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The Angels Take Manhattan (Goodbye Ponds!)

Outubro 1, 2012

Sábado, 17h00

Me desconectei  de todas as fontes que pudessem me trazer qualquer tipo de spoiler sobre a despedida dos Ponds em Doctor Who e passei a torcer para que ninguém que cruzasse o meu caminho durante as horas seguintes, acabasse me trazendo qualquer tipo de notícia antecipada…

Domingo, 14h00

Ainda sem ter assistido o episódio de despedida (embora estivesse extremamente ansioso para), finalmente fiz minha encomenda do mesmo, mas sem pressa, apesar da euforia e ansiedade e fiquei aguardando pelo melhor momento ideal para assistí-lo, uma vez que considerava esse como um momento bastante especial no meu own vício de séries de TV e principalmente dentro da mitologia de Doctor Who

20h05

Finalmente a hora havia chegado. Play…

20h10

Disse o meu primeiro “Confirmou” após uma certa aparição dentro do próprio episódio (sobre um spoiler que eu não consegui evitar)

20h17

Como não gosto nada de cemitérios, comecei a sentir uma certa energia negativa vindo na direção daquela história… um sinal que não me  parecia ser nada bom (glupt)

20h18

Meu segundo “Confirmou” da noite, esse que confirmava que a minha sensação parecia estar certa em relação ao andamento da história…

20h27

Tive um primeiro momento de alegria, com Melody aparecendo aparentemente intacta depois de um certo plot. Yei!

20h28

Alegria que durou apenas 1 minuto porque novamente, nada parecia estar bem como cheguei a imaginar no minuto anterior e a partir disso, meu coração já estava praticamente saltando pela boca de tanta ansiedade…

20h32

Chorei, pela segunda vez. Não mencionei que já havia chorado anteriormente? SIM, algo que também aconteceu às 20h28

20h36

Depois de um grito animadíssimo de “Go Amy”, comecei a vomitar arco-íris e corações saiam dos meus olhos como se não houvesse amanhã. Ahhh, e havia alguma esperança de novo…Yei!

20h38

Vertigo… (não posso com o mix altura + falta de segurança. Não tenho problema com altura, desde que tenha segurança, rs)

20h40

Gritei mais alto que o próprio Doutor (apesar de já ter visto a cena no promo)

20h41

Me auto abracei, voltei a ver corações ao meu redor, mas o cenário ao fundo me fazia sentir que algo ainda poderia não acabar tão bem assim daqui para o final e faltavam menos de 8 minutos para acabar…

20h42

Meu coração ficou pequeno, bem pequeno e quase desapareceu…

20h43

Comecei a perder o controle e chorar feito criança, mesmo sendo um homem adulto. Não, esse não poderia ser o final dos Ponds… #TENSO

20h44

No “maltrapilho”, eu já não conseguia mais enxergar as legendas e estava completamente rendido ao momento (tears²)

20h44 e alguns segundos depois,

tentei abraçar o Doutor… mas não consegui, humpf!

20h46

meu coração estava acelarado como se estivesse correndo naquela ponte do Central Park de mãos dadas com o Doutor em busca da última página (que eu tinha certeza que teria alguma importância desde o começo)

20h47 e mais alguns segundos,

encontramos o epílogo, que eu só pude ouvir, porque enxergar a essa altura e com os olhos cheios de lágrimas como eu estava, já era uma tarefa praticamente impossível 

20h48

não haviam mais palavras para mim naquele momento… (depois de chegar ao fim, voltei novamente para 20h42, para ver tudo de novo e ter certeza de que eu não havia perdido nada e mais tarde, antes de dormir, assisti tudo de novo)

Fiz questão de descrever a minha experiência assistindo a despedida dos Ponds em Doctor Who, porque eu não conseguia imaginar uma outra forma (ou qualquer forma) para começar esse post. Essa que é uma despedida e a gente sabe que despedidas são sempre dolorosas, mesmo quando elas são para algo bom ou positivo para todos os envolvidos. Depois disso tudo fui tomar banho, ainda extremamente triste com o final dos Ponds, muito embora ele não tenha sido exatamente tão “triste” assim. Mas foi triste, beeem triste… (#COERENCIAWHO). É, foi legitimamente triste. (barulho do meu coração se despedaçando e virando poeira cósmica)

The Anglels Take Manhathan (7×05), o momento que todos nós enquanto fãs da série e principalmente dos Ponds temíamos que chegasse, mas que finalmente havia chegado e agora não adiantava mais tentar fugir. Piscar então, nem pensar!

Vamos combinar que toda aquela introdução do episódio acabou sendo um tanto quanto desnecessária, embora tenha nos situado sobre o que enfrentaríamos dentro dele (mas durou 5 minutos. Precisava? Sério?). Talvez esse seja o meu lado Team Pond falando mais alto, reclamando que em um momento de despedida como esse, a nossa vontade era a de permanecer ao lado dos Ponds o máximo possível, mas entendo que tenha sido a fórmula que Moffat encontrou para nos situar dentro da sua proposta de história para Manhattan e esse final anunciado que a gente sabia que agora havia chegado a hora e não havia mais escapatória. O fim estava próximo e o clima não era dos melhores…

E lá estavam eles, talvez as criaturas mais pavorosas e medonhas da mitologia da série (eu pelo menos morro de medo), os Weeping Angels, por todos os lados em NY, inclusive assumindo como forma o que que certamente é um dos maiores símbolos da cidade e dos americanos, a Estátua da Liberdade, embora esse fato não tenha sido exatamente uma surpresa para mim, porque esse spoiler eu não consegui evitar ao longo desse tempo todo. (ainda bem que ela acabou fazendo mais figuração do que qualquer outra coisa). NY, uma cidade que não poderia ter sido um cenário melhor para a história dos vilões da vez, que assim como a grande maioria dos grandes centros urbanos, é uma cidade repleta de estátuas por todos os lados, por isso, nem pensem em piscar quando forem visitar qualquer uma delas.

Embora algumas coisas tenham ficado pendentes no meio do caminho (como o porque da perseguição a princípio apenas do próprio Rory, sendo que o Central Park sempre foi muito frequentado, mas OK, ele pode ter sido a pessoa errada na hora errada e naquele momento estava sozinho…), a história envolvendo os anjos e aquela espécie de hotel/prédio que se sustentava através da energia vital de suas vítimas foi bem bacana, apesar de ter sido bastante simples até, assim como também foi bem bacana a utilização dos pequenos anjos dessa vez, além da própria Estátua da Liberdade com seus dentes afiadíssimos no alto daquele prédio. Cool!

Tão bacana quanto a história toda envolvendo os Weeping Angels, foi a introdução dos Ponds em meio a isso tudo, por um livro vindo diretamente do futuro e escrito pela própria filha do casal, que finalmente nos dava o ar da sua graça nessa nova temporada. Aliás, foi bem divertido ver o Doutor todo vaidoso diante do seu reflexo, se preparando para o encontro com sua esposa, a Professora (para ele, rs) River Song. E nada mais do que justo que River estivesse presente na despedida dos próprios pais. (embora eu tenha achado que faltou um pouco de emoção por parte dela para aquele momento final…)

Apesar disso tudo e até mesmo da simplicidade da história (que a princípio parecia ser muito mais complicada do que acabou realmente sendo), o episódio brincou com os nossos sentimentos de forma cruel, nos dando falsas esperanças de que tudo acabaria bem no final e aniquilando todas elas logo em seguida, sem dó e nem piedade. Quem não vibrou com o Doutor quando viu a River solta do Weeping Angel que a segurava naquela sala e logo depois recebeu um soco no estômago e três bofetadas através daquele grito de dor dela ao ter o Doutor a puxando pelo braço, que não teve outro jeito e ela teve mesmo que quebrar para se libertar da tal criatura, contrariando o que ele achava que havia acontecido, para sua total decepção? (e foi lindo ele usando a energia da regeneração para curá-la depois disso. Lindo!- mas que eu acho também que é mais um sinal de que o 11th Doctor não vai muito longe… GLUPT!)

O mesmo aconteceu depois, quando juntamente com todos eles, encontramos Rory dentro daquele cenário, onde fomos surpreendidos novamente com mais uma pista de que essa história não poderia acabar bem, uma vez que no mesmo local, encontramos também uma versão do próprio Rory envelhecido, ficando feliz por finalmente ter encontrado a sua Amy Pond de volta, após todos aqueles anos que a sua atual aparência denunciava. E mais uma vez Moffat brincou com a nossa esperança (ele que dessa vez escreveu o episódio de despedida himself) e nos fez acreditar em um paradoxo, algo que pudesse garantir um final feliz para aqueles dois personagens por quem nós torcemos tanto ao longo desses anos todos.

Um momento bem bacana também, foi quando para que tudo isso tivesse pelo menos uma chance de ter o final feliz que merecia, Rory e Amy tiveram que se sacrificar em uma atitude suicida que parecia ser a única resolução possível para toda aquela situação, o que eles não teriam conseguido fazer de outra forma senão juntos. Esse que foi um outro momento lindo do episódio e que mais uma vez colocava a vida dos dois em risco, sem a gente ter muita certeza do que estaria por vir daqui para frente com ambos saltando juntos do alto daquela prédio em Manhattan.

Foi quando descobrimos logo na sequência que o plano suicida havia dado certo sim, com Amy e Rory acordando naquele cemitério em NY, um cenário que não combinava exatamente como um final feliz e onde nós já havíamos visto ainda no começo do episódio, uma lápide com o nome de Rory Williams escrito nela. E essa alegria realmente acabou durando bem pouco novamente, quando Rory finalmente se deu conta da tal lápide com seu nome e foi surpreendido por um dos sobreviventes dos Weeping Angels (malditos! Meus novos maiores inimigos!), que o fez desaparecer diante dos nossos olhos de uma vez por todas e pior, diante da sua Amy.

Naquele momento, eu já havia perdido qualquer esperança sobre um possível final feliz para os dois e as minhas suspeitas quanto ao destino de ambos só se confirmavam, embora o próprio Doutor tenha prometido no episódio anterior para o pai do Rory que nunca deixaria nada acontecer com eles, não com os Ponds. (o que eu até cheguei a alertar que poderia ser um sinal de que esse final poderia não ser tão feliz quanto a gente gostaria)

E foi quando fomos surpreendidos com a atitude da Amy (mais ou menos surpreendidos, porque naquele momento, Amy foi mais Amy Pond do que nunca!), que não pode se ver longe do seu agora marido e grande amor da sua vida, onde ela finalmente entendeu que estava mesmo na hora de se despedir do Doutor, sendo que aquela poderia ser a sua única chance de voltar a viver ao lado do grande amor da sua vida e quem sabe assim ainda ter alguma chance de envelhecer ao lado dele. E isso tudo em questão de poucos minutos. PUFF! E assim, Amy Pond se despediu do seu Doutor maltrapilho, desviando o olhar do tal Weeping Angel e se despedindo do Doutor de uma vez por todas, o deixando naquele lugar apenas na companhia da River, totalmente desesperado por ter perdido a sua Amelia e não ter cumprido com a sua promessa, onde logo em seguida, descobrimos com a imagem da lápide do Rory, que ambos ainda tiveram uns bons anos de vida juntos, tendo ela morrido aos 87 anos, cinco a mais do que o grande amor da sua vida. Um final feliz triste demais para qualquer Whovian ou qualquer pessoa que seja dona de um coração que funcione pelo menos um pouquinho, não?

Uma despedida que não poderia ter sido mais dolorosa para todos nós, fãs dos Ponds, que nos trouxe esse conflito de emoções com falsas esperanças, mas que por outro lado também acabou nos garantindo um futuro feliz para o que o casal sempre desejou viver juntos, onde embora agora não tenhamos mais ambos para acompanhar o Doutor daqui por diante a bordo de sua TARDIS no tempo atual, a história dos dois acabou continuando ainda por muitos anos, como se a gente só tivesse ganhado uma visita ao futuro que sempre desejamos para o casal, só que esse futuro já faz parte do nosso passado e já se encontra com sua história encerrada. Triste. Feliz. Triste inconsolável. Nessa ordem. (♥ ♥)

Com esse momento, acabei vivenciando uma nova experiência dentro da série, onde pela primeira vez eu estava me despedindo de uma companion com quem eu tinha me envolvido desde o começo de sua história. Durante a minha maratona dentro da série, eu já havia vivenciado a despedida de outras três companions (Rose + Martha + Donna), mas de uma forma totalmente diferente da minha relação com Amy Pond. Comecei a assistir Doctor Who a partir da sua Season 5 (que já havia até sido exibida) e por isso, Amy Pond acabou sendo a minha primeira companion, o que por si só, já era um bom motivo para torná-la tão especial para mim. (além dela ser a mais legal e badass de todas, claro. Ela e a Donna, que fica em segundo lugar e todo mundo sabe que eu sou Team Red, portanto, lidem com isso, rs)

Foi através da sua história que eu comecei a conhecer e me apaixonar perdidamente pela série, a partir daquela rachadura em seu quarto, com Amy ainda criança e extremamente adorkable, em seu primeiro encontro com o Doutor (que também foi o meu primeiro encontro com o mesmo e foi amor a primeira vista). Assim como ele mesmo disse no episódio anterior, Amy também foi a primeira que esse rosto aqui (Essy) conheceu dentro da série, assim como foi para ele e depois de ter acompanhado a sua mitologia desde 2005 (Season 1, Season 2, Season 3, Season 4, Season 5 e Season 6), eu não poderia dizer algo diferente a não ser afirmar categoricamente que a sua história enquanto companion foi a mais especial de todas. Sorry todas as outras, mas é verdade. (por isso até resolvi fazer essas reviews de cada um dos cinco episódios que marcaram a sua despedida… Asylum Of the Daleks, Dinosaurs on a Spaceship, A Town Called MercyThe Power Of Three e agora o The Angels Take Manhattan)

E Amy foi a mais especial de todas elas porque pela primeira vez na série (falando apenas de 2005 até então, que é o que eu conheço), acompanhamos a evolução da vida de uma companion também fora da TARDIS. Conhecemos Amelia criança, voltamos anos depois já encontrando a mesma adulta e completamente fã do Doutor, descobrimos que ela era noiva e conhecemos o noivo que ela deixou para depois, Rory, só para conhecer o universo a bordo da TARDIS (e quem não teria feito o mesmo? Mesmo com o casamento pronto para dia seguinte…). Nos apaixonamos por ele, assistimos a história de amor dos dois crescer, vimos ele desaparecer uma outra vez e ficamos desesperados, tempos depois encontramos com ele como o último centurião, que ficou protegendo e  esperando por 2000 anos o amor da sua vida, a sua Amy. Apóis isso, assistimos o casamento dos dois, em um dos momentos mais sensacionais dentro da série, acompanhamos pouco da sua gravidez, fato, mas conhecemos a sua filha, Melody Pond (outro momento lindo da série), que a gente até já conhecia e que acabou sendo sequestrada dos próprios pais praticamente no mesmo momento em que eles a conheceram. #DRAMA

Depois disso tivemos Amy virando sogra do Doutor (algo que eu adoraria que tivesse sido mais explorado dentro da série), algum tempo depois encontramos ela  sofrendo para manter a relação de amor com o homem de sua vida, uma vez que ela havia descoberto não poder ter mais filhos e por esse motivo, estava prestes a assinar o divórcio com o Rory e após toda essa sua trajetória que até pode ser considerada como atípica dentro da série, finalmente tivemos os dois se acertando e decidindo ficar juntos para sempre, porque a essa altura, já não existia mais Amy sem o seu Rory Pond (rs). Só faltava agora descobrir se poderia existir os Ponds sem o próprio Doutor, que era o que vinha atormentando o casal ultimamente. Ou seja, em nenhuma outra das histórias encontramos uma trajetória tão completa para uma companion e por isso, apesar de ter ficado inconsolável com a sua despedida e a forma como tudo aconteceu (que foi sim, bem cruel!), consigo aceitar que esse tenha sido o fim da nossa adorável Amelia Pond. E foi lindo ter a participação da little Amy ao final do episódio, em uma história que realmente havia encerrado todas as suas etapas e que com esse capítulo final, acabou ganhando um prelúdio bem mais feliz.

Durante as férias da série, ainda naqueles especiais sobre Doctor Who que foram exibidos pela BBC America, naquele que contava um pouco mais sobre as mulheres de Doctor Who (The Women Of Doctor Who), alguém usou a melhor definição para Amy Pond, dizendo que ela nada mais era uma groupie do Doutor, uma fã mesmo, um pouco como todos nós, que colecionava coisas sobre o seu ídolo (no caso, brinquedos e desenhos que ela mesmo havia feito como lembrança daquele homem misterioso que surgiu em sua caixa azul no meio do seu quintal e que havia prometido voltar em cinco minutos), o que não poderia ser uma definição mais precisa e perfeita para a personagem, que sempre foi isso mesmo, uma grande fã do seu Doutor maltrapilho.

E dessa forma maravileeeandra, porém absolutamente triste (ainda estou inconsolável, sério), nos despedimos dos Ponds, em um episódio que esvaziou os nossos corações e onde os Weeping Angels não só tomaram NY, como tomaram também a nossa Amy Pond. Mas como em Doctor Who nada é tão definitivo assim, quem sabe um dia ainda ganhamos uma visita a esse casal envelhecendo juntos no passado? Quem sabe eles não conseguiram ter um filho e iremos conhecer ele mais para o futuro da série? (isso já é a minha imaginação indo adiante. Aproveite as free ideas, Moffat e me pague com produtos licenciados, além de uma visita ao set de gravações e uma volta na TARDIS, de verdade!)

Agora, o pior de tudo isso é saber também que esse foi o penúltimo episódio da Season 7 de Doctor Who desse ano, onde só poderemos ver como o Doutor estará lidando com a perda dos Ponds no especial de Natal de logo mais (e pelo curto teaser acima, parece que ele não está nada bem), que também marcará a entrada de Oswin Oswald como a sua nova companion. E é isso, agora só nos resta engolir esse choro e nos recompor. (DETESTAVA quando minha mãe dizia isso para mim quando criança, rs)

Goodbye Ponds! (♥ ♥)

 

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O Doutor e aquela que nós ainda não sabemos o nome

Junho 14, 2012

Sim, a era Pond já terminou para eles que estão gravando a Season 7 da série, já com a nova companion… (sniff)

E o quanto a gente gostaria de visitar esse set?

#TUDOPORUMACABINEAZUL

The 10th Doctor (parte 2)

Abril 27, 2012

Continuando a minha incansável maratona de Doctor Who, cheguei ao final da Season 3, o que marca o penúltimo capítulo dessa minha saga dentro da série de 2005. Uma temporada um tanto quanto diferente, digamos assim. Digo isso porque ela fica no meio do caminho entre o que estamos assistindo hoje em dia em Doctor Who, seguindo o fundamento das Seasons 5 e 6, assim como também ela tem um pouco da minha impressão sobre as Seasons 1 e 2, que são temporadas sem um grande plot central de destaque que reúna toda história ao final de cada uma delas, o que as tornam de certa forma até mais fáceis de se acomapanhar.

Essa Season 3, a segunda temporada com o David Tennant na pele do 10th Doctor, traz o ator ainda mais confortável no papel do último dos Senhores do Tempo, reforçando ainda mais a sua própria identidade enquanto dava vida mais uma vez a esse personagem tão icônico da história da TV.

Mas dessa vez, temos um Doutor um tanto quanto diferente e entristecido em alguns momentos da temporada, se sentindo culpado, ainda sentido com a perda da sua antiga companion, como se ainda estivesse em uma espécie de  “luto” pelo desfecho da história da Rose ainda na temporada anterior, isso embora ele saiba que ela se encontra bem, vivendo a sua vida em outro universo, apenas com o agravante de que ambos não poderão mais manter contato um com o outro, o que não deixa de ser bem triste para os dois lados da história.

A temporada começa com o especial de Natal trazendo uma noiva misteriosa, Donna (3×00 Runaway Bride), que é uma espécie de “Amy Pond” mais velha e um pouco mais amargurada pela vida, digamos assim, rs. Ela que até chega a ganhar um convite para dividir o espaço da TARDIS ao lado do Doutor, mas que naquele momento não vê como aceitar o pedido do próprio, para tristeza de todos, porque a dobradinha entre os dois personagens já nesse episódio foi realmente bem boa. Lindo ele fazendo nevar para ela ao final do mesmo, usando um recurso especial da própria TARDIS para tal. Maravileeeandro!

Na sequência, agora sim no primeiro episódio da Season 3 (3×01 Smith and Jones) e com um plot delicioso que levou um pedaço de Londres para a lua, ganhamos a entrada de Martha Jones (Freema Agyeman), uma estudante de medicina lindíssima (realmente achei ela muito bonita), que logo de cara, mesmo sem entender muito bem o que é que o hospital onde ela faz sua residência está fazendo em solo lunar, acaba se encantando por aquele homem misterioso, o qual ela pouco conhece, mas se aproxima para tentar resolver aquele probleminha que ambos estão enfrentando juntos naquele momento. Nesse episódio da entrada da nova personagem, ainda ganhamos a visita dos Judoons, que são uma espécie de polícia meio corrupta do universo e que eu também adoro.

Assim surge o convite de Martha Jones para ser a companion da vez do Doutor e mesmo com ela tendo uma vida até que estabilizada em Londres, prestes a começar uma carreira para a qual vem dedicando anos de estudo, Martha acaba não resistindo aos encantos do Doutor, que já nesse primeiro encontro, por motivos de forças maiores, acaba dando um beijo nela, algo que a deixa visivelmente balançada já logo de cara. E assim, a possibilidade de viajar entre o tempo e o espaço passa a ganhar prioridade na sua vida, roubando o lugar da Medicina, pelo menos momentaneamente. Dessa forma, o Doutor não só descola a sua nova companion, como ele ganha também uma Doutora para acompanhá-lo a bordo da TARDIS, detalhe que eu achei sensacional.

Além dessa diferença da Martha ser uma personagem bem resolvida na sua vida, mesmo colocando algumas coisas de lado para seguir viagem com o Doutor, como a sua própria profissão, existe também de certa forma uma participação maior dos membros da sua família já nesse primeiro episódio da série, o que acaba fazendo uma boa diferença na relação Doctor + Companion da vez. Eles que mais tarde acabam ganhando algum destaque e aos poucos, vão se amarrando ainda mais a história da personagem, algo que não aconteceu exatamente com a Rose Tyler por exemplo, onde sua mãe e até mesmo o seu namorado, acabaram aceitando até que facilmente que a garota seguisse viagem com um homem misterioso e desconhecido, ideia essa que não agrada em nada a mãe da Martha Jones, que chega a tomar certas providências a respeito, algo que acabaria sendo ligado ao plot do final da temporada.

E apesar de até ter gostado da nova companion, ou pelo menos tem simpatizado com ela logo de cara, fica visível que a sua posição dentro daquela jornada não seria nada fácil. A todo momento, ficava bem claro que Martha estava ocupando um lugar pertencente a alguém que ainda fazia muita falta para o Doutor e esse peso da sombra da Rose, acabou ficando pesado demais para a personagem carregar, a ponto de prendê-la no posto da “coadjuvante da coadjuvante” até o final da temporada, onde merecidamente, pelo menos eles tentaram reescrever sua história para que a nova companion terminasse a sua participação como uma grande heroína. Mas chegaremos nesse ponto ao final dessa review…

Só achei que ela desistiu de competir cedo demais, permanecendo na sombra da Rose por muito tempo e provavelmente por isso, a sensação que fica é a que ela não pertence a aquele lugar. Uma pena, ainda mais que essa competição poderia favorecê-la, uma vez que a sua oponente não esteve presente em nenhum momento até então. Mas talvez os fantasmas do passado sejam até mais fortes também… (nada como uma história mal resolvida para deixar a gente meio assim)

Dessa vez, o personagem da nossa história que entrou em Doctor Who foi ninguém menos do que o próprio Shakespeare, na primeira viagem da Martha como companion oficial do Doutor (3×02 The Shakespeare Code). Ele que se encantou completamente por ela e é pintado na série como um homem com uma sensibilidade absurda (nada mais do que justo), o único do seu tempo capaz de perceber que a dupla que está de passagem em seu teatro não faz parte do seu presente e sim do futuro. O episódio ainda é marcado por vilãs que são bruxas, onde o Doutor acaba fazendo uma menção homenageando a J.K. Rowling e a sua série de livros mais famosa em todo o mundo, Harry Potter. Achei sensacional quando em um determinado momento do episódio, Martha acabou arriscando um “Expelliarmus” com sucesso, para se livrar das bruxas que atormentavam Shakespeare, impedindo-o de escrever sua nova peça. E a piadinha sobre o bafo dele também foi sensacional, assim como a inclusão da lenda da peça perdida de Shakespeare na história.

Nessa temporada também tivemos o terceiro e último contato do Doutor com a Face de Boe, que reaparece em um episódio sensacional, cheio de figuras de outros planetas, além da companhia das gatas enfermeiras/freiras, que nós já havíamos encontrado anteriormente, também em New New York (3×03 Gridlock). Um dos meus episódios preferidos da temporada, com aquele trânsito infernal, dez milhões de vezes pior do que SP em horário de pico em véspera de feriado prolongado (tipo hoje, rs), com milhares de carros cheios de personagens dos mais diversos em busca de algo que eles sequer questionaram o porque, figuras que aceitaram manter a ordem apenas porque alguém mandou e nada mais, o que diz muito do comportamento de muitas pessoas ainda hoje em dia. Aliás, AMO essas metáforas que Doctor Who faz em seus episódios, sempre jogando na nossa cara um tipo de comportamento preguiça da sociedade contemporânea ou do próprio ser humano em geral.

Os vilões da vez que nos deram o ar da sua graça novamente foram os Daleks, que apareceram em um episódio duplo invadindo NY dos anos 40 (3×04), arriscando uma mutação com a raça humana, na esperança de criar um ser mais evoluído, além de estarem tentando a proliferação da sua própria espécie, já que existem poucos deles atualmente. Experiência essa que não deu muito certo, mas que nos revelou a face de como seria um exemplar dessa nova espécie híbrida. Esse episódio duplo (3×04 Daleks in Manhattan e 3×05 Evolution of the Daleks) também conta com a participação especial do ator Andrew Garfield, quando ele ainda não era muito conhecido. Howcoolisthat?

Dentre os meus favoritos dessa Season 3, estão a segunda parte da invasão e a evolução dos Daleks em NY (3×05 Evolution of the Daleks), tem também um outro bem bacana e que no final das contas é bem importante para que a gente possa entender parte do season finale, que é aquele em que o Doutor tem toda a sua história/memória presa a um relógio (3×08 Human Nature), onde ele passar a viver a sua vida como uma pessoa normal (um sonho impossível para ele), como professor em uma escola (e eu já bem havia dito que ele tinha cara de professor, ainda mais com aqueles óculos, sem contar toda a sabedoria do personagem), com direito até a um verdadeiro romance para o próprio, para desespero da Martha, que a essa altura já estava mais do que apaixonada por ele.

Depois disso, chegamos a um dos episódios mais elogiados da série de todos os tempos, “Blink” (3×10), que é aquele com a introdução dos Weeping Angels, que são aquelas estátuas medonhas de anjos com os rostos cobertos pelas próprias mãos, que se aproximam de suas presas quando não estão sendo observados por elas (na minha opinião, eles são as criaturas mais medonhas ever!). Um episódio brilhante, que além de ser super informativo a respeito da mitologia dessas criaturas que nós já conhecemos do presente da série (dizem até que os Ponds se despedirão de Doctor Who em um episódio com os Weeping Angels), ainda conta com a participação da atriz Carey Mulligan, onde fica visível todo o seu talento e a tremenda força da sua atuação, que chega a exigir um espaço maior do que a tela da TV naquele momento. Um episódio que tinha tudo para ser um filler qualquer, mas que no final das contas acabou funcionando surpreendentemente bem, quase como um filme a parte da série, ainda mais que ele é mais um daqueles episódios onde o próprio Doutor e a sua companion são meros coadjuvantes, aparecendo apenas em uma pequena parte dele, como aconteceu na temporada anterior em “Love & Monsters” (2×10), outro grande episódio da série.

Até aqui tudo bem, mas embora a temporada continue bastante movimentada e com uma série de episódios bons ou pelo menos interessantes, continuei achando tudo meio morno, onde mais uma vez eu senti um pouco de falta daquilo que eu venho batendo na tecla desde as duas temporadas anteriores (Seasons 1 e 2), que é a falta de um plot maior que tenha ligação com a história central da temporada, algo que a sua importância fique bem clara desde o começo. Nesse caso, ele até existe, ou melhor dizendo, uma parte dele até existe, mas ainda de forma bem tímida, apenas com a família da Martha sendo contra ela viajar com o Doutor e a sua mãe estar ligada à algumas pessoas  em busca do paradeiro da sua filha na companhia daquele homem do qual ela obteve algumas informações sobre o fato dele ser perigoso, mas isso em dois ou três momentos da temporada apenas. E fora esse detalhe, aparentemente nada mais tem uma conexão.

Digo aparentemente, até a gente chegar nos três últimos episódios da temporada (3×11 Utopia, 3×12 The Sound of Drums, 3×13 Last of the Timelords). Uma sequência sensacional, que começa com uma viagem até o final do universo, encontrando um mundo prestes ao seu fim, onde mais tarde, ganhamos um final excelente para essa Season 3, o qual eles aproveitaram para amarra-lo a alguns plots da temporada, como acontece hoje em dia na série. Um detalhe que certamente fez com que esses últimos três episódios da temporada fossem brilhantes, do tipo imperdíveis!

Nesses episódios finais, ganhamos também o retorno do capitão Jack  Harkness, interpretado por John Barrowman, um personagem que havia ficado para trás ainda na Season 1 e que finalmente teve o seu reencontro com o Doutor. Sobre ele, tivemos também uma série de novas informações da sua mitologia, como o fato dele ter reconstruído Torchwood (que nós sabemos que é o spin-off de Doctor Who) em homenagem ao Doutor, além do fato dele ter se tornado uma espécie de imortal, depois do evento do final da Season 1. Mas nada disso teve um impacto tão grande para a história, como a revelação final de que ele na verdade era ninguém menos do que a Face de Boe (CATAPLOFT). Howcoolisthat? Um personagem já conhecido e adorado por todos nós, que mais cedo na temporada, ainda aproveitou para avisar o Doutor no futuro, que ele não estava sozinho…

Assim, John Smith (AKA Doctor – eu gostava quando a Martha insistia em chamá-lo assim) acabou ganhando a esperança de encontrar um outro membro de sua espécie, que na metade desse caminho, se revelaria ser na verdade, um grande inimigo para o próprio. DRA-MA! The Master (John Simm), um outro sobrevivente do fim de Gallifrey (planeta natal do Doutor que nós tivemos a chance de ver um pouco pela primeira vez nesse final de temporada), mas que nesse caso se renderia ao lado negro da força, colocando inclusive o próprio Doutor em uma posição bastante delicada em relação a suas raízes.

Enfrentando um inimigo a sua altura, com os mesmos tipos de poderes e tecnologia que ele pela primeira vez (ele que tem uma laser screwdriver, porque segundo o próprio, quem ainda usa uma sonic screwdriver nos dias de hoje? rs), a batalha entre os dois últimos Senhores do Tempo foi algo muito sensacional, mesmo com o Doutor levando a pior por boa parte dela. Sendo rendido por seu inimigo, ele foi torturado, exposto ao mundo inteiro como uma espécie alienígena, envelhecido primeiramente por 100 anos e depois por 900 anos (que é a sua real idade), nos mostrando pela primeira vez um Doutor que a gente não sabia que existia. Achei até que aquela versão de 900 anos dele foi muito bem executada, levando em consideração que os efeitos na série nem sempre são executados com excelência (nessa temporada eles até que melhoraram bastante nesse quesito). Mas nesse caso, tudo funcionou muito bem e eu até senti que aquela versão do Doutor seria quase que uma homenagem a algumas outras criaturas do cinema recente… (me lembrei de “Harry Potter” e “Senhor dos Anéis”, por exemplo)

E foi nesse momento da finalização da temporada que eles resolveram colocar a Martha em um lugar de destaque que ela não conseguiu ocupar durante todos os outros episódios em que participou. Com a missão de ser a única esperança de salvação do mundo, Martha Jones ganhou um perfil excelente de heroína, que passou um ano inteiro viajando pelos quatro cantos do mundo a procura de uma arma poderosa o suficiente para derrotar o Master, a ameaça que mais chegou próxima até agora de derrotar o próprio Doutor. Uma resolução que foi extremamente simples até, mas de um impacto gigantesco, com pessoas do mundo inteiro chamando pelo Doutor no mesmo momento, quase que como um mantra, em uma cena linda diga-se de passagem, e bem emocionante.

E é praticamente impossível  assistir a essa temporada de Doctor Who e não encontrar fortes semelhanças com os caminhos atuais de Fringe por exemplo (semelhanças essas que eu já havia encontrado na temporada anterior, com a questão do universo paralelo), com os personagens do futuro voltando ao passado para dominar a terra e tudo mais, assim como também é praticamente impossível não encontrar alguma semelhança entre a loucura do Master com o vilão Moriarty de Sherlock. Nunca assistiram Sherlock? Vou contar até dois então: umdois!

Master tem características bem semelhantes as do vilão da outra série de Steven Moffat, em vários tons abaixo, é verdade, mas ambos são personagens realmente parecidos no perfil de psicótico carismático e bem humorado. E as cenas do Master nesse season finale que ganharam uma trilha sonora, foram simplesmente sensacionais, elevando ainda mais o grau de loucura do grande vilão da vez, além de dar um toque especial no nível de humor da série, que é sempre bem bacana também.

E todos esses detalhes somados fizeram com que esse fosse um dos sesons finales mais bacanas de Doctor Who até agora, muito bem amarrado e executado de forma brilhante, além de deixar aberto algumas possibilidades para o futuro da série. Na minha opinião, ele se compara ao season finale da quinta temporada por exemplo (que foi quando eu conheci a série), que por enquanto, continua sendo o meu preferido.

Esse final de temporada além de ser excelente, ainda marca a despedida da Martha Jones como companion da vez do Doutor, ela que durou apenas uma temporada ao seu lado (fom forom fom fom). Embora pareça precipitada a sua saída, a forma como ela acontece também é bem bacana, porque dessa vez a despedida aconteceu através da liberdade de escolha da própria, que preferiu voltar para a sua vida real, a continuar vivendo em viagens mirabolantes pelo universo, não que isso não seja tentador (e quem não adoraria embarcar na TARDIS?), mas o problema maior mesmo seria continuar nutrindo cada vez mais um amor não correspondido, que sempre foi a base da relação dela com o 10th Doctor. Quase como um término de relacionamento, ela se despediu do Doutor usando inclusive o exemplo de uma amiga que assim como ela, vivia um amor platônico que não mais a fazia feliz, mas por outro lado, ficou também evidente que esse amor não era correspondido por parte dele de forma alguma (talvez na intenção de não se apegar novamente), algo que no caso da Rose, chegou pelo menos a ficar no ar em alguns momentos do passado.

Só que dessa vez, a despedida foi  sem todo o drama de nunca poder voltar como a Rose. Martha se despediu do Doutor deixando as portas abertas para que talvez um dia ambos possam se reencontrar, algo que eu também achei interessante pesando na continuidade da série como um todo e já considerando a possibilidade de uma reunion no futuro, quem sabe? (…) Em relação a gostar ou não da personagem, embora eu já tenha dito que esse tipo de relação de amor entre Doutor + Companion não tenha um grande apelo comigo, achei bastante interessante que nesse caso, a personagem se deu conta disso tudo sozinha e não precisou ser abandonada, ou de um drama qualquer que a distanciasse do seu amor de uma vez por todas (suck it, Rose!). Nesse caso, achei bacana que a personagem tenha escolhido o seu futuro baseado em algo real, quase que como se a Martha tivesse escolhido ela mesmo ao invés de uma relação que ela finalmente enxergou não ter futuro e não ser correspondida, o que é triste, mas é importante quando a própria pessoa toma conhecimento disso por ela mesmo. E de quebra, nesse meio caminho, Martha ainda ganhou um candidato a boy magia para chamar de seu, que além de tudo, divide a mesma profissão que ela. Go girl!

Assim cheguei ao final dessa Season 3 de Doctor Who, a um passo de chegar ao final da minha maratona e finalmente alcançar a era em que eu comecei a assistir a série (Seasons 5 e 6, que eu até pretendo rever já que estou nessa…). A essa altura, ando gostando ainda mais do trabalho do David Tennant no cargo do último dos Senhores do Tempo, onde acho que ele passou a se sentir cada vez mais a vontade no papel, perdendo um pouco daquele ar de caricatura que eu mencionei no post sobre a temporada anterior. E é preciso dizer que mesmo com a postura da Martha como a garota que nunca iria conseguir substituir a ex companion, a dinâmica entre os dois também foi bem bacana durante essa temporada em que estiveram juntos a bordo da TARDIS.

Digamos que no placar, o David Tennant tenha subido após essa Season 3 e agora nos encontramos assim: Matt Smitth 10 vs  David Tennant 9,50. Mas ainda há tempo para que o 10th Doctor roube de vez o meu coração… Quem sabe um convite para companion não facilite? rs

 

Allons-y!

 

To be continued… (e o próximo será a parte final dessa maratona deliciosa. Ufa!)

ps: durante essa parte da maratona, assisti também a animação da série, com o 10th Doctor na companhia da Martha viajando para século 40 (Doctor Who – The Infinite Quest), que eu bem recomendo a todos que se animarem a acompanhar Doctor Who, além do famoso especial “Children in Need”, que no ano de encerramento dessa Season 3, nos proporcionou um encontro sensacional entre o 5th Doctor, vivido pelo ator Peter Davison e o 10th Doctor, no qual, o próprio Tennant revelou que aquele foi o seu own Doutor. Howcuteisthat? Seria demais pedir um especial desses com o encontro dos adoráveis e recentes 10th e 11th Doctors? SONHO!

ps2: sorry pelas imagens novamente com marca d’água, mas é o que temos com qualidade da série antiga para hoje. (e os créditos mais uma vez estão dados)

E a nova companion de Doctor Who é: Jenna-Louise Coleman

Março 21, 2012

 

 

Conforme já adiantamos para vocês, a nova temporada de Doctor Who (Season 7) que começa em setembro, irá marcar a triste despedida dos Ponds (Amy + Rory)  do elenco da série, o que é claro que não será fácil para ninguém. Humpf!

E hoje foi anunciado o nome de sua substitua como companion do Doutor para a nova temporada, a jovem atriz Jenna-Louise Coleman.

Pouco se sabe sobre o seu personagem, além do fato dela ser a nova companion da vez e a única informação que o Steven Moffat liberou é que o encontro entre o Doutor e a sua nova companheira de viagem dessa vez não será nada simples e segundo o próprio, a entrada da personagem será parte de um dos maiores mistérios que o Doutor já viveu. E o que fazemos com toda a nossa curiosidade agora mesmo, hein?

Enfim, o que nós sabemos de novo sobre a Season 7 é que ela terá 14 episódios, onde os seis primeiros serão exibidos ainda em 2012 e o sexto deles será o especial de Natal desse ano, que será o episódio que marcará a entrada de Jenna-Louise Coleman na série. Agora a notícia triste é que o quinto episódio dessa temporada será o momento para a grande despedida de Amy e Rory, algo que eu nem gosto de imaginar. Detalhe que nesse episódio de despedida, eles encontrarão os Weeping Angels (criaturas das quais eu morro de medo, morro!). Ou seja, muito provavelmente, não só os anjos chorões irão derramar suas lágrimas nesse episódio…#TENSO!

Falta muito para começar a brincadeira?


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