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Homeland e a temporada que poderia ser o seu fim (e talvez tenha sido)

Dezembro 27, 2013

homeland season 3 poster

Homeland não é mais a mesma desde a sua Season 2, que já não havia sido tão boa assim. Não tão boa como sua temporada de estreia, essa até então insuperável para a série. Começamos de forma excelente, com uma das melhores tramas da TV atual, tensa, cheia de reviravoltas e absolutamente corajosa ao colocar um dos maiores medos dos americanos em jogo, colocando um ex-militar agora terrorista assumido em uma posição que ninguém esperava, despertando inclusive alguns sentimentos importantes naquela que estava a frente do seu caso e que parecia entender a sua mente como ninguém, talvez a única. Mas esse foi apenas o seu começo, quando ainda estávamos conhecendo seus personagens, decidindo para que lado torcer, mesmo sabendo que apesar do arrependimento, Brody tinha sim sua parcela de culpa e em algum momento precisaria pagar por tudo aquilo que fez, quase fez e ou considerou fazer, mesmo com o personagem não tendo o menor sossego ao longo das duas primeiras temporadas da série.

Em sua segunda fase, ainda aproveitando a fama de novo herói americano, tivemos Brody assumindo uma posição política de prestígio, irritando ambos os lados, tanto a segurança americana, que apesar de gostar do bom exemplo que o militar poderia se tornar aos olhos da sociedade e o quanto eles ainda poderiam lucrar com essa história, tanto com o lado terrorista da trama, que se encontrava irritadadíssimo com a traição do personagem, mesmo que ela nunca tenha sido totalmente assumida e quando tentado, em diversas vezes ele tenha sido balançado pelos dois lados dessa história de mocinhos não tão mocinhos e vilões não tão vilões, onde todos dividiam alguma parcela de culpa.

Até que no final da segunda temporada algumas posições foram assumidas definitivamente, com mais aquele ataque terrorista pavoroso, além da divulgação do vídeo antigo feito pelo próprio Brody, assumindo qual era o seu lado naquele momento (a essa altura, quando resolveu gravar o próprio vídeo e estava convicto que os americanos eram os inimigos), embora essa já não fosse mais exatamente a sua realidade. Naquele ponto da história, com Brody seguindo um destino incerto de fugitivo, meio que sem querer, Homeland havia praticamente decretado sua sentença de morte, porque seria pouco real o personagem acabar perdoado por todo um país, uma vez que suas intenções nem sempre foram as melhores possíveis, mesmo porque, seria bem difícil todo mundo esquecer que aquele homem esteve bem perto de se explodir juntos com alguns lideres importantes em um determinado ponto da história.

Quando a Season 3 começ0u, essa já sem a presença de Abu Nazir, o temido inimigo por duas temporadas que a essa altura já se encontrava morto, suspeitamos que boa parte da temporada acabaria girando em torno da fuga do Brody e a Carrie tentando portegê-lo a qualquer custo, afinal, agora tratava-se do homem da sua vida. Mas não foi exatamente o que encontramos. Aliás, não encontramos Brody por boa parte da nova temporada e quando esse encontro finalmente aconteceu, passamos um episódio inteiro sem entender exatamente o porque dele estar onde estava, sendo tratado como estava sendo tratado, uma vez que parecia que ele estava sendo vigiado como prometido e tudo aquilo nos levava a crer que ele não se encontrava naquelas condições a toa. Nessa hora, apesar da saudades que sentimos do ruivo mais vira casaca em solo americano, sentimos que acabou sendo um pouco demais um episódio inteiro focado no personagem daquela forma, sem maiores explicações e ou justificativa além da saudade e da atuação sempre sensacional do Damian Lewis. 

Carrie continuou bipolar, transando com dopplelgangers ruivos apenas para passar o tempo, ainda a frente de uma outra investigação, a do novo terrorista mais procurado do velho oeste. Esse tão impiedoso quanto Nazir, capaz de matar a ex mulher e a nora com requintes altíssimos de crueldade na frente do próprio neto, mas que logo depois, ao ser preso e obrigado pelo Saul a trabalhar a favor da segurança americana, acabou perdendo todo a força da sua vilanice. Esse inclusive talvez tenha sido um dos pontos mais fracos dessa atual temporada, porque todos os novos inimigos não tiveram muito tempo para se estabelecer como os grandes inimigos da vez e faltou credibilidade nessa área para que a gente acreditasse que aquelas pessoas realmente estavam dispostas a acabar com todos e com tudo em 3, 2, 1. 

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Sem o Brody por perto, Carrie também perdeu bastante da sua força, mesmo permanecendo lindamente (graças ao talento da Claire Danes) durante boa parte da temporada presa em uma clínica e se submetendo a um tratamento pesado em relação a sua doença, uma vez que seus patrões agora já estavam cientes de sua condição bipolar, em cenas de tortura e desespero bem boas, mas que também perderam sua força quando descobrimos que tudo aquilo havia sido uma ideia em parceria com o Saul e que todos eles estavam cientes de que tudo aquilo não passava de uma encenação, apesar dela ter realmente se submetido a tudo aquilo fisicamente.

Por falar em “fisicamente”, Carrie ainda não parecia estar nada bem, apesar de não ter sofrido nenhuma grande crise ao longo dessa fraca Season 3, mas ficou bem claro que ela não estava tão equilibrada assim quando nos deparamos com sua gaveta repleta de testes de gravidez guardado na mesa de cabeceira ao lado de sua cama. Sério, não tem que se fazer xixi naquele palitinho para sair algum resultado? Então: EW!

E apesar do amante doppelganger (AMEI ela roubando dinheiro do cara sem a menor culpa), estava na cara que aquele filho era mesmo do Brody e ficamos aguardando ansiosamente pelo momento em que ela enfim contaria para o amor da sua vida (pensando friamente e esquecendo que o amor acontece e a gente não tem muito controle sobre ele, acho tão estranho alguém como ela, profissionalmente falando, acabar completamente apaixonada por um homem como ele, mas talvez isso tenha acontecido porque ele era tão bipolar quanto ela em termos de opiniões ou lados a se seguir), algo que só foi acontecer mesmo no final da temporada, quando ambos os personagens finalmente tiveram alguns poucos momentos juntos para discutir mais uma vez essa relação.

Em meio a tudo isso, perdemos um tempo enorme dessa nova temporada com plots políticos envolvendo o cargo do Saul (Zzzz) e os demais que estavam de olho em sua posição, além da sua relação com a própria mulher e um colega de trabalho esquisito, assim como com a família Brody, que a gente não aguenta desde a Season 1 e que permaneceu bastante presente ao longo dessa nova temporada, para o desespero de todos. Mãe e filho a gente até poderia aguentar em doses leves, aparecendo de vez em quando como meros figurantes, mas o difícil mesmo foi tentar acompanhar todo o drama da Dana (sempre ela!), que talvez seja a personagem mais odiada da TV atual apenas por existir, com a adolescente agora com o peso de uma tentativa de suicídio nas costas, se envolvendo mais uma vez com o tipo errado (plot super repetitivo para a mesma, vai?), decidindo mudar de nome e tentar uma nova vida longe de tudo e de todos. Tão longe que dizem que ela não volta mais para a próxima temporada (AMÉM!), assim como sua mãe, que também não fará a melhor falta e ao final dessa Season 3, passamos a entender melhor o porque além da nossa implicância com esse núcleo na série, claro. (do moleque eles nem falaram nada porque talvez tenham esquecido da sua existência). Como mais uma distração para essa temporada arrastada e cansada de Homeland, ainda tivemos a Carrie sendo baleada pelo Quinn a mando de seus superiores, ele que também não teve o menor destaque na trama, mas que de vez em quando denunciava que tinha certa “preocupação” exagerada pra cima da Carrie. Estamos de olho, Quinn. (sem contar a historinha da nova assistente do Saul, que acabou meio que abandonada no meio do caminho)

Até que chegamos ao final da temporada, onde finalmente o Brody voltou a ser o centro das atenções (para ser justo, nos dois últimos episódios pelo menos), novamente assumindo seu papel dúbio de sempre, virando herói no lado inimigo (colocando a cara na imprensa local e tudo mais)  mas ainda trabalhando para os americanos na surdina, que deixavam bem claro a todo tempo que não confiavam nele e tão pouco tinham grandes intenções de tirá-lo daquela enrascada. No meio de muita correria e um Brody assassino conseguindo sair de um prédio repleto de seguranças da forma mais fácil desse mundo, incluindo uma caminhada pelas ruas e o pedido para o motorista lhe dar seu celular, uma vez que ele poderia sacar uma bazuca do bolso a qualquer momento e acabar com aquela palhaçada pouco convincente, ainda tivemos alguns momentos para Carrie dividir com o ruivo, incluindo a confissão da sua gravidez. 

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Mas desde o começo do episódio, ganhamos uma Brody distante, pensativo, melancólico, perturbado demais pelos seus atos, olhando demais para o horizonte, algo que já denunciava o que estava por vir, mesmo porque, já não lhe restavam muitas alternativas a essa altura. E quando Carrie achou que voltaria para a america antiga com o assassino mais procurado do mundo em seus braços para anunciar a sua gravidez no sofá da Oprah (eu sei que ela nem tem mais aquele sofá, mas bem que poderia vai?), em um plano arquitetado pelo lado inimigo (dos dois lados), ganhamos a notícia de que Brody não voltaria e que seria julgado e possivelmente executado em praça pública. Boom. (tá, ele não se explodiu, mas valeu como efeito dramático)

Uma cena que não tinha como não funcionar, como ele preso a um guindaste, sendo levantado pelo pescoço (com uma cara medonha e super realista, não?) e uma Carrie, mulher, branca, com cara de americana, gritando seu nome aos berros em meio a uma população sedenta pela sua cabeça, foi algo que acabou tirando toda a credibilidade da cena e teria sido muito mais impactante se naquele momento, Carrie tivesse sofrido calada, sem poder esboçar uma reação maior, coisa que sabemos que a Claire Danes sabe fazer como ninguém com seu queixinho trêmulo e tudo mais.

Avançando quatro meses após a execução do segundo personagem mais importante de toda a mitologia de Homeland (talvez o mais importante deles, porque toda a história girava em torno do que Brody havia passado/feito até então), encontramos Saul comemorando os avanços políticos frutos dessa operação, mesmo estando longe do comando e a Carrie sendo promovida, ainda grávida, com medo, dizendo que não estava pronta para ser mãe e visivelmente assustada com tudo aquilo. Desse final com cara de series finale, a emoção valeu mesmo por conta da estrelinha que ela mesmo fez questão de desenhar naquele painel (own!), algo que os americanos (com alguma razão) se recusaram a fazer em  nome do Brody, mas que ela achou que seria justo e fez ela mesmo.

Encontrando um final de temporada como esse, que nos tirou completamente o chão e não deixou muitas alternativas para o que poderá acontecer com a série daqui para frente, fica difícil acreditar que eles não acharam que aquela seria a reta final de Homeland e se de repente, o Showtime não resolveu renovar a série tarde demais. Se não foi isso, nada justifica uma final tão anticlímax como esse, que nos deixou pouco para continuar se interessando pela série daqui para frente. O que teremos agora? O drama da relação Saul e sua mulher não muito fiel? Carrie criando o filho quadripolar com o pai e a irmã? Dana voltando na Season 5 como a mulher bomba da vez?

Seja lá o que for, com esse final, Homeland se arriscou alto e talvez sofra as consequências em breve. Agora só falta dizer que o Brody não morreu e que aquele enforcamento não passou de um truque de ilusionismo. Imagina?

 

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E o red carpet do Emmy 2013 conseguiu ser tão preguiçoso quanto a própria premiação…

Setembro 29, 2013

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Sim já faz uma semana que aconteceu o Emmy 2013 e sim, ficamos morrendo de preguiça (não vou mais usar a desculpa da falta de tempo, prometo… #CRUZANDOOSDEDOS) de comentar a premiação que foi um excelente sonífero para o último domingo (sério gente, o que foi aquilo?), mas como não somos do tipo que deixa qualquer red carpet passar tão batido assim, resolvemos comentar as escorregadas e os acertos delas todas mesmo assim. Então levanta a barra dessa saia, segura a respiração toda presa nessa cinta emagrecedora sem furo para facilitar qualquer emergência no banheiro (como podem vender esse tipo de cinta, me respondam?) e reza para o guache vermelho do Louboutin do truque não resolver ficar perdido por aí e entregar sua atual condição no cheque nada especial.

E já começamos colocando o NPH no nosso cantinho do #ThinkAgain, porque por mais que até eles tenham feito piada sobre o fato do ator apresentar 24 a cada 24 premiações, suas piadas já estão ficando tão recorrentes como qualquer plot sem gracinha de HIMYM, assim como seus números musicas, todos muito bem feitos, temos que reconhecer pelo menos isso, que mesmo assim já estão com cara do mesmo do mesmo, imprimindo como se estivéssemos assistindo a uma reprise de quando tudo aquilo ainda era novidade. Saudades no NPH provocando o Hugh Jackman no palco do Tonny? Sim, talvez, porque sempre aceitamos ver duas amigas ameaçando uma a outra com grampos de cabelo afiados, mas confessamos que já estamos cansados e não é possível que em toda Hollywood não exista um outro ator, gay, que saiba cantar, dançar, representar e sapatear. (se eu descer e fizer uma audição agora na esquina da minha casa, certeza que aparecem pelo menos uns 358 em 5, 4, 3, 2, 1, jazz hands!

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Mas Neil não foi o único do seu elenco que errou e suas companheiras de série, também não estavam tão inspiradas assim.

Alyson Hanigan insistiu no look sereia, que ficou pesado demais e mesmo com o tom certo de cabelo para tal, acabou imprimindo mais halloween do que qualquer outra coisa. Ela até tentou fazer piada postando um vídeo com toda a sua dificuldade para sentar no carro com esse modelo, mas a verdade é que tudo isso poderia ter sido evitado com algo simples chamado bom gosto. Apenas…

Já a Cobie Smulders, essa fez a linha lençol de rica com 387 mil fios egípcios que a gente sabe que apesar da qualidade do “ticido”, quase nunca funciona. Sinto que alguém que ainda se importe com HIMYM (não me importo, mas vou ver o series finale, claro) deveria falar para a Cobie todos os dias que ela é uma das mulheres mais lindas da TV atual e que nem por isso ela precisa se esforçar quase nada ou tentar ficar horrorenda toda vez que decidir sair em público. Obrigatô!

Girls

Das Girls que nós AMAMOS (estou revendo a Season 1 agora em DVD, e tenho me emocionado tudo de novo e continuo achando Girls uma das melhores séries de dramédia da atualidade, categoria que deveria passar a fazer parte das premiações para que elas fiquem mais justas), quem se deu melhor foi a Zosia Mamet, que apostou no fundamento da estampona bacana, sem ser muito óbvia e com um modelo todo bem pensado e renovado, apesar de ter uma certa cara de “clássico”.

Já a Lena Dunham….

Lena

Tenho sempre a impressão que ela vai de pernas de pau em toda e qualquer premiação (lembra quando ela ganhou aquele outro prêmio e caminhou até o palco parecendo estar com mais dificuldades do que uma senhora da terceira idade em seu andador?) e ela realmente deveria evitar modelos que além de aumentar a sua silhueta, ainda podem servir como motivo de piada do tipo que ela provavelmente deve ter escondido todo o buffet de salgadinho + a fonte de chocolates debaixo dessa saia.

#NAOTABOMNAO (mas a estampa e as cores estavam lindas, vai?)

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Além da própria premiação em si, nada foi mais preguiçoso nesse Emmy 2013 do que a escolha da Zoey Deschanel, que até que fugiu do fundamento 50’s/60’s de sempre, mas ainda assim ficou naquela cartela de cores batida dela.

É, nada foi mais preguiçoso que isso exceto sua atuação em New Girl, que continua lamentavelmente sofrível.

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OK, apesar da excelente companhia (Höy!), algo de muito ruim deve estar acontecendo com a Amanda Peet. não? Porque apenas alguém com sérios problemas emocionais e ou espirituais escolheria algo desse tipo, não é verdade? (R: SIM!)

Hey Netflix, já pensou em trazer de volta Jack & Jill e quem sabe salvar uma atriz da depressão? (pelo menos as reprises, vai? Já estou cansado daquele catálogo capenga, exceto pelas sérias originais e a 6 dúzia de coisas que eu não vi ainda…)

Claire Danes

Claire Danes provou que além de vencedora, é uma mulher de peito (pequenos, mas é) e apesar de não ter muito do que se orgulhar de seus gêmeos, ela conseguiu segurar um decotão como esse com cara de vencedora e deitou com todas. Sem contar que só pelo Hugh Dancy que a acompanha, ela já pode dizer que venceu na vida. #RESPECT

Julianna

Já a Julianna Margulies pode até continuar nos irritando, pode até ser a boa esposa demais, pode até ter ido vestida também de lençol com detalhes de origami (sim, o vestido tinha alguns detalhes do outro lado de quem vê), mas vai sempre merecer o nosso respeito se continuar aparecendo em premiações com o acessório certo. Höy!

gunn

Quem resolveu aparecer de bonita foi a Anna Gunn (que eu nunca achei uma mulher lindíssima em Breaking Bad, mas nos últimos tempos vem aparecendo sempre linda nos red carpets todos) com um vestido que não nos diz nada de novo, mas mesmo assim não deixou de ser uma boa escolha para ela. #NICE

bb

E os meninos de Breaking Bad podem até não ter levado nada para casa (nos prêmios individuais, claro), mas ano que vem, a gente já sabe onde as estatuetas de melhor ator coadjuvante em série dramática e melhor ator em série dramática, devem parar, não?

Se deus for mesmo uma mulher justa, ninguém tira essa deles. (e toda e qualquer outra futura indicação de Breaking Bad também!)

Brody

Venho a público dizer que mesmo com uma cabeça do tamanho do lado maior de um Kinder Ovo de Páscoa, o Brody continua com a magia confirmada, sendo o meu terrorista arrependido e ruivo preferido EVA.

Höy!

Downton

De todas as lindas mais lindas da noite, vou ter que dizer que a minha preferida foi a Michelle Dockery e isso porque apesar do seu vestido ter cara de clássico e quase nenhuma inovação, ele tinha cor, mais do que uma, um laço gigantesco nas cotas (imaginem isso sentada e apoiada naquela poltrona?) e isso a diferenciou das demais.

Isso e o fato dela ser inglesa, claro. Höy!

A propósito, sinto que ela vai sofrer da síndrome do Jon Hamm em toda e qualquer premiação, ele que é sempre (ou quase sempre) lembrado, mas nunca leva. Humpf!

E por falar em Jon Hamm…

hamm

Nada nem ninguém…

Wolk

(nem o James Wolk, o novo boy magia do momento que a gente já está de olho faz tempo e isso mesmo antes dele namorar o Max de Happy Endings, que fique bem claro)

… esteve mais magia mágica do que ele e sua barba (e a companhia na imagem acima acima, sem contar que eu ofereceria meu dedo mindinho para ter ido na festa dos perdedores, organizada por ele e a Amy Poehler)). Höy!

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E não adianta tentar esconder aquilo que todos nós desejamos, Hamm… (e seria esse tom de loiro o equivalente a barba do Jon Hamm para a Elizabeth Moss quando de férias de Mad Men?)

HÖY!

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E como prêmio do pior look do Emmy 2013, e por pior querendo dizer extreamente cafona, gostariamos de agraciar a Connie Britton com nossas honras nesse veludo com dourado pesadíssimo. Isso sem contar o make e ou o cabelo também nada acertados. #CREDINCRUZ

#NAOTABOMNAO

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E para finalizar, Emmy, por favor, no ano que vem considere essas duas como a salvação para a premiação de vocês. (dupla que a gente encararia até na TV Senado, não? #PoehlerFey #FeyPoehler)

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Homeland Season 3, o (sensacional) trailer

Agosto 9, 2013

Trailer melancolicamente melancólico da Season 3 de Homeland, que para o nosso desespero, só vai começar no dia 29 de setembro.

Já chegou? Já chegou?!

 

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Claire Danes e Damian Lewis ou melhor, Carrie e Brody para a Vogue de agosto

Julho 15, 2013

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By Anne Leibovitz para a Vogue de agosto da America antiga.

 

ps: mas eu acho que eles deveriam ter invertido os papéis, hein?

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Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

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E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

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Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

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Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

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E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

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Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

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O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

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Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

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Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

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Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

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Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

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Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

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Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

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Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

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Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

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Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

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Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

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Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

Uma

Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

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Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

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Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

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Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

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E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

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Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

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E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

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OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

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… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

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Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

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E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

KS

Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

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Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

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Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

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Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

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Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

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Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

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E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

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Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

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Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

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ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

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Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

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E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

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Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

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O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

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OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

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… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

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Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

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De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

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Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

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O novo Hannibal

Maio 3, 2013

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Sinceramente, eu não consigo imaginar uma outra forma para que Hannibal Lecter tivesse chegado a TV. Até consigo imaginá-lo chegando seguindo um fundamento meio preguiça como The Following, ou optando por uma linha mais Dexter, seguindo uma narrativa de acordo com a cabeça do personagem, nos fazendo pensar como o assassino da vez, até cair em um procedural bem convencional e muitas vezes monótono (antes de acabar de forma deprimente como a série do serial killer de Miami…). Mas honestamente eu não consigo me imaginar preso a Hannibal se não fosse exatamente pela forma que o Bryan Fuller escolheu para nos contar essa já conhecida história.

A começar pelo seu olhar, que é bem específico, sofisticado e dono de uma beleza e estética esquisita (linda por sinal), quase como se tudo fosse um belíssimo pesadelo. Kitsch de vez em quando, principalmente nos momentos em que embarcamos na mente do Will Graham por exemplo, que devido a toda a sua empatia com os demais, consegue pensar exatamente como o assassino (uma boa diferença do que estamos acostumados a ver em Dexter por exemplo), nos transportando automaticamente por meio de uma revisita ao cenário do crime até a mente do assassino em questão. O pêndulo cruza a tela, as imagens ganham um outro tratamento, tudo fica mais amarelado, quente (gosto muito quando ele caminha ao contrário nesses momentos), fazendo um contraste lindo com o universo mais frio e sombrio da série que prevalece em todo o resto, desde o dia a dia dos personagens até as cenas dos crimes (todas sensacionalmente sensacionais!), essas sempre em um tom azulado e com bem menos vida.

Quem conhece o trabalho do criador da nova série desde os tempos de Pushing Daisies (que eu morro de saudades e revejo de vez em quando um ou outro episódio em DVD), consegue entender perfeitamente o que eu quero dizer. Apesar de Hannibal seguir uma outra linha, bem menos saturada ou recheada de excessos (embora eles também apareçam dentro da série quase sempre) é possível facilmente reconhecer a assinatura do seu criador em meio a cada um dos detalhes que encontramos agora em Hannibal, que não são poucos (o figurino do próprio é um deles, que diga-se de passagem, também é bem sensacional) e são todos extremamente bem cuidados, além de lindos de serem vistos, resultando em uma estética bem particular para a nova série.

Boa parte do mérito de Hannibal inclusive deve ser dada a sua direção de arte, que é fora do comum e de vez em quando me faz lembrar muito algo que sempre chamou a atenção de todos em Sherlock, mas tudo pensado de uma outra forma, sem parecer cópia e com um nível de originalidade absurdo, apesar de qualquer semelhança. Todas as cenas de crime, do modo como as encontramos ou quando são reconstruídas pela mente do Will, todas elas são de uma beleza impossível de ser ignorada, uma beleza que ao mesmo tempo que distraí (aquele lugar cheio de chifres ou o corpo daquela mulher preso a um deles, aquela plantação de cogumelos, o assassino que transformava as vítimas em “anjos”), consegue também seguir exatamente o mesmo ritmo da história e talvez por isso tudo case tão bem dentro da série. (que conta também com uma edição bem bacana)

História que também é muito bem contada, com um mergulho profundo principalmente na cabeça do Will Graham (só dele, pelo menos por enquanto), que na verdade consegue pensar exatamente como o outro e por isso se torna brilhante naquilo que faz. Apesar de parecer um caminho fácil a ser percorrido (principalmente pensando como resolução, algo que eu cheguei a reclamar pelo que vi de The Following, só que de uma outra maneira), a todo momento eles fazem questão de mostrar o quanto o personagem se incomoda com tudo aquilo e o quanto ele sofre por ser daquela forma, ilustrando lindamente quem é o personagem hoje e quem ele poderia se tornar facilmente caso perdesse o controle.

Sem contar que o personagem acaba roubando a cena, aparecendo inclusive muito mais do que o próprio Hannibal (Mads Mikkelsen), que é o seu terapeuta e circula meio que por trás da produção que leva o seu nome. E esse é um mérito que é preciso ser dado ao Hugh Dancy (que nós AMAMOS faz tempo, Höy!), que sempre foi um excelente ator e que encontrou no papel do Will Graham a chance de fazer algo bem parecido com o que a sua esposa Claire Danes faz lindamente em Homeland, claro que de acordo com as devidas proporções. (mas eu realmente acho ele tão bom quanto e fico imaginando esse casal em casa, passando o texto. Algo que merecia ser gravado e virar uma série de TV, que mesmo sem existir nós já sabemos que seria bem melhor do que boa parte do que anda acontecendo na TV atualmente, rs #HELLYEAH)

Hannibal - Season 1

O piloto é basicamente divido em duas etapas de 20 minutos, a primeira onde somos apresentado ao Will e passamos a conhecê-lo e entender como funciona a sua mente esquisita e brilhante e na segunda metade, quando Hannibal finalmente é introduzido à história, que é quando ganhamos apenas algumas nuances do seu caráter, mas sempre de forma elegante, sem perder a compostura e até agora, exceto por um momento, ainda não vimos nada sobre o personagem em cena, agindo com suas próprias vítimas ou qualquer coisa do tipo (a não ser em termos de uma leve pressão psicológica) e isso eu confesso que faz falta, nem que fosse mostrado em pequenos flashes ou algo do tipo. De qualquer forma, todas as cenas dele cozinhando em casa e ou servindo alguém com um de seus pratos super elaborados, são todas ótimas e de revirar qualquer estômago gourmet.

Talvez esse inclusive seja o único ponto fraco da série até aqui, que devido ao total clima de procedural, com um novo assassino a cada semana e tudo mais, acha que é bem mais interessante cozinhar o personagem lentamente (respeitando a história original, claro) do que já ir entregando a sua cabeça em uma bandeja de prata (pensando em longevidade  é sim bem mais interessante. Agora, pensando em criar alguma empatia com o personagem, é preciso que isso apareça em algum momento também, além do mesmo figurar apenas como um manipulador por trás do divã). Apesar disso, do alto do quinto episódio, tudo ainda continua bastante interessante. Agora, até quando isso pode continuar interessante, isso já é uma outra questão, porque apesar de estar sempre por perto, a série não se trata exclusivamente do Hannibal ou da sua mente e a narrativa segue uma outra linha, com casos isolados que normalmente não tem muita ou nenhum relação com o famoso personagem, algo que com o tempo pode se tornar bastante cansativo (para quem gosta de procedural não) ou provavelmente acabe diminuindo o personagem aos poucos. (isso sem contar o carisma e magia do próprio Hugh Dancy como seu oponente…)

A não ser por esse (por enquanto ainda pequeno) detalhe, Hannibal é uma grande produção da NBC, que tem feito um trabalho excelente com a série (surpreendentemente) e por enquanto só tem do que se orgulhar, em todos os sentidos. Um elenco sensacional (que ainda tem o Laurence Fishburne, fazendo o que ele sabe fazer. Sorry Morpheus!), uma história conhecida de um personagem de sucesso (que eu tenho que confessar que quando criança, morria de medo e devido a esse trauma antigo, nem sou dos mais conhecedores sobre a sua mitologia), tudo isso obviamente tem colaborado e bastante para o sucesso de Hannibal na TV, mas a série não seria metade disso se não fosse pelo olhar do Bryan Fuller, que com toda a sua estranheza consegue deixar esse cenário ainda mais sedutor a atraente.

Até agora foram exibidos 5 episódios (sendo que pulamos um deles por conta do pavoroso atentado em Bonston) e ainda não se sabe sobre uma possível renovação da série (que andam dizendo ser difícil e eu não consigo entender o porque a não ser pelo custo de uma produção como essa…), que apesar de ainda ser bem cedo, já é possível torcer para que aconteça, se não por sua qualidade, pelo desejo já revelado do Bryan Fuller de trazer o David Bowie para uma participação na série, vivendo o tio do Hannibal caso ela seja renovada para uma Season 2. Imaginem só?

E olha que procedural nunca foi o meu forte, mas toda essa nova visão para essa história já conhecida (além do fator “encontro semanal com o Hugh Dancy”) tem me deixado bastante curioso e ansioso por seus novos episódios a cada semana.

Veremos…

 

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A nossa lista “diferenciada” para o SAG Awards 2013

Janeiro 29, 2013

Resolvemos dar uma revolucionada na lista das premiações e por isso, resolvemos criar a nossa própria lista dos premiados no SAG Awards 2013, já que é tudo sempre a mesma coisa de sempre e estamos um tanto quanto cansados desse mesmismo.

ps: detestamos a palavra “diferenciada”. Sério. 

 

Melhor olhar para o horizonte da magia mágica

Cooper

Bradley Me Ame Me Adora Cooper. Sempre uma visão e nesse caso, observando uma visão divina qualquer.

Höy!

 

Melhor look da Tina Fey em red carpets desde sempre

Tina Fey

Tina Fey, que está numa ótima fase com a moda, não? (e essa semana termina 30 Rock. Tears)

Ela que sempre escolhe aquele volumão em uma área que ninguém jamais deveria escolher… (AKA retaguarda ou montanhas traseiras do sul)

Tá magronaa, tá gatona, tá gostosa, Tina!

 

Melhor apresentadora para se fazer dupla em noite de premiação

amy poehler

Amy Poehler. Sério, não precisa nem dizer nada, basta observá-la ao lado de qualquer um, mesmo que esse qualquer um seja uma placa de madeira com uma carinha desenhada com giz de cera. (o que não é o caso do NPH, que fique bem claro)

(♥)

Melhor look dramático horrorendo que a Claire Danes deveria ter deixado trancado na CIA para todo o sempre

Claire Danes

Claire Danes, com esse Givenchy que ela deveria ter deixado preso na CIA e ter aparecido no SAG 2013 vestindo um de seus terninhos de Homeland, mesmo que fosse aquele meio cáqui… (tem um cáqui, não tem?)

Talvez a cara pálida demais, com o cabelo claro e o make escuro tenha contribuído ainda mais para esse desaste. Talvez…

 

Melhor dupla da revolução mágica da magia ruiva

Brody

Desse tipo de encontros, eu acho que merecia acontecer magicamente algum tipo de reprodução em massa caso alguém passasse com uma Fanta Laranja ao lado, só pela proximidade das magias raras. Sem mais.

Höy!²

ps: Julianne Moore, continua linda, com tudo em cima, mas não a ponto de investir nesse tipo de decote. Evite…

ps2: Brody com a mão na barriga e eu não vejo um laser vermelho refletindo no seu tux. E a America antiga se achando um país agora super seguro, sei…

 

Melhor pior chapinha quadrada da história cafona moderna

Nicole Kidman

Aí Nicole, tá ficando cada dia mais difícil lembrar que você já foi Satine na noite…

#CREDINCRUZ

 

Melhor pior cabelo, pior ainda do que o da própria Nicole Kidman, que nunca mais foi o mesmo

kaley-cuoco

Kaley Cuoco. Sério, eu gostaria de saber com o que a Kaley Cuoco estava na cabeça, literalmente, nessa noite, hein? #CREDINCRUZ

Estaria Penny perdendo seus cabelos assim como declarou recentemente a January Jones?

E essa camada generosíssima de make? Estaria Penny tão necessitada assim?

Será que ela também tem TOC e tem que bater com uma camada generosa de make três vezes na cara, assim como o Sheldon na sua porta?

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

#NAOTABOMNAO

 

Melhor acessório que não havíamos reparado ainda na fila da magia dos até então desconhecidos em noite de premiação

Good Wife

Julianna Margulies e o seu marido, Keith Lieberthal. Höy!

E quando a gente achava que não tinha muito o que aprender com a boa esposa (boazinha demais para o meu gosto, por isso não consegui gostar da série), vem ela e nos dá aquele tapa na cara no formato de um novo (bem novo) feitiço. PÁ!

 

Melhor prêmio odeio admitir mas a Amanda Seyfried estava sim maravileeeandra

Amanda Seyfried

Amanda Seyfried, que realmente estava maravileeeandra nesse marinho, apesar de reconhecer um certo nível de preguiça nesse cabelo ondulado todo de lado (que já estamos fartos!), que apesar de tudo, funcionou muito bem nesse caso.

Maravileeeandra, mas que em 2013 ela não esteja no elenco de 697 dos 597 filmes lançados ao longo do ano e ou nunca mais faça a filha da Meryl, porque achamos que ela não merece. AMÉM!

 

Melhor Dior para se evitar em noite que você tem alguma chance de sair como uma das vitoriosas da noite

J-Law

J-Law, que além de não ter feito a sua melhor escolha para a noite do SAG 2013 (porque esse Dior era bem do meio assim), ainda teve que amargar essa vergonha ao subir no palco, onde ela quase acabou pagando uma Katniss involuntariamente… (não consegui entender até agora o que aconteceu com o forro desse vestido. Teria ele partido, ou só subiu mesmo? A Dior disse que era assim mesmo, em duas partes, apesar do visível incidente… – pena que retiraram o vídeo do Youtube)

Ficamos morrendo de pena porque entendemos o drama dramático desse tipo de situação e temos pesadelos constantes com algo parecido, sempre! Que o espírito de Chanel nunca nos deixe passar por esse tipo de situação. #AMEM  (o meu mais constante é que eu saio de casa descalço ou com sapatos diferente em casa pé. Sério)

 

Melhor decote fundamento indeed da noite

Michelle Dockery

Michelle Dockery, provando que na terra da Rainha, elas também aprenderam algumas coisinhas, rs

Maravileeeandra, quase toda coberta e revelando apenas alguns detalhes. Coisa de mulher phina e que poucas entendem em noite de premiação.

 

Melhor date com quem a gente adoraria ter caminhando lindamente nesse red carpet e deitado com todas

justin-timberlake

Justin Timberlake, que para tornar o momento mais especial, só mesmo se ele tivesse cantando e dançando ao som do seu novo single, “Suit & Tied”.

Rebolativo, no falsete e todo no plaid, seria algo imbatível por pelo menos duas gerações da magia. Höy!

(♥)

E esse foi o nosso SAG Awards 2013. Mas a verdadeira lista com os vencedores você também pode conferir a seguir:

 

Male actor in a supporting role

Tommy Lee Jones, Lincoln

Female actor in a supporting role

Anne Hathaway, Les Misérables

Cast in a motion picture

Argo

Male actor in a leading role

Daniel Day-Lewis, Lincoln

 Female actor in a leading role

Jennifer Lawrence, Silver Linings Playbook

Ensemble in a drama series

Downton Abbey

Ensemble in a comedy series

Modern Family

Male actor in a drama series

Bryan Cranston, Breaking Bad

Female actor in a drama series

Claire Danes, Homeland

Male actor in a comedy series

Alec Baldwin, 30 Rock

 Female actor in a comedy series

Tina Fey, 30 Rock

Male actor in a television movie or miniseries

Kevin Costner, Hatfields & McCoys

Female actor in a television movie or miniseries

Julianne Moore, Game Change

Stunt ensemble

Boardwalk Empire

 

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Confirmou! A lista dos vencedores da nossa premiação dos sonhos, o Golden Globes Awards 2013

Janeiro 14, 2013

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Premiação agora também conhecida como o dia em que a Tina Fey e a Amy Poehler dominaram a TV com o melhor do humor atualmente. Sério, não teve para mais ninguém, Liz Lemon e Leslie Knope estiveram naquele palco e não deixaram por menos. Elas dominaram tudo. TU-DO!  Portanto, todos ajeitando os decotes e ou as gravatas borboletas (segunda opção destinada especialmente para a Diane Keaton e a Ellen DeGeneres, dando aquela checada para ver se a fenda está no poder e direcionada para o ponto focal certo e de pé: CLAP CLAP CLAP! (em caixa alta, que é para fazer mais barulho)

Sério, fui dormir tão feliz, extremamente orgulhoso e por motivos dos mais variados e diferentes possíveis na noite de ontem, depois do Golden Globes, que consegui esquecer até toda e qualquer injustiça que tenha acontecido durante a premiação e é possível que eu tenha desenvolvido o meu próprio ovário + útero durante o meu sono da realização dessa noite. Sério, eu não estou brincando.

Piadas afiadíssimas que funcionaram perfeitamente dentro da intimidade de anos que uma tem com a outra e elas nunca estiveram tão naturais e ao mesmo tempo tão dentro dos seus próprios personagens em toda a história de suas vidas. Foi como um grande SNL antigo, sem a parte chata onde todo mundo tem que aparecer um pouquinho, rs. Só aquele discurso de abertura, merece ser visto 137 vezes em looping, onde é possível continuar rindo e muito, mesmo depois da 137 vez.

Sério, tem como se segurar na piadinha envolvendo a Kathryn Bigelow e o seu ex derrotado em um Oscar anterior por ela mesma, o James Camarão Azul? Não, não tem e se eu estivesse presente, teria rolado da mesa de Homeland até a do Tarantino, três vezes. (by the way Tina, dividimos o mesmo sentimento a respeito do assunto pesadelos sexuais + Tarantino)

Aliás, vale a pena usar esse momento para fazer uma pausa e avaliar a diferença entre tipos de humor que podem dizer muito a respeito de muita coisa. Reparem no discurso de abertura, na audiência, quem realmente estava se divertindo entre os convidados presentes naquelas mesas todas enquanto Tina e Amy entregavam o seu melhor em um verdadeiro bombardeio de bom humor inteligente sem ser pedante e ou exagerado e tão pouco apelativo. Basta um pouquinho de atenção para perceber que esses eram os mais inteligentes, bem humorados ou que nós gostamos mais desde sempre, fato. Robert Pattinson por exemplo, por quem nós nunca nos importamos muito, nesse momento, apareceu ao fundo, apático, se colocando de free drinks, naquela preguiça de sempre, sem prestar muita atenção em coisa alguma. Agora, reparem no vídeo abaixo, nesse outro momento que muita gente gostou durante a premiação (tisc tisc), com a dupla Wiig + Ferrell tentando, mas ficando para trás no quesito “nosso tipo de humor”. (AMO a Wiig, mas acho que ela merecia uma dupla melhor e talvez daqui uns anos, ela possa fazer um trio com certas duas aí. Eu diria que até que Fey e Poehler são as formandos do ano, enquanto Wiig ainda está na 7ª série, avançada, mas ainda na 7ª, da mesma escola pelo menos). E a cara do Tommy Lee Jones para esse momento pode provar essa teoria, rs.

E dizem que ambos da segunda dupla podem ser os apresentadores do Golden Globes no próximo ano. Começamos a rezar ou já deixamos o DVR programado na opção “corta o Will Ferrell”?

Enfim, fora isso tudo que não foi pouco, tivemos momentos excelentes, como o discurso inspiradíssimo da Jodie Foster, a homenageada da noite, que nunca esteve tão confortável e ou tão maravileeeandra, do alto dos seus 50 anos. Sério, that’s a woman! E a família ruiva dela toda presente? AMO/me passa esse contato Jodie, porque daqui uns anos, terei essa necessidade necessária. (se bem que, com meu novo ovário+útero em desenvolvimento, talvez u só precise mesmo é do contato do Fassbender… rs)

E como se tudo isso já não tivesse sido o suficiente, tivemos boas surpresas na lista de vencedores do Golden Globes 2013, que resolveu fugir bastante do óbvio e talvez nunca tenha provocado tanto o Oscar como fez dessa vez? Duvida? (para lembrar a lista completa de indicados com nossos comentários de sempre, veja aqui)

 

Filme – Drama: “Argo”

A surpresa da noite. Com grandes nomes na disputa, ficava difícil apostar em “Argo” do Ben Affleck, mesmo que ele tivesse feito por merecer. Mas não podemos nem dizer que esse foi o seu tapa na cara da sociedade das premiações americanas, porque esse não foi o seu único prêmio da noite e só faltou ganhar um para levar para o Samuel, porque temos certeza que seus dois prêmios terão donas ou protetoras mais do que especiais: Violet e Seraphina. (♥)

 

Atriz – Drama: Jessica Chastain – “A Hora Mais Escura”

Essa não foi uma grande surpresa e surpresos mesmo nós ficamos com a sua escolha para encarar essa noite de glória. Mas sobre isso falaremos depois… 

 

Ator – Drama: Daniel Day-Lewis – “Lincoln”

Só faltou os indicados levantarem a placa “Eu já sabia”. É, todo mundo já sabia e mesmo sem ter assistido ao filme é impossível não arriscar que deve ter sido muito merecido. (avaliando o que vimos com nossos próprios olhos dos teasers, trailes, imagens e comentários sobre, claro)

 

Filme – Comédia ou musical: “Os Miseráveis”

Feito exatamente para isso, Les Mis é o tipo de filme figurinha fácil nesse tipo de premiação. O que não tira o seu mérito, apesar de nos deixar com preguiça, um pouco, confesso… (mas super quero ver/chorar/cantar junto com todos eles, especialmente o Anne Hathaway)

 

Atriz – Comédia ou musical: Jennifer Lawrence – “O Lado Bom da Vida”

Yei! J-LAW! Super merecido. Ela que encara qualquer tipo de desafio com bastante dignidade e unfirah. Só acho um saco todo mundo ter que ficar esclarecendo que ela ganhou por esse filme e não pode “Hunger Games”, que segundo a Tina Fey, foi a dieta mágica que a fez entrar dentro daquele vestido, rs 

 

Ator – Comédia ou musical: Hugh Jackman – “Os Miseráveis”

Entendam, gosto de filmes épicos, feito para premiações, apesar de ter um pouco de preguiça. Mas ver o Hugh Jackman de outra forma, como não estamos acostumados a ver, também é muito bacana e por isso, merecido também. 

 

Animação: “Valente”

Apesar da represente da vez da magia ruiva não ter sido o meu preferido (mesmo pq, os dois que eu vi dentro da categoria não eram), é inegável que “Brave” com seus avanços, levou a animação para um outro nível. 

 

Filme estrangeiro: “Amor”

Todo mundo falando de “Amor”. Quero ver. Todo mundo quer ver. Onde será que vamos conseguir ver? Tem em VHS? Paolo?

 

Atriz coadjuvante: Anne Hathaway – “Os Miseráveis”

Oh Anne, como nós torcemos por você. Seu vestido não era dos melhores, nem o seu discurso foi, mas mesmo assim, a sua cara na platéia morrendo de rir de tudo e ou totalmente sem graça com a piadinha da Tina Fey sobre sua parceria como apresentadora do Oscar, foi algo sensacional. Valeu só por isso e pela Amy Poehler cantando “I Dreamed A Dream Da Da Ri Da”, rs

 

Ator Coadjuvante: Christoph Walts – “Django Livre”

Walts rouba a cena. Walts amedronta. Walts diverte. Walts é reconhecido a cada novo trabalho. Talvez Walts seja a nova Meryl Streep. Anotem…

 

Direção: Ben Affleck – “Argo”

POW! Esse sim, foi o tapa na cara de mão fechada e com anel caro de formatura na vida ou gangue na cara da sociedade dos votantes do Oscar. Não ganhou a sua indicação lá, mas por aqui, não só foi indicado como levou os dois prêmios do cinema mais importantes da noite. Suck it! Ps: talvez esteja passando da hora do Ben começar a acreditar que ele faz muito melhor uma coisa do que a outra, embora a sua carinha linda ficando escondida seja quase que um crime contra a sociedade da magia. Mas pense nisso, Ben, nos contentamos em vê-lo indo levar as meninas no colégio. Mas não se entregue aos donuts e comidas dos sets. 

 

Roteiro: Quentin Tarantino – “Django Livre”

AMO/queria conhecer o Tarantino para convencê-lo a dirigir o capítulo mais dramático e aterrorizante da história da minha vida. Aceitaria também ser o moço do cafezinho em qualquer um de seus filmes, de hoje e de ontem  caso a gente consiga aquele DeLorean ou aquela TARDIS emprestado. Não cobro cachê, mas não reclame caso objetos cênicos sumam misteriosamente do seu acervo, mas nada muito grande, no máximo uma “Pussy Wagon” e certa mala preta onde eu pretendo carregar certa peruca preta, um uniforme amarelo completo e um bastão. E sim, eu vivo de referências…

 

Trilha sonora: Mychael Danna – “As Aventuras de Pi”

Dizem que o filme é mais bonito do que qualquer outra coisa. Sabe diretor que se empolga com uma nova linguagem ou uma nova possibilidade de tecnologia? Essa é a minha sensação…

 

Canção original: “Skyfall” – “007 – Operação Skyfall

Impagável o ‘high five” da Adele para o 007 himself quando anunciado o seu prêmio. Foi quase melhor do que o 1/2 sorriso e o olho de cobra da cara de alface da Taylor Swift fazendo um giro completo de 360º de trás para frente, que segurou as lágrimas, mas talvez toda aquele líquido contido dentro dela tenha encontrado uma outra saída ao sul da mesma, de tanto ódio concentrado em um corpinho tão pequenininho e ao que tudo indica, sambado. Se solta Taylor, deixa o mundo conhecer quem você realmente é! Sua lista nós já bem conhecemos…

 

Série – drama: “Homeland”

OK, Homeland é tudo isso mesmo quando não é tudo isso, mas ela não foi a melhor série do ano. Teve seus momentos, mas nem de longe foi como foi no passado. Não, não foi. Sorry, mas aqui eu enxerguei uma injustiça. 

 

Atriz – série de drama: Claire Danes – “Homeland”

Se a série não mereceu ganhar como melhor drama, o mesmo nós não podemos dizer da Claire Danes, nunca, porque ela sempre faz por merecer. Sempre!

 

Ator – série de drama: Damian Lewis – “Homeland”

O mesmo vale para o Brody. E suas subidas no palco sempre valem um plus a mais para a divulgação do culto & adoração da magia ruiva. Höy!

 

Série – comédia ou musical: “Girls”

Há quem não ache Girls uma série engraçada, mas a assistindo pela segunda vez antes da premiere da nova temporada (que também foi ontem), eu posso garantir que quase nada na TV atualmente tem um humor tão bacana como Girls, por isso o prêmio foi mais do que merecido. Mas é outro tipo de humor, em um outro tipo de série, que nós ficamos mais do que felizes que tenha sido reconhecida. Clap Clap Clap!

 

Atriz – série de comédia ou musical: Lena Dunham – “Girls”

Meu grito mais alto da noite. AHHHHH! Lena Dunham com a sua estranheza (para alguns) e estando completamente fora de qualquer padrão (também para alguns, porque pra gente, ela é uma das mulheres mais interessantes a quem fomos apresentados recentemente. Höy!), ela representa um pouco de cada um de nós nessa fase da vida que não é nada do que nos foi prometido. Além disso, ela é ótima, inteligente, divertida, debochada e me faria um nerd feliz caso fosse a primeira celebridade a me responde no twitter. Sério, eu ficaria insuportável! Mais do que nunca. Tina, Amy, vocês já ganharam o melhor prêmio da noite como as donas da brincadeira toda, então, está declarado um empate de três das mulheres mais engraçadas ever. Me liguem, vamos fazer uma festa do pijama e depois sair para um brunch e falar bem e mal dos meninos. 

 

Ator – série de comédia ou musical: Don Cheadle – “House of Lies”

Barulho de grilos. Série que ninguém vê e  que achamos que já estava cancelada. A minha recomendação é que as próximas premiações incluam os prêmios de “dramédias”, “pedantes” e “séries que ninguém vê ou ouve falar” em suas próximas edições. Acho que seria mais justo. Gratô. 

 

Minissérie ou filme para a TV: “Game Change”

Todos amam. Ainda não vi pela temática. Mas vou ver, um dia… Quando é o próximo feriado prolongado mesmo?

 

Atriz – Minissérie ou filme para a TV: Juliane Moore – “Game Change”

E lá estava ela novamente, linda e ruiva. Höy!

 

Ator – Minissérie ou filme para a TV: Kevin Costner – “Hatfields & McCoys”

Kevin deveria ter cantado, porque, ô discursinho chato, hein? Mas ele é o Ben Affleck da sua geração, portanto, mais um tapa na cara. PÁ!

 

Atriz coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Maggie Smith – “Downton Abbey”

Maggie Smith merece todo e qualquer prêmio em forma de um feitiço. Até hoje, sonho com o dia em que ela chegará de surpresa em uma apresentação qualquer, aparatando herself live para todo o mundo #MUSERECLUSE

 

Ator coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Ed Harris – “Game Change”

Sempre digno.

 

E esses foram os resultados da nossa premiação dos sonhos. Será que algum canal de TV poderia comprar a ideia de deixar um estúdio live, 24 horas por dia, com um microfone aberto para a Tina Fey e a Amy Poehler falarem o que elas quiserem, como quiserem, quando quiserem? Seria a glória da TV. A volta dos anos dourados! Imaginem? Aliás, desde já, deixo o convite do meu casamento futuro e por enquanto imaginário, para as duas. Quero ambas fazendo discursos sensacionais de como nos conhecemos através da TV. Lena Dunham, você e todas as ghols estão convidadas também. E quem quiser ir, pode tentar uma carona no caminhão da Jodie Foster, que também já disse que vai.

ps: imaginem a fila de candidatos a novos BFFs na porta da casa da Amy Poehler e da Tina Fey, nesse exato momento. Se a gente ao menos soubesse onde será realizado esse casting… rs

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Homeland e a sua temporada que não foi excelente, mas que mesmo assim foi bem boa

Dezembro 28, 2012

Homeland

Acho honesto começar a falar da Season 2 de Homeland assumindo logo de cara que a minha relação com ela não foi das melhores. É, não foi. Claro que também não foi das piores porque, para que a minha relação com uma série como essa ficasse ruim de verdade, precisaria de muito mais. Mas foi difícil, uma relação de altos e baixos, instável, em alguns momentos bastante complicada, em outros “fácil demais”, mas no final das contas acabamos superando tudo isso e continuamos firmes e fortes, juntos. Talvez tenhamos muita sorte. Mas isso só se confirmou mesmo depois daquele final, que serviu para restabelecer de vez a força da nossa relação. Estamos bem de novo, por enquanto. Só não podemos continuar repetindo os mesmos erros daqui para frente.

Carrie (a sempre excelente Claire Danes) voltou diferente para essa temporada. Fato. Também pudera, depois de tudo que a personagem passou durante a sensacional Season 1 + o tratamento de choque que ela se submeteu voluntariamente devido a sua condição, um tratamento cruel, doloroso e que literalmente fritou suas memórias (fritou mais ou menos, não?), seria difícil encontrar a mesma Carrie de antes assim, logo de cara. Mas ela estava lá, tentando se esconder por trás de um olhar extremamente triste, quase como se ela não estivesse presente, não por completo, inteira. Um olhar de uma pessoa tentando se acostumar com sua nova realidade, visivelmente triste com a mesma, mas pelo menos tentando seguir em frente e se adequar.

E essa nova realidade da personagem acabou contribuindo para um começo bem mais lento para Homeland nessa temporada, porém até que necessário, porque havia a necessidade de situar a história e a atual situação de seus personagens depois de tudo que já conhecemos do seu passado. E tudo isso só passou a voltar para o ritmo normal que eles mesmos nos acostumaram durante a Season 1, quando a CIA se viu completamente sem saída e teve que pedir a colaboração da própria Carrie, colocando-a novamente em campo, que todo mundo sabe, é onde ela sempre se sentiu mais a vontade com ela mesmo. Isso sem prometer nada, cruelmente até, a tratando como uma qualquer. Logo ela, que se fosse uma qualquer mesmo, não seria tão fundamental assim para o desenrolar das investigações. (autoconfiança é importante na vida, Carrie!)

Longe dela e tentando manter a sua vida cheia de “mentiras” estava o Brody (o tão sensacional quanto, Damian Lewis), um homem que apesar da serenidade que ele tenta passar a todo instante para não ser pego por ninguém, nós todos sabemos que na verdade, ele é como uma bomba relógio que está prestes a explodir a qualquer momento, principalmente porque em sua vida acontece de tudo o tempo todo e ameaças por todos os lados nunca faltaram para o personagem. Agora concorrendo a uma vaga como vice na campanha presidencial do então odioso vice-presidente, que nós bem sabemos que sempre foi bem meio assim, com seu próprio gabinete, entourage (AMO e sempre procuro um motivo para usar essa palavra. Sempre!) e tudo mais. Sendo assim, Brody esteve cada vez mais envolvido com a parte política da história, algo conveniente para ele e também para o inimigo #1 da america antiga dentro da série. Em casa, tudo caminhava para uma vida enfim tranquila, com mulher e filhos também se adaptando a nova realidade da família do novo “herói americano”, ganhando cada vez mais espaço na trama, principalmente a filha, para o nosso total desespero. Mas daqui a pouco falaremos dela, porque também não queremos cometer a injustiça de dar mais espaço para quem não merece, rs

Enquanto isso, a ameaça de um novo ataque terrorista continuava perseguindo a CIA e em campo, em um momento de pura adrenalina que foi o que trouxe a série para o ritmo que nós tanto gostamos de antes, com muita sorte, Carrie, mesmo arriscando a própria cabeça a troco de qualquer coisa naquele momento, muito provavelmente porque ela já não tinha mais o que perder a essa altura, conseguiu algumas provas ou pelo menos pistas do que estaria por vir e no meio disso tudo, repito, com muita, mas muita sorte, ela acabou encontrando também o vídeo com a confissão das verdadeiras intenções do Brody no passado e isso em terras bem distantes, com um disfarce bem do meio assim (mas Ok, perdoamos esse detalhe porque a perseguição foi bem boa). Vídeo esse que o Saul achou em meio as evidências, quase por acaso, que nos trouxe um dos momentos mais bacanas e aguardados da história da série, que acabou se estendendo até o episódio seguinte, quando Saul finalmente revelou a descoberta do vídeo para a própria Carrie, que nessa hora ganhou a certeza de que ela esteve certa o tempo todo, nos presenteando com uma cena ótima de alívio para a personagem, que naquele momento parecia que enfim tinha voltado de uma vez por todas para onde ela pertencia. Carrie estava centrada novamente. Quer dizer, na verdade, meio que em diagonal como quase sempre. (rs)

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Mas a sua volta para a CIA não aconteceu assim de forma tão fácil não e Carrie ainda teve que amargar alguns obstáculos colocados no seu caminho por seus superiores, que tentavam a todo custo dificultar ainda mais o seu retorno, sem contar que eles todos não conseguiam aceitar ou reconhecer que a agente bipolar mais descontrolada do universo foi quem esteve certa durante todo esse tempo, algo que só contribuiu para deixar a personagem ainda mais fora de controle, principalmente quando ela já tinha consciência de que estava certa, onde a partir disso ela passou a assumir de vez a posição de “policial que não segue regras”, tão comum em séries ou filmes do gênero, algo que em Homeland sempre me pareceu um tanto quanto desnecessário (e apesar de não ser novidade para ninguém, dessa vez, esse detalhe foi ainda mais presente na trama). O difícil é acreditar que em uma organização de segurança nacional daquele porte e com tamanha responsabilidade, as coisas continuem acontecendo de acordo com as vontades e ou intuição da personagem. Mas tudo bem de novo, perdoamos agora porque a história precisava continuar… (o que não quer dizer que nós não estamos de olho nesse tipo de detalhe)

Até que chegamos ao que pra mim foi o ponto alto da série, o “interrogatório DR “público/particular” do casal Carrie vs Brody (2×05 Q&A), que aconteceu diante das câmeras, na frente de quase todo mundo. Quer dizer, pelo menos o áudio vai? Esse que pra mim foi o momento mais “Homeland” de toda essa temporada de Homeland. O momento que nos lembramos do porque que achamos a série tão boa no passado, a ponto de a consideramos como a melhor do ano de 2011, do porque que nós gostamos tanto e nos apegamos de tal forma a aqueles personagens. Ufa, até que enfim Homeland estava realmente de volta. Uma discussão sensacional, que durou uns 15 minutos, com apenas os dois atores em cena, se entregando completamente, despejando as verdades na cara um do outro, verdades que todos nós estávamos ansiosos para ouvir da boca de cada um deles. Carrie assumindo que amava sim o Brody, sem medo de admitir, sem culpa. Dizendo inclusive que ainda o ama na verdade, no presente e que ficaria com ele a qualquer momento, caso esse também fosse o seu desejo. Brody que por sua vez assumia pela primeira vez suas verdadeiras intenções ao final da temporada anterior, revelando a sua parceria com o Abu Nazir, apesar de ter deixado uma parte de fora dessa verdade ainda muito bem escondida (a história toda do colete), assumindo pelo menos parte da verdade, ainda mais agora que ele já não tinha mais como se esconder, uma vez que a CIA já tinha em mãos o vídeo com a sua confissão. Brody respirava aliviado pela primeira vez, deitado no chão, completamente vulnerável, em posição fetal. Dra-ma.

Antes disso, ainda tivemos mais um momento totalmente sem limites da própria Carrie, que aconteceu logo em seguida ao Brody tocar na sua ferida mais profunda (de propósito), falando sobre a sua atual condição psicológica totalmente perturbada e mais tarde, os dois se acertando animadamente em um hotel de beira da estrada, com os seus colegas de trabalho testemunhando tudo e podendo observar de perto o quão longe aquela mulher poderia chegar para obter o que ela desejava e nesse caso, em todos os sentidos. Apesar do envolvimento e dos exageros nessa situação, nós enquanto audiência pelo menos já sabíamos que Brody não era qualquer um para aquela mulher, algo que também ajuda a justificar tamanha atitude tão extremista. Mesmo assim, foi bastante constrangedor. Como mulher, eu diria que nem tanto, afinal, quem nunca? Como profissional, foi sim, bem desnecessário e desrespeitoso com ela mesmo.

Com toda a verdade aparecendo tão cedo durante a temporada, algo ainda precisava acontecer para que a situação não acabasse se resumindo apenas a prisão do Brody. Assim, em acordo com a CIA, que prometeu limpar o seu histórico, além de permitir a sua liberdade, Brody acabou se transformando em um agente duplo, trabalhando agora a favor deles, que tentavam descobrir o novo alvo do terrorista mais temido do momento. A partir disso também, a vida de mentiras do Brody que ele achava que havia deixado para trás com a sua confissão durante o interrogatório, acabou ficando ainda pior e muito mais sobrecarregada, com o personagem sendo pressionado por todos os lados e de forma ainda mais intensa. A CIA querendo mais informações, Abu Nazir pedindo a sua colaboração para colocar o seu plano em ação por intermeio da jornalistona megabitch. Em casa, as coisas também não andavam nada fáceis devido ao plot da sua filha envolvendo o filho do vice-presidente e um acidente de carro com uma vítima fatal e no meio disso tudo, estava também o ex melhor amigo, juntando as peças do quebra cabeças sobre a sua verdade e  de quebra, ainda teve o alfaiate que entregou o tal colete para ele na temporada anterior (e vale lembrar nessa hora o que ele foi capaz de fazer com o alfaiate quando se sentiu totalmente ameaçado pelo mesmo) reaparecendo e não facilitando muito as coisas. E entre esse fogo cruzado, estava Carrie, tentando controlar tudo o que estava acontecendo com ele, para que o plano maior de capturar Abu Nazir continuasse em andamento. Sério, se Brody pensou em explodir ao final da temporada anterior, eu não sei como é que dessa vez essa não acabou sendo uma reação natural para aquele homem. Se ele explodisse com tamanha pressão por todos os lados, acho que todo mundo entenderia o porque, rs.

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E precisamos falar sobre a filha do Brody. Sério, de todos os personagens que existem na série, além dos figurantes em cena andando na pracinha e ou dentro das instalações da CIA, alguém realmente se importa com a história daquela personagem? Pior do que isso, porque a história dela até poderia existir dentro de Homeland e a gente poderia nem notar e ou não prestar muita atenção, mas o problema maior talvez tenha sido o grande destaque que ela acabou ganhando ao longo da temporada com um plot idiota como esse. Da filha assustadoramente compreensível com a volta do pai todo estranho e convertido até a adolescente rebelde com cabelos ensebados e mais bipolar e irritadinha do que a própria Carrie, Dana nunca esteve tão irritante, muito provavelmente porque ela também nunca esteve tão presente na série e essa presença exagerada e totalmente desnecessária, eu considero um erro para essa Season 2.

Tudo bem que suas complicações com a justiça serviram para alguma coisa, bem pouco na verdade e talvez só tenha ajudado a preparar o território para tudo que ainda está por vir, ainda mais depois do final da temporada, mas sinceramente, não houve porque dessa história ter ocupado tanto espaço dentro dessa temporada. Não, não houve. Nem aquela sua mãe também irritante chegou a ganhar tanto destaque, tão pouco o irmão que sempre aparece como figuração e até hoje só deve ter tido umas 5 falas na série e dois “humpfs”. Aliás, falando na mãe, que mulherzinha mais meio assim, não? Tudo bem que ela já teve uma relação qualquer com o amigo (também ruivo? Sempre fico com essa dúvida sobre o fato dela ter um tipo…) do seu marido, mas custava resistir um pouquinho as tentações da carne e não ir dormir com o cara no quarto de hóspedes da casa monitorada pela CIA que ela teve que ir morar por motivos de segurança e deixar os dois filhos dormindo na própria cama dela enquanto a cabeceira da cama batia contra a parede? Se eu já não enxergava motivos para tentar simpatizar com a personagem, nesse momento, ela acabou de perder todo o meu respeito. Prefiro a Carrie, ela que faz o que tem que fazer, deixa todo mundo ver, ouvir, mas nenhum dos envolvidos nesse possível flagrante são seus filhos, apenas colegas de trabalho e nada mais, rs.

Outro momento importantíssimo para a temporada foi o “sequestro” da própria Carrie, que ficou sob a mira do Abu Nazir himself, que aparentemente, conseguia entrar nos EUA com a maior facilidade desse mundo. Ou seja, outro ponto fraco e grande falha da temporada que não poderíamos deixar de notar e apontar. Como é que um terrorista procuradíssimo como aquele, apenas tira a barba e consegue um passe livre em terras inimigas tão facilmente? Hmmm mmm… será que Abu Nazir passava fácil como vendedor de kebab em uma esquina qualquer? Mas enfim, se esse momento foi falho, ao mesmo tempo ele foi bem bacana, porque nos trouxe de volta a tensão que gostamos tanto quando o assunto é Homeland, com Brody tendo que colaborar com o ex-patrão, que precisava do número do wireless do marcapasso do vice-presidente (ou algo parecido), caso contrário, acabaria com a vida da Carrie em cinco segundos. Tempo…

Um plot meio absurdo, eu sei, mas que acabou funcionando dentro da história, apesar de pouco crível, com o terrorista mais procurando dos EUA em Homeland acionando a distância o mecanismo que matinha o coração do seu arqui-inimigo batendo normalmente, algo que acabou levando a morte do seu alvo, nos braços do Brody, que aproveitou os momentos finais do inimigo em comum para despejar umas verdades diretamente na cara dele e sem direito a misericórdia.  Só que isso tudo aconteceu dentro da sala do próprio vice, que aparentemente, é um dos lugares menos seguros da face da terra. Vai entender…

Praticamente ao mesmo tempo em que nos despedimos sem saudades do vice-presidente, acabamos nos despedindo e bem precocemente até, do próprio Abu Nazir, que também encontrou o seu fim graças a intuição e mais uma vez, toda a sorte da Carrie, que apesar de quase sempre bem confusa, parece ter um faro certeiro para uma boa pista, não? #TRUSTYOURGUT

Assim, Homeland nos trouxe novamente aquela sensação que tivemos por diversas vezes durante a primeira temporada, quando encontramos uma série pouco previsível e corajosa o suficiente para queimar seus cartuchos a qualquer momento. Confesso que pensando friamente, por se tratar de um terrorista do calibre que imaginamos que teria o Abu Nazir e o tamanho do seu envolvimento com a história, sua morte veio de forma fácil demais, apesar de corajosa e até mesmo inesperada para aquele momento. Sem contar que ela encerraria boa parte do plot em questão em torno da série, mesmo com o aparecimento de novos personagens que poderiam ter algum interesse ou relação com a investigação, algo que eu não sei se foi uma boa saída ou não no final das contas. Mas isso nós ainda teremos que aguardar a Season 3 para constatar.

E esse é um detalhe que não ficou exatamente muito claro, ou pelo menos não teve a atenção merecida. Todo o envolvimento e as suspeitas em torno do Quinn, um dos novos personagens por exemplo, ele que em algum momento, apesar de uma ligeira desconfiança, cheguei  até a achar que seria o novo candidato a boy magia da própria Carrie, mas que na verdade, tinha uma outra função dentro da trama e ela não foi devidamente esclarecida ou desenhada com detalhes. Assim como o porque do Estes ter designado uma outra “equipe” para a tal tarefa, que ao seus olhos, precisava ser encerrada com a morte do Brody, algo que o próprio Quinn se recusou a executar quando conseguiu decifrar o que de fato estava acontecendo.

Episode 212

Outro erro que eu consigo enxergar facilmente em Homeland e que nessa temporada acabou me incomodando bastante, sempre foi o fato de alguns personagens acabarem se escondendo na sombra dos demais, não ganhando o destaque que a gente gostaria que eles tivessem. Algo que na primeira temporada até que tudo bem, mas que agora acabou pesando um pouco mais, porque a essa altura, nós já conhecemos aquelas pessoas. Saul por exemplo, sempre foi um dos personagens principais da série e apesar de estar presente em boa parte da temporada, teve pouca participação efetiva e ou com alguma relevância durante a mesma. Tirando a sua excelente relação com a terrorista que tudo que queria na vida naquele momento era uma cela com vista para o mar e dois minutos sozinha para se suicidar (sério, como Saul foi tolo naquele momento…) e o grande final da temporada, Saul foi um personagem que ficou meio que a deriva da história, cumprindo um papel quase bobo de coadjuvante, ainda mais considerando o seu grau de envolvimento com a Carrie e toda a história da série. Acho um desperdício, mas pelo menos ele foi promovido no final das contas. Não por merecimento e sim por falta de opções. Triste.

Até que chegamos ao final da temporada, onde a essa altura, devido a esses pequenos (as vezes não tão pequenos assim) detalhes negativos que começaram a aparecer com certa frequência na trama atual, acabei não criando grandes expectativas para ele. Até aqui, apesar de ter gostado do caminho que a série acabou perseguindo, mesmo com um desvio ou outro meio ou totalmente meio assim, era possível perceber de longe a grande diferença entre tudo o que aconteceu durante a primeira temporada e a atual situação de Homeland, que apesar de não ser ruim, também não era das melhores, não como ela já foi. Tirando o fato da série não ser mais novidade e que dessa vez o jogo da dúvida sobre a verdade sobre o Brody já não ter mais o mesmo efeito delicioso de antigamente, onde em um episódio achávamos que ele era o bandido e no outro, achávamos que ele era totalmente inocente, ainda  faltava alguma coisa para que fosse possível relacionar e associar facilmente essa nova temporada da série com tudo de melhor que nós já havíamos acompanhado durante toda a Season 1.

Nessa hora, ganhamos uma Carrie desesperada, em meio a um ataque terrorista em um lugar que ela achava ser totalmente seguro. Todo mundo achava. Isso quando ela minutos antes havia tomado a decisão de desistir de toda a sua carreira para viver o grande amor que ela sente pelo o Brody. E de quebra, o ataque aconteceu quando ela ainda estava ao lado do homem que poderia ter sido o responsável por toda aquela barbaridade que acabou tirando a vida de diversos dos seus colegas de trabalho e que naqueles minutos anteriores, era o homem com quem ela havia decidido dividir a sua vida. Ou seja, mais bipolar do que a própria Carrie só mesmo as ironias da sua vida. Uma explosão que poderia ter sido mais caprichada e na verdade, acabou ficando com a mesma cara daquela explosão medonha e vergonhosa do final da primeira temporada de The Walking Dead, mas que mais uma vez nós deixamos passar em respeito a trajetória da série até aqui e sobretudo, imaginando todas as possibilidades que ainda estavam por vir a partir desse grande acontecimento surpresa e de última hora.

Foi quando Carrie, mais bipolar do que nunca, decidiu optar por tentar fugir do que ela acreditava ser o seu futuro, algo que ela já havia avistado como possibilidade assistindo de longe tudo o que estava acontecendo na vida do próprio Saul no passado, algo que ela disse não querer repetir ou levar como exemplo para a sua própria vida. Saul que por usa vez, fez  o que precisava fazer naquele momento, dizendo que ele não conseguia acreditar que ela iria colocar um relacionamento com um homem como Brody, ainda mais com todo aquele histórico totalmente duvidoso a frente da grande possibilidade da sua carreira como agente da CIA,  que sempre foi o que ela mais sonhou na vida, algo que ele esteve coberto de razão de trazer a tona naquele momento. Só faltou os três tapas na cara dela, mas você também está perdoado Saul.

Apesar de gostar do casal Brodarrie, confesso que esse tipo de resolução do “coração” acabaria me entristecendo, ainda mais agora que Carrie estava prestes a ganhar todo o reconhecimento profissional que ela havia feito por merecer durante todo esse tempo. Por isso, achei importante que apesar de ter ajudado o Brody a desaparecer por um tempo e assumir uma nova identidade e tudo mais, uma vez que o seu famoso vídeo agora havia sido até exibido na TV para todo mundo ver, ao invés de permanecer ao seu lado apenas em nome de um grande amor (para ela), Carrie decidiu deixá-lo seguir sozinho daqui para frente. E um “grande amor” que diga-se de passagem, é possível enxergar claramente por parte dela, mas quando o assunto é ele, temos lá as nossas dúvidas.

Mas não foi só isso, Carrie entendeu naquele momento que apesar de tudo, de talvez nunca mais poder ficar ao lado do homem que ela amava e ao mesmo tempo continuar mantendo o seu emprego na CIA (ainda mais agora com a sua promoção), sua presença ocupando a sua posição de sempre e agora ainda mais privilegiada era muito mais importante naquela situação, inclusive para ele. E mais uma vez eu digo, apesar de ter sido bem bacana esses últimos momentos dos dois enquanto casal, Carrie sempre me pareceu muito mais consciente de tudo que ela estaria arriscando ou deixando para trás para viver essa história, muito mais do que o Brody, que nunca deu grandes demonstrações de que ele estava querendo exatamente a mesma coisa. Talvez seja coisa de homem, que demonstra menos os sentimentos (nunca pensem assim). Ou talvez não… Na dúvida, assista “Ele Não Está Tão Afim de Você”, Carrie… rs

Embora todos esses acontecimentos importantes tenham ocorrido em uma temporada bastante irregular, nada foi mais especial do que ao final, ver o Saul praticamente em estado de choque, acreditando que a Carrie poderia estar entre as vítimas daquele atentado e em meio a todos aqueles corpos no chão, cobertos apenas por um tecido branco, em uma cena super simples e carregada de emoção, encontramos o personagem quase sem conseguir acreditar na realidade ao ouvir de longe a voz da sua parceira de longa data, um chamado que acabaria de uma vez por todas com a angustia de achar que ela estava morta até então. Certamente, um dos momentos mais importantes  e emocionantes da temporada, sem a menor dúvida. E foi importante que ele tenha sido a última cena dessa temporada, para nos lembrar mais uma vez o porque que nós já achamos Homeland a série mais sensacional da temporada passada.

E foi isso, apesar de bastante irregular e de uma série de falhas que se tornaram mais do que evidentes na sua trama a ponto de nos causar um certo desconforto em ter que acreditar que aquele tipo de erro de principiante estava de fato acontecendo em uma série tão bacana como Homeland, tivemos uma grande Season 2, não tão excelente quando a primeira, mas ainda assim bem boa. Talvez essa tenha sido a temporada do nosso perdão para a série…

ps: sim, Claire Danes e o seu queixinho de choro continuam sendo a piada recorrente da temporada, aparecendo em tudo quanto é lugar, mas nenhuma delas foi tão boa quanto a versão do SNL, que além dessa referência, tem também uma filha do Brody que é muito melhor do que a própria filha do Brody. Sério. (falando nele, se não fosse o próprio SNL, eu nunca teria reparado em como a boca dele é realmente pequena, não? rs)

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Da série casais que nós amamos ainda mais grávidos: Hugh Dancy e Claire Danes

Dezembro 18, 2012

Hugh Dancy + Claire Danes

Imaginem a carinha desse bebê?

Se vier uma mistura dos dois e fazendo o queixinho da Claire Danes, temos certeza de que será uma foufurice foufa.

(♥)

ps: #TENSO porque não assisti a finale de Homeland ainda…

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