Posts Tagged ‘Christian Bale’

3 coisas que a gente gostaria de dizer para o Christian Bale nesse exato momento

Dezembro 12, 2013

bradley-cooper-christian-bale-

1 – Nunca se desfaça dessa barba ruiva. NUNCA!

ps: se possível, mantenha a cara de magia perturbada para sempre também. 

baley cooper

2 – Nunca jamais nos olhe da mesma forma que você estava olhando o Bradley Cooper no momento da imagem acima, a não ser que esteja totalmente preparado para aguentar as consequências desse ato impensado que pode te tirar de Gotham (ou levar alguém para morar na Batcaverna  com você, Alfred e o Robin) em 3, 2, 1. Höy!

3 – Se quiser fazer a voz de Batmão também, será bem vindo. HÖY!

 

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Portman + Fassbender = Höy!

Outubro 11, 2012

Não estou me aguentando com esse elenco do novo projeto ainda sem título do Terrence Malick.

Primeiro foi a Rooney Mara nos fazendo inveja com o Ryan Gosling e agora a Natalie Portman, acompanhada do Michael Fassbender (representante da magia mágica ruiva, de quem a gente já estava com saudades). Assim a gente não aguenta. Höy! (a ainda tem o Christina Bale no elenco)

Agora me fala, com toda essa magia em cena, para onde devemos olhar?

#VISAOPERIFERICAMODEON

 

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The Dark Knight Rises – O dia em que nos tornamos muito mais exigentes a respeito de qualquer próximo filme do gênero

Agosto 3, 2012

O dia em que o Christopher Nolan destruiu todo e qualquer filme de super-herói que já existiu e nos tornou um público muito mais exigente dentro desse universo.

2h45 minutos de filme que se passaram sem o menor sofrimento. Pior, 2h45 minutos de um filme que a gente suportava assistir o dobro, na sequência, sem reclamar.

Saí do cinema cambaleando das pernas (provavelmente pq elas estavam dormentes por sua longa duração, rs), com a cabeça cheia de ideias sobre tudo o que eu queria dizer por aqui sobre o melhor filme do gênero que eu já havia visto na minha vida. Não, eu não sou um dos mais entusiasmados a respeito do Batman enquanto herói dos quadrinhos, embora reconheça que os seus filmes são sempre bem bacanas (até quando não são). Mas mesmo com essa vontade imensa de comentar, de falar a respeito de tudo que eu tinha acabado de assistir, fiquei lá, sentado na minha poltrona até os créditos finais, sendo a última pessoa a sair da sala. Talvez por ainda estar em estado de êxtase de como aquela história encontrou brilhantemente o final perfeito para o seu encerramento, ou talvez porque naquele momento, essa era a forma que eu tinha de agradecer a quem trabalhou naquela produção primorosa do começo ao fim. (sim, eu sou desses que muitos acham ridículos, podem me julgar que hoje eu nem ligo…)

Mas cá estou eu, ainda incrédulo sobre tudo o que eu acabei de ver na última segunda (já fui do tipo que tinha que ver tudo ainda na pré-estréia, que é sempre muito cheia, meio tumultuada e por isso, hoje já não tenho mais tanta pressa assim), meio eufórico tentando lembrar de tudo que eu achei importante nessa obra e me encontrando assim, quase que sem palavras para começar esse post.

Por isso resolvi começar agradecendo ao próprio Christopher Nolan pelo final dessa trilogia, que realmente com o tempo só melhorou, mas que agora chegava ao momento do seu aguardado encerramento, em um dos finais mais sensacionais de todos os tempos. Corajoso (talvez esse seja o maior adjetivo de TDKR), sombrio, difícil, emocionante, tudo ao mesmo tempo e no mesmo combo. Que trabalho sensacional conseguiu realizar esse diretor a frente desses três grandes filmes, sendo esse terceiro muito maior do que o que ele já havia feito antes também muito bem. “The Dark Knight Rises” não é só mais um grande filme, ele é imenso! Clap Clap Clap! (de pé, por favor)

Um filme corajoso o suficiente para enterrar o grande herói de Gotham City. Em uma discussão calorosa entre amigos no passado, cheguei a comentar que esse seria o caminho perfeito para encerrar essa história, do qual eu suspeitava que fosse a intenção do diretor, mas é óbvio que fui desacreditado logo de cara por fãs mais animados, do tipo que se enfiam de cara no meio dos quadrinhos mas que não conseguem enxergar além do que está escrito naquelas páginas de uma história já tão conhecida por todos nós. Diziam eles “Imagina, o Batman não pode morrer! Até parece…Nunca, jamais!”. Fazer o que se nem todo mundo consegue entender o que não é literal?(suck it!) E foi delicioso poder dizer que “Confirmou” de boca cheia, que a minha intuição estava certa a respeito do destino do Cavaleiro das Trevas.

Apesar disso, em nada essa intuição conseguiu prejudicar as surpresas escondidas em “The Dark Knight Rises” (não, eu não leio spoilers e os evito ao máximo), que quando não estavam na história absurdamente muito bem contada, estavam nas imagens sensacionais que o diretor nos emprestou do seu olhar para a forma como ele gostaria de enterrar essa história de uma vez por todas (para ele). A beleza do longa é inegável e vai além dos efeitos ultra modernos de filmes do gênero que temos visto por aí nos últimos anos e o que diferencia o Batman (a trilogia) dos demais heróis sem a menor dúvida é exatamente esse estilo que vem junto com o homem ao seu comando dessa vez, com a identidade do próprio Christopher Nolan, que ele empresta com gentileza para o universo do personagem e que é muito mais do que bem vinda.

Um diretor alinhadíssimo como parece ser Nolan, só poderia nos entregar um presente para os olhos como TDKR. Tudo parece perfeito (mesmo quando não tão perfeito assim, como a bomba sendo carregada pela cidade, por exemplo…) e até nas cenas grandiosas de destruição é possível encontar alguma beleza escondida em meio ao caos. Depois de “Inception”, tinha certeza de que algo por aí viria dessa vez e não deu outra. Planos do alto da cidade capazes de deixar qualquer um com vertigens, paisagens lindissimas de uma Gotham City passando por diferentes estações do ano, mas tudo com um ar “sombrio” que combina perfeitamente com o mood do herói da vez.

Mas não esqueçamos que esse é um filme de menino, feito por um menino e é claro que em algum momento isso teria que ficar mais do que evidente. E isso acontece quando ganhamos a reunião dos brinquedinhos do homem morcego, com seu batmóvel com cara de tanque de guerra voltando para a cena, ou sua moto pesadíssima, com rodas largas e habilidades que até o maior dos morcegos duvida. E para coroar a reunião desses brinquedinhos de meninos, temos a novidade que vem direto dos céus, o “The Bat”, que é a nave de batalha que Bruce Wayne ganhou de presente de despedida da sua parte herói. Tão pesado quanto a soma dos outros dois veículos que conhecemos dessa nova fase do personagem, mas sua presença é justificada porque além de ser sempre um plot certo nas rodinhas dos meninos quando o assunto é o Batman, eles que são os mais entusiasmados nesse departamento (eu sou sempre exceção), o “The Bat” ainda acabou sendo parte fundamental para a resolução dessa história e por isso até mesmo essa “grosseria” em meio a todo aquele alinhamento da direção do Nolan, a gente acaba perdoando.

E agora chegou a hora de falar dele: Bruce Wayne, também conhecido como Batman e vivido lindamente nessa trilogia pelo ator Christian Bale. Primeiro que eu achei ótima a trajetória do personagem durante o longa, que foi do bilionário depressivo depois dos acontecimentos em “The Dark Knight” (detalhe que eu achei mais do que importante e que me pareceu ter a intenção de ser mais “respeitoso” do que qualquer outra coisa, o que eu achei bem sensível por parte deles) trancado em sua mansão sem ter a menor vontade de manter contato com o mundo exterior por um bom tempo, até o seu despertar, que acaba acontecendo após o seu primeiro encontro com a talentosa e criminosa Selina (sim, ela não é chamada por seu nickname no longa), para a alegria do seu fiel amigo Alfred (Michael Caine), que não aguentava mais ver o amigo naquela situação. Alfred que ao lado de Bruce sempre manteve uma relação de pai e filho que ambos nutriram por tanto tempo, mas que acabou sendo quebrada pelo fato do empregado achar que Wayne já havia cumprido o seu papel em Gotham e que agora estava na hora dele se focar nele mesmo e para isso, quase que em um ato de desespero, descrente de que Bruce sobreviveria por muito tempo dentro daquele uniforme novamente, acabou usando a sua cartada final para tentar convencê-lo a desistir do seu ato heroico, o que talvez ele tenha feito cedo demais.

Perdendo Alfred, Bruce teve que se preocupar pela primeira vez em sua vida a atender a porta de casa, ou sair e lembrar de levar a chave de casa, coisa que antes não fazia parte da sua realidade burguesa. E logo no momento em que ele estava pronto para recomeçar, perdia aquele que sempre esteve por perto e talvez fosse o único a sua volta que ainda torcesse para o seu final feliz como um homem comum e realizado em todas as áreas. O mundo precisa de um herói, sempre vai precisar, mas será que um homem comum, sem poderes extraordinários e apenas um cofre cheio de dinheiro está preparado para ser o Batman para sempre? Chega a ser poético pensar que sim, mas talvez a ideia aqui seja a de nos colocar com os pés mais no chão, no lugar de um homem comum como eu ou vc.

Nesse meio tempo, Wayne acaba encantado e divido por duas garotas, claro. Uma delas tem traços visíveis de mocinha na trama,  Miranda, que divide uma história muito parecida com a do personagem principal e é interpretada contidamente pela atriz Marion Cottilard. Uma personagem meio “distante”, até mesmo de uma primeira impressão de menor importância e que ao longo do filme não diz muito a que veio, a não ser quando solicitada. A outra é a bandida, aquela que não segue regras e não pretende se apegar a nada, nem a ninguém. Quer dizer, não sem antes se apaixonar perdidamente por alguém ou resolver suas questões com a justiça, que segundo sua vida de ladra profissional, não devem ser poucas. Essa é a Selina (Catwoman) da Anne Hathaway, que no longa ironicamente não chega nem a receber o nome pelo qual ela se tornou mais conhecida. Uma personagem que quase rouba a cena nessa disputa de tantos grandes nomes. Uma mulher que vai da fragilidade feminina a uma loucura totalmente descontrolada em questão de segundos, que não transmite a menor confiança na sua fala doce, mas que certamente lhe faria perder as calças num piscar de olhos. Ou melhor, com um único miado. (meow!)

Uma personagem que estava merecendo essa volta por cima depois do fiasco da outra Catwoman, daquela que nós sabemos bem quem (não gosto nem de lembrar…) e ninguém melhor do que a própria Anne em parceria com Nolan para trazer de volta uma dignidade que havia se perdido em um passado recente. Ela que já disso que até encararia um spin-off para a sua personagem, mas só se ele a dirigisse novamente, o que não parece ser de seu interesse, pelo menos por enquanto. E essa é a sensação maior de TDKR, que parece mesmo ser uma grande despedida do diretor para todo esse universo, embora ele bem que tenha deixado no ar algumas possibilidades para reviver essa história e quem sabe assim matar a saudade quando ela apertar.

E o que o Batman fez de errado nessa primeira parte do filme foi exatamente depositar a sua confiança naquela mulher que o fascinava, mais que ao mesmo tempo ele pouco conhecia ou sabia das suas reais intenções. Tudo bem que nessa hora ele foi bem inocente, porque todo mundo sabe que não devemos confiar em uma mulher que já trabalhou para o diabo. Mas tudo bem, talvez o nosso herói seja mesmo um homem ocupado, sem tempo para o entretenimento (sorry, não resisti a piada). E foi assim que o herói ganhou a sua segunda queda no filme (segunda porque ele já começa no chão), sendo entregue de bandeja por sua “parceira” como presente para o seu grande inimigo da vez que enquanto tudo isso acontecia, já aterrorizava a cidade de Gotham. Bane.

Grande inimigo nada, gigantesco! É quase inacreditável o que conseguiram fazer com o Tom Hardy em TDKR, onde o cara esta quase irreconhecível. E depois de um vilão como o inesquecível The Joker do Heath Ledger (de quem a gente vai sentir saudade para sempre e talvez nunca seja possível esquecer o que ele conseguiu fazer com aquele personagem), seria impossível que a gente aceitasse qualquer coisa dessa vez e tinha que ser um novo vilão pelo menos a altura do anterior. Tudo bem que já conhecendo o trabalho do ator eu até desconfiava que viria coisa boa pela frente também nesse sentido, mas não consegui imaginar o quão bom isso acabaria sendo na prática. Bane é um vilão atípico, apesar do seu grande nível de maldade comum a quase todo vilão. Sai o maluco vestido de palhaço, aquele que escolheu o caos para viver e chega o momento da entrada do gigante mascarado, aquele que cresceu na escuridão da prisão e se tornou um idealista do tipo bem fácil de ser encontrado no mundo real de todos nós, ultrapassando as barreiras dos limites das páginas dos quadrinhos.

Sua proposta era a de causar uma revolução em Gotham e escondido na sua intenção de levar a igualdade e o seu próprio senso de justiça para os 99% da população, estava a sua intenção de aterrorizar o mundo de forma cruel e sem vergonha, exibindo corpos enforcados na TV, declarando sentenças de mortes ou o exílio para quem não se adequasse ao seu novo sistema, o que no seu mandato, era tudo praticamente a mesma coisa. E mesmo sendo um tanto quanto prejudicado por sua máscara, Tom Hardy esteve tão sensacional quanto o vilão anterior, mas isso muito mais pelo seu plano genialmente arquitetado para colocar sua revolução em prática, do que por qualquer outra coisa, isso é verdade. Uma plano perfeito e pronto para destruir aquela cidade, colocando toda a polícia presa no esgoto e impossibilitada de agir, se apoderando dos brinquedos do próprio Batman para colocar o seu plano em andamento e ainda convocando um exército de injustiçados no meio das pessoas comuns e entre os presos durante o mandado de Harvey Dent, que ele libertou da cadeia para se juntarem ao seu exército, que embora menor, era totalmente sem escrúpulos e disposto a tudo em nome de uma ideologia. Qualquer semelhança com a vida real nesse caso não deve ser mera coincidência.

Bane é o vilão possível, que saiu dos quadrinhos e chegou ao mundo real, que todos nós já vimos um dia e de forma bem semelhante, seja de perto ou de longe e morremos de medo de pensar que ele não é o único dentro dessa ou daquela ideologia disposto a tudo. Suas habilidades dependem do seu físico, seus planos dependem única e exclusivamente da sua inteligência, que foi capaz de deixar até mesmo um homem como Bruce Wayne a beira da falência, tudo com um golpe muito bem planejado e escondido em diversos outros interesses.

E era visível a diferença dele ao lado do Batman, que ficou pequeno naquela disputa de homem a homem, sem armas, gadgets ou qualquer coisa do tipo, onde observamos o herói apanhando como nunca e já não estando lá essas coisas depois de inúmeras lesões que acumulou ao longo de todo esse tempo. Por isso não foi difícil para o vilão superá-lo e bastou um primeiro encontro entre eles para que Bane praticamente quebrasse o herói ao meio, literalmente, jogando o que restou dele na pior prisão do mundo, que além de tudo, guardava uma certa semelhança com o seu trauma antigo e de onde ele ainda teria que penar para conseguir sair, enquanto assistia as barbaridades que o seu adversário da vez estava disposto a colocar em prática usando aquilo que um dia já foi seu recurso.

Nessa hora, quando vimos a queda de um dos mitos da nossa geração, foi importante ver que aquele era uma homem real, que apesar da pose e status de herói, não passava de um endinheirado cheio de gadgets de última geração e muito dinheiro no seu cofre. Mas a segurança de todo mundo está além disso e uma hora seria provável que o Batman acabasse enfrentando um inimigo mais forte do que ele, que pensasse adiante, um cara que frequentou a mesma escola que ele no passado (ligando muito bem as histórias entre os três filmes nessa hora, diga-se de passagem) e que com os aliados certos, conseguiu declarar a sentença de morte do cavaleiro das trevas sem precisar fazer muito esforço.

E foi muito bacana poder ver a Selina Kyle visivelmente arrependida assim que entregou a cabeça do Batman para o Bane, ainda sem saber que ele e o Bruce Wayne por quem ela já havia tido uma queda, eram a mesma pessoa. E foi mais bacana ainda ver o herói totalmente sem forças, precisando de tempo para se recuperar, como uma pessoa “comum”, longe dos seus recursos, sem o Alfred para cuidar dos seus ferimentos e de tudo ao seu redor, preso a uma prisão em formato de poço que rezava a lenda que apenas uma pessoa teria sido capaz de sair em toda a sua história. Naquele momento, Bruce Wayne voltou a ser um homem comum, que precisava encontrar o herói dentro dele de verdade, algo que ele havia perdido com o tempo e isso usando apenas a sua própria força, enquanto observava de longe sua cidade sendo derrubada pelo terrorismo e com o uso dos seus próprios brinquedinhos.

Naquele momento, tivemos a reconstrução de um herói realizada com maestria, onde foi preciso esquecer tudo o que aprendemos sobre um herói nunca ter medo de nada e ser um homem destemido por exemplo, que era exatamente o contrário do que ele precisava sentir naquele momento para que o fizesse ser capaz de sair daquele buraco infernal, onde era tratado com o mínimo, mas pelas pessoas certas, para a sua sorte. Ainda vivendo o seu pior pesadelo, Wayne acabou tomando conhecimento da história do Bane, conhecendo um pouco do que ele acreditava ser a sua mitologia, onde ele chegou a conclusão de que o seu adversário seria o tal único que foi capaz de sair daquele lugar como rezava a lenda, além de encontrar o que ele achou ser verdade sobre as origens do vilão, vindo diretamente de alguém que já lhe foi bem próximo lá no começo de tudo.

Amarrações perfeitas que completam essa história e que só fizeram deixá-la ainda mais interessante e muito bem explicada (sem ser muito didática e chata, sabe?), fazendo aquela conexão entre os outros dois pontos dessa nova trilogia. Nessa hora, vale até a pena reviver um pouco dessa história, que pode ser algo importante para colaborar com a nossa memória que costuma ser fraca nessas horas. Mas nada que precise de um estudo profundo sobre os dois filmes anteriores que a essa altura, nós que somos fãs do gênero já assistimos inúmeras vezes. (só o “The Dark Knight” eu devo ter assistido pelo menos umas 6 vezes. Sério.)

Entre as diversas figuras conhecidas desse universo, tivemos o comissário Gordon (Gary Oldman) completamente magoado por ter sustentado uma mentira que colaborou para a criação do mito Harvey Dent, que todos nós sabemos que de herói não teve nada no final das contas, mas que acabou ganhando fama por isso pura e simplesmente pelo fato do mundo sempre precisar de um herói para carregar essa honra. Fato que no decorrer do filme foi muito bem usado pelo Bane contra o próprio personagem, derrubando outro mito a quem aquela cidade acreditava e respeitava até então. Brilhante a forma como os mitos foram todos destruídos nesse filme. Simplesmente brilhante!

Ainda no lado da polícia, ganhamos o reforço de Blake, um jovem policial vivido pelo ator Joseph Gordom-Lewitt e que para a nossa surpresa, tinha algo mais a nos revelar perto do final do longa (juro que eu cheguei a desconfiar, embora a história contada dessa vez tenha sido meio que “outra”). Ele que era o policial que não seguia a lógica (e não as regras, como estamos acostumados a ver por ai) e que além de tudo dividia um passado bastante parecido com o do Bruce Wayne e até mesmo o do Batman, o qual ele só ainda não havia se tornando apenas por falta de recursos, porque motivação não lhe faltava. E o detalhe mais importante é que ele conhecia o Batmam e sabia da sua real identidade. Algo que pode ter passado despercebido durante o filme e talvez tenha sido pouco detalhado sobre “como e porque”, mas que já nos entregava pistas da sua verdadeira identidade, revelada próximo ao final.

Mas é claro que um verdadeiro herói não se veria rendido por muito tempo e foi sensacional a forma nada fácil como Bruce conseguiu sair daquela prisão, embora seja quase inexplicável a sequência dos seus atos, com ele aparecendo inteirão logo em seguida de todo aquele trauma, propondo um acordo com a Selina em pessoa e tudo mais. Mas tudo bem, também perdoamos esse detalhe que não é quase nada se comparada a grandiosidade desse filme. E lembrando dessa sequência, é impossível esquecer daquela trilha sonora marcante, não só nesse momento em que o herói ressurge, mas em todo o filme, onde de tão presente, ela é praticamente mais um personagem e do tipo essencial para completar a história. (vale a pena procurar depois porque ela é realmente bem especial)

E convocando todos os homens de bem que ainda restavam em Gotham City, buscando aliados na polícia, que tanto já o havia perseguido,  lá estava o nosso herói de volta, pronto para encarar o seu grande inimigo. Mas dessa vez precisando mais do que nunca de reforços contra aquele plano grandioso de destruição em massa. Nesse momento, chega a ser quase que inacreditável a forma como eles conseguiram encontrar resoluções boas o suficiente para encerrar todos aqueles plots em aberto, faltando pouco mais de 10 minutos para o seu final e chegava a hora do tudo ou nada, onde o próprio Batman chegou a anunciar que era tempo de guerra em Gotham.

Nesse curto prazo de tempo e ao lado de seus aliados, Batman conseguiu salvar inocentes por todos os lados da cidade, graça ao seu “The Bat” que nessa hora, como eles mesmo meio que disseram ironicamente, “tamanho virou documento”, rs. Ainda em meio a essa batalha final, sobrou tempo para que o Batman se revelasse para o comissário Gordon, que naquela hora reconheceu o homem que salvou a vida do seu filho e que por tanto tempo foi o seu parceiro na luta contra os piores vilões que Gotham já conheceu. E seria praticamente impossível não ficar emocionado com a polícia da cidade em peso saindo as ruas para ajudar a enfrentar o inimigo, enquanto avistavam o símbolo máximo de seu herói queimando no alto daquela ponte. Um detalhe tão forte, que é de fazer chorar de tão lindo!

Aliás, um sentimento que não é muito comum em filmes do gênero é exatamente essa emoção capaz de fazer com que a gente seja conduzido as lágrimas e isso TDKR consegue em diversos momentos, desde o seu começo e até o final. Impossível não ficar tomado com a tristeza instaurada nesse clima de despedida, que pode se manifestar em um momento simples, como a quebra da relação Bruce e Alfred lá no começo, ou quando vimos pessoas inconformadas com o terrorismo, lutando contra o medo de serem feitos de reféns por toda uma vida. Mas eu ainda credito essa emoção maior do filme a toda a sua grandiosidade que chega a ser imensurável, além de assustadora em diversos outros momentos, onde parece que estamos sendo engolidos por aquilo tudo. Uma emoção quase que de “sonho realizado”, como se a gente estivesse vivenciando o que sempre sonhamos ver de um herói de verdade. Eu sei que tudo isso pode parecer até meio cafona, mas eu me rendi e chorei em diversos momentos, que eu confesso sem vergonha nenhuma. (e vi vários marmanjos saindo com os olhos vermelhos do cinema e desviando os olhares,  hein?)

Caminhando para a conclusão épica dessa trilogia, tivemos o homem morcego travando novamente uma batalha corporal com o seu inimigo, finalmente conseguindo alguma vantagem em relação a força e a grandiosidade do seu adversário, encontrando dessa vez o ponto fraco capaz de colocar aquele gigante para dormir com maior facilidade (porque seria pouco crível que do nada, ele conseguisse ter ficado mais forte do que o Bane, mesmo tendo se passado mais de 80 dias preso). E assim ele conseguiu vencê-lo, mas não sem antes ganharmos uma última revelação, que nos trouxe a verdadeira identidade do vilão, além de uma grande surpresa que eu acho importante que seja mantida em segredo, para quem ainda não assistiu ao filme e por isso eu não vou comentar aqui.

E em nome do bem de Gotham, como ato heróico final, após ter derrotado Bane contando com uma importante ajuda nessa hora e ter conseguido salvar a cidade de sua total destruição (porque a parcial bem que aconteceu), Batman acabou entregando a sua própria vida, encerrando da melhor forma possível a sua história de amor por aquela cidade, que ele lutou por tantas vezes para manter em pé, mas que naquele momento chegava a hora de passar seu legado adiante e para isso ele sabiamente já havia despertado um certo interesse em alguém capaz de seguir com o seu trabalho adiante. (alguém que a gente também adoraria ver em um filme todo seu, inclusive com ele mesmo vivendo o personagem…)

Uma morte poética, sem o funeral que se espera para a morte de um mito, o herói que conseguiu manter a sua identidade até o fim, identidade que vai além do seu rosto ser divulgado para o mundo e está em cada detalhe do seu legado. Claro que tudo isso foi um escape que caiu como a alternativa perfeita para que Bruce Wayne tivesse alguma chance de viver a sua vida como um homem comum, realizando não só o seu, mas também o sonho do Alfred ao concretizar o desejo da projeção do seu amigo de longa data para o seu próprio futuro. E junto as flores vermelhas na lápide de Bruce Wayne, nos foi entregue o final mais corajoso possível para essa que foi um trilogia das melhores que conhecemos até hoje. E tem final mais corajoso?

Sinceramente, a cada cena que se passava de TDKR, eu conseguia enxergar um caminho que eu gostaria de ter visto para aquela história, sem tirar e nem colocar nada, sendo entregue exatamente da forma como a gente lá no fundo, mesmo que em nosso inconsciente,  torcia para que fosse feito daquele jeito. Cheguei a ficar com falta de ar, me sentindo quase engolido por aquela história tão bacana, trazendo o herói que nós conhecemos de tanto tempo das HQs que lemos ainda quando crianças, para o um lado muito mais real, que convenhamos, combina muito mais para um homem que não é dotado de super poderes. Ao mesmo tempo, essa desconstrução do personagem foi feita de forma tão extraordinária e porque não dizer espetacular (agora sim usando a palavra com propriedade e coerência, diferente de um certo contemporâneo seu…), fazendo com que o herói tivesse que buscar o seu lado humano, encontrando no seu medo mais profundo a grandeza da sua coragem, que foi o que o fez ressurgir mais forte do que nunca para continuar a sua batalha e encerrar essa história desse jeito, sem que a gente quisesse sair da sala do cinema quando o filme chegou ao seu fim.

Preciso ser sincero e reconhecer que desde sempre eu mantive uma relação meio assim com o Batman (o personagem, pq sempre AMEI os filmes e o seu universo) justamente por achar muito fácil essa saída recorrente dentro do seu universo, escondida em fontes inesgotáveis de dinheiro e muita condição. Sempre achei muito fácil mesmo a forma com que Bruce Wayne conseguia se safar de tudo tendo como base a sua grande fortuna e/ou influência, apesar de diferente de muitos, ele ter escolhido tentar fazer a diferença a seu modo. Um sentimento que sumiu completamente e foi enterrado ao final de TDKR, onde pela primeira vez vimos o herói lutando sem recursos (ou bem menos), tendo que descobrir a sua força por ele mesmo e sem o apoio do seu cofre forte como segurança para qualquer aperto. Algo que talvez jamais acontecesse se esse não fosse o final escolhido para essa história, que eu não canso de repetir que foi inacreditavelmente sensacional e perfeito.

E com esse ponto final, Christopher Nolan acabou criando um problema enorme em nossas vidas. Como aceitar um filme de super-herói não tão bom quanto TDKR daqui para frente? Como nos contentar com apenas um mix de cenas de ação as vezes muito bem realizadas (outras nem tanto), mas sem um história consistente o suficiente para ser contada em muito menos tempo de duração? Como não ficar morrendo de vergonha de todos os outros lançamentos dentro do mesmo gênero que ocorreram ao longo dos últimos tempos? Fica muito difícil. Tudo bem que não é assim também e os demais todos tem o seu mérito por esse ou por aquele motivo. Mas uma coisa é certa, ao assistir qualquer outro filme de super-herói após ter visto “The Dark Knight Rises”, vai ser difícil nos contentarmos a ponto de conseguirmos ignorar um pensamento que vai ficar ecoando na nossa mente por pelo menos um bom tempo: “Mas o Batman foi melhor”. Isso até aparecer um novo Batman, que a gente até torce para que apareça, porque sempre queremos ver coisa boa. Caso contrário, vamos ficar morrendo de saudade de uma mente brilhante como a do Christopher Nolan a frente de uma franquia tão bem realizada como essa.

Esse não foi apenas o funeral de um herói, foi o dia da morte de um gênero, que para continuar sobrevivendo vai precisar se virar para superar “The Dark Knight Rises”, que acabou nos deixando muito mais exigentes enquanto audiência. Agora se virem, porque nós não aceitamos menos.

 

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The Dark Knight Rises – o teaser trailer

Dezembro 20, 2011

Sabe quando vc fica completamente arrepiado e sem palavras?

Então…

Ansioso é pouco!

Seduzindo como o morcegão

Setembro 27, 2011

Mas parece que o sue papinho furado não esta colando…Meow!

Aposto que a Anne Hathaway estava pensando: nem vem com esse bico doce que todas lembram da gravação do Sr aos berros com a produçán/direçán

Agora, que seria bem legal um novo ataque do Christian Bale vestido de Batman, isso seria hein? (euri só de imaginar…)

Por favor, da próxima vez queremos videos!

Soc! Pow! Bang!

Agosto 3, 2011

O morcegão entra em cena nas gravações de “The Dark Knight Rises”, ao lado do vilão Bane.

Ansioso mil!

Oscar 2011 confirmando o que todas temiam: estamos em falta de boy magia, humpf!

Fevereiro 28, 2011

Tirando a magia ainda em dúvida da nova geração “Feicebook”, eu diria que o negócio esta feio em Hollywood hein?

Só cacura meodeos! Cadê os divohs? Cadê os meninos acompanhados de suas mães no truque? Cadê os boy magia? Desse jeito, todas desanimam em casa e perdem a vontade de gritar: Höy!

É, tá difícil minha gente, até para eles…

JT. Höy!

Jesse Eisenberg. Höy!

Andrew Garfield. Höy!

Armie Hammer, o vizinho do Jay Leno. Höy!

Mark Ruffalo (o beaver, rs), salvando a magia da geração antiga. Höy!

E garantindo o posto alto da magia antiga, ele: Robert Downey Jr. Höy!

Que estava ótimo ao lado do seu parceiro de gravatas combinadas:

Jude Law! Höy!

Agora vamos ao drama da noite? Com vcs, a falta de magia:

Jeremy Renner…é, tá difícil!

Mark Wahlberg…é, tá mesmo difícil!

Christian Bale…é, nem a magia ruiva conseguiu encantar na noite de ontém, para vcs sentirem o nível de dificuldade!

BOO! É o bisso? Não, é só o que a Katy Perry tem que encarar toda noite, euri.

E como o carão maravileeeandro (NOT NOT NOT) do Russell Brand eu deixo o meu alerta/apelo para Hollywood: estão precisando urgente de mais magia!

Oscar 2011 – É, faltou emoção…

Fevereiro 28, 2011

Não sei ao certo o que aconteceu ontém a noite, ou melhor, o que não aconteceu, porque no final das contas, mesmo tendo os meus favoritos como os grandes vencedores da noite, acabei sentindo falta de ficar emocionado na premiação do Oscar 2011, talvez com os discursos, com as apresentações, não sei…

Sem nenhuma surpresa e nenhum azarão, o Oscar 2011 pela primeira vez em muito tempo, acabou premiando exatamente quem a gente esperava. Pelo menos, achei bem democrático o fato do grande vencedor da noite sair apenas com 4 estatuetas, o que de uma certa forma privilegia a diversidade de filmes concorrentes. Achei justo pelo menos, pena não ter me emocionado.

Anne Hathaway e Franco foram OK, mas não me lembro de nada muito marcante na apresentação dos dois, então…

Vamos a lista?

 

Melhor filme

“The Kings Speech”


Merecido, embora não fosse o meu preferido, que como sou do time dos modernos, estava na torcida por “Black Swan”. Mas eu matei a charada quando o video de apresentação dos dez indicados abriu com o discurso do rei do Colin Firth e assim permaneceu, apenas com o audio, intercalando entre cenas dos demais filmes, sem mais nenhuma imagem do “The King’s Speech” até a cena final, que é exatamente a cena final do filme. Senti que nessa, eles acabaram entregando quem seria o vencedor. Fiquei com medo de “The Social Network” acabar levando de última hora, porque o filme é apenas bom, comparado ao outros excelentes concorrentes. Pelo menos foi um prêmio justo. Clap Clap Clap!

 

Melhor diretor

Tom Hooper – “The King’s Speech”

Realmente é um filme muito bom e ao contrário do que muita gente tem falado, eu acabei sentido um certo olhar para a modernidade no filme. Muito embora eu ache o olhar visionário do Darren Aronofsky mais interessante.

 

Melhor atriz

Natalie Portman – “Black Swan”


Ninguém merecia mais, não é mesmo? Ainda grávida? Achei de uma elegância sem tamanho o seu namorado, o bailarino Benjamin Millepied, com toda a sua postura de primeiro bailarino do ballet de NY, ajudando ela a subir as escadas para receber o seu prêmio. O discurso eu achei honesto, só que mais uma vez faltou emoção. E nem eu e ninguém vai perdoar a Natalie Portman (e talvez ela mesmo no futuro) de não ter ido de preto para a premiação neam? Era a hora da volta do look cisne da Bjork, ou seja, a não ser que vcs façam uma continuação (rs), perdeu a chance Natalie!

 

Melhor ator

Colin Firth – “The King’s Speech”


Me bateu um medo quando a Sandra Bullock (que estava ótima inclusive) deu aquela pausa antes de anunciar o vencedor na categoria melhor ator…mas no final, tudo se confirmou e Colin voltou para a sua casa carregando o seu Oscar. Mais do que merecido e esse prêmio eles ficaram devendo para ele desde 2010 por “A Single Man” (que saiu em DVD por aqui no final do ano passado) e para surpresa de todos, ess ano ele voltou com um personagem ainda mais dramático e com um detalhe que sempre pesa: um Rei. Nada mais do que justo não? Clap Clap Clap!

ps: Já pode comemorar Bridget Jones, que o seu boy magia esta voltando para casa com um Oscar! Yei!

 

Melhor atriz coadjuvante:

Melissa Leo – “The Fighter”

Não assisti ao filme ainda (mas quero muito ver), mais quando dois dos atores coadjuvantes levam os prêmios, isso só pode indicar a qualidade do filme, não?

 

Melhor ator coadjuvante

Christian Bale – “The Fighter”

Repito o texto acima e nesse caso, sempre achei o Christian Bale um bom ator, desde aquele outro filme (“The Machinist”)  que ele também aparecer hiper magro e quase irreconhecível (repetindo a fórmula para chamar a atenção feelings). Algo que sempre comove a Academia, fato.

 

Melhor longa-metragem de animação:

“Toy story 3”

Nenhum outro concorrente fez 10 entre 10 adultos chorar tanto no cinema quanto “Toy Story 3”, que voltou anos depois para nos divertir e muito e ainda causar algumas lágrimas. Super merecido! Clap Clap Clap!

 

Melhor direção de arte

“Alice In Wonderland”

Alice é mesmo um banho de bom gosto. Um “esquisitice” maravileeeandra! Clap Clap Clap!

 

Melhor fotografia

“Inception”

É a melhor porque talvez fosse a mais diferente. Todo mundo já viu as belezas da Londres antiga em algum lugar, assim como o horizonte nos desertos americanos. Agora, prédios se dobrando, se enrolando na verdade, isso sim foi a primeira vez e uma primeira vez belíssima. Imagem que não vai sair tão fácil da cabeça de quem assistiu o filme. Clap Clap Clap!

 

Melhor curta-metragem de animação

“The lost thing”, de Shaun Tan, Andrew Ruheman

 

Melhor roteiro adaptado

“The Social Network”

Um roteiro muito bom mesmo, ágil, moderno.

 

Melhor roteiro original

“The King’s Speech”

Outro roteiro que eu diria que é no mínimo inusitado.

 

Melhor filme de língua estrangeira

“Em um mundo melhor” (Dinamarca)

 

Melhor trilha sonora original

“The Social Network” – Trent Reznor e Atticus Ross

Não me lembro de nada da trilha sonora do filme e acho que a melhor trilha tem que marcar, por isso, achei injusto…

 

Melhor mixagem de som

“Inception”

 

Melhor edição de som

“Inception”

Parece que virou tradição no Oscar os prêmios técnicos irem todos para os filmes mais técnológicos neam? Boring…

 

Melhor maquiagem

“O lobisomem”

Dizem que o filme é péssimo, alguém aqui assistiu?

 

Melhor figurino

“Alice In Wonderland”

Super hiper merecido. Fiquei emocionado até. Talvez porque fosse o figurino que eu gostaria de ter feito, rs

 

Melhor documentário em curta-metragem

“Strangers no more”

 

Melhor curta-metragem

“God of love”


Melhor documentário (longa-metragem)

“Inside Job”


Melhores efeitos visuais

“Inception”

Óbvio!

 

Melhor edição

“The Social Network”

Na minha opinião, é a melhor parte do filme.

 

Melhor canção original

“We belong together”, de “Toy story 3”

E o Zachary Levi que ainda cantou lindamente a música de “Enrolados” hein? Que foufo!

Assim terminanos a lista dos grandes premiados no Oscar 2011, sem nenhuma surpresa ou grandes emoções, humpf!

Nem mesmo o meu coral preferido (o PS22 Chorus de NY, procuram no Youtube que é sensacional!) conseguiu me comover ao final cantanto “Somewhere Over The Rainbow”, deveriam ter escolhido alguma das músicas mais funfamento que eles costumam cantar. (mas foi foufo vê-los por lá)

Achei chic, achei podre no SAG Awards 2011

Fevereiro 1, 2011

Começo de ano é sempre assim, pencas de premiações antes do Oscar e uma certeza: muita gente de gosto duvidoso nos red carpets.

E é claro que no SAG Awards 2011 não foi diferente. Uma reunião da cafonalha!

E eu o que acho de tudo isso?

Acho chic, acho podre. Não entendeu? Ok, vou explicar…

Por exemplo, acho chic:

Não sou muito fã de degrade, mas achei esse vestido da Julia Stiles um dos melhores da noite.

Simples, bem resolvido e iluminado.

Acho chic

By Monique Lhuillier

Tmbm achei bem chic esse Alexander McQueen da Mila Kunis e olha que eu tmbm não sou muito fã de estampa.

Na verdade eu não gosto de estampa figurativa, eu acho… (nesse caso é claro)

 

Pausa para um momento gossip:

Agora o fatão da vez nesse caso é que…

… ela tem mesmo um tipo neam?

Olha só quem dizem que ela esta pegando, depois de terminar o seu casamento com o Macaulay Culkin.

Qualquer semelhança não deve ser mera coincidência, não é mesmo?

NEXT!

Lea Michele, eu tenho uma pena de vc. Isso pq eu acho ela super talentosa, mas o personagem que escrevem para ela em Glee beira o insuportável.

Difícil um personagem principal ser tão rejeitado assim. Acho que já passou da hora deles tentarem consertar isso.

Seu vestido eu não achei dos piores, achei ok. Mas não foi feito para ela, que não tem o corpo suficiente para preenche-lo. Sorry!

By Oscar de la Renta

Falando em Glee…porque Amber Riley? Porque?

Gastei meu português falando que vc estava maravileeeandra no Golden Globe, que eu tinha achado uma escolha super inteligente para o seu tipo físico e tudo mais. E agora vc me aparece assim no SAG? Dafuck?

Sorry Mercedes mas dessa vez, #NAOTABOMNAO!

Achei podre.

Hilary Swank fazendo a grega e de nude é muita preguiça.

Alguém precisa lembrar que ela é mais do que isso.

Achei preguiça, achei podre

By Versace

Christina Hendricks vc me irrita profundamente!

Ela já foi modelo, é uma das mulhers mais lindas do mundo e não se encaixa em um padrão óbvio, esta no elenco de uma das melhores séries ever e ainda por cima é ruiva magia.

Ai eu me pergunto: precisa mais o que?

E a resposta  é: bom gosto!

Sinceramente eu acho que ela não tenm nem idéia do tamanho da sua beleza.

Achei podre.

 

Agora outra pausa…

Achei muito talento feminino para uma foto só. Höy!

E nesse caso achei uma foufurice só esse reencontro de “A Single Man”. Höy!

 

Ok, voltando ao que interessa…(tisc tisc)

Ai gente…custava dar um toque para a Winona não ir vestida de noiva?

Não foi dessa vez que vc desencalhou ex Black Swan. Euri

TE AMO WINONA

Mas achei podre

By Alberta Ferretti

Agora, fala se não é muita covardia toda essa beleza reunida em um único casal? Höy!

Achei bem chic os Drapers terem aparecidos juntos, rs. Seria esse um sinal de que eles vão voltar na próxima temporada de Mad Men?

Torço para isso, pq a personagem dela perdeu toda a força e o sentido sem o seu boy magia, fatão!

Outro que deu uma melhorada foi o Christian Bale, não?

Tomou um banho, cortou aquele cabelo que não estava bom não e manteve a barba ruíva. Cool!

Acho que ele deu uma acordada depois que percebeu que ele estava levando vários prêmios e por isso precisava de um look melhor neam? Höy!

ME-DO!

Vamos gritar juntos: CRUZES!

Juro que se eu encontro com a Nicole Kidman assim na minha frente eu mudo de calçada, só para não perder a imagem dela como Satine em “Moulin Rouge” e ficar com essa imagem medonha e atual dela na minha cabeça para todo o sempre.

Achei podre

#NAOTABOMNAO

Golden Globe 2011: Que entrem os boys magia! Höy!

Janeiro 17, 2011

Os looks dos meninos são sempre preguiça neam?

Então vamos aproveitar para explorar o estagiário do Guilt e pedir closes, porque nós vivemos para isso não?

Preparados para tanta emoção? Repitam comigo após cada foto um “Höy”, rs

Dessa vez, temos 3 categorias:

 

Boys Magia New Generation (a nova safra da magia)

Jesse Eisenberg

Höy!

Andrew Garfiled

Höy!

Armie Hammer

Höy!

Puck, rs

Mark Salling

Höy!

Porcelain…rs

Chris Colfer, que teve a reação e o discurso mais foufo da noite, com os colegas de elenco chorando e bem emocionados com o talento do garoto sendo reconhecido

 

I think I just dropped my heart between Natalie Portman and Julianne Moore (euri)

 

Boys Magia versão I’m not a girl, not yet a woman (a entressafra da magia)

Jake Gyllenhaal

Höy!

Matt Bomer

Höy!

Zachary Levi

Höy!

Ryan Kwanten

Höy!

Ryan Gosling

Höy!

James Franco

Höy!

 

Pausa:

Uma pequena pausa para outro agradecimento foufo mil: Jim Parsons

 

…my writers, how crass? (ro-lei)

 

Boys Magia Antiga (a safra envelhecida com alguns beirando o cacurismo)

Michael C. Hall com uma mega barba ruíva fazendo o look lenhador é tipo covardia!

HÖY!

Johnny Depp de banho tomado. Coisa rara, fikdik

Höy!

Brad Pitt versão bicheiro

Höy!

The Iron Man, rs

Höy!

Christian Bale, que já esteve melhor porém mantém uma invejável barba ruiva

Höy!

Don Draper, the womanizer (e a cara que ele fez quando seu nome foi anunciado? Howcuteisthat?)

Höy!

Matthtew Morrison

Höy!

Matt Damon e o eterno boy magia, Robert de Niro

Höy! Höy!

Para fechar a lista e não aceitar a máxima de que os looks dos meninos precisam ser bem preguiça toda vez, o mais bem vestido da noite:

Kevin McHale e o seu fundamento todo com estampa de bolinhas, tsá?

Certamente o mais bem vestido da noite, fatão! Höy!


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