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Into Darkness

Julho 5, 2013

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Talvez no momento, não exista ninguém mais invejado por outros nerds do que o J.J. Abrams. OK, eles podem até ter outros interesses hoje em dia (eles = falando por mim mesmo até), mas ver um bom representante a frente de duas franquias desejadas por boa parte de todos nós por décadas como as de Star Trek e Star Wars, lá no fundo nos deixa com aquele gostinho bem especial de realização. É, pelo menos um de nós chegou lá, bem pertinho de tudo aquilo. Tudo bem também que na TV, além de excelentes trabalhos como Felicity (minha série teen do coração), Alias, os primórdios de Lost (desconsiderando pelo menos as duas últimas temporadas) e o seu nome ter figurado também no meio da produção da excelente Fringe (muito embora ele pouco ainda tivesse relacionado com a série), o J.J. Abrams também esteve envolvido em alguns projetos que provavelmente não o deixaram muito orgulhoso, mas como voltamos feliz do cinema com a sua sequência de “Star Trek”, resolvemos poupá-lo de certas vergonha por hoje, por isso não vamos nem mencioná-los… (tisc tisc, What About Brian, Six Degrees, Almost Human e porque não incluir Revolution nessa lista… tisc tisc)

E voltamos mesmo, com um sorriso bem largo, eu diria até que gigantesco, do tamanho que “Star Trek Into Darkness” fez por merecer, porque nós realmente ganhamos uma sequência admirável, além de animadora e praticamente megalomaníaca. Um filme que tem tudo para agradar a todos, inclusive aqueles que não se sentem familiarizados com o universo Trekie, porque a sequência realmente impressiona e anima com suas inúmeras e espetaculares cenas de ação e ritmo super acelerado, do tipo que te deixa grudado na tela sem precisar fazer muito esforço.

No passado, o que eu mais gostei do primeiro “Star Trek” dessa nova leva, foi a forma como o diretor resolveu encarar a produção, que aparentemente era bem menor do que a atual (apesar de também ter sido uma grande produção), utilizando recursos simples para nos entregar imagens finais impressionantes, como truques de câmera que bem poderiam ser considerados meio bobos e até o simples detalhe de refletir uma lanterna nas lentes da produção para causar aquele efeito de luz que cortam as cenas, algo já tão característicos da nova franquia e que funcionou como o toque especial do diretor para a sua sequência de filmes dentro desse universo. Detalhes que apareceram no DVD do primeiro longa e para os mais interessados (ou apenas curiosos), vale super a pena porque chega a ser quase como uma “workshop” de cinema.

Mas dessa vez, parece que essa simplicidade foi meio que deixada de lado (não posso afirmar porque nesse caso, ainda não vi o making of por motivos óbvios) para dar lugar a magnitude impressionante da grandeza do novo longa. Tudo parece gigantesco, estelar, do começo ao fim, desde aquele cenário em vermelho do começo do filme (que tem uma plástica sensacional, diga-se de passagem) de tirar o fôelgo, até as sequências no espaço ou na dobra, que ganhou um rastro sensacional e isso porque eu nem assisti a versão em 3D, que eu imagino que tenha deixado tudo ainda melhor (apesar de achar que esses lançamentos em 3D tem sido um grande truque dessa industria). Detalhe que por muita sorte, acabei assistindo ao longa poucos dias após a sua estreia por aqui, em uma sessão com apenas 6 pessoas, cada uma sentada em um canto da sala de cinema, ou seja, praticamente um sonho!

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Da tal sequência inicial no cenário vermelho até seus minutos finais, o novo Star Trek manteve um ritmo fora do comum e bastante importante para um filme de ação, começando com uma sequência eufórica em meio a um cenário deslumbrante, enquanto a gente ainda tentava assimilar o que eles estavam começando a nos contar dessa vez, até a sua sequência final, que apesar de menos eufórica e com ar de missão cumprida, típico de missões heroicas, não deixou de ser grandiosa nem por um minuto.

Já começamos a nova história com os personagens principais enfrentando um dilema moral, com Kirk burlando o protocolo para salvar a cabeça de orelhas pontudas do Spock de sua missão suicida no coração de um vulcão em erupção. Spock que naquele momento, de forma bem prática, já havia até aceitado a morte, para desespero de todos os seus colegas a bordo, incluindo a Uhura, com a qual ele mantinha uma relação desde então. É claro que como todo bom herói, o risco assumido do Kirk acabou valendo a pena e naquele momento encontramos pela primeira vez a Enterprise surgindo diretamente do fundo do mar. Mas é claro que tamanho esforço e descumprimento das regras não passariam facilmente pelo Spock, mesmo com ele sendo o motivador de toda aquela situação e a partir disso, ganhamos um dos plots centrais da nova trama, com a eterna briga entre Kirk e Spock, que basicamente sempre se dividiu entre o coração e a razão. Algo que acabou causando a perda da Enterprise por parte do Kirk, que foi retirado da sua posição justamente por conta de um relatório feito pelo próprio Spock, relatando em detalhes tudo o que realmente aconteceu durante a tal missão que só para deixar bem claro, foi o que salvou a sua pele de vulcaniano. E apesar do sentimento de perda ter durado bem pouco, é sempre difícil ver o capitão Kirk tendo que se despedir da sua amada Enterprise.

E esses personagens principais continuam sendo carregados muito bem pelos não tão novatos assim mas ainda novatos, Chris Pine e Zachary Quinto, a quem ambos os personagens parecem pertencer naturalmente nessa nova fase da franquia. Pine que trouxe uma personalidade mais jovem para o capitão Kirk, além do humor que a sua interpretação acabou trazendo também para o personagem e o Quinto interpretando um dos personagens mais icônicos da cultura pop a seu modo, trazendo muito da sua identidade para os limites do universo do próprio Spock e tê-lo em cena dividindo o espaço com o Leonard Nimoy é sempre muito especial e é claro que nessa sequência o ator que deu vida lindamente ao personagem no passado também não poderia faltar. (aliás, AMO essa conexão direta do Spock com ele mesmo no futuro)

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Vale dizer também que a química entre os dois é bem bacana e isso nós já percebemos desde o filme anterior. E o mesmo vale para os coadjuvantes que pouco apareceram no filme, mas que são todos excelentes, como o carrancudo Sulu (John Cho), o Bones (Karl Urban), que sempre acaba em alguma enrascada ao lado do melhor amigo Kirk, o Chekov (Anton Yelchin) e seu sotaque delicioso ou a relação de amor do Scotty (Simon Pegg) com a nave. Sem contar que é sempre uma delícia encontrar novamente com a Megan de Felicity (Amanda Foreman), amiga antiga do J.J. Abrams (que só pode ser muito fã dos Beatie Boys, não?) e que assim como no filme anterior, acabou fazendo uma pequena participação com integrante da tripulação a bordo da USS Enterprise.

Até que nos deparamos com o plot central maior de toda a questão levantada pelo longa, com a introdução do vilão da vez, Khan (que todos já suspeitavam, embora eles tenham tentado manter a sua identidade em segredo por muito tempo), vivido pelo sempre excelente Benedict Cumberbatch, que finalmente parece ter sido descoberto por Hollywood (agora só falta o Andrew Scott). Cumberbatch que chega com sua voz poderosa e postura de vilão invencível, dando o sangue nas sequências de luta (as mais simples visivelmente feitas por ele mesmo) e construindo ao longo do filme a história do seu vilão ambíguo.

Um personagem absolutamente dúbio, que apesar de ter sido nos mostrado como terrorista logo de cara e ter tirado a vida de alguém importante para o próprio Kirk (R.I.P Pike), tinha lá seus motivos para planejar tudo aquilo, mesmo com a gente não acreditando muito que essa seria a melhor forma de vencer qualquer batalha e ou vingar o seu povo (que é o que nós sempre pensamos em cenários semelhantes). Em campo, Khan além de tudo parecia ser um vilão genial, sempre a dois ou três passos a frente de seus adversários e nessa hora eu senti que a interpretação do Cumberbatch poderia até ter sido prejudicada por conta das semelhanças com o seu outro grande personagem conhecido da maioria em Sherlock, onde em determinados momentos, como naquela cena em que ele está na prisão a bordo da nave, fica impossível não associar aqueles closes no personagem em meio aos seus diálogos com o que ele faz com maestria na série inglesa. Uma semelhança boba, mas que no meu caso, como fã dos dois produtos, não conseguiu passar sem ser notada e que de qualquer forma, não acabou prejudicando o longa graças ao talento inegável do próprio Cumberbatch. (só eu procuro motivos para dizer “Cumberbatch” toda hora depois que eu digo pelo menos uma vez? rs)

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Apesar disso, é sempre muito bom ver um ator como o Bennedict Cumberbatch em ação e apesar do pouco volume dos seus diálogos no longa, é possível notar de longe o quanto ele é um ator absolutamente preparado para carregar um grande personagem com o vilão do filme. E essa batalha entre os dois lados da força, estando ambos em questionamento quase que o tempo todo, acaba se tornando o plot central do novo filme, nos deixando com uma leve impressão de quem realmente estaria falando a verdade naquele momento, mas preparando o terreno para nos surpreender com a ideia de que na verdade, ambos os lados tinham a sua culpa ou razão nessa guerra.

Outro ponto a se destacar na sequência foi a relação Uhura e Spock, que a princípio parecia ter tudo para não acabar muito bem, dependendo é claro que úncia e exclusivamente dos caminhos escolhidos para que a história do casal nos fosse apresentada daqui por diante, já que o interesse entre os dois já havia sido despertado durante o filme anterior. Em meio a uma excelente DR em pleno campo de batalha e em uma nave bem menor, sem ter para onde fugir, encontramos uma excelente dinâmica entre o improvável casal, intermediada é claro que pelo Capitão Kirk, que sempre vai ser a outra parte dessa relação conturbada. Nesse momento inclusive, ganhamos uma sensacional excursão pela mente do próprio Spock, que em uma cena simples e linda, conseguiu nos ilustrar exatamente como é que funciona a sua cabeça, por mais impossível que isso possa parecer na teoria, nos revelando que na verdade, na maioria do tempo ele tem sim sentimentos, só que consegue deixá-los na reserva por motivos que nem ele consegue explicar, mas que estão todos lá, prontos para serem vivenciados a qualquer momento.

Além da super produção de blockbuster astronômico, “Star Trek Into Darkness” além de ser uma produção linda de ser vista no cinema, com detalhes sensacionais por todos os lados, que vão desde o figurino (e quem prestou atenção pode perceber que foram vários) em campo dos integrantes da Enterprise, até os detalhes da gigantesca nave, o filme impressiona mesmo pela grandeza e volume de suas cenas de ação, que são muitas e nós praticamente não temos muito tempo para respirar entre ter que resolver esse ou aquele assunto. Para quem gosta do gênero, esse é um dos melhores filmes de ação dos últimos tempos, do tipo que pelo menos segue uma lógica (e pensando como o Spock, não poderia ser de outra forma, rs) para a sequência dos fatos e não entrega para a sua audiência apenas sequências aleatórias de tirar o fôlego de qualquer um que tenha exagerado no refrigerante XL e na pipoca com manteiga e muito sal.

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Apesar do material de divulgação do filme e até mesmo o seu título nos passar uma ideia de que estávamos prestes a encontrar um produto muito parecido com “The Dark Knight Rises” (antes de reclamar, lembrem-se do poster do personagem do Bennedict em meio ao caos que foi um dos primeiros a sair do novo longa e respire fundo…), o que encontramos no longa não foi um total clima de destruição como no filme que encerrou a excelente trilogia do homem morcego, apesar dele existir em um determinado momento, novamente trazendo aquela questão do terrorismo como o grande vilão da atualidade. Por isso é preciso dizer que a proposta de sequência do diretor foge bastante dessa semelhança que achamos que encontraríamos e o seu produto final acaba se assemelhando muito a um episódio da série clássica até, reservada as devidas proporções e considerando os brinquedinhos e injeções de capital que esses meninos ganharam para brincar dessa vez.

O drama maior do filme acaba ficando reservado para o final, com a inversão dos papeis de Kirk e Spock que encontramos naquele primeiro probleminha do começo do filme, elevando o personagem do Kirk ao posto do grande herói da vez, muito embora tenha sobrado até um corpo a corpo para o Spock nessa hora também, algo que foi capaz inclusive de fazer a sua franja balançar (sim, eu ri alto no cinema nessa hora), mas que acabou deixando o sobrevivente do planeta Vulcano um tanto quanto na posição de vulnerável da vez, onde em um momento raro ganhamos a chance de observar o personagem demonstrando seus verdadeiros sentimentos. Mas vamos combinar que aquela resolução final acabou não sendo tão impactante assim porque já era possível imaginar o que aconteceria naquela sequencia…

Com pouco mais de duas horas, o filme tem o tempo exato para nos entregar uma história deliciosa, um reencontro que não vamos nos cansar tão cedo com alguns dos nossos personagens mais queridos da vida, ainda mais com essa visão tão bacana do J.J. Adams, que a frente dessa franquia (e esperamos que ele repita o feito com o novo Star Wars) tem nos representado e muito bem, por isso esperamos encontrar mais dessa história em breve no cinema.

Live Long And Prosper \\//

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Star Trek Into Darkness, o trailer

Abril 18, 2013

Terceiro trailer de “Star Trek Into Darkness”, a sequência do J.J. Abrams que dessa vez vem bem mais completo e muito mais dramático do que os demais que já vimos aqui, aqui e aqui.

O filme chega na America antiga no dia 17 de maio, mas por aqui, novamente teremos que esperar praticamente por 1 mês até 14 de junho, que é quando ele finalmente chega aos nossos cinemas. (um mês antes e seria o tema perfeito para o meu B’Day. E sim, eu iria de Spock e não aceitaria a entrada de nenhum outro na festa, nem mesmo o Zachary Quinto. Mentira, eu deixaria o Zachary Quinto entrar sim – vem Zachynto – e também o Leonard Nimoy, para quem eu imediatamente dedicaria a festa fazendo o seu clássico gesto ao mesmo tempo em que escorreria uma single tear no meu rosto e de presente eu ganharia uma volta na Enterprise, claro. #SONHO)

 

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Coachella 2013 (Finde 1) – O festival que já foi alguém mais importante na fila da jukebox indie e ou entre os hipsters dos arredores de Indio

Abril 16, 2013

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Sim, parece que perdemos mesmo o Coachella e temos que nos conformar com mais essa triste perda em nossas vidas. Humpf! Se antes o melhor festival da America antiga era marcado pelo encontro de gente bacana, pouco interessada em aparecer e apenas dispostas a ouvir uma variedade de música boa em um mesmo lugar, hoje virou uma grande passarela de wannabe do desespero desesperador que a gente desconfia que nem se importe muito com o que estiver tocando, desde que tenha sido recomendado no Face por aquele amigo mais fundamento da turma.

Tem aqueles que querem ser vistos com o modelo emprestado da lojinha cool do momento, aquelas que juram que são as novas musas da preguiça (e apenas da preguiça elas bem conseguem ser fáci) e outros aparecem apenas atrás de pulseira colorida que dá direito a bebida de graça e alguns brindes na hora da saída. Triste. (se já é triste para gente normal, imagina para eles?) Vale de tudo para aparecer nessa hora e como quem vai no Coachella agora “ter que ser muito, mas muito hipster”, melancias penduradas no pescoço estão totalmente ultrapassadas (desde que os nossos pais usavam essa expressão, diga-se de passagem, rs) e a moda agora pede para se carregar girassóis gigantes e muito maiores do que qualquer tipo de vergonha na cara que se possa adquirir com o tempo.

Sempre resta a dúvida se no iPod dessa gente toda que agora tem aparecido com certa frequência no festival tem pelo menos 25% das bandas que tocam nele a cada edição. DU-VI-DO. Mas isso também pouco importa, porque só o fato de estarem naquele lugar ouvindo música boa, já deve contar como um grande bem para a humanidade, por isso estão semi perdoados. (mas mesmo assim vão ter que aturar o nosso olhar cruel de desaprovação)

E a edição do Coachella 2013 não foi diferente, pelo menos não nesse primeiro finde do festival (alguma esperança de que vá melhorar muito no segundo?) e como sempre, resolvemos comentar só o que a gente considera importante sobre o mesmo, que é sempre algo que fica naquela linha tênue entre o pavor, o horrorendo e o fundamento. Estão preparados? Então coloca o novo do Phoenix para tocar, manda a mãe aplicar qualquer coisa de renda na barra do short, separa aquela botinha larguinha (que eu adoraria conseguir usar se não fosse uma pessoa que precisa de firmeza nos pés. Sério, acho lindo, mas não consigo), deixa o cabelo meio sujinho, arranca umas flores artificiais do centro de mesa da sua avó e gruda nele agora para vir acompanhar com a gente tudo o que aconteceu nessa ex delícia de festival.

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Começamos já assumindo que esse ano estamos de muso novo e sueco para o primeiro finde do festival: Alexander Skarsgard (uma vez que o meu muso antigo não está mais dando as caras por lá desde a edição anterior. Sábio Speedman – ♥ )

Alexander divou nesses três primeiros dias do festival, com seus mais de três metros de altura sueca e aquele porte viking que todos nós cobiçamos um dia. (aqui no Guilt pelo menos, cobiçamos quase todos os dias)

Além de tudo ele foi de t-shirt “bairrista” fundamento, se colocou pencas com os amigos durante esses dias todos, encarou lindamente o fato da ex estar no mesmo lugar e com o seu atual noivo (o que é sempre uma barra, independente do seu próprio nível de magia) e como se tudo isso já não fosse o suficiente para nos deixar ainda mais apaixonados por ele, Alex não podia dar um passo naquele lugar que era imediatamente assediado por todas, algo que a gente não pode nem sentir ciúmes porque se estivéssemos por lá, certamente faríamos o mesmo. E o que ele fez?

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Foi queridíssimo com todas, tirou foto com todo mundo (basta procurar nos Tumblrs que eles estão cheios delas. A propósito, THNKS V.T, que me mandou esse link aqui via Twitter), revelando que o seu nível da magia à sedução é ainda maior do que a gente imaginava ser.

Sem contar que por esses dias, o Alexander Skarsgard andou dando umas declarações adoráveis a seu respeito, dizendo que ele é um cara sozinho, que em casa é só ele e ele mesmo (só mandar os endereço que sempre deixamos uma malinha de emergência pronta, rs) e bem que ele queria ter alguém para brigar e pedir para largar o telefone de vez em quando (sério, meu coração auto tricotou um sweater para ele mesmo nessa hora) e disse ainda que ele não é muito bom com mensagens de texto, que ele sempre tenta ser super objetivo e quase sempre acha que elas acabam ficando meio que grosseiras. E o Alex disse que tem esse hábito porque com mãos daquele tamanho todo, a gente pode bem imaginar a dificuldade que ele tem para digitar no seu telefone. É Alex, nós bem imaginamos o tamanho dessas mãos suecas. Höy!

Mas todos esses requisitos não foram o suficiente para que ele se tornasse o nosso verdadeiro muso da vez para o Coachella 2013 e o detalhe especial que lhe rendeu o título ficou por conta dessas duas próximas imagens que nós avisamos desde já que é melhor estar preparado, porque as cenas de foufurice podem ser fortes demais para os mais fracos. Por isso perguntamos: porque o Alexander Skarsgard é o nosso muso desse primeiro finde do Coachella 2013?

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Motivo 1 (♥)  Amigo que faz o inconveniente e levanta o outro amigo para ver tudo de perto em um show. #TEMCOMONAOAMAR? Não, mas não tem mesmo. ♥ (e a imagem acima me faz pensar que se não for para ter filhos originalmente suecos com descendência viking e ou propensão para se tornarem vampiros um dia talvez, podemos pelo menos nos tornar BFFs, porque talvez a gente até já se contente apenas com esse tipo de contato, hein? #BROSBEFOREHOES)

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Motivo 2 (♥)  Alguém com mais de 3 metros de altura, inconveniente mesmo sem querer, dando o sangue na pista. #TEMCOMONAOAMAR e sonhar em dividir um momento como esse com ele algum dia? Não, também não tem. (♥)

Então, por esses dois motivos especiais, o nosso boy magia mágica sueca preferido acabou levando o título de nosso Muso Magia Mágica do primeiro finde do Coachella 2013. HÖY!

#SOUTHSTOCKHOLMMUSE

Actress+Kate+Bosworth+director+fiance+Michael

E falando em ex, me desculpem, mas vou ter que trazer o elefante branco na sala a tona com a seguinte pergunta: comparado o atual com o ex nas imagens acima, não que a gente queira causar discórdia, porque está tudo lindo desse jeito também, tem como não achar que a Kate Bosworth estava sentindo calafrios de aversão no exato momento dessa tentativa de afofada por trás? #CREDINCRUZ (x3)

Porque todo mundo sabe que quando a afofada é bem vinda, a gente “exibe o Pão de Açúcar  como nosso maior cartão de visita, recomendando visitações, claro (rs). Mas aparentemente isso não foi exatamente o que parece que aconteceu nesse momento, não é mesmo? É, não parece.

Mas tudo bem Bosworth, o importante é que você já visitou bastante a Suécia, conhece bem seus monumentos históricos mais pitorescos e isso é o que importa (isso e o fato que você também estava maravileeeandra no festival). Fazer o que se você decidiu abandonar a bela magia e ficar com a fera, não é mesmo?

Só sei que na fila das vizinhas fofoqueiras nas janelas do meu bairro, todas diriam que você trocou a Suécia por Carapicuíba. Nada contra Carapicuíba e sim totalmente a favor da Suécia, que fique bem claro.

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Quem morre de preguiça ao encontrar os nomes “Vanessa” e “Hudgens” figurando em uma mesma frase, que atire a primeira tesoura de jardinagem que a gente hoje quer fazer uma criança do high school chorar sangue pisado.

Tem neo hippie mais irritante?

Vanessinha até que se esforça no fundamento boho chic que ela insiste em nos empurrar desde que saiu do high school, algo que pela nossas contas feitas no palitinho só que na versão cogumelo, já deve ter quase ou pelo menos 10 anos. E até agora ele parece que não aprendeu muita coisa e de boho chic, acaba sempre com cara de vendedora de bijuteria feita com casca de coco e semente de qualquer coisa.

Reparem na cara de total desaprovação da menia a direita de quem vê, tentando avisar no olhar o Sebastian Kydd (sério, AMO esse nome) que as coisas para ele estavam bem mais interessantes nos anos 80.

Vanessa+Hudgens+enjoys+Coachella+music+festival

E é sempre aquela mesma coisa de sempre, uma look cansado e um fundamento forçado que a gente até já viu que ela tem mesmo no dia a dia, mas em época de festival parece que ela incorpora alguma hippie que fez a passagem naquela época e volta com muito mais força. Preguiça…

Sem contar que esse shorts branco acabou imprimindo fralda old school de adulto fantasiado ridiculamente de criança.

Com isso, podemos dizer que Vanessa é aquele tipo de figurinha que a gente gostaria que nunca mais se repetisse no Coachella. Poderia ganhar um convite de “já deu e não precisa mais voltar” com direito aos três dias de festival hippie da feirinha de artesanato da Praia Grande em São Paulo. (substitua “Praia Grande” por qualquer praia popular da sua região. Não que a gente esteja ofensivo com nossas próprias regiões hoje, rs)

#NAOTABOMNAO

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Pernas tão longar quanto o total da altura de alguns, cabelos de diva de creme desembaraçante sem enxague, cara de quem não come carbo desde o verão de 2002. Chegou o bonde das tops!

Elas que parecem estar disputando a tapa o posto de musa do Coachella, querendo ser o que a Kate Moss sempre foi para o Glastonbury.

E o que nós temos para dizer para a Miranda Kerr, a Alessondra Ambrosio (e o shorts dela poderia servir como uma referência perfeita para o que a Vanessa Hudgens tentou fazer na imagem anterior e não conseguiu) e essa outra com 1,80 só de perna?

NUNCA SERÁS!

Queria só pegar o iPod de cada uma delas para dar uma conferida nos 10 últimos álbuns adicionados ou pelo menos nas cinco últimas músicas tocadas. Porque todo mundo sabe que fazer isso é como ler a vida de alguém nos búzios, não sabe? Experimentem…

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Agora, somos obrigados a reconhecer que a beleza da Alessandra Ambrosio só deve mesmo é atrair coisa linda para o seu lado, não é mesmo Chris Pine AnnaSophia Robb, também conhecida atualmente como a adorável little Carrie?

#TEMCOMONAOAMAR? (de barba, mais magro e com esse cabelo maior e menos arrumadinho, o Chris conseguiu ficar ainda melhor, não? Höy!)

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E a dúvida do momento é a seguinte: a gente avisa o Chuck o que ele a essa altura já deveria saber, que cardigã de lã ou qualquer coisa de lã, se usa com uma segunda pele por baixo, de preferência de malha ou algodão, ou deixa ele passar vergonha e talvez ficar conhecido como “Cecília”, hein? (porque o resultado de lã em contato diretamente com a pele do corpo sempre dá nisso = Cecília)

Apesar da gente apoiar o movimento dos não depilados, porque a não ser que você tenha acabado de fazer a barba e tenha aplicado espuma de barbear até a virilha,  sempre acaba pinicando todos os envolvidos (você, o coleguinha, as coleguinhas, rs), temos por obrigação dizer que #NAOTABOMNAO (já me basta o chulé do dia inteiro com esse sapato de couro no sol e andando pra lá e pra cá, neam? Chuck do Afofi completo)

Director+Eli+Roth+

E já que estamos falando no movimento dos não depilados, encontramos no Eli Roth um ótimo (talvez exagerado) exemplo da categoria.

Ele que de vez em quando aparece para dirigir os nossos sonhos de terror. Vai dizer que não?

Sei… Höy!

Emma+Roberts+cuddles+up+boyfriend+Evan+Peters+u1xuoAp8j0Hl

E #TEMCOMONAOAMAR a Emma Roberts e o Evan Peters?

Não, não tem. (♥)

E #TEMCOMONAOAMAR beijar ouvindo ao vivo qualquer uma das suas bandas preferidas? (parece até que a coisa toda ganha outro ritmo, não?)

Não, mas não tem mesmo. (♥)²

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E a sábia lição que a Hilary Duff nos deixou durante o Coachella 2013 foi a seguinte:

Na falta de um marido boy magia (que até estava presente, mas esqueceu de levar a magia para a vida, rs), leve um amigo para deixar as fotos do seu Instagram mais “curtíveis”

Está anotado Hilary e jamais esqueceremos esse sábio conselho, rs

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Quando uma imagem fala por si só e é só o que nós gostaríamos de dizer nesse momento além de um “quem é ela na fila da canga tie-dye na Praia Mole” é um único e sonoro “Höy”.

Apenas…

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Nossa, sentiram uma nuvem carregadíssima de mau gosto se aproximando de repente?

E só podia ser ela mesmo, Katya Pérrola (quando não é ela, quase sempre é a Rihanna ou a Smiley. Fato), que me chega recém solteira a um festival de música cheio de boys magia e ou feitiços rápidos bem possíveis apenas para distração, mas me escolheu ir de objeto ornamental de decoração totalmente e inteiramente kitsch. (e não de um jeito bacana, que também é possível como veremos na personagem a seguir)

E essa não foi a sua única escolha meio assim durante o Coachella 2013 não, porque Katya é uma artista de condição e comprou o bilhete único com direito a 3 idas e 3 voltas. VRÁAAA!

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Que caricatismo barato, não?

Impossível até decidir do que ter mais preguiça…

#NAOTABOMNAO Katya. Fuén.

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Mas como esse ano estamos generosos porque pelo menos até agora, não fomos pegos por nenhuma traição no festival (é, o Speedman não deu as caras mesmo. Ufa!) resolvemos criticar mas também ensinar as mais desavisadas como a Katya Pérrola e assim como também fizemos anteriormente com a Vanessa Hudgens, a como pelo menos tentar acertar da próxima vez.

Por isso vamos usar o look da Solange Knowles para ensinar a como usar lindamente um look com estampa figurativa (e porque não também kitsch) só que de forma totalmente leve e maravileeeandra, imprimindo como se o próprio sol em pessoa não tivesse resistido e tivesse descido para assistir o festival de perto.

Maravileeeandra, não?

Diz que a Beyoncé quando viu essa imagem da irmã, não pensou nem duas vezes, fez um coque na peruca e correu para o pomar caseiro que ela tem no alto do Empire State Building (que eu não sei se vocês sabem mas dali até depois do Brooklyn, passando pelo Queens e até ou outro lado do horizonte em Hamptons, é tudo dela e do Jay-Z) e foi pessoalmente colher frutas orgânicas diretamente do pé para oferecer como presente de reconhecimento da beleza e orgulho da prória sis. (que ela já mandou seus capangas sequestrar e trancar no calabouço porque está em turnê e não acha que existe espaço para duas Knowles no mundo ao mesmo tempo, rs)

E só eu imagino Solange e Beyoncé saindo no tapa em noite de reunião de família?

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Preciso dizer que devido aos recentes acontecimentos em Glee e por toda essa Season 4, a minha #CRUSH no Chord Overstreet só tem aumentado e nem fazendo o ridículo com dois óculos eu consigo achá-lo qualquer outra coisa a não ser adorkable. Simplesmente não consigo.

I ♥ Sam

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Uma pena que o Jason não tenha encontrado com o Eric, não?

Porque esses crossovers de magia sempre acabam colaborando para os nossos sonhos de logo mais. #HELLYEAH (mas tem que vir de menino da próxima vez, tá Jason? rs)

Höy!

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Acho tão honesto celebridade ruiva que não se controla na fila do joguinho valendo prêmio, como o Bryan Greenberg. Höy! (parece até a minha própria família na feira de publicidade na faculdade de uma das minhas quase irmãs. Sério, igualzinho, rs)

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Ô gente, mas alguém avisa o Leonardo DiCaprio que é só um festival de música e sem querer ele não parou em uma externa notura de The Walking Dead não,  por favor, que ele parece que não está bem.

Fico imaginando o teor de coco daquela água de coco que serviram para ele no bar.

E será que ele não tem nenhum amigo para fazer a escolta nessa hora? (até eu só saio de casa com pelo menos dois amigos troncudos de seguranç – as vezes meninos, as vezes meninas, rs – que não deixam ninguém me tocar a não ser que eu permita e ou facilite, rs)

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E falando em falta de amigos, está aí a Sophia Bush que não nos deixa mentir, servindo para provar que a nossa teoria de que Hollywood é uma terra de poucos amigos tem todo o fundamento desse mundo.

Ela que até hoje não arrumou pelo menos um colega para dizer que essa franja não ficou boa.

Eu colocaria a culpa no cancelamento da ótima Partners, porque se ela tivesse continuado lá, certamente que o Louis não teria deixado ela continuar insistindo nesse erro horrorendo.

#NAOTABOMNAO

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Isso Kellan Lutz, cobre a cara e deixa o resto assim mesmo porque facilita.

E depois da sua participação vergonhosa em 30 Rock, eu que já o achava um ator ruim para ser considerado medíocre, perdi completamente qualquer esperança que ainda poderia restar nesse caso perdido.

#CASECLOSED

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Gente, mas olha a cara de felicidade de uma necessitada recebendo um prato de comida em barra pela primeira vez em anos, não é mesmo?

Vai com calma Alessandra, que esse sorvete tem que durar pelo menos até o próximo finde, rs.  E eu não me lembro de ter visto a Alessondra tão feliz assim desde que ela perdeu aquelas 12 gramas a mais entre os dedos que a estavam incomodando.

Dá até vontade de comprar um cesta básica e mandar entregar na porta do desfile da Victoria’s Secret, não dá?

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Só não vamos mandar a cesta básica para completar essa alegria porque na hora do ditado… a Alê queimou a brasilidade e optou por um desenho livre + sorrisão, que era bem mais fácil garantir no carisma do que qualquer outra coisa, não é mesmo danada?

(Sorry Alessondra e todas as demais modelos, mas eu não resisti a piada)

ps: e meu pai (R.I.P) que trabalhou anos na Kibon e nem para isso ter me rendido um par de convites com direito a toca do Gugu de 3 pães de queijo com sucos Gummy no Coachella? Achei horrível, Kibão!

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Se disser que quem achar o palito premiado leva o Goreski para casa, nem que for apenas para brincar de Polly Pocket, eu vejo uma fila de encrenca se formando na porta da padaria e ou do mercadinho da vila em 5, 4, 3, 2, 1.

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E preparem-se porque agora, todas as portas do inferno só podem ter se aberto para a passagem do casal Robert Pattinson e aquela que sempre achamos meio assim, Kristen Stewart. (barulho de porta barulhenta de filme de terror)

Sério, tem casal mais insuportavelmente insuportável?

Tem, mas eles certamente também são um deles.

Mas não precisamos dizer mais nada, porque a imagem fala por si só e temos a confirmação chegando agora no nosso ponto eletrônico direto em contato com a direção do Coachella de que esse moço ao lado esquerdo de quem vê, não estava apenas tentando fazer o engraçadão ao sair na foto como casal e estava mesmo é tendo um princípio de crise vomito compulsivo ao se deparar com o casal de mãos dadas, crise essa que só terminou na segunda feira às 13h35 e cinco Eno Tabs sabor damasco verde depois.

#EW

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Para encerrar esse primeiro finde do Coachella 2013, nada melhor do que usar um casal realmente inspirador para nos deixar assim, apaixonados por eles mesmos, rs.

E quando eu disse sobre a linguagem corporal da Kate Bosworth no começo do post, eu estava querendo dizer exatamente esse tipo de reação, de corpos que se encaixam num puxão de camisa só. Höy!

Peter Pacey Love

Sério, tem como olhar para essas imagens do casal e não se inspirar e ou se apaixonar? (casal que diga-se de passagem, não é de hoje que estão juntos e continuam com a mesma cara de apaixonados de sempre. Awnnn!)

Não, não tem. (♥) E esperamos que eles sirvam de inspiração também para o Coachella, que precisa muito mais de um público desse tipo e bem menos de mais da metade do público desse post.

Veremos o que nos aguarda no próximo finde…

 

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Falta o que mesmo para declarar de uma vez por todas a morte do MTV Movie Awards?

Abril 15, 2013

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(R: alguém declarar o horário da morte, como já bem aprendemos em Greysa e coragem)

Mas nem a Rebel Wilson (que descobrimos recentemente que é ótima, mas que ao mesmo tempo não estava no seu melhor dia) conseguiu salvar o MTV Movie Awards 2013 daquela preguiça de sempre e do quase total fracasso. Mais um, porque vamos combinar que não é de hoje que a MTV parece que perdeu a mão em todas as suas premiações. Do começo ao fim, quase nada foi bacana e muitos momentos foram altamente constrangedores (o que foi aquela apresentação do elenco de “Pitch Perfect” completamente desafinada e dura em cena, hein? Ain’t no Glee!), a não ser a Aubrey Plaza subindo colocadíssima no palco fazendo a “Kanye” para cima do Will Ferrell, o “grande comediante” (suspeito que eles tenham levado em consideração a sua altura) homenageado da noite. Pena ela não ter sido mais insistente e ter nos poupado daquele discurso chatinho…

Fora isso, foi tudo mais ou menos como vem sendo todas as premiações do canal que um dia já foi bacana (algo que acabou antes do meio da década de 2000, eu acho), mas que parece que realmente perdeu de vez a fórmula. Poucos nomes que realmente importam na fila da manteiga extra na pipoca do cinema e muita gente desesperada e disposta a fazer de tudo para conseguir manter um público jovem de seguidores. Preguiça, mas é o que temos para esse fim de tarde, por isso vamos comentar mesmo assim, porque o filme até pode ser ruim, mas já que pagamos para assistir…

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Mas a preguiça maior mesmo durante a premiação esteve estampada na cara de quem compareceu por lá, como o Bradley Cooper por exemplo, que só pode ter perdido a aposta para a Jennifer Lawrence de que quem não levasse o Oscar para casa por “Silver Linings Playbook”, teria que comparecer a todas as demais premiações preguiças do universo. Sério, só isso justificaria a sua presença na premiação. (e olha que ele ainda levou um prêmio, hein? E tadinho, até tentou fazer um discurso fundamento, mas tenho certeza que desistiu no meio do caminho pensando: pra quem é que eu estou falando mesmo?)

De qualquer forma, encontrar com o Bradley Cooper e esses olhos azuis da cor dos cupcakes dos Simpsons versão Breaking Bad é sempre uma visão. Höy!

ps: e a MTV, uma canal fundamentalmente de música, perdendo a chance de usar o som do Alabama Shakes durante sua entrada no palco? Achei um desperdício…

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Falando em magia, alguém sabe dizer o que aconteceu com a do Brad Pitt?

Onde foi parar tudo aquilo gente? E o tempo levou mesmo? WOO!

Tenho uma teoria de que os atores aparacem nesse tipo de premiação apenas para repor a dose de “juventude” que eles tentam sugar a todo custo em noite de premiação jovem. Talvez o Brad Pitt tenha aparecido apenas para repor seus hormônios, por isso esperamos que na próxima premiação preguiça ou não, ele apareça mais “The Tree Of Life” e menos “The Curious Case of Benjamin Button”.

Sorry Brad, mas #NAOTABOMNAO (e a tentativa de piada dele durante esse momento foi extremamente constrangedora)

2013 MTV Movie Awards

Mas nem tudo esteve perdido durante o MTV Movie Awards 2013 e olha só quem também esteve por lá para a nossa sorte?

Hermione! Maravileeeandra de vestidinho recortado de ricah, muito provavelmente colocada de cerveja amanteigada, porque agora ela já tem idade para isso então tudo bem, linda e premiada, apenas.

Olha e chora Kristen Stewart, Amanda Seyfried…

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… e falando em Amonda Seyfried, eu gostaria de deixar registrado que essa sua cara de quem preferia estar em qualquer outro lugar no mundo durante a premiação de ontem é exatamente a mesma cara que eu faço quando a vejo em qualquer cinema do mundo, mesmo quando no formato de poster ou assombração. Sério, exatamente essa.

Aliás, honestamente? Nunca vi uma interpretação tão honesta de Amandita. Cheguei a ficar emocionado agora… (de nervoso, claro)

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OK, tenho que reconhecer que foi bem bacana ver o elenco do novo novo Star Trek entrando no palco naquele buraco que parecia ser parte do cenário do filme (o mesmo que vimos inclusive em um dos primeiros posters divulgados). Cool!

Os meninos estavam lindos, alinhados e no fundamento da magia à sedução, mas achei que a Zoe Saldana foi de look viúva derrotada do Bradley Cooper, só para provocar aquele climão. Mas tudo bem, perdoamos porque também já fomos trocados um dia. (nem que tenha sido na fila da entrada na escola, quando quem mesmo chegando primeiro, era empurrado para o final da fila por conta da altura e nunca podia entrar na sala de mãos dadas com a professora, rs #MAGOADECABOCLINHOERÊ)

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E achei uma ousadia o Zachary Quinto (que fez o Spock durante a premiação. Cool) aparecer com a réplica do terno que eu vou usar no meu casamento com _________________ (com quem aceitar, rs, que pode ser inclusive ele mesmo. Se cuida, Jonathan…)

Maravileeeandro

2013 MTV Movie Awards

Antes de começar a transmitir a premiação, a MTV Brasil ficou fazendo uma maratona sensacional de apresentações musicais que nós já vimos no MTV Movie Awards de outros tempos, onde vimos novamente o Yeah Yeah Yeahs naquela apresentação maravileeeandra e inesquecível de “Maps”, ou o Cee Lo e o seu Gnarls Barkley fazendo a épica apresentação de “Crazy” investindo lindamente no fundamento Star Wars. Sem contar o Black Keys tocando com o Dione Depp em uma das edições mais recentes da premiação. Höy!

Até que chegamos aos grandes shows da noite, que foram de uma preguiça ou falta de importância sem tamanho. Aliás, tinha um tamanho e ele era pequenininho, pequenininho. Mas nada foi mais constrangedor do que a apresentação da Selenita Gomes fazendo a indiana cigana naqueles dias, com uma voz sofrida e pequena, que eu consigo superar rapidinho no chuveiro em menos de três notas. Me dê um Re Sol Do maior, menor e mediano, maestro.

Sério, foi constrangedoramente sofrível.

2013 MTV Movie Awards

Tudo bem que era um Louis Vuitton e a gente sabe o quanto custa (cinco potes e 1/2 de moedas de ouro por trás do arco-íris), mas estava simplesinha a nossa adorável Chloe Moretz, não?

Achei que o make, o cabelo e ou os acessórios poderiam ser mais interessantes nesse caso, para deixar o look com mais vida. Algo mais dentro desse fundamento acima, que ela mesmo já se arriscou nesse excelente vídeo/curta de “Our Deal” do Best Coat. (que eu nunca canso de ouvir e fui apresentado pelo meu quase irmão, G., que também acha a Chloe linda, só tem 17 anos e também acha meio nojento esse interesse todos dos meninos tão cedo para cima dela, ele que ultimamente está vivendo o plot que diz que odeia que comentem sobre a sua vida e provavelmente vá odiar essa parte do post caso chegue a ler  – ♥ – PS: e antes que eu me esqueça, sim G., você tinha razão e a Rebel Wilson faz uma ponta em “Bridesmaids”)

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É inacreditável como mesmo de banho tomado, a Ke$ha continua com cara de quem dormiu em uma poça de lama, poeira e wisky, não?

E só eu não sabia que ela foi promovida a nova Bruxa do Leste e não do Oeste, porque apesar de estar rolando na sujeira desde que a conhecemos, ela ainda não conseguiu chegar no tom de verde encardido?

#NAOTABOMNAO

ps: e ela não perde a chance de usar um biquíni, uma hot pants ou uma transparência para nos traumatizar com a visão baixa da sua Ke$hereca, não é mesmo? EW!

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E a surpresa da noite no MTV Movie Awards 2013 ficou por conta da minha pessoal descoberta de que o ex da Miley tem um sotaque e como vocês bem sabem, perco praticamente todos os sentidos e ganho alguns novos quando ouço sotaques…

Sem contar que durante a premiação, ainda teve um close de barba cheia no Liam, que despertou novamente certo interesse. Confesso.

Tudo bem que no seu CV, sempre vai pesar a sua passagem pela Smiley, mas de qualquer forma, quem somos nós para fazer a tão seletiva assim em noite de pouca gente na buatchy escura e depois das 5h00, também conhecida como a hora do desespero na noite?

Höy!

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Eu gostaria que honestamente, sem procurar no IMDB ou qualquer coisa do tipo, alguém me dissesse um filme sensacional de comédia que o Will Ferrell tenha feito para merecer esse prêmio de “genialidade da comédia” na noite de ontem. Sério, alguém?

Eu só me lembro dele ter arruinado o “remake” de “A Feiticeira”, feito que ele realizou ao lado da Nicole Kidman já pós plásticas e de ter feito um personage chato para cacete em The Office. (e como torcemos para que ele não fosse o substituto do Michael, hein?)

Pra mim, a melhor piada desse momento continua sendo a de que até o Tyrion preferiu estar em qualquer outro lugar do que na própria série na noite de ontem e nesse caso achamos que ele pode ficar pelo menos uns 2 meses fazendo cameos em tudo quanto é premiação preguiça da TV, que quando ele voltar para GOT é capaz da série ainda estar exatamente no mesmo lugar. (vai me dizer que GOT não está assim? Seja sincero, leitor…)

Aubrey Plaza

Por isso, achamos que ele mereceu a Aubrey Plaza tentando fazer a “Kanye” durante o seu momento no MTV Movie Awards, ela que estava incontrolável e colocadíssima na platéia. E tem coisa mais honesta do que celebridade que perde a linha no open bar?

Não, não tem. We ♥ April

2013 MTV Movie Awards

2013 MTV Movie Awards

Ginger Alert. Ginger Alert! (começa a tocar um mashup de Bowie nos tempos de Ziggy, Cindy Lauper antiga e Florrancé e sua máquina)

Um dos melhores acontecimentos do MTV Movie Awards 2013 foi a variedade de tons de ruivos magia encontrados entre o Tom Hiddleston e o Eddie Redmayne.

Höy!² (Hiddleston que inclusive estava impossível da magia a sedução e toda hora aparecia na câmera. Pena o seu humor ser tão inglês para aquela platéia. Humpf!)

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Vamos brincar de “gay homossexual, inglês, europeu ou cafuçu desavisado” ou seria ofensivo demais?

OK, não queremos magoar/provocar a ira de ninguém, mas digamos que da esquerda para a direita, eu diria que o código para esse enigma seria 1, 4,1, quase 1, quase 4 e com alguns drinks 1. (nessa ordem)

E a cara de constrangimento do Zac Efron na hora que pediram para ajoelhar? Sei…

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Agora, temos que reconhecer que ninguém conseguiu entender melhor o espírito da premiação do que aquela personagem que não conseguia cantar e ou falar alto em “Pitch Perfect” (sorry, mas estou com 6 dúzia de pão de queijo no forno e não tenho tempo para procurar o nome de toda cretina que aparece na minha frente. Nada pessoal), que foi de chapéu com esse cigarro apagado gigantesco, que era exatamente o que a gente gostaria de ter feito na cara do MTV Movie Awards 2013. #TZZZZZ

Porque não tem como levar a sério qualquer premiação de cinema que tenha como muso o Channing Tatum (que eu não dou 10 anos para assumir a obesidade), não tenha limites para piadas sobre a Lena Dunham (uma tudo bem, mas toda hora?) e ou decida ignorar completamente tudo o que aconteceu recentemente com o casal Robert Pattinson e a Kristen Stewart. É, não tem. #TZZZZZ

 

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Star Trek Into Darkness, o TV spot

Fevereiro 4, 2013

Como não se arrepiar com as ameaças todas do Benedict Cumberbacth nesse novo TV spot de “Star Trek Into Darkness”?

Ansiosos?

 

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Star Trek Into Darkness, o poster (que assusta)

Dezembro 3, 2012

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A pergunta que não quer calar é: se você já não soubesse que esse é o primeiro poster do novo “Star Trek Into Darkness”, você não acharia que esse seria um poster lançado tardiamente de “The Dark Knight Rises”?

Tirando isso, o medo maior fica por conta dessa “capa” no Captain Kirk…

Mas já podemos respirar mais aliviados, porque o personagem em destaque no poster na verdade é o vilão interpretado pelo excelente ator Bennedict Cumberbatch (Sherlock). Ufa!

Será que esse nível de destruição todo ficou por conta do vilão ainda sem nome (talvez Khan?) de Cumberbatch? (dizem que ele será “um homem que será um tipo de máquina de destruição em massa”…)

Ansiosos? Veremos… (ainda mais agora que eu descobri que o filme será lançado 3 dias depois do meu own niver. Thnks J.J.!- mas espero que você não tenha estragado o meu presente seguindo uma linha muito #TDKR)

 

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Já disse que quando vamos ao mercado juntos é um sinal claro de que a coisa está ficando séria

Agosto 23, 2012

E parece que o namoro do Chris Pine com a Dominique Piek acaba de receber esse sinal hein?

Porque não é para qualquer um que nós vamos abrindo a realidade sobre nossos hábitos alimentares meio assim, neam? rs

E não tem nada mais chato nessa vida do que ter que fazer a saudável contida no carbo em começo de relacionamento, vai?

É voltar pra casa na base do desespero, procurando loucamente por aquela pizza amanhecida depois do walk of shame da noite anterior com o futuro Mr Husband.

E a dúvida que fica é: entrego o jogo logo de cara, mas volto para casa depois do final feliz sem sentir vertigens pela falta de comida e talvez fiquei mais uns anos solteira porém feliz  ou faço a controlada, não assusto ninguém logo de cara e talvez garanta até uma mentira para chamar de minha pelo tempo que eu conseguir resistir ficar sem passar no corredor dos doces e salgadinhos no mercado? (sempre fico nessa dúvida, rs)

#SABORDESOLEDAD

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Alguém me explica a como reagir a esse olhar?

Maio 17, 2012

Höy!

Quem tiver alguma ideia de como reagir a esse olhar, mande sua resposta para coraçãodepedra@fria&gélida.com.ky

E toda a magia que faltou, acabou sobrando nas festas pré e pós Oscar 2012

Fevereiro 28, 2012

No finde tivemos pencas de festas e outras premiações antes do aguardado Oscar 2012.

Tivemos o Spirit Awards, a festa da Elton e a da Vanity Fair. Ou seja, muito red carpet para cobrir.

Como já estamos meio que cansados de falar de modelões e ou de red carpets nesse momento, mesmo porque, tudo anda numa preguiça tão desanimadora, que decidimos fazer um post especial aqui no Guilt, reunindo somente toda a magia que passou por cada uma dessas festas e que em dia de premiação como essas, quase nunca são valorizadas porque os vestidos todos acabam chamando muito mais atenção do que qualquer tux bem cortado e em preto, desconsiderando quem o estiver vestindo.

E também, com um Oscar 2012 tão capenga e carente de feitiços (tirando o Dujardin, Höy!), todas a essa altura já estavam necessitadas de alguma magia, não é mesmo? Höy!

Chris Pine, o capitão Kirk que toda mãe pediu para Santa Cher como genro. Höy!

Bradley Cooper, aquele que perde convenientemente a memória durante a ressaca brava da noite anterior. Sei…Höy!

Matt Bomer, que não precisava nem falar nada, bastava ficar assim, com essa cara, congelado, no canto do quarto, com os braços abertos, para a gente aproveitar a sua presença e já usar como mobília, para pendurar as roupas e as fedoras todas, rs. Höy!

Boone agora diz que é vampiro com fama de mau, mas todo mundo se lembra do seu passado suspeito em uma certa ilha distante, guardada por uma rolha mágica, não?

Sem contar que ele continua fazendo muito bem a sua única cara, aquela com os olhos apertadinhos de sempre. Höy!

Zachary Quinto, embora esteja com o óculos errado, pequeno demais para o seu rosto, a gente perdoa, porque com esse combo de outfit escolhido pela mãe + cabelinho arrumadinho + memória afetiva de novo Spock, a gente aproveita logo para realizar a fantasia nerd. Höy!

Joseph Gordon Levitt é foufo, tem cara de primo carente e safadinho do interior de Connecticut e de quebra, já estabelece um período de pelo menso 500 dias para te conhecer melhor. Algo que funciona bem para quem estiver procurando um namorado sério e que goste de The Smiths (sonho de todas= uma namorado sério com o mesmo gosto musical= o seu próprio iPod Touch, rs). Höy!

Geraldo já foi melhor e todas sabem disso, acabou de sair da rehab por motivos do truque, mas talvez esteja bem carente e precisando de companhia. Vai que é a sua chance de ficar com o Leonidas antigo? Será que ele ainda guarda aquele figurino em casa? Höy!

ps: I love you till the end

Chris Evans é daquele tipo que deu uma piorada com o tempo, mas ainda assim, continua bem humorado, jurando que é herói do tipo agente duplo. E mesmo com o passar do tempo, continua se garantindo muito bem no shirtless. Höy!

E para finalizar, o nosso boy magia representante maior da magia sueca e das presas afiadas:

Ele, nórdico, alto, loiro sueco,  Alexander Skarsgard!

Que fazia tempo que não aparecia hein? Primeiro em azul, um pouco mais casual, só para ir entrando no clima e para já ir matando a saudade…Höy!

Depois em preto, para finalizar e mostrar toda a versatilidade do vampiro sueco xerife residente do sul americano. Höy!

Mas pensa que acabou?

Ainda não, porque o presente ainda não acaba por ai não, viu?

Temos a versão do Skarsgard em tux e fazendo cara de sei lá o que pensar numa hora dessas. Duvida?

PÁ! Porque quando a gente fala em magia, a gente joga sujo e vai a fundo no poder do feitiço. HÖY!

Estrelinha dourada para o Chris Pine

Fevereiro 13, 2012

Que fez uma combinação maravileeeandra nesse mix de estampas entre a gravata, o lenço e a camisa. Eike orgulho! Höy!

Maravileeeandro


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