Posts Tagged ‘Emma Stone’

Da série casais que nós amamos ainda mais barbudo e lindamente ruivo: Emma Stone + Andrew Garfield

Julho 18, 2014

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Fala se não dá para entender completamente o olhar de totalmente hipnotizado do Andrew Garfield para o cabelo ruivo dos sonhos da Emma Stone? (♥) #AMOR

Mas temos que dizer que barbudo, o Andrew não está ficando nada atrás viu?

Não está convencido? Sem problemas…

Andrew Garfield

… talvez essa imagem de mais perto de sua barba semi ruiva possa te ajudar a mudar de ideia.

Höy!

 

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Porque a gente não se parece com algo mais ou menos assim no dia a dia, hein?

Janeiro 20, 2014

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Porque? Porque?

Só porque não namoramos um super-herói e nem fizemos dois pares românticos com o Ryan Gosling em filmes, huh?

Maravilinda de sorte! (♥)

#INJUSTIÇA

#AMAMOSUABELEZASTONE

 

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Da série casais que nós amamos e fazemos questão de confundir com os personagens: Spidey + Gwen

Maio 2, 2013

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Também conhecidos como Andrew Garfield e Emma Stone (ela que está no elenco do novo filme do Woody Allen. Yei!), que são do tipo de casal que nós não cansamos de encontrar.

#TEMCOMONAOAMAR?

(♥)

 

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Você queria ser a Emma Stone por um dia?

Fevereiro 1, 2013

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A gente queria ser por pelo menos três.

Nesse dia em que ela fotografou essa capa maravileeeandra para a Vanity Fair, ao lado do Ben Affleck fazendo o bear e o Bradley Cooper versão gorila. Sério, #TEMCOMONAOAMAR?

emma-stone + ben-affleck  + bradley-cooper

Para quem tiver alguma dúvida em relação a questão anterior, não, não tem. (♥)

Também gostaríamos de ser a Emma Stone em qualquer uma de suas caminhadas foufas ao lado do Andrew Garfield. (nesse caso, aceitaríamos ser ele também e pelo exato mesmo motivo)

Mas nenhum desses dias chega nem perto desse nosso sonho perfeito com o terceiro momento em que a gente daria qualquer coisa para estar na sua pele, inclusive o combo 1 Ben Affleck + 1 Andrew Garfield + 1 Bradley Cooper + 1 gorila  e 1 urso  (sorry meninos, mas…), viu Emma Stone?

Esse que foi o momento em que ela finalmente ganhou todo o nosso respeito nos representando muito bem. Algo que ela já tinha começado a ganhar aqui ó (sempre que eu chego confiante em qualquer lugar, me imagino exatamente assim. Sério, quando chega essa faixa na minha playlist, ninguém segura o meu catwalk banhado em fierceness, rs)

HÖY!

 

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Agora só nos resta torcer para os indicados ao Oscar 2013

Janeiro 10, 2013

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Continuo achando que esse foi um ano morno para o cinema, cheio de pipoca semi fria e com pouca ou muita manteiga. Sem contar a TV, que não foi muito feliz em sua leva de novidades (é, não foi) e ainda temos algumas séries se despedindo de forma bem capenga e ou não conseguindo reconhecer que já passou da hora de parar.

Mas falando em Oscar e nos prêmios de cinema, tivemos algumas surpresas na lista de indicados ao Oscar 2013, divulgada hoje cedo pela lindíssima Emma Stone, acompanhada do hostess da cerimônia desse ano, o queridíssimo que eu queria que fosse um dos meus melhores amigos e ou patrão (sim, eu sempre sonhei em também trabalhar com animação algum dia), Seth McFarlane e alguns outros nomes que também apareceram em meio aos indicados e que só nos resta dizer que confirmou!

Então, vamos a lista:

 

MELHOR FILME

Indomável Sonhadora

O Lado Bom da Vida

Lincoln

A Hora Mais Escura

As Aventuras de Pi

Os Miseráveis

Amor

Django Livre

Argo

 

De todos eles, até agora eu só assisti “Argo” (que é um bom filme e teve uma merecida indicação), por isso prefiro não arriscar nenhuma torcida ainda. Apesar de achar que “Les Mis” ou “Lincoln” tenham grandes chances por ter cara da preferência de sempre de Hollywood, seria lindo ver o austríaco “Amour” ou “Indomável Sonhadora” (que eu ando bem querendo ver muito) levando esse prêmio para casa. 

 

MELHOR DIREÇÃO

Michael Haneke – “Amor”

Benh Zeitlin – “Indomável Sonhadora”

Ang Lee – “As Aventuras de Pi”

Steven Spielberg – “Lincoln

David O.Russell – “O Lado Bom da Vida”

 

Nomes de peso e bastante conhecidos no meio dos novatos que parecem que fizeram bem bonito esse ano. Boa Sorte. Achei uma pena o nome do Ben Affleck não estar nesse meio? Achei. E o do Tarantino + Wes Anderson também. Humpf!

 

MELHOR ATOR

Daniel Day Lewis – “Lincoln”

Denzel Washington – “O Voo”

Hugh Jackman – “Os Miseráveis”

Bradley Cooper – “O Lado Bom da Vida”

Joaquin Phoenix – “O Mestre”

 

Dizem que o Joaquin voltou com tudo em “O Mestre”, mas estou achando difícil alguém roubar esse prêmio do lindíssimo e mega talentoso Day Lewis. Gente, e o Bradley Cooper nesse meio? Devido a minha #CRUSH antiga pelo seu Will em Alias, achei mais do que inesperado e espero que tenha sido merecido também.

 

MELHOR ATRIZ

Jessica Chastain – “A Hora Mais Escura”

Jennifer Lawrence – “O Lado Bom da Vida”

Emmanuelle Riva – “Amor”

Quvenzhané Wallis – “Indomável Sonhadora”

Naomi Watts – “O Impossível”

 

Chastain, Watts, todas com boas chances. Mas quer saber, com duas indicações tão cedo na sua vida, acharia lindo se a Jennifer Lawrence levasse esse prêmio. 

 

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Christoph Waltz – “Django Livre”

Philip Seymour Hoffman – “O Mestre”

Robert De Niro – “O Lado Bom da Vida”

Alan Arkin – “Argo”

Tommy Lee Jones – “Lincoln”

 

Estou achando a categoria coadjuvantão muito mais concorrida do que a de melhor ator. Acabo torcendo por todos, pelo conjunto da obra. 

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Amy Adams – “O Mestre”

Sally Field – “Lincoln”

Anne Hathaway – “Os Miseráveis”

Helen Hunt – “As Sessões”

Jacki Weaver – “O Lado Bom da Vida”

 

Outra categoria disputadíssima. Bom ver a Helen Hunt voltando com toda força e embora o meu coração queira torcer mais pela Anne Hathaway em qualquer categoria que ela apareça, meu amor mais antigo pela Sally Field acaba sempre falando muito mais alto. Não tem jeito. 

 

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

“Amor” – Michael Haneke

“Django Livre” – Quentin Tarantino

“O Voo” – John Gatins

“Moonrise Kingdom” – Wes Anderson e Roman Coppola

“A Hora Mais Escura” – Mark Boal

 

Tá, não vou dizer que quando eu leio Wes Anderson e ou Quentin Tarantino, eu não consigo pensar em nenhuma outra coisa. Permaneço em silêncio então…

 

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

“Argo” – Chris Terrio

“Indomável Sonhadora” – Lucy Alibar e Benh Zeitlin

“As Aventuras de Pi” – David Magee

“Lincoln” – Tony Kushner

“O Lado Bom da Vida” – David O.Russell

 

Gosto de diretores envolvidos em todos os processos. Acho que tudo fica muito mais pessoal. O que também pode se tornar um problema. 

 

MELHOR FILME ESTRANGEIRO

“Amor”

“Kon-Tiki”

“No”

“O Amante da Rainha”

“War Witch”

 

Engraçado ter um filme concorrendo como melhor filme estrangeiro e melhor filme ao mesmo tempo. Alguém tem alguma dúvida que “Amor” leva esse?

 

MELHOR ANIMAÇÃO

“Valente”, de Mark Andrews e Brenda Chapman

“Frankenweenie”, de Tim Burton

“ParaNorman”, de Sam Fell e Chris Butler

“Piratas Pirados”, de Peter Lord

“Detona Ralph”, de Rich Moore

 

Até agora, só vi dois: “Frankenweenie”, que eu gostei, não amei e “Valente”, que com o qual eu me relacionei da mesma forma. Estou com preguiça de “Detona Ralph” pela dificuldade de encontrá-lo legendado e “ParaNorman” está na minha lista para assistir para ontem e já faz tempo. #SHAMEONME

 

MELHOR FIGURINO

“Anna Karenina” – Jacqueline Durran

“Os Miseráveis” – Paco Delgado

“Lincoln” – Joanna Johnston

“Espelho, Espelho Meu” – Eiko Ishioka

“Branca de Neve e o Caçador” – Colleen Atwood

 

Achei que esse “Anna Karerina” seria mais respeitado em outras categorias. E apesar de lindos, acho os figurinos de época um tanto quanto supervalorizados sempre… o que me dá bastante preguiça. Oh WAIT… “Branca de Neve e o Caçador” teve uma indicação. Sim, vivemos em um mundo desse tipo. Para pensar sobre…

 

MELHOR DOCUMENTÁRIO

“5 Broken Cameras”

“The Gatekeepers”

“How to Survive a Plage”

“The Invisible War”

“Searching for Sugar Man”

 

MELHOR DOCUMENTÁRIO DE CURTA-METRAGEM

“Inocente” – Sean Fine e Andrea Nix Fine

“Kings Point” – Sari Gilman e Jedd Wider

“Mondays at Racine” – Cynthia Wade e Robin Honan

“Open Heart” – Kief Davidson e Cori Shepherd Stern

“Redemption” – Jon Alpert e Matthew O’Neill

 

MELHOR CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

“Adam e Dog” – Minkyu Lee

“Fresh Guacamole” – PES

“Head over Heels” – Timothy Reckart e Fodhla Cronin O’Reilly

“Maggie Simpson em ‘The Longest Daycare’” – David Silverman

“Paperman” – John Kahrs

 

MELHOR CURTA-METRAGEM

“Asad” – Bryan Buckley e Mino Jarjoura

“Buzkashi Boys” – Sam French e Ariel Nasr

“Curfew” – Shawn Christensen

“Death of a Shadow (Dood van een Schaduw) – Tom Van Avermaet e Ellen De Waele

“Henry” – Yan England

 

MELHOR MAQUIAGEM

“Hitchcock” – Howard Berger, Peter Montagna e Martin Samuel

“O Hobbit: Uma Jornada Inesperada” – Peter Swords King, Rick Findlater e Tami Lane

“Os Miseráveis” – Lisa Westcott e Julie Dartnell

 

“Hitchcock” foi outro dos filmes que não conseguiram convencer, hein? Me lembro de muito barulho quando foi anunciado e agora… silêncio total para evitar o climão e ou transformá-lo em algo maior ainda, rs

 

MELHOR EDIÇÃO

“Argo” – William Goldenberg

“As Aventuras de Pi” – Tim Squyres

“Lincoln” – Michael Kahn

“O Lado Bom da Vida” – Jay Cassidy e Crispin Struthers

“A Hora Mais Escura” – Dylan Tichenor e William Goldenberg

 

MELHOR FOTOGRAFIA

“Anna Karenina” – Seamus McGarvey

“Django Livre” – Robert Richardson

“As Aventuras de Pi” – Claudio Miranda

“Lincoln” – Janusz Kaminski

“007 – Operação Skyfall” – Roger Deakins

 

Daria uma indicação para “Moonrise Kingdom” nessa categoria, fácil. 

 

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL

“Before My Time” (de “Chasing Ice”) – Música e letra de J.Ralph

“Everybody Needs a Best Friend” (de “Ted”) – Música de Walter Murphy e letra de Seth MacFarlane

“Pi’s Lullaby” (de “As Aventuras de Pi”) – Música de Mychael Danna e letra de Bombay Jayashri

“Skyfall” (de “Skyfall”) – Música e letra de Adele Adkins e Paul Epworth

“Suddenly” (de “Os Miseráveis”) – Música de Claude-Michel Schönberg e letra de Herbert Kretzmer e Alain Boublil

 

Posso dizer que eu fiquei muito, mas muito feliz ao ver o nome do Seth McFarlane nesse grupo. Sinceramente? Ficaria imensamente feliz caso ele ganhasse, porque para quem não sabe, além de cantor, McFarlane sempre levou o assunto “música” bem a sério e toda a trilha sonora de Family Guy por exemplo, é feita por uma orquestra a cada episódio, detalhe que talvez passe despercebido por muitos mas é sempre bom saber que tem gente que se preocupa com esse tipo de detalhe. Ainda mais em uma animação como essa. A melhor da TV. Pronto, eu disse. (e que tem os melhores musicais dentro da própria série. Falei de novo)

 

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

“Anna Karenina” – Dario Marianelli

“Argo” – Alexandre Desplat

“As Aventuras de Pi” – Mychael Danna

“Lincoln” – John Williams

“Skyfall” – Thomas Newman

 

DIREÇÃO DE ARTE

“Anna Karenina” – Sarah Greenwood (design de produção) e Katie Spencer (decoração do set)

“O Hobbit: Uma Jornada Inesperada” – Dan Hennah (design de produção); Ra Vincent e Simon Bright (decoração do set)

“Os Miseráveis” – Eve Stewart (design de produção) e Anna Lynch-Robinson (decoração do set)

“As Aventuras de Pi” – David Gropman (design de produção) e Anna Pinnock (decoração do set)

“Lincoln” – Rick Carter (design de produção) e Jim Erickson (decoração do set)

 

EDIÇÃO DE SOM

“Argo” – Erik Aadahl e Ethan Van der Ryn

“Django Livre” – Wylie Stateman

“As Aventuras de Pi” – Eugene Gearty e Philip Stockton

“Skyfall” – Per Hallberg e Karen Baker Landers

“A Hora Mais Escura” – Paul N.J. Ottosson

 

MIXAGEM DE SOM

“Argo” – John Reitz, Gregg Rudloff e Jose Antonio Garcia

“Os Miseráveis” – Andy Nelson, Mark Paterson e Simon Hayes

“As Aventuras de Pi” – Ron Bartlett, D.M. Hemphill e Drew Kunin

“Lincoln” – Andy Nelson, Gary Rydstrom e Ronald Judkins

“Skyfall” – Scott Millan, Greg P. Russell e Stuart Wilson

 

EFEITOS VISUAIS

“O Hobbit: Uma Jornada Inesperada” – Joe Letteri, Eric Saindon, David Clayton e R.Christopher White

“As Aventuras de Pi” – Bill Westenhofer, Guillaume Rocheron, Erik-Jan De Boer e Donald R.Elliott

“Os Vingadores” – Janek Sirrs, Jeff White, Guy Williams e Dan Sudick

“Prometheus” – Richard Stammers, Trevor Wood, Charley Henley e Martin Hill

“Branca de Neve e o Caçador” – Cedric Nicolas-Troyan, Philip Brennan, Neil Corbould e Michael Dawson

 

Apesar de ter sido uma boa lista e ter o nome do Seth McFarlane como o apresentador do Oscar 2013 já ser uma grande esperança de que a premiação desse ano tem tudo para ser bem menos tediosa do que as últimas 10 pelo menos (e só pelo clima da apresentação da lista dos indicados, ele já provou que estava afiadíssimo. Sem contar que ele tem um Stewie na manga para sacar a qualquer momento. Aliás, será que eles todos estarão lá? Imaginem só? – #OLHOSBRILHANDO), confesso que eu acho triste não ver nenhuma indicação para o sensacional “The Dark Knight Rises” do Nolan nessa lista. Mas tudo bem, agora só nos resta esperar pelos resultados e reclamar muito depois de ter assistido a todos os filmes indicados para a premiação desse ano.

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The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

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Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

game of thrones season 2

Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

flynn

Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

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Disney-Funko-Pop

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Funko-Movie-Pop-Figuras-01

Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

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Sabe maravileeeandra?

Novembro 14, 2012

Então, Emma Stone de Burberry no CFDA/Vogue Fashion Fund Awards 2012 que aconteceu ontem em NYC.

Maravileeeandra!

 

ps: sentiu a diferença Brit? Chora Aguilera! rs

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Algo adorkable, algo horrorendo, algo mágico e algo pretty in pink para a festa da Elle de ontem

Outubro 16, 2012

Algo Adorkable

#TEMCOMONAOAMAR o fato da filha do Don Draper (Kiernan Shipka) ter sido a mais maravilhosa de um red carpet adulto? (♥)

Considerando que ela até ontem ainda era uma criança nos 60’s, vamos deixar passar o sapato (que a gente trocaria)

Mas está maravileeeandra Sally! MARAVILEEEANDRA! (e nem precisou das suas botas brancas e todo aquele make up, hein? rs)

By Moschino

#GOGIRL

 

Algo Horrorendo

Ela. Sempre ela. Fico me perguntando quando é que a Lea Michelle vai parar de tentar tanto assim, hein?

Será que viveremos para presenciar esse dia ou ela já é lenda no clã das desesperadas por atenção que se esforçam demais?

E a imagem da Lea Michelle no Elle Women In Hollywood 2012 de ontem a noite nos revela 3 problemas com sua atual figura e escolhas:

 

1) como ela está cor de caramelo, não? #NAOTABOMNAO

2) como ela não tem o que é necessário para segurar um look como esse, não? #NAOTABOMNAO

3) e como todo esse cabelão pesado demais (principalmente para a personagem e altura da atriz) e essa boca apagada não colaboraram em nada para esse red carpet, não?

Mas vamos deixar Lea pra lá, antes que ela resolva fazer mais um dos seus intermináveis solos, onde em todos eles eu só consigo visualizar a sua língua frenética girando de um lado para o outro e encostando na ponta do seu próprio nariz e no de quem estiver por perto…

By Zimmerman

#TENTEMENOSLEAMICHELLE

 

ps: mas ela esteve ótima no episódio do break up em Glee. Aliás, que episódio sensacional, não?

 

Algo Mágico

E por mágico a gente quer dizer magia e por magia a eu pessoalmente quero dizer minha perfect match: John Krasinski (♥)

Eu poderia ficar olhando essa imagem até o fim do dia, imaginando o quão perfeita seria a nossa relação (ai ai) mas como tenho que continuar e por isso, só me resta tempo para dizer duas coisas:

1) Höy!

2) Minhas malas já estão prontas para a mudança para sua nova casa eco-friendly de zilhões de bilhões, só estou aguardando o divórcio (e eu não sou casado…). Sim, Emily, eu te amo, eu acho que vc nos representa muito bem ao lado do Krasinski e agradeço todas as noites por vc ser o par dele, mas sonho com o momento onde há de chegar a minha vez e eu terei que gritar meio esbaforido “get outta my way, bitch!” na sua cara, enquanto encontro a felicidade feliz (riso nervoso e descontrolado). Sorry, but i’m not sorry.

By Casa da Magia Mágica (rs)

#JOHNISJIMJIMISJOHN

 

Algo Pretty In Pink

Desculpa qualquer coisa, mas se eu fosse uma mulher em Hollywood, ligaria antes de qualquer evento para confirmar a presença da Emma Stone, só para ter uma ideia se esse red carpet eu não precisaria nem me esforçar muito porque ele já estaria ganho por ela.

#TEMCOMONAOAMAR cada detalhe dessa produção? (♥)

By Valentino

 

Dear Emma…

Eu sei que nós temos várias coisas em comum. Vc fez “Easy A”, eu já tirei vários Easy A na vida (sorry, sempre fui nerd e agora é a hora perfeita para me orgulhar disso). Vc fez “The Amazing Spider-Man” e eu já revelei para o mundo que sou o próprio. Vc já fez par com o Ryan Gosling e até teve um momento “Dirty Dancing” com ele, eu ensaio essa coreô todo dia antes de dormir desde os 5 anos de idade e sonho com ele praticamente todas as noites. (sério, outro dia sonhei que era eu no lugar da Rooney Mara no set de gravação, mordendo o braço do Ryan). Ou seja, temos tudo em comum por isso eu digo que nós nascemos para sermos BFFs um do outro. Sério. Vai fazer o que dia 13/01? Vamos assistir o Golden Globes juntos (me leva?) e depois assistir a premiere da Season 2 de Girls? Pode trazer o Andrew… e liga para o Gosling também, rs.

 

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Placar: 2×2 para a Miu Miu

Outubro 8, 2012

Primeira fila do desfile da Miu Miu Spring/Summer 2013 e tivemos um empate entre aquelas que realmente acertaram e aquelas que erraram feio na produção.

 

#TEAMNAY

Encabeçando o time da derrota, temos ela, Quinn Fabray, ela que nunca mais foi sequer mencionada em Glee, tamanha a sua importância para a série, mas que a gente aposta que vai estar de volta para “Grease”. E se não voltar nesse, é porque foi demitida.

Batendo o olho rápido, achamos tudo lindo, cores, shapes, fundamento. Mas basta uma segunda olhada com mais tempo para percebermos que está tudo tão literal e meio corretinho demais, ainda mais com esse cabelo, onde ela acabou imprimindo que ainda está no coral do high school, pronta para gravar mais uma faixa do tributo para Britney, dessa vez fazendo a comissária de bordo em “Toxic”.

Ou isso, ou ela conseguiu uma ponta como figurante na falecida Pan Am.

#NAOTABOMNAO

E a segunda derrota da noite ficou por conta do outfit escolhido pela Amanda Seyfried, ela que de uns tempos para cá tem trabalhado um pouco menos no cinema e talvez por isso estamos com a sensação de que faz tempo que não nos irritamos tanto assim com ela (lembra quando ela era onipresente e estava em todos os filmes da temporada? Argh!), apesar dela ter pego uns boys magia aí que várias invejaram. (na verdade um só, o Hartnett – Höy!)

Mas digamos que esse vermelho estava sem gracinha demais para uma primeira fila, não? Para imprimir modernidade ela apostou nessa boca escura, que nós não temos certeza se era um batom poder do momento mesmo ou se esse é o resultado da sua atual e frequente troca de namorados. (Suck it!)

#NAOTABOMNAO

#TEAMYAY

No time daquelas que acertaram, temos a Chloe Sevigny, ela que é um dos motivos pelo qual uma das minhas filhas se chamará Chloe, investindo em um mix de estampas delicioso, além desses acessórios maravileeeandros. (AMO esse sapato!)

Höy!

E por último a Emma Stone, que apesar de estar imprimido que estava vestida para uma outra festa, estava maravileeeandra e carregando a bolsa mais invejável dessa primeira fila. Maravileeeandra!

Höy!

 

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O não tão espetacular assim Homem-Aranha

Julho 25, 2012

Peter Parker mudou, mas tudo continua igual e talvez por isso não tão espetacular assim.

Em 2012, nosso conhecido herói  já não é mais o mesmo. Os tempos mudaram e até mesmo um herói antigo como o  Spider-Man precisou se adaptar. É o futuro minha gente. Peter não é mais o mesmo garoto franzino e tímido de antigamente (apesar de continuar bem franzino e um tanto quanto tímido, rs) e quase em nada nos faz lembrar o frágil Peter Parker de sua versão anterior. Existe algo mais nele nessa nova versão que já denúncia uma certa vocação para herói. Agora ele anda de skate, usa lentes de contato, tem um visual mais bacana e as garotas não conseguem ignorá-lo, provando que ser nerd é mesmo o novo “sexy”. E ele anda de skate muito bem por sinal, ainda mais quando começa a descobrir certos poderes, onde ganhamos uma versão atualizada do famoso “laboratório” do herói ainda se descobrindo em manobras sensacionais. Nessa nova versão, os saltos e escaladas rm paredes para principiantes também ganharam um update e ficaram bem mais modernos, com visíveis técnicas de parkour que vão te fazer ter vontade de sair subindo de forma bem ridícula em tudo quando é movel da sala de casa, dando cambalhotas e gritando “Parkour!” como se não houvesse amanhã.

Até uma certa coragem de enfrentar os seus bullies, mesmo quando ainda sem poderes, Peter parece ter agora, mesmo não ganhando um resultado favorável nessa primeira batalha. “Fight the bully”, parece ser o lema da vez.  Mas nada como uma revanche após a sua transformação, com o garoto virando um mestre do basquete, botando o seu inimigo (Flash) de bobo no meio da roda e ganhando uma enterrada com direito a cesta quebrada em 2255545 pedaços, do tipo que a gente só consegue imitar com muita sorte no videogame, mas isso se antes procuramos por algum cheat, é claro. (me lembrei de um jogo de basquete que eu tinha, que quando descobri o tal cheat, era só o que eu fazia, rs – Up the Alley-Oop!)

Inteligente como poucos, ele agora poderia facilmente pertencer a essa categoria do novo nerd, que não precisa ser mais aquele garoto cheio de espinhas, totalmente solitário, extremamente tímido e que usava óculos de armações pretas bem pesadas e muitas vezes remendadas. Um estereótipo que talvez tenha sido mais fantasiado do que até mesmo real, apesar de em um certo ponto do filme ele trocar suas lentes de contato pelos óculos de herança do pai, ficando mais próximo do estereótipo antigo (e ficando bem mais magia até). Além de mais cool, Peter também ganhou um update mais geek, garantindo assim uma intimidade maior do personagem com o lado tecnológico da força, colocando o personagem mais próximo dos interesses de um jovem nerd contemporâneo.

E já que falamos no seu pai, essa é uma novidade no novo filme, a figura paterna pouco conhecida até então. Antes, pouco sabíamos da família de Peter Parker, exceto pelo Tio Ben e a Tia May, que sempre representaram a família dele que conhecemos nos filmes anteriores e até mesmo nos quadrinhos, onde seus pais nunca foram muito o foco. Mas dessa vez ganhamos um convite para nos aprofundarmos na mitologia da origem desse herói, vindo diretamente dessa figura paterna desconhecida, que estaria escondida na “história não contada” que já prometiam os primeiros posters do novo filme, onde descobrimos que o seu pai já trabalhava com o tema de cruzamento genético de espécies, o qual descobrimos também que ele inclusive chegou a ser bem sucedido em suas pesquisas, embora uma fatalidade o tenha impedido de seguir seus passos para a grande descoberta que ele tinha a intenção de usar para o bem. O que fica bem claro que não era a mesma intenção do seu parceiro de laboratório, o Dr Curt Connors (Rhys Ifans),  mas que também não nos foi apresentando o que diferenciava a intenção de ambos já no passado. (algo que talvez tenha alguma relação com o começo do filme, com a invasão na casa dos seus pais e quem sabe volte com mais força nas sequências…)

E nessa novidade encontramos o primeiro problema do novo filme, que vale a pena lembrar que é apenas o primeiro de uma nova trilogia. Apesar de ganharmos de presente essa possibilidade do pai do Peter ter ou não certa parcela de “culpa” no que futuramente acabou acontecendo com o seu filho e ficamos apenas com a desconfiança de que talvez Peter Parker já tivesse uma predisposição para se tornar um herói com poderes extraordinários, tudo ainda é muito raso nessa primeira parte da história, onde eles apenas lançam a ideia no ar, dando pistas de que o garoto não sabe direito o porque de tudo aquilo ter acontecido na sua vida (algo que é mencionado pelo próprio Dr Ratha, antes dele sumir do filme), mas que não ganha profundidade, o que de certa forma chega a ser bem frustrante, já que essa parecia ter sido a intenção/desculpa para recomeçar essa trilogia do zero novamente.

Falando em frustração, é impossível não dizer que o vilão da vez, ele que já foi bastante aguardado pelos fãs da história do herói, não chegou a ser um dos melhores vilões da franquia. Talvez tenha sido o pior deles, desde a sua mitologia até a execução e eu credito uma boa parcela dessa culpa pela rapidez como vimos o Dr Curt Connors se transformar no The Lizard. Tudo bem que a mitologia do personagem e o fato dele dividir com o herói o princípio das suas origens, chega a ser um fator bastante positivo para a sua história em si, mas ao mesmo tempo não chega a empolgar, como na história do personagem nos quadrinhos por exemplo, que é bem mais complexa (ele perdeu o braço na guerra e luta a todo custo para recuperá-lo e não acaba sendo obrigado a servir de cobaia de última hora para sua própria experiência, como vimos no filme). Não sei se foi a execução, a similaridade com um dinossauro (que são sempre sensacionais, mas que essa não era a proposta nesse caso e que eles chegam a fazer piada até mesmo com o “Godzilla”), ou o pouco de motivos que ele tinha para ir contra o nosso herói, mas eu só sei que não senti que esse foi um vilão carismático ou com força o suficiente para fazer o contraponto dessa história. É, não foi…

História. Hollywood de vez em quando parece esquecer que não basta colocar um elenco de primeira sendo dirigido por um dos diretores do momento, se esses não tiverem uma boa história para contar. E esse é exatamente  o caso em “The Amazing Spider-Man” onde a direção do Marc Webb teve que se virar como podia para suprir essa falta de uma boa história para o filme, que chega a ser evidente em diversos aspectos. Novas propostas que acabam ficando sem nenhum explicação, um detalhe capenga aqui ou ali no meio disso tudo que não precisava ter sido tratado dessa forma, mais uma falta de coerência que foram atributos que acabaram fazendo falta na soma total do filme. Também confesso que ao ver o nome do diretor associado ao novo longa, acabei criando toda uma expectativa de que algo de mais moderno viesse desse seu novo trabalho. Nada muito espetacular não, apenas uma linguagem mais moderna para que essa história fosse recontada de forma mais interessante já que não era tão inédita assim, algo próximo do que ele fez lindamente com “500 Days Of Summer”, que infelizmente não foi o que aconteceu.

Por isso, apesar do novo filme ser lindo de ser ver, daqueles que tem que assistir na maior tela possível, do tipo para matar a saudade de um personagem tão querido por todos nós por tanto tempo, ele mesmo assim não consegue entregar esse “Espetacular” que prometia em seu título, que talvez precisasse ser revisto. O que não tira por completo o seu mérito e eu repito que esse é sim um bom filme, mas ser considerado com algo “espetacular” soa mais com um grande exagero, pretensão ou até mesmo um estágio de euforia bem do exagerado. (embora saibamos o porque do título)

Além de tudo isso que eu já disse, a minha mágoa maior em torno desse recomeço da história, foi essa necessidade que eu não consigo imaginar de onde veio, de começar a contá-la novamente da estaca zero, como se alguém já não soubesse de todo o seu fundamento que acabamos “revisitando” nessa nova proposta, que de nova tem muito pouco inclusive. Tirando as modificações, algumas mais bem vindas do que outras, precisava mesmo mostrar todo o começo de tudo novamente, mesmo com os outros filmes ainda sendo considerados recentes e com reprises incansáveis na TV o tempo todo? Será que eles realmente imaginaram que essa fase de “descoberta vs transformação” do herói realmente seria necessária a essa altura do campeonato?

Tudo bem, eu concordo que foi bacana refazer tudo isso de uma outra forma, imprimindo bastante do estilo do novo diretor, tentando atingir um novo público bem jovem (que é meio para quem o herói sempre foi direcionado por sua própria faixa etária), como ressaltei no começo da review dizendo que Peter Parker não é mais o mesmo e reconheço com entusiasmo que foi bem bacana vê-lo se redescobrindo de uma forma mais atual e contemporânea ao tempo em que a história está sendo contada agora, mas convenhamos que não era muito necessário, uma vez que o primeiro filme da trilogia antiga já havia feito isso muito bem, vai? Custava começar essa nova trilogia aceitando que todo mundo já sabia como essa história começou? Não, não custava.

O que pra mim, foi outro dos pontos contra o longa, que acabou parecendo um pouco mais do mesmo, deixando essa nova versão muito com cara de “remake” ou “reboot” demais, onde embora algumas nítidas mudanças tenham sido feitas nesse caminho, todo mundo já meio que sabia qual era o seu destino final, de onde não seria possível fugir muito. Ainda mais se a gente buscar na memória o que já vimos do filme de 2002, que apesar das diferenças, conseguiu fazer tudo isso também muito bem, inclusive deixando um legado de cenas memoráveis. Quem não se lembra da cena do beijo invertido? (Holly s*it! Já se passaram 10 anos, é isso mesmo produção?)

Passada e pontuada a mágoa por eu não ter conseguido achar o “The Amazing Spider-Man” tão amauzing assim (sim, amAUzing, que é o que eu espero da vida após Happy Endings, rs), acho que já está mais do que na hora de falar sobre o que foi realmente bom e especial no novo filme da franquia, que no final das contas é o que acaba fazendo valer bem a pena essa nova experiência.

Primeiro que o novo Tio Ben (Martin Sheen – o que já nos deixa no lucro de ter sido interpretado pelo pai e não pelo filho, porque outro “Tio Charlie” a gente não conseguiria aguentar. Ufa!) e a nova Tia May (Sally Field) são sensacionais, apesar da atriz ter tido quase zero de espaço nessa primeira parte da história. No longa, o foco parece ser mesmo o Tio Ben, que como a gente sabe, se despediria precocemente e por isso merecia um maior destaque a princípio. E a dinâmica entre ele e o sobrinho foi bem especial, onde pelo pouco que nos foi apresentado, conseguimos extrair exatamente qual era a relação daqueles dois. Quase rolei de tanto rir quando ele disse ser o “agente da condicional” do Peter, entregando para a Gwen Stacey que o sobrinho mantinha uma foto dela como seu protetor de tela. #TEMCOMONAOAMAR?

E a Gwen da Emma Stone não poderia estar mais encantadora. Tudo bem que nós sabemos (e AMAMOS) que eles formam um casal de verdade fora das telas e isso seria praticamente impossível de se negar devido a química entre a dupla no longa, que vai além do fato de ambos serem bons atores dessa nova geração. Mas Gwen tem outro ponto a seu favor que é o fato dela não ser nem vítima da vez e nem a garota impossível de se ter, além de manter uma relação de igual para igual com Peter (não “superior” como a Mary Jane, por exemplo), entrando numa disputa nerd deliciosa com o personagem, além de se posicionar com uma garota moderna que não espera o cara de quem ela está afim tomar alguma atitude e já chega logo convidando o boy magia para sair, mesmo também sendo uma nerd. Go Gwen!

Bacana também a forma como ela tem uma função maior dentro da história, funcionando como uma ajudante de herói, pelo menos naquela primeira situação. Mas ao que tudo indica, Gwen não vai se contentar em ser apenas a mocinha indefesa dessa nova trilogia, ainda mais depois do seu plot traumático ao final do longa, que a gente sabe que é o combustível necessário para o despertar de toda alma “heroica/vingativa”. Esperamos realmente que ela volte, porque essa dinâmica de amor nerd entre o casal foi realmente deliciosa.

Mas agora chegamos a ele, o personagem principal dessa história, que tinha uma tarefa bem difícil pela frente, vestindo um uniforme que já foi de outro ator também muito querido por seu trabalho e isso tão recentemente, mas que mesmo assim, acabou atropelando todos esses obstáculos com a ajuda do seu talento e um carisma absurdo, conseguindo fazer com que a mudança de papéis não tenha sido nada prejudicial para a franquia.

Muito pelo contrário, com Andrew Garfield ganhamos uma versão do nosso herói um tanto mais cool do que o normal e isso não só pelas novas características do personagem que eu já descrevi no início da review. Andrew trouxe um frescor para o novo Spider-Man que é notado na sua postura, na aparência ainda mais franzina do seu shape (que apesar de mais magro, parece ser maior do que o Tobey Maguire) que chega a chamar atenção (bem parecida com a série animada até) além de um humor que já era bem característico do personagem, mas que ele consegue encontrar o seu próprio tom para executá-lo.

Quem já havia visto o ator em outros trabalhos, já tinha uma certa noção do talento do garoto que é notável, seja em uma pequena participação na série Doctor Who no passado antigo, ou até mesmo em um papel mais denso como em “Never Let e Go”. E vamos ser sinceros e dizer que ele encarou de frente uma ameaça bem perigosa, onde além de interpretar o papel de outro que a gente também já gostou bastante um dia, ele ainda encararia um reinício que digamos não ter sido assim dos melhores.

Mas se tem algo que não podemos reclamar nesse novo filme é de que Andrew não teve o carisma necessário para tirar de letra o peso daquele uniforme, onde a sua atuação dentro daquele cenário foi bem boa, nos fazendo aceitar de coração aberto a substituição e até torcer para que ele receba mais dois filmes bem melhores do que esse primeiro.

Outro detalhe que eu gostei bastante nessa nova versão é que Peter não consegue manter segredo em relação a sua dupla identidade e já sai logo de cara se revelando aos quatro ventos. Ótima a forma como ele se revelou para a Gwen, que acabou ganhando um “vem cá minha nega” dos mais invejáveis (se bem que, pensa se aquilo gruda no vestido caro? DRA-MA). E também foi bem bacana a forma como ele acabou tendo que se revelar para o pai dela, que viria a ser o Captain Stacy (Denis Leary) com quem antes na mesa do jantar na casa da Gwen, ele havia travado uma discussão impagável sobre as verdadeiras intenções do herói.

Um outro ponto fortíssimo do filme onde eu não consegui me conter e comecei a rir antes de qualquer outra pessoa, foi a cameo do Stan Lee, ele que é o dono disso tudo aparecendo de fones de ouvido dentro de uma biblioteca, totalmente a parte do caos que se instaurava ao fundo, com Spider e Lagarto se atracando frenéticamente, o que apesar da ausência de falas, talvez tenha sido a sua melhor cameo dentro dos filmes cujo universos devemos ao próprio.

As cenas de ação no filme são todas muito bem executadas, como já era de se esperar e ainda chegam carregadas daquela carga dramática a mais que dão o tom da trama, como a sequência na ponte, onde ao tentar salvar um garoto em meio a um carro prestes a explodir e em chamas, pendurado por uma de suas teias (cena que nós já havíamos visto antes), o nosso herói passa a sua máscara para o próprio, encorajando o garoto a sair daquela situação, que naquele momento ele precisava encontrar o herói dentro dele mesmo para enfrentar o problema (ok, fui super clichê agora, eu sei). Confesso que eu gostei muito mais até mesmo dessa sequência do que aquele confronto final entre o Spider-Man e o Lagarto, que teve uma resolução meio que bem inesperada, não?

Embora o filme consiga equilibrar bem seus pontos positivos com tudo o que vimos de negativo dentro da história contada dessa vez, a sensação ao final da “nova experiência” é no mínimo confusa. Tivemos ótimas atuações, com um elenco excelente e super talentoso, uma história sendo recontada de uma forma mais atual, com uma alteração aqui ou ali que não acabou pesando ou desagradando tanto assim, o peso do nome do diretor do momento, que trazia uma expectativa muito maior em relação ao que vimos (pelo menos da minha parte), um vilão não dos melhores. Hmmm mmm… sabe quando ao final de tudo, vc chega a conclusão de que gostou, mas não gostou?

E para essa sensação confusa ao final de “The Amazing Spider-Man” eu creditaria a falta de um material inédito, onde muito do que vimos nessa nova versão da franquia não era tão “nova” assim. Tudo bem que nessa hora, não dá muito para fugir do óbvio de uma história tão conhecida por todos nós, embora exista sim no filme uma visível intenção de nos contar uma mesma história, mas com um olhar diferente. O problema é que esse olhar não chega a ser tão diferente assim a ponto de se distanciar completamente do que já vimos anteriormente e o elemento surpresa nessa hora acabou sendo prejudicado, porque a sensação que fica é que acabamos vendo um pouco mais do mesmo, com pequenas alterações. Quase como um “Spider-Man Reloaded”, onde não tem como chegar ao final do novo filme sem se perguntar se com um “Spider-Man” do Sam Raimi tão bacana como foi o filme de 2002, se realmente a gente precisava de uma versão tão similar, mesmo 10 anos depois do seu lançamento?

Por isso, “The Amazing Spider-Man” poderia ser rebatizado apenas como “The Regular Spider-Man” ou “The Spider Man, again”. Mas não deixa de ser um bom filme, do tipo que vale a pena assistir sim, por diversos motivos que eu descrevi ao longo dessa review (principalmente em sua segunda parte). Agora, se a intenção foi a a recomeçar e tentar fazer dessa franquia algo como o diretor Christopher Nolan conseguiu fazer com excelência em Batman (que a gente não está se contendo de tanta ansiedade para assistir o final dessa trilogia logo mais), digamos que o Aranha tenha ficado preso no seu emaranhado de teias e precisa se esforçar muito mais para conseguir reescrever uma história de forma mais digna. Que é o que nós torcemos para que eles consigam fazer com os dois filmes prometidos como sequência, com ou sem o Marc Webb em sua direção.

 

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