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Something old, something new, something borrowed, something… Glee!

Maio 18, 2013

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A Season 4 de Glee foi o maior suspense dessa temporada. Ninguém sabia exatamente o que esperar das mudanças que estavam por vir, com a série praticamente se dividindo em duas, com algo antigo (something old), representado pela antiga sala do glee club de sempre e algo realmente novo (something new) com a entrada de NY para a história trazendo o cenário perfeito para os alunos já formados da escola (ou pelo menos para alguns deles), cenário do qual na verdade a gente não sabia exatamente o que esperar sobre.

Apesar da novidade parecer preocupante, uncle Ryan conseguiu resolver muito bem todas essas questões logo de cara, conseguindo por boa parte dos primeiro episódios dessa nova temporada manter um nível interessante para ambas as histórias, tanto em NY quando no antigo McKinley High, encontrando um equilíbrio importante para essa nova fase da sua série. Uma nova fase que foi muito bem recebida e desenvolvida, da qual nós falamos mais no Guilt aqui. Dessa forma, não só continuamos animados com os plots todos dos alunos ainda em fase escolar, enfrentando todas aquelas etapas que nós já conhecemos bem das três temporadas anteriores da série, como nos mantemos interessados nos atrativos de todas as possibilidades que NY estava nos trazendo, tendo como principais personagens dessa parte da história a dupla Rachel & Kurt, que tiveram um encontro lindo na cidade e a partir disso passaram a viver bons momentos nesse lado até então desconhecido de Glee.

Isso dito por alguém que sempre achou a Rachel bem meio assim e chegou a torcer para que aquele trem que a levou para NY, tivesse encontrado um desvio e tivesse desembarcado na Suíça  onde a Fox talvez não tivesse interessada em investir por enquanto. Mas tudo bem, depois de The New Normal (R.I.P) entendemos que o Ryan Murphy é mesmo apaixonado pela Lea Michele e até passamos a aceitá-la um pouco mais. E sim, eu disse um pouco mais e não “melhor”. Isso com o detalhe que com sua entrada em NYADA, Rachel acabou encontrando com sua nemesis, a professora Cassandra, interpretada ferozmente pela atriz Kate Hudson, que nunca esteve tão boa, em todo e qualquer sentido, até mesmo nesse que você possa estar pensando (e há quem diga que Glee é uma série gay. Sei… rs). Sério, quero exatamente aquele tipo de alongamento, onde vende? (rs)

Cassandra que em nada facilitou a vida da Rachel na cidade grande, transformando o seu sonho em um grande pesadelo, com direito até a dividirem o mesmo namorado. Namorado esse (Brody) que quase desestabilizou a moça, deixando Rachel entre Brody e o Finn, que ressurgia do ócio das cinzas (ele que não sabia exatamente o que fazer na vida depois de descobrir que não servia para quase nada – fico sempre morrendo de pena do ator nesse tipo de situação – e acabar com um tiro no próprio pé dado por ele mesmo durante a sua curta passagem pelo exército) para tentar reconquistar o grande amor da sua vida. Nesse caso, acho o personagem dele (Finn) um tanto quanto novo demais para se ver preso a esse tipo de amor e ou relação ainda tão cedo, mas isso talvez a imaturidade de ambos até justifique. Em meio a tudo isso, Rachel continuou tendo que provar o seu valor nas aulas de dança (e é só o que ela faz em NYADA, além de convidar o boy magia para dividir o loft com ela e com o Kurt e brincar de casinha por um tempo), além de ter quase engravidado (Huh!), de um namorado que ela veio a descobrir depois, por intermédio da Santana (bem mais experiente na vida e ela que é um recurso que sempre funcionou muito bem dentro de qualquer cenário da série) que ele na verdade era um garoto de programa. Para finalizar essa nova fase da sua vida, Rachel ainda conseguiu um teste para “Funny Girl” e todos nós sabemos que ela faria qualquer coisa para um papel que já foi da Barbra antiga. Nessa hora, ganhamos uma nova performance de “Don’t Stop Belivin” super emotiva (apesar de saber que tocaria no episódio, eu jamais imaginei que seria dessa forma) e que chegava dias antes da confirmação de que Glee, para o nosso total alívio (e existia todo um mistério no ar, suspeitando-se inclusive de um possível cancelamento), teria sido renovada não apenas para mais uma temporada e sim para mais duas, já tendo como certo o seu futuro até a Season 6. YEI! Se Rachel passou ou não no tal teste nós ainda não sabemos, mas que esse foi um momento lindo para a mitologia da série, isso foi. (vale torcer para que ela tenha passado e que o musical seja vendido rapidamente para uma turnê mundial, só para ela ficar longe, hein?)

Kurt também acabou desembarcando em NY, empurrado pelo pai, que não suportava mais ver o filho naquela situação, preso a um passado que não o pertencia mais. Acabou se transformando em um assistente do site da Vogue, onde de quebra ele descolou a Sarah Jessica Parker fingindo não ser ela, como sua fada madrinha em NY. E quando ela disse que não tinha nada melhor do que ser solteiro em NY, duvido que vocês todos também não tenham chorado. (do meu rosto escorreu uma single tear no formato de Cosmo, rs) Ainda em NY, Kurt acabou descolando com a Whoopi Goldberg (já disse que a nova temporada contou também com a participação da Whoopi? Pois contou!) uma segunda chance de tentar entrar para NYADA (e que cenário lindo aquele da sala acústica, não?), onde ele acabou conseguindo realizar o seu sonho e apesar do seu personagem ter nos apresentado um pouco mais da tão falada NYADA (AMEI o boy magia inglesa dele. Höy!), ele acabou ficando sem destaque, ganhando muito mais atenção do lado do coração, onde sofria por ter sido traído pelo Blaine, que apesar de ter confessado o crime (em um cena linda também e ao piano, ao som de “Teenage Dream”),  estava fazendo de tudo para conseguir o seu perdão e na mesma permaneceu até o final da temporada. Tanto que no desespero, terminamos essa Season 4 com o Blaine pensando em pedir o Kurt em casamento, algo que seu sogro, Burt, fez questão de desencorar, lembrando um recém passado entre o Finn e a Rachel. Outro ponto importante do personagem dentro da série, foi a descoberta do câncer do seu pai, Burt, que apesar de ter nos emocionado e bastante nesse momento (porque sempre AMAMOS essa relação de pai e filho em Glee) no final das contas acabou sendo tratada de qualquer forma, sem a atenção devida e isso eu acho uma pena. De qualquer forma, ficamos felizes por Burt estar câncer free. (até achei que essa doença teria alguma cosia a ver com o envolvimento do ator com outra série recém anunciada para a temporada 2013/2014, mas parece que não ou eles resolveram mudar de ideia no meio do caminho)

Até agora falamos bastante do “something new” da série, mas e da velha e boa parte antiga de Glee?

Em Lima, as coisas continuaram bem iguais, exceto pela chegada da Unique (que nós torcemos para), Marley (ótima no começo, mas que descobrimos ser uma péssima compositora no final, rs), Jake (o 1/2 irmão do Puck), Kitty (blonde Santana) e do Ryder (que a essa altura nós já aceitamos como prêmio de TGP). Isso sem contar a disputa da vaga para se tornar a nova Rachel que acabou ficando por conta do Blaine, embora alguns meninos (Sam + Blake) tenham divado muito mais do que ele, além da sempre excelente Brittany. Tina Cohen-Chang coitada, continuou desejando um solo, se transformou em uma fag hag de primeira para o lado do Blaine e até usou de técnicas orientais para aplicar um “vaporape” no mesmo. Apesar de não ter conseguido o destaque que sempre desejou, acho importante que o Ryan Murphy tenha mantido esse ar de deboche em relação aos sonhos da personagem, que acabou deixando tudo muito mais divertido, além de ter ultrapassado as barreiras de uma possível piada interna.

E vamos combinar que esse ar de deboche ou cinismo encontrado a todo momento na série, sempre foi um dos maiores atrativos de Glee. Talvez até por isso mesmo que o musical para a TV sempre tenha dado tão certo (isso além do apelo mais pop e bem mais cômico), porque eles conseguem lidar com situações absurdas da melhor forma possível, rindo deles mesmos, inclusive de suas resoluções. Piadas rápidas incluídas no texto acelerado da série a todo momento fazem questão de cutucar seus próprios calos, como se estivessem brincando entre eles mesmos o tempo todo, dizendo “olha, eu vou fazer isso agora, mesmo sabendo que prometi uma outra coisa, mas não liga não que eu sou assim mesmo” e por incrível que pareça, isso sempre funcionou dentro da série, porque apesar de parecer que de vez em quando eles não se importam de brincar com a cara da audiência, parece também que eles não tem a menor vergonha de assumir e dizer uma coisa dessas na nossa cara.  E sabe o que é pior? Aceitamos e continuamos achando tudo ótimo, rs. Assim, Glee conseguiu fazer até agora e já tendo garantido mais duas temporadas, algo que Smash não conseguiu fazer nunca, nem em sua primeira temporada, já bem sofrida porém um pouco menos vergonhosa e nem em sua atual temporada, essa muito mais sofrida e vergonhosa do que qualquer outra coisa na TV atual. O que foi aquela cena com o “sonho” do Derek no bar? Mas desse musical morto falaremos depois, em seu velório que acontece logo mais…

Agora, além da Brittany que sempre foi excelente (e se a atriz não tivesse ficado grávida, não teria um futuro tão incerto dentro da série daqui para o seu futuro), quem mais se destacou durante essa temporada foi mesmo o Sam, que nunca havia ganhado muito destaque, mas que durante essa Season 4, em pequenos momentos e mesmo com pequenas chances, abraçou a série e nos conquistou de vez! Sério, apesar do Blaine e até mesmo do Ryder serem os meninos da vez (Ryder que teve ataques de fúria vergonhosos em pelo menos dois momentos da temporada que foram totalmente fora de propósito…), eu acho que o maior destaque do lado boy magia da força ficou mesmo por conta do Sam, que esteve absolutamente adorkable e não só nos momentos cômicos da série, mas até mesmo nos momentos mais sérios da mitologia da série, do qual falaremos daqui a pouco. Aquela sua conversa com o Blaine, com ele assumindo que sabia do interesse do amigo para o seu lado e achava aquilo tudo natural e que apesar de não ser a dele, ele também não se sentia ofendido e pelo contrário, se sentiria ofendido se o amigo gay não tivesse o menor interesse nele, foi uma das melhores coisas dessa quarta temporada da série e uma lição para meninos imaturos e inseguros com a sua sexualidade que não conseguem lidar muito bem quando se encontram em situações semelhantes.

Como “something borrowed”, Glee continuou emprestando inúmeras referências e fundamento, como Grease (que apesar do barulho, não foi tão bacana assim), Spice Girls, um episódio inteiro com plots excelentes de super-heróis e um episódio de Natal trazendo um B Side da vida do Artie que foi extremamente emocionante, além daquele outro episódio com as rixas mais famosas do mundo da música e um casamento que nos trouxe excelentes resoluções (e uma performance memorável da Emma) e uma primeira vez lésbica que foi sensacional e realizou as fantasias de muitos fãs da série. Sem contar o repertório da série, que continuou ótimo, apostando em coisas antigas e novas e emprestando até duas ou três músicas de Girls por exemplo, ou o uncle Ryan (e a Nikki) acharam que a gente não perceberia? #OCAPETAESTADEOLHO

A única coisa que eles não conseguiram resolver muito bem dentro da série até agora foi realmente a questão dos demais ex alunos do McKinley High, que aparecem de vez me quando como convidados especiais. Isso porque na maioria das vezes eles aparecem meio que sem propósito, com uma desculpinha esfarrapada qualquer e acabam funcionando apenas como extras para a história em si, que em nada depende do desemprenho de cada um deles, exceto o Finn e a Santana, que depois de algum tempo, até que conseguiram encontrar seus lugares nessa nova dinâmica. E algo que apesar da gente até achar bacana, mas que também não pode ser tornar uma desculpa recorrente dentro da série é mandá-los de malas prontas para NY, como aconteceu com a Santana e a gente não duvida nada que acabe acontecendo com mais alguns deles. (Artie já está de passagem comprada até. E só eu achei que a participação da Mamma Gemma de Sons Of Anarchy como sua mãe, poderia ter sido melhor e ou maior? Mas enfim, Glee provando que além de tudo é uma série badass! rs) O mesmo vale para a participação do Professor Schue, que se não fosse pelo plot do casamento, teria passado completamente batido.

Mas se até agora falamos de algo novo, algo velho e algo emprestado nessa nova fase da série, ainda nos resta falar de algo Glee, porque apesar de uma ou outra novidade dessa nova temporada e todo o seu fundamento antigo de sempre, ainda restava a série nos mostrar aquele que foi o seu ponto alto dessa Season 4, algo um tanto quanto inesperado e bastante ousado até (apesar das possibilidades da vida), que para a nossa sorte, além do susto, foi tratado da melhor forma possível.

E é claro que eu estou falando do episódio com o “tiroteio” (que na verdade não foi um tiroteio e sim um acidente), que foi o maior risco que a série já correu dentro da sua história até hoje e que tinha tudo para errado, mas muito errado mesmo (quando fiquei sabendo do plot, torci o nariz imediatamente, isso até me depara com o episódio), mas que com a abordagem perfeita para o tema e a sensibilidade que nós sabemos que não falta para o uncle Ryan, o plot dramático da vez, algo inimaginável para o cenário da série (embora a gente veja de vez em quando nos noticiários algo semelhante acontecendo por aí) acabou recebendo exatamente o tratamento que merecia.

Sem fazer muito alarde a respeito do plot da vez (as promos não denunciavam o que aconteceria e se não fossem os spoilers a gente não poderia sequer imaginar), a visão de Glee para esse tipo de drama infelizmente bastante recorrente nas escolas principalmente americanas, acabou escolhendo uma abordagem totalmente diferente, mostrando apenas a reação dramática de cada um dos personagens em pânico, presos naquele momento em sua maioria dentro do glee club, ao invés de centrar a história em uma massacre ou ter escolhido um olhar mais voltado para o responsável do caos que acabou tomando conta do colégio naquele momento.

Em cena, todos corresponderam muito bem a toda a carga dramática que o plot exigia, inclusive aqueles que a gente nem conseguiria imaginar vivendo momentos como esse, como a Brittany o Sam (mais um motivo para o Chord Overstreet se tornar o líder do grupo, hein?), que estiveram muito bem durante todo o desenvolvimento da questão (e no efeito pós traumático também). O único problema do episódio é que tudo acabou demorando demais para acontecer e a parte dele que não foi centrada no que estava por vir, pareceu ter sido desperdiçada, principalmente porque ela poderia ter sido gasta para dar mais força para os motivos de quem acabou sendo revelado mais tarde,  ser o responsável, mesmo que acidentalmente pelos tiros. No momento em que a Sue Sylvester assumiu a culpa pelos disparos, pela sua justificativa, acabou ficando claro que ela estava fazendo tudo aquilo para poupar alguém e como Sue é próxima de poucos e na verdade quase ninguém dentro do colégio, ficou fácil descobrir intuitivamente quem teria sido na verdade a grande responsável por tudo aquilo.

E sim, a culpa acabou ficando para a Becky (que ao lado da técnica e anteriormente na temporada, fez uma excelente performance de Nicki Minaj), que mais cedo no episódio acabou ganhando um momento super bacana, onde declarou toda a sua angustia de não conseguir enxergar o que seria da sua vida fora do colégio. Um dúvida honesta pela qual todo mundo passa, inclusive os já formados do McKinley High também enfrentaram no passado, só não acho que da forma que foi tratado no começo do episódio, aquilo seria motivo o suficiente para a atitude da Becky, que em um instante impensado e de puro desespero, acabou acidentalmente dando os tais disparos na sala da Sue, com ela inclusive presente. Nesse momento, ficava aquela dúvida em nossas cabeças se a Becky teria sido a melhor escolha como responsável por tudo aquilo, mas por outro lado, porque não? (a propósito, AMO ela toda megabitch chamando o Blaine de Gay Blaine, AMO!)Apesar da sua condição, Becky nunca foi tratada de forma diferente dentro da série e esse também sempre foi um dos pontos altos de Glee, então porque não considerá-la como uma personagem capaz de carregar o peso de um momento como esse? Mas é preciso justificar que dito isso, não estamos levando em consideração a condição dela e sim o fato da Becky ser uma personagem queridíssima, por quem sempre torcemos (e continuamos a torcer) e não gostaríamos de vê-la naquela situação e o mesmo vale para qualquer um dos demais que nós sempre gostamos dentro da série até hoje.

De qualquer forma, esse foi um episódio silencioso de Glee, extremamente dramático para uma série que nunca foi muito levada a sério. Eu diria até que esse foi o grande momento da série até hoje, onde com sutileza, eles conseguiram mostrar o seu valor, sempre precisar apelar para um estereotipo ou rótulos que alguns insistem em colocar na mesma. Assim, Glee conseguiu provar que se quiser, consegue ir além de competições com as músicas da vez em mashups com clássicos antigos que todos conseguem acompanhar ao pé da letra e consegue também retratar de forma digna, algo que jamais havia passado pela cabeça de quem assiste a série. Clap Clap Clap uncle Ryan! De verdade, Clap Clap Clap!

Tudo bem que os episódios da sequência não foram muito animadores, inclusive a season finale, que foi bem preguiçosa e eu mesmo cheguei até a questionar se talvez a gente não tivesse pelo menos mais um pela frente. Ao mesmo tempo, devemos levar em consideração tudo o que andou acontecendo em torno da série e na vida real de alguns de seus atores, como a ida repentina do Cory Monteith para a rehab (achei bem bacana o plot do Finn na faculdade) e até mesmo a gravidez da Heather Morris, que pegou todo mundo de surpresa e nos fez ganhar uma final de temporada antecipando a saída da Britany do colégio. (e se ela realmente sumisse, seria uma pena!)

Mas mesmo com tudo isso, Glee continuou sendo aquela série que a gente assiste sem a menor culpa, debochada, cínica e que consegue nos fazer rir e chorar ao mesmo tempo, com cenas bobas ou momentos dramáticos que a gente nem poderia sonhar em encontrar dentro desse cenário (eu pelo menos quase desabei com o vídeo do Artie e a sua parte no final do episodio com o tiroteio).  E a notícia da renovação da série por mais duas temporadas não poderia ter sido mais animadora (e surpreendente!), onde para ficar mais perfeito ainda, só falta mesmo o canal Oxygen confirmar que teremos sim pelo menos mais duas edições do melhor reality show EVER, o The Glee Project, que também merecia e muito continuar. Já podemos nos inscrever? Podemos?

gLee (♥)

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I do declare: a partir de hoje, só pratico a minha sagrada rotina de patinação no gelo se for assim

Novembro 23, 2012

Mas tem que ser exatamente assim, foufo como o Chris Colfer. (♥)

#TEMCOMONAOAMAR?

 

ps: e é exatamente assim que eu me posiciono para assistir Glee ou qualquer outra série que seja #SÓAMOR. Exceto quando eu estou dançando e ou batendo ombrinho, claro. 

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Bem meio assim o Halloween deles esse ano, não?

Novembro 1, 2012

Não sei se foi o climão “Sandy” que acabou desanimando todo mundo (#STAYSTRONGNY, que é uma das nossas badass preferidas no mundo! ♥), mas achei que esse ano o Halloween foi fraquíssimo na America antiga. Pouco investimento, pouca gente que importa ou que conhecemos pelo nível de importância na noite. Mesmo assim, conseguimos salvar algumas fantasias que adoramos durante o Halloween 2012 e outras que a gente preferia que estivessem chamuscadas e enterradas a sete palmos no cemitério mais próximos. Muah haha!

 

Esqueceu a escova e a fantasia, Katia?

Há quem diga que a Katy Perry é careca e com o seu natural hair a mostra pela primeira vez, está aí a prova de que essa fofoca não é verdade, rs

Dizem que quando ela quer sair sem ser reconhecida, Kátia Pérrola faz isso, só deixa o escovão de lado e vai para o mundo de peito aberto investindo no seu natural hair , sem os muffins que cospem chantilly, claro!

Na verdade, dizem que ela tentou ser a Jane Lane de Daria nesse Halloween, mas por amor ao desenho antigo, nos recusamos a dar esse crédito porque Kátia jamais vai merecer ser qualquer coisa de Daria. QUALQUER COISA! (nervos alterados)

 

Alguém consegue entender o senso de humor do Chris Brown?

Acho que na verdade, nem a Rihanna conseguiu entender até hoje qual é a dele, mas fica com vergonha de reconhecer que não entendeu e parecer que não pertence a turma, só pode.

O que explica as escolhas desse menino na vida?

Taliban, Chris? Seriously? É assim que você se sente em 2012?

Se bem que, em termos de covardia e ignorância, Chris não poderia ter feito uma escolha melhor, por isso aplaudimos de pé a sacada: Clap Clap Clap!

#EVERYBODYREALLYHATESCHRIS

 

Da série casal mais sem graça impossível: Pattinson + Stewart

ZzzZZZZZZZZZ

Desculpa, quase entrei em coma…

Jura que esse é o máximo de esforço que o casal mais conveniente do momento consegue fazer em noite de Halloween?

O pior de tudo é que Robert está com uma máscara que combina perfeitamente com o seu rosto, não?

Cheguei a achar que ele tinha apenas mandando plastificar a própria cara, rs

E ela deveria ter ido com uma versão de madeira. PÁ!

Dizem que eles deixaram a festa em carros separados. Ele com seu motorista particular e ela dirigindo o seu próprio caminhão, em nome dos velhos tempos…

 

The New Normal

Adam Lambert usa tanto make no dia a dia, até para ir na padaria comprar mais lápis de olho, que a gente não tem bem certeza se ele estava maquiado mesmo ou se essa era apenas a sua roupa de passeio do dia.

NEXT!

#MENOSPANKAKEADAM

 

Queen Grace!

Não consigo chamar a Debra Messing de outro jeito a não ser Grace, não adianta. (o mesmo vale para o Eric McComack, que eu chamo de Will até hoje. Sou desses, apegado…)

E #TEMCOMONAOAAMAR qualquer uma que investe tudo isso para ser Marie Antoinette por um dia?

Não, não tem. Só faltou o olhar languido do Kirsten Dunst… (precisa treinar mais, Grace!)

(♥)

 

Dito Von Pinto!

Dita, nesse caso Dito, é o tipo de mulher que eu acho que ficaria linda de qualquer jeito dentro do seu próprio fundamento.

Höy!

ps: minha mãe antigamente, tinha um cabelo igual ao da Dita Von Teese no seu dia a dia. Olho para as fotos antigas dela e sempre associo uma com a outra. (Isso até ela resolver cortar tudo depois que eu nasci e desde então ter apostado em um look mais Snow White em OUAT. Só referências em Mommy? Parabéns pelo seu dia. Nosso dia, rs. BOO!)

 

Deveria ter ido assumidamente de “Splash”…

Não essa versão que parece que só grudou uns papéis na barra da saia justíssima de sempre da Kim Kardashian ao sair de casa. (não parece TNT?)

E Kanye poderia ter se esforçado mais, não?

Tá com cara de sênior endinheirado que acha que se deu bem na noite mas no fundo sabe que para brincar nos brinquedos mais perigosos do parque, o ingresso vai custar caro. Bem caro.

 

Típico caso de frustração por não ter passado no teste para “Magic Mike”

Neil Patrick Harris, nós te entendemos a sua dor e sabemos que só isso justifica o seu shirtless para a noite de Halloween. Perdeu para o Matt Bomer? (#CRIANDOINTRIGANACOMUNIDADE)

E tem coisa mais inconveniente na noite do que gente sem camisa em festa, que passa colando em você no meio da multidão? (sim, tem um monte de outras coisas que também são bem inconvenientes, mas vocês me entenderam… Meh)

Apesar de de vez em quando ser uma boa forma de contato, nesse caso, a vista nem está valando tão a pena assim…

ADORO o Neil, mas toda vez que eu o vejo me lembro da porcaria que se tornou HIMYM, me lembro do seu Barney e só consigo pensar em um coisa: DST!

 

A família mais ADORKABLE do Halloween 2012

Falando em HIMYM, #TEMCOMONAOAMAR a família inteira da Alyson Hannigan vestida de cavalos marinhos brilhantes e coloridos desse jeito?

Não, não tem! (♥)

#PURAFOUFURICEFOUFA

 

Perdeu a chance de usar a sua melhor fantasia para 2012, hein Ashley Tisdale?

Que ao invés dessa versão Ropahrara que ela poderia jurar que era o “Batman” mas que ninguém acreditou e ou consegui adivinhar, Ashley deveria ter investido em uma fantasia mais Sons Of Anarchy, em homenagem a sua recente participação na série e devia ter ido de “monoteta” e com um polegar a menos.

Perdeu a chance de ser bem mais legal, Ashley… Fuén!

Aposto que nessa noite, ela ouviu a sua amiga vestida de Robin passar pelo mesmo constrangimento a toda hora ouvindo:

_ Hey Robin, veio sem o marido?”

_ Não, ele está ali ó, de preto e amrelo…

_  Hmm mmm, sei. Não, sério, aquela é aquela biatch que tomou uma surra da Mamma Gemma em SOA e eu quero saber onde é que está o seu marido mesmo, aquele morcegão, hein?

#PODERIATEREVITADOOCONSTRANGIMENTO

ps: e ainda ficou meio ridícula porque foi de meia. Fuén de novo…

 

Fundamento herança de família

Clap Clap Clap! Melhor fantasia EVA essa da Emma Roberts, sobrinha da Julia Roberts, vestida de “Uma Linda Mulher”, não?

Ano que vem, exigimos um look “Erin Brockovich”! Não nos decepciona Emma! (se eu conseguisse convencer o Aaron Eckhart a ir de Geoge, ia eu de Erin no ano que vem e com um sorriso de mamilo a mamilo, rs. Sério, tenho um ano para começar a tentar convencê-lo então, é melhor eu correr e terminar esse post logo. #VRUM)

 

It’s tearin’ up my heart when I’m with you/ But when we are apart I feel it too/ And no matter what I do I feel the pain/ With or without you

#TEMCOMONAOAMAR o professor Schue vestido de Justin, do NSYNC? (meu coração explodindo arco-íris enquanto continuo a letra da música no falsete e fazendo a coreô, rs)

Agora alguém me responde, ele namora ou não namora uma cosplay de Santana? Não, ela não estava fantasiada de Santana fantasiada de alguma coisa…

Quer dizer, “namora” naquelas neam?

ps: porque elas insistem em usar essa meia pavorosa?

 

A vingança de Kurt

Kurt fez o que todo namorado traído deveria fazer ao invés de se enfiar em um mundo repleto de chocolates e sorvetes direto do pote. Foi lá, investiu em um personal e voltou todo no corpão para deitar com o seu ex e não de um jeito que ele até que poderia gostar. PÁ!

Porque só isso explica o novo bração torneado do Chris Colfer, não?

Será que ela ganhou tudo isso tentando tirar todo o suco possível da uva Zizes?

A resposta? Ainda nessa temporada em Glee ou no próximo TGP, se tiver um…

ps: não vamos nem perder tempo perguntando WTF ele estava vestindo porque quando se trata de fantasia, lembramos pelo seu histórico que ele tem um dedo bem do podre…

 

Os Looney Tunes mais adoráveis do que os próprios Looney Tunes

É muito amor para uma imagem só! (palpitações enquanto imagino que eu seria…)

#TEMCOMONAOAMAR a Sugar vestida de Patoleeandro?

#TEMCOMONAOAMAR Santanão vestida da Papa-Léguas?

#TEMCOMONAOAMAR essas que nós não sabemos exatamente quem são e ou não identificamos por pura preguiça, mas quem se importa quando temos uma delas vestida de Ligeirinho e a outra vestida de Khaleesi de GOT?

Dianna Agron a gente pula por motivos óbvios de desafeto desde sempre. Chord Overmystreet a gente desejava que estivesse com mais pele a mostra e não entendemos o seu look Raul Seixas no meio da turma. Mas o que nós não entendemos mesmo é porque nem o Kurt,  a Zizes ou o nosso próprio personagem, não estavam também dentro dessa turma? Personagens é o que não faltava… (e ao que tudo indica, todos estavam na mesma festa, a do Mr Schue…)

Sinto cheiro de briga nos bastidores, hein?

 

O lobinho mais adorkable de todo e qualquer acampamento!

Darren Criss. (♥)

Que coisa mais foufa, não?

Tudo bem que se eu fosse ele, teria ido de Felicia, só para deitar todas que investiram no look Looney Tunes e não o incluíram na brincadeira, mas pelo look escoteiro e a espingarda na mão, tenho certeza que Darren já apareceu nessa festa sedento por vingança e não estava para brincadeira, hein?

Por isso e por continuar sendo um underdog até mesmo fora da TV (vai ver ele é a megabitch da turma… Será?), é dele o prêmio de fantasia mais adorkable dessa preguiça que foi o Halloween 2012!

#TOTALMENTEADORKABLE

Muah haha!

 

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Struck By Lightning, o trailer

Outubro 26, 2012

Trailer novo do filme escrito e estrelado pelo Chris Colfer (Glee), que além de parecer ser bem bom e ter a promessa de talvez ser o novo “Juno” (não gosto muito desse tipo de promessa, mas…), tem também um elenco excelente e cheio de rostinhos conhecidos de todos nós. (Rebel Wilson, Dermot Mulroney, Christina Hendricks, Ashley Rickards, Allison Janney, Angela Kinsey)

Ansiosos? (e orgulhosos! ♥)

 

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Glee-ality

Agosto 16, 2012

Encerramos essa segunda temporada de The Glee Project com um lindo baile de formatura, seguindo os próprios rumos da série que encerrou recentemente a sua Season 3 da mesma forma e que é de onde o reality é um derivado, em uma noite onde finalmente ficamnos sabendo quem foi escolhido para ser rei ou rainha do baile e agora, depois de passar novamente por essa experiência deliciosa que é assistir TGP, já podemos dizer que estamos todos devidamente graduados. Mas será que tivemos um resultado feliz?…

Nessa temporada tivemos os temas Individuality, Dance-ability, Vulnerability, Sexuality, Adaptability, Fearlessness, Theatricality, Tenacity, Romanticality e Actability, dez etapas que nos trouxeram aquela sensação que a gente AMA sentir enquanto assistimos TGP, onde nos envolvemos com seus personagens, que nada mais são do que pessoas talentosas porém normais, algumas com histórias mais interessantes, outros nem tanto, mas com todos eles dividindo algo em comum que é o sonho de fazer parte de Glee. Torcemos por eles, sofremos, ficamos com os corações apertados ou vibramos como se não houvesse amanhã quando alguns deles foram eliminados, tudo isso para chegar em Glee-ality (2×11) que finalmente escolheria um único nome entre os três concorrentes que sairia como o grande e único vencedor da Season 2 The Glee Project. (e nós esperamos que a série dure por muito mais tempo, assim ganhamos mais edições do programa. Tipo promoção, leve 2 pague 1, rs)

Claro que novamente tivemos uma excelente temporada, não só por tudo que nós já conhecemos e AMAMOS do melhor reality dos últimos tempos e sim porque tivemos ótimos candidatos para torcer durante essa Season 2. Ótimos, não muitos. Começamos com 14 competidores, um número maior do que a temporada anterior, o que já indicava que essa Season 2 seria diferente, mais numerosa, além do detalhe que eles faziam questão de reforçar a todo momento de que dessa vez, apenas um deles seria escolhido como vencedor. DRA-MA. Ou seja, quanto mais participantes, mais duraria o nosso sofrimento.

Sofremos quando vimos a Dani sendo eliminada ainda tão cedo na competição, achamos justo quando finalmente chegou a hora do Tyler dizer adeus por falta de talento e muito justa também foi a eliminação do Mario, que tinha um ego enorme, que ainda precisa ser trabalhado. Depois disso voltamos a sofrer quando ficamos viúvos do Charlie, que até agora a gente não conseguiu entender o porque dele ter sido eliminado tão cedo, ainda mais com todo aquele talento (tem como esquecer a sua versão de “Fix You” do Coldplay?) e carisma que poderia ter facilmente o levado até a final. Depois tivemos uma sequência de dar sono, que foi o combo Nellie (ZzZZZ) e a dupla Abraham e Shanna, que poderiam ter saído de uma forma melhor (de preferência todos juntos e de mãos dadas, rs), sem apelar por puro desespero na reta final e ter amargado aquela vergonha que nós bem vimos. (a dele então, foi bem pior do que a participação fantasma dela…BOO!)

Até chegarmos a eliminação mais sofrida de todas, porque foi covarde e não nos deixou digerir direito nossas emoções, com o nosso grito de #FORALILY (ela que foi o “projeto de megabitch” da vez e que acabou nem dando muito certo até mesmo por esse lado) ficando preso na garganta porque quando o nosso maior sonho dessa temporada finalmente havia se tornando realidade, junto com ele chegava o pesadelo, com a eliminação do Michael, que sempre foi um foufo (meu preferido ao lado do Charlie entre os meninos) e mesmo assim prejudicadíssimo pela Nikki no estúdio semana pós semana (que essa sim foi a grande vilã da temporada) e que no momento onde ele conseguiu ganhar algum destaque e entregar um excelente trabalho com a sua performance, acabou sendo também a sua despedida. Uma eliminação parte injusta (Michael) e parte justíssima, com a Lily finalmente deixando a competição, não como a gente sonhava, mas que pelo menos aconteceu. Ufa! (foi difícil…)

Mas aí chegamos a final, com Blake, Ali e Aylinda, nessa ordem no palco, tensos e aguardando a decisão final do Ryan Murphy, que estava visivelmente confuso nessa reta final e parecia mesmo não saber o que fazer. Mas espera ai, isso até a gente descobrir o resultado juntamente com a sua justificativa, que foi quando acabamos entendendo que na verdade, tudo aquilo parecia estar muito mais do que programado para acontecer e talvez o próprio Ryan Murphy esteja se revelando como um bom ator. Mas depois eu explico esse plot…

Como convidado da semana, tivemos ele que na minha opinião sempre foi a grande estrela de Glee: Chris ♥ Colfer. Awnnn! (#SÓAMOR)

SIM! Kurt finalmente apareceu em TGP e é claro que foi uma total comoção entre o grupo inteiro, que dessa vez estava todo reunido novamente (exceto pela participante que pediu para sair, que eu não lembro mais o nome porque não gosto de gente fraca que acaba desistindo e ocupando por 5 min uma vaga que poderia ser de outro) e como já era de se esperar, foi lindo o reencontro de todos eles e o Charlê então, estava que era pura ansiedade no corpo todo.  E vamos lá, com a sua participação tivemos o primeiro “confirmou” da noite. Adivinha só qual foi a música que eles escolheram para o homework da semana? “You can’t stop the beat” do musical “Hairspray”, que eu disse em um dos meus últimos posts que seria o musical ideal para a Lily, que parecia saber interpretar um único papel, que seria o pepel principal desse musical. Ou seja: CONFIRMOU (assisti o ep live e antes de começar o programa estava até passando “Hairspray” no Oxigen, tsá?)

E é claro que o Kurt foi aquele foufo de sempre, com uma cara linda e uma postura que a gente sente vontade de abraçar como se não houvesse amanhã. Nesse momento, descobrimos que ele havia feito teste para entrar em Glee para o papel do Artie (eu pelo menos não sabia disso) e que acabou não se saindo muito bem no tal teste para o papel. Mas o Robert se apaixonou tanto por ele (sempre o Robert neam? O papai Smurf do programa, rs), que levou o assunto para o Ryan Murphy que ao conhecê-lo também se apaixonou e acabou criando o personagem ideal para o ator. Sério. #TEMCOMONAOAMAR? Kurt ainda encerrou a sua participação em TGP dando de presente a vitória do último homework para os três, o que naquela reta final não poderia ser diferente para não ser injusto. (mas o que foi o sapateado frenético do Blake durante essa performance, hein?)

Depois disso tivemos uma série de despedidas. Primeiro com o Zach, sempre um foufo que transpira corações cintilantes com glíter, pedindo um último abraço do grupo, mas não sem antes dar um daqueles seus xoxos que a gente tanto AMA desde sempre. E o que eu mais gosto no Zach (passei a gostar bem mais nessa temporada) é a forma verdadeira que ele tem de se expressar. Tudo bem que as vezes não precisa de muito para deixar o coreógrafo com os olhos cheios de lágrimas nas apresentações finais, mas ele representa um pouco de cada um de nós que AMAMOS o programa e é o único que se expressa da mesma fora que a gente se expressaria. Achei bem bacana que nessa final eles deixaram os microfones mais abertos em momentos aleatórios, onde em um deles, após as apresentações dos finalistas e apenas entre a equipe que faz a série, a gente pode ouvir o Zach dando a sua opinião sincera sobre cada um deles, se sentindo culpado em favorecer apenas esse ou aquele e dizendo um “Eu odeio isso” bem baixinho e de uma forma que me parecia ser bem honesta. Sem contar como ele se manisfestava ao final da apresentação de cada um deles nesse episódio, sempre com um gritinho daqueles que só ele consegue dar (Michael também já estava alcançando o tom, rs) e um autoabraço. #TEMCOMONAOAMAR

Com a coreografia já ensaiada, era hora de enfrentar pela última vez o calabouço da bruxa má dessa edição, Nikki, a miss Harmonia (rs), que roubou inclusive o papel da Lily de grande vilã da temporada (sorry Lily, mas vc perdeu até nisso…), ela que escolheu muito bem suas vítimas durante essa Season 2 sendo bem impiedosa e acabou as perseguindo até o final (Mario + Abraham + Michael foram os mais evidentes para mim). E até quando ela se sentia culpada, era possível enxergar logo em seguida todo a sua megabitchness, que durante essa temporada esteve presente em níveis altíssimos. Claro que com uma pessoa não tão legal como os outros dois, a despedida aconteceria de forma mais morna e bem da sem graça, praticamente tão sem emoção quanto o assistente que fica ao seu lado no estúdio. Tenha uma boa hora Nikki, mas ainda sonhamos com a sua própria eliminação em TGP

A terceira etapa dessa despedida ficou por conta do diretor Erik White, que dessa vez trouxe a proposta de uma baile de formatura para encerrar essa temporada de TGP. E não disse que a Ali estava com cara de rainha do baile na preview do ep anterior? E esse foi o segundo CONFIRMOU da noite. PÁ! (não costumo ver o vídeo que sempre sai na semana que antecede o episódio, então pra mim foi tudo surpresa) Todo estavam lindos, especialmente as meninas. Ali estava maravileeeandra, pronta para ser coroada como a rainha do baile, assim como Aylinda, que estava que era pura magia no vídeo. Uma despedida que novamente contou com os demais participantes além de um elemento surpresa que chegou para o final da festa: Damian! (♥)

SIM! O vencedor da temporada anterior (um deles vai, sorry Samuel e Unique… – para aquela outra eu não vou pedir não, rs) finalmente também apareceu para apoiar os candidatos naquele momento de tensão que ele como ninguém conhecia muito bem e também estava o mesmo foufo irlandês de sempre. E aquele sotaque? Höy! Foufo, mas sem um grande destaque, sejamos sinceros também, vai?

Confesso para vcs que nesse reencontro de todos eles no episódio final, estava bem ansioso para o retorno de Charlê, de quem nos despedimos precocemente no programa e ficamos morrendo de saudades. Mas além da sua visível tensão e ansiedade nesse episódio final, ele acabou ficando meio que apagadinho, sem aquele destaque que a gente estava esperando que acontecesse. Agora, quem praticamente roubou a cena foi o Michael (♥), que esteve impagável nesse final, super participativo em diversos momentos, inclusive no vídeo (aliás, ele foi ótimo no vídeo, hein?) e além disso com caras e bocas deliciosas enquanto torcida para os três finalistas. Não sei se é a minha predileção falando mais alto nesse momento, mas eu só enxergava o Michael no meio de todos eles, gritando “We love you” para a Ali ao final da sua performance, dando uma força no olhar caprichado de bromance para a apresentação do Blake e vibrando com o groove da música da Aylin. Michael estava UNFIRAH e aposto que alguém deve ter se arrependido de tê-lo desperdiçado… (sim, estou falando com vc, uncle Ryan. E suck it, Nikki!)

Bom, aí tivemos o momento do tudo ou nada, da última performance individual de cada um deles, dessa vez diante de todos os ex participantes, mais boa parte dos convidados dessa temporada (inclusive o Damian), além do mesmo roteirista da outra vez e os jurados de sempre.

Vou ter que ser sincero em reconhecer que todos eles foram bons, mas apenas um conseguiu entregar uma performance excelente, que realmente foi a melhor da noite se comparada as outras duas. Feito que ficou por conta da Ali ao som de “Popular” de outro musical que nós e eles também AMAM, que é “Wicked”. Sério, Ali estava no seu melhor momento, fazendo uma performance bem digna de Broadway, que talvez tenha sido o elemento que a fez saltar nos nossos olhos naquela noite. E foi lindo vê-la dominando o palco com a sua cadeira e ao final agradecendo o Ryan Murphy pela oportunidade, que para ela foi um grande desafio ter que se adaptar em vários sentidos para ter permanecido na competição até o final. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

O segundo a se apresentar foi Blake e eu poderia repetir tudo o que eu já disse a seu respeito sobre qualquer uma de suas apresentações, inclusive essa. Corretinha, bem cantada (na verdade, achei a voz dele linda nessa música), bem representada (a letra de “I’ll Be”  de Edwin McCain super ajudou também), mas novamente foi só o que eu consegui enxergar. Isso, até que em seu discurso após a sua performance, Blake tirou da manga a sua cartada final em forma de um poema, onde em palavras simples porém cheias de emoção e com um certo humor delicioso, ele acabou mostrando para todos que ali estavam presentes naquela noite, o que é que ele tinha a mais e que muita gente poderia não ter visto (apontando o dedo para a minha própria cara e dizendo #INYOURFACE). Um texto lindo, preciso, quase inocente, mas que finalmente acabou nos mostrando quem o Blake era de verdade e que estava escondido atrás daquela aparência de boy magia, que era o que mais chamava a atenção nele desde o começo e a gente até achava que era tudo o que ele tinha para entregar. E é claro que como bom fã passional da série e do programa, eu acabei me rendendo as lágrimas, junto com alguns deles que estavam lá naquela hora, porque foi realmente um momento lindo, sem a menor dúvida.

Eu sei, eu sei que fiz um discurso recentemente dizendo o porque de dentre os três, Blake era o único que não deveria vencer essa temporada. Disse tudo isso mostrando o meu ponto de vista e ressaltando exatamente o que até o próprio Ryan Murphy ainda estava carente de ver do Blake e que ele mesmo chegou a pedir que o candidato mostrasse nessa final (uncle Ryan fez até uma piadinha antes do momento do poema, perguntando se o que ele tinha para mostrar que ainda não havia mostrado era o truque que o garoto fez com o microfone no começo da sua apresentação, rs) , que era um algo mais que realmente me convencesse que ele era de fato uma estrela. E foi nesse exato momento que o Blake me convenceu de que ele poderia sim ser o vencedor dessa edição de The Glee Project, mesmo sendo a escolha mais óbvia e o cara que parecia perfeito demais, porque ele tinha sim aquele algo mais que eu não consegui enxergar muito bem nos demais dez episódios mas que agora já estava mais do que claro, mesmo sendo ele um garoto normal, sem ser o personagem mais interessante de todos os remanescentes.

Na hora em que ele tirou o tal poema do bolso, eu fui logo pensando “perdeu” (fiz a mesma cara que o Michael nessa hora), claro e vai se juntar ao time dos que não precisavam ter saído desse jeito, junto com a Shanna e o Abraham. Mas pelo contrário, não sei se foi a Nikki que soprou que ele deveria fazer alguma coisa na hora do tudo ou nada e contratou um roteirista qualquer daqueles como freela para escrever o discurso (sim, sempre desconfio dessas coisas que surgem do nada) , ou se ele acabou recebendo uma luz divina naquele momento, mas fato é que Blake acabou falando a coisa certa na hora certa e com aquele seu poema ele deu três tapas na minha cara, com força e sem dó. PÁ! (embora eu ainda defenda o que disse, aceito os tapas Blake…)

Até que chegamos a Aylin, a minha grande favorita da noite e de todo o programa. Aylin já tinha uma grande vantagem na sua escolha de “Rolling In The Deep” da Adele, que é uma música conhecidíssima e que já traz uma emoção meio que naturalmente para todo mundo. E ela a executou lindamente, com aquela voz que a gente já havia gostado desde o começo do programa, que não parecia muito com a das demais candidatas. Mas uma coisa que eu esperei para falar sobre a Aylin para não prejudicá-la (sim, eu sou tendencioso e tenho os meus preferidos, me julguem!), é que ela precisa aprender urgentemente a respirar direito enquanto canta. E Aylin estava mesmo cansada como a gente já havia observado durante suas últimas apresentações, além de concentradíssima para não errar a letra da música (que ela saiu comemorando em mais um daqueles momentos de microfone aberto que eu mencionei antes) e talvez tenha se perdido ao não entregar a emoção que a música pedia. E dessa vez ela acabou também apenas entregando uma apresentação tão corretinha quanto a do Blake, só que no seu caso, sem poema.

Com as três apresentações já realizadas, chegava a hora dos comentários. Era notável que uma grande maioria ali presente estava a favor da Ali, isso contando entre a maioria dos roteiristas e os próprios atores, que votaram em grande número a favor da candidata, para desespero do Charlie, que parecia não estar acreditando no que estava vendo acontecer diante dos seus olhos. Blake não parecia ser o mais querido pelo atores e nem pelos ex participantes da competição, mas entre aqueles que realmente mandam e escrevem tudo aquilo (jurados e roteiristas), ele também era o preferido, com uma torcida menor do que a da Ali, mas com bem mais peso. E por último tivemos a manifestação do team Aylinda, esse bem menor até, que disseram que ela era o grande personagem que estava faltando em Glee (o que a gente sempre achou também), além de ter um voz sensacional!

Nessa hora, talvez Aylin tenha sido prejudicada pela ansiedade do Charlie, que não se conteve e precisou se manifestar naquele momento a favor da sua amada (o melhor era a cara do Abraham ao fundo não acreditando no que o Charlê estava tendo coragem de fazer sem sequer ter sido solicitado). E ok, nós amamos gente espontânea, heroica, que não tem medo de dizer o que pensa e tudo mais, mas digamos que Charlie não soube escolher as palavras certas para aquele momento, ainda mais começando o seu discurso de defesa da Aylin dizendo “tudo bem, ela não é a melhor atriz entre eles”, rs. Não precisava ter evidenciado esse detalhe, neam Charlie?

Mas quando chegou a hora de dar a palavra final, ficou mais do que claro que tudo aquilo já estava meio que planejado para aquele momento desde o começo, com uma declaração que o próprio Robert (se eu não me engano) deu durante o episódio 2×00 (se não foi ele, foi o próprio uncle Ryan), onde observamos um pouco da seleção dos 14 participantes dessa edição. Até aqui o placar era mais ou menos o seguinte: Ali era a melhor atriz, Blake era o novo Finn e Aylin era a melhor personagem pronta dentre todos os 14 deles. E nesse momento ganhamos o terceiro “confirmou” da noite, com o anúncio de que o Blake era o vencedor da segunda edição de The Glee Project. CONFIRMOU. (sem exclamação, porque embora merecido, foi visivelmente um momento meio assim)

Um final um tanto quanto óbvio, ainda mais depois que nós já havíamos ouvido que eles estavam mesmo a procura do novo Finn (e o Zach fez um comentário totalmente desnecessário sobre o Blake ser o novo Finn, só que com talento, rs) e por isso o Blake que já havia começado essa temporada com postura ideal para o rei do baile de formatura, só passou para pegar a sua coroa no final e saiu lindamente com o seu arco de sete episódios para a Season 4 de Glee, que estreia em Setembro. Tudo bem que eu teria ficado muito mais magoado se nesse momento final ele não tivesse me desarmado completamente com o seu poema de pouco minutos antes da decisão, mas é preciso reconhecer que além de uma ótima pessoa (não me esqueço dele aconselhando a Ali no ep do “Eye Of The Tiger” por exemplo) Blake estava mesmo preparado para ser o que Glee precisava naquele momento, segundo o próprio Ryan Murphy no seu discurso final. (que era o tal plot que eu mencionei no começo da review)

Mas talvez tivesse sido bem mais honesto ter feito um casting para um tipo específico já que essa era a necessidade desde o começo, do que nos enrolar com tantos personagens interessantíssimos e acabar escolhendo aquele que desde o começo já tinha cara de rei do baile. Por outro lado, o mundo não é feito apenas de minorias e como eles utilizaram bem menos a palavra “underdog” durante essa temporada, já era de se esperar no que eles estavam de olho dessa vez.

Tirando tudo isso, o fato de apenas um deles ter sido escolhido também foi um fator que acabou deixando essa finale bem menos emocionada (assistindo pela segunda vez foi melhor…). Eu pelo menos fiquei esperando por esse elemento surpresa, nem que fosse a eliminação/demissão da Nikki, mesmo sabendo que grávida daria processo trabalhista, rs. E mesmo amargando a derrota de todos os meus preferidos durante toda essa temporada em The Glee Ptoject, confesso que no final, nem acabei ficando tão decepcionado assim com a escolha que embora óbvia, me pareceu merecida sim. Ok Blake, faça um bom trabalho garoto. E corte esse cabelo, pelo amor de Edward Scissorhands. (e morda menos o lábio para parecer menos canastrão, pq com essa magia, vc nem precisa disso. Höy!)

E é isso, conversamos pencas sobre o nosso reality preferido durante toda essa temporada (o que é sempre uma delícia, por isso obrigado por não me deixarem aqui falando sozinho – ♥) e agora pela última vez, já podemos dizer que foi isso o que vcs perderam nessa semana final de T-H-E-G-L-E-E-P-R-O-J-E-C-T!

 

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Teen Choice Awards: quando o pior não é a escolha dos adolescente e sim as escolhas deles todos…

Julho 24, 2012

Ok, a gente sabe que a adolescência é o tempo onde é permitido errar como se não houvesse amanhã para que no futuro, a gente tenha pelo menos alguma história engraçada/ridícula para contar.

Por isso escolhemos tão mal os nossos ídolos nessa época (quem nunca teve um poster de boy band pendurado na parede – tisc tisc ou foi em um show de boy band e ficou na grade, cantando de um tudo como se fosse parte do grupo, tisc tisc), ou um totém de tamanho natural do colírio do mês que vc negociou na banca de jornal mais próxima & amiga (beija tios das três bancas perto lá da minha casa antiga) ou um poster daquela banda de rock de cabeludos medonhos e antigos que atire o primeiro álbum de figurinhas completo das Spice Girls, ao som de “Wannabe”. NOW – joga e mira em mim, rs), mas nada justifica as escolhas tão erradas (quanto as nossas, só que naquela época) para cada um dos ídolos de hoje, que também parecem não acertar tanto assim. E olha que a maioria deles de teen não tem mais nada.

Portanto, com muita preguiça, vamos comentar o que aconteceu no fucsia/purple carpet do Teen Choice Awards 2012. E olha que esse ano tem até alguns nomes que nós gostamos muito, que não serão poupados do xoxo nosso de cada dia. Amém! (snap)

Vamos começar por ele?

Xustin Beaver, que é tão sexy quanto a Susan Boyle (por onde anda? Procura-se Susan desesperadamente!) de camisolinha e de banho tomado. (alguém me ajuda a esquecer essa imagem que eu acabo de projetar na minha mente? My eyes!)

Achei importante que esse ano durante a sua apresentação, sua performance foi toda pautada na inclusão e por isso ele resolveu assumir de vez que usa uma prótese de ouro no lugar do braço.

Mais do que importante, achei humilde, porque faltou cravejar uns diamantes nesse ouro, claro. Mas mesmo assim, reconhecemos que lutar pela inclusão é algo sempre importante.

Go Xustin!

Eu não conheço uma música da  Demi Lovato, não me lembro de um filme que ela tenha participado (sei que ela fez aquele lá da Disney, um dos menos importante, Quém!) e me recusaria a ser julgado por ela em um reality qualquer, mas conheço no mínimo umas 316 drags que já usaram algo parecido com a sua escolha durante a premiação adolescente e com muito “menas” condição, conseguiram fazer muito melhor do que isso.

E não tem aplique mixo certo. PÁ!

#NAOÉASELENAGOMEZNEMAVANESSAHUDGENS

Hayden Panettiere é aquela ex cheerleader que fomos enganados durante um curto espaço de tempo e deveríamos ter deixado fazer a passagem desde a sua primeira ameaça mortal…

Como respeitar alguém que escolhe se vestir inteira no mesmo tom do carpete da premiação?

Suspeito que a verba era pouca, ela pegou um pouco das sobras do “ticido” do tapetão, grudou umas lantejoulas e se fez mulher. Simples assim.

ZzZZZ

Só não consigo ter mais preguiça, porque tenho que terminar de escrever esse post…

NEXT….

Ai Zooey Deschanel, já gostei tanto mais de vc no passado…

Mas ok, temos três chances de voltar a nos dar bem:

a) Zooey deixa de lado o shape do vestidinho de sempre, meio cinquentinha, brecholento e com aquela cara de fundamento antigo, que a gente já gostou bem mais no passado, mas que hoje em dia não passa de mais um do mesmo e nela nos já enjoamos e não aceitamos mais

b) ou ela aprende a atuar comicamente falando e resolve o probleminha do tom da sua Jesse bocó & apatralhada demais em New Girl, que foi o motivo que me fez abandonar a série do adorável Schmidt (sim, New Girl deveria ser New Boy e ser a série dele), culpa que eu carrego até hoje, mas que não pretendo voltar mesmo assim. Não para essa Jess…

c) ou ela deixa eu entrar de uma vez por todas para a sua banda e assim fundar a minha sonhada “She & Him & Him”, onde com toda a minha influência de baterista (i wish…) vocalista (…i would) eu poderia convencê-la a melhorar nas duas primeiras opções e assim, seria um win win para todas!

E ai, qual vai ser Zooey?

Lea Michelle é tão desesperada por atenção quanto as bailarinas do programa do Faustão (que são mais competentes pelo menos, pq as do Gugu, nunca conseguem decorar uma coreô, nem as mais simples)

E só de pensar que ela é BFF do uncle Ryan Murphy e tem a chance de ficar de amigas fazendo trança espinha de peixe naquela careca, isso enquanto o Robert aparece no cantinho muito sentido colando a lista com a eliminação da semana, o Zach se auto abraça daquele jeito foufo que só ele sabe fazer e a Nikki continua sendo aquela megabitch de sempre, eu chego a pensar em encerrar com essa vida injusta… (a dela, claro, rs)

ZzZZZ

E já que o assunto é Glee, o que aconteceu com o Chris Colfer?

Cadê todo o fundamento & coragem de madame Kurt?

Nada no mundo justifica tamanha cafonice. NA-DA

#CHATIADA

Mas quer ver quem estava ainda pior?

Kevin McHale. BOOM!

Esqueçam o Kurt, porque o que nós queremos mesmo é saber o que foi que aconteceu com o nosso adorkable Artie?

Todo arruinado em estampa militar + sapato e camisa bicolor. Porque Cher, porque?

Juro que se ele viesse me dar o seu pente mágico nessa hora, é claro que eu aceitaria, pq ninguém sabe o dia de amanhã e o Ebay está ai minha gente, salvando vidas da falência, rs, mas não teria como receber o mimo sem lançar o meu olhar de julgamento mais profundo…

#NAOTABOMNAO

Mas nem tudo está perdido no McKinley High  e tivemos a presença do Chord Overstreet para garantir alguma magia vinda diretamente do coral que todas amam, mesmo bem básico e preguiçoso. As vezes, – é +…

E não é que agora ele será regular no elenco de Glee? Também, depois daquelas reboladas todas em formato de trapézio, a gente só poderia dizer: finalmente! (ZzZZZ)

Temos um recado para o Ian Somerhalder: dá para se esforçar um pouco mais?

Porque esse combo gola v + jeans + olhar apertadinho que todas já conhecem, está ficando meio óbvio demais, hein Boone?

Mesmo para o seu nível alto de magia. Höy!

Vamos lá, a essa altura todo mundo sabe o quanto o Guilt AMA a Gwen Stefani e toda a sua família, não sabe?

Então, por esse motivo, nos sentimos íntimos de Oliveira o suficiente para fazer o xoxo sem abalar a nossa amizade de ânus.

Precisava fazer essa volta do No Doubt tão literal, apostando no cabelo antigo daquela época mais antiga ainda, hein Gwen?

Não, não precisava. Vc não precisava.

E quando é que ela vai aceitar a nossa sugestán de lançar uma banda com os seus filhos? Aguardamos ansiosamente por esse lançamento já reservando um espaço especial para esse poster em nossas paredes (sim, as vezes bate saudade daquele adolly que fazia escolhas bem duvidosas de vez em quando, rs)

E com essa imagem acima, que é o sinônimo da cara da preguiça, encerro esse post sobre o Teen Choice Awards 2012 deixando a mensagem de que nada é mais preguiçoso nessa vida do que premiação de adolescentes.

ps: só eu acho que eles dois deveriam investir nesse namoro do truque? Seria tipo o encontro perfeito: Alface meets Nabo (♥ – Ew!)

 

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A temporada com cara de despedida de Glee

Maio 29, 2012

Não adianta, toda série de sucesso que começa no High School acaba um dia tendo que enfrentar o momento inevitável da despedida da vida de colegial. Um momento que certamente não é fácil para ninguém devido a tantas incertezas do que ainda estaria por vir pela frente, mas que ainda assim não adianta nem tentar fugir e chega uma hora em que temos que encarar de uma vez por todas que chegou o momento de crescer e seguir em frente.

E com Glee não foi diferente e finalmente chegamos a esse momento que nunca é fácil, ainda mais quando temos que nos despedir de algo que nos apegamos tanto. E quando eu digo isso, muito mais do que os personagens em si, eu me refiro ao formato da série, que talvez não seja mais o mesmo daqui para frente, com parte do seu elenco seguindo suas vidas fora da escola e aos que sobraram, resta apenas mais um ano pela frente para alcançar o mesmo ponto em comum, abandonando de vez o colégio que sempre foi o cenário principal para o desenvolvimento dessa história. Por enquanto é tudo uma grande incerteza e ainda não sabemos o que irá acontecer durante a Season 4 de logo mais, mas que Glee fez a sua lição de casa direitinho e conseguiu nos emocionar na medida certa ao final de sua Season 3, isso acho que ninguém pode negar.

Logo de cara, eu já vou logo afirmando que eu ADORO Glee, e isso desde o começo, apesar de muitas vezes ter sido criticado até mesmo aqui no Guilt por admitir isso em público, rs. Tudo bem que esse sentimento não me deixa cego a ponto de não reconhecer que a série sempre teve algumas falhas notáveis em diversos aspectos, mas nada forte o suficiente que me fizesse desisitir de assistí-la. Vejo Glee como uma série que “sofre bullying” simplesmente por falar sobre o bullying tão abertamente (usando uma linguagem recheada de cretinices que bem poderia ser encarado como bullying), reunindo um time de underdogs não muito comum na TV. Em diversas outras séries sempre tivemos um “loser” aqui ou ali para cumprir a cota (rs), mas uma reunião com os tipos mais variados de pessoas que encaram algum tipo de dificuldade apenas pelo fato de serem diferentes por um motivo qualquer e isso me parece que não vimos antes, pelo menos não nessa mesma proporção.

Tudo bem que eu sempre me identifiquei com aquelas pessoas e talvez por isso a minha relação com a série sempre tenha sido tão próxima. Eu fui um daqueles adolescentes que não tinham paz no colégio, que não podia simplesmente andar pelos corredores sem ser perseguido apenas pelo fato de não combinar muito bem com a multidão. Uma pena não ter existido na minha escola um clube tão bacana, onde eu pudesse buscar refúgio… humpf! Mas posso dizer que eu me virei mesmo assim e hoje estou aqui, cantando e dançando ao som de  “I’m Still Standing” rs. Não que eu ache que vc tem que ser/ter sido um underdog para entender a série (que nem é tão complicada assim), mas certamente esse tipo de identificação imediata para alguns pode influenciar completamente a sua relação com Glee. Talvez por isso mesmo, aqueles que sempre se deram tão bem no High School, se sintam extremamente incomodados com o sucesso de uma série que coloca justamento o oposto em foco (não que todos que não gostam da série façam parte desse grupo ou que a série não tenha nenhum demérito). Pois bem, os tempos mudaram e chegou a hora de enxergar o “imperfeito”. Suck it!

E até por isso eu acho que a série vem sendo injustiçada ao longo dos anos. Tudo bem que Glee não é a série mais genial de todos os tempos, tudo bem também que poucas vezes eles conseguiram manter uma sequência de bons episódios e as indicações todas da série por sua decepcionante Season 2 não nos pareceram serem merecidas, mas eu realmente acho que a crítica vem levando Glee a sério demais, coisa que nem eles mesmo fazem, desde sempre. E esse tipo de humor capaz de rir das próprias falhas, dos próprios defeitos, eu só consigo enxergar como uma das maiores qualidades da série. (além da maioria das músicas que eles tocam a cada episódio, que eu acompanho performaticamente aqui em casa, claro! rs)

A Season 1 contava com o fator da novidade, uma série musical meio nerd, super bem humorada e com uma certa carga dramática até que importante para a sua proposta de dramédia e que  ainda nos apresentava aqueles personagens todos como adoráveis “perdedores”. Depois tivemos a Season 2, essa bem mais fraca, onde eles enfrentaram o dilema da segunda temporada e quase caíram no ponto comum das séries que perderam a mão em sua segunda chance de fazer bem feito. Já nessa Season 3, além do agravante dela talvez ser uma possível despedida para parte daqueles personagens, a essa altura já tão queridos de todos nós e até mesmo uma despedida de sua estrutura como conhecemos, a temporada ainda contava com um fator novo que chegou como um bônus, com a inclusão dos novos personagens saídos diretamente de The Glee Project, o reality que é um derivado de Glee e que nos fez passar todo o verão (deles) torcendo por boa parte de seus candidatos. Best reality EVA!

Sem contar que além de todos esses fatores a favor dessa terceira temporada, eles ainda estavam nos devendo uma recompensa em formato de vitória, onde não era possível acreditar que aquele clube encerraria a sua história amargando mais uma derrota. Queríamos ver todos eles no posto mais alto, finalmente saindo como vencedores pelo menos por uma vez, deixando aquela esperança de que tudo vai dar certo (apesar de não ter sido isso exatamente o que recebemos como resolução…) e isso ainda estava faltando.

Além desses detalhes todos, de tudo acabou acontecendo durante essa temporada, onde tivemos uma série de momentos mais do que importantes para a hisória. Tivemos a quebra dentro do próprio grupo, onde as meninas que se sentiam menos valorizadas ao longo desse anos acabaram formando um segundo clube, provocando uma ruptura na amizade dentro do próprio Glee Club. Depois tivemos o episódio da primeira vez de alguns deles, onde para a nossa surpresa, ganhamos um momento super foufo, dos mais bem cuidados da série até agora. Um episódio que acabou gerando todo um mimimi na sociedade careta americana, algo totalmente desnecessário, ainda mais para a forma até delicada com o assunto foi tratado dentro da série.

Nesse meio tempo a Santana ainda saiu do armário e assumiu o seu amor pela Britany, em outro momento super importante para a série, que acabou nos mostrando que nem sempre a nossa família está preparada para esse momento e nesse caso a decepção da personagem ficou por conta da sua abuela. Aos poucos também tivemos a entrada do elenco de The Glee Project, onde não tinha como não ficar mais animado a medida em que cada um daqueles quatro rostinhos vencedores acabaram entrando na série para receber seus respectivos prêmios.

Lindsay foi a primeira e chegou logo chutando a porta, deixando Kurt e Rachel completamente inseguros, mostrando com um talento invejável de onde vinha toda aquela força de megabitch que ela carregou durante todo o reality (o que também não justifica a sua postura para a vida…). Depois tivemos o Damian, aquele por quem a gente mais torceu durante todo o TGP. Tudo bem que nesse caso, o seu Rory acabou ficando meio apagadinho, sem muito destaque ou força, o que de certa forma me deixou bem surpreso, já que ele era declaradamente o meu preferido e foi o “grande vencedor” do reality. Mais tarde foi a vez do Samuel, que também chegou bem devagar mas que aos poucos, mesmo que apenas ao fundo, acabou conseguindo demonstrar um pouco mais da sua força diante das câmeras, muito mais do que o próprio Damian (sorry). Ele que ficou com a vaga do plot cristão que todo mundo sabe que seria o papel do Cameron, caso ele não tivesse desistido do reality (stupid!). Mas ainda vejo um futuro para o Samuel dentro da história…

Mas a surpresa maior ainda estaria por vir com a chegada do Alex, ou melhor, com a chegada dela: UNIQUE! Sério, eu torci tanto para esse moleque perder a competição fora da série, que eu nem me importava muito com a sua entrada. Até que ele me apareceu em uma mistura de Andre Leon Talley + Beyoncé + Dr Bailey (Grey’s) e roubou de vez o meu coração com o seu combo vestido de franja + peruca + salto alto. O que foram todas as suas performances? Clap Clap Clap! E com Unique eu acredito que o Ryan Murphy tenha criado um monstro, onde um arco de três episódios conforme prometido na final de TGP, jamais que seria o suficiente para a grandeza do personagem que ele acabou criando (com uma certa ajudinha do próximo Alex). Unique já prometeu até que talvez mude de escola e eu mal posso esperar para vê-la chegando com força no McKinley High na próxima temporada. Aliás, suspeito que os outros devam permanecer no elenco também… minhas dúvidas ficam por conta apenas do Damian e da Lindsay, ela que sumiu para nunca mais, neam?

O bacana foi que conforme prometido no próprio reality, o Ryan Murphy conseguiu entregar direitinho todos os plots que ele já havia imaginado como personagens para a série para os candidatos de TGP. Teve a Lindsay como uma clara ameaça para a Rachel, teve o plot cristão com o Samuel, teve também o estrangeiro que ninguém entende muito bem com o Damain e por último, o filho da mistura Kurt + Mercedes com a entrada do Alex. Tudo exatamente como o prometido.

E até da Sugar, personagem que me apareceu do nada e permaneceu na série sem muita função, eu acabei adorando e hoje já acho ótimo quando ela aparece sempre em um figurino mega elaborado no meio dos ensaios. Aliás, o seu plot no episódio de Valentine’s Day também foi bem bom e assim até ela ganhou a sua chance durante essa Season 3.

Ainda nessa temporada, tivemos outros momentos ótimos, como a Sue Sylvester ganhando a sua nova inimiga a altura, Roz, uma treinadora de polo aquático que conseguia manter o mesmo ritmo dos insultos já tão característicos da treinadora das Cheerios. Com a sua entrada, acabamos ganhando um novo cenário, a piscina do colégio, onde acabamos ganhando também um ótimo momento com aquele pedido de casamento do professor Schue e a sua Emma, a rainha dos panfletos (AMO as piadas escondidas nos panfletos da sala dela, AMO!).  E além da Sue, o próprio Glee Clube acabou conhecendo um novo vilão vindo diretamente da antiga escola do Blane + Kurt, ele que inclusive chegava para mexer um pouco na relação morna do casal.

E as participações especiais hein? Ricky Martin hipnotizando geral com o seu quadril frenéticos, LiLo e Perez Hilton (beija culega!) figurando no juri das Nationals e ninguém menos do que a Whoopi Goldberg, que me apareceu para julgar o talento do Kurt e da Rachel, na tão sonhada vaga que ambos disputavam para entrar na NYADA e quem sabe assim acabar ganhando a vaga na Broadway que eles vinham se preparando praticamente a vida toda. Mas nada justifica ela não ter cantado… só eu fiquei esperando um aquecimento ao som de “La la la la la la la la la”? Agora, quem realmente roubou a cena foi o Matt Boomer vivendo o irmão magia do Blane, que teve um dos plots mais divertidos da temporada com suas impagáveis aulas de interpretação. Outros convidados especiais da temporada foram os pais da Rachel, interpretados pelos atores  Jeff Goldblum e Brian Stokes, que apareceram pela primeira vez na série.

E no meio de tantas participações, também tivemos o episódio especialíssimo de Natal, que foi ótimo e ainda contou com a participação de ninguém menso do que o Chewbacca em pessoa. Howcoolisthat? Já para a próxima temporada, nomes como os de Sarah Jessica Parker e Kate Hudson já foram confirmados como as primeiras participações especiais. Animados?

Como retornos, ainda contamos com a participação de Jesse St. James, que voltava para ameaçar o New Directions com o seu ameaçador Vocal Adrenaline. Mas nada comparado com a volta do Karovski em um dos episódios mais corajosos da série, onde Glee mais uma vez nos surpreendeu durante essa temporada, conseguindo tratar muito bem um assunto tão sério quanto uma tentativa de suicídio. No meio disso tudo ainda tivemos tributos a Whitney e Michael, além de um episódio todo no fundamento Disco. Cool!

Agora, lá pela metade da temporada, ao som de “We Are Young” eles nos lembravam que apesar de tudo estar lindo e maravilhoso até então, o momento da despedida se aproximava e a partir disso, essa segunda metade da temporada e principalmente a sequência de episódios finais acabaram ganhando ainda mais força, trazendo uma carga emocional muito especial para a finalização dessa Season 3. E além disso, eles ainda serviram para quebrar uma maldição dentro do histórico de Glee, onde nunca antes havia acontecido uma sequência de tantos bons episódios assim de uma só vez.

Primeiro tivemos a formatura com o tema mais legal da face da terra: Dinossauros! Que como sempre, reuniu uma série de dramas e mimimis (que  por outro lado, contou também com o plot sensacional do drama do cabelo do Blaine. Euri), mas que ainda nos guardava um momento de pura foufurice para a nossa queridíssima Becky, que fica ainda mais imbatível com a sua voz de Rainha da Inglaterra  (AMO esse plot, AMO), ela que conseguiu realizar o seu sonho de ser a rainha do baile, em uma versão muito mais legal do que a “rainha do baile” de verdade. Aliás, preciso dizer que eu gosto muito da forma como a sua personagem é tratada dentro de Glee e acho importante que isso seja mostrado na TV. Mas devo confessar que apesar da minha enorme implicância de anos com a Rachel, ela estava maravileeeandra naquele vestido do baile (ZzzZz). Mas não acho que aquele momento dela finalmente ter sido coroada como rainha do baile tenha surtido o efeito que eles esperavam, porque apesar de também ser meio “loser”, Rachel sempre foi uma chata sem tamanho e essa sua característica sempre chamou mais atenção do que qualquer outra coisa.

Com parte da resolução dessa trilogia da série até agora, continuamos com a jornada do Glee Club para as Nationals, onde todo mundo já estava esperando um final feliz para aquela turma de underdogs, onde o elemento surpresa já não mais se fazia necessário. E assim finalmente tivemos essa vitória que eles estavam nos devendo (embora o setlist deles não tenha me agradado muito), apesar da concorrente Unique ter feito uma apresentação SENSACIONAL! Mas vamos reconhecer que em termos de movimentação no palco, coreô e fundamento, o nosso New Directions conseguiu mostrar que eles evoluíram muito no conjunto todo, fazendo por merecer o maior troféu da noite. Era visível no suor do Finn por exemplo, que todos eles naquele momento estavam dispostos a se dar ao máximo.

E mesmo com a sensação de já estar esperando pelo final feliz que só poderia acontecer naquela hora depois de toda essa trajetória, confesso que esse detalhe nem acabou prejudicando no quesito “surpresa” da história. Mas mesmo assim, eu acabei me emocionando muito mais mesmo com a recepção do Glee Club no colégio, onde todos eles chegaram timidamente, meio que com medo da reação dos colegas que os aguardavam em fila no corredor, mas que para a nossa surpresa, ao invés das já tradicionais slushies de sempre, eles carregavam uma chuva de papel picado para os agora vencedores da turma. Sério,#TEMCOMONAOAMAR? (chorei um monte nessa cena, confesso…)

Depois tivemos o momento tão esperado da Tina, que tudo que ela queria era algum destaque na série, algo que a essa altura já estava mais do que na hora de acontecer. Com isso ganhamos outro momento muito especial para a série, com a troca de identidades dos personagens, o que acabou nos levando para mais um dos momentos impagáveis da temporada com a Tina enxergando o mundo pelos olhos da Rachel e recebendo a notícia de que a sua vez ainda vai chegar. Acho até que esse momento com poderia ter durado mais hein? Um momento que chegou a ser especial até mesmo para a sua personagem, onde a Tina além de ter finalmente ganhado uma música (que era o seu sonho), ela ainda ganhou piadas ótimas em relação ao fato dela sempre ter sido a ignorada da turma por esses três anos.

Apesar de tudo isso ter me deixado bastante animado em relação a essa Season 3 de Glee, eu tenho que dizer que dois plots me incomodaram durante essa temporada. O primeiro com a história toda do mimimi do casamento adolescente entre o Finn e a Rachel, que além de absurdo para a idade dos dois (mas pensando bem e voltando a memória do meu próprio High School, sempre tem um neam?) que pra mim não funcionou nada bem, apesar de ter tido um desfecho até que “meio bacana”, digamos assim por enquanto. E o segundo plot que eu achei desnecessário foi a história toda da Quinn na cadeira de rodas (ZzzZz), que ao lado do Artie até que funcionou bem (e o que não funciona ao lado do Artie? ♥) mas eu também achei que acabou fincando um pouco demais quando ela fez todo aquele mimimi no dia da formatura, trazendo de volta parte da sua alma adormecida de megabitch. Mas talvez essa tenha sido a minha sensação porque na verdade eu nunca me importei com a dupla Faberry e não sinto a menor culpa em dizer isso. (sinto sono, serve?)

Até que chegamos ao episódio final da temporada, um momento mais do que especial para a série e que eles conseguiram realizar muito bem, tirando algumas decepções e tropeços no meio do caminho, mas que não chegaram a atrapalhar a emoção daquele momento tão importante.

Um episódio excelente, que consegui medir as emoções direitinho, colocando tudo no seu devido lugar para todos aqueles que diriam “adeus” a série, seja ele temporário ou não. Achei ótimo que essa despedida tenha sido vista a partir do ponto de vista de cada um dos personagens que estavam fazendo parte daquele momento, recheado de memórias dos primórdios da série, inclusive com o momento de confissão do professor Schue, que com sua alma de Ursinho Carinhoso, tinha que revelar para o Fynn que ele é quem tinha colocado dorgas no armário do aluno no passado, apenas para garantir um líder influenciável para o seu grupo. Finn que inclusive ficou sem um plot bom o suficiente para que a gente se importasse com ele nessa reta final, mas que ainda acabou ganhando um despedida linda vinda diretamente de uma das músicas dos remanescentes do Glee Club (só eu percebo a cara de inveja da Lea Michelle em momentos como esse? Seria isso apenas a minha implicância falando mais alto?). E como não se emocionar com o Kurt percebendo que a sua presença naquela escola, acabou abrindo portas e encorajando outras pessoas dentro daquele cenário um dia tão hostil? (♥)

Aliás, nada me emocionou mais do que a “despedida” do Kurt durante o episódio final da temporada, principalmente com a participação mais do que especial do seu pai Burt Hummel, encarando com muita coragem a coregografia de “Single Ladies”, um dos momentos clássicos do personagem do seu filho dentro dessa história. Sério, nessa hora parecia que eu estava vendo o meu próprio pai naquele momento (ele que nunca chegou a fazer nada parecido comigo, mas que sempre esteve por perto quando eu me arriscava em ser quem eu sou até hoje, sempre com uma cara de bobo que apesar de tudo, morria de orgulho da minha personalidade, sabe? Awnnn!), uma cena impossível de não se misturar o choro com uma gargalhada incontrolável. Aliás, acho que vale a pena dizer o quanto essa relação entre esse pai e esse filho foi importante para a série, onde apesar das gritantes diferenças, nenhuma outra relação familiar em Glee conseguiu nos emocionar daquela forma. Nesse caso, acho que fica uma boa lição para pais que passam pela mesma situação e que obviamente se sentem meio perdidos com o fundamento dos próprios filhos.

Acho até que o Kurt teve um importante papel dentro da série, representando muito bem uma camada da sociedade que sempre acaba sofrendo demais com o preconceito, inclusive dentro do seu prório “clã”. Gosto muito também da dignidade que foi emprestada ao personagem, onde apesar da pouca idade e de toda afetação deliciosa, ele sempre manteve uma postura mais “contida” em relação ao que se espera do estereotipo do comportamento de um personagem “gay”, por exemplo. Juro que se a sua trajetória dentro da série estivesse realmente acabado por aqui, eu estaria bastante satisfeito com o seu personagem, em todos os sentidos. Embora ficasse desolado com o encerramento das danças de ombrinho, que eu tenho quase certeza que eles copiaram de mim, rs. (quemnunca?)

Mas é claro que eu também me revoltei quando ele não conseguiu garantir a sua vaga na Broadway. Como assim Ryan Murphy? Logo o Kurt? Fiquei extremente decepcionado com o resultado da sua carta, ainda mais depois daquela performance super corajosa (e muito melhor do que a Celine Dion da Rachel, diga-se de passagem) usando uma calça apertadíssima e dourada na frente da Whoopi (visivelmente animado, rs), ela que estava a cara da sua personagem em “Ghost”, rs e ao som de “Not The Boy Next Door” (que eu ando cantando no chuveiro desde então). Mas ai eu lembrei da minha própria despedida do High School, onde o meu final feliz também não aconteceu tão imediatamente assim que eu sai do colégio (alguns plots inclusive não se revolveram até hoje, mesmo já estando até pós-graduado, humpf!) Logo, eu só posso dizer para o Kurt que tudo bem, it does get better! (a way better. Höy!)

Apesar de ser triste ver alguém por quem a gente torce não conseguir exatamente o que a gente gostaria, da forma como foi mostrada na série eu até achei que eles conseguiram uma saída “inteligente” para manter parte do elenco original por perto, apesar de não fazer muita ideia de como a próxima temporada irá funcionar e isso ser apenas uma especulação da minha parte. Nessa turma temos Kurt, Finn, que também não conseguiu exatamente o que ele gostaria e ganhou o plot preguiça do exército, trazendo de volta uma história que a gente pouco se importava e até não lembrava mais (eu nem lembrava…). Assim como a Santana, que encerrou a sua história de forma incerta ganhando uma bolada ao lado da sua mãe, Gloria Estefan, rs.

Do outro lado, alguns outros personagens parecem ter ganhado a sua verdadeira despedida da série e nesse time temos Puck, Mike Chang, Mercedes e a Quinn. Esses eu acredito nem ter mais o porque de voltar na próxima temporada, a não ser para uma participação especial esporádica em algum momento bem específico. Lembram dos rumores de quem sairia de Glee no futuro? Desconfio que essa seja a hora certa para que eles acabem se confirmando…

Mesmo não garantindo o final feliz que a gente esperava para alguns desses personagens e isso ter deixado um gostinho de decepção no ar durante o episódio, essa season finale de Glee acabou se tornando até mesmo mais madura, mostrando que nem sempre a vida segue da forma como a gente gostaria, aproximando cada vez mais a história da realidade. Se demorou três anos para aquele grupo de adolescentes ganhar algum reconhecimento enquanto um coral, seria um tanto quanto irreal mostrá-los ganhando um futuro já tão bem resolvido do alto da pouca idade de cada um de seus personagens seniores, por isso acho perdoável que essa reta final tenha sido dessa forma mais contida e pé no chão, mesmo tendo ela desagradado alguns.

E para a Rachel sobrou a tarefa de encerrar essa temporada de uma vez por todas (ZzzZz). Confesso que a minha dificuldade em gostar da personagem nem chegou a atrapalhar a emoção desse momento final, para a minha sorte. Cheguei a ficar morrendo de pena da forma como o Finn contou para ela que eles não iriam mais se casar e blah blah blah, o que para a última hora, eu achei que foi muita sacanagem, além de uma total falta de sensibilidade. Mas ok, acabou funcionando como elemento surpresa final para o episódio. Dentre todos eles, Rachel Berry foi a única que chegou bem perto do seu sonho, ganhando a sua viagem para NY e o primeiro passo para a sua tão sonhada carreira na Broadway, mesmo tendo decepcionado na sua audição para a NYADA anteriormente e ter implorado por uma segunda chance.

Nessa hora, antes da viagem até, ainda quando ela estava conformada em esperar um ano pelo Kurt (não senti muita confiança quando ele disse que não foi aceito… será?) e pelo Finn, para enfim seguir para NY, mesmo tendo sido a única aceita para a disputada vaga na NYADA, eu confesso que para o perfil que todos nós conhecemos durante esses anos todos da Rachel, ela acabou aceitando atrasar tudo aquilo até que fácil demais, ainda mais para um menina que viveu a sua vida toda até esse momento, em uma constante preparação para o seu grande sonho. Por isso eu acho que essa “desistência amigável” dela acabou não convencendo muito na hora em que a personagem pareceu estar disposta a desistir dos seus sonhos dessa forma tão simples. Sorry, mas não colou Rachel.

Mas foi bem bacana a cena de despedida da personagem, mesmo que tenha sido recheada de clichês por todos os lados. Só acho que se tivesse sido com o Kurt por exemplo, no meu caso teria surtido muito mais efeito. Mas ai é uma questão de preferência e por isso eu entendo que ela tenha sido uma personagem importante para a série e por isso ficou a seu cargo aquela despedida com cara de final feliz e com uma pontinha de esperança, com a menina da cidade pequena finalmente chegando a NY. Mas vou ter que confessar que se aquele tivesse sido a reta final para o seu personagem e fosse a sua despedida definitiva da série, eu teria ficado extremamente feliz. Radiante, na verdade. O que eu não acredito que venha a acontecer na próxima temporada, infelizmente e ainda acho que veremos muito das aventuras de Rachel Boring em NY. (ZzzZz)

Ao escrever essa review eu me dei conta de quantos momentos sensacionais que nós tivemos durante essa temporada, hein? Além de alguns deles que eu nem cheguei a mencionar (como o plot da violência doméstica com a coach Beiste), o que só nos leva a crer que realmente essa Season 3 de Glee foi mesmo bem boa e eu duvido que vc que permaneceu até aqui enquanto audiência, não vá voltar morrendo de saudade e curiosidade  para a premiere da próxima temporada, esperando para ver o que nos aguarda assim que a Fall Season começar. Para os que permaneceram até aqui, acho que no final das contas ganhamos uma boa trilogia para esses primeiros três anos de Glee.

Ainda bem que até a Season 4 começar, temos a Season 2 de The Glee Project para nos fazer companhia toda semana. E a estreia é dia 05/06, hein?

gLee

Todas ♥ Halloween

Outubro 31, 2011

E não tem quem não ame, tem? Eu duvido…

Halloween é dia de abrir as portas do closet, pegar aquela fantasia antiga (que esta com um cheiro meio assim) bem lá no fundo do armário e passar vergonha como todo mundo. Quem nunca?

E é claro que é mais uma data recheada de erros e poucos acertos daqueles que nós amamos tanto. Quer ver?

Halloween para a Heidi Klum é coisa séria, tanto que reza a lenda (que eu acabei de inventar) que ela perdeu o parto natural de um dos seus próprios filhos só porque caiu no dia da sua festa poder de Halloween. (euri)

Dizem que casal com o passar dos anos, vai ficando cada vez mais parecido um com o outro. Dito isso, eu pergunto: Ela não ficou a cara do Seal?

Se não fosse o salto, eu não saberia dizer quem é quem…se bem que, tem outro jeito de descobrir também, tisc tisc…

E eu só fico pensando nela chegando em casa e passando umas 36 horas tirando tudo isso do seu corpo.

Eu sempre acho que quem escolhe ir de “Black Swan” tem que ir de negro, caso contrário demonstra no mínimo falta de caráter. (e fundamento, rs)

Fikdik ae Lea Michele

Mas poderia ser pior, se essa fosse uma fantasia azul e com esse nariz, todo mundo confundisse a sua fantasia com o Gonzo dos Muppets, neam? (tum dum dum PÁ!)

Gente, vamos evitar o constrangimento?

Para isso, vamos usar o exemplo da Cameron Diaz, que escolheu ir a festa fantasiada de stripper (por isso dos dólares amarrados na cintura), mas reparem que a fantasia não se diferencia em nada de um look normal dela do dia a dia, o que significa?

Vergonha por ser confundida com o próprio personagem.

Zachary Quinto a gente te ama, mas não força muito tsá?

Alguém entendeu a proposta?

Eu diria bandeira americana, mas são flores no peito e não estrelas, então…

Será que esse foi um fikdik dele para uma repaginada no símbolo do seu país?

Professor Schue de Roger Rabbit…significa?

SIGNIFICA…mas dizem que a namoradA dele também estava na festa, vestida de Jessica Rabbit. (resta saber quem foi de cenoura para completar esse set hein?)

Roger Rabbitt caindo na sua própria cilada.

Katherine Heigl diz que nem sabia que era Halloween e só pegou um chapéu qualquer de sempre, pq não deu tempo de baixar o moitão de manhã.

Euri

Já a sua filha, essa sim estava foufíssima vestida de princesa. Awwwnnn!

Falando em foufurices, olha só a filha da Amy Adams que foufa. Awwwnnnn!

Só eu senti um potencial enorme de diva na filha foufa da Alessandra Ambrosio vestida de princesa?

E também reparei uma certa semelhança. Não esta a cara da Maísa?

Mas a pergunta que não quer calar é: a Alessandra Ambrósio foi de noiva, “Black Swan” preguiça ou passista de escola de samba?

E o casal do momento Emma Stone e Andrew Garfield, hein?

Ela foi bem foufa vestida de Sally do filme “The Nightmare Before Christmas”, mas ele ficou devendo em não ter ido de Jack, hein?

Agora ficou devendo mesmo por não ter ido de Spider Man. Tipo imperdoável!

Bastava uma máscara para sapatear na cara da sociedade. Perdeu a chance, loooser! (rs)

Alguém me explica a fantasia do Kurt?

Eu achei que ele estava de Elton, mas diz que não era…

Mercedes diz que não estava de palhaço, e sim de Nicki Minaj.

E a boquinha prova que ela entrou no personagem…Zzzz

E o Puck foi mesmo daqueles meninos que dançam funk de um jeito bem engraçado que me faz rolar de rir?

Alguém pode me confirmar essa, hein produçán?

Agora quem ganhou o meu coração no quesito foufurice foi mesmo a Santana, que foi de Suzie dos Rugrats, e ainda teve essa outra pessoa ae não identificada pelo JJ, que foi do meu personagem preferido de Rugrats: Chuck!

Sabe quando eu disse que eu queria ter um filho ruivo? Então, tem que ser tipo o Chuck, rs.

E a doutora Torres nos deixa mais uma sábia lição:

Nunca alugue ou compre qualquer fantasia que termina com a palavra “sexy”, a não ser que a sua intenção seja imprimir vulgaridade e preguiça.

Exemplos:

  • Enfermeira sexy
  • Policial sexy
  • Alice sexy (um crime!)
  • Chapeuzinho vermelho sexy
  • Bruxa do 71 sexy
  • Cadeira sexy
  • Panela sexy
  • Casca de ferida sexy

Fikdik…

É sempre melhor fazer a divertida e ir de pirulitão, igual a Rashida Jones, que me parece ter deixado de lado a sua fase maneater e estar curtindo um outro momento…

Significa?

AMO casal que aceita ir de casal. Tenho um pouco de preguiça, confesso, mas AMO!

E a Zooey Deschanel que surpreendeu e não foi de Zooey Deschanel, dando um tapa na cara da sociedade com o seu look sem franja. PÁ! (acabando com os rumores dos meus próprios amigos que diziam que ela era careca. PÁ PÁ PÁ!)

Vcs sentiram a terra tremer ontém? Então…

E se eu fosse a Zooey Deschanel (AMO falar o seu nome completo) eu só usaria Chanel, para infernizar a vida de quem faz legenda de site de moda.

Imaginem a legenda: Zooey Deschanel de Chanel

Praticamente um novo sobrenome.

Eli Roth precisa de novos amigos. Call me!

Mas se algum dia vc conseguir esse date e ele te convidar para um finde no hostel, FU-JA!

ps: alguém ainda se importa com a Paris Hilton? Paris Who?

Morri. Erin vestida de Caça Fantasmas. Tem fantasia mais legal de Halloween? (tem)

Aliás, o que foi o episódio de Halloween de The Office, hein?

Rolei!

Gente, a Cinderela existe mesmo e é a Gwen Stefani, é isso?

Morri de novo. CATAPLOFT!

Mas agora vamos para as melhores fantasias de Halloween desse ano, até o momento é claro.

As três ficaram empatadas pra mim e eu não consegui decidir qual a melhor, então:

Sofia Vergara vestida de Angry Birds. #TEMCOMONAOAMAR?

Sabe mulher segura, que sabe que tah magrona, que tah gatona, que tah gostosa e que não precisa provar isso a todo momento para ninguém? Então…

Nina Dobrev, que foi de HERMIONE e ainda acompanhada do Rony e do próprio Harry Potter nos ombros. #TEMCOMONAOAMAR?

Eu nunca fui muito fã da  Jennifer Love Hewitt, mas achei sensacional a fantasia dela com o seu par, ambos vestidos de casal Brangelina, com direito aos filhos pendurados por todos os cantos. #TEMCOMONAOAMAR?

E vc? Vai se fantasiar do que mais tarde, hein? BOO!

Glee gravando na porta da Tiffany’s em NY é muito poder!

Abril 28, 2011

Eu tenho vontade de chorar comendo um bagel, só de pensar…

Annnw! Posso dar um beijo nos dois?

Abril 28, 2011

Amy Poehler, eu torço para a sua Leslie Knope virar a primeira mulher presidente dos USA

E Porcelana (rs), vc deveria fazer um musical para gente todo dia (invejei mil sua cartola do último ep…)

Foufos mil!


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