Posts Tagged ‘Christina Hendricks’

A temporada da quebra de silêncio em Mad Men

Outubro 31, 2013

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Tem gente que mesmo seis temporadas depois, ainda acha que pouca coisa acontece em Mad Men. Eu mesmo de vez em quando bem acho que pouca coisa de fato aconteceu em Mad Men e já inclusive reclamei disso aqui no Guilt. Não sei se reclamar seria exatamente a palavra para se usar nesse casp, mas é isso, já pelo menos falamos sobre o assunto por aquii. (da última vez, falamos sobre a série aqui ó)

Mas nós, que permanecemos até aqui enquanto sua audiência, já percebemos que o ritmo da série é realmente outro mesmo e isso não significa que ela seja ruim. Muito pelo contrário, porque a série do AMC mesmo basicamente sobrevivendo da rotina do dia a dia de uma agência de publicidade dos anos 60 e das histórias dos personagens que a cercam, consegue se reinventar o tempo todo, mesmo continuando falando sobre o mesmo assunto.

Durante a Season 6 por exemplo, tivemos novamente alguns assuntos bastante recorrentes para a série. A agência em crise, a infidelidade do Don Draper, a concorrência acirrada com as demais agências, velhos inimigos reaparecendo, Don vs Peggy. Coisas que nós sempre amamos, mas não podemos dizer que foram assuntos tão novos assim. E não foram, mas ao mesmo tempo, não podemos reclamar, nem disso, nem da qualidade da série, que continua sendo uma das mais bem cuidadas da TV atual.

Avançando na década de 60 (inclusive no colocón, utilizado nessa época inclusive medicinalmente), encontramos uma das temporadas mais coloridas de Mad Men até então. E as cores não ficaram restritas apenas aos figurinos invejáveis (como são bem cuidados e cheios de referências, não?) e cenários capazes de nos deixar com vontade de embarcar imediatamente para uma viagem no tempo. Nela encontramos os Drapers (os novos, Don e Megan) no Hawaii, com a Megan finalmente conseguindo algum sucesso na carreira de atriz, achando que estava vivendo um casamento feliz. Mas para sua surpresa (e nossa também), pouco tempo depois descobrimos que a personalidade infiel de Don Draper estava mais presente do que nunca e dessa vez estava bem mais perto do que ela poderia imaginar, com a revelação do seu caso com a vizinha também casada e com quem ele mantinha uma relação de amizade inclusive com o seu marido, que era médico.

Nesse ponto da história, mais uma traição no resumé de Draper não chegava a ser nenhuma surpresa, tão pouco novidade, até que nos foi revelado durante a nova temporada, um pouco mais do seu passado e sua infância traumatizante vivendo ao lado da mãe em um bordel, onde de acordo com a sua educação (ou a falta de), descobrimos pelo menos de onde havia surgido toda essa questão em sua vida. Apesar de conhecermos o personagem, a história da nova traição até parecia um pouco mais do mesmo a essa altura, além de parecer também bastante injusta com a personagem da Megan, da qual sempre gostamos. Mas foi bem bacana e inteligente da parte deles nos mostrar um pouco mais do fundamento do Draper, para que a gente entendesse mais a fundo sobre quem de fato é aquele homem ou pelo menos no porque dele ter se transformado naquele homem.

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E o que foi bacana mesmo nessa nova história de traição foi ver a forma como Draper tratava a nova amante (colocando-a em uma posição totalmente submissa), algo um tanto quanto diferente de como ele vinha agindo com as demais até então (não que as demais não fossem tão submissas quanto). E foi mais legal ainda poder ver que dessa vez ele não conseguiu sair completamente ileso dessa situação, com a Sally encontrando o pai em um momento meio assim e ele se vendo em um lugar oposto ao que já ocupou ainda quando criança, repetindo o comportamento dos próprios pais e possivelmente marcando a própria filha para a vida. E aquele diálogo dele com a Sally por trás da porta, foi uma das cenas mais dolorosas e bacanas de toda a série até hoje. Naquele momento raro, encontramos Draper completamente rendido aos seus verdadeiros sentimentos e realmente se importando com alguma coisa ao ver a filha perdendo de uma vez por todas a imagem de herói que sempre teve sobre o pai. As vezes, tenho a impressão que na vida daquele homem apenas os filhos importam… (daquele jeito, claro)

É claro que outros assuntos não poderiam ter sido ignorados ao longo da nova temporada da série, e eles foram surgindo naturalmente, como o discurso do Paul Newman (e as mulheres animadíssimas com a ideia da proximidade a uma magia como aquela, acabou nos representando muito bem, não?) em um premiação, sendo interrompido por ativistas que lutavam contra a forma trágica que morreu Martin Luther King, além das grandes contas que acabaram surgindo para a agência, com a Avon, a Jaguar e a prória Chevy chegando para deixar os cofres bem mais recheados.

Mas além de tudo isso, o mais legal da série realmente sempre foi a relação Don vs Peggy e a forma como ambos se mantém sempre em constante atrito, mesmo se admirando cada vez mais e dessa vez não foi nada diferente. Admiração essa que apareceu de forma linda como quando o Don novamente por trás de uma porta (plot recorrente da temporada, talvez para começar a despir o personagem aos poucos), se mostrou completamente orgulhoso da forma como sua ex-funcionária havia o superado em uma apresentação e para o mesmo cliente que ele sentiu que havia perdido, minutos antes. Perder nunca é muito fácil, mas perder para quem a gente gosta de verdade, realmente não deixa de ser um ganho para ninguém. Isso até ele se encontrar completamente decepcionado com o relacionamento da Peggy com o seu atual chefe (na verdade, ele sempre acaba decepcionado com quem repete o mesmo tipo de comportamento que ele próprio), que além de tudo vinha a ser uma espécie de nêmesis do próprio Draper e mais tarde se tornaria um dos novos sócios da agência.

Peggy que sempre foi o nosso girl power preferido dentro do universo de Mad Men, mesmo quando errando feio como no quesito caso com o chefe. E é sempre bom ver a personagem em cena, ganhando ou perdendo, quase matando o namorado (quase como um encontro de Girls com Mad Men) e encerrando a temporada assumindo um lugar que ela jamais achou que assumiria, pelo menos não daquela forma. Para Peggy, ainda acho que falta o reconhecimento profissional que a personagem sempre fez por merecer, embora a gente tente se lembrar que estamos falando de um outro tempo e que sua trajetória profissional até aqui já alcançou níveis muito além do que a de muitas mulheres na época, mas de qualquer forma, nos encontramos satisfeitos sabendo que mesmo sem demonstrar muito, Don se sente sim pra lá de realizado com o trabalho da sua protegida, que a essa altura parece conseguir caminhar perfeitamente com as próprias pernas, mesmo quando ela ficou com a sensação que não estava conseguindo se livrar assim tão facilmente do ex-chefe. (e o triângulo entre ela, o Draper e o novo chefe foi algo sensacional!)

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Do lado feminino da série, ainda tivemos a Joan se sentindo menor pelo que fez no passado para que a empresa (da qual agora ela também faz grande parte no momento e justamente por conta dessa “ajudinha”) conseguisse sair do buraco, com o Draper no seu pé, lembrando o tempo todo de suas atitudes meio assim naquela ocasião. Nessa hora, apesar do personagem achar que agindo daquela forma ele nada mais estava fazendo do que a protegendo, não conseguimos deixar passar um exercício que caberia muito bem ao próprio Draper naquele momento, sobre tudo aquilo que ele já foi “obrigado” a fazer em nome de uma conta e ou trabalho. Nessa hora, valeria para o personagem lembrar que não só sexo pode ser considerado como jogo sujo. Sexo que por sinal, reapareceu na vida do ex casal Betty e Draper, em uma pequena escapada de suas atuais vidas conjugais, escapada essa que por ele até que poderia ter alguma continuidade (claro…), mas que para ela funcionou apenas como um flashback para tentar se lembrar do porque que ela havia se separado do marido no passado, além de ter aberto espaço para uma excelente reflexão sobre como Betty via a Megan na vida do Draper no momento.

E ainda tivemos o fiasco do funeral da mãe do Roger (uma excelente abertura de temporada), o novo personagem gay e totalmente creep da agência (mas magia, apesar do nano shorts. Höy!), a demência e a morte da mãe do Pete (que foi um plot ótimo, apesar de continuar detestando o Pete), Betty Draper morena, Betty Draper magra de novo, Sally mostrando que já está crescida, mas ainda continua bastante inocente em outros assunto, como quando uma mulher estranha invadiu a casa do seu pai e se passou por alguém de sua família, a qual diga-se de passagem, a filha de Don Draper pouco ou nada conhecia até então.

Mas talvez o ponto mais alto dessa nova temporada realmente tenha sido o mergulho que acabamos fazendo para dentro da personalidade misteriosa e reclusa do personagem principal. Amparado na nova conta da Hershey’s, e uma história pra lá de honesta do próprio Draper diante do novo cliente e de seus sócios. Um homem que até então poucas vezes havia se aberto para alguém mas que dessa vez parecia bem disposto a quebrar seu silêncio, escancarando um lado da sua vida que até então ele sempre manteve na escuridão. Momento esse que foi o suficiente para uma espécie de “intervenção” para o Draper, que foi afastado do seu cargo por tempo indeterminado (que foi quando ganhamos a Peggy no seu lugar) do seu posto.

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Algo que apesar de até que surpreendente devido a toda a genialidade que eles sempre pintaram para o personagem em relação aos negócios, não deixa de ser algo extremamente real também, porque não é de hoje que percebemos que apesar de ser dono de um talento natural para a coisa, ele não parece estar muito feliz com a profissão ou pelo menos não com os rumos do seu trabalho atualmente. Sem contar que essa intervenção acabou abrindo uma possibilidade importante para o personagem se abrir e talvez a forma mais honesta que Draper pudesse encontrar naquele momento fosse realmente levar os filhos até as ruínas do bordel onde ele foi criado durante boa parte de sua infância, em uma cena lindíssima que encerrou a temporada, para deixar os olhos cheios de lágrimas.

Na verdade, como encerramos a Season 6 de Mad Men nesse ponto exato da história, ainda não sabemos ao certo o quanto o personagem esteve disposto a se abrir com os filhos, mesmo contando com o fato de que a essa altura, ele já não tinha quase mais nada o que perder, com o personagem finalmente ganhando dois lados. Mas a boa notícia é saber que chegamos a um ponto decisivo para a mitologia da série, abrindo espaço para o personagem resolver algumas questões pendentes em sua vida até hoje e com a Season 7 sendo confirmada como a última da série, sabemos que não poderemos perder por nada o final dessa história.

A única sacanagem é que o canal AMC anunciou recentemente que assim como fez com Breaking Bad, também irá dividir a temporada de encerramento da série em duas partes de 7 episódios cada, onde os sete primeiros serão exibidos em 2014 e os restantes apenas em 2015. Humpf!

Mas digamos que se for para fazer o que eles conseguiram realizar com a reta final da história do Walter White, nós, apesar de extremamente ansiosos e de ainda acharmos uma sacanagem gigantesca, não achamos tão ruim assim ter que esperar, vai?

 

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Porque as ruivas são mais legais?

Outubro 14, 2013

Shirley Manson and Actress Christina Hendricks

Porque elas tem representantes como a Christina Hendricks e a Shirley Manson (que se você não sabe quem é me desculpe, mas precisa melhorar o repertório da suas mixtapes, começando pelos 90’s e isso em 3, 2, 1), apenas…

E você achando que é quem na fila da tintura, pedindo um strawberry blonde e 15 dias depois chegando com sucesso no água de salsicha?

 

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Struck By Lightning, o trailer

Outubro 26, 2012

Trailer novo do filme escrito e estrelado pelo Chris Colfer (Glee), que além de parecer ser bem bom e ter a promessa de talvez ser o novo “Juno” (não gosto muito desse tipo de promessa, mas…), tem também um elenco excelente e cheio de rostinhos conhecidos de todos nós. (Rebel Wilson, Dermot Mulroney, Christina Hendricks, Ashley Rickards, Allison Janney, Angela Kinsey)

Ansiosos? (e orgulhosos! ♥)

 

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A temporada “feeling blue” de Don Draper

Junho 19, 2012

Don Draper está mais triste do que de costume. Essa foi a maior impressão que eu tive durante esse Season 5 de Mad Men e por isso eu digo que essa foi uma temporada “feeling blue” até mesmo para a série. Apesar de estar vivendo um bom momento pessoal, casado com uma mulher mais de acordo com o que ele esperava e obtendo cada vez mais sucesso na  Sterling Cooper Draper Pryce, foi ficando cada vez mais evidente que Don ainda possuí um vazio dentro dele.

Agora, falando totalmente do que eu penso sobre a série em seu momento atual, eu sinto que essa foi uma forma sútil que o seu criador Matthew Weiner encontrou para demonstrar os seus próprios sentimentos em relação ao futuro da série. Eu sei que tudo isso pode parecer um achismo muito grande, mas todo mundo sabe o drama que foi para a série ser renovada pelo AMC, que relutou para atender a todas as exigências do próprio Weiner para essa recém encerrada temporada que estamos falando nessa review e talvez todo esse climão meio “feeling blue” no ar seja um forte indício de que a série talvez esteja perto de começar a considerar o seu fim, por mais que isso possa doer em todos nós, fãs de Mad Men.

Sendo muito sincero nesse momento, eu reconheço que talvez seja realmente a hora de considerar o encerramento dessa história. Tudo bem que com Mad Men no ar, temos a chance de assistir uma das melhores séries de TV da atualidade, das mais bem cuidadas e que inclusive, acabou fazendo escola com o seu ritmo antigo e mais pausado escolhido para contar a sua história. O que eu até acho que nesse caso, esse ritmo bem menos acelerado casa perfeitamente com a proposta da série, combinando muito bem com o clima da década de 60, onde as coisas eram bem diferentes de hoje (algumas nem tanto), o que não chega a me incomodar quanto as demais séries que insistem em seguir esse mesmo padrão que só consegue ser suportável e bem aproveitado em uma série como Mad Men. Sorry para as demais… (The Walking Dead, The Killing, GOT, Bordwalk Empire…)

Mas sinceramente, eu tenho a sensação de que já vimos o suficinete de Mad Men durante todos esses anos (Season 1Season 2Season 3 e Season 4). Boas histórias, cenários sensacionais, atuações de deixar qualquer um com orgulho, prêmios acumulados nas prateleiras de todos os envolvidos na produção, ou seja, só coisa boa. Mas fico com medo de que insistindo em se manter viva por muito mais tempo, a série acabe se perdendo e se torne mais uma das quais a gente só continua assistindo por apego ou respeito. Sinto inclusive que nós já passamos pelos grandes plots dessa história, mesmo com eles nos surpreendendo a cada temporada com algo novo e mesmo assim, por esse motivo, eu acho honestamente que o prazo de validade de Mad Men precisa ser determinado, afinal, não é porque um produto é bom, que ele vem validade eterna.  O que eu até sinto que talvez tenha sido a intenção quando a série foi criada lá no passado, onde sempre me pareceu que ela foi criada para que durasse apenas uma década dentro do tempo deles (o que não significa que ela tenha que durar 10 anos). Ou seja, por todo os 60’s. E já nos encontramos em 66 nesse exato momento, o que demonstra que o tempo está sim passando na NY antiga. Ou vcs conseguem imaginar um Don Draper chegando no escritório vestindo calças boca de sino, ou uma Joan de Ginger Power?

Ao mesmo tempo que sentimos essa necessidade de encarar que a série esteja perto do seu fim, é inegável que é sempre uma delícia acompanhar o texto sempre excelente que encontramos em Mad Men, mesmo quando a série não é inteira tão genial assim, como chegamos a comentar sobre a temporada anterior. E mesmo no meio de toda aquela “aparente seriedade” da década antiga, ela sempre acaba nos rendendo momentos de bastante humor também, como quando o Don Draper chegou a chamar a sua ex e o seu novo marido de casal Morticia e Tropeço, ou quando os funcionários da empresa resolvem encarar as suas diferenças no tapa e dentro da sala de reuniões.

Mas para uma temporada feeling blue, até que começamos mais animados essa Season 5 de Mad Men, com um Don Draper completando 40 anos (fiquei chocado quando descobrimos que ele só tem 40, apesar da magia do Jon Hamm continuar a mesma desde sempre. Höy!), ganhando uma festinha surpresa, além de uma performance inesquecível da sua nova mulher ao som de “Zou Bisou Bisou”, que mais tarde ganharia uma versão sensacional em formato de piada no episódio ao vivo de 30 Rock, que contou inclusive com a participação do próprio Jon Hamm.

E ao lado da sua nova parceira, bem mais nova do que ele, diga-se de passagem, Draper parecia ainda mais confiante, principalmente enquanto ambos dividiam o trabalho, o que acabou mudando bastante quando ela decidiu abandonar a sua carreira de primeira dama da publicidade, para perseguir o sonho de ser atriz. Mas a dinâmica do casal em casa também foi bem divertida, com a Megan deixando bem claro que ela não tem nada da ex do Don, que se contentava em ser apenas a esposa ideal e mãe dos seus filhos, o que também eu não acho nenhum crime, mas certamente estamos falando de um tipos de mulheres bem diferentes. Megan além de muito mais jovens, é cheia de sonhos que ainda não foram realizados e que ela não quer mais perder tempo sem correr atrás de todos eles, antes que seja tarde demais e que ela se torne mais uma pessoa infeliz e não realizada.

Com isso, ganhamos também um conflito inevitável dessa diferença de idade, que naquela época deveria parecer muito maior do que seria hoje em dia (considerando que com 40 anos, Draper já se sente como uma ancião) e foi ficando cada vez mais visível que o próprio Don Draper acabou percebendo essa diferença, sentindo na pele que ele já não tinha o mesmo ritmo da sua atual esposa. E pra mim, um dos grandes destaques dessa temporada foi realmente o personagem da Megan, interpretada lindamente pela atriz Jessica Paré, que além de maravileeeandra, demonstrou-se bastante talentosa a ponto de conseguir segurar muito bem esse maior destaque que a sua personagem acabou ganhando durante a temporada. Megan que aprendeu a se posicionar muito bem dentro daquela história, não aceitando tudo tão facilmente e batendo de frente com o seu marido quando necessário. É Don Draper, os tempos mudaram…

Um dos meus momentos preferidos dessa Season 5, foi aquele episódio em que os dois foram viajar juntos, onde ele acabou ignorando todas as vontades da nova esposa e acabou sofrendo as consequências dessa falta de atenção com a sua pareceira de vez. E foi delicioso ver que com a Megan a coisa é bastante diferente e esse negócio da mulher frágil, já não funciona mais (isso já naquela época hein atrasados?) e temos certeza de que depois daquele chá de cadeira sem saber o paradeiro da sua amada, Don Draper deve ter aprendido a lição de que com uma mulher com personalidade não se brinca. Aliás, com a resolução do casal depois desse plot (Höy!), fica também cada vez mais claro de que Megan é mesmo a Senhora Draper ideal para aquele homem, que parece gostar muito dessa nova dinâmica na sua relação conjugal, tanto que surpreendentemente, ele se manteve fiel a nova esposa.

Também é sempre bacana ver Mad Men falando de coisa séria e assuntos reais que fazem parte da nossa história, como o movimento dos negros logo no começo da temporada, lutando por uma chance no mercado de trabalho e ganhando o seu merecido espaço (como para todos) dentro da SCDP, agência que sempre se mostrou estar a frente do seu tempo, mesmo com muito para aprender ainda aqui ou ali. E é bastante importante ver como um assunto como o preconceito racial ainda pode ser abordado de forma digna como aconteceu na série, em cenas do tipo quando o Lane não quis deixar a carteira esquecida dentro do taxi com o próprio taxista, muito provavelmente por ele ser negro, ou quando a Peggy ficou meio assim em deixar a nova secretária do Don Draper dormir em sua casa, tão perto da sua bolsa cheia de dinheiro, descobrindo nela um preconceito que até então ela desconhecia e recebendo um tapa na cara como resposta a esse comportamento na manhã seguinte, que é como a gente se sente quando se vê sendo alguém que vc não gostaria de ser. Cenas lindíssimas por sinal, delicadas, sutis, mas que não deixaram de tocar no ponto exato dessa ferida exposta até hoje, quase 50 anos depois.

Outra surpresa foi encontrar a Rory de Gilmore Girls aparecendo lindíssima em Mad Men do meio do nada e sem nenhum aviso prévio. Se bem que, eu não consegui lidar muito bem com a Alexis Bledel assumindo um lado mais sensual na série, com pele demais a mostra (meu lado cidadão de Stars Hollow protetor das Gilmore falando mais alto), o que eu achei que acabou demais para mim, fã assumido de GG, apesar de achar que aquela sua cara linda combina perfeitamente com o ambiente de agora. Ela que chegou para abalar as estruturas do casamento do Pete, que se encontra o mesmo chato de sempre, casado com a mesma chata de sempre e vivendo a vida chatíssima também de sempre. ZzZZZ. Mas que nós descobrimos ao final da temporada que ele poderia ser ainda pior, quando o personagem assumiu de vez o posto de amante na relação, algo que eu acho que ainda pode render mais no futuro da série… (vejo um final trágico e passional para os dois)

Dos plots mais interessantes da temporada, tivemos o Lane sofrendo por estar sem dinheiro devido a problemas com impostos, ele que acabou revelando uma amizade bem bacana com a Joan, até ser revelado que aquela relação de amizade, pelo menos por parte dele, poderia ir bem além, o que eu achei totalmente desnecessário. Se bem que, quem não se apaixonaria pela Christina Hendricks? Ele que chegou até a falsificar a assinatura do Don Draper para tentar dar um jeito em suas finanças, mas que ao ser descoberto, acabou sendo despedido pelo próprio, ainda ganhando a última chance de não sair com o bandido da história. O que foi a gota d’água para o personagem que não resistiu a pressão do fracasso a essa altura de sua vida, se sentido completamente injustiçado pela empresa que ele ajudou a reerguer (em partes, com toda razão…) e resolveu encerrar com a própria vida, não sem antes deixar uma parcela de culpa bem grande para o Don Draper carregar adiante, assim como um cheque bem gordo do seu seguro de vida para a Joan.

Joan que também ganhou ótimos momentos durante essa temporada, a princípio com o plot do seu casamento falido com o patriota viciado em guerra, que realmente já foi tarde e eu achei que agora, finalmente ela ganharia o Roger para chamar de seu, mas esse romance entre os dois ficou bastante adormecido durante essa temporada. E o ex marido se foi, mas não sem antes deixar mais uma mágoa para Joan carregar, com ele mesmo entrando com o pedido de divórcio, o que levou a personagem a quase perder a linha que ela sempre pareceu conseguir controlar muito bem co a sua pose de total lady. E mais para o final da temporada, ela ainda ganhou o que talvez tenha sido o seu maior momento dentro da história de Mad Men, com o plot da proposta indecente para salvar a conta da Jaguar, que viria a ser a conta de maior importância para o futuro da empresa.

Tudo isso em um episódio sensacional (5×11 The Other Woman), onde todos os sócios mantiveram-se a favor de colocar um preço no decote farto da Joan, tendo apenas o Don Draper como oposição. Algo que ele tentou evitar que ela caísse em tentação até o último momento, onde com isso, ganhamos momentos preciosos entre os dois personagens, que caso fossem um casal, seriam o casal com a maior magia da TV atualmente, sem o menor exagero. HÖY! Achei lindo quando ele revelou que nunca tentou nada com ela por se sentir totalmente intimidado com a sua postura e ela admitindo que sempre achou ele lindo demais. Demais inclusive para ela. #TEMCOMONAOAMAR?

Um episódio que causou um certo barulho em torno da série por conta de sua resolução, com a personagem aceitando a tal proposta indecente em troca da inclusão do seu nome naquela sociedade. O que pensando friamente e deixando de lado qualquer julgamento de valores, acabou fazendo todo o sentido para a personagem naquele momento, que nada tinha a perder (tá, eu sei que tinha, mas na verdade não tinha, não naquele momento da sua vida…) e que talvez não tivesse uma outra forma de acabar sendo reconhecida como peça fundamental da engrenagem daquela empresa, como o próprio Lane chegou a reconhecer enquanto ela estava totalmente insegura durante o seu período de licença maternidade.

Esse que talvez tenha sido o ponto mais alto da temporada, com as mulheres demonstrando as suas diferenças e revelando suas armas para conseguirem aquilo que desejam, principalmente com o contraponto da história da Peggy nesse mesmo episódio, que ao também não conseguir o que lhe era de direito (acho muito engraçado esse termo na verdade, rs) acabou tendo que se virar de outra forma para alcançar os seus objetivos profissionais. Duas mulheres totalmente diferentes desde o começo, onde a reação de cada uma delas é totalmente compreensível dentro da trajetória dos seus personagens, o que não aconteceria se tivesse sido trocado com uma no lugar da outra, por exemplo.

Mas embora eu até consiga aceitar essa resolução pensando na Joan desde o começo da série, eu acho fundamental que o Don Draper tenha mantido a sua postura contrária a essa plot todo, deixando bem claro que na cabeça dele, existiam outros meios para que a Joan conseguisse o que acabou conquistando dessa forma (e a ironia dela ter recebido o cheque do seguro do Lane depois disso tudo, hein?), evidenciando assim os lados opostos dessa história. Ele que agora sempre vem com uma indireta e parece que já até se esqueceu do seu próprio passado pessoal e profissional. Nós sabemos o que vc fez na campanha do verão passado, senhor Draper. Nós sabemos!

E é claro que quem nos emocionaria mais uma vez durante essa temporada, seria novamente ninguém menos do que ela, Peggy, que em parceria com o Don Draper, se torna ainda mais imbatível. Sempre fui um fã incondicional da personagem, sempre a admirei como mulher, como profissional e em todos os sentidos. Eu seria uma Peggy, tenho certeza disso e me vejo nela em diversos momentos, rs. E nessa temporada, Peggy mais uma vez se viu inferiorizada na empresa por ser mulher, o que para ela já não era mais aceitável, não depois do brilhantismo da sua trajetória de trabalho dentro daquela agência. E com a forma com que o Draper acabou a tratando naquela cena onde ela estava apensas exigindo os seus direitos, de forma errada mas com razão,  se tornou extremamente necessário que ela tomasse alguma atitude a respeito do que ainda a fazia infeliz dentro daquela empresa, colocando a prova o seu valor naquele universo.

Esse que foi outro momento sensacional da série para essa temporada, com a Peggy sendo reconhecida como profissional na agência concorrente e que fica a cargo do aqrui-inimigo do Draper e o momento onde ela anunciou a saída da agência para o seu mentor, não poderia ter sido mais especial, com ambos magoadíssimos dentro daquela sala perante a postura um do outro, engolindo o choro para não admitir o grande erro que estavam cometendo naquele momento e tentando manter uma postura no mínimo profissional (embora o corpo acabasse denunciando o verdadeiro sentimento de cada uma deles naquele momento) diante daquela situação que ambos não gostariam de estar enfrentando.

Foi lindo ver que mesmo fragilizada e enfrentando um momento importante na sua carreira, Peggy segurou firme a sua postura diante daquela situação e não precisou ser ingrata naquele momento, reconhecendo diante do Draper a sua total importância não só para a sua carreira, como também para a vida dela. Nesse momento, se Draper já havia passado por diversas situações de desconforto ao longo dessas cinco temporadas de Mad Men, acabou ficando bem claro que a despedida da Peggy talvez tenha sido o que mais doeu para o personagem e não tem divórcio certo e nem morte de ex melhor amiga, deixando-o visivelmente abalado naquele que talvez tenha sido mesmo o pior rompimento da sua vida. Talvez nessa hora ele tenha sentido pela primeira vez algo próximo do que é a sensação de estar perdendo o amor da sua vida. (outro tipo de amor, claro)

Nessa hora, vale reconhecer mais uma vez o excelente trabalho do ator Jon Hamm, que nesse momento parecia que teria um ataque cardiaco a qualquer momento, nos convencendo de toda a sua dor e ódio durante aquele rompimento que o pegou totalmente de surpresa. Coisa de ator bem bom mesmo, que não injustamente é indicado todo ano a quase todos os prêmios da TV por sua atuação sempre tão boa. Clap Clap Clap!

E a série ainda tem o Roger sendo o Roger, tomando LSD e entrando em uma viagem sensacional, tem visita ao backstage do show dos Rolling Stones, tem o drama de conseguir uma música dos Beatles para uma de suas propagandas,  além da Sally Draper, que está crescendo e vem se destacando bastante ao longo dos anos, encarando até o ciumes do seu pai por ela não querer mais se vestir como uma criança, rs. Quem andou sumida foi a January Jones durante essa temporada, que teve zero de importância para a trama e quase não nos lembramos mais do porque dela ainda fazer parte daquela história. E esse conjunto de fatores somados a qualidade da série e ao excelente texto de cada episódio, garantem que Mad Men seja notada todos os anos pelos mais variados prêmios, onde seria absolutamente impossível que algo tão bem feito como a série, passasse sem ser no mínimo notada por sua indiscutível qualidade.

Mas apesar de tudo isso, a sensação que fica dessa Season 5 é exatamente a de que essa não foi uma temporada feliz para o Don Draper enquanto personagem e isso ficou ainda mais claro durante o episódio final, onde ele terminou encostado em um balcão de bar qualquer, sendo notado pela mulherada sempre disponível para a sua magia, sem demonstrar a menor empolgação além do seu 1/2 sorriso naquele balcão. A sensação que temos é que Draper já se encontra cansado e um tanto quanto decepcionado, encarando o fato de que uma nova geração se aproxima com grandes ideias (por isso a rivalidade com o novo personagem da criação, que tem ótima ideias e que ele chegou até a sabotar em um determinado momento) e com um talento compatível ao dele, o que de certa forma o deixa inseguro em relação a sua própria vocação, o que todos nós sabemos que é uma grande bobagem e que qualquer outra mente brilhante que apareça do dia para a noite dentro do mundo publicitário, vai precisar de um longo caminho para acumular a bagagem de um Don Draper da vida.

Talvez Draper esteja realmente infeliz, ou talvez ele esteja apenas encarando o fato de que está envelhecendo. Será que o peso da idade também vai alcançar Mad Men?

Veremos na próxima temporada…


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Quando pegar uma carona com o Ryan Gosling pode se tornar algo bem perigoso

Outubro 14, 2011

Mesmo que ele esteja totalmente disponível para vc por apenas 5 minutos, e qualquer coisa que aconteça antes ou depois disso fica por sua conta, a pergunta que importa é a seguinte: e quem não se arriscaria? Höy!

“Drive” é um filme silencioso, que tem uma trilha gostosa, personagens obscuros que vc pouco tem tempo para passar a gostar (além do protagonista é claro, Höy!) e que em algum momento resolve cobrir a tela de sangue.

A príncipio, essas foram as minhas primeiras impressões sobre o filme e os caminhos seguidos pela direção do Nicolas Winding Refn, diretor premiado por seu trabalho como diretor do longa esse ano em Cannes. Não que isso seja ruim, porque eu até gostei de “Drive” (racionalmente, sem me deixar ser influenciado pelo próprio Ryan, o cara mais cool do mundo atualmente, Höy), mas não que ele te traga algo novo, e isso é frustrante se vc pensar em todo o hype em torno do filme.

Sinceramente, eu estava esperando um pouco mais das cenas dentro do carro, na companhia do Ryan como motorista por exemplo. Algo como um olhar novo para esse tipo de cena, talvez? Não sei, acho que faltou alguma coisa nesse sentido, algo para deixar o filme realmente moderno para fazer valer o hype.

Mas em poucas palavras, “Drive” consegue passar a sua mensagem e tudo graças ao talento do Ryan Gosling, talento esse que quase foi desprezado nesse projeto, que exigiu muito mais de sua expressão corporal do que qualquer outra coisa.

Driver (Ryan Gosling) parece um ser atormentado o tempo todo no filme, sempre distante,  com um vazio quase que tenebroso no olhar. Até que ele “se apaixona”, se é que podemos dizer assim, por sua vizinha Irene (Carey Mulligan), ou pelo menos passa a gostar da tarefa de ter alguém para ele cuidar.

Mas Carey interpreta aquele tipo de mulher meio chave de cadeia, que apesar de inofensiva, foi capaz de se apaixonar por um marginal meia boca qualquer no passado, o que já indica pontos fracos no seu caráter. Esposa de um marido que se encontra na prisão, mas que esta preste a sair de lá em breve.

Carente, sozinha, com um filho para criar, qual mulher que não se renderia aos encantos de uma vizinho emprestando o corpo do Ryan Gosling, hein? Preciso mesmo responder?

E é claro que ela faz tudo errado e deixa o Driver se envolver logo de cara com o seu filho, o que é sempre um risco, mesmo quando o cara parece ser boa gente (como nesse caso), algo que eu não acho nunca recomendável para alguém dentro de uma situação como essas. Tudo bem que até então, ela e o Driver não tiveram nada, mas fica no ar o tempo todo que existe uma tensão entre aqueles dois, que vai desde ela observar toda a prestatividade dele carregando o seu filho nos braços para a cama, até toda a magia que nesse caso nós nem precisamos reforçar sobre o próprio Ryan. Höy!

Toda essa tranquilidade e climão de romance no ar tem data de validade e começa a expirar assim que o marido marginal sai da cadeia, prometendo uma mudança de vida, quando na verdade ele já se encontra cheio de dívidas antigas para pagar e já tem gente cobrando, ameaçando inclusive o seu filho pedindo para o moleque guardar uma bala. (sim, nesse nível…)

É ai que o filme ganha um novo ritmo, com direito a tiros que explodem a cabeça da Christina Hendrix (que praticamente apenas figurou no longa, e eu desconfio que apenas para a realização pessoal dos fetiches em seios fartos de algum dos envolvidos nesse casting) e a partir disso, um Ryan Gosling andando pelas ruas coberto de sangue (?), lutando para permanecer vivo e também manter as vidas de Irene e seu filho preservadas.

Sim, e essas cenas tem um cheiro de Tarantino no ar, misturados obviamente com algo de “Taxi Driver” e seria impossível não chegar a essa comparação, o que eu acredito que tenha sido mais como homenagem do que qualquer outra coisa.

As mortes no filme são extremamente violentas, mas nenhuma é gratuita e todas acontecem por uma razão, motivos de sobra para muito sangue na tela.

Uma das minhas cenas preferidas foi sem dúvida quando Driver resolve invadir com um martelo, o camarim repleto de moças de peitos de fora, do figurão que fazia chantagem com o tal marido de Irene, quebrando os dedos do cara à marteladas e ainda ameaçando pregar um prego no meio da sua testa. Howcoolisthat?

Nesse momento Driver continua parecendo atormentado, mas parece também preciso, determinado, justo, e os poucos momentos em que o seu personagem demonstra algum sentimento, estão todos relacionados com algum tipo de violência.

O personagem também reforça um estereótipo do homem protetor, capaz de tudo para proteger quem é importante para ele e a trilha sonora faz questão de reforçar isso, no começo e no final do filme. E se não fosse por um detalhe na carta de despedida que ele deixa para Irene, eu diria que ele se arriscou demais por pouco tempo de envolvimento…

Os coadjuvantes são todos ótimos e conhecidos de todos nós como o Bryan Cranston (Breaking Bad) e o Roy Perlman (Sons Of Anarchy), mas sobra pouco espaço para eles no filme, que é bem curto, com 1h30 mais ou menos de duração, infelizmente.

Mas a minha maior crítica ao longa esta relacionada na falha de construção do personagem. Apesar de ficar bem claro que ele não parece uma pessoa tão normal assim, ou pelo menos não em um estado mental normal e equilibrado, não fica muito claro o porque que ele faz tudo aquilo. Ele é assim? Ele ficou assim? Ele está assim? Why?

Que ele sinta que precisa proteger a vizinha “frágil” que fez péssimas escolhas na vida, ok, a gente até entende. Mas porque no começo do filme, temos Driver colaborando com o que parecia ser um crime e não mais uma das cenas do seu trabalho como dublê? Tudo bem que ele foi apenas o motorista (e a resolução do problema com a polícia foi ótima), mas já não seria o suficiente para ele ir para cadeia, ou quem sabe morrer durante a fuga? Seria mais interessante se os motivos que o levaram a agir daquela forma fossem mais explicados, ou será que ele fazia tudo aquilo apenas pela adrenalina, ou por ser de fato uma pessoa sem nenhum propósito na vida, completamente vazio? Hein? E esse tipo de detalhe diferencia claramente “Driver” de “Taxi Driver” por exemplo.

Eu teria perdido um pouco mais de tempo do vazio do filme, para explorar um pouco mais do personagem e fazê-lo ser melhor compreendido. E olha que eu nem sou do time daqueles que precisa de uma filme didático, explicado em detalhes frame por frame.

Mesmo com essas falhas, é possível reconhecer que o filme é bom, mesmo quando ele deixa a desejar. Pode parecer moderno a princípio, mas na verdade não estamos vendo nada de muito novo, apenas uma forma revisitada de fazer bons filmes, que é um dos problemas atuais em Hollywood (no cinema, na moda, no design…)

Podemos assim dizer que “Driver” aprendeu tudo direitinho na escola, prestou atenção e por isso tirou uma boa nota.

E se isso já for o suficiente para ganhar um beijeeenho do Ryan Gosling, já esta valendo. Höy!

Um red carpet surpreendente e escuro para o Emmy 2011

Setembro 19, 2011

Se tem uma coisa que a gente AMA fazer é falar mal das escolhas delas em dia de premiação. Mas não é que para o Emmy desse ano todas resolveram fazer a lição de casa? Com preguiça, mas fizeram…

Sabe aquele climão de formatura de faculdade, quando vc já tem alguma experiência para errar menos ou aquele look de casamento de ex amiga antiga do colégio, que se casa antes e vc não aceita deixar por menos? Então…

Tudo bem que não tem nada muito surpreendente, arriscado ou super criativo. Mas pelo menos além da preguiça, tivemos poucos erros, talvez para compensar a lista de indicados/ganhadores meio assim. Humpf…

Vamos ver?

 

Sue Sylvester Femileeeandra

E não é que ela chegou femileeeandra? Um tanto quanto simples, mas ok.

Só acho que esse cabelinho já deu neam? Vamos repensar?

By David Meister Signature

 

Back to Black

Uma chuva de vestidos pretos escureceram o red carpet de ontém. Parece que chegou a hora de todo mundo apostar em algo mais sóbrio, mas com um certo poder.

Lena Headey, o meu pretinho preferido da noite. Mas também, com essa cara, não se precisa de muito, não é mesmo?

By Brian Atwood

Anna Torv que me surpreendeu e foi a que mais arriscou na noite de ontém.

Make poder + essa sandália em um azul TARDIS (rs) sensacional!

Não é o meu modelo de vestido preferido, mas mesmo assim, estava maravileeeandra!

By Vera Wang

E não é que a Santana estava maravileeeandra e com cara de ricah?

O vestido eu não descobri de onde é, mas as jóisas eram Tiffany & Co, tsá?

Eu sou ricah!

Evan Rachel Wood também foi de preto, sem se arriscar em nada e em uma versão que sempre funciona bem.

By Elie Saab

Jenna Ushkowitz tentou fazer uma homenagem as suas raízes e foi de origami.

É, não funcionou…

By Ghadah Paris

Kaley Cuoco até que tentou, mas demosntrou fraqueza de caráter ao combinar a bolsa com o sapato.

Descombinado é mais gostoso, fikdik

By Romona Keveza

Gwyneth Paltrow, o que a gente faz com vc?

Preto + transparência no truque + renda + nova silhueta = desastre

E sabe qual o meu maior problema com esse tipo de recorte no vestido?

É que fica com cara de conjuntinho. E conjuntinho não dá!

By Pucci

 

Da série casais magia que nós amamos:

John Krasinski & Emily Blunt. Maravileeeandros! (Höy!)

E o que é esse vestido dela?

AMEI a cor, AMEI o fundamento, AMEI AMEI AMEI!

By Elie Saab Haute Couture

Amy Poehler & Will Arnett, o casal que todo mundo queria ter como amigo.

E não é que a Amy estava maravileeeandra de azul?

Por falar neles, vcs assistiram a nova série do Will Arnett chamada “Up All Night” ao lado da Christina Applegate? Achei divertida, mas até agora só temos o piloto, fikdik

Fiquei com pena de mulher do Jon Hamm, que além de ter essa cara meio sem sal, ainda foi com a cor mais equivocada da noite.

Mas quer saber colega? Podem até tombar com o seu vestido, mas quero ver alguém tombar com o seu date.

Cafona, mas sapateando na cara da sociedade com o seu boy magia. Höy!

ps: preciso dizer o que esse olhar do Jason Momoa significa?

 

“Romanticuzinho”

Zzzz

Jayma, Rashida, tudo gente que as mães devem odiar e por isso escolheram esses nomes pavorosos neam?

Mas nesse caso, a professorinha de Glee se deu melhor, agora eu queria saber se essa é realmente ela ou a personagem…

E eu não sabia que era o baile de formatura da Zooey Deschanel. Já terminou o supletivo Zoey? (rs) Será que ela levou o canudo para casa? (euri)

E vcs assistiram “New Girl”, nova série da nossa muse de “500 Days Of Summer”?

Engraçadinha, mas todas as piadas do piloto estão no trailer que eu já postei aqui para vcs, por isso, para quem não viu ainda, pode esperar para assistir a partir do 1×02.

 

Vermelho para quem tah magrona, tah gatona e tah gostosa (ou para quem se encaixa em pelo menos uma dessas categorias)

Nina Dobrev com esse modelón com cara de antigo. Pode não ser o meu shape preferido, mas parece que foi mesmo feito para ela, não?

By Donna Karan

Quero só ver quem segura a Kate Winslet, agora que parece que ela descobriu que esta gatona, esta magrona e esta gostosa, hein?

By Elie Saab

Sofia Vergara, nós já entendemos o quanto vc é gostosa. Pode parar de se esforçar tanto.

By Vera Wang

E esse ombro marcado da Lea Michele em formato de rosas hein?

Parece aquelas rosas que o Roberto Carlos joga para a platéia nos seus shows, sonho de consumo de todas as mães desse meu Brasil.

Cafonona!

Não vou nem comentar o busto deformado pelo vestido que não foi feito para ela…

#NAOTABOMNAO

By Marchesa 

 

Beleza Antiga

Elisabeth Moss, aproveitando o climão antigo da sua série para investir no fundamento. E não é que essa Peggy é mesmo bem esperta?

By Marchesa 

A cada dia eu me convenço que a Christina Hendricks não existe e que isso só pode ser um holograma. Höy!

By Johanna Johnson

 

Cara de fuinha da noite

Tá bunita hein Katie Holmes? NOT!

 

Empate Técnico

Sabe quando o vestido consegue ser tão sem graça quanto a atriz? Então…

Julianna Margulies com um Armani para se evitar…

By Giorgio Armani Privé

 

#NAOTABOMNAO

Dianna Agron em um modelo equivocado para a sua idade. Talvez fosse mais apropriado para a sua mãe, fikdik

Informação demais hein Heather Morris?

Mas continuamos te amando. Fondue for two!

Que preguiça…

Eu queria mesmo é ter visto a Sofia Vergara ganhando o prêmio, sofrendo para subir no palco com o seu modelón todo agarrado e ainda fazendo um discursos daqueles, todo carregado no sotaque colombiano.

Humpf…

Querida  Claire Danes, chega uma época na sua vida que uma make poder faz toda a diferença se vc quiser sobreviver nesse mundo.

Heidi Klum que é linda, mas esta quase sempre bem equivocada no red carpet.

Pegou pouco sol a nossa colega ae hein?

#NAOTABOMNAO

 

Considerações Finais

Em noite de premiação em que temos como principais boys magia o elenco de Glee (Zzzz) e que como representante maior da masculinidade temos o Ian Boone Somerhalder, eu repito algo que eu já venho falando já tem algumas premiações: estamos mesmo em falta de boys magia. Humpf!

Vamos aproveitar e parar para reavaliar esse conceito, hein Hollywood?

Obrigatô!

Drive, o trailer

Agosto 23, 2011

Já que começamos o dia com ele, achei justo tmbm terminar.

“Drive” é o novo filme do Ryan Gosling (o nosso novo herói) que ganhou prêmio em Cannes, com direção do Nicolas Winding Refn (que foi quem ganhou o beijo do Ryan naquela época, vcs lembram?) e que tem pencas de gente talentosa e conhecida de todos nós no elenco.

Ansioso mil!

Drive, o poster

Agosto 16, 2011

Estou bem curioso com esse novo trabalho do Ryan Goling, “Drive”, que ainda tem no elenco Carey Mulligan, Bryan Cranston e a Christina Hendricks.

Promissor esse elenco, não? Höy!

Ansioso mil!

MET Ball 2011: muito tecido de ricah, muito constrangimento e a queda de vários mitos

Maio 4, 2011

E rolou nessa segunda a festa mais aguardada do ano: o baile do MET! Para 2011, o Metropolitan Museum of Art de NY usou a festa celebrar a abertura da exposição “Alexander McQueen: Savage Beauty” em homenagem ao trabalho do estilista. É claro que todas compareceram (até a minha mãe foi ao baile, o que causou uma briga em família, fikdik), algumas bem equivocadas, outras simples demais e eu só tenho uma coisa a dizer: quem é rica mesmo foi de McQueen! E nada de vestido emprestado não, acervo próprio.

E o melhor de algumas fotos é o que esta acontecendo ao fundo, fiquem atentos…

Sem dúvidas, o casal mais leeeandro e fundamento da festa.

E é claro que com o season finale de Fringe sendo exibido nessa próxima sexta, eu fico completamente tendencioso, rs.

Höy!

Outro casal que na verdade é claro que não é um casal, mas que roubou a cena com o  fundamento YSL foi Florence Welch e o  Stefano Pilati.

Chegar com o Stefano em qualquer lugar desse mundo é muita riqueza. Me veste Stefano? Me cobre de YSL? Höy!

Hugh Dancy e Claire Danes sempre chamam a minha atenção. Höy!

Mas como ela foi simples demais, perdeu o prêmio de casal magia. Fom forom fom fom

Não disse que quem é ricah de verdade foi de McQueen?

Hamish Bowles e Daphne Guinness. Höy!

Achei a mesa que eu queria estar sentado: Poehler/ Arnett

Imagina o que não saiu de piadas excelentes dessa mesa?

ps: não gostei do make da Amy. Mas é toque de amigo tsá? E não um chocho…

Agora vamos começar a falar dos casais mais preguiça da festa…

Caleb, vamos liberar essa verba?

A sua mulher foi de camisola, é isso mesmo? Vamos desapegar do jabá da marca de lingerie e investir no fundamento, hein Lilly preguiça?

Zzzz

Come on Gisele! Vc namora o capitão do time de sei lá o que (e 30 Rock vive fazendo piadeeenhas sobre a esposa do Tom Brady, rs), vai de McQueen vermelho e me dá esse beijeeenho sem graça?

Nunca! Jamais! Never! Tem que dar beijão, tem que ter língua, tem que ter pegação meodeos!

Perdeu a  chance de dar um tapa na cara da sociedade, perdeu…

Agora vamos falar dos looks que o Guilt aprovou, ok?

Vários tapas na cara da sociedade, preparem-se:

MKay (sim, eu só chamo ela assim agora), que foi de Givenchy vintage e parou tudo no ciganismo chic. PÁ!

Liv Tyler que se arriscou um pouco mais nesse Givenchy poder, com plumas, recortes e que eu amei a cor, mas muita gente não gostou. PÁ!

Michelle Williams que foi de Miu Miu cheio de andorinhas foufas e  douradas e de quebra ainda ganhou uma aparição do Sir Paul ao fundo da sua foto. PÁ!

Eva Mendes de Stella McCartney poder. Juro que talvez a foto não tenha favorecido tanto, mas acreditem em mim, era báfu (tipo,  até parece que eu estava lá neam? Será que vende na C&A? Cuém!). PÁ!

Meosonho é ser BFF da Milla Jovovich, que me parece ser bafoneira e sai sempre com cara de colocada nas fotos.

Um curto lindo, mais eu teria investido em um longo, fikdik

Vou aprovar pq quero forçar essa amizade, rs. PÁ!

Rosario Dawson foi com aquele decote poder que várias sempre apostam e depois tem que se contorcer toda na foto para imprimir o fundamento. Euri.

PÁ!

Brooklyn Decker representa aquela sua amiga maravileeeandra, que em 20 minutos fica pronta e leeeandra, enquanto vc ainda esta colando os cílios postiços do lado direito, de roupão, rs.

A cor mais linda da noite e nada óbvia. PÁ!

Vou ser bem Paul-Lêmico agora hein? Não é que eu gostei do modelón da Vandeeenha? E olha que não é a minha modelagem preferida, hein?

Sim, achei fundamento, achei luxo e riqueza e achei que o fotógrafo tentou fazer a maldita e jogou aquele flash especial só para ver se o tecido era transparente. Queéqueé, nunca ouviu falar de forro não seu cafona?

PÁ!

A hora que todas choram: a triste queda de alguns mitos…

Emma Stone  vc pode até me dizer que esse modelón foi feito pelo meu own MUSE Alber Elbaz, mas se ele não pintou a mão todas essas rosas no seu vestido, eu não vejo o porque da escolha…

E o cabelo? Alguém me explica?

CATAPLOFT!

Até me corta o coração, mas Alexa Chung foi muito simplezeeenha neam?

Mesmo eu achando que ainda tem algum poder no look, a invejosa atrás na foto (com vestido combinado com a bolsa. Zzzz) não perdoou e lançou o seu olhar maligno da reprova…

CATAPLOFT!

Outra que caiu no meu conceito:  Chloe Sevigny

Porque neam?

E o pior, ainda foi humilhada com um look de gravata mais fundamento e poder…

Chloe engolindo seco o peso de ser esmagada por um look Chanel da Freida Pinto (meio assim tmb, mas…). CATAPLOFT!

Madonnão vai ficar na fronteira entreo o aceitável, o eu esperava mais e o #NÃOTABOMNAO

Pelo menos ela teve senso de humor e resolveu mostrar quem é a estrela com seu Stella McCartney, neam?

Vamos  agora à lista da reprova, do constrangimento geral, das “toooodas cagada” da noite…

Para ler, rir e gritar: #NAOTABOMNAO

Rihanna foi de Rapunzel From Hell, mas tenho certeza que se vc gritar lá de baixo “Jogue suas tranças Rapunzel!”, vai acabar com 97 cm de aplique barato na mão.

#NAOTABOMNAO

Diz que a Beyonce chegou e saiu pulando com esse Pucci e o pior é que geral copiou os passos porque todas pensaram que era o novo “Single Ladies”, euri

Na categoria sereia, Christina Ricci estava melhor. Sorry honey B

#NAOTABOMNAO

Blake Lively não ficou bens fazendo a indiana ricah by Chanel

#NAOTABOMNAO

Eu acho imperdoável que a dona do degrau mais alto do MET, Blair Waldorf em pessoa me apareça assim no seu próprio território.

Yogurte nela!

#NAOTABOMNAO

Alguém peloamor fala para a Christina Hendricks que ela é maravileeeandra e não precisa se auto sabotar em tons de diarréia?

Thnks!

#NAOTABOMNAO

E tem gente que ainda tem dúvida do pq que a MKay é a nossa gêmea Olsen preferida…

Responde ae Ashley, sua cafonona…

#NAOTABOMNAO

Parece o mesmo vestido que ela usou no Oscar, hein?

Não gosto de gente que aposta no mesmo…Zzzz

#NAOTABOMNAO

Simples demais esse seu Dolce & Gabbana, viu Chanel Iman?

#NAOTABOMNAO

Nicole Ritchie eu achei de uma preguiça enorme…mas essa foto me revelou algo e por isso eu grito: MOMENTO DENÚNCIA GUILT!

Oqueéqueaminhaownmãe estava fazendo no MET? E o pior, nem me chamou para ir de acompanhante? SACANAGEM DA GROSSA!

Juro, aquela senhora de cabelo curto ali no fundo é a cara da Senhora Essy, vulgo, Mommy! E suspeito ela esta de cabeça baixa hein? Muito suspeito…

Que velha safada! Amanhã não percam o programa Casos de Família, onde eu vou aparecer exigindo explicações de Lady Essy, ahhhh se vou!

#NAOTABOMNAO

Querida Demi, se vai investir no chapelón da missa de domingo, tem que segurar neam?

Sorriso amarelo não vale. Faz valer o clareamento da época das Panteras, faz!

#NAOTABOMNAO

Sarahjay, esse McQueen não foi feito para vc.

Se guardou a tag, vale a pena devolver…

#NAOTABOMNAO

O mesmo vale para vc Salma Hayek, fikdik

Acesse: tudonomesmotom.com

#NAOTABOMNAO

O mesmo também vale para esse Chanel da Anna Wintour, que é puro luxo e riqueza, mas que não foi feito para ela.

E o Andre Leon fazendo a formanda lá no fundo hein? Vai ter batizado Andre? Cuém!

#NAOTABOMNAO

Gente? Não vou comentar nada sobre uma pessoa visivelmente com problemas neam?

#NAOTABOMNAO

Estou criando um ódio dessa Rashida Jones. Como se não bastasse ela ser a ex do Andy em Parks And Recreation, eu que estou assistindo atualmente a season 3 de The Office, tenho que dar de cara com ela encarando o Jim toda hora no escritório. Não neam?

E o nome não poderia ser mais apropriado…

#NAOTABOMNAO

Não. Não pode ser a s Kirsten Dunst?

Sim, é a s Kirsten Dunst, humpf!

Gente, o que explica algo desse nível?

Uma mulher que já foi rainha deveria aparecer no mínimo com um coque banana antigo cheio de passarinhos e flores, o mais alto da noite, não?

Sinto verhonha por vc s Kirsten Dunst…só não vai levar o prêmio de pior da noite pq eu tenho uma passado cinematográfico de respeito com vc e tmbm porque temos sempre alguém pior, não?

#NAOTABOMNAO

Sofia Vergara deveria ter pedido algo do figurino da Gloria emprestado, fikdik

#NAOTABOMNAO

Advinha só quem foi de beige? Taylor Preguiça Swift…Zzzz

Sorry, só de falar no nome dela já me da um sono danado…

O Guilt mais do que apoia a inclusão das travestis na high society. Quequeé? Tô paganu…(euri)

E esse travestismo toda da Iman me lembrou que chegou a hora de descontrair esse post gigantesco de 5467844 bilhões de zilhões de fotos…

Antes da continuação final desse post, vamos a um pequeno Quiz, só para distrair:

Se vc estivesse na festa do MET, para qual desses garçons vc pediria uns bons drink? 

A) O professor prafrentex de Glee?

B) Bruno Volta para Mars?

C) Chace (Tisc tisc, Cindy) Crawford?

Resposta: Dentre as alternativas acima, o melhor mesmo é pedir para o professor, que vai fazendo coreô e volta com o seu Cosmopolitan cantando a cappella. Pedir para o Bruno seria arriscar muito pq vai saber o que ele esconde dentro dessa moita neam? E o Chace já estava tendo o seu castigo, que seria o de passar a noite toda preso dentro dessa tuxedo, quando na verdade todas sabem qual era o seu verdadeiro desejo…

Mas como o Quiz é meu, eu que inventei e por isso posso quebrar as regras e ou trapacear, eu votaria na opção abaixo:

D) Letra “d” de? De “Dá o fora daqui sua sem sal e vai me trazer os meus bons drink!”

E enquanto isso, ficamos na companhia dos designers magia. Pq não adianta nada gastar pencas de telefone ligando na assessoria para garantir o modelón poder e esquecer do acessório principal, que é um boy magia para segurar a mão na hora de encarar aquela escadaria toda do MET neam?

Mas voltando à  interminável lista, chegou a hora que todas esperam em dia de festa: a chegada da noiva! 

E não é que foram várias? Tipo casamento comunitário, euri

Teve noiva clássica by  Serena Williams. CAFONA!

Teve noiva mais ousada e desesperada que já passou dos 30 faz 2 décadas (rs), do tipo que só avisa o noivo sobre o casório no dia.

CAFONA

Teve noiva teen que veio de curto e acinturado para esfregar na cara da sociedade o seu corpão pós parto.

Como se não bastasse ela esfregar o Orlando Bloom na nossa cara neam? CAFONA!

E teve até noiva étnica, com o modelón pavoroso escolhido pela sempre simpática (NOT!) Naomi Campbell, que por sinal, passou tempo demais nas mãos dos cirurgiões brasileiros hein?

O que vc fez com a cara de Naomi, hein Dr Ray?

Euri

Para finalizar, os dois grandes campeões da noite: melhor e pior modelón do MET 2011:

Anna Dello Russo parando tudo com o seu McQueen que a Lady Gaga usou na Vogue e um ovo na cabeça. Pergunta: #TEMCOMONAOAMAR?

Uma pessoa que tem essa coragem, esse humor, merece ser canonizada neam?

ps: e a foto com moldura e tudo eu robei do site dela mesmo, tsá? Me leva pro Japão Anneeenha!

Parô tudo Dello Russo! MUSE!

E como a pior da noite, ela: J-LOKA! Cuzes!

O melhor dessa foto, muito mais do que o desastre total do look, é a cara de quem esta finalmente entendendo o vexame que esta passando devido a sua péssima escolha…

_ Agora tudo faz sentido pra mim. Todas aquelas vaias, todo aquele chocho. Aquela bicha me enganou hein? (legenda do pensamento de J-LOKA)

Dita Von Teese e o seu acessório magia poder

Abril 1, 2011

Todo esse fundamento em negro para a inauguração da loja a Vivienne Westwood em LA, tsá?

Mas bem que a Dita poderia ter pedido para ele trocar esse sapato hein?

Ainda assim, um acessório magia que é o poder! rs

E a pergunta que não quer calar: tinha dress code na festa?

Porque estava todo mundo de preto neam? Olha só a Christina Hendricks, que é a garota propaganda da linha de jóias da Vivieenne Westwood, tmbm de preteeenho só que bem mais básico, tmbm na inauguração da loja de LA.

Nesse caso, valia um pouco mais de fundamento neam Christina?

Vai ver é a tristeza, de só ter uma nova temporada de Mad Men em 2012, humpf!


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