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A temporada “feeling blue” de Don Draper

Junho 19, 2012

Don Draper está mais triste do que de costume. Essa foi a maior impressão que eu tive durante esse Season 5 de Mad Men e por isso eu digo que essa foi uma temporada “feeling blue” até mesmo para a série. Apesar de estar vivendo um bom momento pessoal, casado com uma mulher mais de acordo com o que ele esperava e obtendo cada vez mais sucesso na  Sterling Cooper Draper Pryce, foi ficando cada vez mais evidente que Don ainda possuí um vazio dentro dele.

Agora, falando totalmente do que eu penso sobre a série em seu momento atual, eu sinto que essa foi uma forma sútil que o seu criador Matthew Weiner encontrou para demonstrar os seus próprios sentimentos em relação ao futuro da série. Eu sei que tudo isso pode parecer um achismo muito grande, mas todo mundo sabe o drama que foi para a série ser renovada pelo AMC, que relutou para atender a todas as exigências do próprio Weiner para essa recém encerrada temporada que estamos falando nessa review e talvez todo esse climão meio “feeling blue” no ar seja um forte indício de que a série talvez esteja perto de começar a considerar o seu fim, por mais que isso possa doer em todos nós, fãs de Mad Men.

Sendo muito sincero nesse momento, eu reconheço que talvez seja realmente a hora de considerar o encerramento dessa história. Tudo bem que com Mad Men no ar, temos a chance de assistir uma das melhores séries de TV da atualidade, das mais bem cuidadas e que inclusive, acabou fazendo escola com o seu ritmo antigo e mais pausado escolhido para contar a sua história. O que eu até acho que nesse caso, esse ritmo bem menos acelerado casa perfeitamente com a proposta da série, combinando muito bem com o clima da década de 60, onde as coisas eram bem diferentes de hoje (algumas nem tanto), o que não chega a me incomodar quanto as demais séries que insistem em seguir esse mesmo padrão que só consegue ser suportável e bem aproveitado em uma série como Mad Men. Sorry para as demais… (The Walking Dead, The Killing, GOT, Bordwalk Empire…)

Mas sinceramente, eu tenho a sensação de que já vimos o suficinete de Mad Men durante todos esses anos (Season 1Season 2Season 3 e Season 4). Boas histórias, cenários sensacionais, atuações de deixar qualquer um com orgulho, prêmios acumulados nas prateleiras de todos os envolvidos na produção, ou seja, só coisa boa. Mas fico com medo de que insistindo em se manter viva por muito mais tempo, a série acabe se perdendo e se torne mais uma das quais a gente só continua assistindo por apego ou respeito. Sinto inclusive que nós já passamos pelos grandes plots dessa história, mesmo com eles nos surpreendendo a cada temporada com algo novo e mesmo assim, por esse motivo, eu acho honestamente que o prazo de validade de Mad Men precisa ser determinado, afinal, não é porque um produto é bom, que ele vem validade eterna.  O que eu até sinto que talvez tenha sido a intenção quando a série foi criada lá no passado, onde sempre me pareceu que ela foi criada para que durasse apenas uma década dentro do tempo deles (o que não significa que ela tenha que durar 10 anos). Ou seja, por todo os 60’s. E já nos encontramos em 66 nesse exato momento, o que demonstra que o tempo está sim passando na NY antiga. Ou vcs conseguem imaginar um Don Draper chegando no escritório vestindo calças boca de sino, ou uma Joan de Ginger Power?

Ao mesmo tempo que sentimos essa necessidade de encarar que a série esteja perto do seu fim, é inegável que é sempre uma delícia acompanhar o texto sempre excelente que encontramos em Mad Men, mesmo quando a série não é inteira tão genial assim, como chegamos a comentar sobre a temporada anterior. E mesmo no meio de toda aquela “aparente seriedade” da década antiga, ela sempre acaba nos rendendo momentos de bastante humor também, como quando o Don Draper chegou a chamar a sua ex e o seu novo marido de casal Morticia e Tropeço, ou quando os funcionários da empresa resolvem encarar as suas diferenças no tapa e dentro da sala de reuniões.

Mas para uma temporada feeling blue, até que começamos mais animados essa Season 5 de Mad Men, com um Don Draper completando 40 anos (fiquei chocado quando descobrimos que ele só tem 40, apesar da magia do Jon Hamm continuar a mesma desde sempre. Höy!), ganhando uma festinha surpresa, além de uma performance inesquecível da sua nova mulher ao som de “Zou Bisou Bisou”, que mais tarde ganharia uma versão sensacional em formato de piada no episódio ao vivo de 30 Rock, que contou inclusive com a participação do próprio Jon Hamm.

E ao lado da sua nova parceira, bem mais nova do que ele, diga-se de passagem, Draper parecia ainda mais confiante, principalmente enquanto ambos dividiam o trabalho, o que acabou mudando bastante quando ela decidiu abandonar a sua carreira de primeira dama da publicidade, para perseguir o sonho de ser atriz. Mas a dinâmica do casal em casa também foi bem divertida, com a Megan deixando bem claro que ela não tem nada da ex do Don, que se contentava em ser apenas a esposa ideal e mãe dos seus filhos, o que também eu não acho nenhum crime, mas certamente estamos falando de um tipos de mulheres bem diferentes. Megan além de muito mais jovens, é cheia de sonhos que ainda não foram realizados e que ela não quer mais perder tempo sem correr atrás de todos eles, antes que seja tarde demais e que ela se torne mais uma pessoa infeliz e não realizada.

Com isso, ganhamos também um conflito inevitável dessa diferença de idade, que naquela época deveria parecer muito maior do que seria hoje em dia (considerando que com 40 anos, Draper já se sente como uma ancião) e foi ficando cada vez mais visível que o próprio Don Draper acabou percebendo essa diferença, sentindo na pele que ele já não tinha o mesmo ritmo da sua atual esposa. E pra mim, um dos grandes destaques dessa temporada foi realmente o personagem da Megan, interpretada lindamente pela atriz Jessica Paré, que além de maravileeeandra, demonstrou-se bastante talentosa a ponto de conseguir segurar muito bem esse maior destaque que a sua personagem acabou ganhando durante a temporada. Megan que aprendeu a se posicionar muito bem dentro daquela história, não aceitando tudo tão facilmente e batendo de frente com o seu marido quando necessário. É Don Draper, os tempos mudaram…

Um dos meus momentos preferidos dessa Season 5, foi aquele episódio em que os dois foram viajar juntos, onde ele acabou ignorando todas as vontades da nova esposa e acabou sofrendo as consequências dessa falta de atenção com a sua pareceira de vez. E foi delicioso ver que com a Megan a coisa é bastante diferente e esse negócio da mulher frágil, já não funciona mais (isso já naquela época hein atrasados?) e temos certeza de que depois daquele chá de cadeira sem saber o paradeiro da sua amada, Don Draper deve ter aprendido a lição de que com uma mulher com personalidade não se brinca. Aliás, com a resolução do casal depois desse plot (Höy!), fica também cada vez mais claro de que Megan é mesmo a Senhora Draper ideal para aquele homem, que parece gostar muito dessa nova dinâmica na sua relação conjugal, tanto que surpreendentemente, ele se manteve fiel a nova esposa.

Também é sempre bacana ver Mad Men falando de coisa séria e assuntos reais que fazem parte da nossa história, como o movimento dos negros logo no começo da temporada, lutando por uma chance no mercado de trabalho e ganhando o seu merecido espaço (como para todos) dentro da SCDP, agência que sempre se mostrou estar a frente do seu tempo, mesmo com muito para aprender ainda aqui ou ali. E é bastante importante ver como um assunto como o preconceito racial ainda pode ser abordado de forma digna como aconteceu na série, em cenas do tipo quando o Lane não quis deixar a carteira esquecida dentro do taxi com o próprio taxista, muito provavelmente por ele ser negro, ou quando a Peggy ficou meio assim em deixar a nova secretária do Don Draper dormir em sua casa, tão perto da sua bolsa cheia de dinheiro, descobrindo nela um preconceito que até então ela desconhecia e recebendo um tapa na cara como resposta a esse comportamento na manhã seguinte, que é como a gente se sente quando se vê sendo alguém que vc não gostaria de ser. Cenas lindíssimas por sinal, delicadas, sutis, mas que não deixaram de tocar no ponto exato dessa ferida exposta até hoje, quase 50 anos depois.

Outra surpresa foi encontrar a Rory de Gilmore Girls aparecendo lindíssima em Mad Men do meio do nada e sem nenhum aviso prévio. Se bem que, eu não consegui lidar muito bem com a Alexis Bledel assumindo um lado mais sensual na série, com pele demais a mostra (meu lado cidadão de Stars Hollow protetor das Gilmore falando mais alto), o que eu achei que acabou demais para mim, fã assumido de GG, apesar de achar que aquela sua cara linda combina perfeitamente com o ambiente de agora. Ela que chegou para abalar as estruturas do casamento do Pete, que se encontra o mesmo chato de sempre, casado com a mesma chata de sempre e vivendo a vida chatíssima também de sempre. ZzZZZ. Mas que nós descobrimos ao final da temporada que ele poderia ser ainda pior, quando o personagem assumiu de vez o posto de amante na relação, algo que eu acho que ainda pode render mais no futuro da série… (vejo um final trágico e passional para os dois)

Dos plots mais interessantes da temporada, tivemos o Lane sofrendo por estar sem dinheiro devido a problemas com impostos, ele que acabou revelando uma amizade bem bacana com a Joan, até ser revelado que aquela relação de amizade, pelo menos por parte dele, poderia ir bem além, o que eu achei totalmente desnecessário. Se bem que, quem não se apaixonaria pela Christina Hendricks? Ele que chegou até a falsificar a assinatura do Don Draper para tentar dar um jeito em suas finanças, mas que ao ser descoberto, acabou sendo despedido pelo próprio, ainda ganhando a última chance de não sair com o bandido da história. O que foi a gota d’água para o personagem que não resistiu a pressão do fracasso a essa altura de sua vida, se sentido completamente injustiçado pela empresa que ele ajudou a reerguer (em partes, com toda razão…) e resolveu encerrar com a própria vida, não sem antes deixar uma parcela de culpa bem grande para o Don Draper carregar adiante, assim como um cheque bem gordo do seu seguro de vida para a Joan.

Joan que também ganhou ótimos momentos durante essa temporada, a princípio com o plot do seu casamento falido com o patriota viciado em guerra, que realmente já foi tarde e eu achei que agora, finalmente ela ganharia o Roger para chamar de seu, mas esse romance entre os dois ficou bastante adormecido durante essa temporada. E o ex marido se foi, mas não sem antes deixar mais uma mágoa para Joan carregar, com ele mesmo entrando com o pedido de divórcio, o que levou a personagem a quase perder a linha que ela sempre pareceu conseguir controlar muito bem co a sua pose de total lady. E mais para o final da temporada, ela ainda ganhou o que talvez tenha sido o seu maior momento dentro da história de Mad Men, com o plot da proposta indecente para salvar a conta da Jaguar, que viria a ser a conta de maior importância para o futuro da empresa.

Tudo isso em um episódio sensacional (5×11 The Other Woman), onde todos os sócios mantiveram-se a favor de colocar um preço no decote farto da Joan, tendo apenas o Don Draper como oposição. Algo que ele tentou evitar que ela caísse em tentação até o último momento, onde com isso, ganhamos momentos preciosos entre os dois personagens, que caso fossem um casal, seriam o casal com a maior magia da TV atualmente, sem o menor exagero. HÖY! Achei lindo quando ele revelou que nunca tentou nada com ela por se sentir totalmente intimidado com a sua postura e ela admitindo que sempre achou ele lindo demais. Demais inclusive para ela. #TEMCOMONAOAMAR?

Um episódio que causou um certo barulho em torno da série por conta de sua resolução, com a personagem aceitando a tal proposta indecente em troca da inclusão do seu nome naquela sociedade. O que pensando friamente e deixando de lado qualquer julgamento de valores, acabou fazendo todo o sentido para a personagem naquele momento, que nada tinha a perder (tá, eu sei que tinha, mas na verdade não tinha, não naquele momento da sua vida…) e que talvez não tivesse uma outra forma de acabar sendo reconhecida como peça fundamental da engrenagem daquela empresa, como o próprio Lane chegou a reconhecer enquanto ela estava totalmente insegura durante o seu período de licença maternidade.

Esse que talvez tenha sido o ponto mais alto da temporada, com as mulheres demonstrando as suas diferenças e revelando suas armas para conseguirem aquilo que desejam, principalmente com o contraponto da história da Peggy nesse mesmo episódio, que ao também não conseguir o que lhe era de direito (acho muito engraçado esse termo na verdade, rs) acabou tendo que se virar de outra forma para alcançar os seus objetivos profissionais. Duas mulheres totalmente diferentes desde o começo, onde a reação de cada uma delas é totalmente compreensível dentro da trajetória dos seus personagens, o que não aconteceria se tivesse sido trocado com uma no lugar da outra, por exemplo.

Mas embora eu até consiga aceitar essa resolução pensando na Joan desde o começo da série, eu acho fundamental que o Don Draper tenha mantido a sua postura contrária a essa plot todo, deixando bem claro que na cabeça dele, existiam outros meios para que a Joan conseguisse o que acabou conquistando dessa forma (e a ironia dela ter recebido o cheque do seguro do Lane depois disso tudo, hein?), evidenciando assim os lados opostos dessa história. Ele que agora sempre vem com uma indireta e parece que já até se esqueceu do seu próprio passado pessoal e profissional. Nós sabemos o que vc fez na campanha do verão passado, senhor Draper. Nós sabemos!

E é claro que quem nos emocionaria mais uma vez durante essa temporada, seria novamente ninguém menos do que ela, Peggy, que em parceria com o Don Draper, se torna ainda mais imbatível. Sempre fui um fã incondicional da personagem, sempre a admirei como mulher, como profissional e em todos os sentidos. Eu seria uma Peggy, tenho certeza disso e me vejo nela em diversos momentos, rs. E nessa temporada, Peggy mais uma vez se viu inferiorizada na empresa por ser mulher, o que para ela já não era mais aceitável, não depois do brilhantismo da sua trajetória de trabalho dentro daquela agência. E com a forma com que o Draper acabou a tratando naquela cena onde ela estava apensas exigindo os seus direitos, de forma errada mas com razão,  se tornou extremamente necessário que ela tomasse alguma atitude a respeito do que ainda a fazia infeliz dentro daquela empresa, colocando a prova o seu valor naquele universo.

Esse que foi outro momento sensacional da série para essa temporada, com a Peggy sendo reconhecida como profissional na agência concorrente e que fica a cargo do aqrui-inimigo do Draper e o momento onde ela anunciou a saída da agência para o seu mentor, não poderia ter sido mais especial, com ambos magoadíssimos dentro daquela sala perante a postura um do outro, engolindo o choro para não admitir o grande erro que estavam cometendo naquele momento e tentando manter uma postura no mínimo profissional (embora o corpo acabasse denunciando o verdadeiro sentimento de cada uma deles naquele momento) diante daquela situação que ambos não gostariam de estar enfrentando.

Foi lindo ver que mesmo fragilizada e enfrentando um momento importante na sua carreira, Peggy segurou firme a sua postura diante daquela situação e não precisou ser ingrata naquele momento, reconhecendo diante do Draper a sua total importância não só para a sua carreira, como também para a vida dela. Nesse momento, se Draper já havia passado por diversas situações de desconforto ao longo dessas cinco temporadas de Mad Men, acabou ficando bem claro que a despedida da Peggy talvez tenha sido o que mais doeu para o personagem e não tem divórcio certo e nem morte de ex melhor amiga, deixando-o visivelmente abalado naquele que talvez tenha sido mesmo o pior rompimento da sua vida. Talvez nessa hora ele tenha sentido pela primeira vez algo próximo do que é a sensação de estar perdendo o amor da sua vida. (outro tipo de amor, claro)

Nessa hora, vale reconhecer mais uma vez o excelente trabalho do ator Jon Hamm, que nesse momento parecia que teria um ataque cardiaco a qualquer momento, nos convencendo de toda a sua dor e ódio durante aquele rompimento que o pegou totalmente de surpresa. Coisa de ator bem bom mesmo, que não injustamente é indicado todo ano a quase todos os prêmios da TV por sua atuação sempre tão boa. Clap Clap Clap!

E a série ainda tem o Roger sendo o Roger, tomando LSD e entrando em uma viagem sensacional, tem visita ao backstage do show dos Rolling Stones, tem o drama de conseguir uma música dos Beatles para uma de suas propagandas,  além da Sally Draper, que está crescendo e vem se destacando bastante ao longo dos anos, encarando até o ciumes do seu pai por ela não querer mais se vestir como uma criança, rs. Quem andou sumida foi a January Jones durante essa temporada, que teve zero de importância para a trama e quase não nos lembramos mais do porque dela ainda fazer parte daquela história. E esse conjunto de fatores somados a qualidade da série e ao excelente texto de cada episódio, garantem que Mad Men seja notada todos os anos pelos mais variados prêmios, onde seria absolutamente impossível que algo tão bem feito como a série, passasse sem ser no mínimo notada por sua indiscutível qualidade.

Mas apesar de tudo isso, a sensação que fica dessa Season 5 é exatamente a de que essa não foi uma temporada feliz para o Don Draper enquanto personagem e isso ficou ainda mais claro durante o episódio final, onde ele terminou encostado em um balcão de bar qualquer, sendo notado pela mulherada sempre disponível para a sua magia, sem demonstrar a menor empolgação além do seu 1/2 sorriso naquele balcão. A sensação que temos é que Draper já se encontra cansado e um tanto quanto decepcionado, encarando o fato de que uma nova geração se aproxima com grandes ideias (por isso a rivalidade com o novo personagem da criação, que tem ótima ideias e que ele chegou até a sabotar em um determinado momento) e com um talento compatível ao dele, o que de certa forma o deixa inseguro em relação a sua própria vocação, o que todos nós sabemos que é uma grande bobagem e que qualquer outra mente brilhante que apareça do dia para a noite dentro do mundo publicitário, vai precisar de um longo caminho para acumular a bagagem de um Don Draper da vida.

Talvez Draper esteja realmente infeliz, ou talvez ele esteja apenas encarando o fato de que está envelhecendo. Será que o peso da idade também vai alcançar Mad Men?

Veremos na próxima temporada…


♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Um red carpet surpreendente e escuro para o Emmy 2011

Setembro 19, 2011

Se tem uma coisa que a gente AMA fazer é falar mal das escolhas delas em dia de premiação. Mas não é que para o Emmy desse ano todas resolveram fazer a lição de casa? Com preguiça, mas fizeram…

Sabe aquele climão de formatura de faculdade, quando vc já tem alguma experiência para errar menos ou aquele look de casamento de ex amiga antiga do colégio, que se casa antes e vc não aceita deixar por menos? Então…

Tudo bem que não tem nada muito surpreendente, arriscado ou super criativo. Mas pelo menos além da preguiça, tivemos poucos erros, talvez para compensar a lista de indicados/ganhadores meio assim. Humpf…

Vamos ver?

 

Sue Sylvester Femileeeandra

E não é que ela chegou femileeeandra? Um tanto quanto simples, mas ok.

Só acho que esse cabelinho já deu neam? Vamos repensar?

By David Meister Signature

 

Back to Black

Uma chuva de vestidos pretos escureceram o red carpet de ontém. Parece que chegou a hora de todo mundo apostar em algo mais sóbrio, mas com um certo poder.

Lena Headey, o meu pretinho preferido da noite. Mas também, com essa cara, não se precisa de muito, não é mesmo?

By Brian Atwood

Anna Torv que me surpreendeu e foi a que mais arriscou na noite de ontém.

Make poder + essa sandália em um azul TARDIS (rs) sensacional!

Não é o meu modelo de vestido preferido, mas mesmo assim, estava maravileeeandra!

By Vera Wang

E não é que a Santana estava maravileeeandra e com cara de ricah?

O vestido eu não descobri de onde é, mas as jóisas eram Tiffany & Co, tsá?

Eu sou ricah!

Evan Rachel Wood também foi de preto, sem se arriscar em nada e em uma versão que sempre funciona bem.

By Elie Saab

Jenna Ushkowitz tentou fazer uma homenagem as suas raízes e foi de origami.

É, não funcionou…

By Ghadah Paris

Kaley Cuoco até que tentou, mas demosntrou fraqueza de caráter ao combinar a bolsa com o sapato.

Descombinado é mais gostoso, fikdik

By Romona Keveza

Gwyneth Paltrow, o que a gente faz com vc?

Preto + transparência no truque + renda + nova silhueta = desastre

E sabe qual o meu maior problema com esse tipo de recorte no vestido?

É que fica com cara de conjuntinho. E conjuntinho não dá!

By Pucci

 

Da série casais magia que nós amamos:

John Krasinski & Emily Blunt. Maravileeeandros! (Höy!)

E o que é esse vestido dela?

AMEI a cor, AMEI o fundamento, AMEI AMEI AMEI!

By Elie Saab Haute Couture

Amy Poehler & Will Arnett, o casal que todo mundo queria ter como amigo.

E não é que a Amy estava maravileeeandra de azul?

Por falar neles, vcs assistiram a nova série do Will Arnett chamada “Up All Night” ao lado da Christina Applegate? Achei divertida, mas até agora só temos o piloto, fikdik

Fiquei com pena de mulher do Jon Hamm, que além de ter essa cara meio sem sal, ainda foi com a cor mais equivocada da noite.

Mas quer saber colega? Podem até tombar com o seu vestido, mas quero ver alguém tombar com o seu date.

Cafona, mas sapateando na cara da sociedade com o seu boy magia. Höy!

ps: preciso dizer o que esse olhar do Jason Momoa significa?

 

“Romanticuzinho”

Zzzz

Jayma, Rashida, tudo gente que as mães devem odiar e por isso escolheram esses nomes pavorosos neam?

Mas nesse caso, a professorinha de Glee se deu melhor, agora eu queria saber se essa é realmente ela ou a personagem…

E eu não sabia que era o baile de formatura da Zooey Deschanel. Já terminou o supletivo Zoey? (rs) Será que ela levou o canudo para casa? (euri)

E vcs assistiram “New Girl”, nova série da nossa muse de “500 Days Of Summer”?

Engraçadinha, mas todas as piadas do piloto estão no trailer que eu já postei aqui para vcs, por isso, para quem não viu ainda, pode esperar para assistir a partir do 1×02.

 

Vermelho para quem tah magrona, tah gatona e tah gostosa (ou para quem se encaixa em pelo menos uma dessas categorias)

Nina Dobrev com esse modelón com cara de antigo. Pode não ser o meu shape preferido, mas parece que foi mesmo feito para ela, não?

By Donna Karan

Quero só ver quem segura a Kate Winslet, agora que parece que ela descobriu que esta gatona, esta magrona e esta gostosa, hein?

By Elie Saab

Sofia Vergara, nós já entendemos o quanto vc é gostosa. Pode parar de se esforçar tanto.

By Vera Wang

E esse ombro marcado da Lea Michele em formato de rosas hein?

Parece aquelas rosas que o Roberto Carlos joga para a platéia nos seus shows, sonho de consumo de todas as mães desse meu Brasil.

Cafonona!

Não vou nem comentar o busto deformado pelo vestido que não foi feito para ela…

#NAOTABOMNAO

By Marchesa 

 

Beleza Antiga

Elisabeth Moss, aproveitando o climão antigo da sua série para investir no fundamento. E não é que essa Peggy é mesmo bem esperta?

By Marchesa 

A cada dia eu me convenço que a Christina Hendricks não existe e que isso só pode ser um holograma. Höy!

By Johanna Johnson

 

Cara de fuinha da noite

Tá bunita hein Katie Holmes? NOT!

 

Empate Técnico

Sabe quando o vestido consegue ser tão sem graça quanto a atriz? Então…

Julianna Margulies com um Armani para se evitar…

By Giorgio Armani Privé

 

#NAOTABOMNAO

Dianna Agron em um modelo equivocado para a sua idade. Talvez fosse mais apropriado para a sua mãe, fikdik

Informação demais hein Heather Morris?

Mas continuamos te amando. Fondue for two!

Que preguiça…

Eu queria mesmo é ter visto a Sofia Vergara ganhando o prêmio, sofrendo para subir no palco com o seu modelón todo agarrado e ainda fazendo um discursos daqueles, todo carregado no sotaque colombiano.

Humpf…

Querida  Claire Danes, chega uma época na sua vida que uma make poder faz toda a diferença se vc quiser sobreviver nesse mundo.

Heidi Klum que é linda, mas esta quase sempre bem equivocada no red carpet.

Pegou pouco sol a nossa colega ae hein?

#NAOTABOMNAO

 

Considerações Finais

Em noite de premiação em que temos como principais boys magia o elenco de Glee (Zzzz) e que como representante maior da masculinidade temos o Ian Boone Somerhalder, eu repito algo que eu já venho falando já tem algumas premiações: estamos mesmo em falta de boys magia. Humpf!

Vamos aproveitar e parar para reavaliar esse conceito, hein Hollywood?

Obrigatô!

“Yes, they’re bigger” – a não tão sensacional mas ainda assim sensacional Season 4 de Mad Men

Outubro 25, 2010

Dizer que a Season 4 de Mad Men pra mim não foi tão sensacional assim, pode até parecer radical para alguns, mas eu insisto em ser honesto aqui no Guilt com o que eu sinto em relação as coisas, portanto, prontofalei e nem confi! Mas também, uma série com o nivel tão elevado como Mad Men, mesmo quando não é tão boa assim,  continua excelente, fatão!

1965 definitivamente foi um ano de mudanças em Mad Men. Nova agência, novas parcerias, novas mulheres, mulheres antigas, alcoolismo, perdas, novidades e uma grande conta que escapa de suas mãos. É, realmente não foi um ano nada fácil para Don Draper, humpf!

O que eu gosto da série, é que para as pessoas que gostam de arte (ou que tem DDA, como eu), é possível ver a linha do tempo avançar se vc prestar atenção nos elementos de cena, figurinos, cenários e afins. O poster da Helvetica super colorido na sala de criação (graphic design feelings), os móveis maravileeeandros na sala do Roger e o quadro hipnótico de op art na parede do mesmo escritório. Todos sinais claros de que estamos avançando no tempo, assim como os assuntos abordados na série nos posicionam no ano correspondente ao fato.

Don Draper caminhou com confiança (como sempre) por essa nova fase de sua vida, mesmo sem a confortável posição e reconhecimento que a sua agência antiga o oferecia. Mas o cara já tem um nome que é importante no mercado da publicidade, foi inclusive premiado durante essa temporada e  seja em uma grande agência ou em uma principiante, todos sabem que quando o nome Don Draper é meniconado, vc pode esperar o melhor.

Enfrentou o desafio de encarar um novo começo bravamente, tanto pelo seu lado profissional, quanto em sua relação com a sua família antiga. Mudanças, muitas mudanças para a nova vida do homem divorciado em seu pequeno apartamento no Village.

Como sempre, muitas mulheres passaram pela vida de Draper, ainda mais agora que o posto de Sra Draper se encontra novamente disponível. Mas ao contrários das bem nascidas, artistas ou mulheres com cargos poderosos que Don costumava se relacionar, no final das contas a sua escolhida acabou sendo mesmo a sua atual secretária, Megan (que veio a ocupar o cargo depois do final tragicômico com a Sra que ocupava a vaga, cena da qual euri inclusive), que dessa vez é morena e tem uma beleza mais exótica do que a sua esposa antiga.

Por falar nela, January Jones definitivamente teve pouca participação durante essa Season 4, não? Talvez pelo volume de novos projetos no cinema do qual ela vem participando ao longo desse ano, mas fato é que a sua participação foi quase nula em relação a importância do seu papel para a série. Reapareceu no último episódio, visivelmente infeliz com o atual rumo da sua vida e expressando ainda algum sentimento por seu ex. Pois é, perdeu Betty!

E se a ex Sra Draper teve uma pequena participação durante essa temporada, outras duas figuraram entre os momentos mais legais e importantes da mesma. E eu estou falando de Peggy (sempre ela) e Joan, que pra mim são as duas grandes mulheres da série.

Joan vendo o seu marido ir para a Guerra, mantendo uma relação antiga (a qual eu acredito ser o seu verdadeiro amor) com Roger, de quem inclusive ela terminou o episódio esperando por um baby e mentindo para o seu marido a respeito da sua paternidade (após não encarar o aborto). E é dela a frase que inicia o título desse post, “Yes, they’re bigger”, fazendo uma brincadeira com o seu próprio maior atrativo, para alguns homens é claro. E como é linda não?

Aliás, eu percebi que eles reservaram várias piadas sobre as caracteristicas dos atores que interpretam os personagens na série para esse último ep, como quando na cena da lanchonete, o filho de Draper brinca com a dicção exótica da sua irmã Sally, que alias, é outro personagem que brilhou durante essa temporada não? Acho ela ótima, divertida mil toda apaixonada pelo vizinho problemático. Bem foufo. Só não entendi o pq que eles não mostraram ela e seu pai no show dos Beatles, humpf!

Agora, quem desde o começo, mesmo escondida atrás daquela franja horrorosa e de sua máquina de escrever e que vem brilhando sempre em Mad Men? E a resposta é bem óbvia: Elizabeth Moss e a sua sensacional Peggy, fatão! Todos os prêmios para ela, please!

Depois da declaração de amor, respeito e orgulho que ela recebeu do seu chefe Don Draper, ao final da Season 3, eu achei que dificilmente eles conseguiriam superar esse momento foufurice na série. Mas ai me veio o episódio da mala (4×07), onde ela e Don permaneceram juntos por quase todo o episódio, de igual para igual, discutindo, se estranhando, brigando e se conhecendo, tudo ao mesmo tempo. E o resultado disso foi um dos melhores episódios da tv de todos os tempos! Sério, eu daria um prêmio de perfeição para os dois depois desse episódio.

E quem diria que a Peggy, aquela garota tímida e pobre se transformaria nessa mulher ousada, a frente do seu tempo hein? Bom, eu diria! Na verdade, até disse por aqui eu acho, mas se não fiz isso ainda digo agora: pra mim, Peggy é um ícone para a mulher moderna, um exemplo de como as coisas já foram bem piores inclusive. Girl Power!

Até nua ela ficou durante essa temporada, tudo em nome do seu trabalho, que ela realiza dignamente. Ou melhor, que ela realiza profissionalmente, como poucos diga-se de passagem. E o mais legal de tudo é o desconforto que faz parte do seu olhar, o que eu acho sensacional! Mas Peggy vem se tornando uma mulher mais confiante e competente tmbm, fatão!

E cada vez mais, ela e Draper se tornam praticamente um só, ou uma versão um do outro, de tão parecidos que eles são. Draper ganha uma nova amiga como substituta de alguém que se foi e Peggy ganha outro amigo, que é seu chefe e que a admira pelo seu trabalho. Howcoolisthat?  Acho linda essa relação entre os dois e entendo completamente a “quase revolta” dela ao final do episódio, conversando com a Joan sobre a nova escolhida do chefe. (euri)

Jon Hamm por sua vez, ganha cada vez mais espaço no meu coração, seja por seu impecável Don Draper, ou por suas participações impagáveis em 30 Rock ou no SNL. Sério, que homem é esse? Um sinônimo para ele? Perfeição é a palavra, rs. Apesar da sua inegável beleza, ele não é perfeito. Não tem o corpo igual ao de um super herói, não é depilado como a maioria dos galãs e ainda é meio dentuço. Mas ele me lembra os galãs do cinema antigo, homem antigo na verdade. Acho inclusive que ele seria um ótimo representante dessa “nova beleza”, mais natural e real. (mesmo ele estando totalmente acima da média, rs)

Durante essa temporada Don Draper percebeu que estava abusando um pouco do alcool e começou a se controlar, perdeu mais do que ganhou nos negócios, adquiriu um novo hobbie, um não, dois! E começou a dividir o seu tempo entre suas braçadas na piscina e o seu diário pessoal. E ai vc se pergunta, diário pessoal Don Draper? Dafcuk? E tudo se explica a caminho do final, com a sensacional carta do seu personagem para o Times falando sobre a  “quebra” da sua relação com a indústria americana do tabaco e convenientemente relatando o mal que o cigarro pode causar para a vida das pessoas, um vez que a Lucky Strike não faz mais parte do seu case de clientes. Eu diria que essa atitude foi algo além de brilhante. Clap Clap Clap Don Draper!

Lindo tmbm foi vê-lo descobrindo a doença da sua grande amiga de vida, a única pessoa que sabia da sua história e consequentemente a sua morte. Achei bem digno ele ter levado os seus filhos para conhecer a casa de sua amiga no episódio final, quase como um sinal de respeito a alguém importante para ele, alguém da família. Cool!

Mesmo com tudo isso, eu ainda acho que faltou alguma coisa para essa temporada ser tão sensacional quanto as demais, mas talvez essa seja apenas a minha impressão (e ainda tivemos o histórico ep 4×07). Mas por favor sejam inteligentes e não leiam isso como uma crítica, porque como eu disse, quando uma série que atinge o nível que Mad Men atingiu e tem uma temporada não tão sensacional, mesmo assim vc pode esperar coisa boa, muito boa eu diria. E pronto, já fiquei com saudades de Mad Men. Chega logo Season 5!

ps: e o AMC continua com as melhores séries da tv atualmente, fatão! Suck it HBO! Ahhhh, e a trilha ao final dos eps continua leeeandra!

Galã magia antigo + galã magia que finge ser antigo atualmente

Outubro 7, 2010

Que encontro sensacional, não? Robert Redford + Jon Hamm? Höy!

Fazia tanto tempo que eu não via nada sobre o Redford que me deu até uma saudade antiga agora…

Acho que vou assistir algo com ele no finde, para relembrar a sua magia, rs. Verei “The Way We Were” em homenagem as garotas de Sex And The City (e pq tem a Barbra tmbm neam? rs)

ps: sorry Peggy, mas vc sumiu nessa foto pra mim, rs

Don Draper, Peggy e a mala. O sensacional ep de Mad Men que emociona e consagra a série como uma das melhores coisas feitas para a tv ever

Setembro 16, 2010

 

Peggy: Open or closed?
Don: Open.

 

Assisti ontém a uma das melhores coisas já feitas para a tv ever. Sem dúvidas, entrou para a minha lista de eps obrigatórios e inesquecíveis. E a imagem acima, pra mim resume muito bem o que é Mad Men. Ou melhor, talvez nesse caso seja “quem é Mad Men“, fatão!

Estou falando do sensacional ep “4×07 The Suitcase”, que retratou lindamente o ritual de passagem de Don Draper encarando a morte de uma das pessoas mais importantes em sua vida (Ann) e confirmou ainda mais o respeito e admiração mutua que existe entre ele e Peggy.

E tudo isso ali, dentro daquela agência, a maior parte dentro mesmo da própria sala de Draper, ao lado da sua versão feminina, a Peggy, apenas os dois, segurando boa parte dos quase 50 minutos do ep. Algo parecido com o ep da mosca em Breaking Bad da última temporada, só que o animal escolhido da vez foi um rato, rs (mas que nem teve tanta relevância assim quanto a mosca). Outro dos eps obrigatórios e inesquecíveis da minha lista (o de Breaking Bad e a mosca).

Eu diria que foi no mínimo emocionante vê-lo adiando o inevitável, tentando ganhar tempo para tomar coragem e finalmente ouvir aquilo que ele não queria ouvir. Usando a bebida como sua maior aliada para enfrentar o inevitável. Típico!

Foi maravilhosa a briga de egos entre ele e Peggy, ela amargurada por não ter recebido o crédito que ele acabou levando em um de seus trabalhos ao receber um prêmio importante para a sua carreira. E ele ensinando para ela o que é ser profissional, mesmo que para isso ele até pareça meio que cruel em uma de suas maiores e melhores discussões com a jovem aprendiz. Gosto dessa atitude de igual para igual que os dois mantém. Cool, coisa de gente grande.

Mesmo quando ele exige demais dela, Draper sempre parece saber o que esta fazendo e talvez ele veja em Peggy o resultado de sua melhor criação, por isso dela, ele sempre exija o melhor.

Como na vida nem tudo é perfeito, para ter sucesso profissional, que é o grande e talvez maior desejo dela, Peggy tem que abrir mão de outra parte da sua vida, que nem sempre consegue lidar muito bem com essa questão dela estar sempre muito ocupada com o trabalho e nesse caso, o namorado e a família, que acabam criando caso por pouco. E mais uma vez eles não percebem que com ela se destacando como esta acontecendo em seu trabalho, na verdade, Peggy esta mesmo é fazendo história. Tolos…e tudo isso bem no dia do seu aniversário hein?

Depois disso tivemos apenas os dois, brigando, se divertindo, se redimindo e se importando um com o outro, aumentando ainda mais esse laço que existe na relação entre os dois, que sempre aconteceu meio que naturalmente, tornando-o ainda mais forte. Uma das relações profissionais mais bem retratadas da história da tv.

Dividindo até algumas intimidades, até talvez a maior delas onde ambos trazem assuntos tabus da trama do passado, como a gravidez de Peggy e até um fato curioso onde ambos revelam que assistiram a morte de seus pais. Que coincidência não?

E a tensão sexual que parece até inevitável quando o assunto é Don Draper e o seu protagonista galã e extremamente sedutor Jon Hamm (Höy) ao lado de qualquer mulher, é nula quando o assunto é Don e Peggy. Mesmo assim, os dois são humanos e em um diálogo onde ela questiona o porque de nunca ter rolado nada entre os dois (embora todo mundo na empresa ache que rolou e que por isso ela foi promovida, típico!) e ele responder “não se engane, you’re cute as hell” só prova o porque Mad Men é a melhor série no ar atualmente. Bravo AMC! Clap Clap Clap (aplaudindo de pé!)

Ainda teve o momento onde ele completamente bêbado, tentou defender a honra dela. algo que é sempre cool neam? E tudo isso com o fator histórico de uma das lutas de boxe mais importantes da história acontecendo enquanto os dois se descabelavam no escritório em busca de uma solução para a tal campanha das malas. Cool!

E ao ver Draper indefeso e completamente arrasado depois de finalmente tomar o conhecimento da morte da pessoa que mais  o conhecia verdadeiramente em sua vida, ele recebe da Peggy o conforto que precisava naquele momento, da assumida substituta para o cargo de nova melhor amiga, onde a própria deixa bem claro que tmbm o conhece muito bem. Quase chorei junto com ele, juro!

Só me lembro de ter ficado emocionado assim em Mad Men em outro momento que por um acaso  tmbm envolve os dois, no final da Season 3, com a inesperada e sensacional declaração de amor profissional feita por Don Draper a sua melhor cria. Quem não queria receber uma declaração de reconhecimento da sua importância e do seu trabalho como aquela  que atire o primeiro portfólio, rs

Ao final, com Draper já devidamente recomposto e pronto para um novo dia após o que pareceu ser uma das noites mais longas de sua vida, com um simples toque nas mãos, de carinho (da foto do início do post), agora já não mais desconfortante para ela como já foi uma dia (rs) e o texto escondido entre a simples pergunta feita por Peggy: devo deixar a porta aberta ou fecha-la?

E a resposta de Don Draper é a mais sincera de todas, deixando bem claro que para a sua nova grande amiga, as portas estarão sempre abertas! Já não existem mais barreiras entre Draper e Peggy e essa relação me emociona cada vez mais.

Como eu gostaria de ter tido um mentor viu? Bom, mas ainda há tempo! Quem sabe neam?

É, isso é Mad Men emocionando com algo muito simples e uma dupla de atores excepcionais e com um enorme talento além da beleza, tornando-se  merecidamente uma das melhores séries da tv de todos os tempos. E o melhor de tudo isso é que essa qualidade toda vem sendo reconhecida em seu tempo. Well done!

Poucas vezes eu tive tanta vontade de comentar um episódio como eu tive agora, achei que talvez fosse importante deixar isso registrado aqui.

#EMOCIONOU

Que digna essa Peggy, não?

Setembro 16, 2010

Elisabeth Moss, ou Peggy para as intimas de Mad Men, fazendo a fashionista na semana de moda de NY. Quem diria hein?

Eu diria, afinal, Peggy é a garota mais moderna e querida de Mad Men.

E o seu amigueeenho, Gabe Saporta da banda Cobra Starship, além de ser a cara de um amigo meu que eu não vejo fazânus e de quem eu  estou com saudades (smacks Fê, o outro Fê, rs), dizem que fará uma participaçán na série do Don Draper, tsá?

Mais tarde eu tenho algo a falar a respeito da série, que me emocionou muito ontém,  aguardem…

A melhor série do ano na capa da Rolling Stone

Setembro 1, 2010

Don Draper e as mulheres de Mad Men, que é a melhor série do ano segundo o Emmy (e segundo eu mesmo tmbm)  na capa da Rolling Stone

Atualmente estamos na Season 4 e esta um báfu, para vc que não viu ainda…provavelmente vc nem imagina o que esta perdendo. Série Classe A+

E uma vez que vc começa a assistir já era, quero ver alguém conseguir resistir aos encantos de Don Draper, fatão!

Dizem que a capa já entrou para a lista do photoshop disaster, mas eu achei bens mesmo assim. Só não entendi essa cara “diferente” da January Jones mas…

Agora o melhor de tudo são as fotos de bastidores, simplesmente sensacionais!

ps: eu ficaria emocionado dentro desse figurino hein? Fatão!

Tah vendo o porque que eu amo a Peggy de Mad Men?

Julho 27, 2010

Porque até quando a Elisabeth Moss não esta no personagem, ela mantém o mesmo carão da Peggy neam? Tão foufa

E o que é esse decote Brasil? January Jones, maravileandra como sempre. Höy!

Merece um tah magrona, tah gatona, tah gostosa!

E hoje Paolo me traz o  ep novo (4×01), Yei! Ansioso mil!


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