Posts Tagged ‘Downton Abbey’

Downton Abbey Season 4, o musical. Sim, isso mesmo, o musical

Abril 26, 2013

Deliciosa paródia realizada no 54 Below em NY, com atores da Broadway interpretando de forma deliciosamente deliciosa (inclusive interpretando o autor da série) o que eles acham que seria a Season 4 de Downton Abbey, depois dos acontecimentos todos da última temporada.

Meu momento preferido é aquele com a história da Lady Edith (estou rindo até agora) e quando o “Julian Fellowes” diz no começo que ligou para a sua mentora, Shonda Rhimes (Greysa) para tomar a decisão sobre o que fazer depois do final da Season 3, HAHAHA e #TEMCOMONAOAMAR?)

SENSACIONAL! (CLAP CLAP CLAP)

 

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Algo de ruim aconteceu com a minha TV. Mas talvez não tenha sido apenas com a minha…

Abril 23, 2013

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Não, esse não é um post em defesa do consumidor contra uma marca de TV qualquer e tão pouco uma reclamação sobre a dificuldade de entender como funcionam as TVs mais modernas, porque sempre fui do tipo de pessoa que se dedica voluntariamente a ler todos os tipos de manuais tecnológicos por prazer (não riam porque é sério) e desde pequeno, já sabia até como programar e acertar o relógio do vídeocassete dos meus pais, para que eles não passassem vergonha com o relógio do aparelho piscando sem parar quando recebíamos visita em casa (rs) portanto, esse não é exatamente o caso.

Mas esse é sim um post de reclamação sobre as nossas viciantes séries de TV que atualmente não andam assim muito animadoras. É, não andam. Talvez estejamos até enfrentando a nossa safra mais fraca em muito tempo, onde as novidades não chegam a animar tanto assim em sua maioria e o que já foi tão bom no passado, hoje em dia mal consegue nos manter diante da TV por 20 míseros minutos. Isso tratando-se de uma comédia, porque se for uma drama de 40 minutos então, nos perdemos nos primeiros 10 com certeza. Sim, estamos crise.

Eu que já cheguei a acompanhar quase 50 séries (não se assustem, porque estou contando fall, mid e summer season), hoje tenho que observar a minha watchlist diminuindo consideravelmente, parte disso por conta das séries recém encerradas ou que estão perto de acabar nesse exato momento (30 Rock, The Office – que tem forçado a barra durante essa reta final tentando criar um climão desnecessário entre o até então sempre adorável casal Jim + Pam -, Fringe), mas também porque as que estão sobrando não andam colaborando muito a estimular a vontade de continuar enquanto audiência. Tudo bem que eu sou um caso atípico de viciado em séries de TV, mas fico pensando para uma pessoa mais normal que acompanha sei lá 3, 5 ou 7 séries ao mesmo tempo, o que é que anda sobrando em suas listas que realmente continua valendo a pena?

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Community por exemplo, que um dia já foi excelente, hoje chega a ser um sofrimento quando aparece algum episódio novo, quase como uma tortura. A série que teve a estreia da sua Season 4 adiadíssima por diversos motivos envolvendo seu criador, o canal onde é exibido e algumas questões entre seus atores, agora não passa de mais uma comédia na TV e não das melhores. Até Modern Family anda melhor do que Community, que já foi algo próximo de uma 30 Rock, por exemplo. 30 Rock que recém encerrou a sua história de forma digna e como de vez em quando vira moda falar bem ou mal de alguma coisa, em sua reta final, seus até então desconhecidos fãs resolveram sair do armário e aparecer falando super bem dá série, postando quotes e relembrando momentos memoráveis de suas sete temporadas. Fico me perguntando por onde andava toda essa gente que nunca apareceu enquanto a série ainda estava no ar e era uma das coisas mais sensacionais ever. Mas tudo bem, porque o capeta está de olho. Do fundamento antigo de Community sobraram apenas algumas referências agora bem mais contidas, poucas ou quase nenhuma risada e aqueles personagens tentando fazer render algo que parece estar morto desde o final da Season 3. Apodrecendo seria a palavra certa. De todos os episódios exibidos até agora, só consegui realmente gostar daquele com os puppets (de quase agora), que foi excelente, mais pela novidade e apelo do que qualquer outra coisa. E quem aguenta o Señor Chang sem camisa e desmemoriado, agora vivendo como Kevin? E quem aguenta a Britta fazendo a chata mais feminista do que qualquer feminista no lado feminista da terra feminista? E quem aguenta a cara de choro da Annie e seus gêmeos sempre em evidência em generosos decotes V e voz de criança pedante e manhosa? E quem aguenta o Jeff sem camisa? OK, para essa última questão conseguimos encontrar um ou outro motivo cabível para a sua insistência (que se não pela visão, sempre vale pela interação do Dean e sua mão que sempre sobra pelo corpo do personagem), mas mesmo assim, não dá para assistir a essa Community de hoje e conseguir lembrar do que a série já foi um dia para todos nós. Mas não dá mesmo e por isso, de vez em quando até esquecemos de ver.

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O mesmo infelizmente vale também para Parks And Recriation, que depois de uma temporada eleitoral sensacional, chegou extremamente cansada para a sua atual Season 5, mesmo tendo a Amy Pohler, um dos maiores nomes da comédia no momento em seu elenco. Talvez eles estejam tão cansados assim também por estarem sofrendo nas mãos da NBC, que agora resolveu gastar os episódios da série exibindo dois por noite, quando estamos em uma fase onde mal conseguimos aguentar assistir a um deles. E o meu coração de fã da série fica partido em 3546578 pedaços nesse momento em ter que reconhecer que se Parks acabasse, talvez fosse a melhor opção, antes de ver a série indo parar no limbo junto com Community. Juro que esse drama não é um exagero, porque de toda a atual temporada, eu consigo lembrar de apenas alguns bons momentos em meio a plots capengas e ou personagens que ficaram presos dentro deles mesmo. Me pergunto até se essa temporada realmente teve algum episódio do tipo bem especial, mas tem que ser inteiro especial. Mas caso pensem em terminar de fato com a série, eles bem que poderiam pelo menos satisfazer a minha vontade pessoal e construir um parque sensacional na cidade e cercá-lo com os ossos da Ann e do Chris, personagens que deixam tudo o que já está ruim ainda mais difícil de ser assistido. Sério, quem se importa ou não previa desde o começo a conclusão do plot da “produção independente” entre eles? Sem contar que de alguns episódios para cá, sentimos que eles andaram apressando as coisas enquanto ainda havia tempo e como prova disso podemos até citar esse mesmo plot do casal que já deveria estar morando em qualquer outro lugar menos em Pawnee (talvez naquela cidade vizinha inimiga), ou o casamento da Leslie com o Ben e a sua vontade de já começar a construir uma família, mesmo tendo casado tem apenas 2 ou 3 episódios. (mas tudo bem, Leslie sempre foi intensa, rs)

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Mas esse não é um mérito apenas das comédias e tão poucos das séries americanas, porque do lado da terra da rainha, as coisas não estão lá tão melhores assim também não. Após observar Downton Abbey perdendo peças fundamentais para a sua história durante a Season 3, peças que talvez eles jamais consigam substituir ou reparar daqui para frente, fomos maltratados também pelas agendas do atores ingleses tentando fazer carreira na America antiga, arrastando maravilhas como Sherlock para sabe-se lá quando. Tudo bem que eles já voltaram a gravar e até deixaram escapar a intenção de continuar com a série certamente por mais um temporada e talvez até por uma outra, mas ainda assim, quanto tempo precisamos esperar para que isso de fato aconteça sem se esquecer de boa parte de tudo que já vimos antes? De qualquer forma, nem tudo é  só reclamação, porque também da terra da Rainha recebemos de presente surpresa a adorável My Mad Fat Diary, que é uma série apaixonante e pelo menos uma delas precisava nos salvar dessa má fase. Pena ser tão curta e já ter nos deixado na saudade, apesar de ser melhor sentir saudade do que não ter a menor vontade de voltar.

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Ainda na terra da rainha temos Doctor Who, que todo mundo sabe o quanto eu AMO e sou um entusiasta para que todos acompanhem, mas talvez aqueles que ainda não sentiram vontade de assistir a série devam todos começar de qualquer outro ponto dessa história, porque o atual também não está dos melhores. Mas não está mesmo. A sensação é a de que eles gastaram tudo o que tinham em cash durante a primeira metade da Season 7 e agora que precisam encerrar a temporada para começar as festividades em comemoração aos históricos 50 anos da série, precisam também economizar para não chegar a terceira idade sem ter algum guardado. Parte disso vem inclusive do sucesso da série na America antiga, algo que até fez com que a série inglesa tivesse que se adaptar ao calendário americano, colocando os fãs na espera sem pensar duas vezes. Damn you, America! Sério, tudo está tão custoso atualmente na série e meio que perdido em episódios completamente aleatórios (que dizem ser intencional para essa nova fase de Doctor Who), que quase não existe mais aquela euforia de aguardar ansiosamente o próximo episódio para ver o que vai acontecer. E o que vai acontecer? Provavelmente a Clara vai “morrer” ou vai pelo menos quase morrer e o Doutor vai continuar achando que ela é a garota impossível. Mas impossível mesmo está sendo continuar desse jeito com uma das séries mais bacanas e cheia de possibilidades da atualidade. E eu juro que essa não é uma mágoa a mais de alguém que sentiu que perdeu a sua melhor companion (R.I.P Ponds). Uma pena indeed.

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Mas nem a mágica anda conseguindo segurar a atual temporada das séries e até Once Upon a Time anda deixando a desejar e muito. E isso desde o começo da sua Season 2, que não foi dos melhores e de lá para cá as coisas só tem piorado em Storybrooke. Podemos usar mágica. Yei! But wait… que agora não podemos mais usar mágica. Humpf! Eu posso usar mágica, você não pode usar mágica. Mas isso talvez só até amanhã, onde provavelmente eu já não possa mais usar mágica e você possa. Nessa confusão que recorre ao Twitter dos produtores para ser explicada a cada novo episódio que não conseguimos engolir ou simplesmente entender a sua proposta, permanecemos perdidos em meio a uma gigante nuvem de fumaça purple, que confiando em seu sucesso, jura que tem força inclusive para render um spin-off em Wonderland. Lembra do episódio de recursos vergonhosos onde eles tentaram recriar Wonderland? Então, ME-DO. Sério, ou essa fumaça toda nos fez viajar para um lugar onde nada mais faz sentido nessa vida encantada ou realmente tem gente muito confiante e ou se contentando com bem pouco por aí.

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E pensar em quem se contenta com pouco me faz lembrar de Game Of Thrones, série que todo mundo ama/é a cada novo episódio e que por aqui, pela primeira vez estamos conseguindo acompanhar ao mesmo tempo que o resto do mundo (isso para quem tem HBO, claro, porque para quem não tem, basta aguardar algumas poucas horas como sempre também, rs). Uma temporada que chegou de acordo com a grandiosidade da série, cheia de promessas e fãs mais entusiasmados dos seus livros nos garantindo que tudo deveria melhorar a partir de agora. “Agora vai!”, diziam eles. O que não é muito bem verdade (ou nada verdade), porque até agora continuamos caminhando sem saber o quanto falta para chegar a lugar algum e onde exatamente cada um deles de fato quer chegar além do trono (ou porque não nos foi informado, ou porque a essa altura e com os seus 812 personagens, nós já não nos lembramos mais). Nessa caminhada vamos conhecendo personagens novos, mesmo sem ainda ter decorado parte dos nomes daqueles já existentes na série, que pouco sabemos quem são ou o quanto devemos nos apegar. E isso desde sempre, porque esse problema não é novo em sua mitologia. Tudo isso para que mesmo? Para gastar 50 minutos de um episódio qualquer mostrando situações nada importantes (Sansa observando barcos, sonhos recorrentes com corvos de três olhos, Jon Snow ainda caminhando na neve com cara de chorão bundão bobão) e de pouca relevância para a história em si e gastando apenas os últimos minutos de cada episódio com algo para chocar e ou nos deixar com vontade de ver o próximo. Atualmente, assistir a GOT anda quase como se estivéssemos aprendendo uma receita de feijoada aos poucos. Uma pata hoje, amanhã um mamilo, mas nada desse feijão engrossar e tudo em fogo baixo, até os dragões chegar para dar aquela chamuscada. E a farofa? Já entendemos a sua fórmula GOT e é preciso acordar, porque precisamos de mais do que apenas a promessa de que a Khalessi ainda vai botar fogo em tudo porque ela é a personagem mais sensacional de todos os tempos. ZzZZZ. Insistindo muito nessa fórmula, GOT tem tudo para acabar desrespeitada justamente como True Blood ou pelo menos ainda vai penar e muito como The Walking Dead, que pelo menos consegue alternar um episódio bom com um completamente morno.

Hannibal - Season 1

Em meio a tudo isso é necessário ser justo e reconhecer que encontramos sim boas novatas também durante esse período: The Americans e os russos mais bacanas da TV atual e também dos anos 80 (estão vendo? Continua bem boa…). Hannibal, que acabou de chegar e já uma grande promessa (da qual falaremos entusiasmadamente em breve). Entre as comédias tivemos boas surpresas também com The Carrie Diaries, uma série adolescente da CW (sim, eu disse CW), prequel da veterana Sex And The City, que tinha tudo para ser um verdadeiro vexame mas que para a nossa sorte não foi e The New Normal (duas das quais também falaremos em breve, aguardem), que não foi exatamente uma surpresa só porque ainda confiamos no humor do uncle Ryan (ele que em Glee tem feito a sua melhor temporada, tanto que a série acaba de ser renovada para um quinta e sexta temporada e podemos dizer sem a menor dúvida que merecidamente, mesmo como boa parte da sociedade pedante torcendo o nariz. Yei!) e The Mindy Project, que depois de alguns ajustes passou a ser uma série bem divertida, principalmente nessa reta final da temporada (os últimos quatro episódios foram divertidíssimos). Mas nenhuma delas com força o suficiente para se aproximar das grandes comédias que tanto aprendemos a gostar ao longo desses anos todos ou no caso dos dramas, nada que as faça ser a nova Mad Men, ou Breaking Bad, por exemplo.

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Que por falar nelas, também andaram brincando com a nossa cara. Principalmente Breaking Bad, por ser tão boa e não se dar ao respeito, dividindo sua temporada final covardemente em duas partes, com sei lá, um ano de diferença entre elas? Sacanagem. Mad Men nem tanto, voltou mantendo o mesmo padrão de sempre apesar da demora (sempre acho que demora demais para voltar. Talvez seja porque as temporadas são sempre curtas…), com os personagens bem evoluídos depois desses anos todos onde embora em um ritmo próprio e que realmente não é para qualquer um, muita coisa já aconteceu entre e para aquelas pessoas, apesar de não parecer muito ou de pelo menos essa não ser a sensação a princípio. Mas ainda assim, é uma série para poucos, onde dificilmente você vai encontrar uma rodinha de amigos puxando assunto sobre o último episódio, que provavelmente só você e mais 2 pessoas em um raio de 5367 KM deve ter assistido, rs. (e a série começa a ser exibida na TV Cultura em breve, desde a Season 1. Assistam!)

E aí nos encontramos assim, carentes de séries realmente boas, que mereçam os nossos elogios ou entusiamo, que nos dê vontade de entrar no GetGlue para pegar todos os adesivos de cada um de seus episódios, que nos faça pensar ou que simplesmente nos divirta, seja lá qual for a sua proposta. Chega de séries medíocres, novas ou antigas. Chega de histórias que não nos levam a lugar nenhum fazendo a escola Lost em suas duas últimas temporadas. Chega de incoerência e textos vergonhosos, cheios de furos de roteiro e resoluções porcas que precisam ser explicadas via Twitter depois, o que eu acho uma total vergonha porque uma série de TV precisa se valer por ela mesmo, sem a necessidade de um livro ou explicações dos produtores para cada um de seus plots. Parece até que eles esqueceram que hoje tudo anda tão rápido que ninguém tem muito tempo para perder com algo que realmente não está tão bom assim. Talvez seja até por isso que atualmente eu esteja com muito mais vontade de assistir os meus boxes de séries antigas ou esteja quase passando a assistir as novas temporadas de The Voice em três países diferentes (a versão americana que eu já vejo e a versão australiana + UK que eu ainda não vejo) e ao mesmo tempo, para vocês sentirem o drama ou a falta de coisa boa para se ver entre as séries de TV do momento.

Em pensar que Girls acabou de acabar e só deve voltar no ano que vem. Homeland só chega em setembro/outubro (o que seria ver a Claire Danes e o seu Hugh Dancy – Hannibal – ao mesmo tempo na TV, hein?) e Breaking Bad só começa em 11 de agosto. Pelo menos por enquanto temos Awkward, uma série adolescente da MTV (sério que vocês todos estão perdendo para uma comédia da MTV?) que acabou de voltar e dessa vez para um temporada completa. Agora, não gosto nem de lembrar que Louie novo só mesmo em 2014, que o meu coração já fica azedo de novo.

Humpf…

 

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Como se não bastasse o Dan Stevens ter trocado Downton Abbey pela america antiga, ele até já se tornou uma skinny bitch. Bitch…

Março 18, 2013

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Sério, tive um susto que durou todo o final de semana com essa nova imagem do Dan Stevens aparecendo praticamente irreconhecível em um evento qualquer.

Juro que até pensei que fosse um irmão ainda desconhecido do mesmo em uma versão lado negro da força. #CREDINCRUZ

E sim, como se não bastasse ele ter arruinado boa parte do que Downton Abbey sempre foi para a gente (a nossa história de amor preferida na série) com a sua mudança para a America antiga, ele já se tornou uma skinny bitch cosplay de Jonathan Rhys Meyers.

#NAOTABOMNAO

 

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Mad, Fat e absolutamente adorável (♥)

Março 15, 2013

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No momento, a grande maioria das nossas séries preferidas estão em hiatus (humpf!), algumas estão voltando aos poucos, lentamente, não muitas se encontram em suas melhores fases e algumas delas para falar bem a verdade, andam super medíocres. Várias estão chegando ao final e nesse momento, nos encontramos exatamente assim, carentes de algo novo e realmente bacana para ver na TV. Até que, surge uma inesperada faísca de possível new crush em neon, apontando diretamente em direção a terra da Rainha, de onde sejamos justos ao reconhecer que recebemos constantemente coisas bem boas (Doctor Who, Downton Abbey, Sherlock, Skins). Como recebemos agora, com a surpresa grunge encontrada em My Mad Fat Diary, mais uma excelente série do Chanel 4 (o mesmo de Skins) e que é absolutamente adorável. E já vou avisando que a partir dessa faísca de new crush, acabamos vivendo uma intensa relação de amor a primeira vista. Hell Yeah!

Obs: a partir de agora, como todos sabem, já que eu também sou um designer gráfico, apesar de meio preguiçoso e sem tempo para realmente fazer o que eu vou sugerir agora, imaginem esse post inteiro ilustrado com intervenções super foufas aparecendo quando descritas entre parenteses. Aliás, imaginem todos os meus textos assim desde sempre, rs

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Nela temos Rae (a excelente novata Sharon Rooney), uma menina obesa e recém saída de um hospital psiquiatro após atentar conta a própria vida em um surto emocional até então desconhecido, tendo que se reajustar a sua vida de antes, evitando que todos descubram a verdade a seu respeito e acabem se afastando ainda mais do seu mundo já tão sozinho e quase sem amigos (carinha triste). Até aqui, podemos dizer que não encontramos nenhuma grande novidade, porque quem nunca assistiu uma série sobre um adolescente desajustado que atire o primeiro box contrabandeado de undreground mais obscuro de The Wonder Years (dealer do underground repassando o box). Mas, My Mad Fat Diary não é só isso e facilmente conseguimos reconhecer o que a série tem de tão especial, capaz  de fazer com que todo mundo acabe apaixonado por seu universo em pouco tempo.

A começar pelo fato de que a série se passa na década de 90 (mais precisamente, estamos no ano de 1996), o que já a a coloca automaticamente em uma posição diferente de suas colegas do gênero, apenas pela ambientação. Outro universo, outras formas de pensar e se relacionar, tudo parece bem diferente na série, apesar da sensação não ser exatamente a de que estamos sim vivendo em outra época dentro desse cenário, muito por conta dos assuntos em comum atemporais dessa fase da vida de todo mundo e também porque nem o cenário e nem a caracterização de seus personagens parecem forçados. Exceto por sua trilha sonora, que é sensacional e extremamente saudosista. Dá até uma certa palpitação quando é possível reconhecer os primeiros acordes de qualquer um dos hits da época ao som de Blur (e a Rae tem um poster sensacional do Damon Albarn), Lemonheads, Prodigy, Beck (♥), The Stone Roses (que a Rae AMA e carrega o CD de forma toda especial), New Order, Radiohead, Oasis (ahhhh o Oasis antigo – desenho de um Essy antigo com aquele cabelo antigo e óculos redondinhos do Oasis). E essa é uma saudade bacana, de uma época que vivemos situações semelhantes com a da personagem (nesse momento, falando bem por mim na verdade), que tirando a parte do seu excesso de peso e o seu surto emocional que chegou a levá-la a uma atitude extrema (podemos até não ter chegado a esse ponto, mas isso também não significa que nunca pensamos sobre o assunto… triste, mas é verdade), tudo na série acaba circulando dentro de um universo bem comum para qualquer adolescente, dessa ou daquela época. (menino flutuando em uma nuvem de saudade)

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Sem contar que a série tem aquele tratamento especial que o Channel 4 (E4) sempre acaba fazendo (acertadamente sempre!), com imagens com filtros bacanas (algo que eles já faziam antes do Instagram e até eu já fazia faz tempo. Suck it, Instagram!), amarelados, dando um pouco mais de cor para as paisagens frias de uma pequena cidade inglesa. A série conta também com um edição que acaba fazendo toda a diferença quando assistimos qualquer um de seus episódios por exemplo, além daquela vontade de quase sempre de nos apresentar algo realmente novo. Vontade essa que dessa vez ficou por conta das intervenções gráficas na tela (isso falando apenas da questão da estética da série), com desenhos super foufos que vão aparecendo na tela a medida em que Rae vai narrando a sua história (os mesmo que vocês estão imaginando desde quando eu mencionei no começo do texto), que basicamente gira em torno de plots comuns da adolescência, que ela vai registrando em seu diário, que faz parte da sua tentativa de recuperação sugerida pelo doutor Kester (Ian Hart), com quem ela mantém uma relação deliciosa que vai sendo desenhada aos poucos, em meio ao clima de provocação entre os dois. (aliás, gosto muito sempre desse detalhe de que até os psiquiatras são cheios de falhas em suas próprias vidas. Acho honesto)

Eu poderia até arriscar em dizer que a série consegue reunir tudo o que nós mais gostamos de outras velhas ou não tão velhas assim conhecidas de todos nós. Tem aquela linguagem direta, principalmente quando o assunto é sexo, masturbação (assunto quase que inexistente no universo das meninas dessa idade, claro que imaginando aquela época) como em Sex And The City por exemplo e ao mesmo tempo, temos aquele perfil do perdedor, de que nunca as coisas são tão simples ou tão fáceis assim como muitas vezes nos foram prometidas, que é algo bem próximo do que nós gostamos tanto da atual e sensacional Girls. A série tem ainda aquele climão de série adolescente bacana, mais próxima da realidade, que atualmente encontramos em Awkward e The Carrie Diaries, combinados com o hype dos adolescentes ingleses imperfeitos de Skins, além da questão toda da terapia, que não tem como não lembrar com saudades da excelente relação Erica + Doctor Tom em Being Erica. (milhares de corações saltitando na tela com cheiro de tutti frutti)

Embora as semelhanças sejam muitas com outros produtos que nós gostamos tanto, My Mad Fat Diary conseguiu rapidamente firmar a sua própria identidade, mantendo um ritmo excelente em relação a todos os seus seis primeiros episódios (e a boa notícia é que já temos mais seis encomendados para uma Season 2. Yei! – em neon), onde é impossível escolher esse ou aquele como favorito. Tudo bem, isso pode até ser possível e talvez o que não dê mesmo é para encontrar um episódio mediano em meio a todos eles. Sério, são todos muito, mas muito bons.

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Tudo isso porque a série embora circulando dentro da temática adolescente, que tende sempre ser mais leve e até mesmo mais fácil de ser digerida, consegue tratar todos os assuntos da forma como eles merecem ser tratados. Damos boas risadas com a imaginação fértil da Rae em relação a tudo na sua vida, principalmente quando o assunto são as suas fantasias com os meninos (e a honestidade dela nesses momentos chega a ser impressionante, coisa rara de ser ver na TV, ainda mais em uma série do gênero), ou algum surto criativo que ela tenha pensado em como resolver algum problema ao seu modo (todos divertidíssimos), mas ao mesmo tempo, quando precisamos falar de coisa séria, como tentativas de suicídio, drogas, sexualidade, problemas com a própria imagem e distúrbios alimentares, My Mad Fat Diary também consegue caminhar dentro da abordagem mais adequada para cada uma de suas propostas de problema, tratando com seriedade assuntos dramáticos que não poderiam e nem deveriam ter a menor graça.

Do período em que passou clínica (que a sua mãe inventou para a vizinhança que ela esteve na França), Rae trouxe com ela sua amizade com a doce Tix (Sophie Wright, que ninguém tira da minha cabeça que não seja uma parente super próxima do Kurt de Glee, se não for ele mesmo se arriscando do outro lado do oceano…), uma menina que assim como Rae, também sofre de distúrbios alimentares, só que exatamente da forma oposta que a melhor amiga. Com ela, Rae divide as melhores conversas de banheiro entre  meninas, todas extremamente sinceras, revelando as novidades da sua vida agora que é uma mulher livre. Tix é realmente uma personagem tão adorável quanto Rae, mesmo que a sua participação tenha sido bem pontual durante essa Season 1 e todo aquele drama envolvendo a personagem em sua reta final (aliás, adorei o detalhe de um dos episódios ter começado com a narração dela, mostrando o quanto ela admirava a Rae), mesmo em pouco tempo de convivência, já consegue deixar qualquer um aflito em relação ao futuro da personagem (ainda incerto) que aprendemos a gostar tão rapidamente. Aliás, dentro daquele cenário, torcemos por todos eles, inclusive pelo Danny (Darren Evans), outro paciente da clínica que apareceu na festa da casa da Rae para fingir ser seu ex namorado e foi divertidíssimo, além de linda a forma como ele foi bem recebido pelos atuais amigos da personagem, inclusive quando tiveram a chance de vê-lo em um momento crítico da sua condição.

Pelo fato da série se tratar da superação da personagem em torno de todos esses obstáculos desse atual momento da sua vida (e não só os obstáculos dela), passamos boa parte dessa primeira temporada observando Rae se readequando ao mundo real, fora da clínica onde esteve internada, tendo que fazer novos amigos e superar alguns traumas sérios da sua vida. Nessa hora, ganhamos a participação dos seus também adoráveis novos amigos, que entram na sua vida por intermédio da sua amiga de infância, que na verdade, é a pior de todos eles, do tipo megabitch passiva agressiva passiva de novo, da qual falaremos depois. Entre eles temos três meninos, os boys magia da série (surge um Höy! gigante em formato de objeto fálico, rs. Sorry, mas esse é o tom da série, rs), Archie (Dan Cohen, meu amor a primeira vista e que ninguém tira da minha cabeça também que tenha algum parentesco com o Cameron, participante do primeiro The Glee Project) meio nerd, músico e adorkable com seus óculos arredondados (tenho uma queda séria por quem usa óculos, confesso e essa também deveria ser um intervenção gráfica), Chop (Jordan Murphy), que é o engraçadão e meio que líder de todos eles e o Finn (Nico Mirallegro, magia para se perceber ao primeiro instante), que nos é apresentado como o mais distante de todos eles, pouco interessante, mas que logo percebemos que na verdade, ele é o verdadeiro príncipe da turma e logo acaba se tornando o amor adolescente da Rae. (príncipe para ela, porque pra mim continua sendo o Archie. Se bem que, neam? Estamos aí, disposto a viver a quarta geração de Skins a qualquer momento, rs)

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Como nem tudo costuma acontecer facilmente na vida de ninguém, Rae acaba encontrando alguns obstáculos antes de realmente estabelecer uma relação de amizade com todos eles. Mas tudo isso ela acaba vencendo sabiamente com seu bom humor, além do seu excelente gosto musical, que são suas maiores armas na hora da conquista, inclusive na hora da conquista de novos amigos (ainda bem que ela descobriu esse detalhe cedo). Apesar disso, Rae está longe de ser a gordinha engraçada da turma, tão pouco aquela sofredora que se acha completamente inadequada ao mundo como ele é, muito pelo contrário, e na verdade, a sua maior vontade é pertencer a alguma coisa, sair fora da sua zona de conforto e experimentar coisas que ela jamais se permitiria (o drama dela na pool party do primeiro episódio é sensacional, ainda mais por um detalhe, que acaba roubando totalmente a atenção dela presa no escorregador e que inclusive é a arma que Rae utiliza para sair daquela situação constrangedora) e sua personagem tem um perfil mais cínico, irônico e ela é visivelmente a mais rápida no gatilho entre todos eles (em todos os sentidos), o que certamente lhe dá alguma vantagem em relação aos demais.

Entre as meninas dessa parte da vida real, temos Izzy (Ciara Baxendale), uma ruiva super foufa e que tem uma certa queda pelo Chop, que logo Rae e todos nós conseguimos perceber e ela, aquela que está disfarçada de melhor amiga de infância, a detestável a primeira vista, Chloe (Jodie Comer, que sem o menor exagero é exatamente a cara de uma das minhas “melhores amigas” dessa mesma fase, que não demorou muito para eu descobrir que se tratava da mesma espécie de megabitch. Sério – desenho da cara de satanás) mas que na verdade, talvez seja uma das suas grandes inimigas para a vida ou um dos seus maiores obstáculos para seguir em frente. Chloe tem aquele perfil odioso da garota perfeita e super disponível para os meninos, para todos e qualquer um eles. Aquela que todo mundo acaba pegando porque está disponível ou porque hoje resolveu sorrir para aquele menino que você estava de olho fazia meses (menino com sangue nos olhos e fumaça saindo dos ouvidos), mas que nunca teve coragem de chegar perto. E tudo isso como se ela soubesse disso tudo e estivesse de olho nos seus interesses o tempo todo (magoa contida & antiga descarregada. Ufa – bigorna de 50 KG caindo do alto com aquele efeito sonoro de coisas caindo). Sim temos certa inveja de quem consegue tudo “facilmente”, admitimos e temos mesmo, sem culpa, mas até isso eles conseguiram mostrar de uma forma interessante dentro da série, mostrando que a personagem, apesar de não ter que lidar quase nunca com a rejeição, algo super presente da vida da Rae e da maioria dos simples mortais, na verdade, também sofria por ser aceita apenas por sua aparência e ninguém nunca parecer estar muito disposto a conhecê-la de verdade (se conhecessem, correriam…). Sim, precisamos lembrar de vez em quando que até as megabitches tem coração, algo que só costumamos lembrar quando retiramos ele com as próprias mãos… (desenho do Essy tirando o coração de uma megabitch com as próprias mãos e um #YOUWIN gigante piscando na tela em 8-bit)

Digo que ela tem tudo para ser uma das grandes inimigas da vida da Rae ou seu grande obstáculo na vida, porque ambas sempre mantiveram uma relação um tanto quanto esquisita, pautada na inveja dos dois lados, de uma nunca ser ou poder ser exatamente como a outra. Embora ambas façam parte da vida uma da outra desde sempre e tenham passado por alguns momentos bastante importantes juntas, é visível que entre elas, Rae é a que parece estar sempre muito mais disponível para aquela amizade, sempre oferecendo alguma coisa e recebendo bem pouco ou quase nada em troca. Um simples exemplo que vai além da situação crítica do aborto que a Chloe acaba optando por fazer e que Rae é a única pessoa ao seu lado naquele momento e que na hora em que ela finalmente teve coragem de contar que ficou internada na clínica durante as férias, a amiga antiga acabou fazendo pouco caso porque algo mais “importante” apareceu na sua vida naquela hora, pra mim, foi o momento em que vimos um dos flashbacks da amizade delas quando criança, com ambas rodando de mãos dadas e Rae totalmente entregue ao momento, acabou ganhando em troco a sabotagem de Chloe, que solta a sua mão só para ver a amiga cair, demonstrando desde cedo como de fato seria a relação futura com a amiga. Sabe aquela amizade que apesar de ter raízes, precisa deixar de existir? Então… mas Rae tem tempo para descobrir isso.

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E quem nunca teve uma amiga como a Chloe na vida? E quando essa amiga faz parte da sua família, que sempre vem te procurar quando precisa falar algo mas que nunca está disposta a ouvir o que você tenha para falar, mesmo que seja uma bobagem qualquer? (desenho de uma foto de família fazendo uma pausa dramática e que vai se aproximando da tela a cada cinco segundos) Mas fato é que além de tudo isso, Rae é uma pessoa grata as portas que foram abertas pela própria Chloe para essa nova fase da sua vida, sendo que foi ela que a incluiu na sua turma de amigos, algo que nós também conseguimos perceber que Chloe se arrependeu quase que imediatamente, quando percebeu que a amiga, mesmo não apresentando nenhum risco para o seu sucesso dentro da turma em termos de beleza ou porte físico, acabou roubando todas as atenções para ela rapidamente, simplesmente por ser muito mais bacana. Obviamente que em alguma altura dessa história, elas acabariam apaixonadas pelo mesmo cara e que esse seria o grande desfecho da temporada para a relação das duas (com Chloe descobrindo a magia do Finn), que infelizmente, para a nossa falta de sorte, teve uma final feliz para ambas e não apenas para aquela que nós estávamos torcendo desde o começo. Aliás, por mim, essa Chloe ganhava uma bolsa de estudos para algum lugar em clima de guerra durante 1996, para ontem.

Em casa, sua relação com a mãe (Claire Rushbrook) também não é das mais amigáveis e o conflito está sempre presente. Vamos combinar que aquela mãe também não é das mais fáceis, do tipo que não consegue enxergar a seriedade dos problemas da filha, continuando a rechear a dispensa da casa com coisas que Rae não pode comer (armário cheio de coisas gostosas reluzentes e com carinhas foufas, tipo Sugar Rush em “Wreck-it Ralph”), porque como ela mesmo disse, para pessoas como ela, o ato de apenas “beliscar” simplesmente não existe, sem contar que sua mãe também parece estar sempre muito ocupada correndo atrás do novo namorado, um imigrante ilegal no país que por motivos óbvios, precisa ser mantido em segredos dentro da sua própria casa. Apesar das dificuldades dessa relação, também foi bem bacana vê-las conseguindo se acertar por hora, principalmente com toda a história do pai ausente da Rae, que descobrimos mais tarde que foi um dos motivos do tal surto.

Outro ponto alto da série é a forma como eles retratam o bullying naquela época, que ainda não tinha esse mesmo nome (pelo menos não para a gente aqui), mas que acontecia da mesma forma estúpida de sempre. O engraçado é que nessa hora, a reflexão da personagem quando de frente com um de seus maiores bullies foi exatamente a mesma sobre o que eu sempre pensei a respeito de todos os meus, que foi quando ela disse que até entendia que eles pegassem no pé dela, mas porque eles precisavam ser sempre tão repetitivos e pouco criativos, além de cruéis, é claro. Aliás, esse foi um momento ótimo dentro da série e totalmente inesperado porque foi relacionado ironicamente a resolução dessa Season 1.

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E foi bem especial também a forma como a relação dela com o seu boy magia, Finn, acabou sendo construída aos poucos dentro da série. Desde o despertar da suspeita de que havia algum interesse no ar (que Rae sequer sonhava que estava sendo correspondida), até a confirmação de que eles realmente estavam interessados um pelo outro, ambos foram acrescentando momentos importantes para a construção dessa adorável relação, super improvável na cabeça dela, mas que para ele, por Rae ser uma menina tão bacana e cheia de personalidade, muito provavelmente poderia ter até acontecido bem antes. Mas os elogios nesse momento também valem para o próprio Finn, que mostrou-se um menino super bem resolvido (raridade rara nessa idade e depois não melhora muito não, não querendo desanimar ninguém, mas o que a gente aprende com o tempo é que exatamente esse tipo, não é o que queremos por perto, por isso deixamos de nos importar com eles – imagem do Essy ganhando a espada encantada do poder do amor + auto suficiência, tipo Scott Pilgrim) e pouco preocupado com a opinião das pessoas, ele que chegou inclusive a defender a Rae em um momento totalmente meio assim em meio ao seus bullies. Achei tão lindo quando ele foi a sua casa pela primeira vez e levou seus discos, para “aperfeiçoar e completar” o seu gosto musical (que por parte dele, ainda circulava nos 80’s, com The Smiths – “There Is A Light That Never Goes Out”, que eu sempre vai me fazer sentir vontade de dançar na vida – e The Cure) e ela toda carrancuda, seguindo a cartilha de comportamento sugerida por seus amigos, tratando ele com certa distância, evitando um contato físico para não se tornar amiga demais (o Archie tudo bem abraçar, agora o Finn, NÃO!). Sério, #TEMCOMONAOAMAR? (outro momento que eu AMO/sou é quando ele está jogando sem camisa no parque e vem dar um abraço daqueles nela. Sério, me vejo fazendo os mesmos comentários. Aliás, faço os mesmos tipos de comentário diariamente por aqui, rs)

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Outra relação super foufa que acaba acontecendo na série é a da Rae com o Archie, que na verdade, foi o seu primeiro interesse dentro da turma de boys magia e chegou inclusive a acontecer um beijo entre os dois, mas que logo depois, nós descobrimos ter sido apenas uma fase de experimentação do próprio Archie, tentando descobrir se ele realmente era gay ou não (lembrando que estamos nos 90’s, onde nem tudo era como hoje). Uma descoberta que acabou levando algum tempo, até que em um momento super bacana e depois de uma experiência com meninos, Archie acabou revelando que na verdade ele era gay mesmo e estava super feliz de ter finalmente descoberto isso. E esse detalhe é bacana também para ilustrar o quanto as histórias de cada um dos personagens acabou se desenvolvendo, com todos eles, apesar de estarem envolvidos em histórias bem menores, conseguindo encontrar suas respectivas resoluções. (imagem de um little Essy andando abraçada com a Rae e o Archie pela Londres antiga)

Como final de temporada, tivemos como proposta um novo surto de Rae, que se encontrava novamente em um estado crítico depois de tudo que andou acontecendo na sua vida. Da narração da sua carta suicida(que se ela não corresse no final, eu mesmo tiraria das mãos de sua mãe, a força) até o momento em que ela cruza a rua lentamente até ser atropelada (meu coração saltando na tela), tudo foi feito lindamente e de forma super corajosa, apesar da sequência, reunindo uma série de clichês que nós já vimos em outras histórias, mas que de qualquer forma, apesar de não ser nenhuma novidade, eles também conseguiram resolver muito bem. Apesar de torcer pela recuperação da personagem desde sempre, a sensação de honestidade ao vê-la não conseguindo lidar muito bem ainda com todas esses novas situações, parece uma alternativa mais honesta do que simplesmente mostrar a menina contornando todos os plots dramáticos da sua vida facilmente. Mostrar as dificuldades, que nem tudo acontece na primeira tentativa, as consequências de cada ato, tudo foi realmente muito importante nesse caso para dar uma maior credibilidade para essa história, que precisava desse cuidado para torná-la ainda mais especial.

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Acho importante dizer que embora essa review tenha ficado bastante longa, a Season 1 da série tem apenas míseros 6 episódios, repetindo aquela covardia covarde de sempre da terra da Rainha. Mas são seis episódios excelentes, capazes de fazer qualquer um se encontrar exatamente assim como eu estou nesse momento, totalmente prolixo e procurando desesperadamente por minha camiseta antiga do Oasis (que eu adoraria ainda ter), que só eu tinha e usava sempre que possível para ir para o colégio (as vezes por baixo do uniforme, só para provocar, rs), uma pessoa que quando falava sobre Radiohead, recebia aquele olhar torto dos demais, do tipo “sobre o que é que essa alma estranha está falando?”. (desenho da minha cara estranha coberta pelo símbolo do Radiohead, cercado dos “normais” da escola)

My Mad Fat Diary é realmente das mais especiais, para aguardar ansiosamente pela próxima temporada e torcer para que as séries inglesas cheguem cada vez mais em DVD por aqui, para que possamos colocá-la um dia em nossa prateleira especial e quem sabe fazer até umas intervenções gráficas nessa parte da prateleira? Para terminar de assistir, ir correndo procurar os diários antigos (que eu tenho e de vez em quando me divirto. Inclusive usava uma caneta com luz para escrever neles também, só que a minha tinha um sapo na ponta, mas já não brilha mais, humpf!) e matar a saudade dos hits de uma época especial, que embora tenha sido bem difícil (adolescência é difícil para todo mundo), a gente escolheria viver tudo de novo sendo exatamente a mesma pessoa, talvez com um pouco mais de coragem e desenvoltura como a própria adorável Rae. (tela cheia de corações despencando como no final de uma partida de Paciência, rs)

ps: gostaria de ter ido naquele (ou em qualquer outro) show do Oasis com a Rae. 

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Confirmou! A lista dos vencedores da nossa premiação dos sonhos, o Golden Globes Awards 2013

Janeiro 14, 2013

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Premiação agora também conhecida como o dia em que a Tina Fey e a Amy Poehler dominaram a TV com o melhor do humor atualmente. Sério, não teve para mais ninguém, Liz Lemon e Leslie Knope estiveram naquele palco e não deixaram por menos. Elas dominaram tudo. TU-DO!  Portanto, todos ajeitando os decotes e ou as gravatas borboletas (segunda opção destinada especialmente para a Diane Keaton e a Ellen DeGeneres, dando aquela checada para ver se a fenda está no poder e direcionada para o ponto focal certo e de pé: CLAP CLAP CLAP! (em caixa alta, que é para fazer mais barulho)

Sério, fui dormir tão feliz, extremamente orgulhoso e por motivos dos mais variados e diferentes possíveis na noite de ontem, depois do Golden Globes, que consegui esquecer até toda e qualquer injustiça que tenha acontecido durante a premiação e é possível que eu tenha desenvolvido o meu próprio ovário + útero durante o meu sono da realização dessa noite. Sério, eu não estou brincando.

Piadas afiadíssimas que funcionaram perfeitamente dentro da intimidade de anos que uma tem com a outra e elas nunca estiveram tão naturais e ao mesmo tempo tão dentro dos seus próprios personagens em toda a história de suas vidas. Foi como um grande SNL antigo, sem a parte chata onde todo mundo tem que aparecer um pouquinho, rs. Só aquele discurso de abertura, merece ser visto 137 vezes em looping, onde é possível continuar rindo e muito, mesmo depois da 137 vez.

Sério, tem como se segurar na piadinha envolvendo a Kathryn Bigelow e o seu ex derrotado em um Oscar anterior por ela mesma, o James Camarão Azul? Não, não tem e se eu estivesse presente, teria rolado da mesa de Homeland até a do Tarantino, três vezes. (by the way Tina, dividimos o mesmo sentimento a respeito do assunto pesadelos sexuais + Tarantino)

Aliás, vale a pena usar esse momento para fazer uma pausa e avaliar a diferença entre tipos de humor que podem dizer muito a respeito de muita coisa. Reparem no discurso de abertura, na audiência, quem realmente estava se divertindo entre os convidados presentes naquelas mesas todas enquanto Tina e Amy entregavam o seu melhor em um verdadeiro bombardeio de bom humor inteligente sem ser pedante e ou exagerado e tão pouco apelativo. Basta um pouquinho de atenção para perceber que esses eram os mais inteligentes, bem humorados ou que nós gostamos mais desde sempre, fato. Robert Pattinson por exemplo, por quem nós nunca nos importamos muito, nesse momento, apareceu ao fundo, apático, se colocando de free drinks, naquela preguiça de sempre, sem prestar muita atenção em coisa alguma. Agora, reparem no vídeo abaixo, nesse outro momento que muita gente gostou durante a premiação (tisc tisc), com a dupla Wiig + Ferrell tentando, mas ficando para trás no quesito “nosso tipo de humor”. (AMO a Wiig, mas acho que ela merecia uma dupla melhor e talvez daqui uns anos, ela possa fazer um trio com certas duas aí. Eu diria que até que Fey e Poehler são as formandos do ano, enquanto Wiig ainda está na 7ª série, avançada, mas ainda na 7ª, da mesma escola pelo menos). E a cara do Tommy Lee Jones para esse momento pode provar essa teoria, rs.

E dizem que ambos da segunda dupla podem ser os apresentadores do Golden Globes no próximo ano. Começamos a rezar ou já deixamos o DVR programado na opção “corta o Will Ferrell”?

Enfim, fora isso tudo que não foi pouco, tivemos momentos excelentes, como o discurso inspiradíssimo da Jodie Foster, a homenageada da noite, que nunca esteve tão confortável e ou tão maravileeeandra, do alto dos seus 50 anos. Sério, that’s a woman! E a família ruiva dela toda presente? AMO/me passa esse contato Jodie, porque daqui uns anos, terei essa necessidade necessária. (se bem que, com meu novo ovário+útero em desenvolvimento, talvez u só precise mesmo é do contato do Fassbender… rs)

E como se tudo isso já não tivesse sido o suficiente, tivemos boas surpresas na lista de vencedores do Golden Globes 2013, que resolveu fugir bastante do óbvio e talvez nunca tenha provocado tanto o Oscar como fez dessa vez? Duvida? (para lembrar a lista completa de indicados com nossos comentários de sempre, veja aqui)

 

Filme – Drama: “Argo”

A surpresa da noite. Com grandes nomes na disputa, ficava difícil apostar em “Argo” do Ben Affleck, mesmo que ele tivesse feito por merecer. Mas não podemos nem dizer que esse foi o seu tapa na cara da sociedade das premiações americanas, porque esse não foi o seu único prêmio da noite e só faltou ganhar um para levar para o Samuel, porque temos certeza que seus dois prêmios terão donas ou protetoras mais do que especiais: Violet e Seraphina. (♥)

 

Atriz – Drama: Jessica Chastain – “A Hora Mais Escura”

Essa não foi uma grande surpresa e surpresos mesmo nós ficamos com a sua escolha para encarar essa noite de glória. Mas sobre isso falaremos depois… 

 

Ator – Drama: Daniel Day-Lewis – “Lincoln”

Só faltou os indicados levantarem a placa “Eu já sabia”. É, todo mundo já sabia e mesmo sem ter assistido ao filme é impossível não arriscar que deve ter sido muito merecido. (avaliando o que vimos com nossos próprios olhos dos teasers, trailes, imagens e comentários sobre, claro)

 

Filme – Comédia ou musical: “Os Miseráveis”

Feito exatamente para isso, Les Mis é o tipo de filme figurinha fácil nesse tipo de premiação. O que não tira o seu mérito, apesar de nos deixar com preguiça, um pouco, confesso… (mas super quero ver/chorar/cantar junto com todos eles, especialmente o Anne Hathaway)

 

Atriz – Comédia ou musical: Jennifer Lawrence – “O Lado Bom da Vida”

Yei! J-LAW! Super merecido. Ela que encara qualquer tipo de desafio com bastante dignidade e unfirah. Só acho um saco todo mundo ter que ficar esclarecendo que ela ganhou por esse filme e não pode “Hunger Games”, que segundo a Tina Fey, foi a dieta mágica que a fez entrar dentro daquele vestido, rs 

 

Ator – Comédia ou musical: Hugh Jackman – “Os Miseráveis”

Entendam, gosto de filmes épicos, feito para premiações, apesar de ter um pouco de preguiça. Mas ver o Hugh Jackman de outra forma, como não estamos acostumados a ver, também é muito bacana e por isso, merecido também. 

 

Animação: “Valente”

Apesar da represente da vez da magia ruiva não ter sido o meu preferido (mesmo pq, os dois que eu vi dentro da categoria não eram), é inegável que “Brave” com seus avanços, levou a animação para um outro nível. 

 

Filme estrangeiro: “Amor”

Todo mundo falando de “Amor”. Quero ver. Todo mundo quer ver. Onde será que vamos conseguir ver? Tem em VHS? Paolo?

 

Atriz coadjuvante: Anne Hathaway – “Os Miseráveis”

Oh Anne, como nós torcemos por você. Seu vestido não era dos melhores, nem o seu discurso foi, mas mesmo assim, a sua cara na platéia morrendo de rir de tudo e ou totalmente sem graça com a piadinha da Tina Fey sobre sua parceria como apresentadora do Oscar, foi algo sensacional. Valeu só por isso e pela Amy Poehler cantando “I Dreamed A Dream Da Da Ri Da”, rs

 

Ator Coadjuvante: Christoph Walts – “Django Livre”

Walts rouba a cena. Walts amedronta. Walts diverte. Walts é reconhecido a cada novo trabalho. Talvez Walts seja a nova Meryl Streep. Anotem…

 

Direção: Ben Affleck – “Argo”

POW! Esse sim, foi o tapa na cara de mão fechada e com anel caro de formatura na vida ou gangue na cara da sociedade dos votantes do Oscar. Não ganhou a sua indicação lá, mas por aqui, não só foi indicado como levou os dois prêmios do cinema mais importantes da noite. Suck it! Ps: talvez esteja passando da hora do Ben começar a acreditar que ele faz muito melhor uma coisa do que a outra, embora a sua carinha linda ficando escondida seja quase que um crime contra a sociedade da magia. Mas pense nisso, Ben, nos contentamos em vê-lo indo levar as meninas no colégio. Mas não se entregue aos donuts e comidas dos sets. 

 

Roteiro: Quentin Tarantino – “Django Livre”

AMO/queria conhecer o Tarantino para convencê-lo a dirigir o capítulo mais dramático e aterrorizante da história da minha vida. Aceitaria também ser o moço do cafezinho em qualquer um de seus filmes, de hoje e de ontem  caso a gente consiga aquele DeLorean ou aquela TARDIS emprestado. Não cobro cachê, mas não reclame caso objetos cênicos sumam misteriosamente do seu acervo, mas nada muito grande, no máximo uma “Pussy Wagon” e certa mala preta onde eu pretendo carregar certa peruca preta, um uniforme amarelo completo e um bastão. E sim, eu vivo de referências…

 

Trilha sonora: Mychael Danna – “As Aventuras de Pi”

Dizem que o filme é mais bonito do que qualquer outra coisa. Sabe diretor que se empolga com uma nova linguagem ou uma nova possibilidade de tecnologia? Essa é a minha sensação…

 

Canção original: “Skyfall” – “007 – Operação Skyfall

Impagável o ‘high five” da Adele para o 007 himself quando anunciado o seu prêmio. Foi quase melhor do que o 1/2 sorriso e o olho de cobra da cara de alface da Taylor Swift fazendo um giro completo de 360º de trás para frente, que segurou as lágrimas, mas talvez toda aquele líquido contido dentro dela tenha encontrado uma outra saída ao sul da mesma, de tanto ódio concentrado em um corpinho tão pequenininho e ao que tudo indica, sambado. Se solta Taylor, deixa o mundo conhecer quem você realmente é! Sua lista nós já bem conhecemos…

 

Série – drama: “Homeland”

OK, Homeland é tudo isso mesmo quando não é tudo isso, mas ela não foi a melhor série do ano. Teve seus momentos, mas nem de longe foi como foi no passado. Não, não foi. Sorry, mas aqui eu enxerguei uma injustiça. 

 

Atriz – série de drama: Claire Danes – “Homeland”

Se a série não mereceu ganhar como melhor drama, o mesmo nós não podemos dizer da Claire Danes, nunca, porque ela sempre faz por merecer. Sempre!

 

Ator – série de drama: Damian Lewis – “Homeland”

O mesmo vale para o Brody. E suas subidas no palco sempre valem um plus a mais para a divulgação do culto & adoração da magia ruiva. Höy!

 

Série – comédia ou musical: “Girls”

Há quem não ache Girls uma série engraçada, mas a assistindo pela segunda vez antes da premiere da nova temporada (que também foi ontem), eu posso garantir que quase nada na TV atualmente tem um humor tão bacana como Girls, por isso o prêmio foi mais do que merecido. Mas é outro tipo de humor, em um outro tipo de série, que nós ficamos mais do que felizes que tenha sido reconhecida. Clap Clap Clap!

 

Atriz – série de comédia ou musical: Lena Dunham – “Girls”

Meu grito mais alto da noite. AHHHHH! Lena Dunham com a sua estranheza (para alguns) e estando completamente fora de qualquer padrão (também para alguns, porque pra gente, ela é uma das mulheres mais interessantes a quem fomos apresentados recentemente. Höy!), ela representa um pouco de cada um de nós nessa fase da vida que não é nada do que nos foi prometido. Além disso, ela é ótima, inteligente, divertida, debochada e me faria um nerd feliz caso fosse a primeira celebridade a me responde no twitter. Sério, eu ficaria insuportável! Mais do que nunca. Tina, Amy, vocês já ganharam o melhor prêmio da noite como as donas da brincadeira toda, então, está declarado um empate de três das mulheres mais engraçadas ever. Me liguem, vamos fazer uma festa do pijama e depois sair para um brunch e falar bem e mal dos meninos. 

 

Ator – série de comédia ou musical: Don Cheadle – “House of Lies”

Barulho de grilos. Série que ninguém vê e  que achamos que já estava cancelada. A minha recomendação é que as próximas premiações incluam os prêmios de “dramédias”, “pedantes” e “séries que ninguém vê ou ouve falar” em suas próximas edições. Acho que seria mais justo. Gratô. 

 

Minissérie ou filme para a TV: “Game Change”

Todos amam. Ainda não vi pela temática. Mas vou ver, um dia… Quando é o próximo feriado prolongado mesmo?

 

Atriz – Minissérie ou filme para a TV: Juliane Moore – “Game Change”

E lá estava ela novamente, linda e ruiva. Höy!

 

Ator – Minissérie ou filme para a TV: Kevin Costner – “Hatfields & McCoys”

Kevin deveria ter cantado, porque, ô discursinho chato, hein? Mas ele é o Ben Affleck da sua geração, portanto, mais um tapa na cara. PÁ!

 

Atriz coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Maggie Smith – “Downton Abbey”

Maggie Smith merece todo e qualquer prêmio em forma de um feitiço. Até hoje, sonho com o dia em que ela chegará de surpresa em uma apresentação qualquer, aparatando herself live para todo o mundo #MUSERECLUSE

 

Ator coadjuvante – série, minissérie ou filme para a TV: Ed Harris – “Game Change”

Sempre digno.

 

E esses foram os resultados da nossa premiação dos sonhos. Será que algum canal de TV poderia comprar a ideia de deixar um estúdio live, 24 horas por dia, com um microfone aberto para a Tina Fey e a Amy Poehler falarem o que elas quiserem, como quiserem, quando quiserem? Seria a glória da TV. A volta dos anos dourados! Imaginem? Aliás, desde já, deixo o convite do meu casamento futuro e por enquanto imaginário, para as duas. Quero ambas fazendo discursos sensacionais de como nos conhecemos através da TV. Lena Dunham, você e todas as ghols estão convidadas também. E quem quiser ir, pode tentar uma carona no caminhão da Jodie Foster, que também já disse que vai.

ps: imaginem a fila de candidatos a novos BFFs na porta da casa da Amy Poehler e da Tina Fey, nesse exato momento. Se a gente ao menos soubesse onde será realizado esse casting… rs

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Downton Abbey, parte 3

Janeiro 11, 2013

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Uma temporada de perdas para Downton Abbey, em todos os sentidos.

De todas as temporadas excelentes de Downton Abbey até agora, essa sem dúvidas foi a mais fraca de todas. Mas falar de fraqueza em uma série de época, inglesa, um dos produtos mais bem cuidados da TV atual, é falar de uma fraqueza leve, quase como se ela não conseguisse afetar efetivamente tudo o que a série conseguiu representar até hoje. Resta saber se somando essa fraqueza a quantidade de perdas que acabamos sofrendo ao longo da temporada, se Downton ainda conseguirá sobreviver de forma interessante daqui para frente.

E já começamos a temporada com a descoberta de uma grande perda, essa financeira, menos dolorosa para todos nós enquanto audiência, mas pesada para os bolsos dos Crawleys, que pela primeira vez tiveram que reavaliar seus costumes e passar a considerar um estilo de vida bem mais humilde ao que a propriedade e todos os envolvidos estão acostumados. Demonstrando um período real da economia inglesa (mundial até) em um período pós-guerra e no começo dos anos 20, vimos que assim como muitas famílias naquele período, os Crawleys também foram afetados com os efeitos da guerra, além de uma má administração ao longo dos anos e a insistência do Robert em manter-se distante das mudanças que o tempo estavam apresentando naquele momento.

Em meio a essa nova realidade da família, embora ainda sem conhecimento de todos eles, começamos a temporada já com um grande acontecimento, o casamento da Mary e Matthew (cuspida de fogo no chão), algo que para os fãs da série acabou funcionando como um presente logo de cara. Uma noiva linda, que chegava para estabelecer de uma vez por todas essa relação de amor que sempre foi a nossa preferida dentro da série. Um casamento grandioso, como era de se esperar para a filha mais velha da família, que estava aguardando por esse momento faz tempo, assim como todos nós que torcemos desde sempre pela personagem. Apesar desse ter sido o nosso primeiro casamento em Downton, Lady Mary não foi a primeira delas a se casar e dando continuidade aos acontecimentos da temporada anterior, Lady Sybil também já havia resolvido essa questão em sua vida, só que na Irlanda e sem que a gente pudesse acompanhar mais essa cerimônia. Detalhe que eu até cheguei a achar meio assim por parte da série, que poderia ter mostrado também esse casamento, mais simples e envolvendo outras tradições e diferenças religiosas (que acabaram aparecendo mais tarde), mas que devido aos rumos da história da personagem, acabou sendo justificado de certa forma.

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Claro que o fato da filha de um aristocrata ter casado com um dos ex empregados da casa, geraria algum desconforto por parte de todos os envolvidos, mas a gente só não esperava que esse desconforto maior fosse acontecer logo por parte dos próprios empregados, que achavam um absurdo tudo o que aconteceu, principalmente o Carson (que eu amo e queria que fosse o meu próprio mordomo dos sonhos. Ele e o Alfred do Batman, tomando um chá e jogando críquete de vez em aquando. Imaginem só que visão! rs), que nessa hora brilhou mais do que nunca demonstrando toda a  sua repulsa e indignação sempre ao fundo de cada cena, tendo que servir aquele que até pouco foi um dos membros da sua equipe. Uma implicância deliciosa, diga-se de passagem. Apesar desse tradicionalismo muitas vezes pouco tolerante do Carson, eu realmente AMO o personagem.

Mas essa implicância acabou tomando proporções ainda maiores quando descobrimos que Branson estava envolvido com a política irlandesa, que passava por uma grande crise/revolução naquele momento e que ele com todo o seu idealismo, estava mais do que envolvido em algumas questões relacionadas a famílias locais que viviam da mesma forma que a família daquela que agora era a sua mulher. Mulher que inclusive se encontrava grávida e teve que fugir do país pelo fato dele estar sendo procurado pela polícia, sozinha, em perigo em meio a toda essa situação de violência, para desespero dos Crawleys. Um verdadeiro drama e que poderia facilmente se transformar em um escândalo ainda maior para uma família como aquela, que digamos que já bem que andava meio que falada no chá das cinco da vizinhança, rs.

Para tentar salvar Downton da tal crise, como medida desesperada quando todos tomaram conhecimento de sua atual situação financeira, parte das mulheres da família não se intimidaram ao tentar de qualquer forma manter o que elas haviam conquistado (herdado na verdade) até então. Aliás, gosto muito dessa forma prática como eles lidam com dinheiro, sem vergonha de admitir que são bem interessados no assunto e estão dispostos a tentar de tudo (que não seja ilegal ou de caráter extremamente duvidoso) para manter tudo como sempre esteve naquela família. Nessa hora, ganhamos a presença da adorável Shirley MacLaine interpretando a avó americana mencionada por diversas vezes na série, mãe da Cora e que chegava sendo uma esperança de trazer o dinheiro que faltava para Downton. Algo que ela tratou muito bem de eliminar rapidinho, dizendo que toda a sua fortuna já estava comprometida, um recurso que é claro que foi utilizado para dificultar um pouco mais o caminho. E que delicia aquela sua proposta de jantar americano devido ao caos que se transformou a cozinha da casa, não? Aliás esse foi um dos momentos de alívio cômico mais engraçados dessa temporada.

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Mas se por um lado eles acabaram dificultando dessa forma as coisas, por outro, eles acabaram trazendo um plot recorrente a essa altura para a série, que foi o fato do Matthew novamente estar prestes a receber uma grande herança, dessa vez por parte da família da sua ex noiva, algo que salvaria Downton de tudo o que estava prestes a acontecer de forma quase que milagrosa e que viria muito a calhar naquele momento. Uma saída fácil, uma vez que isso tudo já havia acontecido com o personagem, de uma outra forma, mas que foi a sua introdução na série lá no passado. Mesmo assim, após relutar um pouco e estremecer ainda mais a sua relação com a própria Mary, que não conseguia enxergar os seus motivos para não aceitar a tal herança, ainda mais dentro daquelas circunstâncias  Matthew acabou cedendo e assim acabou se tornando também uma espécie de “sócio” da propriedade. Algo que a princípio funcionou como uma alívio para o sogro Robert, mas que em pouco tempo se tornou sua grande dor de cabeça, devido as diferenças administrativas de gerações de ambos. Nada que eles não conseguiram resolver no final e que de quebra, ainda garantiu a entrada de uma vez por todas do Branson também aos negócios da família.

Até que chegamos ao ponto que achamos que seria a maior das perdas da temporada, isso porque ainda não tínhamos uma ideia exata de tudo que ainda estaria por vir até o final. Sinceramente, eu não esperava perder um dos Crawleys tão cedo, ainda mais porque são todos uns queridos de todo o público e também porque aparentemente, não havia motivos para acontecer uma morte tão cedo na série, apesar da vida ser sempre uma surpresa e tudo mais (ZzZZZ). Mas quando a gente menos esperava, eis que eles surgiram com o plot da complicação no parto da Sybil (que apesar de doloroso, foi um ótimo plot médico para a série), que teve uma menina, mas não resistiu e acabou morrendo de forma totalmente inesperada e deixando Downton e todos nós de luto, pegando todos de surpresa.

Uma despedia inesperada, mas que acabou se fazendo necessária por vontade da própria atriz (mais uma cuspida de fogo no chão), que já havia conversado com os criadores da série e revelado a sua vontade de sair da produção inglesa para tentar uma carreira em Hollywood, algo que acabou se tornando um plot mais do que recorrente para os demais atores do elenco, que acabaram usando a mesma desculpa para negociar salários menores que justificassem a sua permanência na série e ou também acabaram se despedindo de Downton. Segunda opção que falaremos mais tarde, deixando toda essa mágoa para o momento certo. O que podemos adiantar é que todas essas saídas, apesar de vivermos em um mundo livre, acabam imprimindo uma falta de respeito pela história da série, assim como de seus personagens. Me desculpem, mas a impressão que fica nesses casos nunca é das melhores.

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Algo que apesar de extremamente triste para a história, acabou trazendo também um drama para a dinâmica dos pais da família, colocando marido e mulher em lados opostos, com Cora culpando Robert por conta da morte da filha. Observando a injustiça de Cora, estava ela que é sempre excelente e cada uma de suas lines me colocam um sorriso mais largo do que a extensão do rio Tamisa na cara, a adorável Violet (Profª Minerva! ♥), que observando tudo como sempre e usando toda a sua sabedoria, acabou aproveitando o momento para manipular um pouco a situação (algo que ela adora fazer) e encerrar de vez essa picuinha entre o casal. Aliás, ela e a avó americana dividiram momentos também bastante especias para a série, devido as diferenças culturais muito bem representadas por ambas naquela situação, sempre com uma alfinetada e ou crítica em relação ao modo de vida e costumes uma da outra.

Se do lado da família Crawley a coisa estava bastante movimentada e nada estava muito fácil ultimamente, para os empregados e lacaios de Downton Abbey, também não faltaram plots dos mais variados possíveis. Desde a entrada de vez do novo empregado, o ruivo mais alto e desengonçado que Downton já conheceu, Alfred, que pasmem, apesar da inocência e da sua vontade de se tornar um cozinheiro respeitável, ele era sobrinho de ninguém menos do que a empregada mais amarga de todos os tempos, O’Brien, que durante essa Season 3 esteve em guerra declarada com Thomas, seu antes fiel escudeiro e parceiro certo para toda e qualquer falcatrua.

Falando nele, Thomas também teve momentos ótimos e importantes durante toda essa temporada. Gosto dele amargo, sempre gostei, implicante, arrogante, mas fico comovido com todos os plots relacionados a sua sexualidade, que pela primeira vez acabou vindo a tona explicitamente, em uma época onde qualquer tipo de PDA entre duas pessoas do mesmo sexo poderia levar os envolvidos para a cadeia. Sério, dá para imaginar uma coisa dessas? (em pensar que em alguns lugares, ainda não evoluímos a esse ponto, inclusive onde achamos que evoluímos  Humpf!) Ele que acabou ganhando um candidato a boy magia, Jimmy, um também novo empregado que apesar de um comportamento bastante dúbio e manipulado pela própria O’Bryen, que como toda boa vilã, já estava imaginando a possibilidade antes mesmo dela acontecer, ele acabou se rebelando contra a atitude de Thomas, que depois de muito tempo acabou dando um passo a frente e se arriscou a tentar alguma coisa com quem ele sentia que de certa forma o correspondia. Algo que chegou a cair no conhecimento do Carson e da Mrs Hughes, que nessa hora tiveram a chance de debater o assunto e até se posicionam de uma forma bem bacana de acordo com as circunstâncias e principalmente, para a época.

Mrs Hughes também esteve ameaçada durante essa temporada devido a um câncer, que teria sido bem triste caso tivesse sido levado mais adiante. Ufa! Mas nessa temporada, ficou ainda mais evidente que ela e o Carson vivem uma história de amor, das mais foufas possíveis, embora ambos ainda não tenham coragem de admitir. Na verdade, adoro as lições de moral que ela sempre acaba dando nele, demonstrando que apesar da idade e de seus costumes, ela é uma mulher aberta e muito a frente do seu tempo, apesar de ser extremamente tradicional e porque não dizer conservadora, quando o assunto é a sua própria vida.

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Ainda falando dos menos abastados porém limpinhos na série, ainda temos o casal Anna + Bates, que para falar a verdade, eu cheguei a cansar um pouco. Adorava a dinâmica dos dois em Downton lá no começo, mas quando tudo isso foi levado aos tribunais e acabamos assistindo a Anna afastada dos demais do elenco em suas visitas a cadeia, eu sinceramente acabei perdendo o gosto e o interesse pelo casal e por suas histórias. Para mim, se Matthew é o sortudo que ganha na loteria das heranças de grandes montantes de moeda de ouro a cada nova temporada, Bates é o azarão de Downton, aquele com quem tudo de pior acontecer. E esse detalhe para ambos os personagens eu confesso que acaba me dando bastante preguiça por ser tão recorrente e uma saída fácil demais para ambas as partes. Sempre.

Agora, se teve alguém que ganhou o seu momento de redenção definitivo para a série (porque eles bem que já haviam tentando timidamente antes), essa foi a Lady Edith, que tinha tudo para se jogar da torre mais alta da propriedade, mas deu a volta por cima e hoje pode ser considerada como uma das mulheres mais fortes e interessantes de Downton. E quem poderia imaginar? Primeiro, imaginei que o mundo a odiasse, porque dentro da série, ela sempre esteve envolvida em plots meio assim ou pouco interessantes no geral. Depois comecei a achar que até quem escrevia Downton Abbey odiava a personagem, ainda mais quando ela ganhou o seu tão sonhado casamento dentro da série, também durante essa Season 3 e foi deixada no altar na frente de todo mundo. Algo que cheguei a imaginar que seria demais para ela como mulher até.

Mas que nada, Edith sacudiu os tecidos nobres e pesados da época e foi para a vida, resolveu encarar tudo aquilo de uma outra forma, apesar de bem amarga a princípio (também pudera neam? Até eu aumentaria o meu teor de cacau nessa hora para uns 95%), mas que no final das contas acabou sendo convidada para escrever uma coluna no Times e através dessa sua entrada no mundo editorial, ela acabou conhecendo seu novo pretendente. Mas como as coisas nunca são muito fáceis para a personagem, ele também está envolvido em um drama familiar com a esposa meio maluca e tudo mais. Sim, ele é casado, com uma pessoa fora de si, mas é casado e lembrando que acabamos de chegar nos 20’s. Nesse caso, ainda teremos que aguardar para ver o que vai dar, mas desde a temporada anterior, comecei a achar que a personagem finalmente estava fazendo por merecer algo mais além de se tornar a solteirona amarga da turma. Go Edith! Go Edith!

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Por fim, chegamos ao episódio especial de Natal, ele que chegaria com a notícia mais triste da série até hoje, fazendo a morte da Sybil parecer uma pequena bobagem em relação ao que estaria por vir durante a Season 4, já que o tal acontecimento foi guardado até o momento final da temporada. Quem acompanha o Guilt já sabia que a gente havia comentado sobre a insatisfação do ator Dan Stevens em se ver preso a uma produção na TV inglesa (cinco cuspidas de fogo seguidas no chão e em ordem crescente), uma vez que ele começou a enxergar uma possibilidade de carreira na America antiga, ou seja, uma vitrine com poder de alcance bem maior, mesmo considerando o atual sucesso de Downton Abbey no mundo todo. Pois bem, sua permanecia na série já era dada com incerta, até que tivemos a comprovação nesse que não teve o menor gosto de presente da Natal da série. Confirmou, perdemos Matthew! (mas não consigo nem escrever um “humpf” de lamentação nesse caso…)

Apesar da ótima história dos empregados animados com a festa local, plots casamenteiros de última hora e uma viagem meio assim dos Crawley, que provavelmente dela eles acabarão trazendo uma nova personagem (já conhecida até) para a trama, a tensão maior ficou mesmo para os acontecimentos dos minutos finais, que muito provavelmente, chegariam para mudar a série para sempre. Nele tivemos Mary prestes a dar a luz, também sofrendo algumas complicações, mas ganhando um final muito mais feliz e merecido, entregando para seus pais o segundo neto da família, o primeiro homem entre eles. Um momento aguardadíssimo por todos os fãs da série, que sabemos das frustrações do Robert por não ter tido um filho homem (e as complicações absolutamente injustas que isso acabou causando a própria Mary, sua filha mais velha em relação a herança da família), além do que, aquele momento coroava a história de amor que mais nos conquistou desde sempre dentro da série, com a chegada do primeiro filho do casal Mary e Matthew, que além de finalmente terem ficado juntos (algo que só aconteceu durante essa temporada, porque antes ficamos naquele quase interminável jogo da conquista e o tempo que não se encontrava entre os dois, isso até o especial de Natal da Season 2) estavam agora começando uma família.

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Até que, com aquela narrativa excelente, enfrentamos a triste realidade de ver o Matthew sofrendo aquele terrível acidente de carro, algo que muito provavelmente e devido a saída do ator do elenco da série já confirmada, será utilizado como recurso para justificar a sua morte. Morte essa que como fã da série eu nem consegui lamentar, uma vez que aquela acabou sendo uma medida necessária para justificar a ausência do personagem daqui por diante. Além disso, fica difícil lamentar a perda sabendo dos reais motivos e mais difícil ainda é a partir de agora conseguir torcer pela carreira do Dan Stevens longe da série. Como não gostamos de prejudicar ninguém e ou não queremos carregar esse karma indeed, que ele tenha sorte daqui por diante. Mas o que vai acontecer com a sua mãe, hein? Gosto tanto dela e passei a gostar ainda mais nessa temporada, com ela ajudando a empregada que acabou se prostituindo para conseguir cuidar do filho, esse que também foi um plot bem bacana dentro da série e eu também AMO os desentendimentos dela com a Violet. (Violet que sempre nos surpreende buscando soluções ótimas os problemas de todos, não?)

Com essa saída, ganhamos algo que talvez seja difícil de se recuperar em Downton Abbey. Matthew sempre foi um personagem cativante, desde a sua primeira entrada na série e ao lado da Lady Mary, ambos acabaram construindo uma das relações mais adoráveis e pela qual nós mais torcemos a favor ultimamente na TV. Cheguei até a declarar que eles era o meu “Ross and Rachel” preferidos e época. Uma pena essa despedida ter acontecido dessa forma, ainda mais pensando no que tudo isso pode representar para a Mary e principalmente para a série em si, que com essa morte acabou perdendo a sua melhor história de amor desde a Season 1. Lamentável.

Por esse motivo, com tantas perdas e apesar dessa talvez ter sido a temporada mais movimentada em Downton (embora sempre tenha sobrado bons plots para todo mundo desde a primeira temporada), é praticamente impossível não acabar torcendo o nariz para essa que não dá para ser considerada com uma das melhores temporadas da série. Não com tantos plots recorrentes esse que talvez, por apego e ou amor a série, a gente até conseguiria deixar passar, mas não com tantas perdas e tanta mudança que tudo isso possa acabar trazendo para o futuro da série. Nos preocupamos com aquilo que gostamos, como já diria a minha mamma.

Apesar de já ter uma Season 4 confirmada e notícias dando conta de que alguns dos principais atores já haviam renovado seus contratos até uma possível Season 5, fica difícil acreditar que Downton Abbey continuará sendo a mesma depois de tantas perdas e despedidas, embora sejamos totalmente fiéis a série e acreditamos em sua qualidade em todos os sentidos, algo que é indiscutível. Além de todo o nosso amor por cada um desses personagens, que são todos bem especiais, inclusive os menores. E logo agora que eles finalmente chegaram nos 20’s e a gente achava que seria uma era ainda mais mágica para a série (os figurinos pelo menos nunca estiveram tão lindos e variados, inclusive os da “sexta casual”, rs). Humpf!

Veremos…

 

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Estamos de relações extremamente cortadas indeed com o Dan Stevens. Talvez para todo o sempre.

Janeiro 9, 2013

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Me desculpa Jessica Chastain, mas você terá que ficar pendurada devido a sua companhia de ultimamente que bem andou nos decepcionando em um nível difícil de esquecer e ou perdoar e por isso vai passar uma boa temporada no cantinho do #THINKAGAIN. Ele que talvez tenha arruinado uma das nossas “coisas” preferidas atualmente.

E para quem acompanha Downtow Abbey com pontualidade inglesa, sabe bem os motivos para esse corte na nossa relação que tinha tudo para ser promissora e inesquecível, mas que agora se encontra totalmente meio assim…

Não sei se depois disso a nossa relação algum dia será a mesma Dan (gostaria de ter coragem para procurar o seu nome verdadeiro e não chamá-lo de Dan nesse momento, mas sou preguiçoso assim mesmo), mas não se espante se a plateia da sua peça na Broadway passar a te olhar com essa cara aqui ou essa aqui ó.

E quem diria que logo ele seria a nossa nova decepção? (apesar dos spoilers e notícias todas sobre o assunto)

#INCONSOLÁVEL

 

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Maratonas que todos deveriam ter feito em 2012

Dezembro 27, 2012

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Estava eu triste comigo mesmo, fazendo um balanço sobre tudo o que eu assisti durante essa ano que passou, achando que não tinha me dedicado o suficiente a minha vida televisiva (talvez fosse apenas o efeito do hiatus falando mais alto nesse atual momento), quando resolvi fazer a matemática das maratonas que acabei encarando em 2012 e não é que eu fiquei até surpreso com o resultado?

De um total de 8 séries, apenas apenas 2 já estavam completas (para não dizer canceladas) e as outras 6 foram acrescentadas a minha agenda de sempre, todas excelentes e muito bem vindas por sinal. Desse total, 3 delas são americanas, 4 inglesas (meu atual fraco) e 1 delas canadense. Fazendo um cálculo básico na minha calculadora científica da Hello Kitty, foram 21 temporadas, somando um total de 226 episódios. Ou seja, na verdade, somando esse número a tudo que eu já assisto normalmente (e vocês sabem que não é pouca coisa), na verdade, eu realmente não tenho muito do que me envergonhar em relação ao meu desempenho em frente a TV durante o ano de 2012. (na verdade, talvez eu tenha que me envergonhar pelo total de horas gastas apenas nessa tarefa, rs #SHAMEONME)

Para encerrar o ano, resolvi fazer uma lista reunindo todas as maratonas sensacionais que nós dividimos aqui no Guilt durante esse ano de 2012 , aproveitando esse período de marasmo na TV que é sempre essa época de hiatus, na esperança de quem sabe assim acabar influenciando mais alguém a assistir a pelo menos uma dessas séries que merecem e muito serem vistas por todos. Isso pensando em quem eu não consegui convencer ainda… porque em todas elas, eu já trabalhei bastante nesse plot, rs

 

Doctor Who

DOCTOR WHO

A essa altura, já não é mais segredo para ninguém o meu amor por Doctor Who. Apesar da ter começado a assistir a série através da sua Season 5, a primeira com o 11th Doctor e na companhia dos Ponds, me apaixonei tanto por esse personagem e por toda a sua mitologia, que prometi para mim mesmo que eu precisava conhecer mais dessa história fantasiosa e tão especial.

Assim, me aventurei em uma maratona deliciosa nas quatro temporadas anteriores dessa nova fase da série (a partir de 2005), onde acabei conhecendo e também me apegando bastante aos outros dois doutores que ajudaram a criar a mitologia desse personagem que sem a menor dúvida é o que justifica toda a grandeza da série, que está prestes a completar 50 anos agora em 2013. SIM, eu disse 50 anos!

Realmente não é a toa que Doctor Who vem conquistando cada vez mais fãs pelo mundo todo com suas histórias, que tem um universo riquíssimo a ser explorado, onde essa jornada passa a ser uma verdadeira delícia deliciosa, seja lá qual for a sua idade.

E foi bem importante fazer essa volta ao passado recente da série, para conhecer e aprender um pouco mais sobre o personagem, além de compreender melhor algumas situações nas quais o Doutor se encontra até mesmo hoje em dia, no alto da atual Season 7, por exemplo. Algo que eu recomendo para todo mundo que for fã da série atual. Sem contar a experiência de conhecer e se despedir das companions todas ao longo desses últimos anos, além de vivenciar como é difícil nos despedir de um doutor, quando chega o momento da sua regeneração. Ambos momentos importantíssimos para a série, além de lindos e bastante especiais, é claro.

Apesar de já ter dito por várias vezes que o 11th Doctor é o meu Doutor, também é impossível enfrentar essa maratona na série antiga e não acabar se envolvendo e se apegando completamente aos outros dois Doutores dessa nova fase, aprendendo a gostar de cada um deles por motivos diferentes, conhecer e se apaixonar pelas diferenças de cada um e esse tipo de relação eu mais uma vez atribuo a grandeza desse personagem, que é realmente muito especial. Sem exageros.

Doctor Who passou a ser exibida em 2012 pela TV Cultura aqui no Brasil, que ao longo desse ano já exibiu pelo menos duas vezes cada um de seus episódios até a Season 6. Esse ano também foi lançado por aqui o box da primeira temporada da série, com o 9th Doctor e segundo a Log On Editora, os demais serão lançados em breve.

Season 1

Season 2

Season 3

Season 4

 

 

Sherlock

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Assistir a Sherlock chega a ser uma covardia com qualquer um dos demais que tenham se aventurado dentro do já tão explorado e conhecido universo de Sherlock Holmes. E por mais que atualmente tenhamos alguns bons representantes (e bem diferentes) para o mesmo personagem, é difícil não conseguir reconhecer logo de cara que sem muita dúvida, o Sherlock Holmes interpretado pelo excelente ator Benedict Cumberbatch é muito melhor do que qualquer um dos outros. A partir da série, acabei decidindo então que esse é o meu Sherlock Holmes e não aceito outro. Pelo menos não com tanto amor, rs. (♥ – Sorry Downey Jr, Lee Miller)

Muitas pessoas torcem ao nariz para a duração de cada um dos episódios da série, com cerca de 1h30 cada, mas ao deixar esse detalhe de lado e se atentar a excepcional forma que eles escolheram para nos contar suas histórias nessa série de TV,  é bem fácil perceber que realmente esse tempo a mais para cada episódio acaba fazendo toda a diferença, de tão excelente que a Sherlock consegue ser e sem fazer com que eles pareçam arrastados demais ou qualquer coisa do tipo. Tudo dentro desses muitos minutos acaba se fazendo necessário. Tudo.

Personagens queridos, muito bem “recriados”, uma parceria espetacular entre os atores Benedict Cumberbatch e o Martin Freeman, Sherlock é sem dúvidas um dos melhores produtos da TV atual, em todo e qualquer sentido. Uma série muito bem construída, muitíssimo bem cuidada por todos os lados, cheia de referências visuais e um estilo que já se transformou em uma identidade própria (e quem copiar vai ficar com cara de cópia, não tem jeito) e que com certeza vai te deixar de queixo caído de tão boa que essa versão inglesa consegue ser. Sem contar, a especialíssima participação de um dos melhores vilões da história, Moriarty, que não deixou nada a dever para o nível do seu pior inimigo. Sério, outro dos melhores personagens da TV atual, sem a menor dúvida.

Até agora, foram exibidas duas temporadas com apenas 3 episódios cada e uma terceira já confirmada, está sendo aguardada apenas para o final de 2013, começo de 2014, devido a agenda dos dois atores principais (Humpf). Uma pena ter que esperar tanto para ter algo novo da série, mas para quem se animar, os DVDs das duas temporadas de Sherlock já se encontram disponíveis por aqui, também pela Log On Editora. Um ótimo investimento indeed.

Season 1

Season 2

 

 

Being Erica

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Assistimos um monte de séries na TV o tempo todo e isso já faz parte da nossa rotina desde sempre. Algumas duram muito, outras pouco, mas somente algumas acabam ficando com a gente para sempre, seja por uma memória afetiva ou por qualquer outro detalhe, mas geralmente, quando isso acontece, é porque elas foram realmente especiais.

E esse é o caso de Being Erica, uma surpresa deliciosa que eu tive durante esse ano de 2012, quando decidi encarar uma maratona dentro dessa série canadense que eu sempre acabava deixando para depois, por um motivo ou outro. Talvez estivesse esperando inconscientemente pelo momento certo…

Being Erica é mesmo muito especial porque além da jornada pessoal da personagem ser uma delícia deliciosa, ela é um convite para terapia ao lado da própria Erica. E detalhe, essa não é um terapia chata ou comum, algo que deixa a série ainda mais especial. Ao lado do Doctor Tom, o terapeuta dos sonhos de qualquer um  (quem eu espero encontrar até hoje, toda vez que abro uma porta qualquer. Sério. , vamos abrindo portas e mais portas juntamente com a personagem e todas elas acabam nos levando para momentos importantes da vida da Erica e que são todos momentos muito fáceis de se relacionar com a nossa própria vida, independente das nossas diferenças.

Sério, nunca uma série havia se relacionado tanto com a minha vida (e meio que serve para todo mundo) e apesar de soar extremamente clichê  o que eu tenho a dizer sobre ela, eu realmente acabei fazendo terapia durante essas quatro deliciosas e mais do que especiais temporadas da série. Também não me lembro de ter ficado tão emocionado com um series finale por todos os motivos possíveis e imagináveis. Chorei, chorei, chorei e saí renovado. WOO!

O tipo de série para se levar para a vida e recomendar para quem a gente gosta de verdade (♥). Talvez eu a reveja pelo menos uma vez por ano, para sempre! (aquele que acha que nunca será liberado da terapia)

São quatro temporadas curtas, com uma média de 12 episódios cada, que você deve assistir acompanhado da sua caixa de Kleenex, porque é difícil conter as lágrimas. Por aqui, dizem que a série será exibida pelo recém chegado canal da BBC HD…

Season 1

Season 2

Season 3

Season 4

 

 

Downton Abbey

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Todo mundo sempre falou muito bem de Downton Abbey, algo que naturalmente acabava me deixando bastante curioso a respeito da série inglesa. Confesso que histórias de época nunca foram o meu forte na TV, mas Downton Abbey acabou mudando completamente a minha visão com a sua história, que é sim antiga e apaixonante.

E tudo isso sem precisar ir muito fundo em nada, apenas aproveitando uma época distante que não vivemos e nos trazendo o dia a dia da família Crawley em Downton e a rotina de seus empregados. Apesar do tema parecer ser simples, as histórias são todas muito especiais, cheias de acontecimentos, reviravoltas e acaba acontecendo de tudo naqueles muitos cômodos daquela casa grandiosa, além dos acontecimentos históricos da época que acabam se fundindo com a história em determinados momentos. E o elenco também acaba fazendo toda a diferença para a qualidade da série, que chega a ser absurda.

Desde que a conheci, em pouco tempo a série conseguiu se transformar no meu novo novelão, daqueles onde a gente consegue encontrar de tudo um pouco do que mais gostamos. E apesar de se tratar de um drama daqueles, Downton Abbey é também uma série bem leve, sobre coisas simples como eu já disse anteriormente e recheada com momentos de pura doçura, uma inocência de outros tempos e muito daquele humor típico inglês que nós gostamos tanto.

Atualmente com três temporadas já exibidas na terra da rainha e com os DVDs recém lançados por aqui das duas primeiras temporadas, foi anunciado recentemente que a série será exibida pelo GNT a partir de Abril de 2013 e na sequência das Seasons 1 e 2.

Ainda falta falarmos da recém encerrada Season 3 aqui no Guilt (estava esperando o especial de Natal para poder fazer uma review completa da temporada), eu sei, mas logo resolveremos esse problema indeed…

Season 1

Season 2

 

 

The It Crowd

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Como nem só de dramas e Sci-Fi se vive o homem moderno e cheio de culpa (rs), estava faltando uma comédia para começar a alegrar os meus dias durante a maratona de 2012. E foi na comédia nerd The It Crowd que eu encontrei a minha diversão garantida ao lado desses três personagens adoráveis, presos em um porão no departamento de TI da Reynholm Industries.

A série tem aquele típico humor inglês que nós adoramos, esse bem escrachado e bem politicamente incorreto em vários momentos. Sem contar todas as situações do cotidiano daquela equipe de TI, que apesar de bem simples e comum, são recheadas de piadinhas nerds e momentos de puro pastelão.

Uma típica comédia do absurdo inglesa, que é uma pena que tenha sido cancelada tão cedo. Humpf!

São quatro temporadas com apenas 6 episódios cada uma delas, do tipo que você consegue assistir sem ter que fazer muito esforço e de quebra, ainda acaba se divertindo e muito.

Já tentou desligar e ligar de novo? (♥)

ps: se alguém souber em que porão dos bastidores da TV inglesa que se encontram os toys todos utilizados no cenário da série, por favor entre em contato para que possamos planejar esse roubo do século nerd, rs.

Seasons 1,2,3,4

 

 

Awkward

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Awkward é um tapa na cara bem dado e usando o anel do humor para quem achava que uma série produzida pela MTV não poderia ser realmente boa. Tapa na cara que eu mesmo acabei tomando, quando vivia torcendo o nariz para a série mas, devido a muita insistência e comentários positivos por todos os lados, acabei dando uma chance para a mesma e isso para a minha sorte, claro, porque Awkward é realmente muito boa.

Primeiro que a série tem cara de filme da década de 80, se passa em um high school bem pé no chão, com cara de possível e tem personagens sensacionais, aproveitando muito bem essa onda do humor do “perdedor” que todo mundo sabe que ironicamente ou não, é quem mais vem se dando bem atualmente. Suck it!

Apesar de ter achado a primeira temporada bem mais especial do que a segunda, Awkward continua sim sendo uma ótima opção para que estiver a procura de uma nova “dramédia”. Ainda inédita no Brasil, a série é da MTV já recebeu a encomenda de uma terceira temporada, essa com o dobro de episódios que estavam sendo exibidos normalmente.

“Sorry, but i’m not sorry. You’re welcome” (queixo para frente + cara de megabitch)

Seasons 1 e 2

 

 

Happy Endings

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Outra série americana que eu havia decidido ignorar por pura implicância boba, até que um belo dia resolvi dar uma chance e acabei me vendo completamente apaixonado por quase todos os seus personagens e com raiva imensa de mim mesmo por não ter assistido essa comédia sensacional antes. Damn you Essy!

Seis amigos que vivem na mesma cidade e que acabam dividindo uma série de eventos do dia a dia que garantem a nossa diversão a cada novo episódio. Onde é que nós já vimos isso mesmo antes, hein?

E antes mesmo de você pensar em dizer Friends, saibam que eles mesmo já fizeram essa piada e ela não poderia ter sido mais descarada ou especial. Uma típica sitcom americana, mas muito bem escrita e editada, cheia de referência as séries do mesmo gênero e com personagens divertidíssimos e completamente apaixonantes. Amauzing!

Exceto pela filha do Jack Bauer, que continua a mesma insuportável e que não consegue ter a menor graça, até hoje. Ahhh se aquele puma antigo estivesse com um pouquinho mais de fome e ou sorte…(24)

Atualmente em suas Season 3 (que anda meio irregular, confesso…), Happy Endings pode ser uma boa pedida para você que está a procura de novos amigos, rs.

Seasons 1 e 2

 

 

The Newsroom

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O drama que estava faltando na nossa TV. Apesar de ser uma série nova, lançada esse ano, acabei deixando para assistir a primeira temporada da estreante The Newsroom quando ela já havia se encerrado e por isso a considerei como uma maratona juntamente com as demais.

A série que marcava a volta do texto sempre excelente do Aaron Sorkin a TV, mas que já chegava dividindo opiniões. Alguns odiaram. Outros morreram de amor. Apesar de um piloto excelente, a série deu sim algumas deslizadas ao longo da temporada, principalmente na questão da construção da vida pessoal dos personagens e até mesmo de suas histórias. Demorou para deslanchar no começo, mas assim que eles descobriram o caminho certo a ser percorrido, meio que como uma fórmula, ganhamos uma sequência de episódios sensacionais, do tipo para se aplaudir de pé. Como esquecer aquele momento “Fix You” de um dos episódios mais especiais dessa primeira temporada, por exemplo?

Apesar da série ser sobre o núcleo de jornalismo de um programa de TV, deixando de lado a parte mais ideológica da coisa, que na prática, nós todos entendemos e já aprendemos que na vida real não é bem assim que as coisas funcionam, ainda assim, The Newsroom acaba servindo de inspiração para todos que sonham em se tornar grandes profissionais, seja lá qual for a sua área de atuação. E também, apesar de se tratar de um drama, a série tem seus momentos de pura comédia (alguns bem divertidinhos, outros nem tanto), assim como seus momentos que são só amor. (alguns funcionam melhor, outros nem tanto assim)

Já renovada para uma Season 2, a série é da HBO.

Season 1

 

E essas foram as nossas deliciosas maratonas do ano de 2012. Quem diria que a gente daria conta de assistir tantas séries e no meio de tudo isso, encontrar tanta coisa boa, hein?

Estou bem feliz com as minhas escolhas para 2012. E que venha o próximo ano!

 

ps: em 2013, começo a assistir a já encerrada Merlin (que eu pretendo começar logo) e finalmente decidi assistir Queer As Folk como eu deveria ter feito adequadamente no passado. Não prometo nenhuma review. Mentira, prometo sim. E por enquanto, para o próximo ano é isso… sugestões?

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Presentão de Natal indeed e duplo

Dezembro 18, 2012

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A Season 1 de Downton Abbey foi lançada não tem muito tempo por aqui e a novidade agora é esse box contendo as Seasons 1 e 2, que já está em pré-venda em algumas lojas no Brasil por um preço até que bem bom para um lançamento…

Presentão de Natal, vai?

Euquero!

 

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Downton Abbey Christmas Special, o promo

Dezembro 18, 2012

Promo do episódio especial de Natal desse ano de Downton Abbey, que irá ao ar no dia 25 na terra da Rainha, encerrando de vez a atual Season 3. (por esse motivo, eu não fiz uma review da temporada ainda. Mas aguardem…)

Por aqui, o GNT anunciou recentemente que irá exibir as Seasons 2 e 3 na sequência, a partir de Abril de 2013.

Ansiosos indeed?

 

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