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O red carpet do Golden Globes 2014, festa também conhecida como Tina Poehler e Amy Fey recebem…

Janeiro 16, 2014

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Porque festa boa mesmo tem que ter um red carpet daqueles e o 2014 Golden Globe Awards até que rendeu alguma coisa no quesito “não vista isso nunca mais em qualquer uma de suas vidas”. Vamos ver?

Começando pela dupla que da próxima vez a gente espera que seja um trio (com a inclusão de uma vez por todas da Julia Louis-Dreyfus nesse clã, porque durante a premiação, ela bem fez por merecer, não? Estou rindo até agora com ela sentada na parte dos convidados do cinema e depois voltando as raízes com um hot dog na parte da TV, rs), que cá entre nós e que elas não nos ouçam, não são assim nada geniais quanto são para a comédia na hora de suas escolhas para red carpets. É, AMAMOS vocês meninas, mas não são…

Ainda assim, com acreditamos nessa amizade (a delas e a nossa imaginária com elas) e pela piada sobre “Gravity” envolvendo o George Clooney e a sua dificuldade em permanecer muito tempo ao lado de uma mulher da sua idade (sério, nessa hora senti as duas do meu lado, porque bem já falamos sobre esse mesmo plot por aqui por diversas vezes, acabando de vez com a esperança de nossas mães), só por isso perdoamos qualquer deslize em estampa floral meio assim, volumes desnecessários em tecidos de rica e ou decotes geométricos exóticos que podem te deixar com o peito no formato de hexágono. E evocando os espíritos de Friends antigos, não vamos falar mais nada sobre o assunto, até a próxima premiação, claro.

SandrinhazZZZ

Sandra Bullock, o que deu em você?

Recortou os 3 vestidos que usou em 3 quinceañeras diferentes que comemorou ao longo da vida, fez um origami de qualquer coisa e foi achando que estava preparada para passar batido e ou tombar com todas?

#NAOTABOMNAO e todo o resto, make + picumã, foi aquela preguiça preguiçosa

Assim, não tem Miss Simpatia certa…

Reese Whiterspoon

Gostaria de lembrar a Reese Whiterspoon que ainda há esperança na vida e não tem porque desistir tão cedo…

E uma mulher só deve se vestir assim quando estiver indo para a feira e não para uma premiação. E que nessa feira você não tenha grandes esperanças em relação aos cafuçus das barracas todas na hora da xepa, porque desse jeito, não dá.

#NAOTABOMNAO

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Bem fez a Zoe Saldana, que colocou um vestido de quituteira e há quem diga que ela montou uma barraquinha de doces na porta da premiação, porque apesar dos pratos cheios durante a festa, todo mundo sabe que a comida do Golden Globes é pavorosa! (já a bebida… #TODASCOLOCADASDURANTEOSINTERVALOS)

Sério, combo alcinha “Gabriela” + um bordado totalmente meio assim e que de longe imprime flores velhas de cemitério + essa transparência exótica na barra, é claro que #NAOTABOMNAO e jamais, eu digo JAMAIS, ficaria bom estando desse jeito.

Olivia Wilde

Olivia Wilde está linda gravidíssima (do Jason, e estamos precisando ver a cara de um filho do Sudeikis faz tempo, só para comparar algumas coisinhas com “o mês de janeiro”… #ENIGMA), mas poderia ter se esforçado mais e não ter repetido um modelo com o mesmo fundamento da Angelina Jolie anos atrás, não é mesmo?

Preguiça…

Amy Adams

Amy Adams passou pelo pesadelo de todas: tombar com a Meryl Streep (esse primeiro ponto já seria uma parte bem pesada do próprio pesadelo) e ter que subir no palco para receber o seu prêmio vestida assim, super simplesinha.

Não que o modelo seja de todo ruim, mas ainda assim, é pelo menos preguiçoso e não diz nada a ninguém a não ser um gripo bem alto “por um mundo com mais Meryls e menos Amys, por favor!)

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Das nossas Girls, a única que conseguiu nos representar adequadamente foi a Marnie, com esse PB e essa cara linda de garota equilibrada e muito bem realizado no alto dos seus 20 e poucos que quem assiste a série sabe que é mentira neam? E estou amando a Marnie Perde Tudo na nova temporada de Girls, só para constar.

Lena Dunham

Já a Lena Dunham… essa tentou ir de Bela nesse amarelo de rica, mas com todo esse volume na saia, acabou imprimindo um octopus com elefantíase.

Kaley Cuoco

Kaley Cuoco foi com um vestido que ela deve ter pedido para alguém pintar a mão só para combinar com o tapete, não é mesmo?

E Kaley Cuoco tem ou não tem cara de quem combina tudo? #TEM!

#NAOTABOMNAO, se confundiu com o cenário e se camuflou.

Julia Roberts

Sorry Julia Roberts, mas não consigo respeitar uma secretária padrão que não se dá o trabalho de tirar pelo menos a camisa quando chega o final do expediente e é hora de encarar a festa da firma.

Sorry, mas não consigo.

Tatiana Maslany

Das preguiçosas da noite, tivemos a Tatiana Maslany, que parece não ter se esforçado nada para ir ao Golden Globes desse ano e me apareceu com essa cara de qualquer uma de suas clones de Orphan Black ainda desconhecidas, só faltando bocejar…

Emilia Clarke

… e o mesmo vale para a motther of dragons, Khaleesi, que apesar dessa cara de linda que não precisa de nada a não ser 3 apertadinhas na bochecha para ficar mais corada como diriam nossas avós antigas, poderia ter se esforçado um pouco mais e ou levado um de seus dragões para tombar e talvez até chamuscar algumas…

#EUNAOPERDERIAACHANCENUNCA

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Antes de qualquer tipo de indelicadeza: alguém saberia dizer se Uma está grávida?

Porque se estiver, tudo bem. Agora, se não estiver, acho que o seu modelo Atelier Versace não foi a sua melhor escolha no jogo da vida para a noite da premiação, não é mesmo?

#CREDINCRUX

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Falando em grávidas, descobrimos um dia desses que a nossa Drew Barrymore estava grávida e ela já está nesse estado todo avançado? Tá para quando essa criança, minha gente? (plantão Charlie’s Angels até o final desse post, talvez?)

O vestido não é dos melhores, mas sabe como é neam? Mãe sempre carrega os trabalhos das aulas de arte dos filhos com orgulho, rs

E Will Kopelman, sempre uma visão. Höy!

Kerry Washington

Ainda dentro do mesmo plot das de barriga, alguém que se importe também poderia dizer para a Kerry Washington que não é porque ela está grávida que já está na hora de se entregar e desistir de tudo, não é mesmo?

Jessica Chastain

Jessica Chastain é linda, talentosa, ruiva, mas alguém que se importe também precisa dizer para ela que esse picumã todo puxado para trás a envelheceu pelo menos 20 anos nos últimos 20 minutos…

#NAOTABOMNAO

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O mesmo vale para a petulância dessa Amber Heard, que só porque está pegando o Dionne Depp, acha que pode fazer esse topete de velha guarda de Higienópolis. Tá pensando que é quem no casting do Tim Burton?

#NAOTABOMNAO

Agora, vamos parar de falar só delas, porque esse blog já foi mais comprometido com a magia mágica e precisamos continuar  fazendo jus as nossas tradições da magia à sedução. (beijo Sandrinha!)

Aaron Eckhart

Aaron Eckhart, qualquer dia, qualquer hora, em qualquer lugar, com ou sem a sua caracterização em “Erin Brockovich”. (de preferência com, porque esse é o seu melhor Aron)

Höy!

Aaron Paul

Só pelo carisma, alguém deveria escalar o Aaron Paul para o novo Star Wars. Eu acho. (juro que não tiro essa ideia da cabeça)

Sem contar que pouca coisa é tão legal nesse mundo quanto o Aaron falando o seu famoso “Yeah Bitch”, do qual eu já adianto que sentiremos falta daqui para frente em toda e qualquer premiação de TV.

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O Bradley Cooper tem ou não tem cara de moço que a mãe aprovaria facilmente para trazer em casa no almoço em família, huh?

E comprovando essa teoria, olha só quem ele (e aparentemente o Leo também) levou no after da premiação…

Moms

#MOMS

Imagino as prima tudo caindo da mesa em 3, 2, 1. Höy!

ps: não vou nem dizer o que eu costumo levar nos afters, meninos… 

Liev Schrieber

E o Liev Schreiber, tem ou não tem cara de que… cara de que… cara de que faz o mesmo que o seu atual personagem em Ray Donovan, huh?

Höy! Em pensar que ele já foi o ambíguo apatralhado em “Pânico”…

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Essa imagem permanecerá aqui apenas para que Dione Depp se arrependa amargamente desse look e aprenda de uma vez por toda que não vale tudo pela arte. Mas não vale mesmo!

Mas ainda assim, #RESPECT

Agora muito cuidado, porque as imagens a seguir são altamente mágicas e podem causar os sentimentos mais variados possíveis e todos relacionados com a magia…

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Todas as outras barbas ruivas que me desculpem, mas essa barba, essa barba deveria ser declarada como patrimônio histórico da magia mágica ruiva para sempre. Höy!

Ainda mais vindo assim no combo Fassbender, que a gente sabe que entre muitas coisas, é também diversão garantida em diversas outras áreas. #MEMORIES (imaginem Barbra cantando essa hashtag)

michael-fassbender

E apesar do Bradley Cooper ter cara de moço que a mãe só de bater o olho aprovaria no almoço em família, quem é que não iria preferir chegar com todo esse fundamento da magia à sedução ruiva em casa?

Hein? Me digam?

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Mas a vida é injusta como bem sabemos e sempre outra biscate menos preparada é quem ganha a chance de receber um olhar dissolve roupa intíma como esses do Fassbender, coisa que nunca acontece com a gente, que somos biscates de um outro tipo. Humpf!

#TEODEIOJONAHHILL

#NUNCAMEOLHEASSIMSENÃOESTIVERPREPARADOFASSY

Bacon

OK, confesso. O Guilt só aceita uma imagem da Kyra Sedgwick se ela vier acompanhada do Kevin Bacon. Só assim.

E uma pessoa que tem Bacon no nome, há de ter o seu valor para sempre, não é mesmo?

Julie Delpy

E o nosso orgulho de encontrar a Julie Delpy em uma red carpet, concorrendo ao prêmio e ainda divando nesse nível francês da simplicidade em vermelho?

#ESTRELINHADOURADACOMSOTAQUEFRANCES

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Heidi Klum precisa parar de esforçar tanto e precisa também aprender a dizer não para alguns convites de festa, não é mesmo?

Será que ela vai pelos brindes? Porque  é o que algumas de nós fariam (dedos apontados para a minha cara nesse instante)

E ela precisa também devolver o vestido e o penteado da Goldie Hawn antiga. Gratô!

Emma

Emma, sabemos que você mexe com bruxaria, portanto, preferimos não comentar muito esse modelo pavoroso e ou a postura toda errada no momento da foto.

#PEACE

#CORPOFECHADO

#SEUEXPELIARMUSBATEEVOLTA

Já essa outra Emma… bem que poderia ter se esforçado mais e usado algo mais “Oscar” do que “premiação da MTV”, não é mesmo?

Rashida Jones

As meninas de Parks And Recreation também não estiveram muito bem no Golden Globes desse ano…

A Rashida Jones por exemplo (que só de mencionar o seu nome já nos traz um misto de raiva e sono), escolheu esse modelo com bordados  de conqueiros entre Malibu e Miami que não se justificam por nada nesse mundo, nem se eles tivessem sido feitos em ouro e diamantes. Nem se fossem coqueiros de verdade.

#NAOTABOMNAO

Aubrey Plaza

E a Aubrey Plaza também nos surpreendeu investindo no combo Barbie que a propósito, não combina nada com ela, mas nem por isso foi o grande fracasso da sua escolha da noite, que ficou mesmo por conta do modelo (além da cor) em si, todo horrorendo em #CREDINCRUX (3x).

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As vezes, olho para a Hayden Panettiere e chego até a desejar secretamente uma nova temporada de Heroes, só para termos a chance de vê-la morrendo das formas mais variadas e cruéis possíveis. Desculpa, mas é verdade.

#NAOTABOMNUNCA

Paula Patton

Para quem não sabe, essa é a Miss Robin Thicke, a senhora Paula Patton, aquela que teve que fazer cara de que não se importava quando viu a Smiley dançando graciosamente direcionada a região central e sul do seu marido no ano passado, como se eles todos não tivessem combinado tudo antes. Sei…

Digamos que se o seu vestido tivesse sido feito em uma confeitaria, esse confeiteiro seria no mínimo epilético, porque neam?

#NAOTABOMNAO

Jennifer Lawrence

POR FAVOR, PAREM DE PRODUZIR QUALQUER COISA NOVA ENQUANTO NÃO RECUPERAREM O FUNDAMENTO ANTIGO, DIOR!

Obrigatô!

ps: esse cabelo é o cabelo da vida para 10 entre 10 atrizes que tiverem o rosto certo. Anotem + adotem, se tiverem o rosto certo, claro. 

ps2: agora já tenho uma opinião super formada a respeito da J-Law, acho que ela deve ser toda boba mesmo e desejo ser seu melhor amigo de infância em 3, 2, 1.

Taylor Swif

Agora vamos lá… faz tempo que insistimos por aqui dizendo que dentro da Taylor Swift, apesar do pouco espaço, deve morar alguém bem diferente do que ela “tenta parecer ser”, como bem andamos percebendo desde muito tempo…

E mais uma prova disso é que para a festa, diante das câmeras e tudo mais, Taylor escolheu o modelo comportado acima, que não nos diz nada, para o bem e para o mal. Mas quando chegou a hora da festa…

Taylor

… Taylor Swift também conhecida como Cara de Alface e ou Zagueirão da Seleção da Alemanha, colocou sua prisioneira para fora nesse modelo que de longe parece crochê e que de perto, acreditamos que deve ser de qualquer coisa tão feia quanto…

#NAOTABOMNAO

ps: reparem que do olhar a sobrancelha, até a atitude é outra…

Cara de Alface

E na hora de se jogar na pixxxta ela fez o que? A biscate, claro. Todas fazemos.

#GENTEDAGENTE

Lupita Nyong'o

Lupita Nyong’o em cores e fundamento certamente, a mais maravilinda da noite.

Tombou com todas na simplicidade, pelo sorriso e no carisma também.

#QUEROSERLUPITANESSEVERÃO

Cate Blanchett

Cate Blanchett também foi uma das mais maravilindas da festa, embora tenha optado por um look de renda, do qual já estamos um tanto quanto cansados a essa altura, é verdade.

Mas olhem esse rosto perfeito e me digam antes de qualquer tipo de grito histérico e ou cara feia de inveja: é maravilinda ou não é?

(e sim, eu havia me esquecido de Cate Blanchett e só percebi depois dos comments, rs)

Laura Carmichael

Mas a grande surpresa da noite entre as mais bem vestidas do 2014 Golden Globe Awards foi mesmo a ex irmã apenas feia e amarga de Downton Abbey, a atualmente (sim, vamos falar da Season 4 da série em breve) adorável Lady Edith (Laura Carmichael) que tombou com todas na simplicidade e em todo o fundamento do seu bicolor maravilindo.

E para encerrar esse post lá no alto, ficamos com a melhor imagem do Golden Globes desse ano, ela que não aconteceu na premiação, mas foi praticamente o dia em que a Terra parou por conta da magia mágica on a dance floor…

Confessions On A Dance Floor

Duvido que qualquer outra pista no mundo consiga bater o hecatombe que certamente deve ter rolado do encontro do Benedict Cumberbatch com o Michael Fassbender on a dance floor. Sério, #TEMCOMONAOAMAR duplamente e ou não se sentir representado na inveja e vontade de puxar uma amizade, por aquele cara a esquerda de quem vê?

E o pior é que temos tantas perguntas para esse momento, do tipo:

O que estava tocando?

Quem tocou a bunda no chão primeiro? (sabemos que se a dúvida fosse sobre outra coisa, Fassy teria certas vantagens)

Tinha um olho no drink do Sherlock? (essa só entendeu quem tem assistido o sensacional atual retorno de Sherlock)

Qual dos dois você pegaria primeiro?

Cumberbatch viria de Khan ou Sherlock?

Gravata ou borboleta?

ps: nunca estive em uma pista com tanta testosterona e magia resumida entre apenas duas pessoas. Sério, NUNCA!

Golden Globe Awards

E dessa forma, terminamos esse longo post sobre o Golden Globes , com o nível lá nas alturas da magia mágica, claro (bons sonhos). Höy!

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

A temporada de Game Of Thrones em que continuamos andando mas que finalmente sentimos que saímos do lugar

Junho 25, 2013

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Avançamos. Finalmente avançamos! Desde que Game Of Thrones começou, ficamos com a impressão de que essa caminhada apesar de grandiosa e impressionante desde sempre, era também uma caminhada demorada, de passos lentos, mas muito lentos mesmo, onde seguimos adiante sem muito senso de direção, sem saber exatamente (ou a todo tempo) para onde estávamos indo. Mas continuamos caminhando lentamente ao lado da série mesmo assim, as vezes nos divertindo um pouco mais (os episódios 9 de todas as temporadas até agora foram todos sensacionais! Mas e os outros? …), as vezes bem menos, a ponto de torcemos o nariz ao ter que encarar mais uma hora da série durante aquela semana, que apesar de sempre fazer bem para os olhos e nos entreter com cenários fabulosos e grandiosos que sempre fizeram parte da sua excelente produção, muitas vezes deixou a desejar em termos de evolução e desenvolvimento da sua história em meio aos seus inúmeros personagens e esse ritmo mais lento da sua narrativa do qual alguns de nós sempre reclamamos. (reclamação considerando apenas quem só assiste a série de TV e não leu os livros, que fique bem claro e que fique bem claro também que uma coisa não deve depender da outra)

Retornamos da segunda temporada encontrando um pouco mais do mesmo, com aqueles poucos minutos para cada um dos seus inúmeros personagens nos situarem a respeito de seus paradeiros e intenções daqui para a frente. Nada muito animador e assumindo uma postura de vez em quando quase presunçosa demais ao apostar que a sua audiência ainda se lembrava exatamente de onde paramos durante a temporada anterior, que na verdade se tratava de apenas alguns passos a frente, mas ainda assim, alguns passos a frente para inúmeros personagens e pequenas histórias. Uma boa sugestão para quem assiste GOT talvez seja assistir de novo a season finale da temporada anterior antes de começar uma nova, só para facilitar um pouco mais as coisas, já que elas acabam sendo sempre uma grande introdução a tudo que ainda está por vir na série.

Cheguei até a reclamar em um dos meus textos dramáticos sobre o que estaria acontecendo com a minha/nossa TV atualmente, que aparentemente estava sim passando por uma crise criativa daquelas (ainda está), texto em que entre outras, citei também GOT como uma das minhas decepções do momento, onde a essa altura, o que de mais animador que já havia acontecido na temporada atual da série até então, foram apenas aqueles minutos finais de um episódio onde todo mundo ficou excitadíssimo comentando pelos sete reinos (“Aquele com o churrasquinho”, que seria o nome do episódio de GOT em Friends devidamente traduzido, rs_), mas que na verdade havia sido apenas aquilo mesmo, a velha fórmula de nos enganar com finais sensacionais depois de 40 e poucos minutos de muita enrolação. Até que um dos leitores do Guilt e da franquia de livros (Thnks V.) acabou me alertando honestamente sobre o fato de que na verdade, a história de GOT e a sua narrativa era basicamente apenas aquilo mesmo, muitos personagens, longas caminhadas e alguns acontecimentos mais animadores no meio do caminho. Após esse depoimento sincero e sem falsas esperanças (de vez em quando eu ainda acabo caindo nessa “animação exagerada” de alguns), confesso que acabei “aceitando” melhor o fundamento da série e o seu propósito, entendendo que seria perda de tempo achar que grandes mudanças estavam por vir em relação ao ritmo dos seus acontecimentos…

Costumo dizer que assistir Game Of Thrones é como estar jogando uma partida de um jogo de tabuleiros qualquer, do tipo que você tem que jogar os dados para avançar as casas até o final do mesmo. Com a diferença de que até aqui, a sensação ainda era a de que a gente não andava com muita sorte dentro desse jogo, avançando sempre apenas algumas poucas casas por vez, demorando muito tempo para de fato avançar e encontrar um ponto mais significativo e importante para a história. Talvez tenhamos até ficado algumas partidas sem jogar, por conta da má sorte de termos caído na prisão. (damn it! rs)

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Tudo bem que pelo menos dessa vez, apesar do mesmo ritmo de sempre a princípio, ainda durante o começo da temporada, eles acabaram gastando muito mais de tempo dessa vez com coisas mais úteis do que apenas diálogos soltos e sem muita relevância para a trama principal, nos esclarecendo um pouco mais sobre a sua história e isso além de ter sido bem bacana, foi importante para imaginar os rumos da história ou criar alguma esperança em relação a mesma, projetando o seu futuro. Khaleesi por exemplo, através de algumas fábulas ou histórias contadas por outros personagens a respeito da sua conhecida mitologia dentro dos sete reinos (incluindo o impiedoso Joffrey, que a essa altura a gente sonha que seja morto duas vezes, a primeira pelas mãos da Arya e a segunda da Khaleesi), pela primeira vez tivemos uma noção clara e até mesmo prática da sua importância para a história na retomada do poder que já foi do seu povo no passado e que veio se desenvolvendo dentro da série de forma bem bacana dessa vez. Libertando escravos e atuando basicamente como uma militante em nome da liberdade, Khaleesi foi construindo o seu exército (e ainda continua), que a essa altura é gigantesco e até então dentro da série eu não me lembro de ter visto algo parecido em volume. Com seus dragões ela caminha em busca do trono de ferro, arrastando multidões junto com ela e sendo encarada cada vez mais como uma deusa entre o seu “novo povo”. Até um boy magia ela conseguiu arrebatar nesse meio tempo, demonstrando que sim, ela tem uma ligeira queda pelos grandões cabeludos (apesar desse parecer um franguinho perto do seu Khal Drogo e se aquele outro magia morena que chegou acompanhando o seu futuro marido não tivesse a língua tão solta e não fosse tão escroto, eu não sei não viu? Eu pelo menos me senti inclinado ao erro momentâneo, rs), embora nada tenha acontecido entre eles até agora. Mas certamente podemos dizer que essa foi a temporada da ascensão da Khaleesi e seus dragões, onde a personagem finalmente começou a dar passos mais largos em relação ao seu maior objetivo rumo ao trono de ferro. Sem contar aquela cena grandiosa que encerrou a Season 3, mas que na verdade, apesar de importante e com um significado bem bacana, talvez não tenha sido a melhor forma para se encerrar uma temporada como essa.

E esse recurso das histórias contadas por meio de outros personagens tem se tornado cada vez mais recorrente dentro da série, onde por diversas vezes nos deparamos com alguns deles nos dando algumas pistas importantes em relação a quem são e o que podemos esperar de alguns personagens que parecem importantes dentro da história (tipo a historinha contada pelo Bran na season finale, sabe?), apesar da gente nunca ter certeza de nada em relação a relevância de cada um deles, dado o modo como eles costumam se livrar de personagens que achamos importantes e isso sem a menor piedade. Digo “parecem importantes” porque Game Of Thrones já nos provou desde a sua temporada de estreia que aqui não há favoritos (e ao que tudo indica tão pouco finais felizes) e ou personagens tão principais assim e todos eles podem acabar com a cabeça na ponta de uma lança a qualquer momento, como descobrimos novamente na reta final dessa Season 3.

E se para Khaleesi essa foi uma temporada de ascensão, embora ela não tenha chegado onde gostaria ainda e a gente não ter a menor ideia sobre o quanto isso ainda vai demorar (essa questão da geografia sempre foi um problema na série, algo que aqueles mapas tipo de videogame, mostrando exatamente o ponto onde o personagem se encontra naquele momento, poderia facilitar bastante as nossas vidas, não? Para isso eles poderiam inclusive aproveitar a abertura da série… e o mesmo vale para pop-ups explicativos e lembretes sobre cada um deles, principalmente aqueles que pouco conhecemos), essa foi também a temporada de redenção para o até ontem apenas odioso Jaime Lannister, que agora nós aprendemos a entender e e até a gostar um pouco, vai?

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Jaime que surgiu durante a primeira temporada, foi o responsável pelo acidente do Bran, ficou bem a parte da história durante a Season 2, embora tenha sido mantido como refém por toda ela, algo que até continuou durante a nova temporada, com a diferença de que dessa vez ele ficou ao lado da Brienne, que foi quando o personagem resolveu abrir seu coração e bastou o personagem perder a sua mão de forma cruel até, para entendermos um pouco mais sobre quem ele era, nos revelando novas camadas do personagem que até então a gente gostaria de ver perdendo todos os membros e nem se importava muito. E a relação dele com a Brienne foi desenvolvida lindamente, ela com toda a sua lealdade a Catelyn Stark e ele adquirindo um carinho enorme pela personagem ao longo dessa trajetória, a ponto de voltar para trás quando finalmente estava prestes a encontrar a liberdade no lar dos Lannisters e sendo capaz até de enfrentar um urso com apenas uma das mãos e uma espada de madeira, tudo isso para salvar o pescoço da Brienne, arranhado previamente pelo próprio urso gigantesco em questão. Se até esse ponto da história achamos que Jaime Lannister era apenas mais um vilão em meio a tantos outros interessados a qualquer custo no trono de ferro, hoje desconfiamos que o prince charming dos Lannisters pode ser muito mais do que apenas isso. Mas ainda não esquecemos o que ele fez com o Bran no passado…

Outro ponto marcante da temporada e que também teve a ver com a perda de membros foi a sessão de tortura que teve o Theon Greyjoy (agora também conhecido como “Fedor”, rs) como protagonista, sendo vítima do sádico Ramsay, personagem que surgiu misteriosamente, disfarçado de bom moço, mas que logo foi se revelando como o novo sádico sem limites da vez, se divertindo com Greyjoy preso a uma espécie de “Cruz de Santo André” (se o meu quase irmão estivesse lendo isso, certamente ele falaria “AHA, Essy, todo entendido na linguagem técnica de S&M, neam? rs), que mesmo sem entender nada até agora, acabou perdendo uma valiosa parte do seu corpo, que segundo dizem, parecia ser impressionante… (mas não foi ele que já fez nu frontal no começo da série? É, foi e talvez por isso não tenhamos ficado totalmente convencidos dessa mitologia a seu respeito, rs) e só mesmo no último episódio da temporada acabamos descobrindo que Ramsay era ninguém menos do que o filho bastardo do “novo protetor” do norte, Roose Bolton, que foi quando conseguimos entender o porque daquela motivação toda. E aquela cena final com ele comendo aquela linguiça logo após o ocorrido na sessão de tortura foi de uma sadismo delicioso e por favor, nunca promovam o encontro do Ramsay com o Joffrey, caso contrário, ninguém será capaz de deter essa história de amor e identificação imediata. (talvez por isso eu assista Vicious, série inglesa que também conta com o mesmo ator em um papel totalmente diferente e fico sempre morrendo de medo que ele comece a fazer algo parecido com o casal gay mais adorado do momento, do qual nós já falamos por aqui mas falaremos mais em breve. Se bem que, por lá temos também o Magneto então, acho que ele não conseguiria se dar muito em termos de vilania bem nesse caso, rs)

Tyrion, Joffrey, Sansa (me pergunto até hoje porque tão chata e porque ainda vida. Porque?), Cersei e todo o clã Lannister estiveram mais a parte da história dessa vez e foram mantidos praticamente em casa durante toda a temporada, resolvendo algumas questões familiares ainda pendentes para todos eles, principalmente no que dizia a respeito do estado civil de cada um deles. Nesse hora, lamentamos principalmente pelo Tyrion ter ficado tão de lado, embora tenha ganhado seus bons momentos durante essa temporada, como a discussão com o pai a respeito da sua existência até hoje,  até a exploração do lado mais sentimental do melhor personagem da série, que acabou sendo obrigado a se casar com a Sonsa (com quem ele vem criando uma relação ótima por sinal), em uma cerimônia cheia de ironia e humor negro em relação a “pequena” diferença entre os dois e onde o personagem também acabou ganhando mais alguns de seus bons momentos dentro da série, além das ameaças todas de sempre do Rei Joffrey. Rei que apenas pensa que é Rei, porque na verdade descobrimos que quem anda comandando tudo aquilo é mesmo a mente do patriarca da família, Tywin Lannister, que é além de poderoso, consegue sabiamente manipular o neto, que apesar de se sentir como um Rei (apesar de andar escoltado e escondido dentro de carruagens pelo reino e da sua única tarefa real ser escolher o tecido do seu novo “vestidinho”, rs), não tem muita coragem de enfrentá-lo.

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Apesar de ter ficado mais a parte durante essa temporada, Joffrey continuou construindo a história do seu odioso personagem, sempre envolvido em um capricho qualquer ou em situações com requintes de crueldade absurdas, como suas presas humanas vítimas de suas vontades e caprichos absurdos naquele momento. Personagem que inclusive acabou ganhando uma nova candidata a Rainha, ela que parece estar bem ciente da sua personalidade meio assim, embora continue disfarçando muito bem (só não sabemos exatamente ainda o porque) e que de quebra nos trouxe uma espécie de “Violet” de Downton Abbey diretamente para os sete reinos, uma comparação praticamente impossível de não se fazer devido as semelhanças de ambas personagens embora pertençam a universos tão distintos.

Alguns outros personagens também foram desenvolvidos um pouco mais ao longo da temporada, como a história do Stannis Baratheon e a sua filha com marcas de dragão presa no calabouço, assim como os feitiços e artimanhas da Melisandre, que acabou separando o Gendry Baratheon da Arya, logo agora que ele havia se declarado para ela (um momento bem foufo dentro da série) e tivemos também o plot do pequeno Bran (que cresceu e engrossou a voz, não?), que descobrimos ser um warg e ter certos poderes importantes. Apesar da Season 2 ter terminado com a passeata dos white walkers, pouco eles foram explorados ao longo dessa terceira temporada, onde em relação a eles nós apenas ganhamos a descoberta do Sam de um arma capaz de destruí-los. E podemos dizer também que essa foi uma temporada bem temática para Game Of Thrones, onde além de casamentos e membros decepados, tivemos também um episódio inteiro dedicado as bundas da série, onde observamos Jon Snow vivendo a sua primeira noite com uma mulher, Ygritte, que quem diria que naquela tímida serviçal ruiva em Downton Abbey encontraríamos uma mulher faminta, bem resolvida sexualmente, super amarga e totalmente passional, não?

Até que chegamos ao grande momento dessa temporada, um episódio que teve o maior shock value da mitologia série, muito mais importante, surpreendente e impressionante até do que a morte de Ned Stark no começo de GOT. Um episódio que começou com uma série de “encontros e desencontros”, com a Arya bem próxima de finalmente encontrar parte da sua família e o Jon Snow quase esbarrando nos irmãos Bran e Rickon em um lugar qualquer (sorry, sou fã da Sofia Coppola, que eu descobri fazer aniversário no mesmo dia que eu portanto, me deixem em paz! rs). Nele ainda tivemos um momento bem bacana entre mãe e filho, com o Robb Stark finalmente se acertando com a mãe, Catelyn, para quem ele acabou pedindo conselhos em relação aos rumos da guerra que ele havia travado em busca do trono e que até o momento havia sido vitorioso.

Episódio esse que foi marcado pelo famoso red wedding, que começou como uma grande celebração em meio a um pedido de desculpas da família Stark pelo fato do Robb ter se casado com outra e não cumprido o trato entre as famílias envolvidas (outra que inclusive estava grávida nesse momento), mas que acabou no maior e mais importante massacre que encontramos dentro da série. Em uma cena extremamente violenta e surpreendente, observamos de longe a família Stark sendo mais uma vez massacrada, dessa vez perdendo cruelmente dois dos seus membros também bastante importantes até esse ponto da história (ou que a gente achava importante até então), com o Robb assistindo a mulher grávida sendo brutalmente esfaqueada repetidas vezes na barriga, enquanto o próprio recebia flechas em seu corpo por todos os lados, ainda em choque e sem praticamente conseguir entender o que estava acontecendo. Totalmente desesperada, nesse momento (além da participação do baterista do Coldplay tocando animadamente ao fundo) ganhamos Catelyn pronta para o tudo ou nada diante do mandante de tudo aquilo, o odioso Lord Walder (para o qual nós desejamos uma morte lenta, dolorosa e mais vermelha ainda!), ameaçando cortar a garganta da sua atual esposa (e cumprindo), até que se viu completamente sem forças diante daquela situação desesperadora e acabou tendo o mesmo destino do que a sua vítima. (R.I.P)

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Dessa vez, nada de trilha sonora bacana (mais a do casamento no início desse cena foi bem especial), como ganhamos durante a guerra dos Lannisters durante a temporada anterior (também no ep 9, que no passado mais distante, também foi o episódio em que nos despedimos do Ned Stark. Confirmou!), apenas um silêncio enquanto subiam os crédito, que era exatamente o que a gente precisava naquele momento para assimilar todos aqueles surpreendentes acontecimentos que nos deixaram com a cara no chão por alguns longos instantes. Detalhe que Arya acompanhada do The Round estava logo ao lado daquela cena, a poucos metros de distância de finalmente se ver ao lado da sua família, suspeitando que algo de errado estava prestes a acontecer e vendo de longe o lobo da família sendo cruelmente sacrificado pelos novos inimigos da vez. (e aquela cena com a cabeça do lobo na estaca, hein? Quanto simbolismo!) Um momento que certamente acabou se tornando um choque para todo mundo, principalmente para quem não havia lido os livros, onde de uma hora para a outra nos encontramos novamente sem saber mais para quem torcer nos rumos dessa história no futuro. (mentira, vamos sempre torcer para a Arya. Go Arya! Go Arya!)

Encerrando a temporada ainda meio que incrédulos em relação a tudo o que havíamos acabado de assistir durante o episódio anterior, tivemos novamente um episódio que mais serviu para nos situar em relação aos rumos da história no futuro, com o Snow chegando ferido na muralha, Bran partindo em sua caminhada para o que ele acredita ser necessário fazer naquele momento (depois de um encontro super foufo com o Sam), Genrdy conseguindo fugir antes de ser executado, a irmã do Theon partindo em busca de libertar o irmão daquela tortura e a Khaleesi ganhando uma volume ainda maior para o seu exército, onde o que de mais importante que acabou acontecendo ao longo dessa despedida da Season 3 foi realmente a transformação da Arya, que ainda em estado de choque por tudo o que aconteceu com a sua família (mais uma vez com ela praticamente assistindo tudo bem de perto) e ao ver alguns soldados do lado inimigo zombando de toda aquela tragédia envolvendo a sua mãe e irmão, não pensou duas vezes e teatralmente arquitetou o seu bote para cima do inimigo da vez, o esfaqueando descontroladamente. Ou seja, certeza que a partir daquele momento, Arya nunca mais será a mesma.

E com o peso dessa sensação de perda gigantesca do final da Season 3, nos despedimos daquela que provavelmente acabou sendo a melhor temporada de Game Of Thrones até aqui. Gosto muito da Season 1, que contava com a vantagem do fator “novidade” a seu favor, mas que também já havia contado com os seus probleminhas de sempre, não gosto de muita coisa da Season 2, exceto por tudo o que envolveu o Tyrion e o desenvolvimento do seu personagem ao longo da mesma, mas essa Season 3, apesar de ter cometido alguns dos mesmos erros do passado da série, acabou nos trazendo de volta uma empolgação que a gente não encontrava mais em GOT faz tempo, além do avanço que finalmente acabamos dando em relação a sua história, onde apesar de não ter a menor ideia de onde tudo isso vai acabar, conseguimos novamente nos interessar a pelo menos pensar em algumas teorias a respeito ou até mesmo imaginar alguns sonhos para o seu futuro. Se até aqui a gente se manteve cochilando de vez em quando, podemos dizer que em certa altura dessa nova temporada, alguém nos deu aquele cutucão para despertar no momento certo e parece que agora a coisa toda vai andar de verdade. Mas será que vai mesmo? Bem, isso a gente ainda não sabe, mas mesmo se a série não tivesse ganhando esse saldo positivo durante a nova temporada, a grandiosidade e o cuidado de uma produção como a de Game Of Thrones é quase que uma garantia de que a série não merece ser ignorada em hipótese alguma (ainda mais passando aqui ao mesmo tempo que lá. Clap Clap Clap HBO!), nem quando não nos entregando o seu melhor, o que não foi o caso dessa vez, mas que também já aconteceu no seu passado não tão distante assim.

Veremos…

#Mhysa

 

ps: como complemento de todos os episódios de GOT, recomendo que todo mundo assista a esses vídeos aqui do “Gay Of Thrones” lá do Funny or Die. Sério, #TEMCOMONAOAMAR e ou rir alto?

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Met Gala 2013 – A noite em que todas provaram que de “Punk” elas provavelmente entendem menos do que a Punky Brewster

Maio 8, 2013

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E nessa segunda aconteceu o Met Gala 2013, que todo mundo sabe que é aquela noite que não tem Queen B certa de Gossip Girl achando que tem degrau cativo na escadaria do MET, evento que para o mundo da moda é tão importante quanto o red carpet em noite de Oscar. Esse ano, como tema sugerido tivemos o “”PUNK: Chaos To Couture”, que na verdade a gente bem sabe que é apenas uma desculpa para dar pelo menos uma ideia de inspiração de fundamento a se seguir a cada ano no baile (além de inaugurar oficialmente a exposição da vez, claro), uma vez que se não fosse isso, todas apareceriam simplesmente com o que toda revista de moda já estampou em suas páginas faz tempo e aí ficaria tudo muito mais chato do que de costume e com cara de álbum de foto que nós já vimos na “September Issue” passada.

Por se tratar de um evento que é uma “festa a fantasia contida” e restrito apenas para quem conhece nomes (nem que seja apenas de nome, rs) e tem condições (nem que seja de pedir emprestado para as marcas poder), tem sempre aquela que vai mais literal de acordo com o tema sugerido e acaba ficando super caricata, aquela outra desavisada que acha que esse é só mais um red carpet e faz a preguiçosa do combo tomara que caia + cabelo todo para o lado que não nos diz nada de novo, tem também aquela pouco inteligente que ainda não entendeu que se a Anna Wintour não for com a cara do seu modelo durante o evento, nem no Torra Torra Tosta você será bem recebida na vida e isso por pelo menos 7 gerações em #SEVENHELLS da sua família, mas tem sempre também aquelas que com um detalhe ou outro, conseguem aparecer maravileeeandras, deixando algumas bem orgulhosas e outras deitadas no chão com cara de derrotada.

Mas não vamos ficar perdendo tempo tentando explicar o que é o Met Gala, porque o que nós queremos ver mesmo é confusão e saber quem deitou quem nesse red carpet do poder fashionista. Portanto, faça aquele moicano no chuveiro à la “Ferris Bueller”, bota qualquer coisa que você tiver em casa com spikes (mesmo que sejam suas primas com menos condição, chamadas “tachas”), finge que não está ouvindo o já não tão novo assim CD do JT e sim um álbum Punk influente daquela época e entra na fila da sombra preta bem marcada porque hoje esse red carpet só termina quando todo mundo já estiver cansado de ouvir “Sheena is a Punk Rocker” em looping e isso só deve acontecer lá pela 666 vez. #HELLYEAH

 

Giselda parece não ter aprendido nada, não é mesmo?

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Giselda pode até ser über (inclusive a elogiamos ontem por aqui), pode até ser a mais bem paga no caixa forte do Tio Patinhas de qualquer continente, pode até ter o namorado zagueirão mais magia de todos os outros namorados zagueirões que ainda possuem todos os dentes na boca, mas mesmo com anos de prática dentro do universo da moda, ela acaba sempre optando por aquela preguiça, não? (esse by Anthony Vaccarello)

Parece até que faz sempre questão de aparecer mostrando as curvas no Met (será que a “Wintour Is Coming” exige?), que todo mundo sabe que ela tem, mas já não está na hora de esconder um pouco mais, mesmo tendo o que comemorar, levando em consideração que não faz muito tempo que ela teve uma filha, hein?

É, chegamos naquele ponto da nossa vida onde preferimos Giselda mais coberta. Deixa a pele a mostra para quem ainda não chegou lá, mulé!

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Sem contar que para imprimir alguma referência “Punk” que não seja apenas “Punky Brewster” (AMO!), é necessário muito mais do que um sinal com a mão mais batido do que o seu diet shake de frango assado (AKA como almoço de domingo de várias) e ou botar a linguinha de fora. #PEACE (\\// da própria Giselda, com pezinho levantado e tudo mais, mas a cara dessa vez é a de quem não divou)

ps: eu até diria que o Tom Brady é sempre uma visão e todo aquele atraque do seu esporte pode até funcionar como um bom enredo de soft porn, mas sejamos sinceros, ele não tem cara de quem só come legumes no vapor e que antes de botar qualquer coisa na boca faz aquela oração que não termina nunca? E sim, eu disse antes de colocar “qualquer” coisa na boca. Sempre achei…

 

Quem é alguém na fila do alfinete de ouro amarelo, acerta na referência e vai de Valentino vintage, meus bens!

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E vai de Valentino vintage de 1992 com o próprio Valentino mais vintage ainda ao lado, lançando aquele olhar de cobra para conferir se está tudo bem mesmo, porque afinal, é o seu nome e tom de terracota mais temido da Europa antiga que está em jogo e a vida não está fácil para ninguém.

Detalhe, Anne Hathaway disse em entrevista no próprio red carpet que a sua inspiração para a noite foi a Debbie Harry.  Ou seja, DIVOU!

#TEMCOMONAOAMAR?

 

Teve gente que se esforçou, teve gente que foi preguiçosa, mas teve gente que fez pior e parece que saiu do próprio show só para dar uma passadinha…

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Não é mesmo Beyoncé? (#TURNTHELIGHTSOUT)

Não acredito até agora que além de ter feito essas escolha extremamente duvidosa por cada centímetro de tecido preto e ou “dourado” (é dourado?), Beyoncé apareceu com esse cabelo, como se tivesse acabado de sair de mais um show da sua nova Beyoncá Tour…

#NAOACEITO e nem interessa se é Versace ou McQueen ou Givenchy… (mas era Givenchy. Só eu faço bico para falar “Givenchy”?)

 

Tá vendo como não precisa ser literal?

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O dress code do convite incentivava uma inspiração “Punk”, mas isso não quer dizer que precisava ir fantasiada no Met Gala 2013. Não, não precisava.

Que foi algo que a Carey Mulligan parece ter entendido perfeitamente, com esse seu pretinho geométrico fundamento e o alfinetão dourado gritando a referência sem que ela precisasse virar uma caricatura.

#MARAVILEEEANDRA by Balenciaga (e continuo insistindo que Carey é o nosso bilhete dourado para o universo da magia à sedução)

 

Será que a Chloë Sevigny já aprendeu a ler os búzios?

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Porque se ela for boa mesmo, vai acertar exatamente o que nós estamos pensando sobre o seu modelo da noite de ontem…

É, talvez nem precise saber ler qualquer coisa nos búzios para ter pelo menos uma ideia do que nós achamos do seu modelo meio assim. (imaginem uma cara de desaprovação daquelas)

Além disso, Chloë é uma daquelas que a gente esperaria um pouco mais de fundamento em relação ao “Punk”. Não é a badass que sempre acha que “a gig is a gig” e aceita fazer de um tudo em seus filmes ou novos projetos? Então…

#HORRORENDA (AMO turbantes, mas tem que saber usar para não ficar com aquela cara mística, rs)

By Proenza Schouler

 

Acertou na referência Vandinha, mas deitou para o próprio cabelo…

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Fuén.

O xadrez é importante dentro dessa referência (até mesmo para fugir do preto que muitas apostaram) e esse Vivienne Westwood (que quem gosta de moda não precisa nem procurar o crédito para saber que é dela) é maravileeeandro em camadas de volume. Mas o cabelo…

Ficou divona antiga demais para a referência da noite e não funcionou para a Christina Ricci. Sabe catfight de referências? Então… vejo um punk caindo dentro em uma briga com uma diva antiga dos 50’s…

 

Alguém da Dior poderia fazer o favor de acertar a altura do decote da J-Law, por favor?

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Porque é sempre muito colo a mostra nesses “tomara que caia quase caindo e talvez ela mesmo caia e não o tomara que caia” de sempre dela, não?

Sempre fico com a impressão de que o vestido está escorregando. Ainda mais nesse comprimento…

O sapato também poderia não ter essa tirinha que é quase sempre meio assim, mas talvez Katniss esteja apostando em algo que lhe dê mais segurança devido a seus plots recentes de quase dar com cara no chão só para ser levantada por um boy magia mágica, que a gente bem entendeu que foi proposital… (se bobear, aquele tombo foi um viral para o novo “The Hunger Games: Catching Fire”, rs)

#NAOTABOMNAO

 

Alguém da Dior poderia escolher outras coisas para a Marion Cotillard usar, por favor?

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Porque está ficando difícil para Marion, hein?

Tanto modelo, tanto acervo, tanta coisa vintage que os Diores devem ter. Para que insistir nessa coleção totalmente meio assim, hein?

E olha que a Marion é uma mulher lindíssima, mas nem isso anda salvando e essa provável praga de Galliano já foi longe demais, vocês não acham?

Se ao menos ela levasse o seu Guillaume Canet para nos distrair de suas recentes vergonhas em red carpet…

Na dúvida Marion, vai nua com o Guillaume te abraçando por trás e cobrindo só o que interessa. Deitaria com todas…

#NAOTABOMNAO

 

E por distração, queremos dizer algo do tipo “John Krasinski”

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Sábia foi a Emily Blunt, que não estando no seu melhor dia (nunca vi tão pavorosa, mas vamos falar baixinho porque eu não quero encrenca com o John, que eu AMO/tenho esperanças), fez o que?

Levou seu melhor acessório também conhecido como marido magia, ele que agora também aderiu a barba (um foufo perguntando no Twitter sobre o que a gente achava dessa sua nova versão e eu é claro que respondendo quase que imediatamente o convite para um chat que ele nunca responde. Humpf! rs) para nos distrair completamente desse seu pesadelo que ficou por parte da arte que realizaram na sua cara.

Será que alguém já disse para ela que existe uma coisa “agora” chamada arquivo digital e que essas imagens podem durar até a próxima era jurássica? (porque vocês sabem que um dia eles vão voltar, não sabem? rs)

Não sei o que foi pior, se o make (que ela tentou fugir do pretinho de todas mas não foi feliz) ou esse ninho de Cacatua no alto da cabeça. Reflitam e cheguem a uma resposta por mim, por favor…

 

PS: mas vale uma distração do tipo “Hugh Dancy” também…

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Ainda mais se for para nos distrair da preguiça que aconteceu na montação da Claire Danes ontem a noite (de Oscar de la Renta), que esqueceu de comparecer ao evento.

Será que ela estava cansada por conta das gravações da nova temporada de Homeland e não teve coragem de fazer qualquer outra coisa a não ser lavar o seu cabelo com shampoo 2 em 1 e secá-lo no Vaporetto?

E o Dancy? Será que estava “muito feliz” de ter que estar presente no evento das modas, quando na verdade preferia estar em casa jogado dentro de um molethomas ou será que a cara amarrada de menino tímido ficou por conta do jantar que ele teve na casa do Hannibal antes da festa, hein?

ps: não aceitava nem um mísero copo de água mineral filtrada e vitaminada de label na casa de alguém chamado Hannibal Lecter… ou só Hannibal, ou só Lecter…#CREDINCRUZ (x3)

 

Dracar… Drac… Dra… é, hoje não vai ter churrasquinho bem passado

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Não com essa preguiça estampada na cara de Khaleesi, que não levou nenhum de seus dragões para pelo menos nos entreter dessa preguiça que era o seu vestido by Ralph Lauren. (informação que justifica 95% da preguiça que sentimos nesse momento)

Estava linda? Estava. Ela é linda de qualquer jeito. (a foto dela sem make de um dia desses foi praticamente uma afronta a sociedade das cinco camadas de cimentão antes de sair de casa)

Mas estava tão preguiçosa, que esse seu look não teve força nem para esquentar a nossa pipoca de microondas que wait for it… acabou de ficar pronta. NEXT!

 

Certeza que a Julianne Moore não deve ter lido o memo do Met Gala 2013. Certeza!

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Ela que sempre aparece inteira de veludo de ricah, em looks escuros de deitar todas que não são ruivas naturais, me resolve aparecer logo assim, fazendo o combo Ariel que sempre dá certo para ruivas e esqueceu de todo o fundamento do baile desse ano, combinando tudo em verde Balenciaga?

Certeza que ela não leu o memo. Certeza.

 

Alôr? Jake Gyllenhaal? Você que poderia ensinar uma palavra que talvez a sua irmã ainda não conheça? A palavra é “SUSTENTAÇÃO”. Obrigatô!

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Eu vejo a Maggie Gyllenhaal de hoje, com esses gêmeos gritando por algum “apoio” e eu só consigo lembrar da sua personagem no excelente “Away We Go” e chegar a conclusão de que ela deve ser quase que exatamente aquela mulher do filme.

Sério, nessas condições sofridas de sustentação, com quase uma ordem de restrição de “perigo de desabamento”, nunca apostem em alças fininhas do tipo desse Calvin Klein.  Mas NUNCA, JAMAIS!

E ao que tudo indica, pela imagem, podemos jurar que ela estava indo para a esquerda de quem vê. O que? Mas aquilo não é um farol?

Para o seu cabelo, o que nós temos a dizer é: Ain’t no Anne Hathaway

ps: se quiser passar para tomar um café, discutir a possível crise em família após esse post, estamos aê Jakes!

 

A única certeza que a gente tem nessa vida é a de que a Anna Wintour nunca poderia ser a editora das revistas de moda por aqui… tisc tisc

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Porque com uma filha chamada Bee, imagina a confusão que seria em qualquer redação?

_ Dona Anna, a Bee ligou?

E todas perguntam: qual das bee?

Ou imaginem Anna chamando a filha pelo nome bem alto “BEEEEE!” e todas olhando ao mesmo tempo, já tirando os brincos e os apliques todos, achando que já é uma provocação de uma desocupada qualquer, seguida de um motivo para atraque?

Não daria certo Anna. Sorry. (

ps: e quem é a dona da festa na fila do livro ainda não lançado do “Harry Potter” que ela exigiu que a sua assistente encontrasse em 3, 2, 1, quando nem ela mesmo se deu ao trabalho de usar qualquer referência do tema da sua festa e foi de floral de ricah da Chanel?

 

Aquelas que receberam a mesma dica do stylist preguiçoso: “Não precisa ser um look punk não bobinha, a gente aproveita para fazer a referência no make e está tudo certo”

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Janeira

Ginnifer, Jessica Paré e Janeiro. Todas parecem ter recebido a mesma dica de seus respectivos stylists e resolveram usar a referência da noite com mais força no make.

Ginnifer, apesar do make difícil de segurar à la Cleópatra, porém bem corajoso, até que se deu bem com o seu modelo metalizadado maravileeeandro sem forçar a barra. E  a carinha de Snow Lado B + o cabelinho curtinho também ajudaram. (by Tory Burch)

Já a Jessica Paré… essa não conseguiu se dar muito bem porque fugiu tanto da referência (apesar da calça, tudo by  Jason Wu) que parece que ela só não encontrou limites na hora de passar a sombra. Talvez nunca tenha visto o melhor turorial de maquiagem de todos os tempos, que é esse aqui ó. Sério, o melhor!

Entre as três que parecem ter ouvido o mesmo tipo de conselho (entre várias outras que a gente preferiu ignorar por motivos de A) não perder tempo com quem pouco importa, tipo a Teresa Palmer  – cuspida de fogo verde no chão seguida de uma gargalhada pelo seu investimento na sobrancelha marcadíssima que ficou horrível. E sim, ainda não superei essa mágoa australiana e não quero barra/não aceito a sua cara por aqui… – e B) porque não representam muita coisa na fila do buffet variado de pão de queijo recheado) quem se deu melhor foi a Janeiro (que além de tudo estava de Chanel), que assim como a Ginnifer, apostou em um make bem mais ousado, mas acabou se dando bem, não parecendo óbvia demais e também não imprimindo que estava fantasiada demais.

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para a festa errada…

Uma

Uma Thurman que me apareceu com esse verde lindíssimo, mas que certamente ela deveria ter guardado para algo mais Oscar e não Met…

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Reneé Shuwózineguer que de tão simplesinha em marrom (by Prada, daqueles que deve ficar bem lá no fundo da loja, quase escondido e só para senhouras bem senhouras, sabe?), acabou imprimindo jurada de concurso de Rainha da Festa da Uva Italia 2013.

#NAOTABOMNAO

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Kirsten Dunst foi outra que provavelmente recebeu o convite errado, aparecendo com esse modelo de madrinha de casamento com condição mais pouca vocação para ofuscar as demais (apesar de ser um Louis Vuitton), que de influência “Punk” só tem mesmo o tom de ver gramado, que era onde todos eles vomitavam depois de se colocarem e ou baterem pencas de moicano naquela época.

#NAOTABOMNAO

Nicki Minaj

E a Nicki Homenagem, que muito provavelmente recebeu um bilhetinho anônimo na porta do seu camarim escrito “Mudou tudo. É para ir bem simplesinha agora, hein?), anonimamente escrito por 1 dos 37 assistentes da sua nemesis do momento, Mariah Carey, que deve inclusive ter voado para Disney para renovar os votos tudo de novo, só por conta dessa graça alcançada em uma nota estendida e prolongada da maldade com as inimigas, rs

ps: alguém que se importe poderia pedir para ela falar mais baixo no American Idol? Se quiser ficar de costas e ou aguardar a gravação do programa acabar do lado de fora to estúdio, tudo bem para todo mundo também, hein?

 

Aquelas que provavelmente receberam o convite para um Halloween antecipado…

Katy Perry

Kathya Pérrola que para esse Halloween antecipado foi de “Rainha do Cafona da Unidos do Auto-tune” by Dolce & Gabbana

#NAOTABOMNAO

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Cocô Rocha que do posto de “modelo mais insuportável contemporânea” foi de “modelo mais insuportável contemporânea disfarçada de Fringe Event” by Emanuel Ungaro

#CREDINCRUZ

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E a Kerry Washington que reaproveitou alguma coisa do figurino de “Django Unchained” e escolheu ir para o Halloween antecipado desse ano de dançaria de cabaré antigo versão “Sin City”, hein? (by Vera Wang)

Se tivesse pego o modelo “dandy” do Django emprestado, teria feito melhor…

 

Croppa ou não Croppa?

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Na dúvida, não croppa. E na certeza também não. (rs)

O look cropped deixa qualquer uma com uma silhueta meio assim, mesmo que você não tenha uma silhueta meio assim.

Que é o caso da Miranda Kerr por exemplo (que nós bem sabemos por insistência dela que vive desfilando com suas 25 gramas por aí), ela que mesmo que não tenha nada do que reclamar quando conversa com Cher em suas orações a noite a respeito de como foi agraciada pela beleza, mas que ainda assim ficou com um estômago alto e esquisito nessa imagem. É ficou, e quase todo mundo fica. (by Michael Kors)

Guinette

E mesmo que esse “corte” seja em outro lugar, como no caso desse rosa da Gwyneth Paltrow (também de Valentino, que obviamente prefere a Anne Hathaway. E nós também…), também é bem difícil de acertar. E nesse caso, ela que recentemente divulgou uma lista com suas piores escolhas de red carpet, talvez tenha ganhado mais uma para somar a lista.

Agora dá licença que o que a gente quer ver mesmo é o John Krasinski com cara de tédio ali no fundo…WOO!

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E nesse caso, que mais conseguiu se dar bem dentro desse fundamento foi a Emma Watson, que além de qualquer outra coisa, conta com a vantagem de ter essa cara de quem só caminha dos 13 aos 17.

Sem contar que Hermione é magica e pode qualquer coisa, inclusive aparecer vestida com seu uniforme da escola da magia antiga, se quiser. (Por favor, faça isso qualquer dia? Pretty pleeease?)

By Prabal Gurung

 

Gêmeas boas vs Gêmeas más

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OK estava na cara que as irmãs boas (que é claro que nós sabemos que não são gêmeas) não estavam em seus respectivos melhores dias, mas pela foufurice e novamente pela pouca idade, nós até perdoamos…

Mas já está ficando difícil para vocês, hein meninas?

Dito isso, olhamos imediatamente para o sorriso foufo da Elle e esquecemos automaticamente da bronca e do rancor. (ambas de Rodarte)

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… mas nada se compara com o estrago que foi a presença das gêmeas más Olsen, com a Ashley tentando imprimir Florrancé com o seu Dior mas acabando com cara de Super Damasco e a MK quase pronta para dormir na sua pilha de roupas sujas e pelo menos 3 números maiores do que ela de sempre!

#NAOTABOMNAO

 

Vale ir com a roupa feita pelos filhos como trabalho de arte na escolinha para o Dia das Mães de logo mais?

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Porque a gente até acha que dar de cara com essa barriga da Gwen Stefani do mesmo jeito since The 90’s™ é um motivo para palmas e comoção (Clap Clap Clap e uma single tear descendo lentamente pelo rosto, formando a palavra “inveja” na cara de todas), mas e o modelo (Martin Margiela, que eu AMO, mas…) que parece que foi feito na aula de origami em dupla pelo Kingston e o Zuma, hein?

#NAOTABOMNAO

 

Quanta decepção, April. Quanta decepção… humpf!

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E a gente aqui achando que a Aubrey Plaza tinha mesmo uma alma rocker, quando na verdade ela escolhe passar batido em um dos red carpets mais importantes do mundo. (by Marios Schwab)

Aposto que no fundo ela deve ouvir Taylor Swift no último volume…

ps: só não foi mais decepcionante do que a recém encerrada atual temporada de Parks & Rec, da qual falaremos em breve, claro.

 

É nessa hora que a gente vê quem é quem na fila do banheiro misto da balada rocker alternativa com direito a estacionamento para caminhões e ou patins de botinha branca old school

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Não era a Kristen Stewart aquela que aparecia com cara de pouco caso, trançando as pernas para subir no palco em noite de premiação teen, com a camiseta podrinha do namorado que provavelmente não conhece a sensação de um banho de tanque, que sobe no palco sem se importar e deixa tudo cair no chão? Não era ela aquela que aparecia de muleta, só para fingir que entrou no atraque na saída do colégio com a Gangue das Parrudas em noite de Oscar?

E cadê essa atitude toda agora que era a hora de experimentar um pouco mais investindo no fundamento “Punk”, hein Stewart? (e olha que ela estava de Stella McCartney)

Mas vamos dar um ponto positivo porque ela conseguiu segurar esse overall difícil (que é lindo, mas difícil, que só quem está com o corpo bem em dia poderia conseguir.

Ponto positivo esse que nós retiramos imediatamente quando nos damos conta que ela é do tipo fraca que combina a sombra com o tom do modelo.

Fuén.

 

Desculpa qualquer coisa…

Florrance

… mas esse é exatamente o tipo de casaco que eu me imagino chegando toda vez que não posso dar chance para as inimigas. Exatamente esse e nos meus sonhos, paro sempre nesse mesma posição que sempre provoca despeito.

Obrigado por materializar o meu sonho, Florrancé! (by Givenchy)

 

Da série casais que nós amamos mesmo quando ele resolve combinar a meia com a gravata e com o tapete do evento:

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Diane Kruger (by Chanel) e Peter Pacey, que apesar desse detalhe, continuam sendo um dos nossos vários casais preferidos de sempre. (♥)

 

Da série casais de mentira que nós também amamos:

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Harry & Sally. Quer dizer, Mindy (que não estava em um bom dia nesse vestido Lela Rose) e o BJ Novak. (que a gente imagina quantas piadinhas já deve ter aguentado na vida por ter esse nome, rs)

Sério, acho impossível não AMAR esses dois! (♥ – e a participação do BJ em The Mindy Project foi ótima e a série perto do final da sua temporada conseguiu se acertar e tem andado bem boa viu? Para se ter uma ideia, em um dos últimos episódios, tivemos a participação até da Chloê Sevigny. E só eu estou AMANDO o namorado cristão de Mindy? ps: gostaria muito de encontrar com os dois de novo no series finale de The Office)

 

Ghols

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Apesar de não gostar desse formato de borboleta/arraia cobrindo a borboleta/arraia da Allison William (by Altuzarra), vou ter que dizer que esse era uma vestido lindo e muito disso por conta desse efeito dele parado, que parece que a qualquer momento ela pode derreter no chão e ou começar a subir até sei lá onde.

#DIVOU e com essa cara, eu diria que Allison divou na vida.

 

Só a gente não conhecia essa descendência japoneusa da Zooey Deschanel?

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Oh Zoey… Botou a franja para o alto, um momento raro para que a sua testa seja vista a olhos nus, mudou o shape dos seus vestidos atualmente bem preguiçosos de sempre, um pouquinho, mas mudou. Mas o que fazer com essa atitude de personagem secundário/recurso cômico de wannabe desenho da Disney mas que no máximo consegue ser algo do tipo um filme B bem B da Dreamworks?

Alguém realmente precisa dizer que ela é bem menos engraçada do que tenta ser e nunca consegue em New Girl.

E alguém precisa dizer que esse vestido dela parece feito de “Perfex”. E para isso posso ser eu mesmo então, tenho dito.

Mas nem em dia de look rocker ela consegue deixar de lado esse look marinheirinho de sempre? Quanto apego…

 

Essa é aquela amiga da amiga da amiga do bar da Sookie em True Blood, não é?

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Tá, o título acima foi assumidamente escolhido apenas para irritar os fãs mais xiitas de TVD, que é claro que sabemos quem é ela na fila da presa fake que vem no chiclete antigo que esfarela na boca e é #WÓ!

O modelo até que é bem fundamento e bacana. (by Monique Lhuillier) Mas e o cabelo?

Alguém explica o porque desse topete padrão Sistema Brasileiro de Televisão?

Seria Nina Dobrev convidada de um dos episódios do Casos de Família com o título “Acho que meu vampiro prefere Fanta Uva…”

Veremos… (rs)

 

Confirmou! Com ou sem babyliss, Kate Beckinsale é sempre uma afronta!

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E com toda essa perna de fora então. Höy! Se eu fosse um das convidadas do Met ou de qualquer outro evento no mundo (até no chá de calcinha de uma amiga qualquer), perguntaria sempre se a Kate Beckinsale já estava confirmada no evento e se estivesse, já saberia o quanto eu deveria me esforçar na produçán da montaçán.

Perguntaria também se ela iria ou não investir no babyliss durante o evento porque nesse quesito, é quase impossível vencê-la.

By Alberta Ferretti

 

4 verdades verdadeiras sobre Taylor Strike a Cara de Alface Pose Swift

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Fato 1 – pelo perfil, ela não deve pesar mais do que 30 gramas, contando o cabelo (e o vestido é by J Mendel)

Fato 2 – essa cara de alface não engana ninguém, não depois do seu histórico em busca de “laboratório” para suas músicas

Fato 3 – seu cabelo natural é totalmente meio assim, não?

Fato 4 – sim, ainda temos certeza que pelo menos com 1 dos seus 698 namorados do último ano, ela há de voltar para a gente jogar isso na cara dela ao som do seu hit “We Are Never Ever Getting Back Together”. Mas que ele não seja o Jake Gyllenhaal…

Por falar nisso, já viram o Aaron Tveit cantando o hit da Taylor?

Sério, #TEMCOMONAOAMAR

 

Mais uma adepta da dieta “20 anos em 20 minutos”

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Gente, mas quantos anos a Cameron ganhou desde que a vimos pela última vez em qualquer filme preguiça das temporadas passadas? (R: 20)

Apesar de qualquer coisa, achei o modelo bem bom com essa capa e tudo mais (by Stella McCartney) e o acessório fez a diferença em relação ao tema desse ano. Pelo menos isso neam, Cameron? Porque aparecer envelhecida e ainda errar no modelo seria castigo demais de se suportar até mesmo para uma Charlie’s Angels.

 

A festa do pijama para a qual todas gostariam de terem sido convidadas

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ps: que no convite esteja marcado que como exigência seja imprescindível levar os boys magias de todos os envolvidos, rs

Pergunta honesta: se a Sophia Coppola tivesse um filho com o Marc Jacobs, esse filho não seria eu mesmo? (R: não precisa responder porque eu já estou bem convicto de que seria, rs)

Revendo toda a minha árvore genealógica em 3, 2, 1!

 

Sarahjay Bueller

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Sarahjay vomitando referências no Met Gala 2013.

Foi de moicano Ferrys Bueller em uma versão de ricah bem ricah, colocou a botoxa (bota que chega na coxa, rs) xadrez fundamento e para não decepcionar nenhum fã de Sex And The City antigo, caprichou no vestidão de menina (by Giles Deacon) que lá no fundo (as vezes bem fundo mesmo) é o sonho cor de rosa de todas.

JLAW + Sarahjay

A primeira vista parece tudo bem esquisito. A segunda também. Na terceira não melhora nada, mas mesmo assim achamos que pelo banho de referências o look acabou valendo a pena, nem que seja para uma risada.

#TEMCOMONAOAMAR esse momento com tanta gente que a gente AMA frequentando o mesmo GIF?

 

E no caldeirão dos boys magias da noite, o feitiço mais mágico foi do:

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E não teve viking sueco (Alexander Skarsgard), boy magia capaz de cruzaz universos (Joshua Jackson/Peter Pacey), Prince Charming de historinhas que ultimamente só tem nos dado um misto de sono e raiva (Josh Dallas e sim, eu estou me referindo a OUAT) ou rei com problema de dicção (Collin Firth, que por acaso, podemos até dizer que já foi seu ex, por “A Single Man”, claro, longe da gente querer levantar suspeitas – confirmadas em “Mamma Mia” – de Mark Darcy) que fosse capaz de tira o prêmio dele esse ano, Nicholas Hoult, que como já bem dissemos por aqui, está se tornando um homem lindíssimo e nós temos certeza que daqui uns 10 anos eles vai estar impossível na fila dos feitiços dominantes. Mesmo estando careca, gordo e ou coberto de pelos azuis, rs.

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Também queremos fotos no fundamento Skins com o Nicholas, hein? (ciúmes batendo e uma vontade louca de chegar na Katniss contando tudo, só para causar uma discórdia. Só não vamos fazer isso por conta do GIF da pauta acima, rs)

Höy!

 

Uma releitura do estilo “Punk” bem inteligente

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O make pesado, o vestido (Givenchy) tem um fundamento bem bacana, principalmente por conta do acabamento, com essa fivela enorme das costas e os zíperes grandões na frente, tudo em dourado de ricaj. E detalhe, ele é todo branco.

Tá vendo como não precisa percorrer o caminho mais óbvio para entender uma referência?

Clap Claop Clap Rooney Mara!

#VESTIDAPARACASAR

 

Até podemos dizer que a Miley Cyrus acertou bem na referência… mas daí a achá-la bonita, já é uma outra história totalmente diferente

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OK, vamos admitir, pensando no tema “Punk”, de tudo o que vimos na noite de ontem, um das melhores escolhas foi o vestido da Miley (sim, o meu coração dói por ter que admitir isso), que na verdade é bem simples, porém super apropriado para o Met Gala 2013.

Agora, olhando para o make + cabelo, entendemos que ela tenha tentando uma linha mais Sid Vicious, mas como Smiley não tem carisma nem vocação para tal, com essa cara e essa atitude, acabou imprimindo muito mais…

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… Ana Maria Braga em dia de receita econômica de picadinho de dignidade no seu programa.

#CREDINCRUZ

ps: certeza que depois dessa imagem o noivo volta. Volta correndo para casa e se esconde debaixo da beliche que ele provavelmente dividia com Thor…

 

E podemos dizer que o Met Gala 2013 foi um evento inclusivo, onde todos os tipos de pessoas foram bem vindas

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Inclusive os X-Men, que pela primeira vez foram aceitos pela sociedade, como podemos observar pela presença da Tempestade em carne, osso e mutação.

É ou não é o Met da inclusão minha gente?

Sério, o que aconteceu com a Nicole Richie? (by Topshop e a sua maior propaganda negativa ever)

Certeza que isso foi mandado e exigimos nomes, apesar de todos suspeitarem de certa herdeira de certa rede de hotéis que preferimos não dizer nome e achamos uma afronta com a cidade homônima, rs

#CREDINCRUZ (x666)

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De qualquer forma, vamos guardar a imagem acima para qualquer eventual problema que venhamos a ter com Nicole  no futuro e se ela não negociar aquele cachê com o pai dela para cantar no nosso casamento, vamos distribuir panfletos por toda a cidade divulgando a sua verdadeira identidade de X-Men. Sim, jogamos sujo assim mesmo, tá pensando o que?

ps: mas sério, o que faz uma pessoa se olhar com essa cara no espelho e não ter vontade de não sair de casa nunca mais e nem passar de frente do mesmo espelho novamente só porque ele também já viu essa vergonha de perto, hein? #NAOTABOMNAO

 

Madonna is a punk rocker!

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Madonna estava com cara de quem pegou as roupas da coleção da filha emprestada para aparecer no Met Gala 2013? (apesar de ser tudo Givenchy)

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que falar mal da Madonna faz todos os seus CDs antigos e novos dela riscarem em 3, 2, 1.

Madonna estava literal demais?

Nos recusamos a responder porque reza a lenda que cada gongo que ela recebe é uma passo mais perto que alguém chega no inferno, com o capeta de portas abertas esperando todas ao som da banda Calypso, inclusive com uma arara de figurinos da banda brasileira já separados para ser o uniforme oficial desse castigo eterno. #CREDINCRUZ

Madonna fez a bem humorada e bateu cabeça na cara de todo mundo?

SIM! E por isso, mesmo estando com cara de caricatura (uma caricatura linda, que a gente se recusa a falar qualquer outra coisa para não ser barrado em nenhuma de suas turnês pelo mundo) é dela (ao lado da Rooney Mara e da Anne Hathaway, que eu me lembre até aqui) o melhor look bem humorado da noite.

#DIVOU e com essas pernocas e 1/3 do bumbum de fora no red carpet, não é para qualquer um mesmo!

#PUNKYROCKS!

 

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Estaria Stewie Griffin prestes a ganhar seus dragões?

Setembro 26, 2012

Porque ao que tudo indica, a Emilia Clarke está mesmo de date com o Seth MacFarlane e eu já gostaria de deixar registrado desde já que adorei o crossover e já estou na torcida pelo casal. (♥)

Emilia é linda, ex de Khal Drogo em GOT (o que joga suas expectativas para um nível difícil de ser alcançado, por isso, parabéns Seth! Höy!), mas apesar de toda a sua magia, eu só consigo imaginar como seria divertidíssimo um date ao lado do Seth McFarlane, imaginem só?

Imagino também o nível do ciúmes de Bryan quando descobrir esse plot e se fosse a Lois, já me preparava para tostar caso o Stewie coloque suas mãos em um desses dragões que ele é capaz de herdar dessa relação do seu criador/ele mesmo, rs.

#TEMCOMONAOAMAR?

 

ps: vale dizer que o MacFarlane está desenvolvendo um projeto de série para a Fox (série e não animação como Family Guy ou suas outras criações) e já estou super curioso para ver o que vem por aí…

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Um red carpet dos mais coloridos para o Emmy 2012

Setembro 24, 2012

Quem apostou no nude/bege, no branco ou no preto, imprimiu fraqueza e acabou não sendo muito feliz no red carpet do Emmy 2012 de ontem a noite, que além de ter sido uma premiação especialmente ruiva esse ano (aposto que eu e o Charlie Brown temos alguma influência nisso, rs),  o que já denunciava que eles estavam sedentos por cor (rs),  acabou nos mostrando que a tandancé da vez são as cores, das mais variadas possíveis.

O que pode ser um sinal de que as coisas estão mudando em Hollywood (graças a Cher!) e elas finalmente começaram a entender que nem tudo é branco, preto ou bege nessa vida, mesmo para eventos de gala e a noite. Outra tandánce da vez no 64th Annual Primetime Emmy Awards foram os decotes, que nunca estiveram tão generosos e ou equivocados em transparências bem meio assim…

Mas chega de falar, que o que a gente quer mesmo é conferir quem é que se deu bem e principalmente quem é que foi #WÓ na premiação da televisão que nos faz ter cada vez mais certeza que assistimo quase tudo, rs. Então vamos lá:

 

Yeah, They Were All Yellow

Claire Danes ao lado do seu Hugh Dancy magia (Höy! – que bem poderia estar em um outra categoria mais abaixo desse mesmo post) que estava lindíssima nesse amarelo da Lanvin, lembrando que a atriz além de tudo está gravidíssima do seu filho com o boy magia e estamos ansiosíssimos para conhecer o nosso sobrinho Dancy Danes.

#MUSE

#MARAVILEEEANDRABIPOLAR&PREMIADA

Gosto de quem se arrisca, ainda mais quem não precisa mais provar nada para ninguém, como a Julianne Moore por exemplo, que todo mundo está cansado de saber que é ruiva e linda (mentira, nunca cansamos da sua beleza Jul!) e que me resolveu aparecer linda assim em um amarelo da Dior Couture que até poderia ser bem básico se fosse em preto, mas que nesse tom acabou ganhando uma leitura deliciosa!

#MARAVILEEEANDRA

Mas parece que o sol não brilhou para todas e esse modelo também em amarelo da Kaley Cuoco by Angel Sanchez, não estava entre as melhores que escolheram a cor para a noite de ontem.

E quer saber porque?

Porque esse amarelo tem cara de antigo, diferente dos outros dois, que apesar de mais fortes, não tem vergonha de ser amarelo (rs) e imprimem uma modernidade muito maior do que esse amarelo antigo escolhido pela Kaley, que tem cara de vestido de madrinha de casamento que se encontra para alugar em qualquer esquina.

#NAOTABOMNAO

 

Verde Guacamole

E um verde guacamole, a gente aceita?

Até aceitaria, se ele não fosse a escolha da Julie Bowen, que a gente não aguenta mais sendo indicada a prêmio que ela não merece nem mesmo dentro do próprio elenco.

Sorry, mas gosto mais da moldura do quadro da abertura de Modern Family do que da sua personagem.

#NAOTABOMNAO

#NEWMONICA

 

Conselho de amigués para a Sofia Vergara

A gente te adora, te aceita com toda essa gostosura que vc insiste em esfregar nas nossa cara em todo red carpet, mas está na hora de parar de fazer a gostosona hein Sofia?

Avalie esse juri, que a gente sabe que deve ter algumas mulheres e pelo menos umas 55 bichas invejosas e mostrando todo esse corpão sempre em dia, suas chances de ganhar qualquer coisa só diminuem, porque todo mundo sabe que a inveja triunfa!

Cubra-se de vez em quando para surpreender pelo menos uma vez na vida (apesar do vestido Zuhair Murad ser lindo também), em algo que valorize as curvas mas não mostre demais. Aposto que assim vc seria mais bem vista no Team Contra Gostosas e tiraria de uma vez por todas esse prêmio que a gente não aguenta mais indo parar nas mãos da sua colega de elenco.

ps: AMAMOS sua Gloria!

 

Muito “Princesas Disney” para o meu gosto…

Gostamos da Zooey Deschanel (antes de The New Girl, a gente até gostava mais) só que tem um problema, essa aura de princesa Disney dela não convence muito…

Tudo bem que somos #TeamFelicidade e AMAMOS pessoas simpáticas, mas eu não conseguiria conviver com alguém que só consegue ver o lado bom da vida. (por isso não leio muito o seu blog, apesar de ter meninas ótimas escrevendo lá, não consigo levar muito a sério quem tende a ignorar as coisas que não gosta só para não se comprometer muito…)

Esse tule da saia do vestido Reem Acra é lindo, mas nessa cor e com esse movimento + essa cara que esbanja alegria “espontaneamente”, acabou imprimindo muito Princesas Disney para o meu gosto…

#NAOTABOMNAO

#SEJANATURAL&RECLAMONADEVEZEMQUANDOZOOEY

 

Black Fraqueza

Quem foi de preto esse ano acabou imprimindo fraqueza e temos três bons exemplos disso na sequência.

O primeiro deles com esse Zac Posen da January Jones (que até que é bem bacana), ela que eu já reparei que gosta de se arriscar mais quando o assunto é red carpet, mas que dessa vez foi infeliz no make, que acabou com a coitada que a gente sabe que de coitada e feia não tem nada.

Olha essa cara de quem foi obrigada a ir na festa de 15 anos da prima que ela nem gostava tanto assim?

#NAOTABOMNAO

ps: por favor, nunca façam nenhum penteado com um fio solto de lado, acho super cafona! Obrigado.

Ok, não querendo ser nada cretino, me parece que a Melissa McCarthy levou muito a sério a lição de que o preto emagrece, não?

Nesse caso, o look é assinado por ela mesmo e isso já vale a nossa simpatia pela iniciativa, mas fiquei sentindo falta de algum contraste já que nessa parte superior por exemplo, temos três peças e assim de longe, quase não dá para perceber.

#NAOTABOMNAO

Amy Poehler foi um dos grandes decotes da noite, algo que até nos surpreendeu um pouco… (devido as circunstâncias do seu atual momento)

Como eu não quero ser aquela pessoa horrível que falou qualquer coisa negativa a respeito da Leslie Knope, só vou dizer que se ela tivesse ido com um dos terninhos da personagem e passado naquele “barbeiro de Pawniee antes da premiação (rs), teria se dado muito melhor, hein?

#NAOTABOMNAOMASDESSAVEZFALANDOBEMBAIXINHOPARAELANAOOUVIR

 

Branco Qualquer Coisa

Jessica Paré, que a gente sabe que é linda, mas que me resolveu aparecer com esse modelo branco qualquer coisa.

Lindo, mas um pouco preguiça demais, do tipo que a gente não consegue imaginar ela cantando “Zou Bisou Bisou” com muita intensidade e parando toda uma cobertura em pleno 60’s, rs

#MAISESFORÇOPORFAVOR

 

ACE todo branco fosse assim!

Emilia Clarke  não levou seus dragões (acho difícil reconhecê-la sem a caracterização de GOT) mas foi com esse branco não tão branco assim da Chanel, que estava maravileeeandro!

E ela a gente mesmo que não estivesse tão bem a gente evitaria provocar para não sair chamuscado, rs

#MARAVILEEEANDRA

 

Parabéns Tina Fey!

Que pelo menos dessa vez resolveu nos ouvir e abandonou de vez os modelos sereias horrorendos de sempre.

Simples, mas ficamos com orgulho, ainda mais da etiqueté escolhida. (Vivienne Westwood)

 

Antigo Demais

O modelo da Vera Wang até vai, é comum mas é bacana, mas a cor e o combo com esse cabelo da Julia Louis-Dreyfus imprimiu algo antigo demais.

Pior que ela ganhou e vai ter que se lamentar por ter feito essa escolha duvidosa para o resto da sua vida. #FUÉN

#NAOTABOMNAO

 

Futurista Demais…

Versace, com cara de alegoria de escola de samba investindo no futurismo.

Elementar minha cara Watson, que vc não precisava desse tamanho todo de lantejoulas…

#NAOTABOMNAO

 

Muito simples, muito espanhola e muita falta de compostura

Kristen Wiig fez a simplesinha demais e acabou ficando com cara de quem foi de lingerie na premiação. (e o decote com transparência e renda desse Balenciaga não ajudou muito. Quase nem acreditei que era um Balenciaga…)

Outra cor ou em outro evento, ela estaria maravileeeandra. Mas hoje não deu para o seu monólogo no SNL

#NAOTABOMNAO

Peggy não estava em um bom dia e além de não ter levado o prêmio para casa, acabou também não sendo muito feliz na sua escolha, investindo nesse estampado Dolce & Gabbana que se tivesse alguns pontos em vermelho, seria a caracterização da própria espanhola, rs

#NAOTABOMNAOPEGGY

ps: Peggy também fez o que ninguém deveria fazer em dia de premiação ou qualquer outra coisa importante, que é retocar a raiz no mesmo dia…

Sabe aquela pessoa que vc se arrepende de ter convidado para a festa? Então,  Connie Britton, que quando não vai vestida de qualquer coisa totalmente fora das demais, não sabe muito bem como se comportar em público.

E olha que nós adoramos as bafoneiras, mas para isso vc precisa ser alguém na noite Connie. O que não é o seu caso…

E o tom de caramelo mais artificial do que qualquer bala Toffee?

#NAOTABOMNAOETALVEZNUNCAMAISRECEBAOCONVITE

 

Bi-Leeeandra!

Quase não reconheci a Edie Falco nesse bicolor maravileeeandro!

Tudo bem que eu não gosto nada desse cabelo, mas esse vestido tinha umas costas linda toda em branco, que merece o desvio das nossas atenções para o que realmente interessa.

#MARAVILEEEANDRA

 

De Downton para o mundo

Michelle Dockery linda de Vuitton azul. #TEMCOMONAOAMAR?

Tudo bem que esse é aquele típico vestido que foi feito para ficar de pé, caso contrário amassa inteiro como podemos bem observar na imagem, mas quem se importa sabendo que Mary casou-se recentemente com primo Matthew e talvez tenha sido a noiva mais linda que eu já vi na minha vida. (e olha que eu nem sou muito fã de noivas)

E como sabemos que ela veio de longe, perdoamos o amassado.

#MARAVILEEEANDRA (♥)

Agora, quem me surpreendeu mesmo foi a Joanne Froggatt, também de Downton Abbey, que me apareceu com essa cara de muse antiga que é claro que todos nós amamos.

O vestido poderia ser em outra cor (acho essa cor muito madrinha de casamento americano atual), mas mesmo assim, vamos dar um desconto por todo o resto.

#MARAVILEEEANDRA

 

A melhor vingança foi  a do seu vestido contra vc mesma…

… que não te favoreceu em nada e aproveitamos o momento para revelar que essa maquiador também não deve gostar muito de vc hein,  Emily VanCamp? Mais um para incluir na sua vingança…

#NAOTABOMNAO

ps: não assisto a sua série porque te acho #WÓ e credito a sua existência o péssimo desenrolar de Brothers & Sisters desde que vc apareceu na série pela primeira vez. 

 

Sorry! Não respeito quem combina a cor do cabelo com a cor do vestido

ps: Tutubarão pediu os dentes de volta, rs. Mas sério, dá para devolver?

 

Festa boa de verdade, tem que ter climão

Sabe quando o seu boy magia (nosso, porque acho que ela nem pode muito dizer isso, tisc tisc) resolve dar aquela atenção a mais para a vagabunda que vc não suporta nem pintada de vermelho do próprio sangue?

Sempre um climão.

#ESTAMOSCOMVCCHRISTINAHENDRICKS

ps: não disse que esse ano foi tudo sobre os decotes no Emmy? Höy!

 

Floral da noite

Julianna Margulies  e o seu Giambattista Valli, que foi a estampa floral mas linda da noite.

#MARAVILEEEANDRA

 

Acessórios poder da noite

Kat Dennings que além dos seus invejáveis gêmeos (sorry, não resisti, mas vc foi vc quem provocou! rs), que foi acompanhada do seu Nick Zano, boy magia que é sempre um acessório indispensável em noite de premiação.

Höy!

ps: decotes generosos, eu disse. 

Jennifer Westfeldt, que investiu no seu Jon Hamm exclusivo, acessório mais do que invejado por todas e não é de hoje.

Höy!

E a nova namorada do Michael C. Hall que a gente até aprendeu como se chama, mas já esquecemos, visivelmente deslumbrada carregando tamanha magia ruiva no Emmy 2012.

Reação mais do que humana diante da magia ruiva dele.

Höy!

 

Momento “Bow Ties Are Cool!” (♥²)

Bryan Cranston e Aaron Paul, ambos adorkables e nos fazendo morrer de tanto orgulho com suas gravatas borboletas.

Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

 

Girls³

Lena Dunham diabólica de Prada (e o cabelo novo está maravileeeandro! Mas ela estava ou não estava meio que de cara fechada?), Allyson Williams de Oscar de La Renta e a Zosia Mamet nesse bicolor, que eu acho o melhor dos três, by Bihbu Mahopatra.

#TEMCOMONAOAMAR essas meninas? (mas sentimos falta da Tessa, que teve bebê recentemente! Smacks)

 

#SÓAMOR (♥)

Adam Driver, o Adam da Hannah. Höy!

Alguém me diz se é possível não se apaixonar completamente pelo personagem dele em Girls?

 

E a noite de ontem foi mesmo dela: Snow White!

E a cara de arrogante da Ginnifer Goodwin de quem tem certeza que deitou com todas nesse tangerina maravileeeandro by Monique Lhuillier?

Clap Clap Clap!

#MARAVILEEEANDRA

 

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A longa caminhada a passos de tartaruga da Season 2 de Game Of Thrones

Junho 6, 2012

Game Of Thones foi uma série que apareceu e logo de cara impressionou pela grandiosidade da sua Season 1. Cenários maravilhosos, um elenco numeroso e uma qualidade plástica que nós não estamos muito acostumados a encontrar na TV. Mas logo de cara percebemos que a série iria muito mais além do que uma estética impecável ou uma produção riquíssima. Com seu elenco repleto de personagens e histórias acontecendo ao mesmo tempo em diversos núcleos diferentes, ficava cada vez mais claro que eles tinham muita coisa para desenvolver dentro daqueles cenários grandiosos, algo que alimentado pela nossa curiosidade, nos mantia ali, firme e fortes aguardando ansiosamente o desenrolar da história.

Aparentemente, tudo já de cara parecia ser meio confuso, justamente por essa grandiosidade da série que não se limitava apenas a sua produção e acabou deixando a própria trama um tanto quanto sobrecarregada demais devido ao grande número de pessoas e situações acontecendo todas ao mesmo tempo. Muitos núcleos, muitas histórias e pouca informação sobre os seus personagens, até mesmo sobre os “principais”, algo que sempre nos fez ter medo de nos apegarmos demais a um personagem qualquer dessa história, que talvez acabasse nem valendo tanto a pena assim. E isso ficou ainda mais claro com a cabeça de quem a gente considerava ser o protagonista da série, sendo entregue em uma estaca, ainda no penúltimo episódio da primeira temporada.

Uma surpresa encontrada em uma atitude bastante corajosa, que acabou sendo bem bacana também para a série e toda essa trajetória da Season 1 de GOT, apesar de já nos entregar um pouco da sua fórmula que viria a ser repetida em seu segundo ano, nos deixou também com um grande nível de curiosidade sobre o que estaria por vir em sua segunda temporada. Vingança, um novo rei tirano e nada justo, batalhas, guerras, eram apenas alguns dos plots que a gente ainda esperava ver dentro daquele jogo épico do poder. As expectativas eram as mais altas possíveis, afinal, agora nós já sabíamos um pouco mais sobre quem eram aquelas pessoas e já tínhamos alguma ideia de quais eram as suas motivações para permanecer dentro daquele jogo.

Mas infelizmente, toda essa expectativa veio por água abaixo durante o decorrer dessa Season 2, que apesar de manter-se em um bom nível, continuando com todo o seu fundamento em termos de qualidade e grandiosidade, com aquele texto bacana de sempre,  mesmo com todos esses pontos positivos que se repetiram, a temporada pareceu mais arrastada do que nunca. Não que eles tenham mudado alguma coisa ou que tenham modificado a sua forma de contar essa história, muito pelo contrário, porque todas essas características permaneceram as mesmas. Nesse caso, o problema maior foi realmente o ritmo da série, que enquanto novidade, não chegou a incomodar tanto assim lá no passado, mas que para o seu segundo ano, onde nós já estávamos todos familiarizados com a sua história e guardando as mais altas expectativas para essa continuação, GOT acabou se tornando quase que insuportável durante essa temporada em diversos momentos e foi ficando cada vez mais chata.

Tudo bem que a história de Game Of Thrones avançou sim durante essa Season 2, mas isso a passos de tartaruga e em slow motion. Todos os núcleos desenvolveram suas histórias, cada um defendendo os seus próprios interesses, mas tudo isso foi feito tão lentamente, que a sensação que fica é a de que caminhamos demais durante essa temporada, para chegar apenas ali na esquina. E como se não bastasse a quantidade de personagens que já existiam em GOT desde a sua temporada de estreia, uma série de outros novos personagens, muitos deles bem avulsos, acabaram sendo introduzidos durante essa Season 2, o que consequentemente acarretou em uma sobrecarga de histórias para a trama que já andava meio assim.

E esse volume todo de histórias e personagens nem seria tão incomodo assim, se as coisas de fato acontecessem naquele lugar. Mas tudo é tão lento e as histórias são tão pequenas se comparadas com a grandiosidade da série, que fica bem difícil sequer se importar com a maioria de seus personagens, onde vários deles eu não consigo nem lembrar o nome, ainda (e eu já reclamei disso durante a temporada anterior). E o problema maior está justamente na questão das histórias. Talvez não importasse tanto assim se cada uma delas fosse desenvolvida de outra forma, com começo, meio e fim mais objetivos por exemplo. Mas ao contrário disso, o que tivemos foram micro histórias que foram introduzidas ao longo da temporada, somadas as que já existiam, sendo todas resolvidas de forma bem simples até, mas gastando um tempo fora do comum para encontrar tais resoluções.

Pior do que tudo isso, foi que as histórias realmente bacanas da temporada, praticamente todas elas tiveram pouco tempo para serem aprofundadas ou desenvolvidas, porque apesar do longo período de duração de cada episódio (e o final ainda foi estendido), acabou sobrando bem pouco tempo para que cada um dos personagens que contavam essas histórias (e por quem a gente já tinha se apegado a essa altura) ganhassem algum destaque maior e de relevância para a trama toda.

Uma soma de fatores que acabou fazendo dessa Season 2 uma temporada bastante cansativa para quem assiste. A esse ponto, Game Of Thrones já não era mais novidade para ninguém e dentro de uma guerra, com tantas coisas em jogo, o mínimo que se esperava era um pouco mais de ação e movimentação, que vai muito além de simplesmente colocar todos os seus personagens em uma caminhada infernal e sem fim. E como eles caminham naquele cenário, não?

Robb Stark caminhando de um lado, lutando pelo Norte,  Khaleesi do outro, tendo que provar que ela é a mãe dos dragões, pedindo favores em troca da nada, porque ela nada tem para oferecer por enquanto. Uma briga entre irmãos que disputavam a vaga de novo Rei (AMAVA o rei gay), que além de tudo, já estava ocupada e o vencedor ainda teria que enfrentar a tirania do até então dono do trono de ferro, o odioso Rei Joffrey.

Apesar de ter sido dito por diversas vezes o quanto o Robb vinha sendo vitorioso em sua batalha, pouco nos foi mostrado de fato sobre o assunto e por isso, ficou difícil de dimensionar o quanto ele estaria perto de conseguir vingar a morte do pai e salvar suas irmãs, ou o quanto de vantagem ele vem ganhando dentro desse jogo. Nesse meio caminho ele foi traído pela mãe, por aquele que considerava como irmão (que na verdade, nada mais era do que um refém da sua família) e no final das contas acabou se casando contra a vontade da mãe, descumprindo um trato que ele tinha sabe-se lá com quem ou o porque. (o porque a gente sabe que era por conta de uma ponte, mas mesmo assim, acabou ficando tudo muito solto na série…)

O mesmo aconteceu com a Khalessi, que permaneceu caminhando lentamente no deserto escaldante, onde foi mantida em uma trama totalmente a parte, também interessante, mas muito pouco aproveitada durante essa Season 2. Talvez como estratégia para deixá-la mais reservada para a próxima temporada (que também contará com 10 episódios), onde após ter sido enganada e ter tido os seus babys dragões sequestrados, tenho certeza que ela irá volta cuspindo fogo em busca do que é seu por direito, segundo ela, porque nós não sabemos o suficiente sobre a sua mitologia para acreditar nesse história também (apesar da Arya ter contado uma historinha bacana em relação a mitologia da personagem). Nesse caminho, ainda tivemos o seu reencontro com Khal Drogo, no truque é claro, mas que apareceu mais um vez na série, matando a saudade de quem ainda estava carente pela morte do personagem. (o que foi aquele baby mega cabeludo? rs)

Não sei se vcs conseguiram perceber apenas com esses dois exemplo, o quanto tudo vai perdendo a sua força em Game Of Thrones. E esses pequenos detalhes e a falta de informação sobre cada um deles, que aparentemente devem ter alguma importância para a trama, acabam nos deixando insatisfeitos com toda a história da série, além de entediados com as demais tramas de pouquíssima ou nenhuma importância.

E não me venham com o mimimi de sempre de que os livros são mais explicativos e que tudo no papel faz muito mais sentido do que na adaptação para a TV, porque vcs já conhecem a minha opinião de que as duas obras, apesar de terem a mesma base, tem que se sustentar por si só e não depender do auxílio da outra para ser compreendida. Não li os livros, não sei o que ainda está por vir na série e estou falando aqui apenas da minha impressão sobre a série de TV até agora. Ponto.

Arya foi outra das que merecia mais atenção na série e dentre tantos personagens, é uma das poucas por quem a gente se importa e é capaz de torcer a favor. Não tem como dizer que ela teve pouco espaço durante essa temporada, mas todo o seu plot vivendo ao lado do inimigo, servindo o vovô Lannister e se tornando uma espécie de aprendiz do mesmo, escutando os planos do inimigo de perto, isso que foi uma das coisas mais bacanas e ao mesmo tempo tensas da temporada (porque ela poderia ser descoberta a qualquer momento), acabou sendo deixado de lado do meio do nada, com ela fugindo para encontrar sua família (que a essa altura está completamente dizimada e perdida e só eu fico morrendo de pena daqueles dois irmãos e do homem que tem que carregar um deles o tempo todo? rs) e o vovô Lannister seguiu em seu cavalo branco do meio do nada, para salvar a cabeça do neto, o rei adolescente mais tirano de todos os tempos e isso nos minutos finais do único episódio realmente bom da temporada. Sabe quando vc sente que uma boa história acabou de ser abandonada? Então…

Acho ótimo o sadismo do Rei Joffrey por exemplo, mas também acho que em meio a tanta coisa acontecendo, ele acaba sempre sendo mal aproveitado. Quem não gostaria de vê-lo maltratando ainda mais a sua ex candidata a rainha, a Sonsa Stark (sim, Sonsa e não Sansa). Aliás, alguém me explica o porque dela estar viva até hoje? Se tem uma personagem em Game Of Thrones insuportável e que não consegue tomar uma boa decisão sequer por ela mesmo, essa é a Sonsa. E olha que ela anda recebendo várias chances, hein? Espero que sua morte venha pelas mãos da Arya, que guarda uma certa mágoa da irmã, como observamos em sua despedida ao lado do “gênio matador de aluguel” (que por sinal, foi mais um plot sensacional da sua personagem), com toda a razão desse mundo. #MORRASONSA!

Mas na verdade, apesar de toda a sua tirania de rei covarde, Joffrey é apenas uma piada, uma verdadeira marionete nas mãos da Cersei, essa sim a rainha da manipulação, não? Uma mulher totalmente fria, capaz das piores coisas possíveis e que quando tem a chance de aparecer, também consegue ser uma das melhores personagens da série, apesar de totalmente odiosa, assim como seu irmão, tão detestável e excelente quanto ela. Pena a personagem ter que lutar tanto assim pelo seu espaço e acabar ganhando os seus poucos minutos de destaque durante toda a temporada. Minutos esses que são garantidos para cada um dos personagens principais, mas que sempre nos deixam a sensação de ser muito pouco para cada um deles.

Jon Snow caminhando na neve… a gente pula ou espera virar picolé? Sério, eu até gosto do bastardo, mas não tenho mais paciência para aguentar todo aquele mimimi na neve. BASTA! Aliás, para onde ele esta indo mesmo? Um plot que só serviu para nos aproximar de algo que eles já vem prometendo faz tempo, que são os zombies ganhando o seu prometido espaço na série. Mas sinceramente? Eu não consigo enxergar esse crossover de The Walking Dead com  Game Of Thrones como algo positivo. Mesmo porque, se forem somados os ritmos de ambas a série, não tem quem permaneça acordado até o final de um episódio sequer desse crossover. Sorry.

Até o Theon, que ganhou um bom destaque durante essa temporada com a sua transformação no novo inimigo da casa Stark, teve um bom plot dentro da história, com a revelação de que ele na verdade era uma espécie de refém dos até então mocinhos da trama, mas que no final das contas, acabou levando uma paulada na cabeça e foi enfiado dentro de um saco, sem maiores explicações. Pode? Fiquei torcendo para que isso não acontecesse de fato no momento daquele discurso, algo que eu já estava sentindo que estaria por vir naquela hora. E não deu outra. POW!

Com isso, eu preciso dizer também que tudo ficou muito pendente durante essa Season 2 e embora as histórias tenham sim avançado, nada foi concluído até então, o que de certa forma nos deixa uma sensação bastante frustrante.

O único personagem que foi tratado dignamente dentro de GOT do seu começo até os dias de hoje, esse foi o Tyrion. Ele que acabou roubando a cena e ganhou a série para chamar de sua, inclusive aparecendo como primeiro nome nos créditos da abertura, nada mais do que merecidamente! Visivelmente contra os rumos da sua família no poder e tendo que se virar na “diplomacia” para conseguir consertar os danos de seus familiares, o único grande destaque da série realmente continua sendo ele com a sua interpretação no ponto certo e com o espaço necessário para o seu desenvolvimento dentro da trama.

O que me irrita mu pouco no personagem do Tyrion é toda essa sabedoria, onde parece que só ele entende o que de fato está acontecendo naquele pedaço. Sinto que ele poderia nos esclarecer mais, sabe? Mas foi bem bacana vê-lo a frente da guerra, orquestrando um plano de ação bem bacana contra o inimigo (a cena dos navios explodindo foi maravileeeandra!), que jurava que tinha grandes chances apelando para forças sobrenaturais (algo que apareceu, chocou e também acabou ficando de lado). Uma pena ele ter perdido o seu posto de “Mão do Rei’, logo ele que foi o grande homem a frente daquela batalha, ficando de lado mais uma vez por puro preconceito e muito mais do que injustamente. Espero que ele realmente não seja esquecido e suspeito que de toda a sua família, quando chegar a hora da queda dos Lannisters, Tyrion será o único poupado de um final trágico a pedido de todos que dividiram essa história com o personagem. Assim espero!

Sem a menor euforia, é preciso dizer que o episódio da guerra foi realmente o melhor da série até hoje. Super bem cuidado, no ritmo certo e com todas as ferramentas necessárias para se conduzir um grande episódio, como precisava ser aquele. Todas as resoluções acabaram sendo super bacanas e a sua execução foi excelente. Pena ele ter sido o único episódio capaz de movimentar a série de forma notável, repetindo o feito da temporada anterior, inclusive no número do episódio.

Mass encerramos a temporada novamente tendo apenas uma ligeira impressão de para onde nós estamos indo, o que não nos garante em nada e apenas repete o que já sentimos ao final da temporada anterior. Sabemos o caminho, sabemos o que fazer, mas realmente precisamos de mais 10 episódios de mais de 50 minutos para contar essa história?

Totalmente desnecessário, assim como o take do cocô do cavalo caindo quase que em close, no início de uma das cenas do season finale. Ew!

Assim, a sensação que fica é a que depois do grande sucesso da Season 1, Game Of Thrones permaneceu na sua zona de conforto durante a sua segunda temporada, seguindo uma fórmula que havia dado certo anteriormente. O que eles esqueceram é que a série já não é mais nenhuma novidade e a essa altura, todos os erros que nós já conseguimos observar e até deixar passar batido durante a temporada anterior, já não podem mais serem repetidos. A minha sensação pessoal sobre a série, é que todos eles estão caminhando tendo em mente um ponto em comum, que é o trono de ferro, mas que na verdade, estão todos seguindo para as extremidades dessa história, se distanciando cada vez mais do ponto central, que é o objetivo de todos eles.

Sabe quando dizem que só a beleza não consegue sustentar nada por muito tempo? Então, não adianta fazer uma série lida de ser ver, se ela vai ficando cada vez mais insuportável de se acompanhar. Queremos menos caminhadas e mais ação em Game Of Thones, ou já declaramos que uma trilogia será o máximo que nós conseguiremos suportar nesse ritmo de passos de tartaruga. NOW MOVE!

SAG Awards 2012 – Prontos para mais um red carpet preguiça?

Janeiro 30, 2012

Que temporada é essa minha gente? Um prêmio atrás do outro.

É tanto red carpet, que a gente acaba ficando até meio assim de comentar. Mas vamos lá, força amigués, porque esse está de doer os olhos.

Que a Santa Chanel do bom gosto nos ilumine nessa hora e nos dê paciência. Amém!

Olha, não sabia que já estava a venda o bobble head da Angelina Jolie. Euquero! (rs)

Eu já disse que a Angelina Jolie tem que viver uma bruxa da Disney, porque a cara pronta para isso ela já tem, não?

Agora, o que essa imagem acabou nos revelando mesmo é que além do talento natural para ser um bruxa evil da Disney, ela também tem vocação para encarar um Sci-Fi, fazendo papel de alienígena. WOO!

Vai me dizer que vc nunca assistiu nenhum filme com um alien cabeçudo e com os bracinhos fininhos assim?

Falando no universo Disney, o que acontece com essas meninas que tem complexo de princesa de contos de fadas hein Kaley Cuoco?

Penny, Penny, Penny (sorry, mas eu também tenho toque, rs)

E as gêmeas Glenn Close e Meryl Streep, hein? Tipo Ruth e Raquel, rs

Nesse caso, Meryl levou a pior, porque eu sempre acho que ela usa tecido demais e quase sempre imprime que esta usando a mesma roupa em cores diferentes. Sabe aquela canga de seda que vc pode amarrar de 1001 formas e que toda hora no verão, tem um cara fazendo a demonstração em programas preguiça da Tv? Então…

Já a Gleen Cruella Patty Hewes Close levou a melhor com o seu look de sogra pure evil que não aprova a união do seu filho único e faz questão de ficar de cara amarrada durante toda a cerimônia.

Agora eu sinto muito em dizer, mas a Emma Stone e a Michelle Williams me decepcionaram na noite de ontém, hein? Fom forom fom fom.

Emma foi de Alexander  McQueen, o que sempre é um ponto a favor para qualquer um, só que eu repensaria o vestido, mas manteria a clutch com orgulho.

E a Michelle não segurou esse Valentino neam?

Talvez porque ele não seja dos melhores e eu detesto esse tipo de barra na saia.

Vamos falar de fendas?

Então, eu não gosto de fendas e quem acompanha o Guilt já sabe disso.

Acho sempre meio preguiça e quase sempre acaba imprimindo uma vulgaridade desnecessária, ainda mais se for assim super profunda, como essa fenda da  Lea Michele, que se fosse ainda mais profundo, cruzaria os países baixos e chegaria facilmente até a testa, onde acabaria sendo confundida com a cicatriz do Harry Potter.

O mesmo vale para a Emily Blunt, que foi com uma fenda um pouco mais comportada, mas que não precisava disso. Ainda mais ela, que já foi secretária/assistente do Diabo, já foi rainha e de quebra, ainda carrega um tipo de acessório dos mais invejáveis ever.

Acessório esse que é o John Krasinski, é claro. E vcs viram?

Nessa imagem que a fenda do vestido nem aparece, ele parece ser bem mais bonito do que ele realmente é.

John Krasinski = Jim = Perfect Match = HÖY! (fórmula do boy magia, que é bom decorar para o vestibular da vida, rs. Ps: mas existem variações dessa fórmula, rs)

Já que falamos do Jim, temos um recado para a sua mulher, a Pam: Abre o olho, que aquela sua substituta anda bem de olho no seu boy magia em The Office,  hein? Estamos de olho…

Na verdade, alguém poderia dizer para a Jenna Fisher que essa cabelinho cacheado de época não dá, hein?

E a Jessica Chastain, hein?

Tão linda, tão ruiva, tão talentosa e tão preguiçosa, não?

Custava se esforçar mais?

Tudo bem que esse azul do vestido dela é delicioso neam? Mas só isso não é o suficiente.

Zzzz

Se a Kristen Wiig tivesse amigos sinceros, certamente um deles teria avisado que não se deve usar frente única com colar do tipo coleira neam?

Querida Dianna Agron, eu ainda não consegui me decidir se eu tenho mais preguiça do seu vestido ou da sua personagem em Glee.

Zzzz

Agora vamos falar de volumes?

Dessa vez, diferente do que sempre acontece,  o volume saiu dos quadris ou das saias do tipo sereia e subiu para o peito.

Não sei porque, mas eu acho que a Natalie Portman não esta mais na sua melhor fase.

Acho a cor triste, acho que não combinou com ela e não acho poder. Eu evitaria.

Mas pode ficar pior, como no caso desse volumão do vestido da Sofia Vergara. Ai minha família! (quote, rs)

Porque neam?

Já pensou se um passarinho pousar ali, achando que é uma daquelas fontes em formato de concha?

Ou pior, já pensou se alguém confunde com depósito de bateria ou de pilha velha?

Eu vejo uma humilhação desnecessária, por isso também evitaria.

Agora, por incrível que pareça, eu achei que de todos esses volumes no peito, o que funcionou melhor, surpreendentemente foi o da Amber Riley, que eu achei bem bom, sem preguiça nenhuma.

Gosto de quem se arrisca bem e achei que ficou um volume interessante no conjunto todo.

Só eu acho que a  Rose Byrne ficou careca?

Desde que ela decidiu se tornar uma fashionista, eu tenho uma preguiça dobrada dela, apesar de continuar amando Damages e sonhar com o dia em que Patty Hewes vai dançar o Futterwacken no túmulo da Ellen, embora elas não sejam inimigas na série (não exatamente…)

Anna Wintour já pensa em processar e a Edna Moda diz que não aceita a cópia barata e irá tomar as devidas providências.

E foi só a gente elogiar a Tilda, para ela se render a preguiça do nude que não é muito bem um nude preguiça.

Achei que faltou vida, faltou poder. Humpf!

Agora, uma que se redimiu direitinho depois do seu look desastre no Golden Globes, essa foi a Kelly Osbourne, hein?

Apareceu linda, mesmo combinando a cor do vestido com a cor do cabelo.

Ouvi vários fashionistas dizendo que amaram a cor do cabelo pavoroso dela, mas desculpa, pra mim, continua imprimindo cabelo de Barbie velha. Fato.

E eu disse velha e não antiga, o que é uma grande diferença.

Aproveitando a leva de looks mais claros, achei que a Viola Davis estava sensacional com esse branco e dourado hein?

Look de ricah premiada da noite. Clap Clap Clap!

E a Kyra Sedgwick que me apareceu bonita na premiação?

Conta pra gente onde vende esse suco gummy da juventude que vc andou tomando hein Kyra?

Porque todas sabem que essa não é a sua verdadeira cara. (rs)

Agora chegou a hora da cor da noite: o preto.

Quem esteve maravileeeandra no red carpet do SAG Awards 2012, escolheu um pretinho nada básico para chamar de seu.

Como a Jayma Mays, a Ashlee Simpson e a lindíssima Amber Heard, que escolheram três modelos bem diferentes e bem dos sensacionais.

E agora que estamos chegando ao final, vamos ver os três (na verdade 4) melhores looks da noite.

 

3 – Shailene Woodley

Maravileeeandra com essa estampa floral e esse vermelho que salta desse fundo azul do vestido.

By L’Wren Scott

 

2 – Emilia Clarke

Tá pensando que ser mulher de Karl Drogo é coisa pouca?

Não é não viu? E a Emilia Clarke, o peitinho mais bem pago do momento em  Game Of Thrones foi com esses Chanel bicolor sensacional!

Maravileeeandra!

 

1- Tina Fey (+ Jane Krakowski)

E quem diria que a Tina Fey seria o nosso primeiro lugar, hein? Aposto que ela está aos prantos lá no Rockefeller Center.

Na verdade, esse primeiro lugar vale mais como um incentivo, para dizer que ela anda no caminho certo com esse seu Versace vintage e poder.

E também  amamos a dobradinha de 30 Rock! (embora o Antonio Berardi da Jane Krakowski, seja melgor do que o da Tina)

E esse foi o SAG Awards 2012. Mas eu não poderia encerrar esse post sem dedicar todo o amor do Guilt para:

Betty White, que ainda levou o prêmio de melhor atriz em comédia. MUSE! Clap Clap Clap!

E também para a dobradinha Bryan Cranston e Aaron Paul , que é sempre sensacional, não?

Estou achando que o Aaron está mais gordinho e mais bonitinho do que nunca e que o Bryan Cranston é tipo outra pessoa com cabelo e sem a caracterização do Mr White, hein?

Sabe talento? Então…2 ótimos exemplos.


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