Posts Tagged ‘Essy’

But baby it ain’t over ’til it’s over

Junho 29, 2014

Não, ainda não acabou porque nós ainda nos amamos. Aguardem…

#IMBACKBITCHES

 

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A (minha) culpa moderna

Novembro 19, 2013

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Quatro anos atrás nos conhecemos. Começamos a conversar aos poucos, ainda timidamente. Passamos a nos encontrar o tempo todo, cada vez com mais frequência e logo nos apaixonamos.

No começo, a gente fazia questão de se ver o tempo todo (e o universo conspirava a favor), não conseguia ficar longe um do outro por muito tempo, como qualquer tipo de relação clichê que estamos acostumados a encontrar por aí no cinema, ou na TV, embora eu me recuse a acreditar que vivemos uma comédia romântica. Aceito a categoria “dramédia”.

Aos poucos, nossa relação foi crescendo cada vez mais, atraindo cada vez mais as atenções, de pessoas que pareciam torcer para que a nossa história desse certo e ou tivesse algum futuro.

Pessoas que consideramos próximos de certa forma, principalmente para aqueles que se tornaram mais recorrentes e que insistiram em voltar, os quais (agradecemos!), passamos a reconhecer pelo avatar que ficou gravado em nossa memória fotográfica a cada visita (sim, eu decoro o avatar de vocês. Me aceitem e me respeitem) e assim, passamos a ter uma espécie de grupo de amigos, uma torcida, ou simplesmente algumas pessoas mais parecidas com a gente e todas reunidas em um mesmo lugar. É, formamos o nosso own book club da Oprah, sem livros, mas ainda assim, formamos. (essa sempre foi a minha meta de vida! Uma delas…)

Conversamos, descobrimos novas coisas, séries, filmes, músicas… magias (Höy!). Tanta coisa nova, algumas nem tanto assim mas sempre com fundamento. Tantos motivos para nos apaixonarmos novamente… ai ai, #TEMCOMONAOAMAR?

Reclamamos, pensamos por nós mesmos e deixamos bem claro a nossa opinião, mesmo quando ela não soava tão clara assim. Mas essencialmente e especialmente, nos divertimos muito e gastamos algumas risadas. E mesmo que sozinhos, em nossas casas, nos sentimos juntos, por algum motivo.

Logo alcançamos marcas inimagináveis (aquele do 1 milhão, lembra?) e começamos assim a incluir cada vez mais gente no nosso ciclo de amigos desconhecidos. Dividimos o que a gente adoraria poder comprar, quem a gente adoraria poder pegar (uma lista interminável, eu sei…), o que a gente gostaria de usar e algumas outras coisas de forma bem particular, que não sentimos vergonha em compartilhar. Não por aqui, sem culpa.

Mas o tempo foi passando e como todo mundo sabe que com grandes poderes adquirimos também grandes responsabilidades, a vida mudou, tudo ficou diferente do dia para a noite e nossos encontros deixaram de ser tão frequentes assim. Passamos a nos encontrar pouco, cada vez menos. Diminuímos nossa watchlist consideravelmente, não só pela falta de tempo, mas também pela falta de coisa boa de verdade na TV (e para ajudar, algumas de nossas séries preferidas morreram essa ano e ainda precisamos falar sobre isso em algum momento. R.I.P). Fomos menos ao cinema, não enfrentamos quase nenhuma maratona, não fomos ao show daquele que inspirou o próprio nome desse blog (falando por mim mesmo, até agora não acredito nisso. E não acredito que nessa, acabei perdendo o show do Travis também. Humpf!) e mentimos um para o outro dizendo que ficaríamos ausentes apenas por um tempo, quando na verdade, na prática e bem lá no fundo, a gente já podia sentir a sensação de que esse tempo poderia ser um pouco maior do que foi de verdade. (sorry!)

Ainda assim, mesmo que distantes e sem nos encontrarmos a todo instante, continuamos nos identificando, nos reconhecendo quando encontramos algo que sentíamos a necessidade de compartilhar um com  o outro, mesmo que o tempo e ou a falta de, ainda continuasse nos separando.  Enquanto isso seguimos em frente, tentando equilibrar todas as coisas que a gente gosta de fazer na vida e quase nunca consegue fazer ao mesmo tempo. Aceitamos novos desafios, pedimos boas vibrações quando nos sentimos com a corda no pescoço (e deu tudo certo, então, para quem torceu a favor, THNKS!) e mesmo de longe, sem ter notícias um do outro, continuamos voltando através da magia de um toque no F5.

Até esse ponto, esse post até poderia parecer uma triste despedida (para alguns, me incluindo), mas quem tem coragem de desistir de uma coisa que se tornou algo tão bom que facilmente se transformou em um vício diário?

E daí que o diário já não é mais a nossa realidade? Quem se importa se já não temos mais tempo para nos encontrar a todo momento?

O importante é que continuamos aqui, juntos, mesmo que agora com outra frequência, o que não significa que temos menos assunto para falar, porque isso todo mundo a essa altura já sabe que é o que não nos falta.

Por isso voltamos e estamos juntos novamente, ainda em fase de adaptação à nossa nova relação, que pode até parecer outra, agora envelhecida e com responsabilidades mais adultas (e por isso a tão falada falta de tempo), mas o importante é que continuamos aqui e isso deve ter um motivo, nem que seja só para a gente se encontrar e ainda se reconhecer e conseguir dar boas risadas com o que o outro tem para falar. Sendo assim, estamos conversados e espero que a gente tenha se acertado de uma vez por todas. Não quero passar mais tanto tempo longe, sério.

Ass (hole): Essy, cheio de culpa moderna.

 

ps: sim, achei que a melhor forma de voltar depois de um longo período (o maior deles por aqui desde então) separados, seria uma declaração de amor (tinha como alternativa um rap, se eu soubesse fazer um rap), que se não foi evidente, tenham a certeza de que foi a intenção. E sim, estou de volta. HURRAY!

ps2: talvez eu já tenha usado “Last Goodbye” do The Kills em algum outro momento de pedido de desculpas ou qualquer coisa parecida (será que me confundi com a vida real, agora? #DUVIDA), mas achei que poderia repetir a fórmula dessa vez. Gosto de pensar que ela é pra mim como “Don’t You Forget About Me” foi para o John Hughes, rs

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Vaycay

Outubro 21, 2013

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Porque todo herói de verdade precisa de uma pausa, nem que seja apenas para lavar a roupa suja, descansar um pouco e ou colocar a vida (que incluí o seu own blog) em dia.

Mas são só 2 semanas, igual a 15 dias, que eu prometo que não vão ter a mesma sensação de abandono que as últimas semanas (talvez meses) por aqui e durante esse tempo, vou aproveitar para pagar algumas dívidas de coisas que ainda não comentamos (Vicious, Hannibal, Orphan Black, Dates, Arrested Development, Before Midnight, as temporadas finais de Skins e Breaking Bad e talvez até Orange Is The New Black, se eu finalmente conseguir chegar até o final da série ), mesmo com o ano quase acabando e a fall season nos jogando no buraco negro do desespero de tentar colocar a watchlist em dia de uma vez por todas. (estou com tudo atrasado. Sério.)

Por isso, continuem voltando que teremos coisas novas por aqui até eu voltar de vez (nesse período, mesmo sendo um herói, eu continuo precisando de um pouquinho significando bastante sorte, portanto, toda energia boa será bem vinda) e conseguir colocar essa bagunça toda aqui em dia novamente.

Me esperem, tá? #PLIM

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The Modern Guilt Awards 2012, a quarta edição do prêmio mais sensacional de todos os tempos

Dezembro 31, 2012

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A premiação mais esperada e concorrida de todos os tempos finalmente chegou a sua 4ª edição, o The Modern Guilt Awards 2012, que dessa vez veio mais feminino do que nunca, furando o Globe de Ouro de logo mais e contando com a apresentação da dupla Tina Fey e Amy Poehler e comentários nas entrelinhas delas, Mindy Kaling, Aubrey Plaza, Lena Dunham e todas as meninas de Girls, nessa noite que com esse time completíssimo, agora sim está mesmo com cara da nossa noite de premiação dos sonhos! (favor imaginar todas essas vozes a cada prêmio revelado, inclusive os comentários além dos nossos próprios comentários, é claro. Estou numa fase voiceover…)

Como todos já sabem, essa é uma premiação pouco ou nada democrática, assumidamente parcial e recheada daquele favoritismo que vocês sempre encontram aqui no Guilt (lidem com isso), onde com um nível ainda mais alto de cinismo e a honestidade honesta de sempre, resolvemos deitar com toda e qualquer premiação já existente (Suck it Oscar, Golden Globe, Hugh Jackman rebolando mais que eu quando toca qualquer diva antiga na buatchy, durante o Tony de uns anos atrás), provando que é possível sim fazer uma premiação digna porém bem honesta, sem deixar o nosso lado mais ácido e ou meio amargo de lado. Mas apesar de todas essas variações de sabores, acreditem, somos extremamente doces. (rs)

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Então preparem aquela roupa boa de domingo e assinada (apesar de hoje ser segunda), que é hora de tocar a música, é hora de ascender as luzes, é hora do nosso show! Que entrem Os Muppets, porque o The Modern Guilt Awards 2012 já vai começar! (gargalhadas de Poehler Fey)

(acho que tudo nessa vida deveria começar com essa trilha. TU-DO!)

 

Höy do ano> Ryan Gosling, ele que é sempre uma visão!

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(já disse para você nunca mais nos olhar assim, não disse Ryan? Mas continue, por favor… rs)

Não adianta, alguns até que se esforçaram bastante, mas desde que depositamos toda a nossa atenção no Ryan Gosling, não conseguimos mais prestar atenção em outra coisa. Sorry, but I’m not sorry…

Quer dizer, até conseguimos, claro, porque afinal, somos todos tomados pelo calor da magia à sedução a qualquer momento do dia ou da noite, mas desde que ele entrou nessa sua atual fase de magia mágica (que nesse caso, deve ter começado ainda no Mickey Mouse Club, rs), nenhum outro conseguiu superá-lo em nossa imaginação.

Acompanhamos tudo a seu respeito. Suas chegadas ao aeroporto enfeitiçando todo mundo com o seu nível máximo de magia mágica, suas voltas com sweaters foufos e pacotes de bagels de sabores sortidos,  suas idas a academia que acabaram nos revelando um plot importante a se considerar devido ao seu pé de hobbit. Teve também aquele outro dia, onde seguramos a raiva, mas quase fizemos nós mesmos uma tattoo de dragão na cara da Rooney Mara, tamanha ousadia e falta de amor a própria vida da mesma. Até que chegamos a um momento dramático, quando passamos a acompanhá-lo ao lado dela, a temida (principalmente pelo George), Evil Mendes (cuspida de fogo verde no chão e tiques nervosos nos músculos todos do rosto), algo que foi bem difícil de digerir, eu sei  e até agora não conseguimos superar essa dor dolorida. Quer dizer, mais ou menos também, porque mesmo assim, mesmo enfrentando essa afronta, nós aprendemos a rir até dessa tragédia e isso só porque somos fortes. É, mas não podemos negar que o Ryan fez o óbvio. Logo ele… Humpf (- 0,0001/2 ponto no seu nível de magia)

Apesar desse detalhe, Fassbender, Skarsgard, Speedman, Krasinski, Sturgess, Levi, Quinto, Pine, Greenberg, Driver, DallasAmell, Bell, Jackson, Canet, Levitt e algum outro que eu não tenha lembrado agora (e provavelmente estou esquecendo de vários feitiços) que nos desculpem, mas novamente, o nosso Höy mais representativo vai para ele esse ano.

Vamos lá, todos juntos enquanto escorre aquela single tear pelo seu atual status e principalmente com quem temos que aturá-lo circulando por aí (escorre uma lágrima de sangue em um close bem dramático ao som de “Lose Your Soul” do Dead Man’s Bones): HÖY!

 

Hecatombe da magia mágica 2012> O massagismo do Fassbender no Ryan Gosling. #CATAPLOFTKABOOMBANGPOWTOIN

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Durante o ano, chegamos a ilustrar o dia em que a terra entrou em estado de alerta, além desse outro momento aqui que não poderia ter nos causado outro tipo de reação a não ser um CATAPLOFT daqueles, com o encontro das magias mais desejadas do momento, Gosling + Fassbender nos bastidores do novo filme do Terrence Malick (que atualmente está na sua fase mais produtiva, diga-se de passagem), mas nada se compara com essa imagem que descobrimos tardiamente, reconhecemos, mas que pela graça dos poderes da Santa Cher, foi lembrada a tempo de poder ganhar o merecidíssmo prêmio de Hecatombe da Magia Mágica 2012, o dia em que muita roupa intima se dissolveu no ar misteriosamente e nada mais do que justo para ambas as partes e todos os envolvidos.

(♥) Representando a magia mágica: GOSLING, Ryan. Höy!

(♥) Representando a magia mágica ruiva: FASSBENDER, Michael Fassy Magmetros. Höy!

Pregunta: o que você faria se fosse a terceira pessoa nesse date?

(R: ninguém precisa responder na verdade, porque nós bem já imaginamos o que todo mundo faria. Deixem isso para o nosso projeto de soft porn, rs)

 

Maravileeeandra do ano> Anne Magia Hathaway

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Estou achando que o segredo para se alcançar o nível máximo dessa categoria se resume a uma tesoura e não daquelas do tipo de picotar…

Ano passado foi a vez da Michelle Williams (outra que é sempre uma visão) e esse ano, depois que ela também se encontrou com seu novo corte de cabelo, Anne Hathaway nunca esteve tão linda. Talentosa a gente sempre soube que ela é e isso não é mais novidade para ninguém. Se bem que, linda também a gente sempre achou que ela fosse… (insuportavelmente até)

Tá, ela estava magrona, estava gatona e estava gostosa também no novo Batman (#TDKR), mas mesmo assim, Anne está ou não está maravileeeandra nessa sua fase atual?

Detalhe: linda e casadíssima. #AMEMSIS

#GHOLMAGIA

 

Nova #CRUSH totalmente inesperada do momento > Blake Shelton (♥)

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Apesar de não comentar muito por aqui, quem me acompanha pelo Twitter sabe que eu AMO o The Voice (US) e vivo comentando tudo o que acontece por lá (na preguiça de fazer um post sobre o assunto, porque são muitos episódios e aí já viu… diferente de The Glee Ptoject, que é bem mais curtinho e comentamos tudo por aqui mesmo). E durante a Season 3 que acabou de acabar, a primeira que eu passei a assistir seriamente, sem pular nenhum episódio e comentando de um tudo por lá (tentando me conter nos spoilers, é claro), acabei me encontrando em um dilema seríssimo.

De um lado estava ele, Adam Levine e suas t-shirts de $600 cheia de furos, para quem eu até já cheguei a pedir desculpas por aqui, devido a alguns comentários de um passado recente e do nosso histórico meio assim (apesar de que, é claro que continuo na torcida para que as nossas suspeitas de sempre sejam todas verdade…). Ele que deu os melhores abraços dessa temporada no The Voice, fato, e que eu aprendi a gostar bastante do seu lado todo foufo e até profissional com os participantes do programa, que me surpreendeu bastante ao longo da temporada. Tanto que resolvi fazer as pazes com ele e a partir de agora eu só tenho coisas gracinhas para falar do Adam. Sim, estamos de bens.

Mas do outro lado estava ele, um cantor country com suas botas de couro pavorosas, sotaque de quem parecia ter saído de Bon Temps em True Blood (i wish) e três metros de altura de pura foufurice= Blake Shelton.

Cheguei a dizer lá no Twitter (eu acho) que caso eu fosse um candidato do The Voice e ambos, Adam + Blake apertassem o botão para mim, eu muito provavelmente teria um AVC e não saberia qual dos dois escolher. Ficaria catatônico naquele palco por horas, imaginando todas as possibilidades…

Mas ao longo da temporada, acabei desenvolvendo uma relação de amor toda especial com o Blake, com que em sonho em viver um bromance, porque ele é casadíssimo e de tanto que ele fala da mulher, eu já aprendi até a gostar dela também. Pode?

Ele que no programa vive esse bromance com o próprio Adam e é uma das pessoas mais engraçadas da TV atual. Além de parecer ser super gente boa, um foufo na verdade, super divertido e extremamente bem resolvido, a ponto de reconhecer a sua atração até mesmo pelos participantes meninos do programa a todo momento e sem o menor pudor. E quando Blake morde seus lábios, sabemos que ele gostou do que viu/ouviu, rs.

E detalhe, não é que além de tudo isso ele ainda canta super bem? (já achava isso no passado, mas agora passei a admirá-lo ainda mais por isso. Sério mesmo- e nessa apresentação ele não estava na sua zona de conforto, mas foi a melhor e a que ele mais pareceu se divertir durante a temporada)

Por mais que os meus CDs indies se sintam traídos nesses exato momento e eu não duvido nada que eles comecem a desafinar e ou pular faixas em sinal de protesto, tamanha é a minha atual #CRUSH pelo Blake, que eu já até prometi para mim mesmo que vou comprar um dos seus CDS ou DVD em sinal de respeito e admiração. Sim, lidem também com isso.

E se eu fosse cantar no The Voice (algo que eu faço direito no banho), iria com um coração na cabeça escrito Blake, tipo o que a Amy usava no passado… (♥)

Höy!

 

Listen Up do ano> Mumford & Sons

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E esse foi ou não foi um bom ano para o Mumford & Sons?

A banda apareceu na soundtrack de tudo o que foi mais legal em 2012 (em nossas mixtapes por aqui então, eles apareceram bastante), fizeram aparições em quase todos os programas bacanas e se tornaram muito mais conhecidos no mundo todo.

Apesar daquele ciúme que a gente sempre fica quando nossas bandas preferidas do momento se tornam conhecidas pela maioria (e não tem jeito, sempre ficamos com ciúmes) é bem bacana ver algo tão sensacional como o novo álbum da banda, “Babel”, ecoando pelo mundo inteiro.

Bacana mesmo, para ouvir a todo momento e exatamente por esse motivo, eles são o nosso primeiro (e o mais recorrente dessa edição) momento musical dessa quarta edição do The Modern Guilt Awards 2012, com o lindíssimo vídeo de  “Lover Of The Light”

 

Popcorn do ano> Novamente, não consegui e nem achei justo decidir por apenas um filme, portanto…

Fomos menos ao cinema esse ano, eu sei. Não só por nossa culpa, porque também não acho que 2012 foi um dos melhores anos para o cinema, apesar de ter encontrado bastante coisa boa. (e muitas estreias ficaram para esse fim de ano, além da dificuldade de sempre de encontrar alguns filmes que a gente adoraria ter visto, por exemplo)

Conferindo tudo o que assistimos durante 2012, encontramos 30 longas (que ganharam reviews por aqui, porque é claro que acabei assistindo muito mais coisas que não cheguei a comentar aqui no Guilt) e muitos deles ainda figuravam nas listas de 2011, daqueles que a gente não poderia deixar de ter visto e precisava conferir antes que fosse tarde demais. (“Shame” ,  “The Artist” ,  “We Need to Talk About Kevin” ,  “Carnage” ,  “The Descendants” ,  “My Week With Mariyln” ,  “Tomboy” ou o excelente documentário “Bill Cunningham New York, para citar apenas alguns ótimos exemplos)

Além disso, encontramos algumas surpresas assistindo DVDs antigos também, como delicioso “2 Days In Paris” ou o apaixonante “Lars And The Real Girl”, que apesar de não serem nenhuma novidade, poderiam muito bem entrar nessa lista, já que essa premiação nunca foi das mais coerentes. (rs)

Mas, em termos de novos filmes ou novidades novas de verdade, de tudo o que nós assistimos durante esse ano que passou, acabei separando novamente três opções, que pra mim foram as melhores do ano e isso por motivos diferentes que fazem todo o sentido na minha cabeça. Eu juro.

 

Moonrise Kingdom

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Uma reunião de tudo que o Wes Anderson sabe fazer de melhor, com uma história de amor extremamente foufa, referências visuais que vão te dar vontade de mudar para aquele lugar e nunca mais voltar (eu moraria fácil em qualquer um de seus filmes, como já disse antes) e ainda um elenco de coadjuvantes dos mais estrelados de todos os tempos.

Por todos esse motivos além de tudo o que o filme representa, é humanamente impossível não se apaixonar por “Moonrise Kingdom”. Simplesmente não tem como! (♥)

Pensei inclusive em virar escoteiro depois de assistir o longa. Cheguei a considerar a possibilidade, mas pensando bem e levando em consideração o meu próprio humor e personalidade, tenho a sensação de que estou muito mais para Suzy Bishop observando o mundo com seu binóculo do que qualquer outra coisa, rs. (além do que, o sobrenome Bishop me deixaria mais perto de pertencer a uma outra família Bishop que eu adoraria pertencer na verdade, rs #FRINGE)

ps: e o longa quase empatou com “The Perks Of Being A Wallflower”, um filme também muito especial, mas acabou levando vantagem na questão visual e por ser o filme mais completo do diretor até hoje. Sorry! (mas assistam aos dois que super vale a pena)

 

The Dark Knight Rises

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“The Dark Knight Rises” não é um filme qualquer de super-herói (esse sim foi um filme qualquer sobre um super-herói em 2012, por exemplo…). Ele na verdade se tornou a redefinição de um gênero e após passar por essa experiência que fechou de forma excelente a trilogia mais recente do homem morcego (tirando a cena da morte de uma certa atriz que só pode ter tentado sabotar o filme com aquele trabalho sujo ou ter honestamente faltado na aula de “como morrer dignamente no cinema”, porque fora isso, nada justifica o que vimos), eu diria que daqui para frente, não tem como a gente se contentar com menos quando o assunto for filmes do gênero. Que ele tenha servido de escola, porque se tudo o que estiver por vir pela frente for pelo menos inspirado em 50% do que TDKR foi, teremos uma boa leva de novos filmes de super-heróis. Stan Lee diz amém para essa esperança. (ele que fez 90 anos na última sexta, com corpinho de herói de no máximo 70, vai? Howcoolisthat?)

E qualquer um que vier depois, se pelo menos não se esforçar, terá grandes chances de não conseguir ultrapassar as barreiras de acabar sendo considerado apenas como mais uma grande bobagem.

Damn you Nolan!

Para sair do cinema escondendo os olhos vermelhos de choro e procurando compulsivamente por gadgets no seu cinto de homem/mulher bem nascida e abastada. :[

 

Weekend

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OK, podem começar a reclamar pelo fato de “Weekend” não ser exatamente um filme novo, porque ele também é do ano de 2011 e eu não vou dar nem ouvidos. (assoviando “Carry On My Wayward Son” em Lá menor…)

Um dos filmes de amor mais lindos que eu já vi na vida. E nesse caso, essa história de amor tão especial tem a cruel duração de apenas um fim de semana. Triste, não?

Sim, mas a vida é assim, uma megabitch injusta mesmo. (Essy, também no sabor meio amargo)

Um finde que pode mudar a sua vida para sempre. Maravileeeandro! (♥)

 

Coffee And Tv do ano> Breaking Bad vs Girls

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Apesar da minha implicância atual com Breaking Bad pelo fato deles terem decidido dividir essa temporada final da série em duas partes, arrastando o series finale para o segundo semestre de 2013 (preguiça + abstinência), não tem como não reconhecer que a série é mesmo uma das melhores coisas da TV. É e sempre foi, desde que Walter apareceu de cuecas no deserto. Fato.

Além de personagens sensacionais e uma história que consegue ficar cada vez melhor, eles contam também com atuações primorosas da dupla Bryan Cranston + Aaron Paul. Cranston vem merecidamente sendo reconhecido por seu trabalho a cada nova temporada em quase todas as premiações e apesar do mesmo não ter acontecido com a mesma frequência com o Aaron Paul, fico extremamente realizado quando vejo o seu nome em qualquer lista de indicados, de tanto que eu gosto do seu personagem e sonho em ser seu melhor amigo na vida real, rs. Mas sério. Aliás, desde muito tempo e principalmente nessa reta final da série, passei a torcer mais do que nunca para que o Jesse tivesse um final feliz em Breaking Bad. Feliz de acordo com as possibilidades, claro.

E se você estiver desperdiçando 40 e poucos minutos com qualquer outra coisa na sua vida e Breaking Bad não estiver na sua lista, me desculpe, mas vai ser difícil continuar respeitando uma pessoa que faz esse tipo de escolha contra a própria vida, rs

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Girls. Sabe quando você começa a assistir alguma coisa sem a menor expectativa e em pouco tempo se encontra completamente apaixonado por tudo relacionado a ela?

Essa foi a minha relação com Girls desde o seu começo. Personagens deliciosas, cenários conhecidos e que todos nós amamos, mas principalmente, uma história contada sobre um período de nossas vidas que foi pouco explorado na TV ou no cinema, ainda mais com esse tipo de honestidade e com a voz de alguém dessa mesma faixa etária. E tudo bem pé no chão, com um realismo bem bacana e super possível, mostrando que as grandes realizações em nossas vidas não acontecem do dia para a noite e muitas vezes também não tão cedo, como costumam nos enganar por aí e por isso, é importante ir se divertindo com as menores por enquanto, elas que também são realizações bem importantes para a vida de todo mundo.

Quatro personagens extremamente diferentes e apaixonantes, cada uma por um motivo particular e bem especial. E ainda tem o Adam, o personagem que conseguiu ir do total douchebag delivery ao boy magia do momento em apenas um episódio divisor de águas para a sua história dentro desse grupo de garotas adoráveis, que foi quando ele nos deixou conhecer o seu coração e consequentemente, PLIM! Nos apaixonamos junto com a Hannah. (e por ela, nós já estávamos apaixonados desde o começo, que fique registrado – ♥)

Aliás, se houvesse uma categoria nessa premiação para o namorado boy magia do ano, esse prêmio seria do Adam. Oh wait… mas essa premiação é ou não é minha mesmo? Logo…

 

Namorado boy magia do ano> Adam, Girls (♥)

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Pronto. Resolvido o problema, rs.

Sério gente, nem que o seu namorado seja o Ryan Gosling, eu duvido que ele tenha conseguido ser tão foufo quanto o Adam de Girls. (e nesse caso, considerando o seu atual par, a gente torce bem contra, rs de nervoso + #MAGOADECABOCLO + #RECALQUEFORTE)

Sério mesmo, estou apaixonado. (♥)

 

<Pausa para o comercial>

E sabe aquele coração gigante no calendário de 2013 no dia 13/01? Então, significa que elas voltam nesse dia. YEI!

 

Euri do ano> Raising Hope (sim, eu disse Raising Hope) + Louie, Louie, Louie, Louie e e

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Raising Hope pode não ser a comédia mais assistida ou comentada de todos os tempos, mas quem se importa?

Desde a sua estreia, ela sempre esteve em uma constante de episódios super engraçados e extremamente foufos e esse ano não foi diferente. Quem vai conseguir se esquecer tão cedo daquele episódio de Valentine’s Day, por exemplo, com a melhor declaração de amor ever, hein?

Se no passado a gente sonhava com um John Cusack segurando um boombox na nossa janela, hoje, depois desse episódio super especial de Raising Hope, não aceitamos menos do que um musical do improviso contando a história de como nos apaixonamos. E não tem conversa! (mas continuamos aceitando o boombox oldschool, que os menos criativos porém destemidos não se intimidem…)

Mesmo com a ameaça de um possível cancelamento durante o final da temporada anterior, que foi uma loucura de tão absurda e ao mesmo tempo tão boa, os Chances se mantiveram firmes e fortes como a família de pouca condição mais engraçada e adorkable da TV. Sem o menor exagero.

Atualmente em sua Season 3 (de onde suspeitamos que a série talvez não passe… infelizmente. Humpf! Mas que essa declaração também não funcione como uma praga. Amém!), continuamos nos divertindo como sempre a cada episódio. E detalhe, a Hope agora fala e recentemente chamou a Sabrina de “Mãe”. #TEMCOMONAOAMAR

Juro que eu chorei como se fosse comigo, rs

Smacks do uncle Essy, Hope! (muah!)

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Louie é extremamente engraçado e boa parte disso está em todo o desconforto que ele sente apenas sendo ele mesmo.

Algumas notáveis mudanças aconteceram durante a Season 3, nada muito drástica na verdade e todas para melhor e a série que passou a ganhar o devido reconhecimento em diversas premiações a partir disso, acabou indo parar em um outro nível. Cool!

Tivemos participações sensacionais e momentos divertidíssimos encontrados nesse que é um outro tipo de humor, bem diferente de tudo o que encontramos facilmente por aí. Louie é apenas ele mesmo, sem se esforçar, sem tentar ser engraçado. Ele é apenas aquele cara ruivo esquisito e com um humor meio assim que nós gostamos tanto.

Aliás, adoraria assistir ao seu stand up, Louis C.K ou comer um pedaço de pizza na saída do Metrô com você ao som de “Brother Louie”. Call me!

 

Relação de amor do ano> A especialíssima maratona de Being Erica

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Todos nós temos problemas, uma complicaçãozinha aqui ou ali, mas nada foi mais bacana do que poder dividir um pouco disso tudo com Erica em sua terapia. E eu posso jurar que nesse caso foi uma troca, rs.

A sensação é a de que a gente esteve ali, abrindo portas com a personagem, revivendo momentos da sua vida, tentando consertar erros do seu passado e enquanto isso, era impossível não acabar pensando na nossa própria vida e o que aconteceria no caso da gente acabar ganhando a mesma chance que Erica. Algo que ao que tudo indica, não é muito possível (se bem que eu mantenho sempre a esperança a cada porta que abro), mas estamos aí para tentar o que for possível sem viagens no tempo mesmo. (infelizmente. Alôr Doctor Who? Posso pegar uma carona na TARDIS?)

E quem não queria um Doutor Tom para chamar de seu terapeuta/tutor/mentor/BFF? (♥)

Só de pensar em escrever qualquer coisa aqui sobre a série, meus olhos já se enchem de lágrimas porque são tantas lembranças boas e a minha relação com essa história além de imediata, foi tão especial, que eu fico super emocionado só de lembrar. Inclusive, eu não me lembro de ter chorado tanto em um series finale, que desde então está na categoria dos mais perfeitos EVA. Aliás, toda a série está.

Se como castigo e pura ironia do destino eu fosse parar na ilha de Lost (eu daria um tapa na cara do Jacob e me declararia rei, sem ter que tomar aquela água suja e exigiria o poder de aparatar onde eu bem quisesse, inclusive fora da ilha e com uma fumaça purple, tipo a de Once Upon a Time. Além de é claro, ter o poder de me comunicar com o Carlton Cuse e o Damon Lindelof, assim como fazem os personagens da Turma da Mônica em suas historinhas por exemplo, só para poder reclamar muito daquele roteiro capenga da “ilha”) e só pudesse levar 10 séries para passar o tempo (completas, porque eu estou sendo razoável comigo mesmo afinal, me comportei super bem durante esse ano que passou), certamente Being Erica estaria entre elas. (qualquer dia eu faço uma lista com as outras nove. Prometo/Não prometo. Tudo depende de uma questão de tempo e humor. #RIVOTRILNELE)

O tipo de série para se levar para a vida. Para deixar guardadinha atrás daquela porta que você sabe que poderá abrir quando sentir vontade/necessidade/saudade. Vão por mim… (algum dia eu já recomendei alguma porcaria? Pergunta retórica #AUTOANALISE)

Série nada, terapia mesmo, de verdade e super eficiente (e eu já disse que planejo revê-la pelo menos uma vez por ano. Se saíssem os DVDS por aqui então… Alguém com contatos fortes no Canada? Alôr, Ryan Golsing?)

 

Agora o Mumford & Sons volta para mais um momento musical no nosso The Modern Guilt Awards, com umas das minhas músicas preferidas deles e dessa vez de um jeito que a gente gostaria que fossem todas as nossas visitas a livraria (♥)

 

Decepção da temporada> A Season 2 bem meio assim de GOT e a fase de observação da morte de Grey’s Anatomy, humpf!

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Só de lembar o quanto foi lenta toda a segunda temporada de Game Of Thrones, já sinto uma vontade incontrolável de dormir por pelo menos todo o verão. (prefiro viver no inverno, inclusive, me avisem quando ele chegar, rs)

Foi bem difícil, uma temporada arrastadíssima, com vários personagens novos e pouca relevância para a história como um todo. É, não foi muito boa mesmo, apesar de toda a qualidade da série e tudo mais. E continuamos andando, andando e andando… sem chegar muito a lugar algum.

Sim, teve o episódio da guerra com direito a fogo verde (cool cool cool), pedregulhos sendo jogados do alto do castelo e amassando cabeças mil, Tyrion sendo reconhecido como o grande herói da série e tudo mais, algo que foi sim bem sensacional além de umas das coisas mais bem cuidadas da TV. Mas e todo o resto super preguiça? ZzZZZ

Sinceramente, nem aquele Zombie Parade do final da temporada chegou a me animar…

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Outra decepção que tivemos durante 2012 foram os rumos que a Shonda Rhimes decidiu dar para a sua Grey’s Anatomy, encerrando da forma mais porca possível, uma temporada que tinha tudo para ser uma das melhores da série.

Até que voltamos para a nova temporada, a atual bocejante Season 9, onde estamos observando com muito custo, Shonda tentando consertar os erros do final trágico da temporada passada. E está ficando cada vez mais difícil de aguentar…infelizmente.

E mais triste que isso é ver uma série que nós já gostamos tanto, acabar assim, em uma morte lenta, sofrida, dolorosa, só porque alguém não conseguiu reconhecer que errou ou que já estava na hora de começar a pensar em parar…

Agora a série se transformou em qualquer coisa, com um Doutora Bailey que sempre foi a Queen B daquele hospital e todo mundo sabe disso, se transformando na personagem de alívio cômico mais patética da história, novos internos por quem nós não conseguimos nos importar muito e ou até mesmo pouco, entre eles a nova Izzie, a qual eu já consigo desejar a morte só para me sentir mais vingado, além daquela mesmice de sempre.

Sinceramente, #NAOTABOMNAO e anda sendo a última série que eu assisto na semana. Mentira. Assisto Greysa, fico com preguiça, raiva e logo assisto Parenthood, porque eu preciso de um abraço daqueles para começar bem a nova semana e Greysa ultimamente só tem me dado tapas, puxões de cabelo e beliscões.

#WENEEDTOTALKABOUTSHONDA

 

Série que vamos ficar com saudade quando acabar de verdade> Fringe e a sua excelente temporada final (até agora)

#GUILT

Fringe sempre foi uma série genial, escorregou pouco ou quase nada em sua mitologia, sempre nos entregou uma das histórias mais inventivas da TV e mesmo assim, a cada nova temporada, ficávamos com o coração na mão, morrendo de medo do cancelamento.

Até que conseguimos garantir a nossa Season 5, algo que parecia ser um sonho distante para todo o fã da série, assim como para seus produtores, que com essa façanha que enfim aconteceu, acabaram garantido que a série alcançasse o número de 100 episódios, além do final que eles dizem que gostariam de dar para a mesma. (estamos confiando nisso. E até agora, deu para confiar)

E essa Season 5 de Fringe tem sido uma delícia de se acompanhar. Tudo bem que estamos caminhando até que bem devagar considerando que estamos em uma temporada de encerramento, mas até agora, cada passo além de super importante, tem sido também muito, mas muito especial.

Honestamente? Me encontro extremamente feliz com os rumos da série. Sério. Tenho pouca esperança de um final feliz para todos aqueles personagens e apesar dos traumas anteriores com séries que nós também já gostamos e que não tiveram uma boa conclusão (sim, eu estou falando principalmente de Lost), por tudo o que nós vimos até agora durante essa temporada, sinto que algo bem especial está por vir nesse series finale de logo mais. (e por especial não entendam nada como algo extremamente otimista ou feliz para todo mundo)

Sem contar que nessa reta final, faltando pouquíssimos episódios para encerrarmos essa história, ainda ganhamos um presente mais do que especial com a surpresa que foi o episódio “5×09 Black Blotter”, com a sensacional viagem do Walter a base de muito LSD, que além de ser super ousado a essa altura,  um episódio fantástico, debochado e com cara de uma instalação de arte, ele ainda nos presenciou com o glyph code que nós aceitamos como um presente de despedida de Fringe e a nossa experiência junto com a série: #GUILT

E digo sem medo de estar exagerando  que os maiores personagens da TV atual e que já figuram nela por alguns anos, são dois Walters = Walter Bishop (sempre um honra) e Walter White (sempre uma reação química)

E como somos uma premiação justa com quem a gente gosta, se houvesse um prêmio de personagem mais querido dos últimos tempos, esse prêmio hoje iria para o Walter. Oh wait de novo… mas quem é que manda nessa premiação mesmo?

 

Personagem mais querido dos últimos tempos> Walter Bishop, Fringe

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TA-DA! E para comemorar o prêmio, nada melhor como um momento musical mais do que especial que dividimos com o maior carinho desse mundo com o nosso querido Walter Bishop e que inclusive emprestamos de outro momento bastante especial para essa reta final da série. Walter que é a única pessoa do mundo com quem eu pensaria em dividir o último disco ever do Bowie. (♥)

(as apresentações ao vivo no Youtube para essa música estavam todas bem meio assim e por isso, durante esse momento em nossa premiação, teremos que nos contentar com um vinil do Bowie, rs. Mas nem pensem em reclamar e imaginem a sorte que vocês teriam se esse fosse o último deles no universo e estivesse em minhas mãos? rs)

 

Foufurice foufa do ano> Flynn Bloom

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Com uma série de foufurices foufas que nós já AMAMOS faz tempo (Kingston, Violet, Zuma, Seraphina, Archie, Abel), mais uma série de novas foufurices que apareceram nos últimos tempos (Marcel, Luca, Xander), esse ano, apesar de continuar achando todos eles uns foufos, ninguém conseguiu superar esse sorrisinho delicioso do Flynn e todo o seu fundamento em acessórios para a cabeça. Ninguém, sorry.

Foufo mil! (♥)

 

Da série casais que nós mais amamos do ano> Andrew Garfield + Emma Stone

Emma Stone + Andrew Garfield

Tem algum casal mais foufo no momento do que o Andrew Garfield e a Emma Stone ?

Não, não tem. Para ligar e combinar de sair de amigas em um double date mais tarde. (#SONHO)

Emma Stone and Andrew Garfield

(♥)

Aproveitando o momento de pura foufurice, como nosso próximo momento musical da premiação temos o Kasabian, com o melhor cover do ano para “Video Games” da Lana Del Rey. Sério, maravileeeandro! (eu pelo menos ouvi o ano inteiro)

 

Delírios de consumo de Essy Bloom do ano> Tudo em vinyl, tudo da Funko

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Se tem uma empresa covarde nessa vida, essa empresa é a Funko, que tem a coragem de lançar tudo o que a gente gostaria de comprar na vida no formato de miniaturas foufas dos nossos personagens mais queridos ever.

Não consigo lidar com todos esses lançamentos. Já não há mais espaço ou prateleiras/livreiros no mundo para tanta coisa que eu penso em adquirir…

#COVARDIACOVARDE

 

Eu sou ricah porém bem cafona do ano> A moda sem limites ficando super cafona

Anna Dello Russo já foi uma das nossas pessoas preferidas no mundo da moda e isso não tem muito tempo.

Continuamos achando ela ótima, divertida e adorando todos os seus exageros, que combinam perfeitamente com ela e toda a sua personalidade, mas a sua coleção toda em dourado para a H&M + esse vídeo completamente sem limites, foi uma das coisas mais cafonas da moda recente.

Sorry, Dello Russo, mas… #NAOTABOMNAO

 

Capa do ano> Azealia Banks para a Dazed & Confused

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Apesar de ter achado as capas do elenco Downton Abbey para a LOVE maravileeeandras (especialmente a com o odioso magia do Tom), também as GQs com a magia do Alexander Skarsgard e o Michael Fassbender, assim como a simplicidade da capa da Jessica Chastain para a T Magazine, nada como uma capa polêmica com a da Azealia Banks para a Dazed & Confused para roubar a nossa atenção, não?

Sério, até hoje eu não entendo essa “proibição”. Estamos ou não estamos ficando muito caretas?

 

E encerrando a sua participação na nossa premiação desse ano, o Mumford & Sons volta para dizer que eles vão nos esperar… rs (para cantar gritando, pulando, como se não houvesse amanhã mais mágico)

 

Catwalk do ano> O desfile só como nomes da Prada

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Eu teria passado o ano inteiro de 2012 usando somente essa coleção da Prada e ou desfilando em looping nesse desfile só com nomes.

Alinhadíssimo, maravileeeandro e sensacional. PÁ!

 

Prontofalei do ano> Lá vem a chatinha da Coco Rocha, de novo

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Até quando o mundo da moda vai conseguir viver da “ingenuidade” também conhecida como falta de profissionalismo da Coco Rocha?

Se está reclamando tanto, agora até de mostrar algo que ela considera como “muita pele”, está na hora de começar a vender gola rolê na feira e ou macacão longo de neoprene para surfista/mergulhador na praia, não?

#CHATINHA

 

Post do ♥ > Zilhões de Bilhões

#DOORBELL

O dia em que o Guilt alcançou um número bastante significativo para um blog que pouco ou nada se auto divulga e que resolvemos agradecer por todas as pessoas que andaram tocando a nossa campainha.

#SUPERBEMACOMPANHADOS

 

<Pausa para mais um comercial>

 

Xoxo do ano> It Girl em crise. Preguiça, mas segundo ela, em crise

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Quando a It Grill finalmente entendeu que ela não estava sendo tão exclusiva quanto imaginava ser e ao perceber que estava compartilhando de um sonho comum ao de uma grande maioria, resolveu falar a respeito, mas de forma equivocada e achei importante deixar uma opinião contrária, de quem não consegue acreditar tão fácil assim nessa nova visão da menina louca por esmaltes de graça e ou convite VIP para a festinha de logo mais que dá sacolinha de brindes patrocinados na saída. $$$ch-ching ch-ing

Certas coisas não colam assim tão fácil, não por aqui. Drop your smartphone it girl e venha tomar um chá/café que a gente tem umas coisinhas para te falar/mostrar. Vem…

E se quiser esmalte novo a gente não vai te dar, mas pode te indicar onde comprar e pagar um preço justo, como a maioria dos mortais. Que tal?

Quer ser realmente de verdade? Então, desça agora desse Louboutin que todo mundo já tem (nem que seja parcelado em 48 vezes em dois cartões diferentes) e vai para o mundo. Não escolha ser tola. Seja maravileeeandra!

PÁ!

 

Trucão do ano> Kristen Stewart + Robert Pattinson = que seja eterno enquanto dure a divulgação da saga e ou comecem as gravações da sequência da Branca de Neve agora na versão trucker  e rumo a Copa Pistão

Stewart + Pattinson

Sério que alguém ainda acredita na relação desses dois?

Sério que algum dia, alguém acreditou?

Sério que há quem olhe para a Kristen e além da dificuldade de enxergar um alma habitando aquele corpo, não consiga apenas ouvir de longe o barulho da buzina de um caminhão híbrido?

OK, não precisamos falar mais nada. ZzZZZZ

 

#NAOTABOMNAO do ano> Kristen Stewart

Kristen Stewart

Kristen Stewart

kristen-stewart  + kirsten-dunst

Kristen nunca foi das mais queridas por aqui e isso todo mundo que acompanha o Guilt está cansado de saber. Sempre suspeitamos sobre quem realmente estaria por trás daquele olhar morto e nunca confiamos muito em suas escolhas, tão pouco no seu talento (que reconheçamos, tem bem pior) ou no mito de que de fato ela tenha uma alma, porque não conseguimos enxergá-la até hoje.

Mas em 2012, ela realmente andou fazendo suas piores escolhas, em todo e qualquer sentido e superando até mesmo as figurinhas fáceis de sempre nessa categoria, como a Riwanna, Katya Pérrola, a Vanessa Hudgens… principalmente quando o assunto foi transparência, que agora é no que ela mais vem apostando ultimamente, já que não foi muito transparente no passado… (#INYOURFACE)

Apesar de já ter uma coleção de looks pavorosos para chamar de seu e que ela não consegue segurar tão bem quanto a Ellen DeGeneres e suas camisas com colete e ou terninhos (referência totalmente aleatória, rs) por exemplo, nada foi pior, repito, nada foi pior, nem a história toda envolvendo a traição com o tal diretor do seu primeiro outro grande filme depois da saga mais preguiçosa de todos os tempos (e esse foi apenas o primeiro deles…), do que essa sua escolha da primeira imagem, que não poderia ter ficado mais horrorenda.

Detalhe, algum tempo depois, vimos a nossa maravileeeandra do ano humilhando com o mesmo look em renda e transparência a própria Kristen. Suck it!

Até hoje, ao olhar para essa imagem, uma gargalhada ecoa por todo o meu corpo, além de um grito de MY EYES! MY EYES! #TODAVEZ

#NAOTABOMNAO e se alguém não soprar uma vida nesse corpo, talvez nunca fique bom.

 

Como toda boa premiação guarda o seu melhor para o final, como última apresentação da noite temos ele, que devido a tantas referencias e menções durante todo esse ano, resolveu aparecer por aqui para encerrar a nossa premiação de forma mágica, que é como a gente gosta e merece. E ele não vem sozinho…

E para quem resistiu bravamente até aqui, esse foi mais um The Modern Guilt Awards, que encerra a sua 4ª edição revivendo todos os nossos momentos mais mágicos e preferidos do ano de 2012. Se ano que vem a gente volta? Alguém ainda duvida? (e para começar 2013, nos encontramos no próximo dia 07, combinado?)

 

ps: e mais uma vez, obrigado a todos os guilters pela companhia durante todo esse ano de 2012. (♥)

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<3

Agosto 8, 2012

Três anos. Fico imaginando quantas palavras eu já não escrevi/falei por aqui durante todo esse tempo. (aliás, adoraria que existisse um contador para isso)

Season 3. Muitos posts (contando com esse, 6867), muitos plots, muita risada. É, nos divertimos bem por aqui, não?

Quantas impressões de filmes nós já dividimos durante todo esse tempo? A maioria deles conseguiu nos emocionar o suficiente a ponto da sentirmos vontade de dividir esse sentimento um com o outro. Outros nos decepcionaram e com isso acabamos ficando cada vez melhores no mimimi da reclamação.

E quantas séries acumulamos ao nosso vício? Algumas delas desistimos no meio do caminho, não porque somos do tipo que desiste fácil e sim porque fomos ficando cada vez mais exigentes. Outras nos apaixonamos com um certo atraso, eu reconheço com uma certa vergonha, mas que bom pelo menos esse amor finalmente chegou, não? (nada como uma bela viagem dentro de uma caixa azul no tempo e espaço para recuperar o que perdemos, rs)

Esse é o Guilt, menos eufórico e mais preguiçoso, rs.  Mas sempre com muito fundamento, claro.

Já dissemos inúmeros #NAOTABOMNAO, quando realmente não estava nada bom, em momentos onde as escolhas deles acabaram ferindo os nossos próprios olhos. My eyes!

Ao mesmo tempo, ficamos animadíssimos quando elas acertam a mão e aparecem dispostas a deitar todas com um look melhor do que o outro, o que é coisa rara de se ver hoje em dia, seja no red carpet (que mais tem nos decepcionado do que qualquer outra coisa) ou no look do dia a dia, que de vez em quando ainda nos deixa na esperança por um mundo com muito mais fundamento. Mas nossas preferidas continuam lá, todas maravileeeandras!

Já ouvimos algumas buzinas de caminhão nesse meio tempo e já ouvimos também alguns “snaps” no ar durante esses três anos (o meosonho é conseguir fazer um desses bem de diva, mas exige muita coordenação, então…). Nunca na intenção de forçar aquele outing indesejado, que a gente acha #WÓ, mas todo mundo sabe que nós não resistimos a um tom jocoso, então, desculpa qualquer coisa!

É claro que em todo esse tempo de convivência, nós acabamos nos apaixonando também e magia para isso é o que não falta por aqui. Descobrimos o poder do feitiço sueco, ganhamos um representante máximo para a magia ruiva, observamos de longe a evolução da espécie de alguns deles que envelheceram dignamente, tatuamos um “Gosling Hotel” no lado esquerdo do peito esquerdo (rs) e para todos eles gritamos em uma só voz: Höy!

Sentimos vontade de comprar o mundo de coisas foufas e maravileeeandras que vimos por aqui, como se não houvesse amanhã. Nos contemos quando conseguimos, ou choramos quando a fatura do cartão chega e não tem freela certo para te salvar nessa hora. Hunpf!

Falando em foufurices, os pequenos também são parte fundamental desses três anos de existência do Guilt, afinal, ainda temos idade de criança e talvez por isso nos identificamos tanto com cada um deles. Todos foufos mil!

E fizemos tudo isso ouvindo muita música boa, com mixtapes que a essa altura todo mundo sabe que fazem parte de um plano maligno e declarado por um mundo com músicas melhores. Não sei vcs, mas eu sempre arrisco uma corêo/performance, toda vez que estou montando cada uma delas.

Já nos inspiramos no Look 4 Today, onde emprestamos um pouco daqueles que admiramo o fundamento e o olhar especial para a coisa, algo que acaba traduzindo exatamente o nosso mood para aquele dia.

Nesse meio tempo eu continuo sendo o mesmo nerd de sempre, cheio de manias, com um nível elevado de TOC, do tipo que fica super feliz quando a imagem do post anterior conversa perfeitamente com a do post seguinte, que fala um “confirmou” bem baixinho quando consegue perceber um padrão qualquer e irrelevante (para pessoas normais, rs) durante os posts do dia, tudo meio que no acaso, sem programação ou muita produção. Aquele que nunca foi o mais popular da escola e que hoje vem recebendo cada vez mais visitas, conversando com cada vez mais pessoas e está prestes a atingir um número bem considerável de views. Meh.

Mas sabe o que é melhor do que tudo isso? Saber que já estamos renovados graças a Cher, que a nossa Season 4 já começa logo em seguida e não precisamos nem aguardar a fall season chegar. Howcoolisthat?

Pensei em fazer várias coisas para a data de hoje e lógico que acabei esquecendo (classic Essy, mas guardo planos para um futuro próximo…) ou não tive tempo, por isso só o que eu consegui foi escrever esse post e fazer o poster acima (que abrindo a imagem, ele fica enorme e lindão!) como parte desse agradecimento. Portanto, nada mais honesto e sincero do que agradecer a todas as visitas de vcs (Guilters!) por todo esse tempo, que são aqueles que tornam tudo isso muito mais interessante e ainda não me deixam aqui falando sozinho.

Obrigado! (♥)

E continuamos assim, sendo um blog sem assunto preferido, sem ordem, sem descrição, mas totalmente pessoal, uma verdadeira bagunça louca, mas que no final dá tudo certo.

ps: já somos uma trilogia. Yei!

 

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Essy is coming… (back)

Julho 22, 2012

Quer dizer, já voltei! Me abraça?

ps: tnhks a todos que não nos abandonaram e continuaram visitando o Guilt durante essas duas últimas semanas. (♥)

 

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Procura-se Essy desesperadamente (de novo)

Julho 12, 2012

 

Essy entrou de férias, pegou sua mala, saiu correndo como se não houvesse amanhã e sumiu. VAVAVOOM!

Alguns dizem que ele recebeu uma herança poder que mudaria a sua vida e foi buscá-la pessoalmente em Downton Abbey;

Outros dizem que ele foi para a Suécia a procura da fonte da magia mágica viking que dizem estar lá;

Há quem diga também que ele se pintou inteiro de ruivo e foi tentar a vida na Escócia, de onde ele jura que só volta com conquistas ruivas para deitar todas de recalque;

Mas dizem também que ele foi visto pela última vez entrando em uma cabine azul que parecia ser maior por dentro, do tipo não identificada de onde foi ouvido gritando aos quatros ventos que ele seria o 12º Doctor. Doctor Who?

 

Brincadeiras a parte, estamos mesmo de férias e só voltamos dia 23/07 (eu sei, humpf…), número cabalístico que só pode significar alguma coisa, não?

Mas, já prevendo que esse seria um longo período de tempo capaz de deixar qualquer Guilter bem #CHATIADO com essa ausência de novidades novas até lá, temos uma série de posts novos e sensacionais preparados para entrar diariamente nesse período de férias, só com coisa boa, do tipo bem boa mesmo, acreditem! Por isso, continua valendo a pena aquela visita diária & amiga, hein? Não me abandonem… (please?)

E se a sua crise de abstinência for muito grande (como provavelmente será a minha, tanto tempo longe do Guilt… glupt), vc ainda pode se divertir na busca dos nossos arquivos antigos, onde é possível encontrar algumas delicias, além de xoxos mil, muita magia e todo aquele fundamento de sempre.

Tá, vc não entende as categorias do Guilt? Então vamos ajudar com essa pequena lista de links que podem salvar qualquer um de seus dias quando o relógio decidir que não quer andar mais. Vamos a ela:

 

♥  Aquele com todos os plots bons e ruins de tudo que vimos na TV

♥  Aquele com tudo o que a gente quis comprar, mas que o limite do cartão de crédito não permitiu

♥  Aquele com o luxo e a riqueza do poder

♥  Aquele com o toque da “culega”

♥  Aquele recheado de foufurices foufas

♥  Aquele da magia mágica. Höy!

♥  Aquele do sorriso largo

♥  Aquele que tem que ouvir

♥  Aquele do projeto por um mundo com músicas melhores

♥  Aquele para inspirar a visita ao armário na manhã seguinte

♥  Aquele das modas todas

♥  Aquele da pipoca com muita manteiga

♥  Aquele do cantinho do castigo

♥  Aquele do #NAOTABOMNAO

♥  Aquele que acha que engana e que a gente não gosta

 

Viu como não tem desculpa/motivo para abandonar o Guilt durante esse período? Então vamos deixar aquela single tear descer lentamente enquanto nos despedimos com muito drama dramático, aceitando que dia 23 está logo ali e já voltamos!

SMACKS (♥)

ass: Essy, o 12º Doutor de alma ruiva, presidente do clube “The Modern Kilt”, herdeiro poder de Downton e aprendiz de feiticeiro da magia sueca. Höy!

 

♥ Já está seguindo a magia do Guilt no Twitter? Ainda não? @themodernguilt

Guilt + Twitter = Höy!

Junho 14, 2012

Sim, nós finalmente saímos a gaiola. Höy!

Dois anos atrás eu resolvi que o Guilt deveria ter um Twitter. Criei o perfil, fiz o layout… mas desisti da ideia no dia seguinte, por pura preguiça é claro, rs

Mas ele ficou lá guardadinho e agora eu resolvi de novo deixar esse pássaro azul foufo voar, porque não?

Portanto queridos leitores, embora seja toda uma relação de amor ainda em fase beta e totalmente experimental (apesar de até um poster eu ter feito sobre o assunto, como vcs podem ver na imagem acima, com o meu passarinho mint super foufo, rs), vcs agora já podem seguir o The Modern Guilt também no Twitter. Howcoolisthat?

 

@themodernguilt

 

#ADOTEUMPASSARINHOAZUL e não me deixem por lá assim, falando sozinho. Pleeease!

#SAINDODAGAIOLA

Youth/ Youthless

Maio 14, 2012

Envelhecer sucks!

Mas isso para quem se importa com detalhes numéricos… (que a gente também não precisa ficar divulgando, rs)

Eu prefiro acordar, esquecer a contagem dos números, dar aquela encarada na minha cara lavada no espelho e dizer:

 

Bom dia idade nova, como vai vc?

Estou passando por aqui só para te dizer que apesar das minhas orgulhosas marcas de expressão e de nada ser mais como já foi um dia, seguiremos em frente e eu espero que dignamente, ok? E nem adianta mandar aquele gárgula vir sentar com todo o seu peso no meu ombro, que isso eu não vou permitir. JAMAIS!

 

Cupcakes imaginários para todos! (♥)

Respire fundo, respire fundo

Fevereiro 22, 2012

Eu me lembro de um tempo onde as pessoas eram mais educadas ou pelo menos, se importavam em fingir

Eu me lembro de um tempo onde as pessoas se importavam mais ou pelo menos, se esforçavam mais para fingir

Eu me lembro também de ser tudo parecido como é hoje e já sentir a sensação de que não estava assim tão bom do jeito que estava.

Pedidos, conselhos, favores, todos feitos para ajudar a quem estava precisando naquele momento, seja ela qual fosse a sua necessidade

Hoje, feitos a todo momento, as vezes sem sequer se dar o trabalho de pedir, educadamente, como é o mínimo de se esperar de quem precisa de algo, seja ele o que for.

Tem um tempo livre? Então faça isso para mim, porque as minhas outras 24 horas já estão todas preenchidas com coisas que eu considero mais importantes na minha vida e eu não me importo com o que vc gosta de fazer com o seu tempo livre, desde que vc resolva o meu problema – falou o egoísta mais próximo (ou simplesmente para ser bem claro, falou o folgado mais próximo)

O meu espaço ou o seu espaço ficando cada vez mais limitado, sendo cada vez mais invadido, seja ele fisicamente ou não (o que é ainda pior)

A sensação de querer se dar bem, de levar vantagem, de dar um jeitinho, tudo isso que sempre foi algo irritante para alguns (e eu me incluo nessa), se tornando insuportavelmente algo muito maior a medida em que se aproxima e começa a fazer parte da sua rotina, do seu dia a dia

Uma rotina forçada, que isso fique bem claro, que não foi vc quem escolheu para a sua vida, simplesmente acabou acontecendo, porque a vida das outras pessoas já não é mais a mesma, muito embora a sua ainda continue muito bem e até parecida com o que foi antes, se não fosse por alguns detalhes óbvios aqui e ali.

Não consigo entender a falta de respeito, de educação e até mesmo a falta de vergonha, sinceramente.

Não consigo entender o porque que eu tenho que exigir de volta algo que sempre foi meu, isso porque alguém não aprendeu a ter limites e falhou em ser educado. (ou em educar, o que eu também considero um erro grave)

Limite, palavrinha que nunca foi tão necessária como agora. LI-MI-TE. Sabe aquela velha história de que para tudo há um limite? Pois bem, chegamos a ele, o meu limite.

Mas talvez seja apenas uma sensação, talvez seja apenas eu ficando mais velho, mais chato e ainda mais cheio de manias…

Ou talvez eu esteja finalmente enxergando as coisas como elas sempre foram e esteja dizendo nem que seja para mim mesmo, que #NAOESTABOMNAO  e algo precisa mudar, agora.

Por isso, lembre-se de respirar fundo enquanto os outros todos correm esbaforidos em sua direção e lembre a cada uma dos “esquecidos” de que o seu espaço, o seu tempo e a sua vida, pertencem a vc e a ninguém mais.

ps: amanhã voltamos com o bom humor e o fundamento de sempre, prometo! É que hoje estamos meio assim…


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