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E o red carpet do Emmy 2013 conseguiu ser tão preguiçoso quanto a própria premiação…

Setembro 29, 2013

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Sim já faz uma semana que aconteceu o Emmy 2013 e sim, ficamos morrendo de preguiça (não vou mais usar a desculpa da falta de tempo, prometo… #CRUZANDOOSDEDOS) de comentar a premiação que foi um excelente sonífero para o último domingo (sério gente, o que foi aquilo?), mas como não somos do tipo que deixa qualquer red carpet passar tão batido assim, resolvemos comentar as escorregadas e os acertos delas todas mesmo assim. Então levanta a barra dessa saia, segura a respiração toda presa nessa cinta emagrecedora sem furo para facilitar qualquer emergência no banheiro (como podem vender esse tipo de cinta, me respondam?) e reza para o guache vermelho do Louboutin do truque não resolver ficar perdido por aí e entregar sua atual condição no cheque nada especial.

E já começamos colocando o NPH no nosso cantinho do #ThinkAgain, porque por mais que até eles tenham feito piada sobre o fato do ator apresentar 24 a cada 24 premiações, suas piadas já estão ficando tão recorrentes como qualquer plot sem gracinha de HIMYM, assim como seus números musicas, todos muito bem feitos, temos que reconhecer pelo menos isso, que mesmo assim já estão com cara do mesmo do mesmo, imprimindo como se estivéssemos assistindo a uma reprise de quando tudo aquilo ainda era novidade. Saudades no NPH provocando o Hugh Jackman no palco do Tonny? Sim, talvez, porque sempre aceitamos ver duas amigas ameaçando uma a outra com grampos de cabelo afiados, mas confessamos que já estamos cansados e não é possível que em toda Hollywood não exista um outro ator, gay, que saiba cantar, dançar, representar e sapatear. (se eu descer e fizer uma audição agora na esquina da minha casa, certeza que aparecem pelo menos uns 358 em 5, 4, 3, 2, 1, jazz hands!

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Mas Neil não foi o único do seu elenco que errou e suas companheiras de série, também não estavam tão inspiradas assim.

Alyson Hanigan insistiu no look sereia, que ficou pesado demais e mesmo com o tom certo de cabelo para tal, acabou imprimindo mais halloween do que qualquer outra coisa. Ela até tentou fazer piada postando um vídeo com toda a sua dificuldade para sentar no carro com esse modelo, mas a verdade é que tudo isso poderia ter sido evitado com algo simples chamado bom gosto. Apenas…

Já a Cobie Smulders, essa fez a linha lençol de rica com 387 mil fios egípcios que a gente sabe que apesar da qualidade do “ticido”, quase nunca funciona. Sinto que alguém que ainda se importe com HIMYM (não me importo, mas vou ver o series finale, claro) deveria falar para a Cobie todos os dias que ela é uma das mulheres mais lindas da TV atual e que nem por isso ela precisa se esforçar quase nada ou tentar ficar horrorenda toda vez que decidir sair em público. Obrigatô!

Girls

Das Girls que nós AMAMOS (estou revendo a Season 1 agora em DVD, e tenho me emocionado tudo de novo e continuo achando Girls uma das melhores séries de dramédia da atualidade, categoria que deveria passar a fazer parte das premiações para que elas fiquem mais justas), quem se deu melhor foi a Zosia Mamet, que apostou no fundamento da estampona bacana, sem ser muito óbvia e com um modelo todo bem pensado e renovado, apesar de ter uma certa cara de “clássico”.

Já a Lena Dunham….

Lena

Tenho sempre a impressão que ela vai de pernas de pau em toda e qualquer premiação (lembra quando ela ganhou aquele outro prêmio e caminhou até o palco parecendo estar com mais dificuldades do que uma senhora da terceira idade em seu andador?) e ela realmente deveria evitar modelos que além de aumentar a sua silhueta, ainda podem servir como motivo de piada do tipo que ela provavelmente deve ter escondido todo o buffet de salgadinho + a fonte de chocolates debaixo dessa saia.

#NAOTABOMNAO (mas a estampa e as cores estavam lindas, vai?)

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Além da própria premiação em si, nada foi mais preguiçoso nesse Emmy 2013 do que a escolha da Zoey Deschanel, que até que fugiu do fundamento 50’s/60’s de sempre, mas ainda assim ficou naquela cartela de cores batida dela.

É, nada foi mais preguiçoso que isso exceto sua atuação em New Girl, que continua lamentavelmente sofrível.

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OK, apesar da excelente companhia (Höy!), algo de muito ruim deve estar acontecendo com a Amanda Peet. não? Porque apenas alguém com sérios problemas emocionais e ou espirituais escolheria algo desse tipo, não é verdade? (R: SIM!)

Hey Netflix, já pensou em trazer de volta Jack & Jill e quem sabe salvar uma atriz da depressão? (pelo menos as reprises, vai? Já estou cansado daquele catálogo capenga, exceto pelas sérias originais e a 6 dúzia de coisas que eu não vi ainda…)

Claire Danes

Claire Danes provou que além de vencedora, é uma mulher de peito (pequenos, mas é) e apesar de não ter muito do que se orgulhar de seus gêmeos, ela conseguiu segurar um decotão como esse com cara de vencedora e deitou com todas. Sem contar que só pelo Hugh Dancy que a acompanha, ela já pode dizer que venceu na vida. #RESPECT

Julianna

Já a Julianna Margulies pode até continuar nos irritando, pode até ser a boa esposa demais, pode até ter ido vestida também de lençol com detalhes de origami (sim, o vestido tinha alguns detalhes do outro lado de quem vê), mas vai sempre merecer o nosso respeito se continuar aparecendo em premiações com o acessório certo. Höy!

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Quem resolveu aparecer de bonita foi a Anna Gunn (que eu nunca achei uma mulher lindíssima em Breaking Bad, mas nos últimos tempos vem aparecendo sempre linda nos red carpets todos) com um vestido que não nos diz nada de novo, mas mesmo assim não deixou de ser uma boa escolha para ela. #NICE

bb

E os meninos de Breaking Bad podem até não ter levado nada para casa (nos prêmios individuais, claro), mas ano que vem, a gente já sabe onde as estatuetas de melhor ator coadjuvante em série dramática e melhor ator em série dramática, devem parar, não?

Se deus for mesmo uma mulher justa, ninguém tira essa deles. (e toda e qualquer outra futura indicação de Breaking Bad também!)

Brody

Venho a público dizer que mesmo com uma cabeça do tamanho do lado maior de um Kinder Ovo de Páscoa, o Brody continua com a magia confirmada, sendo o meu terrorista arrependido e ruivo preferido EVA.

Höy!

Downton

De todas as lindas mais lindas da noite, vou ter que dizer que a minha preferida foi a Michelle Dockery e isso porque apesar do seu vestido ter cara de clássico e quase nenhuma inovação, ele tinha cor, mais do que uma, um laço gigantesco nas cotas (imaginem isso sentada e apoiada naquela poltrona?) e isso a diferenciou das demais.

Isso e o fato dela ser inglesa, claro. Höy!

A propósito, sinto que ela vai sofrer da síndrome do Jon Hamm em toda e qualquer premiação, ele que é sempre (ou quase sempre) lembrado, mas nunca leva. Humpf!

E por falar em Jon Hamm…

hamm

Nada nem ninguém…

Wolk

(nem o James Wolk, o novo boy magia do momento que a gente já está de olho faz tempo e isso mesmo antes dele namorar o Max de Happy Endings, que fique bem claro)

… esteve mais magia mágica do que ele e sua barba (e a companhia na imagem acima acima, sem contar que eu ofereceria meu dedo mindinho para ter ido na festa dos perdedores, organizada por ele e a Amy Poehler)). Höy!

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E não adianta tentar esconder aquilo que todos nós desejamos, Hamm… (e seria esse tom de loiro o equivalente a barba do Jon Hamm para a Elizabeth Moss quando de férias de Mad Men?)

HÖY!

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E como prêmio do pior look do Emmy 2013, e por pior querendo dizer extreamente cafona, gostariamos de agraciar a Connie Britton com nossas honras nesse veludo com dourado pesadíssimo. Isso sem contar o make e ou o cabelo também nada acertados. #CREDINCRUZ

#NAOTABOMNAO

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E para finalizar, Emmy, por favor, no ano que vem considere essas duas como a salvação para a premiação de vocês. (dupla que a gente encararia até na TV Senado, não? #PoehlerFey #FeyPoehler)

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No regabofe dos Obamas desse ano, podemos dizer que quem se deu melhor veio diretamente de outras vizinhanças

Maio 2, 2013

Primeiro de tudo, uma pergunta importante e honestamente honesta: será que eles servem coxinha, bolinho de queijo e ou risoles misto na casa do presidente? (esses dias passei em frente a uma escola e senti um cheiro de risoles tão delicioso e que me lembrou tanto a minha infância, que quase subornei uma das crianças para comprar um para mim, mesmo correndo risco de acabar preso injustamente, rs. Sério)

No finde passado aconteceu o já famoso White House Correspondents’ Association Dinner (2013), que na verdade nada mais é do que um regabofe na casa do presidente, onde obviamente todos fazem questão de aparecer e que para a nossa sorte, a maioria deles parece não fazer tanta questão assim de aparecer muito bem, se é que vocês conseguem me entender. (enxergar já ajuda, rs)

Em meio a figurinhas repetidas de sempre e gente que veio de longe para ser recebida pela America antiga pelo atual dono daquilo tudo, percebemos que durante essa edição, os Obamas acabaram sendo envergonhados pelas pratas da casa e quem se deu bem mesmo veio de outras vizinhanças com sotaques diferentes.

Ficaram curiosos? Então vamos logo servindo os salgadinhos enquanto está tudo quente (detesto comida fria) que o jantar já vai começar…

 

Não basta ser linda, tem que ser inglesa, recém viúva e herdeira de Downton, não é mesmo Michelle Dockery?

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Sim Michelle Dockery, sabemos que você é tudo isso mesmo e ainda por cima vem com essa pele de dar inveja a qualquer pessoa que viva em um país que tem uma relação mais próxima com o sol.

Dockery que foi quem mais acertou durante o jantar com o presidente, mesmo estando com um vestido até que simples, apesar da cor (linda por sinal). Certeza que a Rainha e todos de Downton, principalmente a criadagem, se sentiram orgulhosos nesse momento. Só não vale se apaixonar demais por um hot dog e meia dúzia de bagels e logo considerar pedir a cabeça da sua personagem na série inglesa como muitos de seus coleguinhas, que isso a gente jamais vai perdoar, como não perdoamos o que aconteceu com o seu finado marido. O capeta e todos nós estamos de olho…

Agora, o melhor da imagem é a cara da Elaine ao fundo, apavorada por alguém ter acertado muito mais investindo na mesma cor que ela. Quem manda pegar seus conselhos sobre moda com o Seinfeld

#GHOLGEOUS

 

Ainda com sotaque inglês, outra que divou durante o jantar também veio da mesma vizinhança…

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… e essa foi a Emily Mortimer (com um modelo bem simples também), que apesar de ter escolhido esse vermelho mais aberto que não é dos meus preferidos (prefiro os fechados e ou queimados), também conseguiu se destacar em relação à suas amigas americanas, evitando inclusive de ser confundida com o tapete, algo que é sempre o pesadelo de todas que resolvem investir na cor.

ps: saudades de The Newsroom, que volta dia 14 de julho na America antiga. Anotem na agenda da Hello Kitty…

 

OK, nem só de inglesas divando sobreviveu o jantar do presidente desse ano

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E como boa representante da America antiga, eu diria que até surpreendentemente (sorry Amy, eu tem AMO, mas nem sempre você acerta e isso talvez aconteça porque nós ainda não somos amigos. Me liga, pede para alguém te apresentar, rs) foi a Amy Poehler, que acertou bem com o seu longo branco, rico em bordados e que ainda por cima conseguiu dar mais altura para ela, algo que é sempre bem vindo no seu caso, rs. (e quando é que e a Tina Fey serão as apresentadoras dessa festa também, hein produção?)

 

Por favor, voltem para Nashville IMEDIATAMENTE

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Lembra quando a gente gostava da Hayden Panetone em Heroes?

E lembra quando a gente gostava de Heroes? (que vergonha ter que admitir isso minha gente. E qualquer dia eu sorteio por aqui o meu box da Season 1 que eu não sei o que fazer com ele. Só para ninguém dizer que esse é um blog que nunca sorteia nada, rs)

Agora, alguém conhece alguém que tenha uma máquina do tempo (um segundo… Alôr? Doutor?) capaz de voltar no passado e nos dizer para não perder tempo com essas duas grandes bobagens da nossa história televisiva recente?

Obrigatô.

Sério, que vestido pavoroso em amarelo (e poderia ser em qualquer outra cor) é esse?

#CREDINCRUZ

Sem contar que esse tipo de saia, mesmo no tom de amarelo errado, continua imprimindo a saia da Bela de “Beauty And The Beast”. Fato.

Não que Hayden mereça usar algo do tipo, nem de brincadeira (bate na madeira x3), mas talvez ela tenha achando que a festa era a fantasia e vulgar do jeito que parece ser, talvez tenha alugado uma fantasia de “Bela Sexy” que é o que todas elas sempre fazem.

Pode reparar que todas com disposição para um biscatismo tem “Sexy” na descrição de suas fantasias.

#NAOTABOMNAO

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O mesmo vai para Connie Britton, que descobrimos recentemente ser o sonho de MILF de muitos marmanjos (vai entender a cabeça desses homens) e mesmo que não esteja vulgar como sua colega de elenco daquela série que preferimos não ver, errou feio por ter escolhido algo fácil de ser visto em um álbum de casamento qualquer.

#NAOTABOMNAO

 

Alguém sabe onde foi a promoção dos vestidos com tecidos meio assim?

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Hein, Elizabeth Banks?

Uma mulher da Capitol me aparecer assim em público, não pode ser certo, não é mesmo?

#NAOTABOMNAO

E se alguém te oferece um vestido desses, nessa cor e tecido, você faz o que?

( ) Faz a pessega para não criar confusão

(X) Assume que confusão é o seu nome do meio e parte logo para o atraque e já vai arrancando os brincos e as extensões no cabelo, por precaução…

 

Digamos que ela é tão engraçada quanto o seu vestido é bacana e ou bonito…

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ou seja, quase nada. E é só isso.

Siga

Sempre

Sorrindo, Julie Bowen. Um velório que aceitaríamos numa boa em Modern Family. Pensem nisso roteiristas…

 

Não faz essa cara de azeda não, porque quem escolheu ir de verde guacamole passada foi você mesmo, Kathya…

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Ainda bem que para compensar o pavor do vestido, Káthya espertamente foi com esse “cinto” que mais parece um arranjo exótico de Ferrero Rocher e se a gente estivesse por lá, já passaria a mão em pelo menos uns 5 deles para colocar na bolsa e comer no carro, depois de passar no Siri Cascudo, porque comida desse tipo de jantar é sempre meio assim e ninguém tem coragem de repetir porque não quer fazer a sem limites no por quilo e ou porque o gosto não é dos melhores. (e dizem que as vezes vem de morna para fria e isso a gente não aceita nunca jamais!)

 

Responda rápido: o que acabou de chegar para a Sharon Stone?

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Um Fedex carimbado como urgente, com pelo menos 20 anos a mais para ela carregar daqui para frente.

Sério, quantos anos Sharon ganhou desde a última vez que qualquer um de vocês viu uma imagem dela?

#CREDINCRUZ

(R: todos aqueles que suas inimigas conseguiram desejar que ela ganhasse. WOO)

 

Glenn Close tomou uma dose extra de xuvenil em gotas ou o que?

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Não, foi a Patricia Arquette que parece estar fazendo a dieta dos vinte anos (a mais) em vinte minutos.

Dieta super bem sucedida, não? Indique para a sua inimiga mais próxima.

#CREDINCRUZ

 

Se o casal Dancy Danes não fosse tão talentoso…

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… a gente até poderia falar qualquer coisa de ruim em relação ao modelo dela da noite, que para ser feio precisava ser menos horrorendo e ou pavoroso, mas vamos tentar ignorar devido ao crédito que ambos tem com a gente por ser o melhor casal da TV atualmente, ela na sua sempre excelente Homeland e ele na recente Hannibal, que é sensacional.

Ainda bem que as duas nem passam no mesmo período, ou seria muita crueldade com os demais casais atore atualmente trabalhando na TV. Sorry, but I’m not sorry…

 

Ô gentê, ninguém fez amizade com a menina ainda?

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Mas Hollywood é mesmo uma terra de malditas não?

Não acredito que até agora ninguém fez amizade com a Sophia Bush para dizer que ela ficou pavorosa com essa franja que ela continua insistindo em manter…

Será que é por causa do sobrenome? Vale dar a carteirada de One Tree Hill, para despistar e lembrar que ela é bacana?

Tadinha, mas #NAOTABOMNAO

 

1 sonho:

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Construir uma relação de intimidade com a Amy Poehler que me permita esse tipo de reação.

O mesmo vale para a Tina Fey, a Lena Dunham, a Mindy Kaling e as meninas do Broad City. #HELLYEAH

 

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O que foi que aconteceu com a cara da Connie Britton?

Janeiro 9, 2013

connie brighton

Não sabemos ao certo o que foi que aconteceu nesse caso, mas está na cara (literalmente) que rolou um desentendimento sério entre a base aliada (beijo Julia Pestiscos!) e o pó compacto.

Mas com esse momento de #CREDINCRUZ (sério, não estou tentando forçar o hype do Credincruz, mas nunca ri tanto com uma historinha do Chico Bento quanto eu ri durante as férias, na última em que ele disse isso, rs) da Connie Britton (que os meninos e algumas meninas consideram magia, #JUSTSAYING) aprendemos uma excelente lição para a vida:

 

Se for para aparecer ao lado de uma Kate Bosworth, que você esteja muito segura do trabalho feito na sua cara horas antes no espelho, caso contrário, o que já não estava muito bom, certamente acabará ficando ainda pior

 

Anotem meninas, para não repetir o erro nunca jamais!

#NAOTABOMNAO

 

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Com quem você gostaria de passar o fim do mundo?

Dezembro 21, 2012

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(______________________) para preencher com a escolha de sua preferência.

E quem diria que com o mundo prestar a acabar, ainda sobraria algum tempo para se apaixonar? (♥)

Uma ótima proposta para o momento (e para o oportunismo desse blog que logo no dia de hoje decidiu ser sensacionalista, rs), em uma dramédia bem bacana e estrelada por rostos conhecidos de todos nós. Apesar do tema, “Seeking a Friend for the End of the World” não é um filme triste, apesar de ter seus momentos e a visão da diretora Lorene Scafaria (em sua estreia como diretora) para o longa ter sido a de emprestar um certo tom de ironia para o final dos tempos.

É claro que em meio a uma proposta como essa, de poucos dias restantes para o final inevitável e anunciado do mundo, sem a menor esperança, tudo e todos estariam enfrentando o maior caos. Pessoas tentando realizar todas suas vontades e desejos antes que não houvesse mais tempo para realizá-los, esbanjando sinceridade quando já não havia mais motivos para mentir socialmente e experimentando o que talvez sempre tenham desejado mas antes, sem a certeza de um ponto final determinado para suas histórias, acabava faltando coragem para experimentar ou se arriscar. Tudo muito natural e do jeito que a gente imagina que aconteceria na verdade.

No meio disso tudo temos ele, Dodge (Steve Carrell), um homem comum recém abandonado pela mulher, que tem uma história de amor antiga ainda pendente e que ironicamente, trabalha como vendedor de seguros de vida. Em seu trabalho, o caos também já havia se instaurado, com poucas pessoas restantes fazendo questão de continuar com suas vidas corretinha e rotineiras até o final, algumas com um pouco mais autocontrole, outras menos, mas todos tentando seguir em frente para ver o que de fato aconteceria no fim. Em casa, sozinho, Dodge tem apenas a companhia da empregada  estrangeira com quem ele não consegue se comunicar muito bem, ela que também faz questão de tentar manter a sua rotina, talvez de forma inconsciente, por não entender muito bem o que estava acontecendo. (achei até que eles abortaram essa segunda ideia para não soar politicamente incorreto demais… o que eu achei bom até)

Enquanto o clima de caos piorava, Dodge acabou encontrando com uma vizinha que ele pouco (ou nada) conhecia, ela que estava passando por uma situação daquelas com o ex namorado (para a minha surpresa, interpretado barbudamente por aquele que é sempre uma visão, Adam Brody. Höy!), com quem ela já não conseguia se entender mais. E para que permanecer em uma relação que já não a levaria a nada, ainda mais nessas circunstâncias? Apenas para ter companhia? Claro que não. (talvez esse não seja o final do mundo, mas você que estiver em uma relação parecida, aproveite para seguir esse exemplo)

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Ela é Penny (Keira Knightley), uma alma no mínimo confusa, mas digamos que de bom coração (rs) e que além de tudo escondia uma patologia revelada em um sono profundo onde nada e nem ninguém conseguia fazê-la despertar facilmente. Durante o pouco tempo que eles passam juntos se conhecendo, ele acaba descobrindo que Penny havia ficado com a sua correspondência por um bom tempo e em meio a diversas cartas, havia uma bem especial, escrita por aquela com quem ele dividiu a sua história de amor ainda pendente mencionada anteriormente, com ela dizendo ter descoberto que Dodge seria o homem da sua vida e que gostaria de ter uma segunda chance com ele.

Movida pela culpa (sempre ela), Penny acaba embarcando numa expedição ao lado de Dodge e um cachorro que ele acaba herdando de um covarde qualquer que resolve abandoná-lo em meio ao caos, fazendo companhia para ele que estava em busca de pelo menos uma última chance com aquela que ele achava ser a mulher da sua vida.

Com isso ganhamos a jornada desses dois personagens em busca de um bom momento para o fim do mundo, ele tentando encontrar o amor da sua vida e ela tentando se redimir da culpa de talvez ter dificultado esse encontro. Além do que, Penny era inglesa e como já não haviam voos para outros países, ela não poderia mais terminar os seus dias ao lado da própria família, algo que para sua sorte, acabou ganhando uma nova esperança com o Dodge prometendo levá-la aproveitando a mesma viagem até alguém que ele conhecia e que possuía uma avião, algo que poderia ser a solução dos seus problemas. Claro que durante essa jornada, ambos acabam se metendo em diversas situações divertidíssimas, como a visita a aquele restaurante movido pelo positivismo, onde todos são seus amigos (rs, e uma dessas pessoas é a Britta de Community), até a passagem pelo abrigo de um grupo de malucos (incluindo um ex dela) que acham que serão capazes de sobrevier e reocupar o mundo após o seu fim.

Todas essas situações apesar de bem divertidas, elas todas tem sempre um fundo triste, seja por um motivo ou por outro. Meu momento preferido ficou por conta da carona que ambos acabaram ganhando de uma maluco que na verdade havia pago por um serviço de matadores de aluguel, para retirar a própria vida e acabar de vez com aquela agonia de esperar até o fim do mundo (interpretado pelo William Petersen, que todo mundo conhece de CSI). Aliás, aquele mural do começo do filme com os mais diversos tipos de serviços pregados naquele quadro, foi outro detalhe que eu achei divertidíssimo no longa.

Talvez o filme tenha realmente essa função de mostrar o quanto todo mundo enlouqueceria caso o fim de tudo realmente fosse anunciado (bem que tentaram, neam 2012?), algo que eles conseguem cumprir muito bem, mostrando o quão bizarro o comportamento humano acabaria ficando caso isso fosse uma verdade. Ilustrando alguns desses tipos de comportamento temos diversos rostos conhecidos de todos nós, especialmente do mundo das série como a Connie Britton (Nashville, AHS), Rob Corddry (Childrens Hospital), Melanie Lynskey (Two And A Half Men), todos em participações excelentes e bem divertidas, diga-se de passagem.

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A dupla Carell e Knightley também acabou funcionando muito bem, o que não chega a ser exatamente nenhuma surpresa, não só pelo talento indiscutível dos dois atores, como também pelo fato de ambos já terem sido vistos em papéis bem parecidos como esses, algo que eu até acho que nesse caso acabou prejudicando de certa forma o longa. Afinal, todo mundo sabe que o Steve Carell interpreta um ótimo loser corretinho e engraçado, assim como a Keira faz muito bem a aventureira estrangeira meio maluca e que não enxerga barreiras em seu caminho.

Claro que nesse tempo que ambos personagens acabaram passando juntos, ambos acabaram se vendo apaixonados um pelo outro e a forma como essa relação acabou sendo construída, certamente foi um dos pontos altos do filme. Um envolvimento natural, trazido pela convivência e pelo pouco em comum que ambos dividiam, que no final das contas acabou se tornando algo muito maior ao que ambos poderiam imaginar que aconteceria. Algo que aproxima bastante essa história de amor da realidade, tornando tudo bem possível e compreensível, apesar das circunstâncias e do pouco tempo. E o filme tem uma trilha sonora ótima também, muito provavelmente toda influenciada pela coleção de discos da própria Penny no longa.

Apesar de ter achado bem bonitinha a história de amor entre os dois, o filme ganhou mais peso para mim quando passamos a conhecer um pouco mais da história do Dodge e o daddy issue que ele carregava, que descobrimos mais próximo do final ser aquele que ele disse que conhecia e que tinha um avião para levá-la para passar o fim do mundo ao lado da sua família em Londres. Um breve momento entre os dois, pai e filho, reconhecendo sua parcela de culpa nessa história toda e resolvendo acertar os ponteiros, uma vez que já não havia mais tempo e nem porque de continuar com toda aquela mágoa entre os dois. Um momento lindo, sem ser clichê demais, algo que eu considero bastante importante para a dignidade de qualquer drama.

Perto do final do filme, ganhamos uma resolução super foufa para o final inevitável e já anunciado desde o começo dele para aquele casal que acabou surgindo dessa história em meio ao caos, mesmo sendo ele nada esperançoso para quem costuma sempre torcer para um final feliz mais óbvio, o que não é o meu caso e apesar dos acontecimentos, essa história não poderia ter ganhado um final mais feliz. Aos mais esperançosos, espero que esse detalhe não tenha impedido a compreensão de que apesar de ter um fim, aqueles dois viveram sua história de amor como ela poderia ser vivida naquele momento e só isso deve ser o suficiente para quem está prestes a perder tudo, o que nesse caso, para complicar ainda mais seria toda mundo. (rs)

Um filme bem bonitinho, com uma proposta leve e extremamente bem humorada para um final inevitável, apesar do clima de caos. Para assistir imaginando com quem você gostaria de estar no final dos tempos…

 

ps: para quem ousou pensar em preencher a lacuna acima com algo do tipo “Ryan Gosling”, nem adianta tentar porque ao que tudo indica, ele já vai estar ocupado, em um outro (my own) fim do mundo bem pessoal… sorry, but i’m not sorry! rs

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Um red carpet dos mais coloridos para o Emmy 2012

Setembro 24, 2012

Quem apostou no nude/bege, no branco ou no preto, imprimiu fraqueza e acabou não sendo muito feliz no red carpet do Emmy 2012 de ontem a noite, que além de ter sido uma premiação especialmente ruiva esse ano (aposto que eu e o Charlie Brown temos alguma influência nisso, rs),  o que já denunciava que eles estavam sedentos por cor (rs),  acabou nos mostrando que a tandancé da vez são as cores, das mais variadas possíveis.

O que pode ser um sinal de que as coisas estão mudando em Hollywood (graças a Cher!) e elas finalmente começaram a entender que nem tudo é branco, preto ou bege nessa vida, mesmo para eventos de gala e a noite. Outra tandánce da vez no 64th Annual Primetime Emmy Awards foram os decotes, que nunca estiveram tão generosos e ou equivocados em transparências bem meio assim…

Mas chega de falar, que o que a gente quer mesmo é conferir quem é que se deu bem e principalmente quem é que foi #WÓ na premiação da televisão que nos faz ter cada vez mais certeza que assistimo quase tudo, rs. Então vamos lá:

 

Yeah, They Were All Yellow

Claire Danes ao lado do seu Hugh Dancy magia (Höy! – que bem poderia estar em um outra categoria mais abaixo desse mesmo post) que estava lindíssima nesse amarelo da Lanvin, lembrando que a atriz além de tudo está gravidíssima do seu filho com o boy magia e estamos ansiosíssimos para conhecer o nosso sobrinho Dancy Danes.

#MUSE

#MARAVILEEEANDRABIPOLAR&PREMIADA

Gosto de quem se arrisca, ainda mais quem não precisa mais provar nada para ninguém, como a Julianne Moore por exemplo, que todo mundo está cansado de saber que é ruiva e linda (mentira, nunca cansamos da sua beleza Jul!) e que me resolveu aparecer linda assim em um amarelo da Dior Couture que até poderia ser bem básico se fosse em preto, mas que nesse tom acabou ganhando uma leitura deliciosa!

#MARAVILEEEANDRA

Mas parece que o sol não brilhou para todas e esse modelo também em amarelo da Kaley Cuoco by Angel Sanchez, não estava entre as melhores que escolheram a cor para a noite de ontem.

E quer saber porque?

Porque esse amarelo tem cara de antigo, diferente dos outros dois, que apesar de mais fortes, não tem vergonha de ser amarelo (rs) e imprimem uma modernidade muito maior do que esse amarelo antigo escolhido pela Kaley, que tem cara de vestido de madrinha de casamento que se encontra para alugar em qualquer esquina.

#NAOTABOMNAO

 

Verde Guacamole

E um verde guacamole, a gente aceita?

Até aceitaria, se ele não fosse a escolha da Julie Bowen, que a gente não aguenta mais sendo indicada a prêmio que ela não merece nem mesmo dentro do próprio elenco.

Sorry, mas gosto mais da moldura do quadro da abertura de Modern Family do que da sua personagem.

#NAOTABOMNAO

#NEWMONICA

 

Conselho de amigués para a Sofia Vergara

A gente te adora, te aceita com toda essa gostosura que vc insiste em esfregar nas nossa cara em todo red carpet, mas está na hora de parar de fazer a gostosona hein Sofia?

Avalie esse juri, que a gente sabe que deve ter algumas mulheres e pelo menos umas 55 bichas invejosas e mostrando todo esse corpão sempre em dia, suas chances de ganhar qualquer coisa só diminuem, porque todo mundo sabe que a inveja triunfa!

Cubra-se de vez em quando para surpreender pelo menos uma vez na vida (apesar do vestido Zuhair Murad ser lindo também), em algo que valorize as curvas mas não mostre demais. Aposto que assim vc seria mais bem vista no Team Contra Gostosas e tiraria de uma vez por todas esse prêmio que a gente não aguenta mais indo parar nas mãos da sua colega de elenco.

ps: AMAMOS sua Gloria!

 

Muito “Princesas Disney” para o meu gosto…

Gostamos da Zooey Deschanel (antes de The New Girl, a gente até gostava mais) só que tem um problema, essa aura de princesa Disney dela não convence muito…

Tudo bem que somos #TeamFelicidade e AMAMOS pessoas simpáticas, mas eu não conseguiria conviver com alguém que só consegue ver o lado bom da vida. (por isso não leio muito o seu blog, apesar de ter meninas ótimas escrevendo lá, não consigo levar muito a sério quem tende a ignorar as coisas que não gosta só para não se comprometer muito…)

Esse tule da saia do vestido Reem Acra é lindo, mas nessa cor e com esse movimento + essa cara que esbanja alegria “espontaneamente”, acabou imprimindo muito Princesas Disney para o meu gosto…

#NAOTABOMNAO

#SEJANATURAL&RECLAMONADEVEZEMQUANDOZOOEY

 

Black Fraqueza

Quem foi de preto esse ano acabou imprimindo fraqueza e temos três bons exemplos disso na sequência.

O primeiro deles com esse Zac Posen da January Jones (que até que é bem bacana), ela que eu já reparei que gosta de se arriscar mais quando o assunto é red carpet, mas que dessa vez foi infeliz no make, que acabou com a coitada que a gente sabe que de coitada e feia não tem nada.

Olha essa cara de quem foi obrigada a ir na festa de 15 anos da prima que ela nem gostava tanto assim?

#NAOTABOMNAO

ps: por favor, nunca façam nenhum penteado com um fio solto de lado, acho super cafona! Obrigado.

Ok, não querendo ser nada cretino, me parece que a Melissa McCarthy levou muito a sério a lição de que o preto emagrece, não?

Nesse caso, o look é assinado por ela mesmo e isso já vale a nossa simpatia pela iniciativa, mas fiquei sentindo falta de algum contraste já que nessa parte superior por exemplo, temos três peças e assim de longe, quase não dá para perceber.

#NAOTABOMNAO

Amy Poehler foi um dos grandes decotes da noite, algo que até nos surpreendeu um pouco… (devido as circunstâncias do seu atual momento)

Como eu não quero ser aquela pessoa horrível que falou qualquer coisa negativa a respeito da Leslie Knope, só vou dizer que se ela tivesse ido com um dos terninhos da personagem e passado naquele “barbeiro de Pawniee antes da premiação (rs), teria se dado muito melhor, hein?

#NAOTABOMNAOMASDESSAVEZFALANDOBEMBAIXINHOPARAELANAOOUVIR

 

Branco Qualquer Coisa

Jessica Paré, que a gente sabe que é linda, mas que me resolveu aparecer com esse modelo branco qualquer coisa.

Lindo, mas um pouco preguiça demais, do tipo que a gente não consegue imaginar ela cantando “Zou Bisou Bisou” com muita intensidade e parando toda uma cobertura em pleno 60’s, rs

#MAISESFORÇOPORFAVOR

 

ACE todo branco fosse assim!

Emilia Clarke  não levou seus dragões (acho difícil reconhecê-la sem a caracterização de GOT) mas foi com esse branco não tão branco assim da Chanel, que estava maravileeeandro!

E ela a gente mesmo que não estivesse tão bem a gente evitaria provocar para não sair chamuscado, rs

#MARAVILEEEANDRA

 

Parabéns Tina Fey!

Que pelo menos dessa vez resolveu nos ouvir e abandonou de vez os modelos sereias horrorendos de sempre.

Simples, mas ficamos com orgulho, ainda mais da etiqueté escolhida. (Vivienne Westwood)

 

Antigo Demais

O modelo da Vera Wang até vai, é comum mas é bacana, mas a cor e o combo com esse cabelo da Julia Louis-Dreyfus imprimiu algo antigo demais.

Pior que ela ganhou e vai ter que se lamentar por ter feito essa escolha duvidosa para o resto da sua vida. #FUÉN

#NAOTABOMNAO

 

Futurista Demais…

Versace, com cara de alegoria de escola de samba investindo no futurismo.

Elementar minha cara Watson, que vc não precisava desse tamanho todo de lantejoulas…

#NAOTABOMNAO

 

Muito simples, muito espanhola e muita falta de compostura

Kristen Wiig fez a simplesinha demais e acabou ficando com cara de quem foi de lingerie na premiação. (e o decote com transparência e renda desse Balenciaga não ajudou muito. Quase nem acreditei que era um Balenciaga…)

Outra cor ou em outro evento, ela estaria maravileeeandra. Mas hoje não deu para o seu monólogo no SNL

#NAOTABOMNAO

Peggy não estava em um bom dia e além de não ter levado o prêmio para casa, acabou também não sendo muito feliz na sua escolha, investindo nesse estampado Dolce & Gabbana que se tivesse alguns pontos em vermelho, seria a caracterização da própria espanhola, rs

#NAOTABOMNAOPEGGY

ps: Peggy também fez o que ninguém deveria fazer em dia de premiação ou qualquer outra coisa importante, que é retocar a raiz no mesmo dia…

Sabe aquela pessoa que vc se arrepende de ter convidado para a festa? Então,  Connie Britton, que quando não vai vestida de qualquer coisa totalmente fora das demais, não sabe muito bem como se comportar em público.

E olha que nós adoramos as bafoneiras, mas para isso vc precisa ser alguém na noite Connie. O que não é o seu caso…

E o tom de caramelo mais artificial do que qualquer bala Toffee?

#NAOTABOMNAOETALVEZNUNCAMAISRECEBAOCONVITE

 

Bi-Leeeandra!

Quase não reconheci a Edie Falco nesse bicolor maravileeeandro!

Tudo bem que eu não gosto nada desse cabelo, mas esse vestido tinha umas costas linda toda em branco, que merece o desvio das nossas atenções para o que realmente interessa.

#MARAVILEEEANDRA

 

De Downton para o mundo

Michelle Dockery linda de Vuitton azul. #TEMCOMONAOAMAR?

Tudo bem que esse é aquele típico vestido que foi feito para ficar de pé, caso contrário amassa inteiro como podemos bem observar na imagem, mas quem se importa sabendo que Mary casou-se recentemente com primo Matthew e talvez tenha sido a noiva mais linda que eu já vi na minha vida. (e olha que eu nem sou muito fã de noivas)

E como sabemos que ela veio de longe, perdoamos o amassado.

#MARAVILEEEANDRA (♥)

Agora, quem me surpreendeu mesmo foi a Joanne Froggatt, também de Downton Abbey, que me apareceu com essa cara de muse antiga que é claro que todos nós amamos.

O vestido poderia ser em outra cor (acho essa cor muito madrinha de casamento americano atual), mas mesmo assim, vamos dar um desconto por todo o resto.

#MARAVILEEEANDRA

 

A melhor vingança foi  a do seu vestido contra vc mesma…

… que não te favoreceu em nada e aproveitamos o momento para revelar que essa maquiador também não deve gostar muito de vc hein,  Emily VanCamp? Mais um para incluir na sua vingança…

#NAOTABOMNAO

ps: não assisto a sua série porque te acho #WÓ e credito a sua existência o péssimo desenrolar de Brothers & Sisters desde que vc apareceu na série pela primeira vez. 

 

Sorry! Não respeito quem combina a cor do cabelo com a cor do vestido

ps: Tutubarão pediu os dentes de volta, rs. Mas sério, dá para devolver?

 

Festa boa de verdade, tem que ter climão

Sabe quando o seu boy magia (nosso, porque acho que ela nem pode muito dizer isso, tisc tisc) resolve dar aquela atenção a mais para a vagabunda que vc não suporta nem pintada de vermelho do próprio sangue?

Sempre um climão.

#ESTAMOSCOMVCCHRISTINAHENDRICKS

ps: não disse que esse ano foi tudo sobre os decotes no Emmy? Höy!

 

Floral da noite

Julianna Margulies  e o seu Giambattista Valli, que foi a estampa floral mas linda da noite.

#MARAVILEEEANDRA

 

Acessórios poder da noite

Kat Dennings que além dos seus invejáveis gêmeos (sorry, não resisti, mas vc foi vc quem provocou! rs), que foi acompanhada do seu Nick Zano, boy magia que é sempre um acessório indispensável em noite de premiação.

Höy!

ps: decotes generosos, eu disse. 

Jennifer Westfeldt, que investiu no seu Jon Hamm exclusivo, acessório mais do que invejado por todas e não é de hoje.

Höy!

E a nova namorada do Michael C. Hall que a gente até aprendeu como se chama, mas já esquecemos, visivelmente deslumbrada carregando tamanha magia ruiva no Emmy 2012.

Reação mais do que humana diante da magia ruiva dele.

Höy!

 

Momento “Bow Ties Are Cool!” (♥²)

Bryan Cranston e Aaron Paul, ambos adorkables e nos fazendo morrer de tanto orgulho com suas gravatas borboletas.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

Girls³

Lena Dunham diabólica de Prada (e o cabelo novo está maravileeeandro! Mas ela estava ou não estava meio que de cara fechada?), Allyson Williams de Oscar de La Renta e a Zosia Mamet nesse bicolor, que eu acho o melhor dos três, by Bihbu Mahopatra.

#TEMCOMONAOAMAR essas meninas? (mas sentimos falta da Tessa, que teve bebê recentemente! Smacks)

 

#SÓAMOR (♥)

Adam Driver, o Adam da Hannah. Höy!

Alguém me diz se é possível não se apaixonar completamente pelo personagem dele em Girls?

 

E a noite de ontem foi mesmo dela: Snow White!

E a cara de arrogante da Ginnifer Goodwin de quem tem certeza que deitou com todas nesse tangerina maravileeeandro by Monique Lhuillier?

Clap Clap Clap!

#MARAVILEEEANDRA

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

2012 Golden Globes Awards – Um red carpet preguiça, com pouco fundamento, porém até que surpreendentemente bom

Janeiro 16, 2012

Fiquei bem surpreso com os looks do 2012 Golden Globe Awards, viu?

Não que tenha chovido fundamento no red carpet, nada disso, mas digamos que quem quase sempre aparece meio assim, até que surpreendeu esse ano, hein?

Vamos conferir começando sempre por quem a gente achou meio assim…

 

Ninguém aguenta mais:

Ninguém aguenta mais o look “sai correndo do motel e me enrolei no primeiro lençol com mais de 180 fios que eu achei pela frente, só porque eu sou ricah!”, nem quando esse look chega em rosa e foi a escolha da Natalie Portman.

#NAOTABOMNAO

Ninguém aguenta mais esses tecidos pesadões demais e que de quebra ainda fazem aquele volume que ninguém precisa.

O que vale tanto para o Zac Posen da Reese Witherspoon, tanto quanto para esse pretão Monique Lhullier (que com esse volume todo, não dá para chamar de pretinho neam?) da Debra Messing.

Ainda falando em volumão, o nosso próximo exemplo, apesar de também se encaixar no quesito “volumão”, o seu pecado maior ficou mesmo por conta do peso no make

Que é o caso do look da Ariel Winter (Modern Family) que tem 13 anos, mas que com esse combo make + cabelo poder, acabou ficando pesado demais para ela, além de imprimir mais idade.

E nesse caso, como o vestido tem fundamento, o volumão desse Dolce & Gabbana nem me incomoda tanto.

Ou seja, ninguém aguenta mais criança com a mão pesada no make e querendo imprimir adulta antes da hora.

Aproveitando que estamos falando do elenco de Modern Family, também ninguém aguenta mais essa escolha de sempre da Sofia Vergara, que funciona, sempre também, como no caso desse modelão da Vera Wang que ela escolheu, mas que deixa a gente morrendo de preguiça.

Vamos evoluir do look sereia? Bámos?

Outra coisa que ninguém aguenta mais e nem precisa, é look nude sem gracinha, como esse aqui by Donna Karan da Katharine Mcphee, neam?

E ninguém aguenta mais também tanta simplicidade neam? Pelo menos não nesse caso.

Não que a Kate Winslet não estivesse maravileeeandra, porque ela estava. Höy!

Mas esse bicolor by Jenny Packham dela, ficou simples demais perto das outras e imprimiu duas peças, deixando o look ainda mais simples.

Linda, só que simples demais

 

Sereia exótica

E o look sereia foi o queridinho de todas nessa edição do Golden Gobes. Só que algumas optaram por uma versão do vestido um pouco mais exótico, como esse Oscar de la Renta com um super volume completamente desnecessário do vestido da Tina Fey, que cá entre nós e que ela não nos ouça, quase nunca acerta em red carpet, fato.

Agora, falando em exótico, o que era o shape do vestido Chanel da Julianne Moore?

Não cheguei a achar pavoroso, apenas achei difícil. Bem difícil.

Agora, esse modelo da Evan Rachel Wood precisa decidir se é sereia, ou pavão neam?

Confuso e exótico demais para o meu gosto.

E a cor? EW!

NEXT!

 

Ursula, é vc?

Ainda não decidi se a Kelly Osbourne foi de Ursula da Disney, ou se ela foi mais a fundo na referência e foi mesmo é de Lula Lelé (euri), só sei que esse vestido era tão pavoroso quanto a cor atual do seu cabelo. (e esse modelo também entraria na categoria “sereia exótica” fácilmente)

By Zac Posen

E eu já disse: cadê o Fashion Police trabalhando nessa intervenção, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Jodie Foster toda feminina

A primeira surpresa da noite:  Jodie Foster foi toda feminina e de Armani. Euri (tá, não resisti e tive que fazer essa piada)

Mas não dava para exigir muito neam?

Feminina e com bom gosto, seria exigir demais. (mas teve quem conseguiu, mas vou deixar vcs curiosos por enquanto…)

 

Pílulas de Nanicolina

Gente, a Salma Hayek tomou ou não tomou pílulas de nanicolina antes de ir para o Golden Globes?

Não sei, mas o resultado final da sua escolha nesse Gucci, acabou diminuindo ela, pelo menos uns 37 cm no meu conceito, rs.

Vale mandar a sua versão em miniatura para representar em noite de premiação, hein produçán?

 

Agora, vamos falar de peitos?

Primeiro, o clássico do peito espremido no vestido Reem Acra que a  Madonna escolheu, que apesar de ter esse top bem fundamento, ele esta visivelmente apertado.

Aposto que ela passou boa parte da noite sentindo um aperto no coração, rs.

E o modelo se acabou mesmo foi  nessa saia com recortes quadrados neam? Imprimiu Projeto Fashion.

E ela combinou ou não combinou com a colega, as formas geométricas da saia, hein? (pelo menos o da Andrea Riseborough era um Vivienne Westwood)

Ainda falando sobre o assunto peitos, o segundo clássico da noite é o peito espalhado, que foi o que imprimiu esse vestido Versace  escolhido pela Nicole Kidman, que ultimamente esta ficando cada vez mais difícil para ela, tadinha.

Primeiro que eu sempre acho que esse tipo de alça e decote, sempre deixam o peito meio caído, até mesmo para quem não tem o peito nada caído.

E nesse caso, como o busto do vestido tem esse fundamento de “folha” que vai até possívelmente as costas, acabou  imprimindo como se o seu peito acompanhasse a silhueta do vestido.

Ou seja, #NAOTABOMNAO.

E encerrando o assunto peitos, vamos para o drama de todas: o peito caído!

E o que foi que faltou para o look by Naeem Khan da boa esposa?

Um bom sutiã!

E sustentação também seria uma boa palavra nesse caso.

 

Um frozen Yogurt natural com calda de blueberry, por favor!

E esse vestido da Sarah Michelle Gellar simboliza em imagem, esse vestido by Monique Lhuillier é exatamente como fica o meu frozen yogurt, quando eu falo mais com as amigas do que me divirto com o meu próprio pedido delícia. (rs)

E pra que tanto tecido hein? Dava para fazer pelo menos mais uns 5 modelos com tanto excesso, aff…

#BOLOLÔ

 

Não foi o melhor domingo das irmãs Deschanel

É, não foi…Humpf!

 

Look  gira gira Pombagira

E a Dianna Agron passou o não passou em uma encruzilhada com o seu vestido by Giles antes de seguir seu rumo na noite de ontém hein?

WOO!

 

Chega uma hora, que a gente começa a esconder o que já não esta mais tão bom assim

E essa hora chegou para vc Heidi Klum, infelizmente.

Vamos cobrir essas costas?

Obrigatô!

 

A mais desavisada da noite

Connie Britton que se confundiu quando ouviu noite de Golden Globes e achou que tinha sido convidado para a noite do clube do livro para discutir sobre “O Segredo”, rs.

E sempre tem uma desavisada para matar a gente de vergonha, não?

Diz que é italiano e vintage by The Way We Wore, mas acho que eu já vi alguém batendo uma roupa na beira do rio lá na Itália antiga, vestida assim hein?

 

Agora vamos fazer uma pausa, antes de falar de quem estava maravileeeandra na noite de ontém, isso porque nós não sobrevivemos sem um pouco de magia em nossas vidas, não é meso?

Höy!

Tudo bem que o elenco de Glee e o boy magia psicótico de American Horror Story não contam muito neam?

Isso porque eles ainda são tipo café com leite no quesito magia (alguns sem açucar) mas a pergunta que não quer calar é: o que aconteceu com o Puck, hein? EW!

Continuando com quem interessa mais…

Tá difícil encontrar magia em Hollywood hein? E a gente pensando que é só por aqui que está cada vez mais puxado…

E como lidar com o bronzeamento terracota light do Bradley Cooper, hein?

Enfim, mas eu acho que esse Jean Dujardin de “The Artist” tem bem uma cara de galã antigo, hein? Höy!

E como levar a sério uma premiação entediante como todas as outras, quando a gente não tem nem a possibilidade da aparição de pelo menos a sombra do Ryan Gosling?

Humpf…

Mas essa pausa serviu mesmo para duas coisas e a primeira é:

Que o Gerard Butler saiu da sua fase magia negra e voltou a ser boy magia!

Ok Gerard, pode comemorar. Höy!

E conta pra gente o que tinha nessas gift bags da premiação tsá? (Euquero! rs)

E em segundo lugar, essa pausa também serviu para a gente chegar até ele, o mais bem vestido dos meninos no Golden Globes 2012:

Joseph Gordon Lewitt, que vem conquistando o meu coração depois de ter soltado a voz no ano novo (e vcs viram aqui) e é claro que depois de “500 Days Of Summer”, neam?

Mas o prêmio vai para ele, por conta da melhor gravata borboleta da noite. Höy!

 

E agora já podemos voltar a falar delas, as mais bem sucedidas no red carpet de ontém a noite. Separei 10, pq o post já estava ficando interminável. Então lá vai:

 

10 – Nicole Richie

Linda de metalizado, com um cabelo poder e a tattoo naquele lugar que todas elas fizeram  no final dos anos 90 e c0meço dos anos 2000 e que hoje em dia significa neam? rs

Maravileeeandra by Julien Macdonald 

 

9 – Amber Riley

Amber Riley é uma gordinha esperta e que geralmente acerta nas suas escolhas.

E eu AMEI esse cabelo, acho que ela deveria adotar para a vida!

By  Badgley Mischka 

 

8 – Sarah Hyland 

Sarah assim como a sua irmã em Modern Family, também foi de Dolce & Gabbana. Mas ela se deu melhor e escolheu um vestido que a deixou maravileeeandra!

 

7 – Lea Michele

Lea Michele anda acertando por esses dias, não?

Apesar do seu vestido Marchesa ter um fundamento de apresentação de patinação no gelo ou ginástica artística (rs), eu achei fundamento esse metalizado e além disso, ele tinha um decote maravileeeandro nas costas.

 

6 –  Claire Danes

E a nossa torcida valeu a pena, pq não só ela levou o prêmio de melhor atriz em série dramática por seu papél sensacional em Homeland, como ela ainda subiu no palco com esse vestido maravileeeandro by J. Mendel.

Bicolor assim como o da Kate Winslet, só que com muito mais fundamento, indo e vindo.

 

5 – Emma Stone

Maravileeeandra como sempre! Höy!

By Lanvin

 

4 – Michelle Williams

Outra que tem uma lista de acertos invejáveis, não?

E o que foi o seu discurso de agradecimento? Foufo mil!

By Jason Wu 

 

3 – Angelina Jolie

Não sei se foi a força dos meus últimos posts sobre os looks sempre tão preguiça da Angelia Jolie nos red carpets da vida, mas a verdade é que ela se animou e chegou com essa cara de bruxa da Disney que Deus deu só para ela e para as bruxas da Disney, é claro!

Maravileeeandra by Atelier Versace

 

2 – Tilda Swinton

Tilda manteve o seu fundamento exótico, mas foi mais feminina (e essa era a outra que eu falei lá no começo, a que deu certo, rs) e maravileeeandra do que nunca?

E essa cor de nova Alice do outfit dela hein?

Uma delícia deliciosa. Höy!

 

1 – Charlize Theron

Eu não sei o que aconteceu com a Charlize Theron nos últimos dias, mas ela esta ficando cada dia mais linda e com cara de mais nova, fato.

Conta o segredo pra gente Charlize? Me passa esse contato do seu dermatologista, antes que fique puxado por aqui hein? rs

E o prêmio de look com mais fundamento e maravileeeandro da noite vai para ela com o seu Dior fundamento,  não só porque ela realmente foi o melhor de todas no red carpet do 2012 Golden Globes Awards, mas também porque ela esteve maravileeeandra como nunca durante toda essa semana, em todas as festas que antecederam a premiação.

Maravileeeandra! Höy!

Ok, e assim terminamos mais uma noite de premiação. E agora já pode dormir? rs

American Horror Story – Freak, chic, porém tola

Dezembro 26, 2011

Quando American Horror Story começou, eu logo fui me empolgando com a série. Gostei da proposta, do tipo de terror mais refinado misturado com o climão trash e um pouco de fetiche no meio da trama, tanto que até escrevi sobre o assunto por aqui no Guilt.

Mas a medida que o tempo foi se passando e com o desenrolar da história contada durante a Season 1, eu comecei a achar uma série de falhas e isso ficou bem claro para mim, quando eu comecei a acertar exatamente qual seria o rumo da temporada. E eu quase não errei nada, o que acabou com o elemento surpresa da série pra mim e foi o que começou a me deixar com uma certa preguiça da nova série do Ryan Murphy.

Continuei me assustando, continuei gostando do tipo de terror freak chic, mas passei a achar as explicações e resoluções bem tolas ou fáceis demais, meio preguiça até.

E também convenhamos que aquelas pessoas não poderiam ficar morando naquela casa por muito tempo, não com tudo que acontecia por lá, não sem ter a menor noção do que estava de fato acontecendo naquele lugar.

Imaginei desde o começo que eles teriam um final parecido com o que acabou acontecendo na season finale, cheguei até a comentar aqui e ali em conversas soltas que a série estava caminhando por esse rumo.

Se bem que isso não faz de American Horror Story uma série totalmente ruim, mas essas resoluções preguiçosas acabaram estragando a série aos poucos.

Ainda falando do princípio e do fundamento da série, gostei bastante das histórias dos fantasmas contadas como flashback, sempre com alguma coisa bizarra, medonha, ou simplesmente assustadora por trás de cada história. Essa parte da trama eu achei bem interessante e me diverti até, em diversos momentos, além de me assustar, é claro.

Mas ai chegamos ao momento de tratar quem ainda estava vivo naquele lugar. A família Harmon, pai (Ben, Höy!), mãe (Vivien, Yöh!) e filha (Violet), que circulavam entre mortos com a maior naturalidade desse mundo (tudo bem que eles não sabia o que estava acontecendo…), mas sinceramente, dos três, a única que acabou oferecendo alguma coisa de bom como história naquela família foi a Violet mesmo, porque os seus pais…quem se importa?

Comecei a suspeitar que algo trágico estaria por vir no futuro da série também logo de cara, porque das duas uma: ou todo mundo acabaria morrendo e aconteceria uma troca de elenco a cada temporada (essa era a minha aposta inicial) “sobrevivendo” como fantasma apenas os personagens mais interessantes, ou eles teriam que concluir a sua história dentro daquela casa assustadora e se mudar, o que também inviabilizaria a presença dos Harmons por muito tempo naquele cenário. Não conseguia enxergar um outro caminho para aquela história, desde o começo da temporada, fato.

E o meu pensamento estava certo, o que não me causou nenhum espanto no final das contas e para falar bem a verdade, acabou me decepcionando. Humpf…

Além disso, tivemos várias outras explicações tolas para coisas diversas/importantes que aconteceram durante a curta estadia da família naquela casa. Por exemplo:

1) Quem matou o casal de moradores anterior? 

Resposta: Tate

2) Quem matou os jovens dentro da escola?

Resposta: Ta-te

3) Quem colocou fogo no ex Ronaldo Esper em True Blood? 

Resposta: T-a-t-e

4) E quem era o homem borracha?

Resposta: TA-TE.

Assim não dá, não é mesmo? Para tudo a resposta vai ser: Blame Tate? (preguiça define)

Tudo bem que desde o começo, ficou bem claro que aquele garoto (ótimo por sinal, certamente o melhor personagem da série) era perturbado, sempre foi, e ficou claro também que ele tinha alguma ligação pelo menos com o crime da escola, o que na minha visão seria o crime ideal para o seu personagem. Agora, não dava para justificar todas as outras coisas, ou grande parte delas no Tate. É, não dava.

Mas a gota d’água pra mim foi mesmo o Tate, aquele garoto magrelo, frágil até, ser no final das contas o homem de borracha, que quando aparecia em cena, desde o começo da série, parecia ser um homem bem maior ou pelo menos mais forte, não?

Isso não me convenceu e não me convence até hoje. Não consigo aceitar. Não, Ryan Murphy, NÃO! (sem contar que todo mundo abria o zíper daquela máscara com a maior facilidade do mundo e nunca ninguém ficou com o cabelo preso nele…)

Comecei a torcer o nariz porque achei que culpar a mesma pessoa por quase tudo que havia acontecido de importante naquele cenário me pareceu uma opção fácil demais, mesmo com eles pintando o Tate como um psicopata durante toda a temporada. Sem contar que eles tinham outros personagens ótimos para explorar dentro daquela casa e se eles já não existiam, bastava criar.

Falando em personagens ótimos, preciso que o Zachary Quinto estava sensacional interpretando um personagem gay daqueles bem caricatas e delicioso e que dividia a cena com o seu parceiro promíscuo e infiel, uma tentativa descarada de “Novo Alexander Skarsgard”, Höy! Achei muito bom mesmo e esperei pela sua participação no episódio final, mas fiquei frustrado porque ele nem deu as caras, humpf! Aliás, ele teve ótimas lines durante a temporada e preciso ser justo e dizer que o texto dos atores em alguns momentos era realmente muito bom.

Bom, e já que eu mencionei o episódio final, vamos falar dele (1×12 Afterbirth). E eu já vou começar falando que não foi nada bom. É, não foi.

Primeiro que eles acabaram com o mistério em torno da família em cinco segundos, resolveram aquele issue e deixaram o Ben aguardando a dona morte a qualquer momento para se juntar ao resto de sua família fantasma do outro lado (Zzzz). Sem contar que aquela sequência, antes dele tentar o suicídio, com ele todo metódico, deixando as chaves da casa com post-it indicando a função de cada uma delas, senhas, documentos arrumadinhos e tudo mais,  foi um chupisco na cara dura de “A Single Man” do Tom Ford e eu bem reparei nisso. Não só reparei, como achei um absurdo!

Fora isso, tivemos a entrada da nova família latina, que estava na cara pela falta de carisma e ou falta de talento,  que não seriam os novos moradores da mansão mal assombrada (sério, o que era aquela mulher gritando? Euri). Tudo isso para mostrar que os fantasmas presos naquele lugar, não são todos do lado negro da força e que existe o time Gasparzinho, o fantasminha camarada. Daf*ck?

Achei bem tola e quase vergonhosa,  aquela cena do casal Harmon se matando na frente do outro casal, só para deixá-los em pânico, a ponto de não voltarem nunca mais para aquele lugar. Muito embora tenha sido uma cena até que engraçada, no melhor estilo “Beetlejuice”, eu ainda prefiro o humor do filme antigo (que já começa nesse tom, diferente da série) do que o que aconteceu durante a season finale.

Nesse momento, tivemos a nova família fantasma se reunindo na sala para curtir o Natal e ó, aquele outro bebê que nasceu morto, não estava morto, ele chegou a dar um último suspiro dentro da casa e por isso também virou um fantasminha cute. Sério? Não gente, sério?

Eu morri de vergonha. CATAPLOFT!

Mas antes que alguém fale “não gostou faz melhor” eu deixo aqui registrado o que eu achei que aconteceria em American Horror Story… (ou o que seria a minha ideia para a continuidade da série)

Achei que eles acabariam morrendo mesmo, todos, ou talvez sobrasse um para contar história, mas que se mudaria de lá no final (talvez o pai). E eu sinto também que nem todos naquela casa se tornaram fantasmas interessantes, eu por exemplo não tenho a menor curiosidade de saber o que a Vivien tem a dizer depois de morta tocando violoncelo (Zzzz). Não tinha nem o menor interesse enquanto ela estava viva, imaginem morta…

Na minha opinião, além do Tate, que foi sensacional do começo ao fim (embora tenha levado a culpa de quase tudo) e da história da Violet, que não tem como negar que foi muito boa e eu fiquei bem feliz quando ela descobriu que estava morta (algo que eu já desconfiava também porque ela já não saia mais de casa fazia tempo), o casal Vivien e Ben por exemplo, pouco tem para acrescentar na série, vivos ou mortos.

Sem contar aquela cena final, com a Jessica Lange, que é uma atriz que merece respeito, sendo colocada 3 anos depois, ao lado da criança pure evil, com marcas de sangue pela casa toda e a promessa de que aquele menino sorridente e coberto de sangue é o filho do cão, uma cena que eu achei completamente desnecessária. Achei isso tão interessante como uma Fanta Uva sem gelo e fora do prazo de validade.

Com isso, eu não consigo imaginar um sentido para a série para a próxima temporada, que eu desconfio que seja mais ou menos como foi até agora. Uma nova família chega até a casa, vai viver sendo assombrada e no final, todos morrem, ou se mudam e a gente vai ficando com um acúmulo enorme de gente pouco interessante vagando naquele porão. Ou eles vão optar pela história de amor do casal Violet e Tate (Violate) e os fantasmas vão ser o novo hype do momento, roubando o lugar que já foi dos vampiros e que atualmente é ocupado pelos zombies. Ou, teremos uma espécie de Big Brother, com todos os fantasmas sendo obrigados a viver na mesma casa, com votação e direito a paredão do fogo do inferno toda semana, rs. Ou pior, MMA de crianças pure evil, de um lado Pluft, o fantasminha do bem e do outro o seu irmão gêmeo do lado negro da força, Mr Bloody, hein?

Brincadeiras a parte, existe uma corrente que acredita que a cada temporada eles vão propor contar uma história diferente e em um lugar diferente, mudando completamente os personagens e os cenários, inclusive a casa, porém talvez mantendo os atores interpretando diversos personagens diferentes. Algo que eu não confio muito… (será? Hmm mmm)

Não sei, eu pelo menos não consigo imaginar como prosseguir com essa história e não consegui decidir ainda se é porque eu não me importo, ou se é porque eu não me interesso mais.

Sendo assim, pra mim, American Horror Story acabou perdendo totalmente o sentido e eu não vejo porque continuar assistindo a uma série que tem uma ideia até que bacana, embora bem difícil de ser desenvolvida a longo prazo e que além de tudo, ainda prefere apostar na resolução mais fácil para a sua mitologia.

Talvez funcionasse melhor como uma obra fechada para apenas uma temporada, ou filme. Achei o episódio de Halloween (1×4 e 1×05)  bem legal por exemplo, mas tirando isso, realmente eu não tenho a menor vontade de voltar para uma Season 2.

Eu passo. BOO!

ps1: acho imperdoável que a Adelaide não tenha virado um fantasma, mesmo contrariando a sua vontade

ps2: e se a série melhorar muito, alguém me avisa tsá? Mas tem que ser muito, muito mesmo.


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