessa terceira temporada, eles ainda estavam nos devendo uma recompensa em formato de vitória, onde não era possível acreditar que aquele clube encerraria a sua história amargando mais uma derrota. Queríamos ver todos eles no posto mais alto, finalmente saindo como vencedores pelo menos por uma vez, deixando aquela esperança de que tudo vai dar certo (apesar de não ter sido isso exatamente o que recebemos como resolução…) e isso ainda estava faltando.

Além desses detalhes todos, de tudo acabou acontecendo durante essa temporada, onde tivemos uma série de momentos mais do que importantes para a hisória. Tivemos a quebra dentro do próprio grupo, onde as meninas que se sentiam menos valorizadas ao longo desse anos acabaram formando um segundo clube, provocando uma ruptura na amizade dentro do próprio Glee Club. Depois tivemos o episódio da primeira vez de alguns deles, onde para a nossa surpresa, ganhamos um momento super foufo, dos mais bem cuidados da série até agora. Um episódio que acabou gerando todo um mimimi na sociedade careta americana, algo totalmente desnecessário, ainda mais para a forma até delicada com o assunto foi tratado dentro da série.

Nesse meio tempo a Santana ainda saiu do armário e assumiu o seu amor pela Britany, em outro momento super importante para a série, que acabou nos mostrando que nem sempre a nossa família está preparada para esse momento e nesse caso a decepção da personagem ficou por conta da sua abuela. Aos poucos também tivemos a entrada do elenco de The Glee Project, onde não tinha como não ficar mais animado a medida em que cada um daqueles quatro rostinhos vencedores acabaram entrando na série para receber seus respectivos prêmios.

Lindsay foi a primeira e chegou logo chutando a porta, deixando Kurt e Rachel completamente inseguros, mostrando com um talento invejável de onde vinha toda aquela força de megabitch que ela carregou durante todo o reality (o que também não justifica a sua postura para a vida…). Depois tivemos o Damian, aquele por quem a gente mais torceu durante todo o TGP. Tudo bem que nesse caso, o seu Rory acabou ficando meio apagadinho, sem muito destaque ou força, o que de certa forma me deixou bem surpreso, já que ele era declaradamente o meu preferido e foi o “grande vencedor” do reality. Mais tarde foi a vez do Samuel, que também chegou bem devagar mas que aos poucos, mesmo que apenas ao fundo, acabou conseguindo demonstrar um pouco mais da sua força diante das câmeras, muito mais do que o próprio Damian (sorry). Ele que ficou com a vaga do plot cristão que todo mundo sabe que seria o papel do Cameron, caso ele não tivesse desistido do reality (stupid!). Mas ainda vejo um futuro para o Samuel dentro da história…

Mas a surpresa maior ainda estaria por vir com a chegada do Alex, ou melhor, com a chegada dela: UNIQUE! Sério, eu torci tanto para esse moleque perder a competição fora da série, que eu nem me importava muito com a sua entrada. Até que ele me apareceu em uma mistura de Andre Leon Talley + Beyoncé + Dr Bailey (Grey’s) e roubou de vez o meu coração com o seu combo vestido de franja + peruca + salto alto. O que foram todas as suas performances? Clap Clap Clap! E com Unique eu acredito que o Ryan Murphy tenha criado um monstro, onde um arco de três episódios conforme prometido na final de TGP, jamais que seria o suficiente para a grandeza do personagem que ele acabou criando (com uma certa ajudinha do próximo Alex). Unique já prometeu até que talvez mude de escola e eu mal posso esperar para vê-la chegando com força no McKinley High na próxima temporada. Aliás, suspeito que os outros devam permanecer no elenco também… minhas dúvidas ficam por conta apenas do Damian e da Lindsay, ela que sumiu para nunca mais, neam?

O bacana foi que conforme prometido no próprio reality, o Ryan Murphy conseguiu entregar direitinho todos os plots que ele já havia imaginado como personagens para a série para os candidatos de TGP. Teve a Lindsay como uma clara ameaça para a Rachel, teve o plot cristão com o Samuel, teve também o estrangeiro que ninguém entende muito bem com o Damain e por último, o filho da mistura Kurt + Mercedes com a entrada do Alex. Tudo exatamente como o prometido.

E até da Sugar, personagem que me apareceu do nada e permaneceu na série sem muita função, eu acabei adorando e hoje já acho ótimo quando ela aparece sempre em um figurino mega elaborado no meio dos ensaios. Aliás, o seu plot no episódio de Valentine’s Day também foi bem bom e assim até ela ganhou a sua chance durante essa Season 3.

Ainda nessa temporada, tivemos outros momentos ótimos, como a Sue Sylvester ganhando a sua nova inimiga a altura, Roz, uma treinadora de polo aquático que conseguia manter o mesmo ritmo dos insultos já tão característicos da treinadora das Cheerios. Com a sua entrada, acabamos ganhando um novo cenário, a piscina do colégio, onde acabamos ganhando também um ótimo momento com aquele pedido de casamento do professor Schue e a sua Emma, a rainha dos panfletos (AMO as piadas escondidas nos panfletos da sala dela, AMO!).  E além da Sue, o próprio Glee Clube acabou conhecendo um novo vilão vindo diretamente da antiga escola do Blane + Kurt, ele que inclusive chegava para mexer um pouco na relação morna do casal.

E as participações especiais hein? Ricky Martin hipnotizando geral com o seu quadril frenéticos, LiLo e Perez Hilton (beija culega!) figurando no juri das Nationals e ninguém menos do que a Whoopi Goldberg, que me apareceu para julgar o talento do Kurt e da Rachel, na tão sonhada vaga que ambos disputavam para entrar na NYADA e quem sabe assim acabar ganhando a vaga na Broadway que eles vinham se preparando praticamente a vida toda. Mas nada justifica ela não ter cantado… só eu fiquei esperando um aquecimento ao som de “La la la la la la la la la”? Agora, quem realmente roubou a cena foi o Matt Boomer vivendo o irmão magia do Blane, que teve um dos plots mais divertidos da temporada com suas impagáveis aulas de interpretação. Outros convidados especiais da temporada foram os pais da Rachel, interpretados pelos atores  Jeff Goldblum e Brian Stokes, que apareceram pela primeira vez na série.

E no meio de tantas participações, também tivemos o episódio especialíssimo de Natal, que foi ótimo e ainda contou com a participação de ninguém menso do que o Chewbacca em pessoa. Howcoolisthat? Já para a próxima temporada, nomes como os de Sarah Jessica Parker e Kate Hudson já foram confirmados como as primeiras participações especiais. Animados?

Como retornos, ainda contamos com a participação de Jesse St. James, que voltava para ameaçar o New Directions com o seu ameaçador Vocal Adrenaline. Mas nada comparado com a volta do Karovski em um dos episódios mais corajosos da série, onde Glee mais uma vez nos surpreendeu durante essa temporada, conseguindo tratar muito bem um assunto tão sério quanto uma tentativa de suicídio. No meio disso tudo ainda tivemos tributos a Whitney e Michael, além de um episódio todo no fundamento Disco. Cool!

Agora, lá pela metade da temporada, ao som de “We Are Young” eles nos lembravam que apesar de tudo estar lindo e maravilhoso até então, o momento da despedida se aproximava e a partir disso, essa segunda metade da temporada e principalmente a sequência de episódios finais acabaram ganhando ainda mais força, trazendo uma carga emocional muito especial para a finalização dessa Season 3. E além disso, eles ainda serviram para quebrar uma maldição dentro do histórico de Glee, onde nunca antes havia acontecido uma sequência de tantos bons episódios assim de uma só vez.

Primeiro tivemos a formatura com o tema mais legal da face da terra: Dinossauros! Que como sempre, reuniu uma série de dramas e mimimis (que  por outro lado, contou também com o plot sensacional do drama do cabelo do Blaine. Euri), mas que ainda nos guardava um momento de pura foufurice para a nossa queridíssima Becky, que fica ainda mais imbatível com a sua voz de Rainha da Inglaterra  (AMO esse plot, AMO), ela que conseguiu realizar o seu sonho de ser a rainha do baile, em uma versão muito mais legal do que a “rainha do baile” de verdade. Aliás, preciso dizer que eu gosto muito da forma como a sua personagem é tratada dentro de Glee e acho importante que isso seja mostrado na TV. Mas devo confessar que apesar da minha enorme implicância de anos com a Rachel, ela estava maravileeeandra naquele vestido do baile (ZzzZz). Mas não acho que aquele momento dela finalmente ter sido coroada como rainha do baile tenha surtido o efeito que eles esperavam, porque apesar de também ser meio “loser”, Rachel sempre foi uma chata sem tamanho e essa sua característica sempre chamou mais atenção do que qualquer outra coisa.

Com parte da resolução dessa trilogia da série até agora, continuamos com a jornada do Glee Club para as Nationals, onde todo mundo já estava esperando um final feliz para aquela turma de underdogs, onde o elemento surpresa já não mais se fazia necessário. E assim finalmente tivemos essa vitória que eles estavam nos devendo (embora o setlist deles não tenha me agradado muito), apesar da concorrente Unique ter feito uma apresentação SENSACIONAL! Mas vamos reconhecer que em termos de movimentação no palco, coreô e fundamento, o nosso New Directions conseguiu mostrar que eles evoluíram muito no conjunto todo, fazendo por merecer o maior troféu da noite. Era visível no suor do Finn por exemplo, que todos eles naquele momento estavam dispostos a se dar ao máximo.

E mesmo com a sensação de já estar esperando pelo final feliz que só poderia acontecer naquela hora depois de toda essa trajetória, confesso que esse detalhe nem acabou prejudicando no quesito “surpresa” da história. Mas mesmo assim, eu acabei me emocionando muito mais mesmo com a recepção do Glee Club no colégio, onde todos eles chegaram timidamente, meio que com medo da reação dos colegas que os aguardavam em fila no corredor, mas que para a nossa surpresa, ao invés das já tradicionais slushies de sempre, eles carregavam uma chuva de papel picado para os agora vencedores da turma. Sério,#TEMCOMONAOAMAR? (chorei um monte nessa cena, confesso…)

Depois tivemos o momento tão esperado da Tina, que tudo que ela queria era algum destaque na série, algo que a essa altura já estava mais do que na hora de acontecer. Com isso ganhamos outro momento muito especial para a série, com a troca de identidades dos personagens, o que acabou nos levando para mais um dos momentos impagáveis da temporada com a Tina enxergando o mundo pelos olhos da Rachel e recebendo a notícia de que a sua vez ainda vai chegar. Acho até que esse momento com poderia ter durado mais hein? Um momento que chegou a ser especial até mesmo para a sua personagem, onde a Tina além de ter finalmente ganhado uma música (que era o seu sonho), ela ainda ganhou piadas ótimas em relação ao fato dela sempre ter sido a ignorada da turma por esses três anos.

Apesar de tudo isso ter me deixado bastante animado em relação a essa Season 3 de Glee, eu tenho que dizer que dois plots me incomodaram durante essa temporada. O primeiro com a história toda do mimimi do casamento adolescente entre o Finn e a Rachel, que além de absurdo para a idade dos dois (mas pensando bem e voltando a memória do meu próprio High School, sempre tem um neam?) que pra mim não funcionou nada bem, apesar de ter tido um desfecho até que “meio bacana”, digamos assim por enquanto. E o segundo plot que eu achei desnecessário foi a história toda da Quinn na cadeira de rodas (ZzzZz), que ao lado do Artie até que funcionou bem (e o que não funciona ao lado do Artie? ♥) mas eu também achei que acabou fincando um pouco demais quando ela fez todo aquele mimimi no dia da formatura, trazendo de volta parte da sua alma adormecida de megabitch. Mas talvez essa tenha sido a minha sensação porque na verdade eu nunca me importei com a dupla Faberry e não sinto a menor culpa em dizer isso. (sinto sono, serve?)

Até que chegamos ao episódio final da temporada, um momento mais do que especial para a série e que eles conseguiram realizar muito bem, tirando algumas decepções e tropeços no meio do caminho, mas que não chegaram a atrapalhar a emoção daquele momento tão importante.

Um episódio excelente, que consegui medir as emoções direitinho, colocando tudo no seu devido lugar para todos aqueles que diriam “adeus” a série, seja ele temporário ou não. Achei ótimo que essa despedida tenha sido vista a partir do ponto de vista de cada um dos personagens que estavam fazendo parte daquele momento, recheado de memórias dos primórdios da série, inclusive com o momento de confissão do professor Schue, que com sua alma de Ursinho Carinhoso, tinha que revelar para o Fynn que ele é quem tinha colocado dorgas no armário do aluno no passado, apenas para garantir um líder influenciável para o seu grupo. Finn que inclusive ficou sem um plot bom o suficiente para que a gente se importasse com ele nessa reta final, mas que ainda acabou ganhando um despedida linda vinda diretamente de uma das músicas dos remanescentes do Glee Club (só eu percebo a cara de inveja da Lea Michelle em momentos como esse? Seria isso apenas a minha implicância falando mais alto?). E como não se emocionar com o Kurt percebendo que a sua presença naquela escola, acabou abrindo portas e encorajando outras pessoas dentro daquele cenário um dia tão hostil? (♥)

Aliás, nada me emocionou mais do que a “despedida” do Kurt durante o episódio final da temporada, principalmente com a participação mais do que especial do seu pai Burt Hummel, encarando com muita coragem a coregografia de “Single Ladies”, um dos momentos clássicos do personagem do seu filho dentro dessa história. Sério, nessa hora parecia que eu estava vendo o meu próprio pai naquele momento (ele que nunca chegou a fazer nada parecido comigo, mas que sempre esteve por perto quando eu me arriscava em ser quem eu sou até hoje, sempre com uma cara de bobo que apesar de tudo, morria de orgulho da minha personalidade, sabe? Awnnn!), uma cena impossível de não se misturar o choro com uma gargalhada incontrolável. Aliás, acho que vale a pena dizer o quanto essa relação entre esse pai e esse filho foi importante para a série, onde apesar das gritantes diferenças, nenhuma outra relação familiar em Glee conseguiu nos emocionar daquela forma. Nesse caso, acho que fica uma boa lição para pais que passam pela mesma situação e que obviamente se sentem meio perdidos com o fundamento dos próprios filhos.

Acho até que o Kurt teve um importante papel dentro da série, representando muito bem uma camada da sociedade que sempre acaba sofrendo demais com o preconceito, inclusive dentro do seu prório “clã”. Gosto muito também da dignidade que foi emprestada ao personagem, onde apesar da pouca idade e de toda afetação deliciosa, ele sempre manteve uma postura mais “contida” em relação ao que se espera do estereotipo do comportamento de um personagem “gay”, por exemplo. Juro que se a sua trajetória dentro da série estivesse realmente acabado por aqui, eu estaria bastante satisfeito com o seu personagem, em todos os sentidos. Embora ficasse desolado com o encerramento das danças de ombrinho, que eu tenho quase certeza que eles copiaram de mim, rs. (quemnunca?)

Mas é claro que eu também me revoltei quando ele não conseguiu garantir a sua vaga na Broadway. Como assim Ryan Murphy? Logo o Kurt? Fiquei extremente decepcionado com o resultado da sua carta, ainda mais depois daquela performance super corajosa (e muito melhor do que a Celine Dion da Rachel, diga-se de passagem) usando uma calça apertadíssima e dourada na frente da Whoopi (visivelmente animado, rs), ela que estava a cara da sua personagem em “Ghost”, rs e ao som de “Not The Boy Next Door” (que eu ando cantando no chuveiro desde então). Mas ai eu lembrei da minha própria despedida do High School, onde o meu final feliz também não aconteceu tão imediatamente assim que eu sai do colégio (alguns plots inclusive não se revolveram até hoje, mesmo já estando até pós-graduado, humpf!) Logo, eu só posso dizer para o Kurt que tudo bem, it does get better! (a way better. Höy!)

Apesar de ser triste ver alguém por quem a gente torce não conseguir exatamente o que a gente gostaria, da forma como foi mostrada na série eu até achei que eles conseguiram uma saída “inteligente” para manter parte do elenco original por perto, apesar de não fazer muita ideia de como a próxima temporada irá funcionar e isso ser apenas uma especulação da minha parte. Nessa turma temos Kurt, Finn, que também não conseguiu exatamente o que ele gostaria e ganhou o plot preguiça do exército, trazendo de volta uma história que a gente pouco se importava e até não lembrava mais (eu nem lembrava…). Assim como a Santana, que encerrou a sua história de forma incerta ganhando uma bolada ao lado da sua mãe, Gloria Estefan, rs.

Do outro lado, alguns outros personagens parecem ter ganhado a sua verdadeira despedida da série e nesse time temos Puck, Mike Chang, Mercedes e a Quinn. Esses eu acredito nem ter mais o porque de voltar na próxima temporada, a não ser para uma participação especial esporádica em algum momento bem específico. Lembram dos rumores de quem sairia de Glee no futuro? Desconfio que essa seja a hora certa para que eles acabem se confirmando…

Mesmo não garantindo o final feliz que a gente esperava para alguns desses personagens e isso ter deixado um gostinho de decepção no ar durante o episódio, essa season finale de Glee acabou se tornando até mesmo mais madura, mostrando que nem sempre a vida segue da forma como a gente gostaria, aproximando cada vez mais a história da realidade. Se demorou três anos para aquele grupo de adolescentes ganhar algum reconhecimento enquanto um coral, seria um tanto quanto irreal mostrá-los ganhando um futuro já tão bem resolvido do alto da pouca idade de cada um de seus personagens seniores, por isso acho perdoável que essa reta final tenha sido dessa forma mais contida e pé no chão, mesmo tendo ela desagradado alguns.

E para a Rachel sobrou a tarefa de encerrar essa temporada de uma vez por todas (ZzzZz). Confesso que a minha dificuldade em gostar da personagem nem chegou a atrapalhar a emoção desse momento final, para a minha sorte. Cheguei a ficar morrendo de pena da forma como o Finn contou para ela que eles não iriam mais se casar e blah blah blah, o que para a última hora, eu achei que foi muita sacanagem, além de uma total falta de sensibilidade. Mas ok, acabou funcionando como elemento surpresa final para o episódio. Dentre todos eles, Rachel Berry foi a única que chegou bem perto do seu sonho, ganhando a sua viagem para NY e o primeiro passo para a sua tão sonhada carreira na Broadway, mesmo tendo decepcionado na sua audição para a NYADA anteriormente e ter implorado por uma segunda chance.

Nessa hora, antes da viagem até, ainda quando ela estava conformada em esperar um ano pelo Kurt (não senti muita confiança quando ele disse que não foi aceito… será?) e pelo Finn, para enfim seguir para NY, mesmo tendo sido a única aceita para a disputada vaga na NYADA, eu confesso que para o perfil que todos nós conhecemos durante esses anos todos da Rachel, ela acabou aceitando atrasar tudo aquilo até que fácil demais, ainda mais para um menina que viveu a sua vida toda até esse momento, em uma constante preparação para o seu grande sonho. Por isso eu acho que essa “desistência amigável” dela acabou não convencendo muito na hora em que a personagem pareceu estar disposta a desistir dos seus sonhos dessa forma tão simples. Sorry, mas não colou Rachel.

Mas foi bem bacana a cena de despedida da personagem, mesmo que tenha sido recheada de clichês por todos os lados. Só acho que se tivesse sido com o Kurt por exemplo, no meu caso teria surtido muito mais efeito. Mas ai é uma questão de preferência e por isso eu entendo que ela tenha sido uma personagem importante para a série e por isso ficou a seu cargo aquela despedida com cara de final feliz e com uma pontinha de esperança, com a menina da cidade pequena finalmente chegando a NY. Mas vou ter que confessar que se aquele tivesse sido a reta final para o seu personagem e fosse a sua despedida definitiva da série, eu teria ficado extremamente feliz. Radiante, na verdade. O que eu não acredito que venha a acontecer na próxima temporada, infelizmente e ainda acho que veremos muito das aventuras de Rachel Boring em NY. (ZzzZz)

Ao escrever essa review eu me dei conta de quantos momentos sensacionais que nós tivemos durante essa temporada, hein? Além de alguns deles que eu nem cheguei a mencionar (como o plot da violência doméstica com a coach Beiste), o que só nos leva a crer que realmente essa Season 3 de Glee foi mesmo bem boa e eu duvido que vc que permaneceu até aqui enquanto audiência, não vá voltar morrendo de saudade e curiosidade  para a premiere da próxima temporada, esperando para ver o que nos aguarda assim que a Fall Season começar. Para os que permaneceram até aqui, acho que no final das contas ganhamos uma boa trilogia para esses primeiros três anos de Glee.

Ainda bem que até a Season 4 começar, temos a Season 2 de The Glee Project para nos fazer companhia toda semana. E a estreia é dia 05/06, hein?

gLee

Completando o crime, adivinha só quem elas chamaram para fazer o Brad Pitt no “remake” preguiça de Thelma & Louise?

Junho 9, 2011

Sim, eles mesmo, o Macaulay Culkin genérico, diretamente de Glee: Chord Overstreet

E o que esta sensual ele tomando água direto da mangueira hein? NOT!

Thelma & Louise Who?

Zzzz

Mas vcs lembram que a Tayler Sem Sal Swift já se engraçou com o Fynn no passado neam?

Quéqueé? Ta querendo pegar o elenco inteiro?

Nada me surpreende se ela aparecer grudada no Kurt um dia desses. E quando a sua carreira estiver em baixa, talvez ela apele para a Santana (euri)

Mais uma vez eu digo: cadeia neles por esse crime contra a sociedade!

Bem melhor hein?

Maio 18, 2011

Achei a versão dark do Chord Overstreet bem melhor hein? Höy!

Mantenha! Mas poderia deixar esse terno menos cintilante?

O mesmo vale para vc Cory Monteith, que estava com um número menor ou a calça estava alta demais, fikdik

ps: dizem que o ep dessa semana em Glee “Funeral” foi de partir qualquer coração hein? Ansioso mil!

Taylor Swift, sua maneater!

Março 1, 2011

Já disse e não canso de repetir que essa sua cara de alface nunca me enganou, NUN-CA!

Tenha medo desse tipo, tenha medo!

Deixa só a Santana perceber que vc esta tentando roubar o homem dela, deixa…

Sugestán para vc fazer um cover: Maneater da Nelly Furtado

ps: mas pela cara do cover de Macaulay Culkin, parece que o date não estava muito bom…


%d bloggers like this: