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Crazy, Stupid, Stupid, Stupid, Love

Dezembro 9, 2011

Juro que se não fosse o elenco sensacional de “Crazy, Stupid, Love” eu não teria dado a mínima para o filme e provavelmente não teria nem assistido, o que seria uma pena, porque eu estaria perdendo um filme surpreendentemente muito bom.

Muito bom falando de diversão, de comédia, de atuações dignas e um roteiro que por incrível que pareça acabou me surpreendendo, mesmo tratando-se de uma comédia romântica.

Não sei quanto a vcs, mas eu que estou acostumado a assistir outros tipos de filmes e sempre acabo descobrindo alguma coisa do destino final da história, dessa vez me encontrei sendo surpreendido com o desenrolar da trama, que nem é nada de muito extraordinário, mas que na minha cabeça sequer chegou a passar aquele caminho como resolução final de tudo. Sim, fui surpreendido por um filme de comédia romântica, vcs acreditam? rs

Mas também, com um elenco como esse, eu já tinha uma leve desconfiança de que o filme seria mesmo muito bom. Steve Carell, Julianne Moore, Emma Stone e ele, Ryan Gosling. Höy! Todo esses nomes juntos, dificilmente assinariam um contrato para um roteiro tolo qualquer.

A trama da história gira em torno do divórcio do casal principal, Cal e Emily, personagens de Steve Carell e Julianne Morre, casados há mais de 25 anos, com filhos, uma casa linda no subúrbio, empregos bacanas e tudo mais. E esse divórcio já começa com um Steve Carell enlouquecido pulando do carro em movimento, ou melhor, ele sequer tem força para pular do carro, simplesmente depois da notícia de que sua mulher quer a separação e que ela o traiu com um colega de trabalho e com isso vindo diretamente da boca dela, ele simplesmente abre a porta do carro e deixa o seu corpo cair para fora com o carro ainda em movimento. Um desespero cômico delicioso!

E podem dizer o que quiser do ator, mas eu acho o Steve Carell um dos melhores comediantes do momento e já disse isso antes. Pelo menos, ele tem o tipo do humor que eu gosto, algo que eu classifico como “o humor da depressão”, rs. E a sua performance no filme esta deliciosa vivendo um homem de meia idade que se vê sozinho do dia para noite, tendo que recomeçar a sua vida amorosa do zero, ou melhor do um, porque a sua esposa acabou sendo a sua única parceira ever (dra-ma da geração antiga). E pior, sem a menor experiência sobre como sobreviver no mundo dos solteiros, totalmente leigo e despreparado, o que é sempre bem complicado e Sex And The City já nos ensinou isso no passado. Mas todo esse drama de ter que encarar essa nova fase da sua vida  acaba quando entra em cena, ele, Jacob, ou melhor…Ryan Gosling! (Höy!)

Caminhando em slow motion com o seu terno vinho muito bem cortado, Jacob chega para roubar a cena e passa a ser voluntariamente uma espécie de tutor do personagem de Steve Carell, uma espécie de guia para a sua sobrevivência no mundo cruel dos solteiros, que ele parece dominar como ninguém. O que é quase uma covardia, porque ele esta incrivelmente ainda mais sedutor no filme, se é que isso é possível quando o assunto é Ryan Gosling, mesmo fazendo o canalha e usando sapatos meio caramelo (que eu detesto!), aquele tipo que ninguém deve investir muito, mas se for por uma noite apenas (ou algumas noites, tipo umas 21225485 noites), porque não?

E o serviço é completo, com direito a stylist e tudo mais. Aliás, ele se saiu um excelente fashionista, meio malvado e cruel, como todo mundo acha que nós somos, rs. E não fale a palavra “ponta de estoque” para ele, ou vc pode acabar sozinho no meio do shopping, fikdik. E se na hora de pagar a conta vc tirar do bolso aquela carteira antiga com velcro, aguente firme as consequências. (rs)

Com algumas voltas no shopping, salão de beleza e horas na academia,  Jacob acaba finalizando o seu projeto com o tempo, transformando Cal em uma versão mais velha dele mesmo. Se bem que, no fundo, Cal jamais seria capaz de se tonar algo igual ao seu mestre, porque ele carrega uma bagagem sonhadora e romântica demais, construída durante todos esses anos, algo que seria difícil de se eliminar do dia para a noite.

Mas na verdade, o nível de canalha do Jacob nem é dos piores e eu nem sei se podemos classificá-lo assim…

O personagem, por mais que use de técnicas cretinas para garantir a sua diversão na noite, me pareceu quase sincero, onde ele pouco ilude suas presas (porque segundo ele, vc deve falar pouco de vc e mostrar mais interesse no outro, ouvir mais do que falar, fikdik) e mesmo que acabe conseguindo o que ele quer, a coisa toda acaba funcionando bem para os dois lados, ou vc resistiria a um “Let’s get out here” vindo de um Ryan Gosling? Du-vi-do! Acho que ninguém no mundo resistiria e outro dia eu quase morri de rir com um comentário no Youtube em um dos videos do ator,  de um homem que se dizia do tipo macho alplha, assumindo que até ele ficava balançado com o Ryan Gosling.

E foi ótimo quando a personagem da Emma Stone no filme,  Hannah, acabou tratando o Jacob (que morava em uma casa maravileeeandra, diga-se de passagem!) como um objeto, que era exatamente o papel em que ele se colocava naquele momento, dizendo “tira a camisa para a gente conversar”, impedindo ele de colocá-la novamente para não bloquear a visão do que todas acham que seria o paraíso (rs, Höy!), e dizendo enquanto tocava o 36 pack do Ryan Gosling “nossa, parece Photoshop”. Rolei! Tem reação mais sincera do que essa?

O que também é importante dizer é que toda essa fase canalha do personagem tem data de validade e acaba quando ele conhece a garota ideal, Hannah, que é aquele tipo de garota que tira sarro das manias dele e que esta disposta a ouvir o que ele tem a dizer, tática que ele mesmo usava revelando a carência das mulheres com quem ele se relacionava e que no final das contas, acabou sendo também o seu fraco. (e que talvez seja o fraco de todo mundo)

Agora, uma coisa eu vou ter que falar. Esta na hora da Julianne Moore parar de interpretar a mulher de meia idade infeliz no casamento e que acaba sendo infiel e ficando cheia de culpa depois neam?

Gente, ela é linda, ruiva, talentosa, mas eu me preocupo com o fato de alguém com tamanha magia acabar sempre rotulada como a mulher infiel em crise de meia idade na grande maioria dos seus papeis mais recentes. Poxa vida neam Julianne? Vc merece mais do que isso e eu no se caso começaria a recusar alguns roteiros, fikdik.

Além dos personagens principais, temos coadjuvantes deliciosos também, como a babá dos filhos do casal, uma adolescente que é apaixonada pelo pai da família e que por sua vez, é a grande paixão do filho do casal, que é 4 anos mais novo do que ela e que a faz passar por diversas sais justas ao longo do filme por ter um perfil romântico e sonhador, bem diferente da grande maioria dos adolescentes da sua idade e bem parecido com o seu pai.

Achei bem foufo quando Cal invade a casa da família a noite, só para cuidar do seu jardim antigo. Howcuteisthat?

Tudo bem que eu achei que o seu personagem foi bem bunda mole, porque ele é quem foi traído e mesmo assim acabou aceitando a sua parcela de culpa nessa história, pelo fato de ter “relaxado demais” ao longo dos anos, o que acaba acontecendo com a maioria dos casais, ou pelo menos é uma desculpa/reclamação comum. Mas o que me incomodou mesmo foi ela fazendo a vítima quando descobriu que ele andou saindo com outras mulheres, inclusive a professora do filho deles (que deixa a trama mais engraçada ainda), mesmo isso tendo acontecido depois do término da relação dos dois. Nesse caso, achei que ela foi bem cretina…

E o mais legal da filme é que todas essas histórias de amor “problemáticas” acabam se encontrando no final, de uma forma sensacional e provando que esse mundo é mesmo muito menor do que a gente imagina. E foi nesse momento que eu me peguei surpreso. Não vou dar muitos detalhes para não estragar a surpresa para quem ainda não assistiu “Crazy, Stupid, Love”, mas eu me senti um idiota por não ter pensando em nenhum momento naquela resolução, mesmo com todos os sinais e toda aquela “semelhança” gritando na minha cara o tempo todo. Talvez eu tenha sido tolo, distraído, mas senti que foi um shock value bem bacana.

Comédia boa, do tipo que a gente já viu algo parecido, mas não tão parecido assim. E tem o Steve Carell (que é o engraçadão e assim como o Jacob afirma no filme, acho que ele tem jeito, rs. Höy!), a Julianne Moore (Höy!), a Emma Stone (Höy!) e o Ryan Gosling (HÖY!), juntos. E preparem-se para o momento em que eles estão todos juntos em cena, porque é muita magia reunida para se concentrar em qualquer coisa nesse mundo, além de outros momentos dramáticos do filme, como mostra a imagem acima. CATAPLOFT!

Tipo covardia.

Tá bom pra você?

Julho 18, 2011

Ufa, até que enfim alguma magia aqui no Guilt hoje hein?

Ryan Gosling e Emma Stone em “Crazy Stupid Love”, Höy!

ps: exigente essa Emma, não? rs

Crazy Stupid Mother F**ker Love

Julho 5, 2011

Achei bem promissor esse elenco…

Ainda mais com o Ryan Gosling fazendo par com a Emma Stone. Sem contar o Steve Carell + Julianne Moore (Höy!)

E quem nunca fez nada estúpido, ou nunca enlouqueceu por amor que atire o primeiro cd da coletânia de Love Songs, rs

Ansioso mil!

Emma Stone, sempre maravileeeandra e muito bem acompanhada

Abril 27, 2011

Essa Emma Stone é mesmo danada hein? Maravileeeandra na festa de ricah da Vuitton. Höy!

E o modelón não era fácil não viu? Para poucas esse volume nessa altura, bem poucas, fikdik

E olha só com quem ela vai fazer par em “Crazy Stupid Love”

Ryan Gosling. PÁ! Juro que eu vou lembrar para sempre dele cantando em “Blue Valentine” (música que eu estou ouvindo agora, enquanto escrevo o post…). Höy!


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