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Oscar 2011 – É, faltou emoção…

Fevereiro 28, 2011

Não sei ao certo o que aconteceu ontém a noite, ou melhor, o que não aconteceu, porque no final das contas, mesmo tendo os meus favoritos como os grandes vencedores da noite, acabei sentindo falta de ficar emocionado na premiação do Oscar 2011, talvez com os discursos, com as apresentações, não sei…

Sem nenhuma surpresa e nenhum azarão, o Oscar 2011 pela primeira vez em muito tempo, acabou premiando exatamente quem a gente esperava. Pelo menos, achei bem democrático o fato do grande vencedor da noite sair apenas com 4 estatuetas, o que de uma certa forma privilegia a diversidade de filmes concorrentes. Achei justo pelo menos, pena não ter me emocionado.

Anne Hathaway e Franco foram OK, mas não me lembro de nada muito marcante na apresentação dos dois, então…

Vamos a lista?

 

Melhor filme

“The Kings Speech”


Merecido, embora não fosse o meu preferido, que como sou do time dos modernos, estava na torcida por “Black Swan”. Mas eu matei a charada quando o video de apresentação dos dez indicados abriu com o discurso do rei do Colin Firth e assim permaneceu, apenas com o audio, intercalando entre cenas dos demais filmes, sem mais nenhuma imagem do “The King’s Speech” até a cena final, que é exatamente a cena final do filme. Senti que nessa, eles acabaram entregando quem seria o vencedor. Fiquei com medo de “The Social Network” acabar levando de última hora, porque o filme é apenas bom, comparado ao outros excelentes concorrentes. Pelo menos foi um prêmio justo. Clap Clap Clap!

 

Melhor diretor

Tom Hooper – “The King’s Speech”

Realmente é um filme muito bom e ao contrário do que muita gente tem falado, eu acabei sentido um certo olhar para a modernidade no filme. Muito embora eu ache o olhar visionário do Darren Aronofsky mais interessante.

 

Melhor atriz

Natalie Portman – “Black Swan”


Ninguém merecia mais, não é mesmo? Ainda grávida? Achei de uma elegância sem tamanho o seu namorado, o bailarino Benjamin Millepied, com toda a sua postura de primeiro bailarino do ballet de NY, ajudando ela a subir as escadas para receber o seu prêmio. O discurso eu achei honesto, só que mais uma vez faltou emoção. E nem eu e ninguém vai perdoar a Natalie Portman (e talvez ela mesmo no futuro) de não ter ido de preto para a premiação neam? Era a hora da volta do look cisne da Bjork, ou seja, a não ser que vcs façam uma continuação (rs), perdeu a chance Natalie!

 

Melhor ator

Colin Firth – “The King’s Speech”


Me bateu um medo quando a Sandra Bullock (que estava ótima inclusive) deu aquela pausa antes de anunciar o vencedor na categoria melhor ator…mas no final, tudo se confirmou e Colin voltou para a sua casa carregando o seu Oscar. Mais do que merecido e esse prêmio eles ficaram devendo para ele desde 2010 por “A Single Man” (que saiu em DVD por aqui no final do ano passado) e para surpresa de todos, ess ano ele voltou com um personagem ainda mais dramático e com um detalhe que sempre pesa: um Rei. Nada mais do que justo não? Clap Clap Clap!

ps: Já pode comemorar Bridget Jones, que o seu boy magia esta voltando para casa com um Oscar! Yei!

 

Melhor atriz coadjuvante:

Melissa Leo – “The Fighter”

Não assisti ao filme ainda (mas quero muito ver), mais quando dois dos atores coadjuvantes levam os prêmios, isso só pode indicar a qualidade do filme, não?

 

Melhor ator coadjuvante

Christian Bale – “The Fighter”

Repito o texto acima e nesse caso, sempre achei o Christian Bale um bom ator, desde aquele outro filme (“The Machinist”)  que ele também aparecer hiper magro e quase irreconhecível (repetindo a fórmula para chamar a atenção feelings). Algo que sempre comove a Academia, fato.

 

Melhor longa-metragem de animação:

“Toy story 3”

Nenhum outro concorrente fez 10 entre 10 adultos chorar tanto no cinema quanto “Toy Story 3”, que voltou anos depois para nos divertir e muito e ainda causar algumas lágrimas. Super merecido! Clap Clap Clap!

 

Melhor direção de arte

“Alice In Wonderland”

Alice é mesmo um banho de bom gosto. Um “esquisitice” maravileeeandra! Clap Clap Clap!

 

Melhor fotografia

“Inception”

É a melhor porque talvez fosse a mais diferente. Todo mundo já viu as belezas da Londres antiga em algum lugar, assim como o horizonte nos desertos americanos. Agora, prédios se dobrando, se enrolando na verdade, isso sim foi a primeira vez e uma primeira vez belíssima. Imagem que não vai sair tão fácil da cabeça de quem assistiu o filme. Clap Clap Clap!

 

Melhor curta-metragem de animação

“The lost thing”, de Shaun Tan, Andrew Ruheman

 

Melhor roteiro adaptado

“The Social Network”

Um roteiro muito bom mesmo, ágil, moderno.

 

Melhor roteiro original

“The King’s Speech”

Outro roteiro que eu diria que é no mínimo inusitado.

 

Melhor filme de língua estrangeira

“Em um mundo melhor” (Dinamarca)

 

Melhor trilha sonora original

“The Social Network” – Trent Reznor e Atticus Ross

Não me lembro de nada da trilha sonora do filme e acho que a melhor trilha tem que marcar, por isso, achei injusto…

 

Melhor mixagem de som

“Inception”

 

Melhor edição de som

“Inception”

Parece que virou tradição no Oscar os prêmios técnicos irem todos para os filmes mais técnológicos neam? Boring…

 

Melhor maquiagem

“O lobisomem”

Dizem que o filme é péssimo, alguém aqui assistiu?

 

Melhor figurino

“Alice In Wonderland”

Super hiper merecido. Fiquei emocionado até. Talvez porque fosse o figurino que eu gostaria de ter feito, rs

 

Melhor documentário em curta-metragem

“Strangers no more”

 

Melhor curta-metragem

“God of love”


Melhor documentário (longa-metragem)

“Inside Job”


Melhores efeitos visuais

“Inception”

Óbvio!

 

Melhor edição

“The Social Network”

Na minha opinião, é a melhor parte do filme.

 

Melhor canção original

“We belong together”, de “Toy story 3”

E o Zachary Levi que ainda cantou lindamente a música de “Enrolados” hein? Que foufo!

Assim terminanos a lista dos grandes premiados no Oscar 2011, sem nenhuma surpresa ou grandes emoções, humpf!

Nem mesmo o meu coral preferido (o PS22 Chorus de NY, procuram no Youtube que é sensacional!) conseguiu me comover ao final cantanto “Somewhere Over The Rainbow”, deveriam ter escolhido alguma das músicas mais funfamento que eles costumam cantar. (mas foi foufo vê-los por lá)

My castle, my rules – O emocionado discurso do Rei

Fevereiro 18, 2011

Um discurso emocionado e quase sufocante. “The Kings Speech” do diretor Tom Hooper, é o tipo de filme que é um prato cheio para o ator principal, feito para levar todos os prêmios possíveis, uma vez que em boas mãos. E esse certamente é o caso do Colin Firth, que vive lindamente o Duque de York, que mais tarde vem a se transformar no Rei George VI.

Uma interptetação linda de se ver, na medida, sem caricatura ou exageros. Como telespectador e apaixonado por cinema (que é um curso que eu adoraria fazer um dia e talvez acabe fazendo mais tarde na minha vida), fico imaginando como deve ter sido exaustiva essa experiência para o ele (Colin) como ator.

Aquela câmera em close, quase que o tempo todo, em um plano bem fechado e capaz de pegar os mais minunciosos detalhes, não deve ser nada agradável de se fazer. Mesmo com o resultado primoroso que temos no filme.

Como trata-se de um filme de época, os cenários, o figurino e os objetos de cena são um show a parte. Tudo no seu devido lugar e o contraste entre o rico e o pobre. Como no “consultório” de Lionel (Geoffrey Rush), com as paredes descascadas e suas camadas formando uma textura deliciosa, do tipo que da vontade de tocar. E aquele sofá lindo, meio acabado e muito abaixo do que se espera para receber um Rei, mas que mesmo assim possui o seu charme. E o tom azulado que preenche o filme com uma beleza melancólica, em cenários, planos de fundo ou até mesmo no figurino (como em um dos vestidos que a Helena Bonham Carter usa em uma cena dentro do carro, maravileeeandro!), que aparece para quebrar o que se espera do cinza da fria Inlgaterra. Cool!

Colin Firth empresta a sua doçura ao Duque de York, um homem contido, tímido e visivelmente desconfortável. É claro que ele vem de uma família real fria e com isso, os daddy issues vão aparecendo ao longo do filme, além do seu maior pesadelo que é a sua gagueira. Nada óbvia, mas uma gagueira de nervoso, desconforto, sem trejeitos óbvios ou algo parecido.

Desde o começo, fica bem claro que ele não tem a menor vontade de ser nobre, ou de herdar o poder do seu pai (Rei George V). Ele parece muito mais confortável em seu papel de homem de família comum, pai de duas filhas, vivendo o seu casamento feliz com a sua esposa Elizabeth, vivida pela atriz Helena Bonham Carter.

Sou muito fã do trabalho dela e acho que ela nasceu para ser rainha. Mas acho o seu papel pequeno demais no filme, de pouca importância para a história,mesmo tratando-se da Rainha Elizabeth e por isso, talvez eu esteja cometendo um crime contra os meus princípios, mas preciso dizer que achei um certo exagero a sua indicação ao Oscar por esse papel, sorry. Não me espanto se ela levar, pq afinal, a Academia deve essa pra ela já faz tempo, mas sinceramente o seu papel esta mais para coadjuvante nesse caso.

Enfim, em busca da cura para o seu problema, que o impede de falar em público para grandes multidões e tendo essa necessidade cada vez mais presente em sua vida, com a chegada da mídia a corte (transmissões de rádio ao vivo para todo o país), ele acaba que por sugestão de sua esposa (e essa foi a única importância do seu personagem para o filme) visitando uma espécie de fonoaudiólogo/terapeuta (que na verdade não passa de um ator decadente), que é o Lionel Logue, interpretado de forma encantadora pelo ator Geoffrey Rush.

Esse sim eu considero um injustiçado, ainda mais pelo tamanho do seu papel e significância para a história (embora eu não tenha visto o filme do Christian Bale ainda…)

E as sessões de terapia são divertidíssimas, com direito a um membro da família real rolando pelo chão da sua sala, ou até mesmo gritando palavrões compulsivamente. Divertidíssimo! E o clima entre os dois, é de provocação o tempo todo, funcionando como uma espécie terapia alternativa.

Com o tempo e a sua convivência com Bertie (que é o seu apelido para o cliente real), ele acaba enxergando naquele homem um lider honesto, de principios, um verdadeiro Rei. Convence-lo disso não é nada fácil, o que acaba levando os dois a um rompimento nessa relação Dr e paciente. Dra-ma!

Achei bem  digna a postura do irmão (que é o boy magia real), até então o escolhido para ser Rei, que prefere viver o amor da sua vida, ao contrário de se entregar as regras da sociedade careta daquela época (e se bobear até hoje).

Percebi tmbm alguns takes bem modernos do diretor durante o filme, como na cena da posse, onde a câmera esta em um ângulo de baixo para cima, mantendo os ricos detalhes do teto do palácio. E também um outro take, esse de cima, revelando os corredores do palácio em uma fotografia inesperada e linda. Cool!

Muito boa também foi aquela cena do Rei e Rainha indo até a humilde casa do terapeuta, para fazer as pazes e convida-lo a continuar o tratamento, que depois da posse passa a ser indispensável. Imagina se eu, estou na minha humilde casa e de repente, o princípe Harry me resolve aparecer com toda a sua ruivisse aqui em casa? Cataploft (o som do meu corpo duro atingindo o chão)

Embora o filme seja dramático, os pontos de comédia fazem toda a diferença na trama. Mas uma comédia inteligente, como Lionel sentado no trono da cerimônia de posse, algo inimaginável para uma plebeu. E vc, se tivesse a chance não faria o mesmo? Aposto que sim, e ainda tiraria uma foto com o seu iPhone, euri.

O final é emocionado, temos um Rei quebrando o protocolo e se aproximando ainda mais da imagem de um homem comum e reconhecendo a importância da companhia de Lionel em sua vida, mesmo não sendo “diplomado” (e quem disse que é necessário tem diploma para ter sabedoria, hein?). O prometido discurso do rei, como anuncia o título, fica para o final, em uma emocionada cena onde o brilhantismo e a delicadeza de Colin roubam a cena, em um close maior ainda do que em todo o resto do filme, com o Rei vencendo o seu maior desafio de encarar a sociedade de frente, de perto. E com a companhia daquele que se torna o seu amigo para toda a vida, anunciando para todo o pais que a Guerra esta declarada contra a Alemanha de Hitler. Emocionante!

Os americanos dizem que não, mas são sim preconceituosos com relação aos ingleses. Mas também adoram um filme de época. Se bem que, esse não é exatamente um filme de época. Hmm mmm

Ano passado o Colin Firth chegou perto de ganhar o seu merecido Oscar por “A Single Man”, que é outro filme maravileeeandro e altamente recomendado pelo Guilt, mas acabou perdendo para o Jeff Bridges, por “Crazy Heart”. Esse ano, de novo, ambos estão concorrendo na categoria de melhor ator, Colin vivendo um rei inglês e Jeff um cowboy típico americano. Mas nada mais  justo que dessa vez a vitória seja do Colin, que sinceramente, fez por merecer com o seu impecável Rei George VI.

Como o Guilt não confia em nenhuma premiação, com medo de que mais uma injustiça seja confirmada esse ano, vou dar eu mesmo o Oscar de Melhor Ator de 2011 para ele, Colin Firth, o eterno boy magia da Bridget Jones.

Segura que esse Oscar é seu Colin Firth. Clap Clap Clap!

Achei chic, achei podre no SAG Awards 2011

Fevereiro 1, 2011

Começo de ano é sempre assim, pencas de premiações antes do Oscar e uma certeza: muita gente de gosto duvidoso nos red carpets.

E é claro que no SAG Awards 2011 não foi diferente. Uma reunião da cafonalha!

E eu o que acho de tudo isso?

Acho chic, acho podre. Não entendeu? Ok, vou explicar…

Por exemplo, acho chic:

Não sou muito fã de degrade, mas achei esse vestido da Julia Stiles um dos melhores da noite.

Simples, bem resolvido e iluminado.

Acho chic

By Monique Lhuillier

Tmbm achei bem chic esse Alexander McQueen da Mila Kunis e olha que eu tmbm não sou muito fã de estampa.

Na verdade eu não gosto de estampa figurativa, eu acho… (nesse caso é claro)

 

Pausa para um momento gossip:

Agora o fatão da vez nesse caso é que…

… ela tem mesmo um tipo neam?

Olha só quem dizem que ela esta pegando, depois de terminar o seu casamento com o Macaulay Culkin.

Qualquer semelhança não deve ser mera coincidência, não é mesmo?

NEXT!

Lea Michele, eu tenho uma pena de vc. Isso pq eu acho ela super talentosa, mas o personagem que escrevem para ela em Glee beira o insuportável.

Difícil um personagem principal ser tão rejeitado assim. Acho que já passou da hora deles tentarem consertar isso.

Seu vestido eu não achei dos piores, achei ok. Mas não foi feito para ela, que não tem o corpo suficiente para preenche-lo. Sorry!

By Oscar de la Renta

Falando em Glee…porque Amber Riley? Porque?

Gastei meu português falando que vc estava maravileeeandra no Golden Globe, que eu tinha achado uma escolha super inteligente para o seu tipo físico e tudo mais. E agora vc me aparece assim no SAG? Dafuck?

Sorry Mercedes mas dessa vez, #NAOTABOMNAO!

Achei podre.

Hilary Swank fazendo a grega e de nude é muita preguiça.

Alguém precisa lembrar que ela é mais do que isso.

Achei preguiça, achei podre

By Versace

Christina Hendricks vc me irrita profundamente!

Ela já foi modelo, é uma das mulhers mais lindas do mundo e não se encaixa em um padrão óbvio, esta no elenco de uma das melhores séries ever e ainda por cima é ruiva magia.

Ai eu me pergunto: precisa mais o que?

E a resposta  é: bom gosto!

Sinceramente eu acho que ela não tenm nem idéia do tamanho da sua beleza.

Achei podre.

 

Agora outra pausa…

Achei muito talento feminino para uma foto só. Höy!

E nesse caso achei uma foufurice só esse reencontro de “A Single Man”. Höy!

 

Ok, voltando ao que interessa…(tisc tisc)

Ai gente…custava dar um toque para a Winona não ir vestida de noiva?

Não foi dessa vez que vc desencalhou ex Black Swan. Euri

TE AMO WINONA

Mas achei podre

By Alberta Ferretti

Agora, fala se não é muita covardia toda essa beleza reunida em um único casal? Höy!

Achei bem chic os Drapers terem aparecidos juntos, rs. Seria esse um sinal de que eles vão voltar na próxima temporada de Mad Men?

Torço para isso, pq a personagem dela perdeu toda a força e o sentido sem o seu boy magia, fatão!

Outro que deu uma melhorada foi o Christian Bale, não?

Tomou um banho, cortou aquele cabelo que não estava bom não e manteve a barba ruíva. Cool!

Acho que ele deu uma acordada depois que percebeu que ele estava levando vários prêmios e por isso precisava de um look melhor neam? Höy!

ME-DO!

Vamos gritar juntos: CRUZES!

Juro que se eu encontro com a Nicole Kidman assim na minha frente eu mudo de calçada, só para não perder a imagem dela como Satine em “Moulin Rouge” e ficar com essa imagem medonha e atual dela na minha cabeça para todo o sempre.

Achei podre

#NAOTABOMNAO

SAG confirmando os favoritos ao Oscar

Janeiro 31, 2011

Onté rolou o SAG Awatds 2011 (Screen Actors Guide) e a lista de vencedores só confirmou mais uma vez todos os favoritos ao Oscar de logo mais. Quer ver?

CINEMA


Melhor Elenco
“O discurso do rei”

 

Melhor Ator
Colin Firth, “O discurso do rei”

 

Melhor Atriz
Natalie Portman, “Cisne negro”

 

Melhor Ator Coadjuvante
Christian Bale, “O vencedor”

 

Melhor Atriz Coadjuvante
Melissa Leo, “O vencedor”

 

TELEVISÃO

 

Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para  TV
Claire Danes, “Temple Grandin”

 

Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV
Al Pacino, “You don’t know Jack”

 

Melhor Elenco – Série de Comédia
“Modern family”

 

Melhor Atriz – Série de Comédia
Betty White, “Hot in Cleveland”

 

Melhor Ator – Série de Comédia

Alec Baldwin – “30 rock”

 

Melhor Elenco – Série de Drama
“Boardwalk empire”

 

Melhor Atriz – Série de Drama
Juliana Margulies, “The good wife”

 

Melhor Ator – Série de Drama
Steve Buscemi, “Boardwalk empire”

 

Prêmio Especial pela Carreira
Ernest Borgnine

 

Nas categorias de cinema não rolou nenhuma surpresa neam? Juro que se o Colin Firth não levar esse Oscar, eu rezo para que algum convidado mais animado faça a Kanye West e suba  naquele palco com aquelas  Havaianas  de brinde para a after party que eles costumam dar em festa de ricah (nem mais de tão ricah assim pq agora já tem aquelas customizadas bisonhas)  na mão e pronto para dar na cara de quem anunciar o vencedor. E tenho dito!

Já nos prêmios para TV, achei uma foufurice a Betty White ter levado o prêmio de melhor atriz em comédia pela sua deliciosa Elka de Hot In Cleveland (e o que foi ela na cadeia no começo da segunda temporada? Ro-lei!)

Golden Globe 2011 – Os vencedores do cinema

Janeiro 17, 2011

Sem grandes surpresas e confirmando a maioria das expectativas, esses foram os vencedores do Golden Globe 2011 nas categorias de cinema (vencedores em destaque e ♥ para os meus preferidos):

 

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Christian Bale – “O vencedor” (provando que ele é realmente um bom ator)

Andrew Garfield – “A rede social”

♥  Geoffrey Rush – “O discurso do rei”

Jeremy Renner – “Atração perigosa”

Michael Douglas – “Wall Street: o dinheiro nunca dorme”

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Amy Adams – “O vencedor”

♥  Helena Boham Carter – “O discurso do rei” (acho que ela vem merecendo ser premiada a cada novo trabalho que ela faz)

Melissa Leo – “O vencedor”

Mila Kunis – “Cisne negro”

Jacki Weaver – “Animal kingdom”

 

MELHOR ATOR DE DRAMA


Jesse eisenberg – “A rede social”

♥  Colin Firth – “O discurso do rei”

Jame Franco – “127 horas”

Ryan Gosling – “Blue Valentine” (quero muito ver)

Mark Wahlberg – “O vencedor”

 

O tipo de filme que foi feito para premiar o ator principal (embora eu ainda não tenha assistido). E faz tempo que o Colin Firth vem fazendo por merecer hein? Ano passado ele quase levou o Oscar…será que desse ano não passa? To-ma-ra! Clap Clap Clap!

 

MELHOR ROTEIRO

Danny Boyle e Simon Beaufoy – “127 hours” (vou assistir ainda essa semana)

♥  Stuart Blumberg e Lisa Cholodenko – “Minhas mães e meu pai” (excelente, moderno, divertido, leve, sincero)

♥  Christopher Nolan – “A origem” (outro muito bom hein?)

David Seidler – “O discurso do rei”

♥  Aaron Sorkin – “A rede social” (que é muito bom também)

 

MELHOR DIRETOR

♥  Darren Arronofsky – “Cisne negro” (merecia muito!)

David Fincher – “A rede social”

Tom Hooper – “O discurso do rei”

♥  Christopher Nolan – “A origem” (também merecia)

David O. Russell – O vencedor”

 

AMO o David Fincher, que é um dos meus diretores preferidos da atualidade, mas definitivamente eu não acho que “The Social Network” seja o seu melhor trabalho. Acho que nesse caso o Arronofsky merecia mais, fikdik

 

MELHOR ATRIZ DE DRAMA


Halle Berry – “Frankie and Alice”

Nicole Kidman – “Rabbit hole”

♥  Natalie Portman – “Cisne negro” (realmente a melhor do ano, sem nenhuma dúvida)

Michelle Williams – “Blue valentine”

Jennifer Lawrence – “Inverno da alma”

 

Esse ninguém tirava dela hein? Mais do que merecido! Clap Clap Clap!

 

MELHOR FILME DRAMA

♥  “O cisne negro” (excelente!)

“O vencedor”

“A rede social” (bom)

“O discurso do rei”

“A origem” (e muito bom)

 

Digo e repito, não acho o melhor filme do ano, embora seja um bom filme. Preferia “Black Swan”

 

MELHOR FILME MUSICAL OU COMÉDIA

“Burlesque”

“O turista”

♥  “Minhas mães e meu pai”

“Red – Aposentados e perigosos”

♥  “Alice no País das Maravilhas”

 

“The Kids Are All Right” é realmente um filme muito bom. Não tem nada de excepcional, mas mesmo assim é muito bom.

 

MELHOR ATRIZ  DE MUSICAL OU COMÉDIA


Anne Hathaway – “O amor e outras drogas”

Angelina Jolie – “O turista”

♥  Annette Bening – “Minhas mães e meu pai” (excelente!)

Julianne Moore – “Minhas mães e meu pai” (tmbm excelente)

Emma Stone – “A mentira”

 

Um filme só é bom, quando tem um elenco a altura. E a dobradinha do casal lez em “The Kids Are All Right” é realmente muito boa. Annette fica com a parte mais dramática da história, por isso mereceu levar o prêmio.

 

MELHOR ATOR DE MUSICAL OU COMÉDIA

Johnny Depp – “O turista”

♥  Johnny Depp – “Alice no País das Maravilhas”

Paul Giamatti – “Barney’s version” (que eu estou ansioso mil para ver)

Jake Gyllenhaal – “O amor e outras drogas”

Kevin Spacey – “Casino Jack”

 

Aqui eu me senti surpreso. Estava certo que o Johnny Depp iria levar, o que não aconteceu. Mas o Paul Giamatti em “The Barney’s Version” parece estar bem sensacional mesmo. Filme que eu estou ansioso mil para ver, fatão! (além de tudo, tem o Speedman no elenco neam? Höy!)

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

“Biutiful” (México)

“The concert” (França)

“The edge” (Rússia)

“I am love” (Itália) (dizem que era o melhor…)

“In a better world” (Dinamarca)

 

MELHOR ANIMAÇÃO

“Meu malvado favorito” (awnnnn, foufo mil!)

“Enrolados” (quero ver por causa do Zachary Levi que eu acho divertido mil!)

“Como treinar o seu dragão”

♥  “Toy story 3″ (o querideeenho de todos)

“O mágico”

 

“Toy Story 3” conseguiu colocar muito marmanjo para chorar igual criança e só por isso já merecia levar.

 

CANÇÃO ORIGINAL

“Bound to you” – “Burlesque”

“You haven’t seen the last of me” – “Burlesque”

“There’s a place for us” – “As crônicas de Narnia: a viagem do peregrino da alvorada”

“Coming home” – “Country strong”

“I see the light” – “Enrolados”

 

TRILHA SONORA ORIGINAL

“127 horas”

“O discurso do rei”

“Alice no país das maravilhas”

“A rede social” –

“A Origem”

 

As melhores performances de 2010 no cinema, segundo a W Magazine

Janeiro 16, 2011

Segundo a revista W, mas eu acho que vcs (assim como eu) vão acabar concordando com a lista e muitos nomes que estão nessa lista foram premiados no 2011 Critics’ Choice Movie Awards Golden Globe da última semana e alguns estão concorrendo também ao dessa noite.

Listinha animada que colocou as 20 melhores performances no cinema durante o ano de 2010, com fotos lindas de Inez van Lamsweerde e Vinoodh Matadin e styling de Melanie Ward

Colin Firth e o seu delicioso rei em “The King’s Speech” (que eu estou ansioso mil para ver)

AMEI essa foto, fatão!

Annette Bening por “The Kids Are All Right”, que é uma delícia!

Jesse Eisenberg por “The Social Network” que eu acho bom, mas não o melhor

Justin Timberlake Magia e Andrew Garfield, tmbm de “The Social Network”

Javier Bardem Magia por “Biutiful”

Nicole Kidman (de Balmain)  por “Rabbit Hole”

Vincent Cassel, que também esta excelente em “Black Swan”, mas que ganhou a sua indicação por “Mesrine”

Michael Douglas, que recentemente se declarou curado de um câncer (Yei!) por “Wall Steet”

Jeff Brigis por “True Grit”

Melissa Leo por “The Fighter”

Robert Duvall por “Get Low”

Helena Bonham Carter por “The King’s Speech”

Jonah Hill por “Cyrus”

Mila Kunis, também por “Black Swan”

Dakota Fannig, maravileeeandra fazendo a Jodie Foster antiga em “Taxi Driver”, ganhando a sua indicação por “The Runaways”, que eu ainda não assisti por pura preguiça, mas deveria…

A novata e promissora Ellen Fanning, pelo delicioso “Somewhere”

Julianne Moore por “The Kids Are All Right”

Mark Ruffalo, mais um por “The Kids Are All Right”

E a talentosa Natalie Portman, por seu encantador “Black Swan”

Maravileeeandro esse poster do “The King’s Speech”, não?

Janeiro 3, 2011

 

Simples e maravileeeandro!

Ansioso mil (diz que por aqui i filme chega em Fevereiro)

The King’s Speech, o trailer

Dezembro 15, 2010

Dessa vez eu acho que seria mais do que uma tremenda injustiça se tirarem todos os merecidos prêmios das mãos do Colin Firth hein?

Não ganhou ano passado por “A Single Man” que é muito do sensacional (mais uma vez, Clap Clap Clap Tom Ford), mas eu sinto que esse ano ele vai levar. Eu pelo menos estou na torcida!

Aliás, que trio?

Colin Firth + Helena Bonhm Carter + Geofrey Rush

Da série casais que nós amamos

Outubro 25, 2010

Tim Burton Helena ♥ Bonham Carter

AMO o casal, AMO! Mas agora, olha só de quem a Helena anda amiga…

Colin Firth, que é o seu parceiro em seu novo filme “The Kings Speech”, que eu tmbm AMO, tsá?

“A Single Man” e a beleza solitária de Tom Ford

Maio 11, 2010

Sensível e bonito de se ver. Essas foram as minhas primeiras impressões do trabalho de Tom Ford em seu primeiro Longa “A Single Man”. O filme é triste, melancólico, mas de uma beleza excepcional.

Provavelmente muito influenciado pelo seu trabalho no mundo da moda, o filme tem uma plasticidade que chega a ser absurda, com muitos detalhes, impecável! Tudo esta no seu lugar, tudo pertence onde se encontra. Só mesmo uma pessoa apaixonada pela beleza conseguiria chegar a esse resultado. Uma chance de enxergar o mundo pelos olhos de Tom Ford. Primoroso.

A história investe em um luto e os sentimentos que essa perda desperta. Perder alguém querido não é fácil e todos nós sabemos disso. Mas perder uma parceiro de vida, de 16 anos de convivência para um trágico acidente certamente é ainda mais difícil.

A cena em que vemos o personagem principal ao lado do seu amado, morto e no local do acidente é de muita tristeza e de muita beleza também, fato.

Tudo isso com os 60’s de cenário para contar essa história de amor trágica, que envolve questões que para a época não somente eram um grande tabu, como eram também ignoradas pela sociedade que se recusava a conhecer algo novo, diferente. Algo que pode se distanciar do que estamos vivendo hoje, mas que ainda se faz presente em nossa socieadade. O preconceito e a intolerância presentes nessa história de amor que se mantinha escondida para a sua própria sobrevivência. “Não vamos lidar com a situação, preferimos ignora-la”…infelizmente é o que muita gente prefere até hoje em relação as minorias.

Colin Firth me emocionou com a delicadeza do seu professor metódico, envelhecido, sozinho e triste, sobrevivente dessa história de amor de final trágico. Sua expressão quando seu personagem recebe a triste notícia da morte do seu parceiro é excepcional, tendo que manter as aparências ainda no telefone enquanto ouve de um familiar que além de tudo, a sua presença não seria bem vinda ao funeral. Triste e real, situação possível de ser repetida até hoje, em menor número, mais que ainda é possível de acontecer.

Seu personagem, George, se desmancha em lágrimas e quase desaparece sentado naquela poltrona enquanto absorve a informação de que o seu amado esta morto. Sempre fui fã do seu trabalho como ator, mas com essa atuação ele me ganhou de vez (e o sotaque british sempre colaborando pencas nas minhas escolhas, rs). Esqueça os trejeitos e características pessoais do ator, aqui Colin é um homem sério, que esta sofrendo por ter que lidar com essa situação de solidão precoce e inesperada.

George é um homem correto, alinhado, um professor apaixonado por sua profissão. Por onde passa, o charme de sua personalidade misteriosa e séria gera interesse dos demais, seja na escola ou em uma loja de conveniência. Talvez seja o charme das armações pretas e grossas de seus óculos, que é o meu apelo atual, fatão! (rs)

Durante o filme acompanhamos a sua forma de lidar com esse luto, que por sinal não é das melhores. Até que o seu personagem resolve por um fim a sua própria vida, vivendo o seu último dia antes de cometer o suicídio.

A cena angustiante em que o personagem “ensaia” por diversas vezes o disparo fatal é desesperadora. Na cama, com o saco de dormir, no chuveiro, ele não consegue decidir um forma digna de morrer, talvez pelo seu modo metódico demais de viver e não por falta de coragem. Tudo calculado com antecedência, facilitando inclusive a vida de quem tiver que lidar com a burocracia da sua morte.

E tem ainda a  relação com a sua melhor amiga e talvez “alma gêmea” que é de muita sinceridade e pode parecer até grosseira para a maioria das pessoas. Mas de um certo modo isso funciona para eles e assim os dois mantém a relação de amizade do casal  por tantos anos, uma relação honesta e sincera, e em alguns momentos talvez até demais.

Julianne Moore empresta sua beleza para essa mulher (a amiga) depressiva e infeliz, que vive de memórias boas do passado. Fico imprecionado com o tamanho da beleza dessa mulher, acho que ela é uma das poucas atrizes de sua geração que ficarão para a história como as nossas divas de agora.

Digna, bela e talentosa. Seu personagem, Charley, é inquieta, perturbada, quase invejosa, mas presente e é para quem George recorre imediatamente quando fica sabendo do trágico acidente com o seu grande amor.

O filme ainda conta com a participação de Matthew Goode (Jim) que é a outra metade do casal principal do filme. Seu personagem é quase um estereótipo da perfeição. E ele aparece em memórias de seu amado, relembrando os bons momentos que viveram juntos em sua casa de vidro (que por sinal é incrível).

E tmbm temos o jovem ator Nicolas Hoult como Kenny, fazendo o típico aluno apaixonado pelo professor mais velho e bem sucedido, buscando entender um pouco mais da sua condição. Fica para ele a tarefa de mostrar para George que nem tudo esta perdido e que é possível recomeçar.

E ainda tem o Lee Pace que dá um carão no filme, mas que não colabora muito com nada em uma cena que o que importa mesmo é o que esta acontecendo ao fundo, rs.

A fotografia do filme é algo a se destacar. Tudo é tão perfeito, tão arrumado que fica difícil acreditar em toda aquela organização. Mesmo quando não estamos  falando do cenário de convivência do personagem principal que justificaria tamanha obsessão por organização.

E os figurinos? Que perfeição não? Sem exageros, clean. Tudo bem que estamos falando de um filme do Tom Ford e isso não seria nenhuma surpresa.

Ternos bem cortados, alinhados, sapatos incrívelmente polidos, tudo muito clean. Os figurinos que se destacam mais na minha opinião são os da figuração, que transitam pelos cenários do filme. Muita informação de  moda e estilo, até mesmo quando trata-se do figurino das crianças, tudo muito bem cuidado, cheio de detalhes e bonito de se ver.

Tom Ford teve uma grande importância no mundo da moda, transformou a Gucci em algo que ela não é mais hoje em dia, talvez  até por sua ausência na marca atualmente. Sempre foi fã de fotografia e o melhor disso é que ele sempre foi ousado, nunca teve medo de provocar. Quando fiquei sabendo que ele faria um filme, eu tinha certeza de que seria algo belo, afinal ele sempre enxergou a beleza como ninguém.

E como diretor de cinema ele também se deu muito bem. Talvez a fama de metódico e controlador com o seu trabalho tenha colaborado para o resultado final de “A Single Man”. Cenas sutis, carregadas de emoções, as vezes contidas, as vezes exageradas. A saturação das cores nos momentos em que o personagem principal esta “sentindo” algo importante ou que de certa forma mexe com ele é de uma delicadeza notável. Pra vcs terem uma idéia, o cara consegue fazer uma cena com o ator principal sentado na privada (fazendo o que todos fazem quando estão sentados na privada) ficar elegante…comofaz?

E o resultado final do filme é surpreendente, quando o destino resolve tomar de volta as rédias da situação, não sem antes mostrar como demoramos demais para enxergar aquilo que não estamos preparados para ver ainda.

Mal posso esperar para um novo trabalho do agora tmbm diretor Tom Ford. Clap Clap Clap!

Uma pena o filme ganhar o título traduzido bocó de “Direito de Amar” por aqui…coisa mais cafona neam? Deixa a Tom Ford ficar sabendo disso…

Eu sei que eu já postei o trailler do filme por aqui faz tempo, mas eu acho tão digno que nunca é demais não é mesmo?

ps: DVD que deverá ir para o santuário, fatão!


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